Enquanto isso, o segundo capítulo da franquia segue com estreia marcada para 21 de junho, mas terá pré-estreias pagas à partir de 14 de junho. Os ingressos já estão à venda.
O longa recebeu classificação indicativa e aparentemente será mesmo mais sombrio que o filme anterior, dirigido por Colin Trevorrow.
“Passaram-se quatro anos desde que o parque temático e resort de luxo Jurassic World foi destruído por dinossauros que escaparam do cativeiro. Isla Nublar agora se encontra abandonada por humanos enquanto os dinossauros restantes sobrevivem sozinhos na selva.
Quando o vulcão inativo da ilha começa a dar sinais de que vai entrar em erupção, Owen (Chris Pratt) e Claire (Bryce Dallas Howard) fazem uma campanha para resgatar os dinossauros desse evento que pode levá-los novamente à extinção. Owen está determinado a encontrar Blue, a líder das velociraptors que ainda está perdida na selva, e Claire passou a respeitar essas criaturas que agora são a sua missão de vida.
Ao chegarem na instável ilha quando a lava começa a jorrar, a expedição deles descobre uma conspiração que pode levar todo o nosso planeta a um estado perigoso que não é visto desde tempos pré-históricos. Todas as maravilhas, aventuras e emoções que são sinônimo de uma das mais populares e bem sucedidas franquias da história do cinema, essa novo longa marca o retorno de personagens queridos e dinossauros – junto com novas raças ainda mais impressionantes e aterrorizantes que antes. Bem-vindos a Jurassic World: Reino Ameaçado.”
Winstead interpretará uma funcionária operacional que trabalha para a mesma empresa que Henry (Smith). Inicialmente responsável por apenas monitorar as ações do homem, ela acaba se unindo a ele na luta para destruir seu clone do mal, que é muito mais jovem e forte.
A trama segue um assassino de aluguel veterano, que está tentando sair do ramo e se aposentar, para levar uma vida mais tranquila.
No entanto, sua saída não será tão simples e ele terá que enfrentar seu próprio clone, 25 anos mais jovem e no auge de seus poderes.
Um nova cena deletada do terror ‘O Homem Invisível‘ foi divulgada. Nela, vemos a atriz Elisabeth Moss dentro de uma delegacia, sendo avaliada após ter sido atacada por seu violento namorado.
Confira:
A produção chega no formato digital nesta terça-feira (12).
Sucesso nos cinemas, o longa arrecadou US$ 122.9 milhões mundialmente, com um orçamento de apenas US$ 7 milhões.
Escrita e dirigida porLeigh Whannell (‘Upgrade‘), a nova versão teve baixo orçamento e é descrita como “assustadora”.
O que você não pode ver pode te machucar. A vencedora do Emmy Elisabeth Moss (‘Nós’, ‘The Handmaid’s Tale’) estrela em um conto moderno de obsessão inspirado pelos personagens clássicos do panteão da Universal Pictures.
Presa em uma violenta e controladora relação com um cientista brilhante, Cecilia Kass (Moss) escapa na calada da noite e desaparece, escondendo-se junto com sua irmã (Harriet Dyer) e seu amigo de infância (Aldis Hodge) e filha adolescente (Storm Reid). Mas quando seu ex abusivo (Oliver Jackson-Cohen) comete suicídio e lhe deixa uma generosa parte da fortuna, Cecilia começa a suspeitar que a morte foi forjada. À medida que uma série de coincidências arrepiantes se tornam muito letais, ameaçando a vida daqueles que ela ama, a sanidade de Cecilia começa a enganá-la – e ela desesperadamente tenta provar que está sendo caçada por alguém que ninguém pode ver.
‘O Homem Invisível‘ já tinha virado filme em 1933, com roteiro assinado por H.G. Wells, – também o autor do livro no qual a trama é baseada –, e acompanhou a história do Dr. Jack Griffin, cientista devotado que encontra uma maneira de ficar invisível, mas no processo se torna um assassino insano.
A franquia de ‘Law & Order‘ está crescendo novamente como nos anos 90/2000 e mais um novo spin-off fora confirmado pela emissora NBC.
Dessa vez, a nova série, intitulado ‘Law & Order: For The Defense‘, vai explorar o submundo dos advogados, bem como o sistema de justiça criminal norte-americana.
Segundo a revista Variety, a vindoura produção “vai colocar os advogados sob o microscópio, junto com o sistema de justiça criminal, com todas as semanas entregando a promessa de um contemporâneo conto sobre moralidade”.
O criador da franquia ‘Law & Order‘, Dick Wolf, assume a função de produtor executivo do projeto, ao lado de Arthur Forney, Julie Weitz, Peter Jankowski e Carol Mendelsohn – que ainda será a showrunner.
Em um comunicado oficial, Wolf ponderou sobre a expansão do universo da série:
“Essa nova série é, particularmente, empolgante para mim. Passamos os últimos 30 anos em produções que apresentavam o lado da acusação. Agora será ótimo poder mostrar a defesa. E fazer isso com a Carol é uma honra e uma oportunidade para ambos produzirmos TV de um jeito que ainda não fora feito”.
Intitulado Not Your Father’s Organized Crime, o próximo episódio irá ao ar no dia 8 de abril.
Criada por Dick Wolf, Ilene Chaiken e Matt Olmstead, a série é um spin-off de ‘Lei & Ordem: Unidade de Vítimas Especiais‘.
Na trama, Stabler está se recuperando de uma perda pessoal e volta à Polícia de Nova York para liderar uma força-tarefa de elite que enfrentará o crime organizado. Ele descobre que – após a sua ausência de uma década da instituição – o sistema e a cidade já não são mais os mesmos que eram e agora ele terá que se adaptar a um diferente modelo de justiça criminal, em meio ao seu próprio momento de ajuste de contas.
‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ marca o início de uma nova fase do MCU e promete ser uma das principais estreias nos cinemas em 2025. Apresentando um universo retrofuturista inspirado na década de 60, o vindouro longa flerta com uma estética ainda não explorada pela Marvel Studios.
E essa nova proposta foi desenvolvida em parceria com a artista conceitual e ilustradora Mushk Rizvi, que compartilhou parte do seu processo criativo na construção desse novo momento do estúdio.
Por meio de seu portfólio online, a Rizvi divulgou os registro das artes conceituais e do desenvolvimento do design, um trabalho que se estendeu entre os anos de 2022 e 2024. Nas imagens, é possível ver como a estética dos protagonistas foi criada e como o design de produção e de figurino chegaram em suas versões finais.
Imagens e vídeos dos estágios de desenvolvimento do conceito ainda detalham parte dos efeitos visuais, como os poderes dos super-heróis.
Confira parte do material e conheça o trabalho dela no filme no filme aqui:
Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.
O filme chega aos cinemas em 25 de julho de 2025, sendo o primeiro longa da Fase 6 do UCM.
“Quando leio um roteiro como esse, penso: é isso que significa ser artista — expressar algo que antes parecia impossível de dizer”, declara Jennifer Lawrence pela tela do Zoom, enquanto observo seu rosto expressivo sob sua franja e um fundo esfumaçado de um ambiente oculto aos meus olhos curiosos.
Este é o nosso terceiro “encontro” no ano por conta da promoção de Morra, Amor (Die, My Love), romance da escritora argentina Ariana Harwicz— um texto brutal, de escrita crua e desprovida de verniz, que aborda a maternidade sem suavização e sem didatismo. Tudo é narrado por Grace, protagonista do livro e, agora, do filme, interpretada por Jennifer Lawrence, em cartaz nos cinemas brasileiros desde 27 de novembro e com estreia no streaming MUBImarcada para 23 de janeiro.
Nosso primeiro encontro ocorreu durante a conferência de imprensa do Festival de Cannes, onde o filme fez sua estreia mundial na Mostra Competitiva pela Palma de Ouro. Embora sem prêmios, o longa pairava entre as expectativas mais intensas do festival, em grande parte por conta da volta de Lynne Ramsay, após oito anos de hiato, ao comando de um longa-metragem, e também pela força do encontro entre Jennifer Lawrencee Robert Pattinson: era a primeira vez que os protagonistas das franquias adolescentes mais rentáveis da última década — Crepúsculoe Jogos Vorazes — contracenavam juntos. De modo jocoso, Lawrence recordou o primeiro dia de filmagem com Robert Pattinson — uma cena de sexo — e brincou: “Nem tive tempo de depilar as pernas.” Entre risadas, descreveu as aulas de dança interpretativa impostas pela diretora como a verdadeira prova de fogo: “Depois disso, ficar nu parecia quase menos embaraçoso.”
