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‘Percy Jackson e os Olimpianos’: Série teve orçamento GIGANTESCO por episódio; Confira!

O Disney+ está apostando alto na tão aguardada adaptação de ‘Percy Jackson e Os Olimpianos‘, a série baseada nos livros de sucesso de Rick Riordan.

De acordo com informações obtidas pela Variety, cada episódio da série de ‘Percy Jackson‘ terá um orçamento estimado entre 12 a 15 milhões de dólares, uma quantia substancial que se equipara ao investimento por episódio feito em ‘The Mandalorian‘, outra série popular do streaming.

Para contextualizar, a primeira temporada da série terá um custo total aproximado de US$ 120 milhões.

Esta cifra significativa representa um aumento notável em comparação com o orçamento do filme ‘Percy Jackson e O Ladrão de Raios‘, lançado em 2010 pela 20th Century Fox, que teve um investimento de US$ 95 milhões.

Vale lembrar que a série estreia em 20 de dezembro no Disney+.

Confira o teaser:

Recentemente, também foram divulgados novas imagens da série pela Entertainment Weekly.

O material traz novos vislumbres do trio protagonista; Percy (Walker Scobell), Annabeth Chase (Leah Jeffries) e o sátiro Grover (Aryan Simhadri).

Confira, junto com o trailer:

No ano passado, o nosso editor-chefe Renato Marafon participou da DisneyD23 e teve a oportunidade de entrevistar os astros da adaptação.

No vídeo, Scobell, Jeffries e Simhadri falam sobre seus personagens, quais são seus livros preferidos da saga, quais Deuses queriam ter como pais e muito mais.

Assista:

O elenco ainda conta com Virginia Kull (Sally Jackson), Glynn Turman (Chiron), Jason Mantzoukas (Sr. D), Megan Mullally (Alecto), Timm Sharp (Gabe Ugliano), Dior Goodjohn (Clarisse La Rue), Charlie Bushnell (Luke Castellan), Olivea Morton (Nancy Bobofit) e Timothy Omundson (Hades).

Ao todo, a saga escrita por Riordan contém cinco livros: ‘O Ladrão de Raios’, ‘Mar dos Monstros’, ‘A Maldição do Titã’, ‘A Batalha do Labirinto’, e ‘O Último Olimpiano’.

A trama gira em torno de Percy, um adolescente que descobre ser filho de Poseidon, deus grego dos mares, e então é enviado para o Acampamento Meio-Sangue para se reunir com outros meios-sangue. Lá, Percy onde se encontra com o amigo e mentor Grover Underwood, um sátiro adolescente, e conhece Annabeth Chase, filha de Atena.

Chris Columbus comandou a adaptação cinematográfica do primeiro volume, ‘Percy Jackson e o Ladrão de Raios’, que trouxe em seu elenco Logan LermanAlexandra Daddario, Brandon T. Jackson, Jake Abel.

Apesar de receber críticas mistas, o filme arrecadou quase US$227 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 95 milhões.

Em 2013, ‘Percy Jackson e o Mar de Monstros‘ faturou apenas US$ 199 milhões e recebeu duras críticas acerca da narrativa, que se distanciava demais do romance original.

‘Superman’: Brandon Routh revela conselho a David Corenswet

Brandon Routh, o intérprete do Homem de Aço em ‘Superman – O Retorno’, recentemente compartilhou o conselho que daria a David Corenswet, o jovem ator que está assumindo o manto do herói no novo filme de James Gunn.

Segundo o The Pop Verse, baseando-se em suas experiências como o herói, Routh aconselhou Corenswet a enxergar o herói como algo além de seus poderes. “Para mim, a maior coisa sobre o Superman é sempre reconhecer os superpoderes não físicos que ele possui. Pode parecer clichê relacionar isso à história de ‘ensinar um homem a pescar’, mas literalmente é assim que eu vejo, e é muito apropriado para o papel. Se você salva as pessoas o tempo todo, em todos os lugares, talvez elas nunca aprendam a se salvar. Isso não significa que você não deve salvá-las, mas sim que o ensino, a personalidade, o aspecto, a comunicação humana, o entendimento que o Superman pode nos dar sobre inclusão”.

Ele continuou: “Para mim, o Superman é puro amor, ele não julga. Ele tem que fazer escolhas difíceis e impedir as pessoas de fazer coisas ruins, mas meu objetivo para o Superman é que ele seja o exemplo do que todos podem ser em sua essência… talvez sem todo o voo e tudo mais. Mas ele é um exemplo, o melhor da humanidade, e poderia nos ensinar a fazer isso, não apenas por suas ações, mas chamando a verdade”.

Lembrando que anteriormente, imagens mostraram o David Corenswet caracterizado como o Homem de Aço, recriando cenas clássicas do herói.

Em uma capa do Planeta Diário, vemos o herói parando um trem com suas próprias mãos, reproduzindo uma cena icônica dos quadrinhos. Em outra, vemos o herói com as mãos na cintura, em referência à sua clássica pose heroica.

E é claro que as imagens já estão levando os fãs à loucura e aumentando as expectativas para a estreia, marcada para julho de 2025.

Confira as reações:

O longa também conta Rachel Brosnahan como Lois Lane, Nicholas Hoult como o vilão Lex Luthor, Nathan Fillion como Lanterna Verde Guy Gardner, Anthony Carrigan como Metamorfo, Isabela Merced como Mulher-Gavião, e Edi Gathegi como Sr. Incrivel.

Com lançamento marcado para 11 de julho de 2025, ‘Superman‘ será o primeiro filme do novo DCU e é escrito e dirigido por Gunn.

 

Empresa responsável pelo CGI de ‘O Rei Leão’ anuncia risco de falência

A MPC, pertencente à Technicolor e responsável pelo CGI em filmes como ‘O Rei Leão’, ‘Mogli – O Menino Lobo’ e ‘Mufasa: O Rei Leão’, está enfrentando uma crise financeira e pode fechar suas portas em breve.

Segundo a Variety, na sexta-feira, a Technicolor enviou um comunicado aos clientes e funcionários, notificando os empregados nos EUA, como exige a lei para grandes empresas que antecipam fechamentos e demissões em massa.

Caso as operações sejam encerradas, milhares de trabalhadores de efeitos visuais serão impactados.

O comunicado diz: “A Technicolor tem enfrentado sérios desafios financeiros. Apesar dos esforços exaustivos — incluindo iniciativas de reestruturação, discussões com investidores potenciais e a exploração de oportunidades de aquisição — não conseguimos garantir um caminho viável para o futuro. Infelizmente, isso nos deixa sem alternativa a não ser reconhecer que a empresa pode ser forçada a encerrar suas atividades”.

Outra parte da notificação acrescenta: “Se nenhuma solução viável for encontrada, podemos ser obrigados a encerrar nossas operações nos EUA já na segunda-feira, 24 de fevereiro de 2025”.

Com sede em Paris, a Technicolor, que possui a MPC, a empresa de VFX comercial The Mill, a Mikros Animation e a Technicolor Games, está atualmente envolvida em várias negociações, buscando um acordo ou aquisição da empresa como um todo ou de marcas individuais.

A empresa ainda tem projetos futuros em andamento, como ‘Branca de Neve’ e ‘Lilo & Stitch’, da Disney. No entanto, caso o fechamento se concretize, não está claro se os trabalhos em andamento poderão ser concluídos nas instalações atuais ou se serão transferidos para outro fornecedor de VFX.

Dacre Montgomery fala sobre legado de ‘Power Rangers’: “Ultrapassando limites”

O ator Dacre Montgomery, que interpretou Jason Scott, o Ranger Vermelho no filme ‘Power Rangers’ (2017), falou recentemente sobre o impacto duradouro do personagem em sua vida, e como os fãs o mantiveram “vivo” de maneiras inesperadas.

Durante uma entrevista ao portal FearHQ, o astro refletiu sobre sua trajetória e evolução artística:

“Acho que o mais importante é continuar me esforçando, ultrapassando limites. Continuar buscando uma conexão genuína com os papéis, com os diretores, com os personagens, com tudo isso. É o que tenho me dedicado a fazer nos últimos oito, nove anos: ir além do que já fui, aprender mais sobre mim mesmo e sobre a evolução do meu processo criativo. E é exatamente isso que pretendo continuar fazendo nos próximos anos”, afirmou.

‘Power Rangers’ conta ainda com Naomi Scott, RJ Cyler, Ludi Lin, Becky G, Elizabeth Banks, Bryan Cranston, Bill Hader e David Denman no elenco.

A direção é de Dean Israelite, com roteiro assinado por John Gatins.

Astro de ‘Stranger Things’ DETONA o desfecho da série: “Não gostei”

O final de ‘Stranger Things’ continua dividindo opiniões e, agora, um dos nomes mais importantes do elenco se juntou ao coro dos insatisfeitos. Matthew Modine, que interpretou o icônico Dr. Brenner (o “Papa”), revelou publicamente que não aprovou o encerramento do fenômeno da Netflix.

De acordo com o CinemaBlend, a declaração ocorreu nos comentários de uma publicação recente no Instagram do ator. Questionado por um seguidor se havia gostado do final da série, Modine foi direto e categórico: “Não gostei”.

Apesar da resposta seca, o ator não entrou em detalhes sobre quais pontos específicos da trama dos irmãos Duffer o desagradaram.

Millie Bobby Brown reage ao último episódio de ‘Stranger Things’; Confira!

A fala de Modine ecoa o sentimento de grande parte da fandom, que utilizou as redes sociais para apontar falhas na temporada final. Entre as principais críticas estão:

  • Arcos Mal Escritos: O desenvolvimento de personagens centrais foi considerado insatisfatório por muitos;
  • Desfechos em Aberto: O destino de Eleven e de outros personagens deixou pontas soltas que incomodaram o público;
  • Resolução Simplista: A conclusão do conflito principal foi vista como pouco elaborada para o tamanho da obra.

Além da crítica, o ator revelou ser a favor de mais um episódio para a série. Após o lançamento do capítulo final, “O Mundo Invertido”, na véspera de Ano-Novo, surgiu uma teoria de que um nono episódio secreto estaria a caminho.

Embora nada tenha sido confirmado, Modine mostrou apoio à ideia. Ao ser questionado se acreditava na teoria, ele respondeu: “Espero que sim, pelos fãs.”

Originalmente, ‘Stranger Things’ teria um final DIFERENTE para Eleven, Hopper e os outros; Entenda!

