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13 filmes com Mark Ruffalo para assistir nesta semana

O ator Mark Ruffalo virou assunto nas redes sociais brasileiras ao interagir com uma série de personalidades brazucas nesta tarde. Pois é, parece meio aleatório, mas ele é uma celebridade muito engajada na causa ambiental e um dos grandes defensores da preservação da Amazônia, que tem grande parte de seu território no Brasil. E como ele também acumula uma série de trabalhos memoráveis, o CinePOP selecionou 13 filmaços da carreira do ator. Confira!

 

O Preço da Verdade – Dark Waters

Inspirado em uma história real, esse drama acompanha um advogado que trabalhou anos defendendo empresas de produtos químicos. Porém, após receber informações de um fazendeiro que o gado estava sofrendo por conta da ação criminosa de uma dessas empresas, ele volta atrás de suas crenças e entende que ajudou esse tempo todo a passar a boiada dos grandes empresários. Então, ele coloca a empresa na justiça para tentar garantir um futuro com menos tóxicos para a região.

Os Vingadores

Um vilão sem noção vem para a Terra tentar conquistar o planeta com sua vara curta. Para detê-lo, os Heróis Mais Poderosos da Terra se unem para trabalhar em equipe, numa tentativa final de acabar com esse mal. Será que essa frente ampla será o bastante para detê-lo?

Ilha do Medo

Nos anos 50, um detetive vai investigar o desaparecimento de pacientes em um hospital psiquiátrico que fica em uma ilha. Porém, após a passagem de um furacão, a ilha fica sem comunicação, deixando o detetive e os pacientes num incômodo lockdown. O problema é que alguns criminosos que eram tratados no local escapam, deixando o personagem de Leonardo DiCaprio numa grande furada. Mas pelo menos na ilha ele não incendiou a Amazônia.

De Repente 30

No seu aniversário de 13 anos, Jenna é vítima de bullying em sua própria festa. Mas um acidente cósmico acontece, fazendo com que ela acordasse no dia seguinte no futuro com 30 anos. O problema é que sua versão do futuro tem o caráter bem questionável e ela vai tentar correr atrás do tempo perdido para corrigir seus erros e fazer sua vida feliz de novo.

Spotlight – Segredos Revelados

Super premiado, este drama foi inspirado na história real da equipe de jornalismo norte-americana que descobriu uma série casos de pedofilia em igrejas pelo mundo, que foram encobertos pelo Vaticano por muitos anos. Provando que muita gente ruim se esconde por trás desse discurso de “Deus acima de tudo”, Spotlight trata o caso de forma bem didática e emocionante. Foi o grande vencedor do Oscar 2016 de Melhor Filme.

E Se Fosse Verdade

Clássico das sessões de TV aberta, E Se Fosse Verdade é uma comédia romântica pra lá de inesperada. Na trama, David é um rapaz que acabou de alugar o apartamento dos seus sonhos em São Francisco. O problema é que ele descobre que a antiga moradora segue vivendo lá como fantasma. Cansado da personalidade controladora da alma penada, David, que não é coveiro nem nada, decide ajudar a jovem a aceitar seu pós-vida.

Truque de Mestre

Lançada em 2013, essa aventura pelo mundo dos mágicos conquistou uma série de fãs com certa rapidez. A história acompanha um grupo de ilusionistas que começam a fazer uma série de assaltos pelo mundo. E apesar de saber que são criminosos, seus seguidores os apoiam incondicionalmente, sempre ansiosos para saber qual o próximo crime que eles vão cometer impunemente. Então, a Interpol e o FBI escolhem seus melhores agentes para tentar impedi-los.

Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças

Clássico do cinema indie, esse filme acompanha um casal em crise que tentou de tudo para dar certo. Porém, a mulher desiste de aguentar tantas frustrações e se submete a um tratamento para apagar suas memórias com o ex-companheiro. O rapaz entra numa profunda depressão e decide apagá-la de sua memória com o mesmo procedimento. Ele não vira jacaré, mas acaba desistindo de esquecê-la. Então, tenta encaixá-la de volta em suas memórias, até mesmo naquelas em que ela não fazia parte. Apesar de Mark Ruffalo estar no elenco, o destaque mesmo é o comediante John Kerry. Digo, Jim Carrey.

Conte Comigo

Dois irmãos completamente diferentes dividem um trauma desde a infância: a perda precoce dos pais. Muitos anos depois, seus caminhos se cruzam novamente quando precisam voltar a morar juntos. A irmã é muito organizada e estável, muito longe de ser resultado de uma fraquejada dos falecidos, e trabalha duro para criar seu filho de apenas oito anos. Já o irmão é desorganizado e impulsivo, sempre tentando bancar a imagem de quem não se importa com nada. No entanto, conforme eles vão convivendo, ele começa a demonstrar que se importa com muitas coisas, principalmente com a família.

Zodíaco

Inspirado em uma história real, a trama acompanha a perseguição da polícia norte-americana ao serial killer conhecido como Zodíaco. Nos anos 60, ele cometeu uma série de assassinatos e enviou cartas para um jornal, nas quais confessava seus crimes e deixava pistas das próximas mortes. Enquanto alguns achavam que as matérias dos jornais eram Fake News, ele seguia lá matando gente das formas mais cruéis possíveis.

Minhas Mães e Meu Pai

Apesar de não serem exatamente um exemplo de família tradicional, Nic e Jules são um casal lésbico há mais de 20 anos. Junto com os dois filhos nascidos por inseminação artificial, elas criaram uma família feliz e funcional. Porém, o mais novo decide descobrir quem foi o doador que o gerou, fazendo com que a família passe a dividir seus dias com um rapaz boêmio, que vai acabar curtindo o garoto.

Ensaio Sobre a Cegueira

Adaptação do livro homônimo de José Saramago, Ensaio Sobre a Cegueira foi todo gravado em São Paulo. A trama acompanha a família de um oftalmologista que descobre uma pandemia que começa a deixar as pessoas cegas de uma hora para outra. Ele institui um lockdown em sua casa, mas como o governo trata a doença como se fosse uma gripezinha, a doença se espalha com uma velocidade impressionante. E como em terra de cego, quem tem olho é rei, a esposa do oftalmologista descobre ser imune à cegueira generalizada. Então, ela guia sua família em meio ao caos pandêmico generalizado.

Vingadores: Ultimato

Após um genocida com delírios de grandeza exterminar metade da vida no universo, os Heróis Mais Poderosos da Terra passam anos tentando ajudar os sobreviventes a seguirem em frente. Porém, quando criam uma máquina capaz de dar uma segunda chance aos Vingadores, eles deixarão de lado suas crenças e farão de tudo para acabar com a raça do vilão e corrigir seus erros, custe o que custar.

