‘Star Wars: Os Últimos Jedi’ trouxe alguns aspectos que surpreenderam as audiências. Algumas gostaram, outras não, o que acarretou em uma série de críticas e reações inflamadas na internet.
E o cineasta Rian Johnson falou abertamente sobre o assunto com o site /Film, afirmando que não tinha noção da proporção das críticas, tão pouco de seu teor.
Sem criticar os chamados haters, ele pontuou que chegou a se questionar sobre seu próprio trabalho, passando por um breve momento sombrio:
“O mais louco de tudo isso é que eu não tinha ideia da perspectiva que esses tuítes abordavam. Eu não tinha noção do quão grande este grupo de pessoas era, muito menos sobre os motivos que os haviam deixados tristes. Nas semanas seguintes ao lançamento, eu pude me contextualizar e me senti bem melhor sobre isso. Mas no começo, naquele momento que tudo surgiu, eu só pensava: Oh Deus, será que todo mundo odeia o filme? Será que eu arruinei tudo? Eu estava errado?. Eu tive uma hora bem sombria na minha alma, justamente porque eu não sabia qual era a razão daquelas reações”.
‘Creed II‘, a continuação de ‘Creed: Nascido para Lutar’ (2015), ganhou um novo vídeo, que traz Rocky e Ivan Drago se reencontrando pela primeira vez desde os acontecimentos de ‘Rocky IV‘.
O vídeo ainda traz entrevistas com o elenco, que pontua a importância do retorno do popular personagem para a trama e o impacto que isso exercerá em Rocky e Creed.
Assista:
“A vida se tornou um ato de equilíbrio para Adonis Creed. Entre as obrigações pessoais e os treinos para sua próxima luta, ele está contra o grande desafio da sua vida. Enfrentar um oponente que tem ligações com o passado da sua família intensifica a batalha iminente no ringue. Rocky Balboa está ao lado durante tudo isso e, juntos, Rocky e Adonis confrontarão seu legado compartilhado, questionaram pelo que vale a pena lutar e descobrirão que nada é mais importante do que a família. Creed II é sobre voltar ao princípio para redescobrir o que o tornou um campeão em primeiro lugar e lembrar que, não importa aonde você vá, você não pode escapar do que você é”
‘Creed – Nascido para Lutar‘ já arrecadou mais de US$ 100 milhões somente nos EUA.
Com direção de Steven Caple Jr. (‘Class’), o longa tem estreia marcada para 21 de novembro de 2018.
Crescimentos explosivos, trocas de coleções quase que semanalmente e preços incrivelmente tentadores. Lojas como a Forever 21, Zara, H&M e até mesmo a Renner, C&A e Riachuelo cresceram de maneira vertiginosamente com ofertas irresistíveis, roupas que seguem a tendência atual e valores bem irrisórios – quando comparados àquelas pequenas, médias e enormes boutiques. Mas qual seria o genuíno valor das peças comercializadas? Sua origem é socialmente responsável ou estaríamos nos vestindo com roupas que custaram a vida de mulheres asiáticas, que trabalham em galpões mal arejados e ganham o minúsculo valor de US$ 1,30 por hora trabalhada? Greed vem às telonas para responder a essas e tantas outras perguntas, se apropriando de uma narrativa semelhante a do documentário The True Cost, acrescentando o tom ideal de ironia, sarcasmo e sátira, em uma comédia dramática que, no final das contas, é um baita soco na boca do estômago.
Na trama dirigida por Michael Winterbottom e co-escrita por ele e Sean Gray, toda a questão de como as lojas de fast fashion lidam com suas produções de roupa é vista pela ótica mais parcial possível, por razões óbvias. Ao invés de direcionar nossos olhos – inicialmente – para as agravantes condições insalubres de trabalho das mulheres que passam seus dias costurando roupas que serão vendidas por uma média de US$ 30,00, o filme segue a premissa de seu próprio nome: segue os rumos da ganância, nos apresentando o implacável Steve Coogan como um magnata bilionário que é dono de uma loja de departamentos que compete diretamente com as concorrentes estrangeiras apresentadas logo acima. Aqui, em uma tentativa fracassada de defender seu modelo de negócio – marcado por negociações vorazes com donos de galpões de costura, que acarretam naqueles precinhos pechinchas que vemos nas vitrines das lojas -, ele é um homem sem escrúpulos, profundamente vaidoso e sagaz em sua essência.
Sua atuação é a mais pura e impecável definição de troglodita grotesco e por meio de sua caracterização, Greed ainda nos apresenta ao seu peculiar círculo familiar e de amigos, a partir de uma narrativa que começa sua jornada em seu aniversário de 60 anos. Enaltecendo, com muita ironia e sarcasmo, a excentricidade que bilionários como ele possuem, a produção faz escorrer pelas telas uma soberba sem precedentes, é uma crítica direta aos verdadeiros sócios fundadores da Zara, Forever 21 e H&M e faz um contraste desconfortável entre a realidade daqueles que costuram roupas estilosas e aqueles que sequer as usam, mas sabem fazer uma fortuna imensurável com cada um dessas peças.
A extravagância inquietante do drama ainda é incorporada pelas atuações de um elenco que se entrega aos personagens, revelando genuínas personas detestáveis e chocantes, tamanha a falta de bom senso social e econômico. Aqui, Isla Fisher eAsa Butterfield complementam o trabalho de Coogan, como coadjuvantes que sabem se destacar diante do grande ator, dominando suas cenas com precisão e amargor. Sem o filtro ético que definiria os verdadeiros princípios que uma pessoa digna deveria ter, todos eles são fragmentos da causa e da extensão de uma série de injustiças mundiais, apresentadas com maestria em seu roteiro, que faz um contraste ensurdecedor entre a suntuosa festa de aniversário inspirada em deuses gregos e um grupo generoso de imigrantes instalados na praia, em frente à mansão. Vítimas das crises políticas e econômicas de seus países, eles pelejam em barracas alojadas na bela costa praiana, sendo engolidos pelo visual estarrecedor de um evento que emana luxo, poder e dinheiro.
Divertido e confrontador, Greed é uma experiência cinematográfica chocante, cujo impacto se comunica mais diretamente com consumidores de fast fashion. Explorando uma dura realidade esquecida até mesmo por celebridades, que no passado se associaram a essas marcas com coleções especiais (como é o próprio caso da Gisele Bündchen, que já estampou uma parceria com a H&M no passado), o filme faz duras críticas ao modelo contemporâneo de trabalho escravo adotado por essas lojas. Usando o sarcasmo como o filtro que visa colocar toda a audiência em posição de alerta e análise, o longa nos leva a nos questionarmos a respeito de nossas escolhas quando o assunto é moda. Entrelaçando seus personagens de forma madura, a narrativa cresce de maneira caótica, performática e excêntrica ao extremo, justamente com o objetivo de mostrar o nível de surrealismo que essa pequena parcela mais rica do mundo cria ao seu redor, a ponto de – eventualmente – se tornar vítimas de sua própria e sufocadora ganância.
Progressiva e construtiva, a produção ainda conta com uma trilha sonora revigorante, que passeia pelas décadas de 70, 80, 90 e 2000, ajudando a compor o teor cômico e irônico de seu roteiro. Com uma direção simples, Greed culmina com um final que é um genuíno soco na boca do estômago. Clamando por justiça sócio econômica para uma das áreas mais enriquecedoras, a comédia dramática diverte quando necessário, mas não se esquiva de sua responsabilidade denunciante, fazendo de toda sua trama uma desconfortável reflexão mental e emocional sobre o que acharíamos de consumir roupas de maneira tão irresponsável, se o verdadeiro preço fosse a vida de alguém que amamos.
Entre alegóricos espetáculos circenses, existem histórias pouco narradas. Abafadas por grandiosas jaulas que restringem toda a sua liberdade, muitos animais selvagens viveram seus dias distantes do seu habitat natural, para o puro entretenimento humano. Essa dura realidade, que se estendeu por séculos, ganha uma percepção diferente pela ótica de O Grande Ivan, nova aventura dramática original do Disney+. Produzida também dublada por Angelina Jolie, a produção resgata a história verídica de um gorila criado como gente, que surpreendeu o mundo por sua apaixonante habilidade artística. E aqui, em uma paráfrase da vida real, Ivan desenha o sonho de uma vida colorida que lhe fora negada desde a sua infância.
