Site Página 3469

‘Doutor Estranho 2’ é oficialmente BANIDO na China

Agora é oficial! Após meses de especulação, ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ foi oficialmente BANIDO dos cinemas na China.

A notícia foi confirmada pelo repórter Oliver Chen. Apesar do motivo do banimento não ter sido revelado, o longa da Marvel traz diversos tópicos que são sensíveis no país – o que torna difícil apontar um motivo específico para a produção ter sido barrada.

O possível motivo pode ser porque o filme foi fortemente criticado pelos chineses nacionalistas após uma das cenas da produção mostrar brevemente o The Epoch Times, um jornal que ficou conhecido por matérias críticas ao partido comunista chinês.

Em entrevista ao CinePOP, os astros Benedict Wong e Xochitl Gomez comentaram sobre o filme ter sido banido no Egito e Arábia Saudita por conter uma cena LGBTQIA+:

Vale lembrar que ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘ foi o último filme da Marvel lançado no país, em 2019. Apesar dos cinemas chineses terem sido um dos primeiros a reabrirem após a pandemia de COVID, poucos blockbusters de Hollywood tiveram permissão para estrearem no país.

Shang-Chi e a Lenda dos Sete Anéis‘ foi banido da China após o ressurgimento de comentários negativos de Simu Liu sobre o governo do país; ‘Eternos‘ foi banido por causa de comentários anteriores da diretora Chloé Zhao; e ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ nunca foi lançado no país, apesar de nenhum motivo ter sido revelado.

Vale lembrar que o longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 5 de maio.

Sam Raimi fica responsável pela direção.

Viaje para o desconhecido com o Doutor Estranho, que, com a ajuda de aliados místicos antigos e novos, atravessa as realidades alternativas alucinantes e perigosas do Multiverso para enfrentar um novo e misterioso adversário. 

Benedict Cumberbatch e Elizabeth Olsen irão estrelar a sequência, que também contará com Chiwetel EjioforRachel McAdamsBenedict WongXochitl Gomez.

Tubarão ataca no novo trailer BRUTAL do terror ‘Tubarão: Presas Humanas’; Confira!

O terror ‘Tubarão: Presas Humanas‘ (Shark Bait), que trará um grupo de jovens preso em um jetski quebrado em alto mar e cercado por tubarões, ganhou um novo trailer tenso.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 1º de dezembro.

O longa é dirigido por James Nunn.

A trama segue um grupo de jovens que está passando as férias no México. Depois de uma noite de muita curtição, os amigos furtam dois jetskis e os levam para o alto-mar, mas eles acabam batendo em um acidente terrível. Depois que um dos jetskis afunda, o grupo se encontra a mais de três quilômetros da costa, com um jetski quebrado e um amigo gravemente ferido. Sem poder nada de volta para terra firme e com predadores circulando nas agitadas águas abaixo, o verdadeiro terror começa.

O elenco conta com Holly Earl, Jack Trueman, Catherine Amy Hannay, Malachi Pullar-Latchman e Thomas Michael Flynn.

‘The Walking Dead’: Spin-off focado em Daryl contrata novo showrunner

Muitas mudanças estão acontecendo nos bastidores do novo spin-off da franquia ‘The Walking Dead‘. Após o anúncio que Melissa McBride não retornaria para o projeto – que originalmente focaria na Carol e no Daryl –, a showrunner Angela Kang também abandonou a produção.

Agora, de acordo com o Deadline, David Zabel foi contratado para assumir o cargo.

Em declaração oficial, a AMC explicou a saída da atriz Melissa McBride do projeto: “Infelizmente, [McBride] não poderá mais participar do spin-off que seria focado no Daryl Dixon e na Carol Peletier, que será filmado na Europa. Se mudar para a Europa se tornou logisticamente impossível para a Melissa no momento. Sabemos que os fãs ficarão decepcionados com essa notícia, mas o universo de ‘The Walking Dead’ continua a se expandir e temos esperanças de veremos a Carol novamente no futuro.”

Após o anúncio, diversos fãs culparam o Norman Reedus, afirmando que o ator estaria fazendo questão do protagonismo no spin-off.

Por conta disso, Jeffrey Dean Morgan, intérprete de Negan, saiu em defesa do colega de elenco.

Através do Twitter, ele rebateu as alegações e disse que os ‘fãs’ que estão compartilhando boatos sem fundamentos não passam de pessoas tóxicas que se divertem com fofocas.

Na primeira publicação, ele diz:

“Alguns de vocês foram longe demais. É tóxico. Atacar Norman por porcarias que ele não tem NADA a ver? Melissa fez uma decisão que era só dela. Ela quer/precisa de uma pausa. Respeitem isso. Fatores envolvidos que não são da conta de ninguém. Respeitem Norm, que deu mais do que vocês mereciam. Que MERD#.”

Confira:

Em seguida, ele reforça:

“O quê? Qual é? Ninguém está mais arrasado com a decisão de Melissa do que Norman. Esses rumores não vieram da equipe. Eles são de algum idiota que nunca viu um set antes. Eu estava lá. Foi difícil para os dois porque eles se amam. Vocês fazem suposições que são realmente dolorosas. Parem com isso.”

Um porta-voz da AMC também se pronunciou sobre o assunto, dizendo que:

Norman Reedus está sendo injustamente alvejado e atacado nas mídias sociais por uma decisão da qual ele não participou. Melissa McBride decidiu que não poderia participar da série porque se mudar para a Europa se tornou logisticamente insustentável para ela. É inapropriado direcionar negatividade e raiva a outro membro do elenco por um resultado decepcionante com o qual ele não teve nada a ver.”

Além da saída de McBrideAngela Kang, produtora da franquia abandonou o cargo de showrunner.

Em seu lugar entra David Zabel, conhecido como produtor das séries ‘Plantão Médico, ‘Stumptown’ e ‘Mercy Street‘.

De qualquer forma, foi dito que Kang já pretendia se afastar do cargo para focar em outros projetos que já estavam em desenvolvimentos na AMC, mas ela continua ligada à série como produtora executiva.

Ainda sem título, a derivada deve estrear em algum momento de 2023.

Vale lembrar que a AMC está desenvolvendo diversos spin-offs desse universo, incluindo ‘Isle of the Dead‘, que focará na Maggie e no Negan, e ‘Tales of the Walking Dead‘, uma série antológica com cada episódio narrando histórias isoladas.

Criada por Frank Darabont, a série é baseada nos quadrinhos homônimos de Robert Kirkman.

A trama acompanha um grupo de sobreviventes em um mundo pós-apocalíptico que precisa não só enfrentar os mortos, como também os vivos.

O elenco conta com Norman Reedus, Melissa McBride, Lauren Cohan, Christian Serratos, Josh McDermitt, Seth Gilliam, Ross Marquand, Khary Payton, Cooper Andrews, Callan McAuliffe e Jeffrey Dean Morgan.

‘O Matador’: Remake de John Woo será lançado pelo Peacock em 2023

Segundo o Bloody Disgusting, o remake de ‘O Matador‘, filme de ação lançado em 1989 e dirigido pelo John Woo, será lançado pelo Peacock em 2023.

O serviço de streaming anunciou o lançamento de três filmes originais para 2023. Cada um deles será uma colaboração com a Universal Pictures para produzir conteúdo exclusivo para a plataforma.

Vale lembrar que Woo será responsável pela direção do remake de sua próprio filme.

Anteriormente, a nova versão seria estrelada pela Lupita Nyong’o (‘Pantera Negra’), mas a atriz abandonou o projeto após a reestruturação do roteiro.

A produção “combinará elementos de espionagem com acrobacias extraordinárias para capturar o espírito do original.”

Em ‘O Matador‘, um assassino que coloca sua própria vida em risco para salvar uma mulher que foi acidentalmente cegada em sua última missão.

Eran Creevy escreveu o roteiro baseando-se no rascunho original de Josh Campbell (‘Rua Cloverfield, 10‘) e Matt Stuecken.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Stranger Things’: 4ª temporada ganha novos cartazes individuais; Confira!

A Netflix divulgou os novos cartazes individuais da 4ª temporada de ‘Stranger Things‘, cuja primeira parte irá estrear no dia 27 de maio.

Confira:

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

‘Cocaine Bear’: Suspense cômico sobre urso que teve overdose de cocaína ganha data de estreia

O suspense cômico ‘Cocaine Bear‘, que narrará a história real de um urso que morreu de overdose de cocaína, ganhou data de estreia.

O longa será lançado nos cinemas no dia 24 de fevereiro de 2023.

Elizabeth Banks (‘As Panteras’) será responsável pela direção, a partir de um roteiro escrito por Jimmy Warden.

Ray Liotta, Keri Russell, Alden Ehrenreich, O’Shea Jackson e Jesse Tyler Ferguson estrelam. Margo Martindale (‘Mrs. America’), Kristofer Hivju (‘Game of Thrones’), Christian Convery (‘Sweet Tooth’), Brooklynn Prince (‘Home Before Dark’), Kahyun Kim (‘American Gods’) e o comediante Scott Seiss completam o elenco.

A produção está sendo desenvolvida pela Universal Pictures.

O urso em questão foi batizado de “Pablo EskoBear”, e se tornou uma das mais bizarras atrações turísticas do Kentucky. O caso aconteceu nos anos 80, quando o ex-policial Andrew Thornton se tornou um traficante internacional e iniciou a operação de uma rota de drogas da Colômbia para os EUA.

Durante um dos voos do tráfico, Thornton tinha que pular do avião em pleno voo enquanto sobrevoava a Floresta Nacional de Chattahoochee, com 40 recipientes de plástico cheios de cocaína em seu corpo.

