Com apenas um episódio para o fim de ‘The Walking Dead‘, a lendária série de zumbi da AMC terá o seu desfecho no dia 20 de novembro. É claro que teremos muitos spin-offs do mesmo Universo em 2023, mas a produção principal está mesmo chegando nos seus finalmentes.
Para equipe de ‘The Walking Dead‘, as emoções afloraram em torno da parte final. Porém, todos fãs querem saber, como será o último episódio da série? “Acho que haverá uma mistura de nostalgia e esperança”, dizLauren Ridloff, intérprete de Connie.
O site Entertainment Weekly perguntou a vários outros membros do elenco e produtores o que podemos esperar do final. Se podiam dar alguma pista.
A fala do ator Norman Reedus, o icônico Daryl Dixon, chamou mais atenção: “Há certos momentos que serão super tristes. Haverá pessoas gritando e apoiando. Muita gritaria em frente a televisão. Conseguimos algo grande nos últimos oito episódios, então teremos muita adrenalina. Muita emoção. Muito medo. Há todas as coisas que você gostaria em um final, com certeza. Há muita coisa acontecendo. Alguns dos grupos mostram uma bravura real que você não vê chegando, o que é ótimo. E temos grandes cenários do nível de filmes fodões. E então todo mundo morre. NÃO ESTOU BRINCANDO!”.
O CinePOP será o único site do Brasil no Red Carpet de ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ que acontece HOJE, dia 9 de Novembro, na Cidade do México.
Nosso editor-chefe Renato Marafon estará na première do filme que contará com Letitia Wright, Tenoch Huerta, Lupita Nyong’o, Danai Gurira, entre outros astros do elenco.
O Red Carpet começa já já, as 19h30 (horário de Brasília), e terá cobertura COMPLETA do CinePOP.
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O consenso geral é que, apesar de não conseguir superar o primeiro filme, o longa emociona e se diferencia das outras produções da Marvel ao abordar temas como luto e superação.
Separamos os trechos das principais críticas:
“Com reflexões sobre a perda pessoal e o orgulho das nações, ‘Pantera Negra 2’ é um épico incrível, cuja maturidade temática e narrativa eleva o gênero de super-heróis a novas alturas.” (Inverse)
“Há muitas coisas admiráveis nesse filme, principalmente o cuidado com o detalhes, mas muitos irão sentir falta da energia do primeiro filme.” (Vanity Fair)
“Você assiste ‘Pantera Negra 2’ pensando no filme que nunca foi feito, na história que nunca foi finalizada e na vida que se foi cedo demais.” (Seattle Times)
“É incrível como os pontos mais fortes do primeiro ‘Pantera Negra’ e sua sequência são quando suas histórias ignoram as obrigações de suas franquias [no universo da Marvel].” (Los Angeles Times)
“‘Pantera Negra 2’ é um filme sobre luto e superação. Não é tão bom quanto o primeiro, mas é a direção certa.” (Arizona Republic)
“Apesar de ser barulhento como qualquer filme de super-herói, ‘Pantera Negra 2’ é sincero e entrega um drama efetivo – um dos melhores da Marvel.” (Observer)
O longa será lançado nos cinemas nacionais na quinta-feira, dia 10 de novembro.
“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. IntroduzindoTenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadenae Alex Livanalli.
O primeiro ‘Pantera Negra’ foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.
É um fato dizer que as cinebiografias tornaram-se um grande nicho dentro da indústria do entretenimento contemporâneo. Nos últimos anos, diversos nomes, famosos ou não, ganharam uma narrativa para as telonas, tendo alcançado sucesso entre o público ou insurgido como mais um filme convencional barato e previsível. Marielle Heller, diretora e protagonista de ‘Diário de uma Adolescente’, procurou em seu mais novo projeto uma perspectiva nova, original e envolvente que focasse em um dos nomes mais controversos dos últimos anos – Lee Israel, romancista biográfica que construíra seu nome no passado, mas que agora, alcançando seus cinquenta anos, mergulhava no esquecimento e lutava até mesmo para quitar as dívidas de seu apartamento em Nova York.
Foi assim que surgiu ‘Poderia Me Perdoar?’, uma apaixonante tragicomédia que foca nos anos que renderam a Lee os holofotes até mesmo do FBI. A jornalista e autora é encarnada por uma atuação aplaudível de Melissa McCarthy, a qual se afasta de seus conhecidos papéis em comédias pastelão e rom-coms para entregar-se a uma versatilidade invejável e que a consagra como uma atriz com imenso potencial – não é à toa que recebeu uma indicação ao Oscar por sua performance neste longa. Heller, eventualmente, encontra sim um espaço fértil para desconstruir as fórmulas e os trejeitos clássicos das biopics, reinventando aspectos do gênero em prol de uma história que perpasse todas as complexidades do desespero humano, além de mostrar o quão disposto alguém está para dar a volta por cima.
Após perder o seu trabalho no jornal local e não sentir um pingo sequer de apoio de sua agente, Lee Israel vê-se presa num beco sem saída, rodeada por dívidas e por um incessante bloqueio criativo que a impede de continuar seu legado como escritora. Ela tem como única companhia seu gato – e não consegue deixar sua personalidade geniosa de lado, nem mesmo para trabalhar em seu marketing pessoal. Apesar de estar trabalhando em uma nova biografia sobre a comediante Fanny Brice, Lee continua sendo desacreditada por Marjorie (Jane Curtin), que prefere apostar em romancistas mais famosos que em alguém que não sabe se fará sucesso ou não – ainda mais considerando sua última obra.
Insistindo em continuar em seu projeto, Lee acaba por encontrar uma das cartas de Brice em meio a um livro e, levando a relíquia para casa, adultera o conteúdo dos escritos da forma mais profissional possível e consegue vendê-los por mais de trezentos dólares. É a partir daqui que a deprimida escritora reencontra um motivo para continuar vivendo: ela descobre que não precisa de ninguém, e sim de si mesma; com isso, começa a buscar em meio a suas tralhas arquivos de cartas de pessoas famosas para recriá-las em lindos e perfeitos artefatos, tudo para voltar a ter uma vida confortável. Lee encontrou um novo ganha-pão e, ainda que não seja da forma mais esperada possível, continua escrevendo, mesmo falsificando a assinatura de nomes como Nöel Coward, Dorothy Parker e até mesmo Katharine Hepburn.
