Na trama, Mickey (Pattinson) faz parte de um programa espacial de colonização e sempre é enviado para missões perigosas, quase suicidas. Se morrer, ele é clonado e boa parte de suas memórias são recuperadas. Mas, após seis mortes, ele começa a entender o porquê de seu cargo nunca ter sido ocupado antes.
Apesar de ‘Stranger Things‘ estar chegando ao fim, o universo da série ainda não está pronto para dizer adeus.
A Netflix anunciou oficialmente o spin-off ‘Stranger Things: Histórias de 85‘, uma série animada cuja história será ambientada entre a segunda e a terceira temporada da produção original.
“Conseguimos capturar a magia de Hawkins de outra forma. Nossa história se passa entre as temporadas 2 e 3, mas descobrimos que nada é exatamente como eles pensavam,” declarou o showrunner Eric Robles.
Sem data de estreia, a produção está programada para 2026.
Vale lembrar que a 5ª (e última) temporada de ‘Stranger Things‘ será dividida em três partes:
Volume 1: 26 de novembro, às 22h Volume 2: 25 de dezembro, às 22h Episódio final: 31 de dezembro, às 22h
Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente. Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.
Na trama, três melhores amigas de infância — Jane, Coco e Sophie — planejam uma luxuosa viagem só para garotas em um spa em Palm Springs. A tranquila viagem para relaxar de suas carreiras e responsabilidades familiares rapidamente se transforma em caos quando sua amiga descontrolada, Mel, invade suas férias.
O ator Robert Pattinson quase teve que se submeter a um momento bizarro em seu novo filme, intitulado ‘Good Time‘.
Durante uma entrevista ao talk show Jimmy Kimmel Live!, o astro revelou que quase gravou uma cena sexual com um cachorro.
Na versão final da tomada, ele está tentando controlar um cão violento dentro de um quarto, quando um traficante invade o local e começa a acalmar o animal fazendo carinho gentilmente.
No entanto, a premissa original era bem diferente, conforme disse Pattinson:
“Havia um traficante de drogas que surge no local e eu estava dormindo ao lado do cão, o masturbando. O diretor ficou insistindo para que eu fizesse a cena pra valer e para que eu não fosse covarde, mas decidi perguntar ao treinador se isso seria possível. Segundo ele, o cachorro estava apto para reproduzir, então bastaria massagear sua coxas. Mas eu me recusei a fazer isso”.
Confira a entrevista:
A Paris Filmes anunciou que distribuirá o filme ‘Good Time‘ nos cinemas nacionais, ainda sem previsão de estreia.
O filme policial conta a história de Constantine Nikas (Pattinson), que após um malsucedido assalto a banco, vê seu irmão sendo preso e embarca em uma odisseia no submundo da cidade em que vive, numa tentativa cada vez mais desesperada e perigosa para tirar seu irmão da prisão.
Ao longo de uma noite repleta de adrenalina, Constantine encontra-se em uma onda de violência e caos enquanto ele corre contra o relógio para salvar seu irmão e ele mesmo, sabendo que suas vidas estão por um fio.
Dirigido pelos irmãos Josh e Benny Safdie (de ‘Só Deus Sabe’), o longa reúne ainda os atores Jennifer Jason Leigh (‘Os Oito Odiados’) e Barkhad Abdi (‘Capitão Phillips’).
O longa, inclusive, está entre as selecionadas para a mostra competitiva de Cannes.
O mais novo projeto de Taika Waititi, ‘Jojo Rabbit‘, ganhou sua primeira imagem. Nela, é possível ver o cineasta no papel de Hitler, sentado logo ao lado da atriz Scarlett Johansson.
Confira:
O vencedor do Oscar, Sam Rockwell, estrelará a produção ao lado de Scarlett Johansson. O ator viverá um capitão nazista que comanda um campo de Hitler para jovens.
Johansson dará vida ao papel da mãe de um jovem garoto do exército de Hitler, que também é membro da Resistência.
A trama acompanha a história de um garotinho de 10 anos que sente falta de seu pai e sonha com uma versão adorável de Hitler, para lhe fazer companhia.
Escrito pelo próprio Waititi, ‘Jojo Rabbit‘ promete não ser um filme que vai tentar romantizar a figura do Führer. Segundo o roteirista, o personagem será bobão e cativante a abordagem será feita pela mente da criança, que costuma ser mais imaginativa e um pouco dúbia.
Confira a sinopse oficial:
“‘Jojo Rabbit’, de Taika Waititi, mistura seu humor de assinatura, compaixão e personagens profundamente convincentes em uma sátira da Segunda Guerra Mundial sobre um menino de dez anos que, ridicularizado por seus amigos e incompreendido por sua mãe, não consegue descobrir como se encaixar. À medida que o jovem alemão ingênuo luta para entender seu lugar em um regime cada vez mais fascista, ele recorre a um amigo imaginário que pode oferecer conselhos e ajudá-lo a lidar com as circunstâncias”.
‘Vingadores: Ultimato’ já está em exibição nos cinemas e a produção tem feito os fãs se emocionarem profundamente com a dramaticidade da narrativa.
Durante a sessão de estreia da sequência naCinemark Cuiabá, nesta quinta-feira, 25, um homem sofreu um ataque epilético. A crise gerou pânico geral dentro do cinema, com o restante do público temendo pela saúde do rapaz, que tinha crises intensas e parecia ter dificuldades para respirar. Considerando o seu quadro clínico, é possível que a ansiedade, estresse ou nervosismo tenham sido gatilhos para desencadear a reação.
O incidente acabou mobilizando os presentes na sessão, que solicitaram a paralisação do filme, para que o homem pudesse receber os primeiros cuidados. Embora o atendimento da rede de cinemas tenha demorado cerca de 20 minutos, profissionais vieram ao socorro do rapaz – que já apresentava melhoras, retirando-o da sala, com o auxílio de uma cadeira de rodas.
O filme foi interrompido por cerca de 10 minutos, período utilizado para prestar os atendimentos ao rapaz, e logo em seguida a equipe técnica da Cinemark voltou 20 minutos do longa, dando sequência na sessão.
Na sessão das 19h10 do UCI New York City Center, no Rio de Janeiro, um homem também passou mal. Ele teve queda de pressão e teve que deixar a sessão, voltando meia hora depois. A exibição não chegou a ser interrompida.
Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.
De maneira misteriosa, a trama começa pelo início do fim. Se apresentando como um grande teaser, que visa saltar os olhos e inundar a mente da audiência com perguntas que – claramente – não serão respondidas em primeira instância, Little Fires Everywhereinicialmente instiga a audiência a se infiltrar pelas rachaduras das famílias brancas e “perfeitas” de uma pequena e elitista cidade dos Estados Unidos, em meio à insurgência de uma suposta ameaça social, que promete trazer à luz o racismo, o preconceito, a homofobia e tantas outras mentiras tão bem guardadas entre quatro paredes.
(Photo by: Erin Simkin/Hulu)
Inspirando sua abordagem inaugural no formato de Alfred Hitchcock em Festim Diabólico, a produção é original da Hulu e futuramente será transmitida pelo Brasil pelo streaming da Amazon – Prime Video. Em primeira instância, ela entrega ao público um crime sem resposta, destrinchando suas camadas e inebriando nossos sentidos gradativamente, em uma jornada social que promete tragar o público para as entranhas de um tempo de desigualdades que, ainda que seja relatado nos anos 90, nunca esteve tão atual como agora.
Bem produzida logo de cara, Little Fires Everywhere traz aquela estética noventista nostálgica, mas faz isso com tanta naturalidade, que é capaz de confundir os nossos olhos. Entre jeans surrados em visuais mais básicos, madeixas cacheadas e volumosas que destacam as raízes afro-americanas, cabelos lisos e alinhados com spray e ombreiras extravagantes de terninhos mais ajustados – porém exagerados, a série é uma banquete em todos os seus designs, do figurino à produção, destacando uma época que gradativamente tem voltado à moda, mas que carrega em sua essência um passado tenebroso de violência policial, conflitos entre raças e mudanças sociais que redefiniriam a cultura americana.
(Photo by: Erin Simkin/Hulu)
E a minissérie majoritariamente roteirizada pela própria autora do livro, Celeste Ng, é esse emaranhado de fatos, que cercam uma trama fictícia tão cativante e realista, que quase beira o histórico. Com mulheres protagonistas tomando a linha de frente da narrativa, a adaptação traz Reese Witherspoon e Kerry Washington em suas melhores formas, como duas mães nascidas e crescidas em uma mesma geração, que trazem backgrounds absolutamente distintos, regados por maneirismos, tradições, imposições e pressões marcadas por suas respectivas classes sociais, cor da pele e acesso (ou não) às oportunidades.
Abordando a maternidade por uma ótica franca e unapologetic, a minissérie desafia os nossos sentidos, nos provoca a cada quadro, nos levando gradativamente a uma percepção e a uma imagem maior sobre sua verdadeira essência e objetivo. Profundo e cheia de complexidades, o roteiro se desabrocha sobre o papel da mulher nos anos 90 – em meio aos contextos aos quais foram submetidas, o peso de suas escolhas e trazendo confrontos sobre questões raciais que ainda geram debates acalorados em pleno ano 2020.
(Photo by: Erin Simkin/Hulu)
Com um elenco de jovens atores que surpreende com facilidade e é capaz de conduzir a trama por conta própria, Little Fires Everywhere sabe dosar seu drama e seu desenvolvimento com precisão, tomando a audiência pela mão desde o começo. Explorando a estética da época com um frescor artístico – que ainda conta com uma deliciosa trilha sonora, a minissérie também produzida por Witherspoon e Washington pode até ser um pouquinho caricata demais nas caracterizações de suas duas protagonistas, mas revigora o poder que atrizes mais maduras possuem em contar uma boa história. E essa, promete ser genuinamente excepcional.
