Jeffrey Greenstein, produtor da Millennium Films, responsável pela franquia ‘Os Mercenários‘, em uma entrevista recente concedida ao The Holywood Reporter, foi perguntado se fazer filmes de ação estrelados por mulheres como ‘Red Sonja‘, ‘Até a Morte‘ e ‘Dupla Explosiva‘ era uma “mudança estratégica” de Hollywood.
Em sua resposta, Greenstein revelou que o estúdio estava tentando desenvolver uma nova versão feminina de ‘Os Mercenários‘.
“Eu não acho que seja uma mudança de planos exatamente, pelo menos da nossa perspectiva. Talvez seja mais o que o resto do mundo está pensando agora, em querer ver outras histórias. Com ‘Dupla Explosiva’, a personagem de Salma Hayek foi muito divertida , fazia sentido construir o segundo filme em torno dela”, disse o produtor.
“Nós gostamos de trabalhar com as mesmas pessoas, então fizemos ‘Até a Morte’ com Megan Fox, e ela está no novo filme de ‘Os Mercenários’. É apenas sobre trabalhar com pessoas talentosas. Mas vou dizer algo: estávamos tentando desenvolver ‘The Expendables’ (no original), como uma versão feminina, mas o problema com esse projeto sempre foi tentar encontrar uma maneira de justificar por que teríamos uma equipe feminina”, explicou.
“Em vez de tentar explicar isso, por que não apenas ter mulheres no time de sempre; elas não são igualmente fodas? Em vez de ter que explicar por que uma personagem feminina chegou lá, você apenas faz o que faria com um homem: mostrar elas arrasando”, conclui.
A estreia de ‘Os Mercenários 4‘ está agendada para o dia 22 de setembro de 2023.
O novo filme deve marcar a despedida de Sylvester Stallone da franquia.
Lionsgate e Millennium Media irão produzir a sequência.
“Estamos animados em nos juntarmos com os nossos parceiros da Millennium Media para a nova sequência da franquia ‘Os Mercenários’,” declarou Jason Constantine, presidente da Lionsgate. “É muito divertido reunir esses astros para um filme cheio de ação. A nova sequência será nossa maior aventura até o momento.”
Ficamos sabendo ontem que a série ‘Westworld‘ foi cancelada, porém o elenco formado por Evan Rachel Wood, Thandiwe Newton e companhia não serão prejudicados finaneiramente por isso.
De acordo com o Deadline, mesmo sem a produção da 5ª temporada, o quinteto fixo principal ainda será pago pelos episódios, devido a obrigações contratuais com a HBO.
Jeffrey Wright, Ed Harris eAaron Paul também serão remunerados. Os cinco fecharam contrato garantindo a presença deles em um possível quinto ano mesmo sem a renovação confirmada. O que acabou não ocorrendo.
A notícia do cancelamento foi divulgada três meses após o término da quarta (e agora última) temporada. O alto custo de produção comparado aos baixos índices de audiência é tido como principal motivo.
Michael J. Fox e Christopher Lloyd se reencontraram na New York Comic-Con de 2022, com a dupla aparentando muito felicidade por estarem juntos programando algo.
Os lendários protagonistas de ‘De Volta Para o Futuro‘ (1985) divulgaram novas fotos juntos, e até fizeram mistério sobre um novo projeto secreto.
“O Doutor e eu estamos tramando algo grande… Christopher, devemos contar pra eles?”, disse Fox, em seu Instagram.
Lembrando queMichael J. Fox e Christopher Lloyd interpretam Marty McFly e o Doutor Brown na trilogia oitentista, clássico da infância de muitos nerds. Os dois celebraram os 37 anos do primeiro filme com painel na Comic-Con de Nova York.
Infelizmente, ‘Invocação do Mal‘ perdeu um dos seus spin-offs mais promissores, que foi anunciado em 2017, o filme solo de ‘O Homem Torto‘, ou Crooked Man (no original). Isso porque o longa não será mais filmado, segundo o próprioJames Wan, produtor e criador da franquia.
Através de uma postagem no Instagram, Wan aparece ao lado do boneco do Homem Torto, e cravou:
“Pequena lembrança do meu amigo, Homem Torto, interpretado pelo incrível Javier Botet. O movimento dele era tão sobrenatural que algumas pessoas juravam que era CGI. E não, infelizmente o filme derivado com o personagem não acontecerá. Está fora do meu controle. Mas quem sabe um dia…”
No entanto, o derivado ‘A Freira 2‘, marcado para 2023, e o recém-confirmado ‘Invocação do Mal 4‘, ainda sem data.Patrick Wilson e Vera Farmiga retornam como o casal Ed e Lorraine Warren.
Agora a Paramount está procurando um diretor substituto depois de declarar o filme como uma prioridade.
E, como o produtor J.J. Abrams anunciou que quer trazer de volta o elenco da trilogia iniciada em 2009, Zoe Saldaña comentou sobre o futuro da sequência.
Em entrevista para o Deadline, a intérprete da Tenente Nyota Uhura explicou a situação:
“Estávamos em contato com J.J. e estávamos tentando ver se conseguiríamos começar a trabalhar no outono passado, não acho que fosse possível. Mas eu acho que eram apenas ideias sobre cronogramas porque, na época, não conseguimos reunir um elenco inteiro e uma equipe inteira, mas acho que também tem algo a ver com o projeto. Eu só sei disso. Estamos todos na mesma página, o que mais queremos no momento é voltar [a trabalhar nessa franquia].”
Anteriormente agendado para dezembro de 2023, ‘Star Trek 4’ segue sem previsão de estreia.
Chris Pine, intérprete do Capitão Kirk, revelou à Variety que nem estava sabendo que o projeto foi anunciado.
“Eu acho que todo mundo estava tipo: ‘Você ficou sabendo disso?’ [Risos]. Geralmente somos as últimas pessoas a descobrirem, mas sei que estamos todos empolgados. Sempre que eles querem nos enviar um roteiro, estamos prontos para isso.”
