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Demi Lovato lança “Skin Of My Teeth”, lead single de seu 8º álbum de estúdio; Confira!

Demi Lovato lançou hoje (10) a canção “Skin Of My Teeth”, lead single oficial de seu 8º álbum de estúdio, Holy Fvck.

A música também veio acompanhada de um videoclipe, dirigido por Nick Harwood.

Confira:

Lembrando que o disco será lançado no dia 19 de agosto.

Em janeiro deste ano, Lovato anunciou o funeral de sua carreira pop, prenunciando um retorno ao gênero do rock-pop de seus dois primeiros álbuns, ‘Don’t Forget’ (2008) e Here We Go Again (2009).

Lembrando que o último lançamento de Lovato foi Dancing with the Devil… The Art of Starting Over’, em 2020.

Lovato ganhou fama ao participar da mini-franquia ‘Camp Rock’ e a série ‘Sunny Entre Estrelas’, ambas produções originais do Disney Channel. Sua estreia solo no mundo da música se deu com ‘Don’t Forget’, que ajudou em seu caminho ao estrelato.

Em 2018, teve um lapso após seis anos de sobriedade e sofreu uma overdose em virtude de opioides, motivo pelo qual lançou a canção “Sober”, pedindo desculpas aos fãs pela “fraqueza”. Após entrar em uma clínica de reabilitação, agradeceu o apoio dos fãs e comentou que contaria ao mundo pelo que passou quando estivesse bem, criticando aqueles que criavam histórias fantasiosas sobre sua vida.

Vendendo mais de 25 milhões de records apenas nos Estados Unidos, seus principais prêmios incluem um VMA, 14 Teen Choice Awards, cinco People’s Choice Awards, uma entrada no Livro dos Recordes e outra na listagem anual do Time 100 como uma das personalidades mais influentes de 2017.

Lovato também levanta bandeira de inúmeras causas sociais, incluindo a luta pela igualdade da comunidade LGBTQ+ e discussões sobre saúde mental.

Antes de ter ‘A Freira’ como vilã, ‘Invocação do Mal 2’ teria demônio ASSUSTADOR; Veja fotos!

Através do seu Instagram, o cineasta James Wan compartilhou artes conceituais e imagens inéditas do demônio original que foi, posteriormente, substituído por Valak na sequência ‘Invocação do Mal 2‘.

A aparência do demônio foi inspirada por ‘Castlevania‘, projeto que Wan estava desenvolvendo antes de ser engavetado. O diretor afirma que a substituição ocorreu porque o design da criatura, apesar de incrível, não combinava com o tom do filme.

Durante o processo de edição, Wan optou por algo mais pessoal e realista – algo que tentaria corromper a fé da Lorraine. E foi assim que o demônio Valak – a ‘Freira‘ – foi criado.

Confira as imagens:

 

Ver essa foto no Instagram

 

CONJURING 2 is one of my personal fav. I focused on character-storytelling above anything else. Here’s my first design of the demonic entity haunting the family and Lorraine. Aaron Sims (concept designer) and myself took inspiration from our Dracula design for a movie I was attached to a long time ago called Castlevania. @justin.raleigh/Fractured FX built an awesome animatronic suit, and we were going to augment it with CGI wings. But alas, during editing, I deemed this beautifully designed/sculpted horned demon too out of left-field for the film. It needed to be more grounded and personal — something that would take Lorraine’s faith and try to test/corrupt it. I remember the real-life Lorraine Warren talking about her love and reverence for her nun friends, and a lightbulb went off — thus… the Demon Nun was born. So we went back and replaced all the Horned Demon with the Nun during additional photography. I call the last image “Beauty and the Beast”. #Halloweenretrospect

Uma publicação compartilhada por James Wan (@creepypuppet) em

Invocação do Mal 2‘ estreou há exatos 6 anos no Brasil.

‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis’: Novas artes promocionais comparam o tamanho da heroína e seu alter-ego; Confira!

Uma fan page do Twitter dedicada a novidades de ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘ divulgou novas artes promocionais da série.

As imagens comparam a diferença corporal entre a heroína vivida por Tatiana Maslany e sua versão humana, a advogada Jennifer Walters.

Confira:

Lembrando que a série tem estreia marcada para o dia 17 de agosto no Disney+.

Confira o trailer:

“Esta nova série de comédia mostra Bruce Banner ajudando sua prima, Jennifer Walters, quando ela precisa de uma transfusão de sangue de emergência e adivinhem? Ela também recebe seus poderes. Tatiana Maslany interpretará Jennifer, que é uma advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, enquanto Mark Ruffalo retorna como o Hulk ao lado de Tim Roth, o Abominável.”

O elenco também conta com Ginger Gonzaga, Griffin Mathews, Renée Elise Goldsberry e Josh Segarra. A rapper Megan Thee Stallion fará aparições na produção.

Kevin Feige, diretor criativo da Marvel Studios, disse que a série terá 10 episódios com cerca de 30 minutos de duração cada.

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Crítica em Vídeo | Ms. Marvel – 1º episódio é DIVERTIDO, Alto-Astral e Revigorante…

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo do divertido primeiro episódio de ‘Ms Marvel‘, série da Marvel e da Disney+.

Assista a crítica e siga o CinePOP no YouTube:

‘Ms. Marvel é uma nova e original série que introduz Kamala Khan, uma jovem adolescente muçulmana-americana da cidade de Nova Jersey. Ávida gamer e uma voraz leitora de fan-fictions, Kamala é uma megafã de super-heróis com uma imaginação gigantesca – principalmente quando se trata da Capitã Marvel. Entretanto, Kamala sente como se não pertencesse à própria escola e, às vezes, dentro de casa – isso é, até conseguir superpoderes como os heróis que sempre admirou. A vida fica melhor com superpoderes, certo?

