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‘Ingresso para o Paraíso’: Comédia com Julia Roberts e George Clooney ultrapassa US$ 100 milhões mundialmente

A comédia romântica ‘Ingresso para o Paraíso‘ (Ticket to Paradise), estrelada por George Clooney (‘Onze Homens e um Segredo’) e Julia Roberts (‘Uma Linda Mulher’), conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais.

O longa teve uma estreia antecipada no mercado internacional, onde arrecadou impressionantes US$ 85.6 milhões.

Nos EUA, a produção também tem registrado uma boa performance, sofrendo uma queda de apenas -39.4 em seu segundo final de semana – somando US$ 33.7 milhões no país.

Ao total, ‘Ingresso para o Paraíso‘ já arrecadou US$ 119.3 milhões mundialmente.

Vale lembrar que o jornalista Miguel Morales teve uma conversa com astros Maxime Bouttier e Kaitlyn Dever sobre o filme. Confira a entrevista:

Crítica | Ingresso Para o Paraíso – RomCom Traz Julia Roberts e George Clooney em TOTAL Sintonia

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais.

Ol Parker (‘Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo’) é responsável pela direção.

Um casal de ex-namorados se unem novamente, desta vez na missão de impedir que sua filha apaixonada cometa o mesmo erro que eles mesmos cometeram uma vez.

O elenco ainda conta com Billie Lourd, Lucas Bravo, Amanda O’Dempsey, Rowan Chapman, Murran Kain e Vanessa Everett.

Em menos de 2 semanas, ‘Adão Negro’ ultrapassa US$ 250 milhões mundialmente

Sucesso! Em menos de duas semanas, a adaptação de ‘Adão Negro‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 250 milhões nas bilheterias mundiais.

Registrando uma forte retenção em seu segundo final de semana no mercado internacional – uma queda de apenas -45% –, o longa acrescenta US$ 39 milhões através de 76 mercados, totalizando sólidos US$ 139 milhões internacionalmente.

Adão Negro‘ continua figurando no topo das bilheterias do Brasil, França, Alemanha, Espanha, Reino Unido, Indonésia, Taiwan e México.

Nos EUA, a produção já arrecadou US$ 111.1 milhões – sendo o 18º filme da carreira do Dwayne Johnson a ultrapassar a marca dos US$ 100 milhões no país.

Atualmente, o longa já se encontra no TOP 12 das maiores bilheterias do ano.

 

Quase 5.000 anos depois que ele foi concedido com os poderes onipotentes dos deuses egípcios – e preso com a mesma rapidez – Adão Negro (Dwayne Johnson) é libertado de sua tumba terrena, pronto para liberar sua forma única de justiça no mundo moderno.

O filme também apresentará os membros da Sociedade da Justiça: Senhor Destino (Pierce Brosnan), Gavião Negro (Aldis Hodge), Esmaga-Átomo (Noah Centineo) e Ciclone (Quintessa Swindell).  

Dirigido por Jaume Collet-Serra (‘Águas Rasas’), o longa se passará no mesmo universo de ‘Shazam!‘.

‘DC Liga dos Super Pets’ ultrapassa US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais

Sucesso! ‘DC Liga dos Super Pets‘, nova animação da DC Comics, conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 93.3 milhões. No mercado internacional, foram US$ 110.2 milhões.

Ao total, a produção já soma US$ 203.5 milhões mundialmente. Atualmente, o filme se encontra no TOP 18 das maiores bilheterias do ano – sendo a quarta maior bilheteria de 2022 entre as animações.

Vale lembrar que a animação já está disponível na HBO Max!

Confira o trailer:

Quando a Liga da Justiça é capturada por Lex Luthor, o cachorro do Superman, Krypto, forma uma equipe de animais de estimação que receberam superpoderes: um cão de caça chamado Ace, que se torna super forte; um porco chamado PB, que pode crescer até ficar gigante; uma tartaruga chamada Merton, que se torna super-rápida; e um esquilo chamado Chip, que ganha energia elétrica.

Jared Stern Sam Levine são os responsáveis pela direção.

A dublagem original  conta com as vozes de Dwayne Johnson, Kevin Hart, Kate McKinnon, John Krasinski, Vanessa Bayer, Natasha Lyonne, Diego Luna e Jameela Jamil.

James Cameron rebate HATERS e defende que ‘Avatar 2’ terá mais de 3 horas de duração

O primeiro capítulo de Avatar, dirigido por James Cameron, teve nada menos que 162 minutos de duração (isso é, quase duas horas e quarenta minutos) – mas o cineasta vai ir além para a vindoura sequência Avatar: O Caminho da Água.

O tempo de duração do filme será de 190 minutos, o equivalente a 3 horas e 10 minutos.

Cameron já rebateu os haters, dizendo que não quer ninguém reclamando da duração do longa-metragem.

“Não quero ninguém reclamando da duração, ainda mais porque eles sentam e fazem maratona [de séries] por oito horas”, ele comentou a Empire. “Eu já posso ver essa parte nas críticas: ‘o filme agonizante de três horas…’. É tipo, me deixem em paz. Eu assisti cinco episódios de uma hora cada com meus filhos. Esse é o paradigma social que precisa mudar: não tem problema você levantar e ir ao banheiro”.

Conversando com a mesma revista, Cameron confessou que existe a possibilidade de ele não dirigir ‘Avatar 4 e 5‘, os dois últimos filmes da franquia.

Com o atraso nas sequências por conta do desenvolvimento de novas tecnologias, o diretor pode acabar passando o bastão para algum diretor mais jovem de sua confiança.

“Eu penso com o tempo que gostaria de passar o bastão para um diretor em quem confio, para que ele possa conduzir os dois últimos filmes da franquia Avatar. Ou não… Talvez. Eu não sei ainda”, afirmou.  

Cameron ainda conversou sobre a aguardada sequência Avatar: O Caminho da Água, aumentando nossas expectativas ao comparar a produção com a aclamada trilogia ‘O Senhor dos Anéis’.

“O que eu disse para a Fox à época foi: ‘eu farei [a sequência], mas temos que jogar um jogo mais ambicioso. Não quero apenas fazer um filme, e fazer outro filme, e fazer outro filme. Eu quero contar uma história maior'”, ele contou. “Eu disse: ‘imagine uma série de romances como ‘O Senhor dos Anéis’, e estamos adaptando ela’. Agora, isso foi ótimo em teoria, mas então tive que criar os malditos romances para adaptá-los”.

E aí, você está curioso para entrar no mundo de Pandora mais uma vez?

A estreia nos cinemas nacionais acontece em 15 de dezembro.

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água‘ começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.    

Dirigido por Cameron, o filme estrela Zoë Saldaña, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

Cameron vem desenvolvendo as continuações há mais de uma década. O estúdio anunciou quatro sequências de ‘Avatar‘, com duas delas já filmadas e as outras duas aguardando o resultado das bilheterias. O cineasta filmou os dois filmes de maneira consecutiva devido à forma como as cenas precisaram ser captadas.

10 Excelentes Filmes dirigidos por mulheres vistos em 2022

Excelentes filmes ganharam as telonas de todo mundo nesse 2022 de retorno para as grandes bilheterias no cinema após meses de indefinições por conta da pandemia. E um fato importante que pensei, a cada novo filme visto, é que a presença feminina na direção vem crescendo mais a cada ano numa eterna luta dentro de um mercado audiovisual ainda muito machista. Pensando nesse assunto, resolvi criar uma lista com 10 filmaços dirigidos por mulheres (inclusive ótimas cineastas brasileiras) que vi até o momento nesse 2022:

 

Carvão

Um choque entre dois mundos é a combustão que nos leva para uma estrada de diversos conflitos e escolhas, onde o paradoxo entre a impulsividade e a premeditação vira um reflexo dilacerante da natureza humana. Escrito e dirigido pela cineasta paulista Carolina Markowicz (em seu primeiro longa-metragem), Carvão joga na tela contradições camufladas de dilemas morais e a hipocrisia do julgamento para os que chegam e para os que estão no epicentro dessa história ambientada em uma casa humilde no interior de nosso país. Surpreendente até seu último minuto, somos testemunhas de mais uma grande obra do cinema brasileiro.

 

Os Piores

Vencedor da Mostra Um Certo Olhar em Cannes, o longa-metragem francês Os Piores nos leva a uma gangorra de emoções em uma história profunda sobre alguns jovens de um bairro francês que são chamados durante o verão para realizar um longa-metragem. A questão aqui é que seus personagens no filme acabam de alguma forma tendo uma relação impactante com a realidade deles em um mundo repleto de altos e baixos. Um primoroso trabalho das cineastas Lise Akoka e Romane Gueret. Um dos melhores filmes da seleção do Festival do Rio desse ano.

 

Regra 34

Vencedor do Leopardo de Ouro no Festival de Locarno nesse ano, o longa-metragem brasileiro Regra 34 é um chocante projeto que consegue unir em uma mesma trajetória reflexões importantes de nossa sociedade, desde de interpretações sobre leis, dos direitos das mulheres, da violência sob alguns pontos de vistas, até o infinito universo dos desejos ligados aos impulsos virtuais. A cineasta Julia Murat consegue com sua forte protagonista (interpretada pela ótima Sol Miranda) nos levar à 100 minutos de impactantes diálogos e ações. Regra 34 é um filme que demora a sair de nossas mentes, há uma reflexão constante sobre os ótimos temas abordados, principalmente sobre as várias óticas da violência. O projeto faz parte da seleção do Festival do Rio 2022 e também da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo do mesmo ano.

 

Desterro

Dirigido pela cineasta Maria Clara Escobar, em seu primeiro longa-metragem de ficção como diretora, o filme nos leva para a história de Laura (Carla Kinzo) que está num relacionamento há oito anos com Israel (Otto Jr.) com quem tem um filho. Ela se vê paralisada diversas vezes pelas dúvidas e formas de entender a sua vida. Além de tudo, entender um lugar que já tentou olhar demais acaba sendo o ponto de ruptura que chega para a personagem. Certo dia, resolve sair de casa, embarcando em uma viagem sem avisos, deixando Israel e seu filho, em busca de reconectar consigo mesma. As imagens aqui dizem muito, muitas vezes sem falas, é um recorte profundo que muitas vezes pode parecer um quebra-cabeça para o espectador pois a narrativa gira em torno de uma personagem em conflito.

 

Boa Sorte, Leo grande

As quebras dos paradigmas por meio de interessantes diálogos. Dirigido pela cineasta australiana Sophie Hyde e com roteiro assinado pela britânica Katy Brand, Boa Sorte, Leo Grande fala sobre um embate amistoso de gerações, que também abre-se brechas para aprendizados, entre uma mulher na faixa dos 50 anos que só conheceu um homem na cama e um jovem que usa do corpo como ferramenta de trabalho. Ao longo das pouco mais de uma hora e meia de projeção, acompanhamos uma forte harmonia entre os personagens que se encontram por alguns dias no mesmo quarto de hotel. Parece que estamos na primeira fileira de uma peça de teatro onde os diálogos nos cativam e nos fazem refletir sobre os dois intrigantes personagens.

