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Letitia Wright, estrela de ‘Pantera Negra 2’, fala como soube e sentiu a morte de Chadwick Boseman

O hoje saudoso Chadwick Boseman faleceu vítima de um câncer de cólon, em 2020, aos 43 anos, algo que abalou todo elenco de ‘Pantera Negra‘, que teve que se recompor para fazer ‘Wakanda Para Sempre‘.

E a atual estrela da franquia, Letitia Wright, contou quando e como recebeu a notícia da morte de Boseman, dizendo como ficou devastada quando finalmente entendeu que aquela era a partida do seu companheiro de elenco.

Letitia disse ao site ComicBook que recebeu uma ligação com alguém dizendo “meus pêsames”, mas que a pessoa não havia sido claro sobre o que se tratava aquilo: “Então eu fiquei tipo, ‘Minhas condolências’ por quê? Do que esse cara está falando?”.

Com o tempo novas condolências foram chegando e ela simplsmente não coneguia aceitar o acontecido: “Alguém está tentando fazer alguma brincadeira comigo? Isso não é piada. Isso não é certo. E eu fiz a primeira coisa que qualquer um faria: liguei diretamente para o Chadwick”.

Sem resposta, a atriz entrou em contato com Daniel Kaluuya (‘Corra!’), que tentou dizer a ela que o Boseman se foi, fazendo com que Wright ficasse fora da realidade naquele momento: “Eu estava tipo, ‘Yo, acho que todo mundo está viajando agora. Estou te dando uns cinco segundos para me dizer que isso não é real. Kaluuya ficou em silêncio e eu fiquei tipo, ‘OK, tudo bem, se você não vai me dizer, eu vou continuar ligando para Chad até ele atender'”.

“Isso me assombrou por meses, não pude dizer adeus a ele ou estar perto da família ‘Pantera Negra’ para compartilhar aquele momento. Demorei a acreditar”, contou a atriz.

Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ será lançado nos cinemas nacionais na quinta-feira, dia 10 de novembro.

Confira o trailer:

Dirigida por Ryan Coogler, a sequência conta com Letitia Wright, Tenoch Huerta, Angela Bassett, Winston Duke, Lupita Nyong’o, Martin Freeman, Danai Gurira e Michaela Coel.

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

‘Demolidor: Renascido’: Fan art traz o herói com belo traje preto e vermelho; Confira!

Durante o painel da Marvel na San Diego Comic-Con, foi anunciado que a série ‘Demolidor‘ ganhará continuidade no Disney+, com estreia marcada para 2024.

Intitulada ‘Daredevil: Born Again‘ (Demolidor: Renascido), a produção contará com o retorno do Charlie Cox no papel titular e terá nada menos que 18 episódios, tornando-se a série mais longa da Marvel.

E, como já é tradição na Marvel, os heróis costumam aparecer com trajes diferentes a cada nova produção.

Como o Demolidor vestiu seu traje amarelo e vermelho em ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis’, um usuário do Instagram compartilhou uma fan art imaginando o Homem sem Medo com um traje mais sombrio.

Com alguns detalhes em vermelho, o uniforme é majoritariamente preto, dando a ele um aspecto mais intimidante.

Confira:

Durante uma entrevista para o Entertainment Tonight, Cox deu alguns detalhes sobre a atração, sugerindo que a trama pode ser contada a partir do zero.

“Isso acontece muito nos quadrinhos. De certa forma, o que é ótimo nessa ideia de recontar histórias é que potencialmente podemos contar algumas delas repetidamente da mesma maneira que eles fazem nos quadrinhos, sabe?”

Ele continuou:

“De vez em quando, eles começam no início da jornada de Murdock como um garotinho e contam toda a história de origem novamente. Então talvez possamos fazer isso na nova série. Quem sabe? Eu não sei.”

E, de acordo com o jornalista Jacob Fisher, do DiscussingFilm, o início das gravações está previsto para fevereiro de 2023 e deve durar pelo menos 11 meses, sendo concluída em dezembro.

Fisher também diz que a série será rodada em Nova York, assim como a extinta série da Netflix, e não em Atlanta, onde é gravada a grande maioria dos projetos da Marvel/Disney+.

Confira:

“Isso já foi dito, mas posso confirmar que estão planejando gravar a série em fevereiro e isso pode levar praticamente o ano inteiro. Não sei se já sabem, mas ‘Demolidor: Renascido’ será filmada em Nova York (em vez de Atlanta, onde as séries da Disney+ filmadas).”

Lembrando que o título ‘Demolidor: Renascido‘ faz referência aos quadrinhos, em um arco narrativo em que o herói e o Rei do Crime se enfrentam em um dos confrontos mais sombrios da Marvel.

Após a confirmação da nova série do Homem sem Medo, os fãs estão indo à loucura nas redes sociais e agradecendo pelo reconhecimento que o herói finalmente está recebendo.

Confira as reações:

Anteriormente, sobre o retorno da série após o cancelamento da Netflix, Cox havia declarado: “Sou um grande fã de tudo o que a Marvel já fez, e eu não os subestimaria. Se eles querem fazer uma versão menos violenta de ‘Demolidor’, então eu os apoiarei. Talvez possa ter menos sangue, mas eu estarei do lado da decisão deles.”

A série teve três temporadas, com um total de 39 episódios até ser cancelada, juntamente com as outras séries da Marvel na Netflix. Recentemente, todas elas entraram para o catálogo do Disney+ nos Estados Unidos.

‘Duna: A Irmandade’: Travis Fimmel, de ‘Vikings’, é escalado para a série derivada

Segundo o ComicBook.comTravis Fimmel, conhecido por seu trabalho nas séries ‘Vikings’‘Raised by Wolves’, foi escalado para o elenco de Duna: A Irmandade’ (Dune: The Sisterhood), série derivada da adaptação de Denis Villeneuve.

As informações indicam que ele dará vida a Desmond Hart, um soldado carismático com um enigmático passado que deseja conquistar a confiança do Imperador em detrimento da Irmandade.

Ele se junta às recentemente confirmadas Sarah-Sofie Boussnina (‘A Colônia’), Shalom Brune-Franklin (‘O Turista’), Faoileann Cunningham (‘O Homem do Norte’), Aoife Hinds (‘Normal People’) e Chloe Lea (‘Foundation’).

Boussnina interpretará a Princesa Ynez, uma jovem independente lidando com a pressão de suas responsabilidades como herdeira do trono; Brune-Franklin interpretará Mikaela, uma forte mulher Fremen que serve a família real enquanto deseja conhecer seu planeta natal que nunca chegou a conhecer; Cunningham interpretará a Irmã Jen, uma acólita em treinamento na escola da Irmandade; Hinds interpretará a Irmã Emeline, uma acólita descendente de uma longa linhagem de mártires; Lea interpretará Lila, a acólita mais jovem da Irmandade.

Emily Watson, Shirley HendersonIndira Varma estrelam a produção.

Diane Ademu-John entra como criadora, roteirista, co-showrunner e produtora executiva, enquanto Alison Schapker também será co-showrunner e produtora executiva. O vencedor do Emmy Johan Renck irá dirigir os dois primeiros episódios.

A história de ‘Duna: A Irmandade‘ se passa 10 mil anos antes dos eventos do filme, abordando duas irmãs Harkonnen entre os perigos e disputas políticas da saga espacial. A origem da irmandade Bene Gesserit também será explorada.