A banda Coldplay está de volta com um novo e eletrizante hit, intitulado “Higher Power”. E adotando uma estratégia completamente inusitada, o lançamento da nova canção foi feita diretamente no espaço.
O grupo de rock inglês, conhecido pelos hinos “Paradise”, “Yellow”, ‘The Scientist” e “Viva la Vida”, se conectou com a Estação Espacial Internacional (ISS) para conversar com o astronauta francês Thomas Pesquet sobre a vida no espaço.
Na ocasião, eles ainda compartilharam o videoclipe da faixa, que reúne “aliens” dançarinos em holograma, com a banda fazendo a performance diante de uma pilha de containers.
Trazendo uma atmosfera oitentista, com ares de synthpop, a canção traz uma batida eletrizante e vibrante.
A atriz Melanie Lynskey, protagonista da popular série ‘Yellowjackets‘, receberá um prêmio honorário no Festival de Cinema de Miami. A informação foi compartilhada pela Variety.
Segundo a publicação, Lynskey será agraciada com o Precious Gem Award, no dia 12 de abril. Após a homenagem, ela participará de um bate-papo a respeito de sua carreira e legado. O prêmio honorário é entregue à artistas que se destacam na indústria cinematográfica e que possuem uma contribuição duradoura.
A diretora do programa do festival, Lauren Cohen, compartilhou seu entusiasmo com a entrega do prêmio:
“Estamos tão empolgados por poder honrar o incrível talento de Melanie Lynskey no Festival de Cinema de Miami 2025. Seu retrato cativante e cheio de nuances de Shauna em ‘Yellowjackets’ eleva os riscos da série a um nível totalmente novo. Estamos absolutamente entusiasmados por poder celebrar a notável carreira de Melanie Lynskey em Miami este ano”.
Lynskey estreou no cinema com ‘Almas Gêmeas‘, drama dirigido e co-roteirizado por Peter Jackson. Atualmente, a atriz dá vida à Shauna na aclamada série ‘Yellowjackets‘. Sua performance lhe rendey duas indicações ao Emmy, um Critics Choice Award e um Gotham Award. Seus créditos anteriores incluem ‘Não Olhe Para Cima‘, ‘As Vantagens de Ser Invisível‘, ‘O Desinformante!‘, ‘Já Não Me Sinto em Casa Nesse Mundo‘, ‘Amor Sem Escalas‘, entre outros.
Criada por Ashley Lyle e Bart Nickerson (‘Narcos’), a série é descrita como uma mistura de “sobrevivência épica, terror psicológico e drama”.
Uma equipe de talentosas estudantes se tornam improváveis sobreviventes de um acidente de avião, que cai em uma área remota e isolada. Enquanto acompanhamos a jornada delas de sobrevivência, vemos a vida que elas tentam reconstruir 25 anos após o acontecimento, provando que o passado nunca fica para trás.
“Meu irmão estuda uma religião afro-brasileira há anos e fala português fluentemente. Ele vai ao Brasil duas vezes por ano, então escuto música brasileira o tempo todo”, revela Kate Hudsonem entrevista exclusiva ao CinePOP, ao lado de Hugh Jackman. A frase, dita em resposta direta a uma pergunta sobre música brasileira, por conta do seu irmão Boston Russell, acaba funcionando como um elo inesperado entre o público do país eSong Sung Blue: Um Sonho a Dois, lançado no Brasil em 29 de janeiro,— um filme atravessado por conexões improváveis e personagens comuns que encontram na música um idioma universal para sobreviver.
Além dos protagonistas da trama, o diretor Craig Brewer participou do bate-papo exclusivo e refletiu sobre o peso emocional da história, a cultura americana de celebração de heróis anônimos e a relação íntima entre música, dor e sobrevivência. Não por acaso, Song Sung Blue rendeu a Kate Hudson sua segunda nomeação ao Oscar, vinte e cinco anos depois de Penny Lane, em Quase Famosos, reunindo Hudson eHugh Jackman em registros bem distintos daqueles que os tornaram figuras centrais do cinema comercial.
Hugh Jackman e Kate Hudson em entrevista exclusiva com Letícia Alassë (Foto: reprodução/ Youtube)
Eternamente associada às comédias românticas dos anos 2000, Kate Hudson revela aqui uma potência vocal e dramática raramente explorada. Hugh Jackman, por sua vez, mundialmente reconhecido pelo corpo indestrutível e pela fúria contida de Logan, surge propositalmente envelhecido, dessaturado de glamour. Ambos são moldados para parecer personagens que o tempo e a vida já desgastaram — uma escolha que desloca o foco do carisma das estrelas para a dignidade silenciosa de Mike e Claire.
A música como abrigo emocional
Letícia Alassë (CinePOP): É um enorme prazer falar com vocês. Vocês estão incríveis.
Letícia: Claro que não é surpresa, já que acompanho a carreira de vocês. Kate, lembro de você em Quase Famosos, Como Perder um Homem em 10 Dias… e Hugh, O Rei do Show é espetacular.
Minha pergunta é: vocês chegaram a conhecer Claire ou a interagir com os filhos dela para ajudar a construir seus personagens?
Kate Hudson: Tivemos muita sorte de conhecer Rachel, a filha. Ela foi central para o Craig desde o início. Para mim e para o Hugh, ela trouxe muita cor emocional sobre como era a relação com os pais e com o padrasto. Conhecer Claire também foi um presente — ter esse acesso mudou tudo para mim.
Hugh Jackman: Claire e Rachel estiveram muito presentes no set. Claire me trazia pequenos presentes todos os dias. No primeiro dia, ela me deu um cordão de Mike; e o último dia, ela me deu o colete original dele, aquele com lantejoulas da bandeira americana. Foi muito simbólico. Eles estavam realmente investidos na história.
Letícia: E, para nós que somos estrangeiros, Sweet Caroline, do Neil Diamond, é um hino para as pessoas dos Estados Unidos. Qual é a relação de vocês com essa música?
Kate Hudson: Acho que todo mundo já viveu pelo menos uma experiência com essa música. Seja em karaokês, casamentos, bar mitzvahs… é aquela canção que sempre termina com todo mundo cantando junto.
Hugh Jackman: No mundo inteiro, na verdade. Na Austrália é gigante. Em estádios, corridas… vi um vídeo outro dia com 120 mil pessoas cantando juntas, bebendo e celebrando juntos. Não cantam Sweet Caroline no Carnaval? Letícia: Não (risos), não no carnaval. Conhecemos a canção, mas não como nos Estados Unidos, em todos casamentos… Kate Hudson: Vamos fazer isso acontecer. Quando conhecemos o Neil Diamond, descobrimos que até a família dele mantém o ritual. Se alguém diz “so good”, todos respondem “so good, so good”. Eles mantêm isso vivo até em casa.
Letícia: A música no filme ajuda os personagens a atravessarem questões como alcoolismo e depressão. Vocês têm alguma canção que recorrem em momentos difíceis?
Kate Hudson:Fake Plastic Trees (Radiohead), River (Joni Mitchell) e Don’t Think Twice, It’s Alright. (Bob Dylan)
Hugh Jackman:Beautiful World, do Colin Hay, e Tenterfield Saddler, do Peter Allen.
Letícia: E música brasileira para festa, vocês conhecem?
Kate Hudson: Meu irmão estuda uma religião afro-brasileira há anos e fala português fluentemente. Ele vai ao Brasil duas vezes por ano, então escuto música brasileira o tempo todo, só não sei dizer os nomes.
Momento engraçado durante a entrevista entre Hugh Jackman e Kate Hudson (Foto: reprodução/ Youtube)
Letícia: Rapidinho, uma recomendação: Lineker é uma das maiores cantoras do Brasil hoje. Ela acabou de ganhar um Grammy Latino [entrevista realizada em novembro].
Minutos depois, a conversa muda de tom. Sai o corpo dos intérpretes, entra o olhar de quem rege. Craig Brewer surge como o maestro desse musical de superação, articulando uma trajetória autoral que sempre encontrou na música e nos personagens à margem seu eixo dramático.
O contadores de histórias extraordinárias
Dentro de uma filmografia muito específica do cinema americano recente, de Ritmo de Um Sonho (2005) a Meu Nome é Dolemite(2019) passando por Footloose – Ritmo Contagiante(2011), Brewer construiu uma carreira marcada por personagens à margem, movidos por música, desejo de reconhecimento e uma fé quase obstinada na própria voz.
Craig Brewer em entrevista com Letícia Alassë (Foto: reprodução/ YouTube)
Mais do que um diretor interessado em performances intensas, o cineasta se mostra um raro caçador de histórias capaz de identificar, em trajetórias aparentemente pequenas, um potencial cinematográfico genuíno. Em Song Sung Blue: Um Sonho a Dois, essa sensibilidade reaparece e a escolha de Hugh Jackman e Kate Hudson são certeiras.
Letícia: Crescer em Memphis, cercado por figuras como Elvis Presley, B.B. King e Johnny Cash, influenciou sua sensibilidade para contar histórias como essa, sobre pessoas comuns que acabam ganhando o mundo?
Craig Brewer: Quando você vive e ama Memphis, Tennessee, precisa entender o que realmente tornou aquela música tão grande — e o que criou o rock’n’roll. Eram pessoas sem dinheiro, sem poder, tentando sobreviver. Esse ambiente gerou o blues, o country, e tudo isso colidiu em jovens que conviviam entre culturas diferentes, como Elvis, que cresceu próximo de músicos como B.B. King.
Estar nesse lugar é entender que a grande arte nasce da luta. Quando vi o documentário sobre Mike e Claire [homônimo de Greg Kohs], senti imediatamente que os conhecia. Sei qual é essa batalha porque tenho muitos amigos que amam música, mas estão longe de ser ricos ou famosos. Eles lutam para pagar o aluguel.
