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‘A Órfã’: Isabelle Fuhrman posta foto ao lado de Peter Sarsgaard

Isabelle Fuhrman vai reprisar seu papel de Esther em ‘A Órfã 2: A Origem‘, que chega aos cinemas nesse ano.

Para celebrar o novo filme, a atriz postou uma foto de um reencontro com o astro Peter Sarsgaard doze anos após a estreia do filme original.

“Quem parece mais velho agora?”, brincou a atriz na legenda:

A atriz tinha apenas 12 anos quando o primeiro filme foi lançado, e agora está com 24 anos, sendo rejuvenecida para o novo filme através de efeitos de maquiagem e técnicas de filmagem de perspectiva forçada, ao invés de CGI.

Fuhrman revelou que ficou “completamente perturbada” com o resultado final.

“Eu amo o desafio de ser capaz de interpretar uma criança porque isso nunca foi feito historicamente no cinema – eu estava procurando tudo isso, porque eu amo olhar para a história do cinema antigo e coisas assim, e eu fiquei tipo, ‘Oh , um adulto nunca reprisou o papel que desempenhou quando criança’. É meio impossível. Não usamos efeitos especiais, não usamos nenhum truque maluco de maquiagem. E acho que é isso que faz o filme funcionar, é porque você realmente não consegue descobrir como eu pareço uma jovem, mas eu faço. E é realmente assustador.”, revelou Furhman ao The Hollywood Reporter. 

A pré-sequência teve sua primeira imagem divulgada.

Confira com a sinopse e siga o CinePOP no YouTube:

Esther é uma mulher de 33 anos chamada Leena Klammer, que tem hipopituitarismo – um distúrbio hormonal raro que atrapalhou seu crescimento físico e causou nanismo proporcional. Ela passou a maior parte de sua vida se passando por uma garotinha.

Na sequência, Lena Klammer orquestra uma fuga brilhante de uma unidade psiquiátrica russa e viaja para os Estados Unidos representando a filha desaparecida de uma família rica. Mas a nova vida de Lena como Esther vem com um problema inesperado e a coloca contra uma mãe que protegerá sua família a qualquer custo. 

A pré-sequência será dirigida por William Brent Bell (‘Boneco do Mal‘), com um roteiro escrito por David Coggeshall.

O filme original foi lançado em 2009 e foi comandado por Jaume Collet-Serra.

Apesar de ter feito um barulho considerável nas bilheterias (arrecadando quase US$80 milhões), a produção teve recepção mista por parte da crítica especializada, alcançando 56% de aprovação no Rotten Tomatoes.

‘Suicide Squad: Kill the Justice League’ é oficialmente ADIADO pela Warner; Veja mais detalhes!

Muitos fãs estão ansiosos pelo lançamento de ‘Suicide Squad: Kill the Justice League‘, jogo que foi anunciado em 2020, mas hoje a Warner confirmou, oficialmente, o seu adiamento, confirmando os rumores que já indicavam que o jogo não chegaria mais esse ano.

O novo jogo do Esquadrão Suicida, feito pela Rocksteady, tem previsão de lançamento agora para 2023. O anúncio foi feito por Sefton Hill, diretor do game, em sua conta no Twitter.

“Nós tomamos a difícil decisão de adiar ‘Suicide Squad: Kill the Justice League’ para a primavera de 2023. Eu sei que um adiamento é frustrante, mas esse tempo será dedicado na criação do melhor que conseguimos entregar. Eu estou ansioso para trazer o caos a Metrópolis. Obrigado pela paciência”, declarou Hill.

O adiamento confirma o que a Bloomberg havia divulgado em forma de um rumor que circulou no início de fevereiro e não foi fornecida nenhuma explicação para isso.

Kill the Justice League‘ terá personagens como o Pistoleiro, Arlequina, Capitão Bumerangue e Tubarão Rei. De acordo com a sinopse oficial, os anti-heróis precisam lidar com os protagonistas da ‘Liga da Justiça‘, incluindo o Super-Homem, que está sendo controlado mentalmente pelo vilão Brainiac.

Steven Spielberg fala sobre sucesso de ‘Round 6’ e elogia série “Mudou tudo para nós!”

O renomado cineasta Steven Spielberg (‘Amor, Estranho Amor‘) rasgou elogios para a série ‘Round 6‘ (2021), produção coreana que se tornou um fenômeno na Netflix, principalmente mudar a indústria cinematográfica e fazer um sucesso mundial com um elenco sem nomes conhecidos.

Em painel visto no PGA Awards (sindicato dos produtores), Spielberg falou sobre como esse movimento vai possibilitar que outras produções lancem mais atores desconhecidos no mercado.

Round 6 veio e mudou a matemática inteiramente para todos nós. Obrigado, Ted. Há tempos atrás, eram as estrelas locais que traziam público para os cinemas. Hoje, é interessante, pessoas desconhecidas podem estrelar minisséries inteiras, podem estar em filmes e outras produções.”, declarou o diretor.

O diretor não só concorda com os métodos usados pela Netflix, como também levou isso para os próprios filmes ao escalar Rachel Zegler para o papel de Maria no remake indicado ao Oscar, ‘Amor, Sublime Amor‘ (2021), sendo esse o primeiro (!) longa-metragem da carreira da atriz.

‘A Morte do Demônio – A Ascensão’ ganha classificação indicativa para maiores de 18 anos

De acordo com o Comic Book, A Morte do Demônio – A Ascensão‘ recebeu uma classificação R pela Motion Picture Association, órgão que regulamenta a faixa etária de filmes e séries nos EUA.

Foi dito que a faixa etária será elevada por conta de “excesso de conteúdo violênto de horror sangrento e linguagem inapropriada”. Motivo que deu ao remake de 2013, dirigido por Fede Alvarez, a mesma classificação.

Isso não é bem uma surpresa, considerando que os outros filmes da franquia receberam a mesma classificação, exceto o original.

De qualquer forma, sua classificação foi para o público de 17 anos, acompanhados pelos pais.

Falando nisso, o portal divulgou anteriormente que mais de 1.500 galões de sangue foram usados durante as gravações do novo filme, dirigido por Lee Cronin.

Como os fãs já sabem, a franquia de terror é uma das mais sangrentas do gênero, e o novo título promete ultrapassar os limites estabelecidos até agora.

Em seu perfil do Twitter, Cronin já havia dito que foram gastos 6.500 litros de sangue falso durante a produção, que foi finalizada no último fim de semana.

Além disso, o cineasta também compartilhou novas imagens sangrentas dos bastidores.

Confira:

“Oito meses, uma quarentena de COVID, 6500 litros de sangue e mais memórias do que o meu cérebro pode processar. Terminamos as filmagens do novo ‘A Morte do Demônio’. É hora de voltar para casa e começar o processo de edição,” revelou Cronin.

A trama seguirá duas irmãs distantes, interpretadas por Alyssa SutherlandLily Sullivan, cujo reencontro é interrompido quando demônios são libertados, colocando-as em uma batalha primitiva pela sobrevivência enquanto enfrentam a versão mais terrível de família que se pode imaginar.

Gabrielle Echols (‘Caminhos da Memória’), Morgan Davies (‘O Caçador) e Nell Fisher completam o elenco.

Sam RaimiBruce Campbell, diretor e astro, respectivamente, da trilogia original, serão os produtores da nova versão.

Em 2013, o aclamado cineasta Fede Alvarez investiu em um remake que, arrecadou US$ 100 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 16 milhões. Além disso, garantiu uma recepção sólida pela crítica especializada, acumulando 62% de avaliações positivas no Rotten Tomatoes.

‘House of the Dragon’: Data de estreia da série será revelada em breve, diz George R. R. Martin

Na mais recente publicação em seu blog pessoal, George R. R. Martin, o criador de ‘Game of Thones‘, revelou que “a data de lançamento da série ‘House of the Dragon’ “será divulgada em breve”.

Ao atualizar seu leitores sobre a atração, Martin disse que “ainda estamos em março, e aqueles que estão ansiosos pela estreia da derivada de GoT vão ter uma surpresa em breve”.

Infelizmente, o escritor não revelou maiores detalhes sobre a produção, mas ele já havia adiantado que as gravações foram finalizadas e disse que simplesmente “amou” o que viu até agora, dizendo estar ansioso pelo que vem por aí.

“Até agora, estou muito animado. ‘House of the Dragon‘ terminou suas gravações em Londres e agora está em pós-produção. O que eu vi, eu amei. Estou ansioso para ver mais.”, disse.

Um antigo diretor de ‘Game of Thrones, Miguel Sapochnik, é quem vai comandar vários episódios da primeira temporada, como o próprio piloto, além de também ser um dos produtores e roteiristas do show.

Lembrando que ‘House of the Dragon‘ foi concebida por George R. R. Martin e Ryan Condal, e vai se passar cerca de 300 anos antes da ‘Game of Thrones‘, mostrando o reinado da Casa Targaryen em Westeros.

E você? Está animado para a série?

Recentemente, sete novos membros foram confirmados no elenco: Graham McTavish (‘O Hobbit’, ‘Aquaman’), Gavin Spokes (‘Brexit’), Matthew Needham (‘Chernobyl’), Bill Paterson (‘Fleabag’), Ryan Corr (‘Holding the Man’), Jefferson Hall (‘Devs’) e David Horovitch (‘A Freira’).

O elenco também conta com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint será Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Graham McTavish num papel não revelado; e Milly AlcockEmily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

House of the Dragon‘ tem estreia prevista para o ano que vem na HBO.