Questionado se poderia revelar algum detalhe sobre a sequência, Pine disse que:
“Ainda não recebemos um roteiro. Então não sei absolutamente nada sobre o novo filme, mas o que importa agora é que [a produção] está acontecendo.”
Apesar do roteiro ainda estar em andamento, o astro teria sido o primeiro a assinar o contrato de retorno e revelou que só fez isso porque ama a franquia com todo o coração.
“Eu estou muito animado. Eu amo a história. Eu amo ‘Star Trek‘. Eu amo esses caras que estão comigo dese o primeiro filme. Foi por isso que eu assinei.”
O roteiro originalmente escrito por Noah Howley (‘Legion’) está sendo reformulado por Lindsey Beer (‘Sierra Burgess é uma Loser’) e Geneva Robertson (‘Capitã Marvel’, ‘Tomb Raider: A Origem’).
Ainda sem título, não há informações sobre a trama do novo filme, mas as atualizações devem ser divulgadas assim que a produção for retomada.
Lembrando que o último filme da franquia foi ‘Star TreK: Sem Fronteiras‘, lançado em 2016
Dirigido por Justin Lin (‘Velozes e Furiosos 9’), o longa arrecadou apenas US$ 343,4 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 185 milhões.
Apesar disso, a sequência foi muito bem recebida entre os críticos, alcançando 86% de aprovação no Rotten Tomatoes.
A série ‘Fate: A Saga Winx‘ foi recentemente cancelada pela Netflix pouco depois da estreia da 2ª temporada, mas isso não significa que a produção não irá ganhar mais projetos.
Segundo o criador da obra original, Iginio Straffi, há planos para continuar a história de outras maneiras, incluindo uma animação derivada e um filme de “grande orçamento”, ambos já em desenvolvimento.
Através das redes sociais, Straffi comentou sobre o cancelamento da série live-action e disse que houve “razões maiores” para o descarte do show, revelando que os executivos querem contar histórias do Mundo Winx de modos diferentes.
“‘Fate’ tem sido uma aventura emocionante, uma grande conquista e um sucesso assistido por milhões em todo o mundo, reafirmando o poder do mundo Winx”, ele escreveu. “Estou trabalhando em muitos projetos Winx em um futuro próximo, alguns dos quais tenho muita alegria em compartilhar com vocês. Primeiro – uma nova série animada está entrando em produção. Sim, um reboot que promete levar vocês de volta ao mundo Winx. Fiquem ligados para saber mais sobre ele e onde encontrá-lo. A segunda notícia é sobre o meu sonho de longa data de produzir um filme de grande orçamento das Winx que todos vocês merecem. Por todo o amor que deram às Winx, estou trabalhando duro na esperança de trazer a vocês um filme de alta qualidade, onde possam abraçar o mundo Winx, abraçar mais uma vez todos os valores fundamentais do que essa marca icônica significa”.
Criada por Brian Young, a série é baseada na animação ‘O Clube das Winx‘.
A trama acompanha cinco amigas fadas que chegam a Alfea, um internato mágico localizado em Outromundo, onde devem aprender a dominar seus poderes enquanto se aventuram entre amores, rivalidades e os monstros que ameaçam sua própria existência.
Boehm será Lamina, tributo do Distrito 7. Dillon dará vida a Mizzen, tributo do Distrito 4, enquanto Strates será sua mentora, Persephone Price. Kuse e Bruscheidt serão os tributos Brandy e Tanner, respectivamente, do Distrito 10. Abold será Reaper, tributo do Distrito 11. Shapiro e Reilly serão dois membros do Covey, Billy Taupe e Maude Ivory, respectivamente. Somner será Spruce, do Distrito 12.
Dinklage dará vida a Casca Highbottom, reitor da Academia e criador não-intencional dos Jogos Vorazes. Quando os jogos foram oficialmente anunciados, Highbottom serviu como rosto público do evento, começando uma espiral que duraria anos e que culminaria em seu assassinato pelo futuro presidente Coriolanus Snow. Davis, por sua vez, será a comandante da 10ª edição anual dos Jogos Vorazes, Dra. Volumnia Gaul.
Lance será Marcus, um tributo do Distrito 2; Liao será Clemensia Dovecote, uma das amigas mais próximas de Snow e mentora do tributo do Distrito 11; Gibson dará vida a Bobbin, um tributo do Distrito 8; Lansing será Coral, tributo do Distrito 4; Husain irá interpretar Felix Ravinstill, mentor do tributo do distrito 11; e, por fim, Schwartzman será Lucrécio “Lucky” Flickerman, apresentador dos Jogos Vorazes.
Lembrando que o filme será distribuído no Brasil pela Paris Filmes e será lançado no dia 16 de novembro de 2023.
Confira o primeiro teaser:
Na trama, “anos antes de se tornar o tirânico presidente de Panem, Coriolanus Snow aos 18 anos vê uma chance de mudança de sorte quando é escolhido para ser mentor de Lucy Gray Baird, a garota tributo do empobrecido Distrito 12”.
A história de ‘A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes‘ é baseada no livro prelúdio que Suzanne Collins e se passará 64 anos antes dos primeiros filmes, contando a trama dos Dias Sombrios, um período de 10 anos depois da guerra, antes de Panem atingir o seu auge.
O filme será comandado por Francis Lawrence, responsável pela direção dos últimos três capítulos de ‘Jogos Vorazes‘. O roteiro é assinado pela própria Collins e por Michael Arndt, que trabalhou em ‘Em Chamas’.
Hugh Jackman passou 17 anos de sua carreira dando vida ao Wolverine, famoso personagem dos ‘X-Men‘, equipe de mutantes da Marvel Comics.
E agora que o astro está se preparando para reprisar o papel em ‘Deadpool 3‘, ele foi questionado pela Variety sobre qual é o seu filme de herói preferido.
Muitos apostariam que ele diria algum filme da equipe de mutantes, ou pelo menos algum filme da Marvel, não é?
Errado! Em resposta, Jackman revelou que seu filme de herói preferido é o ‘Superman‘ de Richard Donner, estrelado porChristopher Reeve e baseado nos quadrinhos da DC.
