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‘Stranger Things’: Netflix divulga vídeo dos bastidores da cena de Nancy e Jonathan; Confira!

[AVISO DE SPOILERS]

Os novos episódios de Stranger Things já estão disponíveis na Netflix, e um momento específico da trama deixou os fãs em choque: a cena de quase morte de Nancy e Jonathan, em que os dois têm uma conversa franca sobre sentimentos e segredos guardados há anos.

Agora, a plataforma divulgou um vídeo dos bastidores que detalha como a sequência foi gravada e os desafios técnicos por trás do momento.

Na trama, após Nancy atirar no núcleo da matéria estranha, uma explosão acontece e o casal fica preso no fundo de um buraco, onde objetos começam a derreter ao redor. A situação extrema os coloca à beira da morte, intensificando ainda mais a carga emocional da cena.

Nancy e Jonathan terminaram? Criador de ‘Stranger Things’ responde! [SPOILERS]

Os fãs já podem se preparar para a despedida: o capítulo final de Stranger Things tem estreia marcada na Netflix para o dia 31 de dezembro, às 22h. 

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

‘Stranger Things’: Criador faz apelo para que fãs desliguem as “configurações lixo” da TV antes de assistirem à série

Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente. Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.

O elenco estelar conta com Millie Wolfhard, Millie Bobby Brown, Noah Schnapp, Caleb McLaughlin, Gaten MatarazzoSadie Sink, Joe Keery, Maya Hawke, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Jamie Campbell Bower, Brett Gelman, David Harbour e Winona Ryder.

Academia do Oscar convida Jacob Elordi, Jenna Ortega e mais 527 profissionais para nova turma de votantes

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas divulgou oficialmente a lista de convidados para integrar sua nova turma de votantes, chamando 529 profissionais do cinema para fazer parte da organização responsável pelo Oscar.

De acordo com informações da Variety, a lista deste ano traz estrelas em ascensão como Jacob Elordi, Jenna Ortega, Mia Goth, Teyana Taylor e Jon Bernthal, além de executivos de peso como o recém-nomeado CEO da Disney, Josh D’Amaro.

“Estamos muito felizes em convidar este grupo notável de artistas e profissionais de cinema de todo o mundo para se juntar à Academia. Por meio do compromisso com o cinema, a turma excepcionalmente talentosa deste ano fez contribuições significativas para nossa indústria cinematográfica global”, disseram o CEO da Academia, Bill Kramer, e a presidente da Academia, Lynette Howell Taylor, em um comunicado conjunto.

Os dados divulgados revelam que os esforços da Academia para ampliar a representatividade continuam avançando no mercado cinematográfico.

A nova turma é composta por 42% de mulheres, 56% de pessoas oriundas de grupos étnicos e raciais sub-representados, um salto significativo em relação aos 45% registrados no ano de 2025, e 53% de profissionais de 60 países e territórios fora dos Estados Unidos.

Caso todos os convidados aceitem o chamado, a Academia passará a contar com um total de 11.319 membros, dos quais 10.338 terão direito a voto ativo nas próximas edições do Oscar. Com essa reformulação, o corpo geral da instituição passará a ser formado por 36% de mulheres, 25% de comunidades sub-representadas e 22% de membros internacionais.

A lista de atores combina a nova geração de Hollywood com nomes consagrados cuja inclusão já era considerada tardia pelo público, provando que uma indicação prévia ao Oscar não é um pré-requisito obrigatório para entrar na organização.

Entre os atores e atrizes convidados estão Josh O’Connor, Julia Garner, Paddy Considine, Simu Liu, Anthony Ramos, Bill Skarsgård, David Dastmalchian, e os veteranos Stephen Fry, Josh Gad e Lily Rabe.

Na ala da direção, destacam-se Zach Cregger, os irmãos Benny e Josh Safdie, além dos cineastas mexicanos Alonso Ruizpalacios e Fernanda Valadez.

O setor de roteiros recebeu o reforço de Dan Fogelman, enquanto a categoria musical e de animação contou com os convites da cantora e compositora Sara Bareilles e dos diretores Chris Appelhans e Maggie Kang ao lado da cantora EJAE, mentes por trás da animação Guerreiras do K-Pop.

Por fim, o setor executivo ganhou o reforço de Dennis Lim, diretor artístico do Festival de Cinema de Nova York, e Liz Jenkins, diretora de negócios da NBCUniversal Entertainment, consolidando uma das listas mais diversas da história da premiação.

Diretor de ‘Duna’ reage estranhamente após ter sido ESNOBNADO pelo Oscar

Duna‘ foi um dos filmes mais comentados do ano passado, sendo moderadamente elogiado pela crítica e conseguindo uma bilheteria considerada honesta, mas longe do que a Warner esperava. Agora na temporada de premiações, o filme também acabou sendo lembrado e sendo indicado a vários prêmios. Recebendo um total de dez indicações ao Oscar, incluindo a categoria de Melhor Filme, porém, em meio a isso, houve uma controvérsia…

O diretor do filme, Denis Villenueve (‘Blade Runner 2079‘) foi completamente ignorado no que se refere a categoria de Melhor Diretor, e numa entrevista recente concedida ao canal MovieMaker, o cineasta canadense se recusou a mostrar qualquer sinal de incomodo.

“Pra ser honesto, se você tivesse me dito há alguns meses que estaríamos na disputa do Oscar e que teríamos todo esse tipo de reconhecimento, eu não acreditaria… É realmente emocionante tudo isso. Se você for indicado, é uma coisa incrível. Eu coloco essas coisas como garantidas, e fiquei profundamente satisfeito com tudo que já conseguimos”, falou Villenueve.

Olhando pelo lado positivo, o elenco e a equipe se reunirão no verão para filmar a Parte 2 de ‘Duna‘, e se ele realmente conseguir entregar o longa até outubro do ano que vem, pode tentar novamente uma vaga no Oscar mais cedo do que imagina.

