Um dos elementos mais icônicos do mundo da Barbie é sua Casa dos Sonhos, um objeto de desejo das crianças e que vem se adaptando aos designs de diferentes épocas.
E a sonhada mansão vai ganhar mais uma atualização em 2023.
A Mattel anunciou que a nova versão da Casa dos Sonhos da Barbie terá mais recursos para animais de estimação, o tobogã mais alto da linha e muitos detalhes que vão atrair os fãs.
Com três andares, a estrutura tem até mesmo um escorregador e uma piscina para animais, espaço de lazer para dias de sol, um andar dedicado a jogos, com quartos e varanda, e um terraço com palmeira e tudo.
A Casa dos Sonhos também possui 10 áreas de estar externas e internas, incluindo cozinha, sala de estar, sala de jantar, banheiro, closet, e mais de 75 acessórios e espaços personalizáveis, tudo isso com luzes e sons integrados e um elevador acessível para cadeiras de rodas.
Para quem gosta de colecionar, a peça já está à venda a partir de US$ 199,99 na na Amazon, Walmart e na loja online da Mattel.
Confira as imagens:
Vale lembrar que o filme estrelado por Margot Robbie será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de julho.
Segundo o World of Reel, ‘Barbie‘ teve mais uma exibição-teste e continua a fazer sucesso entre o público.
As informações indicam que a sessão aconteceu no último dia 30 de abril e que as reações são bem similares às últimas – a maior parte positiva, mas poucas pessoas não gostaram muito das cenas no mundo real.
Todavia, um consenso entre os espectadores é que, além do trabalho espetacular de Robbie como a personagem titular, Ryan Gosling rouba a cena como Ken e tem grandes chances de ser indicado ao Oscar por sua aplaudida performance. Outros nomes citados incluem Michael Cera, Kate McKinnon, America Ferrera e John Cena (alguns também ovacionados, outros já tendo causado uma reação mista na audiência).
Confira o trailer:
O elenco também é formado por Kate McKinnon, Will Ferrell, America Ferrera, Issa Rae, Micheal Cera, Hari New, Ncuti Gatwa, Kingsley Ben-Adir, Alexandra Shipp e Marisa Abela.
Greta Gerwig (‘Adoráveis Mulheres’) dirige e assina o roteiro ao lado de seu parceiro Noah Baumbach.
Anteriormente, a Mattel estava desenvolvendo uma versão satírica da propriedade, que seria estrelada pela Amy Schumer. A versão atual, no entanto, parece acolher o tom alegre e animado da marca.
A trama de ‘Eternos‘ explica que os heróis não ajudaram os Vingadores em suas batalhas anteriores porque não podiam interferir no curso das ações humanas.
Nem mesmo quando metade da humanidade estava prestes a desaparecer por conta dos planos de Thanos (Josh Brolin) em evaporar 50% da vida de todo o universo.
Oficialmente, esta foi a única referência ao vilão em todo o filme da diretora Chloé Zhao.
No entanto, uma cena deletada mostra que Sprite (Lia McHugh) e Makkari (Lauren Ridloff) voltariam a relembrar os eventos dos filmes dos Vingadores.
Na cena, elas conversam fora das ruínas da Babilônia, e Sprite pergunta:
“Você ainda acha que os humanos ainda merecem serem salvos? Depois de todas as coisas terríveis que os vimos fazer?”
Ao que Makkari responde:
“Eles derrotaram Thanos e salvaram metade do universo. Com pouco mais do que esperança, perseverança e sua capacidade de se sacrificar por aqueles que amam.”
‘Eternos‘ segue a jornada de seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘) até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.
O elenco conta também com Salma Hayek (Ajak), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).
Em SOMBRAS NO DESERTO, uma família escondida no Egito Romano. O filho conhecido como ‘o Menino’ duvida do guardião ‘o Carpinteiro’, rebelando-se com poderes misteriosos. Conforme ele usa suas habilidades, eles enfrentam horrores naturais e divinos.
Curiosidades:
» Além de dirigir, Lotfy Nathan também assina o roteiro do longa;
» A produção é inspirada em Evangelho Pseudo-Tomé, um evangelho apócrifo sobre a infância de Jesus. A escritura detalha o uso de poderes miraculosos por Jesus durante sua infância;
‘Minecraft 2‘ já tem data para começar a ser filmado. A produção começa na Nova Zelândia no dia 1º de maio, e a continuação está programada para estrear no dia 23 de julho de 2027.
Jared Hess (‘Gênios do Crime’) retornará à direção.
Ele também assinará o roteiro ao lado de Chris Galletta, mas detalhes sobre a trama não foram divulgados.
O astro Jason Momoa falou recentemente sobre o roteiro da sequência.
“O roteiro é ainda melhor. É tão bom que eu estava rindo alto. Faz muito tempo que não ria assim lendo um roteiro. Fiquei confuso com o primeiro; com este, estou rindo de verdade.”
O diretor Jared Hess já havia declarado ao Deadline que uma sequência de ‘Minecraft’“seria muito divertida”, especialmente após o enorme sucesso de bilheteria do primeiro filme, lançado em abril e que se tornou a terceira maior estreia da história da Warner Bros.
“Tivemos muita diversão fazendo esse filme, e o jogo tem um mundo tão expansivo, com muitas coisas que não conseguimos explorar e que gostaríamos”, explicou Hess. “Eu adoraria fazer a sequência, e parece que já existem conversas acontecendo, então estou super animado. Vai ser muito divertido voltar a esse universo. Os fãs estão se divertindo muito. Nós provocamos isso na cena pós-créditos, e eles parecem estar enlouquecendo”.
Ao comentar sobre a introdução de “outro personagem extremamente importante” do jogo no final do primeiro longa, Hess completou: “É o Steve (Jack Black) e a Alex, então, sem dúvida, são eles que vamos trazer para a história.”
Na trama do primeiro filme, um portal misterioso atrai quatro desajustados para o Overworld, uma terra das maravilhas bizarras e cúbicas que prospera com a imaginação. Para voltar para casa, eles têm que dominar o terreno enquanto embarcam em uma missão mágica com um construtor inesperado chamado Steve.
Sucesso nos cinemas, o live-action conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 950 milhões nas bilheterias mundiais – o que representa a terceira maior arrecadação do ano, atrás apenas de ‘Ne Zha 2: O Renascer da Alma‘ (US$1.9B) e ‘Lilo & Stitch‘ (US$1B).
O conceito de linha temporal é algo fascinante que mexe com o refletir de muitas pessoas. Quando projetos audiovisuais chegam para fixar seus alicerces narrativos dentro desse tema, a curiosidade logo chama nossa atenção. Pensando em seriados que de alguma forma estão dentro desse contexto, segue abaixo uma lista com 5 séries que exploram o conceito de mais de uma linha temporal:
Timeless: Guardiões da História
Com apenas duas temporadas, o seriado Timeless: Guardiões da História estreou em outubro de 2016 nos mostrando as aventuras de três pessoas que precisam viajar pelo tempo para proteger possíveis alterações nas linhas temporais por um grupo disposto a tudo.
O Ministério do Tempo
Com quatro temporadas, a primeira lançada no ano de 2015, em O Ministério do Tempo acompanhamos uma organização que reúne três pessoas, de séculos diferentes, que precisam se tornar uma equipe para manter a linha temporal da história da Espanha.
Dark
Quando um grupo de jovens descobre uma situação suspeitas vinda dentro de uma caverna na floresta da região, um deles some, dando início a uma saga que explora os sentimentos de perda ao limite, passando também pelo inusitado caso do tempo, fator importante e que vamos descobrimento melhor sobre ao longo dos intensos 26 episódios divididos em três temporadas absolutamente arrepiantes.
