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‘Station 19’: Novo episódio registra a PIOR audiência da história da série

De acordo com o TVLine, o sétimo episódio da 4ª temporada de ‘Station 19‘ registrou a PIOR audiência da história da série.

Intitulado Learning to Fly, o episódio registrou 0.7 na demo e 4.9 milhões de espectadores ao total, resultando em um recorde negativo de audiência para a produção.

Vale lembrar que o próximo episódio, intitulado Make No Mistake, He’s Mine, irá ao ar no dia 25 de março.

Criada por Stacy McKee, a série é o segundo spin-off de ‘Grey’s Anatomy‘.

A trama segue um grupo de bombeiros heroicos do Departamento de Bombeiros de Seattle na Estação 19, mostrará desde o capitão até o recruta mais novo, contando as histórias de homens e mulheres corajosos que arriscam suas vidas e seus corações, no trabalho e fora dele.

O elenco conta com Jaina Lee Ortiz, Jason George, Boris Kodjoe, Grey Damon, Barrett Doss, Jay Hayden, Okieriete Onaodowan, Danielle Savre e Stefania Spampinato.

STATION 19 – Key Art. (ABC)

Família se refugia no bunker do vizinho no trailer tenso de ‘American Refugee’, TERROR da Blumhouse

Blumhouse divulgou o primeiro trailer do terror ‘American Refugee‘, que será lançado em parceria com o EPIX, no dia 10 de dezembro.

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Ali LeRoi será responsável pela direção, a partir de um roteiro escrito por Allison & Nicolas Buckmelter.

A trama seguirá uma família buscando abrigo no bunker de um vizinho (Trammell), enquanto a economia americana entra em colapso e a nação está sob lei marcial. Logo, eles percebem que o perigo dentro do lugar pode ser ainda maior do que o perigo que se encontra lá fora…

Sam Trammell (‘True Blood’), Erika Alexander (‘Corra!’) e Derek Luke (’13 Reasons Why’) estrelam a produção. O elenco ainda conta com Peyton JacksonZamani WilderJessi Case e Vince Mattis.

O longa faz parte da parceria entre a Blumhouse Productions e a emissora EPIX, que contará com oito filmes originais do gênero.

‘Eu Nunca…’: 3ª temporada ganha divertido trailer LEGENDADO!

A Netflix divulgou o trailer completo da 3ª temporada da comédia ‘Eu Nunca…‘ (Never Have I Ever).

Confira:

O próximo ciclo será lançado na plataforma no dia 12 de agosto.

A série foi criada por Lang Fisher e Mindy Kaling.

Nos capítulos recém-lançados, Devi está cheia de coragem para tomar decisões ousadas, enquanto lida com o seu tumultuado relacionamento com a mãe, novos amores e a chegada de novos colegas na escola.

Maitreyi Ramakrishnan estrela a produção. Poorna Jagannathan, Richa Shukla, Darren Barnet, Aitana Rinab Perez, John McEnroe, Hanna Stein, Sendhil Ramamurthy, Jaren Lewison, Ramona Young e Lee Rodriguez.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 4ª (e última) temporada!

Diretor compartilha artes conceituais INCRÍVEIS de ‘A Morte do Demônio – A Ascensão’; Confira!

Através do seu Twitter, o diretor Lee Cronin compartilhou artes conceituais incríveis do terror ‘A Morte do Demônio – A Ascensão‘ – evidenciando o meticuloso trabalho para tirar a produção do papel.

“Nada na tela em ‘A Morte do Demônio – A Ascensão’ aconteceu por acidente. Nós fizemos um planejamento cuidadoso com um grupo maravilhoso de pessoas talentosas. As artes conceituais foram nossa entrada a este universo,” declarou o cineasta.

Confira as artes:

Aclamado pelos críticos (com 84% de aprovação no Rotten Tomatoes), o terror se tornou um enorme sucesso nas bilheterias – onde já ultrapassou a marca dos US$ 90 milhões mundialmente.

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Crítica | A Morte do Demônio: A Ascensão – Com cenas de revirar o estômago, TERROR é uma viagem ao inferno

A ação agora desloca-se da floresta para a cidade. A trama segue a perturbadora história de duas irmãs distantes, interpretadas por Alyssa Sutherland e Lily Sullivan, cujo reencontro é interrompido por demônios devoradores de carne que aparecem de repente, levando-as a uma batalha primal pela sobrevivência, enfrentando a versão mais assustadora que se possa imaginar de uma família. 

Sam Raimi e Bruce Campbell servem como produtores.

Gabrielle Echols (‘Caminhos da Memória’), Morgan Davies (‘O Caçador’) e Nell Fisher completam o elenco.

Camila Mendes entra no ritmo brasileiro no trailer de ‘Música’, nova comédia romântica do Prime Video

O Prime Video divulgou o primeiro trailer da comédia romântica ‘Música‘, estrelada pela Camila Mendes (‘Riverdale’).

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O longa será lançado no serviço de streaming no dia 4 de abril.

Além de estrelar, Rudy Mancuso também é responsável pela direção.

Um jovem, atormentado pela música em sua cabeça, tem que aceitar um futuro incerto enquanto equilibra o amor, a família e a cultura brasileira em Newark, Nova Jersey.

O elenco ainda conta com J. B. Smoove, Francesca Reale, Maria Mancuso, Gabriela Amerth, Josanna Vaz, Bia Borin e Anthony Ferrara.

Blake Lively deu sugestão que mudou completamente o FINAL de ‘Deadpool e Wolverine’

Em entrevista ao GamesRadar, o diretor Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) revelou que uma sugestão da Blake Lively foi fundamental para alterar completamente o desfecho de ‘Deadpool e Wolverine‘.

“Nós temos que dar o devido crédito. O desfecho original do filme não tinha nenhum suspense; a sala explodia e os nossos heróis sobreviviam. Então a Blake Lively disse: ‘Sabe, acompanhei esses personagens durante todo o filme. Quero sentir a tristeza de talvez tê-los perdidos. Quero sentir o suspense para que o triunfo de sua sobrevivência seja mais emocionante e visceral’. Essa foi a sugestão da Blake, e realmente abriu novas possibilidades para nós em consideração ao desfecho do filme. É o motivo de termos feito as refilmagens. E o resultado ficou muito mais satisfatório.”

Sobre as regravações, Ryan Reynolds declarou se orgulhar muito por não terem se estendido por muito tempo: “Nossas refilmagens só duraram um dia e meio, e eu tenho muito orgulho disso. Filmes deste gênero costumam passar por semanas de refilmagens. O discurso do Matthew [Macfayen] foi uma das cenas que nós regravamos. Ele foi milagroso.”

Sucesso nos cinemas, ‘Deadpool & Wolverine‘ arrecadou US$ 1.33 bilhão nas bilheterias mundiais – o que representa a segunda maior arrecadação do ano, atrás apenas de ‘Divertida Mente 2‘ (US$1.69B).

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

Jovem se apaixona por um ‘Gênio dos Desejos’ no teaser do novo dorama da Netflix; Confira!

A Netflix divulgou o primeiro teaser da série coreana ‘Gênio dos Desejos‘ (Genie, Make a Wish).

A produção estreará no serviço de streaming no dia 3 de outubro.

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A produção segue a história encantadora de Jinn, um gênio que desperta depois de mil anos, e Ka-young, sua nova e inabalável mestra. Nesta comédia romântica, os dois se envolvem em divertidas confusões enquanto tentam lidar com três desejos, em meio a momentos mágicos e emocionantes.

Kim Woo-bin (‘O Agente Faixa-Preta’) e Suzy (‘Wonderland’) são os protagonistas.

Kim Eun-sook (‘A Lição’) é responsável pela série.

Atriz de ‘Ozark’ se junta ao elenco da série ‘Lanternas’

De acordo com o Variety, Laura Linney (‘Ozark’) foi confirmada no elenco de ‘Lanternas‘, nova série da HBO sobre a legião de heróis conhecidos como Lanternas Verdes.

Infelizmente, detalhes sobre seu papel não foram divulgados.

Aaron Pierre (‘Tempo’) e Kyle Chandler (‘Dinheiro Suspeito’) serão os protagonistas. Eles irão interpretar John Stewart e Hal Jordan, respectivamente.

O elenco ainda contará com Kelly Macdonald, Garret Dillahunt, Poorna Jagannathan, Jason Ritter e Ulrich Thomsen.

Nathan Fillion ainda reprisará seu papel como o Lanterna Verde Guy Gardner.

A produção estreará oficialmente no dia 16 de agosto.

Confira o teaser e siga o CinePOP no Youtube:

Em uma recente entrevista ao The Today Show (via CBR), o astro Kyle Chandler, que interpreta Hal Jordan na vindoura atração, trouxe alguns detalhes sobre o projeto e revelou que nunca se divertiu quanto no set de gravações.

“Nunca me diverti tanto gravando algo como nesse projeto”, ele disse. “As pessoas envolvidas foram absolutamente maravilhosas, do início ao fim. Não tenho palavras para descrever [o showrunner] Chris Mundy, os produtores e o pessoal da DC. Foi uma experiência excelente e espero que a série seja tão boa quanto a experiência que tive [gravando-a]. Trabalhei com Aaron Pierre e nos divertimos muito; e Kelly Macdonald foi simplesmente fantástica”.

A atração contará com oito episódios, sendo exibida simultaneamente na HBO e na plataforma da Max, em vez de estrear sob a marca Max Originals.

O projeto, que integra o capítulo ‘Deus e Monstros‘ do DCU, terá um tom sombrio, inspirado em ‘True Detective‘.

