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Esther está de volta no trailer DUBLADO da sequência ‘Órfã 2: A Origem’; Confira!

A Diamond Films divulgou o novo trailer dublado da sequência ‘Órfã 2: A Origem‘.

Confira:

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 15 de setembro.

Sucesso entre os críticos, o longa conquistou 77% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Confira as reações abaixo:

“‘Órfã 2: A Origem’ arrasa! Está claro que os talentosos realizadores não queriam imitar o filme anterior. O segundo é mais espirituoso, inteligente e simplesmente incrível, injetando vida nova em sua fórmula de criança assustadora. Tome um gole antes de ver!” Fresh Fiction

“‘Órfã 2’ é um filme inteligente e pontual que se encaixa perfeitamente no que o primeiro filme criou há mais de uma década.” Collider

“Vida longa a Esther!” Slashfilm

“Deliciosamente exagerado e um pouco bobo, é uma comédia de terror difícil de não gostar, mesmo que não faça jus ao seu antecessor.” Starburst

“Um filme que compreende o seu próprio absurdo, sendo muito melhor que o primeiro, e com razão.” The Wrap

“Funciona como uma prequel da Esther, mas consegue se sentir tão singularmente independente graças a algumas mudanças pontuais e ótimas na narrativa.” IGN Movies

A pré-sequência será dirigida por William Brent Bell (‘Boneco do Mal‘), com um roteiro escrito por David Coggeshall.

No primeiro filme, Esther é uma mulher de 33 anos chamada Leena Klammer, que tem hipopituitarismo – um distúrbio hormonal raro que atrapalhou seu crescimento físico e causou nanismo proporcional. Ela passou a maior parte de sua vida se passando por uma garotinha.

Na sequência, Lena Klammer orquestra uma fuga brilhante de uma unidade psiquiátrica russa e viaja para os Estados Unidos representando a filha desaparecida de uma família rica. Mas a nova vida de Lena como Esther vem com um problema inesperado e a coloca contra uma mãe que protegerá sua família a qualquer custo.

Isabelle Fuhrman volta a viver Esther.

‘A Lenda do Tesouro Perdido 3’ deve sair do papel após aprovação de Nicolas Cage

Há alguns meses, Jerry Bruckheimer, produtor da franquia ‘A Lenda do Tesouro Perdido‘ confirmou que o aguardado 3º filme já está sendo desenvolvido.

E, durante uma entrevista para o Comic Book, o cineasta revelou que só está faltando a aprovação do protagonista Nicolas Cage, que deve receber o roteiro em breve.

Questionado se o roteiro já foi escrito, Bruckheimer disse que:

“Sim, e estamos esperançosos. O trabalho no roteiro continua. Vamos torcer para que Nic Cage goste. É muito bom. Ele vai recebê-lo em breve, acredito eu.”

Lembrando que a franquia estará de volta aos holofotes em breve, quando estrear a série de TV da Disney+, estrelada por Lisette Alexis e Catherine Zeta-Jones.

Apesar da trama não contar com a presença de Benjamin Gates (Cage), é ambientada no mesmo universo e linha do tempo dos filmes, já que personagens como Riley Poole (Justin Bartha) e Sadusky (Harvey Keitel) irão retornar.

De qualquer forma, os roteiristas Cormac e Marianne Wibberley disseram ao Deadline que as portas estão abertas para um possível retorno de Cage ao papel.

“Nós vamos implorar, implorar e tudo mais”, disse Marianne durante a passagem da dupla na San Diego Comic-Con. “Nós o teremos em dois segundos. Ele é nosso ator favorito de todos. Nós o lançamos como Ben Gates antes dele ser Ben Gates. Ele foi nossa primeira escolha.”

Cormac acrescentou:

“Nessa história maluca, ele [o personagem] poderia estar por aí em lua de mel, até que decide voltar ao jogo. Ele tem a capacidade de fazer isso.”

Confira, junto com o teaser da série:

“Listando Nic Cage: Sua presença foi solicitada na série ‘National Treasure: Edge of History’.”

Jones será a antagonista Billie, descrita como “uma bilionária implacável especializada em antiguidades do mercado clandestino, além de uma caçadora de recompensas que vive sob as próprias regras. Ela se transformou de uma órfã miserável a uma empresária estilosa e aventureira. Billie está acostumada a conseguir o que quer – e ela quer o tesouro pan-americano. Mas não apenas pelo dinheiro, e sim por algo muito maior”.

O restante do time conta com Lyndon Smith (‘Parenthood’), Zuri Reed (‘Flatbush Misdemeanors’), Jake Austin Walker (’12 Mighty Orphans’), Antonio Cipriano (‘Jagged Little Pill’) e Jordan Rodrigues (‘Light as a Feather’).

Smith será a agente do FBI Ross, uma operante que busca por redenção depois de um grave erro quase acabar com sua carreira. Reed será Tasha, celebridade das redes sociais e gênia da tecnologia, que também é muito próxima de sua amiga, Jess. Rodrigues dará vida a Ethan, melhor amigo de Jess. Cipriano será Oren, um palhaço de sala de aula que sabe uma coisa ou duas sobre teorias da conspiração. E, por fim, Walker dará vida a Liam, um músico que vem de uma longa linhagem de caçadores de tesouros.

O episódio piloto será dirigido por Mira Nair (‘Rainha de Katwe’), a partir do roteiro de Marianne e Cormac Wibberley.

Lançado originalmente em 2004, ‘A Lenda do Tesouro Perdido‘ (‘National Treasure’) conta a história de um caçador de riquezas perdidas (Nicolas Cage) procura um tesouro que ninguém acredita existir, tendo sido acumulado durante séculos e transportado por vários continentes para evitar que fosse roubado. Suas investigações o fazem descobrir a existência de um mapa codificado escondido na declaração de independência dos EUA.

O segundo filme, ‘A Lenda do Tesouro Perdido: Livro dos Segredos‘ (National Treasure: Book of Secrets), foi lançado três anos mais tarde e arrecadou mais de US$ 457 milhões de bilheteria.

Assista ao trailer do episódio BÔNUS de ‘Sandman’ que a Netflix lançou hoje de surpresa

A Netflix lançou hoje em seu catálogo o episódio BÔNUS de ‘Sandman‘, que é dividido em duas partes.

O episódio se chama “Sonho de Mil Gatos/Calíope” e é feito em grande parte em animação.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O conteúdo é dividido em duas partes: uma animação de ‘Sonho de Mil Gatos‘, baseada na edição #18 da hq, e uma adaptação live-action de ‘Calíope‘, da edição #17.

Sonho de Mil Gatos‘ é dirigido por Hisko Hulsing, que é conhecido por seu trabalho na elogiada série ‘Undone‘.

‘Calíope‘ ficou a cargo de Louise Hooper, que dirigiu o episódio final da adaptação, intitulado ‘Corações Perdidos‘, e também já trabalhou em ‘The Witcher‘.

Ambos os episódios apresentam o protagonista da série, Tom Sturridge, como Morpheus.

O elenco de vozes convidadas para ‘Sonho de Mil Gatos‘ inclui Sandra Oh como A Profeta, Rosie Day como a Gatinha Malhada, David Gyasi como o Gato Cinzento, Joe Lycett como o Gato Preto e Neil Gaiman como o Corvo.

“Nós nos esforçamos para tornar a versão animada de ‘A Dream of a Thousand Cats‘ tão hipnotizante e hipnótica quanto possível, utilizando a magia de pinturas a óleo reais sobre tela”, diz Hulsing em um comunicado à imprensa. “Combinamos as pinturas com animação 2D desenhada de forma clássica, baseada em animação 3D realista de gatos telepáticos para criar um mundo de viagem que parece ao mesmo tempo realista e sonhador. Untold Studios em Londres criou a animação 3D de tirar o fôlego dos gatos. A maravilhosa animação 2D, pinturas a óleo e estilização foram feitas no Submarine Studios em Amsterdã.”

Já ‘Calíope‘ conta a história de uma musa, vivida por Melissanthi Mahut, que tem uma complicada história com Morpheus.

Além de Mahut, o elenco traz Arthur Darvill como Richard Madoc, Nina Wadia como Mãe do Destino, Souad Faress como Anciã do Destino, Dinita Gohil como Donzela do Destino, Kevin Harvey como Larry, Amita Suman como Nora e Derek Jacobi como Erasmus Fry.

O elenco ainda conta com Vivienne Acheapong (Lucienne), Boyd Holbrook (Coríntio), Charles Dance (Roderick Burgess), Asim Chaudhry (Abel), Sanjeev Bhaskar (Cain), Kirby Howell-Baptiste (Morte), Mason Alexander Park (Desejo), Donna Preston (Desespero), Jenna Coleman (Johanna Constantine), Niamh Walsh (Ethel Cripps) e Joely Richardson (Ethel).

Allan Heinberg (‘Mulher-Maravilha’) é o showrunner da série.

O selo de histórias em quadrinhos Vertigo da DC publicou originalmente a série entre 1989 e 1996, com várias séries adicionais chegando em 2009 e entre 2013 e 2015.

‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis’: Quais músicas são tocadas no 1º episódio? Confira!

O primeiro episódio de ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘ chegou ontem à Disney+, e quem já assistiu deve ter reparado que a escolha da trilha sonora foi bastante excêntrica.