Veja abaixo a entrevista completa (em inglês):

‘God of War Ragnarok’ ganha trailer de lançamento destacando encontro de Kratos com Thor e Týr

Foi divulgado pela Sony o trailer de lançamento de ‘God of War Ragnarok‘. O game que fará sua estreia no dia 9 de novembro com versões para PS4 e PS5, e no vídeo, diversas cenas de gameplay foram exibidas.

Nele podemos ver momentos que impressionaram nos últimos conteúdos compartilhados pela Santa Monica Studio. Para aumentar o hype, os jogadores podem ver a exploração com o trenó puxado pelos lobos, a investida de Freya contra Kratos, a visita de Odin a Atreus e claro, as presenças de Thor e Tyr.

Confira logo abaixo:

God of War Ragnarok’ trará Kratos e Atreus encontrando uma forma de parar o apocalipse nórdico. Enquanto o Fantasma de Esparta está mais cauteloso com tudo o que vem acontecendo, seu filho está cheio de dúvidas sobre sua participação na guerra que se aproxima.

Veja o gameplay:

Em entrevista ao Game Informer, o designer chefe de níveis, James Riding, falou sobre a experiência de criar os pontos de interesse do reino: “Queríamos evoluir o gameplay nos espaços dos cenários — mais variedade e verticalidade. Em Svartalfheim, você terá diversos locais para ir em apenas um reino. É muito conteúdo”.

Lembrando que Svartalfheim é lar dos anões, ou seja, se trata da terra natal de Brok e Sindri, irmãos ferreiros e amigos de Kratos e Atreus. Em God of War (2018), o Fantasma de Esparta não conseguia viajar para lá, pois Odin selou a entrada do local — buscando evitar uma aliança entre anões e os deuses Vanir.

Lembrando que a estreia de ‘God of War Ragnarok’ já vinha sendo alvo de discussões há tempos. No início de junho, o jornalista Jason Schreier, do Bloomberg, relatou que o game estava marcado para novembro.

Logo abaixo você confere as imagens dos principais personagens de ‘God of War Ragnarok‘. Confira:

 

 

 

 

 

 

 

God of War Ragnarok será lançado para PlayStation 4 e PlayStation 5 em algum momento de 2022.

Assista ao novo trailer de ‘Thor: O Mundo Sombrio’

Thor: O Mundo Sombrio‘ (Thor: The Dark World) ganhou seu segundo trailer completo.

A prévia é diferente da mostrada na Comic-Con, mas traz várias cenas inéditas.

Assista:

Thor: O Mundo Sombrio‘ da Marvel dá seguimento às aventuras no cinema de Thor, o poderoso vingador, enquanto ele luta para salvar a Terra e os Nove Reinos de um inimigo sombrio que destrói o próprio universo. Na sequência de acontecimentos de Thor da Marvel e de Os Vingadores – The Avengers da Marvel, Thor luta para restaurar a ordem no cosmo… mas uma antiga raça liderada pelo vingativo Malekith retorna para levar o universo de volta às trevas. Enfrentando um inimigo que até mesmo Odin e Asgard não são capazes de derrotar, Thor precisa embarcar em sua jornada mais perigosa e pessoal, que o reunirá com Jane Foster e o forçará a sacrificar tudo para nos salvar.

A Marvel Brasil adiantou a estreia do longa no Brasil. Inicialmente previsto para 15 de Novembro de 2013, o longa foi adiantado para o dia 1 de Novembro – uma semana antes da estreia norte-americana.

O roteiro escrito por Don Payne, da bomba ‘O Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado‘, não agradou os produtores de ‘Thor 2‘. Robert Rodat, de ‘O Resgate do Soldado Ryan‘, atualmente roteiriza.

O diretor é Alan Taylor, que tem no currículo direção de séries de TV, incluindo episódios de ‘Game of Thrones‘.

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Infância

(Infância)

 

Elenco:

Fernanda Montenegro
Paulo Betti
Nanda Costa

Direção: Domingos Oliveira

Gênero: Comédia Dramática

Duração: 145 min.

Distribuidora: Forte Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 10 de Setembro de 2015

Sinopse: 

Infância descreve o funcionamento autoritário de uma família tipicamente brasileira na década de 50, Rio de Janeiro, chefiada por uma matriarca que espera ansiosa a noite para ouvir Carlos Lacerda.

Curiosidades: 

» —

 

Trailer:

Cartazes: 

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Fotos: 

 

 

‘Power Rangers’: Rita Repulsa em vídeo e fotos do set

O reboot de ‘Power Rangers‘ ganhou suas primeiras imagens e um vídeo do set, que trazem a atriz Elizabeth Banks (‘A Escolha Perfeita’) caracterizada como a vilã Rita Repulsa.

Confira:

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“É definitivamente uma re-imaginação moderna e nervosa da Rita Repulsa original. Nós queríamos dar a ela uma história de origem que se conecte com a dos novos Rangers”, disse Banks.

RJ Cyler (Ranger Azul), Becky G (Ranger Amarela), Ludi Lin (Ranger Preto), Dacre Montgomery (Ranger Vermelho) e Naomi Scott (Ranger Rosa) estrelam.

Dean Israelite (do vindouro ‘Projeto Almanaque’) dirige. O novo ‘Power Rangers’ recentemente foi adiado em seis meses. De julho de 2016, o reboot live-action passará a ser lançado em 13 de janeiro de 2017.

É esperado o retorno de mais atores originais, além de Frank, no novo ‘Power Rangers‘, mas os nomes ainda não foram confirmados.

Ator de ‘The Flash’ faz campanha para estrelar reboot de ‘Power Rangers’

Haim Saban, preparou um estudo de 600 páginas sobre os Power Rangers, que servirá como base para o roteiro, assinado pela dupla Ashley Miller e Zack Stentz, roteiristas de ‘X-Men: Primeira Classe‘.

