Após o anúncio de queMichael Keaton voltaria como ‘Batman‘ em ‘Flash‘, especulações questionavam sobre quais outros personagens poderíamos esperar no filme.
E um dos principais desejo dos fãs era o retorno de Michelle Pfeiffer como a Mulher-Gato de ‘Batman: O Retorno’.
Em entrevista ao ScreenRant, a atriz revelou que adoraria reprisar seu papel do filme de 1992.
“Eu toparia fazer se alguém me perguntasse, mas ninguém me perguntou ainda”, afirmou a atriz.
Pfeiffer já deixou bem claro aos seus fãs que tem um carinho especial pelo filme ‘Batman: O Retorno’. Afinal, ela interpretou a famosa anti-heroína Selina Kyle/Mulher-Gato na obra e ganhou aprovação por parte dos fãs desse universo.
Pfeiffer recentemente revelou que ainda guarda o uniforme da Mulher-Gato em seu armário.
A atriz confirmou que retornará para a franquia ‘Homem-Formiga’ como Janet Van Dyne – a Vespa original -, ao lado de Paul Rudd (Scott Lang/Homem-Formiga), Evangeline Lilly (Hope Van Dyne/Vespa) e Michael Douglas (Hank Pym/Homem-Formiga original).
Após a confirmação do retorno deBen Affleck como o Homem-Morcego em ‘Flash‘, o
Vale lembrar que ‘Flash‘ teve sua estreia antecipada. Ao invés de chegar aos cinemas em 1º de julho de 2022, o filme agora será lançado no dia 3 de junho de 2022.
A trama mostrará Barry Allen/Flash (Ezra Miller) viajando no tempo para impedir o assassinato de sua mãe. Porém, quando ele retorna ao presente, sua mãe ainda está viva…. mas o mundo é um pesadelo. A Liga da Justiça nunca existi e Barry precisa fazer de tudo para corrigir todos os seus desfeitos.
O trailer oficial de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ vazou hoje na internet em baixa resolução. O vídeo está em vários canais do YouTube, mas em respeito à Sony Pictures e aos direitos autorais, não vamos postá-lo aqui.
O vídeo tem 2m30segundos e começa com Peter e MJ conversando em uma escadaria, vemos cenas do herói com a Tia May, o encontro estranho com o Doutor Estranho e termina com o Doctor Octopus (Alfred Molina) aparecendo e dizendo: “Olá Peter Parker”. Não há nenhuma menção aos Peter Parkers vividos por Tobey Maguire e Andrew Garfield.
Se a Sony não adiantar após o vazamento, o trailer será lançado amanhã (23) ou terça-feira (24).
Espera-se que o filme siga a nova batalha de Peter Parker após ter sido desmascarado publicamente por J. Jonah Jameson no final do ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘.
Lembrando que ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ ainda tem estreia marcada para 16 de dezembro de 2021.
Ontem, o site Screen Geek afirmou que a Warner estava planejando substituir Ezra Miller em ‘The Flash‘.
O ator vem enfrentando várias polêmicas, chegando a ser preso duas vezes no Havaí por conduta desordeira e assédio, e agressão de segundo grau. Além é claro do comportamento dele no processo de produção do filme, tendo ataques histéricos.
O site alegou que o estúdio estava cotando Dylan O’Brien, de ‘Maze Runner’, para regravar as cenas no lugar do Ezra.
Depois muita especulação há algumas horas, os principais sites de notícias norte-americanos desmentiram o rumor.
“Me disseram que a Warner Bros. Pictures *não* está considerando substituir Ezra Miller em The Flash. O ator foi preso duas vezes no Havaí neste ano, uma por conduta desordeira e assédio, e outra por agressão de segundo grau”, diz o tweet:
It is also worth noting that THE FLASH finished shooting months ago, and Ezra Miller plays multiple versions of Barry Allen. Replacing them would effectively mean reshooting the entire film.
(I deleted a previous tweet for misgendering Miller, who identifies as nonbinary.)
A adaptação vai mostrar Barry Allen/Flash (Miller) viajando no tempo para impedir o assassinato de sua mãe. Porém, quando ele retorna ao presente, sua mãe ainda está viva…. mas o mundo é um pesadelo. A Liga da Justiça nunca existiu e Barry precisa fazer de tudo para corrigir todos os seus defeitos.
Se o cronograma correr como o planejado, ‘The Flash chega aos cinemas em 23 de junho de 2023.
A 20th Century Studios divulgou um novo cartaz nacional de ‘Boogeyman: Seu Medo é Real‘, longa de terror dirigido por Rob Savage (‘DASHCAM’), que tem previsão de estreia para o dia 1º de junho.
Confira, com o trailer na versão dublada e legendada:
Ainda se recuperando da trágica morte de sua mãe, uma adolescente e sua irmã mais nova se veem atormentadas por uma presença sádica em sua casa e lutam para fazer com que seu pai de luto perceba a ameaça antes que seja tarde demais.
Dirigido por Rob Savage, o longa originalmente seria lançado direto no serviço de streaming do Hulu. No entanto, após o resultado positivo em testes de exibição, o estúdio decidiu lançar a produção nas telonas.
O roteiro original foi assinado por Scott Beck & Bryan Woods (‘Um Lugar Silencioso’) eAkela Cooper (‘Maligno’), sendo posteriormente revisado por Mark Heyman (‘Cisne Negro’).
O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 1º de junho.
O anúncio do retorno da Neve Campbell (‘Jovens Bruxas’) como a sobrevivente Sidney Prescott na sequência ‘Pânico 7‘ pegou todos os fãs da franquia de surpresa. E nós não poderíamos estar mais felizes.
No vídeo abaixo, o editor-chefe Renato Marafon fala sobre o retorno e revela o que acha que pode acontecer na franquia daqui pra frente.
Assista:
Enquanto alguns estão extremamente animados com a notícia, outros ainda estão chateados com as polêmicas nos bastidores da produção – que resultaram na demissão da Melissa Barrerra e na reformulação de toda a trama do novo filme.
Apesar disso, a confirmação do Kevin Williamson na direção, que foi o roteirista dos primeiros filmes da franquia, também foi recebida positivamente pelos fãs.
Confira as reações dos internautas:
Como pode o Kevin ser o maior gay do mundo? DIRETOR DE PANICO 7 PORRAH e ainda trouxe a Neve de volta. pic.twitter.com/3PVdcbU9Qb
kkkkk a Neve Campell anunciando que retorna para Pânico 7 (que vai sair pelo visto) e ela deve ter colocado o pau na mesa da Skyglass e pedido DINHEIROS (como merece) né? KINGA #Scream7pic.twitter.com/ZzZgYzsNIv
Como fã da franquia desde os anos 2000, nunca fiquei muito satisfeito com a mudança de protagonismo, mas o tratamento dado à Melissa foi terrível. Fico feliz pela Neve, mas triste pela Melissa, e não estou nada animado para um Pânico 7. https://t.co/P3njIai3JR
como que vamos ignorar o fato de não ter a Melissa em pânico 7? NÃO DÁ, não dá pra fingir que nada aconteceu ela faz parte da franquia tanto quanto a neve pic.twitter.com/eRMZRsTpKg
— jurídico sidney prescott (@fiiinalgirl) March 12, 2024
quem me conhece sabe que sou a última pessoa a simpatizar com a nova fase da franquia pânico. mas a neve campbell voltar depois de tudo que esse lixo de estúdio fez com ELA MESMA? com a melissa?? depois do CHRISTOPHER LANDON abandonar a direção??? que lixopic.twitter.com/tgFHSoNNZR
Guy Busick (‘Casamento Sangrento’) retorna como roteirista do novo filme.
“Estou muito ansiosa para compartilhar essa notícia! Sidney Prescott irá retornar! Sempre foi uma honra interpretar a Sidney nos filmes da franquia ‘Pânico’. Minha apreciação por esses filmes, e pelo o que eles significam para mim, nunca diminuiu. Enquanto eu tive a sorte de fazer esses filmes com o mestre do terror Wes Craven e os talentosos Matt e Tyler, sempre sonhei em ser dirigida pelo Kevin Williamson. E agora isso irá acontecer. Ele será o diretor de ‘Pânico 7’! Essa franquia é o bebê dele. Foi a mente brilhante dele que criou este universo. Para os fãs da franquia, espero que vocês estejam tão animados quanto eu,” declarou a atriz.
