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Trailer de ‘Star Wars: Andor’ deve ser lançado na Star Wars Celebration 2022

Star Wars: Andor’ é uma das séries mais aguardadas do universo criado por George Lucas, mas os fãs ainda não foram presenteados com imagens, teasers ou trailers.

Mas isso pode mudar em pouco tempo…

De acordo com o Bespin Bulletin, o trailer da atração estrelada por Diego Luna, que reprisa seu papel como Cassian Andor, deve ser lançado na próxima edição da Star Wars Celebration.

O evento que traz diversas novidades relativas à saga acontece entre 26 e 29 de maio e também vai contar com painéis dedicados a ‘Obi-Wan Kenobi‘ e à 3ª temporada de ‘O Mandaloriano’.

Como os fãs já sabem, o evento traz o lançamento de diversos materiais promocionais das produções da Lucasfilm já em desenvolvimento, além do anúncio de atrações inéditas.

Então só nos resta aguardar pelas novidades.

Confira o anúncio:

“A Star Wars Celebration retorna em maio, com uma vitrine imperdível que animará as festividades do fim de semana. Na quinta-feira, 26 de maio, a atual safra de cineastas de séries live-action da Lucasfilm será acompanhada por convidados especiais para discutir as muitas aventuras de ‘Star Wars‘ em breve, incluindo ‘Obi-Wan Kenobi’, ‘Andor’ e ‘O Mandaloriano’.

Com estreia marcada para este ano, sem data confirmada, ‘Andor‘ segue as aventuras do espião rebelde durante os anos de formação da Rebelião e antes dos eventos de ‘Rogue One‘.

O emocionante thriller irá explorar contos cheios de espionagem e missões ousadas para restaurar a esperança para a galáxia nas garras de um império implacável.

No ano passado, Luna disse ao Deadline que a obra terá “diversos rostos conhecidos” da saga original.

“Sinceramente, é uma benção poder fazer esse trabalho diante das circunstâncias que estamos enfrentando atualmente. Tive a chance de trabalhar com uma equipe e não poderia estar mais orgulhoso dela. É um momento difícil para gravações e nós fomos muito sortudos. Terminamos as filmagens e estamos pronto para que o público confira o que fizemos.”

Ele completa: “vocês definitivamente verão o retorno de rostos conhecidos. Apesar de não poder revelar muito, posso dizer que essa experiência foi uma transformação para mim. É algo que eu queria muito fazer e pensei que não seria possível. Estou muito feliz.”

Os episódios são dirigidos por Ben Caron, Susanna White e Toby Haynes, que também é o showrunner da atração.

A 1ª temporada terá 12 episódios.

Confira o teaser:

Além de Luna e Arjona, o elenco conta com Genevieve O’Reilly, Denise Gough (‘Guerrilla’), Stellan Skarsgård (‘Chernobyl’), e Kyle Soller (‘The Titan’). Ewan McGregor também pode reprisar seu papel como Obi-Wan Kenobi, enquanto Andy Serkis volta como Snoke.

O’Reilly reprisará seu papel como a membro-chefe da Aliança Rebelde, Mon Mothma, personagem que representou pela primeira vez em Star Wars: A Vingança dos Sith’ (2005) e depois emRogue One‘ (2016).

Até o momento, não foram revelados detalhes sobre os personagem de Gough, Arjona, Skarsgård e Soller.

Nicholas Britell ficará responsável pela trilha sonora. Ele é conhecido por inúmeros projetos de grande aclame no cinema e na televisão. Ele recebeu duas indicações ao Oscar por seu trabalho em ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’ e em ‘Se a Rua Beale Falasse’. Além disso, conquistou um Emmy Award por sua magnífica trilha para o ovacionado drama ‘Succession’, onde trabalhou na primeira e na segunda temporadas. Seus outros créditos incluem ‘A Grande Aposta’‘Vice’, ‘Cruella’‘Não Olhe para Cima’.

Astro de ‘La Casa de Papel’ chora após incêndio DESTRUIR sua casa; Confira!

Na manhã de hoje (08), o ator Miguel Herrán, o Rio de ‘La Casa de Papel‘, chocou seus seguidores do Instagram ao publicar vídeos de sua casa sendo consumida por um incêndio.

Através do Stories da rede social, o astro filmou o momento em que as chamas cresciam dentro de sua casa, e escreveu de forma sarcástica: “Buenos dias”.

Sem aparecer no vídeo, Herrán chora e se desespera:

“Não acredito, minha casa… Minha casa!”

Em seguida, ele mostra as cinzas depois que o fogo foi controlado.

Ao entrar nos cômodos, o ator explora a destruição, exibindo livros e móveis queimados, paredes chamuscadas e toda a estrutura danificada no interior da residência.

Ao fundo, ainda é possível ouvir uma transmissão que parece ser do rádio de polícia ou do corpo de bombeiros da região.

Até o momento, Herrán não comentou sobre o ocorrido e ainda não há informações sobre a causa do incêndio.

Confira:

Lembrando que a jornada de ‘La Casa de Papel chegou ao fim em dezembro do ano passado, com o lançamento dos cinco últimos episódios da produção no catálogo da Netflix.

Recentemente, a gigante do streaming divulgou um novo vídeo adorável em que o elenco protagonista se reuniu para mandar uma mensagem de agradecimento aos fãs brasileiros.

Confira:

Na trama, “Tóquio está morta. O inimigo ainda está à espreita no Banco da Espanha, ferido, mas tão perigoso quanto sempre. Chegou o momento de enfrentar o maior desafio até então. A gangue trama um plano ousado para retirar o ouro sem que ninguém perceba. Para piorar as coisas, o Professor comete o maior erro de sua vida”. 

O criador da série Alex Pina confirmou que não há possibilidade de uma nova temporada, mas não descartou séries derivadas focadas em outros personagens.

“Foi uma gravação muito complicada, é um gênero de guerra extrema e estamos editando agora a temporada final. Depois que terminarmos assistir e descobrir se realmente existem portas abertas para um spin-off, ou se queremos contar algo mais sobre algum dos personagens. Por enquanto, não decidimos ainda”, afirmou. 

Crítica | La Casa de Papel – 5ª temporada tem muita AÇÃO, reviravolta e final agridoce

‘Sonic 2: O Filme’ | Conheça os personagens da sequência

Lançado em 2020, Sonic: O Filme fez sucesso entre os fãs, que alçaram a aventura para as primeiras posições do ranking de melhores adaptações de videogames para os cinemas. Agora, dois anos depois, a sequência chega ao Brasil para expandir esse universo e consolidar a franquia. No entanto, caso você não tenha visto o primeiro filme e queira muito ver a continuação o quanto antes, o CinePOP fez um resumo mais ligeiro que o Sonic do longa original e separou os principais personagens para você não ficar perdido. Confira!

Obs: SPOILERS do primeiro filme a seguir. Siga por sua conta e risco.

O primeiro filme conta a história de Sonic um pequeno ouriço de outro planeta que vive seus dias correndo o máximo que pode, se divertindo e aprontando sob os cuidados de uma coruja chamada Garra Longa. Nesse mundo, o Baby Sonic é caçado por uma tribo de Equidnas, que querem o ouriço para um motivo oculto. Em um desses ataques, a coruja abre um portal com seus anéis mágicos e envia o Sonic para a Terra, onde ele ficaria em segurança. Para poder fugir sempre que necessário, Garra Longa dá a ele um saquinho com essas alianças. Na Terra, ele vai crescendo enquanto se esconde nas florestas de uma cidadezinha, onde usa sua velocidade para aprontar com os moradores sem ser pego.

Certa noite, porém, ele fica triste ao perceber como sua vida é solitária, então corre tanto que acaba criando um pulso eletromagnético que acaba com a energia de parte do país. Temendo que fosse uma arma, o governo dos Estados Unidos manda um batalhão para a cidade, junto do excêntrico Dr. Robotnik (Jim Carrey) e seus robôs tecnológicos. Atacado pelo vilão, Sonic corre até a casa do ‘Lord Donut’, o xerife Tom Wachowski (James Marsden), que era a pessoa cujos gostos mais se pareciam com o do ouriço, onde desmaia até ser encontrado pelo policial.

Junto com o novo amigo, Sonic descobre o poder da amizade e que grandes poderes trazem grandes responsabilidades. Dessa forma, ele utiliza seus anéis para escapar das ameaças de Robotnik, até alcançar uma velocidade nunca antes atingida para derrotá-lo e mandá-lo para um mundo distante feito de cogumelos. Com a ameaça resolvida, Sonic se muda para a casa de Tom, onde vive num quartinho no sótão como um filho/ amigo.

