Na trama, um homem acorda sem memória. Orientado por uma voz misteriosa vinda de um dispositivo em seu ouvido, ele parte em uma perigosa missão de resgate.
Woo é bastante conhecido por ‘Good Doctor‘, a versão original. O drama que foi adaptado para o ocidente pela ABC, com Freddie Highmore estrelando. Lee Sung Jae e Kim Bo Min também estão no elenco.
E finalmente, a segunda parte da primeira temporada de ‘Bastard!!’, anime baseado no clássico mangá de Kazushi Hagiwara, ganhou a sua data de estreia na Netflix.
Segundo a equipe de produção da animação, os novos episódios, que contemplam os caítulos do 14 ao 24, chegarão a plataforma no dia 15 de setembro. Vale lembrar que o anime estreou no dia 30 de junho.
— 『BASTARD!! -暗黒の破壊神-』アニメ公式 (@bastard_PR) July 8, 2022
Relembre o trailer:
Confira a sinopse oficial:
“400 anos depois do colapso da civilização moderna, o mundo está dominado pelo caos em meio a espadas e feitiçaria.
O Exército Rebelde das Trevas, liderado pelos Quatro Deuses Divinos, planeja ressuscitar a deusa da destruição Anthrasax e expandir seus poderes para tentar dominar o mundo. O reino de Metalicana (localizado na área central do continente de Metallion) sofre um ataque do Exército Rebelde das Trevas, que é liderado por um feiticeiro.
Para salvar o reino, a filha do sacerdote Tia Noto Yoko precisa decidir se deve ou não ressuscitar o antigo e grandioso mago que, no passado, tentou dominar o mundo e agora está preso no corpo de Lucien Renren, seu amigo de infância. A única coisa que pode libertá-lo é o beijo de uma virgem.
De cara com o perigo, Yoko encosta seus lábios nos de Lucien. Naquele momento, o ar se enche de uma energia sombria e poderosa. O mago Dark Schneider, o protagonista mais forte e selvagem, enfim está de volta à vida!”
A produção é inspirada no livro de Edward Ashton e conta com o roteiro adaptado de Bong Joon-ho. A Warner Bros está supervisionando o projeto, que está em pré-produção.
O livro será publicado no primeiro trimestre de 2022, e segue o protagonista ‘Mickey7‘, um empregado descartável em uma expedição humana enviada para colonizar o mundo de gelo Niflheim. Sempre que há uma missão muito perigosa – até mesmo suicida – a equipe se volta para Mickey. Depois que uma iteração morre, um novo corpo é regenerado com a maioria de suas memórias intactas. Após seis mortes, Mickey7 entende os termos de seu acordo.
De acordo com a Deadline, a trilogia de livros escrita por Anthony Ryan, ‘A Sombra do Corvo‘, serão adaptadas para uma série de TV. Ganhando o título provisório de ‘Queen of Fire‘, nome do último livro da trilogia, a série live-action pretende adaptar também as outras sagas do universo de Anthony Ryan.
Vale destacar que os direitos foram adquiridos pela Lone Wolf Pictures e contará com Paul Telegdy e Stefan Telegdy como produtores executivos do projeto. A trama acompanha a jornada de cinco personagens que compartilham um destino em comum. Vivendo em um mundo onde as nações estão em guerra e a política é tão cruel quanto no mundo real, eles também precisam lidar com ameaças sombrias.
Na descrição do primeiro livro da série de ‘A Sombra do Corvo‘, ‘A Canção do Corvo‘, vemos que Vaelin Al Sorna, um garoto de apenas 10 anos de idade, é deixado por seu pai na Casa da Sexta Ordem, ele é informado de que sua única família agora é a Ordem. Durante vários anos ele é treinado de forma brutal e austera, além de ser condicionado a uma vida perigosa e celibatária. Mesmo assim, Vaelin resiste e torna-se líder entre seus Irmãos.
Ao longo de sua jornada, ele descobrirá de quem foi o verdadeiro desejo para que ele fosse entregue à Ordem – o objetivo sempre foi protegê-lo, mas ele não tem ideia do quê. Aos poucos, indícios de uma esquecida Sétima Ordem e questões acerca das ações do Rei Janus fazem Vaelin Al Sorna questionar sua lealdade. Destinado a um futuro grandioso, ele ainda tem que compreender em quem confiar.
Se você já assistiu a ‘007 – Casino Royale’, com certeza conhece o nome da atriz francesa Eva Green – e, se você nunca ouviu falar dessa incrível e subestimada performer, certamente deveria.