 

Mar de Dentro

Um poderoso recorte sobre a maternidade. Buscando trazer as transformações do corpo e da vida de uma forte protagonista, a cineasta gaúcha Dainara Toffoli nos coloca diante de várias questões que giram em torno da maternidade. Em dúvidas sobre quase tudo que a cerca, a personagem principal, interpretada brilhantemente por Monica Iozzi, busca dar um passo de cada vez dentro de um universo de possibilidades. Seu sofrer vira luto em uma virada que a trama nos apresenta provocando um recorte cada vez mais íntimo de uma mulher em busca das melhores soluções dentro das variáveis que estão no seu presente.

 

Fresh

Os conflitos contra um mundo secreto, quase inimaginável. Chegou ao catálogo da Star+ no mês de março um filme que esconde muito bem suas camadas de conflitos com personagens instigantes e que colocam em xeque, de alguma forma, questões sobre relacionamentos. Ao longo de quase duas horas de projeção, e com cerca de meio hora de distância entre a primeira cena e os créditos iniciais, vamos acompanhando a saga de uma jovem, com dedo podre para relacionamentos, em confronto contra uma inusitada situação. As surpresas do roteiro realmente deixam o longa-metragem com um nível de tensão lá no alto. Dirigido pela cineasta Mimi Cave e com roteiro de Lauryn Kahn.

 

A Vida Depois

As consequências após a tragédia. Buscando retratar o período pós traumático de uma jovem de 16 anos após acontecimentos terríveis que presenciou em sua escola, A Vida Depois é um profundo drama sobre escolhas, descobertas e as inúmeras maneiras de passar por um trauma. A relação com os amigos, com a família, o medo, a ansiedade, as verdades do sentir ficam escondidas, presas dentro de uma jovem que enxergava tudo de forma diferente até o ocorrido. Escrito e dirigido pela cineasta canadense Megan Park, estreando em longas-metragens, protagonizado pela atriz Jenna Ortega.

 

Canção de Ninar

Exibido na Mostra Panorama do Festival de Berlim e selecionado para o Festival do Rio, Canção de Ninar nos leva para uma jornada profunda de uma forte protagonista, cheia de conflitos sobre a chegada da primeira filha, e também do reencontro com o seu passado além das surpresas que chegam na sua trajetória. Escrito e dirigido pela cineasta espanhola Alauda Ruiz de Azúa, o filme, extremamente sensível, delicado, que se entrega à melancolia de forma inteligente, é um recorte contemporâneo da maternidade.

 

Não se Preocupe, Querida

Um experimento dentro de uma manipulação existencialista. Nessa frase podemos definir tudo que vemos nas pouco mais de duas horas de projeção do projeto da cineasta, e também atriz, Olivia Wilde, Não se Preocupe, querida. A perfeição e a harmonia de tudo ao redor da protagonista chama a atenção do espectador desde o primeiro minuto e aos poucos vamos entendendo melhor uma série de mistérios que se sucedem nesse curioso projeto que encosta em alguns pontos com a sensação do universo das séries de 2022, Ruptura.

 

Conheça 6 Comédias de HORROR de 30 anos atrás para VER neste HALLOWEEN

Outubro é o mês do HORROR nos quatro cantos do planeta. Desse modo, a oferta de filmes de terror é imensa, seja no cinema, seja no streaming. Para fugir da mesmice, o CinePOP fez uma pequena lista de comédias de horror de exatamente 30 anos atrás. Com os pés em 1992, você não vai apenas se apavorar, mas também rir bastante. 

Pode-se chamar de Dia das Bruxas ou Halloween, mas 31 de outubro é apenas a abertura das portas para o Dia de Todos os Mortos, 1 de novembro, ao redor do mundo, e o Dia de Finados, no Brasil, 2 de novembro. Ou seja, há muitos fantasmas, espíritos e sombras no ar no período.

Chame, portanto, uma companhia para segurar a mão e dar gargalhadas com os inspirados filmes listados abaixo. Todos os títulos estão disponíveis em VOD ou SVOD. 

Fome Animal, de Peter Jackson 

Nesta primeira incursão de Peter Jackson no cinema, o diretor das trilogias Senhor dos Anéis e O Hobbit nos presenteia com uma saborosa comédia zumbi com direito a litros e mais litros de sangue. 

Tudo começa quando a superprotetora e repressora Vera Cosgrove (Elizabeth Moody) vai espionar seu filho Lionel (Timothy Balme) com a namorada Paquita (Diana Peñalver) no zoológico. Lá, ela é mordida pelo temível rato-macaco de Sumatra. 

Após o acidente, ela se transforma em zumbi. Seu amado filho tenta mantê-la trancada em segurança no porão, mas ela foge e transforma a maioria dos vizinhos em mortos-vivos, assim como todos numa festa da alta sociedade. 

Extremamente divertido e com efeitos de mal gosto, Fome Animal (Dead Alive, no original) possui 89% de aprovação no Rotten Tomatoes. É o filme com um dos maiores índices da plataforma do seu gênero de horror pastelão. Imperdível. 

Uma Noite Alucinante 3, de Sam Raimi

Esta é uma maluca aventura apoiada no charme do protagonista Ash (Bruce Campbell) e a direção acrobática de Sam Raimi. Aqui, Ash se vê preso nos tempos medievais. Para voltar a atualidade, ele deve procurar o Necronomicon, um livro amaldiçoado. O objeto, no entanto, libera um exército de mortos.

Apesar de ser o menos apreciado da trilogia, Uma Noite Alucinante 3 tem seus loucos méritos e 87% de aprovação do público do Rotten Tomatoes, contra 74% da crítica. Os especialistas, no entanto, enalteceram os dois primeiros filmes com mais de 90% de aceitação: A Morte do Demônio (1981) e Uma Noite Alucinante 2 (1987). Veja os três!

Aconteceu perto da Sua Casa, de Benoît Poelvoorde, Rémy Belvaux, André Bonzel

Este é um tesouro francês escondido dos brasileiros. Em preto em branco, Aconteceu perto da Sua Casa é um falso documentário sobre a vida pacata de um serial killer. No estilo found footage muito antes de Bruxa de Blair (1999) e [REC] (2007), o filme é uma comédia dark com direito a barbaridades tratadas como trivialidades, por exemplo infanticídio e estupro. 

A gente acompanha uma equipe de filmagem que segue um serial killer enquanto ele exercita seu ofício. Durante as gravações, o personagem fala sobre arte, música, natureza, sociedade e vida ao mesmo tempo que mata carteiros, aposentados e pessoas aleatórias. 

Aos poucos, ele envolve os documentaristas em suas atividades e a história transforma-se de maneira inacreditável. O melhor de tudo isso é que este filme é considerado amador, sendo um projeto conclusão de curso de três amigos. Mesmo assim, ele é medonho ao mesmo tempo que hilário. Veja para ontem. 

A Morte lhe Cai Bem, de Robert Zemeckis

Este é um clássico da Sessão da Tarde dos anos 1990 na mesma pegada de Os Fantasmas se Divertem (1988), de Tim Burton. Aqui, Robert Zemeckis promove uma sátira ao mundo dos cosméticos, plásticas e a busca pela juventude eterna. 

Com Bruce Willis, Meryl Streep e Goldie Hawn, o filme é a história do acerto de contas entre duas ex-amigas: uma romancista e a outra estrela de cinema. Após perder o marido para a rival, a escritora traída reaparece anos depois estonteante graças a uma droga da vida eterna. 

A atriz segue o exemplo, mas descobre que a imortalidade tem um preço. Com vários efeitos visuais medonhos e alguns esqueletos no armário, A Morte lhe Cai Bem é uma vergonhosa tentativa de crítica à estética, mas grande promessa de gargalhadas por conta das situações ridículas. 

Inocente Mordida, de John Landis

Marie (Anne Parillaud) é uma vampira com consciência: ela só suga o sangue dos criminosos. Contudo, ela comete um deslize quando acidentalmente transforma um violento senhor do crime, Sal Macelli (Robert Loggia), em um dos mortos-vivos. Para impedir a tomada da cidade por gângsteres sugadores de sangue, Marie une forças com um policial disfarçado (Anthony LaPaglia).

Diretor elogiadíssimo pela comédia de ação Os Irmãos Cara de Pau (1980), John Landis perde a mão aqui e compõe um filme destoante e com ritmo lento. Isto é, Inocente Mordida possui o tom sombrio e gore de Dario Argento e David Cronenberg nos anos 1970-80, mas é um comédia de terror de poucos sustos e risos anêmicos. Vale pela maravilhosa ambientação trash do cineasta.

Buffy, a caça vampiros, de Fran Rubel Kuzui

Cinco anos antes de tornar-se fenômeno televisivo, este é o filme que inspirou o seriado de sucesso com Sarah Michelle Gellar. Nesta história de amadurecimento com tons sobrenaturais, a adolescente Buffy Summers (Kristy Swanson) recebe o chamado de Merrick (Donald Sutherland) para treinar e lutar contra vampiros. 

Na época as sagas de adolescente lutadores ainda não eram uma coqueluche como nos anos 2010, mas este é o prelúdio para a sensação de séries, livros e filmes. Com uma direção mediana e um enredo nem tanto apaixonante, os atores Kristy Swanson e Paul Reubens (famoso por seu personagem Pee-Wee na TV e cinema) passam credibilidade e o combate contra vampiros torna-se divertido. Este é um reencontro das origens de Buffy, a Caça Vampiros. 

Winona Ryder faz 51 anos! Selecionamos 8 Filmes Perfeitos da atriz para o HALLOWEEN….

Winona Rider attends Marc Jacobs Beauty Velvet Noir Mascara Launch Dinner on January 18, 2016 in New York City.

A atriz Winona Ryder completou 51 anos de vida ontem, 29 de outubro. A atriz começou a carreira nas telonas ainda bem novinha, e sua aparência jovial a garantiu por muito tempo a sensação de eterna adolescência. Uma vez considerada a melhor atriz de sua geração, no fim dos anos 1980 e início da década seguinte, Ryder era uma das intérpretes mais quentes da época, com a qual grandes nomes desejavam trabalhar. Neste período, foi comandada por nomes como Martin Scorsese, Francis Ford Coppola e Tim Burton, por exemplo.

Após vir a público seus problemas pessoais envolvendo a cleptomania e a condenação no julgamento por pequenos furtos de roupas em shoppings em 2002, a reputação da atriz ficaria manchada, marcando sua carreira e a relegando a pequenos papeis. Uma segunda chance foi dada para Ryder em 2016, ao emplacar no sucesso Stranger Things, série da Netflix.

Ryder é uma atriz talentosa que merece novas chances e nosso respeito. Como forma de homenagear os 51 anos desta icônica intérprete que tem tudo a ver com os anos 80 e 90, e cujo aniversário é bem próximo do halloween, selecionamos em sua filmografia as produções mais propícias para uma celebração de dia das bruxas, para você passar a data ao lado da atriz. Confira abaixo.