Como um conto mais simbólico e metafórico para encantar o público infantil, o livro escrito por K. A. Applegate, na qual o drama é baseado, visa trazer uma visão mais fantabulosa daquilo que um dia realmente estampou as manchetes dos jornais norte-americanos. Dando voz e cor aos anseios de Ivan e de sua trupe de colegas bichanos que também se apresentavam no circo de um shopping, a trama visa contar a história pela perspectiva de quem a viveu na pele. E se apropriando do antropomorfismo como a linguagem ideal para tal, o roteirista Mike White traz as páginas literárias à vida, em uma produção capaz de cativar até mesmo o coração mais insensível.
Sob a habilidosa direção de Thea Sharrock, animais em CGI e humanos interagem entre si, em um espetáculo visual que é de encher os olhos. Detalhista desde a construção dos traços e linguagem corporal dos bichanos à expressividade facial que beira um realismo impressionante, O Grande Ivan é grandioso em absolutamente tudo e conta com um elenco poderoso de dubladores, composto por Sam Rockwell, Brooklynn Prince, Chaka Khan, Danny DeVito, Helen Mirren e Phillipa Soo. Conquista os pequenos mediante dinâmica entre os personagens que formam a atração do circo e cativa os adultos pela elaborada reflexão que alicerça o filme do começo ao fim. Em essência, o longa feito para todos e traz uma mensagem poderosa para cada um dos tipos de público.
Fazendo um hibridismo entre a leveza do humor sem censura com um drama particular que envolve relações familiares rompidas e problemas genuínos da vida real (como crise financeira), a produção é uma combinação equilibrada e quase impecável entre o drama, o espírito aventureiro e até mesmo o fator documental. Projetando os seus holofotes para a pontual questão de enjaulamento de animais selvagens para fins lucrativos, O Grande Ivansegue atual em toda sua abordagem, à medida que ainda explora o evidente problema que os circos passaram a enfrentar quando olhos do mundo voltaram-se para a atrocidade que era forçar animais selvagens a performaram espetáculos espalhafatosos.
Sensível e delicado do começo ao fim, o filme ainda consegue desenvolver habilmente as complexas camadas do protagonista vivido por Bryan Cranston. Aqui, ele dá vida a Mack, um homem que guarda um passado dolorido e vive um presente solitário, fazendo da sua maior alegria o ato de alegrar os outros com seu circo animalesco. Aquém ao problema socioambiental que seu trabalho exerce, ele é uma figura repleta de camadas, mais percebidas pela audiência mais adulta. Nem vilão e nem mocinho, ele é um homem que faz o que pode com o que possui e conquista o público por profundidade emocional e relacional em tudo que faz. Sob a caracterização do premiado Cranston, o que poderia ser um personagem sem carisma e afeição popular, se transforma em uma figura identificável e compreensível.
E essa mesma didática é aplicada em todas as esferas da produção, principalmente na relação humanos-animais. Com uma abordagem perspicaz feita por Sharrock e White, o longa se consolida como uma experiência sinestésica diferenciada. Nos colocando em uma posição privilegiada onde somos capazes de sentir as dores de ambos os grupos de personagens, somos induzidos a uma auto reflexão sobre o nosso papel diante da natureza, conforme nos emocionamos à medida que a trama escalona diante dos nossos olhos. Com uma coloração elaborada que protege o verde de todo o filme – guardando-o apenas para o grande clímax do personagem Ivan, O Grande Ivan é muito mais do que puro entretenimento familiar. É também uma linda aula sobre responsabilidade e sensibilidade socioambiental.
O criador da série Alex Pina confirmou que não há possibilidade de uma 7ª temporada, mas não descartou séries derivadas focadas em outros personagens.
“Foi uma gravação muito complicada, é um gênero de guerra extrema e estamos editando agora a temporada final. Depois que terminarmos assistir e descobrir se realmente existem portas abertas para um spin-off, ou se queremos contar algo mais sobre algum dos personagens. Por enquanto, não decidimos ainda”, afirmou.
O que a morte de [SPOILER] indica para a última temporada de ‘La Casa de Papel’?
Se você clicou nesta matéria você provavelmente já assistiu até o final da primeira parte da quinta temporada de ‘La Casa de Papel’, ou pelo menos não se importa com spoilers, pois vamos falar aqui de muitos detalhes que aconteceram nesta primeira parte do fim. Recado dado, vamos às análises do que a morte de Tokio (Úrsula Corberó) indica para a próxima e última temporada da série do atraco mais famoso do mundo e o que ela significa para a série como um todo.
Narrativa
Desde literalmente o primeiro episódio de ‘La Casa de Papel’ o espectador acompanha a narrativa e o ponto de vista da Tokio sobre os eventos. Embora muitas vezes alguns acontecimentos ocorreram fora de seu alcance (como aqueles passados no QG do Professor), sempre que a trama voltava era através das reflexões da Tokio que seguíamos no enredo. Com sua morte, quem assumirá a narrativa da história? As chances são de que o bastão seja passado para Estocolmo (Esther Acebo) ou Manila (Belén Cuesta), pois ambas têm papel de observador dos acontecimentos e andam ganhando mais espaço nesta temporada, justamente para encerrar a história com uma visão menos passional dos eventos. A Tokio até andou se conectando mais com essas duas na ação desta temporada!
Não se apegue não…
Assim como George Martin, criador de ‘Game of Thrones’, Álex Pina pegou gosto por matar os personagens mais queridos do público (ainda que algumas vezes ele os tenha ressuscitado de alguma forma depois). Aconteceu com Berlim (Pedro Alonso), Nairóbi (Alba Flores), Oslo (Roberto Garcia), Moscou (Paco Tous) e agora a Tokio tem o mesmo destino. Sem contar que até mesmo o doido do Arturito (Enrique Arce) pode acabar tendo o mesmo desfecho, e Helsinki (Darko Peric) não estava muito bem…
E o elenco principal?
Como mencionamos acima, até este momento já nos despedimos de Berlim, Moscou, Oslo e Nairóbi, e Helsinki ficou em uma situação bem crítica. Com a morte de Tokio, basicamente só teríamos Rio (Miguel Herrán), Denver (Jaime Lorente) e o Professor (Álvaro Morte) do elenco original. Para quem bolou um plano perfeito por vinte anos que não oferecia grandes ameaças aos participantes, o resultado final da proposta do Professor acabou se tornando bastante letal, né? Se eles conseguirem tirar o ouro dali de dentro, ele acabará sendo dividido pelos novatos, não pela galera que estava ali desde o primeiro atraco.
Morte épica
Tirando talvez a morte de Moscou (que foi emocionante) e talvez a de Oslo (àquela época o achávamos fofo, mas não houve muito tempo para nos apegarmos ao personagem), as mortes de Berlim, Nairóbi e Tokio foram completamente épicas, bem estilo “o sacrifício do herói”. As tomadas da câmera pegaram os três de frente e de cima, mostrando-os em todo o seu esplendor nos momentos finais. Ambas as três foram sacrifícios para o bem da maioria e tiveram enorme impacto emocional no resto do grupo (e no espectador). Se tem uma coisa que Álex Pina sabe fazer bem é matar seus personagens principais de maneira extremamente dramática e emocionante.
Morte anunciada
Desde o início de ‘La Casa de Papel’ a Tokio já vinha anunciando que não tinha nada a perder, que seu grande amor havia morrido em um assalto, que ela não tinha família nem nada que a prendesse. Isso a tornava uma personagem quase suicida – razão pela qual ela sempre se prontificava a missões complexas que colocava sua vida em risco. Não é de se surpreender que no final das contas ela tenha se prontificado como voluntária numa missão com alto risco de não voltar viva.
