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Ralph Fiennes diz que fãs que atacam J. K. Rowling são “nojentos” e “repugnantes”

O veterano ator Ralph Fiennes, intérprete do Lord Voldemort na saga ‘Harry Potter’, saiu em defesa da polêmica autora dos livros, J. K. Rowling, criticando as pessoas que a xingam e a ameaçam de serem “repugnantes” e “nojentos”.

“JK Rowling escreveu esses ótimos livros sobre empoderamento, sobre crianças pequenas se descobrindo como seres humanos”, disse Fiennes ao New York Times.

“É sobre como você se torna um ser humano melhor, mais forte e mais moralmente centrado. O abuso verbal dirigido a ela por essas pessoas é nojento, são terríveis”, continuou.

“Quero dizer, eu posso entender um ponto de vista que pode ficar bravo com o que ela diz sobre as mulheres. Mas não é um fascista obsceno de extrema-direita. É apenas uma mulher dizendo: ‘Sou mulher e sinto que sou mulher e quero poder dizer que sou mulher’. E eu entendo de onde ela está vindo. Mesmo que eu não seja uma mulher”, conclui o ator.

Lembrando que J. K. Rowling sofreu inúmeras ameaças de morte, bem como abusos depois de falar sobre assuntos como direitos das mulheres e liberdade de expressão. Os críticos a acusaram de ser “anti-trans” e de expressar sentimentos vistos como prejudiciais à comunidade trans.

‘O Homem de Aço 2’: DC já está selecionando roteiros para o segundo filme do Superman

Após o anúncio do cineasta James Gunn como chefe da DC Studios, a produção de ‘O Homem de Aço 2‘ está caminhando a passos rápidos.

Segundo relatório da Variety, a Warner Bros. Discovery abriu solicitações para selecionar roteiros visando a sequência do novo longa do Superman.

Gunn, inclusive, já estaria tomando as rédias das decisões criativas a respeito de ‘O Homem de Aço 2‘, à medida que esses roteiros forem começando a chegar.

Lembrando que Gunn e Safran ficarão responsáveis por supervisionar os esforços de cinema, TV e animação na divisão recém-formada da Warner Bros. Pictures, que substituirá a DC Films. A a DC Studios atuará de forma independente, semelhante à Marvel Studios na Walt Disney Company.

Vale destacar que, nas últimas semanas, a dupla se reuniram em diferentes ocasiões com Michael De Luca, co-presidente da Warner Bros. Pictures. A abertura inicial aconteceu em algum momento do verão norte-americano, simultaneamente às negociações com Dan Lin.

“A DC tem alguns dos mais divertidos, poderosos e icônicos personagens no mundo e estou extasiado por ter os talentos singulares e complementares de James e de Peter se juntando ao nosso time de nível mundial e supervisionando a direção criativa do Universo DC”, afirmou David Zaslav.

Fora o universo principal, que conta atualmente com ‘Adão Negro‘ e os vindouros novos filmes de ‘Aquaman‘, ‘Shazam‘ e ‘Mulher-Maravilha‘, há também os núcleo de ‘Batman‘ comandado por Matt Reeves, e ‘Coringa‘, que voltará a ter um longa solo com ‘Joker: Folie à Deux‘.

‘The Batman’: Previsão de estreia da continuação pode ter sido revelada

Após novas informações da Variety, que falaram a respeito da adição de James Gunn e Peter Safran à DC Studios, também tivemos notícias sobre a sequência de ‘Batman’, onde é possível observar a previsão de estreia do longa.

Segundo diz o relatório, Matt Reeves não entregou a versão final do roteiro da continuação. Ou seja, é possível que a nova produção só chegue aos cinemas apenas em 2025. Durante esse tempo, o diretor deve lançar séries derivadas, como ‘Pinguim’ e ‘Asilo Arkham’ pela HBO Max.

A equipe teve reuniões com diferentes roteiristas e diretores para decidir qual seria a Galeria de Vilões, tanto estabelecida quanto mais obscura. Existem discussões envolvendo Espantalho, Cara-de-Barro e Professor Porko. Todos esses projetos estão em estágios iniciais.

Batman 2‘ terá roteiro de Reeves e Mattson Tomlin.

No currículo, Mattson tem ‘A Fera do Mar‘ e ‘Project Power‘, da Netflix, e também a ficção científica ‘Mãe x Androides‘.

Agora que a sequência está ganhando forma, um usuário do Instagram compartilhou uma bela fan art imaginando o traje do heróis com um sutil atualização, dando um contorno dourado no símbolo em seu peito e em algumas partes da armadura.

Na legenda, ele pergunta:

“‘Batman II‘. Que tipo de mudança no traje você gostaria de ver na sequência?”

Confira:

Por enquanto, os detalhes da trama estão sendo mantidos na Batcaverna. Ainda não está claro se a sequência contará com o Coringa, o clássico inimigo de Batman provocado nos momentos finais do filme de Reeves e interpretado por Barry Keoghan.

A notícia chega após o diretor assinar um acordo de exclusividade com a Warner Bros. Discovery.

Reeves e sua produtora 6th & Idaho já tinham um contrato de exclusividade com a Netflix. No entanto, depois de dirigir Batman e trabalhar em Batman 2 e O Pinguim, faz sentido mover seu foco diretamente para a Warner Bros.

Além a série do Pinguim, uma derivada sobre o Asilo Arkham vai explorar o passado Coringa (Barry Keoghan), que apareceu brevemente na adaptação estrelada por Robert Pattinson.

Batman‘ já está disponível na HBO Max.

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Música de Rihanna para ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’ ganha data de lançamento

O Hits Daily Double já havia indicado que Rihanna, uma das maiores estrelas da música pop de todos os tempos, teria duas novas canções na trilha sonora de ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘.

Agora, a Marvel deu uma prévia anunciando que a música será lançada dia 28 de Outubro.

Confira:

O portal afirmou que Rihanna estaria gravando duas músicas inéditas para a trilha sonora do novo filme da Marvel Studios. Outra fonte que confirma o rumor é o jornalista do New York Times, Kyle Buchanan, que afirmou que Rihanna está trabalhando nos créditos de encerramento de ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘.

“Rumores estão voando e eu posso acrescentar a eles: eu ouço há semanas que Rihanna está gravando a música dos créditos finais de PANTERA NEGRA: WAKANDA PARA SEMPRE. Como você segue um clássico como ‘All the Stars’? Trazendo a primeira grande música de Rihanna em anos”, disse o jornalista.

Isso porque, caso realmente a informação seja verdadeira, essas serão as primeiras canções inéditas de Rihanna a serem lançadas, desde seu último álbum ANTI, de 2016.

De acordo com o Box Office Pro, a sequência deve arrecadar entre US$ 180 milhões e US$ 225 milhões durante o fim de semana de estreia no mercado interno, nos EUA e no Canadá.