Edward Mãos de Tesoura

Dois anos depois e Ryder recobrava a parceria com o diretor Tim Burton para uma nova trama com ares de surrealismo e fantasia, esta se encaixando perfeitamente tanto para o dia das bruxas quanto para o natal. O que Burton entrega aqui é uma subversão do clássico conto de Frankenstein – com um jovem criado artificialmente por um inventor (papel do lendário Vincent Price). O detalhe é que o “pai” da criatura, que recebe o nome Edward, deixa o trabalho inacabado, com tesouras no lugar de suas mãos. Este filme marca o epicentro da relação amorosa entre Ryder e Johnny Depp, que interpretam o protagonista Edward e sua paixão, a jovem Kim. O relacionamento entre o casal famoso durou de 1989 até 1993.

 

Os Fantasmas se Divertem

Poucos filmes da década de 1980 gritam tanto halloween quanto Beetlejuice. Enquanto o diretor Tim Burton não tira da cartola a tão aguardada continuação, vale a pena rever este neoclássico de 1988. No seu terceiro filme para o cinema, então com 17 aninhos, Ryder vive Lydia, uma adolescente gótica que se muda com os pais para uma mansão. Acontece que no local estão os espíritos dos antigos donos, um casal interpretado por Alec Baldwin e Geena Davis. Para se livrar dos novos inquilinos, os fantasmas decidem contratar os serviços de Beetlejuice (Michael Keaton), uma entidade “fanforrona”, que é simplesmente um dos melhores personagens do cinema de humor na história.

Drácula de Bram Stoker

Como dito, Winona Ryder era um nome quente com quem todos queriam trabalhar, e isso incluía até mesmo o criador de O Poderoso Chefão, Francis Ford Coppola. A atriz se viu na mira do diretor para a conclusão de sua trilogia, lançada em 1990. Coppola queria Ryder no papel de Mary, filha de Michael Corleone, vivido pela terceira vez por Al Pacino. No entanto, a atriz se viu exausta e doente ao lançar nada menos que três filmes em 1990, assim precisando pular fora do projeto, o que fez Coppola ficar sem muita opção, precisando escalar sua filha Sofia no papel. Porém, visando “remendar” as coisas com o prestigiado cineasta, Ryder levou até Coppola o roteiro para este filme, fazendo do clássico texto um projeto em que poderiam trabalhar juntos. Na história mais famosa de vampiros de todos os tempos, Ryder vive Mina Murray, a “prometida” de um príncipe imortal. O Drácula de Coppola e Ryder é um deleite visual, igualmente um clássico moderno e uma excelente pedida para o halloween.

 

Atração Mortal

No meio das duas colaborações com Tim Burton citadas acima, Winona Ryder arrumou tempo para enfiar em 1989 este Heathers, filme que foi se tornando cult com o passar dos anos. Aqui, ela interpreta Veronica, uma estudante colegial cansada das colegas de classe, três patricinhas esnobes, que possuem o mesmo nome: Heather (interpretadas por Shannen Doherty, Kim Walker e Lisanne Falk). Disposta a dar um fim nas maldades do trio, com a ajuda de um rebelde sociopata (papel de Christian Slater), ela termina acidentalmente matando uma delas. E é aí que o filme dá uma guinada para o lado sombrio, já que após o fato, a dupla bola novas “execuções” para estas adolescentes dondocas. A ideia foi levada para a TV recentemente numa série.

 

Alien – A Ressurreição

A franquia Alien começou de forma avassaladora com o filme de 1979, dirigido por Ridley Scott, ainda tido como referência de seu gênero. Depois, seguiu para uma produção ainda mais ambiciosa, que não apenas serviu para marcar a franquia na cultura pop e tornar James Cameron um nome imponente na indústria, como fez grande parte dos fãs optarem pela sequência como seu favorito. Depois da terceira parte, que quase encerrou a carreira de David Fincher no cinema antes mesmo de começar, a franquia tentava a sorte mais uma vez, e para dar algum prestígio ao projeto eram trazidos dois nomes de peso. O primeiro é o de Winona Ryder, que faz uma dobradinha eficiente com Sigourney Weaver, funcionando muito como bussola e verdadeira protagonista desta quarto exemplar. E o segundo é o diretor francês Jean-Pierre Jeneut (O Fabuloso Destino de Amélie Poulin), cineasta dono de um estilo visual único.

 

As Bruxas de Salem

Por falar em dia das bruxas, este filme tem tudo a ver com a data, até mesmo em seu título. No entanto, não vá esperando bruxas no sentido mais famoso delas, ou seja, com vassouras voadoras, feitiços e caldeirões. Este longa está mais voltado ao drama de como mulheres eram realmente consideradas bruxas nesta época medieval. Passado em Salem na década de 1692, Ryder vive uma personagem dúbia e manipulativa, que faz da calúnia uma arte. Revivendo a parceria com o renomado Daniel Day-Lewis (iniciada no filme de Scorsese, A Época da Inocência), os atores interpretam amantes proibidos. O medo aqui é provido pela crueldade do homem em si, que bancando Deus decidia sobre os que deveriam viver e os que deviam ser queimados na fogueira.

 

Frankenweenie

Começamos a lista com duas parecerias de Winona Ryder com o diretor Tim Burton, responsável por alguns dos filmes mais famosos de sua filmografia. E em 2012, a tão aguardada nova colaboração entre os artistas finalmente saía do papel. Trata-se de uma animação no formato stop-motion, especialidade do diretor, que começou sua carreira como técnico de animação da Disney. Ainda queremos um filme em live action comandado por Burton para Ryder estrelar, mas enquanto isso, esta afetuosa produção animada serve, fazendo bem o trabalho de ser um filme muito indicado para esta data. Essa é a versão em longa-metragem de um dos primeiros trabalhos da carreira de Burton, um curta de mesmo nome, filmado em live action. Aqui, o diretor opta pela animação, para novamente homenagear o clássico Frankenstein, trocando o morto-vivo por um cachorrinho amável, trazido de volta à vida por seu dono. Ryder dubla a personagem Elsa Van Helsing.

 

Dominação

A esta altura a carreira de Winona Ryder já começava a sair levemente dos trilhos. Tanto que este é um filme que poucos, até mesmo dentre os fãs da atriz, lembram ou conhecem. Mas que este que vos escreve chegou ao cúmulo de assistir no cinema. Pegando carona com os filmes demoníacos sobre o fim do mundo, muito em voga na época – vide Fim dos Dias, Stigmata e A Filha da Luz – este Dominação traz Ryder na pele de uma mulher que sobreviveu a uma possessão demoníaca e a um exorcismo, e fez de sua missão impedir novas vindas do capeta para a Terra, ao lado de um grupo de padres católicos. Ela descobre que a próxima vítima do apocalipse é um jornalista ateu, que será usado como receptáculo para o coisa ruim, a fim de destruir nosso planeta.

Bônus: Stranger Things

No papel de Joyce Byers, Winona Ryder deu a volta por cima em sua carreira, e voltou a ser um nome na boca de todos. A série da Netflix se tornou um verdadeiro fenômeno e fez de seu elenco mirim sensação do dia para a noite. Ryder era o nome mais conhecido do projeto, uma aposta arriscada da empresa (que não época não possuía a dimensão que tem hoje) que terminou se mostrando vencedora. A trama mistura experimentos científicos secretos do governo americano, envolvendo dons extra-sensoriais como telecinese, teletransporte e portais para outras dimensões. Nem precisa ser dito que aqui temos muitos elementos sobrenaturais relacionados ao terror, a ficção e o suspense. Mas a graça do programa é o grupo de amigos inseparáveis, que faz uma muito bem-vinda homenagem ao tipo de filme que fez muito sucesso na adolescência de Ryder nos anos 80. Aqui, a atriz vive a mãe de um dos garotos, que desaparece logo de cara, e seu sumiço é o que faz girar a primeira temporada do programa. Stranger Things parte agora para seu quarto ano.

“Estamos com você nesta missão, Juliette”, Chris Hermsworth e Vingadores tentam AJUDAR a salvar o Brasil!

A eleição deste domingo não vai mostrar somente o caminho que o Brasil vai seguir, mas também qual será o futuro do mundo. E para ajudar, quem melhor que Os Vingadores?

Samuel L. Jackson e Chris Hermsworth responderem o pedido de ajuda de Fabio Porchat e da Juliette para ajudar o Brasil.

Após Jackson convocar os amigos de elenco da Marvel, Juliette pediu:

“Aumento de incêndios e desmatamento na Amazônia, ameaça à vida dos povos originários.. O meio ambiente está em estado de emergência no Brasil e no domingo a nossa missão é votar também para defender as nossas florestas. #NemTodoHeróiUsaCapa”.

Prontamente, Hermsworth respondeu:

“Estamos com você nesta missão. @Juliette! Vingadores brasileiros, neste domingo todos vocês são dignos de exercer seu voto, algo mais poderoso do que qualquer martelo. #NemTodoHeróiUsaCapa (Mas alguns sim.)

Após o comediante Fábio Porchat pedir ajuda do grupo da Marvel para salvar o Brasil da fome e da abstenção no dia da votação, Jackson postou:

“Tô ouvindo aqui. Robert Downey Jr., Mark Ruffalo, Chris Hermsworth, Don Cheadle e Benedict Wong venham ver. ISSO NÃO É UM TESTE. Eleitores do Brasil, mandem suas histórias sobre como e por que estão votando. É hora de verdadeiros heróis se reunirem.
#NemTodoHeróiUsaCapa

Confira:

Dos atores marcados, Ruffalo já se manifestou politicamente e declarou voto em Lula, mandando até um vídeo especial para a campanha do petista.

Sem tomar posição política, Jackson pediu para que os brasileiros enviem suas histórias.

Vídeo mostra como foram criados os efeitos especiais de ‘Mulher-Hulk’

A Marvel Studios liberou um vídeo que mostra como foram feitos os efeitos visuais da série ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘.

Assista:

Lembrando que todos os episódios continuam disponíveis na Disney+.

A trama acompanha Jennifer Walters (Maslany), advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, começa a ganhar poderes idênticos ao de Hulk após um acidente com Bruce Banner (Mark Ruffalo), seu primo.

O elenco também conta com Jameela Jamil, Ginger Gonzaga, Griffin Mathews, Renée Elise Goldsberry e Josh Segarra. A rapper Megan Thee Stallion fará aparições na produção.

Filmes CLÁSSICOS que merecem ser assistidos no Halloween….

O Halloween é uma data controversa no Brasil, mas muito comemorada por algumas pessoas. O clima de terror se mistura à inocência das crianças pedindo doces – mediante ameaças de vandalismo, claro – e cria uma data única. Pensando nisso, conversei com a redação do CinePOP e chegamos a uma lista de filmes que não podem faltar nesse Halloween. Confira!

