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‘Sex Education’: Fotos da 4ª temporada trazem de volta Otis, Ruby e Maeve

A quarta temporada de ‘Sex Education‘ já está sendo filmada, e a Netflix deu um agradinho aos fãs com novas fotos do triângulo amoroso mais complicado da trama.

Otis (Asa Butterfield) e Ruby (Mimi Keene) estão, aparentemente, se reaproximando, enquanto Maeve (Emma Mackey) parte em aventuras pelos EUA, com direito a um personagem novo.

Nas fotos que você confere abaixo:

Podemos ver também Dan Levy como o Senhor Molloy. Embora detalhes sobre o personagem ainda sejam um mistério, pode-se imaginar que ele será o tutor de Maeve durante o intercâmbio no outro país.

Lembrando que o novo ano será uma espécie de reboot, pois, após o fechamento da escola Moordale, vão focar na fase da faculdade. Isso deve explicar a ausência de personagens como Lily (Tanya Reynolds), Olivia (Simone Ashley), Ola (Patricia Allison) e a professora Sands (Rakhee Thakrar).

‘O Rei da TV’: Série do Star+ sobre Silvio Santos ganha trailer e data de estreia

Foi revelado pelo Star+ o primeiro trailer de ‘O Rei da TV‘, série que é baseada na vida do apresentador Silvio Santos.

O trailer mostra vários momentos da vida de Senor Abravanel, desde os dias como camelô nas ruas do Rio de Janeiro, passando pelo início do Baú da Felicidade, até os anos de sucesso como dono do SBT. Confira acima.

O Star+ também revelou o cartaz oficial do filme. Ele mostra o famoso aviãozinho que Silvio Santos atira à plateia de seus programas.

Abaixo você confere:

Com José Rubens Chachá como a versão mais velha de Silvio Santos, O Rei da TV conta com Leona Cavalli, Natália Lima, Emílio de Mello e Gui Santana no elenco.

Foi dito que ‘O Rei da TV‘ estreia em 19 de outubro.

Deacon St. John no cinema? Site diz que Sony está produzindo filme de ‘Days Gone’

Após o filme de ‘Uncharted‘ fazer um imenso sucesso, a Sony está investindo em mais uma franquia dos games para o cinema. O escolhido da vez foi ‘Days Gone‘, jogo de ação e sobrevivência lançado em 2019.

A produção ainda não tem data de estreia, mas já negocia com o ator Sam Heughan, de ‘Outlander‘, para o papel principal. De acordo com o Deadline, Heughan deve viver o fora da lei Deacon St. John. Por enquanto, outros nomes do elenco e equipe ainda não foram confirmados.

Days Gone‘ segue as aventuras de um homem em um mundo desolado por um vírus, que transformou boa parte da população em criaturas monstruosas. Ele parte em uma jornada em busca de sua esposa, a quem julgava estar morta.

Lembrando que o game está disponível para PlayStation 4, 5 e PC.

Criadores de ‘Cobra Kai’ estão fazendo spin-off de ‘Curtindo a Vida Adoidado’

O clássico ‘Curtindo a Vida Adoidado‘ vai ganhar um spin-off feito pelos criadores de ‘Cobra Kai‘. Chamado de ‘Sam and Victor’s Day Off‘ (‘O Dia de Folga de Sam e Victor‘, em tradução livre), o projeto aborda as aventuras da dupla de manobristas do filme oitentista.

De acordo com o Deadline, o enredo é situado no mesmo dia em que Ferris (Matthew Broderick), Cameron (Alan Ruck) e Sloane (Mia Sara) matam aula, mostrando o que os malandros aprontaram enquanto o trio se divertia.

Lembrando que em ‘Curtindo a Vida Adoidado‘, os dois malandros decidem levar a Ferrari do pai de Cameron pra um rolê na cidade, sem saber, claro, que o veículo é praticamente um outro filho para o coroa.

Até o momento, os nomes do elenco ainda não foram anunciados. O trio de ‘Cobra Kai‘, Jon Hurwitz, Hayden Schlossberg e Josh Heald assina a produção.

A data de estreia de ‘Sam and Victor’s Day Off‘ também não foi revelada.

Jon Bernthal vive um ‘Gigolô Americano’ no trailer DUBLADO da nova série da Paramount+; Confira!

Jon Bernthal as Julian Kaye in AMERICAN GIGOLO. Photo Credit: Warrick Page/SHOWTIME.

A Paramount+ divulgou o trailer dublado da série ‘Gigolô Americano‘, estrelada pelo Jon Bernthal (‘The Walking Dead’ e ‘O Justiceiro’).

Confira:

Descrita como uma “reimaginação atual” do filme de 1980, a nova versão chegará ao serviço de streaming no dia 10 de setembro.

A trama apresenta Julian quinze anos depois de ter sido preso por assassinato, lutando para se encontrar na indústria do sexo em Los Angeles. Em paralelo, ele procura quem armou sua prisão e espera se reconectar com Michelle, seu grande amor.

David Hollander entra como roteirista, diretor e showrunner do projeto.

O longa original, estrelado por Richard Gere, acompanhava Julian Kaye, um gigolô para mulheres sofisticadas, ricas e entediadas, que se envolve com Michelle Stratton, uma cliente casada com um político. Enquanto está curtindo sua paixão, Julian é acusado do assassinato de outra cliente, mas devido à profissão que exerce torna-se vulnerável a pagar por um crime que não cometeu. Mesmo Michelle pagando excelentes advogados para defendê-lo, a situação de Julian é no mínimo delicada.

Franquia ‘Jurassic World’ pode ganhar filme para MAIORES? Diretor responde!

Em entrevista ao Collider, o diretor Colin Trevorrow comentou a possibilidade da franquia ‘Jurassic World‘ ganhar um filme com alta classificação etária, focando na violência e no gênero terror.

“Se nós fizéssemos um filme da franquia no estilo ‘Um Lugar Silencioso’, com alta classificação etária, possivelmente com uma história contida, eu adoraria ver esse filme, mas não quero que os pais levem suas crianças para os cinemas e as deixem traumatizadas. Eu não quero limitar a visão da franquia, mas sei que as pessoas amam dinossauros e amam esse universo criado pelo [autor] Michael Crichton.”

Anteriormente, o cineasta havia confirmado que há uma versão estendida de ‘Jurassic World: Domínio‘ com 14 minutos de cenas inéditas: “Nós finalizamos o filme, mas tivemos que cortar algumas partes significativas dele – 14 minutos do filme. Nós tivemos que decidir o que deveríamos cortar. Não é uma questão de reeditar e criar uma versão do diretor.”

Lembrando que ”Jurassic World: Domínio‘ está perto de atingir a casa do bilhão após ter acumulado US$ 974 milhões (Via Forbes) ao redor do mundo neste fim de semana.

Ainda assim, as previsões mais pessimista apontam que o filme vai encerrar sua corrida com US$ 990 milhões, enquanto algumas mais otimistas colocam ‘Jurassic World: Domínio‘ fazendo um pouco mais de US$ 1 bilhão em bilheteria mundial, após seu período em exibição.

Confira nossa crítica:

A trama é ambientada quatro anos após a destruição da Isla Nublar. Os dinossauros agora vivem – e caçam – ao lado de humanos em todo o mundo. Esse frágil equilíbrio remodelará o futuro e determinará, de uma vez por todas, se os seres humanos continuarão sendo os principais predadores em um planeta que agora compartilham com as criaturas mais temíveis da história.

Emily Carmichael assina o roteiro.

O também conta Chris Pratt, Bryce Dallas Howard com Laura DernJeff GoldblumSam NeillBD WongOmar SyIsabella SermonJustice SmithDaniella PinedaMamoudou AthieCampbell ScottScott HazeDichen Lachman.

‘Sandman’: Neil Gaiman diz que a 2ª temporada ainda NÃO está garantida

Baseada na icônica saga de quadrinhos criada por Neil Gaiman, ‘Sandman‘ chegou ao catálogo da Netflix no início de agosto e ocupou o primeiro lugar no TOP 10 da plataforma em 89 países durante a semana de estreia.