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘, e seguirá os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

Dez episódios foram encomendados para a primeira temporada.

Confira a sinopse oficial do livro:

Séculos antes dos eventos de A Guerra dos Tronos, a Casa Targaryen – única família de senhores dos dragões a sobreviver à Destruição de Valíria – tomou residência em Pedra do Dragão. A história de Fogo & Sangue começa com o lendário Aegon, o Conquistador, criador do Trono de Ferro, e segue narrando as gerações de Targaryen que lutaram para manter o assento, até a guerra civil que quase destruiu sua dinastia.

O que realmente aconteceu durante a Dança dos Dragões? Por que era tão perigoso visitar Valíria depois da Destruição? Quais foram os piores crimes de Maegor, o Cruel? Essas são algumas das questões respondidas neste livro essencial, relatadas por um sábio meistre da Cidadela.

‘Ghost in the Shell: O Novo Filme’ chega com versão dublada na HBO Max

A HBO Max adicionou ao catálogo a animação inédita no Brasil, Ghost in the Shell: O Novo Filme‘ (2015), também conhecido como ‘New Ghost in the Shell‘, longa que dá sequência aos OVA, justamente após 10 dias da estreia de ‘Arise‘ no serviço. Completando então a lista de séries da franquia previstas para entrar no serviço neste mês.

O filme chega por aqui com opção de áudio original e legendas, mas também ganhou uma nova dublagem no nosso idioma, assim como os demais títulos.

Veja o trailer:

Na história vemos o assassinato do primeiro-ministro do Japão, descrito como “o maior evento desde a guerra”. Motoko Kusanagi deve então liderar o time da Seção 9 para descobrir o que está por trás dessa tragédia, ao lado do filho do agora ex-ministro, Osamu Fujimoto.

O live-action americano de ‘Ghost in the Shell‘, estrelado por Scarlett Johansson, também está disponível no catálogo catálogo da HBO Max.

‘Jujutsu Kaisen 0’: Filme tem data de lançamento confirmada nos cinemas brasileiros!

Depois de ser adiado na última semana, o longa ‘Jujutsu Kaisen 0‘ já tem uma nova data para estrear nos cinemas brasileiros. Programe então sua agenda para o dia 28 de abril, com ingressos já sendo vendidos online.

A produção que será um prequel da série animada será lançada por aqui com cópias dubladas e legendadas.

O longa conseguiu superar ‘Uncharted‘ (que ficou na terceira posição ao arrecadar US$ 8 milhões), ficando atrás apenas do fenômeno ‘Batman‘ ($36.8m).

Para termos de comparação, o resultado ficou 17% abaixo da estreia de ‘Demon Slayer – Mugen Train: O Filme‘, que arrecadou US$ 21.2 milhões em seu primeiro final de semana nos cinemas norte-americanos, em 2021.

Vale lembrar que ‘Jujutsu Kaisen 0‘ já arrecadou US$ 112 milhões no mercado internacional, totalizando uma bilheteria global de US$ 129.7 milhões.

No Brasil, o filme será lançado nos cinemas no dia 24 de março.

Confira o trailer dublado:

O novo longa da série em anime ‘Jujutsu Kaisen‘ foi lançado no Japão na véspera do Natal, e foi a melhor estreia de 2021 em um fim de semana. O filme adapta o volume 0 do mangá original, que saiu no Brasil pela Panini, do qual ainda está saindo os volumes mensais.

A produção contará com a dublagem de Pedro Alcântara como Yuta Okkotsu, Carol Iecker como de Rika Orimoto, Léo Rabelo como Satoru Gojo, Natali Pazete como Maki Zen’in, Erick Bougleux como Toge Inumaki e Eduardo Borgerth como Panda.

O mangá foi o mais vendido em 2021, segundo a Oricon. ‘Jujutsu Kaisen‘ também pode ser acompanhado pela MANGA Plus em português.

‘Blonde’: Biografia de Marilyn Monroe com Ana de Armas será proibida para menores na Netflix

O próximo filme biográfico da Netflix é ‘Blonde‘, este que é baseado na vida da atriz Marilyn Monroe, e que, mesmo sem nem ter sido lançado, já começou a render algumas polêmicas. O filme é estrelado pela atriz cubana-espanhola Ana de Armas (‘007: Sem Tempo para Morrer‘) que vive a lendária estrela de Hollywood, filme que pode ser o candidato da Netflix à próxima temporada de premiações em 2023.

Hoje o portal The Wrap confirmou que ‘Blonde‘ terá uma classificação etária NC-17, ou seja, será proibido para menores.

A tarja NC-17 é uma classificação rara dentro do cenário de Hollywood, sendo usada apenas em produções que saem exclusivamente para adultos, contendo assim sexo, drogas e violência explícita. Para se ter ideia, apenas filmes como ‘Benedetta‘, ‘Azul é a Cor Mais Quente‘ e ‘Irreversível‘ ganharam essa classificação.

Embora ‘Blonde‘ seja uma versão ficcional da vida de Marilyn Monroe, o filme contém temas bem delicados. Foi escrito e dirigido por Andrew Dominik (‘O assassinato de Jesse James pelo covarde Robert Ford‘) e é baseado num romance homônimo.

Os Títulos Nacionais de Clássicos dos anos 80 que NÃO TÊM NADA A VER com o Original

Os que cresceram durante as décadas de 1980 e 1990 possuem um verdadeiro apreço pelas dublagens consagradas que os clássicos do cinema passaram em nosso Brasil Varonil. Creio que nenhuma outra geração se identifique tanto com este lugar especial no tempo para os filmes. Os anos 80 foram o auge do cinema pipoca em sua melhor e mais pura forma. Assim, as vídeo locadoras surgiam como febre em cada esquina. Era a popularização dos filmes como nunca anteriormente. Somado a isso, tínhamos as queridas exibições da TV aberta.

Sim, é verdade que ainda hoje existem pessoas das gerações mais novas que prefiram assistir aos filmes dublados ou ainda aqueles que dão valor a ambos sem excluir nenhum – muitos jovens gostam de conferir tantos as versões originais quanto as dubladas.

E isso não é um fenômeno que ocorre só no Brasil, mas algo comum e recorrente em diversas partes do mundo. Tudo bem que algo pode se perder na tradução e muitas vezes ficamos sem entender uma piadinha ou uma referência – isso porque os profissionais da dublagem precisam adequar uma gíria ou um significado que ressoe para o público do país.

Antes das traduções dos filmes, é preciso, porém, escolher seu título. Sim, em muitos casos a simples tradução direta do título pode se mostrar muito eficaz. E um caso cada vez mais recorrente é a padronização mundial de um título mantida na maioria das vezes em inglês – como por exemplo, Star Wars e Star Trek, que deixaram de ser Guerra nas Estrelas e Jornada nas Estrelas. Mais recente, temos o caso com as séries, como Stranger Things entre outras.

Voltando para a década de 1980, você que é desta geração já parou para pensar como, por mais que alguns títulos aqui no Brasil sejam emblemáticos por si só, não possuem nada a ver com seu original? Desta forma, resolvemos revisitar alguns títulos de filmes desta época, que são clássicos, mas cujas traduções muitas vezes nem ao menos lembram sua versão original. Confira abaixo e comente qual ficou melhor ou pior que o original.

Um Tira da Pesada

O astro Eddie Murphy está em alta de novo e em breve Um Tira da Pesada 4 irá estrear na Netflix. É legal ver que os responsáveis irão continuar mantendo esse título – e não tinha como ser de outra forma. O curioso é reparar o quão datada está a expressão “da pesada”, algo saído diretamente dos anos 80 e que hoje se comporta muito como “gíria idosa” ou aquela “gíria de tiozão”. Isso é para sentirmos o quanto usar gírias na tradução de filmes pode ficar datado rapidamente. No original, como muitos devem saber o tal “tira da pesada” é simplesmente o “policial de Beverly Hills” ou Beverly Hills Cop. Aliás “tira” é igualmente uma expressão datada para se referir a policial. Já o “Cop” americano ainda é utilizado até hoje.

Rambo – Programado para Matar

O primeiro filme Rambo, de 1982, é baseado num livro que serve como crítica à guerra. Assim, no original o filme recebeu o nome do tal livro, First Blood. A expressão quer dizer algo como “quem tira sangue primeiro”, ou quem derrama sangue primeiro. Quem ataca primeiro. Ou seja “primeiro sangue”. Difícil traduzir né?; por ser uma expressão específica. Para não dar muita volta e ficar muito longo, por aqui os responsáveis resolveram o problema em duas etapas. Primeiro resolveram dar “nomes aos bois”, colocando bem estampado o nome do herói vivido por Stallone: “Rambo”. Depois vinha o subtítulo, que define bem sua personalidade – “programado para matar”. É curioso e chamativo, mas se pensarmos no treinamento do sujeito, faz sentido. E a coisa deu certo, já que até os americanos aderiram ao uso do nome do personagem no título em Rambo – First Blood Part 2 para a continuação.

Máquina Mortífera

Essa foi quase, mas não acertou. Clássico dos buddy cop movies protagonizado por Mel Gibson e Danny Glover, em ambos o original e a tradução o título faz referência à técnica mais que eficiente do personagem de Gibson em causar estragos aos criminosos de plantão. No original, o título é Lethal Weapon – ou Arma Letal. Não seria ruim. Mas aqui no Brasil o letal foi trocado por mortífera. Ok, ambos têm o mesmo sentido. Porém, na hora de traduzir a tal arma original, os brasileiros decidiram optar por “máquina”, que pode ser de tudo desde um carro, uma máquina de lavar ou uma máquina de fotos. E isso antes da gíria “esse sujeito é uma máquina”, que ainda não havia surgido.