Matthew Modine
Matthew Modine

‘Stranger Things’ está disponível na Netflix.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

‘Stranger Things’: Criador faz apelo para que fãs desliguem as “configurações lixo” da TV antes de assistirem à série

Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente. Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.

O elenco estelar conta com Millie Wolfhard, Millie Bobby Brown, Noah Schnapp, Caleb McLaughlin, Gaten MatarazzoSadie Sink, Joe Keery, Maya Hawke, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Jamie Campbell Bower, Brett Gelman, David Harbour e Winona Ryder.

‘Jogos Vorazes’: Jennifer Lawrence está PRONTA para voltar como Katniss

A franquia Jogos Vorazes fez grande sucesso e alavancou a carreira de Jennifer Lawrence, que desde então se tornou uma grande estrela do cinema.

Em entrevista à Variety, a atriz já declarou seu desejo de reprisar o papel icônico, retornando para a franquia originada nos livros.

Ao ser questionada sobre a possibilidade de voltar a interpretar Katniss Everdeen, a atriz ofereceu uma resposta curta e direta, demonstrando entusiasmo para retornar, caso a possibilidade surja de alguma maneira.

“Se Katniss algum dia puder voltar à minha vida, 100 por cento”, afirmou a atriz.

No entanto, apesar do interesse da atriz, um retorno de Katniss Everdeen não parece algo provável para os próximos anos.

Nina Jacobson, produtora da franquia, e o diretor Francis Lawrence já afirmaram que a história de Katniss está completa, destacando que a personagem teve uma conclusão sólida.

Enquanto espera um dia retornar para a franquia ‘Jogos Vorazes’, Jennifer Lawrence segue com sua carreira de sucesso em Hollywood.

Seu próximo projeto conhecido é ‘Die, My Love’, um thriller psicológico que também será estrelado por Robert Pattinson (‘Batman’). LaKeith Stanfield (‘Corra!’) completará o elenco.

A trama se passa em uma área rural remota e esquecida, onde acompanhamos a história de uma mãe que luta para manter sua sanidade enquanto enfrenta os desafios da psicose.

Lynne Ramsay (‘Precisamos Falar sobre Kevin’) é responsável pela direção.

Ela também assina o roteiro ao lado de Enda Walsh.

Justine Ciarrocchi e Jennifer Lawrence assumem a produção ao lado de Martin Scorsese e Andrea Calderwood. O financiamento fica por conta da Black Label Media.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Revelado trailer de ‘Ticket to Paradise’, com Julia Roberts e George Clooney, na CinemaCon

George Clooney (”Onze Homens e um Segredo’) e Julia Roberts (‘Uma Linda Mulher’) estarão juntos novamente em ‘Ticket to Paradise‘ e nesta quarta-feira (27), em Las Vegas na CinemaCon, a Universal Pictures revelou o primeiro trailer da comédia romântica dirigida por Ol Parker (‘Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo’).

Nele vemos Clooney e Roberts como um casal divorciado que se reúne e viaja até Bali para impedir que sua filha (Kaitlyn Dever) cometa o mesmo erro que eles há 25 anos, o de casar com alguém que ela acabou de conhecer. Billie Lourd, Lucas Bravo, Amanda O’Dempsey, Rowan Chapman, Murran Kain e Vanessa Everett completam o elenco.

No trailer vemos Clooney e Roberts interagirem de maneira bem divertida, onde ambos trocam farpas, antes de traçarem o plano para impedir as núpcias da filha. Temos humor físico, ironias e muitos drinks, com Clooney fazendo a clássica dança do running man. “Este é o meu novo lugar favorito na Terra”, declara Julia em uma praia paradisíaca no vídeo.

Os dois já estiveram juntos em outros filmes como ‘Onze Homens e um Segredo‘ e ‘Jogo do Dinheiro‘. Em uma entrevista ao portal Deadline, Clooney elogiou o roteiro de Parker e o creditou por inspirar sua reunião.

“Eu não faço uma comédia romântica desde Um Dia Especial'(1996). Eu fiz alguns tipos de sarcásticos, você sabe, e neste, Julia e eu acabamos sendo maldosos um com o outro da maneira mais engraçada possível”, falou o ator.

Ticket to Paradise‘ estreia nos cinemas no dia 15 de setembro de 2022.

Ruth Negga se junta a Jake Gyllenhaal no elenco da nova série de J. J. Abrams pela Apple TV+

Segundo a Variety, a atriz Ruth Negga (‘Preacher’) vai estrelar a série ‘Presumed Innocent‘ ao lado do já confirmado Jake Gyllenhaal (‘O Abutre’) para a Apple TV+.

A trama que é baseada no romance de Scott Turow traz Rusty Sabich (Gyllenhaal), um fervoroso promotor de Chicago acusado de matar seu colega. Negga será Barbara Sabich, a esposa de Rusty.

David E. Kelley, de ‘Big Little Lies‘, está adaptando o romance e vai atuar como showrunner e produtor executivo. Abrams está na produção, através de sua produtora Bad Robot Productions, ao lado de Thomason, Sharr White e Gyllenhaal.

A Warner Bros. Television é o estúdio do projeto. Kelley está desenvolvendo a série Avalon, com Neve Campbell estrelando. Gyllenhaal está no elenco de voz do filme animado Mundo Estranho e está no elenco de Road House, série adaptando o filme Matador de Aluguel.

Presumed Innocent‘ ainda não tem data de estreia, mas deve chegar em 2023 pela Apple TV+.

Cantinflas: A Magia da Comédia

(Cantinflas)

 

Elenco: Óscar Jaenada, Michael Imperioli, Ilse Salas, Bárbara Mori, Ana Layevska, Adal Ramones.

Direção: Sebastian del Amo

Gênero: Drama

Duração: 102 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 23 de Outubro de 2014

Sinopse: 

A história não contada do maior e mais amado astro do México de todos os tempos, de suas origens humildes nos pequenos palcos às luzes brilhantes de Hollywood e do Globo de Ouro® que venceu pelo filme A Volta ao Mundo em 80 Dias.

Curiosidades: 

» —

 

Trailer:

Cartazes: 

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Jeffrey Dean Morgan será o vilão Negan em ‘The Walking Dead’

The Walking Dead‘ contratou o ator que viverá Negan na série de TV.

Jeffrey Dean Morgan (‘Supernatural’, ‘Watchmen’) foi o escolhido para interpretar o personagem, o maior e mais malvado vilão dos quadrinhos, líder do que pode ser chamado de “máfia zumbi”.

Negan será introduzido no final da sexta temporada, e entrará para o elenco fixo da sétima. Responsável pela morte de um dos protagonistas nos quadrinhos, ele ataca cidades e faz seus habitantes dividirem seus recursos em troca de salvação.

Além de Morgan, Jon Hamm (‘Mad Men’) também foi cotado para o papel.

O próximo episódio vai ao ar dia 15 de novembro, intitulado ‘Always Accountable

Confira a sinopse e vídeos:

Os sobreviventes que estavam liderando a horda (Daryl, Abraham e Sasha) enfrentam vários obstáculos e uma nova ameaça enquanto eles tentam retornar à Alexandria.

[ATUALIZADO] Em um novo clipe, o trio passa por apuros.

O terceiro episódio da sexta temporada de ‘The Walking Dead‘, intitulado Thank You, deixou os fãs chocados com a possível morte de um dos personagens mais queridos do público – saiba mais!

‘The Walking Dead’: Produtor revela que personagem NÃO irá morrer na série 

A AMC renovou a série para a sua sétima temporada. A próxima temporada irá estrear em 9 de Outubro de 2016, e trará o retorno do showrunner Scott M. Gimple e dos produtores executivos Robert Kirkman, Gale Anne Hurd, David Alpert, Greg NicoteroTom Luse  leia.

A estreia da sexta temporada de ‘The Walking Dead’ será a mais tensa da série 

‘The Walking Dead’: Fotos apresentam novos personagens da série 

Cinema de Graça! Participe da nossa pré-estreia VIP de ‘A Garota do Livro’

Ah, como é gostoso levar nossos leitores para uma sessão gratuita de cinema… ainda mais quando é um filme estrelado pela nossa eterna Emily Thorne/Amanda Clarke de ‘Revenge‘.

Em parceria com a PlayArte Pictures , vamos levar 60 leitores do site + acompanhante para a nossa pré-estreia exclusiva de ‘A Garota do Livro‘ (The Girl in the Book).

Mas o melhor ainda está por vir: a sessão será realizada em uma sala VIP (sabe aquelas poltronas maravilhosas que reclinam?), com direito a um combo com pipoca e refrigerante… tudo DE GRAÇA!

Gostou???

Para participar, basta morar em São Paulo e responder abaixo: “Qual livro você gostaria de ter inspirado? Porquê?“.

É OBRIGATÓRIO curtir a página do CinePOP no Facebook e COMPARTILHAR o post abaixo:


 

Leia o Regulamento do Concurso Cultural

A pré-estreia acontecerá no dia 24 de Maio, em uma sala de cinema VIP da Avenida Paulista (a ser divulgado para os vencedores).

O nome dos vencedores será divulgado nessa própria página, 22 de Maio!

Estrelado por Emily VanCamp, de ‘Revenge‘ e ‘Capitão América: Guerra Civil‘, o drama chega aos cinemas nacionais dia 26 de Maio de 2016.

Alice Harvey (Emily VanCamp), de 28 anos, é uma assistente de uma editora de livros, e sonha em ser escritora. Filha de um poderoso agente literário de Nova York, ela vai ser obrigada e enfrentar dolorosos acontecimentos de seu passado, ao ser convidada para trabalhar no lançamento de um livro de Milan Daneker (Michael Nyqvist), um antigo cliente de seu pai. A jovem precisará ter forças para enfrentar antigos demônios de sua mente, e quebrar seu bloqueio criativo que a impede de realizar seus desejos.

Assista:

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Assista a uma prévia do trailer de ‘Resident Evil 6 – O Último Capítulo’

A atriz Milla Jovovich acaba de divulgar uma prévia do trailer de ‘Resident Evil 6 – O Último Capítulo‘ (Resident Evil: The Final Chapter).

O vídeo completo será lançado na terça-feira, dia 9 de Agosto!

Confira:

A Sony Pictures do Brasil confirmou ao CinePOP que o filme chegará aos cinemas do Brasil dia 9 de Fevereiro de 2017, duas semanas após a estreia norte-americana (agendada para 27 de Janeiro de 2017).

