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Crítica | Diário de Viagem – Atriz de ‘As Five’ brilha em filme sobre transtorno alimentar

O grito que ninguém escuta. Abordando conflitos intensos entre a mente e o corpo na perspectiva de uma jovem adolescente, o longa-metragem brasileiro Diário de Viagem começa sua jornada em meados da década de 90, na época de criação do plano real. O recorte aqui é na fase adolescente, no ensino médio, aos olhos de uma personagem em conflito, que não sabe o que gosta, o que quer, se sente perdida em seu pensar com o peso de não conseguir se relacionar, como se todos não a entendessem. O epicentro desses conflitos é em relação ao transtorno alimentar. Viver essa fase em total solidão, é duro, angustiante, a narrativa caminha nessa estrada de forma profunda. Escrito e dirigido pela cineasta Paula Kim, o filme é baseado na adolescência da própria diretora.

Na trama, conhecemos Liz (Manoela Aliperti), uma jovem, filha única, que gosta de Nirvana, Paralamas e está prestes a embarcar para uma oportunidade que poucos possuem, a de um intercâmbio e conhecer culturalmente um novo país (no caso, a Irlanda), além de estar em uma reta de oportunidades para trocas de experiências com jovens de outros países e modos de pensar diferentes do dela. A protagonista possui um transtorno alimentar, fato que a faz, desde algum tempo, caminhar numa estrada de não aceitação do seu corpo. Quando ela retorna de viagem, a situação parece piorar e a protagonista acaba numa profunda tristeza que abala a si mesma e a todos ao seu redor.

A obra O Retrato de Dorian Gray, mencionada logo nos minutos iniciais, já mostrava, como uma espécie de abre-alas, que iríamos caminhar em uma história sobre a mente e os paralelos com o corpo num corredor de medo e aflição tendo a busca pela perfeição (no caso aqui: não engordar) sendo algo constante, intenso e muitas vezes inconsequente. Os conflitos levam Liz a estar rodeada de limitações, aos que se aproximam ela logo se afasta. Socializar acaba sendo uma grande dificuldade para a jovem que se fecha em seu próprio labirinto. Vale o destaque para a ótima atuação da atriz Manoela Aliperti.

As variáveis que cercam a protagonista acabam encontrando seu espaço na narrativa de forma contundente. O maior exemplo são os pais dela, que percebem que há algo de errado mas demoram pra agir, não sabendo na maior parte do tempo lidar com aquela situação, caminhando para um iminente conflito. Além disso, toda a situação abala a família, levando a mãe ao desespero e o pai a momentos de explosão e descontrole (o alcoolismo se mostra presente inclusive). Com o físico e o psicológico abalado, sua desgastante rotina a coloca em momentos de mais tristezas na escola, onde o bullying aparece.

Falado em português e inglês nos primeiros minutos (por conta da viagem que a adolescente faz), Diário de Viagem é um profundo drama, borbulha nas emoções dilacerantes de uma jovem com um distúrbio alimentar que paralisa sua vida. O objetivo de conscientizar para a anorexia nervosa, que afeta tantos na realidade, é atingido, deixando o público em uma reta de reflexões sobre o assunto.

Crítica | A Mãe – Quando o desespero encontra sinônimos da violência

A força maternal numa busca imprevisível pela verdade. Premiado no Festival de Gramado e de Vitória, o novo longa-metragem do cineasta Cristiano BurlanA Mãe, nos leva até a periferia da maior cidade do país onde somos guiados para momentos de tensão, dor, sofrimento, de uma busca desesperada de uma mãe por um filho que desapareceu do dia para noite e se vê em conflitos com vários lados de uma violência constante. No papel principal, a premiada atriz brasileira Marcélia Cartaxo mais uma vez comove o espectador com uma atuação emocionante.

Na trama, conhecemos Dona Maria (Marcélia Cartaxo), uma nordestina, de Cajazeiras (Paraíba) que mora em uma casa humilde na periferia de São Paulo faz alguns anos, lugar onde mora com o único filho, o adolescente Valdo, desde que ele tinha três anos. Ela é camelô pelas ruas do centro. Certo dia, após o filho sair para se divertir e ir tentar a sorte numa peneira de futebol, ele desaparece, levando Maria a uma busca incansável para saber todas as verdades desse desaparecimento. Durante essa árdua estrada onde poucos a ajudam, acaba entrando em conflito com traficantes e com a polícia.

A narrativa navega por um recorte de um Brasil da burocracia, da insensibilidade, do medo, da mentira, do conflito de interesses. Dona Maria é uma nordestina que tenta sobreviver ao caos urbano da maior cidade do país, onde os preços só aumentam, onde o preconceito está por perto, onde a justiça se mostra para poucos, onde inocentes se veem presos em guerras urbanas, onde a polícia nem sempre protege, onde a violência é contínua e vem de todos os lados. Envolto a isso, Maria enfrenta o mistério de uma perda, um alguém que ela não poderá se despedir, mesmo assim não desgruda do pensamento de buscar a verdade que acaba culminando em uma espécie de grito de socorro em uma verdadeira reação contra a violência do Estado. No projeto, muito bem dirigido por Burlan, há menção a uma organização chamada ‘Mães de Maio’ composta por mães, familiares e amigos de vítimas de crimes cometidos em maio de 2006 em São Paulo, crimes esses ligados à violência policial.

A Mãe, que também foi exibido na 46ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, é um retrato comovente de uma mulher que luta contra os absurdos da violência policial em busca de conseguir seguir em frente após parte dela desaparecer em uma cidade que para muitos é sinônimo de medo.

Conheça a NOVELA de Comédia Romântica que se tornou a MAIS VISTA na Netflix

Há alguns dias, chegou ao catálogo da NetflixAté que o Dinheiro nos Separe‘, uma divertida novela de comédia romântica colombiana.