Heller não alcança sucesso apenas pelo modo rebelde como trata um dos casos mais incríveis da história criminal dos Estados Unidos, mas sim por atentar-se a detalhes minuciosos. Sua preocupação estética, muitas vezes traduzido pela performance dos atores ao invés das construções cênicas e da fotografia, também é percebida pela própria Lee: ela é uma artista e encarna cada uma dessas icônicas personalidades, incluindo seus trejeitos, seus modos de falar e seus bordões clássicos. Em determinado momento, ela mesma diz que se tornou uma melhor Dorothy Parker do que a própria – e não podemos negar, visto que os inúmeros colecionadores compram avidamente as cartas que ela os leva.
Eventualmente, Lee é pega. Não de cara, é claro, mas depois que uma das cartas de Coward ser analisada com bastante atenção, tais compradores percebem que as relíquias vendidas são forjadas. É nesse momento que a escritora diz para si mesma que não voltará a ter vida que tinha, chegando até mesmo a roubar cartas originais de bibliotecas e museus para garantir o ganha-pão e manter o prospecto de um sentido para seu monótono e solitário cotidiano. E ela também é ajudada pela hilária e conturbada figura de Jack Hock (Richard E. Grant), um artista que passa suas noites gastando seu mísero dinheiro em bares e clubes gays. Ambos firmam uma parceria e tornam-se amigos, até Jack ser levado pelos próprios agentes do FBI a revelar que ela estava por trás das falsificações.
Os pequenos deslizes são ofuscados pelas memoráveis performances dos dois personagens principais e pelo modo como a história é-nos contada. Claro, Heller também inclui uma subtrama amorosa entre Lee e Anna (Dolly Wells), talvez com o intuito de revelar a introspecção da protagonista, mas que logo é esquecida. Entretanto, tudo culmina em uma emocionante conclusão em que, diferente dos outros criminosos, a escritora não se arrepende de ter forjado as cartas: os meses que passou trancafiada em casa, finalmente escrevendo, lhe deram vida de novo; ela se arrepende por ter ciência de que os escritos não eram seus, mas sim de outras pessoas – e é nesse conjunto contraditório que se endossa a genialidade tanto de McCarthy quanto de Heller.
No final das contas, Lee se reencontra mais uma vez. Após utilizar o que aconteceu como mote de sua nova autobiografia, ela volta a ter um sentido e vira a página, tentando esquecer-se de um complicado passado. Entretanto, não pense que essa conclusão se restringe aos motes do tour-de-force; ela funciona na verdade como um clichê prático que, felizmente, foi acompanhado de uma trama coesa, estrelada por uma atriz que, sem dúvidas, ainda tem muito a nos oferecer.
O hoje saudoso Chadwick Boseman faleceu vítima de um câncer de cólon, em 2020, aos 43 anos, algo que abalou todo elenco de ‘Pantera Negra‘, que teve que se recompor para fazer ‘Wakanda Para Sempre‘.
E a atual estrela da franquia,Letitia Wright, contou quando e como recebeu a notícia da morte de Boseman, dizendo como ficou devastada quando finalmente entendeu que aquela era a partida do seu companheiro de elenco.
Letitia disse ao site ComicBook que recebeu uma ligação com alguém dizendo “meus pêsames”, mas que a pessoa não havia sido claro sobre o que se tratava aquilo: “Então eu fiquei tipo, ‘Minhas condolências’ por quê? Do que esse cara está falando?”.
Com o tempo novas condolências foram chegando e ela simplsmente não coneguia aceitar o acontecido: “Alguém está tentando fazer alguma brincadeira comigo? Isso não é piada. Isso não é certo. E eu fiz a primeira coisa que qualquer um faria: liguei diretamente para o Chadwick”.
Sem resposta, a atriz entrou em contato com Daniel Kaluuya (‘Corra!’), que tentou dizer a ela que o Boseman se foi, fazendo com que Wright ficasse fora da realidade naquele momento: “Eu estava tipo, ‘Yo, acho que todo mundo está viajando agora. Estou te dando uns cinco segundos para me dizer que isso não é real. Kaluuya ficou em silêncio e eu fiquei tipo, ‘OK, tudo bem, se você não vai me dizer, eu vou continuar ligando para Chad até ele atender'”.
“Isso me assombrou por meses, não pude dizer adeus a ele ou estar perto da família ‘Pantera Negra’ para compartilhar aquele momento. Demorei a acreditar”, contou a atriz.
“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. IntroduzindoTenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadenae Alex Livanalli.
O primeiro ‘Pantera Negra’ foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.
Intitulada ‘Daredevil: Born Again‘ (Demolidor: Renascido), a produção contará com o retorno do Charlie Cox no papel titular e terá nada menos que 18 episódios, tornando-se a série mais longa da Marvel.
E, como já é tradição na Marvel, os heróis costumam aparecer com trajes diferentes a cada nova produção.
Como o Demolidor vestiu seu traje amarelo e vermelho em ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis’, um usuário do Instagram compartilhou uma fan art imaginando o Homem sem Medo com um traje mais sombrio.
Com alguns detalhes em vermelho, o uniforme é majoritariamente preto, dando a ele um aspecto mais intimidante.
Durante uma entrevista para o Entertainment Tonight, Cox deu alguns detalhes sobre a atração, sugerindo que a trama pode ser contada a partir do zero.
“Isso acontece muito nos quadrinhos. De certa forma, o que é ótimo nessa ideia de recontar histórias é que potencialmente podemos contar algumas delas repetidamente da mesma maneira que eles fazem nos quadrinhos, sabe?”
Ele continuou:
“De vez em quando, eles começam no início da jornada de Murdock como um garotinho e contam toda a história de origem novamente. Então talvez possamos fazer isso na nova série. Quem sabe? Eu não sei.”
E, de acordo com o jornalista Jacob Fisher, do DiscussingFilm, o início das gravações está previsto para fevereiro de 2023 e deve durar pelo menos 11 meses, sendo concluída em dezembro.
Fisher também diz que a série será rodada em Nova York, assim como a extinta série da Netflix, e não em Atlanta, onde é gravada a grande maioria dos projetos da Marvel/Disney+.
Confira:
“Isso já foi dito, mas posso confirmar que estão planejando gravar a série em fevereiro e isso pode levar praticamente o ano inteiro. Não sei se já sabem, mas ‘Demolidor: Renascido’ será filmada em Nova York (em vez de Atlanta, onde as séries da Disney+ filmadas).”