Enquanto Jennifer Walters (Tatiana Maslany) treina com seu primo, Bruce (Mark Ruffalo), eles também passam a se conhecer melhor numa ilha deserta, entre brigas e bebedeiras.

Tudo isso embalado por canções com ritmos acelerados e até mesmo cômicos.

Como boa parte do público está se perguntando quais músicas foram tocadas no episódio de abertura, separamos uma lista com a trilha sonora completa.

Confira:

Lembrando que o próximo episódio de ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘ estreia em 25 de agosto.

A trama acompanha Jennifer Walters (Maslany), advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, começa a ganhar poderes idênticos ao de Hulk após receber uma transfusão de sangue de emergência de Bruce Banner (Mark Ruffalo), seu primo.

“Esta nova série de comédia mostra Bruce Banner ajudando sua prima, Jennifer Walters, quando ela precisa de uma transfusão de sangue de emergência e adivinhem? Ela também recebe seus poderes. Tatiana Maslany interpretará Jennifer, que é uma advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, enquanto Mark Ruffalo retorna como o Hulk ao lado de Tim Roth, o Abominável.”

O elenco também conta com Jameela Jamil, Ginger Gonzaga, Griffin Mathews, Renée Elise Goldsberry e Josh Segarra. A rapper Megan Thee Stallion fará aparições na produção.

Kevin Feige, diretor criativo da Marvel Studios, disse que a série terá 10 episódios com cerca de 30 minutos de duração cada.

‘House of the Dragon’ faz SUCESSO com 91% de aprovação dos críticos; Confira as avaliações!

House of the Dragon‘ chega à HBO no próximo domingo (21) e promete resgatar toda a nostalgia de Game of Thrones, mas desta vez em uma trama focada no auge da casa Targaryen.

E, de acordo com os críticos, a derivada tem o potencial de repetir o sucesso das primeiras temporadas da original, já que conquistou sólidos 91% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Das 104 críticas publicadas até o momento, apenas 24 são negativas.

Entre os principais comentários, os jornalistas garantem que a série deixa para trás a imagem manchada das últimas temporadas de GoT e consegue renovar o espírito imprevisível dos romances de George R.R. Martin.

Apesar disso, é preciso reconhecer que a trama não tem tanto impacto para o gênero quanto a original, como explica o crítico do The Film Yap.

Mesmo assim, ainda captura muito da magia e da glória da saga ambientada em Westeros.

Confira as principais avaliações:

“Quem se decepcionou com o final desgastado de ‘Game of Thrones ficará satisfeito que a empolgante pré-sequência começa com mulheres tomando sua própria liderança contra um patriarcado tóxico. E aqueles dragões voando sobre Westeros são espetaculares em todos os sentidos da palavra.” – ABC News.

“No meio do segundo episódio, em vez de relembrar sobre Starks e Lannisters, meu foco ficou totalmente fixo nos Targaryen. ‘House of the Dragon‘ pode nunca ser o próximo ‘Game of Thrones‘… Mas está prestes a sair da sombra da original.” – CNET.

“Esta é a ‘Game of Thrones‘ não adulterada em seus primeiros dias.” – News.com.

“Há muita coisa impressionante nos primeiros seis episódios, mas é tão seguro quanto aquela série com incestos, rios de sangue e representações horríveis de partos.” – The Hollywood Reporter.

“O melhor que qualquer nova série pode fazer é criar um mundo no qual os espectadores vão querer passar o tempo e, nesse sentido, ‘House of the Dragon‘ é perfeitamente bem-sucedida.” – Financial Times.

“Há muito o que elogiar nesta série, que conta uma nova história que ainda toca em temas familiares em um drama de sucessão em torno de Westeros, sem dar uma sensação de repetitividade.” – Variety.

“Dragões voando e cuspindo fogo lentamente em uma grandeza no final da era mostrada na série original. A série é grande, com grandes cenários, grandes lutas, grandes tragédias, grandes dragões.” – Entertainment Weekly.

E aí, você está ansioso?

Lembrando que a primeira temporada será composta por dez episódios.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint será Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Graham McTavish num papel não revelado; e Milly AlcockEmily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

Crítica 2 | ‘Não! Não Olhe!’ esconde uma potente mensagem por trás da máscara de terror sci-fi

Jordan Peele tornou-se uma das vozes mais expressivas do cenário do entretenimento contemporâneo e, apenas em sua estreia, conquistou aclame e sucesso financeiro – que lhe garantiu uma estatueta do Oscar de Melhor Roteiro Original e inúmeras outras indicações. Depois de Corra!’, que é creditado como uma das melhores produções do século, Peele se jogou de cabeça no subestimado Nós, thriller psicológico estrelado por Lupita Nyong’o (e que é o favorito do cineasta por parte deste que vos escreve). Agora, o diretor, roteirista e produtor retorna às telonas com o aguardado ‘Não! Não Olhe!’, cujo mistério por trás da história e do desenrolar dos eventos de fato elevou nossas expectativas consideravelmente.

A simples trama acompanha OJ (Daniel Kaluuya), um fazendeiro e criador de cavalos que, depois da trágica morte do pai, toma conta dos negócios da família e é auxiliado pela extrovertida e tagarela irmã, Emerald (Keke Palmer), que tem uma ambição gigantesca de entrar na indústria do audiovisual. Resolvendo permanecer na pequena cidade de Agua Dulce para auxiliar o traumatizado OJ, Em tenta fazer o melhor que pode – mas, à medida que o tempo passa, os dois descobrem que algo de estranho se esconde nos céus, uma espécie de disco voador que se camufla nas nuvens e que ataca quando bem entende. E, quando eles se tornam alvo da fome mortal de uma criatura que ameaça a todos lá embaixo, decidem agir por conta própria para sobreviverem.

Conhecendo o estilo de Peele, nada é o que parece ser – e o terceiro longa-metragem do cineasta não seria diferente. Revestido por uma roupagem sci-fi que traz lembranças da rebeldia kitsch de ‘Marte Ataca!’ e do crescente suspense de ‘Guerra dos Mundos’, ‘Não! Não Olhe!’ mascara as verdadeiras intenções sob convencionalismos que, de certa maneira, já nos vem cansando há alguns anos. Afinal, temos a iminente e beligerante presença de um ser extraterrestre cujas intenções não são benévolas; a dinâmica de uma família marcada pelo luto e que precisa reatar os laços para conseguirem superar um problema gigantesco; e personagens coadjuvantes que servem como guias para a resolução da narrativa. Ora, não é surpresa que Kaluuya faz um ótimo trabalho, mas é Palmer quem rouba nossa atenção e que faz um glorioso retorno para os cinemas.

Entretanto, é inegável dizer que o diretor parece não saber em que caminho seguir – o que não significa que o filme seja ruim. Porém, quando colocamos a obra ao lado de suas predecessoras, é notável como o escopo mercadológico parece ter atingido Peele com força, visto que as outrora críticas sociais e o uso do terror como reflexo das teorias de raça do final do século XX e começo do século XXI deixa de existir em prol de uma universalização temática – cujas implicações no roteiro são óbvias demais. A estrutura narrativa divide-se em três linhas principais que convergem pela luta contra a ameaça alienígena (que não é um disco voador, e sim uma criatura metamórfica que ataca quando quer se alimentar), e todas se envolvem com o que chamamos de espetacularização – um termo que discorre sobre as consequências da fama.

Emerald faz de tudo para conseguir a tão sonhada chance em Hollywood, utilizando o negócio da família através de uma paixão pela história do cinema e pelo artístico sangue que corre em suas veias; Antlers Host (Michael Wincott), um renomado cineasta, auxilia os irmãos na tentativa de capturar imagens do disco e gestar o filme de sua carreira; Jupe Park (Steven Yeun), ex-estrela de televisão, transforma um trauma da infância em uma mistura de humor e ironia para alcançar o sucesso e o reconhecimento – cada qual enfrentando, à sua maneira, o consecutivo e derradeiro preço da avidez desmedida. OJ, por sua vez, serve como contraponto, contentando-se em criar os cavalos e manter a vida normal que lhe é usurpada com a presença do extraterrestre.

Enquanto o roteiro tropeça mais vezes do que gostaríamos, o restante das engrenagens se encaixa com perfeição: temos a forte direção de Peele, que aposta fichas na simplicidade técnicas e na elaboração contemplativa de um cenário desértico; a trilha sonora de Michael Abels dialoga com outras do gênero, seja pela tétrica sensação de observação, seja pelo uso pungente e dissonantes dos instrumentos de corda, mas sempre visa a uma bizarra originalidade que remonta aos filmes de aventura dos anos 1990; a fotografia conflituosa equilibra os tons quentes do amarelo com o suspense melancólico do azul, que transforma os frames em pequenas pinturas aterrorizantes – principalmente em uma determina sequência em que o casarão de Em e OJ é alvejado com sangue.

‘Não! Não Corra!’ pode não ser a melhor entrada da jovem filmografia de Peele, mas, sem sombra de dúvida, ainda é uma divertida aventura pela mente de um dos principais nomes do cenário cinematográfico atual. Por vezes, as fórmulas sci-fi ofuscam a ambição quase antropológica de que o cineasta se vale – porém, o resultado é bastante positivo e abre margem para interpretações infinitas e mirabolantes.

