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Reboot de ‘Quantum Leap’ é RENOVADO para a 2ª temporada pela NBC

A NBC renovou oficialmente a série de ficção científica ‘Quantum Leap‘, reboot do seriado clássico ‘Contra Tempos‘, para a 2ª temporada.

“Teremos uma segunda temporada graças ao trabalho incrível do nosso elenco, produtores, roteiristas e todos que ajudaram a dar vida a essa série incrível na NBC,” declarou Lisa Katz, presidente da NBCUniversal Television. “Enquanto continuamos a atrair o público com nossos dramas imperdíveis, é gratificante saber que ‘Quantum Leap’ terá um espaço de destaque na nossa emissora, um dia depois, no serviço de streaming do Peacock.”

A primeira temporada registrou uma média de 0.5 na demo – o que representa a segunda maior audiência do ano para uma série estreante, atrás apenas de ‘Fire Country‘.

Criada por Steven Lilien e Bryan Wynbrandt, a produção é um reboot da série clássica ‘Contra Tempos‘ (1989-93).

Já se passaram 30 anos desde que o Dr. Sam Beckett entrou no acelerador do Salto Quântico e desapareceu. Agora, uma nova equipe foi montada para reiniciar o projeto na esperança de entender os mistérios por trás da máquina e o homem que a criou.

O elenco conta com Raymond Lee, Ernie Hudson, Caitlin Bassett, Mason Alexander Park e Nanrisa Lee.

‘Love Life’ é CANCELADA pela HBO Max após 2 temporadas

A série antológica ‘Love Life‘ é a mais nova vítima da HBO Max! O serviço de streaming cancelou a produção depois de apenas duas temporadas.

De acordo com o Variety, o cancelamento se deu pela nova medida de corte de gastos da Warner Bros. Discovery, que está revisando toda a programação original da plataforma.

A mudança nos bastidores do serviço de streaming geraram diversos cancelamentos recentes, que incluem ‘Minx‘, ‘Legendary‘, ‘FBoy Island‘, ‘Made for Love‘, ‘Raised by Wolves‘, ‘Gordita Chronicles‘ e até mesmo o filme da ‘Batgirl‘.

A série continua ambientada na cidade de Nova York, mas agora a narrativa se concentrada na jornada do personagem Marcus Watkins, vivido pelo ator William Jackson Harper, indicado ao Emmy.

Harper vive o protagonista que sai de uma relação de muitos anos com uma mulher, e retorna para o mundo dos solteiros. O personagem se vê mergulhado de volta na busca pela realização romântica que ele pensava que já havia encontrado.
As personagens da primeira temporada, interpretadas pelas atrizes Anna Kendrick, Zoë Chao, Peter Vack, Sasha Compére e Nick Thune, também aparecerão nos novos episódios, cujo elenco ainda conta com Jessica Williams, Chris “Comedian CP” Powell, Punkie Johnson, Janet Hubert, Jordan Rock, Maya Kazan, Leslie Bibb, John Earl Jelks, Arian Moayed, Kimberly Elise, Ego Nwodim e Blair Underwood.

A narração fica a cargo do ator Keith David.

‘Pânico 2’ usou a Mídia, a Violência e a Metalinguagem à serviço do Ghostface

O sucesso estrondoso do primeiro filme garantiu que Pânico se tornasse uma franquia de sofisticada, sendo o segundo capítulo, em meu ponto de vista, o mais complexo de todos, primoroso tanto esteticamente quanto em seus requisitos dramáticos. Após os acontecimentos em Woodsboro, os sobreviventes são deslocados para o espaço de uma universidade. É lá que os novos assassinos começam a atacar, motivados por um arco gigantesco de horror que será devidamente encerrado apenas no terceiro filme. Sidney, Dewey, Gale e Randy, ecos da trama anterior, adentram agora numa bifurcada jornada de evolução de suas esferas pessoais e psicológicas enquanto personagens, delineados pelo ótimo roteiro de Kevin Williamson e dirigidos pela adequada orquestração do terror, regida pelo competente Wes Craven. Aqui, por meio de uma análise bastante minuciosa, analisaremos algumas cenas do filme, tendo em vista fazer um panorama revisionista do legado de Ghostface. Direção de fotografia, diálogos, metáforas visuais, elementos contextuais e outros traços próprios da análise crítica permitirão que vocês, caros leitores, embarquem numa viagem ao sofisticado universo de Pânico 2.

Vamos nessa?

Os personagens da abertura, interpretados por Omar Epps e Jada Pinkett Smith, estão na fila de um cinema, conversando enquanto aguardam para assistir Facada, adaptação cinematográfica do livro de Gale Weathers, texto que narra os acontecimentos do filme anterior. Enquanto ela está interessada no filme com a Sandra Bullock, exibido numa sala de cinema do outro lado da rua, o namorado reforça a sua vontade de se divertir com assassinatos. No brilhante diálogo, a personagem feminina expõe a sua insatisfação sobre a presença do personagem afro-americano nos filmes de terror e, com isso, reforça o tom autocrítico e paródico de Pânico 2, narrativa que também presta homenagem ao clássico Psicose e sua cena do chuveiro, apresentada no filme dentro do filme, numa passagem bastante emblemática.

No interior da sala de cinema, os personagens são dizimados, com algo já costumeiro na abertura de um filme slasher: o estabelecimento de um assassinato, catalisador de tudo que ocorrerá mais adiante na história. Ao colocar a personagem para morrer de maneira bastante espetaculosa, Wes Craven traz questões sobre violência, apreciação do público e relação do conteúdo que a mídia expõe cotidianamente com a própria plateia. Num palco situado no interior da sala de exibição, Ghostface cumpre o seu papel criminoso e nos deixa diante do que será Pânico 2, um dos grandes momentos estéticos e dramáticos da franquia.

A final girl interpretada por Neve Campbell está mais forte que antes. Ciente da inevitabilidade de sua situação após o lançamento do filme, nesta cena, ela acorda com o telefone tocando. É um trote, alguém se passando por Ghostface. Abaixo, Kevin Williamson, roteirista da produção, faz uma pequena participação como jornalista em um programa de TV que entrevista Cotton Weary, personagem mais desenvolvido neste momento da franquia.

Ao sair para procurar Randy, Sidney Prescott precisa atravessar uma legião de jornalistas afoitos por seu depoimento acerca das mortes apresentadas na eficiente abertura de Pânico 2, conectadas diretamente com o seu passado recente. Na sala de aula, estudantes de Cinema discutem sobre as continuações: as sequências destruíram o terror? Eis o mote das reflexões. Indo além do gênero, o debate envolve questões sociológicas, análises estéticas e a assim, destacam como a metalinguagem encontra o seu melhor momento na franquia. É uma discussão bastante referencial, pois ao falar de partes 2, 3 e 4 de alguns filmes, eles colocam o próprio Pânico 2 em debate, uma sequência que consegue, por sinal, ser melhor que o antecessor.