This has already been said but can confirm the series is planning to begin filming in February and last for pretty much the entire year.
Lembrando que o título ‘Demolidor: Renascido‘ faz referência aos quadrinhos, em um arco narrativo em que o herói e o Rei do Crime se enfrentam em um dos confrontos mais sombrios da Marvel.
Após a confirmação da nova série do Homem sem Medo, os fãs estão indo à loucura nas redes sociais e agradecendo pelo reconhecimento que o herói finalmente está recebendo.
Não estava tão animado, e não era nem pelo CGI ruim, mas depois que vi o Demolidor no Trailer de She Hulk, estou muito empolgado para assistir a série da Marvel Studios. #SDCC2022pic.twitter.com/K7Bt1sAqoI
Anteriormente, sobre o retorno da série após o cancelamento da Netflix, Cox havia declarado: “Sou um grande fã de tudo o que a Marvel já fez, e eu não os subestimaria. Se eles querem fazer uma versão menos violenta de ‘Demolidor’, então eu os apoiarei. Talvez possa ter menos sangue, mas eu estarei do lado da decisão deles.”
A série teve três temporadas, com um total de 39 episódios até ser cancelada, juntamente com as outras séries da Marvel na Netflix. Recentemente, todas elas entraram para o catálogo do Disney+ nos Estados Unidos.
As informações indicam que ele dará vida a Desmond Hart, um soldado carismático com um enigmático passado que deseja conquistar a confiança do Imperador em detrimento da Irmandade.
Ele se junta às recentemente confirmadas Sarah-Sofie Boussnina (‘A Colônia’), Shalom Brune-Franklin (‘O Turista’), Faoileann Cunningham (‘O Homem do Norte’), Aoife Hinds (‘Normal People’) e Chloe Lea (‘Foundation’).
Boussnina interpretará a Princesa Ynez, uma jovem independente lidando com a pressão de suas responsabilidades como herdeira do trono; Brune-Franklin interpretará Mikaela, uma forte mulher Fremen que serve a família real enquanto deseja conhecer seu planeta natal que nunca chegou a conhecer; Cunningham interpretará a Irmã Jen, uma acólita em treinamento na escola da Irmandade; Hinds interpretará a Irmã Emeline, uma acólita descendente de uma longa linhagem de mártires; Lea interpretará Lila, a acólita mais jovem da Irmandade.
Diane Ademu-John entra como criadora, roteirista, co-showrunner e produtora executiva, enquanto Alison Schapker também será co-showrunner e produtora executiva. O vencedor do Emmy Johan Renck irá dirigir os dois primeiros episódios.
A história de ‘Duna: A Irmandade‘ se passa 10 mil anos antes dos eventos do filme, abordando duas irmãs Harkonnen entre os perigos e disputas políticas da saga espacial. A origem da irmandade Bene Gesserit também será explorada.
Por enquanto, a série ainda não tem previsão de lançamento.
Lembrando que o primeiro filme, que já tem a sequência confirmada, está disponível no catálogo da HBO Max!
Muitos não acreditaram quando foi anunciado, mas por duas temporadas e um inédito terceiro ano que está por vir, Henry Cavill protagonizou a série ‘The Witcher‘, sucesso da Netflix.
No entanto, o ator avisou que na quarta temporada deixará o papel de Geralt e será substituído por Liam Hemsworth. Contudo, no intuito de evitar essa mudança tão drástica, os principais fãs da série criaram uma petição para manter o Homem de Aço como protagonista.
O abaixo-assinado foi feito no site Change.org, tendo como meta 75 mil assinaturas. Mas, agora, uma semana depois, a petição já passa das 200 mil assinaturas.
“Henry Cavill não está deixando ‘The Witcher’ por causa do Superman, os executivos da Netflix mais uma vez tomaram uma decisão errada contra a opinião dos fãs. A razão pela qual ‘The Witcher’ é uma série tão popular é o amor dos fãs pelo material de origem dos livros e jogos, que são odiados e ridicularizados pelos escritores da série. Cavill é um desses grandes fãs, ele conhece tudo de dentro para fora e queria permanecer fiel ao mundo de Sapkowski, e é por isso que a Netflix quer substituí-lo”, diz a descrição do abaixo-assinado.
Após assinar com a Warner Bros. Discovery para voltar a viver o ‘Superman’, o ator também aceitou expandir seu desempenho em filmes da DC – o que vai demandar muito tempo.
Depois de deixar o elenco, o ator agradeceu a oportunidade e desejou tudo de bom para seu substituto:
“Minha jornada como Geralt de Rivia foi repleta de monstros e aventuras e, infelizmente, eu deporei meu medalhão e minhas espadas para a quarta temporada”, disse Cavill. “Em meu lugar, o fantástico Sr. Lobo Branco vai assumir o manto. Tal como acontece com os maiores personagens literários, passo a tocha com reverência pelo tempo gasto encarnando Geralt e entusiasmo para ver a opinião de Liam sobre este homem mais fascinante e cheio de nuances. Liam, bom senhor, trará uma profundidade tão maravilhosa para esse personagem, e irá mergulhar e ver o que você pode encontrar.”
Vale lembrar que os próximos episódios chegam à plataforma de streaming em 2023.
Em 2019, pouco tempo depois de Vingadores: Ultimato se tornar um fenômeno, começaram a surgir boatos de que o Pantera Negra de Chadwick Boseman ocuparia a posição de liderança sob o vácuo deixado pela morte ou aposentadoria de Tony Stark (Robert Downey Jr.) e Steve Rogers (Chris Evans), centrando as novas fases no Rei de Wakanda. No entanto, o ator faleceu tragicamente após esconder um tratamento de câncer por anos, o que pegou a todos de surpresa. Por algum tempo, houve um debate se a produção deveria reescalar um ator para assumir o papel de T’Challa ou se deveriam matar o personagem também nos cinemas. Para evitar maiores delongas, a produção logo anunciou que o legado de Chadwick seria respeitado, já que ele se tornou um ícone para a Cultura Pop e transformou o primeiro Pantera Negra (2018) em um marco cultural.