Caso a sequência alcance as projeções, a marca irá ultrapassar a bilheteria de abertura do filme anterior, que fez US$ 202 milhões na região no mesmo período.

No entanto, o portal aponta que a continuação deve terminar a corrida nas bilheterias domésticas com um valor estimado entre US$ 445 milhões e US$ 590 milhões.

Já o original encerrou seu período em exibição com US$ 700 milhões.

Ainda assim, a sequência pode ser mais rentável que os últimos títulos lançados pela Marvel, como ‘Shang-Chi‘ (US$ 224,5 milhões), ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ (US$ 411,3 milhões) e ‘Thor: Amor e Trovão‘ (US$ 343,2 milhões).

Lembrando que os valores entre parênteses referem-se às bilheterias domésticas.

Dirigido por Ryan Coogler, ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ estreia em 10 de novembro e conta com Letitia Wright, Angela Bassett, Winston Duke, Lupita Nyong’o, Martin Freeman, Danai Gurira, Tenoch Huerta e Michaela Coel.

Confira o trailer e a sinopse:

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

Site revela duração do contrato de James Gunn como chefe da DC Studios

Segundo The Hollywood Reporter, o cineasta James Gunn e o produtor Peter Safran começarão a trabalhar na DC Studios a partir do dia 1º de novembro, onde a dupla assinou contrato por quatro anos. Ou seja, eles estão garantidos como líderes da vertente até 2026, pelo menos.

Lembrando que Gunn e Safran ficarão responsáveis por supervisionar os esforços de cinema, TV e animação na divisão recém-formada da Warner Bros. Pictures, que substituirá a DC Films. A a DC Studios atuará de forma independente, semelhante à Marvel Studios na Walt Disney Company.

Vale destacar que, nas últimas semanas, a dupla se reuniram em diferentes ocasiões com Michael De Luca, co-presidente da Warner Bros. Pictures.

Vale lembrar que, nas últimas semanas, Gunn e Safran se reuniram em diferentes ocasiões com Michael De Luca, co-presidente da Warner Bros. Pictures. A abertura inicial aconteceu em algum momento do verão norte-americano, simultaneamente às negociações com Dan Lin.

“A DC tem alguns dos mais divertidos, poderosos e icônicos personagens no mundo e estou extasiado por ter os talentos singulares e complementares de James e de Peter se juntando ao nosso time de nível mundial e supervisionando a direção criativa do Universo DC”, afirmou David Zaslav.

Fora o universo principal, que conta atualmente com ‘Adão Negro‘ e os vindouros novos filmes de ‘Aquaman‘, ‘Shazam‘ e ‘Mulher-Maravilha‘, há também os núcleo de ‘Batman‘ comandado por Matt Reeves, e ‘Coringa‘, que voltará a ter um longa solo com ‘Joker: Folie à Deux‘.

‘Batman’: Série sobre o Asilo Arkham contrata diretor de ‘O Diabo de Cada Dia’

Segundo a Variety, a série ‘Arkham‘ – que expandirá o universo do ‘Batman‘ criado por Matt Reeves (‘Deixe-me Entrar‘) – contratou diretor.

Antonio Campos, roteirista e diretor da minissérie ‘A Escada‘ e ‘O Diabo de Cada Dia‘, foi contratado para dirigir, roteirizar e produzir.

Em entrevista ao The Cyber Nerds, o diretor Matt Reeves (‘Deixe-me Entrar’) revelou que a série irá focar no sombrio Asilo Arkham.

“O projeto envolvendo a polícia de Gotham evoluiu. Agora, nós estamos nos aprofundando no universo de Arkham, focando em alguns dos personagens e suas histórias de origem. Será como um filme de terror ou uma história de casa assombrada.”

Ele completa, “Eu realmente quero que Arkham exista como um personagem, assim como Gotham é um personagem no filme. Você precisa abordar esse cenário e conhecer esses personagens de uma forma original.”

Vale lembrar que o Asilo Arkham é uma prisão icônica que abriga os vilões do Batman.

Anteriormente, Reeves havia confirmado o projeto: “Primeiro, estamos fazendo a série do Pinguim. Depois vamos fazer uma segunda série que é conectada a Arkham. Nós queremos que as pessoas se conectem com esse primeiro filme”, revelou ao The Toronto Sun. 

As informações indicam que o spin-off será uma prequela do longa-metragem e que será ambientada no primeiro ano do icônico vigilante titular, mas a partir da perspectiva de um corrupto oficial da polícia de Gotham City.

Após trailer, especial de Natal dos ‘Guardiões da Galáxia’ ganha estiloso cartaz

Marvel divulgou um novo material do Especial de Natal dos ‘Guardiões da Galáxia‘, a equipe mais amada do MCU.

A produção que faz parte da linha que agora chamam de ‘Apresentações Especiais‘ do Universo Marvel, foi anunciada por Kevin Feige em dezembro de 2020. Então, após dois anos, vamos enfim poder conferir o que James Gunn preparou com essa aventura natalina insana que será lançada no Disney+.

Abaixo você o cartaz e o trailer:

De acordo com o cineasta, a produção vai surpreender muito o público, pois será algo que nunca foi visto na Marvel até agora:

Após a divulgação do empolgante trailer do Especial de Natal dos ‘Guardiões da Galáxia‘, o cineasta James Gunn, que agora é chefe da DC, comemorou em sua conta no Twitter a participação do seu ídolo Kevin Bacon na nova produção da Marvel.

“Quando eu disse que o especial teria o meu novo personagem favorito do MCU, esse personagem favorito é Kevin Bacon, disse o diretor no post.

Confira:

O terceiro filme comandado por James Gunn ainda está em fase de produção, mas aparentemente será surpreendente para todos os fãs. O diretor disse em uma entrevista que o longa será diferente de tudo que já foi visto.

Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ estreia no dia 23 de maio de 2023 nos cinemas.

Contratado pela DC, James Gunn não poderá mais trabalhar para a Marvel

O  Hollywood Reporter confirmou hoje que o sempre excelente cineasta James Gunn será um dos presidentes do DC Studios, área responsável pelas adaptações dos quadrinhos da editora em filmes, séries e animações.

Gunn, que é conhecido por seu trabalho em filmes baseados em gibis como os dois ‘Guardiões da Galáxia‘ e ‘O Esquadrão Suicida‘, vai dividir a liderança da nova subdivisão da Warner Bros. com o produtor Peter Safran.

Agora, o Deadline afirma que o contrato com a DC é de exclusividade, e Gunn não poderá trabalhar para a Marvel em projetos futuros enquanto estiver sob supervisão da Warner Media Discovery.

Antes de partir, Gunn vai lançar um especial de Natal dos ‘Guardiões da Galáxia’ e ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘.