“Temos 600 páginas de pesquisa sobre o universo desses personagens… O novo filme não será um reboot. [Haim] Saban se preocupa muito com isso. Isso é algo que ele criou… É muito importante para mim, porque as crianças de todo o mundo sabem o que são os Power Rangers. O filme terá uma continuidade no universo da franquia. Eu não posso te dizer o quê, mas ele tem uma continuidade”, afirmou Roberto Orci, antes de abandonar o cargo de produtor do reboot.

Os ‘Power Rangers‘ tiveram um filme lançado nos cinemas em 1995, dirigido por Bryan Spicer. Nele, o vilão Ivan Ooze retira os poderes dos power rangers e de seu líder Zordon. Agora os heróis precisam viajar a uma planeta distante para aprender os segredos dos antigos Ninjetti.Só então poderão dispôr da força capaz de restaurar suas habilidades de metamorfose e derrotar o maléfico Ooze.

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‘Esquadrão Suicida’: Confira como seria o visual da Arlequina no filme

A Arlequina ( Margot Robbie) é um dos principais destaques de ‘Esquadrão Suicida‘, mas ela teria um visual bastante diferente no começo da produção.

A artista conceitual Kate Hawley divulgou como seria a roupa da moça antes do diretor David Ayer decidir alterá-lo.

Confira, com os vídeos divulgados hoje:

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‘Esquadrão Suicida’ deve arrecadar US$ 125 milhões em seu primeiro fim de semana

‘Esquadrão Suicida’ é o filme mais comentado nas redes sociais

Dirigido por David Ayer,  ‘Esquadrão Suicida‘ trará o debut dos personagens nos cinemas e tem lançamento marcado para 5 de agosto de 2016.

Batman em imagens de ‘Esquadrão Suicida’ 

Em ‘Esquadrão Suicida‘, Amanda Waller dirige uma agência secreta do governo que se chamado ARGUS e cria uma força tarefa ‘suicida’ de super-vilões. O governo norte-americano recruta um grupo de criminosos, formado por Pistoleiro, Arlequina, Capitão Bumerangue, Coringa e Rick Flagg, para missões especiais.  Eles são obrigados a embarcar em uma missão perigosa e mortal em troca de penas mais curtas.

 

Vídeo traz os bastidores dos efeitos visuais do Pantera Negra em ‘Capitão América – Guerra Civil’

Uma das empresas que prestou serviços de efeitos visuais para ‘Capitão América – Guerra Civil’, liberou um vídeo sensacional com relação ao trabalho realizado no Pantera Negra‘.

Confira:

O filme chegou às lojas no dia 14 de setembro, em DVD, Blu-ray™ e Blu-ray 3D™. O Blu-ray™ conta com cenas estendidas, erros de gravação e bônus com os bastidores das batalhas de personagens icônicos da série.

Os bônus incluem: um panorama da evolução dos personagens principais Steve Rogers e Tony Stark, cenas estendidas, bastidores do filme e erros de gravação hilários. Além disso, o público pode conferir informações sobre a nova produção da Marvel, ‘Doutor Estranho‘, estrelado por Benedict Cumberbatch (O Jogo Da Imitação, 2015), que chega aos cinemas em 03 de novembro de 2016.

Bônus do Blu-ray™:

> Unidos Venceremos, Divididos Cairemos – Bastidores de Capitão América: Guerra Civil – A medida que a tensão aumenta, os lados são escolhidos e as linhas traçadas. Saiba mais sobre os personagens que ficaram do lado do Capitão América e do lado do Homem de Ferro. Neste completo making of, veja o marco na saga Marvel, confira suas histórias com imagens e entrevistas e descubra exatamente como foram selecionadas as equipes dos super-heróis.

> Capitão América: A Caminho da Guerra Civil – Confira a evolução fascinante de O Primeiro Vingador, de soldado leal a experiente herói, chamando atenção das autoridades.

> Homem de Ferro: A Caminho da Guerra Civil – De Gulmira para Sokovia , mergulhe no desenvolvimento e evolução de um dos personagens mais emblemáticos do Universo Cinematográfico Marvel.

> Erros de Gravação – Dê um tempo na tensão deste conflito de alto risco com algumas cenas hilárias de seus super-heróis favoritos, que não foram inseridas no filme.

> Cenas estendidas – Confira cenas que não fizeram parte do corte final de Capitão América: Guerra Civil.

> Comentário de áudio – Os diretores Anthony e Joe Russo e os roteiristas Christopher Markus e Stephen McFeely analisam cena por cena e explicam os desafios que enfrentaram para contar as histórias do terceiro filme de Capitão América.

> Abra a sua mente: O Doutor Estranho da Marvel – Uma Apresentação Exclusiva – Veja um pouco dos bastidores da jornada de Doutor Estranho para as telonas.

Terrorismo é a nova ameaça no novo trailer da sexta temporada de ‘Homeland’

O canal Showtime liberou o novo trailer e sensacional trailer completo de ‘Homeland‘.

Confira:

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A sexta temporada de ‘Homeland‘ seja exibida a partir do dia 15 de janeiro.

A sexta temporada trará Carrie Mathison (Claire Danes) morando no Brooklyn, em Nova York. O seu trabalho desta vez será ajudar imigrantes muçulmanos a se integrarem a cultura americana.

A ambientação dos episódios serão entre o dia da eleição para a presidência dos Estados Unidos, até o dia em que o eleito assumirá o cargo.

Teaser anuncia novo trailer de ‘Transformers 5’ para a próxima semana; Assista!

A Paramount liberou a mais nova prévia de ‘Transformers – O Último Cavaleiro‘.

O vídeo, inclusive, confirma o novo trailer para a próxima quarta-feira.

Assista:

O filme foi adiado no Brasil e agora estreia no dia 20 de Julho. Nos EUA, a data segue marcada para 23 de Junho.