Agora, com a chegada do filme, deu para entender melhor quais eram os planos para o personagem. A trama de Wakanda Para Sempre é mais complexa que a do primeiro filme, porque abraça mais o lado político de ter uma nação africana com acesso exclusivo ao metal mais valioso e com potencial bélico do mundo. Ao mesmo tempo, as novas regentes de Wakanda precisam lidar com essas questões internacionais e com o luto pela perda de seu filho ou irmão. E como se não bastasse, uma nova ameaça, o povo de Talocan, surge em mais uma intriga internacional, mas dessa vez com uma nação secreta ligada ao país africano pelo surpreendente acesso a recursos únicos.
Desde o primeiro filme, a questão do Vibranium e seu papel na comunidade internacional permitiam uma abordagem geopolítica cinematográfica bem interessante, mesmo que tenha ficado em segundo plano em prol do espetáculo sociocultural no longa de 2018. Na sequência, o diretor e roteirista Ryan Coogler consegue equilibrar mais esse ponto, tendo a diplomacia e os aspectos culturais como os pilares da história, complementada pelo luto e pela fé. Mas é interessante ver os projetos internacionais de Wakanda funcionando e levando adiante o legado de T’Challa de compartilhar seus recursos com crianças e jovens negros sendo direcionados para uma educação de qualidade, mostrando que essa é a base de toda sociedade desenvolvida. E mesmo com todas as homenagens prestadas ao Chadwick, acredito que nenhuma tenha sido tão certeira e significativa quanto as cenas em que as “sedes globais de Wakanda” estão funcionando, com os pequeninos uniformizados, estudando e produzindo arte nos colégios, aspirando a um futuro melhor. O trabalho de Chadwick Boseman, que só se tornou ator por ter seus estudos pagos por um benfeitor (no caso, Denzel Washington), transcendeu as telas, transformando o ator em ícone. Ele foi inspiração para milhões de fãs ao redor do mundo, mostrando que, se houver incentivo, nada é impossível. E ver a materialização de seu legado por meio desses colégios foi um acerto colossal da produção.
E com essa pegada de conflito internacional, quem ganhou muito destaque na sequência foi a Rainha Ramonda (Angela Bassett). Poucas pessoas nesse núcleo sofreram tanto quanto ela, sempre aguentando essas perdas calada, como se fosse inerente à rainha aceitar e engolir a seco essas situações sem ter o mesmo destaque dos reis. Agora, como a autoridade máxima da nação mais poderosa do mundo, ela está mais forte e imponente do que nunca. Literalmente. E isso passa diretamente pela caracterização da personagem, que agora usa roupas que mostram mais seus braços e ombros fortes, bem diferente dos trajes mais conservadores e cobertos do primeiro longa. Essa semiótica, que também a faz revelar seus cabelos brancos bem mais do que na aventura original, faz parte da construção de uma líder forte, sábia e imponente. Para completar, suas ações como regente são bem mais incisivas do que as do Rei T’Chaka e do Rei T’Challa.
E como já comentado anteriormente, um dos grandes desafios para a realeza wakandana é lidar com os conflitos internacionais e com o luto. Ou seja, além de rainha, Ramonda segue com suas responsabilidades de mãe, que precisa cuidar e aconselhar sua filha, a princesa Shuri (Letitia Wright), que é uma cientista brilhante e se apoia na ciência para recusar a espiritualidade e as tradições de seu país. O problema é que essa abordagem mais racional, que ignora o contato com o Sagrado, a joga num estágio de culpa do luto que toma conta de sua existência. E como existir diariamente se os únicos sentimentos que te guiam são a tristeza, a culpa e a raiva?
Nesse ponto, Shuri assume um papel fundamental na trama e termina o filme como uma personagem muito superior àquela menina brincalhona e descompromissada do primeiro capítulo. Aqui, a direção vai atrás do motivo pelo qual ela sempre foi desligada das tradições e de sua cultura, contando até mesmo com uma ligação familiar muito surpreendente. É possível enxergar que algumas das situações pelas quais ela é submetida foram pensadas para serem vividas pelo T’Challa quando Chadwick ainda estava vivo, mas como eles são personagens completamente diferentes um do outro, a tratativa mais passional dela acaba dando um ar mais agressivo que é muito bem-vindo.
Enquanto T’Challa era mais diplomático, mais benevolente, Shuri passou anos em segundo plano, como a irmã tímida, então era de se esperar que ela reprimisse seus sentimentos. Então, por mais racional que ela se considere, há uma hora em que esse acúmulo sentimental forma uma bola de neve e explode. E quando ela explode… De qualquer forma, o roteiro trata isso de forma bem intensa, acompanhando a jovem em sua jornada de autodescobrimento, de superação do luto e de contato com sua própria fé, ou quase.
Em meio a essas questões pessoais de Wakanda, surge a ameaça de Talocan, um reino submarino localizado nas profundezas dos oceanos, cujo povo teve origem mesoamericana. Seu líder é o lendário Namor (Tenoch Huerta Mejía) – lê-se ‘Námôr’ e o filme dá uma excelente justificativa para isso -, um filho da terra e dos mares, cujos poderes estão intrinsecamente ligados ao embate das duas nações fictícias do longa.
Ele é o grande protetor de seu povo, já que tem poderes praticamente divinos. Não à toa, ele é chamado de Kukulkán por seus comandados, a versão maia da lendária serpente emplumada asteca, o Quetzalcóatl. E com esse status de ‘Deus entre Humanos’, Namor é imbatível em seu mundo submarino. Ele é mais do que um líder, então seus comandados o seguem para onde ele for, garantindo a ele um exército praticamente imbatível e disposto a morrer por suas ideias e pela segurança de sua nação. Vale lembrar também que essa origem proposta no filme é diferente da versão dos quadrinhos, mas é um trabalho tão bem-feito e que funciona tanto em tela, que acaba se tornando uma das coisas mais fantásticas do filme. Essa chegada do Namor aumenta a tensão política e faz com que o longa abrace de vez a proposta de aventura.
Obviamente, um dos motivos dessa mudança foi distanciar o personagem do rival da DC, o Aquaman (Jason Momoa). Apesar do Aquaman ter sido inspirado no Namor nas HQs, o personagem da DC estreou antes nas telonas. Então, para evitar críticas e acusações de quem não conhece as histórias, esse distanciamento um do outro é bem lógico. Além disso, apostar em Talocan em vez de Atlântida é uma questão até mesmo de coerência no MCU, já que os mitos e lendas gregos foram justificados pelos Eternos (2021). E como eles sequer citaram a existência do Namor, faz sentido que se afastem dessa mitologia e apostem num reino submerso inspirado pelas tradições maias.