Gale Weathers, personagem interpretada por Courteney Cox, retorna ainda mais ácida no filme, focada no sucesso de seu livro, material sobre os assassinatos em Woodsboro no contexto anterior. Ruiva e com figurino cromaticamente mais fechado que a sua coleção em 1996, a personagem atua de maneira mais severa e apesar de se tornar uma aliada de Sidney no desfecho, ainda assim comporta-se de maneira comprometedora enquanto ser humano ético. Ademais, abaixo, ela se aproveita de uma situação para render assunto em torno do encontro forjado entre Sidney e Cotton, isto é, o preso injustiçado e a garota que perdeu a mãe para assassinos frios, confusa ao depor e levar o amante de sua mãe para a cadeia. Repare no primeiro frame: a vilã, uma das assassinas, passa constantemente pelo campo de visão da câmera orquestrada por uma direção de fotografia que sabe aproveitar o melhor da profundidade.

Dewey, personagem de David Arquette, reencontra Gale depois do incidente midiático com Sidney e Cotton. Ele a observa, critica e os depois discutem, mas há algo na atmosfera do papo que nos permite crer na conciliação, algo que de fato ocorrerá, com ambos a lutar próximo ao desfecho, menos favorável para Dewey, mais uma vez ferido gravemente. Abaixo, Sidney conversa com as garotas da fraternidade, numa das diversas passagens do filme em steadicam, recurso que permite a circulação mais sofisticada da câmera, dando ao uso do plano-sequência, mais organicidade e valorização estética.

O uso de steadicam abre a cena do assassinato da personagem de Sarah Michelle Gellar, atriz que teve uma breve participação no desenvolvimento da trama. Ela assiste Nosferatu na TV, um dos maiores clássicos do terror, enquanto Ghostface inicia as ligações que vão culminar em sua morte. A passagem toda faz referência ao primeiro embate entre Sidney e Ghostface, na primeira metade de Pânico. A suspeita do “monstro” atrás da porta, as escadas, a batalha e por fim, a morte da personagem. Aqui, percebemos mais uma pista do filme sobre a quantidade de assassinos. São dois? Apenas um? Para saber, basta observar que enquanto um aterroriza a garota na ligação, o outro já está pronto para o ataque no interior da casa que a equipe de produção de Wes Craven alugou para a passagem, um espaço amplo, próprio para o uso de profundidade de campo e ideal para a histeria entre a vítima e seu algoz.

Aqui, todos os suspeitos usam azul. O namorado de Sidney, o colega Mickey, uma das meninas da fraternidade, dentre outros personagens que passam pelo local. É o momento antes do primeiro contato entre Sidney e Ghostface em Pânico 2, filme que teve o roteiro vazado na época e precisou mudar o seu final. Ao atender uma ligação no local da festa, esvaziado pelas pessoas que se deslocaram para a cena de crime anterior, Sidney percebe que o assassino está cada vez mais próximo. Abaixo, mais uma vez, a direção de fotografia do filme investe em bastante profundidade de campo, para criar diversas possibilidades narrativas sem precisar sobrepor planos no desenvolvimento da história.

Gale e seu faro jornalístico: aqui, ela apresenta para o policial responsável pela investigação, a relação do nome das vítimas com personagens importantes do filme anterior. Quem está por detrás das mortes tem plena consciência do projeto de matança que pretende chegar até Sidney. Observe mais uma vez que a vilã, lá atrás, espreita a repórter e Dewey num tenso diálogo.

Um dos elementos essenciais da franquia Pânico: a metalinguagem. Aqui, temos o filme dentro do filme sendo comentado numa determinada passagem, antes da apresentação do segundo palco da narrativa, o teatro onde Sidney ensaia uma peça sobre Cassandra, importante personagem da mitologia grega. De maneira circular, o filme abre e fecha com um palco. É uma referência que Wes Craven fez aos clássicos trágicos, conteúdo dramático que nos ajuda a compreender melhor a sina da final girl de Neve Campbell. Para o diretor, o “horror” nos acompanha desde os primórdios das civilizações, por isso, o teatro foi um importante elemento inserido na concepção da história em Pânico 2.

Wes Craven contou, certa vez, que assistiu a um filme do italiano Fellini e viu o uso de celofane como elemento cenográfico num ambiente teatral. Para ele, era uma questão de tempo utilizar o recurso, em seu ponto de vista, esteticamente interessante. O material é utilizado no ensaio em que Sidney tenta se concentrar, mas acaba tendo visões sobre Ghostface e perdendo todo o seu foco, haja vista a condição trágica das coisas que gravitam em torno de seu cotidiano em Pânico 2. A paranoia diante das incertezas sobre quem será o próximo encontra um bom momento na cena posterior, com Dewey e Gale cercados por pessoas com telefone, possíveis suspeitos. Neste momento, Ghostface estabelece contato e qualquer um pode ser o assassino. A profundidade de campo, mais uma vez, ajuda no estabelecimento da paranoia.

O design de som e a trilha sonora são elementos importantes em qualquer filme. Na franquia Pânico, não seria diferente. Aqui, Gale Weathers encontra-se ilhada num departamento de som da faculdade de cinema. Lá, os estúdios herméticos não permitem que ninguém escute os seus gritos de pavor enquanto Ghostface a persegue. Ademais, na cena posterior, Dewey é atacado e não temos certeza sobre a sua sobrevivência. Ela entra ainda mais em desespero. A textura percussiva de Marco Beltrami, então, cumpre o papel de transmitir para os espectadores o seu desespero, haja vista a demonstração da personagem do outro lado de uma película isoladora do som. É um uso interessante das possibilidades sonoras de um filme. São passagens que também flertam com a sonoridade no som da faca a desferir golpes no ar. É lógico que fisicamente, isso é algo impossível, mas na dinâmica da estética de um produto ficcional, funciona muito bem para aumentar a sensação de medo e perigo.

Num dos melhores momentos de Pânico 2, Sidney e sua melhor amiga, interpretada por Elise Neal, tentam sobreviver ao ataque de Ghostface depois que um acidente ceifa a vida dos seguranças da final girl. As feições de força de Sidney são contrastadas pelo olhar apavorado da amiga enquanto ambas tentam escapar do assassino. Num determinado trecho, quando Sidney quase arranca a máscara e desvenda a identidade do antagonista, ela se esbarra no volante do carro e aciona a buzina. Observe que o design de som amplifica a sensação de medo e tensão. O som da buzina é de um caminhão, acoplado num chevrolet básico, potencializando a atmosfera de terror proposta pela passagem filmada toda no interior de um estacionamento, repleta de closes para captação da tensão entre personagens e situação perigosa.