O traficante morreu, pois o peso extra da cocaína fez com que o paraquedas não suportasse a queda. E então os US$ 15 milhões dos 40 quilos de cocaína desapareceram. O urso comeu.

A história do filme mostrará o urso preto de 80 quilos que foi encontrado morto por overdose depois de ingerir grandes quantidades de cocaína jogada na floresta pelo traficante.

Phil Lord e Miller (‘Homem-Aranha no Aranhaverso’) serão os produtores do longa.

‘Velozes e Furiosos 10’: Universal escolhe diretor de ‘Truque de Mestre’ para substituir Justin Lin

Após o diretor Justin Lin abandonar a produção de ‘Velozes e Furiosos 10‘ após o começo das filmagens, a Universal Pictures precisou agir rápido pois está perdendo US$ 1 milhão por dia em que não está realizando as filmagens.

Agora, o Deadline revelou que o estúdio já tem um diretor em vista: Louis Leterrier, de ‘Truque de Mestre‘ e ‘Carga Explosiva‘.

As negociações já começaram.

Lin, que dirigiu cinco filmes da franquia, incluindo o mais recente, disse que tomou a “difícil decisão de dar um passo atrás” apenas alguns dias após o início da produção, que começou em 20 de abril.

E, de acordo com o NY Daily News (via Comic Book), o cineasta deixou o cargo por conta do temperamento difícil de Vin Diesel, intérprete de Dominic Toretto.

Em entrevista ao portal, um produtor veterano que não tem ligação com a franquia disse que:

Lin está desistindo de US$ 10 ou US$ 20 milhões pelo cargo, eu nuca vi nada parecido. Mas é compreensível, Diesel chega atrasado no set. Ele não decora suas falas e nem está fazendo questão de se manter em forma para o papel.”

Lin já parecia desconfortável em um vídeo que Diesel postou no Instagram poucos dias antes do cineasta se afastar.

“Primeira semana. Acabei de terminar a primeira semana”, disse Lin no vídeo ao lado de Diesel. Quando o ator perguntou a Lin como ele se sentia, o diretor respondeu: “Parece o começo de um final épico”.

Questionado se era justo dizer que este será o melhor filme da saga, Lin respondeu: “No meu coração, sim”.

 

Ver esta publicação no Instagram

 

Uma publicação partilhada por Vin Diesel (@vindiesel)

Foi dito que a busca por um novo diretor, que supostamente custa à Universal entre US$ 600.000 a US$ 1 milhão por dia, inclui F. Gary Gray e David Leitch, responsáveis por ‘Velozes e Furioso 8′ eHobbs & Shaw‘, respectivamente.

De qualquer forma, Lin continua atado como produtor da sequência, que tem previsão de estreia para maio de 2023.

Lembrando que o novo filme traz para o elenco dois nomes bem conhecidos entre o público geek: Jason Momoa (‘Aquaman’), que será um dos vilões principais da ainda desconhecida trama, e Brie Larson (‘Capitã Marvel’) cujo papel ainda não foi revelado.

Relembre o anúncio do ex-diretor:

“Com o apoio da Universal, tomei a difícil decisão de voltar atrás como diretor do ‘Velozes e Furiosos 10′, enquanto permaneço no projeto como produtor. Ao longo de 10 anos e cinco filmes, conseguimos filmar os melhores atores, as melhores acrobacias e as melhores perseguições de carro. Pessoalmente, como filho de imigrantes asiáticos, tenho orgulho de ajudar a construir uma franquia diversificada na história do cinema. Serei eternamente grato ao incrível elenco, equipe e estúdio por seu apoio e por me receber nessa família.”

‘Velozes e Furiosos 10’: Justin Lin desistiu da direção por causa do ‘temperamento difícil’ de Vin Diesel

Na semana passada, o diretor Justin Lin anunciou que havia abandonado as gravações de Velozes e Furiosos 10‘, mas não houve explicações sobre o motivo de sua saída.

Lin, que dirigiu cinco filmes da franquia, incluindo o mais recente, disse que tomou a “difícil decisão de dar um passo atrás” apenas alguns dias após o início da produção, que começou em 20 de abril.

E, de acordo com o NY Daily News (via Comic Book), o cineasta deixou o cargo por conta do temperamento difícil de Vin Diesel, intérprete de Dominic Toretto.

Em entrevista ao portal, um produtor veterano que não tem ligação com a franquia disse que:

Lin está desistindo de US$ 10 ou US$ 20 milhões pelo cargo, eu nuca vi nada parecido. Mas é compreensível, Diesel chega atrasado no set. Ele não decora suas falas e nem está fazendo questão de se manter em forma para o papel.”

Lin já parecia desconfortável em um vídeo que Diesel postou no Instagram poucos dias antes do cineasta se afastar.

“Primeira semana. Acabei de terminar a primeira semana”, disse Lin no vídeo ao lado de Diesel. Quando o ator perguntou a Lin como ele se sentia, o diretor respondeu: “Parece o começo de um final épico”.

Questionado se era justo dizer que este será o melhor filme da saga, Lin respondeu: “No meu coração, sim”.

 

Ver esta publicação no Instagram

 

Uma publicação partilhada por Vin Diesel (@vindiesel)

Foi dito que a busca por um novo diretor, que supostamente custa à Universal entre US$ 600.000 a US$ 1 milhão por dia, inclui F. Gary Gray e David Leitch, responsáveis por ‘Velozes e Furioso 8′ eHobbs & Shaw‘, respectivamente.

De qualquer forma, Lin continua atado como produtor da sequência, que tem previsão de estreia para maio de 2023.

Lembrando que o novo filme traz para o elenco dois nomes bem conhecidos entre o público geek: Jason Momoa (‘Aquaman’), que será um dos vilões principais da ainda desconhecida trama, e Brie Larson (‘Capitã Marvel’) cujo papel ainda não foi revelado.

Relembre o anúncio do ex-diretor:

“Com o apoio da Universal, tomei a difícil decisão de voltar atrás como diretor do ‘Velozes e Furiosos 10′, enquanto permaneço no projeto como produtor. Ao longo de 10 anos e cinco filmes, conseguimos filmar os melhores atores, as melhores acrobacias e as melhores perseguições de carro. Pessoalmente, como filho de imigrantes asiáticos, tenho orgulho de ajudar a construir uma franquia diversificada na história do cinema. Serei eternamente grato ao incrível elenco, equipe e estúdio por seu apoio e por me receber nessa família.”

‘The Walking Dead’: Jeffrey Dean Morgan rebate POLÊMICA sobre a saída de Melissa McBride do spin-off focado em Daryl

Na semana passada, foi revelado que Melissa McBride acabou desistindo de sua participação na série derivada de ‘The Walking Dead focada em Daryl (Norman Reedus).

Inicialmente, a atração seria focada nas aventuras de Daryl junto com Carol, personagem de McBride.

No entanto, como as gravações serão realizadas na Europa, McBride disse que não poderia viajar no momento porque precisava de descanso, o que resultou em seu afastamento.

Por outro lado, diversos fãs estão culpando Reedus, afirmando que o ator estaria fazendo questão do protagonismo na derivada.

Por conta disso, Jeffrey Dean Morgan, intérprete de Negan, saiu em defesa do colega de elenco.

Através do Twitter, ele rebateu as alegações e disse que os ‘fãs’ que estão compartilhando boatos sem fundamentos não passam de pessoas tóxicas que se divertem com fofocas.

Na primeira publicação, ele diz:

“Alguns de vocês foram longe demais. É tóxico. Atacar Norman por porcarias que ele não tem NADA a ver? Melissa fez uma decisão que era só dela. Ela quer/precisa de uma pausa. Respeitem isso. Fatores envolvidos que não são da conta de ninguém. Respeitem Norm, que deu mais do que vocês mereciam. Que MERD#.”

Confira:

Em seguida, ele reforça:

“O quê? Qual é? Ninguém está mais arrasado com a decisão de Melissa do que Norman. Esses rumores não vieram da equipe. Eles são de algum idiota que nunca viu um set antes. Eu estava lá. Foi difícil para os dois porque eles se amam. Vocês fazem suposições que são realmente dolorosas. Parem com isso.”

Um porta-voz da AMC também se pronunciou sobre o assunto, dizendo que:

Norman Reedus está sendo injustamente alvejado e atacado nas mídias sociais por uma decisão da qual ele não participou. Melissa McBride decidiu que não poderia participar da série porque se mudar para a Europa se tornou logisticamente insustentável para ela. É inapropriado direcionar negatividade e raiva a outro membro do elenco por um resultado decepcionante com o qual ele não teve nada a ver.”

Além da saída de McBrideAngela Kang, produtora da franquia abandonou o cargo de showrunner.

Em seu lugar entra David Zabel, conhecido como produtor das séries ‘Plantão Médico, ‘Stumptown’ e ‘Mercy Street‘.

De qualquer forma, foi dito que Kang já pretendia se afastar do cargo para focar em outros projetos que já estavam em desenvolvimentos na AMC, mas ela continua ligada à série como produtora executiva.

Ainda sem título, a derivada deve estrear em algum momento de 2023.

Vale lembrar que a AMC está desenvolvendo diversos spin-offs desse universo, incluindo ‘Isle of the Dead‘, que focará na Maggie e no Negan, e ‘Tales of the Walking Dead‘, uma série antológica com cada episódio narrando histórias isoladas.

Criada por Frank Darabont, a série é baseada nos quadrinhos homônimos de Robert Kirkman.