Sem contar que isso dá ao filme um valor cultural maior, explorando artes e tradições da Mesoamérica. Porém, ao mesmo tempo que isso agrega valor, Talocan acaba sofrendo um pouco com esse distanciamento do que foi apresentado pela DC nas telonas. Enquanto a Atlântida de Aquaman era excessivamente luminosa e colorida, Talocan tem uma iluminação mais sóbria e escura, replicando a sensação de estar mergulhando em uma caverna submarina. Não que isso chegue a incomodar, mas depois de construir tantos mundos mágicos tão vibrantes e coloridos, fica uma breve decepção de não explorarem tanto as cores vibrantes da arte mesoamericana para compor a criação desse reino.
Por outro lado, a movimentação aquática do povo é mais interessante visualmente do que a proposta pelo rival da DC. Na verdade, a abordagem dessa sociedade é bem mais crível. Os costumes, as tradições, as atividades do povo no dia a dia. Todo o conceito de existência dessa população é muito bem construído e crível, explorando elementos e animais marinhos como parte funcional dessa civilização. E por ser apenas a introdução desse núcleo, fica aqui uma expectativa colossal para o que poderá ser mostrado no futuro.
Outro ponto interessante é justamente a construção imagética do exército de Namor. Por ser um híbrido do povo atual com a vida ancestral, o líder mantém sua aparência humana (com orelhas pontudas e asinhas nos pés, é claro) o tempo todo, o que o diferencia de seus liderados, que ficam com a pele azulada quando estão fora d’água, o que acaba dando a eles um visual místico muito interessante, que brinca diretamente com outros mitos e lendas do mar, como as sereias. E suas armas e aparatos, como os respiradores, remontam a armas e vestimentas indígenas, dando uma caracterização incrível para esse povo, mesmo que esteja ali efetivamente para ocupar um papel de “capangas”.
Reprodução
O filme também introduz uma personagem com bastante potencial para o futuro do MCU e que já tem até série própria confirmada: Riri Williams, a Coração de Ferro (Dominique Thorne). Não vou entrar em detalhes, mas a menina está muito bem adaptada para esse universo e já chega na história como se fosse uma velha conhecida do público. Nessa proposta de Jovens Vingadores que a Marvel vem construindo nessa Fase Quatro, ela se encaixa perfeitamente.
Da mesma forma, o longa insere outros personagens que claramente estão ali para chamarem atenção para projetos futuros. Eles não incomodam e estão bem encaixados no roteiro, de modo que sua presença faça sentido.
E essas adições de última hora ajudam a compor o clima de aventura geopolítica que o filme propõe. A visão de Riri de Wakanda, por exemplo, traz um deslumbramento muito grande para o filme, que adota momentaneamente a visão de uma jovem “comum” àquele mundo quase mágico. Em comparação com o primeiro filme, as cenas de ação evoluíram bastante, fazendo melhor uso das habilidades especiais da Pantera Negra e das propriedades únicas que o vibranium e afins proporcionam a quem o estiver manipulando.
Porém, se há um ponto que não chega a ser incômodo, mas pode ser um problema para alguns é a longa duração do filme: cerca de 2h40. Só que, como Coogler tem tantas coisas para trabalhar, essas quase três horas acabam sendo bem preenchidas com conteúdo. Em momento algum fica aquela sensação de estarem enchendo linguiça. Mas, como estamos em uma fase na qual muitos desacostumaram a ver filmes nos cinemas, por conta do período de confinamento ocasionado pela pandemia, pode ser que isso pese para alguns.
Enfim, Pantera Negra: Wakanda Para Sempre é um filme tributo que se recusa a ser resumido apenas a uma homenagem. Ele abraça a aventura e a trama política para romper com conceitos estabelecidos no original e questionar as crenças dos próprios personagens. É uma sequência ousada que não tem medo de trilhar seu próprio caminho, levando a Shuri a uma zona cinzenta interessantíssima e pouco explorada do MCU, enquanto introduz um personagem fantástico, que encerra sua participação deixando aquele “gostinho de quero mais”. E por ser uma trama política, é muito difícil definir quem é o vilão – ou se há mesmo um vilão -, sendo que algumas das principais atitudes tomadas podem ser vistas apenas como visões políticas diferentes ou proteção de soberanias. É um dos filmes mais instigantes dessa Fase Quatro da Marvel, que chega ao fim com essa aventura divertida e madura.
Pantera Negra: Wakanda Para Sempre estreia nos cinemas nesta quinta-feira (10), mas já há sessões de pré-estreia disponíveis a partir desta quarta (9).
Na trama, McBride vive Jesse Gemstone, o filho mais velho e “herdeiro do trono” de uma família mundialmente conhecida pelo seu trabalho televangelístico, “com uma longa tradição de desvios, ganância e trabalhos sociais, tudo feito no nome em prol do nome de Cristo” – conforme aponta a descrição oficial.
Goodman interpreta Eli, pai de Jesse, conhecido “mundialmente por suas técnicas agressivas de evangelização, seus ministérios espalhados pelo mundo e por seu premiado programa de TV semanal”. Na trama, “Jesse acaba se tornando independente no ramo na ministração, absorvendo tudo o que seu pai construiu e expandindo-o para uma audiência muito mais moderna”.
O episódio piloto é escrito e dirigido por McBride, que também assume a função de produtor executivo, ao lado de Jody Hill e David Gordon Green – parceiros da série ‘Vice Principals‘, também da HBO.
Em menos de três semanas, o longa da DC conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 300 milhões nas bilheterias mundiais.
Pelo terceiro final de semana seguido, a produção permaneceu no topo das bilheterias norte-americanas. Com uma queda de apenas -33%, o longa arrecadou US$ 18.5 milhões no terceiro final de semana, superando a estreia do anime ‘One Piece Film: Red‘, que ficou na segunda colocação com US$ 9.5 milhões.
Nos EUA, o filme estrelado pelo Dwayne Johnson já arrecadou US$ 137.4 milhões. No mercado internacional, foram US$ 182.3 milhões. Ao total, a produção já soma US$ 319.6 milhões mundialmente.
Apesar do forte desempenho, o Deadline declara que ‘Adão Negro‘ não deve render o mesmo lucro que ‘Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw‘. O site afirma que, além da nova aventura do The Rock ter tido um orçamento muito maior, o longa da DC deve fechar sua arrecadação em torno de US$ 400 milhões mundialmente – pouco mais da metade arrecadada pelo spin-off ‘Hobbs & Shaw‘ (US$759M).