O aclamado ‘Ainda Estou Aqui‘, novo filme de Walter Salles (‘Diários de Motocicleta’), está se tornando um verdadeiro fenômeno nas bilheterias nacionais.
O drama brasileiro ficou à frente dos blockbusters ‘Wicked‘, que estreou em segundo lugar com R$ 7,8 milhões, e ‘Gladiador 2‘ com R$ 7,7 milhões.
O longa já foi assistido por mais de 1.8 milhões de espectadores no Brasil – ultrapassando o público do clássico ‘Central do Brasil‘ (1.6M) e se tornando o filme mais popular do diretor em nosso país.
A produção ainda deve superar os números de ‘Minha Irmã e Eu‘ (2.3 milhões), tornando-se a maior bilheteria nacional desde a pandemia de COVID-19.
Vale lembrar que, apesar da estreia dos blockbusters ‘Wicked‘ e ‘Gladiador 2‘, ‘Ainda Estou Aqui‘ se manteve no topo das bilheterias nacionais.
A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas CONFIRMOU que a produção está ELEGÍVEL ao Oscar na categoria de Melhor Filme Internacional.
A Variety revelou que a categoria tem inscritos 31 longas-metragens de animação, 169 documentários e 85 longas-metragens internacionais, e incluiu o filme dirigido por Walter Salles.
A Sony Pictures está fazendo uma campanha milionária para o sucesso brasileiro e inscreveu o filme em OITO categorias para o Oscar 2025.
São elas:
Melhor Filme Filme Internacional Direção Roteiro Adaptado Atriz (Fernanda Torres) Ator Coadjuvante (Selton Mello) Fotografia Montagem
A Sony está fazendo campanha de Ainda Estou Aqui para as categorias:
Melhor Filme
Filme Internacional
Direção
Roteiro Adaptado
Atriz (Fernanda Torres)
Ator Coadjuvante (Selton Mello)
Fotografia
Montagem pic.twitter.com/fT7yzpH8wi
A adaptação de ‘Se Não Fosse Você‘ (Regretting You) estreou em primeiro lugar como o filme mais alugado no catálogo do Prime Video.
Em ‘Se Não Fosse Você‘, acompanhamos a história de um casal que vê sua relação ser colocada à prova após um acontecimento inesperado mudar completamente o rumo de suas vidas. Entre escolhas difíceis, segredos do passado e decisões que não podem ser desfeitas, os dois são forçados a confrontar sentimentos mal resolvidos e a imaginar como tudo poderia ter sido diferente caso tivessem feito outras escolhas.
Misturando drama e romance, o filme explora temas como destino, arrependimento, amor e segundas chances, mostrando como pequenos acontecimentos podem alterar profundamente o futuro de uma relação. Ao alternar momentos emocionais intensos com reflexões íntimas, a produção convida o público a pensar até que ponto nossas vidas são moldadas por decisões individuais — e pelo impacto das pessoas que cruzam nosso caminho.
Enquanto parte do público pode ficar cansado com a alta dose de momentos açucarados e melodramáticos, a adaptação de ‘Se Não Fosse Você’ cumpre com o esperado e se vale bastante do talento do elenco para alcançar um objetivo muito claro – entreter e levar os espectadores a refletir sobre a efemeridade da vida e sobre a busca da felicidade mesmo nas horas mais sombrias – Leia a nossa crítica completa!
O filme conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 70 milhões nas bilheterias mundiais. O valor representa mais do que o dobro do valor de seu orçamento – que girou em torno de US$ 30 milhões.
Nos EUA, o longa arrecadou US$ 38.6 milhões. Internacionalmente, foram US$ 32.4 milhões através de 57 mercados – totalizando uma arrecadação global de US$ 71 milhões.
O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com Reino Unido (US$5.5M), Alemanha (US$3.3M), Austrália (US$2.9M), Brasil (US$1.5M) e México (US$1.5M).
Apesar de ter sido massacrado pelos críticos – alcançando míseros 29% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o romance recebeu uma nota B do público no CinemaScore.
Josh Boone (‘A Culpa é das Estrelas’) fica responsável pela direção. Ele também assina o roteiro a partir de um rascunho prévio escrito por Susan McMartin (‘After’).
Dave Franco (‘Truque de Mestre’), Allison Williams (‘M3GAN’), Mckenna Grace (‘Ghostbusters: Apocalipse de Gelo’), Willa Fitzgerald (‘A Queda da Casa de Usher’) e Mason Thames (‘O Telefone Preto’), Scott Eastwood (‘Infiltrado’), Sam Morelos (‘That ’90s Show’), Clancy Brown (‘John Wick 4: Baba Yaga’) e Ethan Samuel Costanilla (‘Oh. What. Fun.’) estrelam.
O direito é uma área de atuação bastante ampla onde seus ensinamentos contornam as leis e a moral de toda sociedade. Para quem segue nessa área, o estudo é constante com o refletir se mostrando necessário através de situações que podem gerar várias interpretações. Pensando sobre isso, e pra você que se interessa sobre o tema, segue abaixo 10 filmaços para você que é advogado ou estudante de direito:
Na trama, conhecemos Daniel Kaffee (Tom Cruise), um jovem tenente e advogado da marinha, formado em Harvard, sem muita experiência em casos de homicídios. Com menos de um ano no cargo é designado para um caso cheio de variáveis suspeitas, um cabo e um soldado acusados de assassinato de um outro militar que iria denunciar uma prática ilegal onde eles serviam como fuzileiros navais, em Guantánamo, a base militar norte-americana em solo cubano. Contando com a ajuda do assistente jurídico do caso, Sam (Kevin Pollak) e principalmente da tenente da corregedoria militar Joanne Galloway (Demi Moore), Daniel precisará descobrir o que esconde o responsável pela base militar, o enigmático coronel Nathan R. Jessep (Jack Nicholson) um condecorado militar que está prestes a assumir um alto cargo no conselho de segurança nacional.
Na trama, conhecemos Rusty Sabich (Harrison Ford), um prestigiado promotor de um grande centro dos Estados Unidos que vê sua vida dar um verdadeiro nó quando é acusado de matar a ex-amante, a também promotora Carolyn (Greta Scacchi). Esse fato praticamente despedaça seu casamento com a matemática Barbara (Bonnie Bedelia), o faz se afastar do seu emprego, além de ter que provar sua inocência custe o que custar. Ao longo dos intensos 127 minutos de projeção, também por meio de flashbacks, vamos entendendo melhor a relação do promotor com a vítima.
Na trama, conhecemos Alexandre (Ben Attal) um arrogante, privilegiado, com sentimento de superioridade, mimado, estudante francês de 22 anos que mora nos Estados Unidos e estuda engenharia em Stanford que durante sua passagem pela França, para visitar seus pais, um famoso apresentador de TV chamado Jean (Pierre Arditi) e uma ensaísta chamada Claire (Charlotte Gainsbourg), é acusado de estupro. Quem faz a acusação é Mila (Suzanne Jouannet), uma jovem de 17 anos que é filha de Adam (Mathieu Kassovitz), um professor de literatura e Valérie (Audrey Dana), uma protética dentária. Para complicar mais ainda a situação, Claire e Adam são namorados. A situação é levada aos tribunais, onde as versões do fato são ouvidas e julgadas pela lei.
Na trama, conhecemos Caspar (Elyas M’Barek), um recém formado advogado que entra pela primeira em um tribunal de júri oferecendo defesa para um réu preso em flagrante por um assassinato à sangue frio de um empreendedor milionário. Conforme vai sabendo mais informações sobre o crime acaba percebendo estar defendendo o homem que matou uma pessoa muito importante para sua formação, ficando sempre no dilema do profissionalismo (razão) e as emoções que o ligam de alguma forma a figuras desse tribunal.