Ascendendo à fama depois de ter co-protagonizado o filme supracitado, a carreira de Green é, de fato, marcada por altos e baixos. Mas isso não significa que a artista não tenha entregado performances memoráveis tanto no cinema quanto na televisão, desde sua participação em ‘Reino dos Céus’, como a Princesa Sibylla, até sua aclamada rendição na série ‘Penny Dreadful’, que lhe rendeu diversas indicações.
No dia de hoje, 06 de julho, Green completa 42 anos – e é claro que não poderíamos deixar seu aniversário passar em branco.
Para celebrá-la, montamos uma breve lista elencando seus cinco melhores papéis, que você pode conferir abaixo:
5. PRINCESA SIBYLLA, Reino dos Céus
O épico histórico de Ridley Scott pode até ter tido recepção mista por parte dos especialistas, mas é um consenso quase universal de que o melhor aspecto do longa-metragem é o elenco. Além de Orlando Bloom e Jeremy Irons, Green fez um trabalho notável como a Princesa Sibylla, monarca do século XII que foi casada com Guy de Lusignan e que comandou o Reino de Jerusalém entre os anos 1186 e 1190. A atriz recebeu inúmeros elogios, que notaram sua presença imponente nas telonas e sua elegante compostura em cena.
A estreia oficial de Eva Green no cenário cinematográfico ocorreu há pouco tempo, mais precisamente em 2003, com a estreia de ‘Os Sonhadores’. No drama romântico comandado por Bernardo Bertolucci, a trama companha um estudante universitário que se envolve em um triângulo romântico com um irmão e uma irmã. A atriz dá vida a Isabelle, parte desse entrelaço erótico, uma personagem descrita como livre e, trazendo para os dias de hoje, empoderada em relação a usar o seu corpo como bem entender. A rendição de Green ganha ainda mais camadas quando mergulhada em referências do cinema clássico e do new wave francês, que aposta fichas na arte performática.
É bem provável que o drama francês ‘A Jornada’ tenha passado longe de seu radar – mas não tem problema: é sempre tempo de conhecer uma das atuações mais incríveis de Green. No longa, comandado por Alice Winocour, a atriz interpreta Sarah, uma mulher que tenta equilibrar seu trabalho como astronauta, preparando-se para um ano na Estação Espacial Internacional, e sua vida pessoal como mãe de uma menina de oito anos de idade chamada Stella (Zélie Boulant). Green foi aplaudida pelo público e pela crítica especializada e conquistou indicações tanto ao César quanto ao Lumière Award de Melhor Atriz.
2. VESPER LYND, 007 – Casino Royale
Green já havia participado de algumas produções cinematográficas antes de estrelar ‘007 – Casino Royale’, mas foi sua aclamada rendição como a bond girl Vesper Lynd que atraiu maior atenção do público e lhe concedeu fama mundial. Na trama, Vesper é uma agente secreta que trabalha diretamente com a Família Real inglesa e é escalada para supervisionar Bond (Daniel Craig), além de financiá-lo em um jogo de pôquer de altos riscos. Por sua performance, Green levou para casa o BAFTA de Estrela em Ascensão e foi considerada uma das melhores bond girls de todos os tempos pelos especialistas internacionais.
Nenhuma outra performance de Green poderia ocupar nossa lista além de Vanessa Ives no ovacionado terror gótico ‘Penny Dreadful’. Na trama, a atriz interpreta uma médium com poderes incríveis e com um passado obscuro que a torna alvo de diversas forças malignas.
Ao longo de três temporadas, o criador John Logan arquitetou uma das melhores personagens do cenário televisivo do século, apostando fichas em uma complexa mulher que só poderia ser vivida por Green. Afinal, enquanto ela nos tira o fôlego desde o primeiro momento que dá as caras, são cenas particulares que reafirmam nossa paixão pela versatilidade inegável da artista – e, aqui, faço questão de pontuar as sequências de possessão demoníaca e sua espetacular rendição na iteração final. Não é surpresa, pois, que ela tenha faturado indicações tanto ao Globo de Ouro quanto ao Critics’ Choice Awards.
A série de fantasia medieval ‘Camelot’, baseada nas atemporais novelas de cavalaria do Rei Arthur e da Távola Redonda, foi cancelada depois de apenas uma temporada – mas foi o suficiente para arrancar atuações incríveis de um elenco estelar. Na trama, Green interpreta a meia-irmã de Arthur Pendragon, Morgan (inspirada em Morgana Le Fay), uma vingativa mulher que deseja usurpar o trono de Camelot – e que enfrenta, em seu caminho, o poderoso mago Merlin, que jura impedi-la de conquistar tal feito.
O site Deadline divulgou a primeira imagem de ‘Cuckoo‘, terror slasher que será estrelado pela Hunter Schafer (‘Euphoria’).