Vale lembrar que, nas últimas semanas, Gunn e Safran se reuniram em diferentes ocasiões com Michael De Luca, co-presidente da Warner Bros. Pictures. A abertura inicial aconteceu em algum momento do verão norte-americano, simultaneamente às negociações com Dan Lin.

“A DC tem alguns dos mais divertidos, poderosos e icônicos personagens no mundo e estou extasiado por ter os talentos singulares e complementares de James e de Peter se juntando ao nosso time de nível mundial e supervisionando a direção criativa do Universo DC”, afirmou David Zaslav.

Fora o universo principal, que conta atualmente com ‘Adão Negro‘ e os vindouros novos filmes de ‘Aquaman‘, ‘Shazam‘ e ‘Mulher-Maravilha‘, há também os núcleo de ‘Batman‘ comandado por Matt Reeves, e ‘Coringa‘, que voltará a ter um longa solo com ‘Joker: Folie à Deux‘.

‘Blonde’ | Ana de Armas e as estrelas que viveram Verdadeiros ÍCONES de Hollywood nas telas

A polêmica é real! Saído de sua estreia controversa no prestigiado festival de Veneza, Blonde teve seu lançamento na plataforma da Netflix há menos de um mês, no dia 28 de setembro – tendo passado antes de forma limitada nas telonas de cinema de alguns países pelo mundo, como seu território natal, os EUA. Blonde, é claro, trata-se da biografia fervorosa de uma das maiores lendas já passadas em Hollywood: Marilyn Monroe. Muito alardeado como possível candidato ao Oscar 2023 em algumas categorias, o longa logo foi tomado por seu conteúdo explosivo, deixando os fãs e críticos embarreirados sem conseguir ultrapassar a narrativa nua e crua, que propõe uma descortinada nos abusos sofridos pela estrela nos bastidores, tanto físicos (como estupros), quanto psicológicos. O filme, no entanto, é baseado no livro de Joyce Carol Oates. A crítica não morreu de amores pelo resultado, muito ao contrário – o que pode ter minado um pouco as aspirações do longa à época de prêmios, mas uma coisa da qual todos parecem concordar é a performance da cubana Ana de Armas no papel principal – essa sim pode vir a ser lembrada, quem sabe até para o Oscar.

Pensando nisso, resolvemos lembrar com você outras estrelas do cinema que já personificaram nas telas colegas de profissão do passado – que são verdadeiras lendas da era de ouro de Hollywood. Confira abaixo.

Ana de ArmasMarilyn Monroe

A jovem Ana de Armas aos poucos vem galgando novas posições em seu estrelato, se tornando um dos nomes mais promissores de Hollywood. E se pensarmos que a atriz é cubana, a coisa se torna ainda mais incrível, levando em conta a acirrada competição que é o mercado de Hollywood, até mesmo para as próprias americanas. Ter uma cubana conquistando este espaço é muito louvável. Com Blonde ela dá seu maior passo, num filme que é totalmente dela, e no qual ela possui uma entrega arrebatadora numa personagem difícil e muito complexa. Tanto que nem o resultado do filme em si foi o suficiente para apagar o brilho de Armas no papel da insegura e abusada Marilyn Monroe.

Michelle WilliamsMarilyn Monroe

Onze anos antes de Ana de Armas personificar a lendária Marilyn no controverso Blonde, outra estrela de Hollywood deu vida à mesma personagem num filme, digamos, muito mais palatável ao grande público. Michelle Williams tem nada menos do que 4 indicações ao Oscar, e está mais do que na hora de levar a estatueta para casa. Aqui voltamos justamente para sua terceira nomeação, adquirida pelo retrato certeiro de uma Marilyn Monroe mais tímida e reservada no drama Sete Dias com Marilyn (2011). O propósito aqui era focar não apenas nas inseguranças da estrela e de seus problemas psicológicos, mas também na amizade que desenvolveu com um dos funcionários da produção de O Príncipe Encantado (1957), longa que filmou na Inglaterra ao lado de Laurence Olivier.

Scarlett JohanssonJanet Leigh

Falecida em 2004 e mãe de Jamie Lee Curtis na vida real, a estrela Janet Leigh ficaria para sempre eternizada no papel de Marion Crane, a “protagonista” que é também a primeira vítima no clássico absoluto Psicose (1960). E é justamente esta produção o foco de Hitchcock (2012), biografia divertida sobre o mestre do suspense que dá título ao longa, interpretado por Anthony Hopkins. O filme foca no período em que o diretor britânico apostou todas as suas fichas num filme declaradamente de terror – enquanto todos ao redor consideravam o projeto abaixo de seu talento. Psicose terminou se tornando seu maior sucesso e filme mais popular. Nesse contexto, é claro, era preciso ter uma Janet Leigh, a estrela de Psicose. E a tarefa recai na musa Scarlett Johansson, que interpreta Leigh da melhor forma possível, recriando inclusive a famosa cena do chuveiro.

Nicole KidmanGrace Kelly

Hollywood possui muitas estrelas inesquecíveis em sua constelação. Mas quantas delas podem dizer que foram princesas de verdade? Essa é a realidade quando falamos da lendária Grace Kelly, também conhecida como a princesa de Mônaco. Famosa em Hollywood pelas parcerias com o mesmo Alfred Hitchcock – em três de seus filmes mais emblemáticos: Disque M para Matar, Janela Indiscreta e Ladrão de Casaca – uma das mais belas atrizes a passarem por este mundo, Grace Kelly ainda obteve a honraria de uma vitória no Oscar pelo drama Amar é Sofrer (1954), com uma estatueta dourada decorando a sua casa. Kelly largou a atuação quando aceitou se casar com o Príncipe Rainier de Mônaco. Tudo isso foi retratado no drama Grace de Mônaco (2014), que trouxe a musa altíssima Nicole Kidman no papel de Grace Kelly. Uma escolha acertada.

Margot RobbieSharon Tate

De todas as estrelas apresentadas na lista até agora, Sharon Tate talvez seja a menos conhecida, e a que menos marcas nas telas deixou em Hollywood. A verdade é que a estrela de Tate estava começando a brilhar, aqui falamos da década de 1960. Mas a atriz foi tirada deste mundo de forma rápida e violenta demais. Esposa do diretor polonês Roman Polanski, a atriz foi brutalmente assassinada por maníacos da “família” do psicopata Charles Manson, quando estava grávida – fazendo parte, infelizmente, de uma das maiores tragédias já vistas na história de Hollywood. Tudo isso foi retratado no excelente Era uma Vez em Hollywood, de Quentin Tarantino, onde Tate foi vivida pela estonteante Margot Robbie. E quando digo que tudo foi retratado, é melhor dizer quase tudo, já que Tarantino toma suas liberdades poéticas, alterando o destino da moça ao final do filme, numa daqueles “desfechos que gostaríamos de ter visto”.