Primeiras Impressões | ‘A Casa do Dragão’ é um BANQUETE para os fãs de ‘Game of Thrones’

A década passada foi marcada por um dos maiores eventos de todos os tempos da televisão – a estreia de Game of Thrones, adaptação seriada da aclamada saga de fantasia assinada por George R.R. Martin. Ao longo de oito temporadas, o público foi convidado a conhecer o conturbado mundo de Westeros, navegando entre as intrigas, as disputas de poder e as chocantes reviravoltas envolvendo famílias poderosas e personagens extremamente complexos que caíram no gosto dos espectadores e da crítica – não é surpresa, pois, que a produção quebrou recordes de audiência e de prêmios. Entretanto, é necessário falar do “elefante na sala” e comentar que o grand finale dessa épica narrativa deixou muito a desejar, culminando em um agridoce sentimento de frustração.

Agora, está na hora de voltarmos a Westeros com a vindoura adaptação de A Casa do Dragão (ou House of the Dragon, no original em inglês). Anunciada pouco depois do término da série principal, o spin-off nos leva de volta ao passado, duzentos anos antes do nascimento de Daenerys (Emilia Clarke), e desenrola um enredo focado na infame Casa Targaryen no auge de seu poder e no começo de sua decadência derradeira. E o episódio piloto, intitulado “The Heirs of the Dragon”, consegue capturar toda a essência pela qual nos apaixonamos há mais de uma década, apostando fichas em um drama familiar de época que nos arranca suspiros e nos prepara para uma temporada recheada de acontecimentos enervantes. O resultado é bastante positivo, ainda mais considerando que lidamos com o pontapé inicial.

O universo de Game of Thrones (ou, se quisermos expandir para os romances de ‘As Crônicas de Gelo e Fogo’) tornou-se um estandarte para obras de fantasia audiovisuais e vem inspirando diversas construções da televisão e do streaming contemporâneos. Logo, A Casa do Dragão teria um duro e significativo trabalho não apenas para se manter à par da investida predecessora, como para recuperar uma fanbase que ainda lidava com o luto dos episódios finais, cujos problemas variavam desde um desequilibrado ritmo até um roteiro sem muita inspiração. Felizmente, os mesmos obstáculos não são vistos aqui, ao menos por enquanto – e acredito que o motivo seja a entrada de Martin como co-criador da série derivada, ao lado de Ryan J. Condal. É notável como a visão do romancista impregna cada uma das engrenagens do primeiro capítulo, desde as pungentes escolhas na direção de arte até a caracterização dos personagens.

Mas nada disso seria possível sem a presença de Miguel Sapochnik na cadeira de direção e na supervisão do projeto como showrunner. O vencedor do Emmy ficou encarregado de trazer à vida a iteração da Batalha dos Bastardos, por exemplo, que é relembrado até hoje como um dos melhores episódios de todos os tempos – e, no spin-off, Sapochnik parece condicionado a recuar alguns passos para não entregar as cartas que preparou ao público. Dessa maneira, é bem provável que alguns reclamem do ritmo da história, mas não se enganem: é imprescindível que haja uma apresentação dos personagens, uma revisitação ao mundo de Westeros e a delineação das tramas essenciais para convencer os fãs de comprar o ingresso e mergulhar de cabeça na história – e essa estrutura convencional funciona durante a uma hora de duração.

O livro original é pautado na culminação da guerra de sucessão da Casa Targaryen e os eventos anteriores são adaptados com maestria para as telinhas. Aqui, seguimos a ascensão da Princesa Rhaenyra (com Milly Alcock interpretando a versão mais jovem da protagonista) ao trono, depois de ser ignorada pelo pai, o Rei Viserys I (Paddy Considine), como a próxima na linhagem a governar o reino. Porém, depois de constantes tragédias se abatendo na família, Viserys é obrigado a lutar contra as leis centenárias que regem a realidade como a conhece e elevar a filha à posição de futura Rainha, dando margem para um possível embate civil que envolve os lordes, o povo e um presunçoso príncipe chamado Daemon (Matt Smith) que se sente no ímpeto de reclamar pelo que lhe pertence por direito.

Dizer que a série é grandiosa é quase cair na redundância, mas, para além do magnífico e cinemático escopo (cortesia de uma equipe criativa muito competente), é o elenco que rouba nossa atenção. Considine, conhecido por sua aclamada carreira em filmes independentes, encarna as múltiplas camadas de Viserys em um turbilhão de emoções que revela sua dupla jornada como regente e pai/marido, infundido em um mandatório arco de duras decisões; Smith, veterano da televisão, rende-se a uma performance de tirar o fôlego e que já pode ser colocada na lista de suas melhores atuações; e Alcock, dividindo boa parte das cenas com a ótima Emily Carey como Alicent Hightower, prepara o terreno para a transformação de Rhaenyra de uma jovem rebelde a uma poderosa Rainha pronta para destruir qualquer um que se coloque no caminho.

No momento em que a música-tema de Game of Thrones emerge em um explosivo retorno para A Casa do Dragão, é quase impossível não se emocionar. Mais uma vez, a parceria entre Martin e a HBO gera frutos deliciosos, recheados de um sentimento de nostalgia e originalidade que há muito não tínhamos – e, ao final do primeiro episódio, é quase excruciante ter que esperar mais uma semana para saber o que vai acontecer.

‘Dragon Ball Super: Super Herói’ estreia no Brasil batendo RECORDE!

Após ser lançado no Japão, o novo filme da franquia ‘Dragon Ball Super‘ finalmente chega aos cinemas nacionais hoje (18) e já está quebrando recorde.

Dragon Ball Super: Super Herói‘ foi lançado em 950 salas pelo Brasil, batendo o recorde de anime com MAIOR circuito de abertura da história do país.

A Sony disponibilizou cópias dubladas e legendadas.

Confira o trailer, a lista dos dubladores e siga o CinePOP no YouTube:

Vagner Fagundes, voz de Son Gohan
Wendel Bezerra, voz de Son Goku e direção de dublagem
Yuri Chesman, voz de Son Goten
Luiz Antônio Lobue, voz de Piccolo
Tânia Gaidarji, voz de Bulma
Alfredo Rollo, voz de Vegeta
Fábio Lucindo, voz de Krillin
Marcelo Campos, voz de Trunks
Melissa Garcia, voz de Videl
Mariana Evangelista, voz de Pan
Pedro Alcântara, voz de Dr. Hedo
Heitor Assali, voz de Gamma 1
Felipe Drummond, voz de Gamma 2
Ronaldo Júlio, voz de Magenta
César Marchetti, voz de Carmine

O exército Red Ribbon havia sido destruído por Son Goku… Mas certos indivíduos decidiram levar adiante sua missão e criaram os androides supremos: Gamma 1 e Gamma 2. Estes dois androides – que se intitulam “super-heróis” – decidem atacar Piccolo e Gohan! Qual será o objetivo do Novo Exército Red Ribbon? Quando o perigo é iminente, é então que desperta o Super-Herói!

Tetsuro Kodama está na direção, Chikashi Kubota é o diretor da animação e Jae Hoon Jung está na direção de CG. Naoki Sato está na composição musical e Nobuhito Sue está na direção de arte.

 

‘Animais Fantásticos’: Mads Mikkelsen APOIA volta de Johnny Depp à franquia

O astro Mads Mikkelsen (‘Doutor Estranho’), que substituiu Johnny Depp em ‘Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore‘, diz não se importar em ver o ator retornar ao papel do vilão principal do mais recente spin-off de ‘Harry Potter‘.

‎”Foi uma situação intimidadora. Obviamente, bem, houve um mudança de curso, agora que a questão do processo acabou. Vamos ver se ele volta. Ele poderia. Sou um grande fã do Johnny. É um ator incrível, e acho que ele fez um trabalho fantástico na franquia”, falou Mikkelsen.

Que continuou dizendo: “Dito isso, em nenhum momento cogitei copiá-lo. Não havia como eu copiar, porque é algo muito dele. Seria suicídio criativo. Então, tivemos que inventar outra coisa, algo que fosse meu, e construir uma ponte entre aquela versão e a minha”.

Veja nossa crítica do último filme:

David Yates (‘A Lenda de Tarzan’) retorna à direção.

Muitos anos depois dos trágicos eventos de ‘Os Crimes de Grindelwald‘, Newt Scamander se envolve numa nova trama que o levará para o Rio de Janeiro e Berlim, além do envolvimento do mundo bruxo com a Segunda Guerra Mundial.

O elenco conta com Eddie Redmayne, Jude Law, Ezra Miller, Dan Fogler, Alison Sudol, William Nadylam, Callum Turner, Jessica Williams, Victoria Yeates, Poppy Corby-Tuech, Fiona Glascott, Katherine Waterston, Maria Fernanda Cândido, Richard Coyle e Oliver Masucci.

O ator Johnny Depp, que havia interpretado o personagem Gellert Grindelwald nos dois primeiros filmes, foi afastado da produção após as acusações de abuso doméstico. Posteriormente, ele foi substituído por Mads Mikkelsen.

E em uma entrevista concedida ao The Hollywood Reporter, Mikkelsen falou sobre essa mudança e como todo processo aconteceu: “Foi bastante caótico tudo isso”. Segundo ele, os produtores deram um prazo de apenas dois dias para o ator decidir se aceitaria ou não interpretar o vilão.

