Na publicação, ele confirmou a escalação do ator Mark Strong (‘Shazam!’, ‘Lanterna Verde’) ao marcá-lo junto com o elenco confirmado.
No entanto, ainda não há detalhes sobre o papel que o astro irá desempenhar na atração, já que Renck apenas escreveu:
“Neste dia, começamos a filmar ‘Duna: A Irmandade‘ para a HBO Max. Através de uma trama que ocorre milênios antes da história que todos vocês conhecem, descemos ao coven que um dia será chamado de Bene Gesserit. Diga comigo: ‘Não devo temer. O medo é o assassino da mente. O medo é a pequeno morte que traz a obliteração total’.”
Emily Watson, Shirley Henderson e Indira Varma estrelam a produção. Travis Fimmel (‘Vikings’), Sarah-Sofie Boussnina (‘A Colônia’), Shalom Brune-Franklin (‘O Turista’), Faoileann Cunningham (‘O Homem do Norte’), Aoife Hinds (‘Normal People’) e Chloe Lea (‘Foundation’) também fazem parte do elenco.
Diane Ademu-John entra como criadora, roteirista, co-showrunner e produtora executiva, enquanto Alison Schapker também será co-showrunner e produtora executiva. O vencedor do Emmy Johan Renck irá dirigir os dois primeiros episódios.
A história de ‘Duna: A Irmandade‘ se passa 10 mil anos antes dos eventos do filme, abordando duas irmãs Harkonnen entre os perigos e disputas políticas da saga espacial. A origem da irmandade Bene Gesserit também será explorada.
Por enquanto, a série ainda não tem previsão de lançamento.
Lembrando que o primeiro filme, que já tem a sequência confirmada, está disponível no catálogo da HBO Max!
A Unidade Policial de Crimes de Geumcheon tem uma nova missão: repatriar um fugitivo que está no Vietnã. O policial Ma Seok-do e o Capitão Jeon Il-man perecebem que há algo de estranho com o excesso de boa vontade do suspeito em se entregar e revelar crimes cometidos por um assustador assassino chamado Hae-sang. Ma e sua equipe começam a investigação nos dois países seguindo a trilha sangrenta deixada por Sang.
Curiosidades:
» O longa é uma sequência de ‘Beomjoidosi‘ (2017), que segue inédito no Brasil;
‘Os Aventureiros – A Origem‘ ganhou data de estreia nos cinemas brasileiros: 6 de julho de 2023. O primeiro trailer do filme estrelado pelo ídolo infantilLuccas Neto também foi divulgado.
Assista:
Dirigido por André Pellenz (“D.P.A – O Filme”; “Minha Mãe É Uma Peça: o Filme”), o filme é inspirado no universo das séries diárias de Luccas no YouTube
‘Os Aventureiros – A Origem‘ traz no elenco personagens já conhecidos dos fãs: Luccas Neto (Luccas – Aventureiro Azul) e sua turma de aventureiros: Giovanna Alparone (Gi – Aventureira Vermelha); Beatriz Couto (Jessi – Aventureira Rosa); João Pessanha (Pedro – Aventureiro Amarelo) e Karol Alves (Vitória – Aventureira Amarela), além deJuliana Didone e Gabriela Moreyra.
A trama é um conto encantador de uma governanta britânica, aparentemente comum, cujo sonho de possuir um vestido de alta costura do Christian Dior, a leva em uma aventura extraordinária para Paris.
Curiosidades:
» O longa é uma adaptação do livro homônimo de Paul Gallico;
Enquanto cumpre uma agenda de shows em inferninhos pelo sertão, Kelly, uma cantora de forró eletrônico, também vai deixando um rastro de mortes pelo caminho. Em seu trajeto de consumo compulsivo e violência, ela atravessa um nordeste novo, espiral de um desenvolvimento também apocalíptico. Quando passa a ser investigada pelos assassinatos de três homens, sua turnê mambembe também se transforma uma estratégia de fuga. E de estrela ascendente ela se torna uma heroína marginal, a temida e procurada Serial Kelly, a primeira serial Killer mulher do Brasil.
Quando foi anunciado que Idris Elba iria interpretar um artilheiro sanguinário em ‘O Esquadrão Suicida‘, muitos fãs imaginaram que o astro iria substituir Will Smith como Pistoleiro.
No entanto, tudo ficou confuso quando foi revelado que Elba daria vida ao Sanguinário (daí o trocadilho no parágrafo anterior).
Mas parece que a equipe de produção queria mesmo manter o Pistoleiro no longa.
Através do Twitter, a página Nerd Talks compartilhou artes conceituais que mostram o personagem pendurado nos escombros de um prédio, sugerindo que sua participação foi considerada até os estágios iniciais da produção.
Mas, como ambos os personagens possuem praticamente as mesmas habilidades… Por que trocar o Pistoleiro por um assassino não tão conhecido pelo público?
Durante uma entrevista para o Entertainment Tonight, Elba foi questionado sobre o assunto e disse que não queria tomar o lugar de Smith.
“Esses rumores sobre eu estar ocupando o lugar de Will eram naturais porque ele disse que não iria se juntar ao segundo filme, então era bastante natural para os fãs pensarem que eu seria o novo intérprete do Pistoleiro, mas essa nunca foi minha intenção.”
Ele continuou, agradecendo o diretor James Gunn por reformular o papel:
“Will é um grande amigo e estou muito satisfeito que James não me colocou no lugar dele, eu não queria fazer isso. Pistoleiro é um ótimo personagem e Will deu tudo de si com aquele personagem, então eu estava realmente entusiasmado e dei boas risadas quando esses rumores começaram a circular.”
Confira a entrevista:
E aí, o que você achou do personagem de Elba no novo filme?