O astro ainda citou ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas‘ (Christopher Nolan), também da DC.
“Meu filme de super-herói favorito? Em ordem crescente, o primeiro ‘Superman‘. Foi um divisor de águas. Filme de Dick Donner, com Christopher Reeve. Estou pensando em um dos ‘Batman’ do Nolan também. O que mais gosto é ‘O Cavaleiro das Trevas‘.”
E aí, você está surpreso por ele não ter citado nem um filme daMarvel?
Em uma entrevista concedida à AP Entertainment, Jackman falou sobre suas expectativas em ‘Deadpool 3‘.
Ao que tudo indica, mesmo com o longa tendo uma pegada de humor, teremos uma versão ainda mais implacável de Logan do que as que vimos anteriormente.
O ator fez questão de ressaltar o quanto vai se divertir retornando ao papel que o consagrou, e que ele já havia se despedido.
“Posso dizer que vou me divertir muito. Comecei na academia e estou comendo muito, e me sinto mal pelo elenco de The Music Man com a quantidade de shakes de proteína que estou tomando. É muito divertido. Faz cinco anos e eu realmente nunca pensei que voltaria. E estou muito, muito animado para voltar. Eu sei um pouco sobre o roteiro, mas não vou contar a vocês”, contou Jackman.
Porém, a parte mais interessante, foi quando ele mencionou que quer um Wolverine ainda mais raivoso: “Não há escolha. Ele é definitivamente mais irritado, mal-humorado, e ele vai dar um monte de tiros em Ryan Reynolds, isso eu posso dizer. Fisicamente, falando”.
O conceituado cineasta Quentin Tarantino (‘Era uma vez em… Hollywood’), em uma entrevista concedida ao Los Angeles Times, contou quais os filmes que foram traumatizantes.
É claro que ele citou um clássico do terror, ‘Aniversário Macabro‘, do mestre Wes Craven (‘A Hora do Pesadelo’), mas o outro citado em questão foi curioso. Tarantino não brincou ao dizer que a animação ‘Bambi‘, da Disney o deixou completamente traumatizado.
Confira a declaração: “Acho que Bambi é conhecido por traumatizar crianças. É clichê, mas é verdade. O único outro filme que eu não aguentei e tive que abandonar foi Aniversário Macabro, de Wes Craven”.
“Eu estava assistindo sozinho em um drive-in no Tennessee. Então, Bambi e Aniversário Macabro estão no topo para mim, um ao lado do outro”, conclui.
Na trama de ‘Bambi‘, no coração da floresta, todos os animais estão agitados com o nascimento de um cervo chamado Bambi. O filhote logo ganha o título de príncipe da floresta, pois seu pai é o cervo mais importante da região. Bambi cresce, faz amizade com outros animais da floresta, aprende a sobreviver e descobre o amor. Nessa jornada de amadurecimento, ele percebe que, mesmo em meio a tragédias, é possível ser forte e ver a beleza da vida.
A Netflix renovou oficialmente a adorada série ‘Sandman’ para a 2ª temporada e, agora, parece que uma das atrizes do elenco original está retornando para os próximos episódios.
Através das redes sociais, Jenna Coleman, que interpretou Johanna Constantine no ciclo de estreia, celebrou as boas novas e escreveu a seguinte legenda: “mais a vir… #Sandman retorna”.
‘Sandman‘ é a criação mais popular de NeilGaiman e é centrada no ser mítico Sonho, parte de um grupo conhecido como Os Perpétuos ou Os Sem Fim. Como seu nome indica, o protagonista dos quadrinhos reina sobre o mundo dos sonhos. A trama tem início quando ele escapa de seu cativeiro, que durou 70 anos, e encontra seu reino dilapidado nos dias atuais.
Allan Heinberg (‘Mulher-Maravilha’) é o showrunner da série.
O selo de histórias em quadrinhos Vertigo da DC publicou originalmente a série entre 1989 e 1996, com várias séries adicionais chegando em 2009 e entre 2013 e 2015.
Em 2020, o Deadline havia anunciado que ‘Magnatas do Crime’, comédia de ação de Guy Ritchie, ganharia uma série derivada – mas, desde então, poucas informações haviam sido reveladas.
Agora, segundo o ComicBook.com, a Netflix deu sinal verde para que o spin-off seja produzido, com o projeto compartilhando do mesmo nome do longa-metragem original.
Mas isso não é tudo: Theo James, de ‘The White Lotus’ e ‘A Mulher do Viajante no Tempo’, foi escalado para viver o personagem principal. James dará vida a Eddie Halstead, um homem que herdou uma grande propriedade do pai, apenas para descobrir que as terras estão atadas ao império de maconha de Mickey Pearson (vivido por Matthew McConaughey no filme).
Ritchie ficará a encargo da produção, da direção e do roteiro da nova adaptação, colaborando com Ivan Atkinson e Marn Davies para supervisionar o projeto.
Mais detalhes não foram revelados.
O filme teve sucesso considerável tanto financeiro quanto crítico, arrecadando pouco mais de US$115 milhões mundialmente (a partir de um orçamento de US$22 milhões) e conquistando 75% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Relembre o trailer:
Ambientado em Londres, ‘Magnatas do Crime‘ marca o retorno de Ritchie às raízes dos filmes criminais.
Matthew McConaughey dá vida a Mickey Pearson, um expatriado americano que abre na cidade inglesa uma operação bem-sucedida de venda de maconha, carinhosamente chamada de “Maria Joana”. Quando se espalha a notícia de que ele está tentando lucrar com os negócios para sempre, isso desencadeia conspirações, esquemas, suborno e chantagem na tentativa de roubar seu império. Isso significa encontros hostis com o gângster (Henry Golding), troca de tiros e a narração expositiva de um sombrio Hugh Grant.
Baseado no romance de Bethan Roberts, ‘My Policeman‘ acaba de ser disponibilizado no catálogo do Amazon Prime Video.