No entanto, ainda é cedo para que a adaptação seja renovada para novas temporadas.

Ao compartilhar um tuíte de Gaiman dizendo que “seria incrível se houvesse mais de 10 episódios”, um fã questionou:

“Isso quer dizer que você está confirmando uma 2ª temporada?”

Em resposta, Gaiman disse lamentou:

Não. Ainda não há nenhuma palavra ou decisão da Netflix sobre futuras temporadas. Eles vão querer ver como nos saímos no primeiro mês antes de se comprometerem. Me refiro a outra coisa.”

Confira:

Por falar nisso, Gaiman se refere ao lançamento surpresa de mais um episódio da atração.

O conteúdo é dividido em duas partes: uma animação de ‘Sonho de Mil Gatos‘, baseada na edição #18 da hq, e uma adaptação live-action de ‘Calíope‘, da edição #17.

Sonho de Mil Gatos‘ é dirigido por Hisko Hulsing, que é conhecido por seu trabalho na elogiada série ‘Undone‘.

‘Calíope‘ ficou a cargo de Louise Hooper, que dirigiu o episódio final da adaptação, intitulado ‘Corações Perdidos‘, e também já trabalhou em ‘The Witcher‘.

Ambos os episódios apresentam o protagonista da série, Tom Sturridge, como Morpheus.

O elenco de vozes convidadas para ‘Sonho de Mil Gatos‘ inclui Sandra Oh como A Profeta, Rosie Day como a Gatinha Malhada, David Gyasi como o Gato Cinzento, Joe Lycett como o Gato Preto e Neil Gaiman como o Corvo.

“Nós nos esforçamos para tornar a versão animada de ‘A Dream of a Thousand Cats‘ tão hipnotizante e hipnótica quanto possível, utilizando a magia de pinturas a óleo reais sobre tela”, diz Hulsing em um comunicado à imprensa. “Combinamos as pinturas com animação 2D desenhada de forma clássica, baseada em animação 3D realista de gatos telepáticos para criar um mundo de viagem que parece ao mesmo tempo realista e sonhador. Untold Studios em Londres criou a animação 3D de tirar o fôlego dos gatos. A maravilhosa animação 2D, pinturas a óleo e estilização foram feitas no Submarine Studios em Amsterdã.”

Já ‘Calíope‘ conta a história de uma musa, vivida por Melissanthi Mahut, que tem uma complicada história com Morpheus.

Além de Mahut, o elenco traz Arthur Darvill como Richard Madoc, Nina Wadia como Mãe do Destino, Souad Faress como Anciã do Destino, Dinita Gohil como Donzela do Destino, Kevin Harvey como Larry, Amita Suman como Nora e Derek Jacobi como Erasmus Fry.

Sandman‘ é a criação mais popular de Neil Gaiman e é centrada no ser mítico Sonho, parte de um grupo conhecido como Os Perpétuos ou Os Sem Fim. Como seu nome indica, o protagonista dos quadrinhos reina sobre o mundo dos sonhos. A trama tem início quando ele escapa de seu cativeiro, que durou 70 anos, e encontra seu reino dilapidado nos dias atuais.

Relembre o trailer:

O elenco ainda conta com Vivienne Acheapong (Lucienne), Boyd Holbrook (Coríntio), Charles Dance (Roderick Burgess), Asim Chaudhry (Abel), Sanjeev Bhaskar (Cain), Kirby Howell-Baptiste (Morte), Mason Alexander Park (Desejo), Donna Preston (Desespero), Jenna Coleman (Johanna Constantine), Niamh Walsh (Ethel Cripps) e Joely Richardson (Ethel).

Allan Heinberg (‘Mulher-Maravilha’) é o showrunner da série.

O selo de histórias em quadrinhos Vertigo da DC publicou originalmente a série entre 1989 e 1996, com várias séries adicionais chegando em 2009 e entre 2013 e 2015.

10 Clássicos Imperdíveis dos Anos 90 para Assistir na HBO Max antes que a plataforma chegue ao fim!

Recentemente, a Warner divulgou uma nota confirmando o encerramento das atividades da plataforma de streaming HBO Max. Um dos maiores, mais poderosos e antigos colossos do cinema, a Warner Bros. é um verdadeiro pilar de Hollywood. O estúdio acaba de trocar sua diretoria, com David Zaslav assumindo o cargo de CEO da empresa. O fato pode ter ligação direta com a nova proposta de encerramento e mudança no streaming, já que Zaslav em pouco tempo ficou conhecido por atitudes severas e radicais, como cancelar o filme da Batgirl, praticamente pronto e com data marcada para estrear ainda em 2022. Segundo o novo CEO, o filme simplesmente não era bom e os fãs não mereciam receber isso – assim, a obra foi “jogada no lixo” e a Warner receberá dedução de impostos.

A notícia que chega agora é que a Warner após ter se fundido com a Discovery irá mesclar num só serviço de streaming os canais da Discovery+ com a HBO Max, criando uma nova plataforma. Isso significará uma nova mudança na HBO em pouquíssimo tempo, já que a HBO Max está funcionando há pouco mais de 2 anos – e antes era HBO Go o seu serviço de streaming. O encerramento da plataforma Max deverá ocorrer em meados de 2023. Ainda não sabemos mais informações, como por exemplo se os antigos assinantes serão migrados automaticamente para o novo serviço. Seja como for, antes do fim da HBO Max resolvemos listar 10 clássicos imperdíveis da década de 90 para você conferir na plataforma antes que seja tarde demais. Confira abaixo.

Os Bons Companheiros (1990)

Considerado um dos melhores filmes de máfia da história do cinema e o único que de fato pode fazer frente à O Poderoso Chefão e sua sequência, esse thriller dramático tem direção de ninguém menos do que o mestre Martin Scorsese, considerado o maior diretor de cinema ainda em atividade. Mas não apenas isso, Os Bons Companheiros ainda possui a moral de ser considerado por pelo menos metade de seus fãs como o melhor filme da carreira de Scorsese, ou seja, não é pouca coisa. Na trama, baseada num livro e numa história real, Henry Hill narra sua trajetória ao ser apadrinhado na máfia se tornando um de seus membros mais importantes. O ator Ray Liotta, que interpreta o protagonista Henry, faleceu há pouco tempo e rever o filme é uma excelente forma de homenageá-lo.

Os Imperdoáveis (1992)

E se o item acima é considerado o melhor filme de máfia de todos os tempos por muitos, aqui temos um exemplar que pode ser considerado o melhor faroeste de todos os tempos. Certamente é o melhor na opinião deste que vos fala. Aqui temos a obra-prima de Clint Eastwood – considerada também o último grande western do cinema e o último do gênero no sentido tradicional em que o veterano Clint trabalhou. Aqui, Eastwood produz, dirige e protagoniza na pele de Bill Munny, um personagem que é o resumo de todos os outros interpretados pelo ator em filmes assim. Aqui, o astro já se encontrava com idade avançada, então é interessante pensar no protagonista como a fase mais madura de qualquer um dos outros pistoleiros que Eastwood fez famoso em sua carreira. Ele casou e formou família, se aposentando dos tiroteios. Mas após a morte da mulher e sua fazenda estar quase falida, ele precisa realizar um último grande trabalho. Mas terá um xerife linha dura pela frente. Os Imperdoáveis levou o Oscar de melhor filme e o elenco conta ainda com Morgan Freeman e Gene Hackman.

Um Sonho de Liberdade (1994)

Já tivemos o melhor filme de máfia e o melhor faroeste do cinema na lista. Agora é a vez do melhor filme de prisão para a grande maioria dos cinéfilos. Não apenas isso, Um Sonho de Liberdade é, ainda hoje, o filme preferido de todos os tempos para os usuários do maior site de cinema da internet, o IMDB. Baseado num conto de Stephen King, o longa conta a história de Andy Dufresne (Tim Robbins), o novo detento da prisão de segurança máxima fictícia Shawshank, no estado do Maine, na década de 1940. A questão é: Andy jura de pés juntos que é inocente e foi erroneamente condenado por matar a esposa, quem ele descobriu que o estava traindo. Assim, ele enfrenta os dilemas do local, encara o rigor e a corrupção do diretor do presídio, e consegue inclusive fazer amizade com diversos prisioneiros, em especial Red, papel de Morgan Freeman.