 

Abracadabra (1993)

Queridinho dos fãs, esse filme traz uma versão mais inocente e divertida do Halloween. Idealizado para ser um especial do Dia das Bruxas para o Disney Channel, o roteiro de Abracadabra acabou chamando atenção dos executivos, que viram potencial nele e deram sinal verde para ir pros cinemas. A trama começa nos anos 1960, quando três irmãs bruxas decidem roubar a vitalidade das crianças para ficarem jovens para sempre. O ato causa revolta e elas ficam presas por 30 anos. Em 1993, um jovem vai para a cidade de Salém e acaba soltando as bruxas de novo.

 

A Noite das Brincadeiras Mortais (1986)

Esse filme slasher leva um grupo de estudantes até uma mansão em uma ilha, onde eles pretendem passar o feriado de primeiro de abril. A casa está cheia de pegadinhas de primeiro de abril, como cadeiras de isopor e almofadas com barulho de pum. Só que, do nada, os amigos começam a morrer misteriosamente. É divertido e bastante incômodo.

Deu a Louca nos Monstros (1987)

Com roteiro de Shane Black (Máquina Mortífera), essa comédia de terror é um clássico cult genial, que brinca diretamente com todos os monstros clássicos da Universal. Um grupo de pré-adolescente autointitulados de Patrulha Monstro encontra um diário escrito por Van Helsing, que alerta para a invasão dos monstros à cidade, que pretendem recuperar um amuleto místico para colocarem seu plano maligno em ação. O grupo, então, decide usar suas habilidades e conhecimentos sobre o universo dos monstros para ajudar os adultos no combate mais inesperado do cinema. Lançado originalmente em vídeo, o filme fez tanto sucesso que acabou indo para os cinemas. Além disso, a maquiagem e as roupas dos monstros foram feitas pelo lendário Stan Winston.

 

Brinquedo Assassino (1988)

É impossível falar de Halloween sem pensar em crianças e terror. Por isso, Brinquedo Assassino é praticamente o exemplo perfeito da crueldade do sobrenatural. Após levar um tiro da polícia, o serial killer Charles Lee Ray invade uma loja de brinquedos, onde realiza um ritual haitiano para transferir sua alma para o corpo de um boneco “Good Guy”, fenômeno de vendas entre as crianças. Com o ritual concluído, o agora Chucky acaba sendo comprado por uma mãe viúva, que o dá de presente para o filho de seis anos, Andy Barclay. A partir daí, o boneco ganha vida e começa a tocar o terror na vida do pobre menino.

 

Os Caça-Fantasmas (1984)

Segunda maior bilheteria de 1984, Os Caça-Fantasmas se tornaram um verdadeiro ícone dos anos 1980. Mexendo com o sobrenatural, um grupo de paracientistas se une para investigar casos sobrenaturais e capturar fantasmas em Nova York, provando assim que não são charlatões. Seus feitos começam a ganhar repercussão e os negócios vão indo bem, até o dia em que uma ameaça maior que tudo que eles já enfrentaram: o temível Zuul. Apesar de ser um filme de comédia que ajudou a alavancar a carreira de Bill Murray, Os Caça-Fantasmas conseguem unir todo o espírito do Halloween. Stranger Things que o diga.

 

Charlie Brown e a Grande Abóbora (1966)

Nos anos 1960, os especiais para TV da Turma do Minduim faziam sucesso pelo mundo. No Brasil, eles só chegaram nos anos 1980. Com bastante sensibilidade e destoando das outras produções dessa lista, Charlie Brown e a Grande Abóbora mostra o menino Lino empolgado para o Halloween. Diferentemente das outras crianças, ele não está ansioso pela caça aos doces nem pelas fantasias, mas sim para ver A Grande Abóbora, que seria um tipo de Papai Noel para ele, que tenta provar sua tese para a Turma, mas não consegue e acaba sendo ridicularizado. É uma história sobre amadurecimento em pleno Halloween, além de ser uma fofura.

 

Pânico (1996)

Estrelado por Neve CampbellDavid ArquetteCourteney CoxMatthew LillardSkeet UlrichRose McGowan e Drew Barrymore, o filme revolucionou o subgênero slasher ao trazer Sidney (Neve Campbell) como estudante alvo de um misterioso assassino que matava suas vítimas inspirado em filmes de terror. O longa ao mesmo tempo que inova, satiriza o gênero do terror, mas a forte inspiração na franquia Halloween faz dele uma boa pedida para este 31 de outubro.

 

Os Fantasmas Se Divertem (1988)

Não tem como fazer uma lista de Halloween sem ter ao menos um filme de Tim Burton. Misturando comédia com terror e até mesmo musical, esse filme é 100% politicamente incorreto e traz os mortos no controle da situação. Ele conta a história de um casal que sofre um acidente de carro, morre e passa assombrar uma casa tranquilamente. Até que uma família esnobe compra a propriedade e começa a tirar a paz das assombrações, que apelam a uma criatura odiosa, chamada Beetlejuice (Michael Keaton).

 

Halloween (1978 – atualmente)

Iniciada em 1978, como Halloween: A Noite do Terror, a franquia de John Carpenter já se estende por 12 filmes. Uns são maravilhosos, enquanto outros chegam a ser ofensivos de tão ruins (estou falando com você, Halloween 6 – A Última Vingança). Mas a verdade é que o terror de halloween praticamente surge com essa franquia, que traz o serial killer Michael Myers atrás de Laura Strode, ou da própria sobrinha ou de parentes da família Strode. Sempre atacando na noite de halloween, o assassino é um dos ícones da cultura pop e vale a pena tirar o dia para conferir a franquia.

Halloween II – O Pesadelo Continua (1981) – Clássico de John Carpenter, com Jamie Lee Curtis, completa 41 anos!

Halloween Ends está atualmente em cartaz nos cinemas brasileiros e pelo mundo. O mais recente exemplar da franquia do maníaco de máscara branca Michael Myers marca o final da nova trilogia que, traz de volta Jamie Lee Curtis (a musa da série) como a protagonista Laurie Strode, e já arrecadou mundialmente mais de US$85 milhões num orçamento de US$20 milhões.

No entanto, como muitos fãs devem saber, Halloween Kills não é a primeira sequência direta da franquia, ou sequer a primeira continuação direta a marcar o retorno da veterana Jamie Lee Curtis. Ao voltarmos quatro décadas no passado, para 1981, nos depararemos com Halloween II – O Pesadelo Continua, a “primeiraça” continuação que essa série de filmes recebeu, dando sequência ao clássico atemporal e verdadeira obra-prima da sétima arte, Halloween – A Noite do Terror (1978). O filme, assim como o original, fazem parte do atual acervo da Netflix e são pedidas certas para esse dia das bruxas.

A caveira brotando da abóbora marca a abertura de Halloween II.

É interessante perceber que mesmo os críticos mais céticos e contrários ao que definimos hoje como o subgênero dos slasher, guardavam com afeto e elogios múltiplos o longa do mestre John Carpenter. Um exemplo disso são os famosos críticos norte-americanos Roger Ebert e Gene Siskel, “pais” do formato dos críticos em vídeo (ainda na década de 1970), a dupla repelia toda produção de terror considerada de mau gosto; com Halloween (1978) o exato oposto aconteceu, com ambos tecendo elogios para suas inúmeras qualidades artísticas, como contraste de luz e sombras, uma crescente atmosfera de suspense, onde nossa imaginação era desafiada a completar a lacuna do que víamos em tela, sem respostas fáceis.

A história do raio não cair no mesmo lugar duas vezes é quase certa em se tratando de obras e artistas, afinal um trabalho jamais sairá exatamente igual ao outro. E quando criou Halloween (1978) ao lado da parceria Debra Hill, o cineasta John Carpenter conseguiu capturar um relâmpago na garrafa; um filme de história simples, mas tão artesanalmente perfeita que se tornou irresistível não apenas para os aficionados pelo terror. Ao lado das críticas bem elogiosas chegava também o prêmio de se tornar a produção independente mais rentável àquela altura, título que manteve por doze anos. Mas toda conquista e boa ação gera uma consequência.

Halloween (1978) fez tanto sucesso que gerou uma penca de imitadores, com todo produtor “oportunista” de Hollywood desejando uma parcela de tal lucro. Um dos primeiros a entrar neste filão foi Sean S. Cunnighan que, endividado e precisando sustentar a família, liberou seu lado mais marketeiro e vendeu a ideia para Sexta-Feira 13 (1980) para a Paramount – que nada mais era do que uma produção criada nos moldes de Halloween, visando unicamente o lucro financeiro. Deu muito certo e arrecadou ainda mais bilheteria. Com agora dois acertos colossais, começou-se a “corrida do ouro” dos filmes slasher, com todo estúdio de Hollywood se mexendo para tirar da cartola filmes semelhantes – assim dando início a uma verdadeira enxurrada nos cinemas. Isso sem falar nas sequências dos filmes que haviam dado muito certo.

Logo no ano seguinte, em 1981, Sexta-Feira: Parte 2 era programado para a estreia. Assim, o produtor sírio Moustapha Akkad não desejava se manter fora desse jogo, afinal foi o seu produto que começou tudo. Mesmo não sendo uma atitude “artística”, num aspecto financeiro era a decisão certa a se ter. Então o produtor foi diretamente falar com “o homem” para que a continuação de Halloween tomasse forma. John Carpenter, por outro lado, já havia contado essa história e para ele, o longa tinha começo, meio e fim, sem qualquer vontade de sua parte a retornar a tal universo. Um tempinho depois, aconselhado por amigos e gente de confiança, Carpenter foi convencido a permanecer por perto da franquia e tirar dela uma boa grana. Assim, o cineasta aceitou as funções de roteirista e produtor, mas deixava a direção de lado (lançava nos cinemas no mesmo ano, a ficção científica de ação Fuga de Nova York – cult instantâneo).

Novamente ao lado de Debra Hill, Carpenter precisava tirar uma segunda parte da cartola, mesmo à contragosto. Pensando no polpudo cheque que receberia, o diretor sentou em sua máquina de escrever e abastecido com uma quantidade respeitável de sua marca de cerveja preferida, deu asas à sua imaginação. Desta “viagem” embriagada nascia a trama de Halloween II (1981), contada na mesma noite, de forma mais que direta e servindo de “complemento” para o original – como se fossem um longo único filme de 3 horas de duração. Como vemos no primeiro Halloween, Michael Myers é baleado pelo Dr. Loomis ao tentar matar Laurie Strode, mas basta uma segunda olhada para notarmos que o psicopata se levantou do gramado e não pode mais ser visto. A questão brilhante do original é: onde estará ele? Com os últimos takes sendo todos os lugares por onde andou no filme, dentro e fora das casas do subúrbio da fictícia Haddonfield, em Chicago, a sensação era a que de ele poderia estar em qualquer lugar, inclusive perto de nós, que assistíamos a tudo. Toque de gênio. Revertendo essa ótima jogada, o segundo filme realmente respondia e nos mostrava onde Michael andava.