O filme conta a história de Tom (Harry Styles), um policial que começa a namorar a bela Marrion (Emma Corrin) ao mesmo tempo em que se apaixona por um curador de museu (David Dawson) numa época em que ser homossexual era crime na Inglaterra. Reprimindo suas emoções, e com tensões entre o casal, Tom decide se casar com Marrion.
Cercado de burburinhos, o longa abriu com 51% de aprovação no Rotten Tomatoes.
No entanto, a nota já caiu para 41%.
Das 97 críticas publicadas até o momento, 57 são negativas e apenas 40 são positivas.
Entre os comentários, os críticos disseram que o longa tem péssimas atuações e uma narrativa entediante e superficial em relação à representatividade gay.
Além disso, a atuação de Styles não convence, já que ele não transmite a sensação de ser um homem gay reprimindo seu verdadeiro eu.
Confira as avaliações:
“Apesar de toda a expectativa sobre esta ser uma grande oportunidade para Styles, a falta de profundidade em sua performance e do filme em si deixa claro que a trama não vai deixar a impressão que se propõe.” – Collider.
“‘My Policeman‘ é uma representação gay superficial, sem imaginação visual e que implorando por melhores performances.” – RogerEbert.com.
“Um trabalho de clichês incessantes que é tão sério sobre seus elementos banais que se apresenta como uma paródia limitada.” – The Daily Beast.
“Nós realmente precisamos de outro lembrete de que os tempos eram ruins (e ainda são) para os gay? Precisamos de outro filme óbvio sobre a sofrência causada pelo amor?” – IndieWire.
“Styles pode parecer a bela estrela de cinema que ele está sendo agressivamente empurrada com seu cabelo liso de ídolo de matinê sempre no lugar, mas ele é todo construído e sem convicção, um artista tão inseguro de sua habilidade quanto nós.” – The Guardian.
“‘My Policeman‘ é um drama respeitoso, e até que assistível o suficiente, mas incapaz de construir carga emocional em torno de sua exploração das misteriosas linhas de amor e amizade.” – The Hollywood Reporter.
“‘My Policeman‘ tenta tornar as coisas significativas, mas raramente ganha vida. Perfeitamente assistível e tem seus méritos, mas acaba sendo um pouco esquecível porque não consegue superar a narrativa estereotipada.” – AwardsWatch.
Lançado há 30 anos, O Guarda-Costas é um daqueles filmes em que a trilha sonora conseguiu ficar ainda mais famosa que o longa. Mas isso não significa que o filme não tenha conseguido sucesso, já que esse romance é considerado um clássico. Em meio a história de amor entre uma celebridade e seu protetor, o longa teve vários segredos. Pensando nisso, o CinePOP separou 10 curiosidades. Confira!
Revisitado
A ideia original do filme surgiu nos anos 70, e originalmente teria Steve McQueen e Diana Ross nos papéis principais. Porém, o projeto acabou sendo arquivado por ser considerado muito polêmico para a época. Anos mais tarde, ele voltou à pauta com Diana Ross e Ryan O’Neal. Só que acabou sendo arquivado novamente porque a dupla, que tinha um relacionamento, terminou de forma polêmica. Assim, ele só foi ganhar vida com Kevin Costner e Whitney Houston. Inclusive, Costner disse ter se inspirado em McQueen para dar vida ao seu personagem.
Em choque
A música “I Will Always Love You” ficou eternizada na voz de Whitney Houston e acabou sendo mais famosa que o próprio filme. No entanto, ela foi escrita e originalmente cantada pelo ícone country Dolly Parton. A produção do filme gostou tanto que perguntou se poderia usá-la como música tema. A Dolly autorizou e acabou esquecendo em meio a sua rotina intensa de shows e turnês. Certo dia, enquanto voltava para casa, ela ligou o rádio e ouviu sua música na voz de Whitney. Ela ficou tão chocada com a beleza que aquela voz trouxe para a canção que precisou encostar o veículo no acostamento para ouvir aquela versão até o fim prestando atenção em cada verso.
Mansão conhecida
Uma das locações mais importantes do filme é a mansão da Rachel, que parece familiar para algumas pessoas. Isso porque a locação é a mesma utilizada em O Poderoso Chefão. É nesta mansão que acontece a icônica cena da cabeça decepada de cavalo na cama do diretor.
Pedido do Kevin
O Guarda-Costas é um projeto que praticamente só virou o clássico que é hoje por conta do ator Kevin Costner. Além de atuar muito bem em seu papel, Kevin foi produtor do filme e brigou muito com o pessoal do casting para ter Whitney Houston no papel de Rachel. Além disso, foi dele que veio a ideia de colocar a cantora para interpretar “I Will Always Love You”. A ideia original da direção era usar a versão da Dolly.
Escolhida a dedo
A ideia original do filme era ter um grande nome da música para o papel de Rachel. Então, eles consideraram chamar as cantoras Pat Benatar, Olivia Newton-John, Madonna, Joan Jett, Debbie Harry, Janet Jackson, Terri Nunn, Kim Carnes e até mesmo a própria Dolly Parton. Há boatos de que a Madonna era a favorita do casting, mas o próprio Kevin Costner vetou que ela fosse chamada para um teste por conta de problemas pessoais.
Complicações
Os bastidores do filme foram complicados e sofreram com o atraso de algumas semanas. Isso porque a Whitney Houston, que estava grávida, acabou perdendo o bebê. Além do dano psicológico, ela acabou se afastando por um tempo para se recuperar fisicamente desse trauma.
Troca de experiências
Depois de ser escolhida para o papel de Rachel, Whitney quis se inscrever em aulas de atuação para fazer bonito nas telas. No entanto, Kevin Costner a desencorajou porque temia que esse processo tirasse a naturalidade de seu trabalho. Então, nos bastidores, Costner tentou trabalhar ao máximo com ela uma atuação que investisse mais na troca de olhares entre eles. Assim, em troca das dicas que ele dava pra ela, Whitney deu umas aulas de canto para o ator.