Iman Vellani dá vida à protagonista titular.

A série terá seis episódios.

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‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’ ganha novos cartazes BELÍSSIMOS; Confira!

Prime Video divulgou novos cartazes individuais belíssimos da ambiciosa e aguardada série O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’

Confira:

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Assista ao teaser trailer oficial e siga o CinePOP no YouTube:

O drama, que tem várias temporadas previstas, será lançado exclusivamente no Prime Video em mais de 240 países e territórios em vários idiomas na sexta-feira, 2 de setembro, com novos episódios disponíveis semanalmente.

“Este é um título que imaginamos que poderia estar na lombada de um livro ao lado de outros clássicos de J.R.R. Tolkien. O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder une todas as principais histórias da Segunda Era da Terra-Média: A forja dos anéis, a ascensão do Lorde das Trevas Sauron, o conto épico de Númenor e a Última Aliança de Elfos e Homens”, disseram os showrunners JD Payne e Patrick McKay. “Até agora, o público só viu na tela a história do Um Anel — mas antes que houvesse o Um, havia muitos… e estamos empolgados em compartilhar a história épica de todos eles”.

Assim como muitos elementos do show em si foram feitos à mão, o Prime Video escolheu forjar fisicamente o título em uma fundição de ferreiro, despejando metal derretido em ravinas de madeira esculpidas à mão em forma de letras; um processo que foi capturado em câmera lenta para um vídeo em live-action. O título personalizado aparece trabalhado em um metal prateado, com linhas de escrita élfica inscritas ao longo da crista de cada letra.

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O novo drama épico traz às telas pela primeira vez a lendária história da Segunda Era da Terra-média de J.R.R. Tolkien. Começando em uma época de relativa paz, milhares de anos antes dos eventos dos livros O Hobbit e O Senhor dos Anéis de Tolkien, a série segue um elenco de personagens, tanto familiares quanto novos, enquanto eles enfrentam o temido ressurgimento do mal na Terra-média.

O elenco principal é composto por Cynthia Addai-Robinson, Robert Aramayo, Owain Arthur, Maxim Baldry, Nazanin Boniadi, Morfydd Clark, Ismael Cruz Córdova, Charles Edwards, Trystan Gravelle, Sir Lenny Henry, Ema Horvath, Markella Kavenagh, Joseph Mawle, Tyroe Muhafidin , Sophia Nomvete, Lloyd Owen, Megan Richards, Dylan Smith, Charlie Vickers, Leon Wadham, Benjamin Walker, Daniel Weyman e Sara Zwangobani.

Vale lembrar que a produção já foi renovada para a 2ª temporada

A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada originalmente para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Diretor para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada O Hobbit.

‘Cyberpunk: Mercenários’: Animação da Netflix ganha novo clipe OFICIAL; Confira!

A Netflix divulgou um novo clipe oficial de Cyberpunk: Mercenários, animação baseada no popular jogo ”Cyberpunk 2077′.

A série tem estreia prevista para setembro de 2022, ainda sem dia confirmado.

Confira, junto ao trailer:

A trama segue um jovem tentando sobreviver em uma cidade do futuro, cheia de tecnologia e modificações corporais. Tendo tudo a perder, ele escolhe permanecer vivo ao se tornar um edgerunner – um mercenário fora da lei também conhecido como cyberpunk.

CD PROJEKT RED, a companhia por trás do jogo, irá produzir a série – que contará com uma equipe criativa formada com os talentos de ‘The Witcher 3: Wild Hunt‘.

A série animada está em desenvolvimento desde 2018 e contará com dez episódios.

Studio Trigger, aclamada companhia japonesa de animação, será responsável pela animação da série e por dar vida ao mundo Cyberpunk, com seu visual vibrante.

Cyberpunk 2077‘ é um jogo eletrônico de RPG de ação desenvolvido e publicado pela CD Projekt. Lançado em 2020, a história do jogo é ambientada em Night City, um mundo aberto com seis regiões distintas situado no universo da franquia Cyberpunk. Ele é jogado a partir de uma perspectiva em primeira pessoa, com os jogadores controlando um mercenário personalizável conhecido como V, que pode adquirir habilidades de hacking e maquinários, um arsenal de armas de longo alcance e opções de combate no estilo corpo a corpo.

‘Superman & Lois’: Último episódio da 2ª temporada ganha sinopse OFICIAL; Confira!

A CW divulgou a sinopse oficial de “Waiting for Superman, 15º e último episódio da 2ª temporada de Superman & Lois’, estrelada por Tyler Hoechlin (‘Teen Wolf’) e Elizabeth Tulloch (‘Grimm’).

Na trama, “Chrissy Beppo, com a autorização do Departamento de Defesa, tem uma mensagem para o povo de Smallville: não apenas a fusão de planetas é real, como está acontecendo”.

O episódio vai ao ar no dia 28 de junho.

Criada por Greg BerlantiTodd Helbing, a série faz parte do Arrowverse, que atualmente inclui ‘The Flash‘, ‘Supergirl‘, ‘Legends of Tomorrow‘, ‘Raio Negro‘ e ‘Batwoman‘.

Anos após enfrentarem vilões megalomaníacos, monstros caóticos em Metrópolis e invasores alienígenas que desejavam varrer a raça humana da face da Terra, o super-herói mais famoso do mundo, o Homem de Aço (também conhecido como Clark Kent), e a jornalista mais famosa dos quadrinhos, Lois Lane, enfrentam um dos maiores desafios de todos os tempos: lidar com o estresse, as pressões e as complexidades que surgem em ser pai nos dias de hoje.

