O cineasta Christopher Nolan manifestou-se recentemente sobre as críticas que recebeu pela escolha do rapper Travis Scott para o papel de bardo em sua nova produção. Os questionamentos ganharam força após a divulgação de um trailer inicial, no qual a aparição de Scott surpreendeu o público.
Conforme reportado pela Variety, Nolan justificou a escolha do artista defendendo a essência musical da função narrativa:
“Eu o escalei porque queria fazer uma referência à ideia de que essa história foi passada como poesia oral, o que é análogo ao rap”, explicou o diretor.
O longa-metragem é um dos lançamentos mais aguardados do ano. Orçado em US$250 milhões de dólares, o filme adapta o conto de Homero em um épico que reúne um grande elenco de estrelas, além de apresentar efeitos visuais e práticos inovadores. A produção marca um marco técnico na carreira de Nolan, sendo a primeira filmada inteiramente com câmeras IMAX de 70 mm.
Apesar da expectativa, o projeto tem enfrentado duras críticas antes mesmo da estreia. Além da polêmica envolvendo Travis Scott, o diretor tem sido alvo de debates pela escalação de Lupita Nyong’o como Helena de Troia, descrita na mitologia como a mulher mais bonita do mundo, e pela inclusão do ator Elliot Page no elenco, em um papel que ainda não foi revelado pela produção.
Diferente de boa parte das produções do cineasta, o longa-metragem terá um tempo um tanto quanto “reduzido”. Segundo o Deadline, o filme terá menos de três horas de duração.
“A produtora Emma Thomas também garantiu que o épico filme terá menos de três, mas não estava certa quanto ao real tempo de tela, visto que [o projeto] ainda está em pós-produção”, afirma o site.
Após a Guerra de Tróia, o guerreiro grego Odisseu (Matt Damon) enfrenta criaturas míticas e deuses em sua épica jornada de volta para casa, onde sua esposa Penélope o aguarda.
O filme é um épico de ação mítico filmado em todo o mundo usando a novíssima tecnologia de filme IMAX e traz a saga fundamental de Odisseu para as telas de filme IMAX pela primeira vez.
O elenco grandioso ainda conta com Tom Holland, Anne Hathaway, Robert Pattinson, Lupita Nyong’o, Zendaya, Charlize Theron, Jon Bernthal, John Leguizamo, Elliot Page, Himesh Patel, Bill Irwin e Samantha Morton.
A aposta é alta: com um orçamento de US$250 milhões, ‘AOdisseia‘ será o filme mais caro da carreira de Nolan.
Uma nova arte de fã de ‘Vingadores: Guerras Secretas’ está conquistando a internet ao imaginar uma batalha impressionante entre os três Homens-Aranha do multiverso – Tom Holland, Tobey Maguire e Andrew Garfield.
A ilustração traz os Amigões da Vizinhança em um combate intenso, algo que, até agora, nunca foi visto nas telonas.
Os três Homens-Aranha compartilharam a tela pela primeira vez em ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’, mas não chegaram a lutar entre si. No longa, os heróis uniram forças para enfrentar vilões do multiverso.
A fan art, no entanto, leva o encontro a um novo patamar, imaginando um confronto direto entre os heróis e mostrando algo que poderia ocorrer em ‘Vingadores: Guerras Secretas’.
Enquanto os fãs aguardam pelo filme, novidades surgem através de insiders.
Segundo o insider Daniel RPK, os Irmãos Russo não gostaram do roteiro de Michael Waldron para ‘Vingadores: Guerras Secretas’.
O roteiro está sendo escrito do zero, mas os novos roteiristas não foram revelados.
Recentemente, o insider Alex Perez esclareceu que o UCM passará por um soft reboot com o filme.
Ou seja, o universo preservará alguns elementos de histórias anteriores, enquanto terá espaço para se reinventar no futuro.
“Pelo que eu entendi, é um soft reboot”, afirmou Perez.
Com essa abordagem, a Marvel Studios poderá explorar novas narrativas, até mesmo de personagens já estabelecidos, com a possibilidade de mudar alguns elementos e reaproveitar heróis de maneiras inovadoras.
Vale lembrar que a Saga do Multiverso será encerrada com o filme ‘Vingadores: Guerras Secretas’, que promete ser um crossover épico. O filme será uma sequência direta de ‘Vingadores: Apocalipse’, e ambos terão Robert Downey Jr como o vilão Doutor Destino.
‘Vingadores: Apocalipse‘ estreia em maio de 2026, e ‘Vingadores: Guerras Secretas‘ em maio de 2027.
Antigo vilão de ‘O Incrível Hulk‘, O Líder, vai retornar ao MCU em ‘Capitão América: Nova Ordem Mundial‘, conforme anunciado na D23.
Tim Blake Nelson, inclusive, esteve presente no painel para ele mesmo confirmar que o vilão vai se encontrar com o novo ‘Capitão América‘.
Nosso Renato Marafon esteve lá e registrou o momento:
Novidades serão lançadas hoje no painel da Marvel na San Diego Comic-Con.
Julius Onah, que comandou o criticado ‘The Cloverfield Paradox‘ (O Paradoxo Cloverfield), vai comandar a produção.
Malcolm Spellman e Dalan Musson, de ‘Falcão e o Soldado Invernal‘, serão os roteiristas.
Recentemente, Mackie conversou com o Comic Book e disse quase surtou quando recebeu o convite para ser o novo Capitão América nas telonas.
Mas o mais importante nisso tudo, foi que ele pôde se enxergar como um verdadeiro herói para seus filhos.
“Como pai de meninos, é muito legal quando seus filhos veem você fazer algo que eles podem assistir. Nós [atores] fazemos tantos filmes, e a maioria deles nossos filhos não podem assistir. Mas meus filhos foram realmente capazes de sentar e comer pipoca enquanto assistiam ‘Falcão e o Soldado Invernal’ ou ‘Vingadores‘, ou todos esses filmes da Marvel. Tudo o que faço é para os meus meninos, então essa é a parte divertida.”
Enquanto isso, vale lembrar que todos os episódios de Falcão e o Soldado Invernal’ continuam disponíveis na Disney+.
Elenco: Uma Thurman (The Bride); David Carradine (Bill); Michael Madsen (Budd); Daryl Hannah; Sonny Chiba (Hattori Hanzo); Lucy Liu (Oren Ishi); Vivica A. Fox (Vernita); Michael J. White (Alburt); LaTanya Richardson (L.F. OBoyle); Chia Hui Liu (Pai Mei); Julie Dreyfus (Sofie Fatale).
Direção: Quentin Tarantino
Gênero: Ação
Distribuidora: Lumiére Brasil
Estreia: 08 de Outubro de 2004
Sinopse:Segundo volume mostra Uma Thurman, traída e quase morta, a assassina de elite “A Noiva” acorda de um coma após cinco anos. Ela finaliza sua vingança contra seu inimigo “Bill” e seus comparsas assassinos.
Há onze anos, a adaptação do livro ‘O Alquimista‘, de Paulo Coelho, roda Hollywood para sair do papel. Agora, finalmente o projeto começou a ganhar vida, e contratou seu protagonista.
Idris Elba (‘Thor’) assinou contrato para interpretar o protagonista, Santiago.
A direção ficará por conta de Laurence Fishburne (‘Matrix’), com produção de Harvey Weinstein. Fishburne tem apenas um filme no seu currículo como diretor, o drama ‘Once in the Life‘ (2000).
As filmagens devem começar no próximo ano. O filme está em desenvolvimento desde 1994, quando Paulo Coelho vendeu os direitos de adaptação para a Warner Bros. por US$ 250 mil.
Scott McGehee e David Siegel, que dirigiram os filmes ‘Até o Fim‘ e ‘Palavras de Amor‘, roteirizam.
A história acompanha Santiago, um rapaz bem educado que tinha a intenção de se tornar padre. O desejo por viajar, entretanto, forçou-o a tornar-se pastor. Apesar de contente com sua vida, ele sonha com um tesouro escondido, e um vidente o manda seguir as instruções de seu sonho: ir às pirâmides do Egito, onde ele encontrará o tesouro. Santiago consegue chegar às pirâmides e lá descobre onde sua fortuna será realmente encontrada.
O orçamento será de US$ 60 milhões.
Paulo Coelho é o autor brasileiro mais popular do mundo. Suas 26 obras venderam ao todo mais de 150 milhões de cópias, foram traduzidas em 80 idiomas, e distribuídas em mais de 160 países. Autor de “O Diário de Um Mago” e “O Alquimista“, o escritor é ainda mais conhecido que qualquer um de seus livros.
Na última semana, o BMD lançou um boato afirmando que ‘Esquadrão Suicida‘ passaria por refilmagens para deixar o filme “mais engraçado” – leia mais!
Hoje, o diretor David Ayer usou sua conta do Twitter para desmentir o boato, e confirmou que as três semanas adicionais de filmagens foram necessárias para que o filme tenha ainda mais ação.
“‘Refilmagens para humor’ é besteira. Quando um estúdio ama seu filme e pergunta o que mais você quer, você aproveita! #ObrigadoWB #MaisAção”.
#SuicideSquad “reshoots for humor” is silly. When a studio loves your movie and asks what else you want, go for it! #ThanksWB#moreaction
‘Esquadrão Suicida‘ tem Cara Delevingne como Magia; Viola Davis como Amanda Waller; Gary Sinise (‘CSI: NY’) como o General Eiling, Raymond Olubowale como o Tubarão-Rei; Scott Eastwoodcomo Steve Trevor; e Alex Meraz (‘A Saga Crepúsculo’) em papel desconhecido. Jesse Eisenbergdeve retornar como Lex Luthor, reprisando o seu papel em ‘Batman V Superman’. Do lado dos antagonistas, integram o time: Crocodilo (Adewale Akinnuoye-Agbaje), Pensador (Jackie Earle Haley), Exterminador (Jim Parrack) e Antiphon, líder da organização terrorista Onslaught (que pode ser vivido por Ed Harris).