O filme será lançado primeiro no Japão, no dia 23 de Dezembro de 2016.

‘Resident Evil 6’: Dublê de Milla Jovovich posta foto após amputar o braço

Confira a descrição:

O vídeo começa com um anúncio da Umbrella Corporation, que faz a transição para um trailer se passando dentro da Raccoon City. Alice diz que vai contar a sua história final. Zumbis estão por toda parte. Explosões e incêndios estão por toda parte. Ela está levando um grupo para a Colmeia. Alice, Claire Redfield e Albert Wesker tem novas vestimentas muito mais modernas. Eles precisam obter o anti-vírus, e bolam um plano para transmiti-lo pelo ar e salvar toda a humanidade. Alice luta e parte para uma intensa batalha de ação.

‘Resident Evil 6’: Alice pula de tirolesa em novo trecho vazado do TRAILER! 

Milla Jovovich, Ali Larter, William Levy (‘The Veil’), Ruby Rose (‘Orange Is the New Black’), Rola e Eoin Macken (‘Merlin’) estrelam.

Conheça 15 curiosidades sobre a franquia ‘Resident Evil’ 

Iain Glen retorna como o Dr. Isaacs e Shawn Roberts voltará a viver Albert Wesker. Ou seja: os dois vilões da franquia estão de volta. O cantor e ator coreano Lee Jun Ki – que protagoniza a série de vampiros ‘Scholar Who Walks the Night‘ – viverá o Comandante Lee, que trabalha para a Umbrella Corporation.

‘Resident Evil’ e ‘Os Instrumentos Mortais’ vão virar séries de TV 

O sexto filme da franquia ‘Resident Evil‘ terá um orçamento em torno de US$ 75 milhões. O valor é US$ 10 milhões mais caro que o último filme, ‘Resident Evil: Retribuição‘, que custou US$ 65 milhões e arrecadou saudáveis US$ 240 milhões mundialmente.

O primeiro filme teve um orçamento de US$ 33 milhões, seguido por US$ 45 milhões do segundo e do terceiro. Já  ‘Resident Evil 4: Recomeço‘ custou US$ 60 milhões e teve a maior arrecadação da franquia: US$ 296 milhões.

 

 

 

‘Papai Noel às Avessas 2’ ganha divertidos banners

O ComicBook liberou os primeiros banners da comédia ‘Papai Noel às Avessas 2‘.

Confira, com os trailers e cartazes:

Billy Bob Thornton retorna como Willy Soke, e Kathy Bates será Sunny, a mãe de Soke.

Estão no elenco da sequência: Ryan Hansen (‘2 Broken Girls‘), Jenny Zigrino (‘Cinquenta Tons de Preto‘) e Jeff Skowron são as novas adições. Hansen será Regent Hastings, que gerencia uma organização de caridade com sua esposa Diana (Christina Hendricks). Zigrino e Skowron serão os seguranças Gina e Dorfman, respectivamente.

Mark Waters, conhecido por dirigir as comédias ‘Meninas Malvadas‘, ‘E Se Fosse Verdade…‘ e ‘Sexta-Feira Muito Louca‘, comanda a sequência.

Papai Noel às Avessas’ é a divertida e politicamente incorreta história de dois trapaceiros que visitam os shopping centers de Nova York vestidos como Papai Noel e seu ajudante, um duende. Na verdade, o que a dupla planeja é assaltar as lojas e roubar os frequentadores do shopping…

Lançado em 2003, ‘Papai Noel às Avessas’ arrecadou US$ 76 milhões para seu orçamento de US$ 23 milhões.

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Tensa prévia do episódio 4×02 de ‘The 100’; Assista!

A quarta temporada de ‘The 100′ estreou na semana passada pelo canal The CW e já mostrou a que veio, mais conflitos entre os povos que tentam sobreviver em meio ao caos.

Ambientada 97 anos após uma guerra nuclear que dizimou a população global, um grupo de 100 jovens delinquentes que sobreviveram, são trazidos de volta à Terra para que eles possam criar uma nova civilização.

Assista:

Chadwick Boseman compartilha vídeo dos bastidores de ‘Pantera Negra’

As filmagens de ‘Pantera Negra‘ foram encerradas em abril, mas o elenco continua liberando fotos e vídeos dos bastidores.

Desta vez, Chadwick Boseman mostrou em seu perfil no Instagram um dos treinos de luta para a produção.

Confira:

 

Cena cortada de ‘Os Vingadores 2′ mostraria Wakanda, terra do Pantera Negra 

Pantera Negra‘ (‘Black Panther‘) será dirigido por Ryan Coogler (‘Creed: Nascido Para Lutar‘). O elenco tem Chadwick BosemanMichael B. JordanForest WhitakerLupita Nyong’oDanai GuriraAndy SerkisMartin Freeman entre outros nomes. Além disso, o filme também deve contar com a tradicional participação de Stan Lee.

Pantera Negra‘ estreia em 15 de fevereiro de 2018.

Anne Hathaway pode estrelar o live-action da ‘Barbie’

Segundo o Trackin Board, a Sony Pictures já tem uma preferida para substituir Amy Shumer no live-action da ‘Barbie‘.

O estúdio está interessado em ter como protagonista a atriz Anne Hathaway (‘O Diário da Princesa’), que venceu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por ‘Os Miseráveis’.

Um anuncio oficial deve ser feito em breve.

A adaptação teve sua estreia agendada para 29 de junho de 2018.

Confira o teaser-pôster:


Vale lembrar que Amy Shumer não vai mais estrelar, alegando conflito de agenda.

“Infelizmente, eu não posso mais me comprometer com Barbie devido a conflitos de agenda. O filme tem um grande potencial, e a Sony e a Mattel foram excelentes parceiros. Estou chateada, mas ansiosa para ver a Barbie chegar aos cinemas.”

A Barbie foi criada por Ruth Handler e o seu marido Elliot Handler em 1959, que tinham uma filha de nome Barbara. Observavam Barbara que brincava apenas com bonecas bebês quando criança. A menina era apaixonada por bonecas. Quando cresceu, já pré-adolescente, seu pai observou que Barbara ainda brincava com as suas bonecas. Então, a sua mãe, Ruth Handler, teve a ideia de criar uma boneca adolescente.

Trata-se da segunda parceria entre Sony Pictures e Mattel, que também desenvolvem um filme live-action de ‘Mestres do Universo‘, baseado no universo de He-Man.

A Universal tentou levar um filme em live-action da ‘Barbie‘ aos cinemas em 2009, mas acabou cancelando-o.

Diablo Cody (‘Juno’) roteirizou o filme.

 

24 anos depois, confira como está o elenco do clássico ‘Abracadabra’

O clássico da Sessão da Tarde ‘Abracadabra‘ (Hocus Pocus, 1993) marcou toda uma geração e se transformou em um dos maiores sucessos da Disney, além de catapultar a carreira de Sarah Jessica Parker Thora Birch.

Com a confirmação de um remake, mas os fãs querendo uma sequência, o filme voltou a virar assunto.

Não parece, mas já fazem 24 anos que a comédia chegou aos cinemas nacionais, no dia 29 de Outubro de 1993, próximo ao Halloween.

‘Abracadabra’: Bette Midler aparece vestida de Winifred 

Para matar a saudade, decidimos procurar aonde está o elenco hoje.

‘Abracadabra’: Diretor do original quer uma sequência ao invés do remake

Vamos lá?

Bette Midler – Winnie

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Quando o filme foi sucesso, ela era a mais conhecida do elenco e viveu a bruxa principal. Como cantora, Midler já ganhou quatro prêmios Grammy – o que levou os produtores a fazer ela cantar ‘I Put A Spell On You’ em uma das melhores cenas do filme. Ela foi indicada pela primeira vez ao Oscar por ‘A Rosa‘, de 1979, e concorreu a segunda vez com ‘Para Eles, Com Muito Amor‘, de 1991.

Após ‘Abracadabra‘, fez sucesso com ‘Clube Das Desquitadas‘, ‘Mulheres Perfeitas‘ e ‘Quando Me Apaixono‘. Seu último filme foi ‘Uma Família em Apuros‘, que estrelou ao lado de Billy Crystal em 2013.

 

Sarah Jessica Parker – Sarah

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A mais bonita e sensual das irmãs Sanderson nem imaginava que ia se tornar um dos personagens mais icônicos da televisão. Cinco anos após estrelar ‘Abracadabra‘, assinou contrato com a HBO para viver Carrie Bradshaw na série de TV ‘Sex and the City‘, que resultou em dois filmes bem sucedidos e um Globo de Ouro de melhor atriz.

Em outros papeis não teve muita sorte, atuando nos medianos ‘Noite de Ano Novo‘, ‘Não Sei Como Ela Consegue‘ e ‘Cadê os Morgan?‘.

Atualmente, ela estrela a série sucesso ‘Divorce‘, da HBO.

Especula-se que em breve ela voltará em  ‘Sex and the City 3‘, apesar da treta com Kim Katrall. Será?

 

Kathy Najimy – Mary

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Fez seu primeiro papel de sucesso em ‘Mudança de Hábito‘, em 1992, como a irmã Mary Patrick. Trabalha mais com dublagem de desenhos nos EUA, e é conhecido por ser a voz de Peggy Hill no desenho ‘O Rei do Pedaço‘.

Seu último filme foi ‘Descendentes‘, que apresenta os filhos dos vilões da Disney. Ela interpreta a Rainha Má.

 

Thora Birch Dani

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Foi uma das atrizes mirins mais prestigiadas da década de 90. Começou sua carreira ao lado de Leonardo DiCaprio na série ‘Parenthood‘.

Depois de ‘Abracadabra‘, fez vários filmes sucesso na sessão da Tarde: ‘Meu Pequeno Ladrão‘ e ‘Perigo Real e Imediato‘, 1994, e o super fofo ‘Agora e Sempre‘, 1996, que trazia em seu elenco Christina Ricci, Demi Moore e Rosie O’Donnell.

Em 1999, ela conquistou a crítica ao viver Jane Burnham no premiado ‘Beleza Americana‘. Não estrela um filme de sucesso desde então.