No desfecho, antagonistas são revelados. A cena no interior do teatro, anteriormente, tinha sido planejada para acontecer num dos quintais da fraternidade, com personagens pendurados em árvores, etc. Acabou que o fim foi estabelecido no teatro, escolha muito mais empolgante e complexa. Os assassinos, Mickey e a mãe de Billy Loomis, expõem os seus motivos, isto é, um incentivado pela vingança e o outro supostamente influenciado pela mídia e cinema na composição de seu comportamento psicopata. No embate entre Sidney e sua antiga sogra, as coisas ganham dimensão ampla, com referências ao processo de fúria da natureza, quando a moça resolve utilizar alguns elementos da cenografia de sua peça para lutar contra a mãe vingativa, tema já presente no slasher desde Sexta-Feira 13. Interessante observar que ao longo de todo o filme, não há cenas com as duas personagens no mesmo espaço.

Preparados para a próxima empreitada com a franquia Pânico? Vamos compreender mais sobre o terceiro capítulo da saga de Ghostface no próximo texto, combinado?

Kit Harington traz novas informações do spin-off de ‘Game of Thrones’ sobre Jon Snow

Segundo informações do Deadline, através de uma convenção de ‘Game of Thrones‘ que foi realizada em Los Angeles neste último fim de semana, o ator Kit Harington contou algumas novidades sobre a série derivada de Jon Snow, chamada apenas de ‘SNOW‘.

O astro de GOT adiantou que a nova série deve acompanhar o personagem após a morte de Daenerys, personagem vivida por Emilia Clarke.

“No final da série, quando o encontramos naquela cela, ele está se preparando para ser decapitado e ele quer ser. Ele acabou. O fato de ele ir para a Muralha é o maior presente e também a maior maldição”, disse Harington.

Que continuou: “Jon tem que voltar para o lugar com toda essa história e viver sua vida pensando em como ele matou Dany, e viver sua vida pensando em Ygritte morrendo em seus braços, e viver sua vida pensando em como ele enforcou Olly e vive sua vida pensando em todo esse trauma, e isso é interessante”.

Kit Harington também falou sobre como estava o seu personagem emocionalmente no final de ‘Game of Thrones‘, e como isso ajudou a dar a ideia para o novo spin-off: “Então, acho que onde o deixamos no final da série, sempre há esse sentimento de… Acho que queríamos algum tipo de sinal de que as coisas estão bem. Ele não está bem”.

Kit Harington voltará como o personagem. O ator foi duas vezes indicado ao Emmy por sua interpretação como um herói de ação que luta para defender os valores nobres de sua família em um mundo brutal.

Na oitava e última temporada, Jon Snow descobriu que seu verdadeiro nome era Aegon Targaryen, um potencial herdeiro do Trono de Ferro. No final da série, ele foi exilado de Westeros e viajou ao norte da Muralha com os Selvagens para deixar sua antiga vida para trás.

Mais detalhes serão divulgados em breve aqui no CinePOP!

Um dos filmes mais ACLAMADOS do ano estreia na Netflix e você precisa assistir…

Há alguns meses, a Disney+ lançou a versão em live-action da clássica animação Pinóquio que, seguindo os passos de outras adaptações similares, foi massacrado pela crítica e amargou 26% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Agora, chegou a vez do aclamado realizador Guillermo del Toro imprimir sua própria visão da atemporal história com uma ambiciosa animação em stop-motion – que está fazendo sucesso entre os especialistas internacionais.

O filme estreou na Netflix com 96% de aprovação, e altíssima nota 8,5/10. Das 68 críticas publicadas, 65 são positivas e 3 negativas.

Confira os comentários:

“Certamente tem seus momentos de pungência e tristeza e os tons engraçados de McGregor enquanto o grilo sofredor fornece algumas notas graciosas de diversão.”, Guardian

Crítica | ‘Pinóquio’, de Guillermo del Toro, explora temas profundos e se consagra como a melhor animação do ano

“A perspectiva de Guillermo del Toro percorre cada quadro desta releitura única, que não tem medo de abordar temas problemáticos. Uma exploração sincera e cheia de alma do que significa ser humano.”, Empire Magazine.

“Você nunca viu um Pinóquio como este, uma obra-prima engraçada, comovente e vital de del Toro que usa animação stop-motion para criar um mundo de beleza e terror para se perder. O Oscar de melhor filme de animação pertence aqui.”,  ABC News

“É o que é, e isso é perfeitamente imperfeito” – THR.

“Uma obra-prima em stop-motion” – TheWrap.

Pinóquio de Guillermo del Toro traz o bizarro, o obscuro e a alegria ao conto de Carlo Collodi” – Slashfilm.

“Das primeiras cenas, fica evidente que Pinóquio é uma produção de Del Toro, aproximando-se do tom de ‘O Labirinto do Fauno’, mas com o terror e o gore reescalados para as crianças” – Next Best Picture.

“Este é um raro entretenimento infantil que não tem medo de chocar as crianças e nem de encantá-las” – Variety

O elenco conta com Gregory Mann como PinóquioEwan McGregor como o Grilo Falante; e David Bradley como Gepetto.

Tilda SwintonChristoph WaltzFinn WolfhardCate BlanchettJohn TurturroRon PerlmanTim Blake NelsonBurn Gorman completam o elenco.

Del Toro entra também como roteirista da versão em stop-motion, que é baseada no clássico de animação criado por Carlo Collodi.

A trama será ambientada na Itália, durante os anos 30, um momento histórico particularmente carregado, em uma época que o fascismo estava em ascensão e Benito Mussolini estava consolidando o controle do país.

‘Os Fabelmans’: Cinebiografia de Steven Spielberg conquista CINCO indicações ao Globo de Ouro 2023

‘Os Fabelmans’, autocinebiografia dirigida e escrita por Steven Spielberg, fez um grande sucesso depois de estrear no Festival de Toronto e conquistou nada menos que cinco indicações ao Globo de Ouro 2023.

O longa disputa nas categorias de Melhor Filme – DramaMelhor RoteiroMelhor Direção para SpielbergMelhor Atriz para Michelle WilliamsMelhor Trilha Sonora para John Williams.

Os vencedores serão anunciados no dia 10 de janeiro.

O filme, por sua vez, chega aos cinemas nacionais no dia 09 de fevereiro de 2023.

Assista ao trailer:

O elenco é formado por Paul Dano, que interpreta o pai de SpielbergSam Rechner, que dá vida a um colega de classe de Spielberg quando mais novo; Julia Butters, que vive uma das irmãs do realizador; Seth Rogen como o tio favorito do diretor; e Michelle Williams, que encarna uma versão figurativa de sua mãe.

O lendário cineasta David Lynch também aparecerá no longa-metragem.

Jeannie BerlinHadassah FabelmanRobin BartlettKeeley Karsten e outros completa o elenco.

A produção da Amblin Entertainment marca a primeira vez que Spielberg atua como roteirista desde o ‘A.I. – Inteligência Artificial’ (2001).

O cineasta assume a função em parceria com Tony Kushner, que colaborou com ele escrevendo o roteiro da cinebiografia ‘Lincoln‘ (2012).