Teoria dos fãs
Lá pela segunda temporada alguns fãs começaram a levantar uma teoria interessante, que apontava que o fato de Tokio ser a narradora da série significava que ela seria a única sobrevivente do atraco. Tudo bem que a lista original dos participantes foi bastante reduzida, mas, se a morte dela se confirmar na última parte, isso colocaria em terra esta forte teoria dos fãs – que até então fazia sentido.
Será que morreu mesmo?
Apesar de a gente ter visto a Tokio aparecer com um monte de granada em volta da cintura explodindo junto o Gandía (José Manuel Poga), existe uma chancezinha de ela não ter morrido. Primeiro, que a gente ainda não viu o corpo dela. Segundo, na hora da explosão o chão pode ter cedido e ela pode ter caído no andar debaixo, que o Rio estava furando para tentar salvá-la. Tudo bem que, se ela sobreviver, ficaria em estágio bem, bem crítico, mas existe uma esperançazinha né…
Durante a apresentação dos resultados financeiros do segundo trimestre da Netflix, o co-CEO Ted Sarandos afirmou que a inteligência artificial generativa não deve ser vista apenas como um recurso de economia de custos, mas sim como uma ferramenta para potencializar a criatividade em filmes e séries.
“Acreditamos que a IA representa uma oportunidade incrível para ajudar criadores a fazer filmes e séries melhores, não apenas mais baratos,” declarou Sarandos a analistas de mercado.
Segundo ele, diretores e equipes de produção já estão utilizando IA para pré-visualização, planejamento de cenas e efeitos visuais, inclusive em projetos de orçamento mais modesto.
Sarandos citou como exemplo a série argentina de ficção científica ‘El Eternauta‘, uma produção original da Netflix que acompanha sobreviventes após uma nevasca tóxica devastar Buenos Aires. A série fez uso pioneiro de IA generativa na criação de efeitos visuais complexos, como o colapso de um prédio na capital argentina.
“Usando ferramentas de IA, conseguimos um resultado incrível em velocidade recorde: a sequência foi finalizada dez vezes mais rápido do que seria com efeitos visuais tradicionais”, explicou o executivo.
A produção foi realizada com elenco e equipe inteiramente argentinos, e com um orçamento inferior ao de superproduções de Hollywood — reforçando o potencial democratizador da tecnologia.
O CEO ainda ressaltou que os criadores ficaram empolgados com o resultado, e o mais importante: o público também.
“Essas ferramentas estão ajudando a expandir as possibilidades de contar histórias na tela. E isso é empolgante demais”, concluiu Sarandos.
O astro de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’, Tom Holland, compartilhou um vídeo jogando golf entre as filmagens do longa do herói amigo da vizinhança. Assista:
Segundo o site Omega Underground, neste primeiro momento será filmada a fotografia principal da continuação. Este processo segue até setembro.
Se a informação for procedente, o início das filmagens terá sofrido um pequeno atraso, considerando que a produtora Amy Pascal anunciou no ano passado que a expectativa era começar essa etapa entre abril e maio de 2018.
Vale ressaltar que a pré-produção da sequência já havia começado em agosto de 2017.
‘Siberia’, thriller com Keanu Reeves ganhou o seu primeiro trailer. Confira:
Na trama, Reeves interpreta Lucas Hill, negociante de diamantes que tem o parceiro de negócios russo assassinado. O sujeito viaja até a Sibéria para descobrir o culpado, mas no caminho termina se apaixonando e inicia um romance com uma russa.
Reeves é também o produtor de ‘Siberia’. E o elenco traz, de volta do passado, a musa 80´s Molly Ringwald no elenco. A direção é de Matthew Ross. O longa tem previsão de estreia em 13 de julho nos EUA.
O CinePOP começa hoje a série “Made In Brasil“, que vai divulgar projetos independentes da cultura pop que sejam feitos por brasileiros. Toda segunda-feira de outubro divulgaremos um projeto artístico nacional que aumenta o repertório da nossa cultura pop. Inaugurando essa série, vamos conversar com o autor Gabriel Garcia, que está lançando um livro-jogo que traz o apocalipse Zumbi para a cidade de São Paulo.
Chamado “Sobreviver“, o livro conta uma história em que você é o personagem principal, que está em São Paulo para a Comic Con, quando um estranho vírus começa a infectar as pessoas. Sem conhecer muito da cidade, você se guia pelas poucas mensagens que seu amigo vai te enviando para que você tente chegar até ele. O problema é que os zumbis estão à solta.
Por ser um livro-jogo, a trama de Sobreviver é 100% interativa. Ou seja, você vai decidindo os caminhos que seu personagem vai tomar. Se você decidir ser mais “frio e calculista”, pode ter um final, se for bonzinho, talvez tenha outro. Além de suas escolhas decidirem seu destino, seu personagem ainda precisa fazer testes de sorte para saber se ele terá sorte ou azar. E isso influencia muito nos seus caminhos.
É a segunda vez que Sobreviver será lançado. Uma versão de testes foi vendida na CCXP 2017, mas agora é a vez da versão definitiva. Muito comum no mundo do RPG, os livros-jogos são muito interessantes. Com Sobreviver, o autor, Gabriel Garcia, pretende popularizar o gênero no Brasil. Fanático por jogos de tabuleiro, Garcia preferiu lançar o projeto por meio do financiamento coletivo para garantir que o livro-jogo seja lançado.
Confira abaixo a entrevista na íntegra com o autor e saiba como apoiar o projeto!A primeira versão do livro-jogo vendeu centenas de exemplares, mesmo tendo sido feita em uma semana. Foto: Arquivo pessoal/ Gabriel Garcia
– Me conta um pouquinho da sua história. Quem você é? De onde veio essa paixão pelos jogos de tabuleiro?
Meu nome é Gabriel Garcia, sou diretor de criação do estúdio GGAC, que abrimos no meio da pandemia para atender clientes e claro, nós mesmos! Já trabalho com boardgames, livros e projetos gráficos há muito tempo. Tenho inclusive um bar de jogos de tabuleiro e muitas ideias para lançar. A paixão creio que venha não pelos jogos ou os desafios que eles trazem, mas muito pela interação social e das alegrias de se estar em grupo com aqueles que você gosta.
– De onde veio essa ideia de criar o seu próprio livro-jogo?
Nunca fui um bom desenhista para criar minhas próprias aventuras em histórias em quadrinhos. Fazer um livro-jogo foi uma saída para buscar uma maneira criativa de se realizar um jogo analógico que tenha vários pontos a favor, além da nostalgia e da experiência física (leia-se: muito mais barata que digital). Não sabia que seria tão desafiador criar, mas o maior prazer é apresentar o modelo de jogo para aqueles que não conhecem, mesmo sendo super comum dentro do nicho. É preciso explicar como funciona, qual a lógica por trás da narrativa, quais são as mecânicas para despertar o interesse da galera… E por aí vai!
– Por que você escolheu como tema um Apocalipse Zumbi?
Mesmo com o vírus e a pandemia que enfrentamos hoje, o tema zumbi já tinha sido escolhido lá em 2017. Certamente a minha maior inspiração é Ian Livingstone, autor dos clássicos livros-jogos que foram a porta de entrada de muitas pessoas no universo do RPG e dos jogos analógicos. Mas a temática vem de George Romero e toda a sua obra – que redefiniram os zumbis no cinema e na cultura pop -, os quadrinhos de Robert Kirkmane claro, a cidade “Selva de Pedra” concluem os ingredientes finais para criação do Sobreviver.
– E por que escolher São Paulo como palco da trama?
Quem nunca esteve em São Paulo e se sentiu como um zumbi? Preso no metrô, no ônibus, ou vendo aquela multidão na 25 de Março? Uma das cidades mais populosas do mundo seria, certamente, um cenário muito caótico para um apocalipse zumbi. Imaginar essa possibilidade e trazer para a nossa realidade, os lugares, a ambientação, as imagens… Foi o que me inspirou para ter a cidade como grande palco de Sobreviver. Além dos mais, as pessoas conhecem São Paulo, sabe? Eu não preciso ambientar a história em Atlanta ou Nova York se temos uma metrópole no “quintal de casa”. Ajuda a identificar os lugares. E quem sabe as pessoas não decidem jogar “ao vivo”, por assim dizer, quando a pandemia acabar? Já pensou que loucura as pessoas indo para os lugares que aparecem no livro-jogo para jogarem lá? Seria incrível!