 

Omri Katz – Max

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Omri Katz ficou conhecido por sua participação nas séries ‘Dallas‘ (1978) e ‘Eerie, Indiana‘ (1991). No ano que fez ‘Abracadabra‘, também participou de ‘Matinee – Uma Sessão Muito Louca‘. Sem conseguir trabalho depois, decidiu abandonar a carreira de ator e se tornou cabeleireiro em Los Angeles.

 

Vinessa Shaw – Allison

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Após ‘Abracadabra‘, trabalhou com o diretor Stanley Kubrick no drama ‘De Olhos Bem Fechados‘, em que vivia uma garota de programa com HIV. Fez a comédia romântica ‘40 Dias e 40 Noites‘, 2002, ao lado de Josh Hartnett. Também estrelou o terror ‘Viagem Maldita‘, em 2006.

Seus últimos filmes foram ‘O Grande Milagre‘ (2012), com Drew Barrymore, e ‘Terapia de Risco‘ (2013), dirigido por Steven Soderbergh.

 

 

Recentemente, Bette Midler, Sarah Jessica Parker e Kathy Najimy afirmaram que querem retornar para a sequência. A ideia partiu de um fã de Midler que deixou uma mensagem para a atriz no fórum Reddit perguntando: “Você pode fazer ‘Abracadabra 2’ para a minha namorada parar de assistir o original a cada Halloween?”.

“Perturbem a Disney, pois eu sondei as meninas e elas estão dispostas a fazer [a sequência], mas não existe nada por enquanto. Se vocês querem ‘Abracadabra 2’, peçam à Disney”, rebateu Midler, intérpreta da bruxa Winifred.

Diante do apelo da veterana, Najimy, que interpretou a feiticeira Mary, também mostrou seu apoio à continuação e enviou um e-mail ao site Buzzfeed dizendo:

“Eu li o que Bette falou e concordo. A sequência do filme está completamente nas mãos da Disney.”

Logo depois, foi a vez de Parker (a bruxa Sarah) se manifestar. Questionada por um fã se toparia se juntar a Midler e Najimy em ‘Abracadabra 2’, a atriz foi curta e direta:

“Sim, estou dentro”, respondeu no Twitter.

Em julho deste ano, surgiram rumores de que um novo ‘Abracadabra‘ seria produzido por Tina Fey (‘Meninas Malvadas’). Mas depois o Deadline revelou que a atriz estava desenvolvendo um filme de bruxas para a Disney, no estilo ‘Caça-Fantasmas‘, mas que não tratava-se da sequência do clássico infantil.

Quem se lembra de ‘Abracadabra‘? Assista uma cena:

Foi divulgado um vídeo hilário de Look What You Made Me Do, que traz as Irmãs Sanderson e Malévola cantando a nova música de Taylor Swift.

Assista:

 

Crítica em Vídeo | Extinção – Sci-fi da Netflix tem roteiro intrigante, mas mal-executado

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo de ‘Extinção’, ficção científica da Netflix com o ator Michael Peña.

Assista a crítica:

Confira a crítica em texto:

Crítica | Extinção – Ficção científica da Netflix tem reviravolta genial na trama 

O filme já está disponível no serviço de streaming!

Na trama, Peña viveria um homem assombrado pelo frequente pesadelo de perder sua família. Seu grande medo eventualmente ganha vida quando a Terra é invadida por uma força alienígena violenta focada em destruição. Forçado a proteger sua família, o homem descobre uma força desconhecida que não sabia que tinha.

O elenco ainda conta com Lizzy Caplan. O longa é dirigido por Ben Young, o homem por trás do terror não convencional ‘Hounds of Love’.

‘A Maldição da Chorona’: Entidade assusta em cartaz animado do terror de James Wan

O terror ‘A Maldição da Chorona‘ (‘The Curse of La Llorona‘), produzido por James Wan (‘Invocação do Mal‘), ganhou um novo cartaz animado.

Confira:

Dirigido por Michael Chaves, o longa inicialmente se chamaria The Children.

La Llorona. A mulher chorona. Uma aparição horripilante, presa entre o Céu e o Inferno, presa em um terrível destino selado por seus próprios atos. A menção de seu nome alcançou o terror em todo o mundo por gerações. Na vida, ela afogou seus filhos com uma terrível raiva e jogou-se no rio atrás deles enquanto chorava de dor. Agora as lágrimas dela se tornaram eternas e letais, e aqueles que a ouvem chamando na noite, estão condenados à morte. La Llorona se arrasta nas sombras e ataca as crianças, desesperada para substituir as dela. Com o passar dos séculos, seu desejo tornou-se mais voraz … e seus métodos mais aterrorizantes. Na Los Angeles dos anos 70, La Llorona está perseguindo a noite – e as crianças. Cuidado com o seu lamento arrepiante… ela vai atraí-lo para a escuridão. Porque não há paz para sua angústia. Não há piedade para sua a alma e não há como escapar da maldição de La Llorona.

O elenco inclui Jaynee-Lynne KinchenRaymond CruzLinda Cardellini, Sean Patrick Thomas e Patricia Velasquez.

‘A Maldição da Chorona‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 18 de abril de 2019.

Crítica | Normal People e o amor jovem na era das informações

Nos primeiros minutos de ‘Normal People’, é possível que um espectador pense estar diante de mais uma série jovem-adulta tão bem-intencionada quanto genérica. Há uma protagonista, a outsider do colégio que é o alvo da implicância dos populares, no típico escopo deste microverso traumático da adolescência. O arrasa-corações, que é também o craque do time de futebol, é obviamente alguém com quem ela troca tímidos olhares vez ou outra, o que já escancara sobre o que é esta história: garoto conhece garota, eles se apaixonam, eles ficam juntos, se separam, e ficam juntos, e por aí vai. 

Mas tão logo percebe este lugar habitual, o público também enxerga que nem todas as peças se encaixam perfeitamente nos lugares que eram esperados neste jogo. Marianne é a garota quietinha e inteligente, mas também é sarcástica e sem o mínimo de paciência para levar desaforo para casa — do tipo que pede ao professor que “dê logo a advertência e siga em frente”. Ela também é uma das mais ricas e mora em uma verdadeira mansão com a mãe e o irmão.

Sua aproximação de Connell, que apesar de ser o craque popular também é o rapaz inteligente que não abandona os livros, ocorre no campo extraclasse justamente porque ele é de origem humilde e todos os dias vai à casa de Marianne buscar sua mãe, que trabalha para a família como faxineira. Um suposto jogo de poder entre os dois está sempre se invertendo. Se, na escola, ele é o popular e ela a excluída, fora dela o rapaz a admira mais do que gostaria de admitir. Ele está sempre em sua órbita, algo de que ela tem completa noção e que usa ao próprio favor, quando consegue dominar o medo e a rejeição.

Marianne e Connell em cena na série Normal People

O outro ponto que logo de cara já evidencia que ‘Normal People’ tem algo diferente a dizer é a rapidez com que vai direto ao ponto. Os dois têm uma relação ioiô, que começa nos meses finais do ensino médio e se estende por todo o começo da vida adulta, exatamente o período que a série cobre. Na escola, Connell e Marianne fingem que sequer se conhecem, mas não conseguem tirar as mãos um do outro dos portões para fora. O cinismo é o que os afasta — e depois os reúne, os afasta, os reúne, os afasta… você já entendeu.

Sem perder tempo, a série nos tira do ensino médio e nos leva para dentro do primeiro ano de Connell e Marianne na faculdade. Ela em seu curso e ele no dele, eles perderam contato e acabam se reencontrando sem querer quando o novo namorado de Marianne convida Connell para uma festa, sem saber nem mesmo que os dois se conhecem. Logo Marianne e Connell percebem como são inevitáveis na vida um do outro — e nós, junto. Quando eles se vêem, é como se não existisse mais nada em volta. Mas aqui as peças estão invertidas. Marianne, outrora a outsider, tem um barulhento grupo de amigos, enquanto Connell perambula sozinho pelos corredores e bibliotecas. É irônico, trágico e também bastante simpático. 

Esse desequilíbrio, aliás, é parte da graça, e vai se invertendo e nos desafiando ao longo de toda a temporada. Os episódios passeiam por grandes momentos dos primeiros anos adultos dos protagonistas, esclarecendo como cada encontro e desencontro provocou reações e evoluções diferentes nos dois.  

O segredo, aqui, parece ser a distorção ao mesmo tempo doce e dolorosa do romance adolescente e sua floração no mundo jovem-adulto. Você se apaixona por Marianne e Connell porque um é o que o outro precisa para se sentir confortável em sua própria pele, e isso se torna evidente pelo quão diferentes eles são em quase tudo, mas se encontram em seus isolamentos do resto do mundo. Eles são desconfortáveis em suas obrigações sociais e em suas panelinhas, mas juntos tudo fica mais fácil. E aí, quando você acha que tudo está certo, alguém puxa o tapete sob os seus pés, eles se desentendem e a vida continua, mas não por muito tempo antes que eles se vejam frente a frente mais uma vez.

Paul Mescal como Connell em Normal People

 Adaptada do livro homônimo de Sally Rooney (pela própria autora junto a Alice Birch, dos fantásticos ‘Lady Macbeth’ e ‘Succession’) através das mãos hábeis de Lenny Abrahamson (‘O Quarto de Jack’) e Hettie Macdonald (‘Howard’s End’, ‘Doctor Who’), a série se ancora muito nas atuações de Daisy Edgar-Jones e Paul Mescal, que exalam a paixão pelos próprios personagens nos olhos e na dinâmica orgânica e bem coreografada entre ambos. Edgar-Jones faz de Marianne uma mulher feroz e reservada, ao mesmo tempo insegura e vibrante. Sua presença domina os ambientes, mas ela raramente tem noção do impacto que causa, presa em reflexões sobre o que os outros pensam dela, sobre o que Connell pensa dela. Mescal, por outro lado, constrói Connell com muita doçura, um rapaz incomodado por ser o centro das atenções, embora este seja o lugar que sempre ocupou com seus sorrisos largos e um jeito de estar eternamente preocupado com as outras pessoas. 

Nos momentos mais cruéis, eles discutem porque ele é incapaz de sequer chegar perto dela quando estão em público. Não por falta de afeto, mas por ter construído um muro de concreto entre seu lado racional e o seu lado sentimental. Quando ele tenta transpor este muro, é um processo doloroso e exigente, escancarado pela direção tão precisa ao complementar o trabalho dos atores, em close-ups que nos fazem ver exatamente o que ninguém mais quer ou pode ver.