Mas foi a experiência compartilhada da parentalidade que criou o vínculo mais profundo entre eles: “É bom estar com alguém que quer falar sobre o filho tanto quanto você — e que assiste sem reclamar a um vídeo de três minutos do seu bebê”, comentou durante nosso segundo encontro, no dia 29 de setembro, em um Q&A, em Paris.
Entre visibilidade e fratura política
Entre maio, em Cannes, até o anúncio dos indicados ao 83° Globo de Ouro — sua sétima indicação ao prêmio — no último dia 8 de dezembro, Jennifer Lawrence declarou abertamente sua posição contra o massacre de crianças durante os ataques em Gaza, tal como mãe, tal como artista, em 26 de setembro, no Festival de San Sebastián. Por conta da enorme repercussão, dias depois afirmou que não faria mais declarações políticas.
Enquanto algumas pessoas a parabenizaram pela fala, em Paris, outras demonstraram afeto pela sua performance como protagonista dos Jogos Vorazes e questionaram uma possível volta ao papel de Katniss Everdeen, o qual ela respondeu sempre ser possível. Na última semana, a revista Variety reforçou os boatos de sua participação em Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita, apesar de não ter uma declaração oficial do estúdio Lionsgate.
Produzir é convencer
Ao contrário dos seus interlocutores no evento, conversei com Jennifer sobre seu papel como produtora. Falamos também de seus últimos trabalhos, incluindo os documentários Pão, Rosas e Liberdade (2023) e Zurawski v Texas (2024), sobre a perda dos direitos da mulheres com a volta do regime Talibã ao poder e sobre um grupo de mulheres em luta pelo direito ao aborto. “O trabalho como produtora é, na verdade, tornar o projeto viável, nem tanto na parte criativa. Em Morra, Amor, por exemplo, foi convencer Lynne Ramsay a dirigir o filme,” me explica e adiciona que continuará a produzir enquanto houver histórias interessantes a serem contadas com a necessidade de um empurrão.
Essa dimensão política também atravessa sua atuação como produtora. Que tipo de projeto, então, lhe interessa colocar em tela? “Quero produzir algo que conte a história norte-americana”, resume sem entrar em detalhes. Nossa conversa é interrompida por convidados animados por sua presença no salão e ela fala sobre as filmagens para o próximo ano com Martin Scorsese — What Happens at Night (O que Acontece à noite, em tradução livre), adaptação do romance de Peter Cameron —, sua primeira parceria com o renomado diretor conhecido por seus filmes sobre o submundo violento dos Estados Unidos.
Considerado padrinho do projeto, Martin Scorsese é o responsável por apresentar a obra argentina a Jennifer. “É difícil imaginar um presente melhor do que receber um livro diretamente dele”, brincou, quase descrevendo uma cena de ficção. Para ela, o texto de Harwicz era “um mergulho incontornável no psiquismo feminino, ao mesmo tempo brutal e profundamente comovente”. Era impossível largá-lo e impossível não querer transpor aquela violência emocional para o cinema, mesmo que, a princípio, não entendesse como.
Daí veio a decisão de não apenas protagonizar o longa, mas também produzi-lo. E a escolha quase inevitável da diretora Lynne Ramsay: “Sempre me impressionei com a força e a singularidade da visão dela. Quando li o romance em primeira pessoa, pensei: a única pessoa capaz de transformar isso em poesia cinematográfica é a Lynne.” Quase como um pequeno milagre, nas palavras da atriz, Ramsay aceitou, após oito meses e meio de sedução por e-mail.
Maternidade sem mito: instinto e colapso
Quando, neste terceiro encontro pela tela do computador, comecei a explorar com Lawrence suas impressões sobre o livro e sobre a construção de Grace no set, retomamos a experiência que marcou sua carreira: Mãe!, de Darren Aronofsky. “Foi a primeira vez que interpretei uma mãe em cena”, relembrou. “E Morra, Amor foi a primeira vez que interpretei uma mãe sendo, de fato, mãe”, pondera.
“Vejo semelhanças nisso com a experiência das mães no mundo real: o quanto somos pressionadas a ter filhos, criá-los para também produzir, trabalhar… as expectativas que recaem sobre nós são extremamente desgastantes”, relata Jennifer. Se em Mãe! sua personagem encarnava a metáfora da Terra devastada, aqui, em Morra, Amor, a devastação é íntima e cotidiana.
A atriz descreveu a fricção intensa entre sua própria sensibilidade, transformada pela maternidade, e a desordem emocional de Grace. “Muitas vezes, eu sentia pena do personagem de Robert Pattinson. Eu pensava: ‘Ela precisa pedir desculpas, ela precisa lhe dar um alívio’. Mas eu sabia que, da perspectiva da Grace, isso era impensável.” Uma das cenas mais duras no set — a de quebrar a pia do banheiro e descascar as paredes com as próprias unhas — foi o ápice dessa tensão.
Essa entrega radical, segundo Lawrence, só fez sentido porque encontrou eco no olhar da diretora. Em Paris, Jennifer mencionou a sua satisfação com o corte final: “Em um cinema americano que exige comentários definitivos sobre tudo, Lynne teve a ousadia de fazer o oposto: criar uma obra poética, aberta, que não oferece respostas”. Sua admiração pela cineasta escocesa nasceu quando ela assistiu pela primeira vez O Lixo e o Sonho (1999) e ficou encantada pelo seu estilo visual único.
Quando a atriz passa a dirigir o olhar
Estaria Jennifer Lawrence pronta a dar um próximo passo? Nossas últimas palavras foram sobre o futuro dela atrás das câmeras. Em um ano em que três atrizes premiadas ampliaram a atuação feminina na autoria cinematográfica — Kate Winslet, Scarlett Johansson e Kristen Stewart —, a resposta de Jennifer veio acompanhada de um leve coçar de sobrancelhas antes do sorriso:
Jennifer Lawrence reflete sobre assumir a direção de um filme no futuro (Foto: reprodução)
“Eu adoraria. Atuar é o melhor estágio possível para direção. É uma expansão natural do que fazemos como contadores de histórias. Eu seria muito sortuda em me juntar a elas.”A fala não escondia a ambição, mas o gesto revelava a cautela diante de uma expectativa que ela não parece disposta a assumir agora. Era menos um “talvez” e mais um “quando”.
Ao final desse percurso, em três encontros, o que emerge de Jennifer Lawrence é uma artista em transformação, principalmente por conta dos dois filhos: “a maternidade muda tudo”, declarou durante o 78° Festival de Cannes em maio. Com grandes chances da sua quinta indicação ao Oscar, a atriz de 35 anos escolhe papéis mais maduros sem rejeitar o caminho que a trouxe até o estrelato. Mais do que uma estrela em reinvenção, Jennifer Lawrence se mostra uma artista consciente do próprio tempo — e cada vez mais próxima de assumir o controle total da própria narrativa.
Após o lançamento do trailer, ‘Vingadores: Guerra Infinita’ ganhou um pôster mostrando todos os heróis presentes no filme. E os fãs, claro, foram rápidos e logo compararam a arte com o pôster principal de ‘Thor: Ragnarok’, que também coloca os personagens na mesma posição. Confira:
A aventura pré-história ‘Alfa’, da Sony Pictures, está sofrendo um boicote organizado pela PETA, uma organização mundial que busca defender os animais.
O longa é acusado de ter abatido e esfolado cinco animais durante as gravações na província de Alberta, no Canadá. Em entrevista ao The Hollywood Reporter, a vice-presidente da PETA, Lisa Lange, contou o que aconteceu:
“Cinco bisões perderam suas vidas, tudo para que seus corpos pudessem ser usados como acessórios neste filme totalmente inútil que é ‘Alfa'”
Lisa também pede que o público não compareça aos cinemas para assistir o filme e que o uso de animais mortos na produção viola completamente as regras da American Humane Association, organização que garante a segurança dos animais no set.
