Após divulgar o trailer da série ‘Watchmen‘, a HBO lançou a primeira foto da misteriosa personagem mascarada interpretada pela atriz Regina King.
Confira, com o trailer:
Jeremy Irons interpretará Ozymandias/Adrian Veidt já próximo da terceira idade. O personagem é um dos maiores vilões de ‘Watchmen‘, também conhecido como o humano mais inteligente do planeta. Além de Irons, a atriz Jean Smart, de ‘Fargo’, foi confirmada no elenco como uma detetive do FBI.
A série terá sua trilha sonora composta e produzida pela aclamada dupla do Nine Inch Nails, Trent Reznor e Atticus Ross. Essa será a primeira vez que os músicos assinam a composição musical de um seriado de TV.
O elenco ainda conta com Yahya Abdul-Mateen II, Tom Milson, Frances Fisher, Jacob Ming-Trent, Louis Gossett Jr., Regina King, Don Johnson, Adelaide Clemens e Andrew Howard
O criador da série, Damon Lindelof, revelou que a nova produção não será baseada nos quadrinhos da Vertigo. Ele afirma que o material original é sagrado e não pode ser “recauchutado”.
“Não temos o desejo de ‘adaptar’ as edições criadas pelo Sr. Moore e o Sr. Gibbons há trinta anos. Esses volumes são sagrados e não serão recauchutadas nem recriados, tão pouco reproduzidos ou reinicializados. Esse material será ‘remixado’, considerando que a qualidade dessas famosas ‘canções’ são boas demais e nós não somos tolos ao ponto de reproduzir. Esses 12 volumes originais são o nosso Antigo Testamento, para esclarecer. ‘Watchmen‘ é um cânone”.
A Paris Filmes divulgou o trailer legendado de ‘Espiral – O Legado de Jogos Mortais‘ (Spiral: From the Book of Saw), reboot da franquia.
Confira:
Criada em 2004, a franquia ganha reboot e volta às telonas após hiato de 2 anos, quando aconteceu o último lançamento: ‘Jogos Mortais: Jigsaw‘.
Dirigido por Darren Lynn Bousman, que já esteve à frente de ‘Jogos Mortais 2, 3 e 4‘, ‘Espiral – O Legado de Jogos Mortais‘ apresenta em sua trama um novo e sádico mentor que desencadeia uma forma distorcida de justiça.
Com roteiro de Josh Stolberg e Pete Goldfinger, um novo e aterrorizante capítulo do universo dos Jogos Mortais reunirá um elenco de peso, que inclui Samuel L. Jackson como um respeitado veterano da polícia, Chris Rock como o impetuoso detetive Ezekiel “Zeke” Banks e Max Minghella, intérprete de um novato na polícia. Além de atuar, Chris Rock também assina a produção executiva do longa.
Após encerrar seu contrato com a Globo no ano passado, Bruna Marquezine fará parte do elenco de ‘Conquest’, vindoura série protagonizada por Keanu Reeves.
Até o momento, maiores detalhes não foram revelados, então não se sabe de que forma Marquezine será apresentada na trama, mas tudo indica que seja um papel importante.
Prevista para este ano, foi revelado apenas que ‘Conquest‘ é uma ficção científica ambientada em um futuro distópico, no qual São Paulo serve como abrigo para refugiados.
Agora, Marquezine confirmou nas redes sociais que a série será lançada pela Netflix em breve.
Em 2019, a atriz estava em Montevidéu, no Urugaui, participando das gravações da série, que também teve cenas rodadas em São Paulo, Rio de Janeiro, Budapeste e Berlim.
A direção fica por conta de Carl Erick Rinsch (‘47 Ronins‘), e a brasileira Gabriela Rosés Bentanco é uma das produtoras em conjunto com a O2, agência de produção de Fernando Meirelles (‘Dois Papas’).
De acordo com o Deadline, Michael Jackson vai ganhar uma cinebiografia desenvolvida por Graham King, o mesmo produtor de ‘Bohemian Rhapsody’, que conta a história de Freddie Mercury e da banda Queen.
King adiquiriu os direitos sobre a imagem e todo o catálogo de músicas do Rei do Pop, a fim de contar sua história nas telonas.
Ainda sem título definido, o longa será escrito por John Logan (‘007 – Operação Skyfall’, ‘Gladiador‘), e deve abordar tanto a carreira artística de Jackson quanto sua polêmica e conturbada vida pessoal.
Por enquanto, o projeto ainda está nos estágios iniciais, e maiores detalhes não foram divulgados.
Anteriormente, King e Logan trabalharam juntos em ‘O Aviador‘, cinebiografia dirigida por Martin Scorsese, que conta a história de Howard Hughes, outra figura bastante complicada no meio artístico e empresarial.
Lembrando que King fez questão de contar a história de Freddie Mercury no cinema, o que rendeu à ‘Bohemian Rhapsody’ uma indicação ao Oscar de melhor filme e uma bilheteria de incríveis US$ 903,7 milhões pelo mundo.
A recepção mediana por parte da crítica pode afetar ‘Eternos‘ nas bilheterias. Inicialmente previsto para abrir com US$ 100 milhões, as novas estimativas indicam que o filme agora deve arrecadar US$ 75 milhões em seu primeiro fim de semana nos EUA.
‘Eternos‘ vai estrear em 4.000 salas nos EUA, e as prévias de quinta-feira começarão às 18h.
Lembrando que o longa dirigido por Chloé Zhao chega aos cinemas nacionais amanhã, dia 4 de novembro.
‘Eternos‘ segue a jornada de seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘) até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.
O elenco conta com Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Don Lee (Gilgamesh), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).
‘Percy Jackson e os Olimpianos’ teve seu primeiro teaser trailer divulgado na DisneyD23, aonde o Renato Marafon também entrevistou o elenco (o vídeo sai em breve).
Assista:
A série promete redimir a elogiada saga mitológica de Rick Riordan, principalmente depois do fiasco da mini-franquia estrelada por Logan Lerman.
E, apesar da 1ª temporada não ter estreado ainda, o romancista comentou que a série está sendo desenvolvida com múltiplas iterações em mente.
“Essa é a ideia, sim. Claro, primeiro precisamos conseguir aval para temporadas futuras”, ele escreveu no site Goodreads. “Agora, temos o aval para uma temporada, mas se todos vocês assistirem e gostarem, estou otimista de que vamos conseguir aprovação para fazer mais”.
“That’s the idea, yes. Of course, first we have to get approval to do future seasons,” Riordan wrote. “Right now, we are only green-lit for one season, but if you all watch and like it, I am optimistic we will get approval to do more.”
O elenco ainda contará com Virginia Kull (Sally Jackson), Glynn Turman (Chiron), Jason Mantzoukas (Sr. D), Megan Mullally (Alecto), Timm Sharp (Gabe Ugliano), Dior Goodjohn (Clarisse La Rue), Charlie Bushnell (Luke Castellan) e Olivea Morton (Nancy Bobofit).
Ao todo, a saga escrita por Riordan contém cinco livros: ‘O Ladrão de Raios’, ‘Mar dos Monstros’, ‘A Maldição do Titã’, ‘A Batalha do Labirinto’, e ‘O Último Olimpiano’.
A trama gira em torno de Percy, um adolescente que descobre ser filho de Poseidon, deus grego dos mares, e então é enviado para o Acampamento Meio-Sangue para se reunir com outros meios-sangue. Lá, Percy onde se encontra com o amigo e mentor Grover Underwood, um sátiro adolescente, e conhece Annabeth Chase, filha de Atena.
Chris Columbus comandou a adaptação cinematográfica do primeiro volume, ‘Percy Jackson e o Ladrão de Raios’, que trouxe em seu elenco Logan Lerman, Alexandra Daddario, Brandon T. Jackson, e Jake Abel.
Apesar de receber críticas mistas, o filme arrecadou quase US$227 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 95 milhões.