Legends of Tomorrow
Com personagens que estão inseridos dentro de algumas histórias do universo da DC Comics, na trama de Legends of Tomorrow conhecemos um viajante do tempo que é colocado como chefe de uma missão para reunir alguns personagens, vilões e outros considerados heróis, no combate em diversos momentos da linha temporal para proteger o planeta. O projeto teve sete temporadas.
Travelers
Ficção científica com produção canadense, em Travelers, que ficou no ar entre 2016 e 2018, conhecemos, num futuro bem distante, pessoas sobreviventes que consegue encontrar uma maneira de enviar a consciência para o passado, assim seus objetivos é o de mudar o curso de alguns acontecimentos da humanidade ocorridos no século XXI.
Indiscutivelmente os zumbis são os monstros mais famosos da cultura pop atual. As criaturas deterioradas já assumiram forma de namoradas insatisfeitas (Vida Após Beth e Enterrando Minha Ex), filha sofredora (Contágio – Epidemia Mortal) e até mesmo galã romântico (Meu Namorado é um Zumbi), desde que George Romero as popularizou em 1968. O que faltava, ou ao menos o que foi pouco usado, era se tornarem personagens num drama de arte sul coreano. Bem, essa lacuna acaba de ser preenchida.
Invasão Zumbi é uma das produções mais eletrizantes do ano, que chega aos cinemas neste fim de 2016 para sacudir o ano maledetto. No filme escrito e dirigido por Yeon Sang-ho – diretor de animações asiáticas, fazendo sua estreia no cinema live action – um acidente numa fábrica causa um estranho fenômeno, espalhando um terrível vírus e mantendo parte da cidade em quarentena. Logo na cena de abertura, percebemos a crise iminente com o atropelamento de um animal, que irá ditar o tom macabro para o longa.
Como dito, este é um filme diferente dentro do subgênero, no qual os sustos e arrepios são balanceados com o drama pessoal dos personagens, em trechos verdadeiramente emocionantes. E não é eufemismo, Invasão Zumbi consegue dar nó na garganta e trazer lágrimas aos olhos. O motivo para isso é o relacionamento entre o workaholic Woo (Gong Yoo) e sua filha pequena, a graciosa Soo-an (Kim Soo-na). O trabalho excessivo do pai yuppie deixa a filha aos cuidados da avó materna, porém, desejando mais atenção do progenitor. Essa é a razão pela qual a menina cisma em ir ver a mãe, moradora da cidade de Busan do título original.
A viagem para Busan de pai e filha é o que dá início para a trama nervosa, na qual um trem se torna o cenário para algumas das situações mais tensas e assustadoras já apresentadas neste tipo de cinema. No local também somos apresentados ao grupo inusitado de sobreviventes, aos quais nos afeiçoaremos ao longo da projeção, até que alguns deles saiam de cena – e isto é tudo o que irei dizer sobre o assunto. Ao lado da ficção Expresso do Amanhã (lançado por aqui no ano passado), esta obra faz uma boa sessão dupla, apresentando um subtexto rico além de seu gênero saliente e enfatizando o cenário de um trem como paralelo para questões sociais e políticas.
Do egoísmo protagonista, vendido para a filha como virtude, sinalizando a época cínica e individualista na qual vivemos; passando pelo altruísmo heroico de um truculento e bonachão futuro pai; até a coragem e provação do amor jovem e a união de familiares, que se quebrada fará perder a razão de sobrevivência, Invasão Zumbi possui demasiadas entrelinhas para ser consumido apenas como uma máquina de sustos e adrenalina. Não que a produção careça neste quesito, já que o ritmo imposto pelo cineasta Sang-ho é acelerado o suficiente para capturar a atenção do público disperso que lota os multiplex de shopping.
Por ter sido produzido bem longe de Hollywood, Invasão Zumbi tem toda a liberdade criativa desejada pelo diretor, deixando espaço para belos momentos contemplativos, visualmente estratégicos e ausentes no cinemão massificado. Por exemplo, uma perseguição de zumbis frenéticos se torna um entusiasmante quadro em movimento, quando a câmera de Sang-ho é posicionada em plongê absoluto (ângulo zenital, de cima para baixo) e acompanha a fuga de um personagem rumo a seu porto seguro. É este desejo pela arte que faz sobressair o filme sul coreano. Além disso, o cineasta trabalha esteticamente sua horda de mortos vivos, em uma cascata que se assemelha ao confeccionado por Marc Forster em Guerra Mundial Z (2013), criando ainda um balé de contorcionismo para as criaturas. O gore (sanguinolência) é deixado de lado em nome do clima construído, mais importante para o diretor do que o grafismo e a gratuidade.
Com eficientes homenagens, que chegam até o clássico A Noite dos Mortos Vivos (1968) – com um desfecho que reverencia o mestre Romero – personagens carismáticos que funcionam na medida planejada, e uma encantadora protagonista mirim, Invasão Zumbi tem na interação humana sua grande virtude. O final é poderoso e aponta o quanto é difícil encontrar um desfecho que funcione em qualquer tipo de filme. Ao nos depararmos com um encerramento como o apresentando aqui, compreendemos com mais facilidade o quão distante está a maioria das produções cinematográficas de confeccionar um ponto final poético e harmonioso.
‘John Wick 4: Baba Yaga’ foi enaltecido como o melhor episódio da saga do matador interpretado por Keanu Reeves. É inegável que o personagem deu novo gás para a carreira do astro agora nesta nova fase aos 58 anos. Reeves já teve sua cota de sucessos na filmografia, vide ‘Caçadores de Emoção’, ‘Velocidade Máxima’ e a franquia ‘Matrix’, com ‘John Wick’ se unindo a eles no panteão das obras pelas quais o ator será para sempre lembrado. E se você acha que essa será a última aparição do ator no papel, está muito enganado. Isso porque além do quinto filme já estar prometido em fase de pré-produção, Keanu Reeves e John Wick irão aparecer no derivado ‘Bailarina’, a ser estrelado por Ana de Armas.
Apesar de tamanha fama e ter servido como injeção de adrenalina para a carreira de Keanu Reeves, o ator não era a primeira opção do estúdio para viver o assassino. Aqui, iremos apresentar os atores que foram considerados para o papel, antes de Keanu Reeves dizer sim ao projeto. Confira abaixo.
Johnny Depp
A primeira opção para viver John Wick no cinema, acredite se quiser, foi o astro Johnny Depp, três vezes indicado ao Oscar. Hoje, a vida pessoal do ator acabou ofuscando sua vida profissional, e o relato de abusos do caótico casamento com Amber Heard custou ao ator trabalhos em franquias como ‘Animais Fantásticos’ e até mesmo em ‘Piratas do Caribe’. Mas voltando para 2014, o nome de Depp ainda era bastante popular – apesar de o ator na época ter vivido fracassos consecutivos em sua carreira, vide ‘O Turista’, ‘Diário de um Jornalista Bêbado’, ‘Sombras da Noite’ e ‘O Cavaleiro Solitário’. Ou seja, Depp necessitava de um sucesso, no entanto, disse adeus à possibilidade ao negar o papel em ‘John Wick’, preferindo embarcar na ficção científica ‘Transcendence’, mais um fracasso em sua ficha.
Sylvester Stallone
Tudo bem, Stallone é bem mais velho. Acontece que a ideia original para o personagem John Wick é que ele estivesse na casa dos 60 anos. Desta forma, o astro da ação Sylvester Stallone se encaixaria como uma luva no papel. John Wick até lembra personagens que o veterano interpretou em sua carreira, um dos mais recentes sendo Jimmy Bobo em ‘Alvo Duplo’ (2013). Stallone foi outro que não vingou no papel, mas obteria sucesso ao tirar da manga o terceiro filme da franquia ‘Os Mercenários’, lançado no mesmo ano do primeiro John Wick. Em 2023, o ator prepara a estreia de ‘Os Mercenários 4’.