Ambos também vão atuar como produtores junto com Kristie Macosko Krieger.

John Williams, conhecido por seu trabalho em obras como ‘Star Wars’ ‘Harry Potter’, ficará responsável pela trilha (uma de suas últimas ao lado de ‘Indiana Jones 5’ antes de se aposentar).

13 Séries de 2022 Baseadas em CRIMES Reais para Assistir nos Streamings

O gênero criminal no cinema sempre aguçou a curiosidade do espectador. Na década de 1930, o público abraçou o gênero máfia com protagonistas que eram na verdade os vilões da história. Já na década de 1970 e 1980, o gênero policial cresceu exponencialmente se mesclando com o gênero da ação e viu heróis como Clint Eastwood, Gene Hackman, Sylvester Stallone e Arnold Schwarzenegger incansavelmente caçarem criminosos. Isso sem contar os grandes diretores que tomaram para si o gênero criminal no cinema realizando algumas das maiores obras-primas da sétima arte, vide Francis Ford Coppola, Martin Scorsese e Brian De Palma. Hoje, a remodelação deste tipo de produção para a audiência é a forma do “baseado em crimes reais”. O público de hoje tem demonstrado cada vez mais apetite por biografias, sejam as musicais (com cantores e cantoras), sejam elas criminais. Talvez por criarem um elo mais forte com a vida real. O fato pode ainda ser considerado uma extensão dos documentários seriados investigativos que também abordam tais crimes. Aliás, muitas séries de ficção com atores de Hollywood interpretando figuras reais, possuem sua contraparte na forma de série documental.

Pensando nisso, resolvemos trazer para você nada menos do que 13 programas lançados somente no ano de 2022, que abordam alguns dos crimes mais famosos dos últimos anos e que viraram séries com artistas renomados para você conferir nas mais variadas plataformas de streaming – todos já devidamente disponíveis no Brasil. Confira abaixo.

Leia também: ‘Pacto Brutal: O Assassinato de Daniella Perez’ e as séries documentais sobre crimes nos streamings

Candy

Essa é uma das mais novas a chegar ao Brasil, tendo estreado recentemente na Star+. A jovem Jessica Biel dá continuidade à sua função de produtora depois da série The Sinner e volta a investir numa produção criminal, esta baseada numa história real. Biel também estrela o programa de 5 episódios no papel titular de Candace ‘Candy’ Montgomery, uma dona de casa devota a Deus, casada e mãe de família, que matou com 41 machadadas a esposa de seu amante – se vendo livre da cadeia ao alegar autodefesa. O curioso é que a mesma história vai ganhar ainda outra série, desta vez com Candy interpretada por Elizabeth Olsen em Love and Death para a HBO Max.
Onde Assistir: Star+.

The Thing About Pam

No Brasil, uma das plataformas que mais tem se mostrado interessante para séries adultas é a Star+, que recebe as produções da Hulu, por exemplo. Esta, no entanto, é obra da Blumhouse Television e da NBC. Quem estrela aqui é a atriz duas vezes vencedora do Oscar Renée Zellweger enterrada debaixo de quilos de maquiagem para viver Pam Hupp, condenada pelo assassinato de pelo menos duas pessoas, e que mentiu em corte incriminando outra pessoa que quase pagou pelos crimes cometidos por ela. Esse foi o primeiro trabalho da estrela após sua segunda vitória no Oscar por Judy – Muito Além do Arco-Íris (2019).
Onde Assistir: Star+.

Pam & Tommy

Seguindo pelas séries da Hulu que vieram para a Star+ aqui no Brasil, essa foi um dos maiores sucessos da primeira metade do ano. Muito alardeada devido à incrível transformação física que os atores Lily James e Sebastian Stan sofreram para se transformar em Pamela Anderson e Tommy Lee, o programa narra a relação conturbada de ‘vida loca’ da dupla que estava no auge da fama e que deixou um escândalo envolvendo uma fita de vídeo íntima que veio a público (se tornando o primeiro caso em larga escala deste tipo) jogar um banho de água fria em suas carreiras (em especial na dela).
Onde Assistir: Star+.

Inventando Anna

Talvez o maior sucesso de popularidade desta lista, chega agora uma minissérie da Netflix em 9 episódios, que serviu para demonstrar toda a versatilidade da jovem ainda subestimada Julia Garner. Na trama, ela vive Anna Delvey, uma vigarista se passando por uma herdeira alemã milionária a fim de se beneficiar dos contatos da alta sociedade de Nova York – com vários “almoços grátis”. Uma jornalista desconfia da história, passa a persegui-la para desmascará-la. Essa é uma criação de Shonda Rhimes, uma das maiores showrunner da atualidade.
Onde Assistir: Netflix.

A Escada

Aqui temos uma das minisséries mais elogiadas desta primeira metade de 2022, baseada num dos crimes mais hediondos e recentes da história dos EUA. A trama sórdida já havia dado origem a um famoso documentário seriado e este ano finalmente ganhou sua versão fictícia. Quem interpreta os principais jogadores aqui são o vencedor do Oscar Colin Firth e a indicada Toni Collette. Eles interpretam o casal apaixonado e acima de qualquer suspeita Michael e Kathleen Peterson. Quando a tragédia se abate, a mulher é encontrada morta após supostamente ter caído da escadaria de sua casa. Ainda de luto, o escritor precisa lidar com o fato de que agora é o principal suspeito da morte da esposa. O programa conta ainda com os nomes de Juliette Binoche, Sophie Turner e Dane DeHaan.
Onde Assistir: HBO Max.

Black Bird

Um dos mais recentes a estrear, essa minissérie da Apple+ teve sua estreia mundial no dia 8 de julho. A criação aqui é de Dennis Lehane, autor dos livros que deram origem aos ótimos Sobre Meninos e Lobos (2003) e Ilha do Medo (2010). Quem estrela essa história real é o talentoso Taron Egerton no papel de James Keene, jovem condenado a 10 anos de prisão sem direito a condicional, que termina por fazer um acordo incrível e perigoso com o FBI: retirar a confissão de outro preso, Larry Hall (o também ótimo Paul Walter Hauser), acusado de ser um infame serial killer, a fim de diminuir sua pena.
Onde Assistir: Apple+.

The Girl from Plainville

Outra história muito famosa nos EUA, que já ganhou seu próprio documentário na HBO Max. Mas aqui, falamos da versão “fictícia” abrilhantada pelo talento da jovem Elle Fanning no papel principal de Michelle Carter – e a semelhança física entre Fanning e Carter existe por si só sem o uso de maquiagem, e com maquiagem então é que a coisa fica assombrosa. Carter foi acusada de incitar através de mensagens de texto no celular o suicídio de um jovem amigo / namorado altamente depressivo. Pelo crime, a jovem mórbida ficou presa durante um ano.
Onde Assistir: Starz Play (Não confundir com Star+).