“Bem-vindos ao Inferno – também conhecido como Bell Reve, a prisão com o maior índice de mortalidade dos Estados Unidos. Onde os piores super-vilões são mantidos e onde farão qualquer coisa para escapar – até mesmo se juntar ao super-secreto e super-duvidoso grupo Força-Tarefa X. A missão suicida de hoje? Juntar um grupo de golpistas, incluindo Sanguinário, Pacificador, Capitão Bumerangue, Caça-Ratos 2, Savant, Tubarão Rei, Blackguard, Dardo e a psicopata preferida de todos, Arlequina. Então os arme com força e os jogue (literalmente) na remota ilha recheada de inimigos de Corto Maltese”.
Alguns nomes reprisam seus papéis do filme anterior, como Viola Davis (Amanda Waller), Margot Robbie (Harley Quinn), Jai Courtney (Capitão Bumerangue) e Joel Kinnaman (Rick Flag).
O Prime Video anuncia hoje a programação de seus painéis na CCXP 2022, reunindo no palco Thunder talentos de séries favoritas dos fãs e aclamadas pela crítica O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder, A Roda do Tempo, Jack Ryan de Tom Clancy e Periféricos.
E nos palcos Ultra e Creators, com a presença de talentos de Dom, Um Ano Inesquecível e LOL: Se Rir, Já Era!. O painel será apresentado pela jornalista Aline Diniz e Ikaro Kadoshi, também jornalista, drag queen e apresentador.
Além do painel no sábado, o Prime Video promoverá três apresentações de produções Originais brasileiras: na sexta-feira, 2 de dezembro, no Palco Creators, os talentos da segunda temporada de LOL: Se Rir, Já Era! falarão sobre o lançamento da série que acontecerá naquele dia.
No dia 02 de dezembro, a plataforma de streaming trará Lindsay Paulino, MariannaArmellini, Mathy Lemos e uma convidada especial da produção ‘LOL: Se Rir, Já Era!’.
Além do painel no sábado, o Prime Video promoverá três apresentações de produções Originais brasileiras: na sexta-feira, 02 de dezembro, no Palco Creators, os talentos da segunda temporada de ‘LOL: Se Rir, Já Era!’ falarão sobre o lançamento da série que acontecerá naquele dia. No palco estarão os competidores Lindsay Paulino, Marianna Armellini, Mathy Lemos e uma convidada especial surpresa
“Os fãs do Prime Video também terão a oportunidade de vivenciar experiências de conteúdos do serviço de streaming nas ativações do estande, que terá uma área de 1080m2. Os entusiastas da Terra-média ficarão surpresos com o que o Prime Video trará diretamente do mundo de ‘Os Anéis de Poder’; haverá ação e missões militares difíceis de escapar para os fãs de ‘Jack Ryan de Tom Clancy’; no mundo de ‘A Roda do Tempo’, os poderes de Moraine serão experimentados; e o tempo passará muito rápido na ativação de ‘Periféricos’. E, para homenagear os super-heróis favoritos do Prime Video, haverá uma área imersiva do universo de ‘The Boys’“, aponta o release oficial.
Lembrando que a CCXP 2022 ocorre no São Paulo Expo, entre os dias 01 e 04 de dezembro.
Há alguns meses, a Disney+ lançou a versão em live-action da clássica animação ‘Pinóquio’ que, seguindo os passos de outras adaptações similares, foi massacrado pela crítica e amargou 26% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Agora, chegou a vez do aclamado realizador Guillermo del Toro imprimir sua própria visão da atemporal história com uma ambiciosa animação em stop-motion – que está fazendo sucesso entre os especialistas internacionais.
Antes de estrear na Netflix dia 9 de De Dezembro, o filme estreia HOJE (24) nos cinemas nacionais com 96% de aprovação, e altíssima nota 8,5/10. Das 68 críticas publicadas, 65 são positivas e 3 negativas.
Confira os comentários:
“Certamente tem seus momentos de pungência e tristeza e os tons engraçados de McGregor enquanto o grilo sofredor fornece algumas notas graciosas de diversão.”, Guardian
“A perspectiva de Guillermo del Toro percorre cada quadro desta releitura única, que não tem medo de abordar temas problemáticos. Uma exploração sincera e cheia de alma do que significa ser humano.”, Empire Magazine.
“Você nunca viu um Pinóquio como este, uma obra-prima engraçada, comovente e vital de del Toro que usa animação stop-motion para criar um mundo de beleza e terror para se perder. O Oscar de melhor filme de animação pertence aqui.”, ABC News
“É o que é, e isso é perfeitamente imperfeito” – THR.
“Das primeiras cenas, fica evidente que ‘Pinóquio’ é uma produção de Del Toro, aproximando-se do tom de ‘O Labirinto do Fauno’, mas com o terror e o gore reescalados para as crianças” – Next Best Picture.
“Este é um raro entretenimento infantil que não tem medo de chocar as crianças e nem de encantá-las” – Variety.
Del Toro entra também como roteirista da versão em stop-motion, que é baseada no clássico de animação criado por Carlo Collodi.
A trama será ambientada na Itália, durante os anos 30, um momento histórico particularmente carregado, em uma época que o fascismo estava em ascensão e Benito Mussolini estava consolidando o controle do país.
Recentemente foi anunciado, para o delírio dos fãs, que o astro Hugh Jackman voltará ao papel que o consagrou: o do herói de garras afiadas, Wolverine. Essa será a décima vez que interpretará o papel nas telonas, fazendo dele não apenas o ator que mais vezes viveu um herói de quadrinhos nas telonas, como também um recordista de intérprete que mais vezes representou o mesmo personagem no cinema em geral. A notícia, no entanto, não acaba aí. Para continuar a euforia dos fãs, o anúncio veio acompanhado durante a divulgação de Deadpool 3, por si só um grande favorito dos fãs – agora nas mãos da Disney e do MCU.