Por enquanto, a série ainda não tem previsão de lançamento.

Lembrando que o primeiro filme, que já tem a sequência confirmada, está disponível no catálogo da HBO Max!

Crítica | Duna – Denis Villeneuve corresponde às expectativas?

Petição para RETORNO de Henry Cavill à ‘The Witcher’ passa das 200 MIL assinaturas

Muitos não acreditaram quando foi anunciado, mas por duas temporadas e um inédito terceiro ano que está por vir, Henry Cavill protagonizou a série ‘The Witcher‘, sucesso da Netflix.

No entanto, o ator avisou que na quarta temporada deixará o papel de Geralt e será substituído por Liam Hemsworth. Contudo, no intuito de evitar essa mudança tão drástica, os principais fãs da série criaram uma petição para manter o Homem de Aço como protagonista.

O abaixo-assinado foi feito no site Change.org, tendo como meta 75 mil assinaturas. Mas, agora, uma semana depois, a petição já passa das 200 mil assinaturas.

Henry Cavill não está deixando ‘The Witcher’ por causa do Superman, os executivos da Netflix mais uma vez tomaram uma decisão errada contra a opinião dos fãs. A razão pela qual ‘The Witcher’ é uma série tão popular é o amor dos fãs pelo material de origem dos livros e jogos, que são odiados e ridicularizados pelos escritores da série. Cavill é um desses grandes fãs, ele conhece tudo de dentro para fora e queria permanecer fiel ao mundo de Sapkowski, e é por isso que a Netflix quer substituí-lo”, diz a descrição do abaixo-assinado.

Após assinar com a Warner Bros. Discovery para voltar a viver o ‘Superman’, o ator também aceitou expandir seu desempenho em filmes da DC – o que vai demandar muito tempo.

Depois de deixar o elenco, o ator agradeceu a oportunidade e desejou tudo de bom para seu substituto:

“Minha jornada como Geralt de Rivia foi repleta de monstros e aventuras e, infelizmente, eu deporei meu medalhão e minhas espadas para a quarta temporada”, disse Cavill. “Em meu lugar, o fantástico Sr. Lobo Branco vai assumir o manto. Tal como acontece com os maiores personagens literários, passo a tocha com reverência pelo tempo gasto encarnando Geralt e entusiasmo para ver a opinião de Liam sobre este homem mais fascinante e cheio de nuances. Liam, bom senhor, trará uma profundidade tão maravilhosa para esse personagem, e irá mergulhar e ver o que você pode encontrar.”

Vale lembrar que os próximos episódios chegam à plataforma de streaming em 2023.

 

Crítica 2 | Pantera Negra: Wakanda Para Sempre abraça aventura política sem apelar para sentimentalismo

Em 2019, pouco tempo depois de Vingadores: Ultimato se tornar um fenômeno, começaram a surgir boatos de que o Pantera Negra de Chadwick Boseman ocuparia a posição de liderança sob o vácuo deixado pela morte ou aposentadoria de Tony Stark (Robert Downey Jr.) e Steve Rogers (Chris Evans), centrando as novas fases no Rei de Wakanda. No entanto, o ator faleceu tragicamente após esconder um tratamento de câncer por anos, o que pegou a todos de surpresa. Por algum tempo, houve um debate se a produção deveria reescalar um ator para assumir o papel de T’Challa ou se deveriam matar o personagem também nos cinemas. Para evitar maiores delongas, a produção logo anunciou que o legado de Chadwick seria respeitado, já que ele se tornou um ícone para a Cultura Pop e transformou o primeiro Pantera Negra (2018) em um marco cultural.

Agora, com a chegada do filme, deu para entender melhor quais eram os planos para o personagem. A trama de Wakanda Para Sempre é mais complexa que a do primeiro filme, porque abraça mais o lado político de ter uma nação africana com acesso exclusivo ao metal mais valioso e com potencial bélico do mundo. Ao mesmo tempo, as novas regentes de Wakanda precisam lidar com essas questões internacionais e com o luto pela perda de seu filho ou irmão. E como se não bastasse, uma nova ameaça, o povo de Talocan, surge em mais uma intriga internacional, mas dessa vez com uma nação secreta ligada ao país africano pelo surpreendente acesso a recursos únicos.

Desde o primeiro filme, a questão do Vibranium e seu papel na comunidade internacional permitiam uma abordagem geopolítica cinematográfica bem interessante, mesmo que tenha ficado em segundo plano em prol do espetáculo sociocultural no longa de 2018. Na sequência, o diretor e roteirista Ryan Coogler consegue equilibrar mais esse ponto, tendo a diplomacia e os aspectos culturais como os pilares da história, complementada pelo luto e pela fé. Mas é interessante ver os projetos internacionais de Wakanda funcionando e levando adiante o legado de T’Challa de compartilhar seus recursos com crianças e jovens negros sendo direcionados para uma educação de qualidade, mostrando que essa é a base de toda sociedade desenvolvida. E mesmo com todas as homenagens prestadas ao Chadwick, acredito que nenhuma tenha sido tão certeira e significativa quanto as cenas em que as “sedes globais de Wakanda” estão funcionando, com os pequeninos uniformizados, estudando e produzindo arte nos colégios, aspirando a um futuro melhor. O trabalho de Chadwick Boseman, que só se tornou ator por ter seus estudos pagos por um benfeitor (no caso, Denzel Washington), transcendeu as telas, transformando o ator em ícone. Ele foi inspiração para milhões de fãs ao redor do mundo, mostrando que, se houver incentivo, nada é impossível. E ver a materialização de seu legado por meio desses colégios foi um acerto colossal da produção.

Divulgação: Marvel Studios. © 2022 MARVEL.

E com essa pegada de conflito internacional, quem ganhou muito destaque na sequência foi a Rainha Ramonda (Angela Bassett). Poucas pessoas nesse núcleo sofreram tanto quanto ela, sempre aguentando essas perdas calada, como se fosse inerente à rainha aceitar e engolir a seco essas situações sem ter o mesmo destaque dos reis. Agora, como a autoridade máxima da nação mais poderosa do mundo, ela está mais forte e imponente do que nunca. Literalmente. E isso passa diretamente pela caracterização da personagem, que agora usa roupas que mostram mais seus braços e ombros fortes, bem diferente dos trajes mais conservadores e cobertos do primeiro longa. Essa semiótica, que também a faz revelar seus cabelos brancos bem mais do que na aventura original, faz parte da construção de uma líder forte, sábia e imponente. Para completar, suas ações como regente são bem mais incisivas do que as do Rei T’Chaka e do Rei T’Challa.

E como já comentado anteriormente, um dos grandes desafios para a realeza wakandana é lidar com os conflitos internacionais e com o luto. Ou seja, além de rainha, Ramonda segue com suas responsabilidades de mãe, que precisa cuidar e aconselhar sua filha, a princesa Shuri (Letitia Wright), que é uma cientista brilhante e se apoia na ciência para recusar a espiritualidade e as tradições de seu país. O problema é que essa abordagem mais racional, que ignora o contato com o Sagrado, a joga num estágio de culpa do luto que toma conta de sua existência. E como existir diariamente se os únicos sentimentos que te guiam são a tristeza, a culpa e a raiva?

