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‘Spencer’ estreia HOJE nos cinemas! Confira 10 Curiosidades sobre o Filme

Um dos filmes mais aguardados da temporada do Oscar finalmente chegou aos cinemas brasileiros hoje! Tendo estreado lá fora ainda em novembro do ano passado, o longa em que Kristen Stewart dá vida à Princesa Diana chega nessa quinta às salas de exibição do país para o deleite dos cinéfilos. Vem conhecer 10 curiosidades sobre esta produção:

10 – Crepúsculo

Sim, essa eu fiz questão de colocar aqui, embora muita gente já saiba: sim, a princesa Diana é interpretada em ‘Spencer’ por ninguém menos que Kristen Stewart, a Bella de ‘Crepúsculo’. Para aqueles que encheram a boca para falar da apatia da atriz na saga dos vampiros, vem dar um confere nesse filme aqui e entender como ela atua bem.

9 – Diretora e roteirista

É verdade que desde ‘Crepúsculo’, Kristen Stewart não tem feito taaaantos papéis assim, apenas uma coisa ou outra que lhe interesse mais, como ‘As Panteras’, em 2019. Entre um trabalho e outro, Kristen também dirigiu um filme! Intitulado ‘Come Swim’, o curta foi produzido em 2017, escrito e dirigido por Kristen e foi exibido nos festivais de Sundance e de Cannes daquele ano.

8 – Indicação ao Oscar

Às vésperas de completar 32 aninhos, Kristen Stewart pode receber sua primeira indicação ao Oscar, e como Melhor Atriz. Nada mal para alguém cujo estrelado teve início numa franquia teen ganhando prêmios de Melhor Beijo, né?

7 – Adiamento de estreia

Tendo sido exibido pela primeira vez no Festival de Veneza em setembro de 2021, o longa estava programado para estrear nas salas brasileiras no final de novembro do ano passado. Então, por conta do aumento dos casos de covid ao redor do mundo, o filme acabou tendo sua estreia adiada para 3 de fevereiro aqui no Brasil, mas, felizmente, a produção foi antecipada e chegou hoje às salas brasileiras, dia 27 de janeiro. Oba!

6 – Nome de solteira

Embora o longa seja baseado nas angústias da Princesa Diana, ao contrário do que se pode esperar o longa é intitulado ‘Spencer’, que nada mais é do que o sobrenome de solteira de Diana. O sobrenome vem da linhagem paterna de sua família.

5 – Gravado durante a pandemia

Acreditem se quiser, mas o filme foi gravado durante a pandemia! As gravações começaram no final de janeiro de 2021 e terminaram em abril daquele ano.

4 – Múltiplos países

Embora Lady Di seja a Princesa de Gales, da realeza britânica, ‘Spencer’ foi gravado em diversos países. A primeira locação aconteceu na Alemanha, na Schlosshotel Kronberg. Após um mês o set foi transferido para a Inglaterra, quando entra em cena Jack Farthing no papel do Príncipe Charles.

3 – Aplausos

Em sua estreia mundial, no Festival de Venice, ‘Spencer’ recebeu três minutos ininterruptos de aplausos da plateia. O mesmo aconteceu na exibição para a imprensa no Rio de Janeiro, em novembro de 2021. Pudera: é um filme intenso, com uma atuação de Kristen Stewart digna para se aplaudir de pé!

2 – Channel

Um dos aspectos que mais chamam a atenção no longa é a acurada semelhança de boa parte do figurino – especialmente o de Diana – com o que foi usado na realidade pela verdadeira Lady Di. Para o filme ‘Spencer’, boa parte dos vestidos da protagonista foram customizados pela marca francesa Channel.

1 – Baseado em história real

Ainda que Diana tenha sido uma pessoa pública e que particularidades de sua vida privada tenham vazado para a imprensa (o que contribuiu para a sua trágica morte), o que Diana realmente sentia e pensava nas semanas que antecederam sua morte ainda é um mistério ao grande público. Entretanto, já se sabe que meses antes do acidente de carro Diana estava sofrendo com mania de perseguição, paranoia, ansiedade e outros transtornos psicológicos – e é nesse aspecto que ‘Spencer’ enraíza seu argumento. Além de trazer essa característica da realidade, a personagem Maggie (Sally Hawkins) teria sido inspirada em uma pessoa real, uma verdadeira dama de companhia de Diana, entrevistada pelo roteirista Steven Knight, mas que preferiu se manter anônima.

‘O Beco do Pesadelo’ estreia HOJE nos cinemas! Confira 10 Curiosidades sobre o Filme de Del Toro

Um dos remakes mais aguardados de 2022 finalmente chega hoje às salas de exibição do Brasil! Dirigido pelo oscarizado Guillermo del Toro, ‘O Beco do Pesadelo’ estreia nos cinemas com suas quase três horas de duração. Confira aqui 10 curiosidades sobre o filme:

10 – Baseado em livro

Nenhuma novidade aqui, uma vez que boa parte das produções hollywoodianas é baseada em livros. ‘O Beco do Pesadelo’ é um livro de suspense originalmente publicado em 1946, que completa 76 anos de publicação em 2022. O escritor William Lindsay Greshan contava que a história foi inspirada em trabalhadores reais dos bizarros Carnivals que ele conheceu, que contavam suas histórias enquanto participavam da Guerra Civil Espanhola.

9 – Sonho realizado!

Todo mundo sabe, à essas alturas, que o diretor Guillermo del Toro tem uma quedinha pelo bizarro fantasioso. O diretor mexicano conta que ‘O Beco do Pesadelo’ se tornou seu livro favorito, e seu sonho sempre foi adaptá-lo aos cinemas com seu olhar. Sonho realizado!

8 – Vagas de emprego

Del Toro é tão apaixonado pelo que faz e sabe tanto que seus fãs amam seus filmes, que, na época de pré-produção de ‘O Beco do Pesadelo’ publicou na fanpage oficial do facebook um anúncio de emprego, buscando atores e atrizes que quisessem participar do longa como figurantes. Pena que não cobria os custos de viagem para os EUA…

7 – Pandemia

Assim como muitas produções ao redor do mundo, ‘O Beco do Pesadelo’ teve suas gravações interrompidas por conta do decreto do estado de pandemia no mundo. As gravações tiveram início em março de 2020 e só foram retomadas meeeeses depois, em setembro, e só terminou de gravar em dezembro.

6 – Pausa para emagrecer

Por conta desse intervalo forçado, o ator Bradley Cooper, que interpreta o protagonista, decidiu aproveitar esse tempo longe das câmeras para emagrecer bastante e, assim, conseguir gravar as cenas em que seu personagem está mais jovem na trama – majoritariamente as cenas do início do longa. Perdeu cerca de 8 quilos!

5 – Ron Pearlman

Não é de hoje a parceria entre o ator Ron Pearlman e o diretor Guillermo del Toro. Na verdade, essa é a sexta parceria dessa dupla de sucesso, que já trabalhou junta em ‘Hellboy’.

4 – Filme de Del Toro sem assinatura de Del Toro

A bem da verdade, ‘O Beco do Pesadelo’ é o primeiro filme de Guillermo del Toro sem nenhuma marca de sobrenatural, fantasia ou terror – gêneros que vêm sendo trabalhados pelo diretor ao longo de sua carreira. Este filme, com pegada de suspense noir, ainda que recupere a estética e a paleta de cores comumente usadas pelo diretor mexicano, passa longe daquilo que comumente os fãs de Del Toro encontram em suas produções.

3 – Verdadeiro comandante da produção

O ano de 2020 foi realmente difícil. Diante da necessidade de seguir em frente com seu filme – e com as autoridades sanitárias ainda tentando entrar em consenso sobre as vacinas, ainda em elaboração na época –, ‘O Beco do Pesadelo’ voltou a ser gravado em setembro de 2020, com um guia de diretrizes sanitárias de 80 páginas redigidas pelo próprio Guillermo del Toro para orientar sua equipe a concluir o filme em segurança.

2 – Leonardo Di Caprio

Inicialmente, Leonardo Di Caprio esteve em conversa com a produção para fazer Carslile no filme – papel que acabou indo para Bradley Cooper. Ao invés, Di Caprio acabou indo se dedicar ao longa ‘Killer of the Flower Moon’.