Remake da novela de sucesso exibida em 2006, a atração gira em torno de uma mulher rica e glamourosa busca vingança após se machucar em um acidente de carro. Mas aos poucos o ódio dá lugar a outro sentimento quando ela passa a conhecer melhor o homem que a atingiu.

Em apenas uma semana, a novela se tornou a produção de língua não inglesa mais assistida da plataforma, alcançando 52,2 milhões de horas assistidas.

Nas redes sociais, os assinantes da Netflix estão compartilhando diversos elogios, desde a combinação entre o humor e o drama presentes no roteiro, à química do elenco e à originalidade da produção.

Confira algumas reações:

O elenco conta com Carmen Villalobos, Sebastián Martínez, Gregorio Pernía, Juliette Pardau e Alejandro Tommasi.

Confira o trailer:

Gosta de AÇÃO? Conheça a superprodução que chegou na Netflix no estilo ‘Velozes e Furiosos’

Em 2020, ainda no início do período de reclusão, a Netflix lançou um filme de ação francês que acabou fazendo muito sucesso entre seus assinantes, sob o título ‘Bala Perdida’. De lá para cá, tivemos que enfrentar mais tempo ainda dentro de nossas casas, e muitas produções tiveram que ser seguradas até que pudessem ser realizadas. Como consequência infeliz, filmes que inesperadamente fizeram sucesso – como o supracitado – tiveram que aguardar um tempo precioso até estrelar sua continuação, e essa espera podia significar um esfriamento do interesse do público. Então, dois anos e uma pandemia depois, ‘Bala Perdida 2’ finalmente chegou à Netflix, e, contrariando as previsões, pulou direto ao Top 10 da plataforma.

Depois de limpar seu nome após a morte de Charras (Ramzy Bedia), o mecânico Lino (Alban Lenoir) tentou seguir adiante com sua vida trabalhando com a tenente Julia (Stéfi Celma), mas há seis meses planta guarda diariamente na janela de Stella (Anne Serra), certo de que eventualmente Marco (Sébastien Lalanne) irá aparecer. Lino quer acertar as contas com o assassino desde o dia em que acordou no hospital e soube que Marco havia escapado das algemas, porém, ao chegar na fronteira com a Espanha descobre que Marco está sendo procurado internacionalmente. Aos poucos, as histórias que lhe foram sendo contadas sobre o paradeiro do assassino começam a ficar cada vez mais tortuosas, e todos ao seu redor passam a agir de maneira suspeita.

Em quase uma hora e quarenta de duração ‘Bala Perdida 2’ em pouco lembra o filme original. Fora o título e o protagonista, que manteve so mesmo ator, a história em si vai para caminhos bem diferentes do longa primevo. Aparentando trazer menos orçamento e, com isso, ter menos carrões modificados desfilando na produção, na prática isso significa que enquanto o primeiro longa chamou a atenção por se assemelhar à franquia ‘Velozes e Furiosos’, a continuação parece ter deixado essa característica de lado, apresentando apenas um único carro modificado, e que nem é tão maneiro assim.

Escrito e dirigido novamente por Guillaume Pierret, o roteiro de ‘Bala Perdida 2’ foca mais numa história que constrói um ambiente de espionagem, traição e teoria da conspiração do que no tiro, porrada e bomba típico dos filmes de ação – e que, aliás, fez bastante parte do longa anterior. Dessa forma, temos um filme focado mais no drama pessoal dos personagens e seus objetivos particulares do que no entretenimento do espectador com cenas mirabolantes – que é o que queremos ver nesse tipo de filme. Mesmo mantendo algumas cenas de perseguição de carro (em via expressa em plano aberto, no interior do país), elas em nada lembram as cenas com dezenas de carros correndo pelas ruas da França que vimos no filme anterior. O mesmo pode-se dizer das cenas de briga e de ação; elas estão lá, mas igualmente são poucas, se comparadas ao anterior.

Bala Perdida 2’ definitivamente tira o pé do acelerador e se comporta mais, desapontando os espectadores. Com menos – porém eficientes – cenas de ação, o filme entretém, mesmo tendo perdido seu vigor original. Uma vez que tudo indica uma nova continuação, é torcer para que o novo projeto retome a proposta inicial da franquia francesa.

James Cameron cogita o que acontecerá se ‘Avatar 2: O Caminho da Água’ for um FRACASSO

Avatar 2: O Caminho da Água‘, a tão aguardada sequência de James Cameron para seu filme vencedor do Oscar, chega muito em breve aos cinemas de todo o mundo.

Entretanto, apesar das altas expectativas para o longa-metragem, alguns espectadores já estão reclamando do tempo de exibição da produção, perguntando-se inclusive se alguém realmente se importa com o lançamento da continuação.

Agora, em entrevista ao SlashFilm, Cameron disse que já tem um plano em mente caso Avatar 2’ fracasse.

“O mercado pode nos dizer que estaremos acabados em três meses, ou meio acabados, no sentido: ‘OK, vamos completar a história no terceiro filme e não durar para sempre’, se não for rentável… Estamos em um mundo diferente do que estávamos quando eu escrevi a trama. É uma faca de dois gumes – a pandemia e o streaming. Ou, do contrário, talvez relembremos as pessoas do que significa ir para os cinemas”, ele disse.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Vale lembrar que nós já assistimos 15 minutos do filme, chega aos cinemas nacionais em 15 dezembro deste ano, 13 anos após o lançamento do original.

Confira:

O corte final da sequência tem 3 horas e 10 minutos, sendo 28 minutos mais longo que o primeiro filme.

O primeiro capítulo de Avatar teve nada menos que 162 minutos de duração (isso é, quase duas horas e quarenta minutos) – e o cineasta já havia adiantado que quer ir além na sequência.