Além desse complicado trabalho de criar dois meninos, Clark e Lois também se preocupam com o fato dos filhos Jonathan e Jordan poderem herdar os superpoderes kriptonianos do pai à medida que crescem. Retornando a Smallville para resolver algumas situações, o casal também se reencontra com Lana Lang, antiga namorada de Clark, e seu marido Kyle Cushing. Os adultos não são os únicos a cruzarem com antigas amizades, visto que os jovens membros da família Kent se reencontram com a filha rebelde de Lana e Kyle, Sarah.

Claro, nunca há um momento de paz na vida de um super-herói, especialmente com o pai de Lois, o General Samuel Lane, procurando por Superman para banir um vilão ou salvar o dia a qualqer momento. Enquanto isso, o retorno do casal para a idílica Smallville é acompanhado da aparição tanto de um estranho misterioso quanto de um magnata apaixonado chamado Morgan Edge.

O elenco ainda conta com Emmanuelle ChriquiInde NavarretteErik ValdezJordan ElsassAlexander GarfinDylan Walsh.

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‘The Flash’: Último episódio da 8ª temporada ganha sinopse OFICIAL; Confira!

The CW divulgou a sinopse oficial de “Negative, Part Two”, vigésimo e último episódio da 8ª temporada de The Flash.

Na trama, “com o Flash ainda tentando se recuperar de tudo o que aconteceu, o restante do time corre para apoiá-lo quando ele mais precisa”.

O capítulo vai ao ar no dia 30 de junho.

Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.

Barry Allen era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do “Campo de Velocidade”, e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City com a ajuda dos cientistas da S.T.A.R. Labs.

O elenco conta com Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.

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‘Fairfax’: 2ª temporada da animação ganha mais um clipe OFICIAL; Confira!

Prime Video divulgou mais um clipe da 2ª temporada de Fairfax, uma de suas animações adultas mais recentes.

O próximo ciclo tem estreia agendada para amanhã, 10 de junho, na plataforma de streaming.

Confira, junto ao trailer:

A série foi criada por Matthew HausfaterAaron BuchsbaumTeddy Riley.

A história é centrada em quatro melhores amigos em sua jornada eterna por conquistar influência na Avenida Fairfax, em Los Angeles – o coração pulsante da cultura hyperbeast.

Skyler Gisondo, Kiersey Clemons, Peter S. Kim e Jaboukie Young-White estrelam. O elenco também conta com Billy Porter, Zoey Deutch, Camila Mendes, Rob Delaney, Yvette Nicole Brown, Ben Schwartz, JB Smoove, John Leguizamo e Colton Dunn.

Witness – 5 Anos | Elencamos as cinco melhores músicas do subestimado álbum de Katy Perry

Há exatos cinco anos, Katy Perry fazia seu retorno ao mundo da música com Witness, seu 4º álbum de estúdio (ou quinto, se considerarmos sua sutil estreia oficial sob o nome de Katy Hudson).

A produção, contando com a produção de nomes como Max MartinShellback, trouxe, em suas músicas, temas como empoderamento e feminismo, apresentando um novo lado de Perry ao mundo que, à época, não foi compreendido como deveria – e que merece mais reconhecimento do que teve. É claro que o disco debutou em primeiro lugar na Billboard 200 e rendeu alguns hits para a cantora e compositora, mas teve recepção mista por parte dos especialistas internacionais, que criticaram a estrutura da obra, apesar de elogiarem o aspecto mais pessoal das composições.

De qualquer forma, é sempre interessante viajar através da discografia de Perry (que, sem sombra de dúvida, tornou-se um ícone da música pop desde que despontou em meados dos anos 2000). Para celebrar o quinto aniversário de Witness, preparamos uma breve matéria especial elencando as cinco melhores canções do álbum.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua faixa favorita:

5. “TSUNAMI”

Witness definitivamente não se assemelha às produções anteriores que Perry lançou durante sua carreira – afinal, conhecemos a predileção da cantora e compositora por construções dançantes e prontas para serem ouvidas ao redor do mundo. Aqui, ela parece dar um passo para trás e apostar nos conceitos de sinestesia e sensorialidade, como vemos em “Tsunami”. A simples produção é bem demarcada pelos impactantes sintetizadores e pelo retorno nostálgico feito às rudimentares expressões da música eletrônica dos anos 1980.

4. “DÉJÀ VU”

“Déjà Vu” mergulha de cabeça no club-house e nos conquista por sua narcótica ambiência dark, guiada pelas notas iniciais de um piano que é infundido com sintetizadores e um refrão marcado por incursões robóticas e bastante contemporâneas – algo que seria emulado alguns anos mais tarde por outros artistas. Ainda que as rimas não sejam as mais originais, a narrativa sobre um relacionamento deparado com um beco sem saída é mesclado com uma performance bastante cautelosa da artista.

3. “SWISH SWISH”

O terceiro single do álbum é um convite para as pistas de dança e nos conquista por sua atmosfera inebriante, movida pelo melhor  do EDM e de pinceladas do hip hop que aparecem através da colaboração de Nicki Minaj. “Swish Swish” drenas vocais sensuais de Perry e interpola samples da clássica “I Get Depp”, de Roland Clark, transformando o que poderia ser uma obviedade mercadológica em um saboroso deep-house.