A trama acompanha um grupo de sobreviventes em um mundo pós-apocalíptico que precisa não só enfrentar os mortos, como também os vivos.

O elenco conta com Norman Reedus, Melissa McBride, Lauren Cohan, Christian Serratos, Josh McDermitt, Seth Gilliam, Ross Marquand, Khary Payton, Cooper Andrews, Callan McAuliffe e Jeffrey Dean Morgan.

‘O Peso do Talento‘: Assista a uma cena EXCLUSIVA e hilária do filme SENSAÇÃO com Nicolas Cage

O DCinePOP divulga com EXCLUSIVIDADE uma cena hilária da comédia de ação metalinguística ‘O Peso do Talento‘, onde o ator Nicolas Cage interpreta ele mesmo.

A Paris Filmes lança o filme nos cinemas nacionais no dia 12 de maio.

Assista:

O Peso do Talento‘ alcançou 100% de aprovação no site agregador Rotten Tomatoes.

“‘O Peso do Talento‘ é uma viagem estridente que vai deixar você com um sorriso estampado no rosto. Cage interpretando uma versão de si mesmo é uma meta-comédia única, com muitos momentos fortes e piadas sem noção que aprofundarão a apreciação pelo trabalho dele.” Bloody Disgusting

“Um filme que poder ser considerado a melhor atuação de Nicolas Cage, porque, na verdade, é são várias das suas performances juntadas em uma única.” Dread Central

“Os realizadores utilizaram toda filmografia de Nicolas Cage para criar algo absolutamente transcendental.” RogerEbert.com

“Uma comédia que acerta zombando e ao mesmo tempo celebrando tudo que é Nicolas Cage – e, no final, se tornando um típico filme de Nicolas Cage, sendo uma coisa brega e ao mesmo tempo especial.” Variety

Sinopse: Criativamente desmotivado e enfrentando a ruína financeira, a versão fictícia de Nicolas Cage tem de aceitar a oferta de US$ 1 milhão para comparecer ao aniversário de um super fã perigoso, Javi (Pedro Pascal). As coisas mudam inesperadamente quando Cage é recrutado por uma agente da CIA (Tiffany Haddish) e forçado a fazer valer o seu nome, canalizando seus papéis mais icônicos das telas para salvar a si mesmo e aqueles que ama. Com a carreira construída para este exato momento, o ator premiado tem de assumir o papel de sua vida: Nicolas Cage.

Além de interpretar uma versão de si atualmente, Cage também faz Nicky, uma versão mais nova de si mesmo, apresentada como uma memória de sua imaginação, e que está sempre o perturbando por suas escolhas de carreira.

O elenco conta ainda com Pedro Pascal, Sharon Horgan, Alessandra Mastronardi, Jacob Scipio, Lily Sheen, e Neil Patrick Harris.

O filme é dirigido por Tom Gormican (‘Namoro ou Liberdade‘), que também escreveu o roteiro com Kevin Etten, produtor executivo da série ‘Euphoria‘. Cage produz o projeto a partir de sua produtora Saturn Films.

‘O Peso do Talento’ vem aí! Conheça 10 Filmes Recentes de Nicolas Cage que Você Sequer Tinha Ouvido Falar

Nunca diga nunca. Tendo passado pelo menos uma década fazendo lançamentos direto para vídeo do nível B, o ex-astro Nicolas Cage finalmente ensaia um retorno às boas novamente com o sucesso. O Peso do Talento, novo trabalho do ator que estreia no dia 12 de Maio, marca a volta de um filme protagonizado por ele a receber lançamento nas salas de cinema do Brasil em quase dez anos! E isso é motivo para comemorar (numa bela ação da Paris Filmes). Cage é um artista vencedor do Oscar (Despedida em Las Vegas, 1995) e com outra indicação ao maior prêmio do cinema (Adaptação, 2002) – ambas como ator principal. Fora isso, em meados da década de 1990, viu o auge de sua carreira com filmes como A Rocha (1996), Con Air – A Rota da Fuga (1997) e A Outra Face (1997), uma trilogia de ação que colocou o nome do ator entre os maiores astros de Hollywood na época.

O Peso do Talento pode ser o ápice de sua renascença, e traz Cage vivendo Cage, aceitando participar da festa de um fã pelo cachê de US$1 milhão. O longa promete um ritmo alucinado e muita metalinguagem. Antes de O Peso do Talento, no entanto, Cage já vinha recebendo elogios com produções de terror e ficção científica como Mandy – Sede de Vingança, A Cor que Caiu do Espaço, Willy’s Wonderland – Parque Maldito e Ghostland – Terra Sem Lei. O maior passo para sua “redenção” viria em 2021 com Pig, o filme mais elogiado de sua carreira nos últimos anos, ou quem sabe de todos os tempos.

Pensando nessas pazes de Nicolas Cage com o sucesso, resolvi criar uma nova matéria, que serve de ligação e segunda parte de outra que eu havia feito há alguns anos. Aqui, descortinaremos algumas destas produções obscuras que Nicolas Cage andou realizando nos últimos tempos. Muitos filmes exóticos e inusitados. Vida longa para Cage e esperamos que em breve o ator volte de vez aos holofotes. Confira abaixo também a matéria anterior com outros 10 filmes obscuros do ator, afinal é muita coisa que ele anda fazendo. Vamos lá.

Leia também: 10 Filmes com o Nicolas Cage que Foram Lançados e Você nem Lembrava…

Mandy – Sede de Vingança
(Mandy, 2018)

Começamos com o citado Mandy, um terror surreal e muito estiloso, repleto de cores berrantes, e cenas enigmáticas e perturbadoras. A trama é uma mistura de outros filmes de Nicolas Cage, como Fúria Sobre Rodas e até mesmo Motoqueiro Fantasma – afinal, o que esperar quando um ator faz tantos filmes como Cage, algumas destas produções serão parecidas com outras. Diferente dos filmes citados, no entanto, Mandy teve a moral de fazer sua estreia em Festivais de prestígio pelo mundo, como Sundance e Cannes. Escrito e dirigido por Panos Cosmatos, o longa mostra Cage partindo em vingança contra um culto de hippies satanistas que sequestraram sua mulher Mandy (Andrea Riseborough) para realizar um sacrifício. Sangrento e fantasioso, Mandy marcou o retorno do ator aos filmes elogiados pelos críticos.

O Espelho
(Looking Glass, 2018)

Agora passamos do terror para um thriller, com o segundo filme de Cage em 2018. Aqui o ator se une a outra atriz cuja carreira caiu na obscuridade. Robin Tunney ficou famosa nos anos 1990 com filmes como Jovens Bruxas (1996) e Fim dos Dias (1999). No filme, Tunney e Cage são um casal que decide comprar um motel para administrar. Mistura de Psicose (1960) e Temos Vagas (2007), a trama de O Espelho mostra Cage descobrindo uma passagem secreta entre os quartos de seu estabelecimento de beira de estrada, que termina em um “espelho espião” – aquele em que de um lado alguém pode observar o outro sem ser notado. Cage se torna um voyeur e assiste a duas de suas hóspedes na “pegação”. Porém, quando uma delas aparece morta, o sujeito se torna o principal suspeito.

211 – O Grande Assalto
(211, 2018)

Levemente baseado numa história real, 211 conta sobre o que é considerado o mais longo e sangrento assalto a banco recente nos EUA. Cage interpreta um policial veterano que, ao lado de seu parceiro novato, sai em ronda com um jovem civil – prática comum nos EUA conhecida como ride-along. O que era para ser um passeio tranquilo para mostrar a rotina do trabalho policial, se transforma num pesadelo quando a viatura dos protagonistas passa em frente ao banco tomado, e se torna alvo dos mercenários que o estão assaltando.

Entre Mundos
(Between Worlds, 2018)

Voltando ao terreno das bizarrices, Nicolas Cage estrela este longa de terror e fantasia na pele de Joe, um motorista de caminhão de visual desleixado, deprimido após a morte da esposa e da filha. Aqui, Cage se une à atriz alemã Franka Potente, estrela de filmes como Corra, Lola, Corra (1998) e A Identidade Bourne (2002). A trama começa verdadeiramente quando Cage conhece a personagem de Potente, uma mulher com um estranho dom sobrenatural. Quando sua filha se encontra em coma hospitalizada, a mulher é capaz de trazê-la de volta, porém, o que retorna pode ser algo além de somente a jovem.

Ajuste de Contas
(A Score to Settle, 2019)

Primeiro filme de Cage em 2019, e o ator volta ao gênero criminal de vingança na pele de Frank, um sujeito que, como diz o título, possui contas a acertar. Ele é liberado da prisão após vinte anos encarcerado e logo está numa trajetória de acerto de contas com seus antigos chefes do crime. Nesta trilha de vingança, que envolve muito dinheiro escondido, o que poderá atrapalhar o justiceiro é o relacionamento inesperado com seu filho. No elenco, Benjamin Bratt, ator de Miss Simpatia (2000) e Mulher-Gato (2004).

A Cor que Caiu do Espaço
(Color Out of Space, 2019)

Tirando Mandy, os filmes de Nicolas Cage apresentados até o momento nesta matéria podem ser considerados, digamos, no mínimo medíocres. Todos são versões menos impressionantes de outras obras mais famosas, ou seja, nada que não tenhamos visto antes, inclusive na filmografia do talentoso ator. Porém, isso muda com este item. Mais prestigiado do que o próprio Mandy, e com passagem pelo Festival de Toronto e outros festivais especializados em terror e fantasia, A Cor que Caiu do Espaço é baseado num conto do icônico H.P. Lovecraft, sumidade no gênero terror interdimensional e ficção científica. Fora isso, na direção temos outro especialista, Richard Stanley, cineasta responsável pelos cult Hardware – O Destruidor do Futuro (1990) e A Ilha do Dr. Moreau (1996). Na trama, Cage interpreta um pai de família vivendo em sua propriedade rural. Joely Richardson vive sua esposa. É quando a família é surpreendida por uma entidade alienígena vinda do espaço que se manifesta através da cor púrpura. Quando entram em contato com o ser, aos poucos eles começam a sofrer em seu corpo o efeito horripilante.