Dirigido por David Ayer, o filme tem lançamento marcado para 5 de agosto de 2016.
Para os fãs mais desavisados, ‘Procurando Dory‘ tem uma cena pós-créditos no melhor estilo Marvel.
Confira, com SPOILERS!
A cena mostra os leões marinhos Fluke e Rudder deitados em sua rocha no Instituto Marinho de Monterrey. Outro leão marinho chamado Gerald está tentando subir na rocha, o que é uma piada constante ao longo do filme.
Depois que Fluke e Rubber afugentam Gerald, vemos um grupo de peixes flutuando em sacos plásticos. Mas não é um grupo de peixes qualquer.
No final de ‘Procurando Nemo‘, vemos os peixes do aquário (Jacques, Gurgle, Peach, Deb, Bubbles e Bloat) fugindo do escritório do dentista na Rua P. Sherman, 42.
No fim de ‘Procurando Dory‘, os peixes ainda estão boiando no mar dentro dos sacos plásticos cobertos de musgo…
A cena termina com os funcionários do Instituto Marinho de Monterrey salvando-os e levando-os para os aquários do instituto. Sendo assim, os personagens do primeiro filme podem retornar para uma possível sequência.
‘Procurando Dory‘ reúne o favorito de todos, o esquecido peixinho tang azul Dory, com seus amigos Nemo e Marlin em uma busca por respostas sobre o seu passado. O que ela consegue se lembrar? Quem são seus pais? E onde ela aprendeu a falar Baleiês?
Andrew Stanton, que comandou o filme original, co-dirige ‘Procurando Dory’ com Angus MacLane (Toy Story de Terror!).
Antônio Tabet dublará o personagem Hank na versão nacional, um “polvo de sete tentáculos”. O personagem, originalmente interpretado por Ed O’Neill, é um molusco que perdeu um tentáculo – junto com seu senso de humor – em algum lugar ao longo de sua trajetória. Um talentoso mestre da fuga com habilidades para camuflagem, Hank é o primeiro a saudar Dory quando se encontram no Instituto da Vida Marinha.
Albert Brooks e Ellen DeGeneres voltarão a dublar Marlin e Dory, respectivamente. Ty Burrell (‘Modern Family’) dará voz a Bailey, e Bill Hader (‘MIB³: Homens de Preto 3’) pode interpretar um pepino do mar. Willem Dafoe rvoltará a dublar o peixe Gill. O personagem é o líder dos amigos de Nemo que viviam no aquário de um dentista.
‘Procurando Dory’ estreia em 30 de Junho de 2016 no Brasil.
A Universal Pictures Brasil divulgou o primeiro trailer completo de ‘Cinquenta Tons Mais Escuros‘ no começo da semana, e a música Crazy in Love voltou a embalar o vídeo… mas cantada por outra pessoa, e não por Beyoncé.
Quem canta a nova versão é Miguel, que se destacou com o hit R&B Coffee.
Ouça na íntegra, com o trailer:
‘Cinquenta Tons Mais Escuros‘ e ‘Cinquenta Tons de Liberdade‘ foram rodados simultaneamente.
Os produtores de ‘Cinquenta Tons de Cinza’ teriam oferecido US$ 1,5 milhão para Jamie Dornan (Christian Grey) protagonizar uma cena de nu frontal em ‘Cinquenta Tons Mais Escuros’. Ele já havia vetado esse tipo de cena no primeiro filme, mas agora pode ganhar seis vezes mais que o salário de US$ 250 mil para mostrar seu órgão genital – saiba mais!
James Foley comanda as duas sequências.
Ele tem no currículo alguns episódios da série ‘House of Cards‘, e dirigiu um filme com narrativa similar: ‘Medo‘ (Fear, 1996), em que Mark Wahlberg interpretava o violento namorado de Reese Witherspoon.
Dez anos depois do lançamento de ‘Surf’s Up: Tá Dando Onda‘, a animação ganhou uma sequência e o novo trailer já está online.
No segundo filme, o pinguim surfista Cadu Maverik está disposto a iniciar uma longa jornada em busca de uma praia que tem fama de ter as maiores ondas de todo o mundo. Ele vai convencer o grupo de surfistas The Hang 5 a acompanhá-lo nessa jornada insana.
Assista:
Os lutadores John Cena, The Undertaker, Triple H, Paige e Mr. McMahon dublam a sequência. A direção é de Henry Yu.
‘Tá Dando Onda‘ arrecadou US$ 149 milhões mundialmente.
Protagonizado por Dwayne Johnson e Zac Efron, a comédia ‘Baywatch’ ganhou seu novo trailer.
Confira, nas versões dublada e legendada:
Pamela Anderson terá participação especial no filme. Na série original ela interpretou C.J. Parker, que no filme será vivida por Kelly Rohrbach.
David Hasselhoff também participa do filme, mas seu papel ainda não foi revelado. No programa de TV, David interpretou Mitch Buchannon, que no cinema será vivido por Dwayne Johnson.
Dwayne Johnson, Zac Efron, Alexandra Daddario, Kelly Rohrbach e Priyanka Chopra estrelam. As modelos Belinda Peregrin, Izabel Goulart e Charlotte McKinney farão participações especiais.
Seth Gordon (‘Quero Matar Meu Chefe’) foi o escolhido para dirigir. Ele substitui a dupla Sean Anders e John Morris, de ‘Família do Bagulho‘, que se desligaram do filme após vários adiamentos.
Damian Shannon e Mark Swift (do remake de ‘Sexta-feira 13‘ de 2009) são os roteiristas.
‘Baywatch‘ foi uma série televisiva norte-americana sobre salva-vidas de Los Angeles que patrulham as mais lotadas praias de Los Angeles, Califórnia. A série durou de 1989 até 1999.
Segundo o Livro Guinness de Recordes Mundiais, ‘Baywatch‘ foi o seriado de TV mais assistido de todos os tempos, com mais de 1,1 bilhão de telespectadores em 142 países no ano de 1996.
Vários membros da equipe técnica do spin-off ‘Han Solo’ estão divulgando no Twitter o que parece ser o logo do filme.
Há a possibilidade de que, tanto o título quanto o logo, sejam apenas para despistar as pessoas, afinal, as filmagens da produção correram o mundo e algo poderia vazar.
Após quatro anos de adiamentos, ‘Amityville: O Despertar’ (Amityville: The Awakening) finalmente chega aos cinemas nacionais cheio de incertezas por grande parte dos fãs – afinal, filmes que demoram a serem lançados são promessa de bomba.
Fui surpreendido a chegar na sessão com poucas expectativas – e o filme acabou sendo muito melhor do que o esperado.
‘Amityville: O Despertar’ não se trata de um reboot e nem um remake, mas sim de uma história original que se passa nos dias de hoje. Jennifer Jason Leigh, Cameron Monaghan e Bella Thorne estrelam como uma família que se muda para uma assombrada casa em Long Island, nº 112 da Ocean Avenue – mesmo endereço em que foram praticados os assassinatos originais de Amityville.
Após sofrer um acidente causado por sua irmã gêmea problemática (Thorne), James (Monaghan) entrou em estado vegetativo e teve morte cerebral – mas sua mãe monta uma UTI doméstica e luta com todas as forças para ter o filho de volta.
Após mudar para a casa assombrada, o garoto começa a despertar – mesmo que os médicos tenham afirmado que era impossível ele voltar do coma. Logo, sua irmã começa a desconfiar que o garoto foi possuído por um espírito maligno que está usando o corpo de James para retornar do mundo dos mortos.
Repleto de reviravoltas e sustos, ‘Amityville: O Despertar’ é uma grande surpresa visto o tempo que ele demorou para chegar aos cinemas.
Bella Thorne, a nova queridinha dos filmes de terror, entrega uma atuação sólida e consegue criar uma protagonista bastante interessante. O grande elenco ainda conta com Jennifer Morrison, de ‘Onde Upon a Time’; Thomas Mann (‘Kong: A Ilha da Caveira’) e a sempre maravilhosa Jennifer Jason Leigh.
Ao contrário de ‘Annabelle 2 – A Origem do Mal’, este filme não usa o artificio da trilha sonora crescente para dar sustos, sendo mais eficiente em assustar a plateia com cenas repentinas de terror.
Com direção de Franck Khalfoun (‘Maniac’, ‘P2 – Sem Saída’) e produção de Jason Blum, das franquias ‘Atividade Paranormal’ e ‘Sobrenatural’, o grande acerto do filme é citar as obras anteriores, como o filme original e o remake lançado em 2005 (‘Horror em Amityville’), tornando a situação mais realista e tensa.
‘Amityville: O Despertar’ nos entrega uma premissa interessante, bons sustos e diversão. Porém, o final deixa a desejar com uma resolução corrida e pouco interessante, que pode prejudicar o resultado final do filme. Talvez por isso a enrolação para lançá-lo nos cinemas: fica a impressão que os produtores não conseguiram dinheiro para finalizar o filme.
Segundo o ScreenRant, fontes internas que estavam presentes nas filmagens de ‘Venom’ em Atlanta revelaram ao site como será a participação de Peter Parker (Tom Holland) no filme.
O personagem de Riz Ahmed está em um arranha-céu liderando um grupo de jovens estudantes de uma escola novaiorquina para conhecer os laboratórios da Life Foundation, e um desses alunos é ele mesmo: Peter Parker.
Por enquanto, trate como rumor.
Além disso, um rumor afirma que o vilão Carnificina estará no filme, mas não envolvido diretamente com a trama.
[CUIDADO COM SPOILERS]
As informações revelam que o vilão será apresentado apenas no final, possivelmente em uma cena pós-créditos. Há uma cena em que Eddie Brock (Tom Hardy) está na prisão de San Quentin, e a Doutora Ashley Kafka será responsável por apresentar o psicopata Cletus Kasady. Nesse momento, parte do simbionte de Brock irá se conectar com Kasady.