Não dá para imaginar Wolverine sem Hugh Jackman. Assim como não dá para imaginar Deadpool sem Ryan Reynolds. Mas nem sempre foi assim. E voltando no tempo há exatos 22 anos no passado, a estrada poderia ter sido muito diferente para o mutante Wolverine. Acontece que Jackman não era a principal escolha para o papel em X-Men, de 2000. Afinal, como poderia, já que se tratava de um ator completamente desconhecido de todos. Sendo assim, outros artistas eram contemplados pelo estúdio e os produtores para assumir as garras de Wolverine no primeiro filme dos X-Men nas telonas. Conheça abaixo quem eram eles.
Quando o primeiro X-Men (2000) estava saindo do papel, a primeira escolha do diretor Bryan Singer para o papel do mutante protagonista Wolverine era Russell Crowe. É preciso levar em conta que o ator possuía muitos quilos a menos na época e era bem mais jovem. Sua persona, por outro lado, era parecida com a do personagem, ou seja, Crowe tinha um pavio curto e vivia metido em confusões – um bad boy digno. Apesar do desejo de Singer, o ator recusou o papel e seguiu para estrelar o que seria seu maior sucesso: Gladiador – de quebra levando para casa o Oscar de melhor ator, além do filme também ter sido premiado. Não foi uma troca tão ruim assim.
Quando Russell Crowe recusou o papel de Wolverine em X-Men (2000), os produtores tiveram que partir para o plano B. É preciso levar em conta que no início da década de 2000, adaptações de histórias em quadrinhos de super-heróis não eram vistas com os bons olhos de hoje, sendo uma aposta para lá de arriscada. E quanto mais surreal e fantasioso fosse o tema, pior ainda. Nada disso impediu os realizadores de comprarem esse barulho e provar que estavam certíssimos, mudando para sempre o cenário dos blockbusters atuais. Nessa época, a produção chegou a escalar Dougray Scott no papel principal do filme, do anti-herói Wolverine. Você pode até se perguntar quem é o ator, mas na época, ele estava prestes a se tornar o astro do momento, e talvez tivesse sido, não fosse por um acidente que o tiraria do papel. Scott viveu o vilão Sean Ambrose em Missão: Impossível 2, e durante as filmagens se machucou. Hugh Jackman agradece até hoje.
Parece inacreditável, mas a moda que pedia por Danny DeVito na pele de Wolverine não é de agora. Caso você não saiba, recentemente, alguns internautas insanos que gostam de ver o circo pegando fogo, realizaram um abaixo assinado para que a Marvel escalasse o baixinho da terceira idade Danny DeVito, que já viveu o vilão Pinguim em Batman – O Retorno (1992), no papel de Wolverine. A internet realmente deu voz a muitos malucos. Além de não ter nada a ver, seja no físico ou na idade, a escolha do ator é uma das mais aleatórias de todos os tempos. Mas existe precedentes. Acontece que em meados dos anos 80 até 90, James Cameron esteve envolvido com uma possível produção de X-Men para o cinema (além de outro herói da Marvel, o Homem-Aranha – leia no link abaixo). Mas Cameron não iria dirigir, apenas produzir para sua então esposa Kathryn Bigelow. E nesse projeto, a principal escolha para o baixinho irritado seria o britânico carrancudo Bob Hoskins. Seria curioso, para dizer no mínimo, afinal o ator falecido era apenas um passo além de Danny DeVito.
Era mais fácil os fãs imaginarem os heróis de quadrinhos sendo vividos pelos heróis de ação do cinema, mesmo que isso comprometesse uma boa atuação, do que ver um ator talentoso, mas que em nada parecesse sua contraparte no papel. Esse tipo de chiado se mostrou errado tantas vezes que nem temos mãos para contar. Michael Keaton, Heath Ledger e Gal Gadot são apenas alguns dos exemplos. Até mesmo dentro da franquia temos o shakespeareano Ian McKellen, considerado velho demais, na época pelos fãs, para viver Magneto. Hoje em dia não imaginamos mais ninguém – a não ser Michael Fassbender. Nessa seara, os fãs faziam campanha para o lutador belga Jean-Claude Van Damme viver Wolverine. O astro marcial estava no auge de sua forma física na época, e inclusive menciona o nome Wolverine em TimeCop (1994), talvez uma deixa para sua escalação. E sem dúvida possui a estatura. No entanto, comprometeria bastante o longa devido à sua atuação, digamos, inexistente. É só olharmos para Street Fighter.
O eterno Jack Bauer do seriado 24 Horas, Kiefer Sutherland é outro que por pouco não personificou o mutante furioso dono de garras cortantes no cinema. Acontece que Sutherland é fã do personagem e dos quadrinhos dos X-Men e se certificou de manter seu nome na boca dos produtores durante todo o planejamento do projeto durante as décadas de 80 e 90. No período, Kiefer estrelava filmes com Os Garotos Perdidos e Questão de Honra, mas como a produção do filme demorou muito a sair do papel, o ator terminou perdendo sua oportunidade e seguiria para estrelar a série citada, lançada no ano seguinte do primeiro X-Men.
Outro astro dos anos 80 e 90 que era visado para o papel do mutante Wolverine era o muso da internet Keanu Reeves. Você já imaginou como seria o ator no papel? Reeves, porém, foi mais um que dispensou o projeto. Na época, o ator já era conhecido por seus papeis de ação em filmes como Caçadores de Emoção (1991) e Velocidade Máxima (1994), e optou estrelar no sucesso Matrix e suas duas continuações. Aliás, a estética do primeiro X-Men deve muito ao Matrix original, seja nas coreografias criativas de luta, seja no estilo dos uniformes todos pretos. Keanu finalmente toparia ser um personagem de quadrinhos no cinema, no obscuro Constantine (2005), cuja sequência foi confirmada pela Warner.