Bem, e ele continuava sua onda de matança pelos arredores da vizinhança. Entrando e saindo de casas de moradores idosos e jovens do bairro, no caminho matando toda e qualquer pessoa que via pela frente. Um dos principais atrativos do primeiro Halloween é realmente o suspense, a sensação do inesperado, a imprevisibilidade de ser ter um louco fugido de um hospital psiquiátrico rondando e espreitando na vizinhança – com a maioria alheio a ele. O fato de ter invadido uma loja e roubado uma máscara, a qual usa em seu rosto no dia das bruxas, demonstra ainda mais que ele não está “puro” e pode ser perigoso. Carpenter constrói o suspense com Michael sendo muito mais um “stalker”, alguém que persegue; é só mais para o desfecho que ele realmente começa a matar os jovens e atacar a protagonista. Em Halloween II, já começamos o filme sabendo do que ele é capaz, e isso faz desaparecer o elemento da surpresa. Foi nisso que Carpenter apostou.

Jamie Lee Curtis retorna como Laurie (com direito à peruca), mas tem pouco a fazer na continuação.

De começo, a ideia do diretor Rick Rosenthal – escalado para substituir Carpenter na cadeira de comando – era seguir à risca o que o filme original havia apresentado, ou seja, apostar bem mais no clima intimista, na construção minuciosa do suspense e na imprevisibilidade de onde a história poderia caminhar. Contrariando o que havia confeccionado no anterior, Carpenter acreditava que as surpresas já haviam sido declaradas e que agora cabia apenas partir para a ação, elevando tudo a outro nível narrativo. Além, é claro, de saber que o público apreciava cada vez mais filmes movimentados e que enfrentavam a concorrência de outras produções criadas nestes moldes. Assim, os problemas na produção se iniciavam, com a colisão de produtor/ roteirista e diretor. Ironicamente, ao deixar vaga a cadeira de direção, a intenção de Carpenter era dar oportunidade a novos diretores e suas visões para a história. E esse era o debute de Rick Rosenthal no cargo.

Com mais mortes e sustos (muitos dos quais Carpenter reescreveu para dar mais energia à sequência), Halloween II também contava com mais cenas de ação e até mesmo uma explosão – como na cena em que um infeliz usando uma máscara igual a de Michael Myers, é confundido com o psicopata, atropelado pela polícia e esmagado entre uma van, ao que o carro explode e incinera o rapaz. O jovem em questão era Ben Trammer, paixão platônica da protagonista Laurie mencionado por ela no filme original. Sua aparição e subsequente morte no segundo serve para, além de levantar suspeita sobre o destino de Michael (adicionando um pouco daquela imprevisibilidade que faltava), criar um elo ainda mais forte com o antecessor (ao apresentar em tela personagens apenas mencionados previamente) e enfatizar a descida em espiral de Laurie em seu inferno pessoal, tendo retirado dela até mesmo um possível amor.

A ação de Halloween II desta vez se desenvolve dentro de um hospital durante o plantão noturno.

Halloween II – O Pesadelo Continua (1981) é muito lembrado pelos fãs como o “filme do hospital” da franquia. Inicialmente planejado para ter como cenário um grande prédio de apartamentos, ficou decidido finalmente que a maior parte da trama se passaria dentro do Haddonfield Memorial Hospital (tão fictício quanto a cidade em si – tendo a maioria de suas cenas sido gravadas no muito real Morningside Hospital, em Los Angeles), onde Laurie foi levada para tratar de seus ferimentos adquiridos no desfecho do primeiro Halloween. Para a continuação, é claro, grande parte dos atores originais retornaram, alguns como Nancy Loomis, que interpretou a melhor amiga Annie, apenas para atuarem como mortos, sendo levada por uma maca. Os retornos mais esperados, no entanto, eram os de Jamie Lee Curtis e Donald Pleasence – o incansável Dr. Loomis.

Lágrimas de crocodilo… e de sangue! Por que choras Michael Myers?

A introdução de Halloween II, que ainda utiliza novos ângulos e cenas para reproduzir os eventos do original, recapitulando para o público (afinal haviam se passado três anos entre os longas), ocorre nas cercanias dos quarteirões residenciais dos subúrbios da pacata cidade. Grande parte da narrativa, como mencionado, se concentra no hospital, onde Michael segue Laurie e encontrará todo um novo lote de vítimas – em sua maioria funcionários do local, entre médicos, enfermeiras, motoristas de ambulância e seguranças. O que muitos observam e criticam é o fato de, apesar de ser o plantão noturno, o hospital se encontrar demasiadamente vazio – a não ser pela chegada de Laurie e de um menino que comeu doces demais e encontreu uma lâmina de barbear dentro de um deles, prendendo o objeto cortante na língua (uma famosa lenda urbana americana).

Fogo no parquinho! Michael Myers incendeia a tela e a si mesmo no desfecho de Halloween II.

No fim das contas, Halloween II (1981) é mais lembrado por introduzir na mitologia da série o fato de Laurie e Michael serem irmãos, solução encontrada por Carpenter em seu roteiro para justificar a obsessão do assassino pela protagonista. Afinal, ao ser levada para o hospital, enquanto o maníaco foge da polícia, suas histórias se separariam aí. Essa linha narrativa foi mantida em todas as sequências, inclusive nos remakes de Rob Zombie, sendo eliminada somente nos recentes filmes da Blumhouse – que usam como cânone apenas o original. Halloween II, embora não tão bem sucedido financeiramente ou de críticas quanto o original, é uma das continuações mais queridas da franquia. Com um orçamento de US$2.5 milhões, rendeu o retorno de US$25.5 milhões. E no que diz respeito a John Carpenter, este foi o fim da história de Michael Myers, Laurie Strode e do Doutor Loomis. Ou seja, o fim de uma era. Isto é, até retornar como produtor executivo e compositor da trilha da nova trilogia da Blumhouse – seu único envolvimento desde então com o “bicho papão” que criou.

Crítica Netflix | O Enfermeiro da Noite: Jessica Chastain e Eddie Redmayne em espetacular thriller true crime

Uma tendência POP mundial cada vez mais crescente, o gênero true crime migrou do submundo das playlists de podcast para as telas da Netflix, em uma sucessão inesgotável de minisséries e longas documentais que exploram alguns dos crimes mais atrozes registrados tanto nos Estados Unidos, bem como em diversos outros países. Alcançando antes apenas uma pequena parcela de assinantes da TV a cabo a partir do canal Investigação Discovery, hoje o formato se tornou um genuíno movimento alternativo de entretenimento, onde curiosos se fartam com relatos assombrosos que exploram a mente humana em seu pior estado. Mas enquanto produções como Dahmer: Um Canibal Americano podem ser gráficas demais, ao ponto de serem consideradas como uma glorificação do serial killer (o que não é o caso), O Enfermeiro da Noite relata a barbárie de Charlie Cullen pela ótica menos provável, mas tão mais importante: A da heroína que desvendou a real face de um lobo em pele de cordeiro.

A tradução do título “The Good Nurse” para O Enfermeiro da Noite não poderia ser a mais equivocada. Compreensiva, mas extremamente errônea, a versão aportuguesada direciona nossos olhos e atenção para os crimes de Cullen. Mas a verdade é que o original Netflix lançado primeiramente no Festival de Toronto e baseado no livro O Enfermeiro da Noite: Uma História Real de Medicina, Loucura e Assassinato (Charles Graeber), não se trata tanto dele. Subvertendo o gênero true crime da maneira correta – sem cair na mesmice dos clichês formulaicos replicados em produções anteriores -, o thriller baseado em fatos reais explora a história da enfermeira Amy Loughren, que conviveu lado a lado com o serial killer que silenciosamente matava seus pacientes com overdoses de insulina. Migrando de um hospital para outro sempre em circunstâncias suspeitas, ele conseguiu perpetuar seus crimes por mais 16 anos.

E a partir da perspectiva desta boa enfermeira, vemos a dualidade de Charles, um homem aparentemente correto e generoso, que a ajudou em seus piores momentos, mas que quase diariamente matava um de seus pacientes durante o turno noturno. E pela direção de Tobias Lindholm e roteiro de Krysty Wilson-Cairns, a trajetória do serial killer mais letal dos Estados Unidos se torna uma inspiradora e encorajadora história sobre uma mulher comum que, em meio a todos os seus conflitos e dilemas de mãe solo trabalhadora, foi capaz de encerrar um ciclo de violência que nem a gestão de alguns dos maiores hospitais do país conseguiram. Convidando a audiência para uma experiência angustiante que se priva da banalização da violência, o cineasta brinca com a nossa imaginação e mostra os crimes do assassino sempre pela ótica da especulação.

Abusando da impressionante e poderosa performance de Eddie Redmayne como Cullen, O Enfermeiro da Noite é um suspense que nada perde para os outros longas do gênero que abusam do grafismo. Com o vencedor do Oscar em uma performance internalizada e introspectiva, somos presenteados por sua poderosa versatilidade. O astro esbanja talento, habilidade e sagacidade de forma natural e assustadora, à medida em que fica em um leve hibridismo performático entre uma versão mais doce e acalentadora – aquela que ajuda a enfermeira Amy – e seu suspeito comportamento que escapa em alguns momentos. Em contraste, a também vencedora do Oscar, Jessica Chastain, nos oferece uma excelente atuação mais serena e cansada, que estampa o estado emocional que a enfermeira vivia no auge de sua amizade com o serial killer.

Com figurantes que são enfermeiros na vida real, a produção retrata a comunidade médica pela ótica correta, replicando a didática operacional dos profissionais do ramo, como uma forma de também honrá-los pelos seus serviços prestados à sociedade. E ao invés de cair nos clichês do gênero true crime, em que o serial killer deixa pequenos rastros de seu comportamento mesmo quando sua verdadeira identidade ainda é um mistério, Tobias se mantém no campo realista de mostrar Charlie sempre pela ótica de Amy – que o enxergava apenas pela bondade de seu cuidado com ela.

Essa estratégia do cineasta torna a experiência ainda mais palpável para a audiência, uma vez que ela nos coloca na mesma posição de Amy, como aqueles que enxergarão a verdadeira face do mal apenas em seu excelente clímax. Com uma visão mais otimista que valoriza a protagonista como a heroína sem capa da vida real, O Enfermeiro da Noite é outra daquelas preciosidades lançadas pela Netflix. Angustiante por sua estratégica atmosfera de mistério e com uma direção cautelosa que se aproveita das sombras da noite, em contraste com a luz artificial, o thriller é uma impecável cinebiografia feita para os viciados ou não no gênero true crime.

‘Aterrorizante 3’: Diretor planeja mais uma sequência do terror que está fazendo as pessoas passarem MAL nos cinemas

O terror independente ‘Aterrorizante 2‘ (Terrifier 2) se tornou um sucesso de bilheterias nos EUA, impulsionado pela notícia de que várias pessoas passaram mal durante as sessões. E com o sucesso, vem mais sequência aí.