1 – Um bebê no filme

Quando as gravações de ‘O Beco do Pesadelo’ iniciaram, em março de 2020, a atriz Rooney Mara estava grávida. Porém, com a interrupção das gravações (já explicadas acima), o bebê acabou nascendo durante o afastamento do elenco, e, quando o filme foi retomado, em setembro, Rooney já não tinha mais barriguinha, mas já era oficialmente mamãe.

Após perda de assinantes, ações da Netflix têm queda de 25% em apenas um dia

De acordo com a Info Money, as ações da Netflix na Nasdaq (a Bolsa de Valores norte-americana) tiveram uma queda de 24,3% na última sexta-feira (21).

Ao que parece, o valor de investimento das ações caíram de US$ 700 para US$ 450 desde que foram registrados mais de 430 mil cancelamentos de assinatura no 2º trimestre de 2021.

O resultado teve um impacto bem negativo no status da empresa, classificando-a como equalweight (na média do mercado) em vez de overweight (acima da média do mercado), como era avaliada anteriormente.

E não foi só no exterior que a plataforma de streaming registrou prejuízo…

Aqui no Brasil, os certificados de depósito da Netflix tiveram um percentual de desvalorização acima do estrangeiro, atingindo 25,4% no mesmo dia.

A Netflix também vem registrando déficit em outros países desde que foram divulgados seus relatórios de desempenho no quarto trimestre de 2021.

No período, foi registrado lucro de US$ 1,33 por ação, um resultado acima do esperado, já que os executivos da companhia esperavam lucrar US$ 0,82.

Mesmo assim, a marca representa estagnação, já que o 4º trimestre de 2020 trouxe um retorno de US$ 3,19 por ação… E parte do lucro foi investido em mecanismo que pudessem atrair mais clientes em 2021.

De qualquer forma, 8,28 milhões de assinantes foram adicionados no 4ª trimestre período, apesar da expectativa ter sido de pelo menos 8,5 milhões.

Ao todo, a plataforma fechou o ano de 2021 com 221,84 milhões de assinantes.

Além disso, a companhia esperava encerrar seu capital anual com US$ 8,4 bilhões, mas registrou US$ 7,71 bilhões.

Por conta disso, diversos investidores estão descrentes sobre o crescimento da Netflix, já que as projeções que previam a adição de 6,9 milhões de assinantes no 1º trimestre de 2022, caíram para 2,5 milhões.

Através de um comunicado, os representantes do serviço admitiram que a principal razão foi a alta da concorrência de outras companhias, como HBO Max e Disney+.

Neste ritmo, é difícil dizer por quanto tempo a Netflix vai conseguir se manter no topo na guerra entre os serviços de streaming.

‘Um Maluco no Pedaço’ e os fan films para franquias famosas que CHAMARAM ATENÇÃO

Os chamados fan films têm demonstrado níveis cada vez maiores de investimento e criatividade

Sempre que uma produção alcança um status cultural significativo, são inevitavelmente formadas as chamadas fanbases; ou seja, grupos sociais diversos que estão ligados entre si em grande parte pela adoração ao produto em questão. Com a consolidação da internet, bem como os meios de socialização provenientes da mesma, esses grupos puderam se organizar mais facilmente do que no passado.

Dessa maneira, não é inesperado que os fãs não se contentassem unicamente com o material oficial produzido para suas franquias e muitas vezes produzissem obras originais a partir de tal ambientação. A eventual popularização dos financiamentos coletivos, por meio de sites como o Kickstarter, facilitou em muito a produção dos chamados fan films.

Estes produtos audiovisuais, muitas vezes, tomando liberdades criativas com o produto base ofereciam abordagens e interpretações que, de outra formas pelos meios oficiais, jamais seriam contemplados. Através de plataformas de vídeos, principalmente o YouTube, essas produções se popularizaram e ganharam cada vez mais investimento.

É o caso do vindouro remake do seriado Um Maluco no Pedaço, clássico da comédia televisiva que lançou a carreira de Will Smith, que está para ganhar um remake com viés mais dramático do que o antecessor. Tal produção tem suas origens em um fan film de 2019, produzido pela Sun Square Media, intitulado Bel-Air que reimagina a história do jovem Will como um drama social.

O fan film de 2018 chamou a atenção para uma abordagem mais séria do clássico

Não demorou para que o projeto ganhasse notoriedade e despertasse o imaginário da internet sobre o potencial que a trama de Um Maluco no Pedaço possui para o drama, principalmente em uma época simbolizada por movimentos como #blacklivesmatter; a própria sitcom em seu formato original não é lembrada só pelas piadas mas também pelos momentos de crítica social e apelo emocional.

No entanto esse não foi o único exemplo de uma produção de fã que chamou a atenção; a história recente da internet oferece outros tantos exemplos que expandiram a mitologia de suas respectivas franquias. Não importando se elas se tornaram oficiais no cânone da propriedade base ou não.

  • Voldemort: Origins of the Heir

A saga Harry Potter é certamente um dos terrenos mais férteis para a imaginação dos fãs em toda cultura pop. O universo habitado pelo jovem bruxo e seus amigos é vasto e complexo, sendo praticamente completo quando se têm como perspectiva apenas os livros oficiais. Sobra então muito espaço de manobra para os fãs.

A origem de Voldemort é explorada pelo olhar dos fãs

Origins of the Heir é um fan film de 2018, produzido pela Tryangle Films, que antecede aos eventos vistos nos livros e filmes. Nesse caso, a trama segue uma das últimas herdeiras de Godric Gryffindor, também conhecido como um dos fundadores de Hogwarts, que está em busca de reaver um item importante o qual também está sendo visado por Voldemort.  Por meio de uma estrutura de interrogatório, a protagonista conta o porquê da sua jornada e a importância do item, culminando em um clímax verdadeiramente criativo.

Já no universo de quadrinhos, o Batman geralmente é tido como uma das propriedades que melhor permite uma produção assinada por fãs. Tanto pelo personagem, em essência não necessitar de muitos efeitos visuais, quanto pela facilidade das histórias do mesmo terem uma identificação muito maior com tramas policiais no geral do que com ficção científica envolvendo aliens.

“Dying is Easy” é uma visão única do personagem

Dessa maneira, Dying is Easy se aproveita desse fator para entregar um enredo voltado para a dicotomia entre Batman e Coringa, tendo o vigilante investigando o que é o mais recente plano do criminoso que, por sua vez, está preso no Arkham; qualquer paralelo com a relação Clarice Starling e Hannibal Lecter em O Silêncio dos Inocentes não é coincidência.

  • Never Hike Alone

O subgênero do slasher teve seu auge na década de 80, imortalizado principalmente pelos inúmeros filmes da franquia Sexta Feira 13 de Jason Voorhes. Inevitavelmente esse segmento enfrentou um declínio mas o legado presente no imaginário dos fãs permaneceu. 

A reimaginação que os fãs queriam para Jason

Em 2018 foi lançado o curta Never Hike Alone, produzido por fãs como uma maneira de modernizar a fórmula estabelecida para a série. Dessa maneira, a trama segue um aventureiro que está a caminho do, agora, abandonado acampamento Crystal Lake enquanto grava todo o trajeto.

A direção do projeto brinca inicialmente com o estilo de vídeo que o protagonista está produzindo, dando a entender que é como qualquer outro do tipo que se encontra pela internet. Ainda assim, quando ele inicia a exploração dentre as cabanas do acampamento, é o momento que as referências para os fãs são despejadas em tela até a história acelerar o ritmo com a adição do próprio Jason.

Novamente o protetor de Gotham aparece, porém em um outro fan film bem mais antigo do que o anterior, datando de 2012. Em ambos os casos, a produtora é a mesma, Batinthesun, o que mantém uma continuidade em termos de design de produção (mantendo o máximo possível o tom gótico do material fonte) e, acima de tudo, personagens.

Tal como mencionado anteriormente, a trama também foca na relação caótica do Homem-Morcego com o Palhaço do Crime. A questão é que nessa ocasião, o vilão está a solta e a vida de uma criança está em jogo, o que desestabiliza o emocional do Batman

 

Cuphead | A franquia de jogos que ASSOMBRA os jogadores vai virar série

Franquia é conhecida pela dificuldade elevada

Historicamente jogos de dificuldade mais elevada sempre tendem a despertar a curiosidade de legiões de jogadores, estes então investiram muito de seu tempo, bem como fichas no auge dos arcades, para tentar bater o desafio proposto pelo game. Às vezes se tornava até mesmo uma questão de honra ver o pequeno personagem de 8 bits realizar algum tipo de comemoração breve após a conclusão.