Hoje, um “garoto problema”, esnobado por Hollywood devido à sua qualidade tóxica, seja nos comentários antissemitas, seja na violência proferida contra a ex-mulher, Mel Gibson passou de um dos maiores astros de Hollywood a fazer filmes B que seria o equivalente a lançamentos direto em vídeo – algo no território de Steven Seagal e Dolph Lundgren. Mas voltando algumas décadas no passado, como dito, Mel Gibson estava no topo do mundo. Máquina Mortífera serviria como divisor em sua carreira, e nos anos 90, o astro se tornava também um diretor de mão cheia, papando vários Oscar por Coração Valente, uma de suas obras-primas. Nesse período, Gibson era visado para o papel de Wolverine – e até existem algumas semelhanças do personagem com o ator. Como estava na crista da onda, o astro não quis saber do projeto.
Finalizando a lista temos o baixinho Jackie Erale Haley, que está nessa desde a década de 80, mesmo que muitos não o conheçam muito bem. Seria interessante ver o que o ator faria com o papel de Wolverine. Ele é um dos que foge do tipo galã, presente em muitos dos candidatos da lista. E onde está escrito que Wolverine é galã? Algo presente até mesmo na interpretação de Hugh Jackman, que fez muitas mulheres suspirarem, afinal ainda temos o físico do ator. Com Haley isso mudaria e veríamos o personagem por outro ângulo. Anos mais tarde, o ator finalmente viveria um herói de quadrinhos no alternativo e adulto Watchmen (2009). No ano seguinte também encarnaria outro personagem icônico, mas este saído dos filmes de terror, quando viveu Freddy Krueger no remake de A Hora do Pesadelo (2010).
A sequência, que chegou recentemente aos cinemas de todo o mundo, fez um estrondo nas bilheterias e já arrecadou mais de US$500 milhões. O longa serve como a conclusão oficial da Fase 4 do Universo Cinemático Marvel e também lida com o trágico falecimento de Chadwick Boseman, que estrelou o filme original.
“Obrigado”, ele escreveu. “Obrigado às pessoas que compraram seus ingressos com antecedência e acamparam no fim de semana de abertura. Obrigado a vocês que levaram suas famílias. Aos que organizaram exibições e afterparties, que alugaram teatros para comunidades e amigos. A todos vocês que assistiram várias vezes e incentivaram outras pessoas a assistir”.
Coogler continua: “nosso filme tem mais de duas horas e meia de duração, então obrigado por segurar as pausas para ir ao banheiro. Nosso filme traz seis idiomas. Obrigado por aguentarem as legendas. E nosso filme lida com a inevitável emoção humana do luto. Obrigado por se abrirem para esta tocante jornada. Fizemos algo para homenagear nosso amigo, que era um gigante na indústria, e também fizemos algo para ser apreciado no cenário teatral com amigos, familiares e desconhecidos. Algo a ser citado e discutido. A ser debatido. Algo para fazer as pessoas se sentirem vistas, física e emocionalmente. Este meio não existiria sem um público, e agradeço por me darem propósito profissional e uma válvula de escape emocional. Estou ansioso para trazer mais histórias no futuro”.
Lembrando que ‘Pantera Negra 2‘ continua em exibição nos cinemas.
No filme, o mundo de Wakanda se expande. Após a morte do ator de T’Challa (Chadwick Boseman) o foco de ‘Wakanda para Sempre’ são os personagens em volta do Pantera Negra. Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milage lutam para proteger a nação fragilizada de outros países após a morte de T’Challa. Enquanto o povo de Wakanda se esforça para continuar em frente neste novo capítulo, a família e amigos do falecido rei precisam se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o), integrante dos Cães de Guerra, e Everett Ross (Martin Freeman). Em meio a isso tudo, Wakanda ainda terá que aprender a conviver com a nação debaixo d’água, Talokan, e seu rei Namor (Tenoch Huerta).
‘Wandinha‘, spin-off de ‘A Família Addams‘, finalmente chegou à Netflix. E eu trago a crítica em vídeo dos oito episódios da primeira temporada, que apesar de um visual encantador falha em trazer comédia para a tão divertida e irônica família…
A série é um mistério investigativo e sobrenatural que traça os anos de Wandinha como estudante na Escola Nunca Mais, enquanto ela tenta dominar sua habilidade psíquica emergente, frustrar uma monstruosa matança que aterrorizou a cidade local e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais há 25 anos – tudo isso ao mesmo tempo em que mergulha em complicados relacionamentos sociais.
O elenco também traz Catherine Zeta-Jones como Mortícia, Luiz Gusman como Gomez, Issac Ordonez como Pugsley e Fred Armisen como Tio Chico.
O roteiro é escrito por Alfred Gough e Miles Millar, mais conhecidos por criar e produzir a série de sucesso ‘Smallville‘.
Para quem não sabe, ‘A Família Addams’ foi criada pelo cartunista Charles Addams, em 1938, como tiras para a revista The New Yorker. Os personagens geraram séries live-action e animadas, livros, vídeo games e até mesmo um musical, que foi exibido no Brasil em 2012, com Daniel Boaventura e Marisa Orth como o casal Gomez e Morticia Addams.
The FIFA World Cup trophy is presented to the public 12 May 2006 in Berlin, as it tours Germany, where the FIFA Football World Cup takes place from 09 June to 09 July 2006. AFP PHOTO BARBARA SAX (Photo credit should read BARBARA SAX/AFP/Getty Images)
Após quatro anos e alguns meses, a Copa do Mundo FIFA enfim está acontecendo novamente. O torneio reune 32 seleções de todo o planeta para se enfrentarem no maior torneio esportivo do mundo. Porém, por ser sediado no polêmico e distante Qatar, além de estar acontecendo no final do ano pela primeira vez na história, algumas pessoas estão meio alheias à Copa. Pensando nisso, o CinePOP separou cinco produções que abordam a Copa do Mundo e a Seleção Brasileira por óticas diferentes. São documentários que viajam pela cultura, pelas excentricidades e pelas polêmicas da escolha do Qatar como sede deste mundial. Confira!