Ou seja, a expectativa é que o Carnificina seja a grande ameaça da continuação, provavelmente interpretado pelo ator Woody Harrelson, já que seu papel ainda é um mistério e apenas se sabe que será uma espécie de “mercenário”.
A Sony Pictures divulgou o primeiro teaser trailer e pôster oficial de ‘Venom’. Confira dublado e legendado:
Tom Hardy, Michelle Williams e Jenny Slate estrelam a adaptação.
O longa, da Columbia Pictures conta com o roteiro de Scott Rosenberg (‘Jumanji’), Kelly Marcel (’50 Tons de Cinza’) e Jeff Pinker (‘A Torre Negra’) e a produção de Avi Arad, Matt Tolmach (‘O Espetacular Homem-Aranha’) e Amy Pascal (‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’). Ruben Fleischer (‘Zumbilândia’) dirige.
‘Venom’ tem estreia marcada nos cinemas em 5 de Outubro de 2018.
No filme, um presente de inauguração infernal aterroriza um jovem casal grávido quando uma entidade malévola, que não irá parar em nada até que satisfaça suas intenções mórbidas, é desencadeada de uma caixa antiga amaldiçoada.
Michael Winnick dirige, com um roteiro de C. Robert Cargill (‘A Entidade‘).
Josh Stewart (‘O Colecionador de Corpos‘) e Bojana Novakovic (‘A Maldição da Floresta‘, ‘Demônio‘) estrelam.
No Brasil, o filme será distribuído pela Imagem Filmes no dia 6 de Dezembro.
A nova adaptação para os cinemas de ‘Mortal Kombat’ contratou seu Sub-Zero.
O personagem será vivido por Joe Taslim, de ‘Star Trek: Sem Fronteiras‘ e ‘Velozes e Furiosos 6‘.
O personagem é um lutador formidável que possui a inata habilidade de controlar o gelo (criocinese) de maneiras variadas.
Joe Taslim
Joel Edgerton (‘O Presente’) está em negociações para interpretar o lutador Kano.
A estreia acontece dia 05 de março de 2021, com James Wan responsável pela produção
A New Line Cinema irá começar as filmagens na cidade de Adelaide, no sul da Austrália, com Simon McQuoid.
O roteirista Greg Russo confirmou a informação em entrevista para o Discussing Film:
“Não posso falar muito sobre isso, mas posso garantir que os sete personagens originais são muito importantes. Acredito que eles são importantes para qualquer adaptação dessa propriedade.”
Os personagens que ele menciona são Liu Kang, Sonya Blade, Johnny Cage, Sub-Zero, Scorpion, Kano e Raiden, que protagonizaram o primeiro game da franquia.
O filme terá tom cômico, mas será violento, uma produção para maiores de idade.
Dois longas-metragens anteriores foram realizados. Lançado em 1995, ‘Mortal Kombat’ teve um orçamento de U$ 18 milhões e faturou U$ 122,1 milhões nas bilheterias mundiais. ‘Mortal Kombat – A Aniquilação’ estreou 2 anos depois e custou U$ 30 milhões, mas arrecadou apenas U$ 51,3 milhões. A crítica massacrou os dois filmes.
‘Percy Jackson‘ tem uma legião de fãs no mundo inteiro, principalmente no Brasil, e muitos se perguntam porque a franquia nunca ganhou um terceiro filme nos cinemas.
Em recente entrevista à MTV, o astro Logan Lerman revelou que não voltará a viver o protagonista e que um terceiro filme sequer está nos planos dos produtores, já que a franquia foi vendida da Fox para a Disney.
“Não vai acontecer. Foi uma grande experiência para mim e me abriu várias oportunidades, mas não vou voltar para a franquia”, afirmou o ator.
Lerman estrelou como o personagem-título em ‘Percy Jackson e o Ladrão de Raios‘, de 2010, e retornou para a sequência ‘Percy Jackson e o Mar de Monstros‘.
Não é de se duvidar que a franquia ganhará um reboot em breve ou uma série de TV, principalmente agora que os direitos da franquia estão com a Disney.
Rick Riordan, o autor série de livros infanto-juvenil, confirmou recentemente que está em negociações com a Disney para uma nova adaptação em forma de série, após os fãs iniciarem uma campanha no Twitter e conseguiram subir a hashtag#DisneyAdaptPercyJacksonnos Trending Topics.
“Muito obrigado, pessoal, por colocarem a campanha nos trendings. Eu não tenho nada para anunciar ainda, mas estou em Los Angeles agora, tentando muito convencer os poderosos executivos que isso precisa acontecer para vocês, os fãs. Seu entusiasmo online ajuda!” afirmou Riordan em seu Twitter.
Confira:
Thank you, guys, for getting this trending with no prompting. I have nothing to announce on this front yet, but I am in LA right now, trying hard to convince the powers-that-be that this needs to happen for you, the fans. Your enthusiasm online helps! #DisneyAdaptPercyJackson
Considerando que a Disney adquiriu os direitos de exibição das propriedades da Fox, distribuidora das adaptações cinematográficas da franquia, é possível que a série seja lançada na Disney+.
Ao todo, a saga escrita por Rick Riordan contém cinco livros: ‘O Ladrão de Raios’, ‘Mar dos Monstros’, ‘A Maldição do Titã’, ‘A Batalha do Labirinto’, e ‘O Último Olimpiano’.
Apenas os dois primeiros livros foram adaptados para o cinema.
‘Percy Jackson e o Ladrão de Raios’ foi lançado em 2010, arrecadando US$ 226 milhões pelo mundo.
Em 2013, ‘Percy Jackson e o Mar de Monstros‘ faturou US$ 199 milhões.
Jared Leto, que interpretou o vilão Coringa em ‘Esquadrão Suicida‘, de 2016, juntou-se às filmagens adicionais do “Snyder Cut” de ‘Liga da Justiça‘, a versão definitiva do cineasta para o filme de super-herói de 2017. A informação foi confirmada pelo The Hollywood Reporter.
As filmagens estão em andamento com Ben Affleck, Ray Fisher e Amber Heard. Não está claro quais outros atores estão envolvidos.
A informação vem como uma surpresa, já que Leto não planejava voltar como o vilão.
Enquanto as filmagens avançam, dois produtores que estavam envolvidos com o filme lançado nos cinemas estão silenciosamente se afastando. Jon Berg e Geoff Johns, então executivos do estúdio que supervisionaram o filme e a refilmagem de Joss Whedon, que visava salvar o filme fracassado, não receberão créditos de produtor no Corte do Snyder, dizem as fontes.
Quando a nova versão de ‘Liga da Justiça‘ foi anunciada pela primeira vez, rumores apontavam que o orçamento estava em torno da marca de US$ 30 milhões, o que não é barato, mas parecia realista, dado que todas as mudanças estavam sendo feitas na pós-produção.
Agora, o corte passará por filmagens adicionais que contará com parte do elenco e custará US$ 70 milhões.
O diretor de fotografia Fabian Wagner divulgou a primeira imagem dos bastidores através de uma foto do set em seu Instagram.
Uma publicação compartilhada por Fabian Wagner (@fabianwagnerdop) em
Snyder entrou em contato com Ben Affleck (Batman), Gal Gadot (Mulher-Maravilha) e Ray Fisher (Ciborgue), que já toparam reprisar seus papéis.
Henry Cavill (Superman) afirmou que não retorna.
Infelizmente, não foram reveladas as naturezas das refilmagens, então não se sabe se haverá mais cenas inéditas além daquelas guardadas por Snyder ou se o cineasta pretende apenas aprimorar o material que já foi gravado antes da chegada de Whedon.
Lembrando que a nova versão de ‘Liga da Justiça‘ será um evento dividido em quatro partes e com duração de quatro horas (o que faz com que cada “capítulo” tenha uma hora de exibição).
Conforme Snyder prometeu, a nova versão trará vários arcos inéditos de personagens, incluindo a história completa do Ciborgue e a introdução de Iris West (Kiersey Clemons) ao DCEU.
Até lá, vale lembrar que o Snyder Cut tem estreia marcada para 2021, na HBO Max.
O último episódio de ‘Falcão e o Soldado Invernal‘ se tornou um sucesso global, principalmente por coroar Mackie como o novo e o primeiro Capitão América negro.
E o novo intérprete do personagem compartilhou a fofa reação que o seu filho teve ao saber da notícia. Durante uma entrevista à Vanity Fair, Mackie revelou um trecho da sua conversa com ele, dizendo que chegou a chorar de emoção diante da reação do garotinho.
Confira:
“Ele me ligou super empolgado e disse: ‘Papai, você é o Capitão América!’. E eu respondi, ‘sim cara’. E ele: ‘Eu não sabia, estou tão orgulho de você’. E foi ai que eu comecei a chorar: ‘Você está orgulho de mim?’, ele disse que sim e foi aquela coisa toda!”
Lembrando que Mackie vai reprisar o seu papel em ‘Capitão América 4‘.
Ainda sem previsão de estreia, o longa será dirigido por Malcolm Spellman, showrunner de ‘Falcão e o Soldado Invernal’.
— kelsey 🌙 tfatws spoilers (@wandaandbucky) April 23, 2021
“Entrada de super-herói top de linha e a revelação do traje, estou tão feliz pelo Anthony Mackie”.
Lembrando que o astro vai reprisar o papel em ‘Capitão América 4‘.
Ainda sem previsão de estreia, o longa será dirigido por Malcolm Spellman, showrunner de ‘Falcão e o Soldado Invernal’.
A série foi criada por Malcolm Spellman.
Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência.
Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam a produção. O elenco ainda conta com Daniel Brühl, Emily VanCamp, Wyatt Russell, Georges St-Pierre, Don Cheadle, Erin Kellyman, Desmond Chiam e Noah Mills.