Dica de ouro
Dentre as dicas que Whitney Houston conseguiu nos bastidores, fora os conselhos de atuação que ela recebeu de Kevin Costner, o mais importante foi um dado pelo diretor do filme: Mick Jackson. Vendo o nervosismo inicial de Whitney, que estava estreando na carreira de atriz, o diretor disse para que ela encarasse cada cena como se fosse uma nova música que ela se preparava para cantar no palco. O conselho deu certo e tranquilizou a cantora para trabalhar nas gravações.
Era outra
O icônico pôster do filme, que traz o guarda-costas carregando Rachel nos braços em meio a uma chuvarada esconde um segredo muito curioso. A mulher que está nos braços de Kevin Costner não é a Whitney Houston, mas a dublê dela nas gravações. A foto foi tirada em um momento em que Whitney não estava disponível, então ele pediu que a dublê escondesse seu rosto para que a expressão corporal passasse a sensação de medo de sua personagem.
A noite na Arábia
O Guarda-Costas foi um sucesso enorme quando saiu e acabou virando clássico. Sua bilheteria passou os US$ 410 milhões de dólares ante um custo de “apenas” US$ 25 milhões. Essa arrecadação fez do filme a segunda maior bilheteria de 1992, perdendo apenas para animaçãoAladdin, da Disney.
‘Adão Negro’ já está em exibição em diversos países e estava com previsão de estreia na China para o dia 11 de novembro.
No entanto, um usuário do Reddit divulgou que a adaptação estrelada por Dwayne Johnson foi banida no país, e a culpa pode ter sido de Pierce Brosnan, intérprete do Senhor Destino.
Ao que parece, fanáticos da Marvel compartilharam na Weboo, uma das maiores redes sociais da China, uma entrevista em que Brosnan apoiava os pensamentos políticos do Dalai Lama, o mais alto líder espiritual e ex-chefe de Estado do Tibete.
Para quem não sabe, o governo chinês considera o Dalai Lama como um separatista com o objetivo de usar sua influência religiosa para separar o Tibete da China.
Há alguns meses, ‘Adão Negro‘ já havia recebido sinal verde para estrear no país oriental, mas parece que a campanha de boicote dos fãs da Marvel chamou atenção do governo chinês, que decidiu vetar a estreia da adaptação da DC.
O perfil do Reddit que compartilhou a informação é o mesmo que vem atualizando a plataforma sobre os filmes que foram banidos na China.
Confira a publicação:
“‘Adão Negro’ foi banido da China como consequência do apoio de Pierce Brosnan ao Dalai Lama em uma recente entrevista. Pelo visto, os fãs chineses da Marvel usaram isso para boicotar a estreia do filme.”
Lembrando que ‘Adão Negro‘ continua em exibição nos cinemas nacionais.
Quase 5.000 anos depois que ele foi concedido com os poderes onipotentes dos deuses egípcios – e preso com a mesma rapidez – Adão Negro (Dwayne Johnson) é libertado de sua tumba terrena, pronto para liberar sua forma única de justiça no mundo moderno.
O filme também apresentará os membros da Sociedade da Justiça: Senhor Destino (Pierce Brosnan), Gavião Negro (Aldis Hodge), Esmaga-Átomo (Noah Centineo) e Ciclone (Quintessa Swindell).
Dirigido por Jaume Collet-Serra(‘Águas Rasas’), o longa se passará no mesmo universo de ‘Shazam!‘.
Uma das maiores surpresas cinematográficas de 2022 foi ‘Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo‘, filme da A24 que acabou se tornando um clássico cult instantâneo quando estreou no início deste ano.
Estrelado porMichelle Yeoh (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’), o longa narra uma louca aventura através do Multiverso e a atriz foi bastante elogiada por dar vida a diferentes versões de si mesma em universos paralelos.
Acontece que o filme quase foi estrelado por ninguém menos que Jackie Chan, astro de diversos títulos marcantes, como ‘Mr. Nice Guy: Bom de Briga’, ‘O Reino Proibido’ e a trilogia ‘A Hora do Rush’.
De acordo com o The Hollywood Reporter, o astro foi a primeira escolha da A24 para o papel principal, mas não pôde atuar no projeto devido a conflitos de agenda.
Em vez de procurarem outro ator, os roteiristas e diretores Dan Kwan eDaniel Scheinert decidiram reformular o roteiro, então escolheram Yeoh como protagonista.
“Na longa estrada que é o contar histórias, você nunca sabe como as coisas vão acontecer”, disse Kwan. “Trocar os personagens tornou tudo mais pessoal, o que nos deu uma rica experiência para lapidar a história. De repente, ficou muito mais fácil escrever e deixar a imaginação fluir.”
Yeoh também comentou sobre sua escalação.
“O que eu preciso é ser desafiada, que os diretores olhem para mim de uma maneira diferente. Ao longo dos anos, sempre me ofereceram personagens fortes, mas esta foi única. Então, quando li o roteiro, fiquei tipo, ‘Uau, o quê? É disso que eu preciso”.”
Além de se tornar o projeto mais lucrativo daA24, com US$ 101,8 milhões pelo mundo, o longa também recebeu 95% de aprovação dos críticos.
Confira as avaliações:
“Uma aventura deslumbrantemente caleidoscópica que é genuinamente emocionante e muitas vezes hilária, com lutas de artes marciais sensacionais em uma variedade sempre surpreendente de cenários, com uma montanha-russa de reviravoltas surpreendentes que se sustentam em visualizações repetidas.” – Movie Mom.
“Michelle Yeoh entrega o desempenho de uma vida neste filme. Toda a trama parece uma homenagem a ela e uma celebração de sua carreira.” – Paul’s Trip to the Movies.
“‘Tudo em Todo o Lado ao Mesmo Tempo‘ se propõe a desconstruir seu cérebro e encontra uma variedade de maneiras de desconstruir seu coração… E, mesmo assim, consegue uniros dois com tanta habilidade numa narrativa artesanal que quase parece um milagre. – Mark Reviews Movies.
“‘Tudo em Todo o Lado ao Mesmo Tempo’ é um filme de ação delirantemente exagerado num multiverso que é levado ao limite de forma implacável.” – The Ringer.