Na Rota do Tráfico
(Running With the Devil, 2019)

Nicolas Cage declara guerra às drogas em um de seus filmes mais chamativos – devido ao grande elenco de nomes famosos que conseguiu recrutar. Cage vive um agente do governo em missão de desmantelar um grande esquema de cocaína. Coprotagonizando ao lado do ator, Laurence Fishburne vive o vilão do filme, o barão das drogas conhecido como The Man – que baterá de frente com o protagonista. Além da dupla, o filme conta ainda com Leslie Bibb como a superior de Cage, Barry Pepper como o chefe da operação dos agentes, e Cole Hauser, Adam Goldberg e Peter Facinelli como membros da organização criminosa.

Kill Chain (2019)

Um dos poucos filmes recentes de Nicolas Cage a não receber título em português até o momento – o que significa que ainda não chegou de forma oficial ao Brasil ou passou tão despercebido que ninguém sabe como se chamou por aqui. Mais um thriller de ação totalmente obscuro (e por que não, genérico) na carreira do ator, a trama deste thriller que é puro tiro, porrada e bomba traz Cage como dono/gerente de um hotel “pé rapado” recebendo sua única hóspede para a noite. O problema está em justamente quem é esta hóspede. Anabelle Acosta é Renata, uma mulher misteriosa, que na verdade está se refugiando no estabelecimento de Cage após ter roubado uma quantia de mafiosos. Não demora muito até os criminosos a encontrarem e transformarem tudo num inferno, com Cage no meio, é claro.

Instinto Predador
(Primal, 2019)

Jumanji é para os fracos! No mesmo ano em que o segundo filme da citada franquia estrelada por Dwayne Johnson e Kevin Hart chegava aos cinemas, Nicolas Cage tratava de lançar sua própria versão desta história. Ou quase. Por mais que o poster do filme passe vibes de Jumanji, a trama deste Instinto Predador traz Cage como um expert caçador, conseguindo capturar sua maior presa: um jaguar branco. Ele possui comprador para a rara espécie e o embarca num navio cargueiro junto a outros animais capturados. É claro que Cage vai junto nesta viagem. Mas eles não serão os únicos. A bordo também está um prisioneiro perigosíssimo, ex-agente das forças especiais renegado por crimes de guerra, papel de Kevin Durand. O sujeito escapa e liberta todos os animais, incluindo o tal felino raro. Agora, Cage e os militares, encabeçados por Famke Janssen, precisam ir atrás não apenas do perigoso fugitivo, mas também dos animais mortais. Quem dirige é o ex-dublê Nick Powell.

A Ilha
(Grand Isle, 2019)

Como dito, a esta altura da filmografia de Nicolas Cage, a maioria de seus filmes soa como reciclagem de outras produções melhores. E aqui os realizadores devem ter pensado: “que tal se refizéssemos Disque M para Matar numa ilha”? Com toda pompa de thriller Hitchcockiano do cinema B, este A Ilha traz Cage no papel de um homem oferecendo uma quantia para um jovem matar sua esposa. Ajuda o fato de o rapaz ter um flerte com a mulher de Cage. O jovem é vivido por Luke Benward e a esposa infiel tem as formas de KaDee Strickland. Completando o elenco, Kelsey Grammer é o obrigatório detetive investigando o caso.

Bônus: Jiu Jitsu (2020)

Quando ouvimos o título Jiu Jitsu qual a primeira coisa que vem à mente? Um filme sobre torneio de lutas, certo? Bem, seria se não tivéssemos o envolvimento de Nicolas Cage no projeto. Com o insano ator o filme não poderia ser outra coisa senão uma mistura de O Predador (1987) e Mortal Kombat (1995), é claro! De tempos em tempos um portal alienígena se abre na Terra e por ele atravessa uma ameaça no melhor estilo Predador, um ser alienígena que além de um exímio caçador, é também um lutador de primeira. O objetivo da criatura é derrotar os melhores lutadores de nosso planeta, todos campeões de artes marciais, vividos por atores-lutadores como Alain Moussi, Tony Jaa, Frank Grillo e JuJu Chan. Já para Nicolas Cage sobra o papel de mestre exótico, no melhor estilo Raiden / Yoda. E se você pensa que Cage sai no “pau” com o alien numa luta de espadas, você está certo!fea

Conheça os 12 Blockbusters MAIS CAROS do Cinema que Completam 20 Anos em 2022 – Você Vai se Surpreender!

Quando pensamos em superproduções do início dos anos 2000 no cinema, uma franquia que vem logo à mente é a do épico O Senhor dos Anéis. Conhecida por quebrar todo tipo de recorde em bilheteria e também no Oscar, a franquia que irá gerar uma série na Amazon Prime Video, O Senhor dos Anéis chegava ao seu segundo exemplar há vinte anos com As Duas Torres. Porém, muitos poderão cair da cadeira quando eu disser que As Duas Torres não se encontra entre os doze filmes mais caros daquele ano. Difícil de acreditar, não é? Isso é só para sentir o drama do que vem por aí. Aqui, selecionamos os filmes que romperam a barreira dos US$100 milhões em seu valor de produção – algo astronômico para a época. E uma dúzia de filmes se mostraram ousados a este ponto. E você, consegue pensar quais seriam esses doze filmes de maior orçamento de vinte anos atrás, antes de ler a resposta? Confira abaixo.

12) Pluto Nash

Já falei algumas vezes aqui sobre esta pretensa superprodução estrelada por Eddie Murphy, que mistura comédia e ficção científica espacial. Tida como um dos maiores fiascos da história do cinema, a obra deu um prejuízo na Warner para ninguém botar defeito. Fora isso, também figurou no Framboesa daquele ano. Imagine uma mistura de Casablanca e Star Trek para se ter uma ideia do que é o filme. As Aventuras de Pluto Nash (no original) custou impressionantes US$100 milhões, mas como quase ninguém viu o filme, ele rendeu apenas US$7 milhões mundiais. Já pensou?

11) K-19: The Widowmaker

Dirigido pela cineasta vencedora do Oscar Kathryn Bigelow, este suspense dramático é baseado na história real de um submarino russo que, devido a um defeito em 1961 ameaça se tornar um novo Chernobyl debaixo d’água (devido ao seu potencial radioativo) e a possibilidade de uma nova guerra entre nações. Seus oficiais iniciam uma corrida contra o tempo, não apenas para salvarem as próprias vidas. Quem protagoniza são os astros Harrison Ford e Liam Neeson nos papeis de oficiais russos. Esta foi outra superprodução que terminou dando prejuízo ao seu estúdio, aqui a Paramount – já que custou US$100 milhões e viu de retorno ao redor do mundo US$65 milhões.

10) Gangues de Nova York

Agora temos um filme caro de respeito e bastante cacife. Ao contrário do primeiro item da lista que foi indicado ao pior do cinema, Gangues de Nova York fez o caminho inverso e foi parar na maior festa da sétima arte: o Oscar. O longa obteve um total de 10 indicações, incluindo melhor filme. Também pudera, no comando desta produção de quase 3 horas de duração temos ninguém menos que o mestre Martin Scorsese. Embora não tenha feito o sucesso financeiro esperado – custando US$100 milhões e rendendo mundialmente US$193 milhões, Gangues de Nova York caiu nas graças dos críticos e dos maiores prêmios da sétima arte, ao contar sobre “as mãos que construíram a América”. Ou suas gangues. Na trama, Leonardo DiCaprio jura vingança contra o poderoso homem do crime que matou seu pai, vivido por Daniel Day-Lewis.

09) Harry Potter e a Câmara Secreta

Não temos O Senhor dos Anéis, mas temos seu “rival” Harry Potter. É certo que as duas franquias citadas, que trouxeram de volta o gênero da magia e fantasia ao cinema em grande estilo, dominaram as telonas no início dos anos 2000. Se você estava vivo na época deve lembrar que não se falava de outra coisa. Foi um verdadeiro fenômeno. E se As Duas Torres chegou perto de estar entre os doze mais caros de vinte anos atrás, A Câmara Secreta está incluído com louvor, tendo custado aos cofres da Warner US$100 milhões para a segunda aventura do bruxinho mais querido da cultura pop. Ao contrário dos demais itens acima, o segundo Harry Potter é o primeiro filme da lista não considerado um fracasso, mas um sucesso retumbante que fez valer cada centavo de seu investimento. A bilheteria do filme foi de US$880 milhões mundiais.

08) Minority Report – A Nova Lei

O dono da bola acaba de descer para o play. Acontece que o diretor Steven Spielberg foi o responsável pela criação do cinema blockbuster, e sem ele tudo o que conhecemos como filme pipoca não existiria. Assim, nada mais justo que na lista tenhamos uma produção “inflada” do homem que ajudou a sétima arte a se transformar em parte do nosso dia a dia, para além das salas de exibição. O produto colossal que Spielberg entregava há vinte anos era Minority Report, blockbuster de ação e ficção científica, sobre uma polícia do futuro capaz de prever os crimes e impedi-los antes que eles ocorram de fato. Tom Cruise é quem comanda a ação – na primeira parceria com o cineasta. O filme custou US$102 milhões e rendeu US$358 milhões mundiais, garantindo assim o sucesso.