O Veredito
Na trama, conhecemos Luc (Koen De Bouw), um engenheiro competente que está prestes a ser nomeado CEO da empresa que trabalha a mais de duas décadas. Mas, certa noite, quando estaciona para abastecer o carro com sua filha e esposa, acaba vendo a segunda morrendo assassinada por um bandido que foge correndo. Infelizmente, a primeira acaba morrendo também de uma fatalidade desse mesmo pós momento. Sem chão e tentando reunir os cacos, Luc se distancia do seu emprego e vê seu mundo desmoronar de vez quando o assassino de sua esposa é preso mas solto porque faltou uma assinatura na papelada de prisão o que inclusive livra o bandido das acusações. Assim, Luc assassina o bandido e faz questão de ser julgado pelo crime, o que leva a uma grande confusão nos bastidores do poder judiciário belga.
A Corte conta a história de um recluso e competente juiz, Michel Racine (Fabrice Luchini), que as vésperas de mais um júri popular, que deverá julgar um pai acusado de homicídio da filha, reencontra a enfermeira Ditte (Sidse Babett Knudsen), uma mulher com que o senhor juiz tem um passado de amor secreto e unilateral. Assim, ao longo dos intensos dias no tribunal Michel Recine precisará equilibrar toda sua emoção e continuar fazendo justiça.
Na trama, conhecemos Andrew Beckett (Tom Hanks), um brilhante advogado, homossexual, que vem crescendo na poderosa empresa onde trabalha. Quando ele é demitido de forma surpreendente por conta da descoberta pela empresa que ele possui AIDS, Andrew resolve processá-los e para isso contrata Joe (Denzel Washington), um advogado, homofóbico, que é o único que aceita o caso.
Na trama, conhecemos três personagens, três destinos que se encontrarão. Patrick (Gilles Lellouche), é advogado ligado ao direito ambiental que embarca numa jornada atrás de provas contra uma poderosa empresa que usa um pesticida ofensivo para todos que tem contato. France (Emmanuelle Bercot) é uma professora de educação física que após a piora do marido percebe que precisa lutar de outras formas contra a empresa que detém os direitos de um produto usado diariamente por seu vizinho. Mathias (Pierre Niney) é um jovem destaque de uma empresa que tem o trabalho de influenciar e interferir diretamente nas decisões do poder público (lobista). Esses três destinos vão se unir na mesma estrada quando uma fazendeira comete um ato de protesto.
Na trama, conhecemos Ken Feinberg (Michael Keaton), um advogado que ficou conhecido por conseguir encontrar fórmulas para valores em grandes casos de indenização. Após o ataque ao World Trade Center, ele consegue uma posição muito importante junto ao governo, ser o responsável de convencer as famílias das vítimas a um valor estipulado por uma fórmula matemática que a princípio não leva em considerações o individual. Ao longo de todo o processo, que dura cerca de dois anos, ele começa a perceber que se não escutar o que as famílias precisam dizer, e também o viúvo e influenciador Charles Wolf (Stanley Tucci), nada se encaminhará para algo justo.
Orçado em cerca de 10 milhões de dólares, Dark Waters, no original, conta a saga de um promissor advogado de defesa corporativa chamado Rob Bilott (Mark Ruffalo) que após ser procurado por moradores de uma comunidade onde passou bons tempos quando criança próximo de sua avó, inicia uma batalha jurídica ambiental de anos para expor uma enorme empresa química que é acusada de destruir muitas vidas com grave poluição. Mas para essa batalha, contará com uma certa paciência de seu chefe mas diversas outras consequências.
Se você gosta música definitivamente deve assistir De Canção em Canção (Song to Song), novo longa do cultuado roteirista, produtor e diretorTerrence Malick, que finalmente tem data marcada para ser exibido no Brasil: a partir desta quinta, 20/7, nas principais salas de cinema.
O pano de fundo do filme é o ultra mega festival SXSW, que anualmente acontece em Austin/Texas, sempre em março, lançando tudo que há de mais cool a respeito de música, cinema e tecnologia global. O próprio Song to Song (título original do longa) teve sua estreia por lá na edição deste ano.
O trio de atores (Michael Fassbender,Rooney Mara e Ryan Gosling) interpreta personagens do métier musical: Fassbender vive um excêntrico produtor, Gosling e Mara, músicos que almejam status e fama.
Em meio à problemática de uma relação amorosa a três, que ainda envolve luxúria e disputas profissionais, a trama é uma extensa narrativa do inconsciente profundo de cada um dos personagens sobre seus medos, anseios, crises existenciais e a eterna busca da felicidade e plenitude no amor.
Completam o time de atores queridinhos, Natalie Portman, que vive uma garçonete que se rende à vida luxuosa, fútil e desregrada do personagem de Fassbender eCate Blanchett, affair do personagem de Gosling.
Não é uma película palpável e sim um afluente de imagens de tirar o fôlego. Emmanuel Lubezki, diretor de fotografia vencedor do Oscar (Gravidade, Birdmane O Regresso), merece todo o crédito. Os melodramas e inquietações de cada personagem são mostrados sem uma sequência de cenas convencional e com uma abordagem tão etérea que chega a ser poética.
Porque você deve ver: amantes de música, a trilha sonora é ótima! Tem Lykke Li, que aparece tanto na trilha como no filme, sendo ela mesma e contracenando com Gosling no papel de ex-namorada. Tem Patti Smith, Red Hot Chili Peppers, Iggy Pop e outros músicos famosos que são mostrados tocando e em cenas icônicas no backstage do SXSW.
Porque você não deve ver: o filme é um tanto longo e o enredo não prende o espectador como deveria, logo, torna-se facilmente enfadonho se você não curte dramas existenciais.
Nos EUA, o mês de janeiro é conhecido como o espaço para “desova” de produções que ficaram encalhadas durante o ano anterior no acervo de seus respectivos estúdios, sem encontrar vaga no calendário para serem lançadas. Justamente por isso, os críticos norte-americanos já estão cansados de saber, e até mesmo fazem brincadeira com isso, que o mês de janeiro é a casa do ponto baixo das estreias do ano. Raros são os casos de bons lançamentos no primeiro mês do ano, dedicado também para os atrasados correrem atrás dos filmes de premiações que ainda não assistiram (no Brasil, janeiro, fevereiro e março é quando são lançados os filmes do Oscar por aqui).
Fora isso, outro item que não ajuda em nada o caso deste Correndo Atrás de um Pai é a falta de fé que a Warner teve nele – aqui distribuído pela Paris Filmes – adiando a comédia duas vezes nos EUA (o filme inicialmente seria lançado em 2016 e depois no início de 2017) e realizando refilmagens, provavelmente para mudar o tom do filme. Numa destas refilmagens, o veterano Christopher Walken substituiu o ator Bill Irwin (Interestelar), que havia gravado cenas como o Dr. Tinkler. Com tantos problemas e depois de conferir o resultado, fica difícil acreditar que o roteiro foi comprado poucas horas após seu pitch para os executivos do estúdio.
Não sabemos o quanto o filme foi mexido, mas só podemos avaliar o que vimos na tela, com o produto pronto. Meu palpite: o filme foi suavizado e recebeu uma roupagem mais família, mais comédia clean, acrescentando positividade e bons sentimentos. O que deixou tudo bem meloso, é verdade, e o humor tão inocente que por muito pouco não perde a graça por completo (muitos inclusive dirão que perdeu). Realmente, a nova edição resolveu apostar no seguro, no pouco ofensivo – mas ainda temos piadas sobre urinar em crianças e dormir com a própria irmã.
Vendido com o nome da comédia Se Beber, Não Case (2009) à frente do cartaz para lhe dar algum respaldo, os maiores elos entre as comédias na verdade são atorEd Helms e o diretor de fotografia Lawrence Sher, que aqui garante seu debute no comando de uma obra. De resto temos o roteirista de A Última Ressaca do Ano (2016), e os produtores de filmes como Baywatch (2017) e do recente lançamento em vídeo Vizinhos Nada Secretos (2016) – o qual comentamos aqui. Ah sim, temos também a produção do icônico Ivan Reitman, que reinou na década de 1980 com filmes com Os Caça-Fantasmas (1984) e Irmãos Gêmeos (1988).