Crítica ‘Mulher-Hulk’ | Episódio final traz uma deliciosa ironia e encerra a série com perfeição

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS] 

Se você ainda não assistiu ao último episódio de Mulher-Hulk: Defensora de Heróis, evite esta matéria, pois ela contém spoilers

A premissa básica do humor é a quebra de expectativas. A surpresa é um dos elementos mais simples e fundamentais na hora de fazer uma boa piada. E para uma série cuja proposta se deu desde sempre pelo humor, por não se levar a sério, encerrar sua temporada com um episódio como esse é a prova maior do sucesso de Mulher-Hulk: Defensora de Heróis. Convivendo desde o início com o ódio de supostos fãs que estavam mais preocupados em reclamar incessantemente do que curtir a produção, o seriado da Mulher-Hulk se desenvolveu bem, deu pequenas alfinetadas ao longo das semanas e aguardou o último capítulo para lavar sua alma.

Enquanto especulávamos que o vilão da série poderia ser O Líder, clássico inimigo do Hulk, a produção subverteu todas as expectativas e mostrou que o verdadeiro malfeitor era um retrato escarrado do que a comunidade de fãs de quadrinhos tem de pior: os Incels. Preste atenção, não estou dizendo que todos os fãs são incels, mas é inegável que a presença deles no grupo é enorme. E a série foi extremamente corajosa ao desafiar e mostrar o quanto essa parcela é ridícula.

O Todd é arrogante, metido, baixinho, feio, ruim de papo – provavelmente tem bafo -, e convive com um irritante complexo de superioridade, mesmo sendo incapaz de conseguir um encontro sem subornar alguém. E apesar de ser constantemente desmoralizado na série, ele tenta compensar sua falta de noção comprando objetos caros – e traficados – e formando seu grupinho de lerdões para humilhar uma mulher que ele deseja, mas sabe que nunca terá.

Qualquer fórum da internet tem pelo menos uns 500 Todds prontos para gastar o dia com assuntos terríveis e uma chatice incompreensível. Na série, ele seguia com seu culto de ódio às mulheres, se aproveitando do machismo estrutural da sociedade para rebaixar a Jennifer a uma louca descontrolada. E quando a série ia realizar seu sonho, que era ter poderes e se sentir mais do que um fracassado com brinquedos legais, Jen usa suas habilidades para quebrar a quarta parede e dar um basta nessa palhaçada.

Por mais legal que fosse ter uma sequência de pancadaria com quatro monstros de CGI, é um fato que a produção estaria priorizando uma sequência de ação comum ante o desenvolvimento de sua protagonista. Jennifer passou a série inteira tentando se aceitar como Mulher-Hulk, mostrando que a radiação gama não era a vilã da história, apenas uma consequência, e ao dar poderes ao Todd, toda a discussão acerca da aceitação de Jen e suas habilidades seria jogada fora.

Cansada das humilhações que passou ao longo dos episódios, Jen toma o controle de sua vida, quebra a quarta parede e transcende. Há vários momentos na história do cinema em que o encontro de um personagem com seu criador é feito de forma poética, fascinante. No próprio MCU há momentos assim, como visto em Eternos (2021), por exemplo. Mas estamos falando de uma série de humor, então esse momento de encontro entre criador e criatura se aproveita da genialidade de sua equipe criativa para satirizar toda a existência desse universo, mostrando que a Jen não apenas está ciente de sua existência, como também tem críticas a fazer. Nesse momento, ela representa o fã “do bem”, que gosta dos personagens e sabe que não pode engolir tudo que o Kevin Feige despejar só “porque é Marvel”.

E a ideia de fazer do Kevin Feige uma máquina do entretenimento, ao melhor estilo 2001: Uma Odisseia no Espaço (1968), foi muito bem sacado. Não é fácil ver um nome grande da indústria como ele aceitar esse tipo de zoação, explorando seus pontos fracos de forma tão franca como é feito nessa série. Eles brincam com o CGI da série, que vem sendo alvo de críticas desde sempre, sacaneiam a Fórmula Marvel e sua repetitividade; zoam os contratos de não divulgação, a falta de liberdade criativa, a necessidade por linkar as produções mesmo que isso custe o desenvolvimento dos personagens, o puritanismo da Disney… Enfim, é um papo divertido e orgânico demais, que parece representar o que qualquer fã saudável falaria caso tivesse a oportunidade de bater um papo com o Kevin.

Por fim, a série termina com a Jen tendo um refresco, podendo curtir sua vida agora que aceitou que ela e a Mulher-Hulk são uma só, mas deixa no ar que o problema do machismo segue vivo na sociedade. Não à toa, quando ela está indo para o tribunal, um repórter não perde a oportunidade de perguntar qual a grife da roupa que ela está usando, mesmo que isso não tenha qualquer tipo de valor jornalístico. Enfim, plena, com um primo-sobrinho espacial calvo, um peguete com habilidades únicas e atuando na sua profissão sem precisar esconder quem é, Jen coloca sua vida nos trilhos e caminha rumo ao tribunal preparada para resolver todos os casos possíveis. É uma mensagem muito legal e que encerra a série de forma perfeita.

Mulher-Hulk: Defensora de Heróis está disponível no Disney+.

‘Lobisomem na Noite’: Especial de Halloween da Marvel quase foi engavetado

Intitulado Lobisomem na Noite, o especial de Halloween da Marvel conquistou 91% de aprovação dos especialistas internacionais no Rotten Tomatoes, além de receber também  93% de aprovação do público, consagrando-se como uma das obras mais populares e bem recebidas do estúdio.

E, apesar do especial ter sido filmado, editado e lançado no período de um ano, a ideia vinha sendo discutida há quase cinco anos e até chegou a ser engavetada.

A informação foi revelada pelo diretor Michael Giacchino, em entrevista ao Collider.

Na época, Giacchino foi abordado apenas para compor a trilha sonora do especial, mas se interessou tanto pelo projeto, que decidiu arriscar sentar na cadeira de diretor.

Por conta disso, o projeto marca oficialmente sua estreia diretorial.

“Há pouco mais de quatro anos, houve uma conversa aleatória sobre a ideia [de compor a trilha do especial]. Há cerca de três anos, já estávamos de olho em um roteirista. Foi aí que a o projeto começou a se tornar real, de fato.”

No entanto, por conta da pandemia, a produção acabou sendo temporariamente engavetada, por isso demorou tanto a sair do papel.

“Estávamos passando por um inferno, que foi a pandemia. Então recebi uma ligação de Stephen Broussard, um dos produtores, e ele disse: ‘Sabe de uma coisa? Não estamos autorizados a contratar ninguém agora’. A Marvel não estava autorizada a dar luz verde para nenhum projeto fora da lista de cronograma. Quando as coisas foram voltando ao normal, as boas notícias vieram junto.”