Esse fascínio não ficou no passado e no contexto atual da indústria nada o representa melhor do que os jogos da FromSoftware. A desenvolvedora alcançou fama mundial com sua consagrada saga Souls, no qual os players eram expostos a lutas com chefes colossais e aterrorizantes dada a dificuldade, porém sempre carregando formas com que podiam ser derrotados.

Provavelmente essa foi a grande percepção da desenvolvedora, de não ficar apenas no castigo aos jogadores mas também de conceder formas claras de como ultrapassar essas dificuldades, exigindo do usuário apenas a sagacidade de entender como o inimigo funciona para então explorar esse contra-ataque.

Os jogos da franquia consolidaram um novo nicho

Como ocorre com qualquer produto cultural de impacto profundo, a franquia Dark Souls criou todo um nicho de obras que tentavam emular seu sucesso, focando acima de tudo na mecânica de oferecer um nível de desafio elevado ao público e, normalmente, deixando de lado outros elementos essenciais como fatores de RPG.

Esse nicho ficou conhecido como gênero Soulslike… e Cuphead não faz parte dele. Antes de tudo é importante elucidar esse ponto porque, por mais que o jogo da dupla de xícaras e os jogos da FromSoftware compartilhem da atração pelo desafio elevado, as semelhanças acabam por aí.

Esclarecido esse ponto: o que é Cuphead? A trama segue dois amigos que são xícaras antropomórficas, Cuphead e Mugman, no qual acabam se envolvendo diretamente com o próprio Diabo após se aventurarem em seu cassino e ficarem sem fichas. O ser diabólico então surge e lhes sugere aumentar as apostas, se a dupla vencesse mais uma rodada poderiam ficar com todo o dinheiro, se perdessem o Diabo ficaria com suas almas.

A dupla se torna emissária do próprio tinhoso após perder em um jogo de azar

O inevitável ocorre e Mugman perde, o que acarreta em ambos implorando pela própria vida; só então o tinhoso oferece um novo acordo no qual a dívida deles talvez seja perdoada se ambos trouxerem as almas de outros devedores espalhados pela Ilha Inkwell.

Algo que salta aos olhos logo de saída é a escolha estética do departamento de arte por optar por uma animação ao estilo inkblot (ou mancha de tinta, em uma tradução geral), muito utilizada pelos cartoons da primeira parte do século XX quando ainda utilizavam de células na criação de cada quadro. Alguns dos mais famosos exemplares do período mantém sua fama até os dias atuais como Betty Boop, Popeye e o todo poderoso Mickey Mouse.

Um dos chefes da canadense Studio MDHR, Chad Moldenhauer, atribuiu aos antigos estúdios Fleischer, que em seu auge teve animações como Superman e Popeye chegando a simular uma rivalidade com a Disney, o crédito de grande força inspiradora para o visual de Cuphead. A animação corrida durante o gameplay foi colorida via Photoshop com uma taxa de 24 frames por segundo, enquanto que a trilha sonora tinha sua composição apoiada principalmente no jazz.

A estética da Fleischer é uma inspiração visível na obra

Além disso, Cuphead assumiu um rápido status diferenciado pela dificuldade no combate. O jogo incentiva que a utilização do coop, dois jogadores se auxiliando, porém com a “pegadinha” de que é necessária uma leitura muita rápida do modus operandi do inimigo e, no mínimo, uma sincronia nas ações dos jogadores. 

Qualquer demora nas respostas ou falta comunicação praticamente leva a uma derrota certa. Essa estratégia funcionou perfeitamente por resgatar um estilo de gameplay que fez muito sucesso nas gerações de console pré multiplayer online e, tão importante quanto, a atmosfera cartoonesca misturada a uma trama verdadeiramente macabra (afinal os protagonistas estão recolhendo almas para o tinhoso) que encontrou curioso refúgio em antigas correntes da internet que dissecavam o quão assustador eram alguns desenhos mais antigos.

Da mesma forma que o mencionado Dark Souls, as desventuras da dupla de xícaras deixou seu próprio legado, inspirando obras estéticamente cartunescas com tons de terror; o exemplo mais proeminente sendo Bendy and the Ink Machine. É visando esse potencial criativo que a Netflix, por volta de julho de 2019, anunciou com um teaser animado o vindouro lançamento de The Cuphead Show!

Com lançamento previsto para 2022, a série terá no público infantil um alvo inicial, porém pincelando eventualmente referências à espectadores adultos. É esperado também que a obra expanda esse universo para além da Ilha Inkwell, não se limitando apenas a repetir a história do game.

 

Gostou de ‘Não Olhe para Cima’? | 10 filmes que exploram seus conflitos em meio aos conceitos sobre Astronomia

A astronomia, ou a busca de explicações sobre o que acontece no espaço, é algo que sempre esteve presente no mundo de todos os curiosos. Desde criança olhamos para cima e buscamos entender as origens do nosso planeta e com várias perguntas que vão desde a caminhada do homem à lua até mesmo se existe vida em outro lugar fora a Terra.

O mundo mágico do cinema sempre buscou retratar histórias, conflitos, que de alguma forma encostam em conceitos astronômicos ou que se prendem a conceitos físicos para explicações sobre origens, situações, ações. Pensando em produções que estão dentro desse diagrama, separamos abaixo alguns filmes que exploram os limites do universo e seus conceitos, alguns até mesmo abordando a filosofia da existência nas ações de difíceis escolhas.

 

Apollo 13

Quem não gosta de um bom filme sobre os tempos de guerra fria, das famosas corridas especiais? Tom Hanks e o diretor Ron Howard adoram esse universo e durante algumas conversas resolveram recriar no cinema, em meados da década de 90, o famoso caso da expedição Apollo 13. Na trama, acompanhamos três astronautas que tinham como missão inicial ir pra lua mas acabam sofrendo uma pane elétrica na nave em que estão fazendo com que eles precisem de muita criatividade para poder voltar pra a Terra. O trabalho mostra também a questão da imprensa nessa história, sem repercussão nenhuma no lançamento do foguete mas com massiva cobertura quando do desastre ao triunfo.

 

Ad Astra

Quando a razão e a emoção se encontram no espaço. Ad Astra entrega muito mais do que promete, além de referências cinéfilas a todo instante. Com uma brilhante atuação do excelente ator Brad Pitt e uma direção pra lá de competente de James Gray, o filme navega pelo sentimento através do lugar mais silencioso que conhecemos. A junção de ciência e ficção, que principalmente para leigos se torna algo fantástico pois não sabemos as reais limitações físicas espaciais, é a fórmula de sucesso desse grande filme.

 

Gravidade

Tentando transformar a sala de cinema em um verdadeiro templo angustiante e de muito drama, o cineasta mexicano Alfonso Cuarón chega com seu projeto Gravidade. Com poucos personagens, muita tensão e efeitos especiais muito bem executados a esperança do veterano diretor era encontrar uma atriz que conseguisse passar sozinha toda a verdade da sensação de estar em uma situação desesperadora. A escolha não poderia ter sido melhor, Sandra Bullock tem o melhor desempenho de sua carreira.

 

Perdido em Marte

A solidão é a sorte de todos os espíritos excepcionais. Perdido em Marte marca o retorno do aclamado criador de Alien, o Oitavo Passageiro para trás das câmeras depois de um hiato. Baseado na obra de Andy Weir, o longa-metragem estimado em mais de 100 Milhões de Dólares, é uma aventura com toques de suspense e drama que promete agradar demais os cinéfilos de plantão. Mexendo com várias variáveis emocionais, praticamente um raio-x do protagonista é instaurado, o filme cresce exatamente nos raciocínios das argumentação para as tomadas de decisões de sobrevivência. Uma pequena obra-prima cinematográfica dessa lenda do cinema chamada Ridley Scott.