The Dropout

Voltamos para uma série original da Hulu. O item acima também é original da mesma plataforma, mas por alguma razão no Brasil não caiu no streaming Star+ como esse. Aqui também temos outra jovem atriz loirinha protagonizando – desta vez o show é da indicada ao Oscar Amanda Seyfried. Ela vive Elizabeth Holmes, fundadora da empresa Theranos, que pretendia revolucionar o setor de saúde com sua tecnologia inovadora. O título do programa se refere ao fato de Holmes ter abandonado a faculdade de engenharia química. Holmes foi condenada por fraude após ter alegado descobertas revolucionárias para a indústria, que nunca existiram.
Onde Assistir: Star+.

Tokyo Vice

Quem estrela aqui é o jovem Ansel Elgort, que tem seus próprios problemas pessoais com acusações criminosas. Mas voltando para a série, ele vive o jornalista americano Jake Adelstein, que se aventurou numa empreitada desafiadora, conquistando a difícil vaga no jornal japonês mais renomado do país. Sabe aquela história do difícil mesmo é aprender japonês, pois bem, o sujeito não só aprendeu, como passou no teste para escrever na língua num dos empregos mais requisitados pelos próprios japoneses. Ele começa a investigar um assassinato, recebe ajuda de policiais e começa a bater de frente com a organização criminosa Yakuza, uma das máfias mais temidas do mundo.
Onde Assistir: HBO Max.

A Cidade é Nossa

Outra série policial com foco na investigação criminal. Quem protagoniza é o truculento Jon Bernthal na pele de Wayne Jenkins, oficial da polícia à frente da força-tarefa de rastreamento de armas do departamento de Baltimore. Baseado no livro do jornalista Justin Fenton, o programa de 6 episódios retrata a ascensão e queda desta divisão. A minissérie recebeu elogios rasgados dos críticos.
Onde Assistir: HBO Max.

Gaslit

Tendo a musa do cinema Julia Roberts como protagonista, só podíamos esperar um programa envolvendo um dos maiores crimes da história dos EUA, que sobe até o último nível do alto escalão do poder. O foco aqui é o escândalo político de Watergate nos anos 70, quando o então presidente Richard Nixon deu seu aval para que escutas ilegais fossem implantadas na sede de campanha da oposição. A série usa uma abordagem moderna para contar uma das histórias que ficou esquecida durante o caso e que foca na personagem de Roberts, Martha Mitchell, socialite famosa da época, esposa do leal procurador geral de Nixon, John N. Mitchell (vivido por um irreconhecível Sean Penn). A mulher “dá com a boca no trombone”, delatando secretamente o escândalo.
Onde Assistir: Starz Play.

Bônus 1: Em Nome do Céu

Aqui, colocamos essa série como bônus pelo fato de que ainda não estreou no Brasil. A minissérie chega muito em breve no Star+, no dia 10 de agosto, após ter feito sucesso nos EUA. Protagonizado pelo indicado ao Oscar Andrew Garfield, que interpreta um detetive investigando um assassinato ocorrido dentro de sua congregação. O crime irá colocar sua fé à prova, a abalando. Esse é um dos seriados mais esperados da segunda metade do ano, em especial por contar com nomes talentosos em seu elenco, que incluem (além de Garfield) Daisy Edgar-Jones, Sam Worthington, Rory Culkin e Wyatt Russell.
Onde Assistir: Star+.

Bônus 2: Phoenix Rising – Renascida das Cinzas

A ideia da lista era ter somente produções fictícias que representassem crimes reais, mas aqui resolvei trapacear um pouco e incluir um documentário. Mas não um documentário qualquer, e sim um que dá voz a uma das jovens estrelas de Hollywood, relatando em primeira mão um crime horrendo sofrido por ela. Quem protagoniza esse corajoso relato em dois episódios é Evan Rachel Wood, estrela da série de sucesso da HBO Max, Westworld. A jovem atriz usa o espaço para relatar sua experiência como vítima sobrevivente de abuso doméstico e encorajar outras mulheres e não sofrerem caladas, tomando seu lugar de empoderamento.
Onde Assistir: HBO Max.

Ator revela imagens inéditas dos bastidores de ‘Willow’, nova série do Disney+

Joonas Suotamo, ator que interpreta o bizarro Scourge na série de ‘Willow‘, postou em suas redes sociais duas fotos de bastidores ao lado da atriz Erin Kellyman, uma foto no set de filmagens de ‘Han Solo: Uma História Star Wars‘, e a outr a nova série do Disney+.

Suotamo, que deu vida ao Chewbacca em Han Solo, compartilhou as imagens das duas obras fantásticas em que ele trabalhou ao lado de Kellyman, mostrando um “antes e depois” dos dois atores juntos, através do Instagram.

Confira:

Veja um vídeo promocional dos bastidores:

Relembre o trailer:

Jonathan Kasdan e Wendy Mericle entram como showrunners.

A trama introduz novos personagens ao encantado reino de fadas rainhas e monstros de duas cabeças, além de trazer de volta o seu herói, Willow Ufgood.

Warwick Davis retorna como o personagem titular. O elenco ainda conta com Erin Kellyman, Ellie Bamber, Tony Revolori, Ruby Cruz, Amer Chadha-Patel, Dempsey Bryk, Talisa Garcia, Rosabell Laurenti SellersRalph Ineson.

Stephen Woolfenden fica responsável pela direção do episódio piloto.

Ron Howard, diretor do filme original, entra como produtor da série.

‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’ conquista SEIS indicações ao Globo de Ouro 2023

A aclamadíssima comédia sci-fi ‘Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo‘ (Everything Everywhere All At Once) se tornou um dos melhores filmes não apenas do ano – e conquistou nada menos que 6 indicações ao Globo de Ouro 2023.o

A produção disputa nas categorias de Melhor Filme – Comédia ou MusicalMelhor Roteiro Melhor Direção para a dupla Daniel Kwan e Daniel SchienertMelhor Atriz em Filme – Comédia ou Musical para Michelle YeohMelhor Ator Coadjuvante para Ke Huy QuanMelhor Atriz Coadjuvante para Jamie Lee Curtis.

Os vencedores serão anunciados no dia 10 de janeiro.

Na trama, uma imigrante chinesa é arrastada para uma aventura insana, onde ela deve salvar o mundo ao explorar outros universos conectados com a vida que ela poderia ter vivido.

O elenco ainda conta com Stephanie HsuJenny SlateHarry Shum Jr. e James Hong.

‘Avatar: O Caminho da Água’ conquista duas indicações ao Globo de Ouro 2023

Avatar: O Caminho da Água nem ao menos foi lançado nos cinemas, mas já está abrindo caminho na temporada de premiações.

O longa-metragem conquistou duas indicações ao Globo de Ouro 2023, disputando na categoria de Melhor Filme de Drama, enquanto James Cameron foi relembrado na categoria de Melhor Direção.

Os vencedores serão anunciados no dia 10 de janeiro.