Ele continuou:

“Cerca de um ano depois da pandemia, Stephen me retornou e disse: ‘Ei, você ainda quer fazer isso porque podemos começar de novo’, eu fiquei tipo: ‘É mesmo? Mas é claro que eu quero fazer isso. Sim, absolutamente,’ E então a partir daí foi como um ‘boom’. Dentro de um ano, estávamos filmando em Atlanta filmando. Então foi tudo meio maluco.”

Lembrando que o percentual de aceitação do público coloca o título quase no topo do ranking dos mais bem avaliados do MCU, atrás apenas de ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’, ambos com 98% de aprovação, e ‘Homem-Aranha: Longe de Casa’, com 95% de aprovação.

Relembre o trailer:

Gael Garcia Bernal (‘Tempo’) e Laura Donnelly (‘The Nevers’) irão estrelar a produção.

Werewolf by Night‘ é o alter-ego de de dois personagens diferentes da Marvel. O primeiro é Jack Russell, em 1970, e, mais recentemente, um novo personagem chamado Jack Gomez.

Jack Russell é um descendente da ramificação misticamente alterada de humanos conhecida como Lycanthropes. Durante a noite de lua cheia e as duas noites que a cercam, ele é forçado a se transformar em um lobisomem, uma forma grande e poderosa que é um híbrido de humano e lobo, e perde seu intelecto humano. Através de uma série de eventos, ele também é capaz de sofrer mutações voluntariamente fora da lua cheia, momento em que permanece no controle.

Vale lembrar que, na edição #32 de Werewolf by Night, tivemos a primeira aparição do ‘Cavaleiro da Lua‘, personagem da Marvel que estrelará sua própria série da Marvel no Disney+.

Equipe e elenco de ‘The Crown’ estão com medo das gravações de morte da Princesa Diana

O triste e aguardado momento da morte da Princesa Diana na série ‘The Crown‘ está cada vez mais próximo de acontecer, e com isso uma enorme ansiedade e medo estaria abatendo a equipe e elenco da produção, temendo o que poderia acontecer.

Segundo a revista Deadline, que afirma que tanto estrelas e figuras criativas, quanto produtores estariam “no limite” durante as preparações para a recriação do momento que levou à morte da Princesa Diana em uma colisão veicular em Paris, há 25 anos.

Elizabeth Debicki vive a Princesa Diana nesta fase de ‘The Crown‘, e a maioria das cenas em questão serão gravadas nas próximas duas semanas. O criador da série, Peter Morgan, já teria deixado claro anteriormente à revista Deadline que a colisão em si não será filmada, o que foi confirmado novamente agora.

Lembrando que no dia 31 de agosto de 1997, Diana e seu namorado, Dodi Al-Fayed, estavam nos bancos de passageiros de um Mercedes-Benz dirigido por Henri Paul, um segurança do hotel de luxo The Ritz. Ao lado de Paul estava Trevor Rees-Jones, consultor de segurança do pai de Dodi, o empresário Mohamed Al-Fayed.

A 5ª temporada trará Imelda Staunton (‘Harry Potter e a Ordem da Fênix’) substituindo Olivia Colman como a Rainha Elizabeth II.

Elizabeth Debicki (‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’) entra no lugar de Emma Corrin como Princesa Diana, Dominic West (‘The Wire’) substitui Josh O’Connor como Príncipe Charles, Jonathan Pryce (‘Game of Thrones’) substitui Tobias Menzies como Príncipe Philip, Lesley Manville (‘Phantom Thread’) seguirá Helena Bonham Carter como a Princesa Margaret e Olivia Williams (‘O Pai’) substituirá Emerald Fennell como Camilla Parker.

Lembrando que dois atores foram escalados para interpretar o Príncipe William em diferentes fases de sua vida.

Rufus Kampa (‘First Date’) dará vida à versão adolescente do príncipe, enquanto o estreante Ed McVey será a versão jovem-adulta.

A também estreante Meg Bellamy foi escalada como Kate Middleton, esposa de William.

Confira o anúncio:

Anteriormente, o portal divulgou que Amir El-Masry, conhecido por seu papel em obras como ‘The Night Manager’‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’, foi escalado como o jovem bilionário egípcio Mohamed Al-Fayed, pai do amante da Princesa Diana, Dodi.

El-Masry se junta a Senan West, que será a versão adulta do Príncipe William. Senan é filho de Dominic West, que interpreta o Príncipe Charles no show.

Há alguns meses, a revista People divulgou novas imagens mostrando Elizabeth Debicki (‘Tenet’) e Dominic caracterizados como a Princesa Diana e o Príncipe Charles em Palma de Maiorca, na Espanha.

Considerando os figurinos, eles parecem estar recriando a viagem do casal real à Itália em 1991, que foi considerada um ponto de ruptura nos últimos anos do turbulento casamento.

Outra possibilidade é que eles estejam filmando a participação do casal Seville Expo ’92, a Exposição Universal da Espanha que aconteceu em maio de 1992.

Confira:

“Inicialmente, eu havia imaginado seis temporadas de ‘The Crown’, mas depois de começarmos a trabalhar com as histórias, percebi que cinco temporadas era o ciclo perfeito para finalizar a trama,” declarou o criador da série, Peter Morgan. “Sou muito grato à Netflix e Sony Pictures para me apoiarem nessa decisão.” 

Baseado na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.

Crítica | Vale Tudo com Tim Maia – O Spielberg frustrado que virou um ícone da música popular brasileira [Festival do Rio 2022]

Com exibição de dois episódios no Festival do Rio 2022, a série documental Vale Tudo com Tim Maia, já toda disponível na Globoplay, consegue por meio de uma ótima edição contar a trajetória de um dos artistas mais peculiares da história da música popular brasileira, por ele mesmo. Dirigido por Nelson Motta e Renato Terra, com manchetes de jornais, vídeos da vida pessoal, entrevistas na televisão, imagens inéditas, até mesmo uma passagem de um curta-metragem da década de 80 do cineasta Flávio Ramos Tambellini, e também gravações na antiga TV Tupi, o projeto nos mostra vários momentos do eterno síndico.

Caçula de onze irmãos de uma família tijucana pobre dos anos 50, Tim Maia andava muito entre as famosas ruas do bairro da zona norte do Rio de Janeiro, Haddock Lobo e Rua Matoso, por aí começou sua trajetória. Com uma série de entrevistas e papos com amigos, histórias dos tempos que entregava marmita (inclusive na casa do Erasmo Carlos) estão presentes. Já perto dos 12 anos iniciou o fascínio pela música com um violão de presente dado pelo pai, dali formou um conjunto ‘Os Tijucanos do Ritmo’, na igreja onde frequentava. Depois os Sputniks, já com Roberto Carlos.