 

Vremya Pervykh

O universo tem o tamanho do seu mundo. Dirigido pelo cineasta russo Dmitriy Kiselev, um dos filmes russos mais norte-americanos dos últimos tempos, esse blockbuster europeu que mistura drama e aventura rumo ao desconhecido universo da física gravitacional em uma época onde a corrida espacial era questão de ordem nacional é uma grata surpresa. Baseado em fatos reais, Vremya Pervykh (Spacewalk – 2017) conta a versão russa sobre o primeiro homem a ‘caminhar no espaço’.

 

Não Olhe Para Cima

O retrato da polarização que remete à uma quarta parede. Não Olhe para Cima é um retrato apocalíptico, com pitadas de humor ácido, que no campo das reflexões gera inúmeras interpretações de quem acompanha as mais de duas horas desse novo trabalho do cineasta Adam McKay. Contando com um elenco de estrelas como: Leonardo DiCaprio, Meryl Streep e Jennifer Lawrence, Não Olhe pra Cima se aproxima muito do cenário político do Brasil.

 

No Mundo da Lua

Tudo o que um sonho precisa para ser realizado é alguém que acredite que ele possa ser realizado. E chega diretamente da Espanha uma animação super simpática, No Mundo da Lua. Explorando o tema família misturando com iniciativas tecnológicas ligadas ao incrível mundo da astronomia, o longa-metragem, que teve um lançamento modesto no circuito brasileiro anos atrás, é uma fábula divertida que em sua essência destrincha todos os caminhos do ato de sonhar aos olhos e ações de um grupo de amigos super inteligentes.

 

Interestelar

Não consuma a ternura com apenas uma boa noite, sonhe, imagine e principalmente acredite, é real! Para alegria dos cinéfilos de todo o planeta, o cineasta norte-americano Christopher Nolan voltou aos cinemas anos atrás com mais um daqueles trabalhos impactantes que, dessa vez, vai deixar até o Stephen Hawking de cabelos em pé. Interestelar é um drama que mostra a saga da humanidade rumo ao desconhecido mundo das galáxias e da relatividade do tempo no espaço. Orçado em 150 Milhões de dólares e com câmeras Imax sendo utilizadas em grande parte das filmagens, o trabalho do espetacular diretor da lendária trilogia do homem morcego é mais um daqueles filmes eletrizantes que valem a pena serem conferidos numa sala de cinema.

 

Estrelas Além do Tempo

A força sem inteligência é como o movimento sem direção. Baseado no livro Hidden Figures, de Margot Lee Shetterly, Estrelas Além do Tempo fala sobre o preconceito na época da corrida espacial, com o foco em três grandes mulheres negras que ajudaram a mudar o rumo das descobertas norte americanas nesse período. Com ótimas atuações e uma trilha sonora assinada pelo craque Pharrell Williams, o longa-metragem dirigido pelo cineasta Theodore Melfi é um belo filme.

 

Passageiro Acidental

As linhas tênues entre a razão e a esperança. Disponível no catálogo da Netflix, Passageiro Acidental é um filme cheio de portas para serem abertas dentro de escolhas que partem de uma hipótese muito remota (uma surpresinha não vista por ninguém após a decolagem de uma nave que vai pra marte) mas acaba se transformando em um grande e quase filosófico jogo de argumentos onde podemos fazer paralelos com questões existenciais, filósofos e pensadores de todas as épocas. O filme é dirigido pelo brasileiro Joe Penna em seu segundo longa-metragem e conta com ótimo elenco.

 

10 Sets de Filmagens que todo Cinéfilo GOSTARIA de ter Estado

Titanic (1997) Directed by James Cameron Shown: Kate Winslet, Leonardo DiCaprio, Director James Cameron

Quem nunca sonhou em estar em um set de filmagens? O lugar onde a magia acontece, onde profissionais de inúmeras áreas se juntam com um único objetivo de contar da melhor maneira uma história por imagens e cenas que podem marcar para sempre muitos cinéfilos. As maquiagens, os acertos para as cenas, o desenvolvimento em conjunto das sequências, tudo precisa estar bastante sincronizado para chegar da melhor maneira aos nossos olhos do lado de cá da telona.

Pensando nisso, criamos uma lista com alguns dos Sets de Filmagens que todo Cinéfilo gostaria de ter Estado:

 

 

Matrix

Um dos maiores sucesso do ‘cinema nerd’, Matrix é um grande marco na história do cinema e automaticamente da carreira de Keanu Reeves, que faz o protagonista Neo. Um longa que, quando é compreendido é a amado pelo espectador. Uma experiência bastante interessante que ficou muito legal visto nas telonas. Inclusive, o terceiro filme da franquia foi lançado nesse final de 2021.

 

O Sexto Sentido


Mandatory Credit: Photo by Moviestore/Shutterstock (1644461a)
The Sixth Sense (On Set)
Film and Television

“Eu vejo gente morta”! Essa frase ficou marcada de vez na história do cinema. O cineasta indiano M. Night Shyamalan dirige um longa surpreendente que prende a atenção ao espectador até o último minuto da história. Na trama, um psicólogo tem a missão de ajudar um menino que enxerga pessoas mortas. O final do filme fez tanto sucesso que na época houve uma grande campanha para que ninguém entregasse o final da fita e estragasse a surpresa alheia. Sensacional filme de suspense!

 

Pulp Fiction

Um dos melhores filmes de muitas listas mundo à fora, marcou de vez a chegada do genial Quentin Tarantino ao cinema. Na trama, os caminhos de vários criminosos se cruzam. Ao lado de muitos astros de Hollywood, Bruce Willis, John Travolta e Cia, ajudam a contar essa história com diálogos maravilhosos que estão nas mentes dos cinéfilos até hoje.

 

Brilho eterno de Uma Mente Sem Lembranças

Um dos maiores sucessos da carreira da talentosa atriz Kate Winslet é sem dúvidas esse filme de meados de 2004, Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças. O filme, que mostra também o talento de Jim Carrey em longas de drama, fala sobre amor, memórias, perdas e consegue se conectar com muitos cinéfilos com uma história muito emocionante brilhantemente interpretada pela dupla de protagonistas. Um filme necessário em qualquer cabeceira.

Titanic

Lembram do Jack e da Rose? Da célebre frase “Eu sou o rei do mundo”? E daquela velinha maluca que joga um colar valioso no fundo do oceano? Sim, cinéfilos, Titanic. James Cameron (diretor desse, que é o segundo maior sucesso de bilheteria da história do cinema) abraça a saga do navio que naufragou antes de chegar ao seu destino. A saga dos apaixonados, que muitos fãs sabem de cabo a rabo, promete voltar a sempre emocionar o grande público que vê pela primeira vez ou pela trigésima vez.

Carrie, a Estranha (1976)

Com direção do competente Brian De Palma, Carrie é um daqueles clássicos do cinema que você pelo menos já ouviu falar alguma vez. Um dos melhores filmes da carreira de Sissy Spacek e baseado em obra de Stephen King, na trama, dotada de poderes paranormais, Carrie vive solitária com sua mãe, uma fanática religiosa. Após passar por alguns constrangimentos e sofrer na mão de outros alunos na escola, uma série de estranhos acontecimentos começa a ocorrer.

 

Taxi Driver

Com atuações marcantes de Robert de Niro e  realiza um filme que retrata a vida de um taxista em um cenário violento de sobrevivência em uma das maiores cidades do planeta. Um filme para você ter em sua coleção e rever, pelo menos uma vez, a cada ano.

 

A Origem

 

Com um roteiro eletrizante, Christopher Nolan deixou os cinéfilos do mundo todo (menos os velhinhos da famosa Academia que tiveram a audácia de não indicar o criador dessa grande obra na categoria de Melhor Diretor) maravilhados com esse filmaço. Com o foco nas lembranças e nos cantinhos das nossas mentes onde guardamos nossos maiores segredos, Leonardo DiCaprio se junta a um elenco excelente provocando um final que gera polêmica e interpretações até hoje.

 

Clube da Luta

Um dos filmes mais marcantes da história do cinema teve direção do genial cineasta David Fincher. Clube da Luta foi uma adaptação do romance de Chuck Palahniuk que conta a história de um empregado de escritório, que sofre de insônia, e um vendedor de sabão que constroem uma organização global, um clube da luta, onde pessoas brigam violentamente. Edward Norton e Brad Pitt fazem uma dupla explosiva e completamente fenomenal.