Analistas afirmam que o resultado é um exemplo de que o mercado cinematográfico ainda não se recuperou totalmente após a pandemia, o que pode prejudicar projetos ambiciosos com orçamentos gigantescos.
Quase 5.000 anos depois que ele foi concedido com os poderes onipotentes dos deuses egípcios – e preso com a mesma rapidez – Adão Negro (Dwayne Johnson) é libertado de sua tumba terrena, pronto para liberar sua forma única de justiça no mundo moderno.
O filme também apresentará os membros da Sociedade da Justiça: Senhor Destino (Pierce Brosnan), Gavião Negro (Aldis Hodge), Esmaga-Átomo (Noah Centineo) e Ciclone (Quintessa Swindell).
Dirigido por Jaume Collet-Serra (‘Águas Rasas’), o longa se passará no mesmo universo de ‘Shazam!‘.
Sidney Prescott, de Neve Campbell, não vai aparecer pela primeira vez em um filme da franquia ‘Pânico‘, o que deixou os fãs bastante decepcionados.
Agora, a atriz Jenna Ortega falou pela primeira vez sobre a saída de Campbell em entrevista ao Entertainment Tonight.
“Sinto que realmente não posso falar muito sobre isso só porque não é minha personagem. Mas vou dizer que há tanta coisa acontecendo no sexto filme, que terá tanta ação e tanto sangue, que você não vai sentir tanto sua falta. Mas é claro que há várias referências a Sidney, é claro. Você sabe, é bom porque ainda há uma proteção no roteiro e isso é algo que os atores tinham naturalmente sobre ela porque obviamente a respeitamos e queremos o melhor para ela. Ela sentiu falta e pensou nisso.”, afirmou.
Apesar da decepção com a ausência de Campbell, o novo filme vê o retorno deHayden Panettiere, que volta a viver Kirby.
“Hayden é um amor. Tenho muita sorte que os diretores Matt [Bettinelli-Olpin] e Tyler [Gillett] e Melissa [Barrera] e Jasmin [Savoy Brown] e Mason [Gooding], todos nós temos tanto amor e respeito um pelo outro. Eles são como uma família para mim, então quando você está em um trabalho como esse, é muito gostoso. Está trabalhando com seus amigos. É o melhor cenário possível.”, concluiu.
A Paramount Pictures do Brasil divulgou a sinopse OFICIAL em português de ‘Pânico 6‘, que teve a estreia antecipada no Brasil para 9 de Março de 2023 – uma semana antes da estreia de ‘Shazam! 2‘.
O texto já havia sido divulgado antes em uma versão mais resumida, mas agora ganha mais detalhes.
Confira:
O terror acompanhará os quatro sobreviventes do recente massacre de Ghostface: Sam, Tara, Chad e Mindy. O grupo decide se mudar de Woodsboro para recomeçar em uma nova cidade. No entanto, em pouco tempo, os quatro se tornam alvo de um novo serial killer mascarado. Fazem parte do elenco Courteney Cox, Jenna Ortega, Hayden Panettiere, Mason Gooding, Jasmin Savoy Brown e Melissa Barrera.
Vale lembrar que ‘Pânico 6‘ vai levar o Ghostface e seu rastro de terror para Nova York, seguindo os passados de outros icônicos vilões. Para quem não se lembra Jason Voorhees também já deixou Crystal Lake para visitar a famosa cidade em ‘Sexta-Feira 13 – Parte 8: Jason Ataca em Nova York‘ (1989).
Os novatos Samara Weaving (‘A Babá’), Tony Revolori (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’), Dermot Mulroney, Jack Champion, Liana Liberato, Devyn Nekoda, Josh Segarra e Henry Czerny completam o elenco.
Os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também retornam para a próxima aventura.
Segundo o insider ViewerAnon, a nova obra do Disney+ teve exibições teste “desastrosas“, e passou por um grande período de refilmagens, que durou cerca de dois meses, pelo que se sabe.
Houveram tantas mudanças que o sujeito disse estar curioso para ver quanto do que foi filmado na versão inicial foi para o corte final, capaz até de terem mudado completamente a trama do filme.
Veja o relato no Twitter:
“Desencantada teve exibições teste desastrosas e, em seguida, foi significativamente reformulado, com quase dois meses de refilmagens. Estou curioso para ver o quanto resta da versão inicial.”
DISENCHANTED had disastrous test screenings and then was significantly retooled with nearly two months of reshoots. I’m curious to see how much remains of the initial version.
A trama de ‘Desencantada’ se passará 15 anos depois dos eventos de ‘Encantada‘ e nos leva de volta ao mundo de Giselle (Amy Adams) e de seu pragmático esposo, o advogada Robert (Patrick Dempsey). Com Morgan agora adolescente, Giselle e sua família se realocarão para o subúrbio de Monroeville, onde ela terá que enfrentar os desafios de uma nova casa, à medida que tenta redescobrir o verdadeiro significado do “Felizes para Sempre”.
Confira a prévia:
Com estreia marcada para 18 de novembro, a sequência de ‘Encantada‘ (2007) é dirigida por Adam Shankman (‘Rock of Ages: O Filme’).
Pegando referências do clássico do suspense ‘Janela Indiscreta’, de Alfred Hitchcock, a narrativa é centrada em Miranda (Nascimento), uma jovem hacker que passa o tempo espionando a vizinha Cléo (Araújo), uma prostituta de luxo que mora no prédio da frente.
Quando Cléo pede para que ela cuide de seu cachorro durante uma viagem, a vida de Miranda vira de cabeça para baixo e ela cruza caminho com o homem dos seus sonhos. Mas nada é o que parece ser.
Nikolas Antunes e Ângelo Rodrigues completam o elenco. Fabrizia Pinto e Letícia Veiga ficam a encargo da direção, enquanto Marcela Citterio assina o roteiro.
A cinebiografia é co-produzida por Pat Houston, cunhada de Whitney, bem como por Clive Davis (produtor musical que descobriu a cantora), McCarten e Lary Mestel e Denis O’Sullivan, da Primary Wave.
‘I Wanna Dance With Somebody’ é descrito como uma “celebração alegre, emocional e comovente da vida e da música da maior cantora pop de R&B de todos os tempos, acompanhando sua jornada da obscuridade ao estrelato musical. À medida que em será um relato muito franco sobre o preço que o superestrelato lhe exigiu, a biografia será também uma saga rica e complexa da busca pelo casamento perfeito entre a música, a artista e o seu público e, ao mesmo tempo, a história comovente de uma simples garota de Jersey tentando encontrar o caminho de volta para casa “.