07) Códigos de Guerra

Outro item improvável e que você com certeza não imaginava que iria figurar entre os filmes mais caros de vinte anos atrás. No mesmo ano, tivemos outros dois filmes de guerra (Fomos Heróis e A Guerra de Hart) que visavam se tornar o novo O Resgate do Soldado Ryan (1998), mas não conseguiram acertar no alvo. O que tentava com mais afinco, ao menos do que diz respeito ao seu valor elevado de produção, foi este Códigos de Guerra, estrelado pelo novo muso do momento, Nicolas Cage. Dirigido pelo mestre da ação chinês John Woo para a MGM, o blockbuster falava sobre o uso dos nativos-americanos e sua linguagem específica para servir de código indecifrável para os inimigos durante a Segunda Guerra Mundial. Infelizmente, o filme não conseguiu se pagar, já que com US$115 milhões de orçamento, recuperou apenas US$77 milhões mundiais.

06) Star Wars – Episódio II: Ataque dos Clones

Esse, você imaginava que estaria aqui – temos certeza. Afinal, há vinte anos no cinema, além do domínio de Harry Potter e O Senhor dos Anéis, também era ano do novo episódio de uma das maiores franquias do cinema. Quiçá a maior de todas. Ataque dos Clones continuava A Ameaça Fantasma, mostrando Anakin agora como um rapaz seguindo por seu ensinamento Jedi. Essa foi a entrada de Hayden Christensen na franquia, para o bem ou para o mal. Além disso, ganhávamos também uma versão do caçador de recompensas que todo fã queria ver de volta, um novo vilão nas formas de Christopher Lee, e o Yoda lutador que fez os fãs vibrarem na época, mas que hoje não é todo mundo que gosta. O segundo Star Wars prequel custou US$115 milhões também (mesmo valor do item acima), mas ao contrário de Códigos de Guerra se mostrou um sucesso com US$653 milhões em caixa.

05) O Pequeno Stuart Little 2

Agora adentramos o Top 5 dos filmes mais caros de vinte anos atrás no cinema. E chegamos a um item que todos devem estar se perguntando: What the Fuck?! Isso não pode estar certo. Mas sim, caro leitor, está certíssimo. O infantil sobre um ratinho branco falante que usa roupas, é tratado como membro da família de Geena Davis e tem a voz de Michael J. Fox no original, é o quinto filme mais caro que completa 20 anos em 2022. O primeiro O Pequeno Stuart Little, de 1999, é baseado num livro de sucesso para a criançada e já custava mais de US$130 milhões, porém, obteve uma arrecadação mundial de US$300 milhões. Assim, o segundo, com o retorno de todos os envolvidos no elenco, seguiu o mesmo caminho em seu orçamento cedido pela Columbia (Sony), de US$120 milhões. Porém, o resultado terminou abaixo do esperado com US$169 milhões, o que jogou areia nos planos de um terceiro filme, que teve que ser lançado direto em vídeo em 2005, e na forma de uma animação tacanha.

04) Homem-Aranha

É difícil de acreditar que O Pequeno Stuart Little 2 seja um dos cinco filmes mais caros do cinema de vinte anos atrás. Esse aqui, no entanto, já fica mais fácil de aceitar. De fato, o primeiro filme do Homem-Aranha, dirigido por Sam Raimi, é um marco do cinema entretenimento, pois deu início ao fenômeno dos super-heróis nas telonas que temos hoje. Tudo começou aqui. E justamente por isso podemos imaginar que o longa seja um dos mais caros de sua época. A Columbia (Sony) investiu pesado para que o gênero fosse levado a sério e saísse de vez do território dos filmes B. Assim, Homem-Aranha contou com um grande elenco e efeitos de primeira, custando US$139 milhões e se tornando assim o quarto filme mais caro do cinema naquele ano. O resultado, por outro lado, não poderia ser mais satisfatório, com US$825 milhões ao redor do mundo, se tornando assim também um dos filmes mais rentáveis da época e também de todos os tempos.

03) Planeta do Tesouro

Quem pensa que filmes infantis e animações não possuem grandes investimentos dos estúdios para suas produções está severamente enganado. Muito pelo contrário, as obras deste gênero costumam ter um largo orçamento, já que as crianças têm um faro para o que é barato e o que está bem-feito nas telas. Até o momento na lista já tivemos filmes dos mais variados estúdios, mas os mais atentos puderam notar que uma das empresas mais famosas, ricas e poderosas ainda não havia dado as caras. Bem, a Disney acaba de chegar à lista com esta animação de ficção científica e aventura espacial, que reimagina o clássico Ilha do Tesouro, e o joga nas estrelas de forma inédita. O longa, no entanto, também se mostraria um dos grandes fracassos da Disney e de seu respectivo ano. Já que com um orçamento para lá de inflado, de 140 milhões (sendo o terceiro mais caro da época), viu o retorno de US$110 milhões mundiais, não conseguindo se pagar. Será que o estúdio se atreve a fazer um live-action deste?

02) MIB – Homens de Preto 2

Chegamos à medalha de prata do nosso ranking com o segundo filme mais caro de vinte anos atrás no cinema. Sim, queridos leitores, é isso mesmo. Homens de Preto 2, continuação do fenômeno de 1997, teve um orçamento maior do que blockbusters como Harry Potter, O Senhor dos Anéis, Star Wars e Homem-Aranha. Também pudera, o original se tornou um filme tão badalado, sucesso de crítica e público, com US$590 milhões em caixa, que a Columbia (Sony) resolveu ampliar o dinheiro, com a proposta de que o segundo MIB fosse ainda maior e melhor. O resultado não foi bem esse, já que as críticas não foram tão favoráveis e a continuação fez menos dinheiro do que seu predecessor apesar de ter custado mais. Embora tenha ficado bem longe de se tornar um fiasco, o segundo MIB custou US$140 milhões e arrecadou US$445 milhões.

Que rufem os tambores, vamos conhecer abaixo o filme mais caro do cinema de 20 anos atrás…

 

01) 007 – Um Novo Dia para Morrer

O ano de 2002 era o aniversário de 40 anos do espião James Bond no cinema, então a MGM, a United Artists e a EON Productions decidiram investir pesado nesta comemoração entregando não apenas o filme mais caro da história do personagem 007 nas telas, como também (e por que não?) o filme mais caro daquele ano. O vigésimo longa da franquia mais duradoura da sétima arte chegava com os dois pés na porta, pronto para celebrar em grande estilo, em toda a sua glória de um orçamento de US$142 milhões. Um Novo Dia para Morrer marcou a despedida de Pierce Brosnan no personagem, dando espaço para uma investida mais séria e sisuda nas formas de Daniel Craig – era como se 007 recebesse o tratamento Batman Begins, dadas as devidas proporções. Um Novo Dia para Morrer fez sucesso, mas ficou bem longe da explosão de aniversário planejada, arrecadando US$431 milhões, ficando em sexto lugar dos filmes mais rentáveis de seu ano.

Diretor de ‘Guardiões da Galáxia’ faz zoação com vídeo vazado de ‘Doutor Estranho 2’

No domingo de hoje vazaram algumas prováveis cenas de ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘, o que acabou gerando muito debate e especulações nas redes sociais. Com a Marvel de cabelos em pé, já que o filme será lançado na próxima quinta-feira (05).

E é claro que o diretor de ‘Guardiões da Galáxia‘, o sensacional James Gunn, não deixou passar o momento e aproveitou a situação para fazer àquela zoeira que só ele sabe. O típico humor ácido visto nos filmes do Star Lord e principalmente no recente ‘Esquadrão Suicida‘.

Na piada em questão, ele compartilhou aquilo que seria o tal “vazamento“, só que o vídeo traz membros de uma igreja evangélica vestidos como os Vingadores e sacrificando o Homem de Ferro em uma cruz, fazendo uma referência a Jesus. Sim, a peça de teatro realmente existiu.

A legenda postada por ele foi: “Estas foram as imagens vazadas de ‘Doutor Estranho 2’? Isso não é legal”.

O filme chega ao Brasil no dia 05 de maio de 2022.

Sam Raimi fica responsável pela direção.

Viaje para o desconhecido com o Doutor Estranho, que, com a ajuda de aliados místicos antigos e novos, atravessa as realidades alternativas alucinantes e perigosas do Multiverso para enfrentar um novo e misterioso adversário. 

Benedict Cumberbatch e Elizabeth Olsen irão estrelar a sequência, que também contará com Chiwetel EjioforRachel McAdamsBenedict WongXochitl Gomez.

Assista ao trailer completo e siga o CinePOP no YouTube:

‘Doutor Estranho 2’ pode ser PROIBIDO na China e o motivo é bem inusitado

Pois é, já sabemos que ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ não será o filme que fará as pazes da Marvel com a China, pelo menos é o que informa o portal Deadline, visto que uma pequena cena no inicial do longa pode queimar de vez a imagem da produção e fazer com que ela seja barrada por lá.

Segundo informações passadas pelo site, os usuários das redes sociais chinesas notaram a inclusão de uma edição do jornal The Epoch Times na vitrine de um quiosque, no fundo da cena de ação em que o Doutor Estranho combate o monstro conhecido Gargantos. O problema é que a Epoch Times é um veículo de imprensa multilíngue, com uma equipe internacional, que ficou conhecido por matérias críticas ao partido comunista chinês.

A Disney já mandou ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ para a análise dos censores chineses, mas não recebeu resposta. A polêmica das redes sociais pode barrar o lançamento do filme.