– No release dizia que essa é a segunda versão do livro. Quais as diferenças no processo de criação do primeiro livro e o dessa nova versão?
A primeira versão do livro foi feita em uma semana, por mim, sozinho. Eu escrevi, ilustrei, diagramei, e imprimi! Ficou muito bom, mas não estava muito profissional. Eu fiz rápido assim para dar tempo de lançar no Artist’s Alleyda CCXP2017, e valeu a pena porque o retorno foi muito positivo. Foram centenas de exemplares vendidos. Já agora montamos um super time para lançar o projeto de forma muito completa. O tamanho do livro aumentou, temos o dobro de conteúdo, trabalhamos um novo projeto gráfico, ilustrações, e incluímos diversas interações multimídia, além de muitas outras surpresas que só quem apoiar o projeto vai descobrir.
– Eu joguei a versão demo que vocês mandaram e fiquei impressionado. Como vai funcionar essa parte do transmídia na versão final? Teremos muitas interações com os QR codes?
Nesta nova edição do livro, você vai interagir várias vezes com QR codespara ter uma experiência mais imersiva! Quando aparecerem mensagens de áudio, imagens, vídeos e pontos importantes da cidade de São Paulo, você vai encontrar QR codes que te transportarão para dentro da história. É uma verdadeira experiência multimídia, que ilustrará o que você está lendo. Ouça os áudios, assista os vídeos, analise o lugar em que a cena se passa pelo Google Street View. E se quiser mergulhar de cabeça na trama, ouça também as músicas da playlist exclusiva.
– Você planeja uma sequência pro livro-jogo?
Sem dúvidas! Apesar dos diversos finais possíveis serem fechadinhos, um dos finais deste livro dá, inclusive, margem para uma boa continuação. Mas queremos também explorar outras temáticas, como aliens, o Chtullu, demônios, cowboys. E por que não fazer isso em território nacional?
– Como as pessoas podem fazer para apoiar o projeto?
O financiamento coletivo é a maneira de viabilizar a arrecadação de verba necessária para realizar o projeto. Lá, você pode dar o seu apoio e garantir uma recompensa (Livro + brindes exclusivos). Se atingirmos a meta, ótimo! O projeto vira realidade e todos saem felizes. Porém, caso não tenhamos sucesso, todos os valores serão estornados integralmente pelo Catarse, é super seguro. Ficou interessado? Acesse e apoie a gente a partir do dia 05/10! (Hoje). Confira no link: https://www.catarse.me/sobreviverlivrojogo
Desde que a série ‘Mistérios Sem Solução’ estreou sua primeira temporada na Netflix, em julho desse ano, os assinantes da plataforma foram presenteados por histórias meio bizarras de desaparecimento com um quê de sobrenatural e de crimes ocorridos que, ainda nos dias de hoje, permaneciam sem solução. Eis que então veio a surpresa: a estreia da segunda temporada, apenas três meses depois.
Nessa segunda parte, conhecemos seis histórias distintas, com pouco mais de quarenta minutos cada e que podem ser vistas em qualquer ordem pelo espectador: a primeira é o caso mais famoso, de um ex-assessor da Casa Branca que é encontrado num lixão em Nova York; seguido por uma possível espiã desconhecida cujo corpo é encontrado em um quarto de hotel de luxo em Oslo; um assassino fugitivo cuja lábia consegue convencer a todos a facilitar sua vida; os relatos de moradores do Japão, que alegam estar sendo assombrados por espíritos de pessoas que morreram no tsunami de 2011; uma mãe de família, que saiu para ir à missa e cujo corpo é encontrado a quilômetros de distância, rio abaixo; uma série de desaparecimento de crianças em um mesmo parque de um condomínio popular em Nova York, em 1989.
Ao contrário da primeira temporada, a seleção das histórias para essa segunda parte tem um ar mais arrastado – e, consequentemente, gerou bem menos impacto. Tirando a história dos espíritos vagantes no Japão (esse relato realmente pode afetar os mais sensíveis), todas as outras histórias não têm exatamente nada de mais (ou têm bem pouca coisa): são pessoas desaparecidas ou encontradas mortas em circunstâncias de sem explicação. Dessa vez, os episódios não se restringiram a terem ocorrido apenas em território estadunidense, e duas das histórias se passam fora – na Noruega e no Japão –, enquanto na temporada anterior somente uma história era fora dos Estados Unidos. Entretanto, tal como antes, em ‘Mistérios Sem Solução: Volume 2’ as histórias internacionais são de longe as mais interessantes.
O formato do roteiro permanece igual: as testemunhas envolvidas iniciam dando seus depoimentos; em seguida é apresentado o problema central do caso; policiais, bombeiros e advogados dão seus pareceres; uma teoria não oficial é levantada e o espectador é convidado a pensar nessa direção apresentada; entra uma barriga no roteiro, que repete as informações apresentadas no início do episódio; e, por fim, chegamos à conclusão de que, como é sabido, é um mistério sem solução.
O grande atrativo em uma série como ‘Mistérios Sem Solução’ é instigar a curiosidade no espectador, provocar o imaginário com teorias da conspiração e segredos de Estado ocultos. Porém, quando a pimenta no tempero é pouca, o resultado final é um sabor meio insosso. Assim, a segunda temporada de ‘Mistérios Sem Solução: Volume 2’ é até legalzinha, mas fica bem abaixo da expectativa. Para quem não viveu os anos 1980, é a chance de sentir como eram os programas televisivos de investigação policial que costumavam povoar a tv aberta brasileira naquela época.
Com a confirmação da 2ª temporada de ‘Titãs’, muita gente já aguarda ansiosamente para ver como o vilão Slade Wilson/Exterminador será apresentado na série.
Com a confirmação também que os filhos de Slade participarão da narrativa, um fã publicou uma teoria sobre como esse trio de vilões será introduzido na trama. O texto, publicado no Reddit, afirma que a aparição de Slade Wilson pode estar ligada ao Projeto Cadmus. Todo o enredo, de acordo com esse fã, começaria com a introdução do Superboy.
A teoria acredita que os Titãs encontrarão o Superboy na segunda temporada e logo começam a investigar sobre quem está por trás do Cadmus. A figura misteriosa que comanda esse projeto deve então contratar o Exterminador para deter os heróis, já que ele é um letal mercenário.
Ao final da segunda temporada de Titãs, o fã acredita que o embate com Slade Wilson fará Jericó e a Devastadora se juntarem ao grupo de heróis. Ele indica, também, que após o Exterminador ser derrotado, o vilão voltará para dar o aviso de fracasso ao seu comandante. O dono do Projeto Cadmus, conforme a teoria, é Lex Luthor. O que prepararia o terreno para uma terceira temporada de ‘Titãs‘.
Uma teoria bem interessante, não? Será que isso vai acontecer?
De acordo com as declarações, Exterminador será um homem militar que destruiu sua família com seu comportamento autoritário. Forçado em uma aposentadoria precoce, ele busca vingança contra aqueles que o traíram. Segundo o anúncio das audições, um homem latino, asiático ou caucasiano entre 40 e 55 anos está sendo procurado para dar vida ao antagonista da DC.
Nos quadrinhos, Ravager é filha de Slade e de Lillian Worth, uma princesa do clã cambojano resgatada por Exterminador e cuja relação cresceu até virar um romance. Para o papel, uma atriz híbrida entre latina e asiática e que tenha entre 18 e 21 anos está sendo procurada.
Em uma recente entrevista para promover a terceira temporada de ‘Stranger Things’, o ator David Harbour resolveu acabar com os rumores acerca de seu papel em ‘Viúva Negra’.
Algumas semanas atrás, fãs da Marvel cultivaram boatos de que o Harbour iria interpretar o famoso personagem Coisa – de ‘Quarteto Fantástico‘ – no próximo projeto do estúdio, visto que fez uma declaração ambígua utilizando a palavra “coisa”. Entretanto, ele revelou que apenas usa o vocábulo muito em seu dia a dia.