E, ali, estava esse casal tentando criar uma família, sendo apenas uma banda tributo, tentando entreter pessoas. Tragédia após tragédia, obstáculo após obstáculo, e mesmo assim eles continuavam. E continuavam também um pelo outro. Achei ali uma história de amor surpreendentemente refrescante, algo que eu não via no cinema há muito tempo.
Letícia: Muitos acontecimentos parecem inacreditáveis, mas são reais. Houve algo que você precisou romantizar ou reorganizar para funcionar melhor no cinema?
Craig Brewer: Conversei com a família desde o início sobre a necessidade de sermos criativos. Não acho que haja nada que seja exatamente falso, mas certamente peguei eventos de momentos diferentes e os reorganizei, intensificando emoções.
Um exemplo: a Rachel, filha deles, me contou que quando chegou ao hospital após o acidente da mãe, o pai confidenciou que estava tendo um ataque cardíaco. Pensei no peso absurdo disso para uma adolescente — a mãe gravemente ferida e, diante dela, o pai passando mal.
No filme, isso virou um momento em que personagens que nem sempre estavam em harmonia se unem em uma situação extrema, quando ela precisa salvá-lo com o desfibrilador. Tudo parte de algo real, sempre ancorado na verdade, mas com liberdade criativa na forma de contar.
Letícia: Gostaria de ter mais tempo para conversar, mas por enquanto só posso parabenizá-lo. E espero que, no futuro, você conte também uma história ligada à música brasileira.
Depois de 25 anos, Kate Hudson é indicada ao Oscar novamente.
Longe de se tornar um fenômeno de bilheteria, o filme parece ter encontrado seu público de maneira silenciosa, sustentado mais pelo boca a boca e pela curiosidade em torno de seus protagonistas do que por um impulso comercial consistente. Há algo coerente nessa trajetória discreta: a própria história que ele conta rejeita a lógica do sucesso estrondoso e se alinha a uma ideia mais íntima de reconhecimento, aquela que nasce da persistência e do afeto, não do espetáculo.
É esse contraste que torna simbólica a nomeação que colocouSong Sung Blue: Um Sonho a Dois noradar do Oscar 2026. Mesmo com chances reduzidas diante de atuações mais arrebatadoras da temporada — como a performance amplamente celebrada de Jessie Buckley em Hamnet —, o filme ocupa um lugar curioso na corrida: menos como favorito, mais como sinal de um trabalho contínuo de valorização artística, liderado por Kate Hudson e sustentado por uma campanha discreta, mas consistente. O longa deCraig Brewerparece, portanto, ecoar o destino de seus próprios personagens: talvez não alcance o palco principal, mas insiste em cantar até o último acorde.
Assista a entrevista completa com Hugh e Kate no Youtube:
O drama religioso ‘Eu Só Posso Imaginar’, baseado na canção ‘I Can Only Imagine’, do cantor e compositor Bart Millard, surpreendeu em sua estreia nos Estados Unidos e arrecadou US$ 17 milhões na última sexta-feira (16),
Com distribuição Paris Filmes, assista o trailer nas versões dublada e legendada:
Criada por Bart Millard, vocalista da banda norte-americana MercyMe, a música é o single de maior sucesso do grupo e exprime sua jornada autobiográfica de superação e fé. No cinema, o atorJ. Michael Finley dá vida a Millard, o jovem que sofreu durante a infância com o pai abusivo, interpretado por Dennis Quaid.
Em pouco menos de 2 minutos, o trailer revela a conturbada relação de Bart com sua família e seu encontro com a fé por meio da música. Enquanto Millard se distancia do convívio com seu pai, ele persegue o sonho de cantar e usa sua dor como inspiração para desenvolver sua carreira. Nesta missão, o artista reencontra o amor, e é surpreendido por ensinamentos de fé, que irão ajudá-lo a perdoar e transformar seu pai.
A canção que inspirou o filme ganhou dois Dove Awards em 2002, dos quais um foi na categoria “Música Pop/Contemporânea do Ano” e outro na categoria “Música do Ano“.
A emissora TNT está apostando alto nas adaptações dos livros do autor Caleb Carr. Após o sucesso de ‘The Alienist’, agora a continuação da história, intitulada ‘The Angel of Darkness’ (O Anjo das Trevas), também será adaptada para a TV.
A trama mostra o Doutor Laszlo Kreizler em busca de um novo criminoso. Dessa vez, Laszlo e seus ajudantes precisam descobrir o paradeiro da filha de um famoso diplomata espanhol. Para piorar a situação, os Estados Unidos e a Espanha estão à beira de uma guerra.
Massacrado pela crítica em seu lançamento, Space Jam: O Jogo do Século virou um fenômeno quase cult nas décadas seguintes. Por isso, a molecada que se apaixonou pelo filme durante a infância cresceu sonhando com uma sequência para ver novamente seus animais antropomórficos favoritos voltando às quadras com um astro da NBA.
Depois de anos de rumores, Space Jam: Um Novo Legado chegou aos cinemas e ajudou a consolidar o streaming da Turner, o então HBO Max, durante os tempos de pandemia. Apesar de ainda não ter o sucesso parecido com o do original, a sequência conquistou alguns fãs. Pensando neles, o CinePOP reuniu 10 curiosidades que você talvez não conheça sobre o filme. Confira!
Longo Processo
Por mais que Space Jam: O Jogo do Século (1996) tenha sido questionado, houve planos para uma sequência. No rascunho original, a continuação teria Pernalonga e seus amigos convocando novamente Michael Jordan para ajudá-los a enfrentar um novo alienígena sem noção, o ‘Bersek-O!’. No entanto, o ídolo do Chicago Bulls não quis se envolver novamente com cinema, então os planos foram cancelados. Com isso, a Warner começou a trabalhar em um projeto chamado ‘Spy Jam’, que traria o Jackie Chan para uma trama de espionagem ao lado do Patolino. Só que o longa não foi pra frente e acabou se transformando no rascunho inicial para Looney Tunes: De Volta à Ação (2003).
Rumores
Ao longo dos anos 2000, houve uma série de rumores sobre uma sequência de Space Jam estrelada pelo ‘sucessor natural’ de Michael Jordan na hierarquia do basquete norte-americano: o astro dos Lakers,Kobe Bryant. E apesar dos fãs fazerem forte campanha, isso nunca ocorreu. Em 2018, quando LeBron James já estava envolvido no projeto de Um Novo Legado, ele fez um convite para Bryant fazer uma participação, mas o ‘Black Mamba’ disse que só participaria do filme se pudesse ser o diretor da aventura. Vale lembrar que Kobe ganhou o Oscar de Melhor Curta de Animação em 2018 pelo curta ‘Dear Basketball‘. Infelizmente, Kobe Bryant faleceu em janeiro de 2020, em um acidente de helicóptero.
Conturbado
Inicialmente, Justin Lin seria o diretor da sequência. Porém, ele decidiu deixar o cargo após receber o convite para dirigir Velozes & Furiosos 9 e Velozes & Furiosos 10. Como Justin já tinha uma história com a saga, achou que seria como “voltar ao lar”. O problema é que ele acabou se indispondo com Vin Diesel, astro da franquia, e abriu mão de cerca de 20 milhões de dólares para não dirigir o décimo filme. Segundo relatos da época, o ator chegava atrasado aos sets, estava fora de forma e esquecia suas falas.
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Após décadas de rumores, a sequência de Space Jam foi oficializada em setembro de 2018, quando LeBron James e sua produtora lançaram a imagem acima das redes sociais. Além de LeBron e o Pernalonga, a imagem confirmava Terence Nance (Uma Super-Simplificação de Sua Beleza), que veio para o lugar de Justin Lin, e Ryan Coogler, que estava no auge com Pantera Negra, como produtor.
Mudanças
Infelizmente, cerca de um anos após o anúncio oficial,Terence Nance deixou o projeto por divergências criativas. Na época, os fãs lembraram das declarações de Joe Pytka, diretor do filme original, dizendo que uma eventual sequência estaria amaldiçoada e fadada ao fracasso, porque não haveria outro jogador capaz de repetir o fenômeno de popularidade de Michael Jordan. Para o lugar dele, a Warner chamou Malcolm D. Lee, de Todo Mundo em Pânico 5 (2013), que tocou o projeto até o final.
Homenagem
Lançado em 2021, Space Jam: Um Novo Legado acabou servindo como uma grande homenagem ao Space Jam original. Como O Jogo do Século chegou aos cinemas em 1996, a sequência estreou no aniversário de 25 anos da aventura dos Looney Tunes com o craque Michael Jordan. Isso deixa as referências e piadas ainda mais especiais.
Lesão
Nos anos 90, Jordan gravou sua participação em Space Jam enquanto passava pelo recondicionamento físico para voltar às quadras (ele tinha acabado de sair do baseball). Durante as filmagens de Um Novo Legado, LeBron estava se recuperando de uma lesão grave na virilha, que o afastou das quadras por 17 jogos. Para manter a forma, James malhava “feito um cavalo”, segundo Don Cheadle, durante as gravações.
ILM
Metade do filme se passa com os Looney Tunes animados em 2D. Os efeitos luminosos do filme foram feitos pela Industrial Light & Magic, empresa tradicionalíssima de Hollywood. Entretanto, apesar de estar por trás de praticamente todos os sucessos do cinema norte-americano, essa foi apenas a segunda vez que a ILM trabalhou com personagens animados em um live action. A primeira havia sido em Uma Cilada Para Roger Rabbit, em 1988.
Cancelado
Originalmente, o filme teria uma cena com Pepe Le Gambá vivendo no universo de Casablanca. Nela, o gambá tentaria dar um beijo na atriz Greice Santo, que recusaria as investidas do personagem, assim como fazia com a gatinha na animação original. A ideia estava no filme de Terence Nance, mas Malcolm D. Lee achou melhor exclui-la do corte final por achar que estaria promovendo o assédio.