Jason Statham
Por falar em ‘Os Mercenários’, Jason Statham é outro veterano da franquia de Sylvester Stallone que foi considerado para o papel do matador vingando a morte de seu cachorro. John Wick é exatamente o tipo de filme que Statham gosta de fazer, justamente por isso ter o ator no papel não seria algo assim tão especial, e caso tivesse aceitado, o filme talvez não tivesse se tornado o que foi com Keanu Reeves protagonizando. Já pensou? Poderíamos ter apenas um John Wick nos cinemas e nada mais.
Nicolas Cage
Sim, querido leitor, o grande Nicolas Cage, vencedor do Oscar por ‘Despedida em Las Vegas’, também era visado para o papel de John Wick no primeiro filme. O problema é que em 2014, Cage ainda não havia recebido essa nova onda de popularidade em sua carreira que ocorreu após os lançamentos de ‘Pig’ e ‘O Peso do Talento’. Ou seja, em 2014, Cage amargava os inúmeros lançamentos em vídeo, todos filmes do tipo B, numa era antes da popularização dos streamings. Ou seja, caso Cage fosse John Wick, o filme muito provavelmente seria mais um destes descartáveis do currículo do ator. De fato, Cage fez inclusive um “clone” de John Wick e lançou no mesmo ano – o filme ‘Fúria’ (Tokarev), no qual interpreta um homem atrás de vingança, matando muita gente.
Bruce Willis
Nosso querido Bruce Willis foi recentemente diagnosticado com demência, e se afastou dos holofotes, se aposentando da carreira de ator. O astro deixa um incrível legado repleto de sucessos, obras inesquecíveis como ‘O Sexto Sentido’, ‘Pulp Fiction’ e ‘Corpo Fechado’. Seu maior sucesso é mesmo a franquia ‘Duro de Matar’, um dos melhores filmes de ação da história do cinema. Voltando para 2014, Willis também foi cogitado para o papel de John Wick e até seria uma boa escolha. Porém, na época o ator já fazia escolhas questionáveis de projetos, e terminou lançando ‘O Príncipe’, filme de ação com John Cusack e Jason Patric, que ninguém viu e menos ainda ouviram falar.
Kurt Russell
Ator emblemático saído dos anos 1980, Kurt Russell é outro que se encaixa no perfil de um John Wick mais velho da ideia original. Russell, é claro, coleciona obras cult em sua filmografia, como ‘Fuga de Nova York’, ‘O Enigma de Outro Mundo’, ‘Os Aventureiros do Bairro Proibido’ e ‘Tango e Cash – Os Vingadores’. Recentemente, o ator foi redescoberto pelas novas gerações e embarcou na franquia ‘Velozes e Furiosos’ no papel do Sr. Ninguém, e em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’, onde viveu o vilão Ego. Mas Russell terminou não ficando com o papel e não lançou nenhum filme naquele ano – se preparando para no ano seguinte estrear ‘Os Oito Odiados’, de Tarantino, ‘Velozes e Furiosos 7’ e o faroeste ‘Rastro de Maldade’.
Kevin Costner
Terminando a lista dos atores considerados para o papel de John Wick no primeiro filme, temos o astro indicado ao Oscar de melhor ator, e vencedor do Oscar de melhor diretor Kevin Costner. Outra cria dos anos 80, Costner é outro que se encaixaria no perfil de um John Wick mais velho e traria bastante peso ao papel. O que acontece é que a maioria destes atores talvez não aceitasse fazer inúmeras continuações do mesmo filme, procurando outros papeis diferentes – já que se trata de atores consagrados. Não que Keanu Reeves não seja, mas acontece que Reeves é mais cool e pop. Curiosamente, ou quem sabe não, no mesmo ano do primeiro ‘John Wick’, Costner lançou um filme exatamente no mesmo estilo chamado ‘3 Dias para Matar’, escrito por Luc Besson e dirigido por McG.
A nova série do Hulu, ‘The First‘, criada por Beau Willimon, o criador de ‘House of Cards’, ganhou data de estreia. O projeto será lançado no serviço de streaming no dia 14 de setembro.
A produção foca nos desafios da primeira tentativa da humanidade em dar os passos em direção a uma colonização interplanetária e os perigos que os responsáveis pela missão enfrentam em Marte.
Em um comunicado, Willimon comentou sobre o teor da série:
“É uma história sobre o espírito humano. É sobre nossa necessidade indômita de alcançar horizontes desconhecidos. É sobre o preço desta visão, o perigo e o sacrifício – emocional, psicológico e físico – que é exigido para atingir esse objetivo. É sobre como pessoas comuns e imperfeitas se unem para superar obstáculos para atingir o extraordinário”.
A nova série de fantasia da Netflix, ‘A Ordem‘ (The Order), já está disponível na plataforma!
A primeira temporada tem apenas 10 episódios.
Confira o trailer:
Ao entrar para uma lendária sociedade secreta na Universidade de Belgrave, o calouro Jack Morton mergulha em um perigoso jogo de vida ou morte. Agora, ele terá que encarar surpreendentes segredos de família e uma batalha implacável entre lobisomens e feiticeiros.
O elenco inclui Jake Manley, Sarah Grey, Matt Frewer, Sam Trammell, Max Martini, Adam DiMarco e Louriza Tronco.
Durante o painel da Comic-Con em Paris, Karen Gillan afirma que adoraria que ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ explorasse melhor a relação entre a Nebula e a Gamora, especialmente agora que o Thanos foi derrotado.
“Eu adoraria ver como será a relação entre elas agora que seu pai, a fonte do abuso, não está mais presente. Acredito que seria muito interessante ver se elas conseguem formar uma conexão normal, de irmãs que se amam.”
Recentemente, James Gunn foi questionado em suas redes sociais se algum personagem morrerá na próxima sequência, e sua resposta não foi nada agradável.
“Não me lembro de nenhum filme de quadrinhos em que ninguém tenha morrido!”, disse o cineasta.
Considerando as mortes de Groot e Yondu nos filmes anteriores, é de se esperar que a última peça da trilogia seja encerrada com a despedida de um querido personagem.
Vale lembrar que o diretor revelou ao Comic Book que a sequência será a despedida de Rocket nas telonas.
Além disso, ele é o único membro dos Guardiões que ainda não morreu de alguma forma. Groot se sacrificou pela equipe, Gamora foi morta por Thanos, e os outros membros ‘morreram’ no estalar de dedos do vilão.
De qualquer forma, ainda há bastante tempo de planejamento, já que o filme não está programado para a próxima fase da Marvel Studios.
Um grupo de mulheres casadas com oficiais militares decide se unir para formar um coral. À medida que a inesperada amizade entre elas se desenvolve, a música e o riso transformam suas vidas, enquanto elas ajudam uma a outra a superar o medo pelos entes queridos em combate.
Através de seu Twitter, Ryan Murphy voltou a pedir a opinião dos fãs sobre qual tema eles querem ver no universo de ‘American Horror Story‘, que ganhará um spin-off intitulado ‘American Horror Stories‘.
Dessa vez, Murphy reduziu a escolha entre duas opções finais: Bloody Mary e a peste negra.
Qual dos dois temas vocês gostariam de ver na série?
Vale lembrar que a narrativa da 10ª temporada, intitulada ‘American Horror Story: Double Feature‘, irá se dividir em duas principais: uma ambientada no mar e outra em terra firme.