Pulp Fiction – Tempo de Violência (1994)

Dentre os filmes imperdíveis do cinema nos anos 90 é claro que não podia faltar uma produção do diretor Quentin Tarantino. E ela chega com este que é considerado por muitos ainda hoje seu melhor filme. O que é inegável mesmo foi que Pulp Fiction chegou como divisor de águas na carreira do cineasta e que mudaria o cinema para sempre. O filme foi revolucionário e muito influente, dando frutos até hoje com seu estilo narrativo. Não fosse pelo toque de Tarantino, o longa seria apenas mais um do gênero máfia. Acontece que o diretor e roteirista foi capaz de aplicar na trama seu sabor único, onde os personagens falavam de uma forma natural e descompromissada, como se fossem pessoas reais como eu e você, e não personagens num filme. Esse foi o tempero inserido por Tarantino em Pulp Fiction, onde criminosos chegam para matar um desafeto e antes conversam sobre fatos corriqueiros como massagens nos pés.

Antes do Amanhecer (1995)

Esta lista é definitivamente repleta de grandes momentos icônicos da sétima arte, admirados e estudados até hoje. Todos contidos na HBO Max para serem desfrutados no toque de um dedo. Os anos 90 guardam alguns dos filmes mais cultuados dentre todas as décadas de Hollywood e quando falamos de romance, dez entre dez cinéfilos mencionariam Antes do Amanhecer no o top 10 de todos os tempos. Escrito e dirigido por Richard Linklater, um cineasta conhecido por sua olhada sincera e realista no comportamento de jovens, aqui ele realiza uma premissa simples, mas que certamente já foi o sonho de muitos jovens: se apaixonar por uma pessoa estrangeira num país exótico durante uma viagem. Ethan Hawke é um rapaz americano se apaixonando por uma moça francesa (papel de Julie Delpy) num trem em Viena. Os dois passam um dia inteiro juntos até a manhã seguinte. O filme gerou duas continuações espaçadas por dez anos.

Tempo de Matar (1996)

Tivemos bons exemplares de gêneros como máfia, faroeste, prisão e romance até o momento na lista. Agora é a vez de um excelente drama de tribunal – que não por acaso é considerado um dos grandes exemplares de seu subgênero, um que aborda um tema digníssimo e ainda muito em pauta: o racismo estrutural. Na década de 90 a coisa era ainda pior, ainda mais quando falamos do sul dos EUA, uma região que defendia a escravidão e ainda possui pensamentos tortos entranhados em sua sociedade. Nesse cenário, um homem negro (Samuel L. Jackson) precisa fazer justiça com as próprias mãos após sua filha ser estuprada e quase assassinada por dois brancos que iriam sair livres do crime. Cabe ao advogado idealista vivido por Matthew McConaughey defende-lo da pena de morte. O filme serviu como divisor de águas na carreira do ator, o apresentando ao mundo. E o elenco conta ainda com Sandra Bullock – no que muitos consideram seu melhor filme.

Boogie Nights – Prazer Sem Limites (1997)

Agora temos um outro mestre no comando desta obra, Paul Thomas Anderson. Aqui, o cineasta resolve investir nos bastidores da indústria pornográfica no auge de seu boom: os anos 1970. Essa era a época em que este tipo de produção adulta recebia inclusive lançamento nas telonas de cinema e gerava milhões de dólares em receita. O filme funciona também como carta de amor para um dos veteranos mais subestimados de Hollywood, o saudoso durão Burt Reynolds – que ganha aqui o papel de sua vida na pele de um produtor do mundo pornô de bom coração. Boogie Nights ainda serviu para revelar Mark Wahlberg, que vive o protagonista, um jovem deslumbrado por esse mundo, se tornando um astro devido a… seu dote.

Beleza Americana (1999)

Acima, quando mencionei Tempo de Matar, consegui omitir a presença do “maldito” Kevin Spacey no elenco, já que outros atores possuem papeis mais importantes do que ele no longa. Porém aqui, essa tarefa será mais difícil, levando em conta que Spacey assume o papel principal nessa obra ainda muito querida do diretor Sam Mendes (1917). Por mais que Spacey seja uma figura não grata para todos e qualquer um hoje em dia, não devemos desmerecer por completo os filmes nos quais esteve – afinal uma produção cinematográfica é o conjunto do trabalho de diversas outras pessoas, por mais que certos crápulas estejam protagonizando. Aqui, ele vive o pai de uma família parecida com estas de comercial de margarina. Mas é só darmos uma segunda olhada para notarmos as enormes rachaduras nessa estrutura. Annette Bening rouba muitas das cenas no papel de sua esposa.

De Olhos Bem Fechados (1999)

Por falar em diretores que foram verdadeiros mestres do cinema, um que constantemente irá aparecer na lista de nove entre dez cinéfilos e profissionais do meio é Stanley Kubrick. No currículo desta lenda da sétima arte, algumas das obras-primas mais apreciadas de todos os tempos e ainda muito debatidas, como 2001 – Uma Odisseia no Espaço, Laranja Mecânica, Lolita e O Iluminado. Os anos 90 nos trouxeram seu último trabalho, já que o diretor faleceu antes de conseguir ver o resultado de sua canção de despedida pronto. Trata-se do filme De Olhos Bem Fechados, uma incursão pelo submundo de uma Nova York imaginada por Kubrick, onde os ricos e poderosos se encontram num clube privadíssimo, para trocas carnais. Um mundo que é alheio para a população e que só pertence a uma seleta parcela. No meio de uma das noites mais estranhas de sua vida, entra em cena o médico interpretado por Tom Cruise. Após a confissão de traição de sua esposa, interpreta por sua então esposa na vida real Nicole Kidman, o sujeito resolve “se perder” pela cidade, na que se mostrará a noite não apenas mais inusitada de sua vida, mas também a mais perigosa.

Clube da Luta (1999)

Fechando a lista dos filmes marcantes dos anos 90, temos agora um que segue cultuado até hoje, envelhecendo bem como um bom vinho, mesmo depois de mais de 20 anos depois de sua estreia. De fato, Clube da Luta, de David Fincher, continua a conquistar novos fãs com o passar do tempo, com novas gerações o redescobrindo a cada novo ciclo. Clube da Luta igualmente foi um destes filmes revolucionários e muito à frente de seu tempo – que facilmente aplicaria sua trama aos tempos que estamos vivendo atualmente, reforçando sua característica atemporal. Na história, Edward Norton interpreta um jovem apático, sem qualquer prazer em sua vida, que divide seu tempo entre o trabalho e a casa, seguindo o fluxo do que a sociedade normativa planejou pra ele. É então que ele conhece Tyler, o personagem de Brad Pitt, os dois fazem amizade e logo faíscas saem desta mistura explosiva. Para extravasar o stress do dia a dia, a dupla cria o clube da luta, um local para o cidadão comum sair no braço. Esse, no entanto, é só o primeiro passo de uma revolução anárquica do trabalhador proletariado.

Reboot de ‘Buffy, a Caça-Vampiros’ é ENGAVETADA após polêmicas envolvendo Joss Whedon

O reboot da série ‘Buffy, a Caça-Vampiros‘ que foi anunciado em 2018 está “em pausa”, revelou a produtora executiva Gail Berman ao Hollywood Reporter.

Monica Owusu-Breen (‘Agents of SHIELD’) iria escrever o roteiro e servir como showrunner, e foi relatado que uma atriz negra interpretaria a protagonista.

Monica afirmou que o projeto realmente estacionou.

“Eu tinha sido contratada para reiniciar a franquia Buffy. Eu tinha um personagem que amava e amava o mundo dos vampiros e queria colocar uma nova garota lutando com vampiros. Mas Hollywood sendo Hollywood e complicações em torno da franquia, além da pandemia… O projeto está engavetado, não sei se algo vai acontecer com ele, mas eu amo a história que está na minha cabeça.”, afirmou. 