A HBO Max lançou o primeiro teaser promocional com as séries e filmes que estreiam em 2022. No vídeo, podemos ver novas cenas do primeiro spin-off de ‘Game of Thrones’, intitulada ‘House of the Dragon’.
O amado e disputado Trono de Ferro está de volta, em meio à muitas tensões e uma poderosa dinastia que pretende manter o seu poder a todo custo.
Recentemente, sete novos membros foram confirmados no elenco: Graham McTavish (‘O Hobbit’, ‘Aquaman’), Gavin Spokes (‘Brexit’), Matthew Needham (‘Chernobyl’), Bill Paterson (‘Fleabag’), Ryan Corr (‘Holding the Man’), Jefferson Hall (‘Devs’) e David Horovitch (‘A Freira’).
O elenco também conta com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint será Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Graham McTavish num papel não revelado; e Milly Alcock e Emily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.
‘House of the Dragon‘ tem estreia prevista para o ano que vem na HBO.
A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘, e seguirá os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance ‘Fogo & Sangue’, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.
Dez episódios foram encomendados para a primeira temporada.
Confira a sinopse oficial do livro:
Séculos antes dos eventos de A Guerra dos Tronos, a Casa Targaryen – única família de senhores dos dragões a sobreviver à Destruição de Valíria – tomou residência em Pedra do Dragão. A história de Fogo & Sangue começa com o lendário Aegon, o Conquistador, criador do Trono de Ferro, e segue narrando as gerações de Targaryen que lutaram para manter o assento, até a guerra civil que quase destruiu sua dinastia.
O que realmente aconteceu durante a Dança dos Dragões? Por que era tão perigoso visitar Valíria depois da Destruição? Quais foram os piores crimes de Maegor, o Cruel? Essas são algumas das questões respondidas neste livro essencial, relatadas por um sábio meistre da Cidadela.
Chris Pratt vem recebendo diversas críticas por conta de sua dublagem.
O motivo da reclamação é a falta de sotaque italiano de Pratt, já que o personagem sempre teve a fala como uma de suas marcas.
Depois que alguns fãs editaram o trailer substituindo a voz de Pratt pela voz de Charles Martinet, dublador do Mario nos games, surgiu um abaixo-assinado pedindo que Pratt seja oficialmente substituído da função.
O criador do documento sugere que a voz do Mario seja dublada por Danny Mondello, um TikToker de culinária mais conhecido como Cugine, que tem mais 1,5 milhão de seguidores na rede social.
Especializado na culináia italiana, Cugine visita restaurantes italianos em Staten Island e analisa pratos artesanais, como pizzas e sanduíches.
Parte do texto publicado no Change.org diz o seguinte:
“Substituam Chris Pratt pelo maravilhoso, saudável, talentoso e corajoso Cugine. Precisamos fazer o que é certo. Cugine é o único homem com graça e classe suficientes para fazer um personagem tão amado. Vamos fazer o certo pelo Mario e para as futuras gerações! Dê ao rei da Coca Diet o trabalho e o papel que ele merece!”
Produzido pelo Illumination, estúdio responsável por ‘Meu Malvado Favorito’ e ‘Minions’, ‘Super Mario Bros‘ estreia em 30 de Março de 2023.
O filme é dirigido por Aaron Horvath e Michael Jelenic.
A animação ainda conta com Anya Taylor-Joy como a Princesa Peach, Charlie Day como Luigi, Seth Rogen como Donkey Kong, Jack Black como Bowser e Keegan-Michael Key como Toad. Fred Armisen, Kevin Michael Richardson, Sebastian Maniscalco e Charles Martinet, voz original de Mario, Luigi, Wario e Waluigi, completam o elenco.
Gravada em 2021, ainda em tempos de pandemia, a série How To Be a Carioca chegou ao Star+ com seis episódios pra lá de divertidos e com um elemento que faz toda a diferença para quem assiste: o amor dos envolvidos no projeto transborda em tela.
Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, Carlos Saldanha, Diogo Dal e Joana Mariani falaram sobre a série e sobre ser Carioca:
A história é contada pela perspectiva de cinco estrangeiros que acabam vindo ao Rio de Janeiro por diferentes motivos. Na cidade, eles precisam resolver seus problemas e situações, que acabam explorando as diversas facetas da Cidade Maravilhosa, como as belezas fora do comum, a boa vontade dos moradores e as diferentes formas de violência, como o racismo e a criminalidade. Mas antes que pense em cair nos estereótipos dos chamados favela movies, a série reforça sua proposta de contar histórias com viés positivo e encontram saídas inteligentes e divertidas até mesmo para as situações mais complexas.
A estrutura da série é dividida em seis capítulos, nos quais a única ligação é Francisco, o personagem de Seu Jorge, que aparece para ajudar os gringos em momentos de adversidade. Sempre se apresentando como um rapaz com PhD em Rio de Janeiro, o músico é praticamente um oráculo dos desesperados, arranhando os mais variados idiomas para salvar o dia. O mais interessante é que mesmo sendo o rosto da produção e ganhando um episódio inteirinho dedicado a ele, Francisco é apenas mais um representante do Rio em meio aos mais apaixonantes personagens que desenvolvem a trama.
A nacionalidade dos gringos dá nome aos episódios. Então, vemos em sequência Argentina, Alemanha, Síria, Israel e Angola. Concluindo a série, temos Rio. Afinal, são tantas características singulares que compõe o dia a dia do Rio de Janeiro, que a cidade assume esse papel quase nacional. Esse último é todo dedicado a mostrar um dia daqueles do Francisco, que se mostra um personagem repleto de camadas, indo muito além de um simples guia da galera. É lindo ver como ele vai afetando a vida dos gringos e como esses turistas ajudam a moldar seu dia.
Existem episódios melhores que outros, mas a série num geral é bem constante. Não há capítulo ruim, são todos muito acima da média. No entanto, a história de amor do episódio da Síria, a amizade inesperada de Israel e a fé improvável da Argentina são, no mínimo, espetaculares. Esses três trazem tramas deliciosas de se acompanhar, ressaltando de forma sutil elementos tão presentes na vida de quem mora no Rio que chega a encher os olhos. E isso acaba sendo um mérito muito legal da produção. Ela reforça aquela sensação de orgulho não apenas de quem nasceu e vive na cidade, mas em qualquer um que já tenha passado por aqui.
O elenco da série é um espetáculo tão grande quanto as paisagens retratadas na produção. Misturando jovens talentos com cascas-grossas da cultural nacional, o casting trouxe também uma porção de nomes internacionais afiadíssimos. Além de Seu Jorge, estão na série Antônio Pitanga, Malu Mader, Douglas Silva e Débora Nascimento. Todos sensacionais. Do elenco estrangeiro, destacam-se Verónica Llinás, Peter Ketnath, Ahmad Kontar e a incrível Swell Ariel Or. Já a juventude é representada pela molecada do Nós do Morro e pelo surpreendente Nego Ney, que começou como um meme no YouTube e vem emplacando uma série de projetos excelentes em 2023, com atuações muito interessantes, como How To Be a Carioca e Nosso Sonho. Vale a pena ficar de olho no garoto nesses próximos anos.
Outro aspecto fenomenal é a trilha musical da série. Misturando canções originais com clássicos da música nacional, é uma seleção apaixonante. Em conversa com Carlos Saldanha, o diretor nos revelou que esse mérito vai para a cantora Maria Gadú, que trabalhou como produtora musical do show. Segundo Saldanha, ela embarcou de corpo e alma na proposta, deixando o ego de lado para explorar os diferentes aspectos musicais que envolvem o Rio de Janeiro.
“Quando se fala de Rio, a musicalidade é muito especial. A playlist da série é muito impressionante”, afirmou Saldanha.
E segundo ele, ainda há muito a ser contado. E se o público gostar, poderemos ter uma segunda temporada indo para outros cantos da cidade. “Temos histórias com outros países para abordar assuntos que não foram incluídos nessa. A gente não abordou futebol, não abordou carnaval, samba de raiz, a comida… Se a galera gostar e quiser mais, o que a gente mais tem é história pra contar. Eu já tenho uma ideia aqui focada na batata de Marechal Hermes”, concluiu o diretor.
Escrita, dirigida e atuada de forma apaixonante, How To Be a Carioca é uma série ridiculamente cativante, atuando quase como um abraço de mãe diante dos tempos complicados que o país vem atravessando nos últimos anos. É uma produção muito divertida, emocionante e criativa, que explora os diferentes ‘Rios’ que existem no Rio de Janeiro. E ao fim da série, caso não more na cidade, é impossível resistir à vontade de pegar o primeiro voo para a capital fluminense e viver sua própria história por aqui. Um verdadeiro espetáculo!
Blake Lively e Ryan Reynolds dominaram o final de semana nos EUA e também no Brasil.
Por aqui, ao contrário dos EUA, Blake Lively conseguiu tirar o primeiro lugar de ‘Deadpool & Wolverine‘ – que estava há três semanas liderando.
O filme estrelado por Ryan Reynolds e Hugh Jackman arrecadou R$ 14,57 milhões, contra R$ 18,18 milhões de ‘É Assim Que Acaba‘.
‘Armadilha‘, de M. Night Shyamalan, abriu em quinto com R$ 2,31 milhões, e ‘Borderlands: O Destino do Universo Está em Jogo‘ abriu em sexto com R$ 1,23 milhões.
Confira o TOP 10:
1
É assim que acaba
18.308.000
2
Deadpool & Wolverine
14.688.000
3
Meu malvado favorito 4
3.485.000
4
Divertida Mente 2
2.806.000
5
Armadilha
2.327.000
6
Borderlands
1.277.000
7
O exorcismo
218.000
8
Saideira
87.000
10
Luccas e Gi em: Dinossauros
84.000
O longa baseado no livro de Colleen Hoover arrecadou US$ 50 milhões em sua estreia no território norte-americano, quase desbancando o filme do mercenário tagarela, que somou US$ 54.2 milhões no terceiro final de semana.