O próximo ciclo contará com o retorno de Sarah Paulson, Kathy Bates, Leslie Grossman, Billie Lourd, Evan Peters, Adina Porter, Lily Rabe, Frances Conroy, Angelica Ross e Finn Wittrock, além da introdução dos novatos Macaulay Culkin, Spencer Novich, Ryan Kiera Armstrong, V Nixie, Kaia Gerber e Pierce Cady.
Os novos episódios não têm previsão de lançamento.
Em entrevista ao TVLine, o showrunner Michael Patrick King falou sobre o possível retorno de Kim Kattrall como a desinibida Samantha em ‘And Just Like That‘, revival de ‘Sex and the City‘.
“Kim [Cattrall] disse que não quer mais interpretar a Samantha. Essa série nunca foi criada tendo a atriz em mente, mas sim com a Samantha como uma personagem.”
Ele completa, “Eu amo a Samantha. Além disso, eu tenho um grande respeito pelos fãs e seus sentimentos pela personagem. Eu não tinha interesse em matá-la. Isso seria desnecessário.”
A nova temporada será composta por dez episódios e trará o retorno de Steve (David Eigenberg), Harry (Evan Handler), Stanford (Willie Garson), Anthony (Mario Cantone) e Aidan (John Corbett).
Lembrando que Kim Cattrall, intérprete da icônica Samantha, não retorna.
Cathy Ang (‘A Caminho da Lua’), Niall Cunningham (‘Curb Your Enthusiasm’), Alexa Swinton (‘Tempo’), Cree Cicchino (‘Mr. Iglesias’), Sarita Choudhury, Nicole Ari Parker e Karen Pittman completam o elenco.
Sara Ramirez (‘Grey’s Anatomy’) fará sua introdução como Che Diaz, uma comediante não binária que apresenta um podcast que traz Carrie como uma das convidadas regulares.
Criada por Darren Star (hoje à frente de ‘Emily em Paris‘), a série original contou com seis temporadas, exibidas entre os anos de 1998 e 2004 na HBO.
Através do seu Instagram, o designer Alec Gillis compartilhou novas artes conceituais de ‘O Predador: A Caçada‘, destacando a grande diferença entre o Predador do novo filme com o visual clássico do personagem nos filmes anteriores.
“Aqui está a comparação entre o nosso Predador e o Predador de ‘O Predador: A Caçada’. Nós fizemos isso para comparar a diferença entre as cabeças. Sabíamos que a mudança no design seriam notadas,” declarou o artista.
Ambientado no mundo da Nação Comanche no início de 1700, “O Predador: A Caçada” é a história não contada de uma jovem guerreira altamente qualificada, desesperada para proteger seu povo do perigo iminente. Ela persegue e finalmente confronta sua presa, que acaba sendo um predador alienígena altamente evoluído com um arsenal tecnologicamente avançado, resultando em um confronto brutal e aterrorizante entre os adversários.
Dan Trachtenberg (‘Rua Cloverfield, 10’) é responsável pela direção.
A sequência é o quinto capítulo da saga, que foi lançada oficialmente em 1987 e que também contou com dois derivados crossover com ‘Alien‘.
De acordo com o Deadline, a franquia ‘Velozes e Furiosos‘ conseguiu ultrapassar a impressionante marca dos US$ 7 bilhões nas bilheterias mundiais – tornando-se a quinta maior saga da história do cinema.
Dentre os 11 filmes, incluindo o spin-off ‘Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw‘, US$ 1.946 bilhão foram arrecadados domesticamente, e US$ 5.083 bilhões foram internacionalmente – o que evidencia a força da franquia no mercado internacional.
Além disso, com o sucesso de ‘Velozes e Furiosos 10‘, a Universal Pictures se tornou o primeiro estúdio a superar a marca de US$ 1 bilhão domesticamente em 2023.
Nos EUA, o longa arrecadou US$ 108 milhões. No mercado internacional, foram US$ 399.3 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 507.2 milhões.
Atualmente, a nova iteração estrelada por Vin Diesel já se encontra no TOP 3 das maiores bilheterias do ano, atrás apenas de ‘Super Mario Bros‘ (US$1.2B) e ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ (US$723.4M).
Dirigido por James Cullen Bressack, o longa será para maiores por “violência forte, linguagem, conteúdo com drogas e referências sexuais”.
Russell Hatch é um ex-agente da Interpol que prometeu proteger o filho de um informante morto anos antes em uma operação que deu errado. Quando gangues de rua impiedosas iniciam uma guerra territorial e o garoto é pego no fogo cruzado, Hatch não vai parar até mantê-lo seguro e lutar contra qualquer um que estiver em seu caminho.
O elenco conta com Kristanna Loken, Emerson Min, Spencer Breslin, Kirk Jones e Shannen Doherty.
Em O INTRUSO, um refugiado aparece nu dentro de uma mala na margem do rio Tâmisa. O enigmático visitante se apresenta a uma família burguesa de classe alta e é convidado a morar com eles como funcionário. Seduzindo cada membro da família em uma série de encontros sexuais, o estranho vira o mundo deles de cabeça para baixo, permitindo que se redefinam de maneiras radicais.
Curiosidades:
» Além de dirigir, Bruce LaBruce também assina o roteiro Alex Babboni e Victor Fraga;
Em entrevista ao Entertainment Tonight, Kirsten Dunst (‘Guerra Civil’) foi questionada sobre uma possível sequência para o clássico adolescente ‘Teenagers – As Apimentadas‘.
Infelizmente, a atriz rapidamente descartou a ideia de retornar para uma continuação.
“Não. Vamos deixar coisas boas quietas. Não preciso colocar uma roupa de líder de torcida. Eu nem sei o que eu faria [em uma sequência]. Seria uma treinadora ou algo assim? Vamos deixar como as coisas estão.”
Vale lembrar que, anteriormente, sua colega de elenco, Gabrielle Union, havia expressado interesse em revisitar a franquia.
“Hmmmm, então, talvez Isis possa ter uma [filha] adolescente,” declarou.
Lançado originalmente no ano 2000, o clássico filme adolescente carrega um legado concreto que se estende até os dias de hoje – e que rendeu nada menos que cinco sequências em VOD (a mais recente tendo sido divulgada em 2017).
Na trama, o time campeão de animadoras de torcida, de bairro rico, descobre que sua capitã anterior roubou a coreografia de um time concorrente, do centro da cidade. O campeonato está chegando, e elas precisam correr para criar outra coreografia.
Sucesso de bilheterias, ‘Teenagers – As Apimentadas’ arrecadou quase US$100 milhões mundialmente e teve uma recepção sólida pela crítica.
Através do seu Instagram, o diretor Mike Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill’) confirmou que as filmagens do reboot de ‘O Exorcista‘ já foram encerradas.
Com estreia programada para 11 de março de 2027, o novo filme está sendo descrito como uma “radical nova visão para saga” – e não dará continuidade ao filme anterior, ‘O Exorcista: O Devoto‘, que foi concebido como o primeiro de uma fracassada trilogia.
Scarlett Johansson (‘Jurassic World: Recomeço’) será a protagonista.
O reboot será estrelado por Jacobi Jupe (‘Hamnet: A Vida Antes de Hamlet’), Diane Lane (‘Infidelidade’), Chiwetel Ejiofor (’12 Anos de Escravidão’), John Leguizamo (‘O Menu’), Sasha Calle (‘The Flash’) e Laurence Fishburne (‘John Wick’).
O elenco ainda contará Rahul Kohli, Hamish Linklater, Gil Bellows, Carl Lumbly, Robert Longstreet, Matt Biedel, Samantha Sloyan, Kate Siegel, John Gallagher Jr., Benjamin Pajak e Carla Gugino.
Anteriormente, Flanagan havia revelado que pretende criar o filme mais assustador de sua carreira, com foco em trazer algo novo para a franquia ao invés de se apoiar na nostalgia dos capítulos anteriores.