Em uma entrevista com o Evan Ross Katz, autor do livro Into Every Generation a Slayer Is Born: How Buffy Staked Our Hearts, Sarah Michelle Gellar revelou quem ela gostaria que estrelasse o reboot:

“Eu voto pela Zendaya,” revelou a estrela do seriado original.

Anteriormente, David Boreanaz havia revelado que não gostaria de voltar a interpretar o vampiro Angel em um reboot da série.

“Eu apoio as pessoas fazerem um reboot da série, mas eu estou velho. Não é como se a gente fosse o elenco de ‘Friends’ se reunindo. Nós não estamos curtindo em uma cafeteria em uma sofá. Mas, sabe, como toda a tecnologia, eles fizeram o Robert De Niro parecer realmente jovem.”

Ele completa, “Eu gostaria de encorajá-los a encontrar outra pessoa para assumir o papel.”

Por outro lado, James Marsters, que interpretou o vampiro Spike, disposto a retornar para o reboot.

A nova série não iria substituir o papel icônico de Sarah Michelle Gellar, mas sim apresentar uma nova caçadora.

“O reboot é como o meu ‘Star Wars’. Antes de me tornar roteirista, eu era uma fã. Por sete anos, eu assisti Buffy Summers crescer, encontrar amor, matar esse amor. Eu assisti ela lutar e sofrer e caçar. Há apenas UMA Buffy. Um Xander, uma Willow, Giles, Cordelia, Oz, Tara, Kendra, Faith, Spike, Angel… Eles não podem ser substituídos. A série brilhante de Joss Whedon não pode ser replicada. Eu não vou tentar fazer isso. Mas aqui estamos… 20 anos depois… e o mundo parece muito mais assustador. Então, talvez seja hora de conhecermos uma nova caçadora. E isso é tudo o que eu posso dizer.”

O reboot está sendo desenvolvido pela 20th Century Fox Television, e Joss Whedoncriador da série original, está envolvido como produtor executivo.

Buffy foi criada em 1992 no filme ‘Buffy – A Caça-Vampiros’, vivida pela atriz Kristy Swanson. Embora tenha uma péssima reputação, o longa foi a base para a cultuada série, que estreou em 1997 e teve 7 temporadas até 2003.

A história ganhou continuidade em duas séries em quadrinhos. A 8ª temporada foi publicada entre 2007 e 2011, e a 9ª teve início em 2011 e ainda tem dois volumes inéditos.

‘Buffy: A Caça-Vampiros’ | Conheça o Filme que Deu Origem à Querida Série e está completando 30 anos em 2022

Buffy: A Caça-Vampiros, série cult que ainda guarda um lugar especial no coração dos fãs e fez da jovem Sarah Michelle Gellar uma estrela da TV nos anos 90, está completando 25 anos de seu lançamento em 2022 – tendo estreado em 10 de março de 1997. O seriado está completinho, com suas sete temporadas, disponível na Star Plus – a plataforma de streaming da Disney com as produções do acervo da Fox e os seus conteúdos, digamos, mais adultos. Sem dúvidas é um prato cheio para todos os fãs e os nostálgicos pelos produtos da querida década de 1990. Mas o que talvez nem todos saibam é que o programa criado por Joss Whedon havia ganhado às telas cinco anos antes. E não na TV, mas sim numa produção para os cinemas de US$7 milhões bancada pela mesma Fox. É sobre esta versão cinematográfica, obscura para muitos, também presente no acervo da Star Plus, que falaremos nesta matéria.

Buffy: A Caça-Vampiros estreou no dia 1º de julho de 1992 nos cinemas dos EUA e chegaria no fim do mês no resto do país. Em grande parte do mundo, devido ao fracasso do longa em seu país de origem, o filme chegaria direto no mercado de vídeo. A ideia nasceu da mente do próprio Joss Whedon, ainda um nome desconhecido em Hollywood na época, tendo estreado como roteirista em sitcoms como Roseanne (1989-1990) e Parenthood (1990-1991). O mote aqui era uma mistura de gêneros, como uma espécie de As Patricinhas de Beverly Hills encontra Os Garotos Perdidos. Ou seja, uma abordagem mais espertinha, cheia de referências, piadas e muita graça ao gênero do terror de vampiros. Whedon criou uma trama onde uma patricinha de marca maior, uma jovem chamada Buffy, extremamente fútil, cuja meta de vida era viajar para a Europa, casar com Christian Slater e depois morrer (como citado pela própria) teria um arco dramático onde se descobriria a salvadora do mundo e eventualmente cresceria como pessoa.

Antes de ficar imortalizada na forma de Sarah Michelle Gellar na série, Buffy foi vivida por Kristy Swanson no cinema.

Buffy é a escolhida para combater os vampiros em sua pequena cidade – que são bem reais e estão entre nós, prontos para transformar os jovens do local em mortos-vivos. Do dia para noite, a jovem de cabeça vazia descobre a ameaça e recebe a notícia de que ela, e apenas ela, é a linha de defesa da humanidade. Muito antes de Kevin Williamson mesclar tão perfeitamente o humor e o terror nos slasher adolescentes do fim da década de 1990, a começar com Pânico, Joss Whedon tinha essa proposta em sua narrativa – mas infelizmente as coisas não sairiam como planejado pelo realizador. Para começar, seu roteiro original foi completamente reescrito em prol de entregar um filme mais leve e aprazível aos adolescentes. No desfecho, por exemplo, numa manobra digna de Carrie – A Estranha, Buffy acaba com o baile de formatura incendiando a escola, num esforço para destruir os vampiros. Tais mudanças deixaram o roteirista Whedon tão frustrado e aborrecido – já que estava se distanciando por completo de sua visão – que o criador decidiu abandonar a produção, deixando o set e nunca mais retornando. Apesar disso, o filme ainda leva seu crédito como roteirista único da obra.

Curiosamente, o fato citado acima do incêndio na escola provocado por Buffy, é mencionado algumas vezes na série. Segundo Whedon, o seriado é um derivado de seu roteiro original e não do filme. O roteirista acredita que a produção cinematográfica de Buffy deva ser encarada como uma obra própria, sem qualquer ligação com o programa de TV – tamanho o desafeto pelo longa. De acordo com ele, tudo em relação ao filme não deve ser considerado cânone para a série – separando bastante ambos. De fato, o roteiro original de Whedon inclusive se tornou uma HQ, intitulada “A Origem” – essa sim considerada por ele como precursora da emblemática série noventista.

Kristy Swanson como Buffy contracena com os saudosos Luke Perry e Rutger Hauer na versão para o cinema de 1992.

Uma das principais diferenças abandonadas na série em relação ao filme foram as infames cólicas “sensoriais” de Buffy. Não sabemos exatamente se a ideia partiu de Joss Whedon ou já consta entre as inúmeras modificações que o roteiro sofreu, mas o fato é: no filme Buffy tinha um poder, digamos, no mínimo curioso (para não dizer sem noção) que depois desapareceu na versão televisiva (ainda bem). Imagine o sentido aranha do herói Homem-Aranha, que o avisa dos perigos ao redor. Agora pense numa versão pseudo-engraçadinha que tenta subverter para o universo feminino de uma adolescente. Em resumo: Buffy tem cólicas sempre que um vampiro está por perto – o que ela define como algo muito semelhante a cólicas menstruais. Er… bem,…

Para o papel protagonista da heroína, a morena Alyssa Milano era a primeira escolha, e dizem estava pronta para pegar o papel. Milano fez sucesso na adolescência no seriado cômico Quem é o Chefe (1984-1992) e no cinema foi a filha de Arnold Schwarzenegger em Comando para Matar (1985). A atriz ainda estava no ar com sua sitcom quando quase pegou o papel de Buffy, e na época tinha 20 aninhos. Ela não ficou com a personagem, mas no ano seguinte da estreia da série de Buffy, estrearia seu próprio seriado de sucesso nos mesmos moldes com Charmed – Jovens Bruxas (1998-2006). Para o papel protagonista no filme da Fox então entrava em cena a loiríssima Kristy Swanson, famosa pelo prazer culposo cult de Wes Craven, A Maldição de Samantha (1986). Quatro anos depois de Buffy, Swanson participaria da única adaptação (até o momento) do herói dos quadrinhos O Fantasma (1996). Justiça seja feita, a loirinha Swanson está bem no papel e se entrega de verdade ao projeto. O problema do longa, incluindo o pobre resultado, nada tem a ver com sua protagonista.