O valor ficou muito acima das projeções iniciais, que indicavam um lançamento em torno de US$ 23-30 milhões.
Desconsiderando sua participação especial no novo filme do Deadpool, ‘É Assim que Acaba‘ se tornou o segundo maior lançamento da carreira de Lively, atrás apenas do live-action de ‘Lanterna Verde‘ (US$53.1M).
Internacionalmente, a produção acrescenta US$ 30 milhões através de 42 mercados – totalizando uma estreia global de US$ 80 milhões.
O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com a Arábia Saudita (US$23.5M), México (US$15.6M), Reino Unido (US$15.4M), Alemanha (US$12.7M) e França (US$11.3M).
No Brasil, o longa desbancou ‘Deadpool e Wolverine‘, estreando no topo das bilheterias com sólidos R$ 18.7 milhões.
Vale lembrar que o romance já está em exibição nos cinemas nacionais!
A produção é baseada no romance homônimo da Colleen Hoover.
Brandon Sklenar, Jenny Slate e Hasan Minhaj completam o elenco da produção.
Justin Baldoni também está atado à direção, a partir de um roteiro escrito por Christy Hall (‘I Am Not Okay With This’).
Lily nem sempre teve tudo fácil na vida, mas isso nunca a impediu de trabalhar duro pelo que deseja. Ela percorreu um longo caminho desde a pequena cidade no Maine, onde cresceu – formou-se na faculdade, mudou-se para Boston e abriu seu próprio negócio. Então, quando ela sente uma faísca com um lindo neurocirurgião chamado Ryle Kincaid, tudo na vida de Lily de repente parece quase bom demais para ser verdade.
Ryle é assertivo, teimoso, talvez até um pouco arrogante. Ele também é sensível, brilhante e tem uma quedinha total por Lily. E a aparência dele de uniforme certamente não dói. Lily não consegue tirá-lo da cabeça. Mas a completa aversão de Ryle a relacionamentos é perturbadora. Mesmo quando Lily se vê se tornando a exceção à sua regra de “não namorar”, ela não pode deixar de se perguntar o que o tornou assim em primeiro lugar.
À medida que as perguntas sobre seu novo relacionamento a oprimem, os pensamentos sobre Atlas Corrigan – seu primeiro amor e um elo com o passado que ela deixou para trás – também retornam. Ele era sua alma gêmea, seu protetor. Quando Atlas reaparece repentinamente, tudo o que Lily construiu com Ryle está ameaçado.
De acordo com o Deadline, Sam Wrench foi contratado para dirigir o remake de ‘O Guarda-Costas‘ (The Bodyguard), filme clássico de 1992, estrelado por Whitney Houston e Kevin Costner.
Apesar de não ter muita experiência na direção de longas-metragens, o cineasta tem uma extensa carreira no comando de concertos e especiais musicais, incluindo ‘Taylor Swift: The Eras Tour‘, ‘Billie Eilish Live at the O2‘, ‘Lizzo: Live in Concert‘ e ‘A Nonsense Christmas with Sabrina Carpenter‘.
Jonathan A. Abrams, de ‘Jurado Nº2‘, assina o roteiro da nova versão.
Warner Bros. é o estúdio por trás do projeto.
Na trama original…
Frank Farmer, um guarda-costas altamente eficiente e caro, é contratado para proteger Rachel Marron, uma grande cantora e atriz que está recebendo cartas anônimas e ameaçadoras. Frank é um ex-agente do Serviço Secreto que ainda não se perdoou do sentimento de culpa em relação à sua inabilidade de proteger o presidente Reagan, que quase foi assassinado. Frank e Rachel se apaixonam e logo ele se torna parte integrante do círculo íntimo dela. Paralelamente, novos atentados acontecem.
Sucesso nos cinemas, o longa original arrecadou mais de US$ 400 milhões nas bilheterias mundiais.
Os fãs de The Walking Dead – TWD já estão acostumados com o formato sanduíche da maioria das temporadas da série: excelentes episódios no começo e no fim com umas linguiças bem cheias no meio. É, já meio que aceitamos esse fato, o meio de TWD é feita por episódios pouco inspirados, mas não desistimos porque quase sempre somos recompensados com episódios iniciais excelentes e episódios finais grandiosos. São por eles que pagamos a TV a cabo (ou o torrent…).
Se a memória não me falha, as duas únicas temporadas impecáveis foram a primeira e a sexta. A pior foi a segunda, especialmente em sua primeira parte – ainda que reconheça a importância dela para a estruturação da série. Mas, o turbulento ano de 2016 nos trouxe algo para desbancar a segunda em ruindade: a primeira metade de sétima temporada!
Ironicamente seguindo a tradição de TWD, o primeiro episódio da sétima temporada foi excepcional, um dos 10 melhores de toda a séria. Contudo, o segundo episódio já foi perdendo a força e daí para pior. O penúltimo deu uma levantada e o último foi muito bom.
É bizarro como esta primeira metade da sétima temporada conseguiu ser tão ruim. Os roteiristas tinham os ingredientes ideais: personagens consolidados, um cliffhanger eficiente (ainda que clichê), uma temporada anterior excepcional, tramas instigantes e um novo vilão que mesmerizou o público em sua primeira aparição. O que deu errado?
Se você perguntar para um grupo de reacionários dos EUA, eles dirão que o problema de TWD é a violência. Disseram que esta temporada passou de qualquer limite. Sempre há quem reclame da violência, dizendo que isso faz mal às pessoas. Esse argumento só ganhou mais notoriedade por causa da morte de Glenn (Steven Yeun). Foi uma das cenas mais graficamente chocantes que vi em tempos recentes na TV, e a mais mais de TWD. Até fãs ficaram incomodados. Contudo, ainda que alguns espectadores tenha abandonado a série por causa disso, não é suficiente para explicar as reações mornas à atual temporada.
Houve até quem decidiu chamar TWD de fascista. Meu Senhor!, essa moda de enxergar fascista por tudo quanto é lado tá pegando! A tese é no mínimo curiosa: no universo de TWD, a bondade não é premiada; quem tenta agir de forma pura com seus semelhantes acaba morto. Sobrevivem aqueles que pressupõem que todo mundo é mau e que o ideal é mata o seu opositor. Em resumo, a série defenderia a visão de que, no mundo, vale o nós contra eles – já dá até para ler a metáfora dos zumbis como imigrantes mulçumanos e Negan (Jeffrey Dean Morgan) como um Trump sem tope e óleo laranja na cara. Nada mais errado! Essa interpretação mais parece uma tentativa de forçar para encaixar a sua ideologia na série.
TWD fala de um mundo no qual as estruturas sociais esgarçaram e agora os sobreviventes precisam reconstruir tudo. Como num retorno ao paleolítico, temos sim que lutar pela sobrevivência. Nessa realidade alternativa, porém, o simples nós contra eles, que estamos acostumados a ver na política, ou a ideia de que a força vale sempre mais do que qualquer outra qualidade são falsas. Nesse universo, é preciso equilíbrio entre confronto e alianças, entre desconfiança e confiança. Quantos personagens sobreviveram pela esperteza, quantas vezes a série já demonstrou que confiar é preciso?
TWD carrega uma metáfora muito maior. Ela é uma tradução das dificuldades para se reerguer uma sociedade (ou mantê-la de pé). Se você quer aproveitar TWD para ler o tempo atual, pergunte-se: aquele manifestante de internet, que posta textão no Face, que inclui um #ForaQualquerCoisa, sobreviveria num mundo no qual as coisas mais básicas são escassas? Essa geração Toddynho com Nutella duraria quantas temporadas de TWD?
Não, jamais a série ousou elidir a ideia de que a empatia e a solidariedade têm seu espaço, ou negar que fala de coisas profundas. TWD é um verdadeiro drama moral e um estudo sobre a formação da sociedade, que pode dizer muito sobre coisas como a crise causada pelo motim da PM no Espírito Santo.
E se alguém ainda acha que a série é fascista, pergunto, como ela pode ser fascista se seus personagens são tão variados?
Mas, já desvio muito do principal. O que, afinal, fez desta primeira metade da sétima temporada tão fraca? Uma opção errada dos produtores, que poderia ter sido corrigida com edição!
Os produtores da série fizeram uma escolha infeliz. Com o grupo Rick (Andrew Lincoln) dividido, cada episódio focava em um núcleo. Não é a primeira vez que isso acontece na série, mas nunca de forma tão exaustiva. Mas, como eram muitos núcleos, e as ações eram paralelas, a sensação de que estávamos sempre voltando para o começo era recorrente. Parecia que TWD tinha puxado o freio de mão.
Isto foi fruto de uma má escolha dos produtores, que nem daria muito trabalho para ser resolvida. Bastava uma edição que congregasse dois ou três núcleos de personagens no mesmo episódio. Além de dar dinamismo, evitava o risco de um episódio foca em um personagem fraco – bicho, até isso teve!, episódio focado em personagem tão importante quanto a pulga do rabo do cachorro.
Não foi a violência, nem o fascismo, nem qualquer outra dessas ideologias de hashtag. O que matou este começo da sétima temporada e derrubou os índices de audiência foi uma má escolha dos produtores, que acharam por bem organizar os episódios por núcleos. Apesar da péssima avaliação (TWD foi eleito o pior programa de 2016 pela revista americana Variety, perdendo apenas para a cobertura da eleição americana) e da queda na audiência, a AMC ainda tem em seu cardápio uma série genial e líder de audiência. O que nós fãs pedimos é uma restante de temporada com menos Swear (o episódio mais mal avaliado no IMDB) e mais The Day Will Come When You Won’t Be (o episódio mais bem avaliado no IMDB).