Personagens de Sonic 2: O Filme

Estabelecidos os acontecimentos do primeiro filme, vamos aos principais personagens da sequência.

Sonic

Sonic (Ben Schwartz) é um ouriço alienígena de dez anos fanático por cachorro quente, diversão e Cultura Pop. Mandado para a Terra quando ainda era um bebê, ele se juntou ao xerife Tom Wachowski para derrotar o terrível Dr. Robotnik e salvar o dia. Com sua missão concluída, ele passa a viver com o amigo, mas não se contenta em apenas ficar o dia todo em casa lendo quadrinhos e comendo besteira. Assim como seus ídolos, o Sonic quer ser um super-herói.

Tails

Introduzido na cena pós-créditos do primeiro filme, o Tails é uma raposinha alienígena brilhante, que consegue pilotar naves e construir aparatos tecnológicos, como armas, muito avançados. Ele ouviu as histórias sobre seu herói, o Sonic, e quando soube que ele corria perigo, veio para a Terra avisá-lo da nova ameaça. Ele tem duas caudas, que podem girar e fazê-lo voar por aí. Diferentemente dos outros personagens, que tiveram atores famosos chamados para dar vida à versão cinematográfica, o Tails manteve sua dubladora dos jogos desde 2014, Colleen O’Shaughnessey, para vivê-lo nas telonas.

Knuckles

Novo vilão da franquia, Knuckles é o último sobrevivente da tribos das Equidnas, que procura o Sonic para obrigá-lo a entregar o mapa de um artefato lendário que supostamente poderia ajudá-lo a reerguer sua tribo. Para isso, ele se alia ao Dr. Robotnik e vem para a Terra atrás do Ouriço, que vai sofrer nas mãos da Equidna, dada sua força impressionante e obstinação. Pegando muita gente de surpresa, o Knuckles tem a voz de ninguém menos que o astro Idris Elba.

Os Wachowski

Tom e Maddie Wachowski (Tika Sumpter) são um casal querido da cidadezinha de Green Hills, que acolhem o Sonic quando ele está debilitado pelos ataques do Dr. Robotnik. Tom é o xerife da cidade, que recebeu uma proposta de trabalho em São Francisco, enquanto Maddie é uma veterinária, cuja irmã simplesmente odeia o Tom. Eles se entendem muito bem e acabam virando os pais adotivos do ouriço.

Dr. Robotnik

Preso no Mundo do Cogumelos após seu fracasso retumbante no primeiro filme, o Dr. Robotnik (Jim Carrey) descobriu um jeito de sobreviver por lá, onde acabou ficando careca, crescendo um bigodão desgrenhado e criando uma barriguinha. Em certo momento, ele presencia uma invasão e conhece o Knuckles. Ele se oferece para ajudá-lo em sua caçada pelo Sonic, contanto que ele o tire daquele planeta fedorento e o leve para a Terra. De volta ao seu planeta natal, o vilão vai usar seus aparatos tecnológicos para tentar destruir o ouriço e conquistar o mundo.

Sonic 2: O Filme estreia nesta quinta, 7 de abril, nos cinemas brasileiros.

Crítica 2 | Sonic 2: O Filme – Uma aventura mais ambiciosa que vai agradar aos pequenos e encantar os fãs

Chega aos cinemas no dia 7 de abril a sequência em live action de Sonic, um dos últimos filmes lançados antes da pandemia fechar os cinemas do mundo todo lá em 2020. Na época, o longa causou uma boa repercussão por conta do trabalho da Paramount em refazer o visual do ouriço, deixando ele mais simpático e fiel ao velocista dos jogos. O projeto também conquistou boas críticas por seu humor calibrado e história divertida, além do retorno de Jim Carrey aos papéis caricatos, que o transformaram nesse ícone mundial da comédia. Ao fim desta aventura, uma cena especial trazia a participação do simpático Tails, prometendo uma continuação ainda mais próxima da essência da franquia dos videogames.

Agora, dois anos depois, com os cinemas já a pleno funcionamento, a expectativa é de que a sequência arrecade ainda mais que o original. Para isso, a produção teve mais tempo para trabalhar seus personagens, o que fica nítido na melhora gritante do visual do Sonic e dos novos bichos animados. Enquanto o primeiro foi alterado às pressas, esse Sonic tem mais textura, cores mais vivas e explora melhor os poderes do ouriço. Como a cabine foi dublada, não pude avaliar o trabalho de Ben Schwartz no protagonista, mas como de padrão, a dublagem de Manolo Rey no ouriço mais famoso do mundo segue impecável. Ele dá um tom mais infantil para o Sonic, o que casa perfeitamente com a mensagem de heroísmo e amadurecimento que o longa tenta passar.

A ameaça da vez é a equidna Knuckles. No original, ele é vivido pelo Idris Elba, o que deve ser uma experiência fantástica, já que o personagem é todo sério e sombrio, além de não entender muito bem ironia e os perigos do mundo ao seu redor. Ele viaja pelas dimensões atrás do Sonic, o único que pode derrotá-lo na busca pela lendária esmeralda que o ajudaria a restabelecer seu povo. Para isso, ele se une ao Dr. Robotnik (Jim Carrey), que estava no mundo dos cogumelos e se oferece como um guia da Terra. Inocente, Knuckles aceita sem perceber que está sendo manipulado pelo vilão humano. Já o Tails é um aliado que surge naquela cena do primeiro filme e chega à Terra para avisar ao Sonic sobre a vindoura ameaça. A relação entre os dois é um amor e traz todo o carisma dos jogos e animações para as telonas.

Fora a interação entre eles, os elementos saídos diretamente dos jogos vão deixar os fãs babando. Seja nos labirintos ou nas cenas de perseguição, a dinâmica da dupla é de encher os olhos, não só pela boa execução, mas principalmente porque atingem em cheio a nostalgia. Qual o fã que não sonhou em ver o Tails carregando o Sonic enquanto voa nas telonas? Ou ver o Tails pilotando seu icônico aviãozinho vermelho? A escolha desses momentos foi certeira e vai agradar muito. É uma das formas encontradas para expandir a mitologia do personagem nos cinemas sem perder a essência dos jogos.

Da mesma forma, Jim Carrey segue deliciosamente exagerado como Robotnik, sendo propositalmente caricato com seu bigodão e roupas excêntricas. Toda cena dele é divertidíssima e remete aos clássicos do ator nos anos 90. Infelizmente, porém, o ator é exceção no núcleo humano. Pois é, se os personagens animados ficaram perfeitos, as pessoas de carne e osso ficaram devendo – e muito. Não dá nem para culpar os atores, já que todo o arco acerca do casamento foi feito exclusivamente para tirar os “pais” do Sonic de cena para que o ouriço pudesse se envolver na confusão com o Knuckles. Mas é aquilo, né? Não precisava deixar todos eles bobos a ponto das crianças ficarem de saco cheio nas sequências do casamento.

Isso é fruto de um roteiro menos coeso do que o do filme anterior, que tenta infantilizar um pouco mais a história, trazendo alguns momentos e diálogos bem bobinhos, vez ou outra equilibrados com alguma referência a Cultura Pop ou alguma piada divertida do protagonista. Fica a sensação de que a equipe criativa subestimou a inteligência do próprio público.

Por conta desses momentos mais bobos, a trama fica com uma barriga no meio do longa, que deve cansar parte do público. Já a direção não traz nada de novo, mas também não compromete. Em outras palavras, ‘Sonic 2: O Filme‘ é uma aventura muito divertida que vai deixar os fãs babando, deve ser tornar o filme favorito da criançada, mas pode ser que não conquiste parte do público adulto.

OBS: A cena pós-créditos garante um terceiro filme e vai causar um verdadeiro ALVOROÇO nos fãs do Sonic.

Nota: 7.

Sempre em Frente

(C’mon C’mon)

 

Elenco:

Joaquin Phoenix

Gaby Hoffmann

Jaboukie Young-White

 

Direção: Mike Mills

Gênero: Drama

Duração: 108 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: 17 de Fevereiro de 2022

Sinopse: 

Em Sempre em Frente, Johnny (Joaquin Phoenix) e o seu jovem sobrinho Jesse (Woody Norman) estabelecem uma relação tardia, mas transformadora, quando, inesperadamente, passam a conviver um com o outro.

Crítica | Sempre em Frente – Um belo encontro de almas que quase é atrapalhado por discurso gratiluz batido (Nota: 7.0)

Curiosidades: 

» Realizado em preto e branco, Sempre em Frente recebeu indicações aos prêmios de Melhor Filme, Melhor Roteiro e Melhor Direção no Film Independent Spirit Awards e de Melhor Ator Coadjuvante no BAFTA.