“Não estamos em uma missão fácil, mas sempre senti que não há sentido em entrar em uma franquia consolidada sem trazer algo novo. Eu quis dirigir um novo filme da saga ‘O Exorcista’ porque estava convencido de que poderia adicionar algo significativo.”
Ele completa: “essa é a oportunidade de fazer algo que nunca foi feito anteriormente na franquia – algo que honre o legado dos filmes anteriores, mas que não se apoie em nostalgia. Eu apenas vi a oportunidade de fazer o meu filme mais assustador. Sei que as expectativas são altas. Ninguém está mais intimidado do que eu.”
No elenco de apoio também estão confirmados : Jeri Hogarth (Carrie-Anne Moss) e Malcolm Ducasse (Eka Darville), de ‘Jessica Jones‘, e Foggy Nelson (Elden Henson), de ‘Demolidor‘, Simone Missick (Misty Knight), de ‘Luke Cage‘ e Deborah Ann Woll (Karen Page), de ‘Demolidor‘.
O episódio oito da 2ª temporada de ‘Westworld’ ganhou um novo trailer, que novamente traz a participação do personagem Ford (Anthony Hopkins).
Confira:
Depois de apenas dois episódios de seu segundo ano exibidos, a HBO já confirmou oficialmente a renovação de sua série ‘Westworld‘.
Ainda não se sabe quando a 3ª temporada estreará, considerando o hiatus de mais de um ano entre as duas primeiras temporadas.
A 2ª temporada tem registrado uma média, até o momento, de 0.81 na demo, e um total de 1.9 milhões de espectadores.
O que muita gente não sabe é que as temporadas de ‘Westworld’ possuem subtítulos, que dão uma certa direção à trama. A primeira foi chamada de ‘O Labirinto’, e agora o cocriador Jonathan Nolanrevelou à EW o nome da segunda:
“Se a 1ª temporada era uma jornada interior, a segunda é exterior. É uma busca pelo que está além do parque, e o que mais existe no parque. Existem mais parques? O quão grande ele é? Pensamos em temporadas como componentes discretos de uma série, ao ponto que nomeamos nossas temporadas. A primeira era chamada de ‘O Labirinto’, e a segunda se chama ‘A Porta’“
Westworld é baseada no filme homônimo da década de 1970, mas conseguiu ir além da obra original em todos os sentidos.
Com a compra da Fox, a Disney acabou assumindo uma árdua missão de decidir os rumos dos projetos que já estavam em andamento dentro do estúdio.
Uma das produções que está passando por esse pente fino é ‘Kingsman: O Grande Jogo‘. Embora as filmagens já tenham começado, a Casa do Mickey tem autonomia para decidir seguir adiante ou interromper o processo.
E segundo o The Hollywood Reporter, a Disney deu sinal verde a favor da prequel, confirmando que o projeto continua mais firme do que nunca em sua nova casa.
Ainda não se sabe com certeza o destino de outras produções, como é o caso da atual franquia de ‘X-Men‘. Rumores apontam que ‘Fênix Negra‘ pode ser o último. O desempenho do longa nas bilheterias e com os críticos podem confirmar a permanência ou não da saga.
Além disso, ‘X-Men: Novos Mutantes‘ continua na berlinda, ainda sem data de estreia. Mesmo estando pronto, existe a grande possibilidade da produção nunca ver a luz do projetor.
Confira as primeiras imagens dos bastidores de ‘Kingsman: The Great Game‘, prelúdio dos outros filmes ‘Kingsman‘, protagonizados por Taron Egerton.
Ralph Fiennes (‘A Lista de Schindler’) estampa as imagens.
Confira:
O elenco ainda conta com Stanley Tucci (O Diabo Veste Prada), Tom Hollander (Bohemian Rhapsody), Gemma Arterton (Fúria de Titãs), Aaron Taylor-Johnson (Kick-Ass: Quebrando Tudo), Matthew Goode (Watchmen: O Filme), Djimon Honsou (Aquaman), Charles Dance (Game of Thrones), Daniel Bruhl (Bastardos Inglórios) e Alison Steadman (Orphan Black) completam o elenco.
Hollander terá três papéis no filme: George V, o Kaiser e o Czar russo, enquanto Arterton vive uma personagem batizada simplesmente como Nanny.
Embora os detalhes sobre a história sejam muito escassos, o site afirma que o filme será um “drama de época”, em contraste com os aspectos de espionagem dos dois primeiros filmes. O filme deve mostrar os grandes acontecimentos da história da humanidade através dos olhos de Kingsman.
Além da pré-sequência, Vaughn está trabalhando duro escrevendo a continuação de ‘Kingsman: O Círculo Dourado‘, que ele pretende dirigir e que mais uma vez traria de volta Taron Egerton e Colin Firth. O terceiro filme irá concluir a história da relação entre os personagens de Egerton e Firth, mas não está sendo pensado como o enredo final desses personagens.
A pré-sequência de ‘Kingsman‘ estreia nos cinemas em 08 de novembro de 2019.
Sucesso nos cinemas, os dois primeiros filmes da franquia arrecadaram um total de US$ 825.3 milhões mundialmente.
O elenco conta com Dylan Minnette, Christian Navarro, Alisha Boe, Brandon Flynn, Justin Prentice, Miles Heizer, Ross Butler, Devin Druid, Amy Hargreaves e Derek Luke.
A Netflix continua expandindo seus projetos no formato de streaming e mais uma famosa história em quadrinhos será adaptada pela plataforma.
A saga ‘Lady Killer’, escrita por Joëlle Jones e Jamie S. Rich, ganhará o seu próprio filme, estrelado e produzido pela atriz Blake Lively. A informação foi revelada pelo portal Deadline.
Na trama, Josie Schuller é uma dona de casa impecável dos anos 50, que leva uma vida secreta como uma assassina de aluguel.
O longa será roteirizado por Diablo Cody, vencedora do Oscar pelo roteiro de ‘Juno‘, além de também ser responsável por ‘Tully‘ e ‘Jovens Adultos‘.
‘Lady Killer‘ foi introduzida pela primeira vez em 2015 e chegou a ser indicada na categoria de Melhor Minissérie em 2016, no Eisner Awards.
Essa é a segunda HQ de Jones a ser adaptada para as telas. No passado, a emissora The CW chegou a desenvolver uma série baseada nos quadrinhos de ‘Wonder Girl‘, mas o canal decidiu não seguir adiante com o projeto.
‘Star Trek: Section 31‘, o primeiro filme da marca ‘Star Trek’ feito para o streaming, ganhará uma versão em 4K em Blu-ray. O longa chega neste formato no dia 29 de abril. A novidade foi revelada pelo portal Collider.
Além da apresentação em 4K, o colecionável vai incluir um hora de conteúdos extras, como entrevistas com o designer de produção, Paul Kirby, bem como com a decoradora de set, Summer Gaal. Os materiais adicionais ainda incluem análise dos personagens, um mergulho profundo nas armas e gadgets usadas na trama e um conteúdo especial com o coordenador de cenas de ação, Christopher McGuire.
‘Star Trek: Section 31’, estrelado pela vencedora do Oscar Michelle Yeoh (‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’), já está disponível no catálogo da Paramount+.
Yeoh retorna no longa como a Imperatriz Philippa Georgiou, que esteve presente também em ‘Star Trek: Discovery’.
De acordo com a premissa, “Georgiou fica encarregada de proteger a Federação Unida dos Planetas, mas deve enfrentar os pecados de seu passado”.