A Hora do Pesadelo

Os anos 80 foram incríveis, mas alguns títulos hoje fazem as gerações mais novas passar raiva. Tudo bem, é coisa de tiozão cringe, concordamos. E se tem algo que irritava até mesmo a geração que cresceu na época era a necessidade que os títulos brasileiros tinham de colocar “da pesada” e “do barulho” em tudo quanto era filme de comédia. Já os filmes de terror ganhavam o sumário “a hora” no título. Nessa entraram “a hora dos mortos-vivos”, “a hora do espanto”, “a hora do lobisomem” e por aí vai. E não, nenhum deles tinha como título original algo próximo a isso. O mais notório, é claro, foi a franquia do infame Freddy Krueger no cinema, por aqui imortalizada como “a hora do pesadelo” – que seria obviamente a hora que a pessoa fosse dormir. Porém, o original se referia a um endereço específico, a rua Elm, que era onde ocorria toda a ação do filme. “Um Pesadelo na rua Elm” seria a tradução literal, o que faria muitos brasileiros possivelmente se perguntarem que diabos seria essa tal rua.

O Enigma de Outro Mundo

Seguindo por outro clássico irretocável do terror, agora nos deparamos com uma modalidade curiosa de título brasileiro. Aqui temos um tipo de tradução que visava resumir o filme todo numa única frase. “O Enigma de Outro Mundo” é basicamente do que se trata o filme, nisso eles acertaram. E numa época atual em que o público se preocupa demais com spoilers, esse tipo de tradução jamais seria aprovada. Ainda mais se pensarmos que o original era algo tão sucinto e que poderia significar um milhão de coisas. Aliás é justamente este o título: The Thing, ou “A Coisa”.

Loucademia de Polícia

A cada novo item na lista, uma nova “modalidade” de tradução. Aqui, voltamos para as comédias clássicas dos anos 80. Nessa categoria, os tradutores simplesmente inventaram uma nova palavra para o vocabulário da língua portuguesa, inexistente antes. “Loucademia”. Sim, é a junção das palavras “louca” e “academia”. Uma “academia louca”. Sacamos. Se fossem seguir o original, talvez o público não captasse a mensagem, já que nos EUA os filmes desta franquia cômica são conhecidos apenas como “Academia de Polícia”, ou simplesmente “Police Academy”. O “louco” ficou por nossa conta.

Curtindo a Vida Adoidado

Clássico absoluto das reprises da TV aberta, muitos podem inclusive lembrar quando o filme estreou na Globo na Tela Quente. Sim, foi uma época boa que não volta jamais. O filme é um destes que será para sempre lembrado com muito carinho, como um dos mais marcantes do período. O adolescente “171” Ferris Bueller, vivido por Matthew Broderick, é um dos personagens mais carismáticos da sétima arte, tanto que no original ganhou seu nome no título. “O Dia de Folga de Ferris Bueller”, ou “Ferris Bueller´s Day Off” resume bem o espírito do colegial matando a aula para se divertir com os amigos como se não houvesse amanhã. No Brasil, muitos poderiam se perguntar quem é Ferris Bueller? Bem, a solução foi colocar um título que igualmente resumisse o filme, porém com duas “gírias”. A primeira, curtir, ainda é usada até hoje (que o diga as redes sociais). Já a segunda, “adoidado”, talvez tenha passado um pouco da época.

Mulher Nota Mil

Continuando por filmes de John Hughes que marcaram época, um ano antes de Ferris Bueller chegar aos cinemas, éramos presenteados com esta comédia adolescente que brincava com o clássico Frankenstein. Aqui, dois nerds criam a mulher perfeita em seu computador. E sim, o título em português além de ter a ver com a trama, homenageia a beldade irretocável que era a britânica Kelly LeBrock. Hoje, talvez seja um pouco de mau gosto dar nota a uma mulher por sua beleza. Porém, creio que aqui o título faça referência brincando com o de outro filme. Mulher Nota 10 (Ten) foi uma comédia de muito sucesso com Dudley Moore em 1979. Aqui, seguiram por essa linha na hora de traduzir “Weird Science”, ou “Ciência Estranha”.

Os Aventureiros do Bairro Proibido

Outro título imenso em português, porém, esse igualmente era bem longo em inglês original também. A tradução resume bem o espírito desse filme de matinê e fantasia de John Carpenter. O que muitos podem ter se perguntado na época foi o que era esse tal “bairro proibido”? Bem, ele se refere à Little China, o bairro chinês da cidade de San Francisco. De proibido ele não tem nada, tirando o fato de que existe toda uma subcultura sobrenatural escondida debaixo dele. Muitas cidades americanas possuem a sua Chinatown, o bairro chinês que abriga os imigrantes de tal país. E na tradução literal, “Big Trouble in Little China” seria algo como “Grande Problema/ Encrenca no Bairro Chinês (Pequena China)”. E aí, o brasileiro ficou melhor?

O Milagre Veio do Espaço

Terminando a lista temos um filme que embora tenha marcado toda uma geração, parece não ter ecoado para os dias de hoje e para os mais novos. Apesar disso, o longa é produzido por Steven Spielberg. De fato, mesmo os que viveram na época podem não lembrar do título, apenas de sua premissa que falava sobre robozinhos alienígenas chegando do espaço para ajudar um grupo de moradores de um bairro pobre, a salvar seu prédio desapropriado. Uma premissa insana, mas que combina muito com a época. O filme não foi um sucesso grandioso, vindo a ser redescoberto como cult nas locadoras e nas reprises da TV, onde se mostrou uma boa companhia na sessão dupla com Cocoon, por exemplo. O curioso mesmo é seu título original ambíguo: “*batteries not included”, ou “baterias (pilhas) não incluídas”. Sabe, aqueles avisos quando compramos algum item eletrônico. E o título até possui um asterisco e letras minúsculas. Criativo, mas não muito objetivo. Já a versão em português resume bem o que veremos, porém, soa como algum filme religioso ao utilizar a palavra “milagre”.

‘Morbius’: Jared Leto quer ver o personagem unindo forças com o Homem de Ferro

Como Morbius‘ faz parte do universo compartilhado da Sony no cinema, não será uma surpresa se virmos o personagem contracenando com Venom ou com o próprio Homem-Aranha no futuro.

No entanto, o protagonista Jared Leto disse ao Screen Rant que adoraria ver Michael Morbius unindo forças com outras mentes brilhantes do MCU.

Para quem não sabe, Morbius é um médico especialista em experiências sanguíneas, paixão que desenvolveu justamente para descobrir a cura de sua própria doença, que atrofia todo o seu corpo.

E, por incrível que pareça, Leto disse que gostaria de vê-lo trabalhando junto com Tony Stark algum dia.

“Um crossover com o Venom faria todo sentindo, mas há tantos personagens incríveis que poderiam unir força com ele. Acho que seria divertido vê-lo com o Homem de Ferro de Robert Downey Jr.”

Infelizmente, Tony Stark acabou se sacrificando para reverter o estalo de Thanos (Josh Brolin) em ‘Vingadores: Ultimato‘, então esta é uma possibilidade um tanto difícil de ser alcançada.

Até agora, ninguém além de Leto provocou a ideia de reviver o amado Homem de Ferro, mas agora que o Multiverso já é uma realidade no MCU, nada impede o retorno de Downey Jr. como uma variante do Stark original.

O que você acha da ideia?

Lembrando que ‘Morbius‘ foi adiado sete vezes, o que nunca é um bom sinal. E, pelo visto, o filme realmente atrasou tanto tempo por que não estava à altura do que o estúdio queria.

Segundo o jornalista Brandon Matthews, do Geeks Worldwide, ele ouviu de vários amigos críticos que já assistiram ao filme para fazer entrevistas que a produção é ruim.

“Ouvi de vários jornalistas que já viram o filme (para fins de entrevistas) que é chato e não pensado. Sem consistência, o resultado é que o filme é ruim. Tem alguns bons momentos e uns 2 ou 3 easter-eggs. Mas tirando isso, apenas assista quando ele chegar no streaming”, afirmou.

Confira:

Caso o filme seja um fracasso, o ator Jared Leto já tem uma desculpa.

“Se não der certo, temos uma boa desculpa. Esperamos muito tempo para lançar o filme”, revelou.  

Morbius recebeu classificação para maiores de 13 anos por conta de “intensas sequências de violência, algumas imagens assustadoras e linguagem inapropriada”.

Daniel Espinosa (‘Vida’) é responsável pela direção.

Com uma rara doença no sangue, e determinado a salvar outros que sofrem seu mesmo destino, Dr. Morbius tenta uma aposta desesperada. Inicialmente, o resultado parece ser um grande sucesso, mas os poucos uma escuridão consome o médico, que se transforma em um perigoso caçador.

O elenco também conta com Tyrese Gibson, Jared Harris e Matt Smith.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Nicolas Cage diz que ainda pode interpretar o Superman no cinema

Em 1998, o diretor Tim Burton foi contratado para dirigir um filme do Superman escrito por Kevin Smith (‘Mestres do Universo’) estrelado por Nicolas Cage (‘Motoqueiro Fantasma’).