E, aí, o que achou da primeira metade da sétima temporada? O que mais gostou e o que menos gostou? Ficou chocado com o primeiro episódio? E, como eu, dormiu no meio de Swear e teve que revê-lo? Vamos, comente, compartilhe e curta nossas redes sociais:
Tem filmes com canções que se tornam marcantes nas memórias de todos nós amantes da sétima arte. Algumas dessas, foram vencedoras do Oscar de Melhor Canção. Pensando nisso, fizemos uma lista abaixo com ótimos filmes que tiveram vitória nessa categoria:
007 – Operação Skyfall (Canção Skyfall, venceu em 2013 o Oscar de Melhor Canção Original)
Na trama, acompanhamos logo no início uma missão que não dá certo e onde ‘M’ precisa tomar uma decisão que influencia sua lealdade perante à Bond. Mas quando um passado escondido da chefe da agência vem à tona, o agente 007 precisa se entender com ‘M’ e combater um vilão excêntrico, especialista em computação.
Viva – A Vida é uma Festa (Canção Remember Me, venceu em 2018 o Oscar de Melhor Canção Original)
Na trama, conhecemos o menino sonhador Miguel, um jovem que adora música mesmo sua família não gostando da ideia, pois, anos atrás um parente abandonou a família pela carreira musical e nunca mais voltou para casa. Durante uma pequena investigação descobre segredos desconhecidos da família e após tocar uma canção com um violão mágico, acaba indo para em uma terra dos mortos. Lá, descobre, nesse mundo fantástico e cheio de parentes que nunca conhecera, descobre mais sobre sua família e um novo segredo se torna um objetivo em sua busca constante em voltar para o mundo dos vivos.
Flashdance (Canção Flashdance… What a Feeling, venceu em 1984 o Oscar de Melhor Canção Original)
Na trama, conhecemos Alex (Jennifer Beals), uma jovem de 18 anos, amante da dança, com o sonho de entrar em um concorrido conservatório de balé. Para sobreviver, ela trabalha de dia como soldadora em obra e de noite se apresenta em impactantes shows noturnos de dança em uma boate. Certo dia, se aproxima do seu chefe, Nick (Michael Nouri), um homem mais velho, mais maduro, que a ajuda no seu caminho rumo aos sonhos.
Dirty Dancing (Canção (I’ve Had)The Time of My Life, venceu em 1988 o Oscar de Melhor Canção Original)
Quase no início da década de 90, chegou aos cinemas Dirty Dancing, dirigido pelo cineasta nova-iorquino Emile Ardolino, que conta a história de um esforçado dançarino (Patrick Swayze) que se apaixona por uma jovem, Baby (Jennifer Grey), que vem de uma família tradicional. Lutando por esse amor contra todos que são contrários, vamos percorrendo cenas dançantes e demonstrações de amor e carinho que ficam pra sempre em nossos corações.
Filadélfia (Canção Streets of Philadelphia, venceu em 1994 o Oscar de Melhor Canção Original)
Na trama, conhecemos Andrew Beckett (Tom Hanks), um brilhante advogado, homossexual, que vem crescendo na poderosa empresa onde trabalha. Quando ele é demitido de forma surpreendente por conta da descoberta pela empresa que ele possui AIDS, Andrew resolve processá-los e para isso contrata Joe (Denzel Washington), um advogado, homofóbico, que é o único que aceita o caso.
RRR: Revolta, Rebelião, Revolução (Canção Naatu Naatu, venceu em 2023 o Oscar de Melhor Canção Original)
Na trama, ambientada na década de 20 em uma enorme região da Ásia meridional colonizada pelos ingleses (que hoje conhecemos como a Índia) conhecemos uma jovem, integrante de uma pequena tribo, que é levada por um governador britânico e sua esposa contra vontade da família.
Um integrante dessa tribo, o guerreiro gente boa Komaram Bheem (N.T. Rama Rao Jr.) jura ir até o poderoso palácio de domínio inglês e resgatar a jovem sequestrada. Em paralelo a isso, conhecemos a história de um integrante do exército britânico, de origem indiana, chamado Alluri Sitarama Raju (Ram Charan Teja) que está num presente em busca de maior reconhecimento para seus feitos no exército.
Quando alta cúpula britânica descobre que Komaram Bheem quer resgatar a criança sequestrada, uma mobilização é feita como proteção ao governador e essa pode ser a chance de Alluri Sitarama Raju em se destacar. Só que as surpresas nessa história estão em todo lugar, Komaram Bheem e Alluri Sitarama Raju acabam de se tornando grandes amigos sem saberem dos segredos guardados de um e do outro.
007 – Sem Tempo para Morrer (Canção No Time to Die, venceu em 2022 o Oscar de Melhor Canção Original)
Na trama, novamente nos encontramos com James Bond (Daniel Craig), um homem que mesmo querendo descansar, ou até mesmo se aposentar, não consegue, pois sempre tem algum fanático, louco, terrorista querendo destruir o mundo e assim o agente secreto é chamado de volta para a ação. Em 007 – Sem Tempo para Morrer Bond precisa lidar com mais uma revelação surpreendente, fruto de seu relacionamento com a psicóloga Madeleine (Léa Seydoux). Em meio a todas as emoções que encontra pelo caminho, um rival complexo de lidar, Lyutsifer Safin (Rami Malek) quer destruir o mundo com um novo vírus seletivo e mortal.
Rocketman (Canção (I’m Gonna) Love Me Again, venceu em 2020 o Oscar de Melhor Canção Original)
Na trama, que teve um orçamento na casa dos 40 milhões de dólares, conhecemos pitacos da vida de Sir Elton John (Taron Egerton, na maior parte do tempo) ao longo dos anos, da infância até a adolescência, dos tempos que estudava na prestigiada Royal Academy of Music até perto do ano de 1970 quando começa uma parceria fenomenal com o compositor Bernie Taupin (seu amigo até hoje) e se torna aos poucos, com shows de tirar o fôlego, uma das grandes lendas do universo musical do planeta Terra.
La La Land – Cantando Estações (Canção City of Stars, venceu em 2017 o Oscar de Melhor Canção Original)
Na trama, ambientada em Los Angeles, conhecemos o pianista Sebastian (Ryan Gosling), um amante do Jazz que vive buscando seu espaço em meio a mudanças constantes que a vida coloca em seu caminho. Rabugento e completamente sozinho, de maneira inusitada, acaba conhecendo a sonhadora Mia (Emma Stone), uma jovem que partiu para Los Angeles para buscar a difícil carreira de atriz mas que hoje trabalha em uma espécie de Starbucks dentro de um famoso Estúdio de gravações de filmes. Logo o amor entre os pombinhos acontece e, entre as estações do ano, precisarão compreender como é viver a vida a dois e o tamanho que o sonho de cada um tem na vida do outro.
Nasce uma Estrela (Canção Shallow, venceu em 2019 o Oscar de Melhor Canção Original)
Na trama, conhecemos a esforçada Ally (Lady Gaga) uma sonhadora que vive de trabalhos pingados mas não deixa de se apresentar como cantora em uma boate na cidade onde mora. Certo dia, em mais uma dessas apresentações acaba sendo avistada pelo famoso músico Jackson Maine (Bradley Cooper) que fica encantado pela jovem. A partir desse encontro, os dois ficam cada vez mais próximos, apaixonados, e Jackson não medirá forças para conseguir a chance de sucesso que Ally buscava. Mas como tudo na vida tem um preço, o sucesso de Ally acaba afetando demais o relacionamento próximo dos dois.
Toda estrela tem sua ascensão. Todo ator possui aquele ponto de virada onde passa de um rosto desconhecido para a nova sensação, e parece estar em todos os lugares ao mesmo tempo. Este é o caso com a jovem Florence Pugh, de 24 anos completos em janeiro. Com 15 trabalhos como atriz (entre filmes, séries, minisséries, curtas e filmes para a TV), e uma carreira que se iniciou há apenas seis anos, Pugh caminha para se tornar uma das grandes estrelas de sua geração.
Mesmo antes tendo participado de projetos chamativos, vide O Passageiro, Lady Macbeth, Legítimo Rei e as séries Marcella e Little Drummer Girl, é claro que o divisor de águas de seu currículo foi o ano de 2019, mais conhecido como ano passado. Primeiro, por protagonizar o inquietante novo trabalho de Ari Aster (Hereditário), Midsommar; e segundo, por seu papel conquistado como a ciumenta Amy March na adaptação de Greta Gerwig para o clássico literário Adoráveis Mulheres. O trabalho poderia ter passado em branco, mas nas mãos de uma intérprete poderosa como a pequena Pugh, rendeu-lhe sua primeira indicação ao Oscar. Precoce? Sim. Descabida? Definitivamente não.
A iniciante que de boba não tem nada, garantiu um agente de talentos esperto o suficiente para (ao lado de seu próprio esforço) a colocar no vindouro blockbuster da Marvel, Viúva Negra – onde trabalhará lado a lado com a super-heroína Scarlett Johansson, no papel de sua irmã mais nova, Yelena Belova. Antes de tudo isso, no entanto, Pugh já acumulava elogios no início de 2019 – numa prévia que poucos viram, do que seria seu ano. Os brasileiros então, tiveram que se contentar com o lançamento de Lutando Pela Família (Fighting With My Family) direto no mercado de vídeo, fora do radar da maioria.
Apesar de ser uma produção independente, Lutando Pela Família reuniu elogios suficientes da imprensa especializada, com impressionantes 93% de aprovação dos críticos, e 82% do público – além de se mostrar igualmente um sucesso de bilheteria, já que com um orçamento de US$ 11 milhões estimados, terminou sua estadia nos cinemas com US$ 40 milhões – e isso sem ser exibido em muitos países pelo mundo. Esse filme de prestígio chega ao Brasil agora diretamente na TV a cabo, em cartaz na rede Telecine.
