Site Página 3542

‘Titãs’: Asa Noturna, Superboy e mais nas novas imagens da 4ª temporada; Confira!

As gravações da 4ª temporada de ‘Titãs‘ já começaram e, para manter nossas expectativas lá em cima, foram divulgadas novas imagens promocionais do próximo ciclo, dando destaque a personagens como Asa Noturna, Superboy, Ravena e outros.

Confira:

Recentemente, o diretor de fotografia Boris Mojsovski publicou uma outra imagem dos bastidores em seu Instagram, e um fã perguntou:

“Você pode dizer quantos episódios esta temporada terá?”

Mojsovski, então, revelou que o próximo ciclo será composto por 12 episódios, um a menos que a 3ª e a 2ª temporadas. Já a 1ª teve apenas 11 episódios.

Confira a publicação e o print da conversa:

O elenco do próximo ciclo irá introduzir Joseph Morgan (‘The Vampire Diaries’), Franka Potente (‘Claws’) e Lisa Ambalavanar (‘The A List’).

Morgan será o vilão Sebastian Blood/Irmão Sangue, que foi introduzido na série animada ‘Jovens Titãs, de 2003, e posa como um sacerdote sedento por poder que se torna um adversário recorrente de Ciborgue. Na série, ele é descrito como um homem “inteligente, introvertido e com um lado obscuro”.

Potente será May Bennett, um membro de alto escalão da Igreja de Sangue. Descrita como uma mulher no auge físico, ela é considerada uma predadora que está determinada a cumprir uma misteriosa missão.

Ambalavanar será Jinx, uma criminosa com conhecimentos em magia negra e com um talento especial para manipular os outros e causar caos.

Lembrando que as três primeiras temporadas estão disponíveis na Netflix.

A trama segue jovens heróis do Universo DC enquanto eles crescem e se encontram em uma versão sombria da franquia clássica dos Jovens Titãs. Dick Grayson e Rachel Roth, uma jovem garota especial possuída por uma estranha escuridão, acabam no meio de uma conspiração que pode trazer o Inferno para a Terra. Eles se juntam à cabeça-quente Estelar e o amável Mutano. Juntos, eles se tornam uma família e uma equipe de heróis.

A série foi criada por Greg Berlanti, e é estrelado por Brenton Thwaites (Asa Noturna), Anna Diop (Estelar), Teagan Croft (Ravena) e Ryan Potter (Mutano), Curran Walters (Jason Todd), Connor Leslie (Donna Troy), Alan Ritchson (Rapina) e Minka Kelly (Columba).

‘Alice in Borderland’: 2ª temporada ganha previsão de estreia na Netflix!

Em dezembro de 2020, a série de suspense Alice in Borderland havia sido confirmada para uma 2ª temporada, mas, desde então, os fãs não ficaram sabendo de mais nenhuma atualização.

Agora, a Netflix se reuniu com o elenco protagonista da obra para confirmar que os novos episódios têm estreia agendada para dezembro de 2022, ainda sem dia exato.

Confira:

Na trama, um grupo de jovens delinquentes é transportado para um universo paralelo onde eles terão que participar de um intenso jogo de sobrevivência.

O primeiro ciclo já está disponível na plataforma.

A série foi dirigida por Shinsuke Sato.

Kento Yamazaki e Tao Tsuchiya estrelam a produção.

‘O Mandaloriano’: Terminam as filmagens da 3ª temporada!

Através das redes sociais, foi revelado que as filmagens da 3ª temporada da aclamada série ‘O Mandaloriano’ terminaram.

A iteração começou a ser rodada em julho de 2021 e, além da escalação do lendário Christopher Lloyd (‘De Volta para o Futuro’) em um papel misterioso, poucas informações haviam sido divulgadas até então.

Confira:

Lembrando que o próximo ciclo deve estrear somente em dezembro de 2022.

Enquanto isso, vale lembrar que a mais recente série baseada na saga ‘Star Wars é ‘O Livro de Boba Fett‘.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

A série também explora o domínio de Fett no submundo do crime depois de assassinar Bib Fortuna (Matthew Wood) e assumir o comando de Tatooine.

Fortuna era o leal servo de Jabba, o Hutt, e tomou o posto após a morte do chefe em ‘O Retorno de Jedi‘.

“‘The Book of Boba Fett‘, uma nova série original, estrelada por Temuera Morrison e Ming-Na Wen, com produção executiva de Jon Favreau, Dave Filoni e Robert Rodriguez, ambientada na mesma linha do tempo de ‘O Mandaloriano‘. A estreia acontece na Disney+ em 2021.” 

‘Star Trek: Strange New Worlds’: Novo teaser introduz a Cadete Uhura; Confira!

Paramount+ divulgou um novo teaser oficial de Star Trek: Strange New Worlds’, derivada de Star Trek: Discovery’ (via ComicBook.com).

O vídeo em questão introduz a Cadete Uhura, que acabou de sair da Academia da Frota Estelar e serve sob o comando do Capitão Christopher Pike na série pré-sequência. Celia Rose Gooding interpreta a nova versão da personagem.

Confira:

Lembrando que a série estreia no dia 05 de maio.

O show já foi renovado para a 2ª temporada.

O elenco é formado por Anson MountRebecca Romijn, Ethan Peck, Babs OlusanmokunChristina ChongCelia Rose GoodingJess Bush e Melissa Navia.

Paul Wesley, conhecido por seu trabalho em séries como The Vampire DiariesTell Me a Story, dará vida ao icônico Capitão James T. Kirk.

Jonatahn Frakes (‘Star Trek: The Next Generation’) entra como um dos diretores.

Depois de localizarem o outrora perdido Spock, a temporada terminou com a nave Discovery e sua tripulação viajando no futuro, enquanto Pike e o restante da Enterprise ficou para trás. A nova produção irá girar em torno dessas aventuras, “na década anterior ao aparecimento do Capitão Kirk”.

Akiva Goldsman, veterano da franquia, assina o roteiro do episódio piloto ao lado de Alex Kurtzman e Jenny Lumet.

O trio também entra como produtor executivo ao lado de Henry Alonso MyersHeather KadinRod Roddenberry e Trevor Roth.

Para os iniciantes na saga, o Capitão Christopher Pike apareceu na série original de 1960 por um episódio antes de ser interpretado por Bruce Greenwood nos filmes de J.J. Abrams. Número Um, a segunda comandante da nave, apareceu algumas vezes no show antes de ser ressuscitada por Romjin no ano passado. Spock, por sua vez, é um dos personagens principais de praticamente toda a franquia – e poucos não conhecem o personagem.

‘Naomi’ retorna com novos episódios no final de ABRIL; Confira a promo!

A CW divulgou a promo oficial de “Fallout”, 10º episódio da temporada de estreia de ‘Naomi’, série criada por Ava DuVernay (‘Olhos que Condenam’).

Ainda sem detalhes revelados, sabe-se que a produção retorna no dia 26 de abril, depois de quase um mês de hiato.

Confira:

Da indicada ao Oscar e vencedora do Emmy Ava DuVernay e de Jill Blankenship, o drama gira em torno de uma adolescente divertida, confiante e amante de histórias em quadrinhos à medida que mergulha numa jornada para encontrar seu destino escondido. Quando um evento sobrenatural abala a pequena cidade de Port Oswego, Naomi resolve descobrir suas origens, com a ajuda da melhor amiga, Annabelle. Ela também tem o apoio de seus pais adotivos, o veterano militar Greg e a linguista Jennifer.