No entanto, o projeto intitulado ‘Superman Lives‘ acabou sendo engavetado depois que Burton e a Warner Bros tiveram inúmeras divergências criativas.

Apesar disso, Cage disse à revista GQ que ainda pode interpretar o Homem de Aço nas telonas.

Ao participar do quadro Actually Me, no qual celebridades reagem a assuntos relacionados a elas, o astro brincou sobre a possibilidade em resposta a um comentário sobre o filme.

“Porque não fazemos isso agora?”, disse ele, sorrindo. “Faz diferença quanto tempo de tela teria vestido como o Superman? Acho que ainda pode haver uma chance disso acontecer.”

Confira:

Agora que as adaptações da Warner estão abraçando o conceito do Multiverso, seria uma ótima oportunidade para finalmente vermos Cage no traje azul e vermelho do herói.

Lembrando que Michael Keaton vai reprisar seu papel como Batman em ‘The Flash’, então significa que as portas estão abertas para Cage.

E aí, você gostaria de vê-lo como Superman no filme do Flash?

Caso a ideia não vá para frente, quem tem curiosidade em ver Cage caracterizado como o herói pode procurar o documentário ‘The Death of Superman Lives‘, lançado em 2015 pelo jornalista Jon Schnepp.

Enquanto isso, o próximo trabalho de Cage é a comédia de ação metalinguística O Peso do Talento’.

Com estreia marcada para 28 de abril, o filme abriu com 100% de aprovação no RT.

Na trama, além de interpretar seu atual ‘eu’, Cage também faz Nicky, uma versão mais nova de si mesmo, apresentada como uma memória que está sempre o perturbando por suas trágicas escolhas ao longo da carreira.

Veja os principais comentários:

“‘O Peso do Talento‘ é uma viagem estridente que vai deixar você com um sorriso estampado no rosto. Cage interpretando uma versão de si mesmo é uma meta-comédia única, com muitos momentos fortes e piadas sem noção que aprofundarão a apreciação pelo trabalho dele.” Bloody Disgusting

“Um filme que poder ser considerado a melhor atuação de Nicolas Cage, porque, na verdade, é são várias das suas performances juntadas em uma única.” Dread Central

“Os realizadores utilizaram toda filmografia de Nicolas Cage para criar algo absolutamente transcendental.” RogerEbert.com

“Uma comédia que acerta zombando e ao mesmo tempo celebrando tudo que é Nicolas Cage – e, no final, se tornando um típico filme de Nicolas Cage, sendo uma coisa brega e ao mesmo tempo especial.” Variety

Criativamente desmotivado e enfrentando a ruína financeira, a versão fictícia de Nicolas Cage tem de aceitar a oferta de US$ 1 milhão para comparecer ao aniversário de um super fã perigoso, Javi (Pedro Pascal). As coisas mudam inesperadamente quando Cage é recrutado por uma agente da CIA (Tiffany Haddish) e forçado a fazer valer o seu nome, canalizando seus papéis mais icônicos das telas para salvar a si mesmo e aqueles que ama. Com a carreira construída para este exato momento, o ator premiado tem de assumir o papel de sua vida: Nicolas Cage.

O elenco conta ainda com Pedro Pascal, Sharon Horgan, Alessandra Mastronardi, Jacob Scipio, Lily Sheen, e Neil Patrick Harris.

O filme é dirigido por Tom Gormican (‘Namoro ou Liberdade‘), que também escreveu o roteiro com Kevin Etten, produtor executivo da série ‘Euphoria‘. Cage produz o projeto a partir de sua produtora Saturn Films.

Confira TODAS as estreias da Netflix no mês de abril

O mês de abril está se aproximando e a Netflix preparou uma nova leva de estreias que chegam à sua grade de programação ao longo deste período.

E entre os principais lançamentos estão a parte 2 da última temporada de ‘Ozark‘, o amado vencedor do Oscar ‘Bohemian Rhapsody‘, além da estreia de novas séries originais como Coração Marcado, No Xadrez e Heartstopper.

E para você não perder nenhuma novidade que chega em breve na plataforma de streaming, separamos a agenda completa de títulos. Vem ver e já comece a planejar suas maratonas!

01/04

The Home Edit – A Arte de Organizar: Temporada 2
Clea e Joanna estão de volta, prontas para falar um pouco mais sobre elas mesmas e, claro, organizar a bagunça dos famosos e de gente como a gente.

Eternamente Demais pra Mim
A vida de Marta corre perigo após a cirurgia, justo quando encontra o amor verdadeiro. Será que dá para superar os segredos e as surpresas do destino?

Capitã Nova
Uma piloto de caça de um futuro devastado volta no tempo e se transforma em sua versão mais jovem para tentar evitar um desastre mundial.

07/04

De Volta ao Espaço
Elon Musk e os engenheiros da SpaceX tentam levar astronautas da NASA de volta à Estação Espacial Internacional e revolucionar as viagens espaciais.

08/04

Elite: Temporada 5
Nesta escola, todo aluno tem um segredo e cada semestre traz uma nova vítima e um novo mistério.

Disque Prazer 
Na Amsterdã dos anos 1980, uma estudante ambiciosa descobre uma nova carreira por acaso: atendente de um serviço de telessexo criado por dois irmãos bem diferentes.

Metal Lords
O plano dos excluídos Hunter e Kevin está claro: tocar heavy metal, vencer o concurso e conquistar a admiração de todos. Será que eles conseguem?

Ainda Estou Aqui
Uma adolescente perde o amor de sua vida em um acidente trágico. Arrasada, ela começa a achar que ele está mandando sinais do outro mundo.

As Garotas de Cristal
Sentindo a imensa pressão do papel principal, uma bailarina faz amizade com uma colega, e as duas criam um mundo só delas, longe da realidade.

Ovos Verdes e Presunto: Temporada 2
Um segredo, um mistério não resolvido, um recomeço e espiões! Prepare-se para muita diversão e aventura na segunda temporada desta série inspirada no livro do Dr. Seuss.

12/04

No Xadrez
Diretora de uma prisão feminina, Laura Willis retrata os altos e baixos da vida atrás das grades nesta irreverente série de humor ácido.

Mistérios Animais
Os agentes especiais Sam e Kit viajam pelo mundo para investigar fatos científicos e desvendar mistérios do mundo animal usando gadgets maneiros.

13/04

A Sogra Que Te Pariu
Dona Isadir (Rodrigo Sant’Anna) se muda para a casa do seu filho durante a pandemia e vai fazer de tudo para atrapalhar a relação dele com a esposa. Muita confusão e risadas estão garantidas!

14/04

Círculo de Fogo: The Black – Temporada 2
No comando do Atlas Destroyer, Hayley e Taylor continuam a jornada para Sydney com Mei e Garoto, mas, primeiro, eles precisam escapar de um culto sanguinário.

Ultraman: Temporada 2
Juntos, Ultraman, Seven, Ace, Zoffy, Jack e Taro enfrentam uma nova ameaça alienígena.

15/04

Anatomia de um Escândalo
A vida privilegiada de Sophie (Sienna Miller) como esposa de um político poderoso começa a desmoronar depois que um escândalo vem à tona e ele é acusado de um crime chocante.

Os Herdeiros da Terra
O jovem Hugo Llor se esforça para vencer na vida na Barcelona do século XIV e faz de tudo para cumprir a promessa que fez à família Estanyol.

DC’s Legends of Tomorrow – Temporada 6
Sara desaparece e uma fanática por teorias da conspiração se junta à equipe. As Lendas viajam pelo tempo e espaço para salvar o mundo de invasores alienígenas.

Escolha ou Morra
Atrás de um prêmio em dinheiro que ninguém retirou, dois amigos reiniciam um jogo dos anos 80 e entram em um mundo surreal de terror de outro nível.

One Piece: Z
Luffy e a turma salvam um almirante da Marinha desiludido que só tem um objetivo: matar todos os piratas do mundo, inclusive os Chapéus de Palha.

19/04

Better Call Saul: Temporada 6
Esta série vencedora do Emmy volta para sua sexta (e última) temporada.

Abercrombie & Fitch: Ascensão e Queda
Este documentário mostra o reinado da A&F na cultura pop na virada do milênio e como a marca prosperou por meio da exclusão.

Battle Kitty
Nessa aventura animada interativa de Matt Layzell, Kitty tem que derrotar todos os monstros da Ilha da Batalha para alcançar a vitória.

20/04

Boneca Russa: Temporada 2
Depois de encarar a noite mais insana de suas vidas (repetidamente), Nadia (Natasha Lyonne) e Alan (Charlie Barnett) vivem outra aventura existencial que vira o mundo deles de cabeça para baixo.

Coração Marcado
Um homem quer se vingar da organização de tráfico de órgãos que matou a esposa dele, mas acaba se envolvendo com a mulher que recebeu o coração dela.

A Princesa da Yakuza
Após descobrir que é herdeira de uma conhecida família da Yakuza, uma jovem de São Paulo conhece um homem com amnésia e um artefato misterioso.

22/04

Heartstopper
Ao enfrentar os desafios da escola e do amor, os adolescentes Charlie e Nick descobrem que sua amizade improvável pode ser algo mais. Inspirada nos quadrinhos de Alice Oseman.

Sunset – Milha de Ouro: Temporada 5
Novos amores. Velhos inimigos. Um novo rosto. Com o mercado de luxo em alta, a competição pega fogo entre os corretores. Quem vencerá e quem sucumbirá?

A Caminho do Verão
No verão antes da faculdade, a estudiosa Auden conhece o misterioso Eli, que a ensina a levar uma vida mais leve e despreocupada.