“Não quero ninguém reclamando da duração, ainda mais porque eles sentam e fazem maratona [de séries] por oito horas”, ele comentou. “Eu já posso ver essa parte nas críticas: ‘o filme agonizante de três horas…’. É tipo, me deixem em paz. Eu assisti cinco episódios de uma hora cada com meus filhos. Esse é o paradigma social que precisa mudar: não tem problema você levantar e ir ao banheiro”.

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

Dirigido por James Cameron, o filme estrela Zoe Saldana, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

‘Os Anéis de Poder’: Sam Heughan, astro de ‘Outlander’, está desesperado para atuar na série da Amazon

O ator Sam Heughan já está bem familiarizado com a temática medieval ao estrelar em seis temporadas de ‘Outlander‘, mas o astro está em busca de mais trabalhos deste gênero.

Em entrevista para o Edinburgh News, o escocês disse que adoraria ser escalado para a série O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder‘, produzida pela Amazon Prime.

Heughan disse que, além de fã de histórias medievais, também se sente muito atraído por filmes e séries de fantasia.

“Ainda estou desesperado para me transformar em um elfo ou em anão. Então, se tiver uma vaga em ‘Os Anéis de Poder’, saibam que estou disponível! Tenho até uma peruca ruiva se eles estiverem interessados. Seria muito divertido.”

Lembrando que a 6ª temporada de ‘Outlander‘ foi concluída em 1º de maio deste ano e os fãs estão aguardando por uma sétima temporada é esperada.

Recentemente, a showrunner Maril Davis disse ao Digital Spy que o próximo ciclo entrou em produção no mesmo mês, embora não haja previsão de estreia.

Quando a ‘Os Anéis de Poder‘… A 2ª temporada já começou a ser rodada e a chefe-executiva da Amazon Studios, Jennifer Salke, revelou que as gravações estão a todo vapor e que os próximos episódios devem ser lançados o mais rápido possível.

“Queremos o menor tempo possível entre as temporadas, mas queremos manter as expectativas altas”, ela disse à Variety. “Então, vai levar o tempo que for preciso. Mas tem havido alguma urgência em se mover rapidamente, e é por isso que esses caras têm escrito durante todo o hiato. Estamos nos agilizando”.

A primeira temporada completa já está disponível.

Crítica | 8º episódio de ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’ conclui a temporada de forma bastante satisfatória

O elenco principal é composto por Cynthia Addai-Robinson, Robert Aramayo, Owain Arthur, Maxim Baldry, Nazanin Boniadi, Morfydd Clark, Ismael Cruz Córdova, Charles Edwards, Trystan Gravelle, Sir Lenny Henry, Ema Horvath, Markella Kavenagh, Joseph Mawle, Tyroe Muhafidin , Sophia Nomvete, Lloyd Owen, Megan Richards, Dylan Smith, Charlie Vickers, Leon Wadham, Benjamin Walker, Daniel Weyman e Sara Zwangobani.

Vale lembrar que a produção já foi renovada para a 2ª temporada

A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada originalmente para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Diretor para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada O Hobbit.

‘Entrevista com o Vampiro’: Produtor diz que 2ª temporada será MUITO fiel aos livros

O produtor Rolin Jones, em entrevista recente à Variety, prometeu que a segunda temporada de ‘Entrevista com o Vampiro‘, renovada recentemente, será muito fiel aos livros originais de Anne Rice.

“No futuro, vamos fazer coisas extremamente fiéis aos livros. Vamos tentar espremer cada belo pedaço da segunda metade do livro”, contou Jones.

Que completou dizendo: “Também vamos tentar fazer algumas coisas que não estão nos livros. Mas sim, os livros inspiram muitas das decisões que estamos tomando na segunda temporada”.

Relembre o trailer:

O elenco conta com Sam Reid (‘The Newsreader’), que será o vampiro Lestat; Jacob Anderson (‘Game of Thrones’), que dará vida a Louis de Pointe du Lac; Eric Bogosian (‘Billions’), que viverá o Daniel Molloy; Assad Zaman, que dará vida a Rashid; e Bailey Bass (‘Avatar 2’), que irá interpretar Claudia, jovem que é transformada em vampira por Louis e Lestat.

A trama do primeiro livro gira em torno do vampiro Louis de Pointe du Lac enquanto ele relata a história de sua vida a um repórter, especialmente sobre como ele foi transformado em um vampiro e, em seguida, orientado por Lestat de Lioncourt.

Alan Taylor (‘Game of Thrones’) será responsável pela direção dos dois primeiros episódios.

Oito episódios foram encomendados para a primeira temporada.

Rolin Jones (‘Friday Night Lights’) servirá como showrunner, além de ser responsável pelo roteiro da produção.

Diretor de ‘Os Últimos Jedi’ fala sobre retorno à ‘Star Wars’: “Rezo a Deus para voltar”

O cineasta Rian Johnson, em uma entrevista recente que concedeu à Variety, falou sobre um possível retorno ao universo ‘Star Wars’, após ter comandado o ótimo ‘Star Wars: Os Últimos Jedi‘. E acabou sendo bem esperançoso quanto a isso.

Johnson disse que ainda tem esperança de retornar ao universo Star Wars algum dia, ressaltando que dirigir um longa da franquia foi o ponto alto de sua vida como diretor.

“Fazer Star Wars foi o ponto alto da minha vida e ainda assim, rezo a Deus para voltar lá algum dia”, contou Johnson.

Ele disse que havia sido confirmado para realizar uma trilogia em “um canto da galáxia Star Wars nunca antes explorado”, mas desde então tem se dedicado aos filmes de espionagem da franquia ‘Knives Out‘. Só nos resta aguardar.

Na obra, a tranquila e solitária vida de Luke Skywalker sofre uma reviravolta quando ele conhece Rey, uma jovem que mostra fortes sinais da Força. O desejo dela de aprender o estilo dos Jedi força Luke a tomar uma decisão que mudará sua vida para sempre. Enquanto isso, Kylo Ren e o General Hux lideram a Primeira Ordem para um ataque total contra Leia e a Resistência pela supremacia da galáxia.