“Eu só uso muito essa palavra”, Harbour explicou.
Infelizmente, não pôde revelar detalhes significativos sobre seu papel. Mais informações devem ser confirmadas durante o painel da Marvel na San Diego Comic-Con deste ano.
A história deve ser explorada em uma escala internacional e acompanhará Natasha Romanoff, a espiã e assassina treinada pelo KGB, que decide abandonar a Russia e se tornar uma agente da SHIELD e dos Vingadores.
Will Gluck retorna à direção da sequência, que é baseada na saga de livros infantis escrita por Beatrix Potter.
Depois que Bea e Thomas se casam, e Pedro fica famoso por causa do sucesso dos livros infantis da Bea, o coelho decide fugir e encontrar aventuras longe de casa para se descobrir.
Segundo o The Hollywood Reporter, a adaptação seriada dos clássicos quadrinhos ‘Y: The Last Mna’ não será transmitida diretamente na FX. As novas informações indicam que a produção foi adquirida pelo serviço de streaming Hulu – assim como a recém-anunciada ‘American Horror Stories’, spin-off do aclamado terror ‘American Horror Story’.
A série mostra um mundo pós-apocalíptico depois que um evento cataclísmico dizimou todos os mamíferos do sexo masculino, exceto por um único humano. A nova ordem mundial das mulheres explorará gênero, raça, classe e sobrevivência.
A trama dirigida por Kate Herron irá acompanhar as aventuras do Loki em 2012.
Ele ainda estará procurando vingança por seu relacionamento com o pai, que priorizava o irmão Thor, e irá modificar todos os eventos que vimos nos filmes, causando um grande estrago em sua jornada e criando uma linha temporal sombria e obscura.
Hiddleston revelou seu entusiasmo em viver novas aventuras como o amado anti-herói e explorar suas várias faces na série.
“É uma constante fonte de surpresa e prazer que esses filmes estejam conectados com as pessoas. Eu sabia que ele [Loki] era uma figura complexa. Inteligente e espirituoso, mas vulnerável, irritado, perdido e quebrado. Eu pensei que era uma oportunidade incrível em amadurecer ao longo dos filmes.”
O streamingPeacock divulgou hoje (09) o trailer oficial da 4ª temporada da comédia ‘A.P. Bio’.
Os oito novos episódios têm estreia marcada para o dia 02 de setembro.
“Todos envolvidos estão muito animados por podermos fazer mais episódios,” afirmou o criador da série, Mike O’Brien, em uma declaração. “Somos gratos ao Peacock e todos que assistiram a série! Nós nos divertimos muito fazendo a terceira temporada. Eu quero me aprofundar ainda mais nos personagens principais e também continuar brincando com o formato de sitcom.”
Confira:
Depois de ser negado o mandato em Harvard, Jack Griffin, premiado estudioso de filosofia, acaba voltando para casa em Toledo, Ohio. Agora, ele ensina Biologia Avançada em Whitlock High. Bem, isso é o que ele foi contratado para fazer. Na maioria das vezes, ele está ensinando seus alunos a fazer o trabalho sujo dele, para ele – o que inclui enlouquecer seu rival profissional.
Por vezes, joias escondidas da indústria cinematográfica passam longe do nosso radar em virtude de inúmeros blockbusters – e esse foi o caso de ‘Sete Minutos Depois da Meia-Noite’, uma das preciosidades fílmicas da década passada.
Lançado oficialmente no dia 01 de janeiro de 2017 – e tendo feito sua primeira exibição no Festival de Toronto no ano anterior -, a história é uma apaixonante e comovente história de superação e amor que gira em torno de Conor (Lewis McDougall), um jovem garoto que descobre que sua mãe (Felicity Jones) foi diagnosticada com câncer terminal e que é visitado por um gigantesco monstros antropomórfico (Liam Neeson) que lhe contará três histórias diferentes.
Elogiado pela crítica especializada, o longa-metragem foi aplaudido pelo poderoso roteiro e pelas temáticas trazidas à telona, pela direção de J.A. Bayona e pelos efeitos visuais – além de comentarem sobre as performances do elenco protagonista. Entretanto, a obra faturou apenas US$47 milhões nas bilheterias mundiais (contra US$43 milhões de orçamento).
Para celebrar seu quinto aniversário e dar um pouco mais de espaço para uma produção que merece ser apreciada, o CinePOP preparou uma breve lista com algumas curiosidades de bastidores.
Confira:
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O romance original foi escrito inicialmente por Siobhan Dowd. Entretanto, Dowd acabou falecendo antes de terminá-lo, motivo pelo qual o autor Patrick Ness terminou a história e fez questão de dar créditos à ideia dela.
Tom Holland, que colaborou com Bayona no aclamado ‘O Impossível’, foi o substituto para o monstro durante as filmagens. Ele recebeu um agradecimento especial durante os créditos.
Ness, que também ficou responsável pelo roteiro, revelou em uma entrevista que uma das fotos da jovem Avó é, na verdade, uma foto promocional de Sigourney Weaver para ‘Os Caça-Fantasmas’, de 1984.
Este foi o sétimo projeto em que Neeson dublou um personagem em CGI. Os três primeiros foram como Aslan na franquia ‘As Crônicas de Nárnia’; a quarta foi como Fujimoto na versão em língua inglesa de ‘Ponyo: Uma Amizade que Veio do Mar’; a quinta foi como Phango em ‘Khumba’; e a sexta foi como Policial Bom/Policial Mal em ‘Uma Aventura Lego’.
Nesson, que vive o Monstro no longa-metragem, aparece como o avô de Conor em uma das fotos em que a mãe do protagonista, mais jovem, está no colo do dele.
A árvore de teixo, que aparece na narrativa do apotecário, é caracterizada como uma planta que pode curar quase qualquer doença do mundo. Na realidade, boa parte da árvore é tóxica aos humanos e outros mamíferos – mas a toxicidade de suas substâncias é utilizada em algumas drogas para quimioterapia.
Weaver interpreta uma personagem britânica no longa-metragem – e, ao contrário do que se poderia imaginar, fingir um sotaque inglês não foi nem um pouco difícil; afinal, a mãe da atriz era da Inglaterra.
O filme segue os acontecimentos do livro com precisão absurda, realizando poucas diferenças. Porém, cenas adicionais foram rodadas exclusivamente para a adaptação, incluindo uma ambientada logo depois do término do romance original.
A Netflix nos presenteou com uma singela e apaixonante série intitulada ‘Heartstopper’ – que já caiu no gosto do público e da crítica e nos encantou com a honestidade de um relacionamento LGBTQIA+ que enfrenta diversos obstáculos para finalmente se consagrar.
Baseada nas graphic novels homônimas de Alice Oseman, a trama acompanha o meigo Charlie (Joe Locke) e o fã de rúgbi Nick (Kit Connor), que se conhecem no colégio. Mas logo essa amizade improvável começa a se transformar em romance. Agora, Charlie, Nick e seu círculo de amigos precisam encarar essa jornada de autodescoberta e aceitação, apoiando uns aos outros e aprendendo a ser eles mesmos.
Para celebrar a estreia da aguardada produção, o CinePOP preparou uma breve lista com outras dramédias adolescentes LGBTQIA+ espalhadas pelos streamings que você precisa conferir.
Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:
Aos 17 anos, Simon Spier (Nick Robinson) aparentemente leva uma vida comum, mas sofre por esconder um grande segredo: nunca revelou ser gay para sua família e amigos. E tudo fica mais complicado quando ele se apaixona por um dos colegas de escola, anônimo, com quem troca confidências diariamente via internet.
Pete (Brendan Scannell), um jovem homossexual, e Tiff (Zoe Levin), uma dominatrix, eram melhores amigos nos tempos de colégio, mas os dois perderam contato com o passar do tempo. Anos depois, eles se reencontram inesperadamente na agitada Nova York. Agora, uma amizade de longa data está prestes a se fortalecer.