Confira:
O elenco ainda contará com Dan Stevens (‘O Hóspede’), Jessica Henwick (‘Ameaça Profunda’), Marton Csókás (‘Crimes Obscuros’), Greta Fernández (’30 Monedas’) e Jan Bluthardt (‘Luz’).
Além de escrever o roteiro, Tilman Singer (‘Luz’) também será responsável pela direção.
O cineasta irá repetir sua parceria com o cinematográfico Paul Faltz, o compositor Simon Waskow e o designer de produção Dario Mendez Acosta, com quem já havia trabalhado no aclamado ‘Luz‘.
Infelizmente, detalhes sobre a trama não foram revelados.
As filmagens do projeto foram finalizadas nesta semana, com expectativa de lançamento para 2023.
A história gira em torno de uma família de alienígenas de um mundo melhor que se refugiam na América Central. Eles, então, começam a discordar sobre essa repentina mudança ser incrível ou horrível.
A produção conta com as vozes de Roiland, Thomas Middleditch, Sean Giambrone, Mary Mack, Sagan McMahan e Liam Cunningham.
Vale lembrar que a produção já está renovada para a 4ª temporada!
A Netflix divulgou o trailer completo da 4ª temporada da série dramática ‘Virgin River‘.
Confira:
O próximo ciclo irá estrear na plataforma no dia 20 de julho.
Vale lembrar que a série já está renovada para a 5ª temporada!
A série é uma adaptação da saga de livros da autora Robyn Carr, que conta com 20 volumes, cujo o título do primeiro é exatamente o nome da cidade onde a trama se passa.
A produção acompanha Melinda, uma enfermeira que decide abandonar sua vida na cidade grande para tentar se redescobrir no pequeno município de Virgin River. Lá, além de tentar esquecer dos erros do passado, ela vai acabar descobrindo um novo amor em sua vida.
O thriller policial brasileiro ‘As Verdades‘, estrelado por Lázaro Ramos e Bianca Bin, já está em exibição nos cinemas e faz algumas provocações a respeito da cultura da violência contra a mulher, a parti de uma trama bem densa.
Adaptado do aclamado e icônico conto japonês Dentro de um Bosque, de Ryūnosuke Akutagawa, a trama acompanha o policial Josué (Ramos), que tenta desvendar quem é o culpado por um crime cometido contra Valmir – candidato a prefeito de um pequeno município do sertão. Ele tentará descobrir a verdade a partir de três versões diferentes do mesmo ocorrido e descobrirá uma extensa e inesperada rede de intrigas.
E a nossa jornalista Rafa Gomes entrevistou parte do elenco, bem como o diretorJosé Eduardo Belmonte, que revelaram detalhes sobre a nova produção.
Sempre pontual em sua crítica social, o showrunner e produtor Eric Kripke habilmente nos leva em uma épica epifania histórica na 3ª temporada de The Boys, claramente se apropriando do pior e do melhor que testemunhamos das pessoas, desde meados de março de 2020, quando a pandemia invadiu o mundo com um caos inimaginável e até então inatingível. Diferentemente do ciclo anterior, que estreou no auge da crise mundial e que refletia questões sociais um pouco diferentes, os novos episódios são um espelho do passado recente e satirizam essa nova sociedade dividida e confusa nascida de tempos tão problemáticos.
Com um humor cirúrgico e perverso, Kripke, Seth Rogen e sua equipe de roteiristas recriam icônicos momentos – como os protestos do movimento Black Lives Matter e a derrubada da estátua do traficante de escravos Edward Colston, apenas para citar alguns. Adaptando essas e tantas outras circunstâncias reais ao contexto narrativo da série, The Boys retorna enérgica, igualmente violenta e grotescamente sangrenta. Com mortes tão viscerais e gráficas como as do passado, a produção que se passa em Nova York – mas que é rodada em Toronto, entrega oito episódios que nos reviram o estômago à sua maneira – seja pela indecência bizarra do Herogasm -, seja pelo constante dilaceramento de vísceras.
Mas por trás de toda essa peculiar camada que desde o seu ciclo inaugural se tornou a marca registrada da série, The Boyscaminhou muito mais além em suas motivações e provou mais uma vez ter um timing perfeito em sua abordagem sociocultural. Muito mais do que satirizar momentos marcantes vividos pelo mundo nos últimos dois anos de pandemia, Kripke fez o seu dever de casa ao explorar a psique de seus personagens de forma profunda, delicada e sensível. Por trás de cada ironia, antítese ou escárnio social, reside uma imensidão complexa de camadas a serem desmembradas em cada um dos seus protagonistas.