27/04

Silverton: Cerco Fechado
Um assalto a banco dá errado após uma manifestação contra o apartheid. Baseado em uma história real.

O Mistério de Marilyn Monroe: Gravações Inéditas
Neste documentário, um autor examina a misteriosa morte de Marilyn Monroe, compartilhando entrevistas de áudio com pessoas conhecidas da atriz.

28/04

As Crônicas de Usagi: O Coelho Samurai
Um coelho aspirante a samurai e seus novos amigos guerreiros se unem para proteger a cidade contra monstros, ninjas, gangues e alienígenas.

Bubble
Em uma Tóquio abandonada e repleta de bolhas e anormalidades gravitacionais, um jovem talentoso e uma garota misteriosa têm um encontro fatídico.

29/04

Ozark: Temporada 4 – Parte 2
Rodeados por ameaças, Marty (Jason Bateman) e Wendy (Laura Linney) lutam para manter o cartel, o FBI e os filhos contentes enquanto tentam recuperar as próprias vidas.

Lua de Mel com a Minha Mãe
Abandonado no altar, um homem é convencido a ir para a lua-de-mel mesmo assim, mas na companhia da sua mãe controladora!

Série Grandes Jornadas Pokémon: Parte 2
Goh e Ash continuam suas pesquisas, e Goh entra no Projeto Mew só que Mew não é o único Pokémon mítico!

30/04

Bohemian Rhapsody
Acompanhe a trajetória de Freddie Mercury rumo ao estrelato com o Queen nesta biografia musical, que retrata também seus problemas pessoais. Estrelado por Rami Malek.

Em breve:

Confie em Mim
O desaparecimento de um adolescente abala a vida aparentemente perfeita de uma rica comunidade na Varsóvia e revela seus segredos mais sombrios.

The Batman | A ORIGEM do Asilo Arkham – Famosa Instituição da DC deve ganhar uma série PRÓPRIA

Manicômio é o lar de muitos dos mais ilustres vilões da DC Comics

No mundo das histórias em quadrinhos, poucos locais podem realmente se gabar de terem tanta importância a ponto de pessoas fora do nicho o conhecerem. Por exemplo, a Marvel conta com a Torre dos Vingadores; a mansão Xavier e, acima de tudo, o Clarim Diário. Já a DC possui a Mansão Wayne, o Planeta Diário, a Torre de Vigilância da Liga e o Asilo Arkham.

O último é, sem dúvidas, um dos elementos mais importantes da mitologia do Batman, assim como um dos mais inconfundíveis. Também conhecido como a “prisão” para os mais perigosos inimigos do herói, Arkham tem sido um elemento central em muitas histórias envolvendo Gotham City, principalmente aquelas que apelam para elementos de terror psicológico ou com foco maior nos vilões.

Como dito, a localidade vive permanentemente na memória do nicho de quadrinhos, porém ganhou uma nova dimensão há bem pouco tempo. Enquanto participa da tradicional turnê para promover o lançamento de The Batman, o diretor Matt Reeves foi questionado a respeito do futuro dos já anunciados spin-offs da produção.

Muitas das grandes histórias do herói utilizam o cenário

O cineasta reafirmou que a série sobre a ascensão do Pinguim irá acontecer no HBO Max, ao passo que despistou sobre qualquer abordagem que possa conceder à Mulher-Gato. Todavia, o mesmo também confirmou que um outro projeto, este focado no departamento de polícia de Gotham, não iria mais ocorrer. 

Desde que foi anunciada, a série sobre os policiais da cidade causou curiosidade ao mesmo tempo que dúvida. A primeira partia do princípio de como Reeves iria conduzir algo do tipo sob o tom do universo criado para The Batman; somado a isso o nome de Terence Winter (showrunner de Boardwalk Empire) era ventilado em um primeiro momento como estando à frente do projeto junto com o diretor, o que gerou alta expectativa de imediato.

Entretanto, outros consideravam a iniciativa como algo repetido, uma vez que nem há dez anos a série Gotham chegava ao fim tendo praticamente a mesma premissa, cuja única diferença é que uma se passava bem antes do Batman e a outra abordaria a reação da polícia ao seu surgimento.

Apesar da ideia ser interessante para expandir o novo universo, comparações com a antecessora iriam acontecer

No final o projeto teve seu direcionamento criativo redirecionado para outro caminho; um que, segundo o cineasta, abordaria o Asilo Arkham e seus pacientes. A informação vem na esteira da confirmação dada por ele de que o interno que dialoga com o Charada em Arkham é, realmente, o Coringa ainda que em um estágio diferente do qual ele é conhecido.

Apesar de ser uma ambientação recorrente nas histórias do Batman, o famoso manicômio nunca recebeu uma atenção exclusiva em versões live-action. Em Batman & Robin ele surge rapidamente como um cenário para o resgate do Sr. Frio pelas mãos da Hera Venenosa; com Batman Begins ele foi uma locação pontual para a sequência envolvendo os morcegos e a polícia; durante Esquadrão Suicida mais uma vez o exterior do hospital aparece rapidamente apenas para estabelecer o local em que as cenas seguintes de interior se passam.

A primeira aparição do Asilo Arkham ocorreu em Batman #258 no ano de 1974, mais especificamente quando a série estava sendo escrita e ilustrada por Dennis O’Neil e Irv Novick respectivamente. Na edição mencionada, Batman e Robin interrogam um criminoso cuja função era mantê-los ocupados enquanto outro grupo invadia o Asilo para libertar Harvey Dent, o Duas-Caras.

O hospital foi uma criação do lendário Dennis O’Neil

No que tange à concepção do local, suas origens não tentam esconder a inspiração nos escritos do autor H. P. Lovecraft, mais especificamente na cidade homônima localizada no estado de Massachusetts (entretanto podendo variar de localização de história para história). Sua primeira aparição foi no conto The Picture in the House de 1920 como uma cidade que abriga a Universidade Miskatonic, uma das mais conceituadas do universo do autor.

Apesar de figurar em várias tramas do cavaleiro das trevas, o asilo tende a manter elementos contínuos, tanto estéticos quanto de concepção. Seu visual normalmente é concebido como tendo inspiração gótica e remetendo à construções abandonadas vistas em filmes de terror. Já seu interior se traduz pelo abandono, com longos corredores labirínticos mal iluminados e uma segurança pífia.

Seja representada como um pesadelo dificilmente tangível como em Asilo Arkham: uma séria casa em um sério mundo ou rapidamente como uma construção escura que se assemelha muito mais a uma prisão do que um hospital para tratamento mental em Piada Mortal, Arkham é eternamente espelhada nos antigos hospitais psiquiátricos, principalmente os do século XIX.

Nos anos 80, Grant Morrison transformou Arkham no tão conhecido símbolo do terror no universo do Batman

Locais que se tornaram folclóricos, no imaginário popular, pelo tratamento desumano de pacientes em um período que o campo da psicologia ainda começava a ser mapeado, para eventualmente terem seu período de reforma humanista nesse tipo de ajuda médica. Independente da trama a ser explorada, é aguardado que Reeves recorra a elementos de terror na vindoura série, algo bastante natural quando se fala do Arkham, bem como a use como justificativa para a introdução de velhos conhecidos das histórias do Batman.

The Batman | Clássico Terror ‘O Homem que Ri’ (1928) pode inspirar o NOVO Coringa

Possibilidade foi ventilada por Matt Reeves

A fim de promover o lançamento de The Batman, o diretor do projeto Matt Reeves tem participado com bastante frequência da tradicional turnê de lançamento, algo comum na indústria e principalmente quando envolve projetos com alto investimento e que esperam um retorno ainda maior.

Em uma entrevista concedida à Variety, intitulada Matt Reeves Explains ‘The Batman’ Ending: Do Not Expect to See [SPOILER] in Another Movie, o cineasta confirmou que o interno do Arkham, apresentado ao final da obra interagindo com o Charada, é de fato o Coringa. A confirmação vem para comprovar a teoria que rondava o misterioso papel do ator Barry Keoghan de que ele daria vida a uma nova versão do Palhaço Príncipe do Crime.

Reeves não só confirmou a identidade do interno como também detalhou mais de como ele idealiza sua visão do criminoso. Segundo o diretor, ele imagina essa versão como um indivíduo que sofre desde sempre de uma doença que o deixa sorrindo em estado contínuo e, consequentemente, crescendo à margem da sociedade.

O criminoso apareceu brevemente na mais nova aventura do herói

Sua deformidade física, portanto, teria enorme peso no caótico estado psicológico em que ele se encontra, se tornando alguém não só intimidador como também manipulador. A inspiração por trás dessa abordagem foi referenciada pelo realizador como sendo O Homem que Ri de 1928 mas que, por sua vez, é uma adaptação do livro homônimo assinado por Victor Hugo em 1869.

Lançada pela Universal Studios, a obra se encaixa em um contexto geral muito particular que a empresa atravessava até então. Na primeira metade do século XX, o estúdio descobriu uma inesperada mina de ouro no tocante a adaptações de famosos exemplares da literatura, mais especificamente aqueles com inspiração no gótico ou que apresentavam protagonistas escanteados pela sociedade devido à alguma deformidade.

A primeira tentativa também envolveu uma criação de Victor Hugo, porém sendo esta O Corcunda de Notre Dame, filme mudo de 1923 que trouxe Lon Chaney no papel principal. A boa recepção incentivou o dono da Universal na época, Carl Laemmle, a apostar novamente na estratégia e, dois anos depois, foi lançado O Fantasma da Ópera trazendo Chaney mais uma vez para os holofotes.