Em 2013, ‘Percy Jackson e o Mar de Monstros‘ faturou apenas US$ 199 milhões e recebeu duras críticas acerca da narrativa, que se distanciava demais do romance original.
‘Vermelho, Branco e Sangue Azul‘, adaptação do elogiado romance LGBTQIA+ homônimo de Casey McQuiston, foi lançado no Prime Video e conquistou tanto os assinantes quanto os críticos.
Nas redes sociais, as pessoas foram elogiar a produção.
Confira, com nossa crítica em vídeo:
VERMELHO BRANCO E SANGUE AZUL FILME DO ANO PERFEITO GIGANTESCO AMEIIIIII ESTOU HENRY&ALEXIZADA
vermelho branco e sangue azul foi um dos filmes mais lindos que eu já vi na minha vida toda, a adaptação perfeita
chorei, ri, tive gatilho, senti raiva
tantos sentimentos que mds
alex e henry sempre estarão no meu coração ❤️
+ sem espaço para tédio. Senti falta de alguns elementos do livro, como o plot da Bea com drogas, por exemplo. Mas entendo que isso seria melhor trabalhado em formato de série. Dentre dos limites de um filme para streaming, fizeram o que foi possível, e o possível é suficiente.
Vale lembrar que o filme debutou com uma aprovação de 84% no site agregador de críticas Rotten Tomatoes, e uma nota média de 7.1/10.
Confira algumas reviews:
“O roteiro distribui uniformemente as piadas atrevidas entre os britânicos e os ianques para evitar qualquer má vontade diplomática. Alguns dos diálogos são bastante engraçados… mas nunca parecem doce o suficiente.” – Financial Times
“Embora haja um entusiasmo definido que carregue a produção, nada disso se manifesta de uma forma que seja visualmente envolvente. Eles adaptaram o esboço, ao invés da história” – InBetweenDrafts
“É difícil exagerar o quanto isso me deixou feliz. É uma comédia romântica totalmente vencedora e maravilhosa que qualquer um que ama o gênero irá gostar.” – Rachel Wagner
“‘Vermelho, Branco e Sangue Azul’ realmente é a comédia romântica que esperávamos, e mal podemos esperar para ver mais desse par amado em uma potencial sequência.” – Radio Times
“O filme é um pouco leve demais para rir, mas seu romance central agradará aos fãs obstinados e dará aos espectadores casuais algo para amar.” – Screen Rant
“No geral, apesar de seus tropeços, ‘Vermelho, Branco e Sangue Azul’ é uma comédia romântica charmosa e divertida que apresenta um novo ponto de vista bem-vindo ao gênero.” – Collider
O que pode acontecer quando o filho da presidenta dos Estados Unidos se apaixona pelo príncipe da Inglaterra? Quando sua mãe foi eleita presidenta dos Estados Unidos, Alex Claremont-Diaz se tornou o novo queridinho da mídia norte-americana. Bonito, carismático e com personalidade forte, Alex tem tudo para seguir os passos de seus pais e conquistar uma carreira na política, como tanto deseja. Mas quando sua família é convidada para o casamento real do príncipe britânico Philip, Alex tem que encarar o seu primeiro desafio diplomático: lidar com Henry, irmão mais novo de Philip, o príncipe mais adorado do mundo, com quem ele é constantemente comparado ― e que ele não suporta. O encontro entre os dois sai pior do que o esperado, e no dia seguinte todos os jornais do mundo estampam fotos de Alex e Henry caídos em cima do bolo real, insinuando uma briga séria entre os dois. Para evitar um desastre diplomático, eles passam um fim de semana fingindo ser melhores amigos e não demora para que essa relação evolua para algo que nenhum dos dois poderia imaginar ― e que não tem nenhuma chance de dar certo. Ou tem?
Taylor Zakhar Perez (‘A Barraca do Beijo 2’) e Nicholas Galitzine (‘Cinderela’) dão vida aos protagonistas.
Perez interpreta Alex Claremont-Diaz, o charmoso filho da presidente dos EUA. Já Galitzine dá vida ao príncipe Henry.
Uma Thurman (‘Kill Bill’) interpreta a Presidente dos EUA, Ellen Claremont.
O elenco ainda conta com Clifton Collins Jr., Stephen Fry, Sarah Shahi, Rachel Hilson, Ellie Bamber, Aneesh Sheth, Polo Morin, Ahmed Elhaj e Akshay Khanna.
Matthew López é responsável pela direção, além de também ter escrito o roteiro da adaptação. O projeto marca sua estreia diretorial.
Em entrevista ao Entertainment Weekly, o diretor Len Wiseman confirmou que a série baseada na franquia ‘Anjos da Noite‘ ainda está em desenvolvimento.
“Este projeto ainda está sendo desenvolvido. Não posso falar sobre isso, mas certamente há um futuro para a franquia ‘Anjos da Noite’. [A série] ainda está em desenvolvimento ativo.”
A série, originalmente anunciada em 2016, deve trazer um tom muito diferente.
Anteriormente, Wiseman havia revelado detalhes sobre a produção: “A série será muito diferente dos filmes. Eu não quero dizer que será mais madura, mas definitivamente irá se afastar do tom de HQ [da franquia original].”
Kate Beckinsale já havia revelado que não tinha interesse em retornar para mais um capítulo da franquia, mas adoraria estrelar um crossover entre ‘Anjos da Noite‘ e ‘Blade‘.
“Meu sonho é que eles fizessem um crossover de ‘Anjos da Noite’ com ‘Blade’. Acho que seria uma dupla incrível. Eu definitivamente faria isso, mas acho que agora vão rebootar a franquia do Blade na Marvel, e eles não estão interessados em ‘Anjos da Noite‘”, afirmou.
Vale destacar que a série ainda não tem canal definido, mas Len acredita que deverá vender a produção para uma plataforma de streaming, como a Netflix.
A franquia de ação e horror foi inaugurada em 2003, apresentando Kate Beckinsale como a vampira Selene, presa numa guerra entre vampiros e uma raça superior de lobisomens, conhecida como Lycans.
Os filmes faturaram até então cerca de US$ 539 milhões mundialmente.
‘Pecadores‘, novo filme estrelado por Michael B. Jordan e dirigido por Ryan Coogler, ganhou seu trailer dublado.
O longa, que mostrará Michael B. Jordan caçando vampiros, promete entregar muita ação e conflitos intensos contra as criaturas.
Em Pecadores, Michael B. Jordan interpreta dois irmãos gêmeos que precisam lidar com os vampiros após retornarem à sua cidade natal.
Confira:
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de abril.
Dispostos a deixar suas vidas conturbadas para trás, irmãos gêmeos (Jordan) retornam à sua cidade natal para recomeçar suas vidas do zero, quando descobrem que um mal ainda maior está à espera deles para recebê-los de volta.
O elenco ainda conta com Hailee Steinfeld, Jack O’Connell, Wunmi Mosaku, Jayme Lawson, Omar Benson Miller e Delroy Lindo.
Além de dirigir, Coogler também assina o roteiro do longa.
Uma das artistas mais importantes da história da música brasileira finalmente terá sua trajetória celebrada nas telonas. O documentário dedicado a Elza Soares acaba de ganhar data oficial de estreia e chegará aos cinemas de todo o Brasil em 5 de novembro de 2026.
‘ELZA‘ é produzido pela Aruac Filmes e pela Maria Farinha Filmes, com coprodução da Globo Filmes e Globonews. O longa é dirigido por Eryk Rocha, e traz a vida e a obra de Elza Soares narrada pela própria voz do milênio. O filme deve seguir para o circuito internacional de festivais e chegar aos cinemas ainda este ano, com co-distribuição da Maria Farinha Filmes e da Gullane+.