“O filme é ambientado em um mundo selvagem, mas Yeoh atua como seu núcleo, uma força gravitacional que mantém até mesmo a batalha anal ancorada na realidade dessa jornada. Que filme.” – Fox 10 Phoenix.
“É difícil saber o que fazer com ‘Tudo em Todo o Lado ao Mesmo Tempo‘. É um tour de força – mas de quê? É exaustivo, e confuso, mas essa é a graça.” – Washington Post.
Na trama, uma imigrante chinesa é arrastada para uma aventura insana, onde ela deve salvar o mundo ao explorar outos universos conectados com a vida que ela poderia ter vivido.
A Millennium Media está desenvolvendo um novo filme baseado nos quadrinhos da ‘Red Sonja’, personagem que apareceu pela primeira vez na HQ ‘Conan, o Bárbaro’ #23, lançada em 1973.
Retratada como uma guerreira bárbara, ela ganhou habilidades de batalha após o encontro com uma deusa, que se compadeceu depois que a família da mortal foi assassinada.
No entanto, as habilidades de Sonja poderiam desaparecer se ela fosse tocada por qualquer homem, exceto por aquele que a derrotasse em batalha.
Ao elogiar o elenco e a equipe, ele elevou as expectativa do público, dizendo:
“[O diretor] M.J. Bassett é meu amigo há uma década e já vínhamos conversando sobre trabalhar juntos. Estávamos jantando uma noite e meio que viajamos nessa ideia porque M.J. é um grande fã de Robert E. Howard [criador da personagem] e dos quadrinhos, então tudo se alinhou. Foi o ajuste perfeito. Digo o mesmo sobre [a protagonista] Matilda Lutz. Somos amigos há mais de uma década e estamos tentando encontrar a coisa certa a fazer. E nossas ideias meio que rimaram no momento certo.”
Ele continuou:
“Nossas visões se encaixaram de uma incrível perspectiva narrativa. É a história de uma mulher que cresce na natureza e confronta um inimigo que está tentando destruir a beleza do mundo. É a jornada de uma heroína usando suas habilidades para curar e proteger o que é bonito no mundo. É isso que está por trás do épico e fantástico mundo que M.J. e sua equipe criaram.”
Há algumas semanas, o Deadline divulgou a primeira imagem promocional da adaptação, mostrando Lutz (‘Vingança’) caracterizada como a heroína titular.
Confira:
O longa é baseado nos quadrinhos homônimos assinados por Roy Thomas e Barry Windsor-Smith, bem como na personagem criada por Howard.
Bassett (‘Solomon Kane’) comanda o longa a partir de um roteiro assinado por Joey Soloway e Tasha Huo.
Os streamings chegaram para ficar no país, cada um com seus próprios conteúdos. Diante de tantas estreias, o CinePOP separou cinco filmes de streamings diferentes para te ajudar a escolher o que assistir neste fim de semana. Confira!
Carter (Morgan Freeman) é um senhor bem-casado, que sofre com o tratamento de câncer. Após sentir dores, ele precisa ser internado. No hospital, ele passa a dividir o quarto com o dono do centro médico (Jack Nicholson), um empresário que ficou conhecido por implantar o sistema de quartos compartilhados em seus estabelecimentos. Ele está em estágio terminal do câncer e acaba sendo convencido por Carter a fazer uma lista de coisas que ele sempre quis fazer, mas nunca teve tempo para tal. Assim, a dupla de idosos passa a viajar o mundo fazendo loucuras enquanto ainda há tempo.
Onde assistir: HBO Max
Rota 66: A Polícia Que Mata
Baseado no livro Rota 66, do jornalista Caco Barcellos, a série acompanha as investigações do jovem Caco Barcellos (Humberto Carrão), um repórter em São Paulo que investiga os casos de assassinatos cometidos pela ROTA, a elite policial paulista, nas periferias de São Paulo entre os anos 70 e 90. A produção original do Globoplay é um sopro de ar fresco pro True Crime e mostra, com muita competência, os horrores cometidos contra brasileiros em ações legitimadas pelo estado.
Estrelado por Harry Styles, My Policeman é uma adaptação de um livro homônimo, que se passa na Inglaterra dos anos 1950, quando a sociedade era ainda mais preconceituosa e a causa LGBT passava muito longe de ser algo levado a sério. Nesse contexto, um policial vive um relacionamento bastante intenso com uma professora, até o dia em que o curador do museu aparece e se apaixona pelo policial. Na época, o relacionamento dos dois era proibido por lei, então eles começam um triângulo amoroso secreto que funciona muito bem. Anos mais tarde, com o policial e a professora casados, o curador aparece novamente, afetando o matrimônio dos dois.
Sequência do sucesso de 2020, Enola Holmes 2 segue acompanhando a trajetória da jovem detetive Enola Holmes (Millie Bobby Brown), a irmã do icônico Sherlock Holmes (Henry Cavill). Na trama, após resolver o caso do primeiro filme, Enola monta seu próprio escritório. O problema é que os clientes não levam muita fé na garota, achando que ela é muito novinha e inexperiente. Em meio a muitas confusões e pedidos de contato do irmão famoso, Enola fica prestes a desistir da carreira de detetive, quando decide aceitar o caso de uma garotinha, cuja irmã está desaparecida. O que ela não esperava é que esse caso fosse bem mais complexo do que aparentava.
Estrelado por Chay Suede, esse suspense nacional se passa praticamente todo dentro de um carro. A trama acompanha um jovem de família pobre que decide furtar um carro de luxo. Porém, ele não esperava que o automóvel fosse uma verdadeira prisão, controlada por um sádico “doutor”, que está disposto a ver o jovem se humilhar e definhar, enquanto se diverte com sua posição de poder. Ele se comunica pelo carro sem aparecer, fazendo com que o assaltante tenha um inimigo invisível. Será que ele conseguirá escapar dessa com vida?