James Hawes comanda os dois primeiros episódios e assume a cadeira de produtor executivo. Stephen WilliamsGeeta Vasant PatelAlik Sakharov também comandam a produção.

David Mazouz afirma que Arlequina deve aparecer na 4ª temporada de ‘Gotham’

O ator David Mazouz adoraria ver a vilã Alerquina na série ‘Gotham’. A revelação foi feita durante uma entrevista com o site ComickBook.com, no evento Heroes and Villains Fan Fest.

Na ocasião, ele também comentou sobre os rumores de uma possível aparição da personagem no episódio final da terceira temporada:

 

“Honestamente eu não sei o que eles fariam com a Alerquina, mas eu fiquei sabendo dos rumores sobre o assunto. Mas como eu não estou na sala dos roteiristas, eu não sei dizer o que de fato eles estão planejando. Eu penso que em um determinado momento deve ter existido alguma ideia para trazer algo no episódio final, mas eu já o assisti e não vi nada que sugerisse sua aparição. Então, talvez ela surja na próxima temporada”.

 

 

‘The Handmaid’s Tale’ | 2×03: ‘Baggage’ – O peso das decisões que não tomamos

Não é de hoje que as mulheres precisam lutar para provar que merecem o espaço que ocupam. Em uma sociedade acostumada com algumas mordaças sociais, testemunhar o despertar do mundo em geral em relação ao que tem sido manifestado há tantas décadas por elas, pode ser mesmo assustador. É uma “época chata para se viver”, murmuram alguns. É “exagero”, esbravejam outros. Independente da percepção absorvida pelos olhos e ouvidos que acompanham as mudanças nas dinâmicas relacionais e profissionais, a verdade é que elas se fazem necessárias, quer algumas pessoas entendam ou não. E o episódio ‘Baggage’ de The Handmaid’s Tale evidencia o quanto isso é real.

Leia também nossas análises dos episódios 1 (June) e 2 (Unwomen) da 2ª Temporada

Poucos minutos antes do terceiro capítulo começar, a visão que temos deste complexo sistema de governo totalitarista é que ele teria ganhado corpo gradativamente, em silêncio, em espaços discretos e selados, onde as atenções estariam mais dispersas. Mas como o próprio título anuncia, havia uma bagagem. E aqui, não apenas uma, mas várias são abertas diante dos nossos olhos, nos levando como espectadores oniscientes, que passeiam pelos pensamentos, frustrações e temores de June, conforme contemplamos recortes de antigos jornais que sinalizavam, aqui e acolá, o que seria essa nova era. Gilead se desenhava em artigos e matérias denunciativas, mas a dispersão parecia ser grande demais. Talvez tudo fosse apenas mais uma manifestação de um mundo que caminha a passos lentos em se tratando da libertação feminina. Era só mais uma. Só que não era.

Em ‘Baggage’, June nos permite encontrar novas peças deste vasto quebra-cabeça que abrange todos os arcos de The Handmaid’s Tale. Em uma profunda e penosa reflexão, ela reconstitui seu relacionamento com sua mãe, vivida bravamente pela veterana Cherry Jones. Aqui, ela pondera com peso no coração o entusiasmo da matriarca, funcionária de uma clínica de aborto e militante, com as decisões que a vida adulta impuseram a ela, sua filha. Dispersa diante das antigas lutas travadas pela mãe e por suas companheiras, ela foi uma criança aquém ao contexto familiar que a rodeava, o que gerou um certo distanciamento emocional entre ambas. Essa lacuna aumenta com o passar dos anos, revelando-se nos caminhos adotados por cada uma. Ainda que compartilhassem o mesmo DNA, suas personalidades denunciavam uma separação evidente e latente. O peso das escolhas não feitas vieram, eventualmente, a calhar na pior das circunstâncias. E entre a ansiedade de quem aguarda o socorro e o temor de ser descoberta, June retoma o passado em sua mente, tentando aceitar o que parece ser inaceitável.

‘The Handmaid’s Tale’: Falamos com Bruce Miller, o criador da série sensação

Em um capítulo que eleva os batimentos cardíacos, à medida que nos leva a crer que a libertação está mais próxima do que nunca, June busca redenção na sobrevivência. Tentando administrar todos os conflitantes sentimentos que permeiam os flashbacks do seu passado, ela também tenta tirar o sabor agridoce que a iminente fuga lhe trará. Ao rever alguns momentos clínicos de sua vida, ela tenta reencontrar uma fagulha de esperança que não torne sua jornada para além das fronteiras de Gilead em vão. Nesse emaranhado de emoções distintas, descobrimos outras camadas de Gilead, respondendo a alguns questionamentos sobre até que ponto o sistema alcança e quais são seus desdobramentos.

Essa jornada angustiante da protagonista ainda nos leva para outros quarteirões e outras paisagens de Gilead, nos retirando do pequeno metro quadrado que corresponde ao círculo de Offred e daquelas aias com as quais já nos habituamos. Em um ambiente gélido e pálido, a luz do sol novamente se torna um figurante, parecendo desviar seu vigor para outros campos, outras cidades. Com um visual monocromático estampado em figurinos com tons de cinza, que não valorizam as feições masculinas e decrepitam a beleza feminina, o episódio traz também personagens efêmeros mas bem construídos, que estão ali para encorpar a trama e evidenciar até onde as fronteiras fundamentalistas dessa nova velha América se estendem. Com pouco espaço de tempo em tela, seus diálogos são pontuais e específicos, acrescentados por belas atuações expressivas. O suficiente para ampliar nossa dimensão do cenário que June e nós nos encontramos.

Com um tom de denúncia em sua escrita, Baggage faz um apelo às mulheres. Se desviando do aspecto ficcional da trama, assumindo para si um ritmo mais documental, The Handmaid’s Tale nos lembra porque certas lutas foram travadas, sejam elas pelas sufragistas, sejam pela simbólica Queima dos Sutiãs. Através da percepção tardia de June em relação ao seu posicionamento diante dos pequenos fatos que os jornais já sinalizavam no passado, somos confrontados com o tipo de papel que nós – homens e mulheres – temos tomado diante de tantas circunstâncias semelhantes. Somos vozes que se calam ou esbravejam? Apoiamos a objetificação do sexo feminino ou vemos além das suas curvas? O que os nossos olhos têm visto? Nos calamos ou nos posicionamos diante disso? Tais questionamentos pairam no ar, geram até mesmo observações desconfortáveis como aquelas do começo. Mas são suas respostas que definirão os próximos 50 anos da sociedade contemporânea.

‘Jumanji 3’: Rhys Darby reprisa papel em sequência

A sequência do sucesso de bilheterias ‘Jumanji: Bem-Vindo À Selva‘ está caminhando a passos largos, anunciando novidades em seu elenco.

E além da chegada de novos atores, mais uma figurinha carimbada foi confirmada. Aliado ao elenco principal da produção, o ator Rhys Darby teve o seu retorno confirmado à continuação.

Na trama, ele interpreta Nigel, o guia do videogame que auxilia os participantes no cumprimento de sua missão. Darby se junta aos recém anunciados Danny DeVito, Awkwafina, Danny Glover e Dania Ramirez. A informação foi confirmada pelo Deadline.

Confira a primeira imagem oficial do filme:

O filme, continuação direta de ‘Jumanji‘, estreou no final de 2017 e arrecadou mais de 962 milhões de dólares na bilheteria mundial. Depois do sucesso, a Sony Pictures confirmou que uma terceira história chegaria aos cinemas em 2019 e, com a produção prestes a ter início, os atores adolescentes foram confirmados no elenco.

Jake Kasdan encabeça o projeto, com roteiro assinado por Jeff PinknerScott Rosenberg. O terceiro Jumanji, ainda sem subtítulo oficial, também traz de volta Dwayne Johnson, Kevin Hart, Jack BlackKaren GillanSer’Darius Blain, Alex Wolff, Madison Iseman e Morgan TurnerAwkafinaDanny DeVitoDanny Glover também foram escalados.
Baseado na série de livros homônima de Chris Van Allsburg, a franquia em questão gira em torno das (des)aventuras de personagens que são “amaldiçoados” por um jogo mágico. O longa de 1995 estrelou Robin Williams e trouxe inúmeros desafios do jogo de tabuleiro para a vida real. Já a sequência deu uma repaginada na aventura, transformando-o em um game arcade que sugou os jogadores para dentro do perigoso mundo.

O terceiro filme estreia no dia 13 de dezembro de 2019.

‘Law & Order: SVU’: Final da 21ª temporada ganha data de estreia

A 21ª temporada da popular série ‘Law & Order: SVU‘ será mais curta, em virtude da pandemia do coronavírus e o atual ciclo não contará com 24 episódios, como tradicionalmente.

E o capítulo ganhou data de estreia. Conforme anunciado pela emissora NBC, a season finale será exibida no dia 23 de abril nos Estados Unidos.

É importante ressaltar que a abreviação da atual temporada se deu em virtude da suspensão das filmagens, por conta do período de reclusão social determinado ao redor do mundo.

Vale relembrar que a produção foi renovada para mais três novos ciclos, perpetuando a marca de série roteirizada mais longeva da história da TV.

 

O spin-off ‘Law & Order: SVU‘ é um sucesso sem precedentes, ultrapassando até mesmo o nível de popularidade de sua série materna, ‘Law & Order‘, exibida entre os anos de 1990 e 2010.