Publicamente, o Studio 8, responsável pelo longa, alegou que não tinha conhecimento das diretrizes da American Humane e que a “situação é lamentável” e tudo “foi por causa de um vaqueiro que foi desonesto, contratado por fora”
A trama lembra bastante o clássico ‘Caninos Brancos‘, de 1991.
A década de 1960 é um verdadeiro oásis na ficção científica. Nos cinemas e na TV, produções como Perdidos no Espaço, Planeta dos Macacos, Doctor Who, Jornada nas Estrelas e 2001: Uma Odisseia No Espaço tomavam conta das telas do mundo inteiro, fazendo o público sonhar com novos mundos e temer o que a megalomania humana poderia fazer com o futuro. Na literatura, Philip K. Dick estava no auge, e Frank Herbert lançava uma das obras mais influentes da história da Cultura Pop: Duna. Com o passar dos anos, a trama política espacial serviu de inspiração para franquias comoMatrix,Avatar, Mad Max e Star Wars, além de ser uma das obras favoritas de Hayao Miyazaki.
O livro gira ao redor da família Atreides e seu envolvimento com o planeta Arrakis. Paul Atreides, um jovem monarca cuja família foi destruída pelas guerra políticas, surge como a principal esperança para os Fremen se revoltarem. Com essa parceria, ele pretende vingar o assassinato do pai. Por anos, muitos não entenderam como a franquia não se popularizou na mesma intensidade queStar Wars e O Senhor dos Anéis, por exemplo, mas a adaptação de Denis Villeneuve traz fortes indícios de que mudará isso nos próximos meses.
Em 2021, o primeiro capítulo da saga chegou aos cinemas e atraiu o público geral para apreciar a obra de ficção. Nos últimos anos, o gênero começou a se popularizar, mas chegou a um nível raro com Duna – Parte 1. O que as pessoas comumente chamam de ‘furar a bolha’. E agora, com Duna – Parte 2, Villeneuve parece que vai elevar o interesse do público geral pela ficção científica em níveis poucas vezes vistos.
Isso porque o filme é uma obra-prima. Quando o projeto foi anunciado como o primeiro de duas partes, Denis resolveu adotar uma estratégia narrativa ousada, mas eficaz. Ele trabalhou o ‘grosso’ da construção política desse universo no longa de 2021, abrindo espaço para uma expansão meticulosamente trabalhada dessa mitologia na parte 2, que é muito mais dinâmica e épica. Não que a política seja deixada de lado – ela está intrínseca à trama e a movimenta o tempo inteiro -, mas aqui entra um fator fundamental do livro: a reflexão filosófica sobre o papel de Paul Atreides na sociedade Fremen e as escolhas do rapaz no futuro desse mundo.
Trabalhando aquele conceito de Paul ser ou não o escolhido, o filme ganha ares de épico bíblico. O menino quer ser uma liderança para vingar o pai, mas em momento algum se vê como um messias descrito nas lendas e crenças. Paralelamente a isso, a sociedade Fremen se divide entre aqueles que acreditam na mitologia e nos céticos quanto a ter um estrangeiro liderando sua causa. Fato é que uma trama colossal como essa poderia dar muito errado, mas o preciosismo da direção é tão eficiente que fica impossível não embarcar nas contradições do protagonista e na crueldade da família Harkonnen. É um projeto feito com muito esmero, porque cada detalhe em cena importa para expandir esse universo tão fascinante.
Nesse segundo capítulo, é tudo trabalhado seguindo o manual do épico. Há maquinários impressionantes, paisagens de tirar o fôlego e um protagonista que precisa se provar para o povo e para si mesmo, enquanto reúne uma legião de apoiadores por onde passa. Em meio a uma abordagem praticamente religiosa, a grande novidade da vez é a ação. Enquanto aprende a ser tornar um Fremen, Paul é exposto a diversas atividades dessa sociedade, como lutar, se adaptar ao deserto e a montar nos colossais verme da areia. Villeneuve dedicou cerca de um ano de trabalho junto ao time de design para chegar ao visual perfeito dos vermes. Ele sabia que se essas criaturas não funcionassem em tela, muito provavelmente o filme em si não funcionaria. E toda essa dedicação deu certo, porque é impressionante ver esses monstros em ação.
Inclusive, há uma cena em especial que vai deixar o público de queixo caído, tamanha a grandiosidade do que é retratado em tela e como os vermes se encaixam nessa sociedade. Por sinal, grande mérito da direção do filme é o trabalho espetacular de escala. Não são todos os diretores que sabem brincar com as diferenças de tamanho de personagens e armamentos para impressionar. Um deles é Gareth Edwards (Godzilla e Rogue One), que é um mestre nessa arte. Neste filme, Villeneuve usa as escalas a seu favor para criar no público uma sensação de perigo. Todas as ações que Paul e os Fremen tomam diariamente são mortais. Por mais que eles tratem com uma naturalidade absurda, enfrentar o maquinário dos Harkonnen, montar os Vermes e viajar pelas intermináveis dunas de Arrakis representam chegar em casa vivo ou não. Essa sensação de perigo iminente permeia a totalidade da obra, muito pela forma como o diretor maneja as escalas.
Por falar em Harkonnen, a grande ameaça da vez é Feyd-Rautha Harkonnen, interpretado brilhantemente por Austin Butler. Ele é psicótico e por menos tempo de tela que tenha, rouba toda atenção para si quando aparece. Sua introdução beira o ridículo de tão ameaçadora que é. O rapaz é sobrinho do Barão Harkonnen e tem no tio uma promessa de assumir o império de Arrakis. Mais do que essa sede por poder, o trabalho de Butler exala carisma e sensualidade, quase como um astro do rock viciado em assassinar os inimigos a sangue frio. Sua caracterização e atuação são perfeitas para criar sensação de risco. Basta ele entrar em cena para que as atenções se voltem para o homicida careca que mata rindo. Faltam adjetivos para descrever o que Butler faz em tela. Fato é que ele vai deixar o público vidrado. O único problema, porém, é que ele tem realmente pouquíssimo tempo de tela. Diante de tudo que ele faz, ficou a vontade de vê-lo em mais cenas.
Além de Butler, Timothée Chalamet mostra uma evolução absurda como protagonista. O garoto é uma das maiores revelações recentes, mas sua escolha de projetos vinha causando uma certa antipatia de parte do público. No entanto, quem duvidava de seu talento vai se surpreender em como ele consegue convencer como Paul Atreides. Seu personagem é cheio de camadas, levando o público do amor ao ódio em questão de segundos, justamente por conta dessas camadas do dilema de seguir seu coração ou ser uma pessoa política. A decepção da vez é a talentosa Zendaya, que não está mal, mas também não faz um trabalho de destaque. É o mesmo problema da personagem da atriz na saga Homem-Aranha (2017 – 2021).
De qualquer forma, Duna – Parte 2 é a melhor ficção científica deste século e o grande filme do ano até aqui. Pode parecer exagero, principalmente diante de filmes como Ex_Machina (2014) e A Chegada (2016), mas é tudo tão meticulosamente reflexivo e impressionante que beira o absurdo não sair da sessão embasbacado com o nível altíssimo de qualidade atingido por Villeneuve neste longa. E caso não tivesse seu lançamento atrasado para 2024, certamente estaria indicado em todas as categorias técnicas das principais premiações de 2023. O mais fascinante do filme é que o épico é tão bem trabalhado que cria no público o mesmo encantamento sentido na saga O Senhor dos Anéis, como se você estivesse vendo nascer, diante de seus olhos, um novo Ben-Hur. É aquela sensação maravilhosa de ver a história ser feita. É uma experiência realmente espetacular e que consegue ser ampliada pela tela e equipamento sonoro do IMAX. É imperdível!
Duna – Parte 2 estreia em 29 de fevereiro de 2024.
Há alguns anos, o ator Leandro Hassum começou a participar das festas de fim de ano na casa dos espectadores brasileiros. Primeiramente, com o longa ‘Tudo Bem No Natal Que Vem’, emocionante comédia dramática lançada em 2020; no ano seguinte, veio ‘Amor Sem Medida’, ao lado de Juliana Paes; com um lapso em 2022, em 2023 o ator voltou a estrelar na Netflix com dois projetos: uma série cômica, ‘B.O.’, e agora, no final do ano, mais um longa de comédia, ‘Meu Cunhado é um Vampiro’, aposta da gigante do streaming para o fim de ano e que já está disponível na plataforma desde a véspera de Natal.