Bom, acho que deveria falar um pouco da história. Vamos lá. Ed Helms e Owen Wilson vivem irmãos gêmeos comparecendo ao casamento da mãe (Glenn Close) quando a trama começa. Enquanto o primeiro não está na melhor das notas com sua vida – seu trabalho é como proctologista, seu filho não se conecta com ele e o recente divórcio o deixou deprimido – o segundo é um bon vivant que tirou a sorte grande e virou milionário como garoto propaganda de uma marca. O jeito como levam suas vidas diz muito sobre suas personalidades. A guinada vem quando descobrem que seu pai não é quem sempre acharam. Logo, o filme se torna um road trip com os irmãos pulando de pai em pai, e se conectando no percurso.
Na jornada para descobrir seu progenitor, a dupla se depara com o ex-astro do futebol americano Terry Bradshaw, interpretando a si mesmo, um criminoso (papel de J.K. Simmons), um policial morto, e o veterinário vivido por Walken. E este é o mote para o filme – que alguém achou uma ideia incrível – dois irmãos caindo na estrada, buscando suas origens e passando de pai a cada cidade. Poderia funcionar? Sim. Funciona? Não.
Com as inúmeras mudanças o filme perde a identidade, e não decide se quer ser uma comédia imprópria – restando alguns (poucos) resquícios – ou uma comédia para toda a família. Mas o primordial é que não existe muita graça aqui, e o humor basicamente morre na praia. É uma pena, pois estes atores talentosos e os envolvidos por trás das câmeras mereciam mais. Do jeito que está, Correndo Atrás de um Pai não ofende muito nossa inteligência (do jeito que algumas produções lançadas na mesma época no ano passado fazem – sim, estou falando com você Beleza Oculta), no entanto, ficamos esperando pacientemente o momento no qual o longa irá decolar, momento este que nunca chega. Imensamente esquecível e sem qualquer tempero, Correndo Atrás de um Paimarcará sua vida menos do que aquele jantar congelado que você comeu vendo TV num dia de semana sozinho.
O diretor M. Night Shyamalan se tornou um dos realizadores mais inconstantes de Hollywood. Mesmo assim, ele continua como uma das vozes mais chamativas e badaladas da maior indústria de cinema do mundo e a cada novo lançamento consegue atrair atenção do grande público, assim como dos especialistas. Existem os diretores unanimemente adorados, vide Steven Spielberg, Martin Scorsese, Quentin Tarantino e Christopher Nolan; e também existem aqueles que deixam parte do público e dos críticos prontos para torcer o nariz a cada novo trabalho, vide Zack Snyder, Paul W. S. Anderson e Michael Bay. Já M. Night Shyamalan existe nos dois mundos.
O que acontece é que o diretor indiano chegou em Hollywood chutando a porta com os dois pés, no filme ‘O Sexto Sentido’ (1999) que, além de o render indicações ao Oscar como melhor diretor e melhor roteiro (além de ser indicado como melhor filme), ainda fez todo e qualquer crítico anunciar Shyamalan como o novo Spielberg. Prematuro? Sem dúvida. Logo em seu trabalho seguinte, o cineasta viu os mesmos que o colocaram em um pedestal, começarem a questionar seu talento. Acontece que seguindo ‘O Sexto Sentido’, o realizador entregou uma obra muito diferente com ‘Corpo Fechado’ – que hoje encontrou seu público e é enaltecido como um de seus, senão seu melhor filme.
Com ‘O Sexto Sentido’, M. Night Shyamalan realizou uma das melhores estreias de todos os tempos em Hollywood.
Depois vieram ‘Sinais’ (2002), que recuperou seu prestígio nas bilheterias, e os elogios, e ‘A Vila’ (2004), que o dividiu novamente. Particularmente, acho este segundo o melhor trabalho do cineasta e seu melhor filme – mesmo reconhecendo que muitos, ou a maioria não compartilha deste pensamento. A meu ver, ‘A Vila’ foi o último grande trabalho sequencial de M. Night Shyamalan, e um que o levou à ruptura na fase da Disney. A seguir ele tentaria parcerias com a Warner (‘A Dama na Água’), Fox (‘Fim dos Tempos’), Paramount (‘O Último Mestre do Ar’) e Columbia (‘Depois da Terra’), não obtendo sucesso de crítica ou bilheteria em nenhum. Mas o pior é que menos de 10 anos após o fim da parceria com a Disney, seus quatro trabalhos seguintes, de forma consecutiva, eram considerados por todos os avaliadores como alguns dos piores filmes do período.
Assim, de rei de Hollywood em sua fase inicial, M. Night Shyamalan amargava o fundo do poço, considerado um fogo de palha que não havia de fato acendido, pelo contrário, havia se apagado de forma desastrosa. Nessa fase, seus roteiros originais pareciam não dar mais certo, e quando tentou investir por um momento como “diretor de aluguel”, fosse adaptando um conhecido desenho em forma live-action, ou dando forma a uma ideia da Cientologia para Will Smith e o filho, os resultados foram abaixo do medíocre. Era a hora de Shyamalan se reestruturar e voltar ao básico. O diretor se voltou para a TV com ‘Wayward Pines’ e no cinema aderiu ao found footage no arrepiante e subestimado ‘A Visita’ (2015). Em pé novamente, tomou o mundo de assalto mais uma vez com ‘Fragmentado’ (2017), criando um mistério envolvente que anunciava que o diretor havia retornado à sua boa forma.
‘Fragmentado’ levou Shyamalan de volta às boas com a crítica e as bilheterias, depois de mais de 10 anos de fracassos.
O problema de M. Night Shyamalan sempre foi o ego. E com isso não estou dizendo que ele tenha uma personalidade egocêntrica na vida real, pois nem o conheço. Ao que parece é um ótimo sujeito. Me refiro ao egocentrismo cinematográfico, como artista. Isso é inegável. Foi o que o fez comprar briga com os críticos em ‘A Dama na Água’ (2006), após ser execrado pelos mesmos que haviam o colocado num pedestal. No filme citado, Shyamalan cria um dos personagens como um crítico de cinema extremamente pedante, e o mata da forma mais violenta de todas. Por outro lado, seu personagem no mesmo filme é um escritor com bloqueio, mas cuja história irá salvar o mundo. Isso é que é um ego inflado.
Depois de voltar as boas com ‘Fragmentado’, o diretor acreditava que o mundo era seu novamente e podia fazer qualquer coisa. Assim, deixou seu ego falar mais alto novamente e entregou o desfecho decepcionante não de um, mas de dois de seus filmes mais queridos dos fãs, ‘Fragmentado’ e também ‘Corpo Fechado’, com ‘Vidro’ (2019), filme onde tudo se conectava. Toda essa introdução para chegarmos até ‘Tempo’, o filme que dá continuidade à sua nova má fase após um breve vislumbre de glória. ‘Tempo’ teve a dificuldade de ser realizado durante a pandemia, em 2020, e terminou sendo lançado em 2021 – pela Universal, em nova parceria do diretor.
O amor em família está no centro da trama de ‘Tempo’, produção enigmática de M. Night Shyamalan.
Novamente, essa não é uma história original do cineasta, mas sim baseada numa Graphic novel de Pierre Oscar-Lévy e Frederik Peeters. A história é simples, mas bastante intrigante e misteriosa. Uma família de férias em um resort num local paradisíaco é levada em um passeio por uma praia. No local encontram-se outros turistas hospedados no mesmo resort. Até aí nada fora do lugar. Acontece que a sacada da ideia, que surge como uma das famosas reviravoltas do diretor, é que este é um local fantástico, de certa forma fenomenal como a ilha de ‘Lost’ (já que os quadrinhos foram escritos em 2010), do qual os visitantes não conseguem sair, e onde o tempo passa de forma acelerada para todos, transformando crianças em adolescente e depois em adultos em questão de horas – e adultos em idosos decrépitos.