SVU‘ conquistou 6.4 milhões de espectadores, entre a faixa etária de 18 e 49 anos, com sua temporada mais recente.

Criada por Dick Wolf, a franquia ‘Law & Order‘ possui seis derivados além da série original.

A trama acompanha Olivia Benson e sua equipe de elite do departamento de polícia de Nova York investiga crimes, incluindo agressão sexual, abuso infantil e violência doméstica.

O elenco conta com Mariska Hargitay, Kelli Giddish, Ice-T e Peter Scanavino.

No Brasil, Law & Order SVU é exibida pela Universal TV.

 

‘Batwoman’: O vilão Máscara Negra entra em cena na promo episódio 02×09; Confira!

O vilão Máscara Negra promete ser a próxima grandiosa ameaça de Gotham City em ‘Batwoman‘, conforme aponta a nova promo do 9º episódio da 2ª temporada da série, intitulado “Rule #1“.

Confira, junto à sinopse do capítulo em questão:

Batwoman (Javicia Leslie) confronta o maior inimigo de Gotham, enquanto novas informações obrigam as pessoas mais próximas de Kate a tomar algumas decisões difíceis. Os sentimentos de Ryan por Angelique (ator convidado Bevin Bru) colocam sua parceria com Luke (Camrus Johnson) e Mary (Nicole Kang) em risco, enquanto Alice (Rachel Skarsten) faz uma distorcida viagem por suas memórias.

Dougray Scott e Meagan Tandy também estrela o episódio. Michael Blundell assina a direção, a partir de um roteiro escrito por Nancy Kiu e Maya Houston.

O episódio vai ao ar no próximo domingo, dia 28 de março.

No novo ano, Javicia Leslie dá vida a Ryan Wilder, uma mulher de 20 e poucos anos que está prestes a se tornar a Batwoman.

A personagem é descrita como “simpática, brincalhona e indomável. Ela não é nada como a Kate Kane, a mulher que usava o traje anteriormente. Sem alguém especial em sua vida, Ryan passou anos usando drogas, mascarando sua dor com hábitos ruins. Uma garota que roubaria leite de um gato de rua também é capaz de matar com suas próprias mãos, Ryan é o tipo mais perigoso de lutadora: altamente treinada e indisciplinada. Lésbica assumida. Atlética. E definitivamente não é o seu estereótipo de heroína”.

No Brasil, a série é exibida pela Warner Channel.

O elenco também conta com Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Camrus Johnson, Rachel Skarsten, Nicole Kang eGabriel Mann.

Confira TODAS as estreias da Netflix no mês de fevereiro

A Netflix está renovando sua grade de programação ao longo do mês de fevereiro e mais de 30 títulos novos serão lançados em sua plataforma de streaming ao longo deste período.

Entre as novidades, teremos a chegada da 1ª parte da 4ª temporada de ‘Você‘, além da estreia das séries ‘Freeridge‘, ‘Red Rose‘, ‘Três Vidas’ e ‘Classes‘.

Em se tratando de filmes, os assinantes serão contemplados com ‘Na Sua Casa ou na Minha?’, estrelado por Reese Witherspoon, ‘Re/Member’, além dos populares ‘Bad Boys Para Sempre‘ e ‘Adoráveis Mulheres‘.

E para você não perder nenhuma novidade, separamos a agenda completa de títulos que chegam à Netflix em breve. Vem ver!

01/02

Detetive Conan: Hanzawa, o Culpado
Nesta paródia derivada de Detective Conan, uma silhueta suspeita com sede de sangue se muda para uma cidade perigosa.

02/02

Freeridge
Um grupo de amigos adolescentes compra uma caixa estranha e agora precisa reverter a maldição que está estragando suas vidas.

MAKE MY DAY
Em um planeta distante e gelado, prisioneiros forçados a escavar uma rara fonte de energia fazem uma descoberta terrível.

03/02

Classes
Três jovens de um bairro pobre entram em uma conceituada escola de elite em Déli, onde segredos e fofocas podem ter consequências fatais.

Destemida
Uma adolescente australiana corre atrás do sonho de se tornar a pessoa mais jovem a velejar ao redor do mundo sozinha.

08/02

​​Bill Russell: Lenda da NBA 
Este documentário biográfico examina o legado do campeão Bill Russell tanto na NBA quanto na luta pelos direitos civis.

08/02

Simonal
Acompanhe a ascensão e queda de Wilson Simonal, que viu sua carreira desmoronar por ter supostamente colaborado com a ditatura militar.

09/02

Você: Temporada 4
Joe recomeça a vida em Londres com a promessa de enterrar o passado e ser uma pessoa melhor. Mas a estrada rumo à redenção é tortuosa, e logo surge uma nova obsessão.

Querido David
Uma estudante exemplar tem apenas um segredo: um blog picante sobre o crush. Mas a vida dela vira de cabeça para baixo quando suas histórias vazam para a escola toda.

O Meu Pai é um Caçador de Recompensas!
Um caçador de tesouros intergaláctico leva a paternidade a novos extremos depois que seus dois filhos invadem sem querer uma missão.

10/02

Love is Blind: Where Are They Now?: Season 4
Confira o destino dos participantes desta temporada um ano após a grande decisão de subirem ou abandonarem o altar.

Love to Hate You
Para ela, perder para homens é inadmissível. Para ele, confiar nas mulheres é impossível. E se esses dois fossem obrigados a se encontrar?

Na Sua Casa ou na Minha?
Apesar de opostos, Debbie e Peter são grandes amigos. Eles trocam de casa por uma semana, e essa experiência pode abrir as portas para o amor.

10 Dias de um Homem Bom
Um detetive particular investiga um desaparecimento e acaba embarcando em uma missão que mudará sua vida de maneiras inesperadas.

14/02

Match Perfeito
Nesta competição de namoro que mistura estratégia e sedução, os casais mais compatíveis devem juntar ou separar outras duplas para ganhar.

Re/Member
Seis estudantes presos em um loop temporal precisam encontrar as partes do corpo de uma vítima desconhecida para quebrar essa maldição e dar fim ao ciclo de horror.

15/02

Sem Filtro
Cansada de estudar, Marcely larga a faculdade para correr atrás do sonho de virar influencer. Mas a vida online não é tão fácil quanto parece…

Red Rose
Um grupo de adolescentes precisa sobreviver a um verão aterrorizante depois de baixar um app que dá ordens perigosas com consequências mortais.

As Leis de Lidia Poët
Proibida de advogar, uma mulher se prepara para lutar contra a decisão do tribunal. Inspirada na vida de Lidia Poët, a primeira advogada italiana.

Rainhas Africanas: Nzinga
Misturando dramatização e documentário, esta série mostra a ascensão e o reinado da rainha Nzinga de Angola entre traições familiares e rivalidades políticas.

16/02

Família Upshaw: Parte 3
Ainda em busca de sucesso e sossego, a família Upshaw enfrenta desafios que põem à prova seus relacionamentos e sua resiliência.

Thomas e Seus Amigos: Trens a Todo Vapor – Temporada 2
Thomas e seus amigos estão a todo vapor explorando a ilha de Sodor, fazendo entregas eletrizantes e descobrindo o poder do trabalho em equipe.

Aggretsuko: Temporada 5
Nesta temporada, Retsuko encara o maior desafio de sua vida ao cair de paraquedas no mundo da política. Vote em Retsuko!

17/02

Submundo do Crime: Temporada 2
A chegada de um novo inimigo estraga os planos de fuga de Mehdi, Liana e Tony e força o grupo a formar alianças improváveis.

19/02

Whindersson Nunes: Isso não é um culto
Whindersson Nunes sabe que o fim está próximo e reflete sobre acontecimentos da atualidade, redes sociais, religião e mais em seu novo especial de stand-up.

22/02

Três Vidas
Após descobrir que tem duas irmãs gêmeas idênticas a ela, uma detetive inicia uma perigosa jornada para saber a verdade sobre seu passado.

The Walking Dead: Temporada 11
Na eletrizante temporada final, os sobreviventes enfrentam a escassez e a desconfiança enquanto encaram perigos letais e a poderosa Commonwealth.

Escândalos e Assassinatos na Família Murdaugh
Tragédias chocam uma pequena comunidade da Carolina do Sul e expõem os segredos arrepiantes de uma poderosa família local.

23/02

Outer Banks: Temporada 3
Os Pogues seguem para o Caribe e novos territórios em busca de aventuras, mas acabam se envolvendo na perigosa busca pela lenda de uma cidade perdida.

Meu Nome é Chihiro
Uma ex-acompanhante irreverente começa a trabalhar no restaurante de uma cidadezinha do litoral e alegra quem cruza o seu caminho.

That Girl Lay Lay: Temporada 2
Com seu segredo ainda a salvo, as amigas Sadie e Lay Lay enfrentam problemas tecnológicos, desafios na escola, lições de vida e muito mais.

24/02

De Quem Estamos Fugindo?
Atormentadas por um passado doloroso, mãe e filha vivem como fugitivas, suspeitando de todos que cruzam seu caminho.

Fantasma e CIA
A família de Kevin viraliza ao descobrir que um fantasma chamado Ernest assombra sua nova casa. Mas, quando Kevin ajuda Ernest a investigar o passado, todos viram alvos da CIA.

F1: Dirigir para Viver – Temporada 5
Em cada temporada implacável de Fórmula 1, pilotos, gestores e donos de equipes vivem grandes emoções nas pistas e fora delas.

O Curioso Mundo de James: Temporada 2
James, Max e Echo estão de volta para mais conversas sem pé nem cabeça, ideias duvidosas e aventuras escolares. Sabe, né? O caos reina nessa cidadezinha do Arizona.