Reconhecida internacionalmente por sua voz inconfundível e por sua postura combativa diante das injustiças sociais, Elza Soares construiu uma carreira marcada pela inovação e pela coragem artística. Ao longo de décadas, a cantora atravessou diferentes gerações, reinventando-se constantemente e permanecendo relevante em um cenário musical em constante transformação.
O filme também deve destacar os desafios enfrentados por Elza desde a infância, marcada pela pobreza e pelo racismo estrutural, até sua consagração como um dos maiores nomes da música brasileira. Sua história é frequentemente lembrada como uma das mais impressionantes do país, reunindo episódios de sofrimento, perdas pessoais, preconceito e violência, mas também de perseverança, talento e triunfo.
Em 1999, Elza recebeu um dos reconhecimentos mais emblemáticos de sua carreira ao ser apontada como Cantora do Milênio, honraria concedida pela BBC de Londres. Na ocasião, ela dividiu o destaque com a lendária cantora norte-americana Tina Turner, consolidando definitivamente seu nome entre as maiores artistas da música mundial.
Além de celebrar sua trajetória artística, a produção pretende refletir sobre o significado de Elza Soares para a população negra no Brasil e em diversas partes do mundo. Sua obra sempre esteve profundamente conectada às pautas de igualdade racial, direitos das mulheres e combate à discriminação. Nos últimos anos de carreira, a cantora foi amplamente reverenciada por dar voz a temas sociais urgentes e por transformar sua arte em ferramenta de resistência.
A influência de Elza ultrapassou fronteiras musicais. Sua figura tornou-se referência para artistas, intelectuais e movimentos sociais, inspirando novas gerações a partir de uma mensagem de liberdade, autenticidade e luta por justiça. Canções como “A Carne”, “Mulher do Fim do Mundo” e tantas outras ajudaram a consolidar uma obra que permanece atual mesmo após sua partida.
Elza Soares faleceu em janeiro de 2022, aos 91 anos, deixando uma lacuna irreparável na cultura brasileira. Ainda assim, sua voz, suas ideias e seu impacto continuam vivos através de sua música e da influência que exerceu sobre incontáveis artistas ao redor do mundo.
O doc surge como uma oportunidade para que o público revisite a vida extraordinária de uma mulher que desafiou convenções, rompeu barreiras e transformou sua própria história em um poderoso símbolo de resistência. Para os admiradores da artista e para as novas gerações que desejam conhecer melhor sua importância, e promete ser uma das homenagens mais relevantes já realizadas a uma das figuras mais icônicas da cultura brasileira.
Ano após ano, as minisséries ganharam enorme destaque nos catálogos dos streamings trazendo ao público histórias com começo, meio e fim ao longo de uma jornada que se intercalam por curtos episódios. Pensando em alguns projetos marcantes desse formato, segue abaixo uma lista essencial para você que curte seriados de tiro curto:
Mare of Easttown
Na trama, criada por Brad Ingelsby, conhecemos Mare (Kate Winslet), uma detetive divorciada, e já avó, que é atormentada pelo suicídio do filho anos atrás e no campo profissional é taxada de incompetente por não conseguir solucionar o caso de uma desaparecimento de uma jovem moradora da região. Mora com sua filha Siobhan (Angourie Rice), a mãe Helen (Jean Smart, em atuação fantástica) e seu neto em uma casa que é na frente da do ex-marido Frank (David Denman). Quando uma outra jovem é assassinada, um leque de portas se abrem na linha de investigação e não é descartada de ter alguma relação com o desaparecimento da outra jovem. Entre a dedicação a essa importante investigação e o caos que se transforma sua vida pessoal, muitas surpresas a aguardam em um desenrolar de fatos impactantes.
Roadkill
Nos bastidores do alto poder britânico, ambientado nos dias atuais, acompanhamos Peter Lawrence (Hugh Laurie), um político que passa de ministério para outro ministério ao mesmo tempo que sua vida entra em colapso total com a descoberta de uma nova filha (que está presa), crise no seu relacionamento secreto com a amante dinamarquesa, embates com a atual esposa e os conflitos com as filhas, uma guerra no tribunal que venceu mas a jornalista que perde o caso acaba conseguindo novas provas contra ele, uma primeiro ministra que não vai com a cara dele. Os desenrolares e as consequências das ações para resolver esses fatos vão moldando os quatro episódios dessa minissérie.
Normal People
Na trama, acompanhamos as idas e vindas de um relacionamento de amizade e algo mais de dois jovens de uma cidadezinha da Irlanda. Marianne (Daisy Edgar-Jones) é uma jovem solitária que possui muitas dificuldades em se relacionar com os que estão ao seu redor, principalmente sua família e seus amigos de colégio. Connell (Paul Mescal) é aquele queridinho de todos, amado pela mãe, pelos amigos, estrela do rúgbi do colégio. Marianne é de família rica, Connell não. Certo dia, os dois começam a conversar e aos poucos, e com inúmeras passagens de tempo para frente (época de faculdade etc), percebem que podem ter sidos feitos um para o outro mas que só isso não basta para ficarem sempre juntos.
Em Defesa de Jacob
Na trama, conhecemos a família Barber: Andy (Chris Evans), o pai, principal promotor da cidadezinha onde vivem e bastante querido pela comunidade; Laurie (Michelle Dockery) um profissional exemplar e super mãezona; Jacob (Jaeden Martell), o único filho do casal que possui uma personalidade introspectiva e não tem muitos amigos. Tudo desmorona em pouco tempo para essa família quando Jacob é acusado de assassinato de um colega do colégio. O pai, no início, promotor titular do caso, é dispensado e praticamente usa todo seu tempo e conhecimento para tentar inocentar o filho. A mãe, desmorona aos poucos e a cada episódio que passa, desconfiando mais do filho. Assim, a série vai caminhando para uma decisão no tribunal que deixará marcas em todos.
Um Pesadelo Americano
Vallejo, Califórnia. Durante uma noite, um casal de fisioterapeutas tem sua residência invadida por pessoas que sequestram um deles, dopando o outro. Ao acordar, o que não foi levado, liga para a polícia relatando o ocorrido. A partir daí, a vida desse casal viraria de cabeça pra baixo, com acusações de todos os lados e com a polícia buscando montar um quebra-cabeça completamente pressionada pela a ação da mídia. Advogados, envolvidos, a família da sequestrada e os vídeos de alguns dos interrogatórios ajudam a contar essa história que possuem reviravoltas impressionantes.
Treta
Na trama, conhecemos Danny (Steven Yeun), um empreiteiro, com problemas, que vem de uma decepção com um empreendimento familiar passando por um presente confuso, desiludido, com pensamentos ruins. Também conhecemos uma empresária chamada Amy (Ali Wong), dona de uma marca que foi ficando poderosa ao longo do tempo, ligado à plantas. Parece ter uma vida perfeita, de sucesso no campo pessoal e profissional, mas nem tudo é o que aparenta ser, vive seus dias em um enorme stress. Certo dia, o destino desses dois personagens se cruzam de maneira peculiar, após uma briga de trânsito, o que desencadeia uma série de situações surpreendentes.
The Night Of
Lançada em 2016, ainda longe da badalada chegada dos streamings pelo mundo, essa minissérie intrigante produzida pela HBO, com um total de oito episódios, nos mostra a história de um estudante que se envolve em enormes conflitos após ser acusado de assassinato.
Black Bird
Inspirado em fatos reais, em Black Bird conhecemos Jimmy (Taron Egerton), um charmoso traficante de drogas que vê todo seu mundo ir à baixo quando a polícia invade a sua casa e o faz ser condenado a 10 anos de prisão. Alguns meses se passam e algo inusitado acontece: a polícia volta a conversar com ele lhe propondo um acordo que consiste em ele ser enviado a uma prisão de segurança máxima, conseguir a confissão de um suspeito de assassinatos chamado Larry (Paul Walter Hauser) e assim conseguir a liberdade. Mas nada será fácil e muitas perguntas se encontrarão pelo seu caminho.