Foto: Eli Adé. Divulgação: Marvel Studios © 2022 MARVEL.

Nesse ponto, Shuri assume um papel fundamental na trama e termina o filme como uma personagem muito superior àquela menina brincalhona e descompromissada do primeiro capítulo. Aqui, a direção vai atrás do motivo pelo qual ela sempre foi desligada das tradições e de sua cultura, contando até mesmo com uma ligação familiar muito surpreendente. É possível enxergar que algumas das situações pelas quais ela é submetida foram pensadas para serem vividas pelo T’Challa quando Chadwick ainda estava vivo, mas como eles são personagens completamente diferentes um do outro, a tratativa mais passional dela acaba dando um ar mais agressivo que é muito bem-vindo.

Enquanto T’Challa era mais diplomático, mais benevolente, Shuri passou anos em segundo plano, como a irmã tímida, então era de se esperar que ela reprimisse seus sentimentos. Então, por mais racional que ela se considere, há uma hora em que esse acúmulo sentimental forma uma bola de neve e explode. E quando ela explode… De qualquer forma, o roteiro trata isso de forma bem intensa, acompanhando a jovem em sua jornada de autodescobrimento, de superação do luto e de contato com sua própria fé, ou quase.

Tenoch Huerta Mejía como Namor. Foto: Eli Adé. Divulgação: Marvel Studios © 2022 MARVEL.

Em meio a essas questões pessoais de Wakanda, surge a ameaça de Talocan, um reino submarino localizado nas profundezas dos oceanos, cujo povo teve origem mesoamericana. Seu líder é o lendário Namor (Tenoch Huerta Mejía) – lê-se ‘Námôr’ e o filme dá uma excelente justificativa para isso -, um filho da terra e dos mares, cujos poderes estão intrinsecamente ligados ao embate das duas nações fictícias do longa.

Ele é o grande protetor de seu povo, já que tem poderes praticamente divinos. Não à toa, ele é chamado de Kukulkán por seus comandados, a versão maia da lendária serpente emplumada asteca, o Quetzalcóatl. E com esse status de ‘Deus entre Humanos’, Namor é imbatível em seu mundo submarino. Ele é mais do que um líder, então seus comandados o seguem para onde ele for, garantindo a ele um exército praticamente imbatível e disposto a morrer por suas ideias e pela segurança de sua nação. Vale lembrar também que essa origem proposta no filme é diferente da versão dos quadrinhos, mas é um trabalho tão bem-feito e que funciona tanto em tela, que acaba se tornando uma das coisas mais fantásticas do filme. Essa chegada do Namor aumenta a tensão política e faz com que o longa abrace de vez a proposta de aventura.

Divulgação: Marvel Studios. © 2022 MARVEL.

Obviamente, um dos motivos dessa mudança foi distanciar o personagem do rival da DC, o Aquaman (Jason Momoa). Apesar do Aquaman ter sido inspirado no Namor nas HQs, o personagem da DC estreou antes nas telonas. Então, para evitar críticas e acusações de quem não conhece as histórias, esse distanciamento um do outro é bem lógico. Além disso, apostar em Talocan em vez de Atlântida é uma questão até mesmo de coerência no MCU, já que os mitos e lendas gregos foram justificados pelos Eternos (2021). E como eles sequer citaram a existência do Namor, faz sentido que se afastem dessa mitologia e apostem num reino submerso inspirado pelas tradições maias.

Sem contar que isso dá ao filme um valor cultural maior, explorando artes e tradições da Mesoamérica. Porém, ao mesmo tempo que isso agrega valor, Talocan acaba sofrendo um pouco com esse distanciamento do que foi apresentado pela DC nas telonas. Enquanto a Atlântida de Aquaman era excessivamente luminosa e colorida, Talocan tem uma iluminação mais sóbria e escura, replicando a sensação de estar mergulhando em uma caverna submarina. Não que isso chegue a incomodar, mas depois de construir tantos mundos mágicos tão vibrantes e coloridos, fica uma breve decepção de não explorarem tanto as cores vibrantes da arte mesoamericana para compor a criação desse reino.

Divulgação: Marvel Studios. © 2022 MARVEL.

Por outro lado, a movimentação aquática do povo é mais interessante visualmente do que a proposta pelo rival da DC. Na verdade, a abordagem dessa sociedade é bem mais crível. Os costumes, as tradições, as atividades do povo no dia a dia. Todo o conceito de existência dessa população é muito bem construído e crível, explorando elementos e animais marinhos como parte funcional dessa civilização. E por ser apenas a introdução desse núcleo, fica aqui uma expectativa colossal para o que poderá ser mostrado no futuro.

Outro ponto interessante é justamente a construção imagética do exército de Namor. Por ser um híbrido do povo atual com a vida ancestral, o líder mantém sua aparência humana (com orelhas pontudas e asinhas nos pés, é claro) o tempo todo, o que o diferencia de seus liderados, que ficam com a pele azulada quando estão fora d’água, o que acaba dando a eles um visual místico muito interessante, que brinca diretamente com outros mitos e lendas do mar, como as sereias. E suas armas e aparatos, como os respiradores, remontam a armas e vestimentas indígenas, dando uma caracterização incrível para esse povo, mesmo que esteja ali efetivamente para ocupar um papel de “capangas”.

 

Reprodução

O filme também introduz uma personagem com bastante potencial para o futuro do MCU e que já tem até série própria confirmada: Riri Williams, a Coração de Ferro (Dominique Thorne). Não vou entrar em detalhes, mas a menina está muito bem adaptada para esse universo e já chega na história como se fosse uma velha conhecida do público. Nessa proposta de Jovens Vingadores que a Marvel vem construindo nessa Fase Quatro, ela se encaixa perfeitamente.

Da mesma forma, o longa insere outros personagens que claramente estão ali para chamarem atenção para projetos futuros. Eles não incomodam e estão bem encaixados no roteiro, de modo que sua presença faça sentido.

Divulgação: Marvel Studios. © 2022 MARVEL.

E essas adições de última hora ajudam a compor o clima de aventura geopolítica que o filme propõe. A visão de Riri de Wakanda, por exemplo, traz um deslumbramento muito grande para o filme, que adota momentaneamente a visão de uma jovem “comum” àquele mundo quase mágico. Em comparação com o primeiro filme, as cenas de ação evoluíram bastante, fazendo melhor uso das habilidades especiais da Pantera Negra e das propriedades únicas que o vibranium e afins proporcionam a quem o estiver manipulando.

Porém, se há um ponto que não chega a ser incômodo, mas pode ser um problema para alguns é a longa duração do filme: cerca de 2h40. Só que, como Coogler tem tantas coisas para trabalhar, essas quase três horas acabam sendo bem preenchidas com conteúdo. Em momento algum fica aquela sensação de estarem enchendo linguiça. Mas, como estamos em uma fase na qual muitos desacostumaram a ver filmes nos cinemas, por conta do período de confinamento ocasionado pela pandemia, pode ser que isso pese para alguns.

Divulgação: Marvel Studios. © 2022 MARVEL.