25/02

Bad Boys Para Sempre
Chegou a vez de Marcus desfrutar de sua merecida aposentadoria da Polícia de Miami. Antes, ele só precisa livrar seu parceiro Mike de um perigoso cartel.

Adoráveis Mulheres
Determinada a ser independente na década de 1860, uma escritora relembra os altos e baixos da época que passou ao lado das irmãs e de uma amiga.

28/02

Brincando com Fogo: Alemanha
Dez solteiros atraentes curtem um retiro em um paraíso tropical sem saber que, para ganhar uma bolada em dinheiro, precisam resistir às tentações carnais.

Cannes 2023 | Dia 6 – Karim Aïnouz apresenta ‘Firebrand’ na Competição pela Palma de Ouro

Brasileiro concorrendo à Palma de Ouro? Temos o cearense Karim Aïnouz com a sua estreia internacional com o filme histórico Firebrand (O Jogo da Rainha) ao lado da sueca Alicia Vikander e o britânico Jude Law. Eles interpretam o casal monárquico Katherine Parr e Henrique VIII. 

Esta é a primeira vez do brasileiro na Mostra Competitiva, o cineasta já esteve duas vezes como diretor na mostra Un Certain Regard, com os filmes Madame Satã (2002) e A Vida Invisível de Eurídice Gusmão (2019). Além disso, Karim Aïnouz apresentou na Sessão Especial do Festival, em 2021, o documentário Marinheiro das Montanhas, ainda inédito no Brasil e previsto para o segundo semestre deste ano.

Na noite de hoje, dia 21 de maio, o diretor brasileiro foi longamente aplaudido apos a sessùao de Firebrand e gritou entre agradecimentos: “Viva o Brasil! Viva o cinema brasileiro! Viva o Lula!”. Veja no vídeo abaixo os nossos comentários sobre Firebrand e outros filmes conferidos hoje.

  1. May December (Maio Dezembro), de Todd Haynes
  2. Banel & Adama, de Ramata-Toulaye Sy
  3. Only The River Flows (Somente o Rio Corre), de Wei Shujun
  4. Firebrand (O Jogo da Rainha), de Karim Aïnouz

‘Velozes e Furiosos’: Spin-off com Dwayne Johnson já tem data para início das filmagens

O diretor David Leitch, o responsável por ‘Deadpool 2’, pode ser a escolha da Universal Studios para comandar o spin-off de ‘Velozes e Furiosos‘, estrelado por Dwayne Johnson e Jason Statham, que começa a ser filmado em 4 de setembro desse ano, de acordo com um relatório do Omega Underground.

Segundo o The Hollywood Reporter, o cineasta já estaria em negociações para assumir a missão. Em contrapartida, o portal The Wrap anuncia que embora hajam essas alegações, nenhuma oferta genuína teria sido feita a Leitch.

A possibilidade pode realmente ser viável, considerando que estamos há poucos meses de distância da estreia de ‘Deadpool 2’.

Caso a sequência seja um sucesso, essa expectativa pode vir a se confirmar. Mas até lá, continue tratando tudo como rumores.

Segundo a publicação, a trama vai acompanhar Luke Hobbs e Deckard Shaw, que unem forças para uma missão secreta. De acordo com fontes não reveladas, inicialmente o roteiro traria a dupla atrás da personagem Cypher, interpretada por Charlize Theron em ‘Velozes e Furiosos 8‘. No entanto, a participação da atriz não era dita como certa.

O roteiro é de Chris Morgan, responsável por todos os roteiros da franquia desde ‘Desafio em Tóquio‘.

A Universal agendou o lançamento do projeto para 26 de julho de 2019.

 

‘Castle Rock’: Stephen King pede para não assistir a série só pelas referências

Castle Rock, nova série do serviço de streaming Hulu, que reúne diversas histórias dos livros de Stephen King, já está sendo exibida e traz inúmeras referências ao mundo do autor.

No entanto, King pediu aos fãs, através de sua conta do Twitter, que não assistam a série somente por esses easter-eggs, dizendo que a obra vai muito além.

Castle Rock é realmente bom, cada episódio é melhor que o anterior. Mas deixe as referências de lado e aproveite a série como ela é. O elenco é ótimo e eles fazem parte de uma história que vale a pena ser contada”

Confira nossas primeiras impressões: Castle Rock | Primeiras impressões – Mistérios, terror e muito fan service

O Hulu divulgou um trailer dos próximos episódios da série original ‘Castle Rock‘.

Assista:

Durante a Comic-Con, o cocriador Sam Shaw revelou que o projeto terá caráter antológico, e cada temporada narrará uma trama diferente.

“Nosso plano é sempre abordar cada temporada como se fosse um livro original de Stephen King. Ele é o seu próprio gênero, e há sete ou oito subgêneros bem definidos. Nós sempre amamos as histórias que lidam com crime e punição, e prisões, e Stephen King conseguiu desenvolver tudo isso com monstros do mundo real – e o que fazemos com eles, onde os colocamos, como os tratamos, e se isso nos faz monstros. Essa temporada teve muita inspiração em ‘Um Sonho de Liberdade’ e ‘À Espera de um Milagre’, e histórias que lidam com prisões. Mas há vários outras histórias com monstros e histórias cósmicas sobre o bem e o mal.”

Ele continua, “Nós esperamos ter a oportunidade de retornar para futuras temporadas e contar uma ótima história de monstros ambientada em 1974, ou algum outro tipo de história sob a influência de uma trama de King.”

A primeira temporada terá 10 episódios, e trará vários personagens inspirados nas clássicas obras de King.

Para aqueles que desconhecem o universo literário de King, Castle Rock é uma cidade fictícia no estado americano de Maine onde muitos de seus thrillers e contos se passam. A primeira vez que ela apareceu foi no livro de 1979, ‘A Zona Morta‘. Além disso, ela surge novamente em ‘Cão Raivoso‘ (1981), ‘O Corpo‘(1982), ‘O Caminhão do Tio Otto‘ (1983), ‘O Atalho da Sra. Todd‘ (1984), ‘A Metade Negra‘ (1989), ‘O Cão da Polaroid‘ (1990), ‘Trocas Macabras‘ (1993), entre outros.


‘Transformers: O Despertar das Feras’ | O que queremos ver no NOVO filme da saga?

Depois de sofrer um leve reboot com Bumblebee (2018), a franquia Transformers ganha um novo capítulo que estreia nesta quinta-feira (8) nos principais cinemas do Brasil. Em Transformers: O Despertar das Feras, somos levados à Nova York de 1994 para acompanhar a aventura do jovem Noah e seu novo amigo, o Autobot Mirage. Prometendo trazer novo fôlego para a saga, o filme conta com alguns elementos clássicos da animação para conquistar novos públicos.

E como gostamos bastante da franquia por aqui, separamos cinco pontos que queremos muito ver no novo filme. Confira!

Maximals

Como indica o subtítulo do filme, haverá um despertar das feras robóticas conhecidas como Maximals. Nas animações, os Maximals são descendentes dos Autobots e funcionam como versões melhoradas deles justamente por serem mais pacíficos e democráticos, além de contarem com uma composição corporal semi-orgânica, que permite que eles vivam em suas formas animais, mas também “se maximizem” e assumam a forma dos guerreiros robóticos que estamos acostumados a ver nos cinemas. E pelo que deu para ver nos trailers, eles terão grande participação na trama, então fica a expectativa para ver como os Maximals vão funcionar em tela.

Optimus Prime no começo da liderança

Uma coisa que deu para ver brevemente em Bumblebee é que o Optimus Prime dos anos 80 ainda não era aquele líder sábio e pacífico, porém letal, visto na franquia original. Isso se deu em um contexto de guerra, no qual os Autobots precisaram se espalhar pela galáxia enquanto tentavam recuperar sua terra-natal. Neste filme, Optimus já está há quase uma década na Terra, então esperamos ver um pouco mais do desenvolvimento de sua liderança e adaptação ao planeta que viria a acolher secretamente os refugiados da guerra de Cybertron.

 

Novos Transformers

Uma coisa que não dá pra negar é que todo filme dos Transformers traz a elite do automobilismo mundial para transformar esses carros incríveis em robôs repletos de personalidade. O mais engraçado disso tudo é que parece que quanto mais caro é o carro, mais isso reflete na babaquice do robozão. No entanto, como o filme se passa há cerca de 30 anos no passado, é a chance que temos para ver automóveis e robôs com aquele visual retrô que pode ficar esteticamente muito legal nas telonas. Além de Optimus e Bee, o filme conta com o Mirage, a Arcee, o Wheeljack e o avião Stratosphere no time dos Autobots. Já os Maximals são compostos por Optimus Primal, Airazor, Cheetor e Rhinox. Por fim, os Terrorcons são formados por Scourge, Nightbird, Transit e Battletrap.

 

Elenco humano

O elenco humano é encabeçado por dois atores. O protagonista é o jovem Noah, que é vivido pelo talentosíssimo Anthony Ramos. Ele é um ex-militar desempregado que vive no Brooklyn com a mãe e o irmãozinho doente, enquanto sofre para arrumar um emprego decente. Sua companheira de tela é a Elena, interpretada por Dominique Fishback, que é estagiária em um museu, mas está sendo sempre esnobada pela chefe, que a vê apenas como uma “faz tudo”, pedindo que ela leve suas roupas para lavar e buscar cafezinho, enquanto leva todos os créditos pelo trabalho. É uma dupla humana interessante de se ter num filme de aventura, porque eles trazem características que podem se completar em tela. É bem diferente da saga original, que só trazia o protagonismo de jovens desinteressados ou pais divorciados sem nada melhor pra fazer.