‘Transformers: O Último Cavaleiro’ deve ser o último filme de Michael Bay na franquia 

Os humanos e os Transformers estão em guerra. Optimus Prime se foi. A chave para salvar nosso futuro está enterrada nos segredos do passado, na história oculta dos Transformers na Terra. A salvação de nosso mundo recai sobre os ombros de uma aliança improvável: Cade Yeager (Mark Wahlberg); Bumblebee; um lorde inglês (Anthony Hopkins) e uma professora da Universidade de Oxford (Laura Haddock). Chega uma hora na vida de cada um de nós que somos chamados para fazer a diferença. Em “Transformers: O Último Cavaleiro”, os procurados se tornarão heróis. Os heróis se tornarão vilões. Somente um mundo sobreviverá: o deles ou o nosso.

 

‘G.I. Joe’ e ‘Transformers’ podem ganhar crossover nos cinemas

Mark Wahlberg é destaque em nova imagem de ‘Transformers: O Último Cavaleiro’

Optimus Prime tenta matar Bumblebee em comercial de ‘Transformers: O Último Cavaleiro’
Filme solo Bumblebee terá pistas em ‘Transformers: O Último Cavaleiro’

Mark Wahlberg retorna como Cade Yeager, e Isabela Moner viverá a protagonista do filme, Izabella. Jerrod Carmichael (‘Vizinhos’) também terá um papel de liderança não especificado.

Ator de ‘Stranger Things’ acredita que série vai até a 5ª temporada

Em entrevista à Pasta Magazine, Gaten Matarazzo – que interpreta Dustin em Stranger Things – disse que a série deverá ir até a quarta ou quinta temporada.

“Bem, os Duffers definitivamente têm uma boa ideia de quanto tempo eles querem que a série vá. O problema com muitas séries é que elas começam muito fortes, e em seguida, vão ficando sem ideias. Eu sei que eles não querem que isso aconteça, então, eu acredito que o máximo pode ser – isso não é nada confirmado – até a quarta ou quinta temporada.”

A segunda temporada estreia na Netflix dia 31 de Outubro.

Star Trek: Discovery’ ganha novo banner; Confira!

Com lançamento já no final desse mês, a Netflix e a CBS liberaram o mais novo banner de ‘Star Trek: Discovery‘.

Confira:

Star Trek: Discovery‘ estreia nos EUA dia 24 de setembro, e no outros países a Netflix é quem cuidará da distribuição com um episódio por semana.

Paramount cortou o beijo gay de ‘Star Trek: Sem Fronteiras’

Ambientada dez anos antes dos acontecimentos da série original, ‘Star Trek: Discovery‘ mostra pela primeira vez o início da história da Federação. Com uma ameaça de guerra no horizonte, o primeiro oficial Michael Burnham (Sonequa Martin-Green) encontra novos mundos, espaçonaves e vilões em sua jornada pelo universo

A Netflix lançará a produção em 188 países, exceto os Estados Unidos e o Canadá, que terão exibição pelo canal americano CBS. O lançamento dos episódios acontecerá 24 horas após a exibição nos Estados Unidos.

“Este é o melhor momento para dar aos fãs de Star Trek uma nova série, comemorando os 50 anos do seriado original. Todos nós temos um grande respeito pela franquia e estamos animados em lançar este novo capítulo através da mente criativa e mãos hábeis de Alex Kurtzman, que conhece os fãs como ninguém”, afirmou o presidente do CBS Studios, David Stapf.

A série terá uma história inédita, e não terá ligação com os filmes e com o seriado antigo.

A produção fica à cargo de Alex Kurtzman, roteirista e produtor da nova trilogia ‘Star Trek’.

Transmitida entre 1966 e 1969, ‘Star Trek’ teve três temporadas e 79 episódios produzidos, além de servir como base para várias séries derivadas.

Lily James como a jovem Meryl Streep em foto de ‘Mamma Mia: Lá Vamos Nós De Novo!’

Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo!’ (Mamma Mia: Here We Go Again!) ganhou uma nova imagem, que traz Lily James como a jovem Meryl Streep.

Além disso, foi divulgado um clipe que traz a cantora Cher mostrando seus talentos. Confira:

Nos anos 70, a jovem Donna (Lily James) viveu muitas aventuras com seu grupo musical Donna & The Dynamo, em parceria com suas amigas Tanya (Jessica Keenan Wynn) e Rosie (Alexa Davies). Porém, mais do que isso, Donna se apaixonou e viveu relacionamentos intensos com três homens diferentes: Harry (Hugh Skinner), Sam (Jeremy Irvine) e Bill (Josh Dylan).

A estreia acontece dia 19 de julho de 2018.

O roteiro e direção são de Ol Parker, roteirista dos agradáveis O Exótico Hotel Marigold (2012) e sua continuação (2015).

O elenco do primeiro filme retorna.

Mamma Mia’ (2008) é baseado no musical do teatro de enorme sucesso, que adapta as canções da icônica banda sueca ABBA. Para a sequência, as músicas que não encontraram lugar no primeiro farão parte da trilha, assim como a reprise das mais populares.

M. Night Shyamalan diz não se incomodar com declaração polêmica de Mark Wahlberg

M. Night Shyamalan está prestes a voltar aos cinemas com ‘Vidro‘, seu mais novo suspense. Admirado por centenas de fãs, o diretor possui um currículo recheado de filmes, entre eles, ‘Fim dos Tempos‘, lançado em 2008 e estrelado pelo ator Mark Wahlberg. Duramente recebido pela crítica, o longa parece não ter agradado seu protagonista!