Dentre os rostos no elenco de Buffy, estão os primeiros papeis de gente como Hilary Swank, Ben Affleck e David Arquette.

Além de Kristy Swanson, Buffy: A Caça-Vampiros também marcaria os primeiros papeis de gente como a duas vezes vencedora do Oscar Hilary Swank, Ben Affleck, Thomas Jane e David Arquette. O saudoso Luke Perry, no auge de sua popularidade devido à série Barrados no Baile (Beverly Hills 90210) – que havia estreado dois anos antes -, vive o interesse amoroso da heroína: o rebelde Pike – uma espécie de bad boy de bom coração, de certa forma similar ao papel de Dylan que vivia no seriado. Os grandes nomes do elenco, no entanto, eram os dos veteranos Donald Sutherland e Rutger Hauer. O primeiro vive Merrick, o responsável por rastrear a caçadora e treiná-la para salvar o mundo, e o segundo vive Lothos, o vampirão malvado do filme. De acordo com Whedon, Sutherland não foi nada fácil de se trabalhar. O ator constantemente reescrevia seus diálogos ao bel prazer, sem sequer consultar o roteirista.

Porém, existe outro ator no filme Buffy que atraiu atenção de forma extremamente negativa na época. O humorista Paul Reubens não é muito conhecido aqui no Brasil, mas ele é o responsável pela criação do personagem infantil Pee Wee Herman, que viu seu auge na década de 80, tendo seu próprio programa para crianças na TV, além de estrelar dois filmes (em 1985 e 1988 – o primeiro inclusive marcando a primeira produção dirigida por Tim Burton). A vida pessoal de Reubens era outra história, e embora o comediante fosse associado a uma inocência juvenil, ele era também um pervertido de marca maior. Reubens foi preso no início da década de 1990, enquanto se masturbava publicamente dentro de um cinema exibindo filmes pornô. Na época, isso foi um verdadeiro escândalo, e o ator foi colocado na geladeira por um tempo. Seu primeiro papel depois disso foi aqui em Buffy, onde vive o segundo vampiro em poder, Amilyn – num papel que foi originalmente planejado para a atriz Joan Chen (de Twin Peaks). Figuras como David Bowie e Mick Jagger também fariam aparição como vampiros, mas no fim das contas a produção terminou sem dinheiro para conseguir escalar os músicos, mesmo em pontinhas.

Swanson abraçou a galhofa com muito charme em Buffy. Enquanto Paul Reubens ainda era alvo de polêmica na época.

Buffy: A Caça-Vampiros se meteu em briga de cachorro grande, programando sua estreia para julho de 1992, época dos maiores lançamentos do ano, por serem as férias escolares da garotada. Assim, o filme estreou em quinta posição no ranking das bilheterias, com US$4.5 milhões no primeiro fim de semana – logo na semana seguinte, caindo para a décima posição. Buffy terminaria sua estadia nas telonas com um pouco mais do dobro de seu orçamento, com US$16.6 milhões, evitando assim se tornar um fracasso retumbante. Ao menos financeiramente, já que as críticas do filme não seriam nada favoráveis.

Joss Whedon por outro lado não desistiu da ideia de sua patricinha matadora e deste universo de vampiros, terror, adolescentes, humor, referências pop e diálogos espertinhos. Após a explosão do filme Pânico (1996), Whedon achou que valia a pena tentar de novo, afinal a demanda por produtos deste gênero haviam aumentado consideravelmente, e levou sua premissa novamente à Fox, desta vez ao seu segmento televisivo. Com um novo elenco encabeçado por Sarah Michelle Gellar, novos personagens, e muitas participações de jovens atores do momento (na época), Buffy: A Caça-Vampiros finalmente alcançaria a popularidade merecida. O programa ficaria no ar por sete temporadas. E se você é daqueles que acham que já está mais do que na hora de Buffy ensaiar um retorno na forma de um reboot, saiba que o próprio criador concorda com você. Whedon vem tentando tirar um reboot do papel e chegou perto de conseguir em 2019. O problema atual, assim como foi há 30 anos no passado, são certas acusações de má conduta no ambiente de trabalho por parte do criador – o que deve dificultar as coisas para sua menina dos olhos… É a criatura pagando pelos pecados de seu criador.

COMÉDIA SEM NOÇÃO! Os Filmes Mais Politicamente Incorretos dos Anos 80…

Que os anos 80 foram a década mais politicamente incorreta todo mundo sabe. A verdade é que o mundo era outro – com uma época então dona de outros conceitos e valores, hoje tidos como ultrapassados e que não cabem mais para a sociedade moderna (apesar da insistência ainda de muitos). A frase muito usada no início dessa revolução cultural do politicamente CORRETO era “que o mundo estava ficando muito chato”.

É preciso saber separar o joio do trigo, e identificar o que é exagero e o que de fato é legítimo. Uma tarefa cada vez mais difícil. É só pensarmos que precisamos evoluir e ser pessoas melhores. E isso inclui não ofender o próximo, seja por qualquer motivo, em especial sobre sua aparência. Racismo e homofobia se tornaram devidamente crimes sujeitos à pena, assim como comportamentos machistas são intoleráveis e injustificáveis.

Mas isso é agora, e nada se aplicava aos sem noção anos 80. Bem, para ser justo, a década guarda muita coisa – a maioria na verdade – que não ficou datada e ainda se encaixa hoje. Mas é preciso levar em conta que aquela era a época extrema do macho alfa, seja em filmes de ação em que o ídolo era quem batia e destruía mais, ou em comédias em que o protagonista adorado tinha como missão levar o maior número de mulheres para a cama. Só para citar alguns exemplos. Sendo assim, algumas produções perdiam a mão em suas tramas, mesmo que a intenção final fosse boa, e o núcleo de tais filmes fossem mensagens de superação e transformação. O problema é o caminho torto que esses longas percorriam para chegar lá. Aqui, porém, nada de cancelamento histórico – somos a favor de aprender com o passado e estuda-lo, e não apaga-lo, a fim de não repetir seus erros.

Nessa nova matéria, resolvi separar cinco filmes considerados sem noção aos olhos de hoje, que jamais seriam produzidos nos dias atuais, e que envelheceram mal pelos mais variados motivos. Mas a lista dos filmes sem noção não englobam apenas produções consideradas racistas, machistas e homofóbicas, aqui também temos filmes cara de pau e outros “What the Fuck” que separamos para você. Confira abaixo e venha reviver essa época tosca em toda a sua glória.

O Brinquedo (The Toy, 1982)

Por falar em astros negros de Hollywood, um dos maiores nomes, ainda enaltecido até hoje, foi o do comediante Richard Pryor. Humorista de grande sucesso dos palcos, e um dos precursores do stand-up comedy como o temos hoje, Pryor também se mostrou um fenômeno no cinema, participando de produções famosas ao lado de Gene Wilder (sua dupla mais marcante nas telonas) e até mesmo roubando a cena do super-herói Homem de Aço, em Superman III (1983). Um ano antes, Pryor (que faleceu em 2005, aos 65 anos) estrelava este veículo chamado O Brinquedo – comédia que está completando 40 anos em 2022. O filme é na verdade o remake de uma produção francesa de mesmo nome (Le Jouet no original), de 1976.

Não é uma prática incomum Hollywood refilmar produções de outros países, ainda mais se tiverem feito sucesso, como foi o caso desta. Na trama, um milionário, a fim de comprar o afeto de seu pequeno filho, com quem não consegue se conectar, decide que o menino pode ter qualquer brinquedo que desejar. O garoto escolhe um sujeito azarado que estava na loja no momento. E o protagonista topa o joguete por se encontrar em grande dificuldade financeira. Comprar um ser humano para divertir seu filho já vem carregado de grande conotação incorreta em seu discurso, porém, a coisa ainda fica pior na versão americana. Acontece que no original francês o protagonista Pierre Richard é branco; enquanto em Hollywood, Pryor é um homem negro comprado por uma família de brancos. Pense em Corra! (2017) tratado como comédia leve e infantil.