Unicron

Por fim, mas não menos importante, foi confirmado que a grande ameaça do filme é o Lorde do Caos do universo dos Transformers: o terrível Unicron. Ele é uma criatura poderosíssima, maior que um planeta, cuja existência se resume a consumir toda a vida no Multiverso. Sim, o vilão da vez é um devorador de planetas. E para fazer valer esse título de “Lorde do Caos”, ele vai precisar ser tão terrível e ameaçador quanto nas animações.

Transformers: O Despertar das Feras está em cartaz nos principais cinemas.

Crítica | Jung_e – Ficção Científica do Diretor de ‘Invasão Zumbi’ Surpreende Por Incríveis Efeitos Visuais

Quem acompanha o que há de melhor na cultura pop (e, especificamente, os lançamentos de terror) lembra quando, em 2016, um determinado filminho de zumbi fez inesperado sucesso dentre o público. De lá pra cá, a galera pediu (e ganhou) a aguardada continuação do sucesso ‘Invasão Zumbi’, do diretor sul-coreano Sang-ho Yeon, quatro anos depois. Então, veio aquele vazio, de não sabermos mais o que esse diretor em ascensão estava planejando para a gente. Bom, após mais um hiato (prolongado pela pandemia, é verdade), chegou este ano, na plataforma da Netflix, o mais novo lançamento desse ótimo realizador: a ficção científica apocalíptica ‘Jung_e.

Em um futuro pós-apocalíptico, no ano de 2135, o planeta Terra sucumbiu à destruição dos seres humanos. O que sobrou da humanidade tenta encontrar saídas para sobreviver em outros planetas e em outras condições, e uma guerra se formou entre os seres humanos e os robôs, confeccionados no período de transição. Rebeldes fundaram o que autodenominam como país de Adrian. Nessa guerra, foi de fundamental importância a desenvoltura da capitã Yung (Kim Hyun-joo), herói do povo. Porém, com sua morte em um momento crucial, cientistas conseguiram recuperar o cérebro da capitã, e passaram a desenvolver uma pesquisa para transferir a inteligência da capitã em uma nova versão robótica dela que fosse capaz de superar seu próprio desafio e acabar com a guerra. Anos se passaram e pouco se avançou na pesquisa, hoje chefiada pela cientista Seohyun (Kang Soo-youn, primeira sul-coreana a ser premiada em um festival europeu e que faleceu antes do lançamento desse filme), filha da capitã. Porém, quando os CEOs da empresa financiadora decidem descontinuar o projeto, um senso de urgência se apodera de Seohyun para salvar muito além do que sua pesquisa.

É inevitável falar que o que mais chama a atenção em ‘Jung_e’ é a qualidade impressionante dos efeitos visuais. Tudo é feito com tamanha técnica e perfeição, que nos faz imaginar quanto dinheiro foi gasto para confeccionar esse mundo pós-apocalíptico (e também nos faz pensar que esse seria um filme bom para ver na tela grande). Entretanto, se por um lado sobra efeito especial, por outro falta o principal: história.

Escrito e dirigido pelo próprio Sang-ho Yeon, o roteiro de ‘Jung_e’ passa a sensação de possuir apenas dois arcos dramáticos: o primeiro, com quase uma hora de duração, contextualiza a trama e fica num lenga-lenga sem fim da tal pesquisadora fazendo inúmeras simulações com o robô e falhando sempre no mesmo ponto, como se estivéssemos acompanhando o dia a dia dos personagens; o segundo arco, que acaba sendo super acelerado, traz a explicação da coisa toda, o desenvolvimento e a conclusão, tudo espremido num espaço de menos de quarenta minutos. 

Muito bonito e impressionante, ‘Jung_e’ falha na sua desenvoltura, trazendo muita maquiagem e pouco conteúdo. O clima de ficção científica e ação ambientam bem o espectador dentro de uma história a la videogame, entretanto, é como se, ao jogarmos, ficássemos rodando em círculos voltando sempre ao início da partida sem conseguir avançar de fase. 

‘Batwoman’: The CW encomenda temporada completa de sua nova série

O presidente da The CW, Mark Pedowitz, pode ter revelado notícias bastante animadoras acerca do piloto de sua nova série, Batwoman.

O evento do ‘Arrowverse’ no ano passado, intitulado ‘Elsewords’, introduziu aos fãs novas versões dos nossos amados personagens, bem como novos rostos para o panteão da emissora, incluindo Kate Kane (Ruby Rose), também conhecida como Batwoman.

O público logo se apaixonou por sua personalidade – não é à toa que ela irá ganhar sua própria série-solo, e parece que as coisas estão caminhando muito bem, visto que fontes indicam que o show pode ter ganhado sinal verde para uma temporada completa.

As gravações devem começar ainda em março, e serão supervisionadas pelo diretor David Nutter, de ‘Game of Thrones’.

O elenco é formado por Rose, Meagan Tandy, Camrus Johnson, Nicole Kang e outros.

Ainda não há data prevista para o lançamento da série.

‘O Irlandês’: Robert De Niro estampa novas imagens oficiais do drama; Confira!

A Netflix divulgou novas imagens oficiais do novo longa-metragem de Martin Scorsese‘O Irlandês’ (The Irishman).

Confira:

O filme de máfia terá 3 horas e 30 minutos de duração (210 min), se tornando o filme mais comprido do diretor.

Mirando nas grandes premiações de 2020, a produção será lançada no dia 01 de novembro nos cinemas. Na plataforma, a obra tem estreia marcada para o dia 27 de novembro (quase um mês depois).

Assista ao trailer:

Robert DeNiro, Al Pacino, Joe Pesci, Harvey Keitel, Ray Romano, Anna Paquin e Bobby Cannavale estrelam o drama.  

A trama apresenta um mafioso conhecido como o Irlandês (De Niro), lembrando do seu possível envolvimento com a morte do sindicalista Jimmy Hoffa (Al Pacino).

‘Westworld’: Segundo episódio da 3ª temporada ganha imagens oficiais; Confira!

HBO divulgou as imagens oficiais de “The Winter Line”, segundo episódio da 3ª temporada de Westworld que vai ao ar no dia 22 de março.

Confira, junto à promo:

O novo ciclo abriu com 73% no Rotten Tomatoes, com nota 6.86/10 baseada em 22 reviews até o momento. Segundo o consenso geral, “[a série] alcança sucesso em rebootar si mesma à medida que abre o escopo do parque de diversões titular, enquanto clareia algumas narrativas – apesar de algumas parecerem sem alma”.

Confira algumas críticas:

“Como Maeve diz, nada disso importa, porque nada parece real… Como resultado, tudo parece legal, mas soa vazio” – Rolling Stone.

“Este é um Westworld mais bobo e louco, e muito mais divertido” – The Atlantic.

Westworld quer gerar uma nova conversa existencial na terceira temporada, mas mesmo quando o show introduz novos rostos, os detalhes que vêm à vida são perfunctórios” – Observer.

“Esse recomeço parece incrível, mas, se a segunda temporada nos ensinou algo, foi: apenas assista, não pense” – Newsday.

Westworld retorna com as baterias recarregadas e um começo enérgico” – Espinof.

Confira os títulos e as premissas dos novos episódios:

  • “Parce Domine”

Direção: Jonathan Nolan

Roteiro: Lisa Joy & Jonathan Nolan

Data de exibição: 15 de março

Se você está preso em um looping, tente andar em linha reta.

  • “The Winter Line”

Direção: Richard J. Lewis

Roteiro: Matthew PittsLisa Joy

Data de exibição: 22 de março

As pessoas constroem muros. Traga um martelo para sua vida.

  • “The Absence of Field”

Direção: Amanda Marsalis

Roteiro: Denis Thé

Data de exibição: 29 de março

Se você não gosta do que vê no espelho, não o culpe.

  • “The Mother of Exiles”

Direção: Paul Cameron

Roteiro: Jordan Goldberg Lisa Joy

Data de exibição: 05 de abril

A verdade nem sempre irá te libertar.

A produção estreia no dia 15 de março de 2020.

Criada por Jonathan Nolan e Lisa Joy, a série é baseada no filme homônimo lançado em 1973.

Westworld é um parque temático futurístico para adultos, dedicado à diversão dos ricos. Um espaço que reproduz o Velho Oeste, povoado por androides – os anfitriões –, para acreditarem que são humanos e vivem no mundo real. Lá, os clientes podem fazer o que quiserem, sem obedecer a regras ou leis. No entanto, quando uma atualização no sistema das máquinas dá errado, os seus comportamentos começam a sugerir uma nova ameaça, à medida que a consciência artificial dá origem à “evolução do pecado”.

O elenco conta com Evan Rachel Wood, Jeffrey Wright, Thandie Newton, James Marsden, Rodrigo Santoro, Tessa Thompson, Aaron Paul e Ed Harris.

Crítica | Madonna entrega um dos melhores álbuns da história com ‘Ray of Light’

Depois de dar luz à sua primeira filha e seguindo o sólido lançamento de Bedtime Stories, Madonna já estava pronta para seguir para sua próxima empreitada na indústria fonográfica. E é claro que o mundo aguardaria ansiosamente para que a rainha do pop, já bem estabelecida na esfera mainstream e tendo aberto portas para suas conterrâneas de uma forma nunca antes vista, voltasse ao topo do mundo mais uma vez.