 

O diretor mencionou o clássico como uma potencial inspiração

A essa altura o ator já era o rosto estabelecido da nova onda do terror gótico, além de uma grande estrela em Hollywood. Sendo um ativo valioso da Universal, Chaney apresentou ao estúdio um projeto para o que seria o filme do Fantasma da Ópera. Os executivos não aprovaram o projeto mas mencionaram ao ator que eles estavam negociando os direitos do livro O Homem que Ri e o queriam como protagonista.

Todavia, uma mudança de planos foi necessária quando a Universal não obteve os direitos para adaptar o mencionado livro e, estando em vias de perder o contrato com Chaney, negociaram uma renovação no qual lhe concederam, por fim, o projeto que ele de fato queria desde o começo, resultando no mencionado filme de 1925.

Após o sucesso deste, o estúdio foi novamente com força total para adquirir os direitos do livro, dessa vez conseguindo. Para a direção foi contratado o alemão Paul Leni, que por boa parte da carreira trabalhou como diretor de arte até ter sua estreia no comando de uma produção em 1917. Dez anos depois ele assinaria sua primeira colaboração com a Universal no terror mudo O Gato e o Canário.

“O Gato e o Canário” é bastante importante para o terror em geral

Sua estreia em solo norte-americano não poderia ter sido melhor, uma vez que o filme sedimentou as bases do subgênero casa assombrada. Escolhido o diretor, era necessário definir quem seria o protagonista, uma vez que Lon Chaney estava fora da disputa. Leni logo sugeriu o nome de Conrad Veidt, um ator alemão com que ele já havia trabalhado no passado, enquanto diretor de arte, em Lady Hamilton.

Não só isso, mas Veidt era um nome bastante conhecido do cinema alemão desde 1920, quando ele interpretou o hipnotizado Cesare em Gabinete do Dr. Caligari, uma das obras essenciais do movimento expressionista do país. Outra escalação simbólica foi a de Jack Pierce no departamento de maquiagem, ele teria papel fundamental no visual dos monstros dos futuros filmes de terror do estúdio tais como Drácula e o monstro de Frankenstein.

A trama apresenta Gwynplaine, o filho de um lorde exilado na Inglaterra do século XVII. Quando seu pai retorna para a terra natal, lhe é informado pelo rei James II que seu filho fora capturado por comprachicos (termo originário do livro para se referir a compradores de criança) e submetido a um processo cirúrgico no qual seu rosto ficaria com um sorriso permanente.

Veidt teve grande participação em um dos mais importantes filmes da Alemanha

O menino é abandonado pelos sequestradores em meio a uma nevasca, porém ele sobrevive e conhece Dea, uma jovem cega. Juntos eles conhecem Ursos, um showman itinerante que os acolhe. Anos depois, Gwynplaine e Dea desenvolvem uma relação romântica, na qual o protagonista com um sorriso permanente se sente aceito e reconfortado que Dea jamais terá ideia de como é seu rosto.

A jornada de Gwynplaine tendo que aceitar sua condição e percebendo que ele não é um monstro, porém, percebendo como as pessoas ditas normais podem ser, teve uma recepção morna na época de seu lançamento. No entanto, a longo prazo o legado da obra é perceptível nos mais diversos cantos da cultura pop, principalmente nos quadrinhos.

É amplamente conhecido que o visual criado por Jack Pierce para o sorriso estático de Gwynplaine foi a maior inspiração para Bill Finger, Bob Kane e o ilustrador Jerry Robinson para a concepção do Coringa em Batman #1 de 1940 a partir de uma fotografia de Conrad Veidt produzida para o filme. Importante frisar que a altura que o vilão surge, na primeira edição da revista solo do Batman, ele também carrega o status de primeiro vilão regular do herói pois até então ele possuía apenas embates pontuais.

Com o passar do tempo, O Homem que Ri ganhou status de lenda e, nos dias atuais, recebe todo o reconhecimento possível por seu legado no gênero do terror. Ainda assim, é notável que ele foi sendo esquecido pela Universal, principalmente após os eventuais sucessos de Drácula e Frankenstein, jamais recebendo revisitas da companhia ou uma maior presença no cenário cultural em geral como seus irmãos obtiveram.

 

Nicolas Cage surge como o conde Drácula na primeira imagem de ‘Renfield’

A Universal Pictures divulgou a primeira imagem oficial de ‘Renfield‘, terror cômico que focará no servo do lendário vampiro Drácula.

Nicolas Cage (‘Mandy: Sede de Vingança’) interpretará o Conde Drácula.

O longa será lançado nos cinemas no dia 14 de abril de 2023.

Confira:

Nicholas Hoult (‘X-Men: Primeira Classe’) estrelará como o personagem-título.

O elenco ainda contará com Awkwafina (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’), Adrian Martinez (‘Golpe Duplo’), Shohreh Aghdashloo (‘The Expanse’), James Moses Black (’24 Horas: O Legado’) e Ben Schwartz (‘Sonic: O Filme’).

Chris McKay (‘A Guerra do Amanhã’) fica a encargo da direção.

A trama é baseada em uma ideia criada por Robert Kirkman (‘The Walking Dead’), que servirá como produtor do filme.

Recentemente, Kirkman revelou que o longa será divertido e “extremamente violento”.

“Nós estamos fazendo um filme muito legal para a Universal [Pictures] que focará no Renfield. Será uma história sobre ele como servo do Drácula, e mostraremos como o trabalho é péssimo. Será uma comédia divertida e extremamente violenta. Será muito sangrento.”

O roteiro fica por conta de Ryan Ridley (‘Rick e Morty’).

No romance original de Bram Stoker, Renfield era um paciente lunático de um manicômio que foi diagnosticado de insanidade; mas, na verdade, ele era um servo de Drácula. O longa-metragem deve ser ambientado nos dias atuais em vez de ser construído como um filme de época.

‘Men’: Trailer do novo TERROR da A24 dirigido por de Alex Garland, de ‘Aniquilação’ e ‘Ex Machina’

O novo filme de terror de Alex Garland (Ex Machina), ‘Men‘, ganhou seu trailer LEGENDADO.

Assista:

A A24 divulgou, até o momento, uma sinopse bastante vaga sobre o filme, sem revelar muito a respeito, como é habitual do estúdio: “Após uma tragédia pessoal, Harper (Jessie Buckley) decide ir sozinha para um retiro no meio de um belo campo inglês, na esperança de encontrar um lugar para se curar. Mas alguém ou algo da floresta ao redor parece estar perseguindo ela. O que começa como um pavor fervente se torna um pesadelo, habitado por suas memórias e medos mais sombrios”.

Com poucas informações reveladas, sabe-se que a produção gira em torno de uma jovem mulher que viaja sozinha para o interior da Inglaterra depois da morte de seu ex-marido.

A indicada ao Oscar Jessie Buckley (‘A Filha Perdida’, ‘Estou Pensando em Acabar com Tudo’) estrela o longa-metragem ao lado de Rory Kinnear (‘Penny Dreadful’, ‘Black Mirror’).

O filme é produzido DNA Films (‘Extermínio’) em parceria com a A24, a companhia por trás de ‘O Farol’, Midsommar – O Mal Não Espera a Noite’ e ‘Hereditário’.

Além de dirigir, Garland também assina o roteiro.

Não gostou de ‘Águas Profundas’? Relembre os ÓTIMOS Thrillers Eróticos dos anos 90…

É sempre interessante notar como cada novo período social influencia a tendência do cinema (e do audiovisual como um todo), impulsionando ou eliminando inclusive os gêneros dos filmes. No passado, por exemplo, os faroestes e os musicais eram os tipos mais produzidos pela indústria de Hollywood. Hoje, tais segmentos foram consideravelmente podados, ao ponto de serem considerados diferentes aos olhos do público, em comparação com as demais obras que lotam constantemente o mercado. Da mesma forma, quem poderia imaginar há vinte, trinta anos, que os super-heróis saídos dos quadrinhos seriam a fonte mais confiável e rentável para grandes produções de famosos estúdios.

Toda esta apresentação para focarmos no tema desta matéria, os thrillers eróticos. Por si só um produto de seu tempo, os anos 1990, onde após o avanço de narrativas mais liberais e realistas nos anos 1960, tivemos uma escalada rumo a total falta de pudor – entrelaçada à liberdade sexual e à independência feminina. O cinema, por consequência, ficou mais sem vergonha, sem moralismo, com a cabeça mais aberta, e Hollywood começou a se espelhar nas obras europeias. Afinal, ver uma mulher pelada nas telas de cinema, ainda na década de 1950, por exemplo, era algo inimaginável. Esse advento foi se tornando cada vez mais constante pelas décadas de 1970 e 1980, onde finalmente viraria um subgênero na década de 1990.

Época do clamor desavergonhado, os anos 1990 serviram como casa de algumas das obras mais icônicas deste subgênero – muitas inclusive tinham como único propósito apresentar cenas tórridas e/ou uma estrela famosa nua, e tais projetos eram vendidos apenas por este mote. Nos tempos politicamente corretos em que vivemos, fica cada vez mais difícil imaginar uma produção sendo arquitetada por um grande estúdio nestes moldes: vender um filme através da sensualidade e erotismo de sua protagonista, explorando seu corpo pela venda de ingressos. E a última tentativa, ‘Águas Profundas’, filme lançado direto no Amazon Prime Video e estrelado por Ben Affleck e Ana de Armas, se provou uma bela furada. Um filme tedioso, mesmo com a assinatura do diretor Adrian Lyne, de ‘Atração Fatal e ‘Proposta Indecente’.