 

A Cara do Pai (Carbon Copy, 1981)

Começamos com um filme estrelado por ninguém menos do que o astro Denzel Washington – hoje considerado um dos maiores nomes de Hollywood e do cinema mundial. Um dos melhores atores em atividade, Washington começou sua carreira com essa comédia que marcou sua estreia nas telonas há exatos 41 anos. Veja esta premissa e me diga o que acha: o veterano George Segal interpreta um homem branco de meia idade que tem tudo no lugar em sua vida, o que inclui um bom emprego (onde seu sogro é o dono da empresa), um bom casamento, uma bela casa e um carrão. Tudo muda na vida do sujeito quando ele descobre que tem um filho negro (Denzel), que aparece de supetão em sua porta, fazendo tudo ao seu redor se desestruturar. A intenção até pode ter sido a crítica ao racismo da época, mas muito do humor se baseia em estereótipos raciais da dita grande diferença entre comportamentos e costumes de negros e brancos. Hoje fica aquele gosto amargo na boca.

Dona de Casa por Acaso (Mr. Mom, 1983)

Hoje, é praticamente impensável fazer um filme de comédia que se baseie inteiramente na inaptidão de um homem realizando tarefas domésticas – tidas antigamente como “serviço de mulher”. Sabe aquela máxima já há muito abatida de que “lugar de mulher é na cozinha e cuidando de casa”, ou da chacota “bela, recatada e do lar”. Pois bem, imagine um filme sobre isso. No entanto, até o ano de 1983 (pelo menos), o grande público achava engraçadíssimo ver um homem cuidando de casa e dos filhos pequenos enquanto a mulher sai para trabalhar. Não é hilária essa inversão de valores? Bem, na época até poderia ser – mas hoje simplesmente não faz sentido e ficamos apenas sem entender, olhando para a tela. Mesmo na época, a mulher já tinha buscado e conquistado muito de seu espaço no mundo profissional e havia deixado o lar se empoderando. Pior é pensar que estrelando essa “patifaria” temos ninguém menos do que o revitalizado Michael Keaton – que após um passado em comédias como essa nos anos 80, viveu o herói Batman duas vezes nas telonas, e ressurgiu com uma indicação ao Oscar por Birdman – e projetos de qualidade elogiadíssimos, vide Spotlight e Fome de Poder. O mais curioso é que o filme foi escrito por John Hughes e ressurgiu como cult.

Uma Escola Muito Louca (Soul Man, 1986)

Agora chegamos no que é provavelmente o filme mais racista e de mau gosto dos anos 80 – criado de forma involuntária. Essa era para ser uma comédia tipicamente adolescente da época, onde tramas farsescas em que um jovem se disfarça como algo que não é dominavam e faziam sucesso – sem pensar nas implicações de tais atos. Como dito, era uma época diferente, onde não se tinha esta mentalidade. Assim, homens se disfarçavam de mulher, e belas moças se vestiam de rapazes sem que ninguém desconfiasse – hoje, isso teria ainda outras implicações de gênero. Mas aqui, os realizadores foram ainda mais longe, se apoderando de um artifício extremamente condenável (e não é de agora): o chamado black face. O termo é usado para definir pessoas brancas se pintando de negras em filmes ou até como fantasia – um ato considerado extremamente racista.

Para termos noção, o ato gerou enorme controvérsia até mesmo quando a atriz negra Zoe Saldana usou o artifício e pintou sua pele a escurecendo a fim de gerar mais similaridade com a cantora Nina Simone, na biografia Nina (2016) – prontamente boicotada e varrida para debaixo do tapete. Voltando, a história sem noção de Uma Escola Muito Louca traz o protagonista C. Thomas Howell, como um estudante branco que, sem conseguir vaga na universidade de seus sonhos, decide aplicar para a cota de alunos negros. O problema é que, como dito, ele é branco. A solução do “jênio”? Escurecer sua pele com medicamentos e se passar por negro, é claro! Aqui também temos todo o “humor” do filme baseado em cima de estereótipos raciais preconceituosos.

Quase Igual aos Outros (Just One of the Guys, 1985)

Por falar em comédias que podem ser consideradas machistas nos dias de hoje, chega agora à lista uma que fez muito sucesso nas exibições da Sessão da Tarde – e que tenho certeza que muita gente lembra e adora. Bem, a proposta do filme até pode ser desmascarar e combater o machismo, ainda muito em vigor na sociedade – ainda mais naquela época -, mas como dito no início do texto, alguns filmes escolhem caminhos, digamos, muito sem noção para faze-lo. O que chama atenção em filmes assim é que geralmente extrapolam os limites da farsa a qual se propõem, pedindo ao público que deem um grande salto de fé para comprar a ideia. Veja só esta premissa. Terry (papel de Joyce Hyser) é uma jovem ambiciosa, sonhando com a carreira no jornalismo. Porém, em seu colégio, todas as vagas vão para os homens, e seus professores a aconselham que seja modelo, devido à sua aparência física.

Ligado o sinal de alerta de “What the Fuck” número 1 aqui. Mas continuamos. Assim, ela bola um plano “brilhante”. Decide se matricular em outro colégio, mas desta vez vestida de menino, com uma nova identidade, a fim de provar que é boa independente do sexo. Como dito, assim como muitos itens da lista, o coração do filme está até no lugar certo, o grande problema está na forma como tudo é tratado. Junte a isso muitas piadas homofóbicas, já que Terry (um nome unissex), obviamente, se apaixona pelos rapazes da nova escola. Não tem como escapar da sensação de que isso tudo é muito errado. No elenco, William Zabka, o Johnny de Cobra Kai, recém-saído do primeiro Karatê Kid, vivendo outro valentão de colégio. O filme pode até ter sido dirigido por uma mulher, mas o roteiro foi escrito por dois homens e sua visão de mundo da época.

Chris Evans reage à cena pós-créditos de ‘Mulher-Hulk’ que faz referência ao Capitão América; Confira!

Mulher-Hulk: Defensora de Heróis’ finalmente chegou ao catálogo do Disney+ e já vem conquistando o público e a crítica internacional.

E o primeiro episódio da série traz várias piadas e referências com outros títulos e personagens do MCU, incluindo o esclarecimento se Steve Rogers/Capitão América (Chris Evans) era virgem ou não.

Agora, Evans, que se despediu do personagem no aclamado ‘Vingadores: Ultimato’, compartilhou sua reação ao assistir ao capítulo: em seu Twitter oficial, o ator postou vários emojis rindo da menção ao herói (e um indicando que não vai se pronunciar sobre a vida sexual do Capitão).

Confira:

Por anos, os fãs brincaram com o fato e a protagonista Jennifer Walters/Mulher-Hulk (Tatiana Maslany) faz a mesma pergunta para o primo Bruce (Mark Ruffalo).

SPOILERS!

Na cena pós-créditos, Jennifer Walters bebendo com Bruce (Mark Ruffalo) no bar e revelar estar muito triste por Steve Rogers ter morrido virgem. Jen até comenta sobre o bumbum de Steve, observando que a bunda da América não “merecia morrer virgem”.

É então que Bruce solta uma bomba. Ele revela que Steve não era realmente virgem. De acordo com Bruce, Steve perdeu a virgindade em 1942 com uma garota. Jen abre um sorriso e a cena termina com uma grande tomada da personagem gritando “O CAPITÃO AMÉRICA TRAN—“.

Assista a crítica, nossa entrevista e siga o CinePOP no YouTube:

A primeira temporada estreou com 94% de aprovação no Rotten Tomatoes, com nota 7.65/10 baseada em 224 reviews até o momento.

Entre os comentários, a série é elogiada como uma das melhores produções da Marvel Studios em parceria com a Casa Mouse.