Emily Dickinson (Hailee Steinfeld) é uma jovem escritora em ascensão que se sente deslocada em seu próprio tempo. Cheia de ideias progressistas demais para o século XIX em que ela nasceu, a poetisa vai ter que usar da sua vasta imaginação para lidar com os obstáculos que sua família e a sociedade colocam no seu caminho.
Duas grandes amigas conhecidas por serem os maiores prodígios da escola estão prestes a terminar o ensino médio. Faltando poucos dias para o grande momento, elas percebem que estão arrependidas por terem estudado tanto e se divertido tão pouco. Determinadas a não passarem por todo esse tempo sem nenhuma diversão, elas decidem correr atrás dos 4 anos perdidos em apenas uma noite.
Em ‘Você Nem Imagina’, Ellie Chu (Leah Lewis) é a típica aluna deslocada que possui o hábito de fazer a lição de casa de seus colegas por dinheiro para contribuir com as contas em casa. Secretamente, ela possui uma paixão pela bela Aster Flores (Alexxis Lemire). Quando Paul, um jogador de futebol, se aproxima de Ellie para pedir ajuda para escrever uma carta de amor para sua amada, ela entra em conflito.
Ruby Red (RuPaul) é uma drag queen que viaja por todos os Estados Unidos para se apresentar em clubes e casas de shows. No caminho, ela encontra AJ (Izzy G.), um órfão desordeiro e falante de dez anos de idade. As duas logo começam uma amizade improvável que muda suas vidas para sempre.
IT’S A SIN (2021)
Onde assistir: HBO Max
‘It’s a Sin’ gira ao redor de um grupo de amigos, acompanhando suas jornadas durante uma década, entre os anos de 1981 e 91 em Londres. Ou seja, enquanto buscam por amor, identidade e felicidade, precisam lidar com uma brutal doença, durante o ápice da epidemia de AIDS. O enredo foca especialmente em Ritchie Tozer (Olly Alexander) quando ele se muda da pequena ilha de Wight na costa sul da Inglaterra para a grande Londres realizar seu sonho de estudar teatro. Rapidamente Ritchie cria laços fortes de amizade com Jill (Lydia West), Roscoe (Omari Douglas), Ash (Nathaniel Curtis) e Colin (Callum Scott Howells), e os cinco formam uma pequena família tentando se apoiar em meio a homofobia dos anos 1980 e a crise do HIV.
O último episódio da temporada de estreia de ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’ respondeu a diversas questões e a identidade de vários personagens, e abriu espaço para outras questões levantadas pelo público.
Um dos principais pontos do capítulo em questão foi a revelação da identidade do Estranho (Daniel Weyman), o misterioso homem que caiu dos céus e que cruzou caminho com a jovem Pé-peluda Nori (Markella Kavenagh). Como pudemos perceber, o personagem em questão é ninguém menos que Gandalf, o Cinzento, ainda alheio às memórias de quem realmente é. A revelação, concretizada nos momentos finais, é premeditada pelo trio de figuras encapuzadas que o persegue (a Habitante, a Ascética e a Nômade), que acreditam erroneamente que ele é Sauron em sua forma humana e, pouco depois, descobrem que ele é um Istari.
Mas o que eles são?
Na mitologia assinada por J.R.R. Tolkien, os Istari são Magos da Terra-Média caracterizados como Maiar, isto é, espíritos similares aos divinos Valar, mas com menos poder. Assemelhados a homens, eles possuem habilidades físicas e mentais muito superiores e, na linguagem Quenya, foram denominados como Istari pelos próprios Elfos (cujo significado é “os sábios). Eles foram enviados à Terra-Média para ajudar na libertação dos povos que eram subjugados a Sauron (que também era um Maia decaído) na Terceira Era – ou seja, pouco depois dos eventos da temporada de estreia da série.
Os Magos são chamados por vários nomes e foram “classificados” por suas cores. Dos que vieram para a Terra-Média, apenas cinco são conhecidos – o que comportam a Heren Istarion (Ordem dos Magos):
Saruman, o Branco: também conhecido como Curumo, Curunír ou Sharku, ele é o líder original dos Istari e do Conselho Branco. Depois de ser corrompido por Sauron, ele se renomeou como Saruman, o Várias-Cores.
Gandalf, o Cinzento: também conhecido como Olórin, Mithrandir, Tharûn e Incánus. O mais sábio dos Maia, Gandalf deu as caras em ‘Os Anéis de Poder’ e terá um papel absoluto no desenrolar dos próximos eventos. Em ‘A Sociedade do Anel’, ele encontra sua ruína após enfrentar m Balrog, mas renasce como Gandalf, o Branco, novo líder dos Istari e do Conselho Branco. Ele também porta o Narya, o Anel do Fogo, que lhe é dado por Círdan, a espada Glamdring.
Radagast, o Marrom: também conhecido como Aiwendil. Provindo de Yavanna, ele é amante da natureza e tentou evitar ao máximo participa da Guerra do Anel.
Alastar e Pallando, os Azuis: também conhecidos como Ithryn Luin. Ambos cruzaram longas distâncias na Terra-Média, motivo pelo qual pouco se sabe sobre eles e sobre o destino que encontraram.
Apesar de aparentar serem velhos e incapazes de desafiar Sauron diretamente, os Magos estavam de fato entre os seres mais poderosos que andaram na Terra-Média. Embora eles pudessem ser impedidos, prejudicados e até mesmo assassinados, a morte para eles era temporária, pois eles simplesmente retornavam aos Salões Atemporais e esperavam que os Valar os enviassem de volta à Terra-Média até que sua tarefa estivesse completa, como vimos com a morte e ressurreição de Gandalf. Uma vez que suas tarefas fossem concluídas, eles deveriam retornar a Valinor. Apenas Gandalf, como Portador do Anel, foi autorizado a ir para as Terras Imortais.
Os Magos possuíam poderes mágicos incríveis que lhes permitiam realizar proezas surpreendentes; seu poder era supostamente maior do que o dos Elfos. Cada mago carregava e utilizava um cajado poderoso, através do qual canalizavam e executavam a maioria de seus feitiços e ações mágicas. Eles podiam, no entanto, usar magia sem a ajuda de seus cajados, como telecinese e cura; no entanto, é incerto o quão longe eles poderiam ir magicamente sem eles. Sua magia pode lançar ilusões, disparar relâmpagos, invocar raios, curar feridas graves, arremessar inimigos com facilidade, desintegrar estruturas e até mesmo enredar as mentes de outros seres.
No entanto, apesar de todo o seu poder, os Magos foram proibidos pelos Valar de usar abertamente sua magia, exceto em momentos de grande necessidade e, dessa forma, eles (com exceção de Saruman) confiavam mais na própria sabedoria, no raciocínio rápido e nas habilidades lógicas para superar desafios, do que na magia em si.
Lembrando que a temporada completa já está disponível no Prime Video.
O Prime Video divulgou o novo cartaz oficial da 5ª e última temporada de ‘Maravilhosa Sra. Maisel’ (The Marvelous Mrs. Maisel), aclamada série estrelada por Rachel Brosnahan.
Os novos episódios têm estreia marcada para o dia 14 de abril.
Em 1958, Nova York, a vida de Midge está nos eixos: marido, filhos e elegantes jantares em seu apartamento no Upper West Side. Mas quando a vida dela dá uma reviravolta, ela tem que decidir rapidamente o que mais ela sabe fazer. Se tornar uma comediante é uma escolha inusitada para todos, exceto para ela.
O novo filme da diretora Emma Seligman (‘Shiva Baby’), ‘Bottoms‘, já estreou nos Estados Unidos e se tornou uma das produções mais elogiadas do ano.
O longa, estrelado porRachel Sennott (‘Morte Morte Morte’, ‘Shiva Baby’) e Ayo Edebiri (‘O Urso’), conquistou 98% de aprovação no Rotten Tomatoes, com nota 8.20/10 baseada em 57 reviews até o momento, além de conquistar pontuação de 78/100 no Metacritic.
O consenso geral diz: “propulsivo e exagerado, ‘Bottoms’ é um clássico instantâneo da comédia escolar que parece atual e nostálgico”.