Dopesick
Na trama, que possui dinâmicas passagens de tempo, acompanhamos o surgimento de um medicamento que impactaria negativamente a sociedade norte-americana (depois a mundial), o OxyContin, e toda a veia de destruição em famílias do interior dos Estados Unidos que buscando alívio para suas incansáveis dores acabam entrando em uma dependência a esse fármaco opioide analgésico potente, análogo semi-sintético da morfina (duas vezes maior que a mesma).
A Garota Desaparecida do Vaticano
Em quatro episódios intensos e com muitas reviravoltas vamos acompanhando o misterioso sequestro de Emanuela Orlandi, em junho de 1983, que rendeu inúmeras teorias que vão desde um falso sequestro que deu errado até mesmo uma enorme conspiração que envolve um antigo banco italiano, a Banda della Magliana (máfia romana) até mesmo o Vaticano. Mas qual a verdade sobre o ocorrido? Tentando desvendar esse mistério ao longo dos anos, vemos um jornalista italiano que sabe muito do caso além de familiares da jovem sequestrada, que sofrem muito até hoje pela desaparecimento dela.
“Espaço. A fronteira final”. A famosa frase mencionada em áudio pelo capitão James Kirk (William Shatner) antes da intro de todos os episódios de Star Trek: a série clássica sempre representou a essência do que é Star Trek: exploração. Melhor dizendo, o ato de se desbravar o desconhecido oceano negro chamado universo. É com esse espírito que os explorados no século XVI se lançaram ao mar e também foi com ele que a Federação dos Planetas Unidos, no universo Star Trek, busca a integração de todas as raças da galáxia.
A linha narrativa da série sempre foi pautada na aventura, aonde a cada episódio a nave e a tripulação da vez (seja ela a USS Enterprise de Kirk ou a USS Voyager de Janet) descobriam um novo planeta, uma nova forma de vida, tinham problemas com o primeiro contato, resolviam a questão de maneira diplomática (ou não) e voltavam à exploração de novos sistemas.
Para um público moderno, já saturado com o modelo “caso da semana”, utilizar a estrutura de “planeta da semana” poderia ser uma ideia arriscada, tanto para o conforto do espectador quanto para o desenvolvimento do enredo, que poderia ser prejudicado pelo excesso de episódios. Entretanto, ainda na pré-produção, os produtores Bryan Fuller (Hannibal) e Alex Kurtzman (reboot de Star Trek nos cinemas) decidiram que seguiriam a proposta de narrativa criada por Gene Roddenberry ainda na série clássica dos anos 1960.
Os primeiros dois episódios apresentaram mais uma nova tripulação em uma nova nave, dessa vez batizada de USS Discovery. A protagonista é Michael Burnham (Sonequa Martin-Green), que tendo tido parte de sua educação em Vulcano, representa a exata combinação da impulsividade humana com a lógica dos vulcanos. Sua melhor amiga e tutora é a capitã Georgiou (Michelle Yeoh), a quem os anos de guerra acabaram por enraizar um espirito forte por soluções diplomáticas.
Apesar do enredo se passar dez anos antes da série clássica não há como não notar as semelhanças expostas nesses dois primeiros episódios. Dentre algumas estão o preconceito racial, muito abordado nas temporadas produzidas nos anos 1960 e aqui representado pela cultura da raça Klingon, aonde um Klingon branco é diminuído por outros e cuja a moral só é elevada ao ser visto como um igual por seu líder. Têm-se o fanatismo religioso exposto também na visão desse mesmo líder Klingon, de uma maneira que o espectador percebe que esse caminho leva apenas à morte e destruição.
Em apenas dois episódios iniciais,Star Trek: Discovery deu o tom de como será guiada essa primeira temporada. Honrando o espírito aventureiro e socialmente crítico idealizado por Roddenbery, a série põe na mesa figuras que ainda precisam de maior desenvolvimento, mas que já possuem presenças fortes por irem contra conceitos tradicionais na televisão. Os efeitos especiais e jogos de câmeras (com uso de fleurs na iluminação, takes da nave no espaço e zoons externos na mesma) também remetem à nova leva de filmes da franquia nos cinemas.
Com episódios a serem lançados semanalmente na Netflix, resta saber se a primeira temporada manterá esse caminho que, à primeira vista, é espetacular.
O jornalista Bruno Fai realizou a cobertura do Festival Varilux 2018, o maior evento que celebra o cinema francês no Brasil. Assista no vídeo abaixo os comentários sobre os dramas impactantes ‘Marvin’ e ‘Primavera em Casablanca’. Leia também nossas críticas nos links abaixo.
O diretor M. Night Shyamalan se tornou um dos realizadores mais inconstantes de Hollywood. Mesmo assim, ele continua como uma das vozes mais chamativas e badaladas da maior indústria de cinema do mundo e a cada novo lançamento consegue atrair atenção do grande público, assim como dos especialistas. Existem os diretores unanimemente adorados, vide Steven Spielberg, Martin Scorsese, Quentin Tarantino e Christopher Nolan; e também existem aqueles que deixam parte do público e dos críticos prontos para torcer o nariz a cada novo trabalho, vide Zack Snyder, Paul W. S. Anderson e Michael Bay. Já M. Night Shyamalan existe nos dois mundos.
O que acontece é que o diretor indiano chegou em Hollywood chutando a porta com os dois pés, no filme ‘O Sexto Sentido’ (1999) que, além de o render indicações ao Oscar como melhor diretor e melhor roteiro (além de ser indicado como melhor filme), ainda fez todo e qualquer crítico anunciar Shyamalan como o novo Spielberg. Prematuro? Sem dúvida. Logo em seu trabalho seguinte, o cineasta viu os mesmos que o colocaram em um pedestal, começarem a questionar seu talento. Acontece que seguindo ‘O Sexto Sentido’, o realizador entregou uma obra muito diferente com ‘Corpo Fechado’ – que hoje encontrou seu público e é enaltecido como um de seus, senão seu melhor filme.
Com ‘O Sexto Sentido’, M. Night Shyamalan realizou uma das melhores estreias de todos os tempos em Hollywood.
Depois vieram ‘Sinais’ (2002), que recuperou seu prestígio nas bilheterias, e os elogios, e ‘A Vila’ (2004), que o dividiu novamente. Particularmente, acho este segundo o melhor trabalho do cineasta e seu melhor filme – mesmo reconhecendo que muitos, ou a maioria não compartilha deste pensamento. A meu ver, ‘A Vila’ foi o último grande trabalho sequencial de M. Night Shyamalan, e um que o levou à ruptura na fase da Disney. A seguir ele tentaria parcerias com a Warner (‘A Dama na Água’), Fox (‘Fim dos Tempos’), Paramount (‘O Último Mestre do Ar’) e Columbia (‘Depois da Terra’), não obtendo sucesso de crítica ou bilheteria em nenhum. Mas o pior é que menos de 10 anos após o fim da parceria com a Disney, seus quatro trabalhos seguintes, de forma consecutiva, eram considerados por todos os avaliadores como alguns dos piores filmes do período.
Assim, de rei de Hollywood em sua fase inicial, M. Night Shyamalan amargava o fundo do poço, considerado um fogo de palha que não havia de fato acendido, pelo contrário, havia se apagado de forma desastrosa. Nessa fase, seus roteiros originais pareciam não dar mais certo, e quando tentou investir por um momento como “diretor de aluguel”, fosse adaptando um conhecido desenho em forma live-action, ou dando forma a uma ideia da Cientologia para Will Smith e o filho, os resultados foram abaixo do medíocre. Era a hora de Shyamalan se reestruturar e voltar ao básico. O diretor se voltou para a TV com ‘Wayward Pines’ e no cinema aderiu ao found footage no arrepiante e subestimado ‘A Visita’ (2015). Em pé novamente, tomou o mundo de assalto mais uma vez com ‘Fragmentado’ (2017), criando um mistério envolvente que anunciava que o diretor havia retornado à sua boa forma.