Com isso em mente, e como forma de relembrar e refletir sobre o passado, o CinePOP traz para você uma nova matéria comentando alguns dos mais famosos thrillers eróticos da década de 1990, filmes de suspense que faziam a temperatura subir. Vamos relembrar.

Instinto Selvagem (1992)

Este é o carro-chefe do subgênero, e podemos dizer que a extinta produtora Carolco (a mesma de O Exterminador do Futuro 2) e a TriStar Pictures (distribuidora do filme), subsidiária da Columbia, hoje Sony, saíram na frente. O filme elevou a carreira da musa Sharon Stone ao estrelato e a transformou num sex symbol. Ironicamente, treze atrizes foram procuradas para o papel e o negaram – como Michelle Pfeiffer e Demi Moore -, antes de Stone ser contratada.

Além de Sharon Stone, outros três nomes ficariam associados aos thrillers eróticos dos anos 1990: o do diretor Paul Verhoeven, o do roteirista Joe Eszterhas e o do ator Michael Douglas. Na trama, um detetive linha dura (Douglas) se depara com um caso de assassinato violento e uma história de sexo selvagem envolvendo uma manipulativa escritora (Stone).  Quatorze anos depois, Stone tirou uma sequência da cartola, Instinto Selvagem 2 (2006), a qual protagonizou sem nenhum dos nomes envolvidos com o original.

Invasão de Privacidade (1993)

Depois de sua explosão em Instinto Selvagem, Sharon Stone se tornava uma estrela da noite para o dia. E como Hollywood adora apostar no certo, um monte de projetos com temática sexual chegava para a atriz nesta época. O primeiro para o qual ela disse sim foi este suspense da Paramount (que não é boba nem nada), dirigido por Phillip Noyce (Jogos Patrióticos), baseado no livro de Ira Levin e com roteiro adaptado pelo mesmo Joe Eszterhas do filme acima. Na trama, Stone vive uma mulher que se muda para um luxuoso edifício de Nova York, e logo descobre que o local guarda sinistros segredos, envolvendo apartamentos observados por câmeras e a perda de privacidade (visionário?). E como esperado, a atriz novamente desempenhava momentos para lá de picantes.

O Especialista (1994)

A esta altura Sharon Stone já estava consolidada como musa quente do cinema, sendo basicamente um pré-requisito que a atriz aparecesse nua ou desempenhasse uma cena caliente em seus filmes. Foi assim, por exemplo, com Rápida e Mortal (1995), faroeste da TriStar/Columbia (Sony). Quando ela não protagonizava tais momentos, seus filmes não iam bem – vide Diabolique (1996) e A Última Chance (1996) -, provando o tipo de personagem e longa no qual o público queria vê-la.

Assim, este filme de ação da Warner, veículo para Sylvester Stallone, recebeu um tratamento erótico quando Stone assinou para co-protagonizar. Estamos falando da polêmica cena do chuveiro, que mostra uma tórrida relação entre o casal. Recentemente a sequência saiu do passado e ganhou os holofotes com a notícia de que Sly teria embebedado Stone para desempenhar o momento, a contragosto da atriz.

Corpo em Evidência (1993)

Instinto Selvagem provou a viabilidade e sucesso financeiro dos thrillers eróticos. Assim, pouco tempo depois de seu lançamento, este Corpo em Evidência estreava nos cinemas. E o único motivo da existência deste suspense de quinta, produzido pelo italiano Dino De Laurentiis e distribuído pela MGM, é mesmo promover cenas quentes de nudez de sua protagonista, numa trama erótica rocambolesca.

E quem melhor do que a provocativa Madonna – que na época devorava homens no café da manhã e tratava o sexo com a naturalidade de quem vai à feira – para sem pudor se despir e protagonizar momentos impróprios para menores, como os trechos com a cera de vela. De fato, De Laurentiis adquiriu o roteiro com a estrela da música em mente. Aqui, ela vive uma mulher sendo julgada pela acusação de matar seu companheiro… de tanto fazer sexo!

Assédio Sexual (1994)

Aqui temos um caso curioso. O próprio Michael Douglas queria que sua coprotagonista em Instinto Selvagem fosse Demi Moore – porque Sharon Stone era, então, uma ilustre desconhecida. Dois anos depois, e Douglas teve seu desejo atendido, com um filme do subgênero bancado pela Warner. A obra era vendida justamente pela união destes dois fortes nomes dos thrillers eróticos acima do título. Douglas havia protagonizado Atração Fatal (1987) e o próprio Instinto Selvagem (1992).

E Moore se consolidava na fase adulta (já que começou no cinema ainda na adolescência) com Proposta Indecente (1993), da Paramount – se tornando assim, igualmente, um símbolo sexual. A proposta aqui, embora seja baseado num livro, era pegar carona no famoso caso de assédio real envolvendo Anita Hill e Clarence Thomas, que parou os EUA no início da década de 1990 (retratado no filme da HBO Confirmação, 2016). Aqui, a assediadora é a mulher em posição de poder. No entanto, os que estavam esperando um momento extasiante entre os dois nas telas, terminaram ficando a ver navios.

Striptease (1996)

Demi Moore, como dito, apesar de ter começado a carreira bem novinha como parte do brat Pack, ganhava novos contornos nesta fase com o status de símbolo sexual. Depois de Proposta Indecente, Assédio Sexual e A Letra Escarlate (1995), Moore negociou um salário astronômico com a produtora Castle Rock para mostrar seus recém adquiridos músculos e próteses de silicone nos seios em Striptease (distribuído pela Columbia/Sony e no Brasil pela Warner). A atriz embolsava US$12.5 milhões, o que hoje seria algo em torno dos US$20 milhões, se tornando na época a atriz mais bem paga de Hollywood. Quem leu o livro no qual o filme é baseado garante que é bom e traz grande insight, além de tiradas cômicas que funcionam. Já o filme se tornou um fiasco, cujo único propósito era mostrar a atriz nua.

A Cor da Noite (1994)

A Disney produzindo um thriller erótico? Sim! E um dos mais desavergonhados da época. Bem, ao menos através de suas subsidiárias Hollywood Pictures e Buena Vista. E por falar em Demi Moore, seu então maridão Bruce Willis também não quis ficar de fora do subgênero. Mostrando mais uma vez a influência de Instinto Selvagem, este foi outro roteiro criado às pressas para capitalizar em cima deste estilo para maiores. Sharon Stone era uma ilustre desconhecida até Instinto Selvagem, e o nome de peso no projeto era o de Michael Douglas.

O mesmo foi orquestrado aqui, com Willis como chamariz, tentando impulsionar a carreira da jovem Jane March – com quem protagoniza cenas para lá de intensas. A proposta de fazer March uma estrela, no entanto, falhou. Na trama, Willis vive um psicólogo pegando para si um grupo de terapia de um colega assassinado. Logo, ele descobre que um dos membros de tal grupo não é o que parece, e precisa desvendar uma série de assassinatos, enquanto se diverte de forma explícita como uma bela jovem dezoito anos mais nova.

Jade (1995)

Talvez você não lembre dela, mas Linda Fiorentino foi um grande nome feminino de Hollywood nos anos 1990. E muito devido às obras com apelo sexual que protagonizava, sempre no papel da femme fatale. Percebendo o fervor do momento de tais filmes e que havia um grande público cativo na época, a Paramount, seguindo o relativo sucesso de Invasão de Privacidade dois anos antes, voltou a bancar uma produção do subgênero, investindo ainda mais dinheiro.

Para a empreitada, o estúdio contratou novamente Joe Eszterhas para o roteiro, e assim nascia Jade – uma reedição menos inspirada de Instinto Selvagem. Na direção, um cineasta pra lá de renomado: William Friedkin (vencedor do Oscar por Operação França e indicado por O Exorcista). E como Sharon Stone já havia feito o original, para esta espécie de releitura foi escalada Linda Fiorentino. A morena havia chamado atenção no ano anterior com O Poder da Sedução (1994), thriller de John Dahl, criado exatamente nos mesmos moldes.

Nunca Fale Com Estranhos (1995)

Outro nome que entrou na dança dos filmes de suspense eróticos foi o de Rebecca De Mornay. A atriz já havia realizado cenas quentes ao lado do astro Tom Cruise na comédia adolescente Negócio Arriscado (1983), onde interpretou uma prostituta. Quase dez anos depois ela viria a protagonizar o thriller A Mão que Balança o Berço (1992), sucesso da Disney (Hollywood Pictures) com certa tonalidade sexual – onde viveu uma vilã em busca de vingança, se disfarçando de babá para roubar a família da mulher que, segundo ela, havia destruído a sua.

Um ano depois, De Mornay seguia no subgênero com Culpado como o Pecado (1993), no papel de uma advogada defendendo um playboy assassino (Don Johnson). O escolhido para figurar nesta lista, no entanto, foi Nunca Fale com Estranhos, projeto totalmente construído para explorar a sexualidade de seus protagonistas – realçando suas cenas de nudez e sexo. O fiapo de roteiro desta produção da TriStar/Columbia (Sony) traz De Mornay como psicóloga criminal conhecendo e iniciando uma relação tórrida com um perfeito estranho – daí o título do filme. E para o papel do estranho, o latin lover da época, Antonio Banderas, incendiava as telas.