Depois de um encontro com Zumbado, misterioso dono de um antigo estacionamento, a deixar impactada, Naomi busca ajuda de Dee, dono de um estúdio de tatuagem, que se torna seu mentor. Enquanto desenrola os mistérios sobre si mesma, Naomi também navega através das amizades na escola, incluindo o ex-namorado e atleta Nathan; o namorado de Annabelle, Jacob; um cidadão orgulhoso chamado Anthony; e a entusiasta de HQs Lourdes. Conforme Naomi viaja para os confins do Multiverso em busca de respostas, o que ela descobre vai mudar tudo o que acreditamos sobre super-heróis.

Amanda Marsalis, conhecida por seu trabalho em obras como Queen SugarOzark, comanda o episódio piloto.

DuVernay fica responsável pela produção ao lado de Blankenship, que também assina o roteiro.

Camila MorenoAlexander Wraith, Cranston JohnsonBarry WatsonMary-Charles JonesAidan GemmeMouzam MakkarWill Meyes e Daniel Puig completam o elenco.

Para quem não conhece, a HQ original foi escrita por Brian Michael Bendis, David F. Walker e Jamal Campbell e acompanha uma jovem forasteira que vem ao nosso mundo para protegê-lo de um genocida que destruiu seu mundo natal.

‘Superman & Lois’: Episódio de retorno da 2ª temporada ganha promo oficial; Confira!

A CW divulgou a promo oficial de “Bizarros in a Bizarro World”, décimo episódio da 2ª temporada de ‘Superman & Lois‘, estrelada por Tyler Hoechlin (‘Teen Wolf’) e Elizabeth Tulloch (‘Grimm’).

Ainda sem detalhes oficiais, sabe-se que capítulo vai ao ar apenas no dia 26 de abril, depois de quase um mês de hiato.

Confira:

Criada por Greg BerlantiTodd Helbing, a série faz parte do Arrowverse, que atualmente inclui ‘The Flash‘, ‘Supergirl‘, ‘Legends of Tomorrow‘, ‘Raio Negro‘ e ‘Batwoman‘.

Anos após enfrentarem vilões megalomaníacos, monstros caóticos em Metrópolis e invasores alienígenas que desejavam varrer a raça humana da face da Terra, o super-herói mais famoso do mundo, o Homem de Aço (também conhecido como Clark Kent), e a jornalista mais famosa dos quadrinhos, Lois Lane, enfrentam um dos maiores desafios de todos os tempos: lidar com o estresse, as pressões e as complexidades que surgem em ser pai nos dias de hoje.

Além desse complicado trabalho de criar dois meninos, Clark e Lois também se preocupam com o fato dos filhos Jonathan e Jordan poderem herdar os superpoderes kriptonianos do pai à medida que crescem. Retornando a Smallville para resolver algumas situações, o casal também se reencontra com Lana Lang, antiga namorada de Clark, e seu marido Kyle Cushing. Os adultos não são os únicos a cruzarem com antigas amizades, visto que os jovens membros da família Kent se reencontram com a filha rebelde de Lana e Kyle, Sarah.

Claro, nunca há um momento de paz na vida de um super-herói, especialmente com o pai de Lois, o General Samuel Lane, procurando por Superman para banir um vilão ou salvar o dia a qualqer momento. Enquanto isso, o retorno do casal para a idílica Smallville é acompanhado da aparição tanto de um estranho misterioso quanto de um magnata apaixonado chamado Morgan Edge.

O elenco ainda conta com Emmanuelle ChriquiInde NavarretteErik ValdezJordan ElsassAlexander GarfinDylan Walsh.

‘Cavaleiro da Lua’: Novo pôster dá destaque ao peixinho dourado de Steven Grant; Confira!

‘Cavaleiro da Lua‘ chega amanhã (30) ao catálogo da Disney+ e, agora, a Marvel Studios divulgou um novo pôster oficial dando destaque a… Um peixinho dourado.

O adorável animal pertence a Steven Grant e faz parte de algumas cenas bem engraçadas no primeiro e no segundo episódios, cuja crítica você confere aqui!

Veja:

No Rotten Tomatoes, a minissérie abriu com 73% de aprovação. Até o momento, foram 41 comentários positivos e 15 negativos, contabilizando 56 reviews.

Entre os principais comentários, os jornalistas destacaram a profundidade e imprevisibilidade do roteiro, aliadas às atuações de Isaac e Ethan Hawke, já considerado um dos melhores vilões da Marvel.

Além disso, outro aspecto marcante é a coragem da Marvel Studios ao se arriscar numa trama sombria e completamente diferente do que vem fazendo com as principais produções do MCU.

Mesmo assim, ainda há aqueles que esperavam mais e afirmam que a série não conseguiu cumprir com o que prometia nos trailers.

Confira as avaliações:

Oscar Isaac é uma grande adição ao MCU e Ethan Hawke já está classificado como um dos melhores vilões da Marvel até agora. Minha única reclamação é que seis episódios não são suficientes para ‘Cavaleiro da Lua‘ e eu já quero mais.” – JoBlo.

“Desde os primeiros episódios desta emocionante viagem ao lado mais sombrio da Marvel, estamos absolutamente envolvidos com a combinação de drama fundamentado… e horror que impulsiona o show.” – io9.

“‘Cavaleiro da Lua’ é um novo ponto de partida do MCU em tom e enredo, temperando a fórmula do gênero de super-heróis com uma pitada de comédia, terror e um toque de aventura à moda antiga.” – Empire.

“Se você pensou que as séries de TV de grande orçamento estavam esgotando sua capacidade de surpreender, preparem-se para ‘Cavaleiro da Lua’.” – The Daily Telegraph.

“Isaac sempre consegue chamar nossa atenção com as múltiplas personalidades por trás dos trajes.” – Cleveland Plain Dealer.

“Flashes de brilho oferecem um vislumbre da série mais introspectivo e imaginativa que nos foi prometida, e o final tem a oportunidade de entregar. No entanto, o mais recente lançamento da Marvel Studios na Disney + também é o mais decepcionante.” – FearHQ.

“‘Cavaleiro da Lua‘ permanece imprevisível de uma forma maravilhosa a cada passo do caminho.” – Matt Webb Mitovich.

“Parte comédia, parte ação-aventura e com toques de romance e horror, ‘Cavaleiro da Lua‘ é diversificado em sua narrativa, tornando-o estranho da melhor maneira possível.” – The Paste.

“Há muitos aspectos interessantes no ‘Cavaleiro da Lua‘, mas nem os quadrinhos nem este programa de TV com o nome dele sabem o que fazer com todos eles.” – Rolling Stone.

Nos quadrinhos, o personagem tem múltiplas personalidades, sendo a do mercenário Marc Spector a principal delas.

No entanto, a sinopse aponta que Isaac vai atuar majoritariamente como Steven Grant.

Confira:

“A série acompanha Steven Grant, um funcionário de uma loja de presentes, que é atormentado por apagões e memórias de outra vida. Steven descobre que tem transtorno dissociativo de identidade e compartilha um corpo com o mercenário Marc Spector. À medida que os inimigos de Steven/Marc se aproximam deles, eles devem navegar por suas identidades complexas enquanto mergulham em um mistério mortal entre os poderosos deuses do Egito.”

O elenco também conta com Ethan Hawke (‘A Entidade’) e May Calamawy (‘Ramy’).