2. “CHAINED TO THE RHYTHM”

“Chained to the Rhythm”lead single de Witness, é um implacável híbrido disco-dancehall que puxa elementos até mesmo do noventista house-pop, guiada por letras ácidas de descontentamento com o governo de Donald Trump (à época, recém-elegido como presidente dos Estados Unidos e principal motivo por ter transformado a performer em uma “inimiga” nacional). A ilusória sensação de liberdade, que insurgiria como temas de outras faixas adjacentes, é o mote com o qual Katy trabalha com tanta paixão.

1. “ROULETTE”

Apesar de criticado à época de seu lançamento, o álbum continua a ser constantemente revisitado por sua produção diferenciada e pelas ousadias que Perry adotou para mudar sua identidade. A pungente e frenética construção rendeu algumas músicas ótimas que mereciam maior atenção – como “Roulette”, uma futurista rendição e facilmente a melhor iteração do disco. Incorporando elementos do dream-pop e até mesmo do new age, a performer não tem medo de arriscar e, por essa razão, cria mágica com suas incursões inesperadas.

Crítica | Um Broto Legal – O Filme Certo Para Quem Está Ansioso por ‘Elvis’

Sim, um dos grandes lançamentos do ano é a aguardadíssima cinebiografia do ídolo do pop rockElvis’, cuja previsão de estreia no Brasil é julho. Mas até lá, são muitos dias de espera, e, para ajudar a entrar no clima estreia no próximo dia 16 de junho nos cinemas brasileiros o filme musicalUm Broto Legal’, que é um verdadeiro esquenta para as salas de cinema!

Um Broto Legal

Nos anos 1950, o rock n roll começava a conquistar os corações dos jovens ao redor do mundo. No Brasil, Cauby Peixoto e companhia cantavam nas rádios, ao mesmo tempo que grupos se juntavam para performar covers de músicas estadunidenses nos clubes e bailinhos locais. É nesse contexto que na então pequena cidade de Taubaté, no interior paulista, o jovem Sérgio (Murilo Armacollo), tenta tocar a rebeldia do rock nas festas, porém, a sociedade conservadora não gosta do seu estilo. Como castigo, seu pai (Paulo Goulart Filho) decide lhe arranjar um emprego na cidade de São Paulo, certo de que o trabalho iria corrigir o filho. O que ninguém esperava era que um caçatalentos ouvisse Sérgio cantando e decidisse apostar nele, e, em seguida, o rapaz decidisse levar para a capital a sua irmãzinha, Célia Campello (Marianna Alexandre), para cantar também, e que, juntos, os dois se tornariam um dos maiores fenômenos musicais do país.

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Surfando na onda das cinebiografias musicais que têm feito tanto sucesso entre o público na última década, ‘Um Broto Legal’ é um acerto de filme, pois joga luz sobre a vida de uma das mais potentes cantoras brasileiras, cuja história de vida está distante do público contemporâneo. Ao trazer para o audiovisual a trajetória dos irmãos Campello, o longa permite uma rememoração do público mais velho dos seus tempos de juventude, e isso é muito gostoso de se ver nas salas de cinema; ao mesmo tempo, permite que a garotada conheça o rosto por trás de duas das músicas mais tocadas em qualquer festa de aniversário, casamento ou formatura: as canções ‘Estúpido Cupido’ e ‘Banho de Lua’. Já deu para lembrar de quem estamos falando, né?

Para tal, o roteiro de Luiz Alberto Pereira e Dimas Oliveira Jr. parte da história de Sérgio (que mais tarde se torna Tony Campello) e acaba se demorando demais por ali, uma vez que o foco do sucesso é, na real, Celly; porém, uma vez que Tony deve ter contribuído muito com informações, é bastante justo que ganhe esse espaço. Focado em contar a meteórica carreira da jovem Celly – que, aos 16 anos, estourou nas rádios brasileiras, fez turnê pelo país e ganhou programa de rádio – o longa de Luiz Alberto Pereira se fortalece na direção musical, no investimento em direitos autorais para reproduzir as canções belamente cantadas pelos protagonistas afinados de modo a conquistar os espectadores.

Contando ainda com as participações de Felipe Folgosi e Claudio Fontana, ‘Um Broto Legal’ é uma verdadeira festa no cinema. Colorido, alto-astral, muito animado e com uma direção de arte bem competente, cumpre o papel de homenagear Celly Campello e de aquecer o coração de seus fãs, hoje já senhores de idade, convidando-os a uma vez mais serem embalados pela voz do rock n roll juvenil brasileiro.

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Chris Hemsworth diz que atuação de Christian Bale em ‘Thor: Amor e Trovão’ lhe causou arrepios; “Muito assustador”

Desde que Christian Bale (‘Batman: O Cavaleiro das Trevas’) foi escalado como o vilão de ‘Thor: Amor e Trovão‘, há muita expectativa em torno de seu personagem: Gorr, o Carniceiro dos Deuses.

Conhecido pelo assassinato de inúmeros deuses de variadas mitologias, Gorr é um dos mais temidos vilões que já passaram pelos quadrinhos da Marvel.

Durante uma entrevista para a D23 Magazine (via The Direct), o protagonista Chris Hemsworth disse que a atuação de Bale foi tão convincente que lhe causou arrepios.

Até mesmo quando o elenco estava se descontraindo entre as gravações, Bale permanecia no personagem e deixava um clima tenso toda vez que aparecia.

“Chris [Bale] é um baita profissional. Enquanto o resto de nós estava em nosso mundo de improvisação, comédia e diversão, o clima ficava pesado quando ele chegava no set, e todos nos olhávamos e dizíamos: ‘Meu Deus! Esse cara é muito intenso. Isso é realmente assustador.”

Anteriormente, o diretor Taika Waititi conversou com a Associated Press e não fez cerimônia ao dizer que Bale é o melhor vilão de todos os tempos do MCU.