Vilões
No filme original, os vilões roubavam os talentos dos maiores destaques da NBA dos anos 90 e absorviam as habilidades tocando em uma bola de basquete. Na sequência, Al. G. Ritmo (Don Cheadle) usou as habilidades de grandes destaques da NBA e WNBA que foram escaneados pelo filho do LeBron para seu videogame. O timaço do mal foi composto por Klay Thompson, Anthony Davis, Damian Lillard, Diana Taurasi, Nneka Ogwumike.
O verão começou no Brasil. Entre outras características típicas da estação mais quente do ano, uma das principais para o mundo do cinema é a chegada de uma boa comédia brasileira. Durante um tempo, esse bastão foi carregado com louvor pelo ator Paulo Gustavo, que sempre lançava seus filmes nessa época do ano e arrebatava milhões de espectadores nas salas. Com sua partida precoce e com a reabertura total do cinema, a grande responsabilidade de entreter o público brasileiro foi assumida agora por duas de suas grandes amigas,Tatá Werneck e Ingrid Guimarães, que chegam juntas na última semana do ano ao circuito nacional com o longa ‘Minha Irmã e Eu’.
Mirian (Ingrid Guimarães) é a irmã mais velha de Mirelly (Tatá Werneck). As duas passaram a infância no interior do Goiás, onde nasceram, mas, depois de atingirem determinada idade, seus caminhos se separaram por completo: Mirelly foi morar no Rio de Janeiro, onde trabalha em contato direto com celebridades, e Mirian ficou na cidade de Rio Verde, onde se casou cedo com Jayme (Márcio Vito), teve dois filhos – JaymeJúnior (Jaffar Bambirra) e Marcelly (Nina Baiocchi) – e cuida da mãe, Dona Márcia (Arlete Salles), que foi morar com ela por um tempo e nunca mais saiu. Às vésperas da festa de aniversário de 75 da mãe, Mirian insiste para que a irmã Mirelly venha até sua cidade natal, onde tem uma conversa séria com ela sobre sua corresponsabilidade de cuidar da mãe também, alegando ser sua vez de receber a mãe em casa. Porém, Mirelly vive de aparências e, por isso, se recusa a receber a mãe, mas Dona Márcia acaba ouvindo a conversa e decide sumir no mundo. Agora as duas irmãs terão que deixar suas diferenças de lado e rodar todos os cantos para encontrar a mãe de volta.
O principal elemento que define se um filme de comédia irá funcionar ou não é o entrosamento entre os atores principais. Se há química, é risada garantida – e esse é o caso de Ingrid e Tatá. Juntas as duas personagens se metem em um monte de confusões, que funcionam tanto isoladamente quanto dentro do contexto do filme. Ao mesmo tempo, esse entrosamento é tal qual ocorre com as personagens: no início do filme parece meio truncado, mas, aos poucos a coisa vai fluindo mais naturalmente. Assim, fica fácil rir de Tatá se fazendo passar por Sandy ou falando em velocidade x2 num áudio, ou de Ingrid descobrindo a não monogamia dos famosos.
Responsável pelas trilogias ‘Minha Vida em Marte’ e ‘Minha Mãe é uma Peça’, a cineasta Susana Garcia acerta uma vez mais em ‘Minha Irmã e Eu’, centrando a história (original de Tatá e Ingrid) em duas irmãs com ambições de vida diferentes, mas que, no fundo, se amam e se respeitam, mas que diante do distanciamento oriundo do mundo adulto se deixam controlar pela frustração cotidiana, o que impacta na forma de se relacionar e de enxergar a própria mãe. Uma vez mais Susana se debruça sobre o universo familiar e, particularmente, sobre o universo feminino, construindo, com leveza, os temas do seu filme, que, ao final, emociona sem a gente nem perceber o que está acontecendo. Não se surpreenda se uma ou duas lágrimas escaparem.
Com uma trilha sonora deliciosa, cenários encantadores e participações hilárias de Iza, Lázaro Ramos, Taís Araújo e outros talentos, ‘Minha Irmã e Eu’ é a comédia certa para o verão e para começar o novo ano em alto astral. Divertida, engraçada e convidando um quentinho ao coração do espectador, é um ótimo filme para seguir o legado de fim de ano deixado por Paulo Gustavo.
O reinado de Nicollette Sheridan como Alexis Carrington chegou ao fim. A atriz, conhecida também por seu papel na dramédia ‘Desperate Housewives’, está deixando a série da ‘Dynasty’, da The CW. O papel ganhará outra intérprete, mas ainda nenhuma confirmação foi feita.
“Nicollette Sheridan deixará ‘Dynasty’ para focar em algumas responsabilidades familiares”, a CW e a CBS Television Studios declararam. “Ela sempre foi uma valiosa adição ao show e desejamos que tenha muito sucesso no futuro”.
Sheridan apareceu como Alexis em meados da primeira temporada, e sua última será em março. Sua saída é precedida por Nathalie Kelley, que deu vida a Cristal Flores Carrington e saiu no final da primeira temporada antes de ser substituída por Ana Brenda Contreras. James Mackay, que interpretou Steven Carrington, também deixou o drama.
Joan Collins interpretou Alexis Carrington no show original.
Se há algo que sempre está presente na maioria das séries televisivas contemporâneas é o álcool.
Desde produções como ‘Friends’ e ‘How I Met Your Mother’ até dramas de época como ‘Penny Dreadful’ e fantasias medievais como ‘Game of Thrones’, percebemos que grande parte dos personagens, sejam eles protagonistas e coadjuvantes, tem um apreço por bebidas alcoólicas que, de fato, contribui para compreendermos suas ações, suas jornadas e suas complexas personalidades.
Recentemente, o site de apostas online Cassino Betway divulgou uma interessante pesquisa que analisa com didáticos infográficos o consumo de álcool por populares personagens da TV. Vale lembrar que foi levada em consideração apenas as primeiras temporadas das séries analisadas, tendo em vista que tipos de bebidas são mais consumidas, em que quantidade e quais marcas reconhecíveis os telespectadores conseguem identificar.
A pesquisa também utilizou o sistema de unidades de álcool, utilizado pelo NHS (Serviço Nacional de Saúde britânico), em que uma unidade equivale a 10ml do líquido puro.
Nos múltiplos gráficos acima, por exemplo, percebemos que nomes como a icônica Monica Geller (Courteney Cox), de ‘Friends’, e Hannah Horvath (Lena Dunham), de ‘Girls’, ficaram em uma posição consideravelmente baixa, enquanto Don Draper (Jon Hamm), de ‘Mad Men’, e Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker), de ‘Sex and the City’, provaram ser alguns dos maiores beberrões das séries.
Mas isso não é tudo: como fica bem claro, o vinho, seja ele branco ou tinto, parece ser a bebida mais adorada dos nossos personagens, representando 35% de alcoólicos consumidos pelos personagens. O drink em questão é visto em peso em séries como ‘Friends’, que tem consumo médio de 2 unidades por episódio e, no total, 150 copos tomados. Já em ‘GoT’, marcado também por grandes festas regadas a álcool, personagens como o excêntrico e problemático Tyrion Lannister (Peter Dinklage) viraram cerca de 128 drinks nas primeiras temporadas.
Ainda assim, a comédia ‘Parks and Recreation’ se tornou a recordista dos temas analisados. Na hilária e premiada narrativa estrelada por Amy Poehler, o elenco se deliciava com garrafas e mais garrafas de cerveja, chegando a consumir 6,5 unidades por episódio e um total de 546 drinks (ainda não sabemos como nenhum dos personagens entrou em coma alcoólico depois dessa).
O whisky e o bourbon também não ficaram de fora do estudo: o refinamento estético de ‘Mad Men’ não se isola apenas nas investidas técnicas, mas também numa tradução orgânica da década de 1960 nos controversos personagens, principalmente no diretor de criação Don Draper (já mencionado em alguns parágrafos acima). Afinal, a produção é ambientada em Nova York da década de 1960 e, levando em conta que se preza a refletir o cenário da Madison Avenue e das agências de publicidade da época, nada mais coerente que o protagonista se conectasse com as bebidas em questão: ao longo dos episódios, Don tinha consumo recorde de 11 unidades por capítulo, virando 336shots.
O breve estudo também deixa claro que idade não necessariamente significa sabedoria. Como é possível ver no último gráfico, quanto mais velhos os personagens são, mais tendenciosos a encontrar escapismo na bebida eles se tornam – e é bem provável que isso tenha a ver com estresse.
A nova série da HBO, ‘The Third Day‘, ganhou um novo trailer oficial que anuncia o adiamento da produção para o outono norte-americano. Não se sabia o dia exato que o primeiro episódio será exibido.
Na trama, Sam (Jude Law) é levado até uma misteriosa ilha na costa britânica onde encontra um grupo de pessoas participam pra um culto macabro.
Na segunda parte, “Winter”, Helen (Harris), uma forasteira de boas intenções, vai para a mesma ilha para procurar respostas, mas sua chegada precipita uma complicada batalha.
Através do Twitter, a diretora Patty Jenkins respondeu a algumas perguntas de fãs sobre o vindouro ‘Mulher-Maravilha 1984’ – incluindo sobre a jornada extenuante de escolha do design da vilã Mulher-Leopardo (Kristen Wiig).
Quando questionada sobre o quão difícil a tarefa foi, Jenkins foi bastante categórica, dizendo que: “[foi] extremamente difícil. Queríamos que ficasse fantástico e isso acabou sendo bem complexo. Primeiro, encontrar o mais incrível design; depois descobrir como executá-lo foi uma longa jornada. Acabou sendo uma mistura de efeitos visuais e práticos, mas valeu bastante a pena”.
Extremely hard. We wanted it to look fantastic and that ended up being very complex. First, the most incredible design then figuring out how to execute it was a long journey. It ended up being a mix of practical and visual effects but it was worth it to make it look amazing! https://t.co/gdXcM4zTjC
A Warner Bros. anunciou um novo adiamento de ‘Mulher-Maravilha 1984‘ nos cinemas nacionais.