No vídeo abaixo você pode conferir o momento em questão, onde o quiosque aparece brevemente à esquerda enquanto o Doutor Estranho tenta derrotar Gargantos:

Lembrando que mais nenhum filme da Marvel foi lançado no território chinês desde ‘Vingadores: Ultimato’. Ou seja, ‘Viúva Negra’, ‘Eternos’, ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’, ‘Venom: Tempo de Carnificina’ e Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa foram todos barrados pela censura chinesa.

Assista ao trailer completo e siga o CinePOP no YouTube:

Sam Raimi fica responsável pela direção.

Viaje para o desconhecido com o Doutor Estranho, que, com a ajuda de aliados místicos antigos e novos, atravessa as realidades alternativas alucinantes e perigosas do Multiverso para enfrentar um novo e misterioso adversário. 

Benedict Cumberbatch e Elizabeth Olsen irão estrelar a sequência, que também contará com Chiwetel EjioforRachel McAdamsBenedict WongXochitl Gomez.

‘Doutor Estranho 2’: Revelados os títulos da trilha sonora da sequência; Confira!

O Film Music Reporter compartilhou a lista completa com as faixas da trilha sonora de ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘.

A obra é composta por Danny Elfman, responsável pelos temas musicais de ‘Vingadores: Era de Ultron’, ‘Homem-Aranha’, ‘Alice no país dasMaravilhas’ e ‘Edward, Mãos de Tesoura‘.

Vale lembrar que a trilha sonora estará disponível a partir de 04 de maio, e a lista basicamente explica a ordem em que os eventos do filme serão exibidos.

O curioso é que a última faixa é intiulada ‘An Unexpected Visitor’ (Um visitante inesperado), o que é bastante intrigante.

Confira a lista:

1. Multiverse of Madness (2:37)
2. On the Run (2:17)
3. Strange Awakens (0:43)
4. The Apple Orchard (3:18)
5. Are You Happy (1:08)
6. Gargantos (2:50)
7. Journey with Wong (1:44)
8. Home? (4:08)
9. Strange Statue (1:43)
10. The Decision Is Made (1:14)
11. A Cup of Tea (3:58)
12. Discovering America (0:47)
13. Grab My Hand (1:14)
14. Battle Time (3:11)
15. Not a Monster (2:38)
16. Forbidden Ground (2:29)
17. Tribunal (2:13)
18. They’re Not Coming Back (1:00)
19. Stranger Things Will Happen (2:56)
20. Buying Time (3:39)
21. Book of Vishanti (2:45)
22. Looking for Strange (1:38)
23. Strange Talk (3:32)
24. Lethal Symphonies (1:48)
25. Getting Through (5:34)
26. Only Way (2:51)
27. Trust Your Power (2:54)
28. They’ll Be Loved (3:59)
29. Farewell (2:29)
30. An Interesting Question (3:13)
31. Main Titles (2:36)
32. An Unexpected Visitor (0:32)

Lembrando que o filme chega ao Brasil na próxima quinta-feita, 05 de maio.

Assista ao trailer completo e siga o CinePOP no YouTube:

Sam Raimi fica responsável pela direção.

Viaje para o desconhecido com o Doutor Estranho, que, com a ajuda de aliados místicos antigos e novos, atravessa as realidades alternativas alucinantes e perigosas do Multiverso para enfrentar um novo e misterioso adversário. 

Benedict Cumberbatch e Elizabeth Olsen irão estrelar a sequência, que também contará com Chiwetel EjioforRachel McAdamsBenedict WongXochitl Gomez.

Já Estão na Plataforma! Conheça 8 Filmes Recentes que Chegaram na Surdina à HBO MAX

Tida como uma das melhores plataformas de streaming da atualidade no que diz respeito ao seu acervo, a HBO Max faz cada vez mais frente para as dominantes do mercado Netflix e Amazon Prime Vídeo. Em matéria de séries, o canal transformado em streaming ainda é imbatível, possuindo em seu catálogo, de forma exclusiva, alguns dos programas mais cultuados de todos os tempos, vide Game of Thrones, Família Soprano, Sex and the City, True Detective, e os recentes Big Little Lies, Westworld e Euphoria. Fora isso, a HBO Max também contém com exclusividade todas as produções da Warner Bros., um dos maiores estúdios de Hollywood, o que inclui todos os filmes dos personagens do universo da DC – fonte de alguns dos maiores blockbusters da atualidade. A plataforma também fechou um acordo de exclusividade com a Sony Pictures para a exibição de seus filmes, assim estreou recentemente Venom – Tempo de Carnificina, e em breve lançará também superproduções como Homem-Aranha: Sem Volta para Casa e Morbius.

Por outro lado, nem tudo que chega à plataforma é amplamente divulgado e pode passar totalmente despercebido por grande parte dos espectadores. Nesta nova matéria, irei descortinar oito produções novíssimas e badaladas lá fora, que acabaram de chegar à HBO Max sem qualquer alarde, para você encontrar e conferir. Veja abaixo.

American Underdog – A História de Kurt Warner

Começamos a lista com dois itens que são baseados em histórias reais, foram mirados à época de premiação da sétima arte e chegaram de forma inédita na plataforma da HBO Max, sem antes passar por nossas salas de cinema. O primeiro é este American Underdorg, drama de esporte sobre futebol americano estrelado por Zachary ‘Shazam’ Levi. O filme é a biografia de Kurt Warner (vivido por Levi), um jogador amador do esporte que sonhava em ingressar na NFL, a liga de futebol americano dos EUA, mas precisava ganhar a vida como funcionário de um supermercado. Assim como Rocky Balboa, um dia ele recebe a grande chance de sua vida. O longa é baseado no livro do próprio Warner, que também produz o filme. O elenco conta ainda com Anna Paquin e Dennis Quaid.

Joe Bell

Agora temos outro drama biográfico, este estrelado pelo astro Mark Wahlberg, que foi exibido pela primeira vez durante o prestigiado Festival de Toronto ainda em 2020 – onde arrancou elogios da imprensa especializada. O cacife do longa não termina aí, já que tem na direção Reinaldo Marcus Green (King Richard – Criando Campeãs), história escrita pelos mesmos roteiristas de O Segredo de Brokeback Mountain, e produção do diretor Cary Joji Fukunaga (007 – Sem Tempo para Morrer), do ator Jake Gyllenhaal e do próprio Mark Wahlberg. Na trama, o ator vive o pai de um jovem que se revela gay, ao mesmo tempo em que confessa sofrer bullying na escola. A situação termina da pior forma possível, com o rapaz cometendo suicídio, o que faz com que seu pai realize uma travessia a pé pelos EUA a fim de protestar contra o bullying.

Saída à Francesa

Com uma indicação ao Globo de Ouro de melhor atriz para a musa Michelle Pfeiffer, este drama cômico fez sua estreia no Festival de Nova York. Na trama, Pfeiffer interpreta uma socialite que se vê falida, vivendo do dinheiro da herança que ainda lhe resta. Como solução, ela decide literalmente realizar uma saída à francesa, se mudando de Nova York para a França, onde viverá num apartamento emprestado ao lado de seu filho (papel do indicado ao Oscar Lucas Hedges) e de seu gato. O filme é baseado no livro de Patrick Dewitt, que também adapta o texto para as telas no roteiro. O chamariz aqui sem dúvida é a performance dedicada da protagonista. Além de ser uma das atuações femininas mais elogiadas de seu respectivo ano, a própria Pfeiffer afirmou que fazer o filme figurou entre as cinco melhores experiências de toda a sua carreira.

Kimi – Alguém Está Escutando

Passando de uma Mulher-Gato para outra, agora temos uma produção exclusiva da HBO Max, que não foi planejada para os cinemas nem mesmo nos EUA. A jovem Zoë Kravitz viveu a nova Mulher-Gato do cinema no recente The Batman (2022), também disponível na plataforma da HBO Max. E quando fechou contrato para tal blockbuster, de quebra descolou outro longa para protagonizar para o estúdio, este uma estreia de sua plataforma de streaming. Kimi é dirigido pelo cultuado Steven Soderbergh, indicado ao Oscar duas vezes no mesmo ano pelos filmes Traffic e Erin Brockovich – e vencedor pelo primeiro. Este é o quinto filme seguido de Soderbergh lançado direto nas plataformas de streaming (sem ir aos cinemas) e o terceiro para a HBO Max, após Let Them All Talk e Nem um Passo em Falso. No roteiro escrito por David Koepp (Jurassic Park e Missão Impossível), Kravitz, de cabelos azuis, vive uma especialista em tecnologia que sofre do mal da agorafobia – ou seja, ela tem medo de sair de casa. Quando descobre provas de um crime em seu trabalho, precisará enfrentar seus medos.

Cidade de Mentiras

Um dos últimos trabalhos do ator encrencado Johnny Depp, este thriller policial dramático fez sua estreia em um festival menor na Itália e foi lançado fora de todos os radares, afinal nesta época o astro já estava com o nome jogado na lama. Depp produz o longa e protagoniza como o detetive Russell Poole que, ao lado de seu parceiro Jack Jackson, vivido por Forest Whitaker, investigaram os assassinatos dos rappers Tupac Shakur e Notorious Big. O filme é baseado no livro investigativo de Randall Sullivan, que recolheu informações reveladoras sobre a verdade dos assassinatos. Cidade de Mentiras tem direção de Brad Furman, de O Poder e a Lei (2011) e Conexão Escobar (2016).