“Não é um filme dos ‘Vingadores‘, mas temos uma pequena equipe de heróis. Juntos, eles são incríveis, divertidos e um tanto estranhos. Essa é a nova equipe de Thor, com Korg, Valquíria e Jane Foster. Só mesmo um grupo como ese para deter aquele que, na minha humilde opinião, é o melhor vilão que a Marvel já teve, vivido por Christian Bale.”

Ele continuou, dizendo que a principal narrativa da sequência será a evolução emocional de Thor, que terá de provar seu valor a si mesmo.

Thor está apenas tentando descobrir seu propósito, tentando descobrir exatamente quem ele é e por que ele é um herói ou se ele deveria ser considerado um herói. Eu acho que você poderia chamar isso de uma crise de meia-idade.”

Lembrando que ‘Thor: Amor e Trovão‘ será lançado em 07 de julho nos cinemas nacionais.

E aí, você está animado para o confronto do Deus do Trovão contra o Carniceiro dos Desuses

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O longa se passa após os acontecimentos de ‘Thor: Ragnarok‘ e traz a volta de Jane Foster (Natalie Portman), que se transforma na versão feminina de Thor. Os Guardiões da Galáxia também terão papel importante na história…

Anteriormente, o diretor e roteirista Taika Waititi revelou que o longa-metragem é tão insano que “não deveria ter sido feito”.

“Bom, entre eu e você e os leitores, eu fiz várias coisas insanas na minha vida. Eu vivi dez vidas diferentes. Mas esse é o filme mais bizarro que eu já fiz. Se você separasse todos os elementos desse filme, não deveria fazer sentido. É como se quase não deveria ser feito. Se você entrasse em um quarto e dissesse: ‘eu quero isso e isso e isso’. Quem está nele? Esse tipo de pessoa. Do que vamos chamá-lo? ‘Amor e Trovão’. Digo, você nunca iria trabalhar de novo. Talvez eu não vá, depois disso”.

O elenco também é formado por Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).

Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.

Michael Giacchino (‘Batman’, ‘Ratatouille’) fica responsável pela trilha sonora.

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‘Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo’ passa ‘Hereditário’ como MAIOR BILHETERIA da A24

Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo‘ (Everything Everywhere All At Once) continua surpreendendo nas bilheterias!

Após nove semanas em cartaz o filme ultrapassou ‘Hereditário’ como maior bilheteria mundial da A24.

O filme já fez US$ 80,9 milhões, mesmo sem ter sido lançado em alguns países – como o Brasil.

Para comparação, ‘Hereditário’ fez US$ 80,2 milhões mundialmente.

Nos EUA, o longa conseguiu arrecadar sólidos US$ 52.2 milhões.

Com uma queda de apenas 5.5% em comparação aos números do final de semana anterior, a produção conseguiu ultrapassar as bilheterias domésticas de ‘Joias Brutas‘ (US$50M) e ‘Lady Bird: A Hora de Voar‘ (US$49M).

Vale lembrar que o filme será lançado nos cinemas nacionais no dia 23 de junho.

Assista a nossa crítica e siga o CinePOP no YouTube:

Estrelado por Michelle Yeoh (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’), o longa também se tornou o filme mais bem avaliado de todos os tempos na plataforma Letterboxd.

Na trama, uma imigrante chinesa é arrastada para uma aventura insana, onde ela deve salvar o mundo ao explorar outros universos conectados com a vida que ela poderia ter vivido.

O elenco ainda conta com Ke Huy Quan, Stephanie HsuJenny SlateHarry Shum Jr., James Hong e Jamie Lee Curtis.

tudo em todo lado ao mesmo tempo

‘Lightyear’: Chris Evans revela quais personagens de ‘Toy Story’ deveriam ganhar filmes derivados

A aguardada animação Lightyear é a primeira produção derivada de Toy Story‘ e gira em torno do patrulheiro espacial que deu origem ao famoso brinquedo do filme da Pixar em 1995.

Considerando que os outros brinquedos apresentados em ‘Toy Story‘ também fazem um enorme sucesso entre as crianças do filme, eles também podem ganhar spin-offs?

Durante uma entrevista para a Variety, Chris Evans, que dubla Buzz no novo filme, foi questionado sobre quais personagens deveriam estrelar seus próprios filmes.

Em resposta, ele foi direto ao dizer:

“Olha, eu sou um grande fã de Woody, então talvez ele seja o próximo.”

Confira:

Como os fãs se lembram, as origens de Woody já foram exploradas em Toy Story 2’, com o clássico show infantil ‘Woody’s Roundup‘ se tornando um ponto focal da trama e introduzindo outros novos brinquedos na sequência.

Mesmo assim, a Pixar tem a capacidade de criar alguma trama anterior a essa abordagem. O que você acha da ideia?

Em ‘Toy Story‘, Woody é dublado por Tom Hanks, mas quem você acha que poderia dar voz à versão humana do adorado vaqueiro?

Enquanto isso, vale lembrar que ‘Lightyear‘ estreia em 16 de Junho de 2022.

Assista ao novo trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Lightyear‘ é uma aventura que apresenta a história definitiva da origem do herói que inspirou o brinquedo, o Buzz Lightyear, apresentando o lendário Patrulheiro Espacial que conquistou fãs de todas as gerações.

Além de Chris Evans no papel titular, a produção também conta com Keke PalmerDale SoulesTaika WaititiUzo AdubaJames BrolinMary McDonald-LewisEfren RamirezIsiah Whitlock Jr.. Detalhes sobre seus personagens não foram revelados.