Enfim, Pantera Negra: Wakanda Para Sempre é um filme tributo que se recusa a ser resumido apenas a uma homenagem. Ele abraça a aventura e a trama política para romper com conceitos estabelecidos no original e questionar as crenças dos próprios personagens. É uma sequência ousada que não tem medo de trilhar seu próprio caminho, levando a Shuri a uma zona cinzenta interessantíssima e pouco explorada do MCU, enquanto introduz um personagem fantástico, que encerra sua participação deixando aquele “gostinho de quero mais”. E por ser uma trama política, é muito difícil definir quem é o vilão – ou se há mesmo um vilão -, sendo que algumas das principais atitudes tomadas podem ser vistas apenas como visões políticas diferentes ou proteção de soberanias. É um dos filmes mais instigantes dessa Fase Quatro da Marvel, que chega ao fim com essa aventura divertida e madura.

Pantera Negra: Wakanda Para Sempre estreia nos cinemas nesta quinta-feira (10), mas já há sessões de pré-estreia disponíveis a partir desta quarta (9).

‘The Righteous Gemstones’: 3ª temporada ganha primeira imagem OFICIAL; Confira!

HBO divulgou a primeira imagem oficial da 3ª temporada da série The Righteous Gemstones.

Confira:

Lembrando que as gravações do próximo ciclo já começaram, com lançamento previsto para o final deste ano ou para o começo de 2023.

A produção é estrelada por Danny McBride e John Goodman.

Na trama, McBride vive Jesse Gemstone, o filho mais velho e “herdeiro do trono” de uma família mundialmente conhecida pelo seu trabalho televangelístico, “com uma longa tradição de desvios, ganância e trabalhos sociais, tudo feito no nome em prol do nome de Cristo” – conforme aponta a descrição oficial.

Goodman interpreta Eli, pai de Jesse, conhecido “mundialmente por suas técnicas agressivas de evangelização, seus ministérios espalhados pelo mundo e por seu premiado programa de TV semanal”. Na trama, “Jesse acaba se tornando independente no ramo na ministração, absorvendo tudo o que seu pai construiu e expandindo-o para uma audiência muito mais moderna”.

O episódio piloto é escrito e dirigido por McBride, que também assume a função de produtor executivo, ao lado de Jody Hill e David Gordon Green – parceiros da série ‘Vice Principals‘, também da HBO.

‘Adão Negro’ ganha trailer japonês no estilo anime

Adão Negro‘ ganhou um trailer japonês, que reproduz o estilo anime.

Assista:

Em menos de três semanas, o longa da DC conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 300 milhões nas bilheterias mundiais.

Pelo terceiro final de semana seguido, a produção permaneceu no topo das bilheterias norte-americanas. Com uma queda de apenas -33%, o longa arrecadou US$ 18.5 milhões no terceiro final de semana, superando a estreia do anime ‘One Piece Film: Red‘, que ficou na segunda colocação com US$ 9.5 milhões.

Nos EUA, o filme estrelado pelo Dwayne Johnson já arrecadou US$ 137.4 milhões. No mercado internacional, foram US$ 182.3 milhões. Ao total, a produção já soma US$ 319.6 milhões mundialmente.

Apesar do forte desempenho, o Deadline declara que ‘Adão Negro‘ não deve render o mesmo lucro que ‘Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw‘. O site afirma que, além da nova aventura do The Rock ter tido um orçamento muito maior, o longa da DC deve fechar sua arrecadação em torno de US$ 400 milhões mundialmente – pouco mais da metade arrecadada pelo spin-off ‘Hobbs & Shaw‘ (US$759M).

Analistas afirmam que o resultado é um exemplo de que o mercado cinematográfico ainda não se recuperou totalmente após a pandemia, o que pode prejudicar projetos ambiciosos com orçamentos gigantescos.

Quase 5.000 anos depois que ele foi concedido com os poderes onipotentes dos deuses egípcios – e preso com a mesma rapidez – Adão Negro (Dwayne Johnson) é libertado de sua tumba terrena, pronto para liberar sua forma única de justiça no mundo moderno.

O filme também apresentará os membros da Sociedade da Justiça: Senhor Destino (Pierce Brosnan), Gavião Negro (Aldis Hodge), Esmaga-Átomo (Noah Centineo) e Ciclone (Quintessa Swindell).  

Dirigido por Jaume Collet-Serra (‘Águas Rasas’), o longa se passará no mesmo universo de ‘Shazam!‘.

Jenna Ortega fala sobre como ‘Pânico 6’ vai lidar com saída de Neve Campbell: “Teremos referências a Sidney”

Sidney Prescott, de Neve Campbell, não vai aparecer pela primeira vez em um filme da franquia ‘Pânico‘, o que deixou os fãs bastante decepcionados.

Agora, a atriz Jenna Ortega falou pela primeira vez sobre a saída de Campbell em entrevista ao Entertainment Tonight.

“Sinto que realmente não posso falar muito sobre isso só porque não é minha personagem. Mas vou dizer que há tanta coisa acontecendo no sexto filme, que terá tanta ação e tanto sangue, que você não vai sentir tanto sua falta. Mas é claro que há várias referências a Sidney, é claro. Você sabe, é bom porque ainda há uma proteção no roteiro e isso é algo que os atores tinham naturalmente sobre ela porque obviamente a respeitamos e queremos o melhor para ela. Ela sentiu falta e pensou nisso.”, afirmou.

Apesar da decepção com a ausência de Campbell, o novo filme vê o retorno de Hayden Panettiere, que volta a viver Kirby.

“Hayden é um amor. Tenho muita sorte que os diretores Matt [Bettinelli-Olpin] e Tyler [Gillett] e Melissa [Barrera] e Jasmin [Savoy Brown] e Mason [Gooding], todos nós temos tanto amor e respeito um pelo outro. Eles são como uma família para mim, então quando você está em um trabalho como esse, é muito gostoso. Está trabalhando com seus amigos. É o melhor cenário possível.”, concluiu.

A Paramount Pictures do Brasil divulgou a sinopse OFICIAL em português de ‘Pânico 6‘, que teve a estreia antecipada no Brasil para 9 de Março de 2023 – uma semana antes da estreia de ‘Shazam! 2‘.

O texto já havia sido divulgado antes em uma versão mais resumida, mas agora ganha mais detalhes.

Confira:

O terror acompanhará os quatro sobreviventes do recente massacre de Ghostface: Sam, Tara, Chad e Mindy. O grupo decide se mudar de Woodsboro para recomeçar em uma nova cidade. No entanto, em pouco tempo, os quatro se tornam alvo de um novo serial killer mascarado. Fazem parte do elenco Courteney Cox, Jenna Ortega, Hayden Panettiere, Mason Gooding, Jasmin Savoy Brown e Melissa Barrera

Vale lembrar que ‘Pânico 6‘ vai levar o Ghostface e seu rastro de terror para Nova York, seguindo os passados de outros icônicos vilões. Para quem não se lembra Jason Voorhees também já deixou Crystal Lake para visitar a famosa cidade em ‘Sexta-Feira 13 – Parte 8: Jason Ataca em Nova York‘ (1989).

Os novatos Samara Weaving (‘A Babá’), Tony Revolori (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’), Dermot Mulroney, Jack ChampionLiana LiberatoDevyn NekodaJosh SegarraHenry Czerny completam o elenco.  

Os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também retornam para a próxima aventura.

Assista à nossa crítica do último longa:

 

‘Desencantada’ ganha clipes e detalhes sobre as refilmagens após “recepção negativa”

Desencantada‘ teve um novo clipe divulgado e detalhes sobre as extensas refilmagens após recepção negativa.