Possessor

Agora, nos próximos três itens de nossa lista, adentraremos num gênero que adoramos e sabemos que vocês também: o terror. E começamos por um que é um dos mais elogiados de anos recentes. Cria do prestigiado Festival de Sundance, esta produção é escrita e dirigida por Brandon Cronenberg… sim, você acertou, filho do icônico diretor David Cronenberg. Seguindo de perto na arte de seu pai, Brandon escreve um nome para si dentro de um estilo onde seu pai igualmente começou e dominou. Ao que tudo indica, a visceralidade está no DNA dos Cronenberg. O primeiro longa de Brandon foi Antiviral, ainda em 2012, e depois de um hiato de quase dez anos, o cineasta visionário retorna para entregar o melhor filme que seu pai jamais fez. Misturando elementos de suspense, ficção científica e terror, Possessor mostra um futuro onde uma agência é especializada em missões secretas, nas quais infiltram e controlam o corpo de qualquer pessoa. Andrea Riseborough vive a principal agente da organização – cuja última missão sairá muito errado. Jennifer Jason Leigh coprotagoniza como a chefe da agência.

O Homem nas Trevas 2

Seguimos pelo terror com dois dos itens mais recentes, que acabaram de sair dos cinemas. O primeiro deles é estre O Homem nas Trevas 2, continuação do sucesso surpresa de 2016, escrito e dirigido por Fede Alvarez. Na história, três jovens infratores decidem invadir a casa de um homem cego, acreditando estar vazia. Porém, o sujeito, um veterano osso duro de roer, se mostrará o pior pesadelo do trio. Nesta continuação, em que Alvarez apenas assina o roteiro e produz, quem dirige é Rodo Sayagues, que também havia escrito o original. Um dos elementos comentados em relação a esta sequência é que o vilão conhecido como “homem cego” deixa de ser o antagonista e se torna uma espécie de herói justiceiro, que vai atrás dos sequestradores de uma menininha a qual estava criando. Stephen Lang retorna como o cego.

Escape Room 2 – Tensão Máxima

Outro terror da Sony que chega à HBO Max como parte da parceria do streaming, esse longa dá sequência ao original de 2019. As chamadas escape room são salas de jogos que estiveram muito populares no mundo todo, inclusive no Brasil, onde para conseguir escapar e partir para outro ambiente, é necessário que os participantes desvendem as pistas e os segredos. Assim, os realizadores resolveram criar uma trama onde existisse um jogo verdadeiramente mortal envolvendo as tais escape room – das quais quem não conseguir escapar, morre. A continuação é intitulada Tournament of Champions no original, ou seja, agora é o torneio dos campeões. Assim retornam para o elenco o trio Taylor Russell, Logan Miller e Deborah Ann Woll, além da roteirista Maria Melnik, o produtor Neal H. Moritz e o diretor Adam Robitel.

Tensão, mistério e conspiração no trailer LEGENDADO do suspense ‘Não se Preocupe, Querida’

O suspense ‘Não se Preocupe, Querida’ (‘Don’t Worry, Darling’) teve seu primeiro trailer legendado divulgado pela Warner Bros.

O suspense de Olivia Wilde é estrelado por Harry Styles, Florence Pugh, Chris PineKiKi LayneGemma Chan.

Na trama, uma dona de casa dos anos 1950 (Pugh) que vive com seu marido (Harry Styles) em uma comunidade experimental utópica começa a se preocupar que a empresa glamourosa dele possa estar escondendo segredos perturbadores.

Assista:

 

A estreia nos cinemas brasileiros acontece no dia 22 de setembro.

Roy LeeMiri Yoon (It: A Coisa) são os produtores. 

Wilde estreou na direção com o drama coming-of-age Fora de Série. A comédia, que também representou sua estreia diretorial, arrecadou 22 milhões de dólares apenas nos Estados Unidos e alcançou uma aprovação incrível de 97% no Rotten Tomatoes

Euphoria e a “Maldição” das Excelentes Primeiras Temporadas das Séries da HBO

O início de 2022 no mundo do entretenimento viu o retorno de uma das séries mais aclamadas pelo público e elogiadas pela imprensa especializada internacional: Euphoria. Criado por Sam Levinson e lançado em 2019, o programa original da HBO serviu para catapultar a carreira da ex-atriz mirim Zendaya, a elevando ao status de uma das jovens estrelas de maior prestígio da Hollywood atual. Claro, Zendaya está na trilogia recente do Homem-Aranha na Marvel, cantou e dançou em O Rei do Show, e arrumou uma pontinha de papel importante (e que virá a aumentar consideravelmente na sequência) em Duna. As atrizes que se consagram realmente, no entanto, são as que conseguem fazer de tudo, e conseguem mesclar produções escapistas-pipoca com obras mais substancialmente pungentes. Euphoria deu este respaldo para Zendaya, demonstrando que a intérprete de 25 anos segura bem uma performance pesando mais ao drama.

Aqui não iremos falar sobre a carreira de Zendaya, no entanto, e sim sobre a trajetória não apenas de Euphoria, mas também de algumas séries da HBO que se encaixam num cercadinho ao lado dela. Devo começar dizendo que as produções das séries originais da HBO dificilmente encontram páreo. O canal que está de pé desde a década de 1990, veio se aperfeiçoando em contar histórias, seja na forma de filmes criados para a TV, séries ou minisséries. Se formos enumerar alguns dos programas televisivos preferidos do grande público de todos os tempos, certamente encontraremos muitos produtos da casa, vide Família Soprano, The Wire, Band of Brothers, Sex and the City e Game of Thrones. Além da excelência com que confecciona programas elogiadíssimos pela crítica, seus seriados possuem grande apelo popular, invariavelmente se tornando o novo fenômeno midiático do momento – como alguns dos citados acima.

Dentro deste parâmetro podemos dizer que Euphoria também se encaixa. A série pode não ter se tornado um rolo compressor do nível de Game of Thrones, por exemplo, mas dentro da proposta de um programa juvenil focado em adolescentes colegiais, foi um dos sopros de originalidade mais marcante dos últimos tempos. A forma inovadora como Levinson e sua equipe apresentam cada um dos personagens e suas características, personalidades e dramas, é algo tão original que definitivamente elevou o jogo para outros programas do gênero. O assunto principal é o abuso das drogas, já que este é o tema da trajetória de Rue (Zendaya), uma menina que perdeu o pai cedo devido a um câncer e desde então se entregou a substâncias ilícitas para aliviar sua dor, se viciando e se transformando num peso para sua família: sua mãe (Nika King) e sua irmã mais nova (Storm Reid). E esse poderia ser mais um drama sobre jovens e drogas rotineiro, mas Euphoria faz valer a máxima de que todo assunto pode se tornar revigorante dependendo da forma inventiva que esta história for contada. E Levinson opta por dar novas tonalidades, seja através do humor ou de cenas completamente inusitadas.

Em uma determinada cena da primeira temporada, quando Rue usa drogas, a “euforia” do título é sentida pelo público através da “onda” da personagem refletida em cena com ela vendo literalmente a casa girar. Para tal, um artifício digno de superprodução foi criado, com uma sala que realmente vai girando enquanto a atriz caminha – algo visto no blockbuster A Origem (2010), de Christopher Nolan. Tais elementos apenas contribuíram para o fascínio do programa. Além disso tínhamos também as cores vibrantes, que representavam as viagens alucinógenas, a paixão destes jovens sendo externalizada, e também as maquiagens usadas pelas personagens principais, que em pouco tempo viraram tendência junto às expectadoras e profissionais da área.

Rue é a personagem principal, mas a primeira temporada de Euphoria, com seus oito episódios, consegue dar espaço não apenas para a angústia de outros jovens, como também discute temas atuais importantíssimos. Temos a relação extremamente abusiva e doentia entre Nate (Jacob Elordi) e Maddy (Alexa Demie); a forma como o comportamento sexualmente livre de jovens mulheres ainda é visto de maneira muito recriminatória (na história de Cassie – Sydney Sweeney); o despertar sexual do “patinho feio” que se aproveita de seu novo status para faturar (Kat – Barbie Ferreira); a raiva reprimida de Nate pelos atos de seu pai (Cal – Eric Dane). E o mais importante de todos: a inclusão social com muita naturalidade de Jules, uma aluna trans, interpretada pela atriz trans Hunter Schafer – algo inédito dentro da dramaturgia mirada ao público adolescente. As atuações são certeiras, como por exemplo a subversão da persona de atores como Eric Dane e Jacob Elordi, galãs bons moços em outras produções, aceitando o desafio com personagens complexos e por vezes odiosos.

Em resumo, a sensação que Euphoria passou para o espectador foi a de estar antenado em perfeita sintonia com a juventude atual. O programa, em sua primeira temporada, consegue abordar muitos dos tópicos tidos como malditos de forma autêntica e urgente. Sua modernidade é sentida, e tão atual que mesmo três anos depois ainda pode ser visto como um produto que poderia estar falando diretamente com o nosso 2022. Justamente por isso quando a segunda temporada estreou debaixo de grande hype, o que trouxe foi algo no mínimo decepcionante. Sejamos justos, o sucesso da primeira temporada elevou Euphoria a um patamar que talvez fosse impossível manter. Mas o mundo queria mais. A verdade é que Euphoria não pedia mais. O desfecho com a separação de Rue e Jules é perfeita, e caso fosse um filme, terminar em tal nota seria o ideal. Como continuar algo assim? Talvez fosse o caso de criar uma série de antologia, com novas questões de outros personagens sendo o assunto.