‘Stranger Things’: David Harbour comenta sobre o que espera do final da série

David Harbour, o Jim Hopper de ‘Stranger Things‘, falou no podcast Phase Zero sobre seu sentimentos em relação ao final da série de ficção científica da Netflix, o maior programa do serviço.

Harbour contou um pouco sobre o trabalho na 5ª e última temporada de Stranger Things, e revelou que está animado pelo fim, pois se sente ansioso para fazer coisas que estão por vir.

“Essa é uma pergunta difícil de responder porque estou animado para que seja o fim porque estou animado para fazer outras coisas. Há tantas outras coisas que eu quero fazer e, ao mesmo tempo, é o meu personagem favorito que eu já interpretei e esses caras, os irmãos Duffer, são meus caras favoritos e eles fazem minhas coisas favoritas. Então, é claro, tem uma tristeza real”, contou o ator.

“O melhor é que sabemos que está acontecendo e não é algo que vai acontecer conosco e ficaremos tipo “Ah, essa foi a última vez, fomos cancelados”. É tipo, nós sabemos disso e assim, poderei derramar minha alma neste ano de filmagem, ou o tempo que levar para filmar oito episódios, poderei derramar minha alma em Jim Hopper, que eu amei, mas de certa forma, será uma consumação real, em oposição a algo em que eu tenho que me sentir triste ou todo tipo de coisa sobre isso e posso realmente fazer isso”, conclui David Harbour sobre o final de ‘Stranger Things‘.

Veja o papo na íntegra:

Vale lembrar que todos os episódios da 4ª temporada já estão disponíveis na Netflix.

Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

É sabido que a nova temporada da série da Netflix, ‘Stranger Things‘, possui um episódio a menos que a 3ª temporada, porém os fãs não precisam se preocupar, já que, em termos de duração, ela é bem maior que o terceiro ano.

Em entrevista concedida ao IGN, o co-criador da série, Ross Duffer, a 4ª temporada terá “quase o do tamanho” da anterior. Por sua vez, o diretor Shawn Levy confirmou que múltiplos episódios da 4ª temporada serão mais longos do que alguns de seus filmes.

“Eu lancei dois filmes no tempo que estivemos fazendo a 4ª temporada. Nós temos múltiplos episódios que são mais longos do que ‘Free Guy – Assumindo o Controle’ e ‘O Projeto Adam’”, falou Levy.

Por sinal, os filmes citados pelo showrunner tem 1h55 e 1h46, respectivamente. Um destes episódios será o último da temporada, que terá mais de duas horas de duração, segundo o The Wrap.

A respeito do tamanho da temporada, Ross Duffer explicou que isto oferece aos personagens a oportunidade de se desenvolverem e terem mais tempo na tela: “Conversamos sobre esta ser uma temporada muito reveladora, pois há muitas coisas que queremos contar ao público e revelar em termos do Mundo Invertido e o que realmente está acontecendo aqui em Hawkins”.

Lembrando que, de acordo com o The Wall Street Journal, a companhia está gastando US$ 30 milhões por episódio na 4ª temporada de ‘Stranger Things‘, o que a torna a produção de série de TV mais cara da história. Ou seja, isso não saiu nada barato!

‘Pokémon Scarlet & Violet’: Novo trailer de lançamento resume tudo que teremos na região de Paldea

Com apenas três dias para o lançamento do aguardado ‘Pokémon Scarlet & Violet‘, a Pokémon Company divulgou uma espécie de resumo de tudo que te aguarda nesta nova aventura da região de Paldea.

Abaixo você confere o novo trailer épico da nova geração de Pokémon:

O game terá oito ginásios, que podem ser acessados em qualquer ordem, os jogos terão três histórias principais. Na região de Paldea, há alguns eventos, como a Caça ao Tesouro, e os jogadores poderão usar os novos lendários, Koraidon e Miraidon, como um veículo para atravessar todo o mapa.

Outra novidade da região é fenômeno Terastal, onde todos os pokémons ganham uma versão brilhante de si, aumentando sua força de movimento – e, em alguns casos, mudando de tipo e forma. Os jogadores poderão participar das Tera Raids, batalhas com até três outros jogadores ao mesmo tempo para lutar contra um Pokémon Terastallized. A cooperativada também acontece fora das raids.

Além dos iniciais Sprigatito, Fuecoco e Quaxly, também foram divulgados os nomes de Fidough e Cetitan, como os novos pokémons, além da forma Paldean do Wooper.

Pokémon Scarlet e Violet‘ vão chega com exclusividade ao Nintendo Switch em 18 de novembro. O jogo vai chegar com exclusivamente para Nintendo Switch. A pré-venda já está disponível na eShop por R$ 299,00.

Roteiro original revela que ‘The Batman’ quase teve participação de Barbara Gordon

Já disponível para compra em todo território americano, o roteiro original de ‘The Batman‘ revelou uma informação bem curioso. Nele, vemos que a trama traria uma participação de Barbara Gordon, a Batgirl ou Oráculo. (via Game Revolution)

De modo que, durante a cena da investigação do assassinato do Prefeito Mitchell, Gordon avisaria que precisava atender uma ligação de sua filha, Barbara. Porém, esse diálogo com menção direta ao nome da personagem acabou sendo cortado. O motivo ainda não se sabe.

Lembrando que Barbara Gordon quase ganhou uma produção solo recentemente, e a personagem seria interpretada por Leslie Grace.

Contudo, esse longa-metragem não faria parte do mesmo universo do ‘Batman‘ de Robert Pattinson. Em vez disso, traria uma participação de Michael Keaton como Batman.

Lembrando que ‘Batman 2‘ já foi confirmado, mas está nos estágios iniciais de produção. Sabemos que o roteiro está sendo desenvolvido por Matt Reeves e Mattson Tomlin.