Confira o vídeo e as informações:

Segundo o insider ViewerAnon, a nova obra do Disney+ teve exibições teste “desastrosas“, e passou por um grande período de refilmagens, que durou cerca de dois meses, pelo que se sabe.

Houveram tantas mudanças que o sujeito disse estar curioso para ver quanto do que foi filmado na versão inicial foi para o corte final, capaz até de terem mudado completamente a trama do filme.

Veja o relato no Twitter:

Desencantada teve exibições teste desastrosas e, em seguida, foi significativamente reformulado, com quase dois meses de refilmagens. Estou curioso para ver o quanto resta da versão inicial.”

A trama de ‘Desencantada se passará 15 anos depois dos eventos de ‘Encantada‘ e nos leva de volta ao mundo de Giselle (Amy Adams) e de seu pragmático esposo, o advogada Robert (Patrick Dempsey). Com Morgan agora adolescente, Giselle e sua família se realocarão para o subúrbio de Monroeville, onde ela terá que enfrentar os desafios de uma nova casa, à medida que tenta redescobrir o verdadeiro significado do “Felizes para Sempre”.

Confira a prévia:

Com estreia marcada para 18 de novembro, a sequência de ‘Encantada‘ (2007) é dirigida por Adam Shankman (‘Rock of Ages: O Filme’).

O elenco tampém conta com James Marsden, Gabby Baldacchino, Idina Menzel,Maya Rudolph, Yvette Nicole BrownJayma Mays.

‘Olhar Indiscreto’: Série brasileira estilo ‘Janela Indiscreta’ ganha teaser oficial; Confira!

Netflix anunciou divulgou hoje (09) o teaser oficial de ‘Olhar Indiscreto’, sua mais nova série brasileira.

Estrelada por Emanuelle AraújoDébora Nascimento, a produção estreia ainda este ano na plataforma de streaming.

Confira:

Pegando referências do clássico do suspense Janela Indiscreta, de Alfred Hitchcock, a narrativa é centrada em Miranda (Nascimento), uma jovem hacker que passa o tempo espionando a vizinha Cléo (Araújo), uma prostituta de luxo que mora no prédio da frente.

Quando Cléo pede para que ela cuide de seu cachorro durante uma viagem, a vida de Miranda vira de cabeça para baixo e ela cruza caminho com o homem dos seus sonhos. Mas nada é o que parece ser.

Nikolas AntunesÂngelo Rodrigues completam o elenco. Fabrizia PintoLetícia Veiga ficam a encargo da direção, enquanto Marcela Citterio assina o roteiro.

Naomi Ackie solta a voz no novo trailer oficial de ‘I Wanna Dance With Somebody’; Confira!

Sony Pictures divulgou o novo trailer oficial de ‘I Wanna Dance With Somebody’, cinebiografia sobre a lendária cantora Whitney Houston.

O longa é estrelado por Naomi Ackie e estreia no Brasil no dia 02 de fevereiro de 2023.

Confira:

O roteiro é assinado pelo indicado ao Oscar Anthony McCarten, responsável pelos aclamados ‘O Destino de Uma Nação‘, ‘A Teoria de Tudo‘ e ‘Dois Papas‘.

A cinebiografia é co-produzida por Pat Houston, cunhada de Whitney, bem como por Clive Davis (produtor musical que descobriu a cantora), McCarten e Lary Mestel e Denis O’Sullivan, da Primary Wave.

‘I Wanna Dance With Somebody’ é descrito como uma “celebração alegre, emocional e comovente da vida e da música da maior cantora pop de R&B de todos os tempos, acompanhando sua jornada da obscuridade ao estrelato musical. À medida que em será um relato muito franco sobre o preço que o superestrelato lhe exigiu, a biografia será também uma saga rica e complexa da busca pelo casamento perfeito entre a música, a artista e o seu público e, ao mesmo tempo, a história comovente de uma simples garota de Jersey tentando encontrar o caminho de volta para casa “.

Whitney foi reconhecida internacionalmente como uma das maiores artistas de todos os tempos, devido ao seu talento, legado e, principalmente, à sua voz marcante e lendária. Frequentemente chamada de The Voice (A Voz), a cantora sempre foi comparada a grandes artistas do passado, como Frank Sinatra, Aretha Franklin e Elvis Presley. Houston está entre os 500 Maiores artistas de todos os tempos da revista Rolling Stone.

A cantora possui sete álbuns de estúdio, quatro trilhas sonoras e cinco coletâneas. Vencedora de sete Grammy Awards, Houston viu sua carreira definhar em virtude do alto consumo de cocaína.

A artista veio a falecer em 2012, em uma banheira de um hotel, em virtude de uma aterosclerose, que causou uma iminente falta de oxigenação para o cérebro e resquícios de cocaína em sua corrente sanguínea, que foram encontrados durante a autópsia – o que comprova que o afogamento foi causado por uma overdose.

Kit Harrington, de ‘Game of Thrones’, rasga ELOGIOS para ‘A Casa do Dragão’

A temporada de estreia deA Casa do Dragão(‘House of the Dragon’), série derivada da aclamada Game of Thrones, chegou ao fim nas últimas semanas.

Agora, em entrevista ao THRKit Harrington, que interpretou Jon Snow em ‘GoT’, falou sobre o spin-off e não teve nada além de elogios acerca da produção.

“Sabe, eu parei um pouco – não porque não estou gostando – mas porque estou muito ocupado. Mas vou voltar a acompanhar”, ele disse. “Estou na metade da temporada. Preciso assistir à segunda metade, então vou tentar evitar quaisquer spoiler. Digo, é ótimo. Eles fizeram um trabalho incrível. Estou realmente impressionado com o show e como eles o continuaram”.

Lembrando que a temporada completa já está disponível na HBO Max.

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpreta Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy é a Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith vive o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine interpreta o Rei Viserys; Fabien Frankel é Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans é Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint vive Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best interpreta a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno encarna Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Milly AlcockEmily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

Crítica | Armageddon Time – Anne Hathaway, Anthony Hopkins e grande elenco em COMOVENTE filme

O amadurecimento e a estrada da vida. Exibido no Festival de Cannes (onde teve uma ótima recepção), chega aos cinemas brasileiros nesse começo de novembro um filme tocante que busca na força da família razões e emoções para um amadurecimento de um jovem que se vê rodeado de conflitos em um recorte norte-americano com o preconceito batendo forte de porta em porta e um cenário político em ebulição às vésperas da eleição do 40º presidente dos Estados Unidos. Escrito e dirigido pelo cineasta nova-iorquino James Gray, ambientado em uma Nova Iorque do início dos anos 80, Armageddon Time reflete sobre o sonho americano em uma estrada repleta de aprendizados em memórias que ficariam para sempre, jamais esquecidas. E em falar em memórias, o projeto é baseado nas da infância do próprio diretor.

Na trama, conhecemos Paul (Banks Repeta), um jovem, meio rebelde, de classe média, que adora o universo das artes, principalmente o desenho, a pintura. Ele mora com a mãe Esther (Anne Hathaway), uma dona de casa e representante de pais da escola, e o pai Irving (Jeremy Strong, em grande atuação), um homem que ganha a vida como encanador, consertando aquecedores. Uma figura presente em sua vida é seu avô, Aaron (Anthony Hopkins), com quem aprende muito sobre a vida em cada conversa. Paul estuda em um colégio público e se vê quase sempre em conflito com o professor (uma figura conservadora e muito rígida). Ele começa uma amizade com Johnny (Jaylin Webb), um jovem negro que mora com a avó, e dessa amizade Paul aprenderá lições que levará por toda a vida.