O conceito é interessante, mas seria melhor como um curta-metragem, ou o episódio de alguma série no estilo ‘Além da Imaginação’. Isso porque ao contrário dos outros filmes do diretor, cujas temáticas são de certa forma simples igualmente, neste ele não conseguiu alongar a premissa para transforma-la em um longa de forma eficiente. Em ‘Tempo’, Shyamalan carece de bons personagens, porque falta desenvolvimento. Tudo o que ganhamos são esboços e caricaturas. Os diálogos então parecem tirados dos quadrinhos e não caem bem quando são ditos por pessoas de verdade. As situações são forçadas e nunca parecemos estar observando seres humanos agindo numa situação dessas. A tentativa do cineasta em criar suspense em cada frase dita por um personagem, o fazendo agir de forma estranha para elevar a atmosfera, soa artificial por deixa-los sem características humanas – proferindo o texto de forma didática como seres robóticos.
Fora isso, algumas escolhas de ângulos e de onde posicionar a câmera são infelizes. E aí recaímos no tópico da pretensão egotística de Shyamalan como diretor. Tais cenas são criadas para serem “um diferencial” na obra, mas aqui o cineasta filma em mais de um momento as pessoas reagindo a algum evento aterrador na areia, de dentro da água, nos deixando ver pouco (um cacoete costumeiro do realizador). Aqui, no entanto, com sua câmera marítima, onde o mar muitas vezes sacoleja e submerge nosso ponto de vista, a visão “artística” termina parecendo amadora. Em outro momento, sua câmera tenta filmar um personagem, mas a confusão que sucede em primeiro plano termina por novamente tapar nossa visão com o caos do corre-corre. São momentos simples de escolhas pretensiosas e que ficaram ruins no produto final, que não somam à narrativa, apenas transparecem a pretensão artística do realizador.
É o durante que mais incomoda em ‘Tempo’, e não tanto a óbvia revelação final, que precisava vir e existir para explicar a resolução, mesmo que, de forma sábia, não explique tudo. Sim, a praia é inexplicável, um fenômeno da natureza. Já as intenções dos homens que a cercam embora à primeira vista nefastas, possuem um propósito maior. O mais doloroso de ‘Tempo’ é o caminho e não tanto o destino onde chegamos. As escolhas, digamos, inusitadas de onde pôr a câmera do diretor, somadas a diálogos que não parecem ditos por humanos, causam uma interação capenga dos personagens e pior ainda, atuações comprometidas de gente talentosa, como a dupla principal formada pelo mexicano Gael García e a luxemburguesa Vicky Krieps – sem qualquer química que transmita que são uma família que se ama, mas estão em crise.
‘Tempo’ possui uma premissa interessante, mas parece não ir a lugar algum.
Essa falta de harmonia na interação chega até os coadjuvantes, inclusive as crianças, que não satisfazem em suas atuações. Mais para o fim, em um dos momentos que deveria ser a grande cena assustadora do filme, com a velhice da personagem da bela Abbey Lee em uma caverna, tudo o que o trecho consegue passar é a vontade por risadas involuntárias, com seus efeitos de CGI duvidosos. Por outro lado, quem consegue se sair razoavelmente bem dessa bagunça toda é o trio de jovens atores: Alex Wolff (de ‘Hereditário’), Thomasin McKenzie (de ‘Jojo Rabbit’) e Eliza Scanlen (de ‘Adoráveis Mulheres’).
Com o orçamento de US$18 milhões (baixo para os padrões de Hollywood), ‘Tempo‘ recuperou para os cofres da Universal, US$90 milhões ao redor do mundo. Sua estreia corajosa foi no dia 23 de julho de 2021, em pleno auge do verão norte-americana, época dos maiores lançamentos dos estúdios, onde descolou a primeira posição do fim de semana, com US$16.8 milhões ainda em tempos pandêmicos. O terror levou a melhor para cima do blockbuster ‘G.I. Joe Origens – Snake Eyes‘, da Paramount, e o drama ‘Joe Bell‘, com Mark Wahlberg. Já em matéria de críticas, ‘Tempo‘ descolou 50% de aprovação da imprensa especializada, convencendo exatamente metade dos jornalistas, mas não escapando do “tomate podre” no Rotten Tomatoes.
Shyamalan disse ter se atraído pela história por seu mote do envelhecimento acelerado e o medo da morte iminente. Na vida real, já deixa seu legado, passando o manto de diretor para a filha mais velha Ishana, que trabalhou como assistente de direção na segunda unidade, estreando em uma produção com o aval do pai. A jovem segue agora para entregar seu primeiro filme solo como diretora, comandando Dakota Fanning em ‘The Watchers’. E o Shyamalan pai seguiu para o mais bem recebido ‘Batem à Porta’ (2023) – por isso não devemos temer o tempo. Ele pode ser nosso aliado.
‘Tempo‘ (2021), de M. Night Shyamalan, estreou recentemente no acervo da Star+, a plataforma de conteúdo mais adulto da Disney+.
‘Slice‘, terror cômico que mistura slasher, filmes de gangue e ameaças sobrenaturais, ganhou um novo cartaz ilustrado divertido.
Confira, com o trailer:
Escrito e dirigido por Austin Vesely, ‘Slice‘ apresenta a investigação de uma pequena e pacata cidade sobre a morte de um entregador de pizza – daí o trocadilho no título (Slice é fatia em inglês). Fantasmas, assassinos, traficantes e até mesmo um lobisomem estão entre os principais suspeitos.
No elenco, destaca-se a bela, carismática e talentosaZazie Beetz, que foi muito elogiada no papel de Domino em ‘Deadpool 2‘.
‘Slice‘ tem distribuição da ótima A24 e está programado para estrear em 2018.
O novo ciclo terá 10 episódios e a produção está prevista para começar no verão norte-americano, em Vancouver.
Ao entrar para uma lendária sociedade secreta na Universidade de Belgrave, o calouro Jack Morton mergulha em um perigoso jogo de vida ou morte. Agora, ele terá que encarar surpreendentes segredos de família e uma batalha implacável entre lobisomens e feiticeiros.
O longa alcançou 98% de aprovação no Rotten Tomatoes com a surpreendente nota de 8,98/10, baseada em 43 reviews (até o momento). Segundo o consenso geral, “com um elenco estelar e uma releitura inteligente e sensível do clássico livro, ‘Adoráveis Mulheres’ prova que algumas histórias são realmente atemporais”.
Confira as principais críticas:
“Se este não é o ‘Adoráveis Mulheres’ de que você se lembra, seja nas páginas ou nas telonas, é compreensível. Mas é praticamente o que mais vai te emocionar, e isso é importante” – Time Out.
“[O filme] não apenas vibra com vida, mas vibra com ideias sobre felicidade, realidades econômicas, e o que significa lutar contras as expectativas de gênero” – Vulture.
“Um sucesso tremendamente ressonante, às vezes de quebrar o coração e sempre divertido” – USA Today.
“Uma das adaptações mais brilhantes de qualquer trabalho literário” – Thrillist.
“Um divertimento do começo ao fim, uma montanha-russa emocional às vezes” – Daily Mail (UK).
Assista ao trailer:
Dirigido por Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar‘), o longa é baseado no livro homônimo escrito por Louisa May Alcott.
A trama acompanha as irmãs March, que enfrentam problemas crescentes como falta de dinheiro, tragédias familiares e rivalidades românticas na Massachusetts de meados do século 19. Jo luta por independência e, às vezes, entra em conflitos com a mãe e as irmãs Meg, Amy e Beth. Ela também lida com a rabugenta Tia March, o impulsivo vizinho Laurie e o bondoso professor Friedrich Bhaer.
Em entrevista ao THR, a atriz Annabelle Wallis falou sobre o novo filme de terror dirigido por James Wan, intitulado ‘Malignant‘, e não poupou elogios ao cineasta e ao seu trabalho.
“Acredito que temos algo muito especial. Algo que irá flexionar o gênero. É muito corajoso e original. Eu nunca tinha lido algo assim. Sabe, eu estou em um momento da minha carreira em que é importante ser corajosa. Eu já trabalhei com o James Wan em ‘Annabelle’ e havia sido a primeira vez que eu tinha ido para a América. Ele assistiu ‘The Loudest Voice’ e disse que havia amado o meu trabalho. Então, ele falou: ‘Eu escrevi esse papel para você, Annabelle. Vamos trabalhar juntos’. E ele é uma pessoa incrível de se trabalhar e eu sei que vamos continuar a trabalhar juntos por muitos anos. Ele é gentil e muito bom no que faz.”