» Além de dirigir, Mike Mills também é responsável pelo roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Sonic 2: O Filme

(Sonic the Hedgehog 2)

 

Elenco:

Ben Schwartz

Tika Sumpter

 

Direção: Jeff Fowler

Gênero: Aventura

Duração: 122 min.

Distribuidora: Paramount Pictures

Orçamento: US$ 100 milhões

Estreia: 7 de Abril de 2022

Sinopse: 

Depois de se estabelecer em Green Hills, Sonic está pronto para mais liberdade, e Tom (James Marsden) e Maddie (Tika Sumpter) concordam em deixá-lo em casa enquanto eles saem de férias. Mas, assim que eles partem, o Dr. Robotnik (Jim Carrey) retorna, desta vez com um novo parceiro: Knuckles. A dupla busca uma esmeralda que tem o poder de construir e destruir civilizações. Sonic se junta a seu próprio companheiro, Tails, e juntos eles embarcam em uma jornada para encontrar a esmeralda antes que ela caia nas mãos erradas.”

Crítica | Sonic 2: O Filme – Esbanjando carisma e diversão, sequência é uma carta de amor aos fãs (Nota: 8.0)

 

Curiosidades: 

» Sucesso nos cinemas, o primeiro filme arrecadou ótimos US$ 319.7 milhões mundialmente;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Crítica | Sonic 2: O Filme – Esbanjando carisma e diversão, sequência é uma carta de amor aos fãs

Sonic sempre foi um dos personagens mais queridos e importantes na história da cultura pop, pois, desde que surgiu como jogo no Mega Drive, em 1991, elevou a já poderosa SEGA a um patamar que o estúdio jamais havia alcançado. Com a marca japonesa se igualando a Nintendo dentro do cenário de consoles caseiros e atingindo número de vendas dos quais apenas jogos como Super Mario Bros. eram capazes. Foi só depois do Sonic que nasceu a tão falada rivalidade entre as duas empresas e, por consequência, a disputa do Azulão contra o Bigodudo.

Já no início da década de 1990 tivemos novos games, desenhos animados, linhas de colecionáveis, material escolar, roupas e tantos outras vertentes que não dá para citar aqui… E mesmo com a SEGA encerrando sua produção de consoles no início dos anos 2000, Sonic seguiu sendo lançado para outras plataformas e fazendo o sucesso de sempre, rendendo, anualmente, milhões aos cofres do estúdio. Tanto que todas essas ramificações comerciais nunca saíram do mercado.

Aproveitando assim a leva dos filmes de super-heróis e observando o cenário das animações e o crescimento de adaptações de games para a indústria do cinema, a Paramount fez uma parceria com a SEGA e – mesmo assustando com aquele visual inicial, que rapidamente foi corrigido – fomos brindados com o ótimo ‘Sonic: O Filme’ (2020).

É claro que o longa não inventa a roda ou surge como a nova perola do cinema mundial, mas trabalha, honestamente, conceitos já conhecidos da franquia do Ouriço Azul, junto ao que é utilizado nas aventuras atuais do gênero de comédia e aventura. Soando, à primeira vista, como a fusão de ‘Ted’ (2012), pelo lado fofo-irreverente, com ‘Deadpool’ (2016), por sua pegada no sense e a chamada quebra da quarta parede.

No entanto, o estreante diretor Jeff Fowler e sua equipe sempre fizeram questão de manter a essência da série e do personagem advinda dos games, com o Sonic sendo, por essência, a figura de um garoto (ou animal) rebelde, que tenta resolver a situação do seu jeito e da maneira mais radical e “peculiar” possível. Tendo como nêmeses o também conhecido e icônico vilão Robotnik, que ganhou uma nova e ótima interpretação com um Jim Carrey super a vontade e se divertindo em tela.

O filme, bem, apesar do 2020 pandêmico, ficou entre as maiores bilheterias do ano, estando atrás apenas de produções mais caras, como ‘Bad Boys Para Sempre’ e ‘Tenet’. Obviamente, a Paramount logo tratou de fazer uma continuação e, dessa vez, adentrar o universo do Sonic e trazer os já conhecidos personagens dos games, Tails e Knuckles.

Sonic 2: O Filme’ traz novamente Fowler como principal comandante da empreitada e segue a mesma pegada do filme anterior, porém, agora, tendo mais liberdade para focar quase que 80% da produção em seus personagens principais, os animaizinhos antropomórficos.

Ou seja, tanto James Marsden quanto Natasha Rothwell são meros coadjuvantes dessa vez, algo que fica claro feito água, já que possuem um núcleo completamente separado das principais figuras abordadas. Aliás, se há algo podemos destacar como ponto baixo aqui é justamente as cenas em que os personagens humanos aparecem, fazendo o ritmo da narrativa cair um pouco.

No entanto, como falamos, esses momentos acabam sendo pontuais e estão lá para justificar o título de live-action, acontecem para não colocar apenas o Jim Carrey e uns militares como as figuras reais da produção. O longa que é divertido e repleto de boas cenas de ação, do início ao fim, esbanja carisma através de seus personagens e de momentos hilários criados pelos realizadores. Como a sensacional sequência da batalha de dança em um bar europeu dos quais a dupla Sonic e Tails não fazem ideia de qual idioma estão falando – o tradutor de idiomas da raposa é mais falho que o chapéu do Presto em ‘Caverna do Dragão’.

Mas, como não podia deixar de ser, Knuckles é quem rouba a cena por aqui, pois surge como um sujeito literal e deslocado em meio a moderna cidade de Green Hills – tal qual o Thor no primeiro filme do Deus do Trovão pela Marvel Studios. Knuckles é rabugento, badass, implacável e ao mesmo tempo absolutamente cativante pelo modo de agir.

Assim como nos jogos, ele aparece como o último guardião da Esmeralda Mestre, onde é engando pelo Robotnik que fala do Sonic como o grande vilão da trama. E não por coincidência, Knuckles faz parte do clã dos Equidnas que aparece perseguindo o Sonic no início do filme anterior e são rivais da coruja e mestre do Azulão, Garra Longa.

Além de toda trama básica e funcional, de cenas de ação de ação bem realizadas e de efeitos e citações visuais que vão fazer os fãs da franquia sentirem um calorzinho no peito por serem especialmente agraciados, o filme abre espaço para dezenas de piadas e tiradas sensacionais com o que se tem de atual no meio do entretenimento. É difícil não chorar de rir ao ver o Azulão soltar coisas como “Nossa, lá vem o Soldado Invernal…” quando Knuckles surge em uma tomada na neve; ou mesmo quando ele cita uma rixa antiga e coloca Vin Diesel e The Rock como exemplos.

São detalhes como estes que vão conquistando o espectador aos poucos e, no fim de tudo, você termina a sessão com um sorriso no rosto. Ou seja, é claro que os pequenos vão adorar a aventura inocente, até por algumas gags serem assumidamente infantis e pela construção intencionalmente caricatural de vários personagens.

Contudo tenha em mente que até mesmo os adultos vão curtir a beça essa sequência eficiente da Paramount. Os fãs mais antigos do Sonic então irão surtar em alguns andamentos, sobretudo com o que é revelado na cena final pós-créditos – adianto que teremos algo na linha de ‘Sonic Adventure 2’. Em suma, está aqui o exemplo perfeito de como traduzir para o cinema uma obra que é original dos games. E que venha o terceiro!

Mar de Dentro

 

Elenco:

Monica Iozzi

Rafael Losso

Gilda Nomacce

 

Direção: Dainara Toffoli

Gênero: Drama

Duração: 97 min.

Distribuidora: California Filmes

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 07 de Abril de 2022

Sinopse: 

Manuela é uma profissional de sucesso que, ao se descobrir grávida de um colega de trabalho, tem de lidar com a transformação de seu corpo e sua vida. Em meio a tantos desafios, ela se defronta com uma fatalidade que afetará ainda mais seu destino. Quando o bebê nasce, ela tem de aprender a ser mãe mesmo sem gostar, a priori, da maternidade.

Crítica | Mar de Dentro – Monica Iozzi em um Poderoso recorte sobre a Maternidade (Nota: 9.0)

 

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Dainara Toffoli também escreve o roteiro ao lado de Elaine Teixeira;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

A Mesma Parte de um Homem

 

Elenco:

Clarissa Kiste

Irandhir Santos

Laís Cristina

 

Direção: Ana Johann

Gênero: Drama

Duração: 99 min.