Kristen StewartJean Seberg

Outra famosa atriz que teve uma vida pessoal bem conturbada, a americana Jean Seberg fez sucesso internacional graças ao cult Acossado (1960), filme francês de Jean-Luc Godard. Por isso, e por ter abandonado os EUA para ir viver na França, muitos podem pensar nela como uma atriz francesa. Não é o caso. Assim, ter a americana Kristen Stewart a interpretando na biografia Seberg Contra Todos (2019) não parece um disparate tão grande. Ainda mais se levarmos em conta que Stewart foi indicada ao Oscar logo depois ao interpretar a muito britânica Princesa Diana na biografia dramática Spencer (2021). No filme de Seberg, o foco é seu envolvimento em causas sociais, em especial na relação desenvolvida com o ativista dos direitos civis Hakim Jamal nos anos 60, o que a tornou alvo de investigação por parte do FBI – e a levou numa descente de paranoia até sua eventual morte suspeita.

Cate BlanchettKatharine Hepburn

Se existe um recorde a ser batido em Hollywood, esse recorde é o de Katharine Hepburn, estrela do cinema que é a única intérprete (incluindo os homens) a ter recebido quatro estatuetas do Oscar como atriz principal. Nada de coadjuvante aqui. Assim, para viver Katharine (não confundir com Audrey Hepburn) nas telas, que era conhecida por seu jeitão moleca, nada melhor do que uma estrela classuda de alto nível, dona de uma potente voz e imponência. Assim, entra em cena a australiana Cate Blanchett, que viveu Hepburn em O Aviador (2004), biografia de Howard Hughes, com quem teve um caso, dirigida por Martin Scorsese. Blanchett garantiu sua primeira vitória no Oscar pelo papel, porém, com uma estatueta de coadjuvante.

Susan SarandonBette Davis

She got Bette Davis eyes… “, já dizia a música de Kim Carnes lançada em 1981. Davis foi uma das mais emblemáticas estrelas de Hollywood em sua época de ouro, tendo começado a carreira ainda nos anos 1930. Vencedora de 2 Oscar, a estrela tem em seu repertório clássicos como A Malvada (1950) e O que Terá Acontecido a Baby Jane? (1962). No entanto, um dos fatos que mais chamou atenção na trajetória de Bette foi sua irrevogável rivalidade com outra lendária estrela, Joan Crawford, que incendiava os bastidores do cinema na época. Tudo isso foi retratado na minissérie Feud (2017), na qual Bette Davis foi vivida de forma brilhante pela veterana vencedora do Oscar Susan Sarandon.

Jessica LangeJoan Crawford

Por falar na rivalidade inesquecível das duas lendárias estrelas, aqui temos o contraponto de Bette Davis. As duas participaram de O que Terá Acontecido a Baby Jane?, com direito a bastidores caóticos, como esperado. Joan Crawford não teve uma música feita sobre ela, mas ganhou uma biografia “maldita” intitulada Mamãezinha Querida (1981), na qual foi interpretada por Faye Dunaway. O filme é considerado uma das piores obras do cinema de todos os tempos, por retratar sem dó nem piedade o lado cruel da atriz em relação à sua filha – em sessões constantes de tortura física e psicológicas. Como personagem, Crawford se redimiria ao ser interpretada por Jessica Lange em Feud, num duelo… desta vez de atuações entre grandes intérpretes.

Nicole KidmanLucille Ball

Para além de uma estrela, a agora veterana Nicole Kidman se tornou uma das atrizes mais versáteis de sua geração. Sem dúvidas uma das mais trabalhadoras, que pega para si todo tipo de desafio. Um dos mais interessantes de seu repertório recente foi o papel de outra icônica atriz real da era de outro de Hollywood. Depois da musa Grace Kelly, a atriz deu vida também para a humorista Lucille Ball, mais conhecida como Lucy, do seriado I Love Lucy, da década de 1950. Isso demonstra o alcance de Kidman como intérprete, conseguindo ir do oito ao oitenta em questão de abrangência performática. E o melhor de tudo, pelo papel em Apresentando os Ricardos (2021), da Amazon Prime Video, retrato da vida de Lucy ao lado do marido Desi Arnaz, Nicole Kidman recebeu nova indicação ao Oscar.

Crítica | Nightsiren – Bruxaria e o Feminino são Temas de TERROR Eslovaco estilo ‘A Bruxa’

Filme visto no Festival do Rio 2022.

Ter um filme selecionado para um importante festival de cinema internacional é o tipo de selo que faz com que uma produção se destaque em um universo de milhares de títulos de outros países todos os anos. Quando um filme é selecionado para dois importantes festivais, então, isso significa que esta produção realmente tem algo de diferencial que merece a atenção do público, seja de onde for. É assim que o longa eslovaco ‘Nightsiren’ chegou ao Festival do Rio esse ano, após ser exibido também pelo Festival de Locarno.

Quando criança, Šarlota e sua irmã mais nova, Tamara, viviam em uma cabana na floresta com a mãe e o pai, que era abusivo com a mãe. Certo dia, chateada com um acontecimento e determinada a fugir de casa, Šarlota sai, com Tamara em seu encalço, mas algo acontece que faz com que Tamara se desequilibre e caia de um penhasco. Confusa, desolada e, acima de tudo, determinada, Šarlota segue adiante, retornando ao vilarejo anos depois, já adulta, num instinto de procurar o que teria acontecido com sua irmã. De volta ao seu local de origem, Šarlota (Natalia Germani) terá que enfrentar os costumes enraizados da população e reencontrar amizades deixadas no passado.

Com quase duas horas de duração, a extensão desse filme talvez jogue contra a acepção de ‘Nightsiren’. A primeira sequência do longa traz essa cena do passado da protagonista, e, em seguida, já a temos de volta ao vilarejo de origem; daí em diante, o roteiro de Barbora Namerova e Tereza Nvotová passa a reconstruir a vida de Šarlota como um quebra-cabeças que ela mesma desconhece, dificultando um pouco a vida do espectador, por mais de metade do longa nos fazendo nos perguntar o por quê do gênero terror. Mas então, quando a coisa toda começa de fato a acontecer, entendemos que o mote de Nightsirense vale da realidade das mulheres e do feminino em si como argumento para a construção do clima de suspense crescente que passa a apertar a vida dessa protagonista enquanto ela tenta transitar por entre o vilarejo machista, misógino, ultrarreligioso e preconceituoso que não tolera a liberdade e a individualidade feminina em nenhuma época.

Para tal, a diretora Tereza Nvotová parte do drama cotidiano de uma jovem em busca das raízes de seu passado para transformar o conflito de ideologias o principal catalisador das tragédias em seu longa. De um cenário mais aberto e luminoso na primeira metade para uma segunda parte sombria e mística – que nos leva de volta a histórias como as vistas em ‘A Bruxa’, ‘Midsommar’ e semelhantes – Tereza Nvotová demonstra, com a simplicidade de seu filme, que o pior terror na vida de uma mulher é ser uma mulher em uma sociedade conservadora.