Aaron Moorhead e Justin Benson (‘Synchronic’) serão os diretores da série, a partir dos roteiros escritos por Jeremy Slate (‘Umbrella Academy’).

Anne Hathaway | O que aconteceu com a carreira da vencedora do Oscar?

Vencedora do Oscar e com mais uma indicação ao maior prêmio do cinema em seu currículo, a jovem estrela Anne Hathaway esteve no topo do mundo como uma das “donas” de Hollywood em meados da década passada. De lá para cá, no entanto, sua carreira parece ter desandado, saindo dos trilhos. São pelo menos cinco produções consecutivas que se tornaram fracasso de crítica e/ou bilheteria estreladas pela talentosa atriz nos últimos cinco anos, sem que Hathaway consiga um único sucesso nesse tempo. Assim, aqui em nossa nova matéria, iremos revisitar a carreira desta renomada intérprete e analisar mais de perto suas escolhas equivocadas nos últimos anos. Confira abaixo.

Anne Jacqueline Hathaway é nativa do Brooklyn, Nova York, e começou sua carreira nas telas em 1999 ao lado de Jesse Eisenberg na série Caindo na Real (Get Real), aos 17 aninhos de idade. O programa não vingou e foi cancelado logo em sua primeira temporada, mas o destino de Hathaway estava traçado e ela seguiu para estrelar o que seria a porta de entrada a fama: o infantil O Diário da Princesa (2001), da Disney – que ano passado completou 20 anos de lançamento. Com isso podemos perceber que Hathaway está ativa nas telonas há duas décadas, a tornando um dos nomes mais experientes de sua geração.

Três anos depois de sua revelação, e a atriz continuva “presa” a papeis inocentes em produções miradas para toda a família, como Uma Garota Encantada e a continuação de O Diário da Princesa. Foi nessa época também, em 2004, que Hathaway, uma soprano bem avaliada de Nova York, esteve na disputa pelo papel de Christine no musical O Fantasma da Ópera (2004), de Joel Schumacher, mas conflitos de agenda a fizeram desistir da personagem, que terminou nas mãos de Emmy Rossum.

Para evitar o estereotipo em personagens infantis, Hathaway decidiu ousar e demonstrar que já era mulher, e não mais uma menina – como Hollywood a enxergava no período. Assim, em 2005 vieram papeis mais arriscados e dramáticos em obras como Garotas sem Rumo (onde encarou suas primeiras cenas de nudez) e O Segredo de Brokeback Mountain – ambos desempenhos rendendo elogios para a atriz. Depois da nova investida, veio o segundo grande ponto de virada na carreira de Anne Hathaway: O Diabo Veste Prada (2006) – filme no qual atuou ao lado da irretocável Meryl Streep e pelo qual ainda é lembrada até hoje. O longa se tornou um fenômeno e serviria para marcar o grande sucesso da carreira da atriz – quiçá até hoje.

O leque performático de Anne Hathaway estava aberto e ela seguia encarando personagens desafiadoras. Daí foi um passo para a primeira indicação ao prêmio máximo do cinema, o Oscar, que ocorreu aos 27 anos de idade, dez depois de sua estreia nas telinhas, em 2009 com O Casamento de Rachel, onde interpreta uma jovem problemática que vive entrando e saindo de clínicas de reabilitação, e precisa se manter “limpa” e longe de problemas para o casamento da irmã mais velha.

O status de superestrela foi alçado a partir disso, e logo Anne Hathaway estava por todos os lados, fosse como chamariz em comédias e romances (vide Noivas em Guerra, Idas e Vindas do Amor, Amor e Outras Drogas e Um Dia), dublando em animações famosas (vide Rio) ou como parte de superproduções que arrasavam nas bilheteiras (Alice no País das Maravilhas, de Tim Burton). E nessa escalada podemos dizer que a atriz sentou no topo do mundo em 2012; primeiro por ser eleita a nova Mulher-Gato do cinema, sucedendo a inigualável Michelle Pfeiffer – mas não apenas isso, como adentraria o universo prestigiadíssimo do Cavaleiro das Trevas criado por Christopher Nolan, na conclusão da trilogia em O Cavaleiro das Trevas Ressurge. E o melhor, Hathaway não fez feio na pele da anti-heroína. No mesmo ano, mais magra e abatida (tendo perdido peso para o papel), a estrela entregaria a performance que lhe renderia a vitória no Oscar, como a sofredora Fantine no musical operístico Os Miseráveis.

Teria sido Anne Hathaway, como tantas antes dela, vítima da chamada “maldição do Oscar”? Bem, não necessariamente, já que após sua vitória, a estrela seguiu em produções que se tornaram sucesso de crítica e/ou público – algumas das quais são enaltecidas até hoje, como Interestelar (em nova parceria com Nolan) e Um Senhor Estagiário (um O Diabo Veste Prada às avessas). A carreira da atriz começaria a sair dos trilhos há mais ou menos cinco anos, em 2016. Neste período ela participaria da continuação de Alice no País das Maravilhas (Alice Através do Espelho), blockbuster que quase ninguém deu atenção, e Colossal, drama de alto conceito que mistura cinema independente com filme de monstros gigantes. A ideia é boa, mas resultou num longa pouco visto e rapidamente esquecido.

O pior ainda estaria por vir, no entanto. Após a recepção no mínimo morna (para não dizer fria) e a falta de entrosamento do elenco de peso em Oito Mulheres e um Segredo (2018) – reimaginação só com mulheres para a franquia dos Onze Homens e um Segredo -, o que fez escoar para o ralo a possibilidade de uma sequência; Hathaway sentiria o peso do ano de 2019 em sua carreira. Primeiro a estrela protagonizaria o incompreensível Calmaria – pseudo thriller noir que prometia uma premissa interessante, mas renderia a reviravolta mais negativamente extasiante de anos recentes; não por menos se tornando um must nas listas dos piores dos últimos tempos. Depois seria a vez da refilmagem sem energia, sem alma, sem coração, sem gás e, o pior, sem graça As Trapaceiras – reformulação de Os Safados (1988), que mais uma vez substitui o elenco masculino pelo feminino, e coloca Hathaway em mais uma parceria sem qualquer química (desta vez com Rebel Wilson) e numa atuação extremamente forçada e desinteressada.

Com três flops em sequência, a carreira de Hathaway foi tomando danos e nem mesmo bons filmes como O Preço da Verdade a fariam tomar novo fôlego – em especial aqui por este ser um veículo para Mark Ruffalo, no qual muitos sequer lembram da participação da atriz. Hathaway, infelizmente, não teria espaço para manobra – já que seguiria com projetos como A Última Coisa que Ele Queria – execrado pela crítica (novamente figurando em muitas listas de piores) e esnobado pelo público -, o remake do cult Convenção das Bruxas (igualmente ignorado, mesmo tendo direção do prestigiado Robert Zemeckis); e encerrando (até o momento) a fase “nuvem negra”, Locked Down – o filme “sobre o confinamento”, o qual passamos durante o isolamento social devido à Covid-19. A ideia do pioneirismo para falar sobre o tema, um lançamento para a HBO Max, resultou em novo bater de ombros do público e desdém da crítica.

Nesse período de “vacas magras” para sua filmografia, um dos poucos acertos foi o episódio “Take me as I am, Whoever I am” da série Modern Love (2019), no qual Anne Hathaway interpreta uma jovem sofrendo de transtornos resultantes da depressão.