 

Uma Noite Alucinante – A Morte do Demônio

Cinco jovens vão passar um fim de semana em uma cabana. Todos eles tem estranhas experiências, obviamente causadas pela presença ali do Livro dos Mortos que logo encontram. Ao reproduzirem certas falas de um arqueólogo que estavam perdidas no local despertam espíritos que estavam adormecidos e que habitam o bosque. Os espíritos começam a possuir os jovens um por um. Um dos maiores clássicos de terror da história do cinema. Um filme para ter na coleção!

 

 

Conheça Algumas das Melhores Cenas de Tango no Cinema

Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade e criada por volta de 1850 pelos nossos vizinhos Argentina e o Uruguai, muitos dizem o tango nada mais é que uma arte dançante de um pensamento triste que pode dançar.

Quem nunca ficou fascinado por uma dança de tango que envolve contextos e reflexões? No mundo do cinema até hoje algumas obras utilizaram o estilo musical, dessa uma dança a par, para expressar sentimentos, situações. Pensando nisso, resolvemos criar uma lista com alguns filmes onde o Tango aparece em momentos importantes da narrativa:

 

Moulin Rouge

Baz Luhrmann trouxe para os cinemas uma obra que fala sobre o amor em um contexto de outros séculos, por dentro da boemia e das questões que se amontoam sobre as classes sociais. Moulin Rouge, possui um narrador personagem detalhista, engraçado, atrapalhado, apaixonado, que transforma sentimentos em palavras. Seguindo lema de que: ‘A grande coisa que aprenderá na vida é amar’, somos testemunhas do contraponto do mágico com o trágico numa Paris quase em 1900. Nesse projeto, até o tango ocupa espaço, na canção Roxanne do The Police com uma chamativa rouquidão acoplada.

 

Dança Comigo?

Um dos filmes na lista que mais mostra o sentido que a arte de dançar pode ter em uma vida. Lançado em 2004 como um forte blockbuster na época, estrelado por Richard Gere e Jennifer Lopez, Dança Comigo? Mostra a saga de um homem bem sucedido mas que percebe que algo falta em sua vida até se deparar com aulas de dança. O projeto tem uma cena de tango entre os protagonistas muito bem filmada. O filme é uma adaptação do filme japaonês Shall We Dansu? de Masayuki Suô.

 

Perfume de Mulher

Quando pensamos em Tango e Cinema, o primeiro filme que vem a memória dos cinéfilos e cinéfilas é esse longa-metragem dirigido por Martin Brest. Por esse elogiado trabalho, Al Pacino ganhou muitos prêmios na pele do protagonista Frank Slade, que parece ter sido escrito exclusivamente para o ator. A saga do tenente coronel deve estar em sua prateleira de DVDs. O Tango Por Uma Cabeza, música de Carlos Gardel e letra de Alfredo Le Pera, escrita em 1935 é inesquecível.

 

Tango Livre

Lançado pela Imovision no Brasil, infelizmente exibido em pouquíssimos lugares, o ótimo longa-metragem francês Tango Livre, dirigido pelo cineasta Frédéric Fonteyne, mostra a inusitada história de Jean-Christophe (interpretado pelo ótimo François Damiens) é um solitário guarda penitenciário que acaba se apaixonando perdidamente por uma mulher que conhece na aula semanal de tango. Só que ela é esposa de um presidiário onde Jean trabalha. O filme ganhou o grande prêmio do Júri no Festival de Veneza anos atrás.

 

O Conformista

Editorial use only. No book cover usage. Mandatory Credit: Photo by Mars/Marianne/Maran/Kobal/Shutterstock (5883364h)

Um dos clássicos da filmografia de Bernardo Bertolucci, lançado no início da década de 70, O Conformista aborda as questões sociais e as escolhas de alguns em relação aos regimes autoritários, no caso aqui o fascismo. O filme também é lembrado pela cena emblemática de tango entre as atrizes Stefania Sandrelli e Dominique Sanda.

‘Halloween Ends’: Laurie, Lindsey e Allyson retornam em nova imagem da sequência; Confira!

Através do Twitter, o produtor Jason Blum compartilhou um nova imagem dos bastidores da sequência ‘Halloween Ends‘, com o retorno das sobreviventes Laurie Strode (Jamie Lee Curtis), Allyson Nelson (Andi Matichak) e Lindsey Wallace (Kyle Richards).

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Vale lembrar que o próximo filme será ambientado QUATRO anos após os eventos de ‘Halloween Kills‘.

Em entrevista ao Bloody Disgusting, o diretor David Gordon Green revelou que o roteiro de ‘Halloween Ends‘ já foi finalizado.

“O roteiro de ‘Halloween Ends’ está completo. Eu vou receber o feedback do John Carpenter sobre a nova versão em breve. Estou muito animado com isso. Há uma grande conclusão. Como toda trilogia, você precisa ter um começo, meio e fim. Nós tínhamos o conceito do final e, dois anos atrás, escrevemos o primeiro rascunho. Nós tínhamos toda a estrutura da narrativa mapeada antes de iniciarmos as filmagens de ‘Halloween Kills’. Nós sabíamos a direção que estávamos seguindo e queríamos que o segundo filme fosse o meio da nova saga da família Strode.”

Ele completa, “O desfecho de ‘Halloween Kills’ era diferente no roteiro original. Nós criamos aquele final quando estávamos quase terminando as filmagens. Foi emocionante correr esse risco. Só o tempo dirá como o público irá encarar esse desfecho, mas nós nos sentimos bem com essa decisão.”

O terceiro filme, ‘Halloween Ends‘, irá estrear em 14 de outubro de 2022.

David Gordon Green, responsável pelo reboot de 2018, retorna à direção.

Jamie Lee Curtis estrela ambas as sequências.

Os novos títulos trarão diversos personagens conhecidos da franquia, tais como Lindsey Wallace (Kyle Richards), Tommy Doyle (Anthony Michael Hall), Marion Chambers (Nancy Stephens), Leigh Brackett (Charles Cyphers) e Lonnie Elam (Robert Longstreet).

Crítica | Vozes do Passado – TERROR psicológico chega como opção para aluguel sob demanda

Janeiro é o mês do auge do verão aqui no hemisfério sul, época de temperaturas altas e pensamentos voltados para o mar, para o ar-condicionado ou qualquer outra coisa que faça a gente pensar em algo que não seja o calor. Mas o fã mesmo de terror curte ver filmes com essa pegada faça chuva ou faça sol, literalmente, porque não há tempo feio para um bom susto ou uma boa torcida nos miolos. Como opção no aluguel sob demanda, para além das plataformas usuais, chega esse mês para o público brasileiro o suspense psicológicoVozes do Passado’.

Grávida, Ellie (Emma Draper) está de volta ao casarão onde seus avós moraram para tentar escrever um livro sobre suas pesquisas sobre ocultismo. Mas isso significa também ter que encarar sua mãe, Ivy (Julia Ormond), e todas as cobranças que veem à tona quando as memórias da casa começam a vir à superfície a medida em que Ellie vai voltando a se familiarizar com o local. Porém, enquanto sua mãe está empenhada em encaixotar as coisas dos pais para jogá-las fora, Ellie está disposta a reabrir as feridas do passado para descobrir a verdadeira verdade dos segredos do passado.

Desenvolvido em uma hora e meia de duração, ‘Vozes do Passado’ tem uma premissa interessante, mas uma má execução que coloca todo o projeto em escanteio. O enredo se desenrola de maneira não só arrastada, mas confusa. As peças do quebra-cabeças do filme vão sendo apresentadas em flashbacks desconexos que se chocam com cortes abruptos da edição, que jogam o espectador para o tempo presente da narrativa de maneira um tanto quanto despreocupada, como se fosse bastante lógico entender o que está acontecendo na trama porque sabemos do tal segredo da família – algo que, claro, não sabemos, porque é o grande lance do filme.

Por outro lado, temos ambas as atrizes entregando um bom trabalho em conferir dubiedade e profundidade às protagonistas, em sequentes cenas de conflito mãe e filha. E talvez esse seja a grande problemática do roteiro de Jake Mahaffy e Tim van Dammen: uma boa ideia cujo panorama para sustentá-la se arrasta por conta de uma economia de orçamento e centralização da trama em apenas dois personagens enfurnados em uma casa. Cabia ao diretor Jake Mahaffy tem aprofundado, pelo menos, a intensidade do suspense e do terror, espalhando-os mais ao longo de sua produção, e não apenas concentrar todos os esforços para o último arco do filme.