Lembrando que o filme chega aos cinemas nacionais no dia 15 de dezembro.

O corte final da sequência tem 3 horas e 10 minutos, sendo 28 minutos mais longo que o primeiro filme.

O primeiro capítulo de Avatar teve nada menos que 162 minutos de duração (isso é, quase duas horas e quarenta minutos) – e o cineasta já havia adiantado que quer ir além na sequência.

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

O filme estrela Zoe Saldana, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

‘Os Banshees de Inisherin’: Tragicomédia com Colin Farrell e Brendan Gleeson conquista OITO indicações ao Globo de Ouro 2023

‘Os Banshees de Inisherin’, tragicomédia estrelado por Colin FarrellBrendan Gleeson, fez bonito durante o anúncio dos indicados ao Globo de Ouro 2023 e se tornou a produção mais indicada da edição, com oito nomeações.

A produção disputa em categorias como Melhor Filme – Comédia ou MusicalMelhor Direção Melhor Roteiro para Martin McDonaghMelhor Ator em Filme – Comédia ou Musical para Farrell e Melhor Ator Coadjuvante para Gleeson e Barry Keoghan.

Os vencedores serão anunciados em 10 de janeiro.

Martin McDonagh fica responsável pela direção e pelo roteiro.

Ambientado em uma remota ilha na costa oeste da Irlanda, The Banshees of Inisherin gira em torno dos amigos de longa data Pádraic (Farrell) e Colm (Gleeson), que se veem em um impasse quando Colm inesperadamente coloca um fim na amizade. Um embasbacado Pádraic, auxiliado pela irmã e por um jovem morador da ilha, luta para reparar o relacionamento, recusando-se a aceitar não como resposta. Mas os esforços repetitivos de Pádraic apenas reforçam a decisão do amigo e, quando Colm dá um ultimato desesperado, os eventos escalam exponencialmente, com consequências chocantes.

Kerry Condon e Barry Keoghan também fazem parte do elenco.

‘Wandinha’: Jenna Ortega é indicada ao Globo de Ouro 2023!

‘Wandinha’, série derivada de A Família Addams estrelada por Jenna Ortega, vem fazendo um enorme sucesso ao redor do mundo e conquistou nada menos que duas indicações ao Globo de Ouro 2023.

Ortega disputa pela estatueta de Melhor Atriz em Série – Comédia ou Musical por seu papel como a personagem titular, enquanto a obra em si foi nomeada na categoria de Melhor Série – Comédia ou Musical.

Os vencedores serão anunciados em 10 de janeiro.

A série é um mistério investigativo e sobrenatural que traça os anos de Wandinha como estudante na Escola Nunca Mais, enquanto ela tenta dominar sua habilidade psíquica emergente, frustrar uma monstruosa matança que aterrorizou a cidade local e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais há 25 anos – tudo isso ao mesmo tempo em que mergulha em complicados relacionamentos sociais.

O elenco também traz Luiz Gusman como Gomez, Issac Ordonez como Pugsley e Fred Armisen como Tio Chico.

O roteiro é escrito por Alfred Gough e Miles Millar, mais conhecidos por criar e produzir a série de sucesso ‘Smallville‘.

Para quem não sabe, ‘A Família Addams foi criada pelo cartunista Charles Addams, em 1938, como tiras para a revista The New Yorker. Os personagens geraram séries live-action e animadas, livros, vídeo games e até mesmo um musical, que foi exibido no Brasil em 2012, com Daniel Boaventura e Marisa Orth como o casal Gomez e Morticia Addams.

No cinema, a criação gerou A Família Addams, grande sucesso de bilheteria de 1991, e, 2 anos depois, A Família Addams II’, ambos dirigidos por Barry Sonnenfeld. Anjelica Huston e Raul Julia interpretaram o casal Addams. Christopher Lloyd foi o Tio Fester e Christina Ricci viveu Wednesday Addams (Wandinha).

‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’: Angela Bassett conquista uma indicação ao Globo de Ouro 2023

Os indicados ao Globo de Ouro 2023 foram revelados hoje (12) e o adorado Pantera Negra: Wakanda para Sempre’ não ficaria fora da lista de indicados.

Angela Bassett, que interpretou a Rainha Ramonda no longa-metragem, disputa na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante, enquanto Rihanna foi indicada à Melhor Canção Original pela música “Lift Me Up”.

Os vencedores serão anunciados no dia 10 de janeiro.

Confira:

Lembrando que ‘Pantera Negra 2‘ continua em exibição nos cinemas.

No filme, o mundo de Wakanda se expande. Após a morte do ator de T’Challa (Chadwick Boseman) o foco de Wakanda para Sempre’ são os personagens em volta do Pantera Negra. Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milage lutam para proteger a nação fragilizada de outros países após a morte de T’Challa. Enquanto o povo de Wakanda se esforça para continuar em frente neste novo capítulo, a família e amigos do falecido rei precisam se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o), integrante dos Cães de Guerra, e Everett Ross (Martin Freeman). Em meio a isso tudo, Wakanda ainda terá que aprender a conviver com a nação debaixo d’água, Talokan, e seu rei Namor (Tenoch Huerta).

‘Top Gun: Maverick’ conquista duas indicações ao Globo de Ouro!

Top Gun: Maverick‘ chegou aos cinemas em maio e se tornou um fenômeno de público e crítica, arrecadando US$ 1,4 bilhão mundialmente.

Agora, o longa-metragem começou a fazer sua entrada na temporada principal de premiações e conquistou duas indicações ao Globo de Ouro. A produção disputa pela estatueta de Melhor Filme – Drama, enquanto Lady Gaga concorre ao prêmio de Melhor Canção Original por “Hold My Hand” (sendo esta a sexta indicação da cantora e atriz).

Os vencedores serão anunciados no dia 10 de janeiro de 2023.

Lembrando que o filme chega à Paramount+ em 22 de dezembro.

Mundialmente, o filme ultrapassou ‘Pantera Negra‘ (US$ 1,347 bilhão), ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2‘ (US$ 1,342 bilhão), ‘Star Wars: Os Últimos Jedi‘ (US$ 1,332 bilhão) e ‘Vingadores: Era de Ultron‘ (US$ 1,402 bilhão) e se tornou a 12ª maior bilheteria de todos os tempos.

Vale lembrar que o longa também representa a maior arrecadação – doméstica, internacional e global – da carreira do astro Tom Cruise.

E aí, você já assistiu?

Confira a nossa crítica:

A nova produção mostra Pete “Maverick” Mitchell (Cruise) diante de um dos desafios mais difíceis dos seus 30 anos de serviço: ele é selecionado para treinar uma equipe de graduados TOP GUN em uma missão da qual nenhum piloto vivo jamais participou.