Nesta temporada, somos levados a espirais traumáticas que detalham ainda mais as dores dos nossos heróis humanos, à medida que respondem perguntas cruciais sobre cada um deles. E conforme a vulnerabilidade dos famosos supes é exposta a cada novo capítulo, mais somos também expostos à crescente fragilidade dos justiceiros The Boys que – com seus passados tortuosos e regados por feridas abertas – nos cativam ainda mais. Estendendo o elo de conexão entre a audiência e os protagonistas, a série original da Amazon Prime Video pode até nos atrair por sua sanguinolência, mas é por sua honesta sensibilidade e franqueza que genuinamente consegue nos manter aficionados a cada nova temporada.
Expandindo ainda mais o arco narrativo de todos os heróis – com ou sem o composto V – de forma brilhante, a produção já se prepara para uma nova temporada, à medida que presenteia a audiência com um 3° ciclo grotesco, mas ironicamente bastante apaixonante. Destacando Kimiko (Karen Fukuhara) e Frenchie (Tomer Capone) de forma diferente e encantadora, The Boyssurpreende com capítulos dignos de extensas maratonas, encerrando sua temporada mais uma vez com um sabor agridoce, apenas para aguçar o paladar dessa audiência incansável por confusão e pancadaria. E se depender daqueles 10 segundos finais, a 4ª temporada promete desafiar o restinho de compreensão humana que ainda nos restava após tantos episódios de The Boys.
A HBO Max divulgou o teaser legendado da 3ª temporada da série animada ‘Harley Quinn‘, estrelada por Kaley Cuoco.
Confira, com o cartaz oficial:
O próximo ciclo irá estrear oficialmente no dia 28 de julho.
‘Harley Quinn’, baseada nos personagens da DC, foca em Arlequina, que finalmente terminou de uma vez por todas qualquer que fosse seu relacionamento com o Coringa, tentando criar uma reputação para si mesma como a Rainha do Crime de Gotham City. A série traz Arlequina, Hera Venenosa e um elenco gigante de heróis e vilões, novos e antigos, do Universo DC.
‘Thor: Amor e Trovão‘ traz Thor (Chris Hemsworth) em uma jornada diferente de tudo que ele já enfrentou: a busca pelo autoconhecimento. Mas sua aposentadoria é interrompida por um assassino galáctico conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale), que busca a extinção dos deuses. Para combater a ameaça, Thor pede a ajuda do Rei Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e da ex-namorada Jane Foster (Natalie Portman) que, para a surpresa de Thor, inexplicavelmente empunha seu martelo mágico, Mjolnir, sendo a Poderosa Thor. Juntos, eles embarcam em uma angustiante aventura cósmica para descobrir o mistério da vingança do Carniceiro dos Deuses e detê-lo antes que seja tarde demais.
» Em recente entrevista ao site Entertainment Weekly, o diretor Taika Waititi revelou que o aguardado projeto ‘Thor: Amor e Trovão’, quarto filme da saga, será mais ousada e mais brilhante que o filme anterior, ‘Ragnarok’: “O próximo filme do Thor que estou fazendo, basicamente, nos leva mais uma vez para o espectro da aventura. Essa foi a coisa que mais gostei sobre fazer ‘Ragnarok’, parecia que estávamos colocando Thor em uma aventura super legal. Há sempre coisas novas para ver e fazer, e neste, acho que vamos dobrar muitas coisas e criar algo maior, mais ousado e mais brilhante. Teremos coisas muito loucas no filme”.
Estreia nesta quinta (7), o quarto filme do Deus do Trovão, fazendo do asgardiano o primeiro personagem do MCU a romper a “barreira” dos três filmes. Novamente dirigido por Taika Waititi, Thor: Amor e Trovão mostra o destino do ‘Vingador Mais Forte’ após os eventos de Vingadores: Ultimato (2019). Na trama, ele viaja pelo espaço com os Guardiões da Galáxia até que a ameaça de um vilão que está vagando por aí atrás dos diversos deuses do universo o tira da rotina e o leva em uma aventura na qual ele será exposto ao seus piores pesadelos.
Antes de falar sobre o filme em si, vale ressaltar um pouco da franquia. Com praticamente uma nova direção a cada aparição nos cinemas, a franquia do Thor sofreu demais com uma falta de coesão entre seus filmes. Dava a sensação de que ele aprendia uma lição em um longa e na aparição seguinte já havia esquecido tudo que viveu anteriormente. Dito isso, goste você ou não do rumo que o Deus do Trovão tomou com a chegada de Taika Waititi deu ao protagonista uma personalidade mais galhofa e isso agora dita os rumos da saga. Essa parte mais escrachada, inclusive, foi o que dividiu tanto as opiniões acerca de Thor: Ragnarok (2017). Há quem ame e há quem odeie. O lado bom é que os fãs de Ragnarok provavelmente vão adorar Amor e Trovão e os que não curtiram tanto o terceiro filme talvez gostem mais desse aqui por já saberem melhor o que esperar.