Distribuidora: Olhar Distribuição

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 07 de Abril de 2022

Sinopse: 

Renata vive isolada no interior com a filha adolescente e o marido. A chegada de um estranho desperta nela o desejo por tudo o que estava adormecido.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Ana Johann também escreveu o roteiro ao lado de Alana Rodrigues;

Trailer:

Cartazes: 

O Pacto

(Pact)

 

Elenco:

Birthe Neumann

Simon Bennebjerg

Nanna Skaarup Voss

 

Direção: Bille August

Gênero: Drama

Duração: 115 min.

Distribuidora: A2 Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 07 de Abril de 2022

Sinopse: 

Há 17 anos, Karen Blixen desistiu da aventura na África e voltou para a Dinamarca para uma vida em ruínas. Destruída pela sífilis e arrasada por ter perdido sua fazenda e o amor de sua vida, ela se reinventa como uma superestrela artística. Agora, aos 63 anos, Karen Blixen é mundialmente famosa, mas também vive isolada – até conhecer o poeta Thorkild Bjørnvig, de 30 anos. Juntos, eles fazem um pacto: ela promete fazer dele um grande artista, em troca dele obedecê-la incondicionalmente – independentemente do preço.

Crítica | O Pacto – Suspense do diretor de ‘A Casa dos Espíritos’ retrata História Real de Pacto entre Escritores (Nota: 6.0)

 

Curiosidades: 

» O longa é baseado no livro autobiográfico Out of Africa, escrito por Thorkild Bjørnvig;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Conheça um dos MELHORES filmes de TERROR na Netflix, que é inteligente, inovador e angustiante!

Vira e mexe nós do CinePOP ficamos sem dicas de novidades na Netflix, e decidimos relembrar um dos MELHORES filme de terror que está escondido no catálogo do streaming e pouca gente conhece.

Com uma história assustadora e cheia de reviravoltas inteligentes, o terror conquistou o público brasileiro.

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo do terror sul-coreano ‘A Ligação‘ (The Call), que estreou de mansinho no catálogo da Netflix e deu o que falar nas redes sociais.

Assista a nossa crítica:

 

Seo-yeon (Park Shin-Hye) é uma jovem que acaba de se mudar para a antiga casa da sua família, onde passara a infância e onde, anos atrás, perdera o pai (Ho-San Park) em um incêndio. Porém, as dolorosas memórias do passado não são as únicas ameaças na sua vida atual: após perder o celular, Seo-yeon passa a receber ligações sinistras de Young-sook (Jong-seo Jun), a antiga moradora do passado, no telefone fixo da casa. Aos poucos, o que parecia ser uma divertida viagem no tempo vai se transformando em um pesadelo maior do que os fantasmas do passado na vida de Seo-yeon.

Em quase duas horas de duração, o espectador é convidado a conhecer uma história aparentemente tranquila, mas que vai se problematizando aos poucos, regada de plot twists e que escala rapidamente do drama para o thriller. Com o enredo centrado na relação entre as duas protagonistas mulheres, o roteiro de Chung-Hyun Lee se reinventa junto com seu próprio argumento, apropriando-se do conceito de viagem do tempo e trazendo-o para o gênero do thriller e do serial killer, convidando o espectador a pensar que nem toda viagem no tempo é feliz e, sim, ações que mudam o curso das coisas no passado afetam drasticamente o rumo da vida no presente e no futuro.

O elenco traz grandes nomes, como Park Shin Hye e Kim Sung-Ryung. O filme também revelou ao mundo a estrela Jeon Jong-Seo.

O filme é do diretor e roteirista estreante Chung-Hyun Lee.

De ‘Harry Potter’ a ‘MIB’ | As 10 Continuações Mais Famosas que Completam 20 Anos em 2022

Não existe época melhor para celebrar um filme, o revisitando, do que quando completa aniversário. O interessante é notar o quanto ainda segue relevante, ou se envelheceu mal, ficando datado nos efeitos, e ainda pior: em seu discurso. Cinema é história. Talvez seja o mais próximo do que realmente temos de uma máquina do tempo. Rever uma produção da década de 1930, por exemplo, pode ser uma experiência enriquecedora não apenas culturalmente, mas também um estudo, um aprendizado. É perceber o quanto determinada sociedade (e o mundo) evoluiu. É perceber as grandes diferenças do que era considerado normal e hoje não se aplica mais. É notar a evolução, mas também certas perdas de valores. Cada década guarda seu próprio apelo, e suas inclinações culturais.

Aqui, nesta nova matéria, não voltaremos tão longe assim no tempo, mas o suficiente para formar uma nova geração de adultos. Aqui iremos comentar sobre as produções que completam 20 anos de sua estreia em 2022. O tópico escolhido aqui, assim como numa matéria minha do ano passado, são as continuações de grandes sucessos do cinema – que há 20 anos lançavam suas tão aguardadas sequências. Você lembra de todas elas? Não esqueça de comentar abaixo quais assistiu nas telonas, quais as suas preferidas e quais acha que não envelheceram muito bem. Confira.

O Senhor dos Anéis – As Duas Torres

No início dos anos 2000, os cinemas mundiais foram dominados novamente por um gênero que estava adormecido: a fantasia medieval! Bruxos, feiticeiros, guerreiros e todo tipo de criatura mística e fantástica fizeram sucesso no passado como fonte do cinema escapista e de entretenimento. Antes do domínio dos super-heróis (que davam seu passo mais importante há 20 anos com o primeiro Homem-Aranha), quem reinou supremo nas bilheterias foram duas adaptações de livros de muito sucesso dentro de tal gênero – um recente e outro clássico. É claro que falamos de Harry Potter e O Senhor dos Anéis. O duelo das duas propriedades da Warner dominou as bilheterias no fim de 2001, e há 20 anos, entregavam suas primeiras continuações. No caso de Senhor dos Anéis, assim como os livros, trata-se de uma mesma história dividida em três partes. As Duas Torres é o capítulo do meio. Com orçamento de US$94 milhões, a trilogia cimentou o nome de Peter Jackson como um dos grandes de Hollywood. As Duas Torres foi indicado para 6 Oscar, levou 2, e se encontra atualmente entre os 14 filmes mais bem avaliados de todos os tempos pelo grande público do IMDB.

Harry Potter e a Câmara Secreta

No feriado de fim de ano de 2001, a Warner certamente dominou as bilheterias. Isso porque apostava no primeiro Harry Potter e no primeiro O Senhor dos Anéis (através da subsidiária New Line). A jogada era atrair o mesmo público, com filmes de teor similar, ou seja, magia e fantasia. Tudo bem que Harry Potter é mais recomendado para todo tipo de público e para toda a família, enquanto O Senhor dos Anéis é uma produção medieval mais classuda, séria e adulta, que influenciou, entre outras coisas, a série Game of Thrones. No ano seguinte, em 2002, as duas franquias voltavam a encher os cofres da Warner com suas continuações. A de Harry Potter soa mais como uma sequência realmente, com o segundo ano do bruxinho em sua escola de magia. Assim como Peter Jackson, Harry Potter repetia seu diretor com Chris Columbus. Embora muitos não saibam, ou não pareça, o segundo Harry Potter custou ainda mais caro que o segundo O Senhor dos Anéis, com orçamento de US$100 milhões. Já em retorno de bilheteria, A Câmara Secreta ficou abaixo de As Duas Torres, mas por pouco.

Star Wars – Episódio II: Ataque dos Clones

Tudo bem que o início dos anos 2000 pertenceu a franquias como O Senhor dos Anéis e Harry Potter, mas não podemos esquecer que há 20 anos era a vez do lançamento de mais um Star Wars também. Obviamente o fato não deve ser desprezado, afinal trata-se apenas de uma das maiores sagas cinematográficas de todos os tempos, quiçá “a” maior. Sim, o público estava mudando, e franquias como Harry Potter estavam moldando uma nova geração de cinéfilos. Mas os fãs hardcore de Star Wars não queriam saber de outra coisa a não ser o mais recente episódio da nova trilogia. A expectativa já não era tão grande quanto a do Episódio I, afinal quando A Ameaça Fantasma estreou em 1999, o último filme de Star Wars havia ocorrido em 1983. Mesmo assim, o hype não poderia ser maior para Ataque dos Clones, que traria um Anakin adolescente desta vez, mais cenas com Yoda, um novo vilão nas formas de Christopher Lee, o eterno Drácula, e até o caçador de recompensas das galáxias preferido dos fãs – ou quase. Fora isso, Ataque dos Clones foi uma produção ainda mais cara que a dos dois itens acima, com orçamento de US$115 milhões e a direção novamente de George Lucas.