Com belas cenas de bruxaria, misticismo e um clima de thriller cozido a banho maria, ‘Nightsiren’ confirma a expectativa criada por sua passagem em festivais de cinema, trazendo ao público uma história esteticamente impactante e visceral. É o cinema de terror e suspense das montanhas europeias comprovando, mais uma vez, que tem muito a oferecer ao imaginário dos fãs do gênero.

James Gunn comemora participação de Kevin Bacon em Especial de Natal dos ‘Guardiões da Galáxia’

Após a divulgação do empolgante trailer do Especial de Natal dos ‘Guardiões da Galáxia‘, o cineasta James Gunn, que agora é chefe da DC, comemorou em sua conta no Twitter a participação do seu ídolo Kevin Bacon na nova produção da Marvel.

“Quando eu disse que o especial teria o meu novo personagem favorito do MCU, esse personagem favorito é Kevin Bacon, disse o diretor no post.

Confira:

Veja também o novo trailer divulgado pela Marvel:

De acordo com o cineasta, a produção vai surpreender muito o público, pois será algo que nunca foi visto na Marvel até agora:

“É diferente de tudo que alguém já viu antes. Mal posso esperar para que as pessoas assistam. E será lançada muito em breve. Você sabe, está previsto para estrear neste Natal.”

O terceiro filme comandado por James Gunn ainda está em fase de produção, mas aparentemente será surpreendente para todos os fãs. O diretor disse em uma entrevista que o longa será diferente de tudo que já foi visto.

Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ estreia no dia 23 de maio de 2023 nos cinemas.

James Cameron critica imaturidade dos personagens de Marvel e DC: “Parece que todos estão na faculdade”

James Cameron, conhecido cineasta de ‘Titanic‘ e do ainda inédito ‘Avatar: O Caminho da Água‘, critica completamente a forma em como a Marvel Studios e a DC desenvolve os seus personagens, criticando especialmente a falta de maturidade de cada um deles.

“Quando eu olho para esses grandes e espetaculares filmes – nesse caso, Marvel e DC – não importa a idade dos personagens, todos agem como se estivessem na faculdade. Eles têm relacionamentos, mas na verdade não têm. Eles nunca penduram suas esporas por causa de seus filhos. As coisas que realmente nos castigam e nos dão poder, amor e um propósito? Esses personagens não experimentam isso, e acho que essa não é a maneira de fazer filmes”, falou Cameron ao The New York Times.

Que continuou: “Zoe (Saldaña) e Sam (Worthington) agora interpretam pais, quinze anos depois, em Avatar: O Caminho da Água. No primeiro filme, o personagem de Sam essencialmente muda o curso da história como resultado de um quase suicida salto de fé. Enquanto isso, a personagem de Zoe também faz um salto perigoso e assume que haverá algumas folhas grandes e bonitas lá embaixo que podem amortecer a queda. Mas, quando você tem filhos, não pensa assim”.

“Então, para mim, como pai de cinco filhos, estou dizendo: ‘O que acontece quando esses personagens amadurecem e percebem que têm uma responsabilidade fora de sua própria sobrevivência?’”, conclui.

E você, concorda com ele e acha que seus filmes que trazem essa abordagem?

Crítica | Lilo, Lilo, Crocodilo – Um filme leve e divertido para curtir com a família

É claro que a grande aposta dessa curiosa produção, que mistura live-action com CGI, é o crocodilo Lilo, este que é dublado pela estrela pop canadense Shawn Mendes, no entanto, o que salta logo aos olhos quando entra em ação é o sempre ótimo Javier Bardem (‘007 ‑ Operação Skyfall’), que está se divertindo em cena.

Com um bigode engraçado de vassoura que rivaliza com Hercule Poirot, protagonista das histórias de Agatha Christie, o ator leva a produção basicamente nas costas, como um artista fracassado e exagerado chamado Hector Valent, onde ele ri, faz piruetas e todo tipo de humor físico circense.

Para além disso, este ‘Lilo, Lilo, Crocodilo‘ é no máximo um filme honesto para o que se propõe ser – que pega carona em produções como ‘As Aventuras de Paddington‘. Tomando como base os livros ilustrados de Bernard Waber, o longa começa quando o tal Hector encontra o bebê crocodilo Lilo em uma loja de animais em Nova York, e de maneira muito fofa e engraçada, o pequeno réptil canta e dança na sua gaiola.

O showman então percebe que Lilo tem talento e ver a chance de fazer apresentações musicais, treinando o bichinho com alguns números especiais – feitos por Benj Pasek e Justin Pau, dupla criativa de ‘La La Land: Cantando Estações‘. O crocodilo canta com uma belíssima voz que é muito suave, o que acaba sendo um comportamento oposto à sua espécie, sempre temida. Contudo, algo que incomoda é justamente o fato de Lilo nunca falar durante a aventura, ainda que encante com suas tiradas desajeitadas.

Mas, afinal, qual é o grande desafio ou dilema que traz essa história? Simplesmente, o fato de Lilo morrer de medo de subir no palco e se apresentar em público. E quando o bichinho fracassa, após desistir por medo, Hector, que está super endividado, abandona o crocodilo sozinho em casa e parte em um voo solitário durante à noite, covardemente.

Bardem imprime ali toda falha moral de seu personagem, que mesmo sendo extravagante e quase um palhaço em seu comportamento, denota um drama interno em sua constante busca pelo sucesso. O sujeito acredita que um dia a sorte vai surgir para ele. Ou seja, é um personagem capaz de divertir, mas também de tocar o público emocionalmente.

Após essa espécie de introdução, a família Primm, junto ao pequeno Josh (Winslow Fegley), se muda para a antiga casa de Hector. No lugar, eles tomam um susto ao dar de cara com o crocodilo tomando banho e cantando, com a mãe e o pai de Josh horrorizados. Porém, com o caminhar da trama, como esperado, todos aprendem várias lições com Lilo, e Josh cria uma forte amizade com o bichinho. Algo que segue bem, até Hector reaparecer…

Uma história bem lugar comum e um tanto genérica, mas que, no fim das contas, deve funcionar bem para o seu público alvo. Brett Gelman, de ‘Stranger Things‘, também está ótimo como o vizinho mala, o vilão Sr. Grumps, defensor de regras chatas e que detesta crianças. No entanto, se espera algo diferente e fora da curva, artisticamente falando, como aconteceu com ‘Tico e Teco: Defensores da Lei‘, deve se decepcionar com o título comandado por Josh Gordon, cineasta que ainda não possui nenhum grande trabalho no currículo. Seria uma mera coincidência?