‘Fragmentado’ levou Shyamalan de volta às boas com a crítica e as bilheterias, depois de mais de 10 anos de fracassos.
O problema de M. Night Shyamalan sempre foi o ego. E com isso não estou dizendo que ele tenha uma personalidade egocêntrica na vida real, pois nem o conheço. Ao que parece é um ótimo sujeito. Me refiro ao egocentrismo cinematográfico, como artista. Isso é inegável. Foi o que o fez comprar briga com os críticos em ‘A Dama na Água’ (2006), após ser execrado pelos mesmos que haviam o colocado num pedestal. No filme citado, Shyamalan cria um dos personagens como um crítico de cinema extremamente pedante, e o mata da forma mais violenta de todas. Por outro lado, seu personagem no mesmo filme é um escritor com bloqueio, mas cuja história irá salvar o mundo. Isso é que é um ego inflado.
Depois de voltar as boas com ‘Fragmentado’, o diretor acreditava que o mundo era seu novamente e podia fazer qualquer coisa. Assim, deixou seu ego falar mais alto novamente e entregou o desfecho decepcionante não de um, mas de dois de seus filmes mais queridos dos fãs, ‘Fragmentado’ e também ‘Corpo Fechado’, com ‘Vidro’ (2019), filme onde tudo se conectava. Toda essa introdução para chegarmos até ‘Tempo’, o filme que dá continuidade à sua nova má fase após um breve vislumbre de glória. ‘Tempo’ teve a dificuldade de ser realizado durante a pandemia, em 2020, e terminou sendo lançado em 2021 – pela Universal, em nova parceria do diretor.
O amor em família está no centro da trama de ‘Tempo’, produção enigmática de M. Night Shyamalan.
Novamente, essa não é uma história original do cineasta, mas sim baseada numa Graphic novel de Pierre Oscar-Lévy e Frederik Peeters. A história é simples, mas bastante intrigante e misteriosa. Uma família de férias em um resort num local paradisíaco é levada em um passeio por uma praia. No local encontram-se outros turistas hospedados no mesmo resort. Até aí nada fora do lugar. Acontece que a sacada da ideia, que surge como uma das famosas reviravoltas do diretor, é que este é um local fantástico, de certa forma fenomenal como a ilha de ‘Lost’ (já que os quadrinhos foram escritos em 2010), do qual os visitantes não conseguem sair, e onde o tempo passa de forma acelerada para todos, transformando crianças em adolescente e depois em adultos em questão de horas – e adultos em idosos decrépitos.
O conceito é interessante, mas seria melhor como um curta-metragem, ou o episódio de alguma série no estilo ‘Além da Imaginação’. Isso porque ao contrário dos outros filmes do diretor, cujas temáticas são de certa forma simples igualmente, neste ele não conseguiu alongar a premissa para transforma-la em um longa de forma eficiente. Em ‘Tempo’, Shyamalan carece de bons personagens, porque falta desenvolvimento. Tudo o que ganhamos são esboços e caricaturas. Os diálogos então parecem tirados dos quadrinhos e não caem bem quando são ditos por pessoas de verdade. As situações são forçadas e nunca parecemos estar observando seres humanos agindo numa situação dessas. A tentativa do cineasta em criar suspense em cada frase dita por um personagem, o fazendo agir de forma estranha para elevar a atmosfera, soa artificial por deixa-los sem características humanas – proferindo o texto de forma didática como seres robóticos.
Os jovens talentosos Thomasin McKenzie e Alex Wolff, como dois irmãos crescendo velozmente, são a melhor coisa de ‘Tempo’.
Fora isso, algumas escolhas de ângulos e de onde posicionar a câmera são infelizes. E aí recaímos no tópico da pretensão egotística de Shyamalan como diretor. Tais cenas são criadas para serem “um diferencial” na obra, mas aqui o cineasta filma em mais de um momento as pessoas reagindo a algum evento aterrador na areia, de dentro da água, nos deixando ver pouco (um cacoete costumeiro do realizador). Aqui, no entanto, com sua câmera marítima, onde o mar muitas vezes sacoleja e submerge nosso ponto de vista, a visão “artística” termina parecendo amadora. Em outro momento, sua câmera tenta filmar um personagem, mas a confusão que sucede em primeiro plano termina por novamente tapar nossa visão com o caos do corre-corre. São momentos simples de escolhas pretensiosas e que ficaram ruins no produto final, que não somam à narrativa, apenas transparecem a pretensão artística do realizador.
É o durante que mais incomoda em ‘Tempo’, e não tanto a óbvia revelação final, que precisava vir e existir para explicar a resolução, mesmo que, de forma sábia, não explique tudo. Sim, a praia é inexplicável, um fenômeno da natureza. Já as intenções dos homens que a cercam embora à primeira vista nefastas, possuem um propósito maior. O mais doloroso de ‘Tempo’ é o caminho e não tanto o destino onde chegamos. As escolhas, digamos, inusitadas de onde pôr a câmera do diretor, somadas a diálogos que não parecem ditos por humanos, causam uma interação capenga dos personagens e pior ainda, atuações comprometidas de gente talentosa, como a dupla principal formada pelo mexicano Gael García e a luxemburguesa Vicky Krieps – sem qualquer química que transmita que são uma família que se ama, mas estão em crise.
‘Tempo’ possui uma premissa interessante, mas parece não ir a lugar algum.
Essa falta de harmonia na interação chega até os coadjuvantes, inclusive as crianças, que não satisfazem em suas atuações. Mais para o fim, em um dos momentos que deveria ser a grande cena assustadora do filme, com a velhice da personagem da bela Abbey Lee em uma caverna, tudo o que o trecho consegue passar é a vontade por risadas involuntárias, com seus efeitos de CGI duvidosos. Por outro lado, quem consegue se sair razoavelmente bem dessa bagunça toda é o trio de jovens atores: Alex Wolff (de ‘Hereditário’), Thomasin McKenzie (de ‘Jojo Rabbit’) e Eliza Scanlen (de ‘Adoráveis Mulheres’).
Com o orçamento de US$18 milhões (baixo para os padrões de Hollywood), ‘Tempo‘ recuperou para os cofres da Universal, US$90 milhões ao redor do mundo. Sua estreia corajosa foi no dia 23 de julho de 2021, em pleno auge do verão norte-americana, época dos maiores lançamentos dos estúdios, onde descolou a primeira posição do fim de semana, com US$16.8 milhões ainda em tempos pandêmicos. O terror levou a melhor para cima do blockbuster ‘G.I. Joe Origens – Snake Eyes‘, da Paramount, e o drama ‘Joe Bell‘, com Mark Wahlberg. Já em matéria de críticas, ‘Tempo‘ descolou 50% de aprovação da imprensa especializada, convencendo exatamente metade dos jornalistas, mas não escapando do “tomate podre” no Rotten Tomatoes.
Shyamalan disse ter se atraído pela história por seu mote do envelhecimento acelerado e o medo da morte iminente. Na vida real, já deixa seu legado, passando o manto de diretor para a filha mais velha Ishana, que trabalhou como assistente de direção na segunda unidade, estreando em uma produção com o aval do pai. A jovem segue agora para entregar seu primeiro filme solo como diretora, comandando Dakota Fanning em ‘The Watchers’. E o Shyamalan pai seguiu para o mais bem recebido ‘Batem à Porta’ (2023) – por isso não devemos temer o tempo. Ele pode ser nosso aliado.
‘Tempo‘ (2021), de M. Night Shyamalan, estreou recentemente no acervo da Netflix.
Dylan McDermott confirmou o seu retorno em ‘American Horror Story: Apocalypse’, o tão aguardado crossover entre “Murder House” (1ª Temporada) e “Coven” (3ª Temporada).
McDermott interpretou Ben Harmon na primeira temporada da série.