Menciono Florence Pugh porque este é um show dela! Mas também devo abordar dois outros nomes importantes para a existência deste filme. O primeiro é justamente o seu tema, a jovem lutadora de WWE Paige, pseudônimo de Saraya-Jade Bevis, retratada no longa através da performance inspirada de Pugh. E o segundo, o grande nome saído do WWE (a luta livre ou telequete) para dominar Hollywood, Dwayne ‘The Rock’ Johnson. O ator, considerado um dos maiores empreendedores do cinema atual, e dos negócios de forma geral – com diversas patentes de marcas suas, desde produtos esportivos, roupas, tênis, fones, até tequila e, é claro, uma produtora de filmes -, bateu os olhos em Bevis e sua família pela primeira vez quando estava em Londres filmando Velozes e Furiosos 6 (2013).
Em seu quarto de hotel, The Rock se deparou com o documentário The Wrestlers – Fighting With My Family, que narra a trajetória em família da lutadora britânica e instantaneamente se apaixonou por sua história. Assim, ele decidiu bancar o projeto e entrou em contato com seu amigo de O Fada do Dente(2010), o também ator Stephen Merchant, que igualmente produz, assina o roteiro, a direção e faz uma aparição em tela. Johnson também participa interpretando ele mesmo. E numa das cenas mais curiosas e divertidas do longa, brinca em relação ao seu desentendimento com Vin Diesel.
A história, uma versão ficcional do documentário, que utiliza até mesmo seu título, narra a trajetória de Saraya-Jade Bevis, uma jovem londrina criada no núcleo de uma família de lutadores. Os pais, considerados “White-trash”, vieram da classe baixa inglesa – com o pai sendo inclusive um ex-presidiário, condenado por violência excessiva. Ao lado da esposa, o casal encontrou a “salvação” através da luta, ao invés da religião – ao menos financeiramente, foi mais lucrativo. No filme, os genitores são interpretados por Nick Frost (Todo Mundo Quase Morto) e Lena Headey (Game of Thrones). E neste ambiente, eles criam os dois filhos, o mais velho Zak (Jack Lowden) e a caçula Saraya (Pugh).
Além de ser uma jornada de sucesso da protagonista, na típica história do vencedor que saiu de baixo para conquistar o mundo – visto em inúmeros filmes de esporte, mais notoriamente em Rocky: Um Lutador(1976) -, Lutando Pela Família é um poderoso drama pessoal, descortinando como poucos filmes do gênero o psicológico de sua personagem principal. De forma bem detalhada o roteiro aborda como alguns sonhos frustrados de nossos pais são empurrados para se tornarem os nossos também. Saraya foi criada neste meio, e isso foi o que sempre conheceu. Em momento algum é questionado quais eram suas verdadeiras vontades. Assim, sua aptidão para a luta se torna a salvação de sua família financeiramente, e ao mesmo tempo uma oportunidade imperdível. O filme se propõe a debater este lugar dos filhos “explorados” pelos pais, muito comum até hoje, em especial no terreno artístico e do entretenimento.
Além desta proposta riquíssima, o filme ainda foca na rivalidade que nasce do primogênito Zak – quem realmente buscava uma carreira nesta área. Ele precisou ver sua irmã mais nova atingir algo que ele sempre quis e como se já não bastasse esta “derrota” da vida, a viu questionar sua vontade em relação a esta enorme conquista. Ou seja, uma pressão extra para a jovem lutadora, obrigada a assumir um papel que não lhe pertencia em nome de sua família.
Lutando pela Família é dinâmico e engraçado, brinca muito com o universo do WWE, o que para os fãs é um prato cheio – contando ainda com diversas participações especiais de lutadores reais. O que mais chama atenção, porém, é sua capacidade de inserir dúvidas muito relacionáveis e discutir com propriedade temas universais como culpa, obrigação, sonhos e responsabilidades, às vezes adquiridos de forma muito precoce sem que estejamos completamente preparados para tal fardo. Ah sim, e o filme cresce muito mais devido ao desempenho de uma certa Florence Pugh, atriz precoce, sim. Mas muito preparada para suas responsabilidades.
Você certamente já ouviu o título ‘Sexta-Feira 13’, mesmo que não goste particularmente de terror ou sequer tenha assistido a um dos capítulos desta que é uma das mais longínquas séries cinematográficas do gênero. É inegável que sua fama a precede. ‘Sexta-Feira 13’ marcou uma época, os anos 80, e ao lado de ‘A Hora do Pesadelo’ foi a franquia assustadora mais famosa do período, e uma das mais bem-sucedidas de todos os tempos. E pensar que a franquia do imortal Jason nem mesmo tinha o Jason em seu primeiro exemplar.
Tudo começou com o produtor Sean S. Cunningham, que estava numa pior e precisava fazer um dinheiro rápido. Antenado, ele percebeu o sucesso que ‘Halloween – A Noite do Terror’, de John Carpenter, havia feito em 1978, se tornando um fenômeno e o filme independente mais rentável da época. ‘Halloween’ pode ser considerado o “pai” dos slasher. E bem, ‘Sexta-Feira 13’ foi a “mãe”. Cunninghan contratou o roteirista Victor Miller e o pediu para “copiar, mas fazer diferente” do que havia visto em ‘Halloween’. Assim, o escritor bolou uma história passada em um acampamento de verão para crianças (um cenário inocente e longe de qualquer perigo).
Apesar de ser a estrela da franquia, o mascarado Jason só daria as caras no segundo filme de ‘Sexta-Feira 13’.
Acontece que o acampamento Crystal Lake tinha fama de ser amaldiçoado. Isso porque décadas antes, assassinatos misteriosos fizeram o lugar fechar. Assim, um grupo de adolescentes anos depois retorna ao local, com o novo dono, com o propósito de reforma-lo e fazê-lo funcionar novamente. Mas alguém não está feliz com esta iniciativa, e irá eliminar os jovens um a um. É a Sra. Voorhees, a antiga cozinheira do local, cujo filho havia se afogado por negligência dos monitores. Assim, numa espécie de ‘Psicose’ invertido, Jason (o filho) e sua mãe se tornam um só, e ela massacra todos que tentam reabrir o lugar traumático.
Corta para 1993, treze anos depois do sucesso do primeiro ‘Sexta-Feira 13’, uma data emblemática. Treze anos depois e nada menos que oito filmes produzidos. Sim, ‘Sexta-Feira 13’ dominou os anos 80, batendo ponto quase em todos os anos da década, deixando escapar apenas dois, com todas as obras produzidas pela Paramount – por uma década a franquia foi uma verdadeira “galinha dos ovos” de ouro para o estúdio, lucrando mais que muitas das produções mais sérias do estúdio. Assim, a Paramount, mesmo tendo um pouco de vergonha de ser associada ao que os críticos da época chamavam de “terror barato”, não recusava suas bilheterias lucrativas.
Durante toda a década de 80, a Paramount foi a casa do maníaco Jason, lucrando com o personagem por oito filmes.
Imagina só, o valor somado do orçamento de todos os ‘Sexta-Feira 13’ nos anos 80 não chegava sequer a US$20 milhões. Por outro lado, o valor somado em bilheteria do resultado destes mesmos oito filmes foi igual a US$206.2 milhões. Ou seja, um lucro de dez vezes mais. Só o primeiro filme, o mais rentável de toda a franquia na época, arrecadou mais do que o investimento na franquia inteira nos anos 80. Apesar disso, com os filmes cada vez mais caros e obtendo um retorno cada vez menor, com o oitavo longa, de Nova York, sendo o maior fracasso financeiro (e o mais caro), a Paramount percebeu que era a hora de passar a bola.
A Paramount havia usado e abusado o quanto pôde da criação de Sean S. Cunninghan, que surgiu como puro plágio de ‘Halloween’.
Aliás, é seguro dizer que o estúdio igualmente descaracterizou bastante o que o criador original havia planejado, e isso logo no segundo episódio. Acontece que a assassina Sra. Voorhees havia sido decapitada ao final do primeiro filme. Mas com o sucesso, o estúdio queria realizar uma parte dois.
Após oito filmes na década de 80, a Paramount disse “está bom”, e passou os direitos para a New Line Cinema nos anos 90.
Como fazer isso? A opção foi por trazer o filho da mulher, Jason, agora adulto e vivendo na floresta. Mas ele também havia morrido afogado ao início do original. Essa investida sem sentido fez todos os envolvidos originais, incluindo o diretor e produtor Cunninghan, o roteirista Victor Miller, o técnico em efeitos Tom Savini e a atriz Betsy Palmer ficarem bem longe da sequência.
Pior que a ideia de ‘jegue’ deu certo, e Jason se tornava a cada filme um vilão mais popular do que sua mãe havia sido, até chegar no ícone pop que conhecemos hoje. Assim, ao longo da década de 80 o assassino mudava de forma, de cabeludo e barbudo ficava careca, sua deformidade facial também mudava a cada filme, o que não podia mudar era seu símbolo máximo, a máscara de hóquei introduzida no terceiro filme (isso mesmo).
Ele foi esfaqueado, machadado, enforcado, picotado, enforcado, afogado, eletrocutado, morreu, foi enterrado, foi ressuscitado por um raio, enfrentou o clone de ‘Carrie – A Estranha’ e foi passear em Nova York, até a Paramount dizer chega e transforma-lo novamente em criança.
Em ‘Jason Vai para o Inferno’, o vilão ganhava uma família para chamar de sua e novas regras em sua mitologia, aos 45 do segundo tempo.