O mascote da Copa 2022 é La’eeb, ele é inspirado pelo lenço que os catarianos usam na cabeça
Um Trem Para o Qatar
Este documentário original da ESPN traz oito episódios de aproximadamente meia hora, cada, nos quais explora as cidades do Qatar, suas tecnologias, culturas e riquezas, enquanto o país se prepara para receber a primeira Copa do Mundo do Oriente Médio. É uma produção muito interessante e informativa, que mostra um pouco dos lugares e nomes que vão tomar os noticiários nos próximos 30 dias.
Essa minissérie de quatro episódios, de aproximadamente uma hora, cada, investiga os bastidores da FIFA e do processo de escolha das futuras sedes de Copas do Mundo. Ela acompanha todos os escândalos do ex-presidente da organização, Joseph Blatter, e seus casos de corrupção. O terceiro episódio, em especial, é todo focado na controversa escolha do Qatar para sediar o Mundial de 2022. Ele traz os reflexos da xenofobia e, claro, da corrupção de um país do Oriente Médio derrotando os EUA e o Japão como possíveis sedes da Copa desse ano. São revelações tristes, mas não surpreendentes dos bastidores sujos desse meio.
Ao longo de oito episódios, de aproximadamente meia hora, cada, esta série documental acompanha seis capitães de seleções que buscam uma vaga na Copa do Mundo FIFA 2022. Dentre eles, destacam-se Thiago Silva (Brasil), Luka Modric (Croácia) e Aubameyang (Gabão), que jogam em grandes clubes e são mais conhecidos no cenário internacional. É uma viagem intensa pelos bastidores das eliminatórias, mostrando um pouco mais do desafio físico e mental que ser capitão de uma seleção nacional exige.
A franquia All Or Nothing é bem famosa no meio do futebol por explorar como ninguém os bastidores, os momentos mais íntimos, de times, atletas e seleções durante campanhas históricas ou torneios que terminam em títulos. Focado na Seleção Brasileira, esse filme acompanha a Seleção Canarinho em sua jornada pela conquista da Copa América 2019, que teve diversos diferenciais: a lesão de Neymar que o tirou da competição, a realização da Copa no país em momento de ebulição política e as contestadas convocações do técnico Tite. É interessante ver como são os treinos, as preleções e as brincadeiras do atacante Richarlison, centroavante convocado para a Copa do Mundo.
Neste documentário original da Netflix, a direção parte de um ponto ainda não explorado na forma de contar as histórias da Copa do Mundo FIFA 2002. Nesta Copa, vencida pelo Brasil, o ex-lateral Belletti levou uma câmera filmadora pessoal e fez uma série de filmes caseiros, mostrando em primeira pessoa os bastidores do penta. Partindo delas, a produção conta a saga brasileira rumo ao pentacampeonato mundial, com entrevistas dos principais jogadores da Seleção e dos principais adversários derrotados.
Antes de ‘Capitão América: Guerra Civil’ encerrar a trilogia dos filmes estrelados por Chris Evans, outra ideia estava sendo considerada para o desfecho.
Em entrevista para o podcastThe Town (via The Direct), o produtor Nate Moore disse que a trama mostraria o herói tentando impedir Zemo de construir uma bomba de gatilho mental, que faria as pessoas comuns lutarem umas com as outras.
No entanto, Moore disse que Kevin Feige, diretor criativo da Marvel, descartou a proposta.
“Estávamos desenvolvendo Capitão América 3 e estava tudo indo muito bem. O filme anterior funcionou e foi um sucesso, então começamos a conversa sobre um novo filme, e sabíamos que tínhamos que resolver a história do Soldado Invernal. Queríamos que Bucky se reunisse com o Capitão para enfrentar Zemo, porque ele é um vilão clássico do Capitão. E estávamos fazendo o filme em cima da ideia de um bomba enlouquecedora, que faria com que as pessoas normais começassem a lutar entre si. Era algo similar ao que fizeram com Kingsman. O charme disso tudo é que você transforma hordas de pessoas em escravos mentais… E esse era o desafio físico que o Capitão teria que enfrentar.”
Para quem não sabe, a ideia já foi usada nos quadrinhos do personagem, em uma trama escrita por Jack Kirby, e Moore apostava na ideia devido ao seu tom político.
“Estava legal, bem político… Mas Feige disse: não é uma ideia suficientemente boa, pessoal. Deixe-me escrever um rascunho e irei provar para vocês. E, um tempo depois, ele me chamou no escritório e disse: ‘Devemos tentar adaptar ‘Guerra Civil‘. Então respondi: ‘Kevin, não temos nem metade do material que é preciso para adaptar Guerra Civil. Não temos os Novos Guerreiros, nem nada do tipo… Não tem como fazer isso’. E aí ele disse: ‘Vá para casa e leia Guerra Civil. E eu fui pra casa, li, reli e ainda pensei: Não temos nem a prisão negativa… tem tanta coisa que a gente não têm.”
Por fim, ele disse que confiou na criatividade de Feige e a mudança saiu melhor do que ele esperava com o roteiro de Christopher MarkuseStephen McFeely.
“Eu fui para a sala dos roteiristas com Markus e McFeely, e Kevin nos disse: “Descartem a ideia da bomba, agora vocês vão fazer Guerra Civil‘. Quando você está jogando tudo fora e começando do zero, é sempre um pouco estranho, mas ele estava certo. Ele estava certo. Ainda conseguimos concluir a história de Bucky e inserir Zemo na trama de forma natural. Usamos o conceitos dos quadrinhos, mas com uma pegada mais pessoa e emocional,e foi isso que atraiu o público.”
A direção fica a cargo de Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), a partir do roteiro de Malcolm Spellman e Dalan Musson (‘Falcão e o Soldado Invernal’).