Showgirls (1995)

Tudo bem que Showgirls não é tanto um suspense, e funciona mais como um melodrama mexicano, daqueles bem exagerados. O filme também ficaria conhecido como uma das piores produções cinematográficas, não apenas de seu respectivo ano, mas da década e igualmente de todos os tempos. Há alguns anos o filme foi redescoberto e transformado em cult por muitos defensores. O crítico Adam Nayman, da revista Sight and Sound, por exemplo, chegou até mesmo a escrever um livro defendendo Showgirls para a série Pop Classics: “It Doesn’t Suck”.

Os fãs do longa afirmam que esta era sua proposta desde o início, uma farsa sobre o mundo das strippers de Las Vegas, exagerada, caricata e novelesca. Para muitos, a obra recai na categoria “tão ruim que é bom”, que constantemente enaltece os mais saborosos prazeres culposos. Aqueles filmes que sabemos não ser bons, mas que não conseguimos evitar de gostar. Showgirls seria o próximo passo evolutivo de Instinto Selvagem, uma produção ainda mais provocativa em suas questões sexuais. Um drama que escancararia tal universo sem dó, nem piedade.

Não por menos, o longa recebeu a censura mais alta para uma produção vendida ao grande público, o famigerado NC-17. Para a empreitada, a mesma Carolco, em parceria com a United Artists, tratou de reunir a dupla Paul Verhoeven na direção e Joe Eszterhas no roteiro. Protagonizando, uma jovem atriz saída de um programa adolescente, Elizabeth Berkley – o plano era ser alçada à nova Sharon Stone. O resultado, porém, foi bem diferente para todos os envolvidos.

Garotas Selvagens (1998)

Showgirls se tornou o epicentro da implosão do subgênero. Como toda “fórmula” descoberta por Hollywood, os thrillers eróticos foram desgastados à exaustão, e todo mundo que pôde tirou uma casquinha de tal segmento. Como sempre ocorre, alguém vai longe demais, inviabilizando sua continuidade, afinal, nada dura para sempre. Foi assim com os faroestes, com os musicais, com os épicos bíblicos e medievais, com os filmes de ação brucutu dos exércitos de um homem só, e até mesmo com as comédias românticas bobinhas da década passada.

A pergunta que fica é: quanto tempo mais os filmes de super-heróis ainda tem até precisarem ser reinventados? É justamente onde se encaixa este Garotas Selvagens, que chegou na rebarba da implosão do subgênero. Apesar de não ser um filme completamente ruim, o longa ficou meio deslocado, e caso tivesse sido lançado na época do hype de tais produções, poderia ter causado um barulho maior.

Aqui são duas, e não apenas uma, as jovens estrelas da época participando de cenas tórridas. Neve Campbell (querendo amadurecer na carreira) e Denise Richards (saída de uma produção de Paul Verhoeven, Tropas Estelares) são duas estudantes bem diferentes, que se envolvem com um professor (Matt Dillon) para um esquema de roubo de uma fortuna. A trama desta produção da Columbia (Sony) é intrincada e confusa, e certos trechos questionam nossa inteligência com suas dezenas de reviravoltas, mas algo que o público não esquece é a cena do ménage entre os protagonistas.

‘Morbius’: Matt Smith diz que não entendeu NADA do seu próprio personagem

Morbius chega aos cinemas nacionais em 31 de março e o elenco está fazendo suas rodadas de entrevistas com a imprensa.

Recentemente, Matt Smith (‘Doctor Who’) conversou com o Screen Rant e admitiu que não entendeu nada sobre o seu próprio personagem, Loxias Crown.

Nos quadrinhos, Crown é atacado e mordido por Michael Morbius, ganhando poderes semelhantes aos do Vampiro Vivo e transformando-se no vilão Hunger.

Embora haja um monte de histórias por trás do personagem, Smith disse que ainda está confuso sobre o papel.

“A verdade é que eu não estava ciente da grande história do meu personagem em muitos aspectos. Acontece que o roteiro que eu peguei não mergulha no passado dele – ou mesmo no futuro. E não é outra pessoa que o interpreta? Sinceramente, é tudo um pouco confuso para mim. E, no fim ds contas, eu não sabia se meu personagem era mesmo Loxias [Crown] ou não. Ainda não tenho certeza, para ser honesto.”

Considerando as palavras do astro, é possível que o longa apresente uma reviravolta sobre a identidade de Crown, indicando que o personagem de Smith apenas adotou este nome.

Confuso, não?

Lembrando que ‘Morbius‘ foi adiado sete vezes, o que nunca é um bom sinal. E, pelo visto, o filme realmente atrasou tanto tempo por que não estava à altura do que o estúdio queria.

Segundo o jornalista Brandon Matthews, do Geeks Worldwide, ele ouviu de vários amigos críticos que já assistiram ao filme para fazer entrevistas que a produção é ruim.

“Ouvi de vários jornalistas que já viram o filme (para fins de entrevistas) que é chato e não pensado. Sem consistência, o resultado é que o filme é ruim. Tem alguns bons momentos e uns 2 ou 3 easter-eggs. Mas tirando isso, apenas assista quando ele chegar no streaming”, afirmou.

Confira:

Caso o filme seja um fracasso, o ator Jared Leto já tem uma desculpa.

“Se não der certo, temos uma boa desculpa. Esperamos muito tempo para lançar o filme”, revelou.  

Morbius recebeu classificação para maiores de 13 anos por conta de “intensas sequências de violência, algumas imagens assustadoras e linguagem inapropriada”.

Daniel Espinosa (‘Vida’) é responsável pela direção.

Com uma rara doença no sangue, e determinado a salvar outros que sofrem seu mesmo destino, Dr. Morbius tenta uma aposta desesperada. Inicialmente, o resultado parece ser um grande sucesso, mas os poucos uma escuridão consome o médico, que se transforma em um perigoso caçador.

O elenco também conta com Tyrese Gibson, Jared Harris e Matt Smith.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

‘Doutor Estranho 2’ ou ‘Thor 4’? Dublador de Tom Hiddleston indica que Loki estará em novo filme da Marvel

A 2ª temporada de Loki‘ já está confirmada para uma data desconhecida no futuro no Disney+, mas Tom Hiddleston pode aparecer em breve em outro projeto da Marvel Studios.

Isso porque o dublador Peter Lontzek, que dá voz ao astro na Alemanha, disse que está concluindo uma dublagem para o estúdio.

A tradução do alemão para o inglês foi feita pelo Murphy’s Multiverse e compartilhada por um usuário do Tik Tok, na qual Lontzek diz:

“Há um novo filme da Marvel no qual estou trabalhando atualmente e sobre o qual não posso falar.”

Confira:

@svenplatesynchron Heute mit Peter Lontzek #avengers #marvel #justiceleague #peterlontzek #svenplate #loki #dereinminutenstar #fyp #fuerdich ♬ Originalton – Sven Plate Synchron

No ano passado, rumores apontaram que Hiddleston teria uma participação em ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘, e a trama da sequência se alinha muito bem com os eventos da sérieLoki’. 

Outra opção seria ‘Thor: Amor e Trovão‘, já que Hiddleston apareceu nos três primeiros filmes do herói, então a Marvel poderia estar guardando uma aparição surpresa do deus da trapaça no longa.

O que você acha?

Lembrando que ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ estreia nos cinemas nacionais em 05 de maio de 2022.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

Há algumas semanas, a Marvel Studios divulgou uma nova sinopse, revelando mais detalhes da trama.

Confira:

Viaje para o desconhecido com o Doutor Estranho, que, com a ajuda de aliados místicos antigos e novos, atravessa as realidades alternativas alucinantes e perigosas do Multiverso para enfrentar um novo e misterioso adversário. 

Benedict Cumberbatch e Elizabeth Olsen irão estrelar a sequência, que também contará com o retorno de Chiwetel Ejiofor e Rachel McAdams.

 

Eleven e amigos enfrentam novos PERIGOS nas primeiras fotos da 4ª temporada de ‘Stranger Things’

A Netflix divulgou as primeiras imagens da quarta temporada de ‘Stranger Things‘, será dividida em DUAS PARTES – lançadas em 27 de maio e 1º de julho, respectivamente.

Confira:

“Há 7 anos, planejamos o arco completo da história de Stranger Things. Na época, prevíamos que a história duraria de quatro a cinco temporadas. – agora estamos nos aproximando do nosso final. A 4ª temporada será a penúltima temporada; a 5ª temporada será a última.”, afirmaram os irmãos Duffer, criadores da série.  

Confira a carta com o anúncio:

Seis meses depois da batalha de Starcourt, que deixou um rastro de terror e destruição em Hawkins, nosso grupo de amigos se separa pela primeira vez – e as turbulências do colégio dificultam ainda mais as coisas. Nesse momento de vulnerabilidade, surge uma nova ameaça sobrenatural ainda mais terrível, trazendo um grande mistério que pode ser a chave para acabar com os horrores do Mundo Invertido. 

Ansiosos?

Nos anos anteriores os fãs foram presenteados com uma história em oito em cada uma das temporadas. Ao que tudo indica, porém, na próxima temporada teremos nove capítulos – um a mais do que tivemos até hoje. Esses rumores, ainda não confirmados, estão sendo reforçados por Ausiello, diretor editorial da TV Line, que aponta que esse capítulo extra poderia ocorrer para contar a origem de um dos personagens queridos dos fãs. Quem poderia ser?