Em 2010, durante a turnê de divulgação do filme ‘O Vencedor‘, Mark comentou com a imprensa que tinha conversado com a atriz Amy Adams sobre um filme muito ruim que havia feito. À princípio, ele não quis dizer o título, mas depois falou com todas as letras:

Fim dos Tempos. F*da-se. É o que é! P*rras de árvores, cara! As plantas! F*da-se! Você não pode me culpar por não querer tentar interpretar um professor de ciências. Pelo menos eu não estava interpretando um policial ou um bandido”

Tal declaração polêmica ganhou manchetes, e era de se esperar que tivesse magoado ou até ofendido Shyamalan, mas pelo visto, não. Em entrevista para o site Vulture, o diretor comentou se esse tipo de declaração o incomoda.

“Já que este foi o único caso disso acontecer – não. Mas de verdade, não. É a palavra final dele. Seja lá como ele quer interpretar isso”.

Quanta maturidade, hein? Ele ainda comentou sobre onde pretendia chegar com longa, algo como a junção do estilo Filme-B com “humor de farsa”, comparando-o com o clássico ‘A Bolhas Assassina‘, de 1988. Porém mesmo tendo sido um fracasso, ele ainda tem uma visão positiva, utilizando outro filme como exemplo.

“Você precisa estar em um bom lugar. ‘Corpo Fechado’ não funcionou exatamente do jeito que eu queria. Mas agora, eu voltaria e diria ao meu eu mais novo: ‘Continue indo.’ O fracasso é muito limpo e o sucesso é muito confuso.”

Sobre ‘Vidro‘, Shyamalan também declarou não se importar caso o longa seja um sucesso ou um fracasso, ele está apenas de olho em voltar ao papel e criar algo novo que se sinta conectado.

‘Between Two Ferns’: Netflix divulga trailer HILÁRIO do filme com Zack Galifianakis

O divertido quadro do YouTube, Between Two Ferns, nascido no canal Funny Or Die, vai virar filme pela Netflix, estrelado pelo comediante Zack Galifianakis.

E a produção ganhou seu primeiro trailer, que traz o apresentador e ator sempre perto das duas samambaias que o acompanham no cômico quadro.

Confira:

Dirigido por Scott Aukerman, o filme acompanha Galifianakis em busca de celebridades para entrevistar.

O longa segue o modelo do programa Between Two Ferns With Zach Galifianakis, que a cada episódio trazia uma nova personalidade sendo entrevistada por ele, entre duas samambaias. O quadro já recebeu nomes de peso, como o próprio presidente norte-americano Barack Obama.

Between Two Ferns’ estreia dia 20 de setembro na Netflix.

Primeiras Impressões | I Know This Much is True traz Mark Ruffalo devastador em dose dupla na HBO

Se você já assistiu a um ou dois dos filmes escritos e dirigidos por Derek Cianfrance, provavelmente se preparou para uma nova onda de personagens sofridos e uma história enrijecida com ‘I Know This Much is True’. O novo projeto do cineasta de Namorados Para Sempre e A Luz Entre Oceanos ecoa distante de ambos os filmes, mas tem sua garantida porção de obstáculos emocionais que, para todos os efeitos, talvez não combinem muito com o momento, mas talvez sejam exatamente aquilo de que precisamos.

A minissérie é protagonizada por um Mark Ruffalo em dose dupla, interpretando os irmãos gêmeos Dominick e Thomas Birdsey. Baseada no livro homônimo de Wally Lamb, a produção se estende por seis episódios, todos escritos e dirigidos por Cianfrance.

A distinção entre Thomas e Dominick é fácil e imediata, catapultada não apenas pelas abordagens distintas do ator para cada um deles, habituado a viver dois personagens em um com Bruce Banner/Hulk no Universo Cinematográfico Marvel, mas também por pontos específicos da história. A relação instável entre eles é pontuada mais pelas diferenças do que pelas semelhanças: Thomas tem esquizofrenia, e Dominick normalmente precisa sair de sua própria rota para defender ou ajudar o irmão, embora ele próprio esteja tão rodeado de problemas quanto o outro. 

É em um destes momentos de união e defesa que nos encontramos com os irmãos Birdsey, a partir de uma cena de abertura inesquecível em seus próprios termos e que, por si só, desencadeia uma sequência de lutas e derrotas tanto para Dominick quanto para Thomas. Imediatamente, fica clara não apenas a diferença de postura entre eles, mas a forma como ‘I Know This Much is True’ está disposta a encarar de frente a indiferença e a fragilidade de histórias e mundos tão sofridos, calcada em personagens falhos e cheios de defeitos. Não adoráveis, mas não detestáveis. Neste sentido, o episódio deixa seus pontos de vista escancarados para o espectador, para que não restem dúvidas. 

I Know This Much is True HBO

A tristeza deste mundo não traz personagens frios ou desinteressantes, se esta foi a primeira conclusão. Pelo contrário, estamos diante de um desfile de personalidades promissoras e complexas, seja com a histriônica Juliette Lewis no papel da tradutora Nedra Frank, a sempre ótima Kathryn Hahn como Dessa Constantine, ex-esposa de Dominick, ou Melissa Leo como a saudosa mãe dos gêmeos, surgida em flashbacks. Esta é uma das grandes fortalezas iniciais da minissérie, que dificilmente cairá no tédio com tantos talentos em frente às câmeras. Se em qualquer outro ambiente tantas explosões de energia poderiam ser exaustivas, aqui elas cumprem o papel de imprimir cores e vida em um ambiente demasiadamente soturno. Um bem-vindo contraponto na balança.

Em termos de narrativa e estudo de personagens, a estrutura em flashbacks é o que possibilita uma análise detalhada da história de Dominick e Thomas, e onde elas se distanciam ou se aproximam. O primeiro episódio vai e volta diversas vezes entre a infância e a vida adulta dos dois, tecendo relações diretas ou indiretas entre quem eles se tornaram e a relação complicada com a mãe e o padrasto, Ray (John Procaccino). Por tudo isso, ‘I Know This Much is True’ se dedica bastante a analisar o que os laços afetivos iniciais significam para os futuros, sobretudo na vida de Dominick, sobre quem este primeiro episódio se debruça com mais ênfase.