Ontem, Ryan Murphy divulgou as primeiras fotos dos bastidores de ‘American Horror Story: Radioactive‘, mostrando o retorno do coven de bruxas da terceira temporada.
Confirmados até agora são Sarah Paulson, Evan Peters, Emma Roberts, Kathy Bates, Joan Collins, Billie Lourd, Cheyenne Jackson, Leslie Grossman, Billy Eichner e Adina Porter.
O FX já renovou ‘American Horror Story’ para suas 9ª e 10ª temporadas.
A Warner Bros. divulgou um novo vídeo divertido de ‘Pokémon: Detetive Pikachu‘, com os Pokemons fazendo teste de elenco para o filme.
Confira:
O primeiro trailer do longa surpreendeu com a boa recepção do público ao se tornar um dos mais assistidos de 2018 – com mais de 60 milhões de visualizações –, o que explica a confiança do estúdio.
O filme foi dirigido por Rob Letterman, que coescreveu o roteiro com Nicole Perlman.
“Harry Goodman desaparece misteriosamente, e isso leva seu filho de 21 anos, Tim, a ter que descobrir o que aconteceu. Entra na investigação também o antigo parceiro de Harry, o Detetive Pikachu – um super-investigador hilário, muito fofo e que faz a gente morrer de rir. Ele é um quebra-cabeças até para si mesmo!
Ao descobrir que conseguem se comunicar entre eles, Tim e Pikachu se tornam parceiros relutantes numa jornada arrepiante para desvendar o intrincado enigma. Ao seguirem pistas pelas ruas neons de Ryme City – uma moderna cidade onde humanos e pokémons vivem em harmonia em um mundo hiper realista na versão live action -, os dois encontram uma diversidade de pokémons pelo caminho, e acabam descobrindo uma terrível ameaça que pode destruir a harmonia com que esses dois povos vivem e pode até mesmo destruir por completo o universo Pokémon!”
Ryan Reynolds dublará o personagem-título. Justice Smith, Kathryn Newton, Karan Soni e Ken Watanabe completam o elenco.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 9 de maio.
A Netflix divulgou o trailer completo da 3ª (e última) temporada de ‘Anne With an E‘.
Confira:
A nova temporada será lançada na plataforma no dia 3 de janeiro.
A trama acompanha a órfã Anne (Amybeth McNulty), uma menina otimista que vai morar com a família dos Cuthberts na Inglaterra. Por causa do seu jeito peculiar, Anne acaba sofrendo para se adaptar na vida difícil do interior.
De acordo com o TVLine, Alan Ritchson (‘Titãs‘) estrelará a série ‘Jack Reacher‘, adaptação que está sendo desenvolvida pela Amazon.
A produção é baseada nos livros de Lee Child, e a primeira temporada adaptará o primeiro livro da saga, ‘Dinheiro Sujo‘.
Nick Santora (‘Scorpion‘) será o showrunner do projeto.
“Lee Child criou um personagem e universo incríveis,” declarou Santora. “Será a missão de todos os roteiristas, produtores, atores e equipe capturar a essência dos livros. Felizmente, Lee tem nos apoiado e nos ajudado nessa jornada.”
A saga já foi adaptada para as telonas em dois longas estrelados por Tom Cruise, ‘Jack Reacher: O Último Tiro‘ (2012) e ‘Jack Reacher: Sem Retorno‘ (2016). Juntos, os dois filmes arrecadaram mais de US$ 380 milhões mundialmente.
A Netflix finalmente anunciou quando o anime ‘Godzilla Ponto Singular‘, uma série animada que marca o início de um novo projeto para Godzilla, será lançado.
A produção irá estrear no serviço de streaming no dia 24 de junho.
Confira o trailer:
Atsushi Takahashi será responsável pela direção.
A série irá introduzir novos personagens e uma história original que não têm relação com a animação já lançada pelo serviço de streaming.
Kazue Kato foi responsável pelo design dos novos personagens, e Eiji Yamamori foi responsável pelo design do novo Godzilla.
Um dos tópicos mais discutidos da franquia ‘Pânico‘ nos últimos anos foi esclarecido com o lançamento do novo filme: Kirby Reed (Hayden Panettiere) está VIVA!
Em entrevista ao Collider, os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett expressaram seu desejo em ver o retorno da personagem, indicando a possível participação da Kirby em ‘Pânico 6‘.
“Nós entramos em contato com a Hayden [Panettiere]. Sabíamos que seria um easter egg divertido. Nós sabíamos que havia uma grande discussão online sobre o destino da Kirby. E ela sempre foi uma das nossas personagens favoritas na franquia. Nós amamos o trabalho da Hayden no quarto filme e sentimos que seria muito divertido mostrar evidências concretas de sua sobrevivência.”
Eles completam, “Nós entramos em contato com ela; queríamos que ela estivesse mais envolvida [no quinto filme]. Mas, no final das contas, não fazia sentido fazer algo pequeno para uma personagem tão interessante. Sentimos que o mais interessante nesse filme seria uma pequena referência. Sabíamos que os fãs que gostam da personagem iam encontrar o easter egg no filme.”
Assista às nossas entrevistas com o elenco do novo filme:
Assista nossa crítica:
O filme já está em exibição nos cinemas nacionais.
Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett , do elogiado terror ‘Casamento Sangrento‘, são responsáveis pela direção.
Vinte e cinco anos após uma série de assassinatos brutais chocar a tranquila cidade de Woodsboro, um novo assassino se apropria da máscara de Ghostface e começa a perseguir um grupo de adolescentes para trazer à tona segredos do passado mortal da cidade, fazendo com que Sidney Prescott retorne para desvendar o mistério.
O elenco conta com o retorno de Neve Campbell, David Arquette, Courteney Cox e Marley Shelton, além de introduzir os novatos Melissa Barrera, Dylan Minnette, Jenna Ortega, Mason Gooding, Kyle Gallner, Jack Quaid, Jasmin Savoy Brown e Mikey Madison.
A desenvolvera EA divulgou o primeiro trailer do remake do jogo ‘Dead Space‘.
Além disso, a produção teve o seu lançamento confirmado para o dia 27 de janeiro de 2023.
Confira o trailer:
A nova versão está sendo desenvolvida para PC, PlayStation 5 e Xbox Series.
De acordo com o Venture Beat, o remake “continua a impressionar internamente”, com a EA dedicada a atingir o mesmo grau de qualidade que o remake de ‘Resident Evil 2‘, da Capcom.
O jogo original segue o engenheiro Isaac Clarke, que luta contra uma infestação alienígena, parecida com vírus, que transforma humanos em monstros alienígenas chamados “Necromorphs” ou “Necromorfos”, a bordo de uma nave de mineração espacial chamada USG Ishimura.
O jogo ainda rendeu duas sequências, pré-sequência, adaptação para os quadrinhos e até mesmo um filme animado intitulado ‘Dead Space: Downfall‘.
Desde o lançamento do primeiro ‘Guardiões da Galáxia‘, o diretor James Gunn (‘O Esquadrão Suicida’) havia revelado que o projeto trazia um grande easter egg, que havia passado despercebido pelos espectadores.
Após a conclusão de sua trilogia, que marcou sua despedida do Universo da Marvel, o cineasta foi questionado sobre o easter egg. Infelizmente, Gunn se recusou a revelar. No entanto, o diretor acredita que é apenas uma questão de tempo até alguém descobrir.
“Você tem algum período em mente para revelar o easter egg, tipo o aniversário de 20 anos do filme, ou você vai levar esse segredo para o seu túmulo?”, perguntou um fã.
Em resposta, Gunn comentou: “Não vou levar ao túmulo porque muitas pessoas na minha vida sabem [do easter egg].”
Vale lembrar que ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ estará disponível na Disney+ no dia 2 de agosto.