“Você não vai querer copiar nada que Depp estava fazendo – isso seria suicídio criativo. Mesmo que o papel tenha sido feito com perfeição, você quer torná-lo seu. Mas ainda tem que construir algum tipo de elo entre o que veio antes”, comentou Mikkelsen.

Lembrando que Johnny Depp já foi uma escolha polêmica desde que foi escalado para viver Grindelwald, substituído por controvérsias relacionadas a seu conturbado divórcio e acusações sérias contra ele por parte da ex-mulher do ator, a também atriz Amber Heard.

Entre muitas denúncias, Heard relata que as primeiras cenas de violência ocorreram em 2015, na Austrália, durante as gravações do quinto filme ‘Piratas do Caribe’. A defesa enfatiza que Johnny Depp se tornava um monstro quando usava medicamentos misturados com coquetéis de álcool, cocaína, ecstasy e cogumelos alucinógenos – onde a atriz divulgou um vídeo desse momento.

Na época, Amber alegou que Johnny a “atacou violentamente” e jogou um telefone em seu rosto com “força extrema”. O ator negou os abusos.

Dias antes do julgamento, o ex-casal divulgou uma nota declarando que haviam resolvido a questão. “Nosso relacionamento foi intensamente passional e, às vezes, volátil, mas sempre baseado no amor. Nenhuma das partes fez acusações falsas por ganhos financeiros. Nunca houve intenção de dano físico ou emocional”, disseram.

Mads Mikkelsen possui uma carreira com diversos papéis de destaque, como é o caso de ‘007: Cassino Royale‘, ‘A Caça‘ e a série ‘Hannibal‘.

Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore‘ mostra as aventuras de Newt Scamander (Eddie Redmayne), que junto com seus aliados é instruído por Dumbledore (Jude Law) a investigar o crescente exército do bruxo das trevas Grindelwald.

Os Filmes de TERROR que Mataram as Personagens Erradas

Ao longa da história do cinema, os gêneros do terror, suspense, fantasia e ficção científica nos deram grandes personagens da dramaturgia – impulsionados por desempenhos tão eficientes de seus intérpretes que ficarão para sempre registrados nas memórias dos cinéfilos. Existem ainda aqueles que se tornam personagens cult, dentro de filmes reverenciados por um grupo menor de fãs, mas que igualmente despertam a paixão de seu público específico.

Por outro lado, para equilibrar o universo, nem tudo são flores. Existem algumas decisões de artistas, muitas vezes até tarimbados em suas funções, que resultam em criações, digamos, polêmicas no mínimo. Decisões estas que são debatidas intensamente pelos aficionados, argumentando que teria sido melhor seguir por um caminho diferente. Aqui entraremos em pauta de uma específica: a morte do personagem errado. Isto é, as vezes que os realizadores decidiram dar cabo de um personagem ao qual havíamos nos afeiçoado muito, escolhendo jogar a luz num personagem menos interessante como sobrevivente.

Muitos irão argumentar que assim é a vida, mas se tem um lugar onde a vida pode ser contrariada e modificada, sem dúvidas é no cinema. A sétima arte nem sempre precisa refletir a realidade. Pode ser melhor. Assim, presentear o público com o que ele deseja não é sinônimo de algo ruim. É catarse. Pensando nisso, nessa nova matéria iremos apontar alguns filmes de gênero que terminaram por eliminar personagens que gostaríamos de ter visto chegando até a conclusão da trama, consequentemente elevando aos holofotes personagens menos carismáticos. Confira abaixo e comente. Ah, sim. O texto abaixo contém spoilers dos filmes, portanto pule os que não assistiu e não quer saber detalhes da trama.

Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado

Slasher querido da geração que cresceu nos anos 90 / início da de 2000, o thriller sobre quatro jovens guardando um segredo mortal vai virar série na Amazon Prime Video. A versão original, lançada em 1997, foi o primeiro filme a pegar carona na onda da revitalização do subgênero terror adolescente trazida por Pânico (1996). E isso antes até mesmo da continuação do filme citado – lançado no mesmo ano deste aqui. Um dos pontos altos era trazer como protagonistas duas jovens estrelas da TV em ascensão: Sarah Michelle Gellar (de Buffy) e Jennifer Love Hewitt (então em cartaz com a série Party of Five).

O que a maioria dos fãs costuma concordar, no entanto, é que quem deveria ser a protagonista desta história se tornando a “final girl” (a sobrevivente) era a Helen de Gellar. A longa cena em que resulta na morte da personagem (que começa com a morte de seu namorado no concurso de beleza em um teatro, segue para o carro do policial, passa para a loja de departamentos de sua família – com a morte de sua irmã – e culmina num beco onde a personagem é finalmente assassinada) é uma das mais emblemáticas do gênero. Realmente torcemos para que ela fique viva. Ao contrário, quem sobrevive no desfecho, seguindo para estrelar a continuação, é a insossa Julie de Hewitt.

Resident Evil

A franquia Resident Evil no cinema sempre despertou tanto a paixão por parte de alguns fãs, quanto o ódio de outros. Os detratores acusam os filmes estrelados por Milla Jovovich de nada ter a ver com os jogos famosos nos quais são baseados. E nisso eles estão certos. Os que gostam, conseguem ver além deste obstáculo, acreditando que são duas coisas diferentes, em universos distintos. Seja como for, no primeiro filme de 2002, somos apresentados à Alice de Jovovich, uma personagem misteriosa e que não constava nos games.

De vítima desmemoriada, ela vai se empoderando até assumir as rédeas como protagonista da franquia, se tornando uma personagem bem bad ass. No entanto, muitos acham que quem deveria ter sido a protagonista do primeiro longa era a Rain da durona Michelle Rodriguez. Por ser uma militar treinada, ela, embora também não existisse nos jogos, faz mais o estilo dos protagonistas armados que vemos ao longo da série de videogames.

 

Alien³

A estreia do hoje prestigiado David Fincher no cinema é sem dúvida o filme mais polêmico de sua carreira e que podia tê-la encerrado antes mesmo de começar – é o que afirma o próprio. A principal reclamação aqui é em relação ao roteiro, o qual Fincher não teve nenhuma participação. No episódio anterior, Aliens – Resgate (1986), James Cameron criou um filme que muitos julgam superior ao original Alien – O Oitavo Passageiro (1979). Isso porque Cameron cria um dos grupos de personagens mais carismáticos para um longa do gênero, e ao final, quatro deles permanecem vivos para terem continuadas suas histórias.

Além da protagonista Ripley (Sigourney Weaver), a que mais se destaca é a menina Newt (Carrie Henn), a quem a heroína protege como uma filha. E o que acontece em Alien³ antes mesmo do filme começar? Newt inicia o filme morta junto com os demais sobreviventes anteriores. Isso é o que eu chamo de um banho de água fria logo nos créditos iniciais. Mas não é apenas isso, os melhores personagens deste terceiro filme são descartados também, como Dillon (Charles S. Dutton) e até mesmo Ripley, que se mata ao final. Isso para termos como sobrevivente Morse (Danny Webb), um dos muitos prisioneiros carecas quase indistinguíveis do filme.

Army of the Dead: Invasão em Las Vegas

Os fãs do diretor Zack Snyder tiveram foi motivo para comemorar em 2021. Primeiro, o cineasta teve sua visão de Liga da Justiça finalmente atendida pela Warner após o movimento #releasethesnydercut, que se tornou um dos carros-chefes para a impulsão do streaming HBO Max. Depois, em parceria com a Netflix, Snyder lançou um dos grandes sucessos do ano com Army of the Dead. Vendido incialmente como sua volta ao terror, e às origens de Madrugada dos Mortos (2004), logo percebemos que o novo filme era na verdade uma superprodução de assalto e ação, que de terror, medo e sustos tinha muito pouco.

Seja como for, o filme sobre um grupo de mercenários armados até os dentes precisando se infiltrar numa Las Vegas dominada por mortos vivos a fim de roubar um cofre foi um dos chamarizes do início de 2021 e gerou um derivado e uma animação. Em meio a diversos personagens curiosos, entre eles o protagonista Scott, de Dave Bautista, a escolha de sobrevivente no filme é bastante óbvia e sem graça. Já começamos mal quando uma das melhores personagens do longa, a durona Chambers (Samantha Win), por quem torcíamos, não passa da metade do longa. A única a sair com vida da experiência é Kate (Ella Purnell), a filha reclamona de Scott, que vive com ele o rotineiro “draminha” de pai e filha. Kate arrisca constantemente a vida de seus colegas com decisões duvidosas e é daqueles personagens que faria bem para todos se saísse rápido de cena.

 

Halloween 6: A Última Vingança

Essa talvez só os fãs hardcore da franquia lembrem. Halloween Kills: O Terror Continua chega este ano seguindo o bem-sucedido reboot de 2018 e prometendo elevar a nova trilogia a níveis incendiários. No entanto, voltando no tempo lá para a origem da saga de Michael Myers, após um início promissor, a franquia caía no lugar comum após o terceiro exemplar, com a volta do maníaco de máscara branca no fim da década de 1980. Aqui temos uma sexta parte bem tardia, nada menos que seis anos depois do gancho que era deixado no quinto. Considerado o episódio mais problemático da série no cinema, o sexto Halloween marcou a estreia nas telonas do astro Paul Rudd, o Homem-Formiga da Marvel.