Apesar de ter iniciado sua carreira nos primeiros anos de 1980, a década seguinte se provou bastante prolífica para Madonna. Depois de declarar seu amor e seu apoio para a comunidade LGBTQ+ ao reapropriar-se do estilo de dança vogue com as melhores intenções possíveis, a cantora e compositora provou estar em outro patamar artístico que não conhecia limites e que não se prendia ao que se esperaria de uma sociedade conservadora, homofóbica, segregativa e machista. Com Erotica, ela havia quebrado tabus de gênero e idolatrado seu próprio corpo sem quaisquer desculpas, enfrentando um de seus primeiros grandes backlashes e sendo tachada de revolucionária anos depois; com Bedtime Stories, o recuo para o R&B foi uma bela máscara para criticar aqueles que vieram atacá-la; mas e a agora? O que o futuro aguardava para a performer?

Depois de incursões fracassadas com Babyface e Patrick Leonard, este último já tendo colaborado em True Blue, Madonna resolveu dar uma repaginada em seu visual fonográfico. Mantendo sua reputação de “camaleão”, bastante adaptável a basicamente quaisquer tendências que surgiam ao redor do mundo, ela se aliou a William Orbit, um dos maiores produtores de todos os tempos, para introduzir um novo elemento à sua discografia: o intelligence dance music (IDM). Ao contrário do EDM, que prezo por dançantes construções instrumentais, o estilo IDM é adepto ao minimalismo, à irreverência e à sinestesia melancólica, optando por progressões que devem ser ouvidas em ambientas mais familiares e reflexivos, dentro de um prospecto quase espiritual. E foi a partir daí que surgiu Ray of Light.

Considerado por muitos, inclusive por esse que vos fala, como o melhor álbum da rainha do pop, Ray of Light foi lançado em 1998 e representa um dos ápices do fin-du-siècle. O sucesso do CD foi tamanho que Madonna foi indicada a nada menos que seis categorias do Grammy Awards, levando para casa quatro estatuetas (as primeiras nas categorias musicais de Madonna); mais do que isso, a obra carrega um legado tão extenso quanto Like a Prayer, lançado em 1989, e, segundo a própria artista, é uma de suas evoluções mais satisfatórias. E não é por menos: em um momento em que as boybands e os girlgroups ganhavam força, e com a insurgência de nomes como Christina Aguilera e Britney Spears no cenário adolescente, Madonna precisava manter-se ativa e, depois de seu sétimo lançamento de estúdio, credita-se a ela a globalização da música eletrônica, que, até então, restringia-se às inventivas inflexões europeias.

Do mesmo modo que introduziu o dub à atmosfera noventista em sua produção anterior, a performer fez o mesmo com o trip hop e com o house dance, misturando poderosas letras às culturas orientais que vinham pincelando sua personalidade há alguns anos. Não é surpresa que, ao longo de treze faixas impecáveis, o público é presenteado com algo bastante diferente do que ela já havia mostrado: afastando-se por completo da mercadológica pós-disco “Borderline”, de seu “Act of Contrition” e até mesmo da agridoce “Secret”, Madonna abriu espaço para um compilado de originais chocantes e convidativas. No geral, Ray of Light rende-se ao épico orquestral do techno-pop, implicando elementos considerados “fora do contexto” a um universo único, marcado pelas delineações pós-apocalíptica de “Drowned World/Substitute for Love”, pela espiritualidade de “Swim”, pelo synth-grunge de “Candy Perfume Girl”.

A primeira forte influência do electro-dance aparece na propositalmente dissonante “Skin”, uma rendição dark que resgata a utilização dos sintetizadores em construções que premeditariam o EDM dos anos 2000. O anseio da artista em se provar necessária no panorama da época é, de fato, a força-motriz que garante estabilidade e coesão para cada track – e, na verdade, ela não precisaria de muito para entregar mais uma joia fonográfica. O principal fator que permite a construção de laços entre os ouvintes e as canções exibidas é, talvez, a mudança vocal da lead singer: diferente do soubrette explorado em “Like a Virgin” e o comodismo pop de “Express Yourself”, percebe-se que Madonna alcança uma tecedura apaixonante, cultivada ainda em ‘Evita’ e trazida para uma das maiores arquiteturas musicais de todos os tempos. “Nothing Really Matters” explora isso em todas as suas camadas, ainda mais por ser acompanhado por pinceladas instrumentais divertidas e envolventes.

É um fato dizer que Ray of Light serviria de base a todas as outras investidas da performer, incluindo Music e o recente Madame X. Madonna, como nenhuma outra artista de sua época, baseava-se bastante em sua história para permanecer viva na cultura mainstream e nunca deixava de mencionar a si mesma em cada construção. Versada numa poesia única que reflete a grandiosidade de peças como a upbeat “Sky Fits Heaven” e a evocativa “Shanti/Ashtangi”, ela mostra que não se preocupa com o que os outros pensam de sua arte: ela está ali para colocá-la em boa vista, doa a quem doer.

Retomando os solilóquios amorosos, a cantora leva a paixão para o espectro indiano de “Frozen”, uma das melhores canções de sua carreira; guia-nos através do consumismo exacerbado e da falta de perspectiva do mundo na faixa-título, fazendo um apelo para que as pessoas apreciem as pequenas coisas da vida; joga-se na teatralidade sintética e na acre sensação de um coração partido com a irretocável “The Power of Good-Bye”; eventualmente, não há uma música que destoe do que Madonna pretende nos entregar – e essa cautela explosiva e ambiciosa é o que coloca este provocativo álbum na lista dos melhores não só da década de 1990, mas da história.

Nota por faixa:

  • Drowned World/Substitute Love – 4,5/5
  • Swim – 5/5
  • Ray of Light – 5/5
  • Candy Perfume Girl – 5/5
  • Skin – 5/5
  • Nothing Really Matters – 4,5/5
  • Sky Fits Heaven – 5/5
  • Shanti/Ashtangi – 5/5
  • Frozen – 5/5
  • The Power of Good-Bye – 5/5
  • To Have and Not to Hold – 4,5/5
  • Little Star – 4,5/5
  • Mer Girl – 5/5

Artigo | A breve história e o legado social de Ma Rainey, a Mãe do Blues

Depois de Selena Quintanilla Perez ganhar sua própria série através da Netflix, chegou a vez da plataforma de streaming nos apresentar a outro ícone da música – dessa vez, viajando algumas décadas no passado para relembrar um dos episódios mais incríveis e complexos da história fonográfica em A Voz Suprema do Blues. A nova cinebiografia, que já conquistou o coração da crítica e estreou hoje (18) no catálogo do serviço, trouxe ninguém menos que a vencedora do Oscar em mais uma corrida pela estatueta ao interpretar Ma Rainey, a Mãe do Blues. Acompanhando-a, temos também Chadwick Boseman em sua última performance antes de seu trágico falecimento, dando vida a um jovem trompetista que deseja fundar sua própria banda e ganhar um mundo movido pela supremacia e pelo lucro.

Entretanto, falaremos aqui sobre Ma Rainey. A lendária musicista nasceu em 1886 numa pequena cidadezinha da Geórgia, Estados Unidos, e ascendeu à fama a partir de 1915, quando abraçou o blues e trouxe o gênero para o cenário mainstream. É claro que Rainey não criou o gênero em questão, visto que ele foi construído e trazido à vida quase trinta anos de seu nascimento por descendentes afro-americanos que incorporaram cantigas de trabalho, baladas de narrativas e rimas simples à complexidade do jazz e do R&B, que vieram ainda antes. De qualquer forma, ela, ao lado de outro clássico nome – Bessie Smith, a Imperatriz do Blues – forjaram uma amizade inigualável para levarem essa incursão sonora para além das comunidades negras no sul do país, invadindo o norte dominado por brancos e deixando fortes marcas na história que seriam resgatadas muitos anos depois (por Tony Bennett e Amy Winehouse, por exemplo).

Nascida Gertrude Pridgett, a jovem adotou um alter-ego que representasse seu poder nos palcos: Rainey sugava, de um jeito positivo, o ar de qualquer lugar que passasse, por sua presença majestosa, por suas vestimentas exageradas e, principalmente, pela potência de densos e roucos vocais. Ela se montava com perucas feitas com pelos de cavalos selvagens, moedas douradas que formavam um colar em seu pescoço; uma pena de avestruz era exibida em suas apresentações para deixá-la ainda mais misteriosa, enquanto implantes dentários de ouro reluziam toda vez que abria a boca. Mas seu principal marco foi fornecer um significado diferente da melancolia do blues, guiando enredos ácidos sobre traição, empoderamento e sexo de uma forma como ninguém mais fazia.

Afinal, a cantora e compositora insurgiu como um arauto do passado e, ao mesmo tempo, do futuro: seu estilo tradicional se mesclava com características originais, ainda mais por incorporar os elementos expressivos do folk e do jazz. Ma Rainey, sem perceber ou até mesmo sem ter em mente esse objetivo, utilizou um dom invejado por muitos para dar origem a um pastiche fonográfico que serviria de base para as várias e inesperadas misturas de gênero que encontramos na sociedade contemporânea – como vemos em tantos artistas do escopo internacional.