Além de enaltecerem a atuação da protagonista Tatiana Maslany por conta de sua versatilidade, os críticos também destacaram o restante do elenco, afirmando que cada personagem consegue adicionar riqueza à trama.

Por sua vez, os roteiros de Jessica Gao são descritos como algo totalmente único em meio a um gênero saturado e que a série veio para valorizar o MCU com seu humor fora do padrão.

E tudo isso é muito bem trabalhado pela direção de Kat Coiro.

Confira as avaliações:

“A sensibilidade autoconsciente e o desempenho de Maslany ajudam tanto a personagem quanto a série a esculpirem seu próprio lugar dentro do grande e estereotipado universo do MCU.” – Rolling Stone.

“‘Mulher-HUlk: Defensora de Heróis‘ não é apenas a estreia em live-action que a personagem-título sempre mereceu, mas é um novo ponto de virada provando do que são capazes as séries do MCU.” – Comic Book.

“‘Mulher-HUlk: Defensora de Heróis‘ é um pivô encantador para o MCU no território processual legal cômico, com uma performance perfeita de Tatiana Maslany, que consegue elevar todos os elementos da produção.” – Perri Nemiroff.

“Como uma adaptação perfeita da personagem de quadrinhos, esta série eleva tudo o que torna a ‘Mulher-Hulk‘ tão divertida no material original.” – The Wrap.

“‘Mulher-HUlk: Defensora de Heróis‘ é um sucesso absoluto e a série da Marvel mais divertida de todos os tempos, com o primeiro episódio entregando minha frase favorita de todos os tempos de qualquer produção do estúdio.” – JoBlo.

Maslany é mais do que capaz de levar a mistura da ‘Mulher-Hulk‘ do drama envolvendo o poder feminino à uma aventura de super-heróis. Seja em forma humana ou transformada, ela consegue cumprir o que prometeu.” – Daily Telegraph.

“‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘ funciona em seus próprios termos. A trama é fluida, divertida e carregado de referências, mas qualquer um que procure ‘mais’ – mais escuridão, mais drama, mais coesão – ficará frustrado.” – The Hollywood Reporter.

O editor-chefe Renato Marafon entrevistou a atriz Ginger Gonzaga, intérprete de Nikki, a melhor amiga da protagonista, e afirmou que os fãs que criticaram o CGI da série devem se divertir quando assistirem.

A série terá 9 episódios com cerca de 30 minutos de duração cada.

Criadora de ‘Mulher-Hulk’ diz que NÃO planejou novas temporadas para a série

Entre a séries live-action da Marvel em parceria com a Disney+, ‘Loki‘ foi a única renovada para a 2ª temporada.

E parece que ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘ vai seguir o mesmo caminho das outras, sendo encerrada na 1ª temporada.

Em entrevista para o Deadline, a criadora e roteirista-chefe Jessica Gao foi questionada se já planejou novos episódios para a o futuro da atração.

Em resposta, ela disse que:

“Não. Na verdade, ‘Mulher-Hulk‘ foi concebida com começo, meio e fim. Vindo da televisão, você nunca pode garantir que terá outra temporada.”

Ela continuou:

“Na minha mente, sempre trabalhei com apenas uma temporada, porque você realmente tem que contar uma história completa, com a qual você ficaria satisfeito se não for renovada. Eu sempre trabalhei com a ideia de contar as coisas de forma única, então você não pode ter a intenção de deixar a trama em aberto.”

Por fim, ela argumentou:

“Não vejo problema em deixar a porta aberta para novos episódios, desde que você planeje um arco satisfatório em uma única temporada.”

Lembrando que o próximo episódio de ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘ estreia em 25 de agosto.

A trama acompanha Jennifer Walters (Maslany), advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, começa a ganhar poderes idênticos ao de Hulk após receber uma transfusão de sangue de emergência de Bruce Banner (Mark Ruffalo), seu primo.

“Esta nova série de comédia mostra Bruce Banner ajudando sua prima, Jennifer Walters, quando ela precisa de uma transfusão de sangue de emergência e adivinhem? Ela também recebe seus poderes. Tatiana Maslany interpretará Jennifer, que é uma advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, enquanto Mark Ruffalo retorna como o Hulk ao lado de Tim Roth, o Abominável.”

O elenco também conta com Jameela Jamil, Ginger Gonzaga, Griffin Mathews, Renée Elise Goldsberry e Josh Segarra. A rapper Megan Thee Stallion fará aparições na produção.

Kevin Feige, diretor criativo da Marvel Studios, disse que a série terá 10 episódios com cerca de 30 minutos de duração cada.

Um dos filmes de terror MAIS ASSUSTADORES de Sam Raimi estreia fazendo sucesso na Netflix; Confira!

Além de ficar famoso por dirigir a trilogia ‘Homem-Aranha‘ e ‘Doutor Estranho 2‘, Sam Raimi sempre foi conhecido por ser um dos grandes mestres dos filmes de terror.

Raimi dirigiu os clássicos ‘Uma Noite Alucinante: A Morte do Demônio‘ (1981), ‘Uma Noite Alucinante 2‘ (1987), ‘Darkman: Vingança Sem Rosto (1990)’ e também o elogiado ‘Arraste-me para o Inferno‘ (2009) – este último que acaba de estrear na Netflix e já figura em 5º lugar entre os títulos mais assistidos do streaming.

Christine Brown (Alison Lohaman) é uma ambiciosa analista de crédito de Los Angeles que namora o professor Clay Dalton (Justin Long). Sua vida está ótima até a misteriosa Mrs. Ganush (Lorna Raver) surgir no banco onde trabalha para implorar pela prorrogação de sua hipoteca.

Para ser vista com bons olhos pelo chefe, Christine decide negar o pedido da senhora. Como retaliação, a senhora lança uma terrível maldição na jovem, transformando sua vida em um terrível pesadelo. Perseguida por um espírito e sem a confiança de seu namorado, ela procura o auxílio de um profeta para salvar sua alma da condenação eterna. Para ajudar Christine, o vidente a coloca em assombrosas situações para tentar reverter o feitiço.

Confira e assista ao trailer:

Em entrevista ao Bloody Disgusting, Sam Raimi revelou o motivo do longa nunca ter tido uma sequência.

“Eu tenho muito carinho por ‘Arrasta-me Para o Inferno’. O que eu mais amo sobre esse projeto é que eu tive controle absoluto sobre ele. Eu pude fazer o que eu queria. Sinto que quando o estúdio te faz cortar ou adicionar algo, isso estraga toda a experiência para mim. A trama é um conto sobre moralidade. A protagonista fez uma coisa errada, mas, nossa… coitada dela! Eu pensei que seria divertido colocar o título do filme ‘Arrasta-me Para o Inferno’, terminar exatamente como o título havia alertado e, ainda assim, ser chocante.”

Sobre uma possível sequência nunca ter acontecido, Raimi é direto: “Bem, se alguém tiver uma boa história… Eu não tenho uma história [para uma sequência], pois, na minha cabeça, a personagem foi morta – ou pior. Então eu não sei como poderia seguir a partir desse ponto. Geralmente, há um personagem interessante ou um conceito que sinto que precisa ser continuado, mas o final desse filme é tão definitivo que eu não sei por onde começar uma sequência.”

Sucesso nos cinemas, o terror arrecadou US$ 90.8 milhões mundialmente, com um orçamento de apenas US$ 30 milhões.

‘Sex And The City’: John Corbett reprisa papel na 2 temporada de ‘And Just Like That…’

John Corbett volta como Aidan Shaw para fazer novos episódios na série clássica, personagem que vivia um caso com Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker) na série original. O personagem apareceu nas temporadas 3 e 4 da atração e também apareceu no longa ‘Sex and the City 2‘.

Não foram revelados maiores detalhes da participação do ator, porém o retorno do personagem deverá se dar por uma série de episódios.

And Just Like That…‘, o novo capítulo da inovadora série da HBO ‘Sex and the City‘, do produtor executivo Michael Patrick King, segue Carrie (Sarah Jessica Parker), Miranda (Cynthia Nixon) e Charlotte (Kristin Davis) conforme elas vão da complicada jornada da vida e dos relacionamentos aos 30 anos para a ainda mais complicada realidade da vida e amizades aos 50.