007 – Um Novo Dia para Morrer

Mesmo com a presença de “novatos” do cinema como O Senhor dos Anéis e Harry Potter fazendo muito barulho com suas franquias recém-inauguradas, é preciso respeitar os mais velhos. Além de Star Wars, há 20 anos o cinema trazia também o novo exemplar da que é a saga mais duradoura da sétima arte: 007. Ainda com seu quinto intérprete, Pierce Brosnan, o ator entregava seu quarto e derradeiro filme na pele do maior espião da sétima arte, James Bond. Na verdade, a despedida foi a contragosto, já que os produtores decidiram substituir Brosnan por um ator mais jovem, embora o ator quisesse permanecer no papel mais algum tempo. O que selou esta decisão foi a recepção negativa de Um Novo Dia para Morrer, que atingia níveis de surrealismo e fantasia típicos da era Roger Moore, com carros invisíveis, armas laser, Bond de CGI fazendo parapente num maremoto e outras patacoadas. Fora isso, Um Novo Dia para Morrer é a sequência mais cara do cinema de 20 anos atrás, custando aos cofres da MGM/ United Artists a “bagatela” de US$142 milhões.

Jornada nas Estrelas – Nêmesis

Também conhecido por seu título original Star Trek, aqui temos outra franquia bem antiga do mundo do entretenimento. De certa forma, Jornada nas Estrelas é tão antigo quanto 007, tendo iniciado “seus trabalhos” ainda na década de 1960. A diferença é que 007 lançava filmes nos cinemas, enquanto Jornada nas Estrelas começou na forma de uma série de TV. Depois de cancelada e de fazer muito sucesso com as reprises, a franquia migrou para o cinema no fim da década de 1970, tentando pegar o público de Star Wars (cujo filme havia sido lançado dois anos antes). Depois de 6 filmes até 1991, o elenco original se aposentou. A esta altura, novas séries derivadas haviam estreado, sendo a mais famosa A Nova Geração, encabeçada por Patrick Stewart. Foi esta tripulação que ganharia novos filmes a partir de 1994, ao todo com 4 filmes, sendo este Nêmesis o último. O longa custou aos cofres da Paramount US$60 milhões.

MIB – Homens de Preto 2

O primeiro Homens de Preto foi o sucesso surpresa do verão norte-americano de 1997. Produzido por Steven Spielberg e com direção de Barry Sonnenfeld (A Família Addams), o filme cimentou o carisma e starpower do astro Will Smith, o garantindo na época o apelido de Sr. 4 de Julho. Acontece que esta foi a data em que seus dois recentes blockbusters haviam sido lançados então: Independence Day e Homens de Preto – calhando de ser também o feriado da independência dos EUA. Fazendo enorme barulho, MIB foi logo comparado a um herdeiro legítimo de Os Caça-Fantasmas (1984), misturando comédia, ação, ficção científica e cenas de terror de mentirinha. O que nem todos talvez saibam é que o longa é baseado em uma série de quadrinhos publicados pela Malibu Comics. Ao invés de investigadores e caçadores paranormais, a ideia aqui é por uma agência ultrassecreta do governo que controla a vida extraterrestre na Terra. Com tamanho sucesso, talvez os realizadores e a Columbia / Sony tenham esperado demais para a sequência, com cinco anos de hiato entre elas. Todos retornam para esta continuação, que custou US$140 milhões sendo a segunda sequência mais cara de 20 anos atrás. MIB 2 fez sucesso, mas não como o primeiro.

Austin Powers em o Homem do Membro de Ouro

A melhor sátira de 007 e filmes de espionagem no cinema, o primeiro Austin Powers se tornava um cult imediato e um sucesso despretensioso nos EUA em 1997, mesmo ano do primeiro Homens de Preto. No Brasil, o primeiro Austin Powers sequer chegou a ser lançado nos cinemas, mas assim como Pânico (1996) no ano anterior, fez tanto sucesso nas vídeo locadoras que uma comoção geral por parte do grande público clamava pela sequência nos cinemas. Assim, Austin Powers 2 chegava aos cinemas em 1999 com grande expectativa e brincava inclusive com o fato de que Star Wars – A Ameaça Fantasma seria o filme do ano, mas quem sabe sobrasse lugar para ele como a segunda opção. À altura que o terceiro saía do papel e era lançado três anos depois, as coisas haviam esfriado um pouco. Mesmo assim, com piadas traduzidas pela equipe do Casseta & Planeta no Brasil, o terceiro filme agradou e fez a alegria dos fãs, com Beyoncé no elenco e muitos momentos icônicos. O terceiro Austin Powers custou US$63 milhões para a New Line e até houve falatório de um quarto filme, possivelmente tendo Jennifer Lopez como parceira do espião – mas as piadas muito incorretas começavam a ficar datadas…

Blade II

Outra produção de sucesso da New Line, credita-se muito o sucesso do subgênero dos super-heróis no cinema ao primeiro Blade – O Caçador de Vampiros, de 1998. A verdade é que Blade não era uma aposta arriscada, afinal é um personagem do time C da Marvel, que graças ao filme começou a ser mais notado. Nem mesmo os fãs de quadrinhos podiam dizer com propriedade na época que era familiarizados com o matador meio humano, meio vampiro. Assim, numa época em que filmes do tipo apenas engatinhavam, Blade se garantiu mais nos gêneros da ação e do terror para fazer sucesso, sem que muitos espectadores se ligassem em sua verdadeira origem. Depois disso vieram X-Men (2000) e Homem-Aranha (2002), e Blade II chegava debaixo de certa expectativa. E o filme não decepcionou. Tão bom quanto, ou quem sabe ainda melhor que o original, a sequência ganhava a direção de ninguém menos do que o Oscarizado Guillermo del Toro, que ainda não era o ícone de hoje, mas já demonstrava enorme talento visual e narrativo. Grande parte dos fãs considera esta primeira sequência de Blade superior ao já ótimo original. A continuação custou US$54 milhões.

Dragão Vermelho

Aqui trapaceamos um pouco. Dragão Vermelho não é necessariamente a continuação de nenhum filme – e pode ser melhor definido como um remake ou uma pré-sequência. Quando fiz a matéria das maiores continuações de 2001 no ano passado, tratei de incluir o thriller Hannibal, a sequência declarada de O Silêncio dos Inocentes. O que acontece é que todos estes filmes são baseados nos livros do romancista Thomas Harris, sendo o primeiro deles esse Dragão Vermelho. De fato, a primeira adaptação deste livro ocorreu em 1986, com o filme intitulado Manhunter – no Brasil, Caçador de Assassinos. Com um elenco totalmente diferente, o filme fracassou, vindo a se tornar cult alguns anos depois. Tanto que quando O Silêncio dos Inocentes foi lançado e fez sucesso, poucos o ligavam à produção anterior, conseguindo se sustentar por si só. Mas após a sequência Hannibal, parecia existir um universo próprio para esta franquia, e assim a Universal Pictures achou por bem refazer o filme original, desta vez trazendo Anthony Hopkins como Hannibal Lecter e um elenco de peso. O filme custou US$78 milhões.

A Soma de Todos os Medos

Aqui temos um caso parecido com o do item acima. A Soma de Todos os Medos é parte de uma série de livros do escritor Tom Clancy. Usando como tema a CIA e o trabalho de espiões reais e modernos em intrigas internacionais, o personagem protagonista da maioria dos livros do autor é o analista Jack Ryan, que invariavelmente termina sempre tendo que trabalhar no campo. A primeira encarnação de Ryan nos cinemas veio nas formas de Alec Baldwin, num filme onde o personagem era coadjuvante de Sean Connery, o comandante de um submarino russo em Caçada ao Outubro Vermelho (1990). Depois disso, Jack Ryan se tornava protagonista de seus filmes e assumia as formas do astro Harrison Ford, em filmes como Jogos Patrióticos (1992) e Perigo Real e Imediato (1994). Há 20 anos, a proposta da Paramount era por uma espécie de reboot da franquia, com um Ryan mais jovem, desta vez nas formas de um iniciante Ben Affleck nos primeiros anos de serviço. Com um orçamento de US$68 milhões, o filme não atingiu o esperado nas bilheterias. Doze anos depois, um novo reboot era tentado, desta vez com um Ryan ainda mais jovem nas formas de Chris Pine em Operação Sombra (2014). Atualmente, o destino de Jack Ryan é em sua série de TV homônima da Amazon Prime Video, que já dura 3 temporadas, e tem John Krasinski no papel principal.