Com o fim dos anos 80, a Paramount finalmente vendia os direitos de ‘Sexta-Feira 13’ para outro estúdio, a New Line Cinema. Bem, em partes. Acontece que quando o assunto envolve dinheiro, todos sempre querem uma parte. Assim, uma briga judicial pelos direitos da franquia se iniciou entre Sean S. Cunninghan, o dono do conceito, e Victor Miller, o roteirista do filme original. Quando foi vendida para o novo estúdio, o novo proprietário poderia usar o vilão Jason e a mitologia, mas não o título ‘Sexta-Feira 13’ e tampouco a mãe do assassino.
Assim surgia ‘Jason Vai Para o Inferno’, frisando em primeiro plano o nome do vilão. Subtitulado ‘A Última Sexta-Feira’ – repare que não é “A Última Sexta-Feira 13”, e sim ‘A Última Sexta-Feira’. Já que não podiam criar um elo na trama com a mãe de Jason, os realizadores resolveram criar uma família para o vilão, uma que nunca havíamos ouvido falar, com inclusive uma irmã para o psicopata imortal e uma sobrinha. Aliás, nesse tempo todo ficou frisado que Jason era filho único. Se isso não é apelar…
Jason sofreu com as mudanças criativas dos realizadores de seu primeiro filme na New Line, e o longa se tornou o menos apreciado de toda a franquia.
Vale dizer a esta altura que a primeira incursão de Jason em sua nova casa (a New Line) o castigou mais que qualquer final girl. ‘Jason Vai para o Inferno’ se tornaria o episódio pelo qual, digamos, os fãs possuem menos afeto na franquia. E isso em uma série que possui os já pouco apreciados ‘Parte 5 – Um Novo Começo’ (1985), ‘Parte 8 – Jason Ataca em Nova York’ (1989) e ‘Jason X’ (2001).
O motivo de tanto desprezo é para além de uma família de última hora para Jason, ou sequer o fato de o maníaco ressurgir do nada, sem qualquer conexão com o episódio anterior. A barreira maior se encontra na gimmick encontrada para tirar a franquia da mesmice. Coisa que se for distanciar muito do que o público está acostumado, quase sempre resulta em rejeição. A parte 5, por exemplo, deixou Jason de fora (já que havia morrido) e trouxe um farsante em seu lugar. Ninguém comprou. O mesmo foi tentado com o recente ‘Halloween Ends’, que sofreu enorme backlash.
Logo na cena de abertura de ‘Jason Vai para o Inferno’, as expectativas são subvertidas quando o maníaco é explodido em pedaços.
Em ‘Jason vai para o Inferno’, o que os produtores quiseram tentar para sair da mesmice de “Jason ataca jovens no acampamento” foi trazer uma trama totalmente sobrenatural para o episódio 9. Na história, Jason é explodido em pedaços logo na cena de abertura, quando o psicopata acha que vai se dar bem com uma nova vítima sozinha em sua casa no lago – acontece que era uma emboscada do FBI; e o maníaco encontra finalmente o seu fim, já que fica desmembrado.
“The End”? Ainda não. Pois na mesa do legista o coração de Jason começa a bater novamente, e enfeitiça o sujeito que o come a dentadas, assim sendo possuído pelo espírito maligno do vilão. Sem dúvidas é diferente e original, algo nunca tentado na franquia anteriormente. E o que acontece depois daí? O legista assume o manto de Jason, mas o que vemos é um sujeito normal cometendo os crimes do matador de Crystal Lake. E aí temos o mesmo problema da Parte 5: não é quem queremos ver, mesmo que a essência seja dele, a forma não.
A trama inventiva do nono filme traz Jason pulando de corpo em corpo, antes de literalmente ir parar no inferno.
Mas não para por aí, pois a invencionice dos realizadores parece transbordar cada vez mais. Jason não fica no corpo do legista para sempre, já que para fazer graça, o nono filme resolve se tornar também um “whodunit”, aquela espécie na qual temos que adivinhar quem dentre os personagens é o assassino. Aqui sabemos que é Jason, mas a pegadinha se torna: “no corpo de quem Jason está agora”? Isso porque sua essência maligna fica pulando de corpo em corpo, possuindo a população da pequena cidade, desde policiais até advogados. E como ele faz isso: passando uma criatura que mais parece um verme gigante pela boca das vítimas – esse ser é o “Jason real”. É mole?
Mexer tanto no cânone de uma franquia, mesmo sendo um terror slasher, é procurar encrenca com sua base de fãs. E foi justamente isso que ‘Jason vai para o Inferno’ fez. Quis ousar demais, e terminou se tornando blasfemo. Para piorar a situação dos “acréscimos narrativos aos 45 do segundo tempo”, ainda somos introduzidos a um arqui-inimigo de Jason, nas formas de Creighton Duke (Steven Williams), de uma adaga com poderes mágicos, que é a única coisa que de fato pode matar o vilão (e que só pode ser empunhada por uma parente dele) e a regra de que ele poderá voltar à sua forma original caso possua o corpo de alguém da família, coisa que faz e retorna como o mascarado monstruoso. Esse é também o único filme da franquia em que Jason não mostra seu belo rosto para o público.
O nono filme de Jason deveria ser o tão sonhado encontro com Freddy Krueger, já que ambos agora estavam no mesmo estúdio.
No fim das contas, como diz o título, Jason finalmente é mandado para o inferno, com direito a demônios vindo busca-lo aqui na Terra, e puxá-lo para embaixo do solo. A cena final é a mais comentada do filme, e a única coisa pela qual os fãs possuem carinho de verdade. Acontece que ficamos com aquela sensação de que o filme todo só foi produzido para unir no mesmo estúdio os dois grandes monstros dos anos 80: Jason e Freddy Krueger, encontro que já era ensaiado em tal década. Agora, com ambos na New Line o sonho era possível. E a prova disso é tal cena: na qual após ser puxado para o inferno, a mão de Freddy sai do solo para buscar a máscara de Jason, que havia ficado para trás. Esse encontro, no entanto, levaria nada menos que dez anos para sair do papel. O filme está disponível na HBO Max.
A Netflix anunciou que a 7ª temporada de ‘Orange is the New Black‘ será a última da série.
“Depois de sete temporadas, é hora de sair da prisão,” disse a criadora da série Jenji Cohan em uma declaração. “Eu vou sentir falta de todas essas mulheres fortes de Litchfield e a incrível equipe com quem trabalhamos.”
Sobre a conclusão da série, a vice-presidente de conteúdo original do serviço de streaming, Cindy Holland, disse: “Durante a produção da primeira temporada, todos envolvidos com ‘Orange is the New Black’ sentiram que sabíamos um segredo especial que não podíamos esperar para contar ao mundo. Desde então, nós rimos, choramos, ficamos enfurecidos e torcemos com as mulheres de Litchfield, e todo momento que passamos com ela pareceu um tempo emprestado – bom demais para durar pra sempre. Nós estamos tristes em dizer adeus, mas definitivamente vamos terminar em alta.”
O final de ‘Orange is the New Black‘ marca o fim de um era, considerando que foi uma das primeiras produções originais da Netflix.
A DC divulgou o trailer da segunda metade da 3ª temporada de ‘Justiça Jovem‘ (Young Justice: Outsiders).
Confira:
Criada por Brandon Vietti e Greg Weisman, a série serve como uma contraparte jovem para a famosa equipe adulta Liga da Justiça.
A trama centra-se na jornada de um grupo de ajudantes e protegidos de super-heróis tentando mostrar-se eles próprios como heróis, enquanto lidam com problemas típicos da adolescência em suas vidas pessoais.
O elenco é formado por Jesse McCartney, Nolan North, Stephanie Lemelin, Jason Spisak, Zehra Fazal, Troy Baker, Khary Pyton, Alyson Stoner, entre outros.
A segunda temporada da 3ª temporada será lançada no dia 2 de julho.
A Netflix divulgou o trailer do reality show ‘The Circle Brasil‘.
Confira:
Não sei quem eu vou amar e quem eu vou odiar, só sei que quero assistir logo. Apresentado pela @gewbank, The Circle Brasil estreia dia 11 de março. pic.twitter.com/d6fGRSm54W
A CW divulgou o trailer do 18º episódio da última temporada de ‘Supernatural‘, que irá ao ar no dia 5 de novembro.
Confira:
Intitulado Despair, o próximo capítulo acompanhará um plano ousado, enquanto Sam, Dean, Castiel e Jack lutam por um objetivo em comum.
Criada por Eric Kripke, a série inicialmente foi planejada para durar 5 temporadas, mas continuou após se tornar um dos maiores sucessos do canal.
Sam (Padalecki) e Dean (Jensen Ackles) lutaram contra demônios e anjos, criaturas míticas e monstros, em uma busca aparentemente interminável para salvar o mundo. Mas na batalha final, eles enfrentam o próprio Deus (Rob Benedict), recusando-se a matar seu filho Nephilim Jack (Alexander Calvert), trazendo assim a decisão de Deus de acabar com essa realidade de uma vez por todas…
O elenco conta com Jared Padalecki, Jensen Ackles, Misha Collins, Samantha Smith, Mark Pellegrino, Ruth Connell e Alexander Calvert.
O primeiro teaser da 3ª temporada de ‘The Boys‘ deixou os fãs animados e chocados com as inúmeros cenas sangrentas, mas parece que nem todos gostaram do conteúdo violento.
Através do Twitter, a conta oficial da série anunciou que o vídeo foi reportado mais de 20 milhões de vezes.
“Todo mundo está ensandecido que o teaser da 3ª temporada é ‘profundamente doentio’ e se perguntando ‘que p**ra nós acabamos de assistir?’,” declara o tweet.
Everyone’s raving that the Season 3 teaser is “deeply unhinged” and asking “what the f*ck did we just watch?” pic.twitter.com/6focVp819c
Vale lembrar que o novo ciclo também irá introduzir Laurie Holden (Condessa Carmesim), Sean Patrick Flanery (Supersonic), Nick Wechsler (Blue Hawk) e Miles Gaston Villanueva (Gunpowder).
Criada por Evan Goldberg, Eric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.
A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.
O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.
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