Dirigido por Kosinski e com roteiro de Christopher McQuarrie e Peter Craig, o filme estrela Tom Cruise, Miles Teller, Val Kilmer, Kelly McGillis, Jennifer Connelly, Glen Powell, Monica Barbaro, Thomas McKenzie, Charles Parnell, Jay Ellis, Bashir Salahuddin, Danny Ramirez, Jon Hamm e Ed Harris

‘Pânico 2’ faz 25 ANOS; Confira 10 curiosidades sobre a produção!

A saga Pânico é uma das mais revolucionárias do gênero do terror e partiu da mente de ninguém menos que Wes Craven, que já havia nos agraciado anos antes com o impactante A Hora do Pesadelo. A jornada slasher protagonizada por Neve Campbell como a icônica Sydney Prescott deu vida a um dos antagonistas mais memoráveis do cinema, Ghostface, e deu origem a uma série de filmes e de séries de TV que são constantemente revisitadas para inspiração.

Pânico estreou em 1996 e trouxe metalinguagem para o terror e o suspense com afeição e solidez nunca antes vistas – e seu sucesso sem precedentes resultou em outros seis filmes (o próximo deles com estreia programada para março de 2023). Entretanto, hoje (12) celebramos o 25º aniversário da segunda entrada da franquia, Pânico 2’, uma das melhores sequências de todos os tempos que continuou revivendo o slasher de modo competente – e bastante sanguinolento.

Para tanto, separamos uma breve lista com dez curiosidades sobre o longa-metragem.

Confira abaixo:

META-META-FILME

Pânico já é uma homenagem a tantos outros filmes de terror, mas o que acontece quando existe um filme dentro de um filme? Bom, foi a isso que Craven nos apresentou com Pânico 2’. A cena de abertura se passa no lançamento de ‘Stab’, longa inspirado nos assassinatos de Woodsboro – cujas sequências foram dirigidas por ninguém menos que Robert Rodriguez (‘Pequenos Espiões’).

GHOSTFACE VIVE

O roteirista Kevin Williamson teve a ideia para uma continuação enquanto escrevia o roteiro do primeiro filme, percebendo que havia mais para a história do que já havia sido apresentado. Pânico 2’ começou a ser rodado apenas seis meses depois do lançamento do primeiro capítulo e estreou menos de um ano depois de seu predecessor.

QUEM MATOU… TODO MUNDO?

O elenco não havia sido informado da identidade do assassino até o último dia das filmagens. Mais do que isso, os atores não receberam as últimas dez páginas do roteiro até que o momento certo chegasse. Todos os membros assinaram cláusulas de confidencialidade que os impediam de contar aos outros a resolução da história e a identidade do novo Ghostface.

O TERROR NUNCA ACABA

O filme originalmente acabava com uma cena estrelada por outro Ghostface, observando a paisagem do topo da torre de sino do campus da faculdade. Fãs especulam até hoje que essa aparição era, na verdade, o assassino de Pânico 3’ (2000).

O PREÇO DO SUCESSO

Pânico’ fez um sucesso sem precedentes quando lançado em 1996 – e o anúncio de sua sequência viria a deixar diversos estúdios assustados com lançamentos de grande calibre. Para não competirem com a estreia de Pânico 2’, as aclamadas produções ‘007 – O Amanhã Nunca Morre’‘Titanic’ mudaram de data com receio de que seriam ofuscadas pelo slasher.

MATILDA EM PÂNICO

Poucas pessoas sabem disso, mas Pânico 2’ reaproveitou um cenário bastante famoso da indústria cinematográfica. Lembram-se da casa das Omega Beta Zeta, de onde CiCi (Sarah Michelle Gellar) é arremessada pela sacada e morre? Pois bem, esse casarão é o mesmo usado como a mansão da Srta. Trunchull (Pam Ferris) no adorado filme infantil Matilda (1996).

VOLTANDO DOS MORTOS

Matthew Lillard interpretou um dos assassinos em Pânico e, como já era de se esperar, teve uma morte bastante trágica (e sangrenta). Entretanto, Lillard fez uma breve aparição ao fundo de uma festa de faculdade em Pânico 2’ (não como seu personagem predecessor é claro). O ator pode ser visto aos 35 minutos do filme.

MUDANÇAS DE ÚLTIMA HORA

Pânico 2’ foi alvo de vazamentos durante as filmagens. O roteiro havia sido disponibilizado pela internet, revelando que os assassinos seriam Derek (Jerry O’Connell) e Hallie (Elise Neal). Por isso, Williamson teve que retrabalhar na história e mudar a identidade dos serial killers.

CARTAS DE AMOR

Como já sabemos, a saga Pânico é conhecida por referenciar diversas obras clássicas do cinema – mas a primeira sequência superou todas as expectativas ao fazer alusão a nada menos que 34 longas-metragens, incluindo ‘Showgirls’‘O Guarda-Costas’‘O Mistério de Candyman’‘O Poderoso Chefão’ ‘Aliens – O Resgate’.

UMA IMPRESSÃO E TANTO

David Warner, que interpretou o diretor de teatro Gus em Pânico 2’, foi pessoalmente escolhido por Craven para uma breve aparição. Craven havia ficado bastante impressionado com a atuação de Warner em ‘A Profecia’ e decidiu chamá-lo. Além disso, o ator havia feito audição para viver Freddy Krueger em A Hora do Pesadelo, mas o papel foi dado a Robert Englund.

Após prêmios no Emmy, série cancelada pela Netflix pode ser RESGATADA

Uma das séries mais queridas que foi cancelada este ano pela Netflix, ‘O Clube das Babás‘, levou para casa dois prêmios neste fim de semana no Children & Family Emmys, dando assim impulsão para o show ganhar uma nova chance e oportunidade para receber a sua 3ª temporada.

Os prêmios de roteiro e programa infantil abrem margem para novas discursões e, desse modo, trazer a série de volta à vida por outro estúdio. Alegadamente, os produtores estão abertos a uma nova série ou até filme para TV. Como o programa é baseado em uma franquia de livros, muita coisa poder ser feita futuramente.

Até um anúncio dessa volta seja oficializado, a Variety entrevistou uma das produtoras da série, que falou sobre como o futuro do show parece promissor.

“Estamos falando sobre isso de uma forma muito preliminar, falando se podemos levar a série para outro lugar. Ou se poderíamos fazer talvez como um filme, como uma espécie de encerramento especial”, disse a produtora executiva Rachel Shukert.

“As meninas obviamente estão mais velhas agora, crescem muito rápido. Então acho que teríamos que definir isso um pouco no futuro. Mas há muito amor pela série e por esses personagens, e sou muito grata por isso. Mesmo depois da série não ter sido renovada para uma terceira temporada, foi tão reconfortante e gratificante ver quanto amor havia pelo show. E esses prêmios do Emmy é meio que a cereja do bolo”, conclui.

A Netflix havia cancelado oficialmente ‘The Baby-Sitters Club‘ depois de apenas duas temporadas.