O elenco também conta com Tim Blake Nelson (‘O Incrível Hulk’) reprisando seu papel como o vilão chamado Líder, e Shira Haas (‘Nada Ortodoxa’), que foi escalada como a mutante Sabra.
Enquanto isso, todos os episódios de ‘Falcão e o Soldado Invernal’ continuam disponíveis na Disney+.
A Copa do Mundo FIFA 2022 começou em Al Khor, no Qatar, com a partida entre os donos da casa, o Qatar, e nossos irmãos sul-americanos, o Equador. Mas antes mesmo da bola rolar, a primeira Copa disputada no Oriente Médio já se mostra bastante influenciada pela Cultura Pop global e sua tendência atual: o Multiverso. Se você não mora em uma caverna, provavelmente ouviu essa palavra em algum momento entre 2021 e 2022. Seja nas séries de TV ou nos filmes de cinema, esse conceito de múltiplos universos coexistindo entrou de vez no imaginário popular.
E uma das produções que ajudou a pavimentar esse conceito de Multiverso nas produções pop do século XXI foi justamente a série de ficção e humor politicamente incorreto, Rick & Morty. Ao longo dos últimos nove anos, o cientista alcoólatra Rick e seu neto, o garoto Morty, viajaram por diversos universos paralelos e linhas do tempo alternativas causando um verdadeiro caos por onde passaram. Inspirado na franquia De Volta Para o Futuro, este desenho animado se tornou um fenômeno entre jovens adultos, que puderam explorar esse multiverso com mais criatividade e aparentemente sem limites éticos e morais, permitindo que esse caos tomasse conta de suas imaginações.
Outra produção que veio correndo por linhas do tempo e universos alternativos foi a série de TV do Flash.
A série estrelada por Grant Gustin, que caminha para sua nona e última temporada, passou os últimos oito anos mostrando as histórias do velocista mais famoso dos quadrinhos nas telinhas, enquanto se aventurava pela cidade e pelas diversas realidades do Universo DC. Houve até um momento em que os dois Barry Allen’s da atualidade, Grant e o Ezra Miller (o Flash dos cinemas), se encontraram brevemente em uma cena divertida da série.
Agora, porém, o Flash das telonas caminha para seu maior colapso de universos com o vindouro The Flash (2023), que vai adaptar a icônica saga Ponto de Ignição, mais conhecida como Flashpoint. Nela, Barry viaja de volta no tempo para salvar sua mãe da morte. Porém, sua ação deságua num futuro alternativo cheio de guerras e conflitos. Então, ele precisa encontrar um jeito de impedir sua versão passada de voltar no tempo. Nas telonas, o Barry irá parar em um mundo no qual ele se encontrará com oBatman de Michael Keaton, unindo essas duas realidades num filme só.
Em 2022, quando o assunto foi Multiverso, quem roubou a cena mesmo foi o filme Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo. Estrelado por Michelle Yeoh e lançado pela A24, uma das produtoras de maior prestígio da atualidade, o longa pegou a muitos de surpresa e acumula avalições altíssimas da crítica especializada, sendo cotado para aparece com destaque nas principais cerimônias de premiações da temporada.
A trama acompanha uma mulher de meia-idade que emigrou da China para os EUA, onde abriu mão de seus sonhos para abrir uma lavanderia. Frustrada com a vida medíocre que leva e ansiosa para um evento importante, ela vê sua vida mudar de uma hora para outra ao ser convocada misteriosamente para uma guerra que pode definir os rumos do Multiverso.
Mas, quando o assunto é Multiverso nos cinemas, não tem como fugir da maior máquina de dinheiro da atualidade: a Marvel. Após o fim da saga dos Vingadores originais, a famosa Saga do Infinito, o estúdio começou a trabalhar na integração de seus filmes com as séries do Disney+, para ter mais espaço de tela para explorar mais essa loucura que é o Multiverso.
Ainda em 2018, a Marvel começou a flertar com essa história de múltiplas realidades em parceria com a Sony, na premiada animação Homem-Aranha no AranhaVerso, que contou a história do Miles Morales se encontrando com outros Homens-Aranha. Porém, por se tratar de uma animação, ainda não atingiu a um público mais geral. Essa história avançou em 2019, com Homem-Aranha: Longe de Casa, no qual o plano do vilão era uma grande tiração de sarro do Multiverso, tratando dessa possibilidade como uma piada de mau gosto. Ao longo de 2021, no entanto, esse tema deixou de ser brincadeira e virou realidade. Fosse com alguns pequenos indícios em WandaVision ou até chegar às vias de fato em Loki, que mostra efetivamente o Multiverso se quebrando. Mas a verdade é que o momento em que o tal Multiverso cravou sua relevância na Cultura Pop foi mesmo com a estreia de Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa (2021), por inúmeros fatores.
Quando chegou às telonas, o mundo ainda se adaptava a poder voltar a viver normalmente, após a pandemia de Covid-19 ficar mais controlada ao redor do globo. Então, os cinemas ansiavam por um filme que pudesse trazer o público de volta para as salas, da mesma forma que as pessoas esperavam por um filme que realmente os estimulassem a sair de suas casas, arriscar a saúde, e ir até uma sessão. Os próprios fãs da Marvel não vinham respondendo tão bem à nova Fase do estúdio por se distanciar mais daquilo que havia conquistado seus corações ao longo de mais de dez anos de “fidelidade cinematográfica”.
Então, quando foi noticiada a grande possibilidade do público de ver em tela os três Homens-Aranha do cinema juntos em um único longa, até mesmo quem não é fã do MCU se empolgou com esse possível filme-evento. E, por fim, o encontro de Tom Holland com Tobey Maguire e Andrew Garfield acabou só sendo possível por conta justamente do tal Multiverso, que domina completamente essa nova fase do estúdio. Ao associá-lo ao primeiro filme que rompeu a casa do US$ 1 bilhão em período pandêmico, ao longa que se tornou um fenômeno e está eternizado na memória de milhões de pessoas, o Multiverso carimbou de vez seu papel na Cultura Pop atual.