Relembre o trailer:
Além de Yeoh, o elenco conta com Omari Hardwick (‘Power’), Kacey Rohl (‘Hannibal’), Sam Richardson (‘Ted Lasso’), Sven Ruygrok (‘One Piece’), Robert Kazinsky (‘Círculo de Fogo’), Humberly Gonzalez (‘Ginny & Georgia’) e James Hiroyuk Liao (‘Barry’).
Olatunde Osunsanmi entra como diretor, enquanto Craig Sweeny assina o roteiro.
Alex Kurtzman, Sweeny, Osunsanmi, Aaron Baiers, Frank Siracusa, John Weber, Rod Roddenberry, Trevor Roth e Yeoh entram como produtores executivos.
“Meu irmão estuda uma religião afro-brasileira há anos e fala português fluentemente. Ele vai ao Brasil duas vezes por ano, então escuto música brasileira o tempo todo”, revela Kate Hudson em entrevista exclusiva ao CinePOP, ao lado de Hugh Jackman. A frase, dita em resposta direta a uma pergunta sobre música brasileira, por conta do seu irmão Boston Russell, acaba funcionando como um elo inesperado entre o público do país eSong Sung Blue: Um Sonho a Dois, lançado no Brasil em 29 de janeiro,— um filme atravessado por conexões improváveis e personagens comuns que encontram na música um idioma universal para sobreviver.
Além dos protagonistas da trama, o diretor Craig Brewer participou do bate-papo exclusivo e refletiu sobre o peso emocional da história, a cultura americana de celebração de heróis anônimos e a relação íntima entre música, dor e sobrevivência. Não por acaso, Song Sung Blue rendeu a Kate Hudson sua segunda nomeação ao Oscar, vinte e cinco anos depois de Penny Lane, em Quase Famosos, reunindo Hudson e Hugh Jackman em registros bem distintos daqueles que os tornaram figuras centrais do cinema comercial.
Hugh Jackman e Kate Hudson em entrevista exclusiva com Letícia Alassë (Foto: reprodução/ Youtube)
Eternamente associada às comédias românticas dos anos 2000, Kate Hudson revela aqui uma potência vocal e dramática raramente explorada. Hugh Jackman, por sua vez, mundialmente reconhecido pelo corpo indestrutível e pela fúria contida de Logan, surge propositalmente envelhecido, dessaturado de glamour. Ambos são moldados para parecer personagens que o tempo e a vida já desgastaram — uma escolha que desloca o foco do carisma das estrelas para a dignidade silenciosa de Mike e Claire.
A música como abrigo emocional
Letícia Alassë (CinePOP): É um enorme prazer falar com vocês. Vocês estão incríveis.
Hugh Jackman: Obrigado (em português).
Letícia: Claro que não é surpresa, já que acompanho a carreira de vocês. Kate, lembro de você em Quase Famosos, Como Perder um Homem em 10 Dias… e Hugh, O Rei do Show é espetacular.
Minha pergunta é: vocês chegaram a conhecer Claire ou a interagir com os filhos dela para ajudar a construir seus personagens?
Kate Hudson: Tivemos muita sorte de conhecer Rachel, a filha. Ela foi central para o Craig desde o início. Para mim e para o Hugh, ela trouxe muita cor emocional sobre como era a relação com os pais e com o padrasto. Conhecer Claire também foi um presente — ter esse acesso mudou tudo para mim.
Hugh Jackman: Claire e Rachel estiveram muito presentes no set. Claire me trazia pequenos presentes todos os dias. No primeiro dia, ela me deu um cordão de Mike; e o último dia, ela me deu o colete original dele, aquele com lantejoulas da bandeira americana. Foi muito simbólico. Eles estavam realmente investidos na história.
Letícia: E, para nós que somos estrangeiros, Sweet Caroline, do Neil Diamond, é um hino para as pessoas dos Estados Unidos. Qual é a relação de vocês com essa música?
Kate Hudson: Acho que todo mundo já viveu pelo menos uma experiência com essa música. Seja em karaokês, casamentos, bar mitzvahs… é aquela canção que sempre termina com todo mundo cantando junto.
Hugh Jackman: No mundo inteiro, na verdade. Na Austrália é gigante. Em estádios, corridas… vi um vídeo outro dia com 120 mil pessoas cantando juntas, bebendo e celebrando juntos. Não cantam Sweet Caroline no Carnaval? Letícia: Não (risos), não no carnaval. Conhecemos a canção, mas não como nos Estados Unidos, em todos casamentos… Kate Hudson: Vamos fazer isso acontecer. Quando conhecemos o Neil Diamond, descobrimos que até a família dele mantém o ritual. Se alguém diz “so good”, todos respondem “so good, so good”. Eles mantêm isso vivo até em casa.
Letícia: A música no filme ajuda os personagens a atravessarem questões como alcoolismo e depressão. Vocês têm alguma canção que recorrem em momentos difíceis?
Kate Hudson:Fake Plastic Trees (Radiohead), River (Joni Mitchell) e Don’t Think Twice, It’s Alright. (Bob Dylan)
Hugh Jackman:Beautiful World, do Colin Hay, e Tenterfield Saddler, do Peter Allen.
Letícia: E música brasileira para festa, vocês conhecem?
Kate Hudson: Meu irmão estuda uma religião afro-brasileira há anos e fala português fluentemente. Ele vai ao Brasil duas vezes por ano, então escuto música brasileira o tempo todo, só não sei dizer os nomes.
Hugh Jackman: Me manda os nomes depois.
Kate Hudson: Combinado.
Momento engraçado durante a entrevista entre Hugh Jackman e Kate Hudson (Foto: reprodução/ Youtube)
Letícia: Rapidinho, uma recomendação: Lineker é uma das maiores cantoras do Brasil hoje. Ela acabou de ganhar um Grammy Latino [entrevista realizada em novembro].
Kate Hudson: Liniker? Liniker?
Hugh Jackman: Legal.
Letícia: Ela dialoga muito com as matrizes africanas também.
Hugh Jackman: Perfeito. Obrigado.
Minutos depois, a conversa muda de tom. Sai o corpo dos intérpretes, entra o olhar de quem rege. Craig Brewer surge como o maestro desse musical de superação, articulando uma trajetória autoral que sempre encontrou na música e nos personagens à margem seu eixo dramático.
O contadores de histórias extraordinárias
Dentro de uma filmografia muito específica do cinema americano recente, de Ritmo de Um Sonho (2005) a Meu Nome é Dolemite(2019) passando por Footloose – Ritmo Contagiante(2011), Brewer construiu uma carreira marcada por personagens à margem, movidos por música, desejo de reconhecimento e uma fé quase obstinada na própria voz.
Craig Brewer em entrevista com Letícia Alassë (Foto: reprodução/ YouTube)
Mais do que um diretor interessado em performances intensas, o cineasta se mostra um raro caçador de histórias capaz de identificar, em trajetórias aparentemente pequenas, um potencial cinematográfico genuíno. Em Song Sung Blue: Um Sonho a Dois, essa sensibilidade reaparece e a escolha de Hugh Jackman e Kate Hudson são certeiras.
Letícia: Crescer em Memphis, cercado por figuras como Elvis Presley, B.B. King e Johnny Cash, influenciou sua sensibilidade para contar histórias como essa, sobre pessoas comuns que acabam ganhando o mundo?
Craig Brewer: Quando você vive e ama Memphis, Tennessee, precisa entender o que realmente tornou aquela música tão grande — e o que criou o rock’n’roll. Eram pessoas sem dinheiro, sem poder, tentando sobreviver. Esse ambiente gerou o blues, o country, e tudo isso colidiu em jovens que conviviam entre culturas diferentes, como Elvis, que cresceu próximo de músicos como B.B. King.