Devido a pandemia de Coronavírus que fechou as salas de cinema do país, o estúdio preferiu empurrar a estreia da ação em duas semanas.
Ao invés de 1º de Outubro, o filme da Amazona agora chega no dia 15 de Outubro. As informações são do Portal Exibidor.
O estúdio também adiou ‘Tenet‘, que agora tem estreia prevista para 24 de setembro.
Confira a sinopse oficial:
“Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?”
Segundo o site Giant Freaking Robot, Christopher Nolan está considerando comandar um novo filme do ‘Batman’ após a performance bem abaixo do esperado de ‘TENET’ nos cinemas.
Ainda sem muitos detalhes confirmados, a notícia indica que a decisão vem em virtude do fracasso de bilheteria do recente drama sci-fi do diretor, que foi lançado em meio à crescente pandemia do COVID-19 e arrecadou apenas US$362,9 milhões ao redor do mundo – não chegando ao valor necessário de US$400 milhões para arcar com todos os custos.
Vale lembrar que Nolan e os executivos da Warner Bros. tiveram calorosas discussões após o fraco índice financeiro do longa-metragem e pelo fato da companhia resolver lançar todos os seus filmes programados para 2021 simultaneamente nos cinemas e na plataforma da HBO Max. Dessa forma, não se sabe como a situação entre as duas partes ficará caso o projeto siga em frente.
O cineasta não é estranho ao universo do super-herói em questão, visto que ficou responsável pela aclamada e premiada trilogia composta pelos filmes ‘Batman Begins’, ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas’ e ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge’.
E você? Gostaria de ver Nolan retornar ao panteão da DC?
Armado com apenas uma palavra – Tenet – e lutando pela sobrevivência do mundo inteiro, o Protagonista viaja através de um mundo crepuscular de espionagem internacional em uma missão que irá desenrolar em algo para além do tempo real. Não viagens no tempo. Inversões.
O thriller de ação ‘Gunpowder Milkshake‘, estrelado por Karen Gillan (‘Guardiões da Galáxia’) e Lena Headey (‘Game of Thrones’) ganhou um incrível pôster oficial e data de estreia: 14 de julho.
Confira:
Originalmente descrito como uma mistura violenta entre ‘Kill Bill‘ e ‘No Ritmo de Fuga‘, o longa foi classificado pelo MPA para maiores de 18 anos (rated-R) por “extrema violência sangrenta e linguagem”.
“Sam (Gillan) tinha apenas 12 anos quando sua mãe Scarlet (Headey), uma assassina de elite, foi forçada a abandoná-la. Sam foi criado pela Firma, um sindicato do crime cruel para o qual sua mãe trabalhava. Agora, 15 anos depois, Sam seguiu os passos de sua mãe e se tornou uma assassina feroz. Ela usa seus “talentos” para limpar as bagunças mais perigosas da empresa. Ela é tão eficiente quanto leal.
Mas quando um trabalho de alto risco dá errado, Sam deve escolher entre servir a firma e proteger a vida de uma menina inocente de 8 anos, Emily (Chloe Coleman). Com um alvo nas costas, Sam tem apenas uma chance de sobreviver: reunir-se com sua mãe e suas associadas letais: as bibliotecárias (Angela Bassett, Michelle Yeoh e Carla Gugino).
Agora, essas três gerações de mulheres devem aprender a confiar umas nas outras, enfrentar a Firma e seu exército de capangas e levantar o inferno contra aqueles que podem tirar tudo delas.”
Depois do sucesso sem precedentes da trilogia ‘Rua do Medo’, na Netflix, R.L. Stine foi homenageado mais uma vez ao fechar acordo com o Disney+ e ter os direitos da série de quadrinhos ‘Just Beyond’ adquiridos para uma adaptação aos moldes da Casa Mouse – isso é, uma investida mais destinada ao público jovem. É claro que essa releitura seriada, desenrolada em oito episódios de meia hora cada, segue os passos de tantas outras obras de Stine, como ‘Goosebumps’, mas deixa de lado o teor arrepiante em prol de mensagens que explorem a independência, o empoderamento e os laços familiares e de amizade que são extremamente importantes para o desenvolvimento pessoal.
De certo modo, as escolhas estéticas e técnicas são bastante práticas dentro do restrito escopo em que a série se insere. O time de roteiristas e diretores é bem diverso, mas é notável como o propósito de todos eles é mastigar temas complexos de serem analisados – e levados a espectadores mais novos – e entregá-los com um profundo didatismo que, por vezes, se mostra cansativo e sem muita ousadia. De qualquer forma, o resultado é exatamente o que esperávamos de uma produção desse calibre e, em suma, destina-se a um entretenimento sem grandes reviravoltas e que pode ser aproveitado em um final de semana qualquer ao lado da criançada.
O compilado de capítulos parte das mais diversas temáticas para dar vida às narrativas: McKenna Grace estrela o piloto ao interpretar Veronica, uma adolescente que deseja, a todo custo, mudar o mundo – mas que deixa seu lado mais rebelde levar a melhor e força os pais a mandá-la para um internato que mais se assemelha a um campo de treinamento militar. Lá, ela percebe que as outras meninas agem de forma estranha, como se tivessem sofrido lavagem cerebral; pouco depois, descobre que a diretora da escola, Srta. Genevieve (Nasim Pedrad), utiliza meios controversos para controlar as garotas e transformá-las em personagens saídas diretamente do clássico ‘Mulheres Perfeitas’. Como é possível ver, não há quaisquer resquícios de originalidade ou de ambição – mas Seth Grahame-Smith, criador da série, não tem desejo de fugir do óbvio, e sim abraçar as fórmulas e arquitetar um microcosmos nostálgico e prático.
A mesma ideia se alastra para as outras iterações: Gabriel Bateman e Arjun Athalye vivem melhores amigos que desconfiam que os pais sejam alienígenas – apenas para descobrir que a tênue linha que separa o bizarro do normal é muito mais densa do que aparenta; Rachel Marsh e Jy Prishkulnik interpretam adoráveis bruxinhas que navegam pelo falso moralismo e pelo preconceito velado de sua escola (uma metáfora bem-vinda, ainda que abrandada, às minorias sociais); Megan Stott lida com uma “maldição” de família no quarto episódio, encarnando a protagonista Olivia e insurgindo como um estandarte do que significa enfrentar os medos e superá-los; e Cyrus Arnold dá vida ao inesperado protagonista Trevor (que é, também, o antagonista de sua própria jornada de amadurecimento).
Nada é muito fora da curva – e, por esse motivo, não corre o risco de sofrer muito com pedantismos e tentativas falhas de carregar um peso maior do que consegue. Porém, mesmo com as boas intenções e o fato de servir como plataforma para uma nova geração de atores e de atrizes (aliás, o próprio conflito intergeracional entra como mote para vários capítulos), há certos elementos que falham em entregar o que deveriam e que poderiam ser mais bem explorados. A brevidade da antologia é como uma faca de dois gumes: à medida que não cansa os espectadores com histórias longas e prolixas demais, deixa uma sensação agridoce de frustração e incompletude; no season finale, por exemplo, qualquer exercício de aproximação entre Sam (Cedric Joe) e Andy (Malcolm Barrett) é varrido para debaixo do tapete, descartado como um pedaço de plástico; em “We’ve Got Spirits, Yes We Do”, a belíssima delineação dos fantasmas e da insegurança de Ella (Lexi Underwood) sofre do mesmo mal – e, eventualmente, caminha para lugar nenhum.
A imagética da produção é algo evocativo ao extremo e, por essa razão, não consegue arquitetar uma identidade única – pelo contrário, se mostra apaixonada por investidas anteriores próprias de canais como Boomerang e Warner Bros. (vide a clássica série ‘A Hora do Arrepio’, exibida entre 2001 e 2002 e parte do panteão de Stine). Da mesma maneira, as mensagens finais são bem otimistas, porém, como já mencionado inúmeras vezes, tendo como público-alvo um grupo muito específico de pequenos que talvez não tenham discernimento para compreender a multiplicidade da vida e daqueles que os cercam.
‘Just Beyond’ passa longe de causar uma enorme impressão – e isso se vale pelo fato de não trazer nada a se temer (nenhuma criatura ou situação que nos deixe arrepiados); mesmo assim, acompanhar as aventuras de um elenco tão vasto é uma boa opção para as horas vagas e uma pedida interessante para comemorar o Dia das Bruxas, servindo essencialmente para isso.
‘The Boys Presents: Diabolical’, a antologia animada de oito episódios que se passa no universo de ‘The Boys’, já está disponível no Prime Video.
A animação chegou à plataforma de streaming no dia 04 de março.
Relembre o trailer abaixo:
Awkwafina, Michael Cera, Don Cheadle, Chace Crawford, Kieran Culkin, Giancarlo Esposito, Eliot Glazer, Jason Isaacs, Kumail Nanjiani, Justin Roiland, Seth Rogen, Andy Samberg, Ben Schwartz, Elisabeth Shue, Christian Slater, Kevin Smith, Antony Starr, Nasim Pedrad, Simon Pegg, Kenan Thompson, Aisha Tyler e a vencedora do Oscar Youn Yuh Jung dublam.
Os oito episódios, que terão entre 12 e 14 minutos e com estilos próprios de animação, revelarão histórias inéditas do universo de The Boys, trazidas à vida por algumas das mentes mais criativas e brilhantes do entretenimento da atualidade.
Jacobson também entra como roteirista e produtora executiva.
Em entrevista ao Collider, Carden revelou que a produção será como uma reimaginação do filme original de 1992.