Essa jornada parte do retrato de uma família que busca se estabelecer em um Estados Unidos às vésperas de mais uma mudança presidencial, onde o conservadorismo engessa os sonhadores e os horrores do preconceito são vistos em cada esquina. A ótica aqui é toda de Paul, como esse jovem adolescente lida com os conflitos que aparecem em sua frente. Sua personalidade é uma mistura de ingenuidade e imaturidade num início, mas acaba passando por uma enorme transformação num curto período onde a perda de alicerces do seu cotidiano o fazem amadurecer, talvez até precocemente, em um mundo nada justo, às vezes vazio. Os excelentes diálogos entre pai e filho e entre avô e neto mostram o medo da realidade que o espera lá fora, quando precisará sair do ninho familiar e encarar a vida e todas as suas facetas, nem sempre felizes.

O preconceito racial é um assunto muito presente nas linhas do roteiro. A amizade de Paul com o amigo Johnny mostram os dois lados de uma história. Johnny é um jovem negro, sem oportunidades, que num momento acaba nem podendo voltar pra casa, enquanto o amigo mora em uma casa confortável, tem uma estrutura familiar, tem a possibilidade de estudar em um colégio particular em um segundo momento. A amizade entre os dois existe e as escolhas que cada um possui são desiguais, muitas para um, poucas para o outro. Um retrato de um mundo ainda muito preconceituoso é visto, e infelizmente até os dias de hoje, não só nos Estados Unidos.

Há também espaço para política. O título do filme, que aparece em uma fonte chamativa no início e no fim da obra, deixa claro uma referência à algumas falas do ex-presidente norte-americano Ronald Reagan que batia na tecla dessa palavra ‘Armageddon’ colocada em sua visão sobre alguns temas. Esse que seria o próximo presidente norte-americano após derrotar o democrata Jimmy Carter. Até o Pai de Trump, Fred (John Diehl) e a irmã Maryanne (Jessica Chastain) aparecem na história nessa visão sobre os Estados Unidos que ao longo da década de 80 sofreriam com uma instabilidade econômica com o avanço de outros mercados.

Armageddon Time ainda por cima reúne um elenco maravilhoso que ao longo de quase duas horas de projeção nos leva a uma caminhada pelo cotidiano do sonho americano mas mostrando verdades e obstáculos da vida por meio de memórias numa narrativa intimista que emociona do início ao fim.

 

Ator de ‘Besouro Azul’ comemora a representatividade latina na adaptação

Escalado para a adaptação do ‘Besouro Azul‘, o ator mexicano Harvey Guillén conversou com o Screen Rant e comemorou o fato da produção valorizar a cultura latina.

Ao lado de Xolo Maridueña, Bruna Marquezine, Belissa Escobedo, George Lopez, Adriana Barraza, Elpidia Carrillo, Damián Alcázar e Raoul Trujillo, Guillén destacou a importância da representatividade em um filme desta magnitude.

“Eu estou muito empolgado. O elenco é todo formado por latinos e nós somos como uma família. Xolo, que interpreta o Besouro Azul, fez um trabalho fenomenal. Ele realmente mergulhou nesse personagem. Foi incrível trabalhar com esse elenco e com o diretor Angel.”

Ele continuou:

“Estou empolgado por fazer parte de algo que vai fazer história, literalmente, porque é o primeiro personagem da DC que é um super-herói mexicano. Quando eu li o roteiro, eu não conseguia acreditar. Foi uma loucura, eu nunca pensei que veria algo assim. É tão nostálgico para mim. Parecia que o palavreado que usávamos em casa estava ali naquele roteiro. Então acho que será ótimo para outras crianças se sentirem representadas.”

Vale destacar que o filme gira em torno de uma dinâmica entre a família de Jamie, incluindo sua irmã, tio, avó e pai, todos desempenhando papéis de destaque no filme.

Nas cenas com a família Reyes, os personagens vão falar em espanhol, contribuindo para a autenticidade da cultura latina, além dos demais elementos que vamos descobrir quando o filme chegar aos cinemas.

Lembrando que ‘Besouro Azul‘ está previsto para 16 de agosto de 2023.

Recentemente, o Undercover Audience afirmou que a Warner Bros. realizou a primeira exibição teste e o público AMOU o primeiro filme latino da DC, que tem no elenco a brasileira Bruna Marquezine.

Como essas exibições são privadas e confidenciais, encare a descrição como um rumor.

Atualização do TestScreening:

– Todo o elenco faz um trabalho incrível! Especialmente Xolo Mariduena & Belissa Escobedo, que interpreta a irmã de Xolo.
– O público adorou a dinâmica familiar doce e cheia de comédia da ‘família Reyes’.
– Quase 30% do filme é em espanhol com legendas.
Susan Sarandon arrasa no papel de vilã como Victoria Kord.
George Lopez como Tio Rudy e Adriana Barraza como a Vovó tem muitas cenas cômicas ótimas, que foram adoradas.

Veredicto: O público amou totalmente o primeiro super-herói latino da DC.

Marquezine falou recentemente sobre a sua experiência no filme. A atriz disse para a revista Quem que o longa exigiu muito dela, até pela atriz ter tido que atuar em uma língua que não estava acostumada a falar.

“Foi uma experiência que exigiu muito de mim em aspectos que, até então, eu nunca tinha vivenciado. O fato de interpretar em uma outra língua é um grande desafio, porque eu sinto em português”, contou Bruna.

A atriz admitiu que foi muito bom sentir um “frio na barriga” diferente, após ter uma carreira consolidada no Brasil. Disse que fazer Besouro Azul foi uma experiência “emotiva” e “desafiadora“, pois ela se viu mais “solitária” no set, como geralmente não vinha ficando.

“Foi muito bom me sentir, de novo, tão vulnerável, insegura, e sentir tanto frio na barriga. Sempre sinto frio na barriga, mas dessa vez eu estava definitivamente num lugar… E muito mais solitária também, então foi uma experiência muito emotiva e desafiadora, mas muito bonita. Foi muito bom poder sentir tudo isso”, conclui.

Susan Sarandon substituiu Sharon Stone na interpretação da vilã Victoria Kord. A personagem em questão foi criada especialmente para o filme e não existe nas HQs.

Raoul Max Trujillo (‘Mayans MC’) viverá o outro vilão, Conrad Carapax, o Homem Indestrutível. Ele era um arqueólogo rival de Daniel Garrett, o primeiro Besouro Azul.

Angel Manuel Soto (Charm City Kings) dirige, com o roteiro assinado por Gareth Dunnet-Alcocer (Miss Bala).

‘Pinóquio’: Versão de Guillermo del Toro ganha INCRÍVEL trailer oficial; Confira!

Netflix divulgou o trailer oficial de Pinóquio, versão em stop-motion comandada pelo aclamado realizador Guillermo del Toro.

A produção tem estreia agendada para o dia 09 de dezembro na plataforma de streaming.

Confira:

No Rotten Tomatoes, a produção abriu com raros 100% de aprovação, com altíssima nota 8.90/10, baseada em 22 reviews até o momento.