Fernandinho (Leandro Hassum) é um ex-jogador de futebol que hoje mantém um programa na internet para comentar assuntos do esporte. Ele é casado com Vanessa (Monique Alfradique) e pai da pequena Moniquinha (Maria Flor Franco) e de Carol (Mel Maia), com quem a relação paternal anda estremecida desde que a jovem entrou na adolescência. Eis que, certo dia, o cunhado de Fernandinho, Greg (Rômulo Arantes Neto) chega de repente, após anos sem dar notícias à família. Aos poucos, Greg vai se acomodando na casa e conquistando a todos com seu sorriso bonitão e seu jeito bon vivant, mas Fernandinho, desconfiado, acha que o rapaz esconde algum segredo, pois seus sumiços durante o dia, sua vida noturna frenética e o caixão em seu quarto dão a entender que o cunhado talvez não seja alguma espécie de… vampiro!
Com uma hora e meia de duração, ‘Meu Cunhado é um Vampiro’ é o tipo de comédia para toda a família que cai muito bem numa tarde de encontros como ocorrem nas festas de fim de ano. Com todo mundo reunido, um filme de fácil digestão como ‘Meu Cunhado é um Vampiro’ é a sobremesa que todo mundo topa, justamente por já conhecer o sabor e os ingredientes.
Cada vez mais Leandro Hassum vai se firmando como aquele ator de comédia que faz os filmes que são bem recebidos pelo grande público, cujos protagonistas todos se assemelham em uma ou mais características e o pano de fundo é trocado de acordo com a temática. Para os fãs, todos os trejeitos do ator estão presentes neste longa, desde as caretas torcidas aos “iihs” e “huuum” – interjeições que seus personagens costumam pronunciar frequentemente nas cenas. Rômulo Arantes Neto está bem caracterizado como o vampiro galã inocente, contrastando com o protagonista e, portanto, arrancando risos do espectador. O filme ainda conta com participações bem especiais de Cezar Maracujá, Edson Celulari e outras surpresas.
Com a direção de Ale McHaddo (‘Amor Sem Medida’) e uma ideia interessante para o longa, a história se desvia quando começa a focar na relação pai-filha, permanecendo ali até a resolução da trama. No geral, ‘Meu Cunhado é um Vampiro’ é o tipo de comédia bobeirol que serve como uma luva para descansar a cabeça no recesso de fim de ano. Uma comédia nacional que oferece conforto ao espectador por trazer situações bem mastigadinhas. Um filme para se divertir sem exigir muito de si mesmo.
‘Mad Max: Estrada da Fúria’, dirigido por George Miller, é considerado um dos melhores filmes de ação de todos os tempos, alcançando a quase perfeita nota de 97% no site Rotten Tomatoes. O longa também ganhou seis estatuetas do Oscar dentre dez indicações, incluindo Melhor Filme. Entretanto, a produção lutou na bilheteria mundial, alcançando apenas 378 milhões de dólares no mundo inteiro.
Miller, recentemente, expressou seu desejo de realizar uma continuação para ‘Mad Max’ e um possível spin-off focado em Furiosa. Rumores também despontaram em diversos lugares sobre uma sequência já estar em produções.
Em uma recente entrevista para o jornal LA Times, o presidente da Warner Bros., Kevin Tsuhijara, também declarou interesse em realizar outro longa-metragem da franquia.
Temos franquias incríveis desse tipo, como ‘Matrix’. Adoraríamos trabalhar com George Miller em uma série para ‘Mad Max’. Achamos que existe uma grande oportunidade. Precisamos investir e construir essas franquias.
Em entrevista ao site ComicBook.com, os roteiristas Rhett Reese e Paul Wernick, conhecidos por seu trabalho na franquia ‘Deadpool’, comentaram que adoraria ver um cross-over entre o anti-herói titular e o grupo de sobreviventes de ‘Zumbilândia’ (em cuja sequência também assinam o roteiro).
“Deadpool se sairia incrível em ‘Zumbilândia’. Ele é um tipo específico de zumbi, pela forma como se cura. E seu humor é tão ácido quanto o desses caras”, eles falaram.
A sequência seguirá o grupo carismático de matadores de zumbis após os eventos do primeiro filme, enquanto eles se estabelecem em suas vidas pós-apocalípticas. Eles escolheram um estilo de vida mais luxuoso e decidiram montar um acampamento na Casa Branca. Depois que um desentendimento entre Columbus (Eisenberg) e Wichita (Stone) faz o grupo se separar, Little Rock (Breslin) foge com Berkeley (Jogia), um cara que ela acabou de conhecer.
O grupo então parte para resgatar Little Rock, mas, claro, eles não estão sozinhos no mundo. Novos tipos de zumbis invadiram o mundo, que incluem Homers (burros), Hawkings (inteligentes) e Ninjas (mortais). Ao longo do caminho, Tallahassee (Harrelson) encontra sua partida na forma de uma caçadora de zumbis fodona chamada Nevada. Esta família improvisada terá que usar todas as suas habilidades e seguir as regras de sobrevivência de Colombo se quiserem sair vivos.
A Walt Disney Studios divulgou mais um vídeo oficial de sua breve websérie intitulada ‘Como Desenhar’ (‘How to Draw’) e, no mais recente episódio, o diretor de animação Mark Henn ensina o público a dar vida a Ariel, a protagonista de ‘A Pequena Sereia’.
Confira:
Enquanto isso, o remake em live-action do clássico longa-metragem foi suspenso por tempo indeterminado devido à pandemia do novo coronavírus.
O elenco é formado por Halle Bailey, que será a protagonista Ariel; Daveed Diggs, que dará vida a Sebastião. Melissa McCarthy completa o elenco como a vilã Úrsula, Awkwafina (‘Jumanji: Próxima Fase’) como a hilária gaivota Sabidão, Jacob Tremblay(‘O Predador’) como o icônico peixinho Linguado e Jonah Hauer-King (‘A Caminho de Casa’) como o Príncipe Eric.
O vencedor do OscarJavier Bardem (‘Mãe!’) será o Rei Tritão. Zendaya, Keke Palmer e Chloe Bailey estão sendo cotadas para viver as irmãs de Ariel, enquanto Gugu Mbatha-Raw deve interpretar a rainha Athena.
O filme ainda não tem data de lançamento, mas a Walt Disney Studios já começou a pré-produção e contratou Rob Marshall, de ‘O Retorno de Mary Poppins’, para comandar o projeto.
O novo terror do cineasta Robert Eggers (‘A Bruxa‘ e ‘O Farol‘), intitulado ‘The Northman‘, ganhou mais um membro do alto escalão do entretenimento: a lendária cantora, compositora e atriz Björk. Detalhes sobre seu papel não foram revelados.
A história é descrita como uma saga viking ambientada na Islândia por volta do século X, que envolverá uma jornada por vingança.
Eggers também fica a encargo do roteiro ao lado do poeta e novelista Sjón.
Em entrevista ao Screen Daily, o diretor de fotografia Jarin Blaschke deu detalhes sobre o terror:
“Esse filme será maior que os anteriores. Posso dizer que será uma trama de vingança Viking e nós iremos filmar na Europa. Será sombrio e violento.”
Ele continua, “Acho que o Eggers sente que precisa fazer uma trilogia. ‘A Bruxa’ e ‘O Farol’ exploram nosso ângulo sobre contos da Nova Inglaterra. Esses três filmes definitivamente se relacionam nesse nível.”
A The CW divulgou recentemente novas imagens promocionais do primeiro episódio da 2ª temporada de ‘Batwoman’.
Confira:
Os novos capítulos estreiam em 17 de janeiro.
O episódio de abertura do vindouro ciclo, intitulado “What Happened to Kate Kane?“, promete explicar o que de fato aconteceu com a heroína Kate Kane, vivida por Ruby Rose, à medida que introduz a história da nova protetora de Gotham City.