“Acredito realmente que ‘reimaginação’ seja um bom jeito de explicar [a série]. Não estão refazendo-a. Não são os mesmos personagens, mas é o mesmo mundo. São mulheres jogando beisebol nos anos 1940, enquanto os homens estão na guerra… Estamos mergulhando um pouco mais fundo nas narrativas e expandindo-as. Estouamando”, ela disse.
A série é baseada no longa-metragem dos anos 1990 que trouxe em seu elenco Geena Davis, Lori Petty, Rosie O’Donnell, Madonna e Tom Hanks. Dirigido por Penny Marshall, a obra girou em torno de duas irmãs que jogaram na liga feminina Rockford Peaches, dos Estados Unidos, durante a II Guerra Mundial.
O filme teve uma boa recepção pela crítica, conquistando 78% de aprovação no Rotten Tomatoes, além de ter arrecadado mais de 132 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.
A produção da Amazon irá começar com a formação da liga em questão em 1943 e mostrará as dificuldades do time em se manter ansiosos e vivos para os jogos.
O USA Today divulgou uma nova imagem oficial da sequência ‘John Wick 4: Baba Yaga‘, destacando o protagonista da série, Keanu Reeves.
Confira:
Enquanto participava da CCXP, o astro Keanu Reeves comentou sobre os bastidores da produção e confessou ao Omelete (via Comic Book) que este foi o trabalho mais desafiador de sua carreira.
“‘John Wick 4‘ é o filme mais difícil que já fiz. Em termos de ação, é o filme mais difícil que já fiz.”
Apesar de não entrar em detalhes, não é difícil imaginar o porquê, já que Wick agora é alvo de todos os assassinos que já passaram pela Alta Cúpula.
Assista:
Como ficou claro no trailer, a sequência promete carregar ainda mais ação que os títulos anteriores.
Com estreia marcada para 23 de Março de 2023, o novo filme traz John Wick descobrindo um caminho para derrotar a Alta Cúpula. Mas antes que ele possa ganhar sua liberdade, Sr. Wick deve enfrentar um novo inimigo com poderosas alianças em todo o mundo e forças que transformam velhos amigos em inimigos.
A sequência também trará o retorno deLaurence Fishburne como Rei dos Mendigos, Lance Reddick como Charon, o concièrge do Hotel Continental, e Ian McShane como seu empresário, Winston.
Chad Stahelski volta a dirigir e prometeu um filme à altura da franquia:
“Estamos satisfeitos com as sequências de ação e nós não queremos perder isso. Eu quero ser um diretor melhor, mas isso não quer dizer que a sequência terá menos ação,” afirmou.
O 3ª filme da franquia, ‘John Wick: Parabellum‘, se tornou um sucesso nas bilheterias, arrecadando US$ 326,7 milhões mundialmente – com um orçamento de US$ 75 milhões.
Kingsley Ben-Adir(‘One Night in Miami’) entra como o vilão Gravik, o líder da resistência que radicalizou um grupo de extremistas Skrull para obter os recursos de que precisam para para sobreviver – primeiro silenciosamente, disfarçando-se, depois pela força, se necessário.
A Netflix divulgou o novo trailer oficial de ‘Rebel Moon – Parte 1: A Menina do Fogo‘, sci-fi do diretor Zack Snyder (‘Liga da Justiça’), que estreia em 22 de dezembro.
Confira:
A segunda parte, intitulada ‘Rebel Moon – Parte 2: A Marcadora de Cicatrizes’, estreia em 19 de abril de 2024.
Trailer legendado de REBEL MOON – PARTE 1, novo filme do Zack Snyder para a Netflix…
Tropas comandadas por forças tiranas ameaçam acabar com a paz de uma colônia localizada nos confins de uma galáxia, e Kora (Sofia Boutella), uma jovem com um passado misterioso, passa a ser a esperança de sobrevivência de todos. Com a missão de encontrar guerreiros de outros planetas que possam ajudar a defender a colônia, Kora monta um pequeno grupo formado por forasteiros, rebeldes, camponeses e órfãos de guerra com algo em comum: a necessidade de redenção e vingança. Com a sombra de um reino se aproximando da mais improvável das luas, uma batalha que decidirá o futuro de uma galáxia se iniciará, dando origem a um exército de heróis.
Snyder reuniu diversos nomes que já colaboraram com ele em seus filmes, como Ray Fisher, o Ciborgue de ‘Liga da Justiça’, eJena Malone, a Rocket de ‘Sucker Punch‘.
Além disso, o cineasta convidou astros de destaque, incluindo o vencedor do Oscar Anthony Hopkins (‘O Silêncio dos Inocentes’) e o indicado ao Oscar Djimon Hounsou (‘Diamante de Sangue’).
Confira o elenco completo:
Sofia Boutella (‘A Múmia’) será Kora, uma ex-membro do “Imperium”, que agora vive na lua Vedt e monta uma equipe para enfrentá-los.
Charlie Hunnam (‘Sons of Anarchy’) será Kai; descrito como o “piloto de nave Mercenária”.
Michiel Huisman (‘Game of Thrones’) será Gunnar; um fazendeiro recrutado para a causa.
Hounsou será o General Titus.
Staz Nair (‘Supergirl’) será Tarak; um ferreiro trabalhando para pagar uma dívida como servo contratado, anteriormente comparado a Tarzan.
Doona Bae (‘A Viagem’) será Nemesis, descrito como “mestre da espada”, e que se revela como metade homem, metade máquina.
Fisher eCleopatra Coleman (‘Dopesick’ serão Darrian e Devra, irmãos lutadores que se juntam à resistência.
E. Duffy (‘Girlfriends’) será Milius; o último membro do grupo reunido.
Malone é descrita apenas como “um ser-aracnídeo etéreo”, enquanto Hopkins será “um robô ornamentado com séculos de idade chamado Jimmy”.
Fra Fee (‘Gavião Arqueiro’) será o Regente Balisarius
Outros membros do elenco também foram confirmados para o filme, ou talvez sua sequência, mas ainda não tiveram os detalhes de seus personagens confirmados, incluindo: a novata Charlotte Maggi, Sky Yang (‘Halo’), Corey Stoll (‘Homem-Formiga 3’), Cary Elwes (‘A Princesa Prometida’), Alfonso Herrera (‘O Exorcista’), Rhian Rees (‘For All Mankind’) e Ray Porter, que dublou o Darkseid em ‘Liga da Justiça‘.
O novo ciclo abriu com 88% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.
O consenso geral destaca a narrativa envolvente, os personagens complexos e o sólido desempenho de seus talentosos atores.
Separamos os trechos das principais críticas:
“Os novos membros do elenco se encaixaram perfeitamente no melodrama complexo da série, onde as motivações mais mesquinhas têm consequências terríveis. Impulsionada por performances ferozes, essa é a personificação perfeita da capacidade única das histórias de vampiros em combinar desejo e horror.” (IGN Movies)
“A segunda temporada de ‘Entrevista com o Vampiro’ é ambiciosa, complexa e parece nada mais do que uma extensão natural do primeiro ciclo.” (Paste Magazine)
“É frustrante ver uma história tão promissora prejudicada por problemas de ritmo, especialmente devido ao alto nível da primeira temporada. A série sempre foi lenta, mas a segunda temporada parece que perdeu força – ou pior: tem uma mordida fraca.” (Inverse)
“A 2ª temporada de ‘Entrevista com o Vampiro’ dá continuidade ao brilho bem executado que o ciclo antecessor deixou.” (Creepy Kingdom)
“A segunda temporada de ‘Entrevista com o Vampiro’ é tão sedutora e sinistra quanto a primeira, continuando sua adaptação inteligente dos amados romances de Anne Rice.” (Collider)
“‘Entrevista com o Vampiro’ sempre teve sucesso na exploração de dinâmicas complicadas, e a 2ª temporada continua a ser bem-sucedida nesta área.” (Mama’s Geeky)
“O novo ciclo de ‘Entrevista com o Vampiro’ traz uma visão íntima e comovente do amor. A temporada mais uma vez captura a beleza e a crueldade das conexões eternas pelas quais Anne Rice é conhecida, e faz isso sem esforço.” (But Why Tho? A Geeky Community)
O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 12 de maio.
Na nova temporada, após os eventos sangrentos em Nova Orleans, em 1940, quando Louis de Pointe du Lac (Jacob Anderson) e a adolescente Claudia (Delainey Hayles) conspiraram para matar o vampiro Lestat de Lioncourt (Sam Reid), Louis passa a contar suas aventuras na Europa, em sua busca pelos Vampiros do Mundo Antigo e o Teatro dos Vampiros. Em Paris, ele conhece o vampiro Armand (Assad Zaman). O relacionamento dos dois terá consequências devastadoras no passado e no futuro, e o jornalista Daniel Molloy (Eric Bogosian) irá arriscar tudo para descobrir as verdades enterradas nestas memórias.
Vale lembrar que a atriz Delainey Hayles dará vida à personagem Claudia no novo ciclo, substituindo Bailey Bass, que interpretou a vampira na primeira temporada.
O elenco conta com Sam Reid (‘The Newsreader’), que interpreta o vampiro Lestat; Jacob Anderson (‘Game of Thrones’), que dá vida a Louis de Pointe du Lac; Eric Bogosian (‘Billions’), que vive Daniel Molloy; e Assad Zaman, que interpreta Rashid.
A trama do primeiro livro gira em torno do vampiro Louis de Pointe du Lac enquanto ele relata a história de sua vida a um repórter, especialmente sobre como ele foi transformado em um vampiro e, em seguida, orientado por Lestat de Lioncourt.
Rolin Jones entra como showrunner, além de ser responsável pelo roteiro da produção.
Depois de ganhar múltiplas estatuetas do Oscar com o aclamado ‘Oppenheimer’ em 2023, Christopher Nolan já está trabalhando em seu próximo projeto – e os primeiros detalhes já começaram a despontar (via ComicBook.com).