Bônus: O Escorpião Rei

Ano passado nesta mesma matéria pude falar sobre O Retorno da Múmia (2001), primeira continuação do sucesso A Múmia (1999). Nesta sequência, era introduzido um novo vilão: o Escorpião Rei, vivido por Dwayne Johnson em sua estreia nas telonas. O personagem aparecia pouco, apenas no início e no fim do filme (através de um efeito em CGI que envelheceu muito mal, ou talvez nem na época tenha sido bom), mas foi o suficiente para a Universal Pictures aproveitar o hype e tentar capitalizar em cima. Logo no ano seguinte de O Retorno da Múmia, o estúdio lançava o filme solo do Escorpião Rei, com a promessa de capturar os fãs da franquia com este derivado. E justamente por isso, o filme entra como bônus, por não se tratar verdadeiramente de uma continuação, mas sim um spin-off. Com um orçamento na casa dos US$60 milhões, O Escorpião Rei não atingiu o esperado e não abriu as portas para mais uma franquia – ou não da forma planejada, como uma superprodução nos cinemas, já que mais quatro filmes foram produzidos, todos para o mercado de vídeo.

O Genial Bong Joon-ho | Conheça outros GRANDES filmes do sul-coreano vencedor do Oscar por ‘Pasasita’

Filho de uma dona de casa e um designer gráfico também professor de arte na Universidade de Yeungnam, o caçula de quatro irmãos Bong Joon-ho nasceu em Daegu, na Coréia do Sul. Ele sempre se interessou por cinema. Chegando na maioridade, se matriculou na Universidade Yonsei e tempos depois se gradou em sociologia. Durante o tempo de faculdade, foi um participante ativo de manifestações estudantis, serviu um mandato de dois anos nas forças armadas de acordo com o serviço militar obrigatório sul-coreano antes de retornar à faculdade para completar o curso, ainda fundou um clube de cinema chamado “Yellow Door”.

Depois de se formar, resolveu entrar em um curso de dois anos na Academia Coreana de Artes Cinematográficas onde lapidou todo seu conhecimento técnico. Durante esse tempo, ele fez muitos curtas-metragens de 16 mm e ainda ajudou em produções de amigos da época, exercendo funções diversas em sets de filmagens, ele foi diretor de fotografia no badalado curta-metragem 2001 Imagine, no ano de 1994, dirigido pelo amigo Jang Joon-hwan. Também foi técnico de iluminação em dois curtas de outros amigos.

Enfim, chegou a hora dele começar a carreira como diretor principal e em meados dos anos 2000, começou a filmar seu primeiro longa-metragem Cão Que Ladra Não Morde (2000). Mas sua vida iria mudar mesmo após seu terceiro longa-metragem, o aclamado O Hospedeiro no ano de 2006, lançado no Festival de Cannes, filme inclusive que impulsionou a indústria cinematográfica coreana como um todo. A partir desse filme, Joon-ho Bong foi rumando ao estrelato até sua obra-prima Parasita, que ganhou o Oscar.

Buscando indicar alguns ótimos trabalhos desse impressionante cineasta sul-coreano, abaixo algumas boas dicas:

 

The Host (O Hospedeiro)

Disponível no catálogo da Netflix e lançado em 2006, O Hospedeiro basicamente conta a história de uma família em busca de resgatar um parente que fora levado por um monstro que surgiu em um rio por conta da poluição via produtos químicos tóxicos. Esse projeto foi o que chamou a atenção do mundo do cinema para Bong Joon-ho que consegue executar um projeto repleto de críticas sociais.

 

Mother – A Busca Pela Verdade

Lançado no ano de 2010, o quarto longa-metragem de Bong Joon-ho, representante da Coreia do Sul à edição do Oscar 2010, conta a história de uma mãe, viúva, que cuida do seu único filho de cerca de 30 anos. Um dia, ele é acusado de ter assassinado uma jovem o que faz sua mãe ir atrás das verdades desse assassinato para aprovar sua inocência.

 

O Expresso do Amanhã

Com um elenco estelar, que tem nomes como: Tilda Swinton, Ed Harris, Chris Evans e Jamie Bell, no ano de 2014 chegava aos cinemas de todo o mundo (aqui no Brasil o filme passou que nem uma flecha pelas salas de cinema) O Expresso do Amanhã, uma distopia que mostra sobreviventes em um trem, que após um fracasso com experimentos de ações sobre mudanças climáticas, se tornam os únicos sobreviventes do planeta e precisam conviver com uma novo arranjo de classes sociais. O longa é baseado na HQ de ficção científica assinada por Jacques Lob, Jean-Marc Rochette e Benjamin Legrand. Atualmente, até seriado essa história virou. Disponível no Looke.

 

 

Okja

A amizade não se busca, não se sonha, não se deseja; ela exerce-se. Escrito e dirigido pelo genial cineasta sul coreano Bong Joon Ho, Okja é uma baita crítica à indústria dos alimentos além de uma metáfora poética sobre a amizade. Com personagens fascinantes, principalmente o fofíssimo Okja, um super porcão carismático, um roteiro cirúrgico que escancara argumentos profundos sobre os limites de mega indústrias e o caótico arranjo da indústria alimentícia esse projeto é um dos filmes inesquecíveis do ano de 2017. Tem na Netflix.

 

Parasita

Indicado na principal categoria do Oscar 2020 (melhor filme), e em mais outras cinco, o filme sensação do universo cinéfilo dos últimos anos, Parasita, merece realmente todos os elogios por sua trama impactante que não deixa de ser interessante um só segundo. Além de abordar temas importantes da nossa sociedade, como o desemprego, o projeto vai rumo ao brilhantismo ao mostrar as linhas psicológicas mais complexas do ser humano e todo seu poder de conseguir o novo e destruir. Escrito e dirigido pelo cineasta sul-coreano Bong Joon Ho, essa obra-prima asiática é um filme inesquecível, muito por conta de muitas de suas cenas impactantes que vão demorar a sair de nossa memória cinéfila. Tem no Telecine.

 

 

 

Camila Cabello lança o clipe oficial de “Psychofreak”, single do álbum ‘Familia’; Confira!

popstar cubano-americana Camila Cabello lançou hoje (08) o videoclipe oficial de “Psychofreak”, single oficial do álbum ‘Familia’ performado ao lado de Willow Smith.

Confira:

O disco, que foi lançado hoje (08), também conta com o lead single “Don’t Go Yet”, bem como a faixa promocional “Bam Bam”, cantada ao lado de Ed Sheeran.

Confira a tracklist oficial:

1. Familia
2. Celia
3. Psychofreak, feat. Willow Smith
4. Bam Bam, feat. Ed Sheeran
5. La Buena Vida
6. Quiet
7. Boys Don’t Cry
8. Hasta los Dientes, feat. María Becerra
9. No Doubt
10. Don’t Go Yet
11. Lola, feat. Yotuel
12. Everyone at This Party

Cabello fez sucesso mundial ao participar da competição ‘The X-Factor’, em que fundou o grupo Fifth Harmony, um dos mais bem-sucedidos do século. Anos mais tarde, fez sua estreia na carreira solo com o disco Camila, que se tornou um dos mais vendidos da época e recebeu vários elogios da crítica especializada. Seu último compilado de originais, Romance, foi lançado em 2019.

Crítica | Contra o Gelo – Atores de ‘Game of Thrones’ voltam a contracenar em Aventura Real sobre a Groelândia

Nem parece, mas já faz três anos que a aclamada série ‘Game of Thrones’ acabou. Para uns, é muito tempo; para outros, parece que foi ontem que Daenerys entrou com seu dragão cuspindo fogo em tudo. Em três anos, poucos trabalhos têm sido vistos do elenco principal da série. Após o sucesso com Jamie Lannister, o ator dinamarquês Nikolaj Coster-Waldau parece ter dado uma pausa na carreira, retomando-a apenas recentemente, com o lançamento de ‘Sabor do Desejo’, de 2021 (cuja crítica pode ser lida aqui) e agora com a aventura histórica ‘Contra o Gelo’, que, desde sua estreia tem se mantido o Top 10 da Netflix.

Em 1909 uma grande disputa acontecia no hemisfério norte: por um lado, os Estados Unidos reclamam para si o território da Terra de Peary, uma península ao norte da Groelândia que, à época, acreditava-se ser uma ilha; por outro, a Dinamarca buscava provar a independência geográfica daquele país e manter o local como parte do império dinamarquês. Para isso, era preciso buscar provas, portanto, diversas expedições exploratórias foram enviadas ao Ártico, porém, todos os homens falhavam miseravelmente – até a companhia do Capitão Ejnar Mikkelsen (Nikolaj Coster-Waldau), que, com a ajuda do mecânico voluntário Iver Iversen (Joe Cole) e de cães especiais, busca ir atrás dos registros de um antigo explorador, que teria encontrado a resposta geográfica para esse impasse e teria registrado tudo em um caderno, deixado em algum lugar no norte do Ártico.