Uma tática que a estrela poderia aplicar em sua carreira para conseguir domar melhor a imprevisibilidade dos resultados de suas produções foi a utilizada pela colega Reese Witherspoon. Em baixa com seus filmes no cinema, Witherspoon resolveu ela mesma “pôr a mão na massa” e através de sua produtora selecionou a dedo os projetos que se envolveria. E para isso, a atriz precisou recorrer à TV, já que os bons papeis para mulheres nas telonas eram cada vez mais escassos. Assim nasciam Big Little Lies, Pequenos Incêndios por Toda Parte e The Morning Show – três grandes sucessos bancados e estrelados por Witherspoon (e grande elenco) para plataformas como a HBO, a Hulu (no Brasil Amazon) e Apple. Com a empreitada Witherspoon recuperou seu prestígio como uma das rainhas atuais de Hollywood e voltará às telonas em breve com Legalmente Loira 3 repleta de moral.

Anne Hathaway também já produziu seus próprios longas, mas suas escolhas foram por obras do cinema independente que passaram em branco pelo público e não causaram o impacto planejado (o ignorado Uma Canção e o citado Colossal). Em breve, Hathaway poderá tentar de novo com The Lifeboat, projeto dos sonhos para a atriz, o qual ela vem tentando tirar do papel há algum tempo. Produzido e estrelado por ela, trata-se da adaptação do livro de Charlotte Hogan sobre uma mulher indo a julgamento por assassinato, e relatando sua experiência como sobrevivente de um naufrágio – o problema é que o barco salva-vidas carregava pessoas demais. Fora isso, também estará no próximo filme de James Gray, o diretor de Ad Astra – Rumo às Estrelas, a ser lançado este ano. Trata-se do drama Armageddon Time, uma história de amadurecimento passada no Queens da década de 1980. Que bons ventos cheguem e tragam novo fôlego para a carreira desta talentosa jovem atriz.

Fãs do SnyderVerse foram à Discovery/Warner pedir filme solo do Batman com Ben Affleck

Depois que Zack Snyder ganhou o Oscar Popular com por ‘Army of the Dead‘, os fãs do SnyderVerse viram a força que possui o cineasta e decidiram investir em uma nova campanha: agora eles pedem que seja feito um filme solo do Batman com o Ben Affleck a frente da direção e também estrelando o longa.

E como ficar parado não resolve nada, os fãs resolveram fazer uma nova loucura, alugando um outdoor móvel para colocar em frente do edifício da Discovery em Nova York, nova companhia major da Warner, onde estava escrito: “Pedimos para que você faça o filme solo do Batman de Ben Affleck. O texto estava endereçado para David Zaslav, presidente da Discovery.

Veja abaixo o registro:

A Discovery Inc e a Warner Bros. Pictures estão em fase de união entre as empresas, e os fãs do SnyderVerse estão vendo isso como uma esperança para que alguns elementos dele sejam resgatados. Por sinal, Ben Affleck vai fazer o Batman será em ‘The Flash’, que tem direção de Andy Muschietti (‘IT: A Coisa’), enquanto Christina Hodson (‘Aves de Rapina’) cuida do roteiro.

TENSO suspense estilo ‘A Morte pede Carona’ com Russell Crowe estreia na HBO Max

Um tenso suspense estrelado por Russell Crowe acaba de ser lançado no catálogo da HBO Max.

‘Fúria Incontrolável’ (‘Unhinged’), que segue o mesmo estilo do clássico ‘A Morte pede Carona‘, já está disponível para ser assistido.

A história gira em torno de uma mulher chamada Rachel (Caren Pistorius), que se envolve em uma discussão nada amigável no trânsito no momento errado e com o motorista errado (Russell Crowe).

Assista ao trailer:

No Rotten Tomatoes, o longa recebeu 48% de aprovação e nota 5.3/10, com base em 200 reviews até o momento.

Segundo o consenso geral, “Crowe consegue ser um vilão compulsivamente assistível, mas [o longa] peca na falta de inteligência ou profundidade para superar sua premissa barata”.

Confira as críticas:

“Um sádico e mediano thriller” – Chicago Tribune.

“Até com simples relances, Crowe continua nos fazendo duvidar de tudo” – London Evening Standard.

“O comentário social abrangente logo se rende a um filme de perseguição encardido e horrível” – Chicago Sun-Times.

“A atuação satisfatória de Russell Crowe merece algo mais inteligente” – Time Out.

“Se isso ainda não aconteceu a você, você deve estar pegando o trem ou o ônibus para o trabalho” – Movie Nation.

‘Fúria Incontrolável’ é dirigido por Derrick Borte, com roteiro assinado por Carl Ellsworth e produção de Lisa Ellzey.

Caren PistoriusJimmi Simpson completam o elenco.

Suposta duração revela que ‘Doutor Estranho 2’ será o 4º filme MAIS LONGO da Marvel…

Segundo uma listagem do site nacional Ingresso.com, a aguardada sequência Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ será uma das produções mais longas da Marvel Studios.

As informações indicam que o filme terá nada menos que 148 minutos (2 horas e 28 minutos) de duração. A encargo de comparação, apenas outros três entradas do panteão super-heroico têm maior tempo de tela: ‘Vingadores: Ultimato’ (182 minutos), ‘Eternos’ (157 minutos) e ‘Vingadores: Guerra Infinita’ (149 minutos).

Lembrando que o longa estreia nos cinemas nacionais em 05 de maio de 2022.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Sam Raimi fica responsável pela direção.

Viaje para o desconhecido com o Doutor Estranho, que, com a ajuda de aliados místicos antigos e novos, atravessa as realidades alternativas alucinantes e perigosas do Multiverso para enfrentar um novo e misterioso adversário. 

Benedict Cumberbatch e Elizabeth Olsen irão estrelar a sequência, que também contará com Chiwetel EjioforRachel McAdamsBenedict WongXochitl Gomez.

 

Homem busca vingança no trailer de ‘Coração Marcado’, nova série da Netflix

A Netflix divulgou o primeiro trailer da série ‘Coração Marcado‘.

Confira:

A produção será lançada na plataforma no dia 20 de abril.

A série foi criada por Leonaro Padron.

Ele só queria se vingar da organização de tráfico de órgãos que assassinou sua esposa, mas acabou se envolvendo com a mulher que recebeu o coração dela.

O elenco conta com Michael Brown, Ana Lucía Domínguez, Sebastián Martínez, Margarita Muñoz, Moisés Arizmendi, Valeria Emiliani e Julián Cerati.

Crítica | Tim Federle comanda o adorável e celebratório musical ‘Apresentando, Nate’

Criar um musical original não é uma tarefa fácil – ainda mais quando inúmeros produções do gênero já encantaram o público ao redor do mundo. Dentre os poucos que realmente funcionaram nos últimos tempos, tivemos o aclamado ‘La La Land: Cantando Estações’, que levou para casa diversos Óscares e, mesmo assim, não partiu de uma premissa essencialmente inovadora, focando no romance entre duas pessoas diferentes que se envolveram a partir da arte e dos sonhos perdidos. Agora, o Disney+ deu sinal verde para a adaptação fílmica do romance ‘Apresentando, Nate’ (sem tradução oficial para o Brasil), comandada pelo próprio autor, Tim Federle.