Confira a sinopse oficial do capítulo:
Se foi, mas não foi esquecida – Os amigos e a família de Kate têm esperança de que ela ainda possa ser encontrada. Uma moradora de rua de 25 anos chamada Ryan Wilder (Javicia Leslie) tropeça no Batsuit de Kate. Com o objetivo de não ser mais uma vítima, Ryan pega o traje para usar como armadura e sai pelas ruas de Gotham, matando vários membros de uma nova gangue chamada False Face Society.
Leslie dá vida a Ryan Wilder, uma mulher de 20 e poucos anos que está prestes a se tornar a Batwoman.
A personagem é descrita como “simpática, brincalhona e indomável. Ela não é nada como a Kate Kane, a mulher que usava o traje anteriormente. Sem alguém especial em sua vida, Ryan passou anos usando drogas, mascarando sua dor com hábitos ruins. Uma garota que roubaria leite de um gato de rua também é capaz de matar com suas próprias mãos, Ryan é o tipo mais perigoso de lutadora: altamente treinada e indisciplinada. Lésbica assumida. Atlética. E definitivamente não é o seu estereótipo de heroína”.
No Brasil, a série é exibida pela Warner Channel.
O elenco também conta com Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Camrus Johnson, Rachel Skarsten, Nicole Kang eGabriel Mann.
O Billboard Music Awards 2021 ocorre oficialmente hoje (23) e, além de premiar o melhor da música dos últimos meses, também irá homenagear a lendária performer Pink com o Icon Award.
Creditada por quebrar barreiras para as mulheres no cenário fonográfico, Pink tornou-se mundialmente famosa com o lançamento de ‘Can’t Take Me Home’, em 2000. Desde então, entregou nada menos que outros sete álbuns e vendeu mais de 90 milhões de discos.
Aclamada por sua voz rouca e por sua presença de palco acrobática, ela já levou para casa três Grammy Awards, dois Brit Awards, um Emmy e sete VMAs, incluindo o Prêmio Vanguarda Michael Jackson.
A cerimônia acontece na TNT, a partir das 21h, para a entrega dos principais prêmios. Inúmeros vencedores já foram anunciados (e a lista pode ser conferida aqui).
Lembrando que o documentário ‘All I Know So Far’, que traz detalhes sobre o processo de criação do espetáculo da cantora no Estádio de Wenbley, como parte da turnê do álbum ‘Beautiful Trauma’, já está disponível na Amazon Prime Video.
Durante a mais recente edição da DC FanDome, foi revelado que a 3ª temporada de ‘Pennyworth’ já está em produção – e que a série migrará para o catálogo da HBO Max.
As duas primeiras temporadas serão lançadas na plataforma de streaming no começo de 2022, enquanto a terceira tem estreia prevista para o final do mesmo ano.
Confira:
A trama acompanha a história de Alfred Pennyworth, com seus 20 anos de idade, treinado como oficial das forças especiais britânica, trabalhando para o pai do Bruce Wayne.
A produção, que entrou para a seleção oficial dos Festivais de Cannes, Toronto e Londres, chega aos cinemas estadunidenses em 25 de março, ainda sem previsão de lançamento no Brasil.
Confira:
Baseado no romance homônimo de Graham Swift, o filme foi dirigido por Eva Husson e escrito por Alice Birch.
Em um quente dia de primavera em 1924, a enjeitada criada Jane Fairchild (Young) se vê sozinha no Dia das Mães. Seus patrões saíram e ela tem a chance rara de passar um bom tempo com o amante secreto, Paul (O’Connor), filho de uma das ricas famílias que moram por perto. Jane e Paul têm um relacionamento duradouro, ainda que ele já esteja de casamento marcado com outra mulher. Mas o que ninguém consegue prever é que certos eventos irão mudar a vida de Jane para sempre.
‘Influencer de Mentira’ (Not Okay), nova comédia estrelada por Zoey Deutch e Dylan O’Brien, já está disponível no Star+.
O longa foi lançado hoje, 29 de julho, na plataforma de streaming.
‘Influencer de Mentira’ acompanha Danni Sanders (Deutch), uma escritora sem objetivos, sem amigos, sem prospectos romântico e, principalmente, sem seguidores, que cria uma viagem falsa para Paris na esperança de aumentar seu engajamento nas rede sociais. Quando um terrível incidente ocorre na Cidade-Luz, Danni é arrastada para uma mentira muito maior do que imaginava. Ela retorna para casa como uma “heroína”, começa uma amizade inesperada com Rowan (Mia Isaac), uma sobrevivente dedicada a mudanças sociais, e começa a se envolver com o homem dos sonhos, Colin (O’Brien). Como influencer e defensora, Danni finalmente tem a vida e os fãs que sempre quis. Mas é só uma questão de tempo até que a fachada caia – e ela descubra o lado mais duro da internet.
Depois do trailer, a Peacock divulgou o cartaz oficial de ‘Poker Face’, vindoura série de suspense e mistério do diretor Rian Johnson (‘Entre Facas e Segredos’).
A produção tem estreia agendada para o dia 26 de janeiro na plataforma de streaming.
Confira:
Charlie (Natasha Lyonne) tem uma habilidade extraordinária em dizer quando alguém está mentindo. Ela embarca em uma viagem com seu Plymouth Barracuda e, a cada parada, encontra pessoas e crimes estranhos que ela não pode deixar de resolver.
Lyonne será a produtora executiva junto com Maya Rudolph e Danielle Renfrew Behrens, representantes da Animal Pictures. Nora e Lilla Zuckerman entram como showrunners.
O primeiro ciclo contará com 10 episódios.
Além de dirigir, Johnson também será o principal roteirista da vindoura atração.
O aclamado drama de época ‘Orgulho e Preconceito’, baseado no romance homônimo de Jane Austen, já está disponível no catálogo da Lionsgate+ Brasil.
A produção foi lançada no último dia 01 de junho na plataforma de streaming.
No longa, encabeçado por Joe Wright, Elizabeth vive com sua mãe, pai e irmãs no campo, na Inglaterra. Por ser a filha mais velha, ela enfrenta uma crescente pressão de seus pais para se casar. Quando Elizabeth é apresentada ao belo e rico Darcy, faíscas voam. Embora haja uma química óbvia entre os dois, a natureza excessivamente reservada de Darcy ameaça a relação.
Wright recebeu inúmeros elogios da crítica, ainda mais considerando que o título marcou sua estreia diretorial. Knightley, por sua vez, foi ovacionada pelos especialistas e ganhou inúmeros prêmios, incluindo uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz. Como se não bastasse, a obra também fez um estrondo de bilheteria e arrecadou quase US$122 milhões mundialmente.
ANetflix divulgou um novo vídeo promocional do aclamado drama de época ‘The Crown’, fazendo um grande resumão da série antes da estreia do próximo ciclo.
Confira:
A primeira leva de episódios da temporada final chega à plataforma de streaming em 16 de novembro; a segunda, em 14 de dezembro.
Segundo o jornal The Sun, diversas cenas especiais foram rodadas para a temporada final.
As cenas em questão contam com o retorno de Claire Foy, que interpretou a jovem monarca nas duas primeiras temporadas, e de Olivia Colman, que encarnou a rainha na terceira e na quarta iterações. Elas irão aparecer em cena com Imelda Staunton, intérprete atual da personagem, em um tributo à Elizabeth (que faleceu em setembro do ano passado).
E isso não é tudo: as informações também indicam que uma versão adolescente da monarca irá aparecer no auge da II Guerra Mundial. Viola Prettejohn foi escalada para interpretá-la.
Anteriormente, foram divulgadas as primeiras imagens oficiais deEd McVeycomo Príncipe William eMeg Bellamy como Kate Middleton.
Na nova temporada, McVey assumirá o papel nos episódios posteriores, marcando sua estreia nas telas após trabalhar no palco.
Por sua vez, Bellamy é uma novata na atuação, tendo feito o teste para o papel depois de ver uma chamada de elenco nas redes sociais.
Confira as imagens:
Lembrando que todas as outras temporadas estão disponíveis na plataforma.
A mais recente temporada trouxe Imelda Staunton (‘Harry Potter e a Ordem da Fênix’) substituindo Olivia Colman como a Rainha Elizabeth II. Elizabeth Debicki (‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’) entra no lugar de Emma Corrin como Princesa Diana.