Enquanto ator de origem dinamarquesa, é muito legal ver o empenho de Nikolaj Coster-Waldau em, após seu sucesso em GOT, se dedicar a produções que contem as histórias de seu país (como este ‘Contra o Gelo’, no qual também escreveu o roteiro) ou que ajudem a divulgar sua cultura (como em ‘Sabor do Desejo’, em que ele fala sua língua natal várias vezes). Para nós, espectadores brasileiros, alheios às muitas histórias dos países europeus não hegemônicos, ‘Contra o Gelo’ é uma oportunidade de conhecer mais sobre locais inóspitos que não fazem parte da rota turística padrão.

Baseado na história real e no romance escrito pelo próprio Ejnar Mikkelsen, em uma hora e quarenta de duração o filme transporta o espectador para a realidade dura dos exploradores das partes extremas do globo, trazendo os desafios cruéis de se enfrentar frio e gelo constante mesmo durante as épocas de temperatura mais amena. Assim, o roteiro do protagonista com Joe Derrick pode ser dividido em duas partes: a primeira, a busca pelo objetivo, em que os dois personagens encaram as dificuldades de equilibrar a própria alimentação e a dos cães (alerta: aos mais sensíveis, essa primeira parte contém cenas de sofrimento dos animais); e a segunda parte, o retorno dos dois ao ponto de encontro, quando o desafio maior é conviver um com o outro depois de tantos obstáculos.

Bem dirigido por Peter Flinth e sem grandes estripulias orçamentárias, ‘Contra o Gelo’ ainda conta com a participação de Charles Dance (sim, o Tywin Lannister, pai de Jamie) e joga luz sobre uma importante disputa territorial que, de certo modo, ainda permanece nos dias de hoje. Para quem viu ‘Vikings: Valhalla’, é um filme obrigatório para assistir, uma vez que exemplifica como até hoje os territórios vikings continuam suas lutas por proteger suas terras, só que de maneiras mais modernas.

Grandes filmes da carreira de uma das musas dos filmes de época: Keira Knightley!

Muito conhecida por seus papéis em dramas de época, Keira é filha de pai e mãe artistas e nasceu no subúrbio de Teddington, em Londres. Ela deveria ser “Kiera”, no entanto, seu pai digitou errado o nome quando registrou a certidão de nascimento, aí ficou Keira. Seus pais a fizeram ter aulas de teatro e balé muito cedo, isso inspirou o interesse de Knightley em atuar.

Depois de conseguir um agente, Knightley começou a trabalhar em comerciais e pequenos papéis na televisão. Depois de aparecer em uma série de filmes de televisão em meados da década de 1990, conseguiu o papel de Sabé, serva e chamariz de Padmé Amidala, no blockbuster de ficção científica de 1999, Star Wars: Episódio I – A Ameaça Fantasma. A partir daí, sua carreira só avançou e hoje tem excelentes filmes no seu currículo.

Super diversa nas suas escolhas de personagens, por mais que tenha participado em inúmeros filmes de época, como já lembramos acima, Keira é uma das grandes atrizes de sua geração. Por isso, resolvemos destacar alguns filmes da carreira dela abaixo como sugestões para vocês:

 

Orgulho e Preconceito

Dirigido pelo cineasta Joe Wright e lançado em meados de 2006 em cinemas de todo o mundo, Orgulho e Preconceito, adaptado do livro de Jane Austen, conta a história de Elizabeth Bennet e suas irmãs que vivem no início do século XIX, na Inglaterra, quando ela se vê atraída pelo rico e orgulhoso Sr. Darcy. O filme foi indicado para quatro Oscars.

 

Desejo e Reparação

Com roteiro de Christopher Hampton baseado no romance Atonement, de Ian McEwan, com direção de Joe Wright, Desejo e Reparação estreou no Festival de Veneza em 2007. Contando a história de Cecilia e Robbie, duas almas apaixonadas que por conta de uma mentira contada pela irmã de Cecilia acabam se distanciando e isso vai moldando o destino de todos eles.

 

 

Mulheres ao Poder 

Uma luta pelos direitos não é somente diária, semanal, mensal…é pra toda a vida. Dirigido pela cineasta britânica Philippa Lowthorpe e baseado em uma obra de Rebecca FraynMisbehaviour é um filme, antes de tudo atemporal, que mostra a luta de movimentos feministas e suas ações de revolta contra o concurso Miss Mundo na década de 70. Acompanhamos essa trajetória pela a ótica de Sally (Keira Knightley) uma estudante de história que sofre demais por não conseguir ter os mesmos direitos que os homens na sua profissão. O longa-metragem abre margem para vários paralelos importantes, bastante reflexivo joga na cara dos machistas todo o absurdo sobre a diminuição das mulheres. Destaque para ótimas atuações de Keira Knightley, Rhys Ifans e Greg Kinnear. Disponível na Globoplay.

 

Apenas uma Noite

Um ótimo roteiro com excelentes interpretações dos quatro atores que interagem de maneira diferente, mostrando todas as faces da tentação. O filme conta a história de um casal que se vê perdido quando o marido sente-se atraído por uma nova funcionaria e viaja com essa para fechar um negócio. No mesmo dia, a mulher dele reencontra um antigo amor. A dinâmica que o diretor encontra para mostrar essas histórias e seus desenrolares é bastante interessante e coloca o expectador com grandes dúvidas sobre o que vai ocorrer na cena seguinte. Disponível na Globoplay.

 

O Método Perigoso

Sexo x Sonhos. Quando dois grandes nomes da psicologia se juntam. O mundo da psicanálise fica em evidência, no trabalho do experiente diretor David Cronenberg, Jung é o principal, Freud é um mero coadjuvante. Há um conflito interno dentro do pensador suíço, uma cessação da ética. Essa violação da regra elementar da profissão, leva-o à um mar de conflitos.

 

O Jogo da Imitação

Às vezes, as pessoas que menos esperamos podem faz as coisas mais inacreditáveis. Dirigido pelo cineasta norueguês Morten Tyldum (do ótimo Headhunters), O Jogo da Imitação é uma grande aula de matemática com um profundo drama de pano de fundo que conta com atuações brilhantes, principalmente de Benedict Cumberbatch. O roteiro é detalhista, baseado na obra de Andrew Hodges (Alan Turing: The Enigma) e assinado pelo estreante em longas-metragens Graham Moore.

‘Do Esboço à Realidade’: Documentário mostra o processo de criação das animações da Disney; Confira o trailer!

O Disney+ divulgou o primeiro trailer da série documental ‘Do Esboço à Realidade‘, que mostrará os bastidores do processo de criação das animações clássicas do estúdio.

Confira:

A produção será lançada na plataforma no dia 27 de abril.

Dos mesmos criadores de ‘Chef’s Table‘, o documentário foca em diversos personagens da Disney ao longo dos anos – como os recentes Mirabel de ‘Encanto‘ e Olaf de ‘Frozen: Uma Aventura Congelante‘ e outros mais clássicos como o Gênio de ‘Aladdin‘ e Kuzco de ‘A Nova Onda do Imperador‘.

A série documental contará com seis episódios.

Crítica | Os Caras Malvados – Animação mostra que até os Vilões Podem Se Tornar Bonzinhos

Não é de hoje que as produtoras voltadas para o público infantil estão revendo seus próprios conceitos sobre os vilões. Encabeçadas pela Disney, elas andam percebendo que os ditos padrões estéticos e narrativos já não são mais aquilo que o público quer ver; hoje o lance é assistir a filmes que contem a história do Lobo Mau, e não da Chapeuzinho. A própria Dreamworks, braço de animação da Universal Pictures, construiu seu nome com produtos como ‘Shrek’ e ‘Meu Malvado Favorito’, cujos protagonistas são anti-heróis vilanescos. E agora, numa mistura principalmente desses dois títulos, chega aos cinemas brasileiros o longa animado ‘Os Caras Malvados’.

O Sr. Lobo (dublado por Rômulo Estrela) é o líder de um grupo de malfeitosos que curte assaltar a cidade e praticar pequenos delitos. Junto com o Sr. Piranha (Luis Lobianco), a Srta. Tarântula (Nyvi Estephan), o Sr. Tubarão (Babu Santana) e o Sr. Cobra (Sergio Guizé) eles se tornaram os verdadeiros ‘Os Caras Malvados’ na cidade. Porém, ao ouvir o depoimento da Governadora, Srta. Diane Raposina (Agatha Moreira), sobre o quanto eles na verdade são um bando de gente infeliz e egocentrada, o Sr. Lobo decide dar seu golpe de mestre e mostrar que é realmente um bandidão, roubando o troféu Golfinho – um prêmio anual entregue à pessoa mais bondosa da cidade, e que está prestes a ser entregue ao cientista Professor Marmelada (Sergio Stern).