Para aqueles que não conhecem, Federle não é um nome desconhecido no cenário audiovisual, ganhando fama depois de assinar alguns musicais da Broadway e encabeçar o roteiro de episódios da recente ‘High School Musical: O Musical: A Série’, da Casa Mouse. Considerando seu competente trabalho, não é nenhuma novidade que ele tenha sido escalado para levar a obra em questão às telas, em vez de contratarem outra pessoa que, provavelmente, não conseguiria capturar o espírito da narrativa. E, contrariando nossas expectativas, o resultado do longa-metragem é bem aprazível e traz mensagens muito importantes para os dias de hoje, desde aceitação e empoderamento até a necessidade de corrermos atrás de nossos sonhos.

O enredo é centrado em Nate Foster (Rueby Wood em sua estreia no escopo cinematográfico), um jovem de treze anos cujo maior desejo é se tornar um astro da Broadway. Morando em Pittsburgh, Nate tem um conhecimento surpreendente sobre peças musicais e faz delas um mote para acordar e se encontrar com sua melhor amiga, Libby (Aria Brooks), que sempre o acompanha em suas empreitadas. O problema é que ninguém além de Libby parece compreender Nate, visto que ele sofre bullying no colégio e parece desvanecer em casa perante o astro dos esportes Anthony (Joshua Bassett), seu irmão mais velho que não perde a chance de atazaná-lo. As coisas mudam por completo quando ele descobre que os diretores de elenco do musical ‘Lilo & Stitch’ estão realizando audições em Nova York, levando-o, junto a Libby, para uma das maiores metrópoles do planeta em uma divertida e inspiradora jornada que tem todos os elementos que mais gostamos em obras do gênero.

Wood e Brooks são as principais estrelas do filme e nos encantam desde o primeiro momento em cena: o jovem ator-mirim comanda com grandiosidade os atos musicais, que fazem referência a clássicos como ‘Cantando na Chuva’, ‘Mary Poppins’ e ‘Pippin’’, e se rende a uma carga dramática que nem sequer passa perto dos convencionalismos novelescos – apostando em uma nova geração de adolescentes que sabe o que quer e que sabe como utilizar sua voz para lutar contra as injustiças; Brooks, por sua vez, age como uma adulta e encarna as quebras de expectativa como uma comediante experiente (cortesia de um ácido roteiro também supervisionado por Federle).

Em contraposição aos sonhos incontroláveis dos que ainda não se decepcionaram com a realidade, temos Lisa Kudrow, nossa eterna Phoebe Buffay, em um de seus melhores papéis em mais de uma década. Kudrow interpreta Heidi, tia de Nate que se afastou da família após uma impactante discussão com a irmã, e que vive em um loft do Queens, tentando, mesmo depois de tantos anos, conseguir seu grande sucesso como atriz. É esse conflito intergeracional que vêm à tona e preenche a aventura onírica do protagonista titular com uma boa dose de realismo, pincelada com a química invejável entre cada um dos atores. Kudrow e Wood, inclusive, nos convidam para uma belíssima cena em que a dupla fala sobre como as outras pessoas encaram quem é diferente – e que não há nada de errado em se destacar em meio à multidão.

É claro que lidamos com tropeços no meio do caminho, como o desequilibrado ritmo estrutural do primeiro ato – cujo maior sucesso é apresentar os personagens e dar a eles seus respectivos arcos para que, enfim, a história comece. Considerando o teor infanto-juvenil da narrativa, esses comodismos, que não buscam à voraz ambição desmedida da revolução estética, funcionam em boa parte e contribuem para dar a atmosfera da trama, enquanto reviravoltas interessantes nos aguardam nos eventos futuros. Além disso, há uma certa caracterização própria dos estúdios Walt Disney que aparece volta e meia na composição dos quadros e na paleta de cores – que nos remete à adorada trilogia ‘High School Musical’, por exemplo.

‘Apresentando, Nate’ é um adorável, singelo e simples conto que celebra a os sonhos e as diferenças – e que dá destaque a um elenco fantástico que não permite que os espectadores se cansem dessa vibrante história. Uma adição realmente surpreendente ao catálogo do Disney+ e que é a pedida perfeita para um fim de semana em família.

Primeiras Impressões | ‘Cavaleiro da Lua’ peca na estrutura, mas entrega uma narrativa divertida e com muito potencial

Como alguém que não tem muito contato ou conhecimento sobre super-heróis, escrever uma crítica sobre uma produção de tal gênero é um trabalho complexo. Entretanto, se há algo que aprendi nos anos que trabalho como redator da área de entretenimento, é que a obra original e sua adaptação, seja fílmica ou televisiva, deve ser analisada essencialmente dentro do escopo artístico em que está – e, em minha modesta opinião, essa deve ser a medida adotada para aqueles que estão ansiosos para a mais nova entrada da Marvel Studios, ‘Cavaleiro da Lua’.

A série, que continua a vibrante e ambiciosa Fase 4 do Universo Cinemático Marvel depois das conterrâneas, ‘WandaVision’, ‘Falcão e o Soldado Invernal’, ‘Loki’, ‘What If…?’ e ‘Gavião Arqueiro’, constrói em seus dois primeiros episódios uma história bastante diferente da que estamos acostumados dentro desse panteão recheado de icônicos personagens, apostando fichas em uma simples aventura que inicia com o pé direito, ainda que não ouse para além do óbvio dentro de uma narrativa familiar. Recheada de potencial e guiada por performances de um elenco de ponta, o show é um passo interessante para o MCU e rende-se a uma atmosfera bem costumeira por qualquer um que já tenha assistido a ‘Indiana Jones’ ou a ‘A Múmia’ – e não me refiro a inspirações artísticas, e sim ao teor dos longas-metragens que é emprestado a ‘Cavaleiro da Lua’.

Se você não se importa com investidas convencionais, o episódio piloto faz exatamente aquilo que deveria: apresentar o personagem principal e os obstáculos que ele enfrentará em sua instigante jornada de autodescoberta e aceitação do destino – um termo que pode parecer anacrônico, mas que faz sentido considerando o que nos foi mostrado até agora. O enredo nos introduz a Steven Grant (Oscar Isaac), um rapaz londrino que trabalha no estande de vendas de um museu e sofre para ter uma noite boa sequer – com flashes de acontecimentos que não consegue separar em realidade ou imaginação. Obrigado a se amarrar à cama com uma corrente e a fazer o possível para que não saia de casa, ele descobre que, na verdade, divide a mente Marc Spector, um mercenário impiedoso a serviço do temido e milenar deus egípcio Khonshu. É claro que, a princípio, ele acredita estar sofrendo de alucinações, mas logo seu transtorno dissociativo de imagem fala mais alto e ele se vê arrastado para um jogo de vida ou morte.

Não há nada novo a ser visto aqui, com exceção da mistura gritante de gêneros que varia da simbólica aventura museológica ao suspense dramático – talvez com mais força do que em produções similares da Marvel. O criador e showrunner Jeremy Slater, famoso por seu trabalho nas séries ‘The Exorcist’ e ‘The Umbrella Academy’, demonstra saber com o tipo de material com que lida e entrega um projeto sólido, por mais que deixe de lado aspectos que poderiam ser mais bem explorados nesses capítulos iniciais. A predileção pela mitologia egípcia é notável e nos chama a atenção por se inserir de forma tão fluida aos dias atuais – seja pela tradução imagética de Khonshu, seja pelas menções à entidade demoníaca Ammit ou à enéade dos deuses antigos, que terão papel essencial no desenrolar da trama.