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‘Star Wars: The Acolyte’ deve contar com personagens de ‘Knights of the Old Republic’

De acordo com o The Disinsider Show, a vindoura série Star Wars: The Acolyte‘ deve contar com alguns personagens do aclamado game ‘Knights of the Old Republic‘.

Foi dito que a atração fará a estreia em live-action dos vilões Darth Revan, Darth Bane, Darth Nihilus e Darth Malak.

Para quem não sabe, The Acolyte‘ será a primeira produção live-action da saga ambientada durante Alta República, que se passa séculos antes dos eventos ‘Star Wars: A Ameaça Fantasma‘, o ponto de partida da era dos Skywalker.

Apesar de não haver nada confirmado sobre os personagens mencionados, até o momento, a Alta República é uma era que tem sido cada vez mais explorada pela Lucasfilm através de romances, quadrinhos e jogos.

No mês passado, a showrunner de ‘The Acolyte’, Leslyle Headland (‘Boneca Russa’), já havia revelado que a série se passará cerca de 100 anos antes de ‘A Ameaça Fantasma.

“Muitos desses personagens [da era Skywalker] ainda nem nasceram”, explicou ela. “Estamos trabalhando em ambientes políticos, espirituais e pessoais que surgiram em um período de tempo sobre o qual não sabemos muito. Como chegamos a um ponto em que um Lorde Sith pode se infiltrar no Senado e nenhum dos Jedi perceber isso? Tipo, o que deu errado? Quais são os cenários que nos levaram a este momento?'”

Ela acrescentou:

“Na verdade, usamos o termo Renascença, ou Era do Iluminismo. Os uniformes Jedi são dourados e brancos, e é quase como se eles nunca ficassem sujos. Eles nunca estariam por aí vagando pelo universo. A ideia é que eles poderiam ter esses tipos de uniformes porque são vistos mais como símbolos da paz do que como os guerreiros que vimos nos filmes.”

Anteriormente, o The Illuminerdi anunciou as gravações da série serão iniciadas somente em outubro deste ano, com previsão de conclusão para maio de 2023.

A produção vai acontecer em Londres e vai utilizar a mesma tecnologia de cenários virtuais de ‘The Mandalorian‘.

Originalmente, as filmagens estavam agendadas para fevereiro, e a nova data deve configurar um enorme atraso na estreia, que ainda não foi agendada.

Além disso, o portal também divulgou que a Lucasfilm está procurando por atores para viverem personagens denominados como ‘Paul’ e ‘Miri’.

O primeiro é descrito como um homem caucasiano na casa dos 50 anos e que será um personagem regular na série, mas que estará presente apenas na 1ª temporada.

Miri é uma menina negra que possui entre 8 e 10 anos, que será uma importante estrela convidada. E, por alguma razão não mencionada, o estúdio está à procura de gêmeas idênticas para interpretá-la.

A Variety também revelou que a atriz Amandla Stenberg está em negociações para estrelar a atração.

Até o momento, não foram revelados detalhes sobre sua personagem, caso ela seja confirmada como protagonista.

Por outro lado, um acólito no universo de Star Wars normalmente se refere a um usuário do Lado Negro da Força que acabou de começar seu treinamento sob a proteção de um experiente Lorde Sith.

Isso, é claro, foi antes de Darth Bane instituir a Regra de Dois, extinguindo quase todos os Sith para que existissem apenas dois: um mestre e um aprendiz.

Para quem não a conhece, Stenberg é mais conhecida por seu papel como Rue em ‘Jogos Vorazes‘ e também pelos filmes ‘O Ódio que Você Semeia’ e ‘Mentes Sombrias‘.

Embora os detalhes sobre seu papel sejam desconhecidos, sabemos que ‘The Acolyte‘ será um thriller de mistério que levará o público a uma galáxia de segredos e poderes emergentes do Lado Sombrio da Força nos dias finais da era da Alta República.

Além de Headland, o produtor Rayne Roberts será um dos co-desenvolvedores da série.

Roberts, que é o vice-presidente de Desenvolvimento de Filmes da Lucasfilm, já esteve envolvido em inúmeros projetos do universo Star Wars, como ‘Star Wars: Rebels, ‘O Despertar da Força‘, ‘Os Últimos Jedi‘, ‘Solo: Uma História Star Wars‘ e ‘A Ascensão Skywalker‘.

Confira a logo oficial de ‘The Acolyte‘:

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‘The Last of Us’: Fotos e vídeos dos bastidores mostram momento comovente entre Bella Ramsey e Pedro Pascal

Uma fan page do Twitter deciada a novidades sobre a série ‘The last of Us‘ divulgou novas fotos e vídeos de Bella Ramsey (‘Game of Thrones’) e Pedro Pascal (‘O Mandaloriano’).

Em uma das imagens, os intérpretes de Ellie e Joel se abraçam, comovendo os seguidores.

As outras mostram a dupla caminhando por um terreno deserto, enquanto o vídeo mostra um momento de descontração entre as tomadas.

Confira:

 

 

 

 

 

 

Em entrevista ao Holod, o diretor Kantemir Balagov, que comandou o episódio piloto da adaptação de ‘The Last of Us‘, revelou quando a produção será lançada.

Atualmente em processo de pós-produção, a série está programada para estrear “no começo do próximo ano”.

Além disso, o cineasta aproveitou a oportunidade para fazer o quanto foi importante participar desse projeto, uma vez que o jogo no qual a série é baseada “tem um lugar muito especial em seu coração”.

Apesar da data oficial não ter sido divulgada, podemos esperar que a adaptação seja lançada logo nos primeiros meses de 2023. Ansiosos?

Pedro PascalBella Ramsey estrelarão como Joel e Ellie, respectivamente.