O diretor Damien Leone revelou à revista Variety que já está planejando o próximo filme.

“Eu já tinha uma Parte 3 em mente ao escrever a Parte 2. Levantamos várias questões no segundo filme que não foram respondidas. Eu praticamente tenho toda a história pronta para o terceiro, mas está ficando tão grandioso que podemos ter até um quarto filme”, afirmou.

Após ser ressuscitado por uma entidade sinistra, o palhaço Art retorna à Miles County, onde ele deve caçar e destruir uma adolescente e seu irmão mais novo na noite de Halloween.

O diretor afirma que nunca imaginou que a franquia se tornaria tão bem sucedida.

“É surreal. Foi como uma bola de neve, o marketing boca a boca, as pessoas passando mal e desmaiando na sessão… Nunca imaginei que o filme faria milhões de dólares nos cinemas”.

Leone acha que a franquia pode atrair atenção dos grandes estúdios.

“Ia ser demais conseguir uma empresa de maquiagem real de Hollywood para fazer os efeitos especiais. Isso ajudaria muito o trabalho e deixaria mais realista”, afirmou. 

Até o momento, o longa segue sem previsão de estreia nos cinemas e streaming do Brasil, mas os cinéfilos podem conferir o primeiro filme da franquia que está disponível nas plataformas de streaming.

Aterrorizante‘ está disponível no Brasil no Looke e para aluguel no YouTube, Microsoft e Apple iTunes.

As primeiras projeções da sequência estavam na faixa de US$ 250 mil para o fim de semana, mas o terror abriu com chocantes US$ 1,2 milhão.

Em apenas duas semanas, o filme continua mostrando um ótimo desempenho e já soma US$ 2,4 milhões, com uma média de ótimos US$ 1.495 por sala de cinema.

E pasmem: o orçamento do filme foi de apenas US$ 250 mil.

Na última semana, foi reportado diversos incidentes de pessoas desmaiando e vomitando durante as sessões do filme – que promete ser extremamente VIOLENTO.

“Meu amigo desmaiou assistindo ‘Aterrorizante 2’ e o cinema teve que chamar uma ambulância. Super recomendo.”

“Enquanto estava assistindo ‘Aterrorizante 2’ com meu amigo, ele vomitou e desmaiou. Já vi cinco pessoas saírem da sala do cinema. Estou amando!”

“Os espectadores estão vomitando nas salas de cinema por causa de algumas cenas em ‘Aterrorizante 2’. Esse é um dos melhores filmes de terror do ano.”

“Acabei de assistir ‘Aterrorizante 2’. Esse filme é extremamente violento. O cara atrás de mim desmaiou e caiu da cadeira; um outro cara saiu porque ele não estava se sentindo bem. Ouvi ele vomitando horrores no banheiro.”

“Caramba! ‘Aterrorizante 2’ é fantástico! Definitivamente não é para os fracos de coração. Alguém desmaiou de verdade durante a minha sessão. O Palhaço Art já é um ícone do terror.”

Confira o trailer:

Damien Leone retorna à direção.

David H. Thornton retorna como o palhaço sádico. Lauren LaVera será a protagonista da continuação.

Aterrorizante‘ foi originalmente lançado em 2016 de forma limitada e acabou conquistando os fãs de terror slasher.

Ótimos trabalhos dos ASTROS de ‘The Boys’ no cinema e nas séries

O seriado The Boys, disponível na Prime Video, sem dúvidas é um dos projetos mais aclamados por crítica e público nos últimos anos. Na história, baseada em uma HQ escrita pela dupla Garth Ennis e Darick Robertson, acompanhamos super-heróis que possuem um lado sinistro quando estão fora dos holofotes, usando seus poderes para o caos, entrando em conflito com um grupo que tem como objetivo principal deter as ações deles. Uma curiosidade, os líderes dos dois grupos que se formam na trama são protagonizados por dois atores neozelandeses.

O elenco dessa série é maravilhoso e com ótimos trabalhos já vistos em outros projetos. Mas como alguns rostos são desconhecidos da maioria do público, segue abaixo Ótimos trabalhos de alguns artistas de ‘The Boys’ no cinema e nas séries:

 

Karl Urban (Billy Butcher)

O neozelandês Karl Urban é um dos rostos mais conhecidos do seriado. Seu primeiro papel como ator veio aos oito anos e ao longo dos anos, ele apareceu em vários comerciais de TV locais, além de papéis no teatro ainda na Nova Zelândia. Em 2002, sua carreira decolou quando conseguiu o papel de Eomer em O Senhor dos Anéis – As Duas Torres. Outro destaque na carreira foi seu papel como o Dr. McCoy no longa-metragem Star Trek dirigido por J.J. Abrams.

 

Jack Quaid (Hughie)

Nascido no dia 24 de abril (o mesmo dia desse que vos escreve), o ótimo ator californiano Jack Quaid é filho de dois grandes astros do cinema Meg Ryan e Dennis Quaid. Ele estreou nos cinemas em Jogos Vorazes e em 2022 esteve no elenco de Pânico. Ele estará no próximo filme de Christopher Nolan, o aguardado Oppenheimer.

 

Antony Starr (Homelander/Capitão Pátria)

Um dos mais impactantes intérpretes de The Boys, Antony Starr e seu Homelander conquistam as atenções de todos. O ator neozelandês participou no início da carreira do seriado Xena – A Princesa Guerreira e em 2013 foi o protagonista da ótima série Banshee.

 

Erin Moriarty (Starlight / Luz-Estrela)

A nova-iorquina Erin Moriarty começou a atuar aos 11 anos de idade e já participou de seriados como Lei e Ordem: Unidade de Vítimas Especiais. No cinema, estreou faz 10 anos no filme Vizinhos Imediatos de 3º Grau, mais tarde esteve no elenco do ótimo Capitão Fantástico e já foi até filha de Mel Gibson em Herança de Sangue.

 

Jessie T. Usher (A-Train / Trem-Bala)

Depois de estudar artes culinárias na faculdade, o norte-americano Jessie T. Usher embarcou para o mundo da atuação estreando em um episódio da série Without a Trace (Desaparecidos, no Brasil), em 2005. Depois ele teve participações em episódios de outros seriados como O Mentalista, Hannah Montana, Mentes Criminosas entre outras produções da televisão. Em 2016 foi um dos protagonistas de Independence Day: O Ressurgimento e mais recentemente está no elenco do recém-lançado filme de suspense Sorria.

 

Chace Crawford (The Deep / Profundo)

O texano Chase Crawford, filho de uma professora e um dermatologista, quando resolveu seguir a carreira de ator trabalhou como manobristas de carros para ajudar a pagar seus custos quando tentava uma grande chance na carreira. Em 2006, conseguiu entrar no mundo do cinema no filme dirigido por Renny Harlin, O Pacto. No ano seguinte virou um rosto conhecido mundialmente ao interpretar Nate Archibald no seriado de sucesso Gossip Girl.

 

Elisabeth Shue (Madelyn Stillwell)

Um dos nomes mais conhecidos do elenco que integrou a primeira temporada da série, a veterana atriz já até concorreu ao Oscar de Melhor Atriz por sua fabulosa atuação em Despedida em Las Vegas, onde atuou ao lado de Nicolas Cage. Ela também participou do clássico Karatê Kid em 1984, além do filme O Santo no final da década de 90.

 

Giancarlo Esposito (Stan Edgar)

Filho de uma cantora de ópera norte-americana e um carpinteiro italiano, Giancarlo nasceu em Copenhague, na Dinamarca. Formado em comunicação, ele entrou no mundo das artes no final da década de 60 onde fez sua estreia nos palcos da Broadway no musical Maggie Flynn (1968). Creditado em mais de 190 produções, incluindo filmes, séries e peças de teatro, o experiente ator, entre outros grandes trabalhos, foi o inesquecível Gus Fring de Breaking Bad, participou do filme Faça a Coisa Certa de Spike Lee, e também do excelente filme Os Suspeitos, dirigido pelo Bryan Singer.

 

Tomer Capone (Francês)

O israelense Tomer Capone antes de entrar no mundo mágico do cinema e após se formar no ensino médio, foi recrutado para as Forças de Defesa de Israel. Ele serviu como soldado e foi líder de esquadrão de um batalhão da Brigada de Paraquedistas. Depois, entrou em uma escola de artes e começou sua carreira em 2015. No mesmo ano já participou de seu primeiro longa-metragem, De Amor e Trevas, dirigido por Natalie Portman. Em 2018, fez uma participação no filme 7 Dias em Entebbe dirigido pelo cineasta brasileiro José Padilha.

 

Karen Fukuhara (Kimiko)

A atriz californiana, filha de pais japoneses, intérprete da intrigante Kimiko em The Boys, estudou na prestigiada Universidade da Califórnia, em Los Angeles, a UCLA. Ao longo da ainda curta carreira que começou em 2016, já participou do sucesso Esquadrão Suicida no mesmo ano e recentemente teve um participação no divertido Trem-Bala protagonizado por Brad Pitt.

 

Laz Alonso (Mother’s Milk / Leitinho)

O ator norte-americano de 48 anos já tem mais de duas décadas de profissão, com muitas participações em projetos de ação. Ele participou recentemente do filme O Infiltrado, dirigido por Guy Ritchie, e antes participou do primeiro filme da franquia Velozes e Furiosos e também do mega sucesso de James Cameron, Avatar. Seu próximo projeto a ser lançado é um suspense chamado Detained dirigido pelo cineasta Felipe Mucci, com a atriz australiana Abbie Cornish como protagonista.

 

Jensen Ackles (Soldier Boy)

O ator norte-americano, nascido em Dallas, de 44 anos, ficou mundialmente conhecido no seriado de sucesso Supernatural, onde interpretou Dean Winchester ao longo de 15 anos em mais de 320 episódios. Ele chegou recentemente ao elenco de The Boys na pele de um personagem impactante!

‘A Órfã’ e outros 15 Filmes de Terror Famosos que Completam 13 ANOS em 2022

Filmes de terror nunca saem de moda. Além dos clássicos que amamos, todo ano somos brindados com novidades fresquinhas que chegam para arrepiar todos os nossos fios de cabelo. Mas o que acontece quando as novidades se tornam clássicos? Bem, isso é sinal de quem estamos ficando velhos. O tempo passa para todos, para mim, para você e até mesmo para os filmes de terror. Parece que foi ontem, mas algumas obras muito famosas do horror já estão completando dez anos de seu lançamento.

Pensando nisso, o CinePOP resolveu em sua nova lista, relembrar com vocês esses filmes que completam treze anos em 2022. Não esqueça de comentar abaixo quais são os seus preferidos e quais cometeu a heresia de ainda não ter assistido. Vem lembrar.