 

No final da década de 50 ele foi para os Estados Unidos com um grupo de padres, após a decepção com o término dos Sputniks. Lá ele morou na cidadezinha de Tarrytown, em Nova Iorque, onde trabalhou como enfermeiro, mordomo, trabalhando cerca de 12 horas por dia mas sempre tendo a música em paralelo. No final da década de 60, alguns artistas começaram a gravar suas composições, como Elis Regina que gravou ‘These are the Songs’. Logo começou a aparecer no cenário musical chegando inclusive a ter música em trilha sonora de novela, com ‘João Coragem’ música de ‘Irmãos Coragem’, novela escrita por Janete Clair.

A relação de seu profissionalismo (que às vezes ficava de lado, faltando muitos shows) e a irreverente genialidade musical, ele que não sabia escrever música e tentava transmitir aos maestros o que precisa sair de som para entrar sua voz, marcam presença no projeto. Há relatos curiosos sobre composições marcantes, um deles: o dia que na parede de um lugar onde estava se sentindo sozinho, viu um retrato de uma moça e um mar por trás, assim surgiu o sucesso ‘Azul da Cor do Mar’.

Algumas polêmicas também não faltam por aqui, seu envolvimento com uma curiosa seita, seus problemas com os vícios, com a lei. Ao mesmo tempo, também conferimos trechos de apresentações arrepiantes de um dos criadores do Soul brasileiro que chegam mais presente no desfecho, no último episódio. Vale Tudo com Tim Maia ativa nas nossas memórias sobre esse cantor especial, contador e protagonista de muitas histórias.

Diretor de ‘Halloween Ends’ responde se Michael Myers realmente é um ser sobrenatural

David Gordon Green, diretor de ‘Halloween Ends‘, em entrevista com o The Wrap, disse sua opinião sobre Michael Myers ser ou não uma criatura sobrenatural ou um monstro da vida real.

“Quero dizer, eu não sou o cara para isso, mas quando eu mostrava os primeiros cortes do filme para as pessoas, às vezes elas diziam: ‘Oh, isso é uma transferência do mal. Você fica tipo: ‘Não, não literalmente.’ Quero dizer, a resposta é sim e não. Claro que é, se é isso que você vê nele”, disse o cineasta.

Que continuou: “Eu amo isso. Eu amo interpretação. Na verdade, acho que a franquia Halloween em muitos sentidos prospera na ambiguidade. O passado de Michael Myers, por exemplo. Gosto do fato de haver essas conversas. Não acho que ele faça nada que seja sobrenatural”.

O nosso jornalista Leonardo Campos já assistiu ‘Halloween Ends‘ e traz as primeiras impressões do final da trilogia.

Confira:

“Quatro anos após os eventos de ‘Halloween Kills‘, Laurie está vivendo com sua neta Allyson (Andi Matichak), enquanto termina de escrever suas memórias. Michael Myers não foi visto desde então. Após ter sido assombrada pela presença dele por décadas, Laurie está determinada a se libertar do medo e começar a viver. Mas quando um jovem, Corey Cunningham (Rohan Campbell), é acusado de matar um garoto que ele estava cuidando como babá, o retorno da violência e do terror forcará Laurie a finalmente enfrentar o mal que ela não pode controlar, de uma vez por todas.” 

David Gordon Green dirige e Jamie Lee Curtis estrela o fim da trilogia.

O filme chega aos cinemas nesta quinta-feira, 13 de Outubro.

Artigo | ‘Podres de Ricos’ é uma das melhores e mais sinceras rom-coms da década passada

A cultura asiática sempre teve suas particularidades. Diferentemente do individualismo ocidental, até os dias de hoje os ideais tradicionalistas de hereditariedade e manutenção de poder são forças-motrizes para os inúmeros clãs orientais – é costume, por exemplo, uma recorrência maior do que podemos imaginar de casamentos arranjados entre núcleos poderosos visando ao firmamento de espécies de acordos econômicos. Logo, é desesperador para essas famílias quando uma terceira pessoa ousa se meter em assuntos tão delicados – e é justamente isso que a nova comédia romântica de Jon M. Chu resolve tratar: o confronto entre dois modos de vida totalmente diferentes travestidos dos melhores e mais práticos clichês da indústria cinematográfica. 

Baseado no best-seller de Kevin Kwan, Podres de Ricos gira em torno do relacionamento improvável entre a professora de Economia Rachel Chu (Constance Wu) e Nick Young (Henry Golding), primogênito e herdeiro do império de hotéis construído pela família desde a década de 1980. Entretanto, a premissa não se resume apenas a isso: Rachel não tem ideia de quem realmente seu noivo é, nem de seu background abastado. Em contrapartida, os parentes de Nick não sabem nada sobre a garota, porém a notícia de que ele a levará para conhecê-los em Singapura corre como água e apenas aumenta os futuros conflitos entre ela e a matriarca Eleanor (Michelle Yeoh).

Logo no breve prólogo, Chu dá nome às cartas do jogo e marca o tom com o qual seguirá o restante da obra. Nessa sequência, Eleanor e sua irmã são recebidas com hostilidade pelos gerentes de um hotel inglês até que o próprio dono revela ter fechado parceria com os singapurianos para dar início a uma nova era. Apesar da aparente e errônea superficialidade, os primeiros cinco minutos já nos revelam bastante sobre os personagens com os quais iremos lidar: diferentemente de Rachel, Eleanor é uma mulher que nunca viu problemas em abandonar seus sonhos pessoais em nome do marido e de uma vida de puro luxo – não é à toa que se transformou em uma das mais poderosas de toda a Ásia. Sua ambição, travestida de apoio incondicional, talvez revele mais coisas em comum com a protagonista do que ela imagina, ao mesmo tempo em que serve de separação entre as duas. 

Rachel nunca se importou com dinheiro e vive muito bem junto à sua mãe, com seu emprego e seu apartamento.  Wu, entregando-se a uma performance memorável, cria mágica ao lado de Golding, delineando uma química deliciosa de ser acompanhada do começo ao fim sem se respaldar em pretensões cênicas ou qualquer coisa do tipo. É notável a jornada tour-de-force na qual ela mergulha ao ser convidada pelo próprio parceiro a participar do casamento de seu melhor amigo, Colin (Chris Pang) e Araminta (Sonoya Mizuno), visto que, apesar de ser recebida por este casal de braços abertos e com uma humildade aplaudível, é vista com maus olhos pelo restante da família. 