Apesar de cozinhar mui lentamente, ‘Vozes do Passado’ traz cenas interessantes de terror, que mesclam o sobrenatural com um pouco de ficção científica. Ainda que demore para mostrar a que realmente veio (e meio que apresentar a grande revelação da história de maneira bem bagunçada), ‘Vozes do Passado’ é um filme bastante alegórico, estilo ‘Mãe!’, calcado no embate psicológico das relações familiares e, portanto, produzido de maneira a extrair o melhor de seu elenco. Para tal, traz alguma bizarrice e cenas escatológicas de terror, então, quem curte essas coisas, pode ser interessante dar uma olhada neste ‘Vozes do Passado’, já disponível para aluguel nas plataformas.

‘Hellboy 3’: “Os fãs MERECEM uma conclusão épica”, afirma Ron Perlman

Em entrevista ao The Independent, o astro Ron Perlman voltou a falar sobre o possível terceiro filme da franquia ‘Hellboy‘, afirmando que os fãs merecem uma “conclusão épica”.

“Eu estou ansioso para fazer ‘Hellboy 3’? Não, eu tenho 71 anos. Mas nós devemos isso pelos fãs da franquia e deveríamos dá-los uma conclusão épica.”

Ele completa, “Então, Guillermo [del Toro], se você estiver lendo isso, ainda não desisti de te perturbar sobre isso.”

Anteriormente, Perlman havia revelado que ainda tinha esperança de se reunir com Guillermo del Toro em ‘Hellboy 3‘: “Sempre existe uma pequena esperança, que vive dentro de mim, que diz que talvez um dia Guillermo acorde e diga: ‘Você sabe o que? Dane-se, precisamos terminar essa trilogia’.”

O ator ainda contou que se recusou em participar do reboot: “O reboot é algo que eu tive a oportunidade de participar, mas decidi que a única versão que me interessava era a do Guillermo [del Toro], então eu me afastei do projeto. Eu realmente dei as costas para o reboot e não ouvi muito sobre ele. Eu os desejei boa sorte, mas não era o meu destino [participar daquele filme].”

O reboot de ‘Hellboy‘, estrelado por David Harbour, foi um fracasso comercial e arrecadou apenas US$ 44.6 milhões pelo mundo, valor que não cobriu os custos de produção (US$ 50 milhões) – sem contar o orçamento gasto com marketing.

Confira nossa crítica:

 

 

‘Mortal Kombat 2’: Sequência será ainda mais SANGRENTA, afirma roteirista

Através do seu Twitter, o roteirista Jeremy Slater, da série ‘O Exorcista‘, revelou que a sequência ‘Mortal Kombat 2‘ será ainda maior e mais SAGRENTA que o primeiro filme.

“Estou muito animado por fazer parte dessa equipe! Nós estamos construindo algo ainda maior, melhor e bem mais sangrento, que irá surpreender a todos,” revelou Slater.

No primeiro filme, Shang Tsung (Chin Han) tenta impedir a realização do Mortal Kombat enviando seus guerreiros do Outworld para assassinar os campeões da Terra, a fim de escravizar o planeta. Por conta disso, os lutadores de ambos os lados nem sequer têm tempo de treinarem para os duelos oficiais e se concentram em batalhas pessoais.

No entanto, essa foi uma escolha criativa de Russo para garantir que esse tão famoso evento de luta seja retratado de forma natural no futuro.

Durante uma entrevista para o Collider, ele disse que:

Eu sempre imaginei esse primeiro filme como um pré-torneio, foi mais uma história de introdução aos principais elementos da franquia. O próximo filme será focado no evento propriamente dito, já o terceiro será sobre as consequências desse torneio.”

Após uma curta jornada nos cinemas, o reboot de ‘Mortal Kombat‘ já pode ser conferido no streaming da HBO Max.

Simon McQuoid (‘Premonição 5‘) é responsável pela direção.

O elenco conta com Joe Taslim (Sub Zero), Ludi Lin (Liu Kang), Jessica McNamee (Sonya Blade), Mehcad Brroks (Jax) Josh Lawson (Kano), Chin Han (Shang Tsung), Hiroyuki Sanada (Scorpion), Tadanobu Asano (Raiden), Sisi Stringer (Mileena).

‘A Queda da Casa de Usher’: Filmagens da nova série de terror do Mike Flanagan já começaram!

Através do seu Twitter, a atriz Kate Siegel (‘Missa da Meia-Noite’) confirmou que as filmagens de ‘A Queda da Casa de Usher‘ (The Fall of the House of Usher), nova série de terror do Mike Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill’), já começaram.

“Toda nova jornada começa com um único passo,” compartilhou a atriz.

A série será estrelada por Carla Gugino, Mark HamillFrank LangellaCarl LumblyMary McDonnell.

Henry Thomas, T’Nia Miller, Kyleigh Curran, Samantha Sloyan, Rahul Kohli, Sauriyan Sapkota, Zach Gilford, Michael Trucco, Paola Núñez, Katie Parker, Malcolm Goodwin, Crystal Balint, Aya Furukawa, Daniel Jun, Matt Biedel, Ruth Codd, Annabeth GishRobert Longstreet completam o elenco.

A produção será baseada em diversos trabalhos do lendário romancista estadunidense Edgar Allan Poe.

Em entrevista ao The Boo Crew Podcast, Flanagan revelou que a série será extremamente sangrenta.

“Muitas das minhas produções têm um ritmo lento, mas ‘A Queda da Casa de Usher’ será como uma explosão. Será uma série agressiva, exagerada, violenta, insana e diferente de tudo o que eu já fiz. Nós queremos litros de sangue escorrendo pela tela desde o começo. Esse é o novo objetivo. É a nossa chance de criar algo insano. Todo o catálogo do Edgar Allan Poe está em domínio público. Podemos escolher o que quisermos e criar nossa própria visão. Será uma jornada intensa depois de cinco anos muito emocionais. Será muito divertido.”

Ele completa, “Nós começaremos a filmar em janeiro. Eles irão anunciar o elenco em breve. O elenco é incrível.”

Apesar de detalhes sobre a narrativa não terem sido revelados, o conto titular foi publicado originalmente em 1893 e analisa temas como loucura, família, isolação e identidades metafísicas. A história acompanha um narrador sem nome que viaja para a Casa de Usher em um “dia sombrio, sem som e monótono”. A casa, pertencente a um amigo de infância chamado Roderick Usher, é misteriosa e arrepiante – e o narrador percebe que a casa absorveu um mal inenarrável e uma atmosfera doentia de tudo o que a cerca.

Flanagan entra como produtor executivo ao lado de Trevor MacyEmmy GrinwisMichael Fimognari. Ele também dirige quatro episódios da série, enquanto Fimognari fica responsável pelos outros quatro.

O projeto é o sexto do acordo entre Flanagan e a Netflix, precedido por Missa da Meia-Noite, pelos elogiados A Maldição da Residência Hill‘A Maldição da Mansão Bly’, pelo thriller Jogo Perigoso e pelo vindouro The Midnight Club.

A Queda da Casa de Usher ainda não tem previsão de lançamento.

‘A Vizinha da Mulher na Janela’: Kristen Bell espiona os vizinhos em novo clipe da série; Confira!

The Woman in the House Across the Street From the Girl in the Window. Kristen Bell as Anna in episode 101 of The Woman in the House Across the Street From the Girl in the Window. Cr. Colleen E. Hayes/Netflix © 2021

Para promover o lançamento do thriller cômico ‘A Vizinha da Mulher na Janela‘, estrelado por Kristen Bell (‘The Good Place’), a Netflix divulgou um novo clipe da produção.

Confira:

A produção será lançada na plataforma amanhã (28).

Na trama, para Anna (Bell), todos os dias são iguais. Olhando pela janela, com o coração partido e uma taça de vinho, vê a vida passar sem ela. Mas um vizinho bonitão (Tom Riley) se muda para a casa da frente, e as coisas parecem começar a mudar. Até que ela testemunha um terrível assassinato… ou será que foi só imaginação?