10 Filmes com REFLEXÕES importantes sobre o mundo atual

Muitos cineastas gostam de trazer com suas obras buscas por reflexões sobre paralelos com o que acontece do lado de cá da telona. Seja sobre sentimentos, causas sociais, conflitos que nunca terminam, preconceito, geopolítica, imigração, muitos filmes chegam todo o ano nos fazendo refletir sobre o planeta atual em que vivemos. Pensando nisso, resolvemos criar uma lista bem legal com 10 filmes com reflexões importantes sobre o mundo atual:

 

Castelo de Terra

Em Castelo de Terra, conhecemos Oriane Descout e Marreco, um casal que se conheceu quando a primeira chegou ao Brasil e logo se apaixonaram não só amorosamente mas também dentro da mesma linha de raciocínio de viverem uma vida autossustentável com ações sociais simples mas que impactam a todos que buscam fugir da loucura capitalista do mundo de fora. As dificuldades são imensas, ao longo dos anos, vamos vendo todas as tentativas que fazem. Na terra dos outros, sem saber se vão conseguir ficar ali à longo prazo, a mudança de pensamento (ou dúvidas) sobre a questão do coletivo, as várias tentativas de implementação desse sonho, o caminho é árduo e cheio de obstáculos.

 

Visão de uma Borboleta

Exibido na edição desse ano da Mostra Um Certo Olhar em Cannes, um dos filmes mais impactantes da edição 2022 do Festival do Rio de cinema, o longa-metragem ucraniano dirigido por Maksym Nakonechnyi, Visão de uma Borboleta, nos mostra a história de uma mulher que sofreu como prisioneira de guerra durante meses e luta para se readaptar ao convívio do noivo e da família. Um recorte impressionante sobre os horrores de uma guerra, assunto mais do que atual, já que o longa aborda as tensas relações em uma região no extremo leste da Ucrânia e sudoeste da Rússia.

 

O Paraíso deve ser Aqui

Na trama, somos testemunhas oculares dos passeios observadores de um homem (Elia Suleiman) e sua busca por respostas sobre o quão diferente ou não pode ser o mundo e suas tendências. É um pouco viagem às vezes, é sim! Mas fruto de uma tentativa clara e objetiva a todo instante de ser original e esse mérito são para poucos no cinema mundial contemporâneo. O filme foi o Indicado da Palestina ao Oscar, na categoria melhor filme estrangeiro, além de ter sido indicado à Palma de Ouro em Cannes.

 

Aos Nossos Filhos

Na trama, conhecemos Vera (Marieta Severo), uma mulher recém divorciada que comanda uma ONG. Ela é mãe de Tânia (Laura Castro), uma mulher na casa dos 40 anos, casada Vanessa (Marta Nobrega) que tem o sonho de ter um filho com a companheira. Vera sofreu traumas enormes durante a ditadura, principalmente no período em que esteve presa. Ela não tem um bom relacionamento com a filha. Essa última passa por uma fase muito difícil, estudando para concurso e tendo que lidar com os conflitos no seu relacionamento, muitos desses provocados pelas tentativas de gravidez. Essas duas estradas acabam entrando em choques as levando para um caminho de questões que precisam serem debatidas.

 

Marte Um

Exibido no Festival de Sundance e no Festival de Gramado desse ano, Marte Um, ambientado nos últimos meses do último ano eleitoral (2018), conta a história de uma família que mora na periferia de uma grande cidade mineira. Tem o pai, Wellinton (Carlos Francisco), que é porteiro em um luxuoso condomínio e enfrenta com muita firmeza seus tempos de sobriedade após problemas com a bebida. Temos a mãe, Tércia (Rejane Faria) super alegre e dançante que após uma pegadinha traumática começa a ter sua rotina acompanhada por medos e aflições. Temos a filha mais velha, Eunice (Camilla Damião), uma jovem estudiosa que faz direito na Universidade Federal e está começando um relacionamento com outra jovem e tem o desejo de se mudar mas ainda não tem coragem de contar aos pais. Temos o filho mais novo, Deivid (Cícero Lucas) um jovem sonhador que gosta de futebol e adora astronomia passando horas consumindo esse conteúdo pela internet. Assim, vamos acompanhando a história de uma família batalhadora, que encontra suas respostas entre erros e acertos, na esperança e no refletir.

 

Medida Provisória

Uma distopia que diz muito sobre nossa sociedade. Baseado na peça Namíbia, Não!, de Aldri Anunciação, o longa-metragem que marca a estreia de Lázaro Ramos na direção, Medida Provisória, é um dos mais impactantes projetos cinematográficos dos últimos anos. Metendo o dedo em feridas de uma sociedade que enxerga o preconceito mas faz pouco para que ocorra mudanças, o projeto debate sobre as questões sociais, econômicas, políticas de um país que vive em constante condições de extrema opressão e desespero. De maneira muito inteligente, vemos dentro de uma distopia muito do que enxergamos pela janela todos os dias.

 

The Humans

Na trama, acompanhamos a reunião de uma família para comemorar o dia de ação de graças no novo apartamento duplex do casal Brigid (Beanie Feldstein) e Richard (Steven Yeun) no centro de Manhattan. Novo porque eles estão a pouco tempo lá, porque o local está precisando de vários concertos, com fiações expostas e outros problemas. Assim conhecemos Erik (Richard Jenkins), um esforçado pai de família que recentemente cometeu um grave erro no seu trabalho, Deirdre (Jayne Houdyshell) a mãe que passa por frustrações e tem um relacionamento complicado com sua filha Brigid, Aimee (Amy Schumer) uma mulher buscando recomeços em várias partes de sua vida. Tem também Momo (June Squibb) a vovó que a família cuida. Ao longo de uma noite fria, intensa e cheia de situações que beiram ao inexplicáveis, vamos percorrendo à curta lembrança de todas essas gerações que se chocam refletindo sobre a vida uns dos outros.

 

Colmeia

Vencedor de três importantes prêmios do prestigiado Festival de Sundance em 2021, A Colmeia nos mostra a trajetória de Fahrije (Yllka Gashi) uma mulher guerreira e batalhadora que está com o marido desaparecido por conta da guerra. Ela, precisando ter dinheiro para sobreviver junto aos filhos e o sogro que mora com ela, resolve empreender com a ajuda de outras mulheres. Fato esse que gera uma enxurrada de preconceitos e até mesmo assédio de vários tipos, principalmente dos homens da região.

 

Tantas Almas

Na trama, conhecemos José, um homem que sustenta sua família faz anos através da pesca em uma região litorânea na Colômbia. Certo dia, após voltar de uma longa pesca de noite, descobre que integrantes de uma força paramilitar mataram seus dois filhos e os jogaram no rio. Reunindo forças de onde não tem José resolve ir atrás dos corpos dos dois filhos em um perigoso trajeto.

 

Medo

Quando cansamos de sentir medo nossa existência faz mais sentido. Exibido na Mostra de SP em 2021, o longa-metragem Búlgaro, Medo, (Strah, no original), explora a natureza humana e suas relações girando em torno do tema sempre em pauta na Europa: a imigração. Escrito e dirigido por Ivaylo Hristov, o projeto expõe pontos de vistas, metendo o dedo na ferida sobre um assunto diretamente ligado aos direitos humanos. Há também espaço para reflexões sobre a solidão e um combate constante e intimista sobre o medo.