O elenco ainda contará com Nick Offerman, Anna Torv, Merle DandridgeNico ParkerJeffrey PierceCon O’NeillMurray Bartlett, Natasha Mumba Storm Reid.

Peter Hoar (‘Demolidor’), Kantemir Balagov (‘Uma Mulher Alta’), Ali Abbasi (‘Sheiley’), Jasmila Zbanic (‘Quo Vadis, Aida’), Craig Mazin (‘Chernobyl’), Neil Druckmann (criador do jogo), Liza Johnson (‘Barry’) e Jeremy Webb (‘The Umbrella Academy’) fazem parte do time de diretores.

A trama se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel, um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.

A série foi criada por Craig Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

Opinião | Os 5 anos de ‘Witness’, controverso álbum de Katy Perry

Quando ouvi Witness, quinto álbum de estúdio da icônica Katy Perry, pela primeira vez, não consegui entender muito bem a que estava sendo apresentado. Depois de quatro álbuns extremamente coesos e dançantes – com baladas muito bem estruturadas ao longo de pop-bangers envolventes e convidativos -, sua mais nova entrada na indústria fonográfica me passou um sensação campesina e circinal demais para ser levada a sério. Ao longo de dezessete faixas (referindo-me, aqui, à versão deluxe), Perry parecia travar uma batalha consigo mesma para terminar as faixas sem cair na repetição, sem perceber que esbarrava nas ruínas do formulaico mais de uma vez e não sabia em que direção seguir.

O resultado não demorou muito para aparecer: apesar de ter estreado em primeiro lugar na parada da Billboard 200, o álbum foi recebido com pesadas críticas que detonavam as concepções do extenso time de produtores e dos variados estilos musicais que uniam-se em uma amálgama gritante e conturbada que tentava ser tudo e nada ao mesmo tempo. Perry, um ano depois da estreia do CD, havia declarado ao NY Times que havia mergulhado em uma “situação depressiva” e com o “coração partido”.

“Eu ponho muita validade na reação do público, e o público não reagiu da maneira que eu esperava”, ela comentou. Não é surpresa que ela tenha saído para uma espécie de retiro espiritual para se curar da frustração, demorando nada menos que dois anos para fazer um sólido comeback com “Never Really Over” (uma das melhores canções de 2019 que inclusive entrou para nossa lista de fim de ano). Entretanto, a carreira outrora meteórica da artista parecia injustamente estagnada em sucessos medianos, estendendo-se até o recente lançamento do sólido e pueril “Daisies”. Claro que, em comparação com nomes novos no cenário fonográficos, ela ainda apresentava-se de maneira competente e bastante nostálgica (nos relembrando das erasPrism e Teenage Dream), mas nunca chegando à aclamação comercial e crítica que recebera no início da carreira.

Cinco anos depois do début de Witness, resolvi dar mais uma chance ao álbum, tentando focar exatamente no que deu errado – e o resultado tardio é um compilado de poderosas letras e um conceito futurista e à frente de seu tempo que luta para ganhar espaço em meio a uma gestação confusa, recheada de estilos que não deveriam ter vez (pelo menos não com aquilo que Katy planejava nos entregar). Afinal, durante a construção da obra, a cantora havia declaro que seu adeus ao colaborador de longa data Dr. Luke representaria o início de uma era completamente reformulada, da qual estava muito orgulhosa – uma era de ressignificação do pop para algo mais pessoal e autocrítico quando em comparação aos mercadológicos hits que vinha entregando.

Oscilando entre dois espectros de uma mesma sonoridade, Perry havia percebido o quão libertador era resgatar controle daquilo que sempre amou fazer: música. Utilizando sua mentalidade reaberta depois de um considerável hiato, ela decidiu unir-se a um time criativo que a auxiliaria a trazer temas nunca antes vistos (ou infundidos com batidas mascaráveis), incluindo desconstruções acerca de estereótipos femininos, empoderamento, um sutil flerte com a nova onda do feminismo e até mesmo metáforas políticas inteligentes – o que nos leva ao primeiro single, intitulado “Chained to the Rhythm”. A música é um implacável híbrido disco-dancehall que puxa elementos até mesmo do noventista house-pop, guiada por letras ácidas de descontentamento com o governo de Donald Trump (recém-elegido como presidente dos Estados Unidos e principal motivo por ter transformado a performer em uma “inimiga” nacional). A ilusória sensação de liberdade, que insurgiria como temas de outras faixas adjacentes, é o mote com o qual Katy trabalha com tanta paixão.

Entretanto, é sabido o que acontece quando uma mulher ousa falar mais alto numa sociedade conservadoramente hierárquica: boicote. Não digo apenas em relação a números, mas em relação à própria recepção artística de uma imagem que não segue os padrões. Como fica provado com a futurista “Roulette” (facilmente a melhor rendição do álbum) ou com o simbolismo didático de “Swish Swish” (com uma viciante batida digna dos anos 1990), Katy encontrou a sua voz para falar o que pensa – e, da mesma forma que tantas outras artistas, foi silenciada por uma força maior. O mesmo acontecera a Dixie Chicks e sua brutal queda depois de um posicionamento político contra o presidente George Bush, ou até mesmo à Christina Aguilera e à Lady Gaga depois de discorrerem sobre tabus como sexo, drogas e irreverência artística.