Os maneirismos da Marvel aparecem, incluindo quebras de expectativas constantes, diálogos inesperados e uma desconstrução do famigerado maniqueísmo aventuresco. Os deslizes, dessa maneira, se aglutinam em uma bola de neve que se estende para cada aspecto do show, manchando, por exemplo, o roteiro, que é ofuscado brevemente por falas sem sentido e por uma despreocupação em fornecer qualquer explicação aos espectadores novatos (o que é problemático, considerando que a ideia é arquitetar uma narrativa que seja aferida pela totalidade do público); ou então a montagem, que mergulha num frenesi de ação ao mesmo tempo envolvente e exaurível – e aqui menciono a ótima sequência de perseguição, que consegue apresentar todos os lados da conturbada personalidade de Steven/Marc; além disso, lidamos com um problema de ritmo que concentra esse torpor em pequenos microcosmos borbulhantes, impedindo-o de se mostrar por completo.

Isaac entrega uma atuação aplaudível e divide os holofotes com a aparição amedrontadora de Ethan Hawke como Arthur Harrow, discípulo de Ammit e principal antagonista da minissérie. Steven não tem ideia do que Arthur quer e, ainda assim, se colocou em seu caminho ao roubar um pequeno escaravelho dourado que servirá para trazer a deusa de volta à vida e limpar o planeta de pessoas que tenham más intenções e cujo futuro termina na escuridão – uma causa “nobre” que nos remete aos vilões de ‘Aquaman’ e ‘Vingadores’. O mais intrigante é como Hawke e Isaac conversaram entre si para engendrar personalidades conflitantes entre os dois personagens, auxiliando na diferenciação dos dois e de que forma cada um se comporta dentro de seu mundo e de suas ideologias. May Calamawy, que interpreta Layla El-Faouly, também dá as caras, mas é esquecido em meio a um deus ex machina que finaliza a segunda iteração.

Entre altos e baixos, ‘Cavaleiro da Lua’ se mostra afável a mudar as coisas dentro do MCU – o que já era de se esperar, visto que o próprio diretor Mohamed Diab comentou que o personagem terá importância significativa dentro do panteão super-heroico pelos próximos dez anos. A desequilibrada estrutura não deve ser o bastante para afastar os fãs da produção, mas é inegável dizer que, para as próximas semanas, um pouco mais de ousadia e coesão não faz mal a ninguém.

Novo ‘Transformers’ ganha seu primeiro banner

Transformers: O Despertar das Feras‘ teve seu primeiro banner divulgado no evento Ignite da Hasbro para investidores.

A imagem mostra o título do filme em primeiro plano e um antigo símbolo circular ao fundo cercado por vegetação verde, dando à franquia um visual mais primitivo do que antes.

Os símbolos podem sugerir as Feras que aparecerão no filme. Existem representações de figuras que lembram Optimus Primal, Rhinox, Airazor e Scorponok.

Confira a arte, divulgada pelo Movie Web:

Transformers: O Despertar das Feras‘ será o primeiro filme de uma nova trilogia e se passará em 1994, mostrando dois humanos do Brooklyn que entram em um antigo conflito que se relaciona com três facções de Transformers. O filme será dirigido por Steven Caple Jr.

“Queríamos dar ao público muitas novidades. Nós esgotamos, eu diria, a batalha entre os Autobots e os Decepticons. Então encontramos um novo conjunto de vilões e prioridades, salvar o mundo é deixado para os Autobots e, neste caso, os Maximals. Parte das novidades, se você já viu os outros filmes, você verá vilões que nunca viu antes e muitos elementos que nunca fizemos antes.”, explicou o produtor Lorenzo di Bonaventura

Transformers: O Despertar das Feras‘ estreia apenas em 8 de junho de 2023.

As filmagens já foram encerradas no Peru.

Confira a sinopse e fotos:

Voltando à ação e ao espetáculo que capturou pela primeira vez os espectadores ao redor do mundo 14 anos atrás com o ‘Transformers‘ original, ‘Transformers: O Despertar das Feras‘ levará o público à uma aventura pelo mundo, ambientada nos anos 90, e apresentará os Maximals, Predacons e Terrorcons à batalha existente na Terra entre Autobots e Decepticons.

O grande vilão será o Scourge, que incorpora pedaços de Transformers derrotados em seu corpo. Também teremos o Optimus Primal, o gorila líder dos Maximals, confidente de Optimus Prime.   

A história se passará em Machu Picchu, no Peru, na América do Sul e nos Estados Unidos.

 

Anthony Ramos (‘Em um Bairro de Nova York’) e Dominique Fishback (‘Judas e o Messias Negro’) são os astros do próximo filme da franquia, que teve roteiro escrito por Joby Harold (‘Rei Arthur: A Lenda da Espada’).   

Lançada em 2007, a saga cinematográfica Transformers sempre teve performance considerável nas bilheterias, apesar das duras críticas negativas à grande parte dos filmes. Dirigida por Michael Bay, os cinco primeiros capítulos arrecadaram mais de US$4,3 bilhões, enquanto o spin-off Bumblebee, comandado por Travis Knight, conquistou 92% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadou quase US$469 milhões.

Nas trilhas de ‘Drive my Car’: Selecionamos Grandes Filmes JAPONESES para você assistir!

O cinema japonês é um dos mais aclamados de todo o mundo tendo mais de 100 anos em sua história emocionando cinéfilos e cinéfilas com seus filmes detalhistas, sensíveis e que geram diversos pensamentos em nosso refletir.

Primeiro filme japonês a entrar na lista de Melhor Filme do Oscar, Drive my Car marcou história essa ano com quatro indicações à estatueta mais desejada do mundo do cinema. Esse país, que já produziu tanta coisa boa, tem uma filmografia imensa e buscando resgatar na nossa memória recente alguns grandes filmes japoneses dos últimos anos, segue abaixo uma lista com ótimas sugestões:

 

Pais e Filhos

Depois do maravilhoso trabalho O Que Eu Mais Desejo, o diretor japonês Hirokazu Koreeda volta a falar sobre a relação da família no seu projeto, o cativante Pais e Filhos. Usando de uma simplicidade e uma delicadeza impressionante, o filme é uma grande jornada sentimental nas escolhas difíceis que pais e filhos se envolvem. O espectador é alvo fácil de cada palavra, cada sentimento, contidos em todas as linhas desse roteiro. Na trama, acompanhamos Ryota Nonomiya (interpretado pelo ótimo ator Masaharu Fukuyama), um homem bem resolvido na vida que vive com sua mulher Midori Nonomiya (Machiko Ono) e seu único filho Keita. Muito disciplinador e sempre se decepcionando com seu filho, Ryota faz de tudo para que nada fuja mais do seu controle. Certo dia, o hospital onde Keita nasceu surpreende essa família com a notícia de que o menino não é o filho biológico deles. A partir disso, escolhas difíceis terão que ser tomadas se unindo num mar de razão e emoção complicado de navegar.

 

Vidas ao Vento

No mundo dos sonhos, tudo é permitido. Na realidade, tudo precisa ser vivido como a sensação gostosa de sentir o vento bater em nosso corpo. Contando a história real de Jiro Horikoshi, um dos maiores designers de avião da história da aviação, o premiado artista japonês Hayao Miyazaki voltou as telas anos atrás. Em uma época de afirmação militar buscada por todas as grandes potências do planeta, toda a esperança da aviação japonesa se encontra nas mãos do sonhador engenheiro Jirô Horikoshi. O jovem míope sempre sonhou em ser um grande piloto mas por não ter todas as qualidades para tal se forma na universidade entre os primeiros da turma e se torna uma referência como designer de aviões. Quando consegue uma chance para trabalhar em uma grande fábrica, Jirô precisará sonhar cada vez mais para realizar seu feito mais marcante. Ao mesmo tempo, encontra o grande amor que sofre com uma doença maligna.