Lançada sob forte desconfiança, Mulher-Hulk: Defensora de Heróis tinha como desafio superar a má primeira impressão deixada pelos trailers, que contavam com um CGI sofrido. Há casos em que dá para relevar esses defeitos em prol de uma boa trama, mas aquilo que o primeiro trailer mostrava era realmente complicado. Com visual de videogame, parecia que a Marvel estava prestes a lançar um de seus maiores fracassos. No entanto, com a série já finalizada, Mulher-Hulk conseguiu mesmo superar as expectativas e se firmar como uma das melhores produções que a Marvel já fez, principalmente no tangente às séries para o Disney+.
Só que uma coisa me chamou atenção: a quantidade absurda de ódio gratuito que a série vem recebendo. Além de ter acompanhado a produção semanalmente, até para fazer as análises que vocês leem aqui, consegui ter um envolvimento legal com os episódios por ver muitas situações -tristes- do mundo em que vivemos sendo trazidas para as telas com uma abordagem que aposta no bom humor, mas sem perder a seriedade dos temas em si. É uma série que tem tudo que uma boa história Marvel tem, com o adicional de debater temas que dialogam diretamente com o público feminino. E mesmo que você não seja mulher, é quase impossível que não reconheça e/ou lamente a maior parte das situações mostradas ali. Diante disso, é meio triste que a série venha recebendo até hoje, quase um mês depois do lançamento do último episódio, uma quantidade tão grande de ódio.
A história acompanha Jennifer Walters (Tatiana Maslany), uma advogada de Los Angeles que tem sua vida virada de ponta-cabeça após sofrer um acidente e acabar sendo infectado com o sangue de seu primo, Bruce Banner (Mark Ruffalo). Agora com o sangue irradiado correndo por suas veias, Jen passa a se transformar na Mulher-Hulk, com um diferencial: ela consegue manter a consciência e o controle quando vira Hulk. Então, vivendo sob essa nova e forte condição, Jen precisa aprender a lidar com o mundo se quiser continuar trabalhando e vivendo como uma mulher na casa dos 30 anos.
O primeiro ponto a ser destacado aqui é o trabalho de adaptação feito pela equipe criativa. Eles conseguiram unir o melhor que algumas das fases mais célebres dos quadrinhos tinham em uma única produção. Além disso, eles conseguiram integrar temas importantes dos dias atuais para fazer parte da vida da protagonista. É a tal da identificação junto ao público. Então, mesmo numa situação de claro poder, Jen continua exposta a situações lamentáveis, como assédio, perseguição, machismo, ghosting, revenge porn e por aí vai. Se você nunca viveu algo do tipo, provavelmente tem uma amiga, namorada ou familiar que já passou por isso. E a forma como esses problemas são mostrados é bem didática, o que só enriquece a série.
O roteiro da série é definitivamente um dos pontos fortes da série. Não só por essas questões já comentadas, mas por finalmente entender perfeitamente o formato de séries. Nos últimos dois anos, a Marvel vem investindo nesse formato para os streamings. Só que nem sempre as produções entenderam que eram séries, e não filmes de seis horas divididos em capítulos. Correndo contra esse erro, Mulher-Hulk trabalhou bem demais esse formato episódico, em que cada semana trazia um caso diferente e interessante para acompanhar. Inclusive, se quisessem fazer uma segunda temporada em que a Jen defendesse algum herói/ vilão bucha da Marvel por semana, acredito que o público acompanharia amarradão.
Falando nesses buchas, a forma como eles foram sendo introduzidos na série foi bastante orgânica, permitindo que expandisse o universo e trouxesse personagens que ninguém sequer pensou que um dia veriam nas telas. O único episódio que deixa uma sensação mais arrastada é justamente o do casamento, que traz uma das lutas corpo a corpo da protagonista contra a antagonista. Mas a justificativa dada pela própria Jen, que reconhece ante ao público que esse episódio é ridiculamente anticlimático, é tão boa que dá pra fazer vista grossa. Afinal, casamento de amigo nunca vem em boa hora mesmo.
Aproveitando que toquei no assunto da justificativa da protagonista para o público, a quebra da quarta parede, habilidade clássica da Jen na HQs, era uma grande preocupação de minha parte. Isso porque é uma ferramenta divertida, mas que precisa ser bem trabalhada, senão fica ridículo. E o uso dela foi bem equilibrado, nunca deixando que o público se desconectasse dos episódios. E, óbvio, eles chutam o pau da barraca no último episódio, trazendo exatamente aquilo que uma quebra de quarta parede numa produção inspirada em quadrinhos poderia trazer: um bate papo direto com seu “criador”.
Isso tudo só foi possível por conta de Tatiana Maslany, que também chegou ao papel de Jennifer Walters completamente desacreditada, por ser uma atriz baixinha e esmirradinha, que foge do visual da Jen das HQs. Porém, ela usou seu talento e carisma para construir uma Jen crível, divertida e cheia de complexos. Indo além, ela ser baixinha e miudinha deu um contraste fantástico para a construção de sua personagem, que odiava ser a Mulher-Hulk, mas que ganhava fisicamente tudo aquilo que sempre sonhou: ser uma mulher grande, forte, bonita e com cabelo brilhoso que chama atenção de todos por onde passa. Esse embate entre quem ela é permeia os episódios e faz parte de seu processo de aceitação. A atriz entende isso bem e abraça a personagem.
As participações especiais foram outro grande acerto da série. Trazendo alguns personagens importantes e outros completamente descartáveis do Universo Cinematográfico Marvel, Mulher-Hulk fez valer o conceito de universo compartilhado. São heróis, vilões e anti-heróis que existem nessa realidade, alguns com suas histórias prévias já trabalhadas anteriormente, outros não, mas que chegam na série prontos para enriquecerem a trama.
Assim, o Abominável (Tim Roth) ganha uma chance de mostrar seu ponto de vista sobre os eventos de O Incrível Hulk (2008) e ficar prontinho para ser usado novamente em futuras produções. O Wong (Benedict Wong) segue se mostrando pau pra toda obra, flertando com a magia e um humor mais sério, e, claro, o Demolidor de Charlie Cox, que ganhou uma nova roupagem – literalmente – e termina a série prontinho para sua produção que já está prevista para os próximos anos no Disney+. Tudo isso sem tirar o foco da verdadeira protagonista: Jennifer Walters.