Apesar de ser um ator carismático, em seu debute Rudd não teve muito o que fazer no terror e viria a demonstrar seu talento apenas nos próximos trabalhos. Ele vive o protagonista, um sujeito insosso que só serviu para pela primeira vez destacar um sobrevivente homem na franquia. O que muitos fãs reclamam e se decepcionaram foi com o desfecho dado à pequena Jamie, sobrinha do maníaco, vivida por Danielle Harris na quarta e quinta parte. Neste sexto, além de reescalarem o papel com a atriz J.C. Brandy, a matam na cena de abertura – sempre uma decisão ruim para personagens queridos em filmes. Ela deveria ter sido a protagonista aqui.

Sexta-Feira 13 – Parte 3

Agora voltamos bem no tempo, para 1982. A franquia Sexta-Feira 13 é uma das mais icônicas não apenas do slasher mas também do terror em si, muito lembrada tanto pelo seu título emblemático associado ao dia do azar, quanto pelo psicopata mascarado que a estrela: Jason. Os dois primeiros filmes da franquia nos deram mocinhas protagonistas que entraram para o hall das melhores “final girls” da história. No primeiro, de 1980, é Alice, de Adrianne King, quem consegue derrotar a desequilibrada mãe de Jason e ganhar nossos corações.

Numa decisão polêmica, que mais tinha a ver com os bastidores do que uma proposta criativa, Alice se torna a primeira vítima do segundo filme, de 1981 (que completa 40 anos em 2021). E só não ficamos mais p**** da vida porque a continuação se redimiu ao apresentar Ginny (Amy Steel), uma heroína melhor ainda. Ela voltaria na parte três, porém, Steel não quis saber de estrelar mais. A solução foi apostar em Chris (Dana Kimmell) como a nova mocinha para derrotar o vilão.

Marcante por ser o primeiro filme onde Jason pega sua icônica máscara de hóquei, além de usar efeitos em 3D, o que todos parecem concordar é que Chris não mantém a qualidade de protagonistas que vinham sendo criadas. Ao contrário, o que tem surgido com força atualmente na internet é um movimento que enfatiza que os verdadeiros protagonistas do filme deveriam ter sido o casal improvável do gordinho brincalhão Shelley (Larry Zerner) e a latina de sangue quente Vera (Catherine Parks), o que teria sido um belo diferencial na franquia em questão de representatividade racial também.

‘O Predador: A Caçada’ | Saiba como seria o VISUAL do alienígena caçador no Clássico de 1987

O Predador: A Caçada estreou na primeira sexta-feira do mês, dia 5 de agosto, e vem conquistando desde então cada vez mais elogios rasgados e fãs. O filme conquistou 92% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes e vem sendo considerado a salvação da lavoura para colocar a franquia Predador novamente nos trilhos, após o último exemplar de 2018 não ter atingido este objetivo. A Caçada marca também o primeiro lançamento de um filme da franquia diretamente para ser assistido em casa e longe das telonas de cinema – uma abordagem mais minimalista e contida para recuperar a confiança dos investidores. Deu muito certo. Agora nas mãos da Disney, através da 20th Century Studios, é certamente esperada novas visitas do alienígena caçador com cara de crustáceo em nosso planeta.

Leia também: ‘O Predador’ | Ranqueamos do PIOR ao MELHOR Toda a Franquia – Incluindo o recente ‘O Predador: A Caçada’

O visual da criatura está um pouco diferente se compararmos ao original e os outros filmes da franquia. E o motivo é que A Caçada se passa há 300 anos antes do original. Assim como os humanos da época, a raça dos Predadores não possuía tecnologia e armamentos avançados como veríamos nos primeiros filmes, e até mesmo a armadura do alienígena ecoa algo mais primitivo. O Predador é definitivamente uma das criações mais originais do cinema entretenimento e seu visual está completando 35 anos em 2022. Nem sempre foi assim, no entanto. E a primeira criação para o visual do Predador seria bem diferente da que de fato ganhamos.

O visual original do Predador seria bem diferente no clássico de 1987 – que precisou ser regravado com o novo design.

A primeira empresa de efeitos especiais contratada pela Fox para criar o design do Predador foi a Boss Studio. Segundo as más línguas, a manobra teve a finalidade de economizar dinheiro. Assim, o visual que a companhia confeccionou para o alienígena tinha uma aparência mais insectóide antropomórfica – como um humanoide meio homem, meio inseto. Segundo o astro do filme, Arnold Schwarzenegger, “parecia alguém numa roupa de lagarto com a cabeça de um pato”. Deu para sentir o drama. Obviamente, esse primeiro tratamento da criatura não foi considerado assustador o suficiente.

Leia também: ‘O Predador: A Caçada’ | Relembre o clássico ‘O Predador’ (1987) – que completa 35 anos em 2022

Outros relatos apontam para o modelo original da criatura composto por um pescoço alongado e uma cabeça de cachorro, com apenas um olho no meio da cabeça. Essa criação que desagradou mais do que agradou os realizadores teria como intérprete nenhum outro senão o futuro astro da ação belga Jean-Claude Van Damme, dando seus primeiros passos em Hollywood. Van Damme acreditava que o filme faria dele um grande nome na indústria, mas quando chegou ao set e percebeu que não mostraria o rosto coberto pela fantasia do monstro, e que tampouco conseguiria demonstrar suas habilidades marciais com aquele traje desconjuntado, o ator começou a desanimar do projeto, até de fato ser substituído. Ainda com Van Damme a bordo a ideia era que a criatura fosse ágil e com características de um ninja – mas realmente foi o traje que colocou tudo a perder. Van Damme também reclamava do calor que fazia dentro da roupa e que chegou a desmaiar algumas vezes. Assim, a produção havia perdido o intérprete do monstro e o design da criatura não havia impressionado, precisando voltar à estaca zero.

Sim, o astro belga da ação Jean-Claude Van Damme foi o primeiro intérprete do Predador, com outro design.

É seguro dizer que o visual do Predador precisava funcionar e convencer, caso contrário não se teria um filme. Afinal, tudo gira em torno dele, que inclusive é a menção do título – apesar da criatura em si só aparecer em cena no filme original por 8 minutos. Assim, coube ao astro Arnold Schwarzenegger a recomendação para uma nova equipe capaz de criar um novo visual para o monstro. Arnold havia trabalhado com o saudoso gênio Stan Winston e sua equipe no primeiro O Exterminador do Futuro (1984), o primeiro grande sucesso de sua carreira. Winston também havia criado os efeitos de Aliens – O Resgate. Mas seu preço não era barato e o artista aceitou embarcar em O Predador pela bagatela de US$1.5 milhão, o dobro da Boss Studio. Vendo o resultado, podemos dizer que o investimento valeu à pena, e que às vezes o barato sai caro.

Tendo trabalhado com James Cameron duas vezes (em O Exterminador do Futuro e em Aliens), Stan Winston era seu amigo pessoal, e é dito que foi o diretor quem bolou a ideia das mandíbulas no estilo dos crustáceos do personagem. Apesar de não ter qualquer envolvimento no filme, em um voo ao lado de Stan Winston, James Cameron teve a ideia de mandíbulas para o caçador interplanetário, dizendo para o amigo: “você sabe que eu sempre quis fazer algo com mandíbulas”. Outra inspiração para o visual extraordinário da criatura foi sua pele escamosa baseada nas carpas e também em gafanhotos. Finalizando o conceito geral, entraria em cena os cabelos rastafari do monstro. E tudo o que bastou foi Winston bater os olhos numa pintura no escritório do produtor Joel Silver (responsável por alguns dos melhores filmes de ação dos anos 80). O quadro? Uma imagem de um guerreiro rastafari. Para o toque final, a inspiração veio também de uma espécie de morcego de cara enrugada, conhecido como Centurio Senex. E pensar que inicialmente John McTiernan tinha planos de usar um macaco para representar O Predador.

“Mas os meus cabelos… quanta diferença”. O antes e depois do visual do Predador no clássico de 1987.

Aliás o título Predador é também uma história curiosa na produção. O título original bolado pela dupla de roteiristas Jim e John Thomas seria “Hunter”, ou “Caçador” – o que para alguns fãs faria mais sentido. De fato, a maior parte do filme foi gravada com o título Hunter. Foi somente quando Stan Winston adentrou o projeto aos 45 do segundo tempo, com o propósito de criar um novo design para o vilão – que se tornaria um dos mais icônicos de sua carreira e da história do cinema de gênero – que o título acompanhou e foi modificado para Predador. Há ainda os que defendem que a mudança de título ocorreu por causa do programa Tiro Certo (Hunter no original), série de TV sobre uma dupla de policiais bem diferentes formada por um homem e uma mulher. Hoje, não conseguimos imaginar outro nome para a franquia. Inclusive o nome da criatura passou a ser Predador para a maior parte do público – já que a raça destes seres nunca ganhou uma denominação oficial, como os xenomorfos de Alien. Apesar disso, o nome Yautja foi ventilado como sendo a raça destes extraterrestres em algumas adaptações de quadrinhos deste universo expandido, e incorporada por alguns fãs mais hardcore.

A raça dos alienígenas caçadores de O Predador é conhecida como Yautja em alguns círculos de fãs.