Enquanto isso, vale lembrar que ‘Batman‘ já está disponível na HBO Max.

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Emily Blunt revela que está “CANSADA” de fazer um tipo de papel

A estrela de ‘Um Lugar Silencioso 2’, Emily Blunt, confessa que já está se cansando de viver o mesmo tipo de papel. Em uma entrevista ao The Telegraph, Blunt disse que tem tentado evitar trabalhar na pele de personagens descritas como “forte liderança feminina“, devido a todo desgaste que passa.

A atriz continua dizendo que esse tipo de papel exige que se fique agindo de forma dura o tempo todo, e tenha que falar coisas difíceis, que ela tem tentado evitar comentar a respeito.

“É a pior coisa de todos os tempos quando você abre um roteiro, e lê as palavras ‘forte liderança feminina’. Isso me faz revirar os olhos. Já estou fora, estou entediada. Esses papéis são escritos de forma incrivelmente estoica, você passa o tempo todo agindo de forma dura e dizendo coisas difíceis”, contou Blunt.

Vale lembrar que ‘Um Lugar Silencioso 3‘ já foi CONFIRMADO, com previsão de lançamento para 2025.

Assista nossa crítica do filme:

Dominique Thorne fala dos “sábios conselhos” que ganhou de Robert Downey Jr. para ‘Coração de Ferro’

Riri, a sucessora de Tony Stark (Robert Downey Jr.), é um estudante de engenharia com inteligência acima da média. Ela desenvolve um detector de vibranium como parte de um projeto que ela acreditava ser acadêmico, mas na verdade é destinado à CIA, e esse é o pontapé da trama de ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘.

E não é só Riri tem o dom de fabricar máquinas que ninguém mais consegue, como também a criação de trajes tecnologicamente avançados e conserto de carros antigos, assim como Stark. Mesmo que Riri não tenha uma conexão direta com Tony, ela está seguindo seus passos ao se tornar a Coração de Ferro. Robert Downey Jr. entrou em contato com a atriz durante a produção do filme.

“Eu não consegui falar com RDJ antes de começarmos a filmar [Wakanda Para Sempre] ou algo assim, mas logo na conclusão do filme, eu realmente tive a chance de falar com ele através do FaceTime. Um colega de elenco em Coração de Ferro fez uma série com ele e nos conectou, e ele tinha algumas palavras bonitas para dizer sobre o quanto ele acredita que Riri Williams é e deve sempre ser ela mesma, sua própria pessoa. Que este legado está indo na direção certa e todas as belas coisas encorajadoras que você espera ouvir do próprio Homem de Ferro”, disse Dominique Thorne ao ScreenRant.

A trama de Riri no MCU até agora parece se desviar um pouco dos quadrinhos, onde ela fez engenharia reversa de um traje do Homem de Ferro e mais tarde recebeu a aprovação do próprio Tony para se tornar uma super-heroína. Teremos que esperar para ver se Tony será ressuscitado por meio de Inteligência Artificial, como nos quadrinhos, quando a série ‘Coração de Ferro‘ finalmente chegar ao Disney+ em 2023.

Assista a nossa entrevista e siga o CinePOP no YouTube:

James Gunn pergunta aos fãs quais personagem eles querem ver nos próximos filmes do DCU

Agora que James Gunn e Peter Safran foram contratados como presidentes da DC Studios, a divisão está passando por uma reestruturação para trazer mais qualidades aos filmes, séries e animações baseados na editora de quadrinhos.

E Gunn já está entrando em contato com os fãs para descobrir quais personagens eles querem ver nos futuros filmes do estúdio.

Em uma publicação no Mastodon, o cineasta perguntou:

“Quais personagens da DC que ainda não tiveram seu próprio filme você mais quer ver na tela grande?”

Entre os comentários, seus seguidores sugeriram o Asa Noturna, Batman do Futuro, o Caçador de Marte, o Homem-Borracha e até mesmo a Poderosa clone da Supergirl.

Confira a publicação:

E aí, qual personagem da DC você gostaria de ver no cinema?

Na semana passada, o The Hollywood Reporter divulgou que Gunn e Safran já estão planejando os próximos 10 anos de produções para o cinema e para a TV.

Como os fãs já sabem, Gunn dirigiu recentemente ‘O Esquadrão Suicida‘ e a série derivada dedicada ao ‘Peacemaker‘.

Enquanto Safran vem produzindo diversos títulos da DC, comoAquamaneShazam!‘ e suas vindouras sequências.

Ao que parece, o presidente da Warner Bros. Discovery, David Zaslav, quer que a dupla transforme a DC Studios em um setor tão assertivo quanto a Marvel Studios, liderada por Kevin Feige.

Através de um comunicado, Safran disse que a DC agora vai se concentrar em contar uma grande história, justificando o planejamento duradouro.

“Esta foi uma oportunidade única de contar uma grande história abrangente. Uma bela grande história em filmes, jogos, programas de televisão, tudo isso em live-action e animação.”

Gunn observou que:

“Esta é a oportunidade de tornar a DC tão boa quanto possível e como sempre deveria ser – essa é a razão pela qual estou fazendo este trabalho, porque sei que Peter e eu podemos fazer isso. Passamos os últimos dois dias com alguns dos melhores roteiristas da indústria começando a mapear esse plano de oito a 10 anos.”

Quando foi escolhido para dividir a presidência com Safran, Gunn agradeceu a Zaslav pela confiança e disse que está esperançoso sobre a visão do executivod para a DC Studios.

“Eu sei que você está fazendo tudo isso porque você ama esses personagens também, e você ama a possibilidade e a esperança que eles representam. Isso ficou claro para nós desde o início. Nós nunca teríamos considerado isso se não fosse esse o caso, então, obrigado.”