‘A Casa do Dragão’: 2ª temporada fará mais ALTERAÇÕES na história

Em entrevista ao Variety, o showrunner Ryan Condal revelou que a 2ª temporada de ‘A Casa do Dragão‘ deve continuar explorando e surpreendendo os espectadores em sua adaptação do livro de George R.R. Martin.

O realizador afirma que a fonte narrativa apresenta espaço para interpretações diferentes, que irão pegar os leitores da obra desprevenidos – como no final da primeira temporada.

“O que nos fascina nessa trama, em um nível narrativo, é mostrar quão confusa e pouco confiável a história pode ser. Quero dizer, esse é um livro escrito por um autor tentando filtrar os acontecimentos através da perspectiva de três outros autores, com seus próprios pontos de vista. Há realmente uma história oficial? Não. Há algumas coisas que acontecem, que são bem documentadas e reais, mas há outras que cabem a interpretação. Não sabemos exatamente o que aconteceu.”

Ele completa, “Nossa história está tentando preencher essas lacunas na história, então haverá algumas mudança na série, que não acontecem exatamente no livro. Há vários exemplos disso na primeira temporada, onde você vê as consequências, mas também descobre como elas realmente aconteceram.”

Todos os episódios da 1ª temporada já está disponíveis na HBO Max!

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint será Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Graham McTavish num papel não revelado; e Milly AlcockEmily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

Agora vai! James Gunn será o novo chefão da DC Studios

Segundo The Hollywood Reporter, o sempre excelente cineasta James Gunn foi anunciado nesta terça-feira (25) como um dos presidentes do DC Studios, área responsável pelas adaptações dos quadrinhos da editora em filmes, séries e animações.

Gunn que é conhecido por seu trabalho em filmes baseados em gibis como os dois ‘Guardiões da Galáxia‘ e ‘O Esquadrão Suicida‘, vai dividir a liderança da nova subdivisão da Warner Bros. com o produtor Peter Safran.

Ambos dividirão os cargos de presidente e de presidente-executivo, com James Gunn focando mais no lado criativo, enquanto Safran comandará as decisões de negócios e produções.

Vale lembrar que, nas últimas semanas, Gunn e Safran se reuniram em diferentes ocasiões com Michael De Luca, co-presidente da Warner Bros. Pictures. A abertura inicial aconteceu em algum momento do verão norte-americano, simultaneamente às negociações com Dan Lin.

“A DC tem alguns dos mais divertidos, poderosos e icônicos personagens no mundo e estou extasiado por ter os talentos singulares e complementares de James e de Peter se juntando ao nosso time de nível mundial e supervisionando a direção criativa do Universo DC”, afirmou David Zaslav.

Fora o universo principal, que conta atualmente com ‘Adão Negro‘ e os vindouros novos filmes de ‘Aquaman‘, ‘Shazam‘ e ‘Mulher-Maravilha‘, há também os núcleo de ‘Batman‘ comandado por Matt Reeves, e ‘Coringa‘, que voltará a ter um longa solo com ‘Joker: Folie à Deux‘.

Crítica | O Coro: Sucesso, Aqui Vou Eu – Miguel Falabella Leva Seu Musical Brasileiro à DisneyPlus

Miguel Falabella é, sem nenhuma dúvida, o ator mais entusiasta de musicais no Brasil. Há décadas ele vem investindo todos os esforços para popularizar o gênero dentre o público brasileiro, seja estrelando produções, seja colaborando executivamente ou propagandeando as produções de colegas. Essa é sua marca, muito mais do que a comédia, e é louvável o quanto seu entusiasmo proporcionou que centenas de atores mais jovens vissem nesse viés uma abertura para demonstrar seus talentos artísticos. Agora, Falabella leva sua paixão ao streaming, estreando a série ‘O Coro: Sucesso, Aqui Vou Eu’, produção totalmente brasileira que chegou aos assinantes da DisneyPlus.

Renato (Miguel Falabella) é um importantíssimo produtor musical brasileiro. Casado com Marita Bell (Sara Sarres), trabalha com ela na audição de um novo espetáculo, cujas inscrições estão abertas e busca novos talentos brasileiros que saibam cantar, dançar e atuar. Super queridos sob os holofotes, nos bastidores os dois lidam com a crise de o ex de Marita ter se casado com um homem, o que fez com que a imprensa se deliciasse em fofocas sobre os três. Em contrapartida, jovens de todas as partes da cidade de São Paulo veem o anúncio da abertura das audições e, cada um a seu modo – e apesar das dificuldades que cada um tem que enfrentar -, irão deixar de lado as adversidades para, pela primeira vez na vida, realmente correr atrás dos seus sonhos e do tão desejado sucesso.

Dividido em dez episódios com cerca de meia hora de duração cada, a primeira temporada de ‘O Coro: Sucesso, Aqui Vou Eu’ mostra a que veio e entrega literalmente o que se esperava: uma série voltada para o público jovem-adulto de olho no mercado internacional. Na prática, a sensação que o espectador tem é exatamente essa, a de que a série é uma produção brasileira para demonstrar aos executivos da Disney e aos espectadores dos outros países quem são os talentos brasileiros e quais são suas capacidades artísticas. Se por um lado isso é bom individualmente para os artistas, por outro o público encontra uma série cuja história é acelerada, sem se aprofundar, e intercalada por duas ou três canções por episódio cortando os diálogos e cenas.

O desafio do roteiro de Rosana Hermann é apresentar muitos personagens (são mais de dez) em um primeiro episódio/temporada que também tem que introduzir o plot e fazer a história andar. Daí conhecemos que todos os jovens têm um background profundamente dramático, ninguém tem uma vida fácil, e, com tanto drama, fica difícil torcer por alguém, pois é injusto escolher quem tem o drama mais dramático. Com direção de Cininha de Paula, destacam-se Daniel Rangel, que surpreende mostrando saber cantar, e a novidade Bruno Boer, que rouba todas as cenas em que aparece, com carisma e caráter.

Através do mote do desejo de vencer na vida através da arte, ‘O Coro: Sucesso, Aqui Vou Eu’ é uma série juvenil tipo exportação, que estimula a galera a sonhar e a acreditar que é possível vencer pelo esforço e dedicação. Uma espécie de ‘Glee’ brasileiro, mas mais teatral e falado na nossa língua.

‘The Winchesters’: Richard Speight retornará como Loki em spin-off de ‘Supernatural’

O ator Richard Speight Jr. voltará a viver o papel de Loki em ‘The Winchesters‘, spin-off de ‘Supernatural‘.

Segundo o TV Line, Speight vai retornar como elemento chave da produção.