Confira os comentários:

“É o que é, e isso é perfeitamente imperfeito” – THR.

“Uma obra-prima em stop-motion” – TheWrap.

Pinóquio de Guillermo del Toro traz o bizarro, o obscuro e a alegria ao conto de Carlo Collodi” – Slashfilm.

“Das primeiras cenas, fica evidente que Pinóquio é uma produção de Del Toro, aproximando-se do tom de ‘O Labirinto do Fauno’, mas com o terror e o gore reescalados para as crianças” – Next Best Picture.

“Este é um raro entretenimento infantil que não tem medo de chocar as crianças e nem de encantá-las” – Variety.

O elenco conta com Gregory Mann como PinóquioEwan McGregor como o Grilo Falante; e David Bradley como Gepetto.

Tilda SwintonChristoph WaltzFinn WolfhardCate BlanchettJohn TurturroRon PerlmanTim Blake NelsonBurn Gorman completam o elenco.

Del Toro entra também como roteirista da versão em stop-motion, que é baseada no clássico de animação criado por Carlo Collodi.

A trama será ambientada na Itália, durante os anos 30, um momento histórico particularmente carregado, em uma época que o fascismo estava em ascensão e Benito Mussolini estava consolidando o controle do país.

Série pré-sequência de ‘It: A Coisa’ que mostrará a ORIGEM do Pennywise contrata produtores

Prepare-se para viajar de volta para Derry após os bem-sucedidos ‘It – A Coisa: Parte 1 e 2‘.

Jason Fuchs e Brad Caleb Kane servirão como co-showrunners da série que mostrará a origem do Pennywise. Fuchs roteirizou o filme da ‘Mulher-Maravilha‘ e Kane foi showrunner da série ‘Fringe‘.

Segundo a Variety, os detalhes exatos do enredo permanecem em segredo, além do fato de que o show servirá como uma pré-sequências dos filmes recentes que foram lançados em 2017 e 2019.

Além disso, foi revelado que Andy Muschietti deve dirigir o episódio piloto. Foi ele quem comandou os filmes.

Intitulada ‘Welcome to Derry‘, a série terá como produtor executivo Muschietti ao lado de sua irmã Barbara Muschietti.

Além da origem de Pennywise, a série contará a história da cidade Derry na década de 1960, anos antes dos eventos de ‘It – A Coisa: Parte 1‘. Não está claro se algum do elenco retornará, mas espera-se que Bill Skarsgård voltará a viver o Palhaço.

Assista nossa visita ao parque do Pennywise:

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EXCLUSIVO! ‘It: A Coisa – Capítulo 2’: Elenco adulto fala sobre a construção de seus personagens 

[SPOILER] ‘It – A Coisa’ | Conheça o destino dos personagens na fase adulta 

‘John Wick 4’ ganha contagem regressiva para misterioso anúncio; Confira!

Através do Twitter, a página oficial da franquia ‘John Wick‘ divulgou uma contagem regressiva de 24 horas, indicando um misterioso anúncio.

Como o filme chega ao cinemas em 23 de Março de 2023, é possível que a contagem estela relacionada ao lançamento de um novo trailer.

A publicação também mostra um número de telefone, que já havia sido divulgado anteriormente para os fãs mandarem mensagens e receberem atualizações.

Confira:

“Não resta muito tempo”, diz a legenda.

Lembrando que o astro Keanu Reeves virá para o Brasil na CCXP 22 para divulgar o painel da sequência no dia 03 de Dezembro.

Assista ao trailer, confira o cartaz e siga o CinePOP no YouTube:

John Wick (Keanu Reeves) enfrenta seus adversários mais letais até agora na próxima quarta parte da série. Com o preço de sua cabeça cada vez maior, Wick leva sua luta contra a Alta Mesa global enquanto procura os jogadores mais poderosos do submundo, de Nova York a Paris, Osaka e Berlim.

Lembrando que Donnie Yen, Shamier Anderson, Bill Skarsgård, Hiroyuki Sanada, Rina Sawayama e Scott Adkins também foram adicionados ao elenco de ‘John Wick 4‘.

A sequência também trará o retorno de Laurence Fishburne como Rei dos Mendigos, Lance Reddick como Charon, o concièrge do Hotel Continental, e Ian McShane como seu empresário, Winston.

Chad Stahelski volta a dirigir e prometeu um filme à altura da franquia:

“Estamos satisfeitos com as sequências de ação e nós não queremos perder isso. Eu quero ser um diretor melhor, mas isso não quer dizer que a sequência terá menos ação,” afirmou.

O 3ª filme da franquia, ‘John Wick: Parabellum‘, se tornou um sucesso nas bilheterias, arrecadando US$ 326,7 milhões mundialmente – com um orçamento de US$ 75 milhões. 

Artigo | Relembrando Gal Costa, um dos maiores nomes da música brasileira

“Eu gosto de ousar, sempre fui assim”.

É com essa emblemática frase que resume-se a vida de Gal Costa, um dos maiores ícones da história da música brasileira que, infelizmente, faleceu hoje, 09 de novembro, aos 77 anos. Nascida em Salvador, a filha de Mariah Costa Penna, sua principal incentivadora, já foi indicada a nada menos que cinco Grammys Latinos e doze Troféus Imprensa e, além de ser considerada uma das melhores vozes do país, é um ícone ativo na luta da comunidade LGBTQ+, sendo assumidamente bissexual.

Sendo um dos estandartes da MPB clássica, Gal fez sua estreia em 1964, pouco depois da instauração da ditadura civil-militar no Brasil, ao lado de ninguém menos que Caetano Veloso (com quem compartilha uma amizade até os dias de hoje), Gilberto Gil, Maria Bethânia, Tom Zé e vários outros – e mais especificamente no aclamado espetáculo ‘Nós, Por Exemplo…’. Entretanto, seria um ano mais tarde que ela oficialmente faria seu début no mundo da música ao lado de Veloso, no dueto “Sol Negro”, seguido dos EPs ‘Eu vim da Bahia’ e ‘Sim, foi você’.

Desde então, Costa ascendeu a uma carreira meteórica da qual colhe frutos até os dias de hoje – afinal, dois anos atrás, ela fez o lançamento de 30º álbum de estúdio, ‘A Pele do Futuro’, afastando-se dos costumeiros estilos que explorara décadas atrás e finalmente abrindo as portas para o disco e para o soul. Como se não bastasse, ela se aventurou nas incursões ao vivo e divulgou 12 produções, sendo a mais recente no ano passado. Mas isso não é tudo: apesar de sua atividade contínua no cenário contemporâneo, é inegável dizer o legado de Gal permanece vivo mais do que nunca, em uma época em que a resistência é a arma de maior alcance dos artistas; afinal, ela foi uma das grandes representantes do movimento tropicalista dos anos 1960, o qual rompeu os preceitos tradicionalistas da música brasileira e universalizou a linguagem da MPB à emergente cultura jovem e à eletricidade da vanguarda erudita, realizando experimentações que ditariam as próximas décadas da fonografia nacional.