Diferentemente do longa anterior, que ainda tentava manter uma dramaticidade momentânea conflitante com todo o humor no entorno, Thor: Amor e Trovão assume logo de cara ser um filme infantil com aquela roupagem anos 80 que fez com que muitas gerações se apaixonassem pelo cinema. Tudo no filme é exageradamente colorido, o que funciona bem demais. E apesar de ter humor incessante, fica a sensação de que o timing cômico de Taika está melhor agora, dando ainda mais ‘match’ com o estilo de humor de Chris Hemsworth, que sequer sente mais o peso do Thor.
Para os fãs dos Guardiões da Galáxia, a breve aparição do grupo já vai ser o suficiente para matar a saudade e deixá-los ansiosos para o próximo filme. Mas, como o próprio Thor e o Peter Quill (Chris Pratt) discutem no início do longa, a história é sobre amor e suas diferentes formas. Não apenas o amor romântico, mas o platônico e as dificuldades de manifestá-lo nas situações adversas. Não é por acaso que o filme traz de volta a ex-namorada do protagonista, Jane Foster (Natalie Portman), e sua antiga arma/ melhor amigo, o Mjölnir. Romper essas relações sem resolvê-las é apenas mais uma forma de dor suprimida do herói, e lá no fundo, é sobre isso que a história trata, mesmo que embalada por muita diversão e Guns N’ Roses.
Esse jeitão oitentista de visual, comédia e trilha musical faz o longa assumir logo de cara que é um filme infantil. Se esse filme tivesse sido lançado no auge dos meus dez anos de idade, sairia da sessão com a sensação de ter visto o melhor filme do mundo. Isso provavelmente não vai agradar a todos, já que Thor: Amor e Trovão passa longe de ser revolucionário ou épico quanto alguns dos sucessos da casa. No entanto, é uma aventura muito divertida e bem feita.
Apesar de ter causado muito furor quando apareceu no trailer, a Poderosa Thor (Natalie Portman) não chega a assumir um papel de protagonista, mas também tem um desenvolvimento muito maior e melhor do que uma coadjuvante. Seu arco é interessante e trouxe uma nova vida à personagem que foi tratada de forma tão superficial e aborrecida nos longas anteriores. Sem contar que a dinâmica de uma humana assumindo o papel de um deus casou bem demais com a proposta cômica do projeto.
Mesmo assim, o protagonismo feminino vem de forma natural. O que uma minoria vai chorar como “lacração” é inserido de forma orgânica na trama, assim como é na vida mesmo, e ajuda a construir as relações entre Jane, Valquíria (Tessa Thompson) e até o desengonçado guerreiro Korg (Taika Waititi) com a loucura dessa aventura espacial.
Sobre o vilão, o Gorr de Christian Bale é irretocável. Quer dizer, a atuação de Bale é diferenciada, mas o personagem em si acaba sendo uma vítima do único grande ponto negativo deste longa: o roteiro. O vilão é introduzido ao melhor estilo A Paixão de Cristo, com alguns bons minutos de tela para trazer sua história de origem. No entanto, ele acaba ficando ofuscado ao longo do filme pelos gracejos e pela ação. É como se a própria trama esquecesse do seu vilão por um tempinho e usasse algumas conveniências para levá-lo ao clímax contra os heróis.
E isso frustra um pouco porque a atuação de Bale é realmente muito boa, e o próprio filme chega a flertar com a ideia de que ele talvez não esteja tão errado assim – afinal, ele quer matar os deuses porque essas entidades são arrogantes e abusam da fé alheia enquanto só querem saber de si e de sacanagem -, mas acaba que isso não é desenvolvido de forma satisfatória. E quando chega ao ápice, fica tudo muito corrido.
De qualquer forma, mesmo com o roteiro não sendo lá essas maravilhas, o filme consegue se sustentar com o carisma e um visual fantástico. A direção não chama tanta atenção, apesar de ter um dinâmica interessante. É um filme que não tenta reinventar a roda, mas faz seu “arroz com feijão” de forma bem satisfatória. Ao melhor estilo “Trapalhões“, é uma aventura que deve fazer bastante sucesso entre os fãs do longa anterior e deve despertar o interesse pelo cinema na molecada com seu jeitão jovem e divertido.
Nota: 7,5.
Thor: Amor e Trovão estreia nesta quinta-feira (7) nos cinemas do Brasil.