O público, no entanto, queria mais de Rue, Jules e a turminha disfuncional da série. E durante a pandemia que se abateu sobre o mundo, as filmagens da segunda temporada tiveram que ser adiadas. Para acalmar os fãs ávidos por novidades, a HBO soltou dois especiais neste intervalo, que servem de ponte entre a primeira e a segunda temporada: um focado em Rue e outro em Jules, após o “desencontro” do último episódio. Confesso que existia em mim o receio de como o canal trataria de continuar aquela história que havia terminada da melhor forma possível – ou seja, sem respostas fáceis e finais felizes inacreditáveis. Havia sido encerrado na nota certa. Continuar seria difícil, mas talvez pudesse ser feito. Este mal já havia se abatido sobre outras séries interessantes da casa no passado em suas segundas temporadas, vide True Detective, Westworld e Big Little Lies. O que Euphoria trouxe ao jogo em sua segunda temporada, infelizmente, foi algo mais mundano e sem o mesmo brilho. A proposta do criador para este segundo ano foi a “desglamourização” do vício – sem as firulas visuais e narrativas que permeavam a primeira temporada e, convenhamos, eram o charme da série.

A segunda temporada é mais suja, feia e cru. Até aí tudo bem, uma mudança estética serve para distinguir cada ano do seriado. O problema está no roteiro, que apenas repete o que já havia sido mostrado antes sem nenhum acréscimo. Agora que as vidas de alguns personagens evoluíram a outro patamar, vide Kat, a personagem é automaticamente tratada como desinteressante, com sua narrativa estagnada – justamente ela que era uma das mais cativantes no primeiro ano. O drama também sofre uma queda para se tornar algo meramente adolescente, algo visto em qualquer outra série do gênero, com conflitos amorosos sendo a principal preocupação de alguns protagonistas – até mesmo triângulos amorosos são incluídos no programa: um entre Nate, Maddy e Cassie, e outro entre Rue, Jules e Elliot (Dominic Fike).

A máxima ainda é verdadeira. No cinema, só vale à pena realizar uma continuação se existir algo mais a falar sobre aquele tema – caso contrário rapidamente o sentimento de caça-níquel se instala, e muitas produções sofrem de tal mal. Na TV o mesmo conceito deve ser aplicado, mesmo com o clamor e a pressão dos fãs e do canal. É impossível tirar a sensação de retrocesso na segunda temporada de Euphoria – que parece se apoiar somente na violência, na nudez e sexo para chocar e se envolver no manto da relevância, sem nunca justifica-lo. As tramas parecem sem desenvolvimento, sem saber para onde ir, por qual caminho seguir com tais personagens. O segundo ano apenas frisa o que havia sido construído no primeiro, sem acrescentar muita novidade. Nem mesmo o reencontro entre Rue e Jules, que poderia render debates e diálogos interessantes – que poderiam ser o coração da segunda temporada -, ocorre de forma apática, como se nada tivesse acontecido, com elas continuando de onde haviam parado.

Como dito, esse mal parece se abater sobre outras séries ótimas da casa. Big Little Lies é baseado num livro da autora Liane Moriarty. E apesar de um desfecho questionável na primeira temporada, repleto de conveniências e saídas fáceis, podemos muito bem entender o apelo de uma história muito feminina, que discute violência doméstica, estupro, maternidade, relacionamentos, tudo feito com muita propriedade e bom gosto. No fim, a mensagem que prevalece é a união de mulheres muito diferentes, não necessariamente amigas, em prol de um bem maior: combater e eliminar a masculinidade tóxica de uma vez por todas. Tudo bem, é passível. Mas à altura que foi anunciada a segunda temporada, a pergunta que pairou foi: precisava? Meryl Streep foi anunciada como reforço no elenco. Ótima adição, anima um pouco as coisas e eleva o jogo. O roteiro foi escrito pela autora, o que é mais um somatório. Porém, ao invés de avançar, a trama retrocede, sendo inteiramente baseada em eventos que ocorreram na primeira temporada – ao invés de caminhar com as próprias pernas. As histórias individuais das personagens se arrastam e andam em círculos, realmente como se tirassem as últimas gotas de tal suco. Se fosse a sequência de um filme, o segundo ano de Big Little Lies seria rapidamente varrido para debaixo do tapete.

Com True Detective temos um diferencial. Esta, de fato, é uma série de antologia, com cada temporada contando sua própria história, com início, meio e fim. Menos mal. O que ocorre é que a primeira temporada, protagonizada por Matthew McConaughey e Woody Harrelson foi um verdadeiro primor da dramaturgia televisiva, dono de picos de criatividade raramente vistos até mesmo no cinema hoje em dia (o que é a cena com plano sequência no conjunto habitacional?). Desta forma, já poderíamos imaginar que um segundo ano seria difícil de superar o primeiro. Mas a expectativa estava lá. De todos estes seriados “amaldiçoados” por excelentes primeiras temporadas, True Detective é o que entrega um segundo ano mais distinto. A segunda temporada bem que tentou, e foi bem até o seu desfecho. Levantou boas questões, com novos personagens, como o de Taylor Kitsch, mas terminou por sair dos trilhos com um final insatisfatório. Justamente por isso, o programa criado por Nic Pizzolatto ficou engavetado por quatro anos desde o desfecho da segunda temporada em 2015. Com o final da primeira, os EUA e grande parte do mundo pararam suas vidas para assistir. Com a segunda, a sensação foi do resultado não descer completamente redondo. A terceira aconteceria somente em 2019 e passaria em branco, sem qualquer alvoroço – como era de costume antes.

A adorada Westworld sofre do mesmo mal. A primeira temporada, de 2016, é uma das produções mais detalhadamente bem construídas, com um enredo enigmático e escopo literalmente cinematográfico. A fotografia do seriado não deixa a desejar em relação a nenhum blockbuster e merece ser visto na maior tela possível. É simplesmente lindíssimo. Não é à toa que Westworld foi escolhido para substituir Game of Thrones, um dos programas mais adorados da HBO de todos os tempos. E em sua primeira temporada, Westworld não fez feio, mantendo o nível de excelência do colega de canal. Com nomes como Anthony Hopkins no elenco, não dava para esperar menos. Porém, com o final da primeira temporada, muitos dos mistérios do programa foram respondidos – para não dizer todos, ao menos os mais importantes. Assim, muito pouco sobrou para a continuação na segunda temporada. A “solução” foi substituir suspense e questões que prendiam a atenção do público, com um bom roteiro, por ação. A segunda temporada termina se apoiando em efeitos e ação mais do que no conteúdo, uma vez que todos os mistérios que intrigavam o espectador foram solucionados. A falta do que falar ficou evidente quando a terceira temporada exibiu apenas 8 episódios ao invés dos costumeiros 10.

Euphoria, Big Little Lies e Westworld poderiam ter sido desenvolvidos como minissérie e ter mantido sua qualidade com primeiras temporadas irretocáveis (em especial a primeira e a terceira citadas). Imagine se produções do nível de Chernobyl ou Watchmen, ambas igualmente da HBO, rendessem segundas temporadas. Dificilmente manteriam o mesmo nível. As duas foram desenvolvidas como minisséries e se tornaram duas das obras televisivas mais elogiadas, merecidamente, de anos recentes. Realmente não existe nada de errado com o formato seriado, que se alonga por novas temporadas. Mas ele só é aplicável e justificável quando mais precisa ser contado sobre aquela determinada história. Esse é sempre o caso. Em matéria dos três exemplos em especial citados acima, é impossível escapar do sentimento de que o que precisava ser dito ficou no primeiro ano de tais programas.

‘A Extraordinária Garota Chamada Estrela em Hollywood’: Sequência ganha teaser oficial e data de estreia!

Disney+ divulgou hoje (02) o teaser trailer oficial de A Extraordinária Garota Chamada Estrela em Hollywood, sequência do filme lançado em 2020.

Além disso, foi revelado que a produção chega ao catálogo da plataforma de streaming no dia 03 de junho.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

Julia Hart retorna como diretora e também como roteirista ao lado de Jordan Horowitz.

A nova trama acompanha a personagem titular quando sua mãe, Ana, é contratada como figurinista em um filme e elas se mudam para Los Angeles. Lá, Stargirl rapidamente se envolve com pessoas muito diferentes, como os irmãos aspirantes a cineastas, Evan e Terrell, um de seus vizinhos, Mitchell, e Roxanne Martel, uma musicista que ela encontra em sua trajetória e passa a admirar (via Disney+ Brasil).

Grace VanderWall reprisa o papel titular. Judy GreerElijah RichardsonJudd HirschTyrel Jackson WilliamsUma Thurman completam o elenco.

‘Não se Preocupe, Querida’: Suspense de Olivia Wilde com Florence Pugh ganha trailer OFICIAL; Confira!

Warner Bros. divulgou hoje (02) o trailer oficial de ‘Não se Preocupe, Querida’ (‘Don’t Worry, Darling’), suspense de Olivia Wilde estrelado por Florence Pugh.

O filme chega aos cinemas brasileiros no dia 22 de setembro.

Confira:

Na trama, uma dona de casa dos anos 1950 (Pugh) que vive com seu marido (Harry Styles) em uma comunidade experimental utópica começa a se preocupar que a empresa glamourosa dele possa estar escondendo segredos perturbadores.

Roy LeeMiri Yoon (It: A Coisa) são os produtores.

O elenco ainda conta com Chris PineKiKi LayneGemma Chan.

Wilde estreou na direção com o drama coming-of-age Fora de Série. A comédia, que também representou sua estreia diretorial, arrecadou 22 milhões de dólares apenas nos Estados Unidos e alcançou uma aprovação incrível de 97% no Rotten Tomatoes