Por fim, meu ponto favorito da série e provavelmente o responsável por tanto chororô um mês depois do fim do show: a metalinguagem. Como a série tem essa pegada humorística forte, ela aproveita a chance e foge um pouco do humor convencional e aposta numa paródia dos próprios fãs da Marvel. É muito divertido ver como eles brincam com os fãs de quadrinhos, com a pirataria dos produtos do MCU e com as próprias críticas a esse universo, como quando a Jen chega em frente ao Kevin Feige e diz que algumas pessoas consideram seu trabalho formulaico e repetitivo. Sensacional.
Da mesma forma, a série tira sarro da arrogância de uma galera que era excluída há alguns anos, mas que agora ganharam um breve holofote muito por conta das produções do estúdio, e já se acham superiores a outros por questões como gênero e preconceito. A série não diz que todo nerd é preconceituoso, mas é nítido para qualquer um que saia do próprio quarto pelo menos uma vez por dia, que há muito preconceito nesse grupo. O vilão da série ser um administrador do Reddit foi uma das melhores sacadas da série. E se você não se enquadra no rótulo de preconceituoso babaca, não precisa se ofender. Não é de você que a série está zombando. Agora, se você é o motivo da piada da série… Olha, ainda dá tempo de melhorar, porque é desse jeito mesmo que o mundo te vê.
Foi uma ação corajosa pra caramba da produção zoar justamente com seu próprio público e apontar a hipocrisia de alguns supostos fãs, que cobram fidelidade aos quadrinhos, mas que vieram a público reclamar, xingar e chorar justamente porque a série foi fiel aos quadrinhos.
Por conta desse hate todo que alguns seguem despejando sobre a série, fui rever a produção inteirinha de novo para ver se algum detalhe tinha escapado. Mas não. Mulher-Hulk: Defensora de Heróis segue o grande acerto da Marvel no ano até aqui. A única “fraqueza” da série talvez seja o núcleo coadjuvante, porque os amigos da Jen até servem como ferramenta de divulgação de easter eggs, mas não passam disso. Fora eles e o CGI, que realmente deixa a desejar (mesmo que não atrapalhe a imersão nesse universo), é uma série fantástica!
Em entrevista ao Deadline, Henry Cavill revelou se sentir grato por finalmente poder reprisar seu papel como o Superman nas adaptações da DC Comics, afirmando que o seu retorno àquele universo estava “fora do seu controle” antes.
“Como ator, precisa precisa entender que há coisas que estão fora do seu controle – não importa sua opinião, como foi sua performance ou a reação dos espectadores. Eu mantive o papel [do Superman] muito próximo do meu coração, pois não sabia se teria a chance de voltar a interpretá-lo. Mas, para mim, era muito importante ter essa oportunidade novamente, e me sinto muito grato e privilegiado por isso.”
Ele completa, “[O Superman] invoca um sentimento muito verdadeiro, honesto e esperançoso nas pessoas, e eu amo isso. Acredito que isso é algo que todos nós almejamos, que é sermos bons uns com os outros, prestativos ao próximo. No fundo, acredito que isso é o que todos nós queremos.”
Ao que parece, a sequência só ficou presa no limbo por conta do antigo chefe da DC Studios, Walter Hamada, que não queria o retorno do ator.
Segundo The Hollywood Reporter, Hamada, líder da DC Films nos últimos quatro anos e agora de saída, era o grande responsável por deixar a iteração do herói interpretada por Cavill “na geladeira”. Hamada tinha seus próprios planos para a franquia, um deles envolvendo a introdução de uma versão alternativa, roteirizada por Ta-Nehisi Coates, e por isso não queria nenhum envolvimento do Superman em Adão Negro, mas esses planos mudaram recentemente.
Ao que se sabe, a mudança de comando foi fundamental para que isso acontecesse, incluindoDavid Zaslav (CEO da Warner Bros. Discovery), eMichael De Luca e Pam Abdy (presidentes da Warner Bros. Pictures). Os três tinham esse “intenso desejo” em retomar a iteração de Cavill.
No entanto, Dwayne Johnson e a Seven Bucks Productions é quem são os verdadeiros responsáveis pela volta de Cavill. O astro e sua marca, uma das mais influentes em Hollywood atualmente, insistiram por anos para que acontecesse.
Após as respostas negativas de Hamada, Johnson decidiu contatar De Luca e Abdy diretamente, que deram a sinalização positiva. Uma rodada intensa de negociações ocorreu antes do Dia do Trabalho, prazo insistido pelo estúdio, e tudo deu certo.
Falecido em 2020 após um diagnóstico de câncer no cólon, Boseman deu vida a T’Challa em um curto período de sua carreira, mas que foi o suficiente para deixá-lo marcado na memória de amigos e fãs.
Em uma declaração para o podcast oficial do ‘Pantera Negra’ (via Comic Book), Coogler disse:
“Eu tinha acabado de escrever o roteiro de ‘Pantera Negra 2‘. Minha última conversa com Chadwick foi em uma ligação, quando perguntei se ele queria ler antes que eu recebesse notas do estúdio. Essa foi a última vez que conversamos. Ele faleceu algumas semanas depois que eu terminei de escrever.”
Questionado sobre a resposta de Boseman, Coogler parecia abalado ao responder:
“Ele estava com uma voz cansada, mano. Eu poderia dizer que ele estava exausto. Acho que ele estava deitado quando conversamos. Simone [a noiva de Boseman] estava com ele, e ele expulsou ela do quarto porque não queria dizer nada que pudesse colocá-lo em problemas com os chefões da Marvel“, brincou Coogler. Mas ela não queria deixá-lo, então eu suspeitei que algo estava acontecendo…”
Por fim, ele concluiu com tristeza.
“Então ele disse que não queria ler o roteiro porque não queria atrapalhar quaisquer notas que o estúdio pudesse fazer. Ele disse que poderia ler depois, mas descobri que ele estava cansado demais para ler qualquer coisa.”
“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. IntroduzindoTenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadenae Alex Livanalli.
O primeiro ‘Pantera Negra’ foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.