À medida que a cantora e compositora se unia a seus colegas, ela investia em sua individualidade como mulher baiana e como expoente máximo de uma cultura que ainda tinha muito a oferecer – ainda mais ao se inserir no período pós-bossa-nova e ser influenciada pelo lendário João Gilberto. Não é surpresa que, enfrentando a reacionária ideologia que se erguia em meados dos anos 1970, realizou um intenso uso da imagem de seu corpo como um complemento de suas habilidades performáticas – chegando a fazer ensaios sensuais para veículos voltados à música. Dessa forma, ela não apenas transformava sua voz em uma poderosa “arma” reflexiva, mas também seu próprio ser. À frente de seu tempo e encarnando as correntes políticas que tomavam força nos Estados Unidos, ela incorporava as discussões feministas e se construía através de uma “aura de modernidade e erotismo”, podendo exercer a exploração de sua sexualidade através da autodescoberta, sem intervenção patriarcal.

Gal, assim como diversas conterrâneas (em especial em convergência com a revolução estética promovida por Rita Lee), une-se à arte e faz dela algo para além da pura mercadologia e da apreciação barata. Conforme anunciava uma sonoridade escapista, infundia críticas inteligentes, sagazes e pungentes àquilo que observava, transformando-se em um ousado enfrentamento do status quo. Talvez o espetáculo ‘Fa-Tal: Gal a Todo Vapor’ seja o maior exemplo disso que venho falando: o álbum ao vivo, lançado pouco tempo depois que Caetano e Chico Buarque foram exilados na Inglaterra por se oporem abertamente ao regime ditatorial, foi feito no Teatro Teresa Raquel e trouxe nada menos que 19 faixas, oscilando entre o enérgico panorama conduzida pelo Lanny Trio e a acústica de Gal e de seu violão. Através de um lirismo melancólico e de metáforas mascaradas, ela cantava, “meio amarga, que o sonho hippie acabou, que a cultura undergroud faliu”, deixando claro que “a orientação desse show é a renovação do repertório”.

Diferente de outras artistas que imediatamente vêm à mente quando nos transportamos para o período integrado entre os anos 1960 e 1980, Costa se afastou da visão unilateralista dos “vocais” e percebeu que o comportamento imagético de um cantor era de extrema importância para transmutar as canções em solilóquios vibrantes de sentimentalismo e exegese alegórica. Seu tripé artístico embasava-se, como supracitado, na influência de João Gilberto e no sólido momentum que provocara no mundo inteiro – e que permitiu que Gal viesse à tona como uma performer internacional -, na sexualidade e nas complexas e ricas camadas que apresentava ao público e, principalmente, em sua transição e justaposição exímia das raízes brasileiras ao rock, praticando tudo o que se espera, hoje, dos astros e das divas que aprendemos a amar.

Gal Costa não é um produto pré-fabricado e carrega uma versatilidade e uma abrangência estilística invejável que, atualmente, são utilizadas como motes para produzir coisas que fogem ao convencionalismo e que prestam homenagem aos primeiros grandes revolucionários. Mais do que isso, Gal vive por si mesma e alimenta-se daquilo que é compreendido pelo público, mesmo após tanto tempo no centro dos holofotes. E, se há algo que ela realmente nos ensinou, é que arriscar-se nunca é demais – e que o resultado desse altivo atrevimento pode ser bem mais satisfatório do que imaginamos.

‘Terrifier 2’: Terror POLÊMICO que fez pessoas desmaiarem ganha trailer legendado e data de estreia

O psicótico palhaço Art está oficialmente confirmado para aterrorizar as telonas brasileiras.

Considerado o filme de terror mais perturbador do ano, ‘Terrifier 2’ tem chamado a atenção após surgirem notícias de que pessoas estão passando mal durante exibições do filme nos cinemas dos EUA.

Escrito, dirigido e montado por Damien Leone, o longa é uma das produções de terror mais aguardadas do ano, e chega aos cinemas em 29 de dezembro com distribuição da Imagem Filmes e da A2 Filmes.

Assista ao trailer:

Ao parar em uma lavanderia para lavar suas roupas, o palhaço Art (David Howard Thornton) conhece uma garotinha igualmente assustadora, conhecida apenas como a ‘garotinha pálida’ (Amelie McLain). Ao lado de sua nova parceira, a criatura embarca numa jornada de sangue e violência!

Em entrevista ao ComingSoon, o diretor Damien Leone destaca a importância de Howard Thornton ao interpretar o personagem principal em Terrifier 2.

“Ele traz muita coisa ao filme, como os maneirismos, e eu o deixo improvisar o tempo todo. Conheço bem seu senso de humor e todas as coisas sádicas que ele pode fazer.”

O Bloody Disguting revelou que o terror foi submetido para a avaliação dos membros da renomada premiação.

“Nós nunca iremos ganhar. É apenas uma brincadeira, mas a ideia dos membros da academia terem que assistir um filme de terror extremamente violento, que eles julgam como inferior, é absolutamente hilária,” declarou o site.

Aterrorizante‘ foi originalmente lançado em 2016 de forma limitada e acabou conquistando os fãs de terror slasher.

Série da ‘Coração de Ferro’ será uma sequência direta de ‘Pantera Negra 2’

Dominique Thorne fará sua estreia como Riri Williams, a Coração de Ferro, em ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘, que estreia em 10 de novembro.

Em seguida, ela vai estrelar uma série de TV dedicada à personagem, uma jovem prodígio que constrói uma armadura inspirada no Homem de Ferro.

E, de acordo com o produtor Nate Moore, a atração será uma sequência direta de ‘Pantera Negra 2‘.

Em entrevista para o Cinema Blend, o cineasta foi questionado sobre o quão importante é a presença de Williams na sequência, ao que ele respondeu:

“Tão grande que deu a ela sua própria série de TV. Basicamente, a série é uma consequência do quanto gostamos dela neste filme e será uma consequência direta desses eventos.”

Ele continuou:

“Quando conversamos com Dominique sobre o projeto, juntamos suas ideias com a de Ryan Coogler sobre o que a série poderia ser. Digamos que Riri Williams estará levando para o MIT as experiências que teve em Wakanda. E há algumas repercussões interessantes em suas aventuras que a colocarão em um caminho interessante.”

Lembrando que as filmagens já foram encerradas, e o Comic Book divulgou algumas capturas de telas de uma página dedicada à atração, revelando que uma das armaduras da personagem será adaptada de forma idêntica aos quadrinhos.

A publicação destaca os presentes que a equipe ganhou após o término do trabalho, e um dos brindes vem estampado com o capacete da armadura 3.0, usada no arco ‘Champions’ (Vol. 2) #22, publicado em 2018.

Confira:

Vale lembrar que o elenco da série também conta com Anthony Ramos como o vilão Capuz, além de Lyric Ross, Shea Couleé, Zoe Terakes, Alden Ehrenreich, Manny Montana, Shakira Barrera, Jim Rash, Cree Summer e Harper Anthony, todos escalados em papéis atualmente desconhecidos.

Confira logo abaixo em detalhes:

Chinaka Hodge (‘Snowpiercer’) servirá como showrunner da série.

Para quem não a conhece, Riri apareceu pela primeira vez em 2016, na série de quadrinhos escrita por Eve Ewing. Assim que Tony Stark foi deixado em coma após a Segunda Guerra Civil, o mundo precisava de um novo Homem de Ferro, e a prodígio de 15 anos de idade criou sua própria armadura, o que impressionou Stark ao ponto dele criar uma inteligência artificial de si mesmo para ajudá-la.