Whitney foi reconhecida internacionalmente como uma das maiores artistas de todos os tempos, devido ao seu talento, legado e, principalmente, à sua voz marcante e lendária. Frequentemente chamada de The Voice (A Voz), a cantora sempre foi comparada a grandes artistas do passado, como Frank Sinatra, Aretha Franklin e Elvis Presley. Houston está entre os 500 Maiores artistas de todos os tempos da revista Rolling Stone.
A cantora possui sete álbuns de estúdio, quatro trilhas sonoras e cinco coletâneas. Vencedora de sete Grammy Awards, Houston viu sua carreira definhar em virtude do alto consumo de cocaína.
A artista veio a falecer em 2012, em uma banheira de um hotel, em virtude de uma aterosclerose, que causou uma iminente falta de oxigenação para o cérebro e resquícios de cocaína em sua corrente sanguínea, que foram encontrados durante a autópsia – o que comprova que o afogamento foi causado por uma overdose.
Agora, em entrevista ao THR, Kit Harrington, que interpretou Jon Snow em ‘GoT’, falou sobre o spin-off e não teve nada além de elogios acerca da produção.
“Sabe, eu parei um pouco – não porque não estou gostando – mas porque estou muito ocupado. Mas vou voltar a acompanhar”, ele disse. “Estou na metade da temporada. Preciso assistir à segunda metade, então vou tentar evitar quaisquer spoiler. Digo, é ótimo. Eles fizeram um trabalho incrível. Estou realmente impressionado com o show e como eles o continuaram”.
Lembrando que a temporada completa já está disponível na HBO Max.
A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance ‘Fogo & Sangue’, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.
O elenco conta com Olivia Cooke, que interpreta Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy é a Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith vive o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine interpreta o Rei Viserys; Fabien Frankel é Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans é Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint vive Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best interpreta a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno encarna Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Milly Alcock e Emily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.
O amadurecimento e a estrada da vida. Exibido no Festival de Cannes (onde teve uma ótima recepção), chega aos cinemas brasileiros nesse começo de novembro um filme tocante que busca na força da família razões e emoções para um amadurecimento de um jovem que se vê rodeado de conflitos em um recorte norte-americano com o preconceito batendo forte de porta em porta e um cenário político em ebulição às vésperas da eleição do 40º presidente dos Estados Unidos. Escrito e dirigido pelo cineasta nova-iorquino James Gray, ambientado em uma Nova Iorque do início dos anos 80, Armageddon Timereflete sobre o sonho americano em uma estrada repleta de aprendizados em memórias que ficariam para sempre, jamais esquecidas. E em falar em memórias, o projeto é baseado nas da infância do próprio diretor.
Na trama, conhecemos Paul (Banks Repeta), um jovem, meio rebelde, de classe média, que adora o universo das artes, principalmente o desenho, a pintura. Ele mora com a mãe Esther (Anne Hathaway), uma dona de casa e representante de pais da escola, e o pai Irving (Jeremy Strong, em grande atuação), um homem que ganha a vida como encanador, consertando aquecedores. Uma figura presente em sua vida é seu avô, Aaron (Anthony Hopkins), com quem aprende muito sobre a vida em cada conversa. Paul estuda em um colégio público e se vê quase sempre em conflito com o professor (uma figura conservadora e muito rígida). Ele começa uma amizade com Johnny (Jaylin Webb), um jovem negro que mora com a avó, e dessa amizade Paul aprenderá lições que levará por toda a vida.
Essa jornada parte do retrato de uma família que busca se estabelecer em um Estados Unidos às vésperas de mais uma mudança presidencial, onde o conservadorismo engessa os sonhadores e os horrores do preconceito são vistos em cada esquina. A ótica aqui é toda de Paul, como esse jovem adolescente lida com os conflitos que aparecem em sua frente. Sua personalidade é uma mistura de ingenuidade e imaturidade num início, mas acaba passando por uma enorme transformação num curto período onde a perda de alicerces do seu cotidiano o fazem amadurecer, talvez até precocemente, em um mundo nada justo, às vezes vazio. Os excelentes diálogos entre pai e filho e entre avô e neto mostram o medo da realidade que o espera lá fora, quando precisará sair do ninho familiar e encarar a vida e todas as suas facetas, nem sempre felizes.
O preconceito racial é um assunto muito presente nas linhas do roteiro. A amizade de Paul com o amigo Johnny mostram os dois lados de uma história. Johnny é um jovem negro, sem oportunidades, que num momento acaba nem podendo voltar pra casa, enquanto o amigo mora em uma casa confortável, tem uma estrutura familiar, tem a possibilidade de estudar em um colégio particular em um segundo momento. A amizade entre os dois existe e as escolhas que cada um possui são desiguais, muitas para um, poucas para o outro. Um retrato de um mundo ainda muito preconceituoso é visto, e infelizmente até os dias de hoje, não só nos Estados Unidos.
Há também espaço para política. O título do filme, que aparece em uma fonte chamativa no início e no fim da obra, deixa claro uma referência à algumas falas do ex-presidente norte-americano Ronald Reagan que batia na tecla dessa palavra ‘Armageddon’ colocada em sua visão sobre alguns temas. Esse que seria o próximo presidente norte-americano após derrotar o democrata Jimmy Carter. Até o Pai de Trump, Fred (John Diehl) e a irmã Maryanne (Jessica Chastain) aparecem na história nessa visão sobre os Estados Unidos que ao longo da década de 80 sofreriam com uma instabilidade econômica com o avanço de outros mercados.
Armageddon Timeainda por cima reúne um elenco maravilhoso que ao longo de quase duas horas de projeção nos leva a uma caminhada pelo cotidiano do sonho americano mas mostrando verdades e obstáculos da vida por meio de memórias numa narrativa intimista que emociona do início ao fim.
Escalado para a adaptação do ‘Besouro Azul‘, o ator mexicano Harvey Guillén conversou com o Screen Rant e comemorou o fato da produção valorizar a cultura latina.
“Eu estou muito empolgado. O elenco é todo formado por latinos e nós somos como uma família. Xolo, que interpreta o Besouro Azul, fez um trabalho fenomenal. Ele realmente mergulhou nesse personagem. Foi incrível trabalhar com esse elenco e com o diretor Angel.”