Estar nesse lugar é entender que a grande arte nasce da luta. Quando vi o documentário sobre Mike e Claire [homônimo de Greg Kohs], senti imediatamente que os conhecia. Sei qual é essa batalha porque tenho muitos amigos que amam música, mas estão longe de ser ricos ou famosos. Eles lutam para pagar o aluguel.
E, ali, estava esse casal tentando criar uma família, sendo apenas uma banda tributo, tentando entreter pessoas. Tragédia após tragédia, obstáculo após obstáculo, e mesmo assim eles continuavam. E continuavam também um pelo outro. Achei ali uma história de amor surpreendentemente refrescante, algo que eu não via no cinema há muito tempo.
Letícia: Muitos acontecimentos parecem inacreditáveis, mas são reais. Houve algo que você precisou romantizar ou reorganizar para funcionar melhor no cinema?
Craig Brewer: Conversei com a família desde o início sobre a necessidade de sermos criativos. Não acho que haja nada que seja exatamente falso, mas certamente peguei eventos de momentos diferentes e os reorganizei, intensificando emoções.
Um exemplo: a Rachel, filha deles, me contou que quando chegou ao hospital após o acidente da mãe, o pai confidenciou que estava tendo um ataque cardíaco. Pensei no peso absurdo disso para uma adolescente — a mãe gravemente ferida e, diante dela, o pai passando mal.
No filme, isso virou um momento em que personagens que nem sempre estavam em harmonia se unem em uma situação extrema, quando ela precisa salvá-lo com o desfibrilador. Tudo parte de algo real, sempre ancorado na verdade, mas com liberdade criativa na forma de contar.
Letícia: Gostaria de ter mais tempo para conversar, mas por enquanto só posso parabenizá-lo. E espero que, no futuro, você conte também uma história ligada à música brasileira.
Craig Brewer: Seria maravilhoso. Adoraria.
Depois de 25 anos, Kate Hudson é indicada ao Oscar novamente.
Longe de se tornar um fenômeno de bilheteria, o filme parece ter encontrado seu público de maneira silenciosa, sustentado mais pelo boca a boca e pela curiosidade em torno de seus protagonistas do que por um impulso comercial consistente. Há algo coerente nessa trajetória discreta: a própria história que ele conta rejeita a lógica do sucesso estrondoso e se alinha a uma ideia mais íntima de reconhecimento, aquela que nasce da persistência e do afeto, não do espetáculo.
É esse contraste que torna simbólica a nomeação que colocou Song Sung Blue: Um Sonho a Dois noradar do Oscar 2026. Mesmo com chances reduzidas diante de atuações mais arrebatadoras da temporada — como a performance amplamente celebrada de Jessie Buckley em Hamnet —, o filme ocupa um lugar curioso na corrida: menos como favorito, mais como sinal de um trabalho contínuo de valorização artística, liderado por Kate Hudson e sustentado por uma campanha discreta, mas consistente. O longa de Craig Brewer parece, portanto, ecoar o destino de seus próprios personagens: talvez não alcance o palco principal, mas insiste em cantar até o último acorde.
Assista a entrevista completa com Hugh e Kate no Youtube:
De acordo com o Deadline, a Paramount Pictures marcou para o dia 2 de agosto de 2019 a estreia do live-action de ‘Dora, a Aventureira’.
Além disso, de acordo com novidades no site, o filme terá suas cenas gravadas na Austrália e a produção começa entre julho e agosto desse ano.
O roteiro está sendo escrito por Nick Stoller (‘Vizinhos’) e conta com a produção de Andrew Form e Brad Fuller.
O longa será uma parceria entre a Platinum Dunes, de Michael Bay e a Paramount. Os detalhes sobre a produção ainda são mantidos em segredo.
Lançado em 2000 na Nickelodeon, ‘Dora, a Aventureira’ ficou no ar até 2015 e teve 170 episódios produzidos, inclusive, foi indicado a 11 Emmys de Melhor Animação Infantil e levou uma única vez, em 2011.
Na trama, Dora e seu macaquinho inseparável seguem várias aventuras para entreter e ensinar as crianças.
Um dos atores mais queridos de Hollywood, que dará vida ao vilão ‘Venom’ muito em breve, parece que está considerando dar uma pausa na carreira para descansar e se dedicar mais a família.
Em uma nova entrevista a Esquire, Tom Hardy comentou que já se sente satisfeito como ator e que deseja passar mais tempo em casa. O ator comparou sua carreira como uma grande escalada ao Monte Evereste.
“Sabe, você quer escalar o Evereste. Já é um milagre que conseguiu chegar perto da montanha, que dirá escalá-la. Depois disso, quer fazer tudo de novo? Ou sair da montanha e encontrar uma praia? O que é que te motiva a fazer isso outra vez? Nessa idade que estou, não sei mais o que posso fazer. Já sinto que tive o suficiente. Estou sento muito honesto agora: quero seguir adiante com minha vida. Isso é tudo”
O ator fez parte de grandes franquias como ‘Mad Max’ e ‘Batman’, de Christopher Nolan, mas parece agora que sua vontade é mesmo descansar.
Isso põe em jogo o futuro da franquia ‘Venom’, já que a Sony esperava inserir o vilão em diversos outros filmes do “Aranhaverso”, além de uma possível sequência do filme solo do simbionte.
‘Venom’ estreia nos cinemas brasileiros em 4 de outubro.
No fim de semana do Oscar, muita gente decide maratonar os filmes indicados ou correr atrás daqueles que ainda não assistiu. No entanto, vale a pena assistir produções correndo só para dizer que assistiu?
Pensando nisso, o CinePOP vai indicar cinco produções disponíveis nos streamings para você assistir neste fim de semana caso queira dar uma fugidinha da premiação mais famosa do cinema. Confira!
Super Mario Bros. O Filme
Fenômeno de 2023, a animação do encanador mais famoso do mundo só não foi o maior sucesso de bilheteria do ano porque Barbie arrebentou a boca do balão. Pois bem, nesta animação, acompanhamos os irmãos Mario e Luigi indo parar em uma terra mágica dos cogumelos, onde se comprometem a ajudar a salvar a Princesa Peach das garras do Bowser. No caminho, eles se envolvem em diferentes fases do jogo e franquias dentro do mundo de Mario Bros.
Onde assistir: Amazon Prime Video
X-Men
Celebrada até hoje pelos fãs de quadrinhos e pelos apaixonados pelos mutantes da Marvel, a série dos anos 90 dos X-Men definitivamente marcou uma geração. E como lançamento de X-Men ’97 programado para o dia 20 deste mês, nada melhor que começar a rever a série para chegar na nova temporada com tudo fresquinho na memória. Os 76 episódios das cinco temporadas estão disponíveis no streaming.
Onde assistir: Disney+
Wonka
Recém-saído dos cinemas do mundo todo, Wonka foi um sucesso que pegou todo mundo de surpresa. Não só porque ninguém havia pedido uma prequel de A Fantástica Fábrica de Chocolate, mas também porque ainda tinha muita gente com má vontade e desconfiança sobre Timothée Chalamet. A trama acompanha a jornada do jovem Willy, que chega a uma nova cidade buscando concluir seu sonho de virar o maior chocolateiro do mundo.
Onde assistir: Max
Holocausto Brasileiro
Inspirado no livro homônimo da jornalista Daniela Arbex, esse documentário importantíssimo conta a história do Centro Hospitalar Psiquiátrico de Barbacena, mais conhecido como Colônia, que funcionou em Minas Gerais e registrou, entre os anos 1960 e 1980, mais de 60 mortes, seja por tratamentos psiquiátricos questionáveis ou pela mais pura e simples negligência ante os internados. O doc. traz elementos visuais fortes e reúne depoimentos de sobreviventes, ex-funcionários e parentes.