Hoje, o Predador é um grande cartão de visitas para o estúdio de efeitos de Stan Winston. O curioso é que nem todos os membros de sua equipe pensaram assim na época em que foram contratados para o serviço às pressas. Winston aceitou o trabalho a pedido do colega Arnold. Acontece que na mesma época, a empresa estava trabalhando no filme Deu a Louca nos Monstros (Monster Squad, 1987) e foram responsáveis pela nova roupagem de monstros clássicos como o Drácula, o Lobisomem, o Frankenstein, a Múmia e o Monstro da Lagoa Negra. A verdade é que a maioria dos funcionários estava empolgado era com esse projeto, afinal não é todo dia que se pode criar ao mesmo tempo alguns dos maiores vilões do cinema, dando novas versões a eles. Quando Winston aceitou o trabalho em O Predador, a equipe precisou se dividir e os que foram designados para o filme com Arnold não ficaram nem um pouco satisfeitos. Segundo Howard Berger, um dos co-fundadores da empresa, os funcionários de Deu a Louca nos Monstros eram os que estavam no projeto legal, enquanto os de O Predador se sentiam na segunda divisão. O próprio ainda frisa a ironia de passados mais de 30 anos, O Predador segue como um dos filmes mais adorados dos anos 80, enquanto Monster Squad é um cult ainda obscuro para muitos.

Com mudança no design da criatura, entrava em cena também um novo intérprete. O gigante Kevin Peter Hall, de quase 2 metros de altura, ficaria eternizado no papel, repetindo a dose na sequência Predador 2 (1990). Antes disso, Hall já havia interpretado no cinema um alienígena caçador de homens no terror/ficção científica B, Sem Aviso (Without Warning, 1980); e no mesmo ano do primeiro Predador, ainda participaria de Um Hóspede do Barulho – clássico da época produzido por Steven Spielberg sobre uma família que adota um pé-grande chamado Harry. Hall vivia o pé-grande. Este filme derivou uma série de TV em 1991 que durou 3 temporadas, e contou com Kevin Peter Hall reprisando o papel de Harry. Infelizmente, o ator viria a falecer em 1991 de AIDS.

As Tentativas de Franquias MAIS FLOPADAS do cinema nos últimos 2 Anos!

As continuações de filmes de sucesso sempre fizeram parte do repertório de Hollywood e do cinema em geral pelo mundo, até aqui no Brasil. Mas nunca anteriormente a palavra de ordem foi tão forte “construir uma franquia” como na indústria de hoje. No passado, George Lucas pôs de pé um verdadeiro império simplesmente ao lançar o primeiro Star Wars em 1977. Hoje, como sabemos, é a Marvel a dona do tutorial de como fabricar rios de dinheiro com suas produções interligadas, que ainda possuem suas próprias franquias dentro do universo criado pelo estúdio. É claro que este é um caso extremo, e não é preciso ir tão longe assim, afinal o esperado minimamente por cada um dos grandes estúdios da meca do cinema é que seus filmes se saiam bem o suficiente nas bilheterias para deixar a bola rolando para a primeira sequência. E assim, o fluxo pode ser seguido com a ideia ganhando vida própria por novos caminhos. O esperado de cada um dos grandes estúdios é que seus filmes de entretenimento caiam no gosto do grande público – a continuação pode ser consequência deste sucesso. Mas acredite, ela é esperada. Difícil é perceber um sucesso pop que se recusa a expandir seu universo e duplicar seu lucro hoje em dia.

Franquias em potencial estão a cada esquina em Hollywood, só esperando seu lugar ao sol – leia-se ser comprado pelos fãs. Nem todas conseguem, obviamente. Para enfatizar nosso ponto de vista, nos concentraremos apenas nos dois últimos anos, desde que o mundo parou – mais conhecido como 2020. Desde então tivemos muitos filmes de qualidade, e muitos produtos voltados ao entretenimento que de fato se deram bem, e conseguiram tocar o coração de seu público-alvo, que compareceu e fez deles um sucesso. Assim, naturalmente já se transformaram em franquias. Mas aqui, iremos adereçar o outro lado da moeda. Ou seja, os filmes que miraram na próxima franquia badalada de Hollywood, mas erraram o alvo, se tornando “uma franquia flopada”, que fez os executivos puxarem o plugue antes mesmo de uma nova investida. Confira abaixo esses filmes azarados.

A Ilha da Fantasia

Lançado em fevereiro de 2020 pelo mundo (incluindo no Brasil), ou seja, um mês antes do início da pandemia, A Ilha da Fantasia – como muitos devem saber – é a adaptação para o cinema de um clássico seriado da década de 70, que ganhou novas versões para a TV em 1998 e uma recente em 2021. A história fala sobre uma ilha misteriosa, regida por um anfitrião sofisticado e igualmente nebuloso, que recebe convidados no local e realiza todos os seus desejos mais inusitados e fantásticos. Sim, algo de sobrenatural trabalha na ilha, mas o teor aqui era o de fantasia e drama, no máximo aventura. Quando foi a hora da Blumhouse levar essa trama aos cinemas pela primeira vez, é claro que a produtora transformou o enredo num filme de terror. Bem, o fato logo de cara fez os fãs torcerem o nariz, mas talvez eles tivessem aceitado mais se o filme que ganhamos fosse de fato bom. O resultado ruim das bilheterias, somado à críticas essencialmente negativas, colocaram um ponto final no que com certeza era planejado pela Sony como uma série de filmes.

Resident Evil: Bem-Vindo a Racoon City

Se não está quebrado, não conserte. Os fãs mais hardcore do game Resident Evil sempre reclamaram da falta de fidelidade das adaptações para o cinema, nos filmes protagonizados por Milla Jovovich. Verdade seja dita, os filmes com a atriz são mais voltados para a ação e pirotecnia do que de fato ao terror – como seu material fonte. No entanto, o fato é: o primeiro filme de Jovovich (que está completando 20 anos em 2022) fez sucesso o suficiente para não apenas gerar como continuação, como também uma franquia de seis filmes que chegou ao fim em 2017. Depois disso, o estúdio (a Sony de novo) achou por bem reiniciar os trabalhos em Resident Evil, e desta vez aplicando mais fidelidade para os fãs sossegarem. Ou seja, o reboot seria agora sim um filme de terror – e o longa seria mais intimista, assim como os games. O resultado, você pergunta? Infelizmente ficou igual a um filme amador produzido no quintal de uma casa. Fracasso retumbante de crítica e público, o novo Resident Evil nasceu morto e colocou rapidamente um ponto final numa nova franquia em potencial. Até mesmo a Netflix se apropriou do título com uma série inédita em live-action para tentar abrandar a coisa.

Os Novos Mutantes

Esse é um dos casos mais curiosos dos últimos anos. A franquia X-Men, da Fox, começou muito bem, mas aos poucos foi saindo dos trilhos. O primeiro filme, de 2000, aliás foi um dos grandes responsáveis pela nova era dos longas baseados em super-heróis de quadrinhos que temos hoje. O sucesso foi tanto que gerou duas continuações, seis derivados, um reboot e três continuações desse reboot – e isso antes da venda para a Disney. Um destes derivados foi Novos Mutantes, o primeiro filme da equipe adolescente formada de mutantes problemáticos do universo X. O longa estava pronto para ser lançado em 2019, junto com X-Men: Fênix Negra, mas foi adiado inúmeras vezes até de fato estrear em 2020. A venda da Fox para a Disney teve culpa nessa demora. Mas a verdade é que a qualidade do filme vinha sendo alardeada como catastrófica – mesmo após um trailer elogiado que prometia o primeiro filme de terror dentro do gênero dos super-heróis. O resultado não foi bem esse, e Os Novos Mutantes foi rapidamente varrido para debaixo do tapete e esquecido, sem condições de trazer novas aventuras dos adolescentes com poderes especiais. Aliás, você lembra de algum destes personagens sem carisma?

Dolittle

Aproveitando a popularidade do renovado astro Robert Downey Jr. após os filmes da Marvel onde interpretou o herói Homem de Ferro, a Universal resolveu usar o carisma do ator para encabeçar uma nova franquia. E o projeto escolhido para isso foi uma adaptação moderna dos livros de Hugh Lofting sobre um médico capaz de se comunicar com todo tipo de animal, o Dr. Dolittle. A história havia sido levada às telas anteriormente num filme clássico de 1967, que concorreu ao Oscar na categoria principal, e depois em 1998 com Eddie Murphy à frente do elenco. Mas a proposta da Universal era por algo ainda mais grandioso, um verdadeiro blockbuster de US$175 milhões, repleto de efeitos especiais na hora de criar a fauna diversificada, e as vozes de grandes astros de Hollywood dublando as criaturas. Era para ter sido algo épico do nível de Piratas do Caribe, com uma aventura de matinê em navios, ilhas e terras desconhecidas. E terminou como um dos maiores fiascos do currículo de Downey e do estúdio, do qual o astro ainda não se recuperou até hoje, dois anos depois – Downey não lançou mais nenhum filme desde então.