Neste sentido, salta aos olhos a forma tão delicada com a qual Abrahamson e Macdonald optam por abordar as muitas cenas de sexo perpetuadas ao longo dos 12 episódios. A composição e a coreografia ajudam a contar o que eles estão sentindo e precisando em cada um daqueles encontros, entre si ou com demais parceiros. Existe um senso de intimidade que ultrapassa o corporal nas cenas dos dois juntos, ressaltado na forma como a direção prioriza detalhes que dizem muito mais do que palavras poderiam. Mãos desesperadas contra partes não-identificáveis de pele, toques suaves nos cabelos, o encaixe dos corpos e os momentos de êxtase pouco antes de um merecido sono são construídos com tanta delicadeza que não apenas conseguimos entender a diferença entre lascívia e vulnerabilidade quanto, mais de uma vez, é como se estivéssemos sendo intrusos apenas por estarmos assistindo aos episódios. Presenciamos algo que eles jamais sentiram conforto para compartilharem com outra pessoa e, por isso, é como se estivéssemos errados. Mas é difícil parar de olhar. 

Daisy Edgar-Jones como Marianne em Normal People

À medida que os anos passam e Marianne e Connell são forçados às responsabilidades adultas com a resistência universal de um millennial, o desespero que sempre acompanha o prazer carnal dá lugar a um inevitável contentamento com não serem capazes de fugir de estarem sempre nas vidas um do outro, mesmo que carreira e ambições não estejam a favor na maioria dos casos. Os motivos ora estúpidos, ora delicados que forçam um para fora da vida do outro, tão típicos da geração e mesmo assim tão indecifráveis para eles, e o emergente ímã que os conecta de volta nos melhores ou nos piores momentos fazem com que eles fiquem cada vez mais conformados com a ideia, ambos igualmente encantados pelo fato de jamais se desvencilharem de verdade. E, quando eles tentam, a dor passa até para o outro lado da tela e a série quase perde fôlego. Quase.

A beleza de tudo, no entanto, reside no fato simples de que um não depende do outro para romper com suas próprias limitações emocionais, embora naturalmente exista um apoio mútuo que poucas vezes se perde. Marianne consegue entender melhor seus próprios desejos e se sentir mais segura em sua pele com as intempéries do tempo e da vida, e não é a presença ou a ausência de Connell que faz isso — e o mesmo vale para ele em relação a ela. Sim, eles são irresistivelmente atraentes e atraídos um pelo outro, mas a história faz questão de manter claro que eles existem independentes, e que isso é o natural.

Desta forma, ‘Normal People’ é um olhar de rara sensibilidade sobre os relacionamentos de uma geração perturbada com o excesso de informação e os ruídos provocados pelo enclausuramento emocional. Justamente por isso, a maior ressalva é que talvez devesse vir com um aviso de gatilho. Porque, caro leitor, uma coisa que esta série faz é despertar sentimentos. Vá protegido. 

BOMBA! Marco Pigossi revela porque TROCOU a Globo pela Netflix e fala sobre ‘Cidade Invisível’

Em ascensão na Globo e com papeis de destaque em novelas com grande audiência, Marco Pigossi trocou a estabilidade da maior emissora do Brasil pela Netflix.

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o ator explicou porque tomou a decisão e falou sobre ‘Cidade Invisível’, a nova produção brasileira da Netflix que já se tornou uma das grandes séries do ano, principalmente por abrir portas para o folclore nacional.

Assista a entrevista:

 

Os episódios foram dirigidos por Carlos Saldanha (‘A Era do Gelo’), a partir de uma história idealizada pelo casal Carolina MunhózRaphael Draccon.

Ao investigar um assassinato, um detetive se envolve em uma batalha entre o mundo visível e um reino subterrâneo habitado por criaturas folclóricas.
Marco PigossiAlessandra Negrini estrelam a produção. Jéssica CóresFábio LagoWesley GuimarãesManu Diegues completam o elenco.

‘King’s Man – A Origem’: Pré-sequência ganha trailer ESPETACULAR cheio de ação

King’s Man – A Origem‘ teve um novo e ESPETACULAR trailer divulgado.

Assista:

O filme foi adiado mais uma vez e vai chegar aos cinemas norte-americanos em 22 de Dezembro de 2021.

A decisão foi tomada por conta da pandemia do Coronavírus, já que diversos cinemas pelo mundo ainda permanecem fechados.

É a quinta vez que a produção foi adiada. Por enquanto, ainda não há previsão de estreia aqui no Brasil.

Apesar do novo filme ser ambientado muito antes dos eventos de ‘Kingsman – Serviço Secreto’, o diretor Matthew Vaughn revelou à Empire que a pré-sequência terá ligação com os eventos de ‘Kingsman 3‘.

“Ao longo da trama de ‘King’s Man – A Origem‘, plantamos as sementes e provocamos o que vai acontecer em ‘Kingsman 3‘. Vai ser algo muito diferente [dos outros filmes], mas terá uma grade importância para o futuro da franquia.”

Infelizmente, o cineasta não revelou muito sobre os planos envolvendo os dois filmes, mas é possível que algum segredo revelado na pré-sequência seja o foco do terceiro capítulo da franquia principal.

Confira as imagens promocionais:

Uma delas mostra Ralph Fiennes e Djimon Hounsou se preparando para uma possível batalha. E a outra destaca a personagem de Gemma Arterton.

 

Quando os criminosos mais cruéis da história se reúnem para tramar uma guerra para roubar milhões, um homem deve correr contra o tempo para detê-los. Descubra as raízes da primeira agência de inteligência independente em ‘King’s Man: A Origem‘.

O elenco conta com Ralph Fiennes, Djimon HounsouLiam Neeson, Aaron Taylor-Johnson, Harris Dickinson, Gemma Arterton, Rhys Ifans, Matthew Goode e Stanley Tucci. 

‘A Lista Terminal’: Chris Pratt estampa pôster da série de suspense da Amazon Prime; Confira!

Depois de divulgar o trailer de ‘A Lista Terminal‘, a Amazon Prime Video também lançou o primeiro pôster da série de suspense estrelada por Chris Pratt (A Guerra do Amanhã; Jurassic World), que estreia em 1º de julho.

Confira, junto com o trailer e a sinopse:

Baseado no romance homônimo de Jack Carr, ‘A Lista Terminal‘ acompanha James Reece (Chris Pratt) depois que todo o seu pelotão das Forças de Operações Especiais da Marinha dos Estados Unidos (Navy SEALs) é emboscado durante uma missão secreta de alto risco. Reece volta para casa, para sua família com memórias conflitantes do evento e perguntas sobre sua culpa no acontecimento.

No entanto, à medida que novas evidências vêm à tona, Reece descobre que forças obscuras estão trabalhando contra ele, colocando em risco não apenas sua vida, mas também a vida daqueles que ele ama.

Além de Pratt, a série é estrelada por Constance Wu, Taylor Kitsch, Jeanne Tripplehorn, Riley Keough, Arlo Mertz, Jai Courtney, JD Pardo, Patrick Schwarzenegger, LaMonica Garrett, Stephen Bishop, Sean Gunn, Tyner Rushing, Jared Shaw, Christina Vidal, Nick Chinlund, Matthew Rauch, Warren Kole e Alexis Louder, entre outros.

Seiya e Ikki se enfrentam em clipe do live-action de ‘Os Cavaleiros do Zodíaco’

A Sony Pictures divulgou um novo clipe da adaptação em live-action ‘Os Cavaleiros do Zodíaco – Saint Seya: O Começo‘, que já está em exibição nos cinemas nacionais.

O vídeo mostra o embate entre Seiya (Mackenyu Arata) e Ikki (Diego Tinoco).

Confira:

A trama escrita por Josh Campbell e Matt Stuecken acompanha Seiya, um órfão que mora nas ruas e recebe um chamado após uma energia cósmica despertar dentro de si. O protagonista embarca em uma jornada para conquistar a antiga armadura grega de Pegasus, e escolhe seu lado em uma batalha sobrenatural pelo destino de Athena (Iseman), uma jovem que luta para controlar seus poderes.

O longa também conta com Famke Janssen (‘X-Men: O Confronto Final’), Sean Bean (‘Game of Thrones’), Madison Iseman (‘Eu sei o que vocês fizeram no verão passado’), Mark Dacascos (‘John Wick 3: Parabellum’), Nick Stahl (‘Fear The Walking Dead’) e Diego Tinoco (‘On My Block’).

Originalmente, Os Cavaleiros do Zodíaco surgiu como uma série japonesa de mangá escrita e ilustrada por Masami Kurumada. Foi publicada originalmente de 1986 a 1990, e adaptada para anime pela Toei Animation de 1986 a 1989.

Especial | E se ‘Os Cavaleiros do Zodíaco’ ganhasse um filme live-action?

A série conta a história de guerreiros místicos chamados “Cavaleiros”, que lutam vestindo “Armaduras” sagradas baseadas nas diversas constelações. Os Cavaleiros têm como missão defender a reencarnação da deusa grega Athena em sua batalha contra outros deuses do Olimpo, ou de outras mitologias que pretendem dominar a Terra.

Líder nos EUA, ‘Kung Fu Panda 4’ estreia em 2º LUGAR nas bilheterias do Brasil; ‘The Chosen’ é o 1º!

Por essa ninguém esperava. A série ‘The Chosen – Os Escolhidos‘ (The Chosen) – que conta com exibição dos dois primeiros episódios da quarta temporada nos cinemas – estreou em PRIMEIRO LUGAR nas bilheterias do Brasil.

Baseada na vida de Jesus Cristo, interpretado por Jonathan Roumie, a série tem sido bastante elogiada por sua alta qualidade técnica e pela adaptação da história bíblica. É uma das mais vistas nos streamings Prime Video, Peacock e Netflix e já acumula mais de 12 milhões de seguidores nas redes sociais oficiais da produção.

O sucesso não deu espaço para a estreia de ‘Kung Fu Panda 4‘, que apesar de liderar as bilheterias norte-americanos abriu em um tímido segundo lugar no Brasil. Quem diria?

Após liderar por duas semanas, a comédia nacional ‘Os Farofeiros‘ caiu para a terceira posição.

Confira o TOP 10 desta quinta-feira, com nossa entrevista, crítica e siga o CinePOP no Youtube:

Em menos de duas semanas, a sequência ‘Kung Fu Panda 4‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 170 milhões nas bilheterias mundiais.