Ela continua, “Esse filme será algo que irá surpreender os espectadores porque esse é um projeto muito passional [para o James Wan]. Estou muito animada!”
Vale lembrar que, devido à pandemia de coronavírus, a Warner Bros. adiou indefinidamente a estreia do terror, que segue sem previsão de lançamento.
Além de dirigir, Wan também assina o roteiro, ao lado de Ingrid Bisu.
O filme irá se afastar da temática sobrenatural e dará lugar a uma trama de investigação e assassinatos, aos moldes do subgênero Giallo Film. Para quem não sabe, os Giallo Films surgiram na Itália antes do terror slasher americano, e se baseiam em crimes de serial killers. Eles inspiraram clássicos como ‘Pânico‘ e ‘Halloween‘.
De acordo com o Bloody Disgusting, o aclamado terror de zumbis ‘Plano-Sequência dos Mortos‘ (One Cut of the Dead) ganhará um remake francês, intitulado ‘Final Cut‘.
As filmagens estão acontecendo atualmente nos arredores de Paris.
O elenco da nova versão contará com Romain Duris,Bérénice Bejo, Grégory Gadebois, Finnegan Oldfield, Matilda Lutz, Sébastian Chassagne and Raphaël Quenard, Jean-Pascal Zadi, Lyes Salem, Simone Hazanavicius e Luana Bajrami.
O longa original teve um orçamento de apenas US$ 25 mil, com sua história contada em um plano contínuo de filmagem.
O terror conquistou os críticos, alcançando impressionantes 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. Segundo o consenso geral, o longa é inteligente e sangrento, conseguindo reanimar o gênero zumbi com uma mistura refrescante de ousadia e sátira.
Dirigido por Shin’ichirô Ueda, o filme original foi um sucesso nos cinemas, arrecadando mais de US$ 30 milhões mundialmente.
Sophie, uma jovem cega cuidando de uma mansão isolada, se encontra diante de uma invasão doméstica por bandidos procurando um cofre secreto. Sua única forma de defesa é um aplicativo chamado Veja por Mim. O aplicativo a conecta com um voluntário do outro lado do país para ajudá-la a sobreviver. Sophie se conecta com a Kelly, uma veterana do exército que passa seus dias jogando jogos de tiro. Sophie é obrigada a aprender que, se ela quiser sobreviver à noite, ela precisará de toda ajuda que puder ter.
Durante a D23 Expo, foi revelado que o ator Danny Ramirez (‘Top Gun: Maverick’) retornará na sequência ‘Capitão América: Nova Ordem Mundial‘, quarto capítulo da franquia.
O ator reprisará o seu papel como Joaquin Torres, que foi introduzido na série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘, onde assumirá o manto como o novo Falcão no MCU.
“Estou muito animado. Receber essa oportunidade é uma experiência única. Ter o meu nome chamado pelo Kevin [Feige na D23] foi insano,” declarou o ator durante o evento.
Vale lembrar que Tim Blake Nelson também retornará como o Dr. Samuel Sterns/O Líder.
Para aqueles que não se recordam, o personagem em questão apareceu pela última vez há mais de catorze anos em ‘O Incrível Hulk‘ como um dos antagonistas – e deve retornar como o vilão principal a ser enfrentado pelos heróis.
Mas o mais importante nisso tudo, foi que ele pôde se enxergar como um verdadeiro herói para seus filhos.
“Como pai de meninos, é muito legal quando seus filhos veem você fazer algo que eles podem assistir. Nós [atores] fazemos tantos filmes, e a maioria deles nossos filhos não podem assistir. Mas meus filhos foram realmente capazes de sentar e comer pipoca enquanto assistiam ‘Falcão e o Soldado Invernal’ ou ‘Vingadores‘, ou todos esses filmes da Marvel. Tudo o que faço é para os meus meninos, então essa é a parte divertida.”
Enquanto isso, vale lembrar que todos os episódios de Falcão e o Soldado Invernal’ continuam disponíveis na Disney+.
O caminho do rapper Xatar do gueto ao topo das paradas musicais é uma aventura inacreditável. Ao sair do inferno de uma prisão iraquiana, ele vai para a Alemanha ainda menino com sua família nos anos 80. Entre oportunidades e obstáculos, passa de um pequeno criminoso a um destemido traficante, até que uma grande carga de cocaína desaparece. Para saldar suas dívidas com o cartel, Xatar planeja um lendário roubo de ouro que entrará para sempre na história.
Curiosidades:
» Além de dirigir, Fatih Akin também assina o roteiro ao lado de Giwar Hajabi;
O icônico Mickey Mouse, do curta ‘O Vapor Willie‘ de 1928, entrou em domínio público em 1º de janeiro de 2024, e já há anúncios de algumas versões de terror envolvendo o icônico personagem da Disney.
O que antes era um alegre desenho animado em preto e branco dirigido por Walt Disney, se transformou em um filme de terror sangrento e nervoso sobre um rato vingativo em um barco.
A produtora Iconic Events Releasing confirmou que a versão terror será lançada nos cinemas em 2025, e as filmagens estão programadas para o segundo semestre de 2024.
Em comunicado oficial, foi anunciado que Christian Beckman (‘Drácula: A Última Viagem de Demeter’) cuidará dos efeitos visuais da produção, que também contará com o artista Christian Cordella (‘Avatar: O Caminho da Água’) no design do antagonista.
O terror irá investir em efeitos práticos, com uma mistura de maquiagem e prostéticos.
Na trama…
Um rato assassino persegue um grupo de nova-iorquinos em um passeio noturno de balsa, desencadeando uma luta pela sobrevivência e transformando seu passeio em um pesadelo. Será que a tripulação de viajantes do navio conseguirá encontrar uma maneira de deter a criatura assassina que desenvolveu um gosto por turistas?
Confira o teaser e o cartaz:
O desenho animado original segue o pequeno Mickey pilotando um barco a vapor por um rio desconhecido até que ele encontra Pete, o capitão mal-humorado, e o caos cômico se instala. Mais tarde, ele conhece Minnie Mouse e começa a fazer música com objetos inanimados ao seu redor.
Por enquanto, não há informações sobre diretor e membros do elenco e nem previsão de estreia, mas as filmagens serão iniciadas na na primavera norte-americana, que acontece entre março e junho deste ano.
First look at another ‘STEAMBOAT WILLIE’ horror movie, which begins filming in Spring.
The film will follow a sadistic mouse who torments a group of unsuspecting ferry passengers. pic.twitter.com/WmTcYH6Ttu
Lembrando que este é o 2º filme de terror inspirado no personagem.
Intitulado ‘A Ratoeira do Mickey‘, o outro é dirigido por Jamie Bailey, mesclando comédia e terror, apresentando um assassino vestido como uma versão macabra do ratinho que, até então, era conhecido como uma divertida e inofensiva animação.
Confira o trailer:
“É o aniversário de 21 anos de Alex, mas ela está presa no fliperama em um turno atrasado. Seus amigos decidem surpreendê-la, porém um assassino mascarado, vestido como Mickey Mouse, decide jogar um jogo próprio com eles, e agora ela precisa lutar pela própria sobrevivência.”
Bailey comentou: “Nós apenas queríamos nos divertir com tudo isso. Quer dizer, é o Mickey Mouse de O Vapor Willie assassino. É ridículo. Nos divertimos muito fazendo este filme e acho que isso se reflete nele.”
O artista, que interpretou o sobrevivente Jim no longa original, servirá apenas como produtor executivo da nova sequência.
Em entrevista ao site, o produtor Andrew Macdonald declarou: “Nós queríamos que ele estivesse envolvido [em ‘Extermínio: A Evolução’], e ele também. Ele não está presente no primeiro filme [da nova trilogia], mas espero que o Jim retorne futuramente. No momento, [Murphy] está envolvido como produtor executivo, e espero que possamos trabalhar com ele de alguma forma no futuro desta trilogia. Em outras palavras, ele está trabalhando apenas atrás das câmeras, mas a porta está aberta para o seu retorno em futuras sequências.”