França, 1963: uma sociedade que censura os desejos das mulheres. E o sexo em geral. A história de Anne, uma jovem que decide abortar para terminar seus estudos e escapar das restrições sociais de uma família operária. Esta história simples, segue o itinerário de uma mulher que decide ir contra a lei. Anne tem pouco tempo pela frente. Seus exames estão chegando, e sua barriga está crescendo…
Curiosidades:
» O longa é baseado no livro homônimo escrito por Annie Ernaux;
Enquanto explica a Mike o quanto Eleven (Millie Bobby Brown) o ama, Will lhe diz para retribuir esse amor e aceitar a amada com todas as diferenças que ela carrega, porque “ser diferente” é algo que poucos aceitam.
No entanto, fica claro para Jonathan (Charlie Heaton) e para o público que Will também estava falando de si mesmo para Mike, um indicativo de seus sentimentos amorosos pelo amigo.
Mais tarde, vemos uma conversa entre Will e Jonathan, na qual o irmãos mais velho afirma para Will que o ama exatamente por quem ele é, e nada poderia mudar isso.
A sexualidade de Will tem sido um tema bastante discutido há anos, mesmo que o personagem ainda não tenha admitido isso.
Em entrevista para o Collider, os criadores da série, Matt eRoss Duffer, foram questionados sobre o assunto e disseram como a declaração do personagem foi importante para reforçar esse tema.
“Noah é incrível. Ele foi simplesmente incrível naquela cena [da declaração] porque não foi preciso dizer nada sobre sua sexualidade, suas palavras e o olhar de Jonathan foram o suficiente para fazer o público entender. Eu também amo aquela cena entre ele e Charlie. Seu irmão estando lá para ele, sabe? Para o que der e vier”, disse Matt.
Ele ainda sugeriu que a sexualidade do personagem terá mais foco na última temporada.
“Tudo que posso dizer sobre a 5ª temporada é que grande parte do foco será sobre a jornada de Will como um todo. Ele terá mais destaque em sua maioridade. O que tem sido um desafio por várias razões, algumas das quais são sobrenaturais. Mas você está começando a vê-lo se tornar ele mesmo.”
Ross acrescentou: “Acho que você verá isso com alguns arcos de personagens, não apenas com Will. Mas também com Steve (Joe Keery) e Nancy (Natalia Dyer), e seu relacionamento com Jonathan, onde as coisas não estão totalmente resolvidas. Os personagens talvez vão dar alguns saltos, e esse é o caso de Will, mas essa jornada ainda não acabou. Tudo isso terá um papel enorme enquanto tentamos encerrar a trama principal.”
Lembrando que todos os episódios da 4ª temporada já estão disponíveis na Netflix.
A série foi criada por Matt Duffer e Ross Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.
Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.
É sabido que a nova temporada da série da Netflix, ‘Stranger Things‘, possui um episódio a menos que a 3ª temporada, porém os fãs não precisam se preocupar, já que, em termos de duração, ela é bem maior que o terceiro ano.
Em entrevista concedida ao IGN, o co-criador da série, Ross Duffer, a 4ª temporada terá “quase o do tamanho” da anterior. Por sua vez, o diretor Shawn Levy confirmou que múltiplos episódios da 4ª temporada serão mais longos do que alguns de seus filmes.
“Eu lancei dois filmes no tempo que estivemos fazendo a 4ª temporada. Nós temos múltiplos episódios que são mais longos do que ‘Free Guy – Assumindo o Controle’ e ‘O Projeto Adam’”, falou Levy.
Por sinal, os filmes citados pelo showrunner tem 1h55 e 1h46, respectivamente. Um destes episódios será o último da temporada, que terá mais de duas horas de duração, segundo o The Wrap.
A respeito do tamanho da temporada, Ross Duffer explicou que isto oferece aos personagens a oportunidade de se desenvolverem e terem mais tempo na tela: “Conversamos sobre esta ser uma temporada muito reveladora, pois há muitas coisas que queremos contar ao público e revelar em termos do Mundo Invertido e o que realmente está acontecendo aqui em Hawkins”.
Lembrando que, de acordo com o The Wall Street Journal, a companhia está gastando US$ 30 milhões por episódio na 4ª temporada de ‘Stranger Things‘, o que a torna a produção de série de TV mais cara da história. Ou seja, isso não saiu nada barato!
De vez em quando, os assinantes da Netflix são surpreendidos com dramas capazes de fazer qualquer um chorar de emoção, e este é o caso de ‘O Sentido da Vida‘ (‘The Mystery of Her’).