Dominic West (‘The Wire’) substitui Josh O’Connor como Príncipe Charles, Jonathan Pryce (‘Game of Thrones’) substituiTobias Menzies como Príncipe Philip, Lesley Manville (‘Phantom Thread’) seguirá Helena Bonham Carter como a Princesa Margaret e Olivia Williams (‘O Pai’) substituirá Emerald Fennell como Camilla Parker.
Baseado na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.
‘Matéria Escura’ (Dark Matter), série sci-fi baseada no romance homônimo de Blake Crouch, chega muito em breve ao catálogo da Apple TV+ e, agora, a plataforma de streaming divulgou um clipe inédito da atração.
Confira:
A produção será lançada na plataforma de streaming no próximo dia 08 de maio.
“VOCÊ É FELIZ COM A VIDA QUE TEM?” Essas são as últimas palavras que Jason Dessen ouve antes de acordar num laboratório, preso a uma maca. Raptado por um homem mascarado, Jason é levado para uma usina abandonada e deixado inconsciente. Quando acorda, um estranho sorri para ele, dizendo: “Bem-vindo de volta, amigo.”
Neste novo mundo, Jason leva outra vida. Sua esposa não é sua esposa, seu filho nunca nasceu e, em vez de professor numa universidade mediana, ele é um gênio da física quântica que conseguiu um feito inimaginável. Algo impossível. Será que é este seu mundo, e o outro é apenas um sonho? E, se esta não for a vida que ele sempre levou, como voltar para sua família e tudo que ele conhece por realidade?
Com ritmo veloz e muita ação, Matéria escura nos leva a um universo muito maior do que imaginamos, ao mesmo tempo em que comove ao colocar em primeiro plano o amor pela família. Marcante e intimista, seus múltiplos cenários compõem uma história que aborda questões profundamente humanas, como identidade, o peso das escolhas e até onde vamos para recuperar a vida com que sonhamos.
A icônica popstarCharli XCXlançou mais uma versão do aclamado álbum ‘BRAT’.
Intitulado ‘Brat and it’s completely different but also still brat’, o novo disco funcionará como um compilado de remixes, contando com as faixas “girl, so confusing” ao lado de Lorde, “guess” ao lado de Billie Eilish e “talk talk” ao lado de Troye Sivan.
O compilado já está disponível nas plataformas de streaming e também conta com Ariana Grande, Addison Rae, A.G. Cook, Yung Lean, Bon Iver, BB Trickz, The Japanese House, Tinashe, Julian Casablancas, The 1975, Bladee, Caroline Polachek, Robyn, Jon Hopkins e Shygirl fazem parte da tracklist.
Relembre a tracklist oficial da versão padrão, que já está disponível em todas as plataformas de streaming:
1. 360 2. Club Classics 3. Sympathy Is a Knife 4. I Might Say Something Stupid 5. Talk Talk 6. Von Dutch 7. Everything Is Romantic 8. Rewind 9. So I 10. Girl, So Confusing 11. Apple 12. B2B 13. Mean Girls 14. I Think About It All the Time 15. 365
‘The Electric State‘, sci-fi comandado pelos irmãos Anthony e Joe Russo (‘Vingadores: Ultimato’), chegou ao catálogo da Netflix no dia de hoje, 14 de março – e, apesar de ter recebido críticas bastante negativas por parte dos especialistas, caiu no gosto do público por misturar ficção científica, ação e comédia em um mesmo lugar.
A trama é ambientada em um futuro alternativo onde humanos e robôs vivem juntos em harmonia relativa – e uma jovem adolescente (Millie Bobby Brown) percebe que seu novo amigo robô, na verdade, foi mandado até ela por seu irmão desaparecido. Os dois, então, partem em uma missão para encontrá-lo, descobrindo uma gigantesca conspiração no caminho.
Contando com um elenco que inclui Chris Pratt, Ke Huy Quan, Stanley Tucci e Giancarlo Esposito, o longa parte de premissas bastante similares a outros títulos. Pensando nisso, preparamos uma lista elencando outras cinco produções do gênero para você conferir nos streamings.
Em 2014, o artista sueco Simon Stålenhag lançou um livro artístico intitulado ‘Contos do Loop’, uma série de imagens incríveis que mostravam a sociedade lidando com a presença de um massivo acelerador de partículas chamado Loop, localizado nos subterrâneos de uma cidade do interior. As incríveis imagens foram compostas com um tom retro-futurista e logo caíram no gosto popular – e é claro que não demoraria muito até que essas histórias sem falas ganhassem uma versão televisiva ou fílmica. Em 2020, o Prime Video decidiu comprar os direitos intelectuais da obra de Stålenhag e deu origem a ‘Tales from the Loop’, uma reflexiva e sinestésica produção antológica dividida em oito capítulos que, apesar de ter um tom bastante peculiar e arrastado nos primeiros minutos, desponta em uma catártica crítica à essência da vida e do ser humano.
A GUERRA DO AMANHÃ (2021)
Onde assistir: Prime Video
Em 2021, o diretor Chris McKay se lançava a um ambicioso projeto de ficção científica intitulado ‘A Guerra do Amanhã’ – que trouxe o carisma de Chris Pratt em uma produção divertida e funcional, mesmo que recheada de clichês. Contando também com nomes como Yvonne Strahovski e J.K. Simmons no elenco, a trama nos leva para um mundo que fica chocado quando um grupo de viajantes do tempo chega em 2051 para entregar uma mensagem urgente: trinta anos no futuro, a humanidade está perdendo uma guerra global contra uma espécie alienígena mortal.
Nesse envolvente sci-fi, Tom Hanks interpreta Finch, um engenheiro de robótica e um dos poucos sobreviventes de um evento solar cataclísmico, que acarretou na desolação da humanidade. Ao adquirir uma doença terminal, ele decide criar um robô (vivido por Caleb Landry Jones) para que ele possa cuidar do seu cachorro, Goodyear, quando ele morrer. A partir disso, os três vão embarcar em uma peculiar jornada em meio a uma América desolada, na qual Finch vai tentar ensinar ao seu robô o que significa ser humano e como cuidar do seu bichano, que terá que se adaptar ao seu novo mestre.
‘Atlas’ pode não fugir muito dos eixos no tocante ao cosmos da ficção científica e da ação, mas é um aprazível título para aproveitar no tempo livre. A trama acompanha uma analista de dados que segue de perto o revolucionário e mortal legado da mãe que ocasionou uma revolta generalizada das inteligências artificiais, transformando-as em terroristas genocidas cujo único objetivo é exterminar a raça humana do planeta. Unindo forças com uma equipe de forças especiais, ela se lança em uma jornada a outro planeta para encontrar uma IA renegada e rebelde, com o objetivo de destruí-la de uma vez por todas antes que seja tarde demais para o futuro da humanidade na Terra.
BORDERLANDS: O DESTINO DO UNIVERSO ESTÁ EM JOGO (2024)
Onde assistir: Prime Video
‘Borderlands’ parte da distorcida mente de Eli Roth, conhecido por seu trabalho em produções como ‘Cabana do Inferno’ e ‘Feriado Sangrento’. Unindo forças com Joe Crombie no roteiro, Roth nos leva ao longínquo planeta de Pandora, uma terra devastada por criaturas vorazes e caçadores de recompensas mortais – e que é lar de uma relíquia conhecida como Vault, que pode restaurar a paz e a sanidade. Para acessar esse poderoso objeto, faz-se necessário ter em mãos três chaves específicas, uma das quais insurge na figura de uma menina que é raptada. Logo, cabe à mercenária Lilith (Cate Blanchett) resgatá-la e assegurar o destino do mundo.
A Netflix divulgou um vídeo promocional inédito de ‘Pssica’, nova minissérie nacional dirigida por Quico Meirelles e Fernando Meirelles (diretor de ‘Cidade de Deus’) e que foi rodada em Belém do Pará.
O material nos leva aos bastidores da atração.
A plataforma de streaming também aproveitou para revelar a data de estreia do projeto: 20 de agosto.
Confira:
Depois de ter vídeos íntimos vazados, Janalice é sequestrada por uma quadrilha de tráfico sexual que opera no norte do Brasil.