Inspirado numa bem-sucedida coleção de livros paradidáticos homônima, ‘Os Caras Malvados’ tem tudo para agradar a garotada menor, e também aos pais. Com pouco mais de uma hora e quarenta de duração e nenhuma cena pós-crédito, ao mesmo tempo em que o longa traz as já clássicas piadas de pum, bumbum e escatologia em umas cenas (para o deleite dos menores), também traz uma mistura de técnicas de animação, misturando 3D e 2D.

Um dos aspectos mais legais dessa animação é o peso do elenco reunido para compor o time de dubladores no Brasil, que inclui não só os atores globais de rostinhos conhecidos, mas também nomes consagrados da dublagem, dentre os quais Isabela Quadros, como a policial Misty, e Pâmella Rodrigues, como a repórter Tiffany, valorizando esta que é uma das profissões mais queridas para os cinéfilos brasileiros.

Por outro lado, o roteiro de Etan Cohen parece se desdobrar em uma segunda camada que, à altura em que aparece, dá uma cansada. O longa de Pierre Perifel começa com o mote dos animais malvados que precisam se tornar bonzinhos para serem melhor aceitos na sociedade; quando essa proposta meio que se encerra, o roteiro dá uma guinada e começa a percorrer outro caminho, mais aventuresco, com uma outra proposta. Isso faz com que a garotada comprometa sua atenção apenas até a conclusão dos três arcos, e, a partir do quarto arco, fica mais focado para os pais.

Através de uma história fofa, personagens carismáticos e uma mensagem bem legal sobre não termos pré-conceitos sobre ninguém e desfazermos as imagens pré-concebidas até mesmo sobre os animais (uma bola já levantada também em ‘Próxima Parada: Lar Doce Lar’, na Netflix), ‘Os Caras Malvados’ é uma ótima pedida para levar a garotada para se divertir no cinema e tem tudo para se tornar uma nova franquia da DreamWorks.

E o CinePOP conversou com elenco de dubladores, vem conferir a entrevista completa aqui!

‘Estou feliz que minha mãe morreu’: Jennette McCurdy, de ‘iCarly’, causa polêmica com título de autobiografia

Mais conhecida por seu papel como Sam Puckett em iCarly’, Jennette McCurdy causou polêmica ao anunciar o lançamento de sua autobiografia, intitulada ‘Estou feliz que minha mãe morreu’.

Com lançamento marcado para 09 de agosto deste ano, o livro resgata memórias dolorosas da infância e adolescência da ex-atriz, que disse ter sido forçada pela mãe a entrar no meio artístico.

Em entrevista para a Entertainment Weekly, McCurdy disse que a obra também contém tons de humor, mas promete ser tanto engraçada quanto de partir o coração.

Na capa, ela estampa uma expressão de deboche enquanto segura uma urna funerária, objeto geralmente usado para guardar restos mortais de pessoas cremadas.

No entanto, a urna presente na capa do livro guarda somente papéis picados.

McCurdy revelou que a ideia passou por muitas revisões antes de chegar à versão final.

“Os papéis picados emaranhados dentro de uma urna me pareceu uma boa maneira de capturar o humor da tragédia, mas eu sabia que não queria ir tão longe a ponto de derramá-los ou jogá-los no ar com um enorme sorriso no rosto ou fazer qualquer outro tipo de linguagem corporal que pudesse parecer grosseiro. Por fim, escolhi uma expressão facial que considero sincera, um pouco magoada e um pouco esperançosa.”

No livro, McCurdy explora como sua mãe dominadora a obrigou a se tornar um pilar da Nickelodeon, o que levou à ansiedade, vergonha e auto-aversão, que se manifestaram em distúrbios alimentares, vício em álcool e drogas e uma série de relacionamentos não saudáveis.

As coisas só pioraram quando sua mãe morreu de câncer enquanto ela estrelava a série Sam & Cat‘, ao lado de Ariana Grande.

Após anos de terapia, ela disse que finalmente está pronta para falar com os fãs sobre seu processo de recuperação.

“Foi importante para mim explorar o abuso emocional e psicológico que sofri durante meu tempo como atriz mirim. Eu não tive as ferramentas, a linguagem ou o apoio necessários para falar por mim mesma naquela época, então este livro é uma maneira de eu não apenas honrar essa experiência e dar voz ao meu antigo eu, mas espero encorajar os jovens a fazerem o mesmo se se encontrarem em ambientes onde podem ser condicionados a fazer algo que não se sentem confortáveis.”

Atualmente com 29 anos, McCurdy já havia dito ao podcast Empty Inside que sente vergonha de alguns de seus papéis e só permaneceu atuando na maior parte da vida para sustentar a família.

“Já faz alguns anos que parei de atuar. Em vez disso, prefiro escrever e dirigir, e essa nova fase está indo muito bem. Eu decidi parar porque eu nunca quis atuar, para falar a verdade. Minha mãe me colocou nesse ramo quando eu tinha apenas seis… Com 10 anos eu já era a principal fonte de renda da família, e só continuei por causa deles.”

Ela continuou:

“Minha família não tinha muito dinheiro e essa era a única saída, naquela época. Atuar foi útil para me dar algum grau de sucesso, mas não pretendo voltar. Minha experiência como atriz ainda me traz vergonha. Eu fico ressentida com a minha carreira de várias maneiras, sabe? Me sinto insatisfeita porque alguns foram papéis muito extravagantes e embaraçosos. Eu tinha uns 12 ou 13 anos quando comecei a gravar ‘iCarly‘, quando terminei, acho que tinha 21… Eu já não queria fazer mais isso desde os 15, eu estava louca de tanta vergonha. As pessoas me param e dizem: ‘Que incrível, você é a Sam daquela série da Nick’, e eu me sinto constrangida toda vez. Imagino que haja uma experiência muito diferente na atuação, quando você se orgulha dos trabalhos que fez, mas eu não me sinto assim.”

Lembrando que ‘iCarly‘ teve sua estreia nas telinhas em 2007 e trouxe Miranda Cosgrove como Carly Shay, que estrela sua própria websérie, que é produzida com a ajuda dos seus melhores amigos Freddie (Nathan Kress) e Sam, além do seu atrapalhado e peculiar irmão mais velhos, Spencer (Jerry Trainor).

A trama traz ela e seus amigos na realização do primeiro canal de YouTube que metade da geração dos anos 2000 teve contato na vida. Juntos, eles arrumam confusões, enquanto conciliam a vida pessoal com a do programa.

iCarly‘ contou com seis temporadas, exibidas entre os anos de 2007 e 2012 antes de ganhar um revival na Paramount+.

Relembre a abertura e confira a capa do livro de McCurdy:

Sequência do POLÊMICO ‘365 Dias’ estreia este mês na Netflix; Confira a sinopse e o trailer legendado!

O longa ‘365 Dias’ deu o que falar quando estreou na Netflix em 2020, sendo acusado de romantizar o sequestro e o abuso físico e psicológico. Mas como o filme fez sucesso, não demorou muito para o streaming produzir uma sequência com mais cenas calientes e picantes…

A sequência se chama ‘365 Dias: Hoje‘ e estreia dia 27 de Abril.

Confira a sinopse, assista ao trailer LEGENDADO e siga o CinePOP no YouTube:

Laura e Massimo estão de volta, numa história mais quente do que nunca. Mas agora, as conexões da família de Massimo complicam a vida do casal, que ainda precisa lidar com um homem misterioso que entra na vida de Laura decidido a conquistar seu coração e confiança a qualquer custo.

Vale lembrar que o terceiro filme da franquia já foi filmado e será lançado em breve.

Em entrevista ao site Hugo Gloss, a escritora e roteirista polonesa Blanka Lipinska revelou que o próximo filme promete ser ainda mais polêmico, com cenas de sexo ainda mais realistas e baseadas em suas próprias experiências.

“Eu não posso dizer muito sobre o filme. O que posso dizer é que vai ter uma fotografia incrível, terá sexo maravilhoso, porque o filme é meu! Muito sexo! Cerca de 85% da história é real, mas eu nunca vou lhes dizer qual parte é real, porque… eu não quero! É a minha vida privada. Existe muito da minha vida privada na ficção, mas eu quis mantê-la para mim mesma”, afirmou.