Nesta última terça-feira (08), foi revelado que Nolan irá colaborar mais uma vez com a Universal Pictures para o longa-metragem, com lançamento agendado para o dia 17 de julho de 2026.
Além disso, Matt Damon, que interpretou o General Leslie Groves em ‘Oppenheimer’, está em negociações para estrelar o filme – que ainda não tem título confirmado.
As gravações devem começar no início de 2025.
Em entrevista para a Variety (via Culture Crave), a esposa de Nolan, a produtora Emma Thomas, provocou os fãs sobre o projeto, mas não deu nenhum detalhe, dizendo apenas que:
“É muito emocionante. Este é o momento em que as possibilidades são ilimitadas, ainda não começamos a pensar em aspectos práticos, nem nada. ‘Oppenheimer‘ foi um sucesso absurdo e sentimos que temos uma oportunidade.”
E aí sobre o que você acha que deve ser o novo filme do aclamado cineasta?
Enquanto isso, relembre o trailer de ‘Oppenheimer’, que está disponível no Prime Video.
Jane Austen é uma das autoras inglesas mais lembradas de todos os tempos. Seus romances tragicômicos perpassam com grande destreza por diversos temas sociais que, à prima vista, podem parecer superficiais, mas na verdade carregam consigo uma profundidade imprevisível e que dialoga tanto com a época na qual foram escritos e possuem a atemporalidade de estenderem suas críticas e metáforas para os dias de hoje. Logo, não é nenhuma surpresa que livros como ‘Razão e Sensibilidade’ e ‘Persuasão’ ganhem releituras para o cinema e finquem a importância da novelista no escopo literário mundial.
É claro que a popularização de sua obra-prima, ‘Orgulho e Preconceito’, chamou a atenção de diversos cineastas e, desde a década de 1940, o romance centrado em dois personagens de classes sociais diferentes e que negam qualquer sentimento próspero entre eles sofreu investidas cada vez mais endossadas para diversos meios de entretenimento. Entretanto, é a versão mais recente que faz jus ao legado de Austen, na incrédula estreia diretorial do que viria a ser um dos nomes mais conhecidos da indústria cinematográfica: Joe Wright. Através de uma habilidade muito fluida tanto com a narrativa quanto as técnicas fílmicas, o emergente cineasta conseguiu resgatar todo o escopo do material original ao mesmo tempo em que forneceu uma perspectiva única para a história de Elizabeth Bennet e o Sr. Darcy.
ULTIMATE AUSTEN
Adaptar uma obra literária nunca é um trabalho fácil, principalmente quando ela pertence a um legado tão marcante quanto a de Austen. Porém, mesmo com todo o peso que recaiu sobre Wright, o longa-metragem é sem sombra de dúvida a melhor rendição do universo inglês burguês da autora, justamente por se preocupar em absorver a sensibilidade crítica, mesclando de forma equilibrada a comédia, a tragédia e os costumes de uma sociedade pautada na regência patriarcal e no conservadorismo.
Logo de cara percebemos que ‘Orgulho e Preconceito’ será um filme sensorial. Se nas páginas do livro a saturação descritiva é a sua principal característica, toda a subjetividade fornecida pela protagonista é traduzida em seu modo de olhar o mundo em que está inserida e como sua “disfuncional” família, por assim dizer, funciona como um cosmos à parte da sociedade urbana. Não é à toa que o cineasta demonstra essa contradição primeiro pelo manejo da câmera e segundo pelas escolhas visuais que compõe a caracterização dos personagens. O primeiro plano-sequência da obra preza pela fluidez onírica que acompanha os sonhos de uma jovem mulher chamada Elizabeth (Keira Knightley), a qual praticamente dança em seu caminho para casa à medida em que uma luz dourada a guia numa trajetória quase infinita. A ambientação já imponente torna-se ainda mais inalcançável e majestosa pela construção cênica que consegue ao mesmo nome entrar em contradição com a decadente posição social da família em questão, os Bennet, ao mesmo tempo em que fornece uma base para os futuros conflitos a serem desenrolados.
A apresentação dos outros personagens é feita de forma quase teatral e, como sempre, a partir da visão de Lizzie: ela observa seus pais tendo uma conversa um tanto quanto supérflua acerca dos benefícios e da necessidade do casamento para suas filhas, as quais devem ser desposadas antes que tornem-se velhas demais, por uma janela quadrada. Essa escolha a coloca não como protagonista da própria história, mas sim como uma mera espectadora que não tem controle sobre o destino e mesmo assim aceita todas as condições sob as que vive. Também não é por qualquer razão que a iluminação difusa permite-lhe se juntar à casa em que cresceu e que sempre serviu como uma bolha para o mundo lá fora até ser conquistada por um cavalheiro e ser entregue das mãos protetoras da mãe para seu marido.
Olhando por cima, a trama principal parece resgatar os ideais impossíveis dos romances românticos do século XIX, os quais basicamente eram pautados na superficialidade. Entretanto, não é até o final do primeiro ato que percebemos o jogo narrativo nos levando a um caminho completamente diferente do que esperávamos: primeiro, precisamos entender que a família principal é dotada de diversas figuras caricatas ou arquetípicas, dialogando com os inúmeros tipos sociais das peças de costumes que se tornaram populares com a virada para o século XX, funcionando inclusive como uma premeditação para o futuro da comunidade britânica. Se Lizzie representa toda a ideologia libertária, rebelde e irrefreável, suas irmãs Liddy (Jena Malone) e Kitty (Carey Mulligan) entram como a válvula de escape cômica, lutando para conseguirem um rico e benéfico marido que suprirá todas as suas necessidades.
A química entre as personagens coadjuvantes é adorável e odiável ao mesmo tempo, não de forma acidental, mas sim proposital. Elas carregam maneirismos quase insuportáveis em cena, os quais são reflexo da constante influência causada pela mãe, a Sra. Bennet (Brenda Blethyn), uma mulher que pode ser tudo, menos ingênua. Seus discursos acerca da importância da instituição matrimonial são esparsos por uma razão bem clara: criticar a supervalorização de uma vertente decadente e que só era reafirmada com uma força irrefreável para resgatar o brilho perdido da Igreja, ofuscada pelas crescentes investidas econômicas mercantis, e de valores cíclicos e que, eventualmente, se perderiam com a fragmentação do próprio ser humano. As análises que Austen promove em seu livro são, ao mesmo tempo, sutis e perceptíveis, ainda que passíveis de serem ignoradas.
Por incrível que pareça, uma das figuras mais desconstruídas dentro do longa é a do Sr. Bennet. Donald Sutherland encarna o patriarca de modo incrivelmente bem delineado: suas feições austeras na verdade são apenas uma máscara para um terno coração que definitivamente não liga para títulos sociais, mas preza pela real felicidade de suas filhas, muitas vezes abusando de sua condição como provedor daquele núcleo familiar para entrar em conflito com a mentalidade unilateral de sua esposa. E, ao mesmo tempo, esse casal torna-se mais complexo por entrarem em discordância e ainda sim de amarem incondicionalmente, ainda que esse amor tenha sido construído ao longo do tempo.
O pano de fundo é de imprescindível importância para a moção dos personagens principais, isso não se pode negar. Mas a cena é roubada tanto pela doçura de dois gumes de Knightley quanto pela chegada do amargurado e charmoso Sr. Darcy (Matthew Macfayden). Para aqueles que não conhecem a história de ‘Orgulho e Preconceito’, Lizzy e Darcy são um dos casais mais famosos justamente por não serem convencionais. O primeiro encontro entre duas personalidades tão distintas e contraditoriamente tão semelhantes ocorre durante um baile para a chegada da “realeza britânica” ao pequeno condado de Hertfordshire, incluindo o personagem em questão e seu melhor amigo, o animado e levemente confuso Sr. Bingley (Simon Woods).
Pense em todos os momentos do cinema, da televisão e da literatura em que um garoto e uma garota se apaixonavam logo que se encontravam e enterre tudo isso o mais fundo possível: o filme não é um conto de fadas, e sim um retrato real de uma burguesia decadente e que se fincava em relações amorosas lucrativas para reafirmar seu poder. Entretanto, estamos lidando com Darcy, um homem tão blasé quanto suas expressões acerca das mulheres que o cortejam, e Lizzy, que não se importa realmente com mais ninguém além dela mesma e de sua família e que utiliza de suas falas afiadas como forma de proteção e quebra de paradigmas.
Entretanto, essa nobre renegação entre os dois é o ponto de partida para o crescimento gradativo e inesperado de um romance. Eles escondem e utilizam de xingamentos dolorosos um para com o outro para afastarem-se e impedirem que uma “tragédia” aconteça. O orgulho que sentem é maior do que a relação que poderiam firmar pouco tempo depois de se conhecerem, enquanto o preconceito externo é lembrete constante para a diferença de classes sociais entre os dois: todo esse escopo, eventualmente, é o que explica o jogo de palavras que forma o título da obra, muito mais profundo do que parece.
Austen cria em seu livro um discurso indireto para a liberdade de expressão, colocando de forma satírica todos os seus pensamentos na figura de Lizzy. Para a época, esse afronte impertinente era visto com maus olhos principalmente pelas gerações anteriores, e Wright resgata isso com a construção de uma das melhores cenas do longa. Em determinado momento, a protagonista viaja com sua melhor amiga, Charlotte (Claudie Blakley) e seu esposo, Mr. Collins (Tom Hollander) para o palácio de Lady Catherine de Bourg, interpretada pela sempre incrível Judi Dench. Lady Catherine talvez seja a encarnação de todos os valores reacionários e conservadores que permeiam a cultura britânica desde os tempos medievais, utilizando de sua posição e da ideia de que as mulheres devem ser prendadas para servirem à “inegável superioridade” dos homens. Não é nenhuma surpresa que, durante um jantar-interrogatório, a protagonista utilize de seu pensamento conciso para rebater todas as insossas perguntas da nobre. Essa sequência não se mantém apenas em primeiro plano, mas estende-se para o futuro embate entre progresso e tradicionalismo.