Na trama, Janalice é uma adolescente raptada por uma quadrilha que atua nos rios do Pará e é arrastada para o centro de uma rede internacional de tráfico sexual. Enquanto tenta sobreviver, uma busca sangrenta começa e ela vai precisar de toda a coragem possível para escapar da “pssica” que parece ter sido lançada sobre sua vida. A série mergulha nas profundezas da Amazônia paraense, em meio ao tráfico humano, à corrupção e à luta por justiça.
Escrito por Edyr Augusto, a história original gira em torno de três personagens que tentam sobreviver à “pssica” (maldição) que acreditam ter sido lançada sobre eles. Janalice, uma jovem raptada pelo tráfico humano; Preá, que precisa reconciliar-se com seu destino como líder de uma gangue de “ratos d’água” (criminosos que atuam nos rios da região); e Mariangel, em busca de vingança pela morte de sua família”.
A Netflix divulgou o trailer oficial da 4ª temporada de ‘O Poder e a Lei‘ (The Lincoln Lawyer).
O próximo ciclo estreará no dia 5 de fevereiro.
Nos novos episódios…
Acusado de um assassinato que não cometeu, Mickey precisa enfrentar um promotor implacável enquanto luta para provar sua inocência, expor o verdadeiro assassino e salvar sua empresa.
Criada por David E. Kelley, a série é baseada na saga de livros ‘Nos Meandros da Lei‘, de Connelly.
A trama acompanha o idealista iconoclasta Mickey Haller (Manuel Garcia-Rulfo) que comanda uma firma de advocacia no banco de trás de seu carro, trabalhando em pequenos e grandes casos em Los Angeles. Após algum tempo longe do direito, Mickey está tentando encontrar um novo caminho na profissão. Quando retorna para Los Angeles, ele se depara com um mistério para resolver assim que inicia o novo negócio.
A dominação ‘Toy Story’ está de volta – e a mais nova aventura dos amados brinquedos já caminha para uma das maiores estreias do ano (via Variety).
O quinto capítulo da franquia animada da Disney Pixar deve conquistar as telonas ao redor do mundo e já vem reiterando seu inegável poder cultural ao arrecadar impressionantes US$17,5 milhões em exibições prévias.
É a maior arrecadação de pré-estreias de 2026 até agora, superando a cinebiografia ‘MICHAEL’ (12,6M), além de ser a segunda maior para uma produção animada – atrás apenas de ‘Os Incríveis 2’ (18,5M). ‘MICHAEL’ eventualmente arrecadou US$97 milhões em seu final de semana de estreia, enquanto ‘Os Incríveis 2’ abarcou o montante de US$182,7 milhões.
As projeções ainda indicam que ‘Toy Story 5’ caminha para um fim de semana de estreia entre US$145-US$150M, com estimativas apontando até mesmo para um montante entre US$160-175M. É quase certo que o novo capítulo ultrapasse o début de ‘Toy Story 4’ (120M, com 12M em pré-estreias), tornando-se a maior abertura da franquia.
Como se não bastasse, ‘Toy Story 5’ também deve se tornar o maior lançamento do ano, ultrapassando a sequência ‘Super Mario Galaxy: O Filme’, que está no topo do ranking de estreias de 2026 com US$131,7 milhões. Internacionalmente, a nova aventura de Woody, Buzz e Jessie deve abrir com US$135 milhões, levando a arrecadação mundial a expressivos US$275 milhões.
Vale lembrar que o filme tem um custo de produção de US$250 milhões, sem levar em conta os gastos com marketing e promoção – mas as sólidas projeções indicam um projeto de enorme sucesso financeiro para a Casa Mouse.
Apesar dos números representarem a maior abertura global da saga, a animação não deve quebrar o recorde de maior estreia mundial para um filme da Pixar, que atualmente pertence à sequência ‘Divertida Mente 2‘ (US$384M).
No Brasil, ‘Toy Story 5’ conquistou a liderança nas bilheterias nacionais, segundo o Comscore Movies BRA (Rentrak).
Os números oficiais ainda não foram divulgados. ‘Dia D‘, ficção científica de Steven Spielberg, caiu para a segunda posição. ‘Todo Mundo em Pânico‘ ficou em terceiro, seguido por ‘Mestres do Universo‘ e ‘Backrooms‘.
Sucesso entre os críticos, a sequência alcançou impressionantes 93% de aprovação no Rotten Tomatoes. O consenso geral aclama a produção por combinar perfeitamente uma nova aventura divertida com uma trama que se propõe a explorar a infância moderna.
Separamos os trechos das principais críticas:
“Estamos perdendo algo exclusivamente humano entre abas do navegador, sob o sinal fraco do wi-fi e em meio ao conteúdo das redes sociais. ‘Toy Story 5’ espera nos trazer de volta à realidade.” (RogerEbert.com)
“Embora ‘Toy Story 5’ possa não ser essencial, especialmente em uma época em que o entretenimento infantil se rende rotineiramente ao seu público, há algo discretamente radical num filme que se dispõe a se preocupar com as crianças.” (Daily Telegraph UK)
“Este quinto filme é uma conclusão sublime; um filme que reflete toda a franquia em seu espelho mágico e (quem sabe) um final perfeito.” (Variety)
“Grande parte de ‘Toy Story 5’ parece um desabafo de um velho rabugento num tabloide britânico de segunda categoria. ‘Vá lá fora e chute uma bola’. Nós sabíamos usar a nossa imaginação quando éramos crianças.” (Irish Times)
“A forma como ‘Toy Story 5’ consegue, simultaneamente, apresentar uma aventura cômica e frenética e explorar as complexas tensões da infância moderna representa um notável equilíbrio entre cinema e comércio.” (Globe and Mail)
“Em geral, o longa tem boas piadas, a animação tem aquele brilho característico da Pixar e a maioria do elenco tem seu pequeno momento de brilhar.” (Little White Lies)
“‘Toy Story 5’ é leve e previsível, com algumas perseguições eletrizantes e algumas cenas emocionantes. Mesmo sendo um filme mediano da franquia ‘Toy Story’, esta sequência permanece entre as melhores animações do gênero.” (San Francisco Chronicle)
“Trinta anos após o longa original, ‘Toy Story 5’ continua a cativar o público com humor, ternura e uma genuína conexão emocional. Isso, por si só, já é a maior conquista do filme.” (HeyUGuys)
Os brinquedos estão de volta em TOY STORY 5, da Disney e Pixar, e desta vez o confronto é entre brinquedos e tecnologia. Woody, Buzz Lightyear, Jessie e toda a turma veem sua missão de promover a brincadeira ameaçada quando encontram Lilypad, um tablet que chega com ideias disruptivas sobre o que é melhor para Bonnie. Será que a hora da brincadeira continuará a mesma?
A produção conta com as vozes de Tom Hanks (Woody), Tim Allen (Buzz Lightyear), Joan Cusack (Jessie), Greta Lee (Lilypad), Blake Clark (Slinky), Ernie Hudson (Combat Carl) e Conan O’Brien (Smarty Pants).
Andrew Stanton (‘Procurando Nemo’) e McKenna Harris são responsáveis pela direção.
Durante uma entrevista para promover a nova versão de ‘As Panteras’, Kristen Stewart revelou o que mais está curiosa para ver em ‘The Batman’, adaptação estrelada por Robert Battinson e dirigida por Matt Reeves.
A estrela de ‘Crepúsculo’ disse que está ansiosa para ver seu antigo colega de elenco, Pattinson, dizendo a famosa frase: ‘Eu sou o Batman’.
Stewart também foi questionada sobre qual foi a melhor versão do Homem-Morcego nos cinemas, ao que ela respondeu:
“Estou torcendo por ele [Pattinson], mas acho que Michael Keaton é o cara, é tão divertido vê-lo dizer: ‘Ei, eu sou o Batman’.
Lembrando que o reboot de ‘As Panteras’ já está em exibição nos cinemas nacionais e, ao contrário do que muitos poderiam imaginar, o filme fez um barulho considerável entre a crítica internacional.
No Rotten Tomatoes, o longa abriu com 63% de aprovação, com nota 5,75/10 baseada em 27 reviews (até o momento). Segundo o consenso geral, “sério e enérgico, ainda que um pouco desequilibrado, ‘As Panteras’ adiciona uma nova camada para a franquia com performances divertidas de suas três atrizes principais”.