Ele continuou:
“Estou empolgado por fazer parte de algo que vai fazer história, literalmente, porque é o primeiro personagem da DC que é um super-herói mexicano. Quando eu li o roteiro, eu não conseguia acreditar. Foi uma loucura, eu nunca pensei que veria algo assim. É tão nostálgico para mim. Parecia que o palavreado que usávamos em casa estava ali naquele roteiro. Então acho que será ótimo para outras crianças se sentirem representadas.”
Vale destacar que o filme gira em torno de uma dinâmica entre a família de Jamie, incluindo sua irmã, tio, avó e pai, todos desempenhando papéis de destaque no filme.
Nas cenas com a família Reyes, os personagens vão falar em espanhol, contribuindo para a autenticidade da cultura latina, além dos demais elementos que vamos descobrir quando o filme chegar aos cinemas.
Lembrando que ‘Besouro Azul‘ está previsto para 16 de agosto de 2023.
Recentemente, o Undercover Audience afirmou que a Warner Bros. realizou a primeira exibição teste e o público AMOU o primeiro filme latino da DC, que tem no elenco a brasileira Bruna Marquezine.
Como essas exibições são privadas e confidenciais, encare a descrição como um rumor.
Atualização do TestScreening:
– Todo o elenco faz um trabalho incrível! Especialmente Xolo Mariduena & Belissa Escobedo, que interpreta a irmã de Xolo.
– O público adorou a dinâmica familiar doce e cheia de comédia da ‘família Reyes’.
– Quase 30% do filme é em espanhol com legendas.
– Susan Sarandon arrasa no papel de vilã como Victoria Kord.
– George Lopez como Tio Rudy e Adriana Barraza como a Vovó tem muitas cenas cômicas ótimas, que foram adoradas.
Veredicto: O público amou totalmente o primeiro super-herói latino da DC.
#BlueBeetle Test Screening update: 2/2
– Susan Sarandon nails the villainous role as Victoria Kord.
– George Lopez as Uncle Rudy & Adriana Barraza as the Grandma have lot of great comedic scenes, which were loved.
Verdict: The audience totally loved DC’s first Latino superhero.
Marquezine falou recentemente sobre a sua experiência no filme. A atriz disse para a revista Quem que o longa exigiu muito dela, até pela atriz ter tido que atuar em uma língua que não estava acostumada a falar.
“Foi uma experiência que exigiu muito de mim em aspectos que, até então, eu nunca tinha vivenciado. O fato de interpretar em uma outra língua é um grande desafio, porque eu sinto em português”, contou Bruna.
A atriz admitiu que foi muito bom sentir um “frio na barriga” diferente, após ter uma carreira consolidada no Brasil. Disse que fazer Besouro Azul foi uma experiência “emotiva” e “desafiadora“, pois ela se viu mais “solitária” no set, como geralmente não vinha ficando.
“Foi muito bom me sentir, de novo, tão vulnerável, insegura, e sentir tanto frio na barriga. Sempre sinto frio na barriga, mas dessa vez eu estava definitivamente num lugar… E muito mais solitária também, então foi uma experiência muito emotiva e desafiadora, mas muito bonita. Foi muito bom poder sentir tudo isso”, conclui.
Susan Sarandon substituiu Sharon Stone na interpretação da vilã Victoria Kord. A personagem em questão foi criada especialmente para o filme e não existe nas HQs.
Raoul Max Trujillo (‘Mayans MC’) viverá o outro vilão, Conrad Carapax, o Homem Indestrutível. Ele era um arqueólogo rival de Daniel Garrett, o primeiro Besouro Azul.
“Das primeiras cenas, fica evidente que ‘Pinóquio’ é uma produção de Del Toro, aproximando-se do tom de ‘O Labirinto do Fauno’, mas com o terror e o gore reescalados para as crianças” – Next Best Picture.
“Este é um raro entretenimento infantil que não tem medo de chocar as crianças e nem de encantá-las” – Variety.
Del Toro entra também como roteirista da versão em stop-motion, que é baseada no clássico de animação criado por Carlo Collodi.
A trama será ambientada na Itália, durante os anos 30, um momento histórico particularmente carregado, em uma época que o fascismo estava em ascensão e Benito Mussolini estava consolidando o controle do país.
Prepare-se para viajar de volta para Derry após os bem-sucedidos ‘It – A Coisa: Parte 1 e 2‘.
Jason Fuchs e Brad Caleb Kane servirão como co-showrunners da série que mostrará a origem do Pennywise. Fuchs roteirizou o filme da ‘Mulher-Maravilha‘ e Kane foi showrunner da série ‘Fringe‘.
Segundo a Variety, os detalhes exatos do enredo permanecem em segredo, além do fato de que o show servirá como uma pré-sequências dos filmes recentes que foram lançados em 2017 e 2019.
Além disso, foi revelado que Andy Muschiettideve dirigir o episódio piloto. Foi ele quem comandou os filmes.
Intitulada ‘Welcome to Derry‘, a série terá como produtor executivo Muschietti ao lado de sua irmã Barbara Muschietti.
Além da origem de Pennywise, a série contará a história da cidade Derry na década de 1960, anos antes dos eventos de ‘It – A Coisa: Parte 1‘. Não está claro se algum do elenco retornará, mas espera-se que Bill Skarsgård voltará a viver o Palhaço.
John Wick (Keanu Reeves) enfrenta seus adversários mais letais até agora na próxima quarta parte da série. Com o preço de sua cabeça cada vez maior, Wick leva sua luta contra a Alta Mesa global enquanto procura os jogadores mais poderosos do submundo, de Nova York a Paris, Osaka e Berlim.
A sequência também trará o retorno deLaurence Fishburne como Rei dos Mendigos, Lance Reddick como Charon, o concièrge do Hotel Continental, e Ian McShane como seu empresário, Winston.
Chad Stahelski volta a dirigir e prometeu um filme à altura da franquia:
“Estamos satisfeitos com as sequências de ação e nós não queremos perder isso. Eu quero ser um diretor melhor, mas isso não quer dizer que a sequência terá menos ação,” afirmou.
O 3ª filme da franquia, ‘John Wick: Parabellum‘, se tornou um sucesso nas bilheterias, arrecadando US$ 326,7 milhões mundialmente – com um orçamento de US$ 75 milhões.