Com US$ 30 milhões arrecadados em seu segundo final de semana nos EUA, o longa se manteve no topo das bilheterias, registrando uma queda de apenas -48.3%.

Ao total, a animação já soma US$ 107.7 milhões no território norte-americano. No mercado internacional, foram US$ 68.7 milhões – totalizando US$ 176.4 milhões mundialmente.

Vale lembrar que, apesar conquistado a menor média de aprovação da franquia no Rotten Tomatoes – com 70% de aprovação dos críticos –, o novo filme recebeu uma nota A- dos espectadores no CinemaScore.

Considerando que o orçamento do quarto filme foi de apenas US$ 85 milhões – significativamente inferior ao gasto dos filmes anteriores (orçados em torno de US$ 150 milhões) –, a nova sequência está no caminho certo para ser tornar um novo sucesso da franquia e do gênero em si.

Para efeito de comparação, ‘Kung Fu Panda 3‘ (2016) estreou com US$ 41 milhões e arrecadou US$ 521 milhões globalmente. ‘Kung Fu Panda 2‘ (2011) estreou com US$ 47.6 milhões e fechou com US$ 665 milhões. O filme original, Kung Fu Panda (2008), teve a maior estreia da franquia, com US$ 60 milhões, e finalizou sua bilheteria com US$ 632 milhões.

Nesta primavera, pela primeira vez em quase uma década, o astro da comédia Jack Black retorna ao papel de Po, o mestre de kung fu mais improvável do mundo, com um novo capítulo hilário da amada franquia de comédia de ação da DreamWorks Animation, ‘Kung Fu Panda 4‘.

Depois de três aventuras arriscando a vida para derrotar os mais poderosos vilões com sua coragem incomparável e incríveis habilidades em artes marciais, Po, o Dragão Guerreiro (Jack Black, indicado ao Globo de Ouro) é chamado pelo destino para… Ah, dá um tempo! Bem, para ser mais exato, Po foi escolhido para se tornar o Líder Espiritual do Vale da Paz.

A escolha é problemática por várias razões… óbvias. Primeiro, Po sabe tanto sobre liderança espiritual quanto sobre a dieta paleo(lítica). Além disso, ele precisa encontrar e treinar o mais rápido possível um novo Dragão Guerreiro antes de assumir sua nova imponente posição.

Pior ainda, recentemente, foi vista no Vale da Paz uma feiticeira perversa e poderosa, a Camaleoa* (Viola Davis, vencedora do Oscar), um pequeno lagarto-fêmea que pode se transformar em qualquer criatura, grande ou pequena. Camaleoa está de olho – com seus olhinhos brilhantes e gananciosos – no Cajado da Sabedoria de Po, que lhe daria o poder de trazer todos os vilões-mestres já derrotados por Po de volta ao reino espiritual.

Então, é claro, Po vai precisar de ajuda. Ele a encontra (mais ou menos?) na rápida e astuta ladra Zhen (Awkwafina, vencedora do Globo de Ouro), uma raposa-das-estepes que tira Po do sério, mas cujas habilidades serão inestimáveis. Em sua cruzada para proteger o Vale da Paz das garras reptilianas da Camaleoa, os dois vão formar uma inusitada dupla e aprender a trabalhar em parceria. Com isso, Po vai acabar descobrindo que os heróis podem surgir dos lugares e nos momentos mais inesperados.

Kung Fu Panda 4‘ tem direção de Mike Mitchell (Trolls, Shrek Para Sempre) e codireção de Stephanie Ma Stine (série She-Ra e as Princesas do Poder). Rebecca Huntley (Os Caras Malvados) assina a produção. Em 2008, ‘Kung Fu Panda‘, o capítulo inaugural indicado ao Oscar, tornou-se o filme de animação original de maior bilheteria da DreamWorks Animation e lançou uma franquia que arrecadou mais de US$ 1,8 bilhão nas bilheterias em todo o mundo.

Rachel Zegler é alvo de ataques de ÓDIO após lançamento do trailer de ‘Branca de Neve’

Rachel Zegler voltou a ser alvo de ataques de ódio por seu papel em ‘Branca de Neve‘, que teve seu novo trailer divulgado hoje.

Alguns internautas julgam a beleza da atriz e também a cor de sua pele.

Confira:

Zegler falou recentemente sobre seu cancelamento após ser escalada para interpretar a ‘Branca de Neve’ no novo live-action da Disney.

Na ocasião, muitos fãs expressaram descontentamento com a escolha da atriz, especialmente após ela afirmar que o filme original de 1937 continha ideias ultrapassadas sobre as mulheres e precisava ser atualizado.

Em entrevista à Cosmopolitan, ela revelou ter sido alvo de ataques e cancelamentos por conta de sua escolha para o papel.

“Por ser parda. Por ter pele parda. Por interpretar a Branca de Neve. Houve muito assédio de um certo grupo de pessoas — elas apareciam no meu apartamento gritando palavras de baixo calão”, relatou Zegler.

A atriz explicou que, inicialmente, tentava lidar com as críticas de forma irônica, mas o assédio se intensificou a ponto de afetar sua saúde mental.

“Onde eu queria, de uma forma que parecesse uma ironia. Mas chegou a um ponto em que não era mais engraçado e eu realmente me odiava por algo que outras pessoas estavam me dizendo sobre mim. Mas minha capacidade de me recuperar disso e ainda ser apaixonada pelo trabalho que fiz para aquele projeto é algo que admiro em mim mesma”, declarou.

Zegler também refletiu sobre a idealização das celebridades na era do streaming: “É uma idolatrização, em vez de uma humanização, que nos priva da capacidade de cometer erros e de ter controle sobre nossa própria narrativa. Entrei nesta indústria durante a era do streaming. Então, todos que não vão ao cinema te veem nas telas de casa e pensam que te conhecem porque passam tempo com você no sofá todos os dias”.

Ela continuou: “Eu chego ao set, vou ao show e faço meu trabalho, mas é aí que o trabalho termina. Eu não preciso manter a aparência de ser uma “ingênua” quando estou na rua todos os dias”.

Por fim, ela concluiu: “Não sei se você já teve essa experiência em que as pessoas esperam que você esteja disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana, e querem conversar. Como já tive reações negativas do público em algumas ocasiões, não sei o que as pessoas estão pensando quando apontam para mim no metrô. Se estou passando pela pizzaria em uma determinada rua, não quero ser encarada, porque isso não é realmente o trabalho. Você sabe o que quero dizer?”

A versão live-action de ‘Branca de Neve e os Sete Anões‘ foi anunciado pela primeira vez no final de 2019, após o sucesso crítico e comercial do remake de ‘Rei Leão‘.

A direção fica por conta de Marc Webb (‘O Espetacular Homem-Aranha’).

O filme tem estreia marcada para o dia 21 de março de 2025.

Confira o trailer, o cartaz oficial e siga o CinePOP no Youtube:

branca de neve poster

‘Voz de Aluguel’: A Comédia sumiu do cinema? A diretora Fabienne Godet e o ator Salif Cissé dizem que na França o humor continua… [Festival de Cinema Francês]

Uma das grandes surpresas recentes do cinema de comédia europeu, ‘Voz de Aluguel’, dirigido pela cineasta francesa Fabienne Godet, conquistou o público ao apostar em um humor fora do comum, misturando performance física, música, imitação e situações cotidianas levadas ao extremo.

Durante entrevista ao CinePOP no Festival de Cinema Francês, a diretora Fabienne  e o protagonista Salif Cissé falaram sobre o processo criativo, as inspirações do roteiro, os desafios da comédia e o futuro do gênero nos cinemas.

Logo de início, Fabienne comentou a reação calorosa do público e destacou o quanto considera essencial estar envolvida desde o nascimento do projeto. Segundo a cineasta, o filme é inspirado em um livro de Luc Blanvillain, que carrega o mesmo título da obra adaptada para o cinema.

“Eu nunca dirigi um filme que eu não tenha ajudado a escrever. Preciso me apropriar das ideias, colocar a mão na massa. Só passando por esse processo é que consigo, depois, dirigir de verdade”, explicou.

O roteiro foi escrito em parceria com Claire Barré, que atualmente está no Brasil ministrando uma masterclass para roteiristas. Para Fabienne , a escrita não é apenas o ponto de partida, mas a base estrutural de todo o ritmo do filme — algo ainda mais decisivo quando se trata de comédia.

O personagem vivido por Salif chamou atenção por exigir múltiplas habilidades: stand-up comedy, imitações, canto, dança e uma forte presença física em cena. Questionado sobre suas inspirações, o ator revelou que praticamente não havia referências diretas.

“Na França, não existe ninguém que faça exatamente tudo isso junto. Tem um artista canadense, o Anthony Kavanagh, que chega perto, mas não era exatamente o que eu buscava. Então, de certa forma, não tive um modelo claro para me inspirar.”

Sobre sua habilidade com imitações, Salif foi honesto ao admitir que não se considera um imitador nato.

“Eu gostaria muito de ter esse dom, mas não tenho. Eu diria que sou ok. Um verdadeiro imitador é aquele que tira o fôlego do público, e esse não sou eu. Mas consigo fazer, e isso serviu para o personagem.”

Durante a conversa, Fabienne destacou que fazer humor funcionar é um dos maiores desafios do cinema. Para ela, o segredo começa no roteiro, mas passa obrigatoriamente pela atuação e pela montagem.

“O ritmo já nasce na escrita, no encadeamento das cenas. Mas os atores trazem muito: mímicas, improvisos, maneiras de andar, pequenos gestos. E, quando isso não é suficiente, a montagem entra como um trabalho imenso para garantir que o filme nunca perca o ritmo.”

Ela citou cenas específicas em que o corte direto para a sequência seguinte já fazia parte da piada, reforçando que a comédia exige uma cadência constante para manter o envolvimento do público.

Salif também falou sobre sua trajetória como ator e revelou que atuar não foi um sonho de infância.

“Isso chegou mais tarde, por volta dos 17 anos. Mas quando chegou, nunca mais foi embora. Desde então, nunca mais quis fazer outra coisa.”

Sobre gêneros, o ator rejeita a ideia de preferências fixas.

“Não acho que exista um gênero mais fácil ou mais difícil. Tudo depende do roteiro e da afinidade com o personagem. O Batista, por exemplo, não é exatamente um personagem cômico — ele vive situações cômicas.”