Por mais vago que possa ou deva ser um resultado após um único episódio, a primeira hora de ‘I Know This Much is True’ ganha força justamente por não se esquivar do sofrimento que promete, e por se ancorar em personagens intensos com alto potencial de ressoarem forte com o público. É esperado que, em um momento tão difícil e delicado em meio a uma pandemia global deixando um rastro desolador em sua passagem, talvez a disposição geral para uma história tão emocionalmente desgastante não seja das melhores. Mas existe algo recompensador em acompanhar esses personagens falhos e cheios de erros tentando construir algo diferente e se recusando a deixar que o sistema os destrua, acreditando com força invejável nos próprios laços fraternais contra toda e qualquer coisa.

Se não por outra coisa, Mark Ruffalo está simplesmente um deleite com esses dois personagens.

I Know This Much is True vai ao ar aos domingos, às 22h, na HBO.

‘Contágio’ | Filme sobre pandemia é mais atual do que há 9 anos

O Dom da Premonição

O Coronavírus é uma preocupação global. Além do home office para muitos, as pessoas têm como uma das distrações assistir a filmes e séries das mais variadas formas. E uma curiosidade ocorreu logo no início do surto, lá quando ninguém imaginava a proporção que tomaria: o filme Contágio (2011), de Steven Soderbergh, voltou ao topo como um dos mais vistos na plataforma iTunes.

Ironicamente, o filme fez sua estreia mundial no Festival de Veneza, na Itália, no dia 3 de setembro de 2011. Nos EUA, o longa estreava seis dias depois. No Brasil, a primeira exibição foi durante o Festival do Rio, em 6 de outubro do mesmo ano, e a estreia em circuito ocorreu no dia 28 do mesmo mês.

Assim como havia feito em Traffic (2000) – filme vencedor de 4 Oscar -, Steven Soderbergh aborda um problema bem real, focando em diferentes subtramas que descortinam novos olhares sobre o tema. Ao invés das drogas ilícitas, o foco é uma pandemia mundial. Soderbergh é um dos cineastas norte-americanos mais prestigiados da história da sétima arte. Oriundo do cinema independente, logo em seu primeiro longa, viu seu nome se tornar sinônimo de sucesso com Sexo, Mentiras e Videotape (1989), saindo com a indicação ao Oscar de melhor roteiro original. Depois disso, recebeu uma honraria dividida apenas com o icônico Michael Curtiz (Casablanca) em toda a história dos prêmios da Academia (datando de 1929); foi indicado como melhor diretor duas vezes no mesmo ano: por Erin Brockovich – Uma Mulher de Talento e Traffic, ambos de 2000. E o único a vencer por uma das duas (Traffic), já que Curtiz saiu de mãos abanando da dupla indicação por Anjos de Cara Suja e Quatro Filhas, ambos de 1938.

Contágio é tido por especialistas como uma das superproduções Hollywoodianas mais precisas sobre a ciência do assunto que retrata. Ou talvez a mais precisa. Um dos colaboradores da equipe, o Dr. Ian Lipkin, professor de epidemiologia da Universidade de Columbia, disse que o vírus no filme foi baseado em algumas características do vírus Nipah, originário da Malásia na década de 1990, que era passado de porcos para os fazendeiros. Um artigo na revista New Scientist afirma que “É difícil encontrar superproduções investidas no realismo da ciência como Contágio. Apesar de não ser infalível, afinal não se trata de um documentário, Contágio checa bem seus dados e fatos de forma rara. Poucas produções retratam de forma tão realística o processo da ciência, em ambos o sucesso e as frustrações. Isso faz de Contágio algo único”.

É perturbador assistir a Contágio hoje, no meio do furacão do Coronavírus. É ver de forma premonitória há 9 anos, exatamente o que estamos vivendo hoje. O filme vai até mais longe, e mostra as consequências de uma epidemia difícil de ser contida e reflexo social de uma população assustada e paranoica. Os efeitos negativos que isso causaria.

Na trama, assim como na realidade, o vírus sai da China, e é levado aos EUA através da personagem de Gwyneth Paltrow (vencedora do Oscar por Shakespeare Apaixonado, 1999) – insira sua piada aqui. O papel, aliás, quase ficou nas mãos de outra vencedora do Oscar, Jennifer Connelly (Uma Mente Brilhante, 2002). Contágio é repleto de astros participando das subtramas, muitos não dividindo a cena, mas dando o peso e credibilidade a este drama desesperador. São cinco vencedores do Oscar, além de Paltrow e o diretor Soderbergh, Matt Damon (Gênio Indomável), Kate Winslet (O Leitor) e Marion Cotillard (Piaf); e outros cinco indicados: Laurence Fishburne (Tina), Elliott Gould (Bob, Carol, Ted & Alice), John Hawkes (Inverno da Alma), Jude Law (O Talentoso Ripley e Cold Mountain) e Bryan Cranston (Trumbo).

Por falar em O Talentoso Ripley (1999), Contágio marca a reunião no elenco dos três protagonistas de tal suspense, com Damon, Law e Paltrow, apesar de pouco ou quase nada contracenarem aqui. Não existe um protagonista definido no filme, este é o que podemos chamar de ensemble cast – um elenco onde todos são peças importantes para a construção da narrativa. O personagem de Damon, por exemplo, representa a visão do homem comum que se encontra no meio do turbilhão e serve como nossos olhos perante a um evento desta magnitude. Ele faz o que pode para poupar a vida da filha adolescente, mesmo que esta não compreenda totalmente a dimensão, após ter perdido a esposa e o filho pequeno.