Vale lembrar que Gunn ainda estará ligado à Marvel Studios até o lançamento de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘.

Antes disso, o diretor vai lançar um especial de Natal da equipe.

Abaixo você confere o cartaz e o trailer do especial, que estreia em 25 de novembro, na Disney+:

Artigo | Irreverência, rebeldia e drama: relembrando o clássico ‘Maria Antonieta’

Essencialmente, Maria Antonieta é um filme que se finca muito à sua estética para prover uma quase satisfatória diversão ao público. Dirigido por Sofia Coppola, o drama é focado em uma das figuras histórias mais contraditórias da família real franco-austríaca – a qual empresta seu nome para o título – e sobre seu conturbado reinado como arquiduquesa da Áustria, porém fornecendo uma perspectiva completamente nova para a nobreza europeia, focando em um lado mais descontraído e romântico em detrimento de uma narrativa sólida. 

Estrelado por Kirsten Dunst, o terceiro filme de Coppola traz um tom um tanto quanto duvidoso e dúbio. Iniciando-se com um breve prólogo sobre a passagem da duquesa de suas raízes austríacas para um mundo completamente novo, a atmosfera aflitiva constantemente segue a personagem através de uma jornada crescente e perscrutada com obstáculos. Desde o começo da história, conseguimos identificar alguns traços de sua personalidade que serão definitivos ou para sua ruína, ou para sua ascendência e adoração por parte do povo: influenciada pelos trâmites de sua mãe, Maria Teresa, Antonieta emerge como um peão dentro de um jogo político perigoso e mortal, arquitetado como forma de recuperar a aliança entre duas nações inimigas – Áustria e França – ao casar-se com o delfim francês Luís XVI (Jason Schwartzman) e poder fornecer um fim aos conflitos bélicos. 

É claro que, considerando a época na qual o trama é ambientada, a protagonista não seria bem recebida por um povo acostumado a uma linhagem sangue-puro de repente enfrentando uma mudança em suas estruturas políticas que poderia ditar uma revolução sem precedentes. O interessante aqui não é exatamente como as cenas são conduzidas, visto que cada quadro pode ser previsto (o formulaico jogo do campo-contracampo), mas sim como as cores conversam tanto com os personagens quanto com os espectadores. Antonieta permanece grande parte do primeiro ato embebida em tons frios de azul, cinza e roxo, concomitantes à sua sensação ao cruzar as florestas nórdicas que separam os dois reinos. Quando chega a Versailles, a neutralidade da paleta continua, mas a ambiência mórbida toma conta dos grandes jardins do palácio, principalmente em se tratando do pré-julgamento feito pelos membros da corte à nova alteza. 

Ela não é vista com bons olhos; ao longo de seu reinado, ela foi acusada de perdulária e promíscua, influenciando o marido a favor dos interesses austríacos e colocando-o contra seu próprio povo. Entretanto, como bem passamos a saber ao longo dos 120 minutos de narrativa, Antonieta é na verdade constantemente bombardeada por cartas da matriarca de sua família, além de carregar na consciência o peso da realeza, sentindo-se compelida a gerar um herdeiro para manter a linhagem e garantir a supremacia de sangue. De uma perspectiva verossímil e externa, podemos enxergá-la como uma jovem vítima das circunstâncias, cujo trágico fim a transformou em um ícone de inocência e resistência. 

Coppola, também responsável pelo roteiro, resolve colocar seus próprios maneirismos, resgatando alguns elementos semióticos de filmes predecessores – principalmente As Virgens Suicidas’ -, a cineasta consegue de forma cômica e irreverente, unir presente, passado e futuro em pleno século XVII. Para a compreensão total do que está acontecendo e do porquê das escolhas um tanto quanto estranhas à prima vista, é necessário saber que Antonieta casou-se quando tinha apenas catorze anos, ou seja, no auge de sua adolescência. Traçando um paralelo com a mesma faixa etária do século XXI, Coppola opta pelo hibridismo cinematográfico e busca inspiração em diversas comédias românticas do final da década de 1990 e começo dos anos 2000 para compor sequências animadas e que dialoguem com mais vivacidade e força com um público diferenciado, abrindo o leque de possibilidades interpretativas. 

Em determinado momento, mais precisamente em meados do segundo ato, a nossa protagonista deixa-se levar pelo sentimento de culpa de não conseguir cumprir com suas obrigações, além de ser constantemente atacada por rótulos pejorativos sobre sua condição e seu casamento, emergindo como a principal responsável pela decadência do império austro-franco. Desse modo, ela “abdica” de sua condição social para se permitir a alguns prazeres mundanos, inclinando-se diretamente a ícones do cinema contemporâneo como Regina George (Rachel McAddams) em Meninas Malvadas’ ou Cher (Alicia Silverstone) em As Patricinhas de Beverly Hills’. Parece superficial traçar paralelos entre os três longas-metragens, mas é justamente essa distorção temporal que torna ‘Maria Antonieta um dos marcos da própria diretora. 

Durante a “prova de roupas” – uma metáfora para a prerrogativa de “ir às compras” -, vemos Antonieta e suas damas de companhia dispondo-se de inúmeros vestidos pomposos e perscrutados com cores vibrantes e tecidos esvoaçantes, refletindo a própria frivolidade da sociedade do século XVIII. Não contentando-se com trajes, uma montagem com ritmo mais acelerado adiciona um frenesi sensorial que inclui um jogo de cartas, uma degustação de diversos doces e a escolha de adornos como leques, anéis, gargantilhas e outros. 