O primeiro encontro entre Rachel e Eleanor é base para que os obstáculos só aumentem e os arcos ganhem mais profundidade. É possível até mesmo traçar paralelos com outras sequências icônicas do gênero da comédia romântica, incluindo o discurso sobre moda entre Miranda Priestley e Andy Sachs em O Diabo Veste Prada’, e a ferrenha acidez entre Elizabeth e Mr. Darcy em Orgulho e Preconceito’. De fato, a atmosfera é familiar e nostálgica ao mesmo tempo que se entrega a algo diferenciada pela mudança de perspectivas. O confronto simbólico entre ocidente e oriente, livre-arbítrio e tradicionalismo, ganha uma palpabilidade catártica agonizante e revela o incrível trabalho de adaptação realizado por Peter Chiarelli e Adele Kim em nos envolver a cada cena.

Entretanto, pensar que o filme se sustenta apenas pela história é equivocado ao extremo. Chu faz questão de uma minúcia artístico-técnica que reafirma suas habilidades como filmmaker: além do incrível trabalho de câmera que se afasta dos convencionalismos imóveis das comédias e opta por algo mais fluido, mais floreado e definitivamente mais fabulesco, cada cena segue um padrão complexo e paradoxal que deixa em voga a atemporalidade medieval de Singapura e sua modernização constante, representadas pelo luxo, pelas joias, pelo brilho e pelas paisagens paradisíacas. Mesmo assim, o longa faz questão de focar no relacionamento e no amadurecimento compulsório de Rachel diante de vários problemas, incluindo a mãe de Nick. 

Não é apenas o carisma do elenco principal que rouba atenção. Awkafina retorna após uma performance agradável em Oito Mulheres e um Segredo’ para viver mais uma personagem irreverente, a melhor amiga de Rachel e uma secreta socialite kitsch chamada Goh Peik Lin, cuja família é a representação máxima dos mestiços sino-americanos. Apesar do tradicionalismo milenar, eles são adeptos a uma cultura movidos pelo fast-food, pelo individualismo excessivo e pelo pensamento libertário. Rachel e Eleanor são extremos conflitantes, tendo como meio-termo Peik Lin – e isso não se resume apenas à atuação, mas a toda sua caracterização, marcada por uma paleta de cores forte e vibrante e por uma fotografia propositalmente saturada.

Podres de Ricos, além de ser uma ótima releitura da famosa obra, mostra que até as narrativas mais clichês ainda podem ser contadas de modos diferentes. Mesmo com a resolução premeditada em que tudo se resolve em um final feliz, o panorama geral entretém e é agradável, inclusive preparando o terreno para futuras obras originais em um gênero saturado.

‘The L Word: Generation Q’: Pegação, drama e romance no trailer da 3ª temporada

O canal Showtime divulgou o trailer completo da 3ª temporada de ‘The L Word: Generation Q‘.

Confira:

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 20 de novembro.

Ilene Chaiken, a criadora da primeira versão, retorna apenas como produtora executiva.

A história se passa 15 anos após os eventos da série original, mostrando como a relação entre as personagens e suas vidas mudaram.

A nova versão contará com o retorno de Jennifer Beals, Katherine Moenig e Leisha Hailey em seus papéis originais. Além delas, Arienne MandiLeo ShengJacqueleine ToboniRosanny Zayas completam o elenco.

Kay art for THE L WORD: GENERATION Q. Photo Credit: Case Bird/SHOWTIME

Martin Scorsese acha “REPULSIVA” obsessão de Hollywood por números de bilheteria

Durante o Festival de Cinema de Nova York, o cineasta Martin Scorsese criticou duramente a obsessão de Hollywood por números de bilheteria, segundo o IndieWire.

Scorsese mencionou que é compreensível que os estúdios não queiram perder dinheiro com as suas produções, ganhando algum retorno com isso. Porém, para o lendário diretor, o que se vê atualmente são estúdios buscando lucros cada vez mais altos a todo o momento, sem a menor preocupação artística.

“Desde os anos 80, tem havido um foco em números. É meio repulsivo. O custo de um filme é uma coisa. Entenda que um filme custa uma certa quantia, eles esperam pelo menos receber o valor de volta…”, falou o cineasta.

Que continuou: “A ênfase agora é em números, custo, fim de semana de estreia… quanto ele rendeu no mundo inteiro, quantos espectadores ele conseguiu”.

“Como cineasta, e como uma pessoa que não consegue imaginar a vida sem cinema, sempre acho isso realmente um insulto”, conclui.

Martin Scorsese vai dirigir ‘Killers Of The Flower Moon‘, em parceria com a Apple TV+. O longa reeditará mais uma vez a parceria de sucesso entre Leonardo DiCaprio e o cineasta, que já trabalharam juntos em ‘Gangues de Nova York‘, ‘Os Infiltrados‘ e ‘O Lobo de Wall Street‘. Robert de Niro está no elenco, que também tem uma carreira marcada por trabalhos aclamados com Scorsese nos filmes ‘Taxi Driver‘, ‘Touro Indomável‘ e ‘Os Bons Companheiros‘.

‘Percy Jackson e os Olimpianos’: Atriz de ‘The Flash’ interpretará a Medusa na série do Disney+

De acordo com o Variety, Jessica Parker Kennedy (‘The Flash’) entrou para o elenco da série ‘Percy Jackson e os Olimpianos‘, nova adaptação que está sendo desenvolvida pelo Disney+.

A atriz interpretará a Medusa, que foi condenada pelos deuses e vive uma vida amarga em reclusão até que intrusos invadem seu espaço. A famosa criatura é “acolhedora a alguns, mas ameaçadora a outros”.

Adam Copeland também foi confirmado como Ares, o deus da guerra.

Vale lembrar que, recentemente, o nosso editor-chefe Renato Marafon participou da DisneyD23 e teve a oportunidade de entrevistar os astros da adaptação.

No vídeo, Walker Scobell (Percy Jackson), Leah Sava Jeffries (Annabeth Chase) e Aryan Simhadri (Grover Underwood) falam sobre seus personagens, quais são seus livros preferidos da saga, quais Deuses queriam ter como pais e muito mais.

Assista:

Por enquanto, a primeira temporada ainda não tem data de estreia confirmada.

O elenco ainda contará com Virginia Kull (Sally Jackson), Glynn Turman (Chiron), Jason Mantzoukas (Sr. D), Megan Mullally (Alecto), Timm Sharp (Gabe Ugliano), Dior Goodjohn (Clarisse La Rue), Charlie Bushnell (Luke Castellan) e Olivea Morton (Nancy Bobofit).

Ao todo, a saga escrita por Riordan contém cinco livros: ‘O Ladrão de Raios’, ‘Mar dos Monstros’, ‘A Maldição do Titã’, ‘A Batalha do Labirinto’, e ‘O Último Olimpiano’.