A Órfã

Adaptado de uma história real, e dirigido por Jaume Collet-Serra (Águas Rasas), o filme conta sobre Esther (a ótima Isabelle Fuhrman), uma menininha de 9 anos, saída do orfanato direto para a casa dos Coleman (papel de Vera Farmiga e Peter Sarsgaard). A história poderia ser perfeita e repleta de amor, mas este é um thriller, então a coisa não acaba bem. Esther não é tão inocente quando diz e guarda um terrível segredo. A Órfã poderia ser um filme de terror qualquer, mas dois motivos o fazem um dos maiores acertos da Warner no gênero nos últimos tempos: a atuação da pequena atriz principal e a reviravolta gélida da trama – da qual ninguém esquece jamais.

Zumbilândia

Aqui, temos um exemplar do “terrir” – que está em vias de lançar sua tão planejada continuação (que passou por uma verdadeira epopeia, entre projetos para o cinema e TV cancelados). Quando foi lançado em 2009, os filmes de zumbis não eram novidade e estavam começando a crescer em seu status (a série Walking Dead, por exemplo, seria lançada no ano seguinte). Nem mesmo os filmes de terror cômico sobre zumbis eram mais novidade, com exemplares como Todo Mundo Quase Morto (2004) e os fracassos Fido (2006) e As Strippers Zumbi (2008). Mas Zumbilândia elevou o jogo e mostrou como fazer, se tornando um cult imediato. Fora isso, Jesse Eisenberg e Emma Stone se tornaram astros depois do filme. E a participação de Bill Murray é simplesmente hilária.

Arraste-me para o Inferno

Outro item que mostrou que os gêneros terror e comédia podem funcionar muito bem quando trabalhados da maneira certa, esta produção é dirigida por ninguém menos do que Sam Raimi. Também pudera, por trás temos um verdadeiro mestre do estilão – vide a franquia Evil Dead – A Morte do Demônio/Uma Noite Alucinante. E Arraste-me para o Inferno é o mais legítimo herdeiro no cinema de sua famosa franquia citada, mesmo sem pertencer ao mesmo universo. E pensar que Ellen Page deixou passar a chance de ser divertir horrores como a protagonista. Na trama, uma funcionária de banco (a sumida Alison Lohman) nega um empréstimo a uma velha cigana, que termina ficando sem casa. A idosa então joga uma maldição na jovem – que agora tem os dias contados para reverter a situação ou ir direto para o inferno.

Garota Infernal

Novamente utilizando o título referente ao inferno – ao menos no Brasil -, este longa aproveitava o auge de popularidade da musa Megan Fox e explorava sua sexualidade latente e inerente. Em Jennifer´s Body (ou o Corpo de Jennifer), Fox viveu a menina mais popular da escola, melhor amiga da nerd vivida por Amanda Seyfried – igualmente em ascensão na carreira, tendo saído do sucesso de Mamma Mia no ano anterior. Uma banda de rock em busca de fama e sucesso – da qual a dupla de amigas é fã -, resolve usar Jennifer como sacrifício para uma oferenda ao demônio. Assim, o grupo consegue o que deseja, e a protagonista se torna uma criatura maligna devoradora de homens – literalmente. Este é outro exemplar do terrir – filmes de terror com muito humor implícito, diálogos sarcásticos e sacadas espertas.

A Trilha

Este é um filme mais nos moldes do whodunit – subgênero do suspense ou terror no qual o espectador precisa adivinhar quem cometeu o crime. Aqui, um grupo de três casais viaja junto por locais paradisíacos no Havaí. Maravilhoso, certo? O único problema é que o sexteto recebe a informação de que um casal de serial killers está passando pelo local e acaba de matar mais algumas pessoas. E agora? Quem são os assassinos? Os hippies vividos por Chris Hemsworth (numa era pré-Thor) e Marley Shelton?  Os certinhos Milla Jovovich e Steve Zahn? Ou os aventureiros Timothy Olyphant e Kiele Sanchez (saída do sucesso de Lost)? No mesmo ano, Jovovich lançava o terror extraterrestre Contatos de 4º Grau – todo gravado no estilo found footage.

Remakes

O ano de 2009 lançou uma verdadeira enxurrada de refilmagens de produções do gênero. Isso demonstra que nesta época elas estavam mais populares do que nunca. Veja abaixo as mais famosas:

Sexta-Feira 13

Não poderíamos começar por outra que não fosse a icônica releitura de uma das três franquias slasher mais amadas do cinema (as outras duas sendo Halloween e A Hora do Pesadelo). Aqui, no entanto, os criadores misturam pelo menos os três primeiros filmes da década de 1980 em sua trama. Apesar do sucesso moderado e dos planos, uma continuação ainda não conseguiu sair do papel. O remake traz Jared Padalecki, o Sam da série “eterna” Sobrenatural, como o protagonista.

Dia dos Namorados Macabro

Esta refilmagem ainda pegou carona em outra tendência crescente há treze anos, os filmes em 3D. O longa foi fortemente vendido com tal mote – no mesmo ano em que Avatar revolucionava o seguimento. Tanto que seu título original é My Bloody Valentine 3D. O remake é bem fiel ao original, contando a história de um assassino mascarado, usando o uniforme dos operários de uma mina, que ataca suas vítimas no dia dos namorados. Por trás do assassino existe uma lenda, já que ataca em épocas diferentes, e o novo filme brinca bem com isso. O filme original era uma produção canadense de 1981. Protagonizando o remake, outro veterano da série Sobrenatural, Jensen Ackles, o Dean.

A Última Casa

Refilmagem de uma obra barra-pesada de 1972, dirigida por Wes Craven, intitulada Aniversário Macabro no Brasil. A nova versão conta com a ótima Sara Paxton no papel de uma jovem atacada e abusada por criminosos, que tentam matá-la, mas ela sobrevive. Ela é encontrada por seus zelosos pais. Um tempo depois e esta “quadrilha de sádicos” pede abrigo, justamente na casa da vítima. O que significa que é hora da vingança. No elenco, Aaron Paul, o Jesse de Breaking Bad, vive um dos criminosos.

O Padrasto

Aqui o remake é de um longa de 1987, protagonizado por Terry O´Quinn, o Locke da série Lost – que rendeu uma continuação em 1989. O protagonista é um psicopata completo, que romanceia e se casa com mulheres divorciadas ou viúvas, somente para se infiltrar em sua família, ganhar sua confiança e depois matar todos. O remake traz Dylan Walsh no papel do vilão, que contrasta bem com sua aparência de bom moço. Uma curiosidade é que no papel do filho mais velho da próxima família na lista do louco, está Penn Badgley, que recentemente fez muito sucesso vivendo justamente um psicopata, na série da Netflix, YOU (Você). O elenco conta ainda com a polêmica Amber Heard.

Pacto Secreto

Quem disse que terror é um gênero exclusivamente masculino? Clamando seu lugar entre os slashers, este terror “feminista” traz um grupo de estudantes de uma casa de sororidade, passando o pão que o diabo amassou após um trote sair do controle causando a morte de uma das alunas. A versão original, intitulada Assassinatos na Fraternidade Secreta, foi lançada em 1983. No elenco do remake, Jamie Chung, a Blink da série The Gifted, Rumer Willis (filha de Bruce Willis e Demi Moore) e a saudosa Carrie Fisher no papel da administradora do local.

O Mistério das Duas Irmãs

Um dos longas mais subestimados da lista, trata-se da refilmagem do asiático Medo (A Tale of Two Sisters, 2003).  Na refilmagem temos a talentosa Emily Browning no papel da protagonista, uma jovem que precisou de tratamento numa clínica após a morte suspeita de sua mãe. Ao voltar para a casa de sua família, se junta à sua irmã mais velha (papel da gracinha Arielle Kebbel) e começam a investigar a nova esposa de seu pai (papel de Elizabeth Banks), a antiga enfermeira de sua mãe. Ao mesmo tempo, as duas começam a ser assombradas por estranhos acontecimentos no local.

Continuações

Premonição 4

Tudo que faz sucesso, precisa ser continuado. E quando falamos em terror, isso se torna uma certeza absoluta. O difícil é depois saber a hora de parar. Assim, o sucesso surpresa Premonição (Final Destination, 2000) se tornou uma das franquias mais rentáveis do gênero na década passada. A premissa é simples, mas eficiente – o problema é que as sequências a repetiram à exaustão, uma ou outra adicionando algum elemento novo e criativo. Na trama, um grupo de jovens “dribla” a morte em algum evento trágico – sempre com a ajuda de um integrante que possui “o dom da premonição” e antevê o acidente. A graça deste quarto exemplar é dar uma de “Sexta-Feira 13” e brincar com o público prometendo ser o capítulo final, assim como no quarto episódio dos filmes do Jason. Em ambos os casos a série continuou.

[REC]² – Possuídos

Continuação do bem sucedido terror espanhol, que se transformou em filme cult, e contava a história de uma repórter no plantão da madrugada, seguindo um grupo de bombeiros por suas emergências noturnas. A mais nova é um chamado de um prédio, no qual estranhos acontecimentos estão ocorrendo. Logo, a repórter, os bombeiros e os moradores se veem presos no prédio lutando por sobrevivência. Este é um criativo terror, todo produzido no estilo found footage, no qual a câmera da reportagem serve como nossos olhos para as ocorrências no filme. A parte 2, lançada dois anos depois, consegue ir ainda mais além, elevando todos os elementos, inclusive o terror, e adicionando na mistura novos itens, como adrenalina (o ritmo é mais frenético) e mais sobre a mitologia do tema principal – que não vale a pena ser revelado. Uma pena que depois disso, a série tenha apenas decaído com seus últimos dois exemplares. Fora isso, o longa foi refilmado nos EUA logo no ano seguinte, com o título Quarentena (2008).

Abismo do Medo – Parte 2

Ao contrário do item acima, esta continuação vai pelo caminho oposto e joga na lama o nome da obra-prima de 2005, dirigida e criada pelo britânico Neil Marshall (que está no comando do novo Hellboy). O filme original era claustrofóbico, intimista e inesperado – esta talvez seja a sua melhor característica. Um grupo formado só por mulheres, se reúne numa cabana para passar o fim de semana, conversar, beber e relaxar. Muito necessário, já que a protagonista Sarah (Shauna Macdonald) perdeu seu marido e filha num terrível acidente de carro. Além do tempo, as amigas decidem se exercitar, explorando uma caverna inóspita através do rapel. No local, precisam combater seus demônios internos e externos. Pois algo as espreita nas sombras. A sacada genial é a mescla de gêneros e o desfecho. E isso é exatamente o que a continuação trata de apagar. Ou seja, a parte 2 não é somente ruim por ser um caça-níquel desavergonhado que não acrescenta nada de novo e apenas suga, como também tenta manchar o original desfazendo o que havia sido estabelecido.