Confira os principais comentários:
“Nem todas as piadas funcionam, mas elas voam. ‘Bottoms’, uma comédia queer com uma batida caótica, está aqui para quebrar coisas – e isso é uma coisa muito boa” – Associated Press.
“Durante a maior parte de seu curto tempo de execução, ‘Bottoms’ paira à beira da grandeza” – New York Times.
“A mistura única de humor inexpressivo e absurdidade do filme, e sua tendência de ocasionalmente ultrapassar os limites do bom gosto, mostra que Emma Seligman se sente confortável trabalhando em ambos os extremos do espectro cômico” – Slant Magazine.
“Posso ver ‘Bottoms’ se tornando um novo clássico cult adolescente. É um clube de luta queer exagerado para meninas, cheio de muita diversão e sátira pastelão” – Pop Culture Planet.
“No reino das comédias ácidas que abraçam a crueza adolescente, ‘Atração Mortal’ andou para que ‘Um Crime Entre Amigas’ pudesse correr, ‘Meninas Malvadas’ pudesse voar e ‘Bottoms’, agora, pudesse pousar orgulhosamente no espaço sideral” – NPR.
“As integrantes do grupo feminino Girls5eva do final dos anos 90 – Dawn, Wickie, Summer e Gloria – se reuniram e gravaram um novo álbum, Returnity. Então, é hora do próximo passo lógico: uma turnê de retorno. Sem plano, gerente de turnê ou locais garantidos, as garotas entram em uma van e atingem o grande desconhecido, fazendo o possível para promover seu álbum e voltar ao topo”.
A série foi criada por Meredith Scardino (‘Unbreakable Kimmy Schmidt’).
A San Diego Comic Con 2024 já está a todo vapor e, durante o painel da Marvel Studios, foram divulgadas cenas inéditas do longa-metragem – que introduziram não apenas o famoso metal conhecido como Adamantium, como também revisitaram o filme ‘Eternos’, lançado em 2021.
Confira a descrição (via ComicBook.com):
“Nas cenas, o presidente Ross (Harrison Ford) explica que, ‘quando a massa celestial emergiu do Oceano Índico’, os humanos digladiaram por ela e tentaram exportar seus recursos. Ele explica que ‘o novo elemento pertence a todos nós’. Momentos mais tarde, o Presidente e Sam (Anthony Mackie) falam sobre divergências anteriores que foram ofuscadas pelas conquistas recentes de Sam e o desejo de “reconstruir os Vingadores”. Eles discutem sobre o que irá acontecer caso discordem sobre como lidar com alguma situação. Sam consegue um novo traje no clipe seguinte, levando a uma montagem. Coral (Giancarlo Esposito) grita ‘espere para a prova de morte’ antes de atirar em Sam. Imagens tensas levam Sam a invadir uma sala de reuniões para falar com o presidente. Ele explica que seu círculo mais íntimo foi comprometido, mas Ross quer colocar tudo ‘para dormir’. Sam não está feliz com isso. Corta para uma cena de ação, então Sam voa e foguetes o perseguem por Tiamut. Sam caminha com Joaquin em seu traje Falcão verde. Uma montagem completa o trailer com clipes de ação que levam o presidente a se tornar o Hulk Vermelho em um pódio em frente à Casa Branca e rugindo”.
Lembrando que ‘Capitão America: Admirável Mundo Novo’ chega aos cinemas no dia 14 de fevereiro de 2025.
Confira o trailer:
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Segundo o WorldOfReel, as extensas refilmagens do longa jogaram o orçamento para US$ 350 milhões a US$ 375 milhões.
Oficialmente, o filme mais caro da Marvel foi ‘Vingadores: Era de Ultron‘ (2015) com US$ 365 milhões.
O trailer de Capitão América – Admirável Mundo Novo tem a mesma vibe de O Soldado Invernal, é mais pé no chão. O presidente dos EUA pede pro Sam Wilson montar um novo Os Vingadores. Ele pergunta: “E o que vai acontecer quando a gente discordar?”. pic.twitter.com/fM9nDTdteH
Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.
O filme ‘Emilia Pérez’, estrelado por Selena Gomez, Zoe Saldaña, Karla Sofía Gascón e Adriana Paz, se tornou um dos mais elogiados do ano – e não ficaria de fora da temporada de premiações.
Durante o anúncio de vencedores do Globo de Ouro 2025, o longa levou para casa o prêmio de Melhor Canção Original por “El Mal”.
Além disso, a produção conquistou a estatueta de Melhor Filme em Língua Não-Inglesa, enquanto Zoe Saldaña levou o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante por seu aclamado trabalho.
No Brasil, o filme será lançado nos cinemas pela Paris Filmes em 06 de fevereiro de 2025.
“Em Emília Perez, ambientado no México, acompanhamos a história de Rita (interpretada por Zoe Saldana), uma advogada excepcional cujo talento é subutilizado em uma firma de baixa qualidade. Em vez de buscar a justiça, a firma encobre crimes. Um dia, surge uma proposta irrecusável para Rita: ajudar Juan Del Monte, o temido chefe do cartel, a se aposentar de seu negócio e desaparecer para sempre”.
A Netflixdivulgou, através das redes sociais, alguns detalhes sobre a 2ª temporada ‘Wandinha’, série estrelada por Jenna Ortega.
A plataforma de streaming revelou informações sobre o papel de Lady Gaga no próximo ciclo.
Segundo o serviço, Gaga aparecerá na 2ª parte da nova iteração como Rosaline Rotwood, uma lendária professora da Escola Nunca Mais que cruza o caminho de Wandinha. Ela é envolta em mistérios e possui uma reputação que a precede.
Bem-vinda à Escola Nunca Mais, Mother Monster.
Lady Gaga vai fazer uma participação especial na parte 2 da 2ª temporada de Wandinha como Rosaline Rotwood — uma lendária professora da escola que cruza o caminho de Wandinha. #TUDUM
O próximo ciclo será dividido em duas partes: a primeira será lançada no dia 6 de agosto, enquanto a segunda chegará apenas em 5 de setembro.
A série é um mistério investigativo e sobrenatural que traça os anos de Wandinha como estudante na Escola Nunca Mais, enquanto ela tenta dominar sua habilidade psíquica emergente, frustrar uma monstruosa matança que aterrorizou a cidade local e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais há 25 anos – tudo isso ao mesmo tempo em que mergulha em complicados relacionamentos sociais.
O elenco também conta com Catherine Zeta-Jones, Luís Guzmán, Isaac Ordonez, Emma Myers, Hunter Doohan, Percy Hynes White e outros.
A aclamada minissérie ‘Task’, criada por Brad Ingelsby (‘Mare of Easttown’) e estrelada por Mark Ruffalo (‘Pobres Criaturas’), fez um grande sucesso com seu último episódio.
Segundo informações do Deadline, o capítulo de encerramento terminou em alta, com 4 milhões de espectadores nos Estados Unidos em um período de três dias e através de todas as plataformas.
O número representa um aumento de quase 30% em relação ao desempenho da estreia, no mesmo período analisado. O primeiro episódio já contabilizou 11,2 milhões de espectadores nos EUA, e a série é agora uma das três temporadas de estreia da HBO com crescimento mais rápido de todos os tempos, de acordo com a Warner Bros. Discovery.
Embora a WBD não tenha divulgado números globais de audiência, a empresa afirmou que ‘Task’ foi o título mais assistido globalmente na HBOMax na semana passada.
Lembrando que todos os episódios já estão disponíveis na plataforma de streaming.
O agente do FBI Tom lidera uma força-tarefa em um subúrbio da Filadélfia para pôr fim a uma série de assaltos a drogarias liderados por um homem de família desavisado.
A 2ª temporada de ‘Percy Jackson e os Olimpianos’ estreou no ano passado no catálogo do Disney+ – e, agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo de bastidores inédito do segundo ciclo.
O material apresenta os hilários erros de gravação da série, cuja narrativa acompanha as aventuras míticas de Percy (Walker Scobell), Annabeth (Leah Sava Jeffries) e Grover (Aryan Simhadri).