G.I. Joe Origens: Snake Eyes

Na lista até o momento já tivemos exemplares de alguns dos maiores estúdios de Hollywood, como Universal, Disney, Fox e duas da Sony. Agora é a vez da Paramount. O estúdio da montanha com as estrelinhas tirou a sorte grande quando comprou os direitos dos brinquedos Transformers e adaptou para as telonas na forma de uma superprodução incrivelmente bem-sucedida. De uma hora para outra os carros que se transformam em robôs guerreiros se tornaram muito populares de novo, gerando quatro continuações e um derivado. Em breve mais um filme irá estrear. Assim, o estúdio achou que essa era a linha que deveria ser seguida, e tratou de vasculhar outro brinquedo popular que poderia render um belo caldo. Os escolhidos foram os bonecos dos G.I. Joe, carinhosamente conhecido como Comandos em Ação aqui no Brasil. O primeiro filme foi lançado em 2009, mas não fez o sucesso esperado. Aos trancos e barrancos empurraram uma sequência em 2013 – que também permaneceu estática após a estreia. Assim, apenas em 2021, o estúdio tentaria de novo, com um reboot agora focado no ninja silencioso vestido de preto, Snake Eyes. E bem, era melhor ter ido ver o filme do Pelé.

O Grito

Se você acha que não teremos filmes de terror na lista, se enganou. A franquia O Grito é uma das mais bem sucedidas do terror japonês e já gerou inúmeros filmes em seu país de origem. Para o público nipônico, as franquias O Grito e O Chamado são os equivalentes de Freddy e Jason na década de 1980 nos EUA. Assim, prontamente por lá as duas franquias inclusive ganharam um crossover. As duas franquias também já receberam suas respectivas refilmagens americanas – ambos muito bem-sucedidas e se tornando igualmente franquias nos EUA. O Grito ganhou três filmes na terra do tio Sam, produzidas por um verdadeiro Sam, o Raimi, diretor da trilogia Homem-Aranha e Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, especialista em terror igualmente. Raimi e os produtores então planejaram um reboot para o conceito em 2020, mais sério e sombrio, focando ainda mais no drama pessoal dos personagens e em criativas linhas narrativas – com um elenco de atores renomados. Mas não era bem isso que o público queria naquele momento e o resultado terminou passando em branco, embora obviamente o plano fosse por montar uma nova franquia.

Bloodshot

Terminando a lista das franquias flopadas que não conseguiram sair da estaca zero, aqui temos o que é provavelmente o filme mais azarado da época cercando a pandemia. Como sabemos, o mundo parou quando a covid se alastrou, e isso incluiu as salas de cinema. Muitos não deram a devida importância, sem conseguir mensurar o estrago que seria feito. Em Hollywood o caso mais marcante foi o que envolve o pseudo blockbuster Bloodshot, da Sony. Adaptação de quadrinhos alternativos da editora Valiant Comics, que trouxe Vin Diesel como o personagem principal – um soldado restruturado com poderes tecnológicos. Hoje, todos os envolvidos, principalmente o astro Vin Diesel, concordam que Bloodshot foi prejudicado pela sua data de estreia, que foi justamente na semana em que o mundo “fechou”. Se a ideia tivesse sido verdadeiramente comprada pelos fãs, no entanto, a esta altura poderíamos estar vendo Bloodshot 2 ou 3.

Salma Hayek negocia para se juntar a Aaron Paul, Zazie Beetz e Josh Hartnett no elenco da 6ª temporada de ‘Black Mirror’

Segundo a Variety, a atriz Salma Hayek (‘Eternos’) está em negociações com a Netflix para participar de um dos episódios da 6ª temporada da série antológica ‘Black Mirror‘.

Além dela, o streaming também está negociando com a atriz Annie Murphy, que venceu o Emmy por ‘Schitt’s Creek‘.

Aaron Paul (‘Breaking Bad’), Zazie Beetz (‘Coringa’), Josh Hartnett (‘Pearl Harbor’) e Rory Culkin (‘Pânico 4’) já estão confirmados.

Além deles, também foram escalados Paapa Essiedu (‘Gangs of London’), Kate Mara (‘A Teacher’), Danny Ramirez (‘Top Gun: Maverick’), Clara Rugaard (‘I Am Mother’), Auden Thornton (‘This is Us’) e Anjana Vasan (‘Killing Eve: Dupla Obsessão’).

Hartnett, Essiedu, Mara, Paul, Beetz e Vasan, parte do elenco anunciado.

 

Diferente da temporada anterior – que foi lançada em 2019 –, o sexto ano deve ter mais de três episódios. Além disso, os novos episódios serão mais longos e com um orçamento mais alto, elevando-os ao potencial de pequenos filmes.

Isso indica que cada episódio pode ter mais de 60 minutos, como foi o caso de ‘Natal, que teve 74 minutos na 2ª temporada, ‘Odiados pela Nação‘, com 90 minutos na 3ª temporada e ‘USS Callister‘, com 77 minutos na 4ª temporada.

Os planos para os novos episódios só saíram do papel depois que Netflix adquiriu os direitos da franquia em um acordo com a Endemol Shine Group, produtora que detinha a propriedade.

Desde 2019, os criadores Charlie Brooker e Annabel Jones lutavam pela retomada dos direitos da atração depois que deixaram a produtora para investir em sua própria companhia, a Broke And Bones (trocadilho com os sobrenomes).

Foi dito que Brooker e Jones finalmente conseguiram transferir os direitos da franquia em uma parceria sem precedentes com a Netflix, dando à plataforma de streaming a oportunidade de criar novas histórias para o programa.

Agora o plano é tornar ‘Black Mirror‘ maior e mais cara do que nunca.

Com caráter antológico, a série adota uma visão sobre a influência das novas tecnologias na vida moderna, criticando com histórias sobre sensações tecno-paranoicas e traçando o perfil da sociedade formada pelas mídias, sociais ou não. Poderia ser resumida como uma série que apresenta críticas à sociedade atual e que alerta sobre como ela, se continuar nesse ritmo, pode piorar a cada dia.

‘A Guerra do Hamburguer 2’: Ator indica que a sequência da comédia está em desenvolvimento

Em entrevista ao The Tonight Show Starring Jimmy Fallon, Kenan Thompson comentou sobre a possibilidade de uma sequência para a comédia clássica ‘A Guerra do Hamburguer‘.

“Eu adoraria retornar [para uma sequência]. Nós estamos tendo discussões sobre isso, conversando sobre o orçamento e tentando acertar as coisas.”

Anteriormente, o ator havia compartilhado sobre o projeto em seu Instagram: “Eu amo esse filme e todos que trabalharam nele. Fico muito orgulhoso de fazer parte de algo que muitas gerações passaram a amar. Que tal uma sequência?”

Lançado em 1997, o filme original segue Ed e Dexter Reed, que trabalham na lanchonete Good Burger. Eles precisam enfrentar a concorrência da Mondo Burger, que pretende dominar o mercado local de restaurantes fast food. Eles inventam um molho que faz grande sucesso junto ao público, o que desperta a ira do dono da concorrente.

Além de Kenan Thompson, o ator Kel Mitchell também estrela a produção.

O fogo reinará no novo teaser EXPLOSIVO de ‘A Casa do Dragão’; Confira!

A Casa do Dragão(‘House of the Dragon’), série derivada da aclamada Game of Thrones, chega em breve à HBO Max e, agora, a plataforma de streaming divulgou um novo teaser oficial da produção.

Confira:

A primeira temporada será composta por dez episódios e tem estreia agendada para o dia 21 de agosto.

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint será Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Graham McTavish num papel não revelado; e Milly AlcockEmily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

Ryan Gosling e Margot Robbie podem estrelar pré-sequência de ’11 Homens e um Segredo’

Atualmente, Margot Robbie e Ryan Gosling estão gravando ‘Barbie‘, a adaptação live-action baseada na linha de bonecas, que conta com a direção de Greta Gerwig (‘Adoráveis Mulheres’).

E, de acordo com o Puck News, Robbie e Gosling podem voltar a se reunir numa vindoura pré-sequência de ‘11 Homens e um Segredo‘.

No início do ano já havia sido divulgado que Robbie estava em negociações para o projeto, que está sendo desenvolvido pela Warner Bros. Discovery.

No entanto, ainda não foi revelado se os astros já assinaram contrato. Além disso, ainda não outros nomes no elenco e nem previsão de estreia.

Com direção de Joe Roach (‘Entrando numa Fria’) e roteiro de Carrie Solomon (‘The Good Fight’), tudo o que se sabe sobre a trama é que deve ser ambientada décadas antes dos eventos do primeiro filme, dirigido por Steven Soderbergh e estrelado por George Clooney e Julia Roberts.

Para quem não se lembra, o longa acompanha Danny Ocean (Clooney) enquanto planeja assaltar três cassinos de Las Vegas em apenas uma noite, em meio à realização de uma luta pelo título mundial dos pesos-pesados. Para isso, Ocean reúne uma equipe de 11 especialistas a fim de ajudá-lo em seu plano, seguindo sempre três regras básicas: não ferir ninguém, não roubar alguém que realmente não mereça e seguir o plano como se não tivesse nada a perder.

Foi dito que a ideia de uma pré-sequência surgiu com o objetivo de ser um suporte à nova estratégia cinematográfica do estúdio, e o filme terá um orçamento muito maior que os anteriores, mas não será tão caro quanto filmes como ‘Agente Oculto‘, orçado em US$ 200 milhões.

Se tudo der certo, este será o quinto filme da franquia desde 2001. Em 2004 e 2007, surgiram as sequências ‘12 Homens e Outro Segredo’ e ’13 Homens e um Novo Segredo‘.

O elenco também conta com Brad Pitt, Matt Damon, Andy Garcia, Al Pacino e Casey Affleck.