A trama gira em torno de Percy, um adolescente que descobre ser filho de Poseidon, deus grego dos mares, e então é enviado para o Acampamento Meio-Sangue para se reunir com outros meios-sangue. Lá, Percy onde se encontra com o amigo e mentor Grover Underwood, um sátiro adolescente, e conhece Annabeth Chase, filha de Atena.

Chris Columbus comandou a adaptação cinematográfica do primeiro volume, ‘Percy Jackson e o Ladrão de Raios, que trouxe em seu elenco Logan LermanAlexandra Daddario, Brandon T. Jackson, Jake Abel.

Apesar de receber críticas mistas, o filme arrecadou quase US$227 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 95 milhões.

Em 2013, ‘Percy Jackson e o Mar de Monstros‘ faturou apenas US$ 199 milhões e recebeu duras críticas acerca da narrativa, que se distanciava demais do romance original.

‘Halloween Ends’ estreia com apenas 44% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as CRÍTICAS!

Halloween Ends‘, terceiro e último capítulo da nova franquia Halloween, já está em exibição nos cinemas. Porém, o filme falhou em agradar os críticos.

No Rotten Tomatoes, a produção conta com apenas 44% de aprovação, com nota 5.40/10 baseada em 44 reviews até o momento.

Os especialistas internacionais ficaram divididos quanto ao roteiro e à condução da obra, apesar de elogiarem Jamie Lee Curtis como Laurie Strode.

Confira os principais comentários:

“Vou dizer o seguinte: mesmo sendo fã da franquia, quando o título surgiu no final de “Halloween Ends”, eu me peguei esperando por Deus que eles não estivessem brincando.”, Jason Bailey – Playlist.

“É como assistir a um episódio piloto para uma série de terror antológica “Contos de Haddonfield”, onde coisas assustadoras acontecem em 31 de outubro, mas são apenas tangencialmente relacionadas aos filmes originais. Não é um tom ruim para uma série, mas não é um filme muito satisfatório.”, William Bibbiani – The Wrap

“Esta trilogia desafia as expectativas e garante mais do que algumas penas com suas escolhas ousadas e muitas vezes desconcertantes.”, Meagan Navarro.

“Assim como David Gordon Green parece ter finalmente libertado sua trilogia de legados do peso morto do passado, o filme perde a coragem de suas convicções.”, Keith Watson.

“É desconcertante como isso parece ativamente resistente à ideia de ser apenas um bom filme de terror.”, Trace Sauveur – Austin Chronicle.

“Toda a experiência parece um quadro de visão ou colagem de ideias em vez de um filme adequado.”, Hannah Lodge.

“Como os dois filmes anteriores, [o diretor David Gordon] Green oferece duas horas de diversão de terror. E Laurie e Allyson são guerreiros admiráveis ​​pelos quais vale a pena torcer” – The Strait Times.

“… uma perda de tempo meio crua, meio idiota e uma maneira podre de concluir uma franquia amada, embora sitiada” – FILMINK.

“Aderindo estritamente à fórmula de salas escuras e lâminas brilhantes, o filme oferece a cota necessária de sustos e carnificina baratos para satisfazer os fãs da franquia” – jimschembri.com.

“Pode não ser o filme que queremos ou merecemos, mas visa uma presença alterada que, pelo menos, corta qualquer previsibilidade” – The AU Review.

“Há uma estranha majestade nos loucos minutos finais do último Halloween. Fique firme por isso e pela feroz resistência de Jamie Lee Curtis” – Nobody’s Reading This But Me.

“Quatro anos após os eventos de ‘Halloween Kills‘, Laurie está vivendo com sua neta Allyson (Andi Matichak), enquanto termina de escrever suas memórias. Michael Myers não foi visto desde então. Após ter sido assombrada pela presença dele por décadas, Laurie está determinada a se libertar do medo e começar a viver. Mas quando um jovem, Corey Cunningham (Rohan Campbell), é acusado de matar um garoto que ele estava cuidando como babá, o retorno da violência e do terror forcará Laurie a finalmente enfrentar o mal que ela não pode controlar, de uma vez por todas.” 

David Gordon Green dirige e Jamie Lee Curtis estrela o fim da trilogia.

Confira as PRIMEIRAS REAÇÕES de ‘Adão Negro’: “Eletrizante” e “recheado de ação”

Adão Negro é um dos filmes mais aguardados do ano e, agora, as primeiras reações ao longa-metragem estrelado por Dwayne Johnson começaram a despontar nas redes sociais.

Os jornalistas que já assistiram ao filme rasgaram elogios para Johnson, além de comentarem que o projeto é “eletrizante”, “incrível” e “recheado de ação”, apesar de criticarem o ritmo e as escolhas do roteiro.

Confira alguns dos comentários:

Adão Negro é um produto incrível da DC. A ação é brutal e Dwayne Johnson entrega a promessa de levar o DCEU em um caminho diferente. A história em si tem seus altos e baixos e certas cenas não funcionam como deveriam… Mas há vários momentos que os fãs irão amar”.

Adão Negro’ nos entrega uma das aventuras mais CHEIAS DE ADRENALINA do ano! Este ESPETÁCULO DE AÇÃO estilo 300′ deve ser um sucesso para a DC. Alguns personagens secundários e um roteiro instável impedem que isso altere a hierarquia do DCEU. Pierce Brosnan rouba a cena”.

“‘Adão Negro foi o momento que mais me diverti com a DC nos cinemas desde BvS’. O filme é enorme em escala, épico e essa cena pós-créditos, que todos nós sabemos, tem o maior aplauso desde Ultimato’. A JSA é fantástica e o filme estabelece um futuro brilhante no DCEU. Adorei”.

Adão Negro eletriza os milhões e milhões de fãs da DC! The Rock dá o golpe enquanto acrescenta empatia, o que torna o personagem um dos anti-heróis mais intrigantes do DCEU. Um passeio rápido e cheio de ação que cumpre sua promessa de espetáculo”.

Adão Negro é construído sobre uma ação épica e imparável. Me fez querer uma sequência com uma história mais tranquila imediatamente. Quando se move, é uma injeção direta de adrenalina. Os personagens são ótimos. Especialmente Teth-Adam e Doutor Destino. É um filme incrível”.

De acordo com o Box Office Pro, o filme deve arrecadar entre US$ 55 – 70 milhões no primeiro fim de semana de estreia nos EUA e no Canadá.

O portal menciona que um dos pontos positivos é que há uma grande expectativa para a estreia de Johnson nas adaptações de quadrinhos de super-heróis.

O valor é similar a abertura de Aquaman, que ultrapassou US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais.

Lembrando que o filme será lançado no dia 20 de outubro nos cinemas.