Lembrando que a série já foi renovada para a 3ª temporada.
Confira:
A série acompanha o jovem Percy Jackson, um garoto que acaba de descobrir que é um semideus – metade humano, metade deus. Percy é filho de Poseidon, o deus dos mares e oceanos na mitologia grega, e precisa aprender a controlar suas habilidades especiais. Frequentando o Acampamento Meio-Sangue, um lugar para crianças e adolescentes como ele, Percy se aproxima de Grover e Annabeth. Grover é um sátiro sensível à natureza e as emoções dos outros, enquanto Annabeth é uma garota astuta e curiosa, características de sua mãe, a deusa Atena.
Juntos, os melhores amigos embarcam em uma jornada para impedir que aconteça uma guerra entre os deuses do Olimpo. Pouco depois de descobrir sua verdadeira origem como semideus, Percy é acusado por Zeus, o deus do céu e também seu tio, de ter roubado o seu mais precioso raio. Percy e seus amigos devem viajar pelo país para encontrar o raio e restaurar a ordem no Olimpo.
A trama acompanha um guitarrista rebelde cuja fascinação inicial pelo rock desperta um desejo obsessivo de criar uma banda capaz de rivalizar com seus ídolos. Impulsionado por um talento nato e uma determinação inabalável, ele supera origens humildes para se tornar o líder do Lady Pank, um grupo de rock de enorme sucesso cujas músicas transcendem o cenário musical.
O êxito chega de forma rápida e estrondosa, mas cobra seu preço. Perdas pessoais, traumas familiares, excessos e conflitos com a autoridade começam a fragmentar tanto sua vida privada quanto a própria banda. Movido por uma sede incondicional de liberdade, o artista precisa encarar o custo da rebeldia e a linha tênue entre a grandeza criativa e a autodestruição.
A 4ª temporada de ‘This Is Us‘ retorna em 14 de janeiro e contará com uma participação especial do cantor John Legend, que irá interpretar a si mesmo em um dos episódios.
A novidade foi revelada em um vídeo promocional divulgado no intervalo da 77ª cerimônia do Globo de Ouro.
Maiores detalhes sobre a presença do astro permanecem em segredo, mas é de se esperar que ele faça uma breve aparição apresentando uma de suas canções.
O vídeo ainda não foi liberado oficialmente pela NBC, mas uma fã compartilhou o trecho na internet, mostrando Legend ao piano.
Criada porDan Fogelman, a série tem uma das maiores audiências da televisão aberta. A terceira temporada registrou uma média de 2.0 na demo, e um total de 8.3 milhões de espectadores.
A trama é uma crônica da relação de um grupo de pessoas que nasceram no mesmo dia e estão completando 36 anos, incluindo Rebecca (Moore) e Jack (Ventimiglia), um casal esperando trigêmeos; Kevin (Hartley), um ator que está cansado do que faz; Kate (Metz), uma mulher tentando perder peso e Randall (Brown) um homem rico à procura de seu pai biológico. Acompanhamos esse grupo de pessoas especiais cujos caminhos se cruzam através do tempo e suas histórias de vida nos envolvem de uma maneira única.
‘Enola Holmes‘ se tornou um dos filmes mais populares daNetflix graças à sua trama inteligente e descontraída, e também pelas atuações da protagonista Millie Bobby Brown e de Henry Cavill como Sherlock.
Como o filme é ambientado em épocas passadas, é comum algumas pessoas acreditaram que a história foi baseada em acontecimentos reais e que os personagens realmente existiram, o que não é o caso.
No entanto, diversos assinantes da plataforma ficaram chocados ao descobrirem que Enola e seus irmãos não passam de criações literárias, o que vem rendendo boas risadas nas redes sociais.
não julgo quem achou que o sherlock holmes realmente existiu pq mesmo eu “sabendo” que era um personagem fictício quando eu tava vendo enola holmes eu fui pesquisar só pra conferir se eu não tava doida
Aproveitando o clima de descontração, assista ao vídeo dos bastidores que revela os hilários erros de gravação do longa.
Confira:
Após o imediato sucesso da adaptação, que registrou 92% de aprovação no Rotten Tomatoes, Brown revelou à Entertainment Weekly que tem esperança de reprisar o papel numa sequência.
“Eu estava tipo, ‘Oh, sim, vou fazer apenas um filme…’ e, então, assim que entrei no set e interpretei a [Enola], me apaixonei por ela, e ela se tornou parte do meu coração. Eu sempre disse que amava interpretar a Eleven [em Stranger Things], porque cresci com a personagem. Adoro poder interpretá-la continuamente, e com a série de livros Enola … Estou realmente otimista sobre o futuro. Estou ansiosa e [espero] voltar ao trabalho em Enola Holmes 2”, afirmou.
“Baseado na amada série de livros indicada ao prêmio Edgar Alan Poe, ‘Enola Holmes‘ conta a história da irmã adolescente rebelde de Sherlock e Mycroft Holmes, uma super-detetive talentosa e que muitas vezes supera seus brilhantes irmãos. Quando sua mãe desaparece misteriosamente no seu aniversário de 16 anos, Enola procura a ajuda de seus irmãos mais velhos. Mas ao perceber que eles estão mais interessados em fazê-la terminar os seus estudos, do que de fato resolver o caso, Enola faz a única coisa que uma jovem inteligente, engenhosa e destemida da década de 1880 pode fazer… ela foge de casa para Londres, a fim de encontrá-la. Conhecendo uma série de pessoas bem interessantes ao longo do seu caminho, Enola se vê envolvida em uma conspiração que pode alterar o curso da história política. Enola Holmes traz uma dinâmica reviravolta na brilhante família do maior detetive do mundo”.
Em seu perfil do Twitter, aMarvel Studios anunciou que será lançado hoje um novo trailer de ‘Shang-Chi e a Lenda dos dez Anéis‘.
Confira:
“Hoje à noite! Não perca o novo trailer de ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘ durante a contagem regressiva da NBA no canal ESPN. O longa chega aos cinemas em 3 de setembro.”
Tonight! Don’t miss the brand-new trailer for Marvel Studios’ #ShangChi and the Legend of the Ten Rings during NBA Countdown on @ESPN. Experience it in theaters September 3rd. pic.twitter.com/OORiEUBGUz
Shang-Chi é o filho de um globalista com base na China que criou e educou o descendente dele em um recluso complexo chinês, treinando artes marciais e adquirindo habilidades insuperáveis. Quando ele tem a chance de entrar em contato com o resto do mundo, logo percebe que seu pai não é o humanitário que dizia ser, vendo-se obrigado a se rebelar.
Através do Twitter, o produtor de ‘Star Trek: Picard’, Christopher Monfette, divulgou que as gravações da 3ª temporada da atração já foram concluídas… Ainda sem previsão de estreia.
Na legenda, ele escreveu:
“E encerramos as gravações da 3ª temporada de ‘StarTrek: Picard’. Enquanto você assiste e aproveita a 2ª temporada, saiba que o próximo e último capítulo da história de Picard é algo realmente inesquecível. Mais do que grato a @TerryMatalas, nosso elenco, equipe e todos os roteiristas extraordinários que tornaram isso possível.”
Confira:
And that’s a wrap on Season Three of #StarTrekPicard. As you watch and enjoy Season Two just know — the next and final chapter in Picard’s story is a truly remarkable thing. Beyond thankful to @TerryMatalas, the cast, crew and all our extraordinary writers who made it possible.
Anne Wersching, conhecida por seu trabalho nas séries ‘Bosch’ e ‘Runaways’, fará parte dos novos episódios e dará vida à icônica Rainha Borg, vilã introduzida em 1996 no panteão intergaláctico, mais precisamente no filme ‘Star Trek: Primeiro Contato’. A personagem foi interpretada por Alice Krige.
A série tem como personagem principal Jean Luc-Picard (com o retorno de Stewart às telinhas), que apareceu em duas séries e quatro filmes, sendo a primeira vez em 1987. Picard também fez uma aparição especial com ‘Star Trek: Deep Space Nine’ antes de migrar para as telonas.
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