Confira as principais críticas:
“Ninguém realmente pediu por mais um reboot de ‘As Panteras’, mas este aqui vai deixar você querendo mais” – IndieWire.
“É melhor do que poderia ter sido, apesar de não ser tão bom para garantir iterações futuras” – Guardian.
“Todas as virtudes feministas do mundo não conseguem lidar com o conservadorismo criativo do filme” – Slant Magazine.
“‘As Panteras’ funciona como uma correção de todo o conceito, escrito, dirigido, por, para e sobre as mulheres” – Consequence of Sound.
Elizabeth Banks dirige a nova geração de Panteras – Kristen Stewart, Naomi Scott eElla Balinska – a serviço do misterioso Charles Townsend. As Panteras sempre proveram segurança e suas habilidades de investigação para clientes particulares, e agora a agência Townsend tem atuação internacional: as mais espertas, destemidas e altamente treinadas agentes em todo o globo formam múltiplos times de Panteras guiados por múltiplos Bosleys e estão prontas para atuar nos trabalhos mais díiceis ao redor do mundo. Quando um jovem engenheiro de sistemas soa o alarme a respeito de uma perigosa tecnologia; as Panteras são chamadas à ação, e colocam suas vidas em risco para nos proteger a todos.
Depois que Rosario DawsoneTemuera Morrison foam confirmados como Ahsoka Tano e Boba Fett na 2ª temporada de ‘O Mandaloriano‘, os fãs estão ansiosos para ver a dupla em ação.
Pensando nisso, um usuário do Twitter criou um incrível fan pôster reunindo os personagens junto a Din Djarin (Pedro Pascal), Moff Gideon (Giancarlo Esposito), Cara Dune (Gina Carano), e o Baby Yoda.
A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.
De acordo com o Deadline, Jesse Garcia (‘Narcos: México’) e Annie Gonzalez (‘Gentefied‘) foram escolhidos como protagonistas de ‘Flamin Hot‘, cinebiografia inspirada na vida do criador do Cheetos Picante.
A dupla vai interpretar Richard e Judy Montañez, que acabam inventando a receita do famoso salgadinho.
Antes da reviravolta em sua vida, Richard era zelador da Frito Lay, uma divisão da Pepsico dedicada à fabricação de salgadinhos artificiais.
Inspirado por sua ascendência mexicana, ele apresentou o novo sabor ao ex-CEO da companhia, Roger Enrico, pelo telefone.
Depois de duas semanas se preparando, ele conseguiu surpreender a equipe executiva da empresa, que abraçou sua iniciativa e juntos deram origem à criação do Flamin ‘Hot Cheetos.
O salgadinho não apenas revolucionou a produtora de biscoitos salgados, como também transformou a indústria alimentícia, se transformando em um fenômeno cultural.
Lembrando que o longa marca a estreia da atrizEva Longoria como diretora.
Em entrevista ao portal, ela comemorou a contratação e elogiou o casal de atores pro seu conhecimento e amor à comunidade latina.
“Minha maior prioridade é ter certeza que estamos contando a história de Richard Montanañez com autenticidade. Estou muito feliz por ter dois mexicanos-americanos extremamente talentosos a bordo nessas funções essenciais. Jesse e Annie têm um conhecimento profunda de nossa comunidade e serão capazes de ajudar a contar essa história de grande importância para nossa cultura.”
Segundo a publicação, DeVon Franklin (‘Superação: O Milagre da Fé‘) será um dos produtores do longa por meio de um acordo firmado com a Fox. O filme será conduzido pelo seloFox Searchlight, que normalmente explora narrativas mais conceituais e cults.
Até o momento, maiores detalhes não foram revelados, então não há informações sobre o restante do elenco e nem previsão de estreia.
Como o projeto está nas fases iniciais, as atualizações devem ser divulgadas pelos próximos meses.
Eu encarei (e adorei) a sequência de perseguição em Bad Boys 3 como uma homenagem ao Batman dos anos 60, com os protagonistas numa moto com sidecar. E agora esse resgate das cores no uniforme da Batgirl me dão certeza que os diretores Fallah e El Arbi curtem mesmo a era Adam West pic.twitter.com/R3IrvU3g2i
É extremamente fiel as HQS da personagem, tem muita vida no traje com cores vibrantes e quero muito ver isso em ação.
Um grande acerto!#Batgirlpic.twitter.com/IarWiuHKbV
Lembrando que, além de Grace, o icônico ator Brendan Fraser(‘A Múmia’, ‘Patrulha do Destino’) será o antagonista Firefley (Vagalume).
Para quem não conhece, Firefly fez sua estreia nos quadrinhos em Detective Comics #184, em junho de 1952, e foi reimaginado décadas mais tarde como um piromaníaco sociopata com uma compulsão obsessiva por começar incêndios.
Além disso, ele também é equipado com um traje que carrega um pesado arsenal de armas de fogo, incluindo lança-chamas, granadas, napalm e bombas de fumaça, bem como uma lâmina de plasma super-aquecido para combate próximo.
J.K. Simmons (Comissário James Gordon) e Jacob Scipio (papel não revelado) também farão parte da produção.
Ainda sem previsão de estreia, a adaptação ganhou sua primeira imagem conceitual durante a DC FanDome.
Confira:
Anteriormente, Grace revelou um pouco sobre a trama do longa.
“Bárbara é alguém que foi subestimada até mesmo por seu próprio pai. E, como a filha mais nova, às vezes você está isolada de todas as coisas difíceis da vida, então ela está ansiosa para provar a si mesma e a todos que há algumas coisas com as quais ela pode lidar sozinha.”
Ela continuou, comparando-se com a personagem:
“Na pesquisa que tenho feito para a pré-produção, aprendi muitas coisas sobre Barbara que me conectam a ela. Eu me identifiquei muito com ela porque este é apenas o meu segundo trabalho como atriz e sinto que estou em uma jornada para provar a mim mesma quais barreiras posso quebrar, quais limites posso ultrapassar e estou animado para incorporar toda essa ansiedade, teimosia e determinação que compõem o caráter de Barbara.”
Por fim, ela comentou qual foi sua reação ao descobrir que foi escalada.
“Ah, cara! Foi um choque, foi muito louco. Eu fiz os testes e foi alucinante, mas no fundo você nunca espera por isso. Eu descobri via Zoom, porque os responsáveis fizeram uma surpresa e tudo mais. Eu achei que faria mais um teste e ainda é alucinante pensar sobre isso. Eles me fizeram ler um e-mail e estava escrito: ‘Eu sou a Batgirl’. Eu só fiquei me tremendo sem entender o que estava acontecendo. Foi lindo e esse papel será uma bênção na minha carreira.”
Realizado ontem (30), o evento Pulse Con Power Rangers, da Hasbro, estava cheio de novidades, incluindo novos detalhes e retornos para a temporada de comemoração aos 30 anos da franquia.
A dupla confirmou sua presença através de um vídeo publicado Twitter oficial da franquia.
Yost deu o pontapé inicial, dizendo:
“Ei, Nação Ranger, David Yost aqui, vindo falar com vocês ao vivo do set na Nova Zelândia, onde estamos trabalhando em algo realmente especial para comemorar o 30º aniversário de ‘Power Rangers‘. Agora eu não posso dar muitos detalhes ainda, mas vou te dizer que vai ser uma celebração épica, e eu estou super animado por estar aqui trabalhando com um velho amigo. Não é mesmo?”
É quando Jones entra em cena, dizendo:
“E aí, Nação Ranger, é seu garoto Walter Emmanuel Jones, também conhecido como Zack, o antigo Ranger Preto. Sim, estamos nos divertindo muito, e devo dizer que é meio difícil acreditar que estamos comemorando nosso 30º aniversário. Estamos muito bem agora. Ei, mas estamos empolgados por estar aqui no set e mal podemos esperar para comemorar e ver vocês no próximo ano.”
Em seguida, ambos entonam:
“É hora de morfar.”
Além disso, foi revelado que ‘Power Rangers: Cosmic Fury‘ terá apenas 10 episódios produzidos pela Netflixem parceria com a Hasbro.
Confira o anúncio do retorno, junto com uma imagem do design dos novos trajes:
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