“Eu queria fazer parte do universo que a Ann M. Martin criou desde que eu tinha 7 anos e, por duas temporadas, eu tive essa oportunidade,” afirmou a showrunner Rachel Shukert. “Foi um sonho se tornando real. Apesar de estar de coração partido por não poder retornar à Stoneybrook para mais 20 temporadas, estou orgulhosa da nossa série incrível. Agradeço a Netflix por nos dar a oportunidade de apresentar essas personagens para uma nova geração.”

A trama acompanha os dramas e aventuras das pequenas Kristy (Sophie Grace), Mary-Anne (Malia Baker), Claudia (Momona Tamada), Stacey (Shay Rudolph) e Dawn (Xochitl Gomez) enquanto enfrentam os desafios de abrir seu próprio negócio: um serviço de babás.

Originalmente publicado como uma série de apenas quatro livros em 1986, ‘The Baby-Sitters Clubs‘ ainda permanece como a saga literária infanto-juvenil mais bem sucedida na história das publicações, com mais de 200 obras licenciadas em mais de 20 países e com mais de 180 milhões de cópias impressas até hoje.

Os livros já foram adaptados para a TV, ainda em 1990, em uma série com apenas 13 episódios exibidos pela HBO. Em 1995, a saga ganhou um longa, intitulado ‘O Clube das Babás‘, estrelado por Rachel Leigh Cook, Schuyler Fisk, Bre Blair e Tricia Joe.

A cantora e atriz Georgia Holt, mãe de Cher, morre aos 96 anos

De acordo com o Deadline, faleceu no último domingo (11) a cantora, atriz e modelo Georgia Holt aos 96 anos. O anúncio foi feito pela filha e também cantora, a lendária estrela pop Cher, nas redes sociais, neste domingo (11).

Cher não revelou a causa da morte da mãe nem confirmou se o óbito ocorreu no dia do anúncio. Holt chegou a ser hospitalizada no início do ano.

Veja o anúncio da cantora pelo Twitter:

“Mamãe se foi.”

“Mamãe tem ficado doente. Ela acabou de sair do hospital. Ela teve pneumonia. Ela está melhorando”, disse a cantora em publicação ainda em setembro.

Georgia Holt nasceu em Kensett, no Arkansas, em 1926. Prodígio, já aos 6 anos cantou pela primeira vez em uma rádio de Oklahoma City. Fez sucesso com papéis na televisão e no cinema na década de 1950, além de atuar como modelo.

Em 1980, gravou o álbum “Honky Tonk Woman”, que contou com o apoio de integrantes da banda de Elvis Presley. O disco inclui um dueto com a filha Cher, no single “I’m Just Your Yesterday“.

‘The Boys’: Vídeo nos leva aos bastidores da 3ª temporada; Confira!

A 3ª temporada de The Boys estreou há vários meses no Prime Video e, agora, a plataforma de streaming divulgou um novo vídeo nos levando aos bastidores do mais recente ciclo.

Confira:

Recentemente, Jeffrey Dean Morgan (‘Supernatural’) e Valorie Curry (‘The Following’) se juntaram ao elenco da 4ª temporada, que já está em gravação.

Por enquanto, não há informações sobre o personagem de Morgan, enquanto Curry vai interpretar a heroína Firecracker, que aparentemente é uma personagem original.

Susan Heyward (‘Orange Is The New Black’) também foi confirmada no elenco como Sister Sage.

Além disso, Cameron Crovetti, que interpreta o filho do Capitão Pátria, foi promovido ao elenco regular do próximo ciclo. O ator havia aparecido em caráter recorrente nas temporadas anteriores, mas faz sentido seu personagem ter mais destaque no quarto ano – considerando o cliffhanger envolvendo o Ryan no último episódio da terceira temporada.

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.

Produtor de ‘Patrulha do Destino’ fala sobre MUDANÇAS na equipe de heróis

O produtor Jeremy Carver, em entrevista ao site Screen Rant, contou que se ‘Patrulha do Destino‘ ganhar mais temporadas, é possível que teremos algumas alterações na formação do time do grupo de heróis.

“Olha, essa mudança faria muito sentido, e não posso comentar muito, mas para mim temos a Patrulha do Destino e a família Patrulha do Destino. Se eu consigo imaginar diferentes versões de ambas? Claro que sim, mas no futuro”, disse Carver.

No entanto, ainda não foi confirmado se a DC encomendará mais temporadas da série, mas a resposta do produtor parece muito otimista, o que dá a entender que teremos algumas histórias pela frente.

A 4ª temporada de ‘Patrulha do Destino‘ (‘Doom Patrol’) chegou à HBO Max e a plataforma divulgou o trailer dos próximos episódios da iteração.

Confira:

Criada por Jeremy Carver (‘The Exorcist’), a série é baseada nos quadrinhos da DC Comics.

Os membros da Doom Patrol sofreram acidentes horríveis que lhes deram habilidades sobre-humanas, mas também os deixaram marcados e desfigurados. Traumatizados e oprimidos, a equipe encontrou um propósito através de The Chief, que os reuniu para investigar os fenômenos mais estranhos existentes e proteger a Terra do que eles encontram.

O elenco conta com Diane Guerrero, April Bowlby, Matt Bomer, Brendan Fraser, Riley Shanahan, Matthew Zuk, Joivan Wade, Michelle Gomez e Timothy Dalton.

Ashley Johnson, a Ellie dos games, tem papel revelado na série de ‘The Last of Us’

Segundo informações do Entertainment Weekly, a atriz e dubladora Ashley Johnson, que interpretou a Ellie no jogo original ‘The Last of Us‘ criado pela Naughty Dog, será a mãe da personagem na nova série da HBO.

O último trailer mostrou Johnson chorando e segurando um bebê. A EW confirmou, através de uma descrição de personagem, que a atriz vai interpretar Anna, “uma mulher grávida, sozinha e em fuga, que deve dar à luz em uma das mais terríveis circunstâncias”.

Confira abaixo o momento em que Johnson aparece:

Lembrando também que Troy Baker, ator e dublador que interpretou Joel na franquia de videogames, também estará na série. O ator dará vida a James, um dos homens de David, personagem importante da trama.

HBO Max divulgou também um novo teaser de ‘The Last of Us‘. Confira, junto ao recente trailer:

A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.

O elenco ainda conta com Gabriel Luna, Merle Dandridge, Nick Offerman, Anna Torv, Merle DandridgeNico ParkerJeffrey PierceCon O’NeillMurray Bartlett, Natasha Mumba Storm Reid.

Peter Hoar (‘Demolidor’), Kantemir Balagov (‘Uma Mulher Alta’), Ali Abbasi (‘Sheiley’), Jasmila Zbanic (‘Quo Vadis, Aida’), Craig Mazin (‘Chernobyl’), Neil Druckmann (criador do jogo), Liza Johnson (‘Barry’) e Jeremy Webb (‘The Umbrella Academy’) fazem parte do time de diretores.

A trama se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel, um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.

A série foi criada por Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.