Abrindo espaço para as experiências da comunidade negra centralizada num continente castigado pela Era Jim Crow e pelas consequências segregativas da escravidão – que, de certa forma, se tornara enraizada na mentalidade daqueles que se sentiam superiores -, suas canções até podiam estender reflexos para os ecos dos trompetes e para as melódicas teclas do piano, mas tais rendições apenas mascaravam tristes estórias de vida que ajudaram na popularização entre os ouvintes. O próprio título de “Black Bottom”, que inspirou o longa-metragem da Netflix, já se vale da irreverência para nos preparar a uma jornada quase mística por uma dança sensual e popular, remontando, de certa maneira, a uma época em que escravos encontravam um pouco de liberdade nas expressões corporais e nos rituais eternizados por seus antepassados. Em “Prove It On Me Blues”, Rainey parece se referenciar ao criar uma personagem com personalidade difícil que perde seu parceiro, mas não desanima e não aceita a culpa por ele ter fugido.

A performer fechou seu primeiro contato em 1923 com a Paramount, quatro anos depois do primeiro disco de blues ser gravado por Mamie Smith. Rainey não encontrou resistência por parte do público, visto que já tinha uma experiência quase vaudeviliana no circuito teatral, tendo se apresentado em diversas casas sulistas de espetáculo antes de finalmente viajar para Chicago e começar a expandir seu “império” para o restante do país. Em sua primeira sessão, ela nos entregou clássicas iterações como a incomparável “Bo-Weevil Blues” e a famosa “See See Rider”, uma das mais conhecidas de todos os tempos – e uma das principais quando deseja-se aprender sobre o gênero supracitado.

Diferente de tantos outros músicos conterrâneos, principalmente aqueles que almejavam uma carreira seguindo as inúmeras ramificações do blues e do jazz-country, Rainey conquistou sua reputação não apenas como profissional, mas também como empreendedora. Ma Rainey sabia exatamente o que queria e quando queria – o que explica suas mais de noventa gravações com o estúdio, um número muito maior até mesmo que os artistas brancos da época. Sua carreira com a Paramount durou breves cinco anos, mas foi o suficiente para cimentar seu legado sem ao menos perceber, ainda mais por ter arrastado Smith consigo através dessa montanha-russa. Direta, simples e honesta, as canções traziam temáticas cotidianas e abriam discussões prévias sobre sexualidade, promiscuidade, vícios, a odisseia do wanderlust, magias e superstições, e até mesmo o ato de se fazer música.

Oscilando entre a metalinguagem e a evocação histórica – utilizando o cenário afro-estadunidense na era pós-reconstrução da América do Norte, conforme William Barlow explicou em seu ensaio sobre a emergência da cultura do blues ‘Looking Up at Down’. Não é surpresa que sua importância tenha ressoado em nomes como Langston Hughes e Sterling Brown, na poesia, e na ativista Alice Walker, que a caracterizou como um modelo cultural da mulher afrodescendente e a usou como inspiração para a peça vencedora do Pulitzer ‘A Cor Púrpura’. Em ‘Black Pearls’, livro documental que retrata as rainhas do blues, a autora Daphne Harrison sumarizou com perfeição o que Ma Rainey representou e continuou representando décadas depois de sua prematura morte: uma corajosa e determinada reafirmação do que é ser negro.

‘Animais Fantásticos 3’: Mads Mikkelsen diz que tentar copiar Johnny Depp como Grindelwald seria “criativamente estúpido”

Em entrevista ao ColliderMads Mikkelsen, que foi recentemente escalado para viver a nova versão de Gellert Grindelwald no vindouro e problemático Animais Fantásticos 3, falou um pouco sobre as tentativas de replicar o que Johnny Depp havia construído com o antagonista nas investidas anteriores, dizendo que copiá-lo seria “criativamente estúpido”.

“Ninguém está interessado em tentar copiar alguma coisa, isso seria um suicídio criativo imediato, especialmente quando já foi feito de forma incrível antes. Então todos estão esperando que sigamos um caminho diferente. Dito isso, precisamos de uma ponte entre o que [Depp] fez e o que eu irei fazer, então essas pontes devemos encontrar juntos – o que implica um certo visual, certas atitudes em certas situações, mas deve ser feito de um modo único. Tudo o mais seria criativamente estúpido”.

A estreia foi adiada de novembro de 2021 para 15 de julho de 2022.

O elenco também conta com Eddie RedmayneDan FoglerJude LawKatherine WaterstonAlison SudolEzra Miller.

David Yates comanda o projeto a partir de um roteiro assinado por Steven Kloves e J.K. Rowling.

Confira a nossa crítica do filme anterior:

Lady Gaga e Tony Bennett lançam ‘Love for Sale’, novo álbum colaborativo de jazz; Ouça!

A icônica popstar vencedora do Oscar Lady Gaga e o lendário e múltiplo vencedor do Grammy Tony Bennett finalmente lançaram o aguardado álbum Love for Sale.

O disco marca a segunda colaboração dos artistas, sete anos após o elogiado Cheek to Cheek, e já está está disponível em todas as plataformas digitais.

A produção será composta por dez faixas na versão padrão e doze na versão deluxe, funcionando como uma homenagens às clássicas canções compostas pelo icônico Cole Porter.

Gaga e Bennett colaboraram anteriormente com o elogiado Cheek to Cheek, em 2014, que quebrou recordes e alcançou o primeiro lugar das paradas da Billboard, além de ter conquistado uma estatueta do Grammy de Melhor Álbum Vocal Pop Tradicional.

Vale lembrar que Love for Sale será o 61º e último álbum de Tony, que vem sofrendo com as mazelas do Alzheimer desde 2016. O artista é um dos principais nomes do cenário fonográfico e já levou para casa nada menos que 20 prêmios do Grammy, além de ter vendido mais de 50 milhões de álbuns e singles ao redor do mundo.

Gaga, por sua vez, é uma das performers mais prestigiadas da atualidade e já conquistou inúmeros prêmios, incluindo 12 Grammys, um Oscar, um BAFTA, dois Globos de Ouro e dois Critics’ Choice Awards. Ela possui seis álbuns em #1 na Billboard 200 e é uma das artistas de maior sucesso de todos os tempos. Gaga se aventurou na música no ano passado com o ovacionado ‘Chromatica’ e com o compilado de remixes ‘Dawn of Chromatica’. Além da colaboração com Bennett, também será estrela do aguardado ‘Casa Gucci’.

‘RuPaul’s Drag Race’: Queens performam “One Way Or Another” no icônico lip-sync do episódio 14×07; Confira!

Cuidado: muitos spoilers à frente.

O sétimo episódio da 14ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race’ já foi exibido – e se tornou o mais bem avaliado pelo público no IMDb e um dos melhores de todo o reality show

Uma das grandes surpresas do capítulo foi o fato de nenhuma competidora ser mandada embora e, dessa forma, levando Ru a condecorar duas queens como as melhores da semana para disputarem pelo prêmio de US$5 mil.

No lip-syncLady CamdenDaya Betty performaram a clássica canção “One Way Or Another”, do grupo de rock Blondie – e tirara o fôlego dos espectadores e de suas colegas.

Confira:

O próximo episódio será exibido no dia 25 de fevereiro.

O novo ciclo conta com as participantes: Alyssa Hunter, Angeria Paris Vanmichaels, Bosco, Daya Betty, Deja Skye, Jasmine Kennedie, Jorgeous, June Jambalaya, Kerri Colby, Kornbread ‘The Snack’ Jete, Lady Camden, Maddy Morphosis, Orion Story e Willow Pill.

Dentre as confirmadas no painel de jurados convidados, estão a aclamada atriz Taraji P. Henson, bem como Andra DayDove CameronTS MadisonLizzoAlicia Keys e outras.

‘Godzilla II: Rei dos Monstros’ ganha data de estreia na HBO Max; Confira o novo trailer!

HBO Max revelou recentemente que Godzilla II: Rei dos Monstros já tem data de lançamento em seu catálogo.

A produção será lançada no dia 27 de julho na plataforma de streaming.

Confira o novo trailer promocional:

O filme foi dirigido por Michael Dougherty.

Nesta continuação, que se passa cinco anos após Godzilla’, os integrantes da agência Monarch precisam lidar com a súbita aparição de vários monstros, incluindo Mothra, Rodan e Ghidorah. Enquanto buscam uma aliança com o próprio Godzilla a fim de garantir o equilíbrio da Terra, os humanos acabam fazendo parte de uma grande disputa por poder protagonizada por titãs.

O filme trouxe Kyle ChandlerVera FarmigaMillie Bobby BrownBradley WhitfordSally HawkinsCharles DanceThomas Middleditch e outros ao elenco.

‘Fronteiras do Universo’: Lyra está em perigo no trailer dos próximos episódios da 3ª temporada; Confira!

A 3ª e última temporada de Fronteiras do Universo (‘His Dark Materials’) finalmente estreou na HBO Max e, agora, a plataforma de streaming divulgou o trailer dos próximos episódios.

O quinto e o sexto capítulo vão ao ar no dia serão exibidos em 19 de dezembro.

Confira:

O novo ciclo conta com a adição de Adewale Akinnuoye-Agbaje (‘Esquadrão Suicida’) como o Comandante Ogunwe; Jamie Ward (‘Tyrant’) como o Pai Gomez; Kobna Holdbrook-Smith (‘Liga da Justiça de Zack Snyder’), Simon Harrison (‘No Man’s Land’) e Chipo Chung (‘Into the Badlands’) como os anjos rebeldes Balthamos, Baruch e Xaphania; Amber Fitzgerald-Woolfe como Ama; Sian Clifford (‘Fleabag’) como o Agente Salmakia; e Jonathan Aris (‘Sherlock’) como o Comandante Roke.

Lembrando que os novos episódios irão adaptar o romance ‘A Luneta Âmbar‘, de Philip Pullman.