Em meio a tanta preocupação com a estética dessa obra – ela não levou o Oscar de Melhor Figurino à toa -, o qual resgata exatamente o que procuramos em um drama histórico, principalmente com um momento decisivo para a manutenção da monarquia europeia, Coppola parece ter se esquecido de um dos elementos mais importantes da narrativa: os personagens. A história está lá, o cenário está lá, e os acontecimentos envolvendo a Antonieta, Luís XVI e todas as figuras deste período são conhecidos, profunda ou superficialmente. Entretanto, a própria heroína da história finca-se muito aos estereótipos adolescentes e não tem seu arco bem desenvolvido. Durante duas horas, a encarnação provida por Dunst é apaixonante por um tempo, mas permanece em uma linearidade construtiva insuportavelmente imutável. Ela começa inocente e termina mais inocente ainda, mesmo sendo alvo de perjúrios, rebeliões e até mesmo um trágico fim – o qual não é mostrado. 

Diferentemente da iteração de 1938, estrelada por Norma Shearer e Tyrone Power, a perspectiva de 2006 prefere muito mais direcionar o espectador para como uma dissertação sobre o passado pode ser extremamente irreverente e ainda sim manter-se fiel a suas raízes. Os elementos contraditórios e “fora de contexto” são inúmeros, desde a trilha sonora voltada para o rock e para o pop até a presença de um par de sapatos All-Star em meio a uma coleção rococó. 

Em suma, Maria Antonieta é uma joia bruta, cuja beleza está expressa de forma muito clara em cena, mas que desliza várias vezes na construção de arcos e no encontro de resoluções. Apesar disso, Coppola e Dunst mais uma vez conseguem entregar uma obra um tanto quanto divertida e satisfatória, principalmente para aqueles que não tinham muitas expectativas. Tudo depende da perspectiva – e, baseando-se na qual você escolher, o longa pode ser muito bom ou um desastre completo. 

Nova imagem revela o jovem Christopher Robin da versão terror do ‘Ursinho Pooh’

Foram divulgadas novas imagens de ‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel‘, e nelas foram reveladas finalmente o jovem Christopher Robin nessa nova releitura em terror do clássico livro infantil.

Com ‘Winne-the-Pooh‘ estando agora em domínio público, sem o Walt Disney ter mais os direitos exclusivos sobre os personagens, isso permitiu que o escritor e diretor Rhys Frake-Waterfield desenvolvesse uma releitura demente de AA Milne e EH Shepard. Ursinho Pooh livros.

O novo longa de horror pega os dois amados ícones da infância, Winnie-the-Pooh e Piglet, e os transforma em serial killers sádicos. O filme apresenta uma reviravolta, depois que Christopher Robin os abandona quando ele vai para a faculdade, Pooh e Piglet embarcam em uma fúria assassina em todo o Bosque dos Cem Acres.

Três meses antes do lançamento do filme nos cinemas, a IGN divulga a imagem do jovem Christopher Robin em ‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel‘. Além do amigo de infância de Pooh e Piglet, as imagens revelam alguns novos olhares para o ursinho de pelúcia no meio de sua matança, incluindo algumas fotos doces de Pooh em silhueta contra um fundo de fogo.

Confira logo abaixo:

 

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A trama mostra Pooh e Leitão como vilões famintos depois que Christopher Robin vai para a faculdade e não tem mais tempo de cuidar deles.

Quando a vida dos personagens se torna difícil, eles precisam se virar sozinhos e acabam se voltando às suas raízes animalescas. Eles não são mais bonzinhos, são um urso implacável e um porco que querem sair por aí em busca de presas.

Amber Doig-Thorne, Maria Taylor e Danielle Scott estrelam.

Diferente da divertida animação infantil da Disney, o terror escrito e dirigido pelo estreante Rhys Frake-Waterfield promete cenas sangrentas, violentas e traumáticas.

O longa é uma releitura dos personagens criados por Alan Alexander Milne em 1926.

O projeto independente ganhou forma depois que os direitos dos personagens entraram em domínio público no início deste ano.

Apesar disso, Waterfield fez questão de tomar cuidado para não abusar das referências ao material original ou às animações da Disney, evitando elementos marcantes, como a camiseta vermelha de Pooh, que agora veste uma camisa quadriculada.

‘Coração de Ferro’: Dominique Thorne comenta sobre a CONEXÃO entre Riri Williams e Tony Stark

Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ introduz ao MCU a heroína conhecida Coração de Ferro, alter-ego de Riri Williams, vivida por Dominique Thorne.

Nos quadrinhos, Williams é inspirada pelo legado de Tony Stark e também cria sua própria armadura com inteligência artificial, usando partes da tecnologia do herói.

Há alguns dias, o diretor Ryan Coogler confirmou que o filme também traz uma conexão entre Williams e Stark.

Agora Thorne disse ao Comic Book que a série dedicada à personagem vai explorar do que se trata esta conexão.

“Stark e Williams são definitivamente semelhantes, mas representam duas expressões independentes de uma mesmo ideal. Acho que é melhor deixar a resposta para a série, que estreia no ano que vem, então é aí que você terá a verdadeira resposta sobre a ligação entre eles.”

A estrela acrescentou que uma das principais semelhanças entre Williams e Stark é que ambos construíram suas armaduras devido a suas personalidades ambiciosas.

“Eu acho que quando se trata da motivação por trás da criação deste traje de Riri, ou na busca de uma construção como essa, acho que há um reconhecimento inerente do que Tony Stark fez ao criar essa armadura. Acho que para alguém tão ambiciosa quanto Riri Williams, o legado de Stark sem dúvida é algo que a atrai e que chama sua atenção. Como você pode ver no filme, essa ambição a fez criar sua própria armadura.”

Há algumas semanas, Thorne conversou com a Entertainment Weekly e disse que Williams não será uma típica heroína em ‘Pantera Negra 2‘ porque ainda não se enxerga como tal.

“Adoro o fato de ela ser totalmente ela mesma. Ela definitivamente não é a super-heroína típica ou tradicional. Ela é muito… Bem, Riri Williams, ela se acha apenas uma estudante de 19 anos no meio de todo esse negócio de Coração de Ferro, digamos que a ficha ainda não caiu.”