Aliás, o ator também irá dirigir alguns episódios da série. Isso não será novidade para ele, já que ele também dirigiu séries como a própria ‘Supernatural‘ e ‘Lucifer‘, ambas da CW – a última depois foi comprada pela Netflix.

Vale lembrar que, no Brasil, ‘The Winchesters‘ vai estrear no dia 20 de outubro, pela HBO Max.

Confira o trailer legendado:

A série será narrada por Jensen Ackles, reprisando seu papel como Dean. O show irá explorar as aventuras de seus pais, John e Mary, décadas antes dos eventos da série original.

Robbie Thompson é responsável pelo roteiro, além de também servir como produtor executivo. Nida Khurshid e Jojo Fleites completam o elenco. Jensen Ackles retornará como narrador da produção.

“Mary (Meg Donnelly) tem 19 anos e tem lutado contra forças sobrenaturais desde que era criança. Após perder alguém próximo a ela, a caçadora considera sair do negócio da família – até que seu pai desaparece e a chegada do novato John (Drake Rodger) a força a liderar uma nova equipe. John voltou recentemente do Vietnã. Altruísta, ele encontra uma nova missão ao retornar para casa, onde traços o passado do seu pai o levam até uma organização secreta e uma guerra completamente nova como um caçador.”

Crítica | A Cozinha – Johnny Massaro estreia na Direção com Thriller Impactante

Filme assistido no Festival do Rio 2022.

Pelo que temos visto, o caminho cada vez mais natural para os atores brasileiros na última década é, eventualmente, enveredar para o outro lado das lentes: dando pequenas pausas nas atuações para ir para a direção de longas-metragens. Foi assim com Lázaro Ramos, Murilo Benício, Caio Blat e, mais recentemente, com o jovem Johnny Massaro, que, em sua estreia na direção, conseguiu que seu filme tivesse sessões esgotadas no Festival do Rio desse ano, precisando, inclusive, de sessão extra, que também se esgotou. Foi, sem dúvida, um dos filmes mais procurados dessa edição do festival e se justifica: é um filme e tanto!

Miguel (Felipe Haiut) é um artista em crise de ansiedade, sofrendo bloqueio de criatividade e sem saber o que quer e para onde vai na vida. Nessa noite, ele recebe a visita de Letícia (Julia Stockler), com quem teve um relacionamento no passado e que, voluntariamente, pega uma garrafa de vinho e a abre, sem se importar com os protestos de Miguel, que alega estar guardando-a para a visita de um amigo de infância, por quem está esperando. Nesse momento chega Rodrigo (Saulo Arcoverde), que, para a surpresa de Miguel, traz Carla (Catharina Caiado), sua noiva. Com os quatro na cozinha da casa, o clima de tensão é instaurado à medida que a conversa entre eles se desenrola, agradando e desagradando a todos.

Inspirada na peça de teatro homônima de Felipe Haiut, a adaptação cinematográfica, com roteiro do próprio, ganhou exata uma hora de duração. Talvez esses vinte, trinta minutos que faltam fossem exatamente a ambientação da história/personagens no início da trama ao espectador – e não há muito possivelmente porque ‘A Cozinha, como tantos outros filmes, foi concebido e filmado durante a pandemia, o que limita qualquer tipo de expansão.

Se por um lado falta uma introdução, por outro o longa vai direto ao assunto, que é transformar essa cozinha numa espécie de lavanderia da casa, onde literalmente toda a roupa suja é atirada para que os personagens deem conta da lavação a seus modos. Essa grande metáfora é explanada na última cena, quando as letrinhas já estão subindo, reafirmando o quanto o comedouro em ‘A Cozinha’ é onde a sujeira é despejada e limpada – mas não tanto.

Transpondo a pegada teatral para as telonas, a potência do longa reside nas intensas atuações do quarteto, ora uns se sobressaindo, ora outros surpreendendo com reações inesperadas. Também a técnica de direção de Johnny Massaro espanta, demonstrando segurança e eficiência em fazer uso do tamanho do set a seu favor, seja enquadrando objetos para aprimorar a fotografia (desde a primeira cena, com foco no molho de tomate e diálogos ao fundo), seja, a partir da deficiência (a ausência de espaço para locomoção de câmeras/maquinário/equipe), em utilizá-la em favor da película, fechando em close a imagem para, com isso, se valer das atuações o que faltava em espaço físico no set. Johnny demonstra, assim, sólida experiência em seu primeiro longa como diretor.

Do drama ao thriller em poucos minutos, ‘A Cozinha’ é um filme que atropela o espectador com duas importantes viradas de mesa que faz com que o jogo de cadeiras dos quatro personagens seja indefinido até o fim. Faz jus ao burburinho que causou no festival e merece todos os elogios que está recebendo, demonstrando a potência do teatro brasileiro.

Dublador oficial de Joel ficou emocionado em set da série de ‘The Last of Us’: “Não conseguia acreditar”

Troy Baker, ator e dublador oficial do Joel Miller em ‘The Last of Us‘, vai ter um papel (ainda não revelado) na trama da nova série produzida pela HBO. Porém, o artista adiantou um pouco de como foi o seu processo de filmagem no set da série, confessando ter ficado muito emocionado.

“Tive uma conversa maravilhosa com o Pedro [Pascal] que vou guardar até depois da série ir ao ar para que não haja spoilers. Mas posso dizer com certeza que, no meu primeiro dia no set, pude dar uma olhada nos lindos ambientes e tive que me beliscar. Eu não conseguia acreditar que estávamos lá”, disse Troy ao ComicBook.

“Se você voltasse dez anos atrás e me dissesse ‘Esta audição em que você está entrando, para este jogo…você não tem ideia de quão bem sucedida e adorada pelas pessoas ela será. Ah, e você estará no Canadá filmando uma das séries da HBO mais caras que já foram feitas!’, eu nunca teria acreditado em você”, confessa.

Só para se ter ideia da escala que ele relata, cada episódio de ‘The Last of Us‘ tem um orçamento de US$ 10 milhões, ou seja, será mais caro que grandes blockbusters do cinema.

Pedro Pascal e Bella Ramsey estrelam como Joel e Ellie, respectivamente.

O elenco ainda contará com Nick Offerman, Anna Torv, Merle DandridgeNico ParkerJeffrey PierceCon O’NeillMurray Bartlett, Natasha Mumba Storm Reid.

Peter Hoar (‘Demolidor’), Kantemir Balagov (‘Uma Mulher Alta’), Ali Abbasi (‘Sheiley’), Jasmila Zbanic (‘Quo Vadis, Aida’), Craig Mazin (‘Chernobyl’), Neil Druckmann (criador do jogo), Liza Johnson (‘Barry’) e Jeremy Webb (‘The Umbrella Academy’) fazem parte do time de diretores.

A trama se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel, um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.

A série foi criada por Craig Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.