Adicionado recentemente ao catálogo da plataforma, o longa escrito e dirigido por Nicholas DiBella já alcançou a 3ª posição entre o TOP 10 da plataforma.
A trama gira em torno da popular Ali Spencer, vivida por Andrea Figliomeni, que acaba perdendo a memória em um acidente e precisa tentar redescobrir a pessoa que ela era antes da tragédia. Com a mente cheia de dúvidas, ela acaba fazendo uma amizade improvável e encontra um diário que a faz relembrar de seu passado.
Nas redes sociais, o público está rendendo elogios à trama, descrevendo-a como uma obra de arte reflexiva e que traz uma bela mensagem para quem faz a famosa pergunta que dá título ao filme.
Confira as reações:
O sentido da vida da Netflix é muito lindo. Filme muito reflexivo. Nota 8.5, por alguns detalhes, mas vale a pena assistir.
— psicá sereia do mar (@camillanunespsi) July 8, 2022
PAREM TUDO O QUE ESTIVEREM FAZENDO
Vão ver o filme “O sentido da vida” ne netflix, gente… é uma obra de arte… é muito simples mas ao mesmo tempo muito forte, a sonoplastia tem alguma coisa que não sei explicar mas ela… assistam!!!
Na trama, Gosling vive o agente da CIA Court Gentry, também conhecido como Agente Oculto e Sierra Six, e Evans é seu adversário psicopata Lloyd Hansen.
Os irmão Russo dirigem a produção para a Netflix após comandarem quatro filmes do MCU.
Com estreia marcada para 22 de julho, a trama tem início quando o mercenário mais habilidoso da CIA (cuja verdadeira identidade não é conhecida por ninguém) acidentalmente descobre segredos obscuros da agência, então um ex-colega psicopata coloca uma recompensa por sua cabeça, desencadeando uma caçada global por assassinos internacionais.
Orçado em US$ 200 milhões, o projeto mais caro da plataformaé baseado na série de livros ‘The Gray Man‘, do autor Mark Greaney.
O elenco também conta com Ana de Armas (‘Entre Facas e Segredos’), Regé-Jean Page (‘Bridgerton’), Billy Bob Thornton (‘Rápida Vingança’), Wagner Moura(‘Tropa de Elite’) e Alfre Woodard (‘Luke Cage’).
Segundo Anthony, o filme terá o mesmo tom sombrio de ‘Capitão América: O Soldado Invernal’.
‘Thor: Amor e Trovão‘ estreou dividindo os críticos, mas o público está indo em massa assistir ao filme nos cinemas.
O filme arrecadou gigantes US$ 29 milhões em suas sessões de pré-estreia nesta quinta-feira, dia 7.
Com o valor, o filme conquistou a segunda melhor pré-estreia do ano – atrás de ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ (US$ 36 milhões).
Além disso, o filme teve a quinta maior abertura de pré-estreias da Marvel, atrás de ‘Vingadores: Ultimato‘ (US$ 60 milhões), ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ (US$ 50 milhões), ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ (US$ 39 milhões) e ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ (US$ 36 milhões).
Com base nos números, especialistas indicam que o filme deve abrir com mais de US$ 150 milhões nos EUA e US$ 300 milhões mundialmente.
O filme chega aos cinemas nacionais em 7 de julho.
O filme traz Thor (Chris Hemsworth) em uma jornada diferente de tudo que ele já enfrentou: a busca pelo autoconhecimento. Mas sua aposentadoria é interrompida por um assassino galáctico conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale), que busca a extinção dos deuses. Para combater a ameaça, Thor pede a ajuda do Rei Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e da ex-namorada Jane Foster (Natalie Portman) que, para a surpresa de Thor, inexplicavelmente empunha seu martelo mágico, Mjolnir, sendo a Poderosa Thor. Juntos, eles embarcam em uma angustiante aventura cósmica para descobrir o mistério da vingança do Carniceiro dos Deuses e detê-lo antes que seja tarde demais.
O elenco também é formado por Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).
Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.
Michael Giacchino (‘Batman’, ‘Ratatouille’) fica responsável pela trilha sonora.
Depois que a série do ‘Obi-Wan Kenobi‘ chegou ao fim, foi revelado a produção foi idealizada incialmente como uma trilogia de filmes.
No entanto, a ideia foi descartada por conta da péssima de recepção de ‘Solo: Uma História Star Wars’ e deu lugar à série da Disney+.
No último episódio da atração, Kenobi (Ewan McGregor) enfrenta Darth Vader (Hayden Christensen) mais uma vez e sai vitorioso, abandonando seu antigo aprendiz.
Acontece que o filme teria um final completamente diferente, com Vader saindo vitorioso e acreditando que Kenobi estivesse morto.