Onde assistir: Netflix
Vale o Escrito – A Guerra do Jogo do Bicho
É impossível falar de Rio de Janeiro sem entrar no assunto Jogo do Bicho. Nascido como forma de impulsionar o lucro de um zoológico, esse jogo virou uma ferramenta para formar impérios na Cidade Maravilhosa, movimentando milhões anualmente há décadas. Nesta série documental, o mundo da contravenção é retratado por meio de entrevistas, casos e relatos impressionantes. É uma produção tão boa que já teve sua segunda temporada confirmada para 2025.
Chico Xavier é sem dúvidas um dos maiores nomes no espiritismo mundial. Filantropo e médium, foi responsável pela redação de cerca de 450 obras, intermediando as vozes de espíritos no outro plano através da psicografia de seus relatos, e, juntos, seus livros já venderam mais de 50 milhões de cópias. Tais histórias – cada uma inspiradora a seu modo – nos últimos anos começaram a chegar às telonas, adaptadas em formatos cinematográfico. Hoje, quatorze anos após a estreia de ‘Nosso Lar’, em 2010, e em memória aos vinte anos do falecimento do médium (atrasado em dois anos ainda por conta da pandemia), chega aos cinemas brasileiros a aguardada continuação ‘Nosso Lar 2: Os Mensageiros’.
Após ter compreendido sua missão e sua própria história, o médico André Luiz (Renato Prieto) se junta a um grupo de mensageiros espirituais (seres cujas missões são orientar os espíritos para que sigam no caminho da luz e não se percam em sentimentos conflitantes que os levem a ir e permanecer no Umbral, local onde estão os espíritos perdidos). Esses Mensageiros, especificamente, estão com uma missão muito importante: observar e orientar os humanos Otávio (Felipe de Carolis), Isidoro (Mouhamed Harfouch) e Fernando (Rafael Sieg), cujas escolhas de vida estão prestes a determiná-los para sempre no Umbral. Assim, Aniceto (Edson Celulari) e o grupo de espíritos mensageiros (que inclui também o ator Fábio Lago) buscarão, com todas as forças, orientar esses projetos de vida antes que eles fracassem por completo e estabelecer um intercâmbio espiritual.
Com quase duas horas de duração, tal qual no primeiro filme o que inicialmente chama a atenção é a grandiosidade dos efeitos visuais para compor os ambientes do plano espiritual; em especial o plano principal onde vibra as energias dos Mensageiros, que ganha aspectos futuristas-tecnológicos em mistura com texturas mais naturais. O emprenho (de talento e financeiro mesmo) para construir esses ambientes não param de surpreender nos filmes espíritas.
Dirigido e roteirizado por Wagner de Assis (que também comandou a adaptação ‘Ninguém é de Ninguém’, da escritora médium Zíbia Gasparetto), ‘Nosso Lar 2: Os Mensageiros’ é de fato um complemento ao seu antecessor. Se no primeiro longa acompanhamos André Luiz em sua jornada pessoal no seu despertar (e, por ser centrado em um único protagonista, o espectador se conectava imediatamente com ele), na sequência ‘Nosso Lar 2: Os Mensageiros’ a história vira o eixo e se volta para aqueles que precisam de ajuda. Assim, o protagonismo é compartilhado entre três personagens, cada um dos quais com sua própria história, e com o acompanhamento dos Mensageiros, o que no final acaba dispendendo tempo reduzido no desenvolvimento dessas tramas e pode deixar um gostinho, no espectador, de que cada um dos projetos de vida da história ganhasse sua própria história, de modo a criar maior conexão com o espectador.
Importante ter em mente que o enredo se passa num tempo anterior ao contemporâneo, o que influencia diretamente, por exemplo, no comportamento dos personagens, no pensamento, na vestimenta, etc. A adaptação, tal como todas as outras adaptações do universo espírita aqui no Brasil, imprime leveza ao enredo – as falas são macias, os movimentos são fluidos, mesmo os momentos de maior explosão nas interpretações são amansadas pelos personagens ao redor, com ares teatral para que o espectador consiga acompanhar cada uma das escolhas dos personagens.
Mais que o anterior, ‘Nosso Lar 2: Os Mensageiros’ é um filme totalmente voltado para aqueles que entendem e seguem o espiritismo. Mas, mesmo o espectador que não acompanha essa religião pode se inspirar pela história de amor, perdão e recomeço oferecida por personagens cujas funções últimas na trama é guiar o próprio espectador em sua reflexão individual. Em tempos de tantas guerras começando ao redor do mundo, este um filme que escolhe o caminho do amor e da cura.
Os X-Men irão enfrentar alguém de seu próprio grupo quando ‘Fênix Negra’ chegar aos cinemas, mostrando a queda de Jean Grey (Sophie Turner) à medida que sucumbe ao poder cósmico.
Porém, tudo indica que outros inimigos irão surgir no filme, como mostrado no novo trailer. O diretor e roteirista Simon Kinberg pode até ter permanecido oclusivo em relação a isso, mas deu a entender que há coisas além das quais podemos ver.
No vídeo, o time está preso e sendo transportado em um trem, observados por soldados armados. De repente, Jean aparece e utiliza seus poderes para descarrilhar o trem, forçando os soldados para um confronto mortal. Em entrevista a Empire Magazine, Kinberg disse que os X-Men “serão atingidos por forças por enquanto vagas”, recusando-se a revelar mais detalhes.
Ele também aproveitou para dizer que, em relação ao trem no qual os mutantes se encontram, “ele não chega ao seu destino”.
Assista ao novo trailer:
Dirigido por Simon Kinberg, o filme será situado em 1992, dez anos após os eventos de ‘X-Men: Apocalipse‘.
“Os X-Men enfrentam seu inimigo mais formidável e poderoso: um deles, Jean Grey. Durante uma missão de resgate no espaço, Jean é quase morta quando é atingida por uma misteriosa força cósmica. Quando ela volta para casa, essa força não só a torna infinitamente mais poderosa, mas muito mais instável. Lutando com essa entidade dentro dela, Jean desencadeia seus poderes de maneiras que ela não pode compreender nem conter. Com Jean fora de controle, e ferindo aqueles que ela mais ama, ela começa a desvendar a linha que mantém os X-Men juntos. Agora, com esta família desmoronando, eles devem encontrar uma maneira de se unir, não apenas para salvar a alma de Jean, mas para salvar nosso próprio planeta de alienígenas que desejam se armar com essa força e governar a galáxia.”
O grandioso elenco conta com James McAvoy, Jennifer Lawrence, Sophie Turner, Jessica Chastain, Nicholas Hoult, Michael Fassbender, Tye Sheridan, Evan Peters, Alexandra Shipp e Kodi Smit-McPhee.
‘X-Men: Fênix Negra‘ será lançado nos cinemas nacionais em 6 de junho.
Algumas semanas atrás, Tom Cavanagh foi elencado como Pariah no aguardado cross-over ‘Crise nas Infinitas Terras’. O personagem é um cientista que se culpa pela criação do supervilão Antimonitor e pela destruição de sua realidade – sendo condenado a observar passivamente a destruição de todas as versões da Terra.
Agora, a DC Comics e a The CW divulgaram a primeira imagem oficial do personagem no evento.
A série gira em torno de Duncan, um garoto de quinze anos espetacularmente normal que consegue ver a vida adulta logo no horizonte: dinheiro, liberdade, carros, garotas – mas a realidade é mais dura do que parece.
Amy Poehler estrela a série e também entra como showrunner ao lado de Mike Scully e Julie Scully.
Ty Burrell, Riki Lindhome, Betsy Sodaro, Yassir Lester, Zach Cherry, Rashida Jones, Wiz Khalifa e Joy Osmanski completam o elenco.
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