Law é tratado como o vilão do filme – um jornalista especializado em desmascarar conspirações governamentais e as expor ao público. Assim como o caso de Edward Snowden, este tipo de comportamento era muito visto como problemático pelos americanos, ou talvez ainda seja. O principal elemento negativo desta ação é despertar o pânico demasiado e por vezes desnecessário na população, coisa que os governos tratam com precaução. Afinal, não existe nada mais agravante do que uma massa descontrolada de pessoas ignorantes. O filme ainda mostra Law como uma espécie de celebridade da internet, com um público de “2 milhões de visitantes diários” como seu personagem afirma diversas vezes, que não consegue vender seus artigos para um “jornal sério” e termina por pregar a “desinformação”. Um estereotipo que cresceu muito ao longo destes quase dez anos, e talvez tenha sido mais abraçado hoje.

O personagem mais íntegro e heroico do filme é provavelmente o médico vivido por Laurence Fishburne. Apesar de privilegiar a esposa com a cura (Sanaa Lathan), ele igualmente a leva para o filho do faxineiro de seu consultório (John Hawkes). Fechando o elenco principal, Kate Winslet filmou suas cenas em 10 dias, no papel de uma especialista em infecção, que é designada com a ingrata tarefa de ser uma agente de campo. Seu destino é um dos mais cruéis e o desfecho de sua personagem é assombroso, a la Laura Palmer na série Twin Peaks – dentro de um saco plástico. Já a médica de Marion Cotillard, membro da Associação Mundial, termina sequestrada na China e negociada em troca de vacinas para um vilarejo, uma boa causa na qual a própria se vê desnorteada pelo resultado.

Como dito pelos especialistas, Contágio não é idêntico a nada que vivemos, estamos vivendo ou viveremos (assim esperamos). O vírus no filme, embora seja transmitido através do contato e do ar, é letal para todos e não somente aos idosos e grupos de risco. Uma vez infectados, também faz suas vítimas em poucos dias, ou horas, dependendo da gravidade. Com estas diferenças cruciais, o filme de Steven Soderbergh se torna um assustador, porém, muito necessário conto cautelar e um alerta preventivo que merece atenção. Afinal, sabemos que a realidade sobressai à ficção a cada novo dia. Infelizmente.

10 Sucessos de Bilheterias que Não Valem o Valor do Ingresso

Depois de falar de ‘10 filmes ruins que você deveria assistir’, me senti compelido a escrever sobre aqueles filmes que, apesar de terem feito sucesso nas bilheterias, me decepcionaram profundamente a ponto de querer o dinheiro do ingresso de volta. Infelizmente, isso não é algo incomum e nunca podemos associar a arrecadação de um filme com a sua qualidade.

Talvez o principal motivo que faça um filme ser bem-sucedido nas bilheterias apesar de uma baixa qualidade seja a expectativa criada a partir de um filme anterior da mesma franquia, o que é comprovado pelo fato da maioria dos listados abaixo serem continuações. Quando temos um ou mais filmes bons, é normal que tenhamos muitos fãs ávidos por sequências de qualidade e isso explica o grande número de pessoas que vão até ao cinema para assisti-las, ainda que a recepção da crítica tenha sido ruim. Muitos fazem questão de ir, nem que seja para testemunhar isso pessoalmente e engrossar o coro dos decepcionados.

Mas claro que também temos aqueles raros casos em que as pessoas já imaginam o que está por vir e mesmo assim decidem se render à diversão descompromissada. Eu não tenho nada contra o “cinema pipoca” e assisto vários filmes buscando apenas relaxar, mas ainda assim eu procuro uma história interessante e personagens carismáticos e cativantes. Simplesmente colocar explosões ou efeitos visuais de qualidade não irão necessariamente me agradar, por melhores que eles sejam. Já está mais do que provado de que isso não garante a qualidade de um filme.
Seja pelo motivo que for, a verdade é que temos vários filmes que foram sucesso de bilheteria apesar de sua qualidade, no mínimo, duvidosa. Por isso resolvi fazer esta lista. Vale à pena ressaltar que não se trata de um Top 10 e que os filmes estão ordenados pela arrecadação nas bilheterias de forma crescente. Sem mais delongas, vamos ao que interessa.

10. Carros 2 (Bilheteria: US$191 milhões)

Ainda que este filme não seja a pior animação da história do cinema, sem dúvidas ele fica muita atrás do padrão de qualidade que é esperado da Pixar. Com uma história vazia e desinteressante, sua única razão de existir parece ter sido mesmo o desejo de vender mais ingressos e produtos licenciados da franquia.

 

9. Pearl Harbor (Bilheteria: US$198 milhões)

Quem esperava por mais um épico de guerra que retratasse o famoso ataque japonês a Pearl Harbor com certeza ficou decepcionado com este filme extremamente superficial que focou em um triângulo amoroso sem graça ao invés de desenvolver a história do conflito. Sem dúvidas é uma das piores atuações de Ben Afleck e uma amostra do que Michael Bay estava por fazer ao cinema.

 

8. Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas (Bilheteria: US$241 milhões)

O primeiro filme da franquia dos Piratas do Caribe foi uma agradável surpresa com muita ação e personagens carismáticos. Só que a fórmula foi se cansando (assim como Johnny Depp) e no quarto filme temos uma desculpa genérica para arrecadar mais dinheiro sem acrescentar nada de novo. O barco dos piratas, que já estava afundando, naufragou de vez em termos de qualidade, ainda que tenha arrecadado uma fortuna nas bilheterias.

 

7. The Matrix Reloaded (Bilheteria: US$281 milhões)

Depois de um filme fantástico que arrebatou crítica e público a expectativa para as continuações era enorme, mas infelizmente o resultado final foi muito abaixo do esperado. Ainda que tenha boas cenas de ação e ótimos efeitos visuais, o filme fracassou completamente em manter a história interessante. A impressão que ficou é que todas as boas ideias foram utilizadas no primeiro filme.