Você está na expectativa?

Quase 5.000 anos depois que ele foi concedido com os poderes onipotentes dos deuses egípcios – e preso com a mesma rapidez – Adão Negro (Dwayne Johnson) é libertado de sua tumba terrena, pronto para liberar sua forma única de justiça no mundo moderno.

O filme também apresentará os membros da Sociedade da Justiça: Senhor Destino (Pierce Brosnan), Gavião Negro (Aldis Hodge), Esmaga-Átomo (Noah Centineo) e Ciclone (Quintessa Swindell).  

Dirigido por Jaume Collet-Serra (‘Águas Rasas’), o longa se passará no mesmo universo de ‘Shazam!‘.

‘Mulher-Hulk’: Fãs estão ADORANDO o bombástico final da série; Confira as reações!

O episódio final de ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘ pegou os fãs de surpresa, trazendo diversos momentos de tirar o fôlego.

Além de contar com uma nova luta entre o Hulk (Mark Ruffalo) e o Abominável (Tim Roth), o episódio introduziu o ator Joey Zarick (‘Stargirl’) como Skaar, filho do Golias Verde.

E não faltam referências ao quadrinhos e aos bastidores da Marvel Studios.

Quando tudo parece estar dando errada enquanto Jen (Tatiana Maslany) vai à loucura com os rumos do episódio, ela quebra a 4ª parede e exige que Kevin Feige altere todo o roteiro do episódio.

O mais engraçado é que Feige é retratado como uma inteligência artificial no universo da série.

E Jen ainda aproveita para perguntar quando os ‘X-Men serão revelados nas telonas, algo que é bastante esperado pelo público, deixando o episódio ainda mais divertido.

Confira as reações:

Lembrando que todos os episódios continuam disponíveis na Disney+.

A trama acompanha Jennifer Walters (Maslany), advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, começa a ganhar poderes idênticos ao de Hulk após receber uma transfusão de sangue de emergência de Bruce Banner (Mark Ruffalo), seu primo.

“Esta nova série de comédia mostra Bruce Banner ajudando sua prima, Jennifer Walters, quando ela precisa de uma transfusão de sangue de emergência e adivinhem? Ela também recebe seus poderes. Tatiana Maslany interpretará Jennifer, que é uma advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, enquanto Mark Ruffalo retorna como o Hulk ao lado de Tim Roth, o Abominável.”

O elenco também conta com Jameela Jamil, Ginger Gonzaga, Griffin Mathews, Renée Elise Goldsberry e Josh Segarra. A rapper Megan Thee Stallion fará aparições na produção.

Novo terror traz mistura entre ‘A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça’ e ‘Motoqueiro Fantasma’; Confira o trailer!

O terror ‘Headless Horseman‘, que traz uma mistura entre ‘A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça‘ e ‘Motoqueiro Fantasma‘, ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Dirigido por Jose Prendes, o longa é o mais recente “mockbuster” da The Asylum.

À segundos da morte, um homem faz um acordo com o diabo para proteger o amor de sua vida e buscar vingança do traficantes que quase o matou.

O elenco conta com Michael Paré, Sean Whalen, Nic Caruccio, Amanda Jones e Ethan Daniel Corbett.

Nos EUA, o terror será lançado direto em VOD amanhã (14).

‘TÁR’: Cinebiografia estrelada por Cate Blanchett ganha novo trailer LEGENDADO; Confira!

A Universal Pictures divulgou o novo trailer legendado de ‘TÁR‘, drama musical estrelado pela Cate Blanchett (‘O Beco do Pesadelo’).

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 26 de janeiro de 2023.

Todd Field (‘Pecados Íntimos’) é responsável pela direção, além de assinar o roteiro.

Ambientada no universo da música clássica, a trama foca na figura de Lydia Tár, amplamente considerada uma das maiores compositoras/regentes vivas e a primeira maestrina chefe de uma grande orquestra alemã.

O elenco ainda conta com Noémie Merlant, Nina Hoss, Sophie Kauer, Julian Glover,  Allan Corduner e Mark Strong.

‘Atração Fatal’: Dee Wallace se junta ao elenco da nova adaptação da Paramount+

Segundo o Deadline, Dee Wallace (‘E.T.: O Extraterrestre’) entrou para o elenco de ‘Atração Fatal‘, nova adaptação da Paramount+ baseada no clássico suspense dos anos 1980.

A atriz interpretará Emma Rauch, que é descrita como chique e amigável. Ela é aposentada e está sempre disposta a ajudar – alguém que qualquer um, menos a Alex (Lizzy Caplan), estaria feliz em ter como vizinha.

Lizzy Caplan (‘Castle Rock’), Joshua Jackson (‘Dr. Death’) e Amanda Peet (‘The Chair’) estrelam a série. O elenco ainda contará com David MeunierAlyssa JirrelsToby HussReno Wilson e Brian Goodman.

Jackson interpreta Dan, o marido infiel, enquanto Peet é Beth, uma esposa leal, mãe carinhosa e mulher de negócios bem-sucedida, cujo mundo desaba quando a traição de seu marido ameaça destruir suas vidas juntos. Caplan dará vida à amante que se torna obcecada após um breve caso extraconjugal.

O projeto está sendo descrito como uma reimaginação do thriller psicossexual, e será contado através de um ponto de vista modernizado quando se trata de mulheres fortes, transtornos de personalidade, culpa da vítima e controle coercitivo.

O roteiro da adaptação ficará por conta de Alexandra Cunningham e Kevin Hynes (‘Dirty John’).

No filme de 1987, o caso de uma noite volta a assombrar um homem casado quando sua amante começa a perseguir ele e sua família.

Stanley Jaffe e Sherry Lansing, produtores do longa original, serão produtores executivos da série.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Matilda: O Musical’ ganha novo trailer oficial pela Netflix

Matilda: O Musical‘, que estreia em 25 de dezembro, teve o seu trailer oficial divulgado pela Netflix. Lembrando que haverá uma exibição especial nos cinemas norte-americanos a partir de 9 de dezembro.

Confira logo abaixo:

Repaginando o musical vencedor dos prêmios Tony e Olivier, Matilda: O Musical’ conta a história de uma garotinha extraordinária e muito criativa, que ousa se impor para mudar sua trajetória de vida e acaba conquistando resultados inacreditáveis.

Andrea RiseboroughStephen Graham substituem os papéis de Danny DeVitoRhea Perlman do filme original como os pais da protagonista titular, Sr. e Sra. Wormwood.

O elenco ainda conta com Lashana Lynch (Jenny Honey), Emma Thompson (Srta. Trunchbull) e Alisha Weir (Matilda).

Matthew Warchus comanda o projeto.