Rachel RamrasHugh DavidsonLarry Dorf entram como criadores.

Samsara Yett, Michael Ealy, Mary Holland, Shelley Hennig, Cameron Britton, Christina Anthony e Benjamin Levy Aguilar completam o elenco.

‘Euphoria’: Segredos vem à tona no trailer LEGENDADO do próximo episódio; Confira!

A HBO divulgou o trailer legendado próximo episódio da 2ª temporada de ‘Euphoria‘.

Confira:

Intitulado You Who Cannot See, Think of Those Who Can, o capítulo vai ao ar no dia 30 de janeiro.

Criada por Sam Levinson, a série é baseada na produção israelense homônima lançada em 2012.

A trama é envolta em drogas, sexo, busca por identidade, traumas, redes sociais, amor e relacionamentos. Todas essas temáticas serão relatadas pela ótica de Rue (Zendaya), uma garota de 17 anos viciada em drogas e mentirosa.

O elenco também conta com Sydney Sweeney, Maude Apatow, Jacob Elordi, Algee Smith, Alexa Demie, Barbie Ferreira, Hunter Schafer e Storm Reid.

Episódios da 4ª temporada de ‘Stranger Things’ serão lançados MENSALMENTE?

O site da Netflix voltado para divulgar os conteúdos do streaming para a imprensa postou uma atualização na página de ‘Stranger Things‘ afirmando que os episódios da 4ª temporada seriam lançados MENSALMENTE, algo inédito na plataforma.

Confira:

Não demorou muito para a notícia viralizar e deixar os fãs enfurecidos nas redes sociais.

Porém, não demorou muito para a Netflix informar que teve uma falha na página do serviço de streaming, e que a informação foi adicionada erroneamente.

O que podemos esperar e QUANDO ESTREIA a 4ª temporada?

Os fãs de ‘Stranger Things’ estão ansiosos para mais notícias sobre a aguardadíssima quarta temporada da série. É claro que todos nós entendemos que a pandemia do coronavírus parou todas as produções cinematográficas no mundo, porém, a ansiedade para revermos a turminha de Hawkins é muito grande. Para esquentar as turbinas, vamos ao que já sabemos até agora do que vem por aí.

Data de estreia

Ainda não há uma data precisa da estreia da nova temporada, porém, a Netflix anunciou que ela definitivamente estará disponível aos assinantes no ano de 2022. Entretanto, considerando o que já foi feito no passado e lembrando que é uma série de terror, podemos criar uma expectativa de que ‘Stranger Things’ estreie em abril ou outubro desse ano.

Número de episódios

Nos anos anteriores os fãs foram presenteados com uma história em oito em cada uma das temporadas. Ao que tudo indica, porém, na próxima temporada teremos nove capítulos – um a mais do que tivemos até hoje. Esses rumores, ainda não confirmados, estão sendo reforçados por Ausiello, diretor editorial da TV Line, que aponta que esse capítulo extra poderia ocorrer para contar a origem de um dos personagens queridos dos fãs. Quem poderia ser?

O Clube do Inferno

Ainda sobre episódios, os showrunners da série não divulgaram ainda o nome dos capítulos – na real, pouco se sabe desses detalhes. Apesar disso, a boa notícia é que já temos a confirmação do nome do primeiro episódio: “Chapter One: The Hellfire Club” (em tradução livre, ‘O Clube do Inferno’). A origem desse nome faz menção à uma das sociedades da franquia ‘X-Men’ (quadrinho criado nos anos 1960 e que se tornou muitíssimo popular nos anos 1980, época em que se passa ‘Stranger Things’), que aparece pela primeira vez dentro da Saga da Fênix Negra (que virou filme em 2019, estrelado por Sophie Turner).

Hopper não morreu!

A gente meio que desconfiou disso desde que ‘Stranger Things’ tentou nos convencer de que Hopper (David Harbour) estava morto, mas foi no primeiro teaser divulgado pela Netflix que tivemos a confirmação: Hopper está vivo! Em algum momento ainda a ser explicado, o xerife de Hawkins teria sido capturado por soldados da União Soviética, e, confinado, provavelmente será confrontado por seu passado. Há chances de aquele tal capítulo extra para contar o background de um dos personagens ser exatamente sobre o Hopper.

União Soviética

Boa parte do público-alvo de ‘Stranger Things’ é adolescente, nascido depois dos anos 2000, e não faz ideia do que foi viver em um mundo em que a União das Repúblicas Socialistas Soviética (URSS) existia. Para contextualizar, a União Soviética foi um conjunto de estados ao nordeste da Europa que existiu entre os anos 1920 e 1990, administrado pelo partido comunista. Em 1985, Mikhail Gorbachev assumiu a liderança do partido. Em seguida, a URSS entrou em colapso e se dissolveu – tornando-se, assim, diversos países independentes na Europa.

Lembrando que ‘Stranger Things’ se passa nos anos 1980, o tempo da série é concomitante ao fim da URSS, pegando ainda o fim da Guerra Fria e os reflexos da corrida espacial (encabeçada pela União Soviética e os Estados Unidos, que brigavam pela hegemonia interplanetária). Assim, provavelmente nesta quarta temporada teremos um panorama bem político de pano de fundo, atingindo não só ao Hopper, mas provavelmente outros personagens também, capaz até de causar a cisão entre alguns deles que se posicionem contra ou a favor da disputa.

Queremos Robin!

Um dos maiores sucessos da terceira temporada com certeza foi a inserção da personagem Robin (Maya Hawke). O público gostou tanto, que é bem possível que ela retorne no ano que vem, quem sabe até ganhando mais espaço na série. Outra que deverá ganhar mais cenas é Suzie (Gabriella Pizzolo), cuja superinteligência não deverá ficar mais no modo remoto.

Novos personagens

Até aqui, tudo que já sabemos sobre novos personagens é a entrada de Robert Englund (o Freddy Krueger) como Victor Creel, um interno de um hospital psiquiátrico, junto com Jamie Campbell Bower (de ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte’), que fará Peter Ballard, funcionário desse hospital; Eduardo Franco entrará como Argyle, que travará amizade com Jonathan; Joseph Quinn (de ‘Game of Thrones’) será Eddie Munson, o líder de um novo grupo de RPG em Hawkins; Mason Dye (de ‘Teen Wolf’) viverá Jason Carver, o típico atleta que namora a garota mais popular da escola; e Sherman Augustus (de ‘Westworld’) será o Tenente Coronel Sullivan, militar cujo objetivo será livrar Hawkins de tudo que anda acontecendo.

Fim da série

É bem verdade que já estamos começando a ter a sensação de que ‘Stranger Things’ está se desviando e inventando um pouco a mais de história. Talvez por isso haja rumores de que a série provavelmente deverá acabar na quinta temporada, encerrando de vez o Mundo Invertido.

Séries derivadas

Recentemente, o produtor Shawn Levy revelou à Entertainment Weekly que ‘Stranger Thingsdeve acabar em sua quinta temporada. Mas a franquia deve continuar.

De acordo com o Deadline, a Netflix está considerando possíveis spin-offs da série, incluindo uma série derivada focada na personagem da Millie Bobby Brown, a Eleven.

Durante uma recente conferência, Ted Sarandos, diretor executivo da Netflix, declarou que ‘Stranger Things‘ é uma “franquia que ainda está nascendo”, dando a entender que o vimos até o momento é apenas o começo desse universo.

Vale lembrar que a série é uma das produções mais populares do serviço de streaming. A terceira temporada, por exemplo, foi assistida por mais de 67 milhões de assinantes nos primeiros 28 dias – sendo superada apenas por ‘Sex/Life‘, ‘The Witcher‘, ‘Lupin‘ e ‘Bridgerton‘.

Confira a nova prévia da 4ª temporada:

Artigo | Lana Del Rey e a melancolia cinemática de ‘Born to Die’

Lana Del Rey, alter-ego artístico de Elizabeth Grant, é uma das artistas mais prolíficas da música contemporânea e, antes de ter encontrado sua maturidade estética e consecutivo aclame crítico com seus últimos três álbuns – Blue Banisters (2021), ‘Chemtrails Over the Country Club’ (2020) e Norman Fucking Rockwell!’ (2019) -, causou um impacto significativo na cultura pop do início da década passada com sua estreia oficial no cenário fonográfico.