 

Her Love Boils Bathwater

A mãe compreende até o que os filhos não dizem. Chega do Japão um dos filmes mais sensíveis e emocionantes dos últimos anos, uma mescla de comédia delicada com drama intenso que entra em nossos corações como uma flecha recheada de sentimentos bons. Her Love Boils Bathwater, ou no original, Yu wo wakasuhodo no atsui ai, foi o indicado ao Oscar do Japão ao Oscar anos atrás. Escrito e dirigido pelo cineasta Ryôta Nakano o filme apresenta a jornada de uma inesquecível personagem em busca do preenchimento de lacunas esquecidas em seu passado depois que descobre uma terrível doença. A sensibilidade que o filme preenche suas emoções é algo raro e transforma esse trabalho em um dos mais bonitos desses últimos meses.

Na trama, conhecemos a super querida Futaba (Rie Miyazawa, em uma atuação absolutamente fantástica) que mora sozinha com sua filha Azumi em uma casa humilde no delicioso Japão. Certo dia, Futaba descobre que tem uma doença terminal e quase paralelamente descobre onde seu ex-marido, que a abandonara, está morando. Vendo que precisa ter o ex-marido por perto, deixa ele voltar para a sua vida, sendo que o mesmo traz junto uma outra criança fruto de um caso que ele teve. Assim, os quatro embarcarão em uma jornada repleta de segredos para ajudar Futuba a realizar seus últimos desejos em vida.

 

Verão Feliz

Quando a tristeza pela decepção encontra as metáforas da vida. Indicado à Palma de Ouro em Cannes em um ano que tinha como concorrentes Almodóvar, Lynch, irmãos Dardenne, Greenaway, Manoel de OLiveira, Jarmusch, Sokurov, Egoyan, Bellocchio entre outros, Verão Feliz mostra a saga de um homem sem trabalho e um garoto criado pela avó que, quase sem direção, e contando com a ajuda além de caronas de desconhecidos, embarcam em uma aventura à procura da mãe do garoto que levarão na memória por toda uma vida. Contendo a força da delicadeza em todas as esferas, Takeshi Kitano, que escreve e dirige esse lindo trabalho, consegue encher de emoções e alguns risos as duas horas de projeção. Poucos são os diretores que com bastante sutileza nos mostram emoções com suas lentes.

Na trama, conhecemos Masao (Yusuke Sekiguchi) um triste menino, de olhar para baixo, que está sem amigos para brincar durante as férias. Ele é criado desde sempre pela sua avó já que sua mãe nunca aparece pois trabalha em uma outra cidade para poder sustentar ele. Certo dia, Masao resolve ir atrás de sua mãe e para isso vai contar com a inusitada ajuda de um amigo de sua avó, Kikujiro (Takeshi Kitano) um homem que vive seus dias sem muitos objetivos ao lado da esposa (Kayoko Kishimoto).  Assim, passando por diversas situações, ambos embarcam em uma saga à procura da mãe do menino.

Zoë Kravitz DEBOCHA de caso envolvendo Will Smith e Chris Rock no Oscar; Entenda!

O mundo inteiro sabe de toda polêmica causada por Will Smith no Oscar, onde o ator deu um tapa no rosto de Chris Rock, após o apresentador fazer uma piada com Jada Pinkett-Smith, a respeito de sua queda capilar em decorrência de uma doença. Muitos artistas de Hollywood deram suas opiniões a respeito da agressão, inclusive Zoë Kravitz, que zombou de toda situação.

A atriz que deu vida a Mulher-Gato, em ‘Batman‘, publicou uma foto em sua conta no Instagram, quando esteve no tapete vermelho do Oscar 2022, escreveu: “Aqui está uma foto do meu vestido no show onde aparentemente agredimos as pessoas no palco agora.”

A “zoeira” não parou por aí, ela também debochou da situação ao publicar outra foto com a seguinte legenda: “E aqui está uma foto do meu vestido na festa depois da premiação — onde aparentemente gritamos palavrões e agredimos as pessoas no palco agora.”

Ao ser questionada por uma fã se concordava com a atitude de Smith em defender a esposa Jada Pinkett-Smith, Kravitz respondeu um simples e claro “NÃO!”.

‘Cavaleiro da Lua’ | O que esperamos da série?

Faltando poucas horas para a estreia de Cavaleiro da Lua no Disney+, o CinePOP encerra seu especial de preparação para a série com uma matéria sobre nossas expectativas para a nova produção da Marvel.

Caso não tenha acompanhado o especial, você pode conferir o material lançado anteriormente clicando nos links abaixo:

A origem do Cavaleiro da Lua;
As múltiplas personalidades do Cavaleiro da Lua;
Os vilões do Cavaleiro da Lua;
O personagem da vida real que inspirou o vilão de Cavaleiro da Lua;

Oscar Isaac

O grande destaque da série desde que foi anunciada foi a escalação de Oscar Isaac para viver o protagonista. Extremamente versátil, o ator é um dos expoentes de Hollywood nos últimos anos e costuma se entregar muito a seus papéis. E como o personagem é bastante complexo, esperamos que ele possa surtar ao máximo, tendo momentos de ação, medo e insegurança, passando bastante veracidade a um anti-herói que sofre com Transtorno Dissociativos de Identidade.

As várias faces da lua

Outro ponto que faz do Cavaleiro da Lua algo único no mundo das HQs, e que agora esperamos que seja adaptado para as telinhas, são as várias personalidades que habitam em sua cabeça. Marc Spector, Steve Grant (numa versão diferente dos quadrinhos), Cavaleiro da Lua e Senhor Da Lua já estão confirmados, faltando a princípio a personalidade do taxista Jake Lockley. Mas fato é que essas quatro personalidades distintas já são o bastante para entregar algo único no MCU até o momento. Ficamos na expectativa para que isso seja bem trabalhado e explorado.

O lado sombrio da Lua

Um dos pontos mais incríveis do Cavaleiro da Lua nos quadrinhos é que ele não dá porrada fofa para poupar os inimigos. Como ele é motivado a defender os interesses de uma divindade egípcia, ele é capaz de agredir seus adversários das formas mais brutais possíveis, como no caso em que ele desfigurou completamente o rosto de seu Nêmesis, ou na vez em que ele estraçalhou um golfinho como parte do rito de entrada para um grupo. Como a série está sendo lançada no Disney+, não dá para esperar cenas gráficas, como nas séries da Netflix, que mostravam o Demolidor (Charlie Cox) causando fraturas expostas e coisas do tipo, mas se a produção trouxer uma violência mais bruta, mais crível do que a mostrada nos filmes dos Vingadores, por exemplo, já será fantástico. Isso implicaria talvez num abordagem mais séria, o que seria incrível para esse personagem.

Cultura Egípcia

A parte mais importante de ter um diretor egípcio é a garantia de que ele trará uma abordagem respeitosa e instigante sobre sua própria cultura. Ao longo dos anos, Hollywood retratou o Egito como uma terra de fantasias e costumes exóticos. No entanto, o país no norte africano é muito mais do que isso, ostentando uma cultura riquíssima e possibilitando situações interessantes para o protagonista. Além disso, a trama vai envolver uma possível guerra entre divindades históricas egípcias, como o Khonshu, o que promete mudar de vez a escala de poderes e influência do MCU, já que, diferente dos deuses nórdicos, que era alienígenas, os egípcios devem ser tratados como deuses mesmo.