Dito isso, se você chegou até aqui, deve estar se perguntando: “Ok, mas o que isso tudo tem a ver com a Copa do Mundo?”.
Pois bem, sediada no Qatar, a Copa de 2022 envolve um contexto sociopolítico muito forte. Além das inúmeras polêmicas envolvendo esse país como sede do maior evento esportivo do mundo, a escolha do Qatar para ser palco da Copa se deu como uma forma caríssima de colocar o país na rota do turismo internacional, mais ou menos como aconteceu com Dubai, que era um deserto conhecido por sua força petrolífera e hoje recebe milhões de turistas do mundo inteiro anualmente. Da mesma forma, o Qatar quer mostrar ao mundo que está aberto a múltiplas culturas, em vez daquela imagem de país tradicional, de mente fechada e rígido quanto aos costumes.
O mascote da Copa 2022 é o véu La’eeb
Se eles vão conseguir isso é outra história, mas a verdade é que uma das formas escolhidas pelo comitê organizador para tentar conquistar o público e “melhorar sua imagem” internacionalmente foi promover seu evento seguindo as principais tendências do entretenimento atual, e isso refletiu diretamente no mascote da Copa, o véu antropomórfico La’eeb. Inspirado nos tradicionais lenços que os catarianos usam na cabeça, o mascotinho tem essa aparência simpática, que rendeu comparações ao icônico Gasparzinho, o Fantasminha Camarada, mas ganhou também um background completamente inspirado pela tendência do Multiverso, fazendo parte de um MascoteVerso.
Seu Multiverso foi revelado junto ao sorteio dos grupos da Copa, um evento que reuniu a atenção do mundo inteiro, já que era de interesse geral ver quais os adversários de suas respectivas seleções. Junto a isso, rever mascotes históricos convivendo numa mesma realidade rendeu memes, como o ‘Fuleco Mendigo‘, que prontamente tomou os Trending Topics do Brasil, e mexeu com a nostalgia do público, uma estratégia muito utilizada pela Hollywood atual. Não sabe como vender um filme? Prometa nostalgia. É algo quase entranhado nesta Cultura Pop dos dias de hoje.
Para fixar essa imagem do mascote, que está espalhado por todos os cantos do Qatar e já é uma das caras dessa Copa, o comitê apostou numa série animada mostrando mais dos superpoderes do La’eeb, que é capaz de criar portais temporais e viajar por realidades, tal qual o Doutor Estranho, enquanto conta mais sobre a história das Copas e do próprio país sede. Quem quiser conferir, os episódios estão disponíveis no canal do vídeo acima.
E quem também sacou o poder dessa combinação de Multiverso e nostalgia para a Copa do Mundo de 2022 foram duas das maiores fornecedoras de materiais esportivos do mundo a Nike e a Adidas.
A Adidas apostou em explorar a imagem do craque Lionel Messi em um vídeo direcionado não só para os fãs do jogador, mas principalmente para os torcedores da Argentina e fãs da Albiceleste. O vídeo promocional propõe um MessiVerso, em que o Messi de 2022 faz uma roda de bobinho com os Messi’s das últimas quatro Copas.
Para concluir com chave de ouro, o comercial apela para a nostalgia extrema do torcedor argentino ao fazer o vídeo ao som da música Live Is Life, da banda Opus. Quem não é fã de futebol pode deixar isso passar, mas essa é a canção que embala um vídeo histórico do aquecimento do Napoli, em que o falecido Diego Armando Maradona dava um show de técnica e habilidade, se divertindo enquanto encantava os torcedores. Ao trazer a imagem do atual ídolo argentino multiplicado por cinco e associá-lo ao ídolo máximo do país, chamado por muito de ‘D10s’, a Adidas abraçou a estratégia cinematográfica atual e conseguiu diversos elogios por sua proposta nas últimas horas.
Já a Nike, famosa por seus comerciais históricos, abraçou de vez o Multiverso com seu FutebolVerso. A peça publicitária gira em torno de dois cientistas, uma francesa e um brasileiro, na Suíça, país onde fica a sede da FIFA – entidade máxima do futebol -, que discutem quem venceria num X1: O camisa 10 da França atual, Mbappé, ou o Ronaldinho Gaúcho de 2006, ano em que ele assombrou o mundo com suas habilidades. Então, eles criam uma máquina capaz de viajar pelo Multiverso para trazer as melhores versões dos craques históricos para se enfrentarem no laboratório.
E aí, o filme traz três versões diferentes do Ronaldo Fenômeno coexistindo, duas versões do português Cristiano Ronaldo jogando juntas, e até mesmo o craque Shuuya Gouenji, do anime Super Onze. Essa proposta de encontros inesperados de craques do mundo em situações sem noção dominou os comerciais da Nike nos anos 90, criando algumas das maiores peça publicitárias da marca em toda a história. Então, entra novamente a nostalgia potencializada agora pelo Multiverso.
Ao longo dos anos, o esporte e o entretenimento caminharam juntos, chegando muitas vezes a se misturarem. Ver a influência da Cultura Pop dos dias atuais no maior evento esportivo do mundo é interessantíssimo e une novamente essas duas facetas das formas mais populares do entretenimento no mundo.
A Copa do Mundo começa no dia 18 de novembro e terá transmissões no Globoplay.
Rick & Morty, a série do Flash,Batman (1989) e Homem-Aranha-Sem Volta Para Casa estão disponíveis no HBO Max.
‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’ já chegou aos cinemas de todo o mundo e, como é de se esperar, levou os fãs a criarem diversas teorias sobre as dinâmicas de personagens no filme – uma delas envolvendo um possível enlace romântico entre Namor (Tenoch Huerta) e Shuri (Letitia Wright).