Em 2018, foi lançado o derivado ‘Oito Mulheres e um Segredo‘, estrelando Sandra Bullock, Cate Blanchett, Anne Hathaway, Sarah Paulson, Helena Bonham Carter, Rihanna, Mindy Kaling e Awkwafina.

Exceto pela menção a Danny Ocean (Clooney), a versão dirigida por Gary Ross não tem nenhuma conexão com a trilogia de Soderbergh.

‘Sandman’ ganha episódio SURPRESA na Netflix; Confira!

Sandman estreou com 10 episódios no início de agosto e foi a série mais assistida da Netfflix em pelo menos 89 países na primeira semana em exibição.

Ambientada num universo fantástico, a trama explora como sonhos e pesadelos se cruzam depois que Morpheus (Tom Sturridge) se liberta de uma prisão após quase um século e se depara com criaturas míticas, como o próprio Lucifer (Gwendoline Christie).

Aproveitando o sucesso da adaptação dos quadrinhos de Neil Gaiman, a plataforma de streaming lançou de surpresa um episódio especial ao catálogo.

O conteúdo é dividido em duas partes: uma animação de ‘Sonho de Mil Gatos‘, baseada na edição #18 da hq, e uma adaptação live-action de ‘Calíope‘, da edição #17.

Sonho de Mil Gatos‘ é dirigido por Hisko Hulsing, que é conhecido por seu trabalho na elogiada série ‘Undone‘.

‘Calíope‘ ficou a cargo de Louise Hooper, que dirigiu o episódio final da adaptação, intitulado ‘Corações Perdidos‘, e também já trabalhou em ‘The Witcher‘.

Ambos os episódios apresentam o protagonista da série, Tom Sturridge, como Morpheus.

O elenco de vozes convidadas para ‘Sonho de Mil Gatos‘ inclui Sandra Oh como A Profeta, Rosie Day como a Gatinha Malhada, David Gyasi como o Gato Cinzento, Joe Lycett como o Gato Preto e Neil Gaiman como o Corvo.

“Nós nos esforçamos para tornar a versão animada de ‘A Dream of a Thousand Cats‘ tão hipnotizante e hipnótica quanto possível, utilizando a magia de pinturas a óleo reais sobre tela”, diz Hulsing em um comunicado à imprensa. “Combinamos as pinturas com animação 2D desenhada de forma clássica, baseada em animação 3D realista de gatos telepáticos para criar um mundo de viagem que parece ao mesmo tempo realista e sonhador. Untold Studios em Londres criou a animação 3D de tirar o fôlego dos gatos. A maravilhosa animação 2D, pinturas a óleo e estilização foram feitas no Submarine Studios em Amsterdã.”

Já ‘Calíope‘ conta a história de uma musa, vivida por Melissanthi Mahut, que tem uma complicada história com Morpheus.

Além de Mahut, o elenco traz Arthur Darvill como Richard Madoc, Nina Wadia como Mãe do Destino, Souad Faress como Anciã do Destino, Dinita Gohil como Donzela do Destino, Kevin Harvey como Larry, Amita Suman como Nora e Derek Jacobi como Erasmus Fry.

Sandman‘ é a criação mais popular de Neil Gaiman e é centrada no ser mítico Sonho, parte de um grupo conhecido como Os Perpétuos ou Os Sem Fim. Como seu nome indica, o protagonista dos quadrinhos reina sobre o mundo dos sonhos. A trama tem início quando ele escapa de seu cativeiro, que durou 70 anos, e encontra seu reino dilapidado nos dias atuais.

Relembre o trailer:

O elenco ainda conta com Vivienne Acheapong (Lucienne), Boyd Holbrook (Coríntio), Charles Dance (Roderick Burgess), Asim Chaudhry (Abel), Sanjeev Bhaskar (Cain), Kirby Howell-Baptiste (Morte), Mason Alexander Park (Desejo), Donna Preston (Desespero), Jenna Coleman (Johanna Constantine), Niamh Walsh (Ethel Cripps) e Joely Richardson (Ethel).

Allan Heinberg (‘Mulher-Maravilha’) é o showrunner da série.

O selo de histórias em quadrinhos Vertigo da DC publicou originalmente a série entre 1989 e 1996, com várias séries adicionais chegando em 2009 e entre 2013 e 2015.

Kratos, Gandalf, Homem-Aranha e mais são empurrados por Megan Thee Stallion em divertido meme; Confira!

O clipe de ‘Plan B‘, canção de Megan Thee Stallion, foi lançado em junho, mas voltou a viralizar durante esta semana agora que se tornou um meme.

Em um momento chave da música, Stallion afasta a câmera com um empurrão enquanto recita a frase “you’s a bitch”, e é óbvio que a cena iria dar frutos para os criadores de memes nas redes sociais.

Nas versões editadas, diversos personagens da cultura pop são empurrados pela cantora no momento da frase de impacto.

Alguns deles são Gandalf, de ‘O Senhor dos Anéis‘, Bella Swan, de ‘Crepúsculo‘, Kratos, dos jogos ‘God of War‘, o Homem-Aranha e até mesmo o Morpheus, de ‘Sandman’.

Confira:

Lembrando que Stallion é uma das artistas confirmadas para o Rock in Rio 2022

Acompanhados da hashtag #DiaDelasnoRockinRio, a produção do evento confirmou um time de peso de artistas femininas que irão iluminar os palcos da Cidade do Rock.

No dia 11 de setembro, a rapper vencedora do Grammy Megan Thee Stallion e a cantora britânica Rita Ora irão se apresentar no Palco Mundo, enquanto LinikerLuedji Luna estão no Palco Sunset.

Como se não bastasse, a lendária Elza Soares, que faleceu no começo deste ano, ganhará uma homenagem nas vozes de AlcioneMajurAnges NunesCaio PradoMart’NáliaGaby AmarantosLarissa Luz no Palco Sunset.

Lembrando que o Rock in Rio acontecerá nos dias 02, 03, 04, 08, 09, 10 e 11 de setembro de 2022, na Cidade do Rock, no Rio de Janeiro.

Confira o cronograma de atrações já confirmadas abaixo:

PALCO MUNDO

02/09

  • Iron Maiden
  • Dream Theater
  • Megadeth
  • Sepultura + Orquestra Sinfônica Brasileira

03/09

04/09

08/09

09/09

10/09

11/09

PALCO SUNSET

02/09

  • Bullet for My Valentine
  • Living Colour feat. Steve Vai
  • Metal Allegiance
  • Black Pantera convida Devotos

03/09

  • Racionais
  • Criolo convida Mayra Andrade
  • Xamã convida Brô Mc’s
  • Papatinho + L7ennon convidam Mc Hariel e Mc Carol

08/09

  • Joss Stone
  • Corinne Bailey Rae
  • Gloria Groove
  • Duda Beat

09/09

10/09

  • Ceelo Green

11/09

Para mais informações, clique aqui!

‘Luta Pela Fé – A História do Padre Stu’, estrelado por Mark Wahlberg, já está disponível na HBO Max

Luta Pela Fé – A história do Padre Stu‘ (Father Stu), drama biográfico estrelado por Mark Wahlberg (‘Sem Dor, Sem Ganho’) e Mel Gibson (‘Coração Valente’), já está disponível na HBO Max.

O longa-metragem foi lançado na plataforma de streaming hoje, 19 de agosto.

Levemente baseada na história do ex-pugilista Stuart Long, a produção acompanha sua aposentadoria dos ringues após um acidente de moto que quase o matou e o encaminhou para a vida religiosa.

Relembre o trailer:

Na trama escrita por Rosalind  Ross e Wahlberg, o astro dá vida a um lutador de boxe que decide trocar os ringues pela batina, dedicando-se à vida de padre.

Listado também como produtor, Wahlberg disse no ano passado que:

“A jornada do padre Stu de encrenqueiro a clérigo foi inspiradora para muitos, inclusive para mim. Rosey fez um trabalho incrível capturando a essência de quem ele era e como ele influenciou as pessoas que o conheceram. Espero que, com este filme, mantenhamos seu espírito vivo e continuemos suas boas obras.”

Teresa Ruiz (‘Narcos: Mexico’), Jacki Weaver (‘Bloom’), Niko Nicotera (‘Good Girls’) e Chiquita Fuller (‘9-1-1’) completam o elenco.

‘Cuphead’: 2ª temporada da série animada já está disponível na Netflix!

A 2ª temporada de ‘Cuphead – A Série‘, produção baseada na clássica franquia de jogos homônimos, já está disponível na Netflix.

Os novos episódios foram lançados hoje, 19 de agosto, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

A narrativa segue as desventuras singulares do impulsivo Cuphead e seu cauteloso, mas facilmente influenciável, irmão Mugman. Apesar dos diversos perigos surreais nas Ilhas Inkwell, eles sempre se protegem.

Chad Jared Moldenhauer, criadores do game, entram como produtores executivos.

Lançado pelos estúdios MDHRCuphead traz em sua narrativa os dois protagonistas supracitados e outros demônios e robôs com estéticas reminiscentes dos anos 1930. O estilo artístico único foi um dos principais elementos aclamados pela crítica especializada e, por isso, espera-se que ele seja incorporado na adaptação seriada.

O jogo original tornou-se um dos maiores sucessos da companhia, vendendo milhões de cópias ao redor do mundo e inspirando uma linha inteira de brinquedos e artigos colecionáveis.