Enquanto é visível uma enraizada problemática que vai além da nutrição musical, Witness está longe de ser um álbum ruim; questionavelmente controverso, diria. Afinal, em meio a tantas declamações para serem feitas, Katy acabou dando vida a algo, como citado alguns parágrafos acima, amorfo demais para alcançar o status de palpável. “Déjà Vu” mergulha de cabeça no house-club e nos conquista por sua narcótica ambiência dark, mas é sucedida por uma série de composições sem pé nem cabeça cujos conceitos (talvez à frente de seu tempo, talvez tendo dado de cara com algo que não estava programado) foram varridos para debaixo do tapete. O grande deslize, eventualmente, molda-se no desperdiçado potencial e no acatamento de um paradigma prosaico que tangencia a trivialidade – algo que não deveria ter espaço, mas esparrama desde o princípio com a oscilante faixa titular até baladas como “Save as Draft” e a incompreensível “Act My Age”.

Katy Perry, em Witness, mostrou que está disposta a correr riscos grandes para investir em sua versatilidade e, ainda que nem tudo tenha corrido como o planejado, ela entregou ao mundo um capítulo novo de sua carreira – que esperamos que tenha reconhecimento o quão antes possível.

‘Pânico 6’: Ator DEFENDE decisão de Neve Campbell após polêmica com o salário

Em entrevista ao podcast Midnite Movie Club, Matthew Lillard defendeu a decisão da Neve Campbell de não retornar em ‘Pânico 6‘, após a atriz ter recebido uma baixa oferta de salário – o que causou uma grande comoção entre os fãs da franquia.

“Será que o Tom Cruise recebeu menos dinheiro por ‘Top Gun: Maverick’? Claro que não. Então, por que uma mulher deveria receber menos? Por que eles não pagam mais a ela conforme a franquia ganha continuidade? ‘Pânico 5’ foi um sucesso ou não? Foi um grande sucesso! Eles ganharam muito dinheiro? Sim. Eles deveriam pagar a Neve Campbell pelo o que ela fez nos últimos cinco filmes? Sim, porque a Neve é a protagonista de uma das franquias de maior sucesso do gênero terror.”

Além disso, em seu canal do YouTube, o ator Jamie Kennedy, que interpretou o querido Randy nos três primeiros filmes da franquia, declarou que teve acesso ao roteiro do sexto filme e revelou que a Sidney teria um grande destaque na trama.

“Há pessoas nos bastidores que são literalmente responsáveis por não quererem pagar o rosto da franquia. É uma decisão de pessoas que sequer queriam estar envolvidas no projeto,” afirmou o ator.

Segundo rumores, Neve Campbell recebeu uma oferta da Paramount Pictures de apenas US$ 750 mil para retornar para o sexto filme, valor BEM ABAIXO do que ela recebeu para os filmes anteriores.

Para se ter uma ideia, Campbell recebeu US$ 1.500.000 pelo primeiro, US$ 3.500.000 pelo segundo e US$ 4.000.000 pelo terceiro.

Para ‘Pânico 4‘ e ‘Pânico 5‘, o valor foi na faixa dos US$ 5 milhões por filme.

Isso explica a declaração da atriz, que disse que “a oferta apresentada não iguala ao valor que entregou para a franquia”

A notícia continua repercutindo e o ator David Arquette saiu novamente em defesa da atriz em um post que fez em uma rede social: “Para ser claro: eu apoio Neve Campbell e acho um GRANDE erro não ter ela no próximo filme”, afirmou David. 

E você, vai assistir ‘Pânico 6‘, mesmo sem a presença de Neve Campbell?

Confira as reações dos fãs abaixo:

Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, que fizeram o quinto filme, comandarão ‘Pânico 6‘, que tem roteiro de James Vanderbilt e Guy Busick.

As filmagens devem começar este ano e ‘Pânico 6‘ tem previsão de estreia para 31 de março de 2023.

‘American Rust’ é RESGATADA do cancelamento pela Amazon Freevee

Quase cinco meses após o cancelamento de ‘American Rust‘, foi anunciado que a série foi resgatada pela Amazon Freevee, que irá produzir a 2ª temporada.

O próximo contará com o retorno de Jeff Daniels e Maura Tierney, cujas filmagens devem começar no segundo semestre de 2022.

“Sou grato pela Amazon Freevee por nos dar a chance de criar a segunda temporada de ‘American Rust’. Ambientada em uma cidade pequena na América, nossa história realista e autêntica foi construída para ser lançada por streaming,” declarou Daniels.

A trama se passa em uma cidadezinha da Pensilvânia, arruinada pela desesperança de uma crise econômica. O xerife Del Harris (Daniels) é forçado a decidir o quão longe está disposto a ir para proteger o filho da mulher que ama, recentemente acusado de assassinato.

Futterman assina a criação da série, que foi baseada no livro homônimo de Philipp Meyer, lançado em 2009.

Bill Camp, David Alvarez e Alex Neustaedter completaram o elenco.

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Apple anuncia ‘Sugar’, série de Fernando Meirelles estrelada por Colin Farrell

Nesta quinta-feira (09), a Apple TV+ anunciou que vai começar a produzir ‘Sugar‘, nova série de Mark Protosevich (‘Eu Sou a Lenda’), estrelada por Colin Farrell (‘True Detective’).

Mesmo atuando como protagonista, Farrell também será produtor-executivo do projeto ao lado de Protosevich, Simon Kinberg, de ‘X-Men‘, Audrey Chon e Scott Greenberg.

O destaque é que o cineasta brasileiro Fernando Meirelles (‘Cidade de Deus’) vai comandar a série que irá acompanhar a história de um detetive particular em Los Angeles, no maior estilo neo noir.

Colin Farrell esteve recentemente no filme ‘The Batman‘, interpretando o famoso Pinguim. Depois de dirigir o filme ‘Dois Papas‘, Meirrelles esteve na produção de alguns projetos, como o recente ‘7 Prisioneiros‘, ambos da Netflix.