Entretanto, em entrevista à Rolling Stone (via The Direct), Huerta desmentiu a teoria e disse que os laços entre Shuri e Namor não são românticos, e sim funcionam como um íntimo e humano momento em que ambos se conectam pela experiência de enfrentar uma ameaça do mundo ocidental.
“Não acho que houve algo romântico [entre eles]”, ele conta. “Acho que foi mais um toque humano, pessoal. Na história de seus reinos, na história de seu povo, eles compartilham das mesmas raízes e da ameaça que vêm de um lugar em comum, pela mesma razão. Ambos enfrentam ameaça de países ocidentais como os Estados Unidos e a França, por causa do vibranium e de recursos naturais. Acho que eles estão conectados neste aspecto”.
Vale lembrar que ‘Pantera Negra 2‘ está em exibição nos cinemas.
‘Wandinha‘, spin-off de ‘A Família Addams‘, finalmente chegou à Netflix e, para promovê-la, a plataforma de streaming divulgou uma das cenas oficiais do episódio piloto, em que Mortícia (Catherine Zeta-Jones) se despede da personagem titular (Jenna Ortega).
Confira:
A série é um mistério investigativo e sobrenatural que traça os anos de Wandinha como estudante na Escola Nunca Mais, enquanto ela tenta dominar sua habilidade psíquica emergente, frustrar uma monstruosa matança que aterrorizou a cidade local e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais há 25 anos – tudo isso ao mesmo tempo em que mergulha em complicados relacionamentos sociais.
Relembre o trailer:
O elenco também traz Luiz Gusman como Gomez, Issac Ordonez como Pugsley e Fred Armisen como Tio Chico.
O roteiro é escrito por Alfred Gough e Miles Millar, mais conhecidos por criar e produzir a série de sucesso ‘Smallville‘.
Para quem não sabe, ‘A Família Addams’ foi criada pelo cartunista Charles Addams, em 1938, como tiras para a revista The New Yorker. Os personagens geraram séries live-action e animadas, livros, vídeo games e até mesmo um musical, que foi exibido no Brasil em 2012, com Daniel Boaventura e Marisa Orth como o casal Gomez e Morticia Addams.
O Especial de Natal dos ‘Guardiões da Galáxia‘ estreia amanhã (25) e vai marcar um novo recorde para o MCU, sendo o primeiro projeto da Marvel sem a presença de um vilão.
Em vez disso, o especial vai se concentrar em uma aventura na Terra.
Na trama, Peter Quill (Chris Pratt) ainda parece triste pela ausência de Gamora (Zoe Saldana), enquanto Drax (Dave Bautista) e Mantis (Pom Klementieff) vão para a Terra tentar encontrar o presente perfeito para ele, seu ídolo, Kevin Bacon, o astro de ‘Footloose – Ritmo Louco‘.
Originalmente, os personagens iriam lidar com uma ameaça, mas o roteirista e diretor James Gunn disse à Variety que optou por removê-la e focar apenas nos heróis, devido ao tempo de execução reduzido.
“Antes de escrever o roteiro oficial, escrevi um rascunho, e nesse rascunho havia uma ameaça, mas percebi que não estava interessado nessa ameaça. Havia uma sequência de ação no final em que Kevin Bacon pulava e fazia acrobacias de ação, o que teria sido bem legal, mas essa ameaça acabou sendo desinteressante. O que me interessou foi a interação entre os personagens. Então eu apenas cortei isso e fiz uma história dedicada aos heróis e sua aventura.”
Recentemente, a Disney+ divulgou imagens inéditas da atração.
This holiday season is going to be out of this world.
Watch the brand-new trailer for Marvel Studios’ Special Presentation: The Guardians of the Galaxy Holiday Special, streaming November 25 only on @DisneyPlus. pic.twitter.com/bboKTnbVjK
A 2ª temporada de ‘Chucky’ chegou ao fim no último dia 23 de novembro e já deixou os fãs ansiando por mais episódios.
Em uma recente entrevista ao ComicBook.com, o criador Don Mancini comentou sobre o futuro da franquia e o que o próximo ciclo da produção reserva para o público. E sim, ele já está desenvolvendo a terceira temporada.
“É um gancho interessante termos deixado as coisas assim, porque, agora, essas crianças sabem como lidar com Chucky. […] Então, temos basicamente esses personagens, que envelheceram como crianças e também como sobreviventes de Chucky. Eles sabem a verdade. Eles devem ter uma ofensiva mais sólida que antes, agora. Eu acho que este foi um lugar bem divertido para trazê-los”, ele conta.
Anteriormente, Mancini falou sobre a possibilidade de enviar o Chucky ao espaço, levando-nos a crer que ele não descarta a ideia.
“Eu nunca senti que havia um limite sobre o que eu pudesse fazer com o Chucky. Ele é um personagem muito versátil e se encaixa em diversos tons e gêneros – seja terror, comédia ou uma mistura de ambos. Acredito que o personagem é complexo o suficiente para ir para qualquer lugar… até mesmo ao espaço. Apesar de ter dado essa ideia como uma brincadeira, acredito que ela daria um filme divertido.”
Ele completa, “Quando [as franquias de terror] enviam seus vilões para o espaço, geralmente é uma indicação que eles foram longe demais. Mas quem não gostaria de ver o Chucky em um pequeno traje de astronauta?”
A segunda temporada contou com o retorno de Brad Dourif como a voz do Chucky,Jennifer Tilly como a icônica e psicótica Tiffany,Zackary Arthur como Jake Wheeler, Björgvin Arnarson como Devon Evans, Alyvia Alyn Lind como Lexy Cross, Alex Vincent como Andy Barclay, Christine Elise como Kyle, Fiona Dourif como Nica, Barbara Alyn Woods como a Prefeita Michelle Cross e Devon Sawa como um novo personagem.
Lachlan Watson (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) interpreta Glen/Glenda.