Criada por Jack Thorne, a série foi desenvolvida em parceria entre a HBO e a BBC One, e é baseada na saga literária escrita por Philip Pullman.

Lyra Belacqua é uma órfã, ela vive em um mundo na qual as pessoas estão ligadas diretamente com um daemon, que pode ser qualquer tipo de animal. Criada pelos catedráticos na Universidade Jordan, ela presencia uma revelação que pode mudar tudo. Contudo a sua vida é catapultada quando conhece a bela e misteriosa Sra Coulter.

Dafne Keen, Amir Wilson, Ruth Wilson, Clarke Peters e Lin-Manuel Miranda estrelam.

‘Virgin River’: Adorado drama da Netflix é RENOVADO para a 6ª temporada

O adorado drama Virgin River foi oficialmente renovado para a 6ª temporada pela Netflix (via Deadline).

Além disso, foi revelado que a 5ª temporada chegará à plataforma de streaming no outono norte-americano, isto é, entre os meses de setembro e novembro de 2023.

Lembrando que os outros quatro ciclos já estão disponíveis na plataforma de streaming.

A série é uma adaptação da saga de livros da autora Robyn Carr, que conta com 20 volumes, cujo título do primeiro é exatamente o nome da cidade onde a trama se passa.

A produção acompanha Melinda, uma enfermeira que decide abandonar sua vida na cidade grande para tentar se redescobrir no pequeno município de Virgin River. Lá, além de tentar esquecer dos erros do passado, ela vai acabar descobrindo um novo amor em sua vida.

A produção é estrelada por Martin Henderson, Alexandra Breckenridge, Annette O’Toole e Tim Matheson.

‘A Queda da Casa de Usher’: Astros reagem às suas MORTES na nova série de terror da Netflix; Confira!

A Queda da Casa de Usher, série de terror comandada por Mike Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill’), chegou recentemente à Netflix e já se tornou uma das melhores produções do ano.

A história acompanha o declínio da Família Usher, um proeminente clã que dominava a indústria farmacêutica e que tinha como patriarca o impiedoso Roderick Usher (Bruce Greenwood), que observou, impotente, cada um de seus filhos morrer das maneiras mais grotescas possíveis.

Agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo promocional em que o elenco protagonista reage às suas mortes na obra.

Confira:

A produção conquistou 90% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Confira as análises:

“Mesmo que assuma uma previsibilidade semelhante a de um slasher, empurrando os personagens para mortes inventivas, um por um, ‘A Queda da Casa de Usher’ também se torna mais sombria à medida que avança e enfrenta as ofensas do mundo real espelhadas na história.” – TV Guide.

“Embora a minissérie de Mike Flanagan tenha recebido muitos elogios, “O que Edgar Allen Poe teria pensado da família Sackler?” prova ser um arremesso substancial, elevado por um elenco que nunca esteve melhor.” – Consequence.

“‘A Queda da Casa de Usher é uma fatia ferozmente divertida do gênero televisivo que você não deve perder.” – Guy at the Movies.

‘”Um elegante redemoinho de opulência, ganância, sangue e horror com vibes góticas, ‘A Queda da Casa de Usher‘ é a melhor criação de Flanagan até agora.” – TNM.

“Uma jornada intensa e cheia de suspense pela história de uma família realmente confusa e com muitos segredos de família. Não economiza sangue e sangue coagulado, o que é uma coisa muito boa.” – Mama’s Geeky.

Flanagan criou uma família Usher tão atraente quanto as lendas da TV ‘The Ewings’ ou ‘The Sopranos’. Alguns são tão desagradáveis ​​que sua punição é deliciosa, mas muitos também são simpáticos.” – United Press International.

Crítica | ‘A Queda da Casa de Usher’ é mais uma obra-prima do terror assinada por Mike Flanagan

Apesar de detalhes sobre a narrativa não terem sido revelados, o conto titular foi publicado originalmente em 1893 e analisa temas como loucura, família, isolação e identidades metafísicas. A história acompanha um narrador sem nome que viaja para a Casa de Usher em um “dia sombrio, sem som e monótono”. A casa, pertencente a um amigo de infância chamado Roderick Usher, é misteriosa e arrepiante – e o narrador percebe que a casa absorveu um mal inenarrável e uma atmosfera doentia de tudo o que a cerca.

Carla Gugino, Mark HamillCarl LumblyMary McDonnell estrelam a produção.

Henry Thomas, T’Nia Miller, Kyleigh Curran, Samantha Sloyan, Rahul Kohli, Sauriyan Sapkota, Zach Gilford, Michael Trucco, Paola Núñez, Katie Parker, Malcolm Goodwin, Crystal Balint, Aya Furukawa, Daniel Jun, Matt Biedel, Ruth Codd, Annabeth GishRobert LongstreetKate SiegelWilla Fitzgerald e Bruce Greenwood completam o elenco.

Flanagan também entra como produtor executivo ao lado de Trevor MacyEmmy GrinwisMichael Fimognari. Ele também dirige quatro episódios da série, enquanto Fimognari fica responsável pelos outros quatro.

O projeto é o sexto do acordo entre Flanagan e a Netflix, precedido por Missa da Meia-Noite, pelos elogiados A Maldição da Residência Hill‘A Maldição da Mansão Bly’, pelo thriller Jogo Perigoso e a cancelada The Midnight Club.

‘Garotos Detetives Mortos’: Série da Netflix derivada de ‘Sandman’ estreia ESTE MÊS na Netflix!

Garotos Detetives Mortos‘ (Dead Boy Detectives), série baseada na HQ homônima assinada pelo lendário Neil Gaiman, estreia este mês na Netflix.

A produção tem estreia marcada para o próximo dia 25 de abril.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

https://youtu.be/U1wrfTyd2mU?si=N5D34YZaYyngqA46

Inicialmente desenvolvida para a HBO Max, a adaptação dos quadrinhos homônimos de Gaiman (‘Sandman’) encontrou um novo lar na Netflix – e será lançada como um derivado de ‘Sandman‘.

Tem um fantasma insistente que não sai do seu pé? Um demônio roubou suas memórias? Chame os Garotos Detetives Mortos! Nesta série sobrenatural ambientada no universo de Sandman, dois adolescentes se conhecem na morte e fazem de tudo para continuar juntos, incluindo escapar de bruxas más e do Inferno e da Morte em pessoa. Com a ajuda da clarividente Crystal (Kassius Nelson), eles trabalharão juntos para resolver os casos paranormais mais misteriosos do reino mortal.

O novo capítulo da DC, intitulado Gods and Monsters, trará uma conexão entre os filmes nos cinemas e as séries que eventualmente serão lançadas pela HBO Max – como já foi feito com ‘O Esquadrão Suicida‘ e a série do ‘Pacificador‘.

Jayden Revri (‘O Chalé’), Kassius Nelson (‘Noite Passada em Soho’) e o novato George Rexstrew serão os protagonistas.

Rexstrew dará vida a Edwin Paine, enquanto Revri e Nelson serão Charles Rowland e Crystal Palace, respectivamente.

Além do trio, a série também vai contar com Lukas Gage (‘Euphoria’) como Thomas, Rei dos Felinos; Briana Cuoco (‘The Flight Attendant’) como Jenny, amiga e confidente de Crystal Palace; Jenn Lyon (‘Justified’) como Esther, uma bruxa obcecada pela juventude eterna; Yuyu Kitamura (‘Mother Tongue’) como Niko, uma estudante que deseja se juntar aos detetives-fantasma; e Ruth Connell (‘Supernatural”), como Night Nurse, uma entidade demoníaca que guia o fluxo de almas no plano pós-vida.

O roteiro da adaptação é escrito por Steve Yockey (‘The Flight Attendant’), que também será um dos produtores executivos, junto com Greg Berlanti (‘Supergirl’) e Jeremy Carver (‘Patrulha do Destino’).

Beth Schwartz também divide a função de showrunner com Yockey.

Kylie Minogue divulga prévia de “Lights Camera Action”, lead single de ‘Tension II’; Ouça!

A icônica e lendária Kylie Minogue divulgou uma prévia inédita de “Lights Camera Action”lead single de seu 17º álbum de estúdio, Tension II.

A canção será disponibilizada na íntegra nesta próxima sexta-feira, 27 de setembro.

O compilado de original, por sua vez, contará com nove faixas e será lançado em 18 de outubro – além de servir como sequência do aclamado ‘Tension’.

Confira:

‘Tension’ rendeu à Minogue uma estatueta do Grammy na categoria de Melhor Gravação Pop Dance pela faixa “Padam Padam” e se sagrou como um dos melhores discos de sua carreira.

Crítica | Kylie Minogue entrega um dos melhores álbuns de sua carreira com o explosivo ‘Tension’

A artista, que ganhou fama ainda nos anos 1980 e tornou-se uma das mais famosas e aclamadas performers dos últimos tempos, é mais conhecida por seu vibrante dance-pop chiclete.

Vendendo mais de 80 milhões de discos ao redor do mundo, Minogue é a voz por traz de sucessos como “Get Outta My Way”“In Your Arms”“Can’t Get You Out Of My Head”. Em 2004, levou uma estatueta do Grammy de Melhor Gravação Dance por “Come Into My World”, um dos singles oficiais do aclamado Fever (2001). Em 2009, concorreu na categoria de Melhor Álbum Dance/Eletrônico por ‘X’.

Seus outros prêmios incluem três BRIT Awards e 17 ARIA Music Awards.

kylie minogue