Nosso amado grupo de desajustados está se estabelecendo na vida em Lugar Nenhum. Porém, não demora muito para que suas vidas sejam viradas de cabeça para baixo, pelos ecos do passado turbulento de Rocket. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe para salvar a vida de Rocket, em uma missão que, se não for concluída com sucesso, pode muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões da Galáxia como os conhecemos.
O novo filme conta com Chris Pratt, Zoë Saldaña, Vin Diesel, Dave Bautista, Bradley Cooper, Sylvester Stallone, Elizabeth Debicki, Daniela Melchior e Will Poulter.
Inicialmente previsto para junho, a Imagem Filmes confirmou o lançamento do reboot de ‘O Corvo‘ para o dia 22 de agosto nos cinemas nacionais.
Além disso, a distribuidora também divulgou o trailer nacional da produção.
Confira, dublado e legendado:
A trama acompanha Eric Draven (Bill Skarsgård), um homem que encontra em Shelly Webster (FKA twigs) sua alma gêmea. Até que um dia, eles são brutalmente assassinados e Eric, preso no limbo entre os vivos e os mortos, assume a identidade de Corvo para ir atrás de vingança.
Conhecido por seu papel como Pennywise em ‘It: A Coisa‘, Bill Skarsgård estrela o filme ao lado da cantora FKA twigs, que faz sua estreia nos cinemas. Um dos projetos mais comentados da indústria cinematográfica dos últimos anos, o longa é uma nova versão do clássico estrelado por Brandon Lee em 1994.
Rupert Sanders (Branca de Neve e o Caçador) é responsável pela direção.
“Acho que o encanto do protagonista é que ele tem uma beleza perturbadora e, à medida que se transforma através de sua perda, ele se torna algo que nem ele consegue controlar. É aquela frase famosa: ‘Quem luta contra monstros deve ter cuidado para que não se transforme em um.’”, disse o diretor em entrevista.
Com Post Malone, Ozzy Osbourne e Travis Scott na trilha sonora, o elenco de O Corvo ainda inclui Danny Huston (“O Convento”), Jordan Bolger (“A Mulher Rei”), Laura Birn (“Caçada Mortal”), e David Bowles (As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian). Na equipe artística, o filme tem trilha sonora de Volker Bertelmann (ganhador do Oscar por Nada de Novo no Front), e desenho de produção de Robin Brown.
Após ter recebido três indicações ao Oscar 2025 – incluindo Melhor Filme, Melhor Filme Internacional e Melhor Atriz para Fernanda Torres –, o aclamado drama brasileiro ‘Ainda Estou Aqui‘ registrou um grande salto nas bilheterias norte-americanas.
De acordo com o Collider, o longa alcançou a segunda melhor média por sala de cinema de qualquer filme atualmente em exibição no país, superando títulos em alta como ‘Mufasa: O Rei Leão‘ e ‘Ameaça no Ar‘.
A produção nacional ainda arrecadou US$ 229 mil no último final de semana nos EUA – o que representa um aumento de 102% na arrecadação em comparação ao final de semana anterior.
Ao total, o longa já arrecadou quase meio milhão após 10 dias em cartaz.
Aclamado pelos críticos e espectadores, ‘Ainda Estou Aqui‘ alcançou 96% e 99% de aprovação no Rotten Tomatoes, respectivamente.
Sucesso nos cinemas, o longa já soma quase R$ 90 milhões mundialmente.
O longa-metragem é inspirado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva sobre a história de sua família. O relato começa no início dos anos 70, quando um ato de violência muda a história da família Paiva para sempre. O livro e o filme abraçam o ponto de vista daqueles que sofrem uma perda em um regime de exceção, mas não se dobram.
No elenco principal, estão nomes como Valentina Herszage, Luiza Kosovski, Bárbara Luz, Guilherme Silveira e Cora Ramalho, que interpretam os filhos na primeira fase do filme, e Olivia Torres, Antonio Saboia, Marjorie Estiano, Maria Manoella e Gabriela Carneiro da Cunha, integrando a família no segundo momento.
Em entrevista ao Bloody Disgusting, Christine Elise quebrou o silêncio sobre o futuro da franquia ‘Brinquedo Assassino‘, após o cancelamento da série ‘Chucky‘.
A atriz, que estrelou o segundo filme da saga e reprisou seu papel como Kyle no seriado do canal SyFy, prometeu que ainda não vimos o fim do icônico boneco assassino.
“Não sei qual será o próximo [passo] da franquia. Tudo o que eu sei é que o Chucky sempre retorna.”
Ela completa, “A série foi realmente incrível. Acredito que as três temporadas, coletivamente, são melhores do que os sete filmes da saga. Don Mancini criou oito horas de conteúdo por três anos seguidos. Sinto que ele serviu um entretenimento incomparável.”
Lembrando que as três primeiras temporadas estão disponíveis no Star+.
O elenco conta com Brad Dourif como a voz do Chucky, Jennifer Tilly como a icônica e psicótica Tiffany, Zackary Arthur como Jake Wheeler, Björgvin Arnarson como Devon Evans, Alyvia Alyn Lind como Lexy Cross, Alex Vincent como Andy Barclay, Christine Elise como Kyle, Fiona Dourif como Nica, Barbara Alyn Woods como a Prefeita Michelle Cross e Devon Sawa como um novo personagem.
Lachlan Watson (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) interpreta Glen/Glenda.
Conhecido, principalmente, por interpretar o Professor Lupin na saga ‘Harry Potter‘, o ator David Thewlis se junto ao elenco de ‘Fargo‘, na terceira temporada da antologia do FX.
Segundo o Entertainment Weekly, que confirmou a informação, o ator viverá V.M. Vargas, “um capitalista solitário misterioso, que dá a Emmit (Ewan McGregor), o Rei dos Estacionamentos de Minnesota, a má notícia de que ele acaba de se tornar sócio dos chefes de Vargas, cujos interesses estão acima da lei”.
A terceira temporada também terá Mary Elizabeth Winstead (‘Rua Cloverfield, 10’) como uma das protagonistas.
Ela viverá a sedutora e inteligente Nikki Swango, que está em liberdade condicional após cometer um crime.
O elenco ainda conta com Carrie Coon. Ewan McGregor viverá os gêmeos Emmit Stussy e Ray.
O terceiro ano de ‘Fargo’ trará seu elenco renovado e apresentará uma história diferente em relação à temporada anterior. Noah Hawley, criador da série, confirmou que a história se passará em 2010.
Inspirado no filme dos irmãos Coen, vencedor de dois Oscars, o seriado volta à TV americana em 2017 com dez novos episódios.
Uma nova chamada de elenco feita para a adaptação ‘Homem Formiga e a Vespa’ sugeriu que os fãs verão algumas cenas de flashback com a Vespa original, a personagem Janet Van Dyne.
Segundo o anúncio emitido pela Central Casting Georgia, um projeto intitulado ‘Cherry Blue’ – o nome alternativo da produção – chamou “homens e mulheres de todas as idades que consigam retratar argentinos locais para uma cena no parque, que se passa em 1987”.
Para os que desconhecem os quadrinhos, Janet Van Dyne se perdeu no Reino Quântico exatamente em 1987, enquanto tentava desarmar um míssil soviético. Vale ressaltar que o surgimento da personagem na sequência de ‘Homem-Formiga’ já havia sido confirmado, quando Michelle Pfeiffer foi confirmada como parte do elenco.
Recentemente, caiu na internet um vídeo que traz as primeiras cenas de ‘Homem-Formiga e a Vespa’.
O vídeo traz Michael Peña e Paul Rudd resumindo tudo o que rolou até agora no Universo Marvel de Cinema, e no final apresenta Michelle Pfeiffer como Janet, a Vespa original.
Confira:
Michelle Pfeiffer vai interpretar a Vespa original em ‘Homem-Formiga e a Vespa’. Sua personagem se chamará Janet Van Dyne.