Ameaça complexa

Tal qual o protagonista, o vilão principal parece ser um poço de complexidade. Interpretado por Ethan Hawke, Arthur Harrow será o líder de um culto que o enxerga como uma figura messiânica que pretende trazer o bem para o mundo. Inspirado em um lunático da vida real, o vilão acredita estar fazendo o que é certo e aparentemente terá ligação com deuses egípcios rivais ao que é defendido pelo Cavaleiro da Lua. Esse embate ideológico e divino promete um confronto com potencial para ser um dos maiores do MCU até agora.

Cavaleiro da Lua estreia no Disney+ às 5h desta quarta-feira (30).

‘The Umbrella Academy’: Personagem de Elliot Page vai se declarar transgênero na 3ª temporada da série

Na série da Netflix, ‘The Umbrella Academy‘, Elliot Page interpretava a mulher cisgênero Vanya Hargreeves, no entanto, nesta terceira temporada, Vanya irá declarar ser transgênero e passará a ser conhecido enfim como Viktor Hargreeves.

A notícia em questão foi divulgada pelo próprio Page, que publicou no Twitter a primeira foto de Viktor com a seguinte legenda: “Conheça Viktor Hargreeves – ao lado o simbolo da Umbrella. A Netflix compartilhou o tweet do ator e acrescentou: “Bem-vindo à família, Viktor — estamos muito felizes por você estar aqui!”.

Lembrando que em 2020, quando Page compartilhou ser transgênero, a Netflix revelou que não faria a transição de gênero da personagem Vanya. Porém, após muitas críticas, a plataforma parece ter mudado de ideia após anunciar Viktor Hargreeves.

Netflix divulgou o primeiro teaser oficial da 3ª temporada de The Umbrella Academy.

Os novos episódios chegam à plataforma de streaming no dia 22 de junho.

Confira:

Os próximos episódios serão ambientados no icônico Hotel Oblivion, nome do terceiro volume dos quadrinhos criados por Gerard Way – nomeado em homenagem a um lugar do qual “ninguém pode escapar”.

Lembrando que os títulos oficiais dos novos capítulos também foram revelados.

Veja:

  1. “Meet the Family”
  2. “The World’s Biggest Ball of Twine”
  3. “Pocket Full of Lightning”
  4. “Kugelblitz”
  5. “Kindest Cut”
  6. “Marigold”
  7. “Auf Wiedersehen”
  8. “Wedding at the End of the World”
  9. “Six Bells”
  10. “Oblivion”

Em recente entrevista ao Collider, o ator Tom Hopper, que interpreta Luther Hargreeves na série, aumentou nossas expectativas para o próximo ciclo ao elogiar a narrativa que aguarda os fãs:

“Os roteiros são ótimos, é uma diversão fazer a 3ª temporada. Me sinto bastante privilegiado em fazer parte desse show. E acho que a melhor coisa é que estamos bem confortáveis uns com os outros agora. Então parece que realmente encontramos um território certo, além de termos a mesma equipe. E acho que sabemos, agora, quem são esses prsonagens e quem estamos interpretando, e creio que, quando trabalhamos uns com os outros, estamos cientes de como reagir nas cenas”.

Criada por Jeremy Slater (‘The Exorcist‘), a série é baseada nos quadrinhos criados por Gerard Way e pelo brasileiro Gabriel Bá.

A trama acompanha uma família disfuncional de super-heróis que  se reúne para solucionar o mistério da morte de seu pai, uma ameaça de apocalipse e muito mais.

O elenco inclui Elliot Page, Robert Sheehan, Tom Hopper, David Castañeda, Aidan Gallagher, Emmy Raver-Lampman, Mary J. BligeCameron Britton.

Crítica | Upload – Segunda Temporada Perde o Ritmo e a Graça, mas traz Reflexões Interessantes

Lá no início da pandemia, quando as pessoas começaram a ficar em casa e passaram a perceber o quanto teriam que depender de sistemas tecnológicos, a Prime Video lançou uma série muito boa sem muito alarde, e que rapidamente conquistou muito sucesso justamente por abordar a questão tecnológica de maneira provocativa: a sérieUpload’, que traz a transferência da consciência após a morte dos corpos. Porém, justamente por conta da pandemia, os planos de produção foram sendo adiados e adiados, até finalmente conseguirem ser gravados, de modo que esse mês (e dessa vez com um mais de propaganda) chegou para os assinantes da plataforma a aguardada segunda temporada de ‘Upload’.

Depois de ter acabado com seus créditos no andar top de Lakeview, Nathan Brown (Robbie Amell) ficou congelado no andar da galera que não tem dinheiro… até ser resgatado pela sua antiga namorada, a milionária Ingrid (Allegra Edwards), que surpreendentemente fizera um upload em nome do amor, para ficar com Nathan. Quando percebe isso, o rapaz fica desconcertado, com um sentimento de dívida com a namorada, pois seu coração ainda pensa em Nora (Andy Allo), sua anjo que está desaparecida no mundo dos vivos. Esta, por sua vez, está tentando proteger a própria pele e acaba se juntado a Matteo (Paulo Costanzo) e um grupo rebelde contra os sistemas automatizados de pós-vida, mas, no fundo no fundo, ainda ama Nathan e não sabe o que fazer com esse sentimento, uma vez que abandonara seu antigo emprego.

Repetindo o formato anterior de episódios curtinhos de até trinta minutos de duração cada, a nova temporada traz apenas sete partes, o que já deixa uma sensação de insatisfação. Mas isso não seria um problema caso a série criada por Greg Daniels mantivesse o mesmo ritmo e intensidade apresentados na temporada de abertura, mas não é isso que ocorre nessa segunda parte. É claro, podemos levar em consideração as muitas mudanças e adaptações que a história e o roteiro devem ter sofrido por conta das limitações pandêmicas e os protocolos sanitários, porém a sensação que temos é de que houve uma verdadeira mudança narrativa, como se a equipe anterior não fosse mais responsável e tivesse entrado uma galera nova, que simplesmente alterou um monte de coisa que o espectador já tinha aceitado, inserindo resoluções sem explicação para dramas complexos (como a própria saída de Nathan do nível mais baixo, que foi o gancho pelo qual ficamos aguardando dois anos por uma resposta).

Esse é um talvez o principal motivo do casal protagonista não só ter menos espaço na trama como também ter perdido boa parte de seu carisma, tornando-se desinteressante – ao ponto de fazer brilhar os personagens secundários, como o cara da IA (Owen Daniels), e a hilária anja Aleesha (Zainab Johnson), responsáveis pelo verdadeiro entretenimento na série. Por outro lado, a parte tecnológica e os efeitos visuais permaneceram, mantendo o alto nível técnico da produção.

Com uma história diferente e mais politizada, a segunda temporada de ‘Upload’ bota o pé no freio do romance e acelera a resolução das subtramas, como quem quer encaminhar logo para o fim do projeto. Tudo indica que a próxima deverá ser a última temporada desta série que tinha muito potencial, mas que se desviou no caminho. Ao menos a segunda temporada termina com um bom gancho para, tomara, a próxima parte vir com melhores construções narrativas para o espectador.