Segundo ele, a chave está na sinceridade da interpretação, mesmo quando o contexto provoca riso.

A comédia está mesmo em extinção?

Encerrando a entrevista, os dois comentaram a percepção de que a comédia estaria desaparecendo dos cinemas, especialmente quando comparada aos anos 1990 e 2000.

Fabienne ponderou que, ao menos na França, não sente essa diminuição de forma tão clara.

“Talvez as comédias sejam diferentes hoje. Existem aquelas grandes comédias para o grande público e outras mais autorais, como este filme.”

Já a diretora acredita que o problema esteja mais ligado ao mercado do que à criatividade.

“A comédia deixa menos margem para erro. Nos Estados Unidos, por exemplo, ela se tornou menos lucrativa. Não é uma questão de qualidade, mas de retorno financeiro.”

No fim, o filme surge como prova de que a comédia segue viva — ainda que precise se reinventar. Apostando em identidade autoral, personagens singulares e um humor construído com precisão, a produção mostra que rir no cinema continua sendo um desafio, mas também uma necessidade.

Na trama, Baptiste (Salif Cissé) é um exímio imitador, super habilidoso com a voz, que trabalha num call center e faz apresentações artísticas na outra parte do tempo. Certo dia, conhece Pierre (Denis Podalydès), um famoso escritor que vive recluso e que logo lhe faz uma proposta pra lá de inusitada: que Baptiste se passe por ele através das inúmeras ligações que recebe todos os dias. Assim, aos poucos – entre conversas e mais conversas – Baptiste e Pierre vão aprendendo um com o outro.

Selecionado para o Festival de Cinema Francês do Brasil 2025 – o antigo Varilux –, o filme confronta o espectador a indagações existenciais, sendo a principal delas: O que você faria se alguém lhe pedisse para se passar por essa pessoa? Com camadas se abrindo, ainda que não tão longe da superfície, vamos conhecendo os conflitos desses personagens pela perspectiva de um protagonista que inicia uma desconstrução sobre tudo que acredita e se viu amarrado pelas dores até ali.

A estrutura narrativa é bem simples e apresenta somente pitacos de contextos mais amplos, moldados numa construção positiva das consequências emocionais – algo frágil, mas que funciona, entretanto não confronta e se alonga. Há uma certa coragem de apresentar uma conjuntura de encontros artísticos mostrando como a felicidade pode vir desses ofícios, dentro do confronto entre criatividade e realidade. Essa questão lapida uma exaltação à vida, transmitindo mensagens positivas no campo das reconstruções.

Voz de Aluguel é um daqueles filmes que passam a sensação de que conseguiram exibir tudo que queriam dizer – nada além. Coeso e sem excessos, explora a liberdade e a responsabilidade pelos significados que a vida permite, além de jogar uma lupa sobre quando teremos o bastante para recomeçar.

 

 

Crítica | A Mãe – Quando o desespero encontra sinônimos da violência

A força maternal numa busca imprevisível pela verdade. Premiado no Festival de Gramado e de Vitória, o novo longa-metragem do cineasta Cristiano BurlanA Mãe, nos leva até a periferia da maior cidade do país onde somos guiados para momentos de tensão, dor, sofrimento, de uma busca desesperada de uma mãe por um filho que desapareceu do dia para noite e se vê em conflitos com vários lados de uma violência constante. No papel principal, a premiada atriz brasileira Marcélia Cartaxo mais uma vez comove o espectador com uma atuação emocionante.

Na trama, conhecemos Dona Maria (Marcélia Cartaxo), uma nordestina, de Cajazeiras (Paraíba) que mora em uma casa humilde na periferia de São Paulo faz alguns anos, lugar onde mora com o único filho, o adolescente Valdo, desde que ele tinha três anos. Ela é camelô pelas ruas do centro. Certo dia, após o filho sair para se divertir e ir tentar a sorte numa peneira de futebol, ele desaparece, levando Maria a uma busca incansável para saber todas as verdades desse desaparecimento. Durante essa árdua estrada onde poucos a ajudam, acaba entrando em conflito com traficantes e com a polícia.

A narrativa navega por um recorte de um Brasil da burocracia, da insensibilidade, do medo, da mentira, do conflito de interesses. Dona Maria é uma nordestina que tenta sobreviver ao caos urbano da maior cidade do país, onde os preços só aumentam, onde o preconceito está por perto, onde a justiça se mostra para poucos, onde inocentes se veem presos em guerras urbanas, onde a polícia nem sempre protege, onde a violência é contínua e vem de todos os lados. Envolto a isso, Maria enfrenta o mistério de uma perda, um alguém que ela não poderá se despedir, mesmo assim não desgruda do pensamento de buscar a verdade que acaba culminando em uma espécie de grito de socorro em uma verdadeira reação contra a violência do Estado. No projeto, muito bem dirigido por Burlan, há menção a uma organização chamada ‘Mães de Maio’ composta por mães, familiares e amigos de vítimas de crimes cometidos em maio de 2006 em São Paulo, crimes esses ligados à violência policial.

A Mãe, que também foi exibido na 46ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, é um retrato comovente de uma mulher que luta contra os absurdos da violência policial em busca de conseguir seguir em frente após parte dela desaparecer em uma cidade que para muitos é sinônimo de medo.

Festival do Rio 2013: Behind the Candelabra

 O PIANISTA NO ARMÁRIO

Behind the Candelabra é a nova obra dirigida pelo cultuado Steven Soderbergh (Terapia de Risco), que escancara a intimidade do famoso e extravagante músico Wladziu Valentino Liberace. Anunciado como último projeto na carreira de Soderbergh (conhecido por filmes como Sexo, Mentiras e Videotape, Erin Brockovich – Uma Mulher de Talento, e Traffic – pelos quais foi indicado ao Oscar, e levou o prêmio pelo último), Behind the Candelabra foi considerado muito inflamatório e gay para receber investimento dos estúdios de cinema de Hollywood. Um produtor confessou ao cineasta que ninguém iria financiar ou assistir ao filme.

Então, a solução do diretor foi concordar em lançar seu novo projeto direto para a TV, produzido pelo canal a cabo HBO. Canais de TV como o citado tem sido a casa de grandes produções, geralmente mais adultas e sérias, que não encontrariam lugar no mercado americano regulado por cifras. Embora exibido nos Estados Unidos direto na TV, o novo filme de Soderbergh teve um lançamento nos cinemas de alguns países da Europa, e agora chega ao Festival do Rio. Behind the Candelabra se tornou um grande sucesso, elogiado pelos especialistas, e ainda ganhou 11 prêmios Emmy, incluindo o de melhor filme feito para a TV, e melhor ator para a performance irretocável do astro Michael Douglas como Liberace.

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Behind the Candelabra teve sua estreia durante o Festival de Cannes em maio, no qual durante a coletiva de imprensa do filme, Douglas se emocionou ao lembrar que a produção do filme sempre será especial para ele, pois ocorreu bem na época que o ator finalmente conseguiu derrotar o seu câncer. Esse é um dos grandes papéis de Douglas no cinema. É muito bom ver um veterano não acomodado em papéis de fácil acesso e desempenho. Douglas foi também a escolha certa para viver Liberace, já que na vida real, seu pai, o icônico Kirk Douglas, foi vizinho do músico. Douglas nunca esteve tão bem quanto na pele do esplendoroso e chamativo músico, que adorava brilhantes e exageros em seus figurinos.

Baseado no livro que serve como as memórias de Scott Thorson, adaptado para o cinema por Richard LaGravenese (Bem Amada, 1998), o filme abre as portas do armário para tirar o falecido músico à força lá de dentro. Não enganando quase ninguém, mesmo na época, sobre sua escolha sexual, Liberace tinha uma grande base de fãs nas mulheres que o adoravam, e acreditavam que o exímio pianista simplesmente ainda não havia encontrado a companheira certa. Um romance fictício com uma personalidade da época era inclusive mantido para todos os efeitos. O que Liberace apreciava verdadeiramente era a companhia do mesmo sexo, e Thorson foi seu mais duradouro companheiro.

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No filme, o sujeito é vivido por Matt Damon (Elysium), em uma atuação igualmente ousada e corajosa. Thorson, de origem humilde, é arrebatado pela personalidade esbanjadora de um artista que nunca passou por altos e baixos em sua carreira. Egocêntrico, em um dos melhores momentos do longa, Liberace paga um cirurgião, vivido de forma impagável por um sumido Rob Lowe (Austin Powers), para tornar seu companheiro uma cópia sua mais jovem. Levado duplamente em tons dramáticos e cômicos, Behind the Candelabra exibe a melhor forma de Soderbergh, um dos melhores diretores americanos dos últimos vinte anos.

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Sem ser extremamente popular, ou conhecido do grande público, Soderbergh tem talento o suficiente para nunca se repetir e conseguir transitar em todo tipo de gênero e narrativa. Se de fato esse for o último filme desse grande diretor, o cinema sairá perdendo. Behind the Candelabra é o tipo de cinebiografia que consegue envolver o público e o jogar dentro de sua trama, fazendo-o participar daquele mundo. Aqui tudo é de primeiro nível, desde a direção de arte, fotografia, maquiagem, e, é claro, atuações. É inclusive curioso ver um dos maiores galãs do cinema das décadas de 1980 e 1990 subvertendo-se nesse papel. Como brincou Damon em Cannes, ele agora tem algo em comum com Glenn Close, Sharon Stone e Demi Moore: já foi pra cama com Douglas.

Anne Heche | Relembre os trabalhos mais marcantes da atriz na década de 90

A atriz Anne Heche faleceu hoje, dia 12 de agosto, aos 53 anos de idade. No dia 5 de agosto, Heche sofreu um grave acidente de carro em Los Angeles, na Califórnia, e terminou internada às pressas com lesão cerebral. Após uma semana em coma, a atriz foi declarada morta hoje. Muitos, em especial os mais novos, podem não conhecer ou lembrar dela, que possui um extenso currículo de mais de 90 créditos como atriz e era também produtora, roteirista e diretora. O ponto alto de sua carreira foi durante a década de 1990, onde atuou ao lado de grandes nomes de Hollywood como Harrison Ford, Tommy Lee Jones, Johnny Depp, Joaquin Phoenix, Jada Pinkett-Smith, Al Pacino, Robert De Niro e Dustin Hoffman.