Além disso, foram confirmados Lawrence Fishburne como o Dr. Bill Foster, Golias; Walton Goggins como Sonnyburch, Hannah John-Kamen viverá a Fantasma e Randall Park será o Agente Jimmy Woo.
Judy Greer está com seu retorno confirmado. Na adaptação dos quadrinhos, Greer interpreta Maggie, a ex-esposa de Scott Lang e mãe da garotinha Cassie.
A direção é de Peyton Reed, com roteiro de Paul Rudd e Adam McKay.
O comediante Bobcat Goldthwait foi a personalidade mais recente a se posicionar contra a demissão de James Gunn de ‘Guardiões da Galáxia Vo. 3‘.
O ator, que empresta sua voz para uma nova atração dos Parques da Disney, foi ao Instagram mostrar seu repúdio, alegando que seria hipócrita a empresa mantê-lo, considerando que no passado ele também fez piadas de mau gosto, das quais se arrepende.
Na publicação em questão, ele está sentado ao lado de Gunn e também demonstra seu apoio e admiração ao diretor.
Uma publicação compartilhada por Bobcat Goldthwait (@bobcatgoldthwait) em
“Eu amo James Gunn. Ele é um amigo leal, super talentoso, apaixonado e gentil. Eu queria dizer algo, então aqui vai:
Cara Disney, eu odiaria que vocês ficassem como hipócritas, então estou sugerindo que removam minha voz de uma de sua atrações que está chegando ao seu parque. Ela se chama World of Color – Villainous e eu repriso o papel de Pain, um papel que já havia interpretado em Hércules. Sabe o que é, anos atrás eu fiz muitas piadas surpreendentemente sarcásticas e ofensivas. Muitas delas das quais eu me envergonho hoje e eu odiaria fazer com que vocês ficassem como os maus, considerando que eu sou um crítico aberto do presidente e de sua administração e considerando que vocês estão seguindo o mesmo viés de alguns de seus fanáticos seguidores. Eu acho que James Woods deve ter gravado sua voz para a mesma atração também. Porque não checar alguns de seus tweets malucos? Eles são uma figura!
Para registro, eu apoio as vítimas de abuso sexual e eu estava imaginando se vocês ainda estariam ganhando dinheiro com seu filme ‘Energia Pura’. Estou perguntando para um amigo”.
Com o retorno de DanielCraig à produção, as filmagens de ‘Bond 25’ voltaram a seguir seu curso regular.
E para animar os fãs do espião 007, o diretor do longa, CaryFukunaga, divulgou um novo e bem editado vídeo, que traz uma série de imagens dos bastidores das gravações.
Uma publicação compartilhada por Cary Fukunaga (@cary_fukunaga) em
Dirigido por Cary Joji Fukunaga e com roteiro de Neal Purvis e Robert Wade, o 25º quinto da franquia estrela Daniel Craig, Ralph Fiennes, Naomie Harris, Rory Kinnear, Léa Seydoux, Rory Kinnear, Ben Whishaw, Jeffrey Wright, Ana de Armas, Dali Benssalah, David Dencik, Lashana Lynch, Billy Magnussen e Rami Malek.
Apesar dos atrasos e do acidente com Craig, ‘Bond 25’ não será adiado e segue com estreia marcada para o dia 8 de abril de 2020. Confira o trailer:
A aguardada sequência ‘Mulher-Maravilha 1984‘ é o grande destaque da mais nova edição da revista Total Film.
E a publicação traz a heroína em duas belas capaz, que evidenciam ainda mais o figurino da protagonista. Além disso, uma página da matéria especial sobre o filme também foi divulgada pela revista.
Confira:
Lembrando que a Warner Bros. divulgou um cartaz confirmando a estreia do filme para o dia 1º de Outubro no Brasil.
— Warner Bros. Pictures Brasil (@wbpictures_br) June 16, 2020
Na trama, Max Lord lança um artefato que realiza desejos, mas terão um preço, uma espécie de efeito colateral. O desejo de Barbara Minerva em ser uma “Mulher-Maravilha”, a transformará inadvertidamente na Mulher Leopardo. Já a Princesa Diane, cujo desejo foi trazer seu amado Trevor de volta à vida, terá que encarar a perda de seus poderes. Ou parte deles.
Avançando para a década de 1980, a próxima aventura nos cinemas da Mulher-Maravilha a coloca frente a novos inimigos. Mulher-Maravilha 1984, da diretora Patty Jenkins, é estrelado por Gal Gadot no papel-título ao lado de Chris Pine como Steve Trevor, Kristen Wiig como A Mulher-Leopardo, Pedro Pascal como Max Lord, Robin Wright como Antíope e Connie Nielsen como Hipólita.
Há oito anos atrás os fãs de ‘Glee‘ eram surpreendidos pela inesperada despedida do astro Cory Monteith, que falecera em 2013 após uma overdose acidental dentro de um quarto de hotel.
E para manter o seu legado vivo, o elenco da popular produção compartilhou uma série de homenagens ao ator nas redes sociais. Lea Michelle, Kevin McHale, Michael Hitchcock (roteirista da série e também ator) e mais relembraram Monteith de forma bem tocante.
O thriller criminal ‘O Homem dos Sussurros‘, produzido pela Netflix e pela AGBO (produtora dos Irmãos Russo), segue a todo vapor em seu desenvolvimento e novos nomes foram confirmados em seu elenco oficial.
Além de Michelle Monaghan e Adam Scott, o longa ainda vai contar com os veteranos Robert De Niro e Michael Keaton. A informação foi revelada em primeira mão pelo site Deadline.
Segundo a publicação, Keaton fará apenas uma participação especial, em um papel cujos detalhes permanecem em sigilo.
John Carroll Lynch, Hamish Linklater, Owen Teague e Acston Luca Porto também foram anunciados como parte do elenco.
James Ashcroft assina a direção, a partir de um roteiro escrito por Ben Jacoby e Chase Palmer. O longa é uma adaptação direta da aclamada obra de Alex North, publicada em 2019.
Anthony Russo, Joe Russo, Angela Russo-Otstot e Michael Disco produzirão pela AGBO, marcando o sexto filme da parceria entre a Netflix e a produtora.
Baseado no romance best-seller de North, ‘O Homem dos Sussurros‘ gira em torno de um escritor policial viúvo que, após seu filho de oito anos ser sequestrado, pede ajuda ao seu pai distante, um ex-detetive de polícia aposentado, apenas para descobrir uma conexão com o caso de décadas atrás de um assassino em série condenado conhecido como “O Homem dos Sussurros”.
As filmagens do filmes começam durante a primavera norte-americana na Costa Leste.
Guillermo del Toro deu uma entrevista ao IGN em que revelou que não fará mais animação em stop-motion de ‘Pinóquio’.
O diretor precisava de aproximadamente US$ 35 milhões e nenhum estúdio ou produtora estava disposto a financiar a animação. del Toro comentou:
“Não vai acontecer. Mas a ideia era fazer Pinóquio durante a ascensão do fascismo na Itália, com Mussolini. Era uma período interessante para discutir a ideia de ser um boneco ou um humano, mas, sabe, não está mais em desenvolvimento.”
Enquanto isso há planos para um filme live-action do personagem. A Disney e Sam Mendes estão em negociações para que o filme em live-action do ‘Pinóquio‘ finalmente possa sair do papel.
A publicação cita que as conversas entre as partes estão bastante proveitosas e que o fato de Sam ter saído agora da direção de uma das peças de teatro mais aclamadas no Reino Unido faz com que o cineasta esteja pronto para comandar uma clássica produção nos moldes Disney.
Baseado no romance de 1883 ‘As Aventuras de Pinóquio‘, de Carlo Collodi, o longa original do Pinóquio estreou em 1940 e venceu dois Oscars. Uma sequência foi planejada em 2001, mas o projeto nunca saiu do papel. O filme live-action de Pinóquio deve ser mais fiel ao livro do que à produção dos anos 40.
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