A LUZ DOS OLHOS TEUS
Wright não apenas consegue transpassar toda o magnífico épico de Austen em diálogos muito bem pensados e estruturados, mas também cria uma concepção estética emocionante e envolvente, conseguindo envolver toda a magia das terras britânicas com uma visceralidade catártica.
Todo o niilismo da fotografia arquitetada por Roman Osin bate de frente com personagens movidos por valores milenares. A mudança das escolhas de iluminação é clara à medida em que a independência de Darcy e Lizzy dá lugar a uma angústia interior, representada pela transição gradativa das cores vivas, douradas e quentes para uma paleta mais pastel e suave, marcada pela escolha mórbida e quase monocromática do preto, do marrom e do verde, pincelados com alguns momentos de ternura com o vermelho e o laranja, principalmente em cenários mais fechados. E não é surpresa que o uso de tons mais esverdeados, normalmente conversando com a ideia de segurança, esteja presente nos momentos de maior tensão.
É engraçado colocarmos duas sequências muito bem construídas e analisarmos como elas representam causa e consequência para a vida dos personagens. Ao final do primeiro encontro entre o futuro casal, Lizzy mostra que não está interessada no rancoroso homem e se vira para ir embora, atravessando um gigantesco corredor. Sua expressão de contentamento, reafirmada pela luz dura, logo dá margem para feições de dúvida e leve arrependimento, marcados pelo escurecimento da fotografia que se mantém até a próxima vez que os dois se encontram. Com o final do segundo ato, os dois se reencontram em um gazebo logo depois que ela descobre um segredo terrível de Darcy. Após se confrontarem, temos praticamente o mesmo jogo de luzes, mas agora com o charmoso nobre, que não pode mais esconder seus sentimentos e não consegue mais manter-se indiferente quanto à jovem.
Cada uma das composições funciona como uma pintura. Resgatando elementos do barroco e do renascimento, criando assim uma amálgama atemporal para o filme, as sequências que premeditam um possível choque dialógico, por exemplo, que ocorre entre Lizzy e a prima do Sr. Bingley, a sedutora e venenosa Caroline (Kelly Reilly), a qual se importa mais com as aparências que os reais sentimentos. Em determinado momento, temos a clara distinção de classes entre a humildade mascaradas dos Bennet, cuja esperança de transcenderem para uma classe social mais abastada é transparecida pela escolha kitsch de suas vestimentas chamativas, e o hedonismo supérfluo dos Bingley, ressaltada pela sutileza e simetria de seus trajes (vide acima).
Como já é de se esperar, o final da narrativa nos fornece uma perspectiva otimista em relação ao “amor verdadeiro”. Ainda que se afaste dos convencionalismos de tramas similares, o reencontro dos protagonistas segue um padrão conhecido, acompanhado principalmente por uma fotografia que não chega a ser redundante, mas desenrola de modo dançante em tela: Lizzy está em seu momento reflexivo acerca do recente pedido de casamento feito por Bingley à sua irmã mais velha, Jane (Rosamund Pike) e ao descobrir o arco de redenção no qual Darcy se lançou. Logo depois, o homem aparece andando de forma objetiva através das campinas para finalmente falar com sua amada e firmar algo que sempre desejaram – e, assim que o duo deixa claro quais as intenções um para com o outro, a luz difusa do sol desponta no horizonte e os envolve mais uma vez na atmosfera onírica do primeiro ato.
O bucolismo próprio do cenário inglês também é de grande ajuda para a experiência sensorial. Todas essas sensações são também buscadas através pela trilha sonora pautada basicamente no piano clássico e delineada pela habilidade de Dario Marianelli, o qual se entrega para o drama histórico e permite ousar de forma a atingir todo o potencial que explora.
MRS. DARCY
A história pode ser repetitiva, mas ‘Orgulho e Preconceito’ deixa que seus pouco mais de 120 minutos passem em um piscar de olhos. Não apenas pela envolvente atmosfera, mas também pela incrível química que Knightley e Macfayden trazem em seus personagens, utilizando-se de monólogos extensos e crus para permitir que a conexão entre as figuras que encarnam seja tão forte quanto aquela com o público, que não pode deixar de se emocionar com cada uma das viradas dentro do roteiro.
Além disso, o romance não ortodoxo preza por inúmeras críticas sociais que perpassam por instituições inquebráveis, como o matrimônio e as classes sociais, bem como a sutileza da diferença de estilos de época e a impossibilidade de duas pessoas com abismos econômicos tão grandes poderem ficarem juntas. Não apenas a obra literária como também o filme de Wright permitem que essas ironias mostrem uma permanência do orgulho e do preconceito que sempre serão inerentes à personalidade do ser humano.
Ainda sem muitos detalhes revelados e sem título oficial, sabe-se que o projeto será rodado no Alasca.
Fanning, Johnson e Smith também assumem a cadeira de produtores ao lado de Swanberg e Ashleigh Snead.
Dan Johnson, Kathy Gitibin e Ariana Parsa entram como produtores executivos.
Após estrelar ‘O Casal Perfeito’ e conquistar sua primeira indicação ao Emmy pela minissérie ‘Ripley’, ambas da Netflix, Fanning se juntará à irmã Elle Fanning para produzir e estrelar uma adaptação esperada do best-seller ‘O Rouxinol’, com lançamento previsto para 2027. Em breve, ela irá estrelar a série de suspense ‘All Her Fault’ ao lado de Sarah Snook.
Johnson estreou recentemente na direção com o thriller cômico ‘Self Reliance’, que também escreveu, produziu e estrelou. O longa foi lançado no Hulu após sua estreia mundial no Festival SXSW. estreou no Hulu após sua estreia no SXSW. Mais conhecido por suas participações na sitcom‘New Girl’, da Fox, e no sucesso cult ‘Minx’, da Starz, do qual também foi produtor executivo, ele será visto em breve na série ‘Maximum Pleasure Guaranteed’, da Apple TV+.
Recentemente contratado para dirigir o thriller de fuga ambientado no Halloween ‘October’, da A24, Smith vem de sua participação no filme ‘Mountainhead’, ao lado de Steve Carell, Jason Schwartzman e Ramy Youssef. Ele também recebeu ótimas críticas por sua recente atuação como Chevy Chase em ‘Saturday Night’, de Jason Reitman, e em seguida será visto estrelando ao lado da irmã de Dakota, Elle, em ‘Sentimental Value’, a aclamada comédia dramática de Joachim Trier que venceu o Grande Prêmio de Cannes.
A WeBros Entertainment acaba de anunciar o elenco completo de ‘Young Blood’, novo filme de vampiros dirigido por Ari Schlossberg (‘O Amigo Oculto’) (via Deadline).
A trama acompanha três melhores amigos de faculdade que viajam para Key Largo para o que promete ser o melhor recesso de primavera de todos – isto é, até eles naufragarem em uma ilha deserta e serem caçados por vampiros sedentos por sangue.
Schlossberg também assina o roteiro do longa.
Matt Luber, Kelly Pendygraft e Brian Gottlieb entram como produtores executivos. Michael Weiss, Andy Weiss e Greg Barbagallo assumem a função de produtores.
As gravações de ‘Young Blood’ começam em suas semanas em Key Largo, na Flórida, EUA.
Agora, Rodrigo divulgou um material inédito nos levando aos bastidores do clipe de “stupid love”, terceiro single do compilado de originais – que foi precedido por “drop dead” e “the cure”.
Nascida em 2003, Rodrigo teve seu primeiro papel de destaque em ‘Bizaardvark’, série original do Disney Channel, antes de interpretar Nini Salazar-Roberts na série ‘HSM’, do Disney+.
Em 2021, a cantora e compositora fez sua estreia oficial no mundo da música com “drivers license”, que caiu no gosto da crítica e alcançou o primeiro lugar de diversas paradas musicais, incluindo a Billboard Hot 100. Com ‘SOUR’, seu álbum début, Rodrigo conquistou os prêmios de Melhor Álbum Pop Vocal por ‘SOUR’, Artista Revelação e Melhor Performance Pop Solo.
Em 2023, Rodrigo voltou a ganhar atenção da crítica e do público com o ovacionado ‘GUTS’, que contou com os singles“vampire”, “bad idea right” e “get him back”, lhe rendendo diversas indicações ao Grammy, incluindo Álbum do Ano.
Depois que foi confirmada a presença de Wanda Maximoff (Elizabeth Olsen) em ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘, alguns fãs estão se perguntando se Christine Palmer (Rachel McAdams) voltará para a sequência.
A presença de Palmer não foi tão marcante quanto a de Pepper Potts (Gwyneth Paltrow) ou de Peggy Carter (Hayley Atwell), mas os usuários do Reddit insistem que se a personagem não retornar, será o maior erro dos roteiristas.
“Realmente, quero ver mais dessa personagem. Espero que ela esteja no Multiverso da Loucura.”, escreveu um usuário.
E assim se seguiram alguns comentários em defesa de Christine Palmer:
“Espero que ela retorne, sua dinâmica com Stephen Strange foi muito, sendo a única pessoa que realmente se importava com ele, mesmo quando ele foi um completo idiota.”
“Rachel McAdams é uma ótima atriz. Ela entregou alguns dos melhores momentos do filme.”
“Os roteiristas seriam idiotas se não a incluíssem.”
Rumores também apontavam que a sequência pode ter a presença de Clea, um interesse amoroso de Strange nos quadrinhos, e os fãs suspeitam que chances as de Christine retornar podem diminuir.
De qualquer forma, isso não significa que a personagem estará de fora do filme, resta aguardar para descobrir se Rachel McAdams será confirmada no elenco.
‘Doutor Estranho e o Multiverso da Loucura‘ tem estreia marcada para maio de 2021.
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