Anne Heche tinha diversas indicações a prêmios em seu currículo, sendo o mais importante deles uma nomeação ao Emmy em 2004. A atriz também ficaria marcada pelo relacionamento com a apresentadora Ellen DeGeneres, que teve início no mesmo ano em que DeGeneres assumiu publicamente que era lésbica. Na época, DeGeneres estrelava a sitcom Ellen (1994-1998) e sua personagem no programa faria história assumindo sua sexualidade e se tornando a primeira protagonista gay de um seriado de TV no fim dos anos 1990. A relação de Anne Heche e Ellen duraria de 1997 a 2000, e na época elas eram um dos casais mais badalados de Hollywood, em especial por serem o casal gay mais famoso do período.

Anne Heche também participou de diversos programas de TV prestigiados, como Ally McBeal, Everwood, Hung, Chicago P.D., além do próprio Ellen, na época em que namorava a protagonista. Seu último trabalho na TV foi a na série All Rise (2021-2022).

Em homenagem a esta talentosa, e por vezes subestimada, atriz que nos deixa hoje, vamos relembrar alguns de seus trabalhos mais importantes nas telonas durante sua maior onda de popularidade. Confira abaixo.

Volcano – A Fúria (1997)

O primeiro papel de destaque de Anne Heche em uma superprodução Hollywoodiana foi em Volcano – A Fúria. No fim dos anos 90, os filmes catástrofe haviam voltado com tudo após o sucesso de Twister (1996), onde cientistas enfrentavam os tornados mais convincentes do cinema, devido à primorosos efeitos especiais. Logo depois foi a vez de vulcões e meteoros, em filmes como O Inferno de Dante, Impacto Profundo e Armageddon. Heche estrelou o segundo filme de vulcão em 1997, com Volcano, e teve uma grande oportunidade na carreira ao atuar lado a lado com o protagonista Tommy Lee Jones nessa superprodução da 20th Century Fox. No filme a atriz vivia a Dra. Amy Barnes, a única que sabia como parar um vulcão em erupção em plena cidade de Los Angeles.

Donnie Brasco (1997)

No mesmo ano do blockbuster Volcano, Anne Heche participava de um filme de máfia cultuado, ao lado de astros como Al Pacino e Johnny Depp. Baseado numa história real, o filme trazia Depp como o agente do FBI Joe Pistone, que se infiltra numa família mafiosa de Nova York, se fazendo passar pelo criminoso Donnie Brasco, e faz amizade com Lefty, o braço-direito da organização vivido pelo grande Al Pacino. Aqui, Heche aceitava um papel menor pela chance de estar ao lado de grandes figuras, e interpretava a esposa preocupada do policial, dividindo muitas cenas com um Johnny Depp no auge de sua carreira.

Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado (1997)

Outra participação pequena de Anne Heche num filme que se tornou muito popular na época, porém, uma participação bem significativa. A atriz aparece somente em duas cenas nesse terror juvenil que marcou os anos 90, mas são dois momentos que ajudam a definir a trama, além de serem dois trechos extremamente nervosos e assustadores. Sua personagem, Missy, é uma das suspeitas de ser o assassino do filme. Após o sucesso de Pânico (1996), o mesmo roteirista Kevin Williamson, adaptava para o cinema um famoso livro de suspense, o transformando num slasher adolescente, que se tornava a segunda peça na reestruturação do subgênero no fim dos anos 90.

Mera Coincidência (1997)

O segundo passo mais importante na carreira de Anne Heche foi dado aqui, nesse filme do diretor Barry Levinson. Sátira política das grandes, o filme colocava a atriz de igual para igual como terceiro nome no elenco, atuando ao lado de pesos-pesados como os lendários Robert De Niro e Dustin Hoffman. Embora tenha sido lançado em algumas poucas partes dos EUA em 1997, sua estreia em grande circuito pelo país e no mundo (incluindo o Brasil) ocorreria mesmo em 1998 – onde concorreu a duas estatuetas do Oscar (melhor roteiro e ator para Hoffman). Baseado num livro, esse foi um dos filmes que pegou carona no escândalo sexual envolvendo o então presidente Bill Clinton. Na trama, o presidente dos EUA está envolvido num escândalo sexual. Então, uma assessora da Casa Branca, papel de Heche, contrata um articulador (De Niro) para tirar o foco disso. Os dois então entram em contato com um mega produtor de Hollywood (Hoffman) para confeccionar uma guerra de mentirinha e atrair toda a atenção do público e da mídia para isso. Esse foi o filme onde a atriz pôde demonstrar mais seu talento e versatilidade.

Seis Dias, Sete Noites (1998)

Depois de ter estrelado o blockbuster Volcano – A Fúria, para a Fox, e ter entregue um dos melhores (quiçá o melhor) desempenhos de sua carreira em Mera Coincidência, da New Line, podemos apontar esta aventura de matinê à moda antiga como terceiro passo mais importante da carreira de Anne Heche. Aqui, a atriz descolava o papel protagonista numa superprodução da Disney (lançada através da subsidiária Touchstone Pictures) de US$70 milhões, dirigida pelo mesmo Ivan Reitman de Os Caça-Fantasmas. Como se não bastasse, Heche ainda teve a oportunidade de dividir a cena com o próprio Indiana Jones em pessoa, o astro Harrison Ford. Na trama, a atriz vive a fotógrafa de uma das maiores revistas de moda dos EUA, que está de férias numa ilha paradisíaca no Havaí. Então sua chefe a convence a voar até outra ilhota para um trabalho rápido, mas no processo ela termina caindo de avião no local com o piloto, interpretado por Ford. Assim, os dois vivem a aventura de suas vidas, enquanto enfrentam todo tipo de perigo e se apaixonam também.

Pela Vida de um Amigo (1998)

No mesmo ano do blockbuster Seis Dias e Sete Noites, Anne Heche estrelaria um de seus filmes mais obscuros do período, apesar de ainda fazer parte da leva de seus grandes lançamentos dos anos 90. O drama sombrio, nu e cru, é na verdade a refilmagem de uma produção francesa chamada Force Majeure, de 1989. Na trama, três amigos interpretados por Vince Vaughn, Joaquin Phoenix e David Conrad estão de férias na Malásia. Seu paraíso começa a ruir quando a polícia local prende o personagem de Phoenix por posse de drogas – a política do país quanto a este tipo de crime é extremamente severa. Assim, dois anos depois, uma advogada, papel de Heche, encontra os outros dois amigos para lhes dar a triste notícia de que em oito dias seu amigo será executado, já que está condenado à pena de morte. Agora, eles precisam decidir se estão dispostos a assumir parte da culpa e encarar três anos de prisão para salvar a vida do amigo.

Psicose (1998)

Último grande trabalho significativo da carreira de Anne Heche nos anos 90, essa foi uma superprodução muito badalada do período, mas também uma muito polêmica. Bancada pela Universal Pictures, como diz o título trata-se do remake do clássico atemporal do mestre Alfred Hitchcock. O original, um dos filmes mais adorados da história do cinema, é considerado um dos melhores longas de suspense e terror da sétima arte – todo filmado em preto e branco. A proposta do experimental e prestigiado Gus Van Sant foi repetir quase todos os mesmos ângulos e enquadramentos, adicionando apenas cor e mudando os intérpretes. Uma aposta corajosa e muito arriscada, que sem dúvidas deu o que falar na época. Repetindo a dobradinha com o colega Vince Vaughn, Heche ficou com o papel de Marion Crane, eternizado por Janet Leigh, enquanto o ator viveu o icônico Norman Bates. Completando o elenco, Julianne Moore e Viggo Mortensen. Apesar de nem de perto ter sido abraçado pelos amantes da sétima arte o grande público em geral como seu predecessor, esse foi um importante projeto do qual Anne Heche fez parte, obteve toda a confiança de um dos maiores estúdios de Hollywood, e pôde dar sua própria versão de uma obra emblemática.

Bruxaria e satanismo no trailer assustador do terror ‘The Appearance’; Assista!

O terror ‘The Appearance‘ ganhou o seu primeiro trailer, e o vídeo é assustador.

Confira:

“Mateho (Jake Stormoen), um oficial da Inquisição e racional homem da ciência, visita um monastério remoto para investigar o bizarro assassinato de um monge. E o mal está envolvido. Mas é um terror feito pelo homem ou resultado de bruxaria?”

Dirigido por Kurt Knight (‘We All Fall Down‘), o filme será lançado em cinemas limitados no dia 27 de junho.

‘Kingdom’: Conheça detalhes da série em novo vídeo dos bastidores; Assista!

A Netflix divulgou um vídeo incrível dos bastidores de ‘Kingdom‘, série sul-coreana de terror sobre zumbis.

Confira:

A série é dirigida por Kim Seung-hun, um dos diretores mais importantes da Coreia do Sul, em parceria com a roteirista prestigiada Kim Eun-hee.

Em um reino assolado pela corrupção e pela fome, uma misteriosa doença se espalha, transformando as pessoas infectadas em monstros. Acusado de traição e desesperado para salvar seu povo, o príncipe herdeiro embarca em uma jornada para descobrir o mal que se esconde nas trevas.

Ju Ji-hoon, Bae Doona e Ryu Seung-ryong estrelam.

Kingdom‘ já está renovada para a 2ª temporada.

‘O Caso Richard Jewell’: Cinebiografia dirigida por Clint Eastwood ganha trailer LEGENDADO

A Warner Bros divulgou o trailer legendado da cinebiografia ‘O Caso Richard Jewell‘.

Confira:

Dirigido por Clint Eastwood (‘A Mula‘), o longa é uma adaptação do artigo American Nightmare: The Ballad of Richard Jewell, publicado por Marie Brenner na revista Vanity Fair, em 1997.

A trama acompanha a história real de Richard Jewell, um segurança identificado pela mídia como possível suspeito do atentado nas Olimpíadas de 1996 em Atlanta. Na época, Jewell descobriu uma mochila suspeita no complexo olímpico e evacuou a área, no entanto, uma pessoa morreu e algumas ficaram feridas. Apesar de inicialmente considerado herói, ele foi acusado pelo ataque. Mesmo após o FBI ter descartado sua culpa, Jewell nunca se recuperou totalmente, morrendo décadas depois de um ataque cardíaco, aos 44 anos.

Paul Walter Hauser estrela como o personagem-título. O elenco ainda conta com Sam Rockwell, Kathy Bates, Olivia Wilde e Jon Hamm.

O longa será lançado nos cinemas no dia 13 de dezembro.