Lembrando que os produtores executivos são Sarah Jessica Parker, Kristin Davis, Cynthia Nixon, Julie Rottenberg, Elisa Zuritsky, John Melfi e Michael Patrick King.

Os roteiristas incluem King, Samantha Irby, Rachna Fruchbom, Keli Goff, Julie Rottenberg e Elisa Zuritsky. A série ‘Sex and the City‘ da HBO foi criada por Darren Star e é baseada no livro ‘Sex and the City‘ de Candace Bushnell.

Vale destacar que os novos episódios de ‘Sex and the City 2‘ não tem previsão de estreia.

Criada por Darren Star, a série se passa 10 anos após os eventos do filme ‘Sex and the City 2‘.

A trama acompanha Carrie, Miranda e Charlotte conforme navegam pela complicada jornada da vida e da sua amizade de quando estavam no auge dos seus 30 anos, agora para uma fase ainda mais complicada no auge dos seus 50 anos.

O elenco conta com o retorno de Sarah Jessica Parker, Cynthia Nixon, Kristin Davis, Mario Cantone, David Eigenberg e Evan Handler, além de introduzir Sara Ramirez e Sarita Choudhury.

Elijah Wood se junta a Christina Ricci no elenco de ‘Yellowjackets’

Elijah Wood attends 2021 Tribeca Festival Premiere of "No Man Of God" at Pier 76 on June 11, 2021 in New York City. (Photo by Dia Dipasupil/Getty Images for Tribeca Festival)Christina Ricci as Misty in YELLOWJACKETS, "101". Photo credit: Paul Sarkis/SHOWTIME.

A Showtime anunciou nesta sexta-feira (19) que a estrela Elijah Wood, o Frodo de ‘O Senhor dos Anéis‘, se juntou ao elenco da 2ª temporada de ‘Yellowjackets‘.

O ator é o mais recente membro do elenco anunciado para o segundo ano da série, com a estrela de ‘Obi-Wan Kenobi‘, Simone Kessell e Lauren Ambrose, de ‘Six Feet Under‘ e ‘Servant‘, se juntariam à série como versão adulta dos personagens da primeira temporada, Lottie e Van, respectivamente.

Elijah Wood interpretará um personagem convidado chamado Walter, que é descrito como um “detetive cidadão dedicado que desafiará Misty de maneiras que ela não faz ideia”.

Enquanto isso, confira o trailer da primeira temporada

Criada por Ashley LyleBart Nickerson (‘Narcos’), a série é descrita como uma mistura de “sobrevivência épica, terror psicológico e drama”.

Uma equipe de talentosas estudantes se tornam improváveis sobreviventes de um acidente de avião, que cai em uma área remota e isolada. Enquanto acompanhamos a jornada delas de sobrevivência, vemos a vida que elas tentam reconstruir 25 anos após o acontecimento, provando que o passado nunca fica para trás.

O elenco também conta com Christina Ricci, Melanie Lynskey, Tawny Cypress e Juliette Lewis.

Saiba QUANTOS MINUTOS a mais terá a nova versão de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’

A Sony Pictures confirmou que ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’ será relançado nos cinemas brasileiros em uma nova versão, e hoje foi revelado quanto tempo a mais ela terá de duração.

Segundo o Fandango, serão 11 minutos de cenas inéditas.

Além dos efeitos especiais do filme terem sido finalizados após a estreia nos cinemas, a nova versão ainda trará várias cenas inéditas inserindo mais humor.

O filme será lançado por aqui com o título ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa – A Versão Ainda Mais Divertida‘ no dia 7 de setembro.

Assista nossa entrevista com o Tom Holland:

“Vocês queriam mais Cabeça de Teia e conseguiram! ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’: A versão mais divertida chega aos cinemas dos EUA e Canadá em 02 de setembro! Mais países serão anunciados em breve!”

Mundialmente, a sequência arrecadou mais de US$1,88 bilhão.

Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco ainda conta com Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

Reboot? Novo elenco de ‘Sex Education’ é apresentado

Os atores Dan Levy, Thaddea Graham, Marie Reuther, Felix Mufti, Anthony Lexa, Alexandra James e Imani Yahshua são os novos nomes para a quarta temporada de ‘Sex Education‘.

De acordo com a Variety, Levy (Schitt’s Creek) será Thomas Molloy, um autor famoso e tutor do curso de Maeve (Emma Mackey) em sua faculdade. Os detalhes dos personagens dos demais estão em sigilo. As filmagens estão acontecendo.

Na quarta temporada, Otis (Asa Butterfiield) e Eric (Ncuti Gatwa) agora enfrentam uma nova fronteira – seu primeiro dia na faculdade Cavendish.

Otis está nervoso em montar sua nova clínica, enquanto Eric reza para que eles não sejam perdedores novamente. Maeve está vivendo seu sonho na prestigiosa Wallace University, acompanhada pelo autor cult Thomas Molloy.

A nova temporada ainda não tem data de estreia confirmada.

‘Sandaman’: Neil Gaiman participou do especial no episódio extra e você não percebeu

Quem já viu o episódio extra de ‘Sandman‘, lançado na manhã desta sexta-feira (19), pela Netflix, deve saber que o próprio autor das HQ’s que inspirou a série, Neil Gaiman, fez uma participação especial no capítulo.

Algumas pessoas podem nem ter percebido, mas se estava com os ouvidos atentos, é capaz de ter reconhecido a voz marcante do escritor.

A voz de Gaiman pode ser ouvida na primeira história do episódio, ‘Sonho de Mil Gatos‘. O britânico fez a voz de um corvo morto visto pela gatinha da história em um sonho.

Abaixo você confere a imagem do corvo:

Lembrando que James McAvoy e Sandra Oh já participaram também da série. O episódio mistura as histórias ‘Sonho de Mil Gatos‘ e ‘Calliope‘. Os dois contos fazem parte do volume ‘Terra dos Sonhos‘, edição dos quadrinhos que reúne histórias separadas com ‘Sonho‘.

Relembre o trailer:

O elenco ainda conta com Vivienne Acheapong (Lucienne), Boyd Holbrook (Coríntio), Charles Dance (Roderick Burgess), Asim Chaudhry (Abel), Sanjeev Bhaskar (Cain), Kirby Howell-Baptiste (Morte), Mason Alexander Park (Desejo), Donna Preston (Desespero), Jenna Coleman (Johanna Constantine), Niamh Walsh (Ethel Cripps) e Joely Richardson (Ethel).

Allan Heinberg (‘Mulher-Maravilha’) é o showrunner da série.

O selo de histórias em quadrinhos Vertigo da DC publicou originalmente a série entre 1989 e 1996, com várias séries adicionais chegando em 2009 e entre 2013 e 2015.

Jon Bernthal vira ‘Gigolô Americano’ nos novos cartazes da série da Paramount+; Confira!

A Paramount+ divulgou novos cartazes para promover a série ‘Gigolô Americano‘, estrelada por Jon Bernthal (‘The Walking Dead’ e ‘O Justiceiro’).

Confira, junto com o trailer:

Descrita como uma “reimaginação atual” do filme de 1980, a nova versão chegará ao serviço de streaming no dia 10 de setembro.

A trama apresenta Julian quinze anos depois de ter sido preso por assassinato, lutando para se encontrar na indústria do sexo em Los Angeles. Em paralelo, ele procura quem armou sua prisão e espera se reconectar com Michelle, seu grande amor.

David Hollander entra como roteirista, diretor e showrunner do projeto.

O longa original, estrelado por Richard Gere, acompanhava Julian Kaye, um gigolô para mulheres sofisticadas, ricas e entediadas, que se envolve com Michelle Stratton, uma cliente casada com um político. Enquanto está curtindo sua paixão, Julian é acusado do assassinato de outra cliente, mas devido à profissão que exerce torna-se vulnerável a pagar por um crime que não cometeu. Mesmo Michelle pagando excelentes advogados para defendê-lo, a situação de Julian é no mínimo delicada.