‘Extermínio: A Evolução‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 19 de junho.
O elenco conta com Jack O’Connell (‘Invencível’), Aaron Taylor-Johnson (‘Vingadores: A Era de Ultron’), Jodie Comer (‘Killing Eve’), Ralph Fiennes (‘O Menu’) e Erin Kellyman (‘Falcão e o Soldado Invernal’).
Estrelado por Elle Fanning (‘Malévola’) e Dimitrius Schuster-Koloamatangi, o longa será o primeiro da franquia a trazer o Predador titular como o herói da história.
O filme será lançado nos cinemas nacionais no dia 6 de novembro de 2025 – assumindo a data que originalmente pertencia ao reboot de ‘Blade‘.
A trama conta a história de um jovem Predador rejeitado por seu clã, que se une a uma humana chamada Thia em um planeta remoto. Eles embarcam em uma jornada traiçoeira para encontrar o adversário supremo, buscando vingança e tentando restaurar o respeito de seu povo.
Em PRECISAMOS FALAR, dois casais ricos devem enfrentar um conflito moral profundo quando descobrem que seus filhos foram responsáveis pela morte de uma pessoa em situação de rua. Com o crime ganhando repercussão na mídia e a identidade dos culpados desconhecida, surge um perigoso dilema ético: até onde você iria para proteger quem ama?
O astro Vin Diesel anunciou que a turnê com performances eletrizantes e arriscadas dos carros de ‘Velozes e Furiosos‘ vai realmente acontecer.
Segundo o protagonista da saga, as apresentações acontecerão em uma arena:
“Estou em Nova York e, acredite, estamos gravando algo que será um manifesto da arte, algo que ninguém jamais viu. Será um show ao vivo”.
Detalhes relacionados às apresentações ainda não foram divulgados, mas espera-se que algumas das populares tomadas realizadas por dublês sejam recriadas, além de material extra. A expectativa é que os shows sejam lançados previamente na O2 Arena, seguindo em turnê pouco depois.
Após a aposentadoria de Brian (Paul Walker), Dominic (Vin Diesel) e Letty estão em lua de mel e levam uma vida pacata e completamente normal.
Mas a adrenalina do passado acaba voltando com tudo quando uma mulher misteriosa faz com que Dom retorne ao mundo do crime e da velocidade, dessa vez traindo sua equipe e se aliando à ciberterrorista Cipher (Charlize Theron).
‘Jurassic World: Reino Ameaçado‘ chega aos cinemas nesta semana e para celebrar a iminente estreia, o divertido canal do Youtube, ScreenJunkies, produziu um hilário trailer honesto de ‘Jurassic Park 3′.
O vídeo satiriza a terceira sequência, afirmando que Spielberg foi longe demais em uma produção com efeitos especiais de baixa qualidade e uma narrativa desnecessária. O divertido quadro ainda salienta que ‘Jurassic Park 3‘ é tão ruim que acabou colocando a saga na geladeira por 15 anos.
Assista e divirta-se!
‘Jurassic World: Reino Ameaçado‘ teve uma abertura grandiosa na China e arrecadou US$ 111,9 milhões no fim de semana, somando mais de US$ 370 milhões mundialmente.
Trata-se da segunda maior abertura do ano na China, atrás apenas de ‘Vingadores: Guerra Infinita’, e é atualmente a quarta melhor abertura de todos os tempos por lá.
‘Summer Night‘ trata sobre amizades, relacionamentos e traz os melhores amigos Seth (Nelson) e Jameson (Coltrane) nos últimos dias do verão. Enquanto tentam curtir o restinho das férias que possuem, eles também terão que tomar decisões cruciais.
O longa vai estrear nos cinemas e em VOD no dia 12 de julho. Ainda não há previsão de estreia para o Brasil.
O astro Will Smith reviveu o papel de Agente J da franquia ‘Homens de Preto‘ em um novo desafio que está circulando na rede social Tik Tok.
Intitulada “Wipe It Down Challenge”, a brincadeira consiste no participante limpar um espelho e a cada movimento que ele fizer, uma imagem distinta deve aparecer refletida.
No caso de Smith, a imagem refletida no espelho é justamente a do carismático e marrento agente que lhe consagrou no estrelato.
MIB: Homens de Preto – Internacional‘ faturou apenas US$ 253 milhões nas bilheterias mundiais.
‘Homens de Preto‘ arrecadou em 1997 mais de US$ 250 milhões no mercado americano e mais de US$ 587 milhões mundialmente. ‘Homens de Preto 2‘ faturou US$ 190 milhões nos EUA e US$ 440 milhões ao redor do mundo. Já o terceiro filme custou US$ 225 milhões e faturou US$ 624 milhões mundialmente.
As primeiras imagens oficiais da minissérie ‘Pam & Tom‘ surpreenderam os amantes do entretenimento, em virtude da grandiosa transformação dos atores Sebastian Stan eLily James.
E o ator Anthony Mackie, um dos grandes amigos de Stan e seu colega de elenco na série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘, revelou que ficou impressionado com o resultado.
Durante uma entrevista à revista Variety, durante o MTV Movie & TV Awards, ele ainda compartilhou o seu entusiasmo com o sucesso profissional do amigo:
“Sebastian é um ótimo ator e é revigorante vê-lo conseguir fazer isso e saber que as pessoas estão o vendo pelo camaleão que ele é, não apenas por ser esse deus lindamente maravilhoso e de olhos azuis. Ele me mandou um vídeo do set e algumas fotos e eu fiquei chocado. Fiquei realmente surpreso e impressionado com o que ele foi capaz de fazer. Fiquei estarrecido. Eu perguntei: ‘O que você está fazendo? Você está interpretando o Tommy Lee?’ É simplesmente lindo ver o seu amigo fazendo sucesso. E ele arrasou. Quer dizer, ele realmente foi capaz de se transformar e esse é o sonho de todo ator em cada papel que ele interpreta”.
Já a cantoraCourtney Love, amiga de longa data da atriz Pamela Anderson, detonou a vindoura minissérie ‘Pam & Tommy’, por explorar o vazamento da famigerada sex tape envolvendo o então polêmico casal.
“‘É ótimo ser loira. Com baixas expectativas, é muito fácil surpreender as pessoas’- Pamela Anderson. ‘Pam & Tommy‘ chega ao Hulu em breve”, escreveu James.
Além da dupla, o elenco também contará com Seth Rogen, Nick Offerman (‘Parks and Recreation’) como Uncle Miltie; Taylor Schilling (‘Orange Is the New Black’) como a esposa de Rand, Erica Gauthier; o comediante Andrew Dice Clay como Butchie; Pepi Sonuga (‘Ash vs. Evil Dead’) como Melanie; Mozhan Marno (‘House of Cards’) como Gail Chwatsky; e Spenser Granese como Steve Fasanella.
A série dramática de TylerPerry, ‘Beauty in Black’ foi renovada para sua 2ª temporada pela Netflix. A informação foi revelada pelo streaming nesta quarta-feira (12).
O anúncio da renovação chega apenas seis dias após a estreia da segunda parte da 1ª temporada. O lançamento dos novos episódios disparou a série de volta para o TOP 10 de produções seriadas mais assistidas da Netflix no mundo.
Vale lembrar que a primeira leva de episódios da 1ª temporada, lançada em outubro de 2024, fez com que ‘BeautyinBlack’ permanecesse no TOP 10 global por quatro semanas.
A trama é centrada em Kimmie (Taylor Polidore Williams), uma stripper que se envolve com o mundo de uma família que administra um império de cosméticos — e um esquema de tráfico.
Por meio de um comunicado oficial, Perry comemorou a renovação de ‘BeautyinBlack’ e demonstrou seu entusiasmo em continuar expandindo o universo da série:
“Deixamos os fãs na ponta dos assentos no final da primeira temporada e estamos empolgados por continuar a jornada de Kimmie, enquanto ela assume seu poder como o mais novo membro da família Bellaire. Kimmie exemplifica o espírito de nunca subestimar o azarão e mal posso esperar para que os fãs continuem a ver sua história se desenrolar. Se você achou que a primeira temporada foi uma viagem louca, você não está pronto para a segunda temporada”.