H2: Halloween 2

Este é um caso curioso na lista, pois se trata da continuação de uma refilmagem, mas não exatamente a refilmagem da continuação. Deu para entender? O primeiro filme dirigido por Rob Zombie era declaradamente um remake do clássico de 1978, imortalizado por John Carpenter. É difícil ocupar a sombra da obra, mas a refilmagem tem seus admiradores. No entanto, Zombie pôde seguir seu próprio caminho quando chegou a hora de comandar a continuação dois anos depois. E o diretor até brinca com referências a Halloween II (1981), que se passa todo em um hospital (ou ao menos 90%). Aqui, esta sequência também dá a entender que teremos uma trama no hospital, mas logo depois o filme caminha com as próprias pernas, desbravando uma estrada completamente nova – seja para o bem ou para o mal.

O Grito 3

Aposto que muitos de vocês sequer sabiam da existência desta continuação. Pois bem, aqui temos um caso parecido ao do item acima. O primeiro O Grito (The Grudge, 2004) era a refilmagem americana de uma obra japonesa de 2002 – Ju-on, no original. O longa trazia Sarah Michelle Gellar, a eterna Buffy, como protagonista, uma jovem morando no Japão e se deparando com uma forte presença maligna na casa na qual cuidava de uma idosa senhora. Dois anos depois e chegava a continuação, que também contava com uma participação de Gellar, mas apresentava um elenco de jovens talentos promissores, vide Amber Tamblyn, Arielle Kebbel, Sarah Roemer, Teresa Palmer e a veterana Jennifer Beals. A terceira parte foi lançada direto em vídeo, tanto no Brasil quanto nos EUA, e no elenco, o nome mais conhecido é o de Shawnee Smith, musa da década de 1980, de filmes como Curso de Verão (1987) e A Bolha Assassina (1988), e veterana da franquia Jogos Mortais – que lançava também há treze anos o seu sexto exemplar, com a presença da atriz no papel da pupila Amanda.

Henry Cavill diz que interpretar o Superman é uma responsabilidade que vai além dos filmes

Após anos sem vestir o traje do Superman, Henry Cavill reprisou o papel na cena pós-créditos de Adão Negro‘, provocando seu futuro no DCU.

E, durante sua participação no podcast Happy Sad Confused (via Comic Book), o astro explicou que vestir a capa do Superman é uma grande responsabilidade, algo que vai muito além dos filmes.

Em sua declaração, Cavill disse que tem muito amor pelos fãs e que o personagem representa a bondade do mundo.

“Eu aprendi muito com o Superman. Eu tenho vivido este personagem há muito tempo para compreender o que ele significa. Quando você interpreta um personagem como esse, você sente uma responsabilidade perante ao público tanto quanto em frente às câmeras. Vestir aquela capa me ensinou muito sobre mim mesmo e sobre o mundo também e sobre o poder de personagens importantes como o Superman e o que ele significa para tantas pessoas.”

Anteriormente, Cavill foi ao Instagram hoje para confirmar oficialmente sua intenção de retornar como ‘Superman‘, compartilhando uma nova imagem de si mesmo caracterizado.

Cavill afirmou que sua aparição em ‘Adão Negro‘ é apenas o começo.

“A imagem que você vê neste post e o que você viu em Adão Negro são apenas uma pequena amostra do que está por vir”, disse Cavill. “Há muito a agradecer, e chegarei a isso a tempo, mas eu queria agradecer a vocês acima de tudo. Obrigado pelo apoio e pela paciência. Prometo que será recompensado.”

Lembrando que ‘O Homem de Aço 2‘ já está em desenvolvimento na Warner Bros. Pictures.

Ao que parece, a sequência só ficou presa no limbo por conta do antigo chefe da DC Studios, Walter Hamada, que não queria o retorno do ator.

Segundo The Hollywood Reporter, Hamada, líder da DC Films nos últimos quatro anos e agora de saída, era o grande responsável por deixar a iteração do herói interpretada por Cavill “na geladeira”. Hamada tinha seus próprios planos para a franquia, um deles envolvendo a introdução de uma versão alternativa, roteirizada por Ta-Nehisi Coates, e por isso não queria nenhum envolvimento do Superman em Adão Negro, mas esses planos mudaram recentemente.

Ao que se sabe, a mudança de comando foi fundamental para que isso acontecesse, incluindo David Zaslav (CEO da Warner Bros. Discovery), e Michael De Luca e Pam Abdy (presidentes da Warner Bros. Pictures). Os três tinham esse “intenso desejo” em retomar a iteração de Cavill.

No entanto, Dwayne Johnson e a Seven Bucks Productions é quem são os verdadeiros responsáveis pela volta de Cavill. O astro e sua marca, uma das mais influentes em Hollywood atualmente, insistiram por anos para que acontecesse.

Após as respostas negativas de Hamada, Johnson decidiu contatar De Luca e Abdy diretamente, que deram a sinalização positiva. Uma rodada intensa de negociações ocorreu antes do Dia do Trabalho, prazo insistido pelo estúdio, e tudo deu certo.

Star+ divulga o teaser de TERROR nacional com Chay Suede no estilo ‘Jogos Mortais’; Confira!

O Star+ divulgou o primeiro teaser do terror nacional ‘A Jaula‘, estrelado pelo Chay Suede (‘A Travessia’).

Confira:

O longa será lançado no serviço de streaming no dia 2 de novembro.

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o ator contou sobre o que podemos esperar da produção, que lembra bastante o primeiro ‘Jogos Mortais‘.

Dirigido por João Wainer e com Chay Suede e Alexandre Nero como protagonistas.

Na trama, conhecemos um jovem ladrão (Chay Suede) que vendo a oportunidade de roubar mais um carro, uma caminhonete de luxo parada em uma rua pacata de uma grande cidade, não pensa duas vezes e inicia a ação do roubo. O problema é que quando ele tenta sair do carro para fugir o carro simplesmente não abre e aos poucos ele começa a perceber que está preso de propósito pelo dono do carro, que entra em contato com ele pelo telefone do carro, um ginecologista renomado (Alexandre Nero) que já fora roubado outras vezes e dessa vez resolveu fazer justiça com as próprias mãos. Lutando para sobreviver sem comida, água e com o emocional completamente destruído inicia-se um jogo psicológico intenso onde a moral é colocada em xeque.

Charlie Cox começa treinamento para voltar a interpretar o ‘Demolidor’; Confira o vídeo!

O treinamento de Charlie Cox para voltar a interpretar o herói Demolidor no revival ‘Daredevil: Born Again‘ começou oficialmente! Através do Instagram, foi compartilhado um novo vídeo com o astro se exercitando para o seu retorno ao papel.

O treino aconteceu na Team KF Martial Arts, em Dublin, onde Cox atualmente está filmando a segunda temporada de ‘Kin‘, drama criminal da AMC+.

Confira:

Prevista para 2024, a produção contará com 18 episódios, tornando-se a série mais longa da Marvel.

E, durante uma entrevista para o Entertainment Tonight, Cox deu alguns detalhes sobre a atração, sugerindo que a trama pode ser contada a partir do zero.

“Isso acontece muito nos quadrinhos. De certa forma, o que é ótimo nessa ideia de recontar histórias é que potencialmente podemos contar algumas delas repetidamente da mesma maneira que eles fazem nos quadrinhos, sabe?”

Ele continuou:

“De vez em quando, eles começam no início da jornada de Murdock como um garotinho e contam toda a história de origem novamente. Então talvez possamos fazer isso na nova série. Quem sabe? Eu não sei.”

E, de acordo com o jornalista Jacob Fisher, do DiscussingFilm, o início das gravações está previsto para fevereiro de 2023 e deve durar pelo menos 11 meses, sendo concluída em dezembro.

Fisher também diz que a série será rodada em Nova York, assim como a extinta série da Netflix, e não em Atlanta, onde é gravada a grande maioria dos projetos da Marvel/Disney+.

Confira:

“Isso já foi dito, mas posso confirmar que estão planejando gravar a série em fevereiro e isso pode levar praticamente o ano inteiro. Não sei se já sabem, mas ‘Demolidor: Renascido’ será filmada em Nova York (em vez de Atlanta, onde as séries da Disney+ filmadas).”

Lembrando que o título ‘Demolidor: Renascido‘ faz referência aos quadrinhos, em um arco narrativo em que o herói e o Rei do Crime se enfrentam em um dos confrontos mais sombrios da Marvel.

Após a confirmação da nova série do Homem sem Medo, os fãs estão indo à loucura nas redes sociais e agradecendo pelo reconhecimento que o herói finalmente está recebendo.

Confira as reações:

Anteriormente, sobre o retorno da série após o cancelamento da Netflix, Cox havia declarado: “Sou um grande fã de tudo o que a Marvel já fez, e eu não os subestimaria. Se eles querem fazer uma versão menos violenta de ‘Demolidor’, então eu os apoiarei. Talvez possa ter menos sangue, mas eu estarei do lado da decisão deles.”

A série teve três temporadas, com um total de 39 episódios até ser cancelada, juntamente com as outras séries da Marvel na Netflix. Recentemente, todas elas entraram para o catálogo do Disney+ nos Estados Unidos.

‘Accused’: Assassinatos e casos misteriosos no trailer da nova série criminal da FOX

A FOX divulgou o primeiro trailer do drama criminal ‘Accused‘.

Confira:

Baseada na homônima série britânica vencedora do BAFTA, a produção estreará oficialmente no dia 22 de janeiro.

A trama de cada episódio começará na corte com um réu sendo acusado de um crime. Depois a história volta no passado para revelar como essas pessoas acabaram nas situações extraordinárias em que se encontram.

A série está sendo desenvolvida por Howard Gordon, Alex Gansa e David Shore (‘The Good Doctor’).

O elenco grandioso conta com Rachel Bilson, Whitney Cummings, Abigail Breslin, Michael ChiklisMargo Martindale, Molly Parker, Rhea Perlman, Malcolm-Jamal Warner, Wendell Pierce e Jack Davenport.

‘Girls5eva’ é RENOVADA para a 3ª temporada pela NETFLIX

Apesar de ter sido renovada para a 3ª temporada, a comédia musical ‘Girls5eva‘ não retornará com episódios inéditos no Peacock. A série ganhou um novo lar na Netflix, com o próximo ciclo sendo exclusivo da gigante do streaming.

“As negociações [para a realocação na Netflix] durou por muitos meses. Eu sempre tive esperança que fosse dar certo, mas a gente nunca sabe até quando o acordo for fechado. E aconteceu. Estou muito feliz,” declarou a atriz Busy Philipps.

A terceira temporada está prevista apenas para 2023.

A série foi criada por Meredith Scardino (‘Unbreakable Kimmy Schmidt’).

Quando um grupo feminino dos anos 90, que só teve uma música de sucesso, é mostrado por um jovem rapper, seus membros se reúnem para dar mais uma chance aos seus sonhos de estrela pop. Elas podem ser mulheres adultas equilibrando cônjuges, filhos, empregos, dívidas, pais idosos e dores no ombro, mas não podem também ser Girls5Eva?

O elenco conta com Sara Bareilles, Renée Elise Goldsberry, Busy Philipps e Paula Pell.