Ela continuou:

“Ela traz um tipo diferente de energia, mas também tem algumas semelhanças com personagens que já vimos neste universo antes. Neste filme, vemos Shuri conhecer alguém que tem algumas coisas em comum com ela, mas também muitas, muitas diferenças.”

Williams apareceu pela primeira vez em 2016, na série de quadrinhos escrita por Eve Ewing. Assim que Tony Stark foi deixado em coma após a Segunda Guerra Civil, o mundo precisava de um novo Homem de Ferro, e a prodígio de 15 anos de idade criou sua própria armadura, o que impressionou Stark ao ponto dele criar uma inteligência artificial de si mesmo para ajudá-la.

Vale lembrar que o filme já está em exibição nos cinemas.

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‘Pantera Negra’: Letitia Wright quer o ‘Homem-Aranha’, ‘Doutor Estranho’ e os ‘Guardiões da Galáxia’ no filme da Shuri

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, a atriz Letitia Wright revelou quais heróis ela gostaria de ter em um filme da Shuri após ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘.

O Homem-Aranha. Doutor Estranho, se nós tivermos alguns problemas, ele pode atravessar vários portais. Nossa, isso é muito difícil. Sabe, eu amo os Guardiões da Galáxia. Então basicamente, vamos juntar todo mundo”, afirmou.

Ela também disse com quais VILÕES gostaria de lutar: “Com certeza queremos ver o Namor de novo. Seria legal ressuscitar o Thanos. Doutor Destino seria legal. Se você entende de quadrinhos, sabe sobre o Doutor Destino. Isso é tudo que posso dizer”, concluiu.

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Crítica | ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’ é uma incrível aventura da Marvel e uma tocante carta de amor a Chadwick Boseman

Dirigida por Ryan Coogler, a sequência conta com Letitia Wright, Tenoch Huerta, Angela Bassett, Winston Duke, Lupita Nyong’o, Martin Freeman, Danai Gurira e Michaela Coel.

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O filme já está em exibição nos cinemas!

 

Neil Gaiman responde comentários racistas e homofóbicos sobre elenco de ‘Sandman’: “Uma tolice estranha”

Sandman‘ é atualmente uma das séries de maior sucesso da Netflix, porém, por escolher um elenco que apostou na diversidade, o show acabou atraindo “críticas” de alguns “nerdolas” racistas, misóginos e homofóbicos. Obviamente, Neil Gaiman, autor da obra original, não ficou por baixo desses comentários e falou algumas verdades sobre tudo isso.

Através de uma entrevista recente ao Inverse, o autor rebateu toda as reações bizarras sobre a escolha do elenco de ‘Sandman‘, sobretudo a presença de Kirby Howell-Baptiste (Morte) e Mason Alexander Park (Desejo).

“Ocasionalmente, você tem pessoas gritando conosco por causa de todos esses personagens gays que não estavam nos quadrinhos. Então, nós dizíamos: ‘Você leu os quadrinhos?’ E respondiam, ‘Não.’ E continuávamos, ‘Eles eram gays nos quadrinhos’. Depois disso, entrava na parte de, ‘Ninguém vai assistir a essa série horrível.’ Acontece que Sandman se tornou a série mais popular do mundo por quatro semanas”, disse Gaiman.

“É uma bobagem (a reação exagerada), algo muito estranho. Esse pequeno grupo que não gosta de gays, pessoas negras ou mulheres. E eles disseram ‘São todos robôs! Nós odiamos você. Você lacrou.’ É uma tolice estranha. Se você olhar para seus perfis, não gostam de vacinas, não gostam de democratas e não gostam de se levantar do sofá para votar”, desabafou o autor.

Relembre o trailer:

Sandman‘ é a criação mais popular de Neil Gaiman e é centrada no ser mítico Sonho, parte de um grupo conhecido como Os Perpétuos ou Os Sem Fim. Como seu nome indica, o protagonista dos quadrinhos reina sobre o mundo dos sonhos. A trama tem início quando ele escapa de seu cativeiro, que durou 70 anos, e encontra seu reino dilapidado nos dias atuais.

O elenco ainda conta com Vivienne Acheapong (Lucienne), Boyd Holbrook (Coríntio), Charles Dance (Roderick Burgess), Asim Chaudhry (Abel), Sanjeev Bhaskar (Cain), Kirby Howell-Baptiste (Morte), Mason Alexander Park (Desejo), Donna Preston (Desespero), Jenna Coleman (Johanna Constantine), Niamh Walsh (Ethel Cripps) e Joely Richardson (Ethel).

Allan Heinberg (‘Mulher-Maravilha’) é o showrunner da série.

O selo de histórias em quadrinhos Vertigo da DC publicou originalmente a série entre 1989 e 1996, com várias séries adicionais chegando em 2009 e entre 2013 e 2015.

Lupita N’yongo teve que “redescobrir o propósito da vida” após a morte de Chadwick Boseman [EXCLUSIVO]

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, a atriz Lupita Nyong’o revelou como foi voltar para ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ após o astro Chadwick Boseman morrer aos 43 anos.

“A morte de Chadwick me afetou muito, ela acabou comigo. Eu fiquei desiludida por um bom tempo. Confusa, sabe? A morte nos pega quando vem de surpresa, é confuso. E demora tempo para você se recalibrar e redescobrir o propósito da vida. Então voltar para Wakanda foi muito difícil, mas eu sabia que eu estava voltando para contar uma história sobre perda.”, afirmou.

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Crítica | ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’ é uma incrível aventura da Marvel e uma tocante carta de amor a Chadwick Boseman

Dirigida por Ryan Coogler, a sequência conta com Letitia Wright, Tenoch Huerta, Angela Bassett, Winston Duke, Lupita Nyong’o, Martin Freeman, Danai Gurira e Michaela Coel.

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O filme já está em exibição nos cinemas!