A informação foi revelada por Stuart Beattie, roteirista contratado para o projeto, na época.
Em entrevista para o The Direct, o cineasta disse que:
“Na minha versão, Vader ele realmente acreditava que Kenobi estava morto depois do confronte entre eles. Para mim, essa seria a razão pela qual ele fica tão surpreso ao descobrir que Kenobi estava vivo em ‘Uma Nova Esperança‘. Há uma cena em que ele diz: ‘Estou sentindo uma presença que não sinto desde…’ Na minha mente, a última vez que eles se encontraram, foi quando Vader achou que tinha matado seu mestre e resolvido suas diferenças de uma vez por todas.”
Ele continuou:
“Escrevi dessa forma porque eu sempre senti que o encontro deles no ‘Episódio IV‘ era algo do tipo: ‘Oh, meu Deus, ele está vivo’. Quero dizer, quando Vader conversa om Tarkin sobre Kenobi, o Moff diz: “Não é possível, ele está morto.” Então eu senti que a única maneira de Vader ter parado de caçar Kenobi era porque ele acreditava que o velho Jedi estava morto.”
Por fim, ele descreveu como seria o duelo entre os icônicos personagens:
“Nesta versão do roteiro, o confronto teria ocorrido em uma estação espacial prestes a desmoronar. Kenobi seria atingido por um golpe de Vader, despencando em meios aos escombros, então eles se separam e o vilão vai embora antes de um grande explosão. Não havia como procurar seu corpo, o que fez Vader entender que ele não sobreviveu, mas foi o que aconteceu. No fim das contas, eu acho que Kenobi é que não queria matar Vader e forjou sua morte para tomar conta de Luke.”
E aí, você acha que esse final se encaixaria melhor com a trilogia original?
Lembrando que todos os episódios de ‘Obi-Wan Kenobi‘ já estão disponíveis na Disney+.
A trama é ambientada 10 anos após os dramáticos eventos de ‘A Vingança dos Sith‘, quando Kenobi se isolou em Tatooine após seu duelo contra Anakin para manter Luke e Leia escondidos de seu pai e do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid).
Confira o trailer:
Além de McGregor e Christensen, Joel Edgertone Bonnie Piesse retornam como Owen e Beru Lars, os tios de Luke Skywalker.
O elenco também conta com O’Shea Jackson Jr (‘Straight Outta Compton’), Rupert Friend (‘Homeland’), Sung Kang (‘Velozes e Furiosos’) Kumail Nanjiani (‘Eternos’), Indira Varma (‘Game of Thrones’), Simone Kessell (‘Reckoning’) e Benny Safdie (‘Joias Brutas’).
‘Thor: Amor e Trovão‘ finalmente está em exibição nos cinemas e, além de trazer o retorno de Jane Foster (Natalie Portman), também conta com uma pequena participação da Lady Sif (Jaimie Alexander).
Presente nos dois primeiros filmes do herói, Alexander reprisou o papel em ‘Agents of SHIELD‘ e em um episódio de ‘Loki‘.
Já no novo filme, ela é uma das guerreiras protetoras de Nova Asgard, e a vemos pela primeira vez quando ela envia uma mensagem de vídeo para Thor (Chris Hemsworth), pedindo sua ajuda.
Quando o deus do trovão corre para ajudar a Asgardiana, ele a encontra no campo de batalha… Sem um braço!
Ela fala sugere ser deixada lá para morrer para poder ir para Valhalla, mas Thor lembra a Sif que ela precisava morrer no meio da batalha para que isso aconteça, então ela é levada para enfermaria e é lá que ela permanece até o fim da trama.
Mais tarde, a guerreira é vista treinando Axl (Kieron L. Dyer), o filho de Heimdall (Idris Elba) e que possui os mesmos poderes do pai e que promete ter um grande potencial no futuro do MCU.
O filme traz Thor (Chris Hemsworth) em uma jornada diferente de tudo que ele já enfrentou: a busca pelo autoconhecimento. Mas sua aposentadoria é interrompida por um assassino galáctico conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale), que busca a extinção dos deuses. Para combater a ameaça, Thor pede a ajuda do Rei Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e da ex-namorada Jane Foster (Natalie Portman) que, para a surpresa de Thor, inexplicavelmente empunha seu martelo mágico, Mjolnir, sendo a Poderosa Thor. Juntos, eles embarcam em uma angustiante aventura cósmica para descobrir o mistério da vingança do Carniceiro dos Deuses e detê-lo antes que seja tarde demais.
O elenco também é formado por Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).
Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.
Michael Giacchino (‘Batman’, ‘Ratatouille’) fica responsável pela trilha sonora.
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