Publicado pela primeira vez em 1988, o romance gira em torno da pequena Matilda Wormwood, uma menina muito inteligente que adora ler e se sentir desafiada intelectualmente.

Por conta das diferenças com seus pais preguiçosos, Matilda é matriculada em uma escola administrada pela perigosa Diretora Agatha Trunchbull, que trata seus alunos com mãos de ferro e aplica castigos rigorosos.

Diferente das outras crianças, Matilda não se intimida e acaba chamando a atenção da gentil professora Honey, a única adulta que a compreende.

No filme original, Matilda foi vivida por Mara Wilson. A produção foi aclamada pela crítica especializada e conquistou 90% de aprovação no Rotten Tomatoes, apesar da fraca bilheteria de apenas US$33 milhões.

Liam Neeson será o protagonista do remake de ‘Corra que a Polícia Vem Aí’

Segundo o Deadline, a Paramount está desenvolvendo um novo filme da franquia ‘Corra que a Polícia Vem Aí‘, estrelado por Liam Neeson (‘Busca Implacável’).

O cineasta Akiva Schaffer cuidará da direção, enquanto Dan Gregor e Doug Mand, que trabalharam ao lado de Schaffer no elogiado (e vencedor do Emmy) ‘Tico e Teco: Defensores da Lei‘, assinam a versão final do roteiro.

Nomes como Seth MacFarlane (‘The Orville’) e Erica Huggins estão produzindo através de sua empresa Fuzzy Door.

Demais informações sobre a trama estão sendo mantidos em segredo, exceto que Neeson pode estar interpretando o filho do oficial Frank Derbin, imortalizado por Leslie Nielsen.

Corra que a Polícia Vem Aí‘ traz a rotina do atrapalhado policial Frank Drebin (Nielsen), que precisa impedir um atentado contra a Rainha Elizabeth 2.ª (Jeannette Charles). Enquanto investiga, Frank se apaixona por uma integrante da quadrilha de Vincent (Priscilla Presley) incumbida de atraí-lo a uma cilada.

Halle Bailey surge em belíssimo cartaz oficial do live-action de ‘A Pequena Sereia’

Foi divulgado pela Disney um pôster oficial do live-action de ‘A Pequena Sereia‘ dando destaque para Ariel (Halle Bailey). Trata-se de um indício da divulgação do trailer completo.

Abaixo você confere o cartaz oficial divulgado:

E aí, você está animado para o filme?

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

A adaptação em live-action da clássica história terá algumas mudanças em relação à backstory das personagens principais – incluindo sobre a icônica vilã Úrsula (Melissa McCarthy).

As informações indicam que a bruxa do mar será tia de Ariel (Bailey), algo que já havia sido considerado para a versão animada da Disney. Aliás, no conto assinado por Hans Christian Andersen, a feiticeira não tem nome e não tem muita proeminência na história, tendo insurgido como a principal força antagônica apenas em 1989.

O elenco é formado também por Daveed Diggs, que dará vida a Sebastião, Melissa McCarthy como a vilã Úrsula, Awkwafina (‘Jumanji: Próxima Fase’) como a hilária gaivota Sabidão, Jacob Tremblay (O Predador) como o icônico peixinho Linguado e Jonah Hauer-King (‘A Caminho de Casa’) como o Príncipe Eric.

O vencedor do Oscar Javier Bardem (‘Mãe!’) será o Rei Tritão. ZendayaKeke PalmerChloe Bailey estão sendo cotadas para viver as irmãs de Ariel, enquanto Gugu Mbatha-Raw deve interpretar a rainha Athena. Jessica Alexander e Noma Dumezweni completam o elenco, ainda sem papéis revelados.

Dirigido por Rob Marshall, a obra conta com músicas do filme original animado e novas músicas de Alan Menken e Lin-Manuel Miranda.

‘Halloween Ends’: Michael Myers morre no final do filme? [SPOILERS]

Cuidado: muitos spoilers à frente.

Halloween Ends‘, terceiro e último capítulo da nova franquia Halloween, chega hoje, 13 de outubro, aos cinemas e promete finalizar a saga entre Michael Myers e Laurie Strode.

Mas será que Michael Myers morre no final do filme?

Depois de décadas sendo literalmente baleado, esfaqueado e atropelado, Michael é derrubado mais uma vez. Mas dessa vez, ele realmente morre.

No fim do filme, o corpo de Myers é jogado em um triturador industrial por Laurie. O corpo inteiro de Michael fica esmagado, muito além de qualquer chance de sobrevivência.

Depois que o filme anterior o viu quase morrer antes de se levantar, este é definitivamente o fim da linha para Myers. E, a não ser que uma possível continuação da franquia traga Michael de volta dos mortos à la ‘Sexta-Feira 13’, o sangrento reino de caos do homicida terminou de uma vez por todas.

Assista a nossa crítica:

No Rotten Tomatoes, a produção abriu com apenas 60% de aprovação, com nota 5.30/10 baseada em reviews até o momento. Os especialistas internacionais ficaram divididos quanto ao roteiro e à condução da obra, apesar de elogiarem Jamie Lee Curtis como Laurie Strode.

Confira os principais comentários:

“Como os dois filmes anteriores, [o diretor David Gordon] Green oferece duas horas de diversão de terror. E Laurie e Allyson são guerreiros admiráveis ​​pelos quais vale a pena torcer” – The Strait Times.

“… uma perda de tempo meio crua, meio idiota e uma maneira podre de concluir uma franquia amada, embora sitiada” – FILMINK.

“Aderindo estritamente à fórmula de salas escuras e lâminas brilhantes, o filme oferece a cota necessária de sustos e carnificina baratos para satisfazer os fãs da franquia” – jimschembri.com.

“Pode não ser o filme que queremos ou merecemos, mas visa uma presença alterada que, pelo menos, corta qualquer previsibilidade” – The AU Review.

“Há uma estranha majestade nos loucos minutos finais do último Halloween. Fique firme por isso e pela feroz resistência de Jamie Lee Curtis” – Nobody’s Reading This But Me.

Quatro anos após os eventos de ‘Halloween Kills‘, Laurie está vivendo com sua neta Allyson (Andi Matichak), enquanto termina de escrever suas memórias. Michael Myers não foi visto desde então. Após ter sido assombrada pela presença dele por décadas, Laurie está determinada a se libertar do medo e começar a viver. Mas quando um jovem, Corey Cunningham (Rohan Campbell), é acusado de matar um garoto que ele estava cuidando como babá, o retorno da violência e do terror forcará Laurie a finalmente enfrentar o mal que ela não pode controlar, de uma vez por todas.”

David Gordon Green dirige e Jamie Lee Curtis estrela o fim da trilogia.