É claro que Lana já havia debutado no escopo musical com o lançamento de ‘Lana Del Ray’, em 2010, mas não foi até dois anos mais tarde que se tornaria mundialmente conhecida. Born to Die, como ficou intitulado sua primeira incursão sob a marca da Polydor Records e com Interscope, é um título conhecido por qualquer um que já tenha ouvido alguns minutos da música indie e alternativa – e por quem tenha ao menos prestado atenção na atenção midiática que Del Rey calcou quando sua identidade única começava a dominar o mainstream. Afinal, a performer, considerada por inúmeros consórcios de imprensa como uma das maiores compositoras de todos os tempos, aproveitou o espaço que ganhava para tratar de temáticas que fugiam das fórmulas da indústria e se afastavam consideravelmente das pulsões mercadológicas que dominavam as paradas à época (como ‘21’, de Adele, que passava mais um ano vendendo como água e caindo no gosto popular, ou ‘Red’, de Taylor Swift, que apostava fichas na costumeira sonoridade country-pop e pop que dividia os dois lados de sua carreira).

Del Rey é um dos exemplos clássicos dos jovens artistas que, quando no início de carreira, exploravam diversos segmentos de uma mesma esfera para ver com quais se identificava melhor – e, em 2011, começou a atrair a atenção do público com o lançamento de “Video Games” e a faixa-titular, dois dos singles que fariam parte do compilado de originais. Bem como as duas canções supracitadas, toda a estrutura do álbum adotou uma imagética sonora bastante específica, que contrastava com a dominância do EDM. Desde a faixa de abertura, percebe-se uma predileção de Lana e de seus colaboradores, como Justin Parker e Emile Haynie, por uma ode à música cinemática, ao acompanhamento dramático das cordas e a uma mistura inesperada de gêneros e subgêneros que, até então, não costumavam ser utilizados com frequência pelos artistas.

Enquanto os ouvintes se recordam da ascensão do indie-pop de Halsey, Troye Sivan e Melanie Martinez a partir de 2014 e 2015, Del Rey já promovia desdobramentos e desconstruções do convencionalismo, adotando uma persona que discorreria sobre a melancolia do amor e da vida, uma análise psicológica da presença do ser humano dentro de uma sociedade ungida pelo individualismo exacerbado e pela compreensão de que a beleza não existe sem a fealdade, e que a bondade não existe sem a maldade. Além disso, a própria performer comentou que não se encaixava em uma comunidade artística, por assim dizer, não se limitando a um rótulo único e não deixando que a necessidade segmentária a definisse (via Billboard).

A encargo de comparação, Born to Die é uma construção à frente de seu tempo e que viria a influenciar uma geração inteira de artistas – e, como já poderíamos imaginar, foi extremamente subestimada pela crítica especializada em seu lançamento (o renomado site Pitchfork, por exemplo, deu uma medíocre nota 5,5/10 para o álbum, mudando, anos mais tarde, sua classificação para 7,8/10, compreendendo a importância do disco para o século XXI). Assim como ‘ARTPOP’ prenunciaria o boom do hyper-pop e seria repreendido por seu proposital exagero, Born to Die serviria como base para o baroque-pop do final dos anos 2010 e começo dos anos 2020, alimentando uma afeição crescente pelo experimentalismo e pela música conceitual que não era muito bem aceita em 2012.

Não obstante as tentativas de mostrar um lado diferenciado do que apresentara alguns anos atrás, os estudiosos passavam a criticar a presença de Lana como um produto pré-fabricado, sem vida própria e sem personalidade que conseguisse cativar o público – algo que se provou errôneo, considerando as vendas de 7 milhões de cópias ao redor do planeta e o fato de ter sido o quinto álbum mais vendido do ano. A verdade é que o maior legado do álbum tenha sido toda a controvérsia que causou, denotando uma certa represália injustificada por parte da mídia em relação a uma mulher que começava a quebrar padrões engessados na indústria, por seus versos pungentes e uma autoconsciência invejável, apostando em referências clássicas adornadas com o trip-hop e com o sadcore, como visto em “National Anthem” ou “Dark Paradise” (duas das melhores faixas da obra).

Del Rey voltaria a buscar referências constantes com Born to Die, principalmente em uma correlação significativa com seu mais recente lançamento, o já mencionado Blue Banisters. É notável como a cantora e compositora passou por um longo processo de amadurecimento e que, logo de cara, deixou que sua personalidade de 26 anos aflorasse, tornando-se um receptáculo para uma tendência de expressividade emocional que dominaria o cenário fonográfico pouco depois. E, no final das contas, o que importa é que, para a felicidade de alguns e a infelicidade de outros, a estreia oficial de Lana a catapultaria para uma carreira de extremo sucesso e de revoluções constantes que a colocariam no centro dos holofotes.

Kevin Williamson, roteirista de ‘Pânico’, está desenvolvendo nova série de terror

De acordo com o Bloody Disgusting, Kevin Williamson (‘Pânico’ e ‘The Vampire Diaries’) está desenvolvendo uma nova série de terror sobrenatural para o Peacock, intitulada ‘Dead Day‘.

A produção será baseada nos quadrinhos do AfterShock, criados por Ryan Parrott.

A trama segue alguns personagens enquanto eles lidam com o anual “dia dos mortos” – que é quando os mortos retornam por apenas uma noite para completar assuntos inacabados, seja para celebrar mais uma noite no planeta ou atormentar os vivos.

Williamson e Julie Plec (‘The Originals’) servirão como showrunners, roteiristas e produtores executivos.

“Nós estávamos buscando um projeto para desenvolvermos juntos e ‘Dead Day’ tem todos os ingredientes que nós amamos como roteiristas. Amor, morte, suspense e lágrimas – e nós sabíamos que Susan Rovner e sua equipe da Peacock seria a escolha perfeita para esse projeto,” declararam Julie Plec e Kevin Williamson em comunicado oficial.

O projeto marcará a reunião entre Plec e Williamson, que trabalharam juntos na série ‘The Vampire Diaries‘.

 Vale lembrar que o Volume 2 da HQ será lançado em breve.

Kiernan Shipka estrelará thriller sobre culto sinistro produzido por Ridley Scott

De acordo com o Deadline, Kiernan Shipka (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) irá estrelar ‘Berlin Nobody‘, thriller sobre um culto sinistro que será produzido pelo Ridley Scott (‘Prometheus’).

Eric Bana (‘Livrai-nos do Mal’) também irá estrelar a produção.

“Ambientada em Berlin, a trama segue o psicólogo americano Ben Monroe (Bana), que investiga um culto local conectado a um evento perturbador. Enquanto ele se perde em seu trabalho, sua filha rebelde, Mazzy (Shipka), se envolve com um garoto misterioso que a introduz ao cenário underground da cidade. Enquanto esses dois mundos colidem, Mazzy se encontra em grande perigo e Ben terá que correr contra o tempo para salvá-la.”

Jordan Scott (‘Sedução’) será responsável pela direção.

As filmagens estão programadas para começarem em setembro.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Space Force’: 2ª temporada da série da Netflix ganha trailer oficial; Confira!

Netflix divulgou hoje (27) o trailer oficial da 2ª temporada de ‘Space Force’, série de comédia estrelada por Steve Carrell.

Os novos episódios têm estreia marcada para o dia 18 de fevereiro na plataforma de streaming.

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De acordo com o The Hollywood Reporter, o novo ciclo passou por uma “renovação criativa”. A produção foi transferida de Los Angeles para Vancouver, em um esforço para reduzir os custos.

Criada por Craig Daniels (‘Upload, ‘The Office), a série é uma sátira ao presidente Donald Trump, que pretende criar uma força espacial como a sexta ramificação militar do país.

Estrelada por Carell, a trama gira em torno do general Mark Naird, um militar que sonha em assumir o comando da Força Aérea dos EUA, mas acaba encarregado da recém-construída Força Espacial Americana. Depois de receber a tarefa, Naird precisa transformar o comando em um serviço respeitado e confiável, mas a missão é mais difícil do que ele esperava.

Além de Carell, o elenco conta com John MalkovichBen SchwartzDiana SilversTawny NewsomeJimmy O. Yang, Alex Sparrow, Noah EmmerichFred Willard, Jessica St. Clair Lisa Kudrow.