Em uma entrevista recente com a EW, o diretor Ronny Yu explicou a lógica por trás da cena final de ‘Freddy Vs. Jason’, longa emblemático que juntou dois dos maiores vilões do cinema de terror, lançado em 2003.
“Eu calculo: Se eu conseguir, talvez, 30 segundos do herói vencedor, então tenho que adicionar mais 25 segundos do vilão lutando de volta. Você se sente entediado ao ver os heróis ganharem, você sente que é hora do vilão ganhar a vantagem. É um ato de equilíbrio. Então, obviamente, parece que Jason é o vencedor, mas como a cabeça de Freddy se aproxima da câmera, você vê Freddy com uma careta, então é como: ‘Hey, talvez não’. Talvez Freddy tenha algo na manga e então ele vai lutar de volta. Foi assim que encontrei o saldo. Não aborreço os fãs de Jason, não aborreço os fãs de Freddy. A luta continua. “
Recentemente, vazou o trailer de um projeto que nunca aconteceu. Lá em 1997, Wes Craven e John Carpenter já imaginavam uma produção que pudesse reunir Freddy e Jason.
No entanto, o projeto foi cancelado pela New Line devido aos vários roteiros não aprovados pela dupla e por constantes confrontos entre produtores e a distribuidora por conta do orçamento.
Sendo assim, a produção foi cancelada. Mas nem mesmo aNew Line sabia que um vídeo promocional tinha sido produzido.
A ideia do material era anunciar que o filme estava em produção.
Ao ser questionado em entrevista ao Collider sobre uma possível participação de Mephisto em ‘Vingadores: Guerra Infinita’, o co-roteirista Christopher Markus comentou que “não pode confirmar nem negar”.
“O Mephisto dos quadrinhos. Não posso confirmar nem negar sua existência [no nosso filme]. Ele é frequentemente visto no inferno, mas não é o mal. Ele é algo mais elementar, mais primitivo que isso”
O personagem desempenhou um papel importante na história em quadrinhos ‘Desafio Infinito’, em que esteve muito próximo de Thanos, o que poderia ser explorado no filme.
Como bem sabemos, a heroína Carol Danvers chegará ao Universo Cinematográfico da Marvel muito em breve, com seu filme solo, ‘Capitã Marvel’, porém, o site CBR indicou, em uma publicação recente, que a personagem pode ser introduzida um pouco antes do previsto.
Segundo o site, um novo quadrinho da heroína está previsto para ser lançado em novembro desse ano, denominado ‘Capitã Marvel Prelude’, deve mostrar as aventuras da Danvers em algumas missões com Nick Fury e Maria Hill.
Espera-se que essa HQ venha a ser a introdução da Capitã antes do lançamento de seu filme, que agora chega aos cinemas do Brasil no dia 7 de Março de 2019 – uma semana antes do previsto.
Recentemente, caíram na internet mais algumas artes promocionais de ‘Capitã Marvel’, feitas para estampar embalagens de brinquedos licenciados, que mostram a heroína em seu traje tradicional vermelho e azul e o Nick Fury mais jovem. Confira:
Lançado em 2017, Kong: A Ilha da Caveira se tornou um dos filmes mais queridos do MonsterVerse. Ambientado no passado, o longa se diferencia dos outros desse universo por ter mais aventura que ficção e trazer uma direção diferenciada, muito inspirada pela estética dos videogames.
Além disso, o filme é repleto de críticas e sátiras da Guerra do Vietnã, o que deu a ele uma essência divertida e reflexiva. Pensando nisso, o CinePOP separou dez curiosidades que você talvez não conheça sobre o filme. Confira!
Tamanho
Por ser ambientado no mesmo universo do Godzilla, o Kong teria de ser muito maior do que um prédio para que ele pudesse fazer frente ao Rei dos Monstros no vindouro Godzilla Vs Kong. Então, a produção definiu que ele teria cerca de 40 metros de altura no filme solo, que seria ambientado na década de 1970. Ou seja, ele teria algumas décadas para crescer até 2021.
Confusão
No entanto, a decisão de fazer o gorila com 40 metros de altura não foi algo planejado. Em entrevista, o ator Samuel L. Jackson disse que ele e os outros membros do elenco viviam perguntando à produção qual era o tamanho do Kong, até para terem uma noção do quão alto teriam de olhar nas cenas. O problema é que nem mesmo os produtores sabiam e viviam dando respostas diferentes.
Sets
O filme se passa em meio a época da retirada das tropas norte-americanas do Vietnã. O curioso é que os sets de filmagens foram montados no Havaí, no Kualoa Ranch, onde gravaram filmes como Jurassic Park (1993), Godzilla (1998) e Jurassic World (2015), e as cenas de floresta e natureza foram feitas justamente no Vietnã. Inclusive, o diretor Jordan Vogt-Roberts afirmou que foi a locação mais linda em que já trabalhou.
Cortes
O corte original do filme tinha mais de três horas de duração. Porém, a pedido do estúdio, o longa passou por cortes até chegar a sua duração final de 1h58. Algumas das cenas cortadas entraram na novelização do filme, que foi vendida na mesma época do lançamento, e mostrava momentos como uma luta de James (Tom Hiddleston) com uma serpente gigante.
Mudanças
A primeira versão do roteiro era ambientada em 1917 e seria completamente diferente. No entanto, por mais que tivesse gostado o diretor não se sentiu empolgado em fazer esse filme. Então, em conversa com os investidores, ele se questionou: “Por que não fazer um filme de monstros em meio a ‘Apocalypse Now‘? Nunca houve um filme de monstros na Guerra do Vietnã”. O estúdio adorou a ideia e ele se empolgou com essa possibilidade.
Elenco
Para convencer Tom Hiddleston e Samuel L. Jackson a embarcarem no projeto, a produção só precisou mandar uma mensagem para os agentes dos atores dizendo que queriam eles em um filme do King Kong. Inclusive, Jackson foi a segunda escolha para o papel. O primeiro escalado foi J.K. Simmons, mas ele teve de deixar o projeto por conflitos de agenda. JáBrie Larson aceitou fazer o filme quando revelaram que ela não seria uma ‘mocinha em perigo’, mas uma fotógrafa que participa da ação.
Referências
Se o Godzilla tinha os M.U.T.O.‘s, o Kong também precisaria de monstros rivais para enfrentar em sua aventura solo. E assim foram escolhidos os ‘Skullcrawlers‘, os lagartos da Ilha da Caveira que assassinaram os pais do gorilão camarada. Como referência, o diretor se inspirou nos lagartos do King Kong dos anos 1930, no Pokémon Cubone, no Sem Rosto de A Viagem de Chihiro e no Adão do anime Neon Genesis Evangelion.
Enganou a todos
A escalação do ator Toby Kebbell para o filme causou uma confusão generalizada nos ‘insiders’ e especuladores da internet. Na época, ele tinha acabado de interpretar o chimpanzé Koba, de Planeta dos Macacos: O Confronto (2014), e havia sido escalado para um papel não identificado em Kong. Ou seja, os especuladores assumiram que como ele vinha de uma atuação de captura de movimento em um filme sobre macacos, ele interpretaria o próprio Kong. No fim das contas, ele foi apenas um soldado. Ou quase.
No fim das contas, Toby realmente ajudou a equipe de captura de movimentos servindo como modelo para algumas capturas de expressões faciais para o gorila. No entanto, quem fez toda a atuação corporal do Kong foi o dublê e lenda da captura de movimentos Terry Notary, que fez carreira com as franquiasO Hobbit e Planeta dos Macacos.
Grito
O urro do Kong foi composto tomando como inspiração o berro do gorila dos anos 30. Naquela época, o time de som mixou rugidos de leões e tigres para criar. Na versão de 2017, a equipe sonora mixou os rugidos invertidos de leões e tigres e adicionou sons de macacos e gorilas numa camada extra.
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