 

6. Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal (Bilheteria: US$317 milhões)

Quase vinte anos depois do último filme, a expectativa para o retorno do arqueólogo mais famoso do cinema era grande, assim como para a reunião entre Steven Spielberg e George Lucas. Apesar de Harrison Ford ainda possuir o carisma necessário e ter se esforçado bastante em sua volta, o filme é extremamente decepcionante. A história não convence, assim como o vilão e a figura forçada de Shia LaBeouf.

 

5. Alice no País das Maravilhas (Bilheteria: US$334 milhões)

Apesar de ser um fã do trabalho de Tim Burton, preciso reconhecer que já faz algum tempo que não saio satisfeito da sala de cinema após ver um filme dele. Aqui não é diferente e, apesar de na teoria o mundo do ‘país das maravilhas’ ser perfeito para seu estilo visual único, na prático temos um uso excessivo de efeitos digitais e uma falta de personagens cativantes. E, na minha opinião, já cansei da fixação dele com Johnny Depp e Danny Elfman.

 

4. Homem-Aranha 3 (Bilheteria: US $336 milhões)

Se hoje (e até que saia o primeiro filme com a Marvel) o escalador de paredes mais famoso do mundo está meio que perdido no cinema, esta derrocada teve início no terceiro filme da trilogia de Sam Raimi. Depois de uma excelente continuação que contou com uma ótima história e um vilão memorável, o diretor deixou a peteca cair em um filme recheado de vilões mal desenvolvidos e momentos bizarros (que dança maluca foi aquela?). Um ótimo exemplo de potencial desperdiçado nas telonas.

 

3. Transformers: A Vingança dos Derrotados (Bilheteria: US$402 milhões)

Não é de hoje que Michael Bay tem inundado os cinemas com seus blockbusters recheados de explosões, mas pelo menos antes nós tínhamos algum carisma envolvido (como em ‘A Rocha’, ‘Bad Boys’ ou até ‘Armageddon‘). Em sua série de filmes que trouxe os famosos ‘Transformers’ para o mundo live action, o diretor tem se superado no quesito de diversão “descerebrada” e, apesar de ser fã de “filmes pipoca”, me sinto insultado em vários momentos. E por incrível que pareça, esta continuação de 2009 provou que o valor arrecadado nas bilheterias é inversamente proporcional à qualidade dos filmes da franquia.

 

2. Homem de Ferro 3 (Bilheteria: US$409 milhões)

Talvez para quem não conheça as histórias em quadrinhos, o terceiro filme da franquia do Homem de Ferro nos cinemas tenha sido algo completamente normal dentro dos padrões Marvel. Tivemos inclusive uma demonstração de um Tony Stark mais humano e frágil. Mas para quem conhece as histórias em quadrinhos do herói, a atrocidade cometida contra um de seus maiores vilões, o Mandarin, foi algo semelhante a vermos ‘Darth Vader’ tirar seu capacete em ‘Star Wars’ e falar “Calma galera, estava só brincando”. Isso sem falar do papel de destaque totalmente desnecessário de Pepper Potts na trama.

 

1. Star Wars: Episódio I – A Ameaça Fantasma (Bilheteria: US$474 milhões)

Quando falamos em um filme que arrecadou muito dinheiro e decepcionou muita gente, dificilmente chegaríamos a um resultado diferente no final da lista. O primeiro filme da trilogia mais recente de Star Wars é um exemplo clássico de grandes expectativas que são jogadas na lama. Além de uma pegada totalmente diferente da trilogia clássica com excesso de efeitos digitais, temos uma enxurrada de personagens bizarros (como Jar Jar Binks) e de conceitos duvidosos (a força vem de midichlorians?!). Talvez as únicas coisas que se salvem sejam o vilão Darth Maul e o esforçado Liam Neeson, mas ainda assim não vale o ingresso e serviu para mostrar que já estava passando a hora de alguém arrancar os direitos de Star Wars de George Lucas.

 

E você, tem algum filme bem-sucedido que não gostou? Compartilhe nos comentários!

‘A Lista Terminal’: Série de suspense com Chris Pratt ganha foto e data de estreia no Amazon Prime

A Lista Terminal‘, série de suspense estrelada por Chris Pratt (A Guerra do Amanhã; Jurassic World), ganhou data de estreia no Amazon Prime Video.

O episódios estreiam no dia 1º de julho.

Baseado no romance homônimo de Jack Carr, ‘A Lista Terminal‘ acompanha James Reece (Chris Pratt) depois que todo o seu pelotão das Forças de Operações Especiais da Marinha dos Estados Unidos (Navy SEALs) é emboscado durante uma missão secreta de alto risco. Reece volta para casa, para sua família com memórias conflitantes do evento e perguntas sobre sua culpa no acontecimento.

No entanto, à medida que novas evidências vêm à tona, Reece descobre que forças obscuras estão trabalhando contra ele, colocando em risco não apenas sua vida, mas também a vida daqueles que ele ama.

Confira a primeira imagem oficial:

Além de Pratt, a série é estrelada por Constance Wu, Taylor Kitsch, Jeanne Tripplehorn, Riley Keough, Arlo Mertz, Jai Courtney, JD Pardo, Patrick Schwarzenegger, LaMonica Garrett, Stephen Bishop, Sean Gunn, Tyner Rushing, Jared Shaw, Christina Vidal, Nick Chinlund, Matthew Rauch, Warren Kole e Alexis Louder, entre outros.

Titanic – Relançamento Remasterizado e em 3D

(Titanic)

Elenco:

Leonardo DiCaprio
Kate Winslet
Billy Zane
Kathy Bates
Frances Fisher
Gloria Stuart
Bill Paxton
Bernard Hill

 

Direção:  James Cameron

Gênero: Romance, Aventura

Duração: 195 min.

Distribuidora: 20th Century Studios

Orçamento: US$ 100 milhões

Estreia: 9 de Fevereiro de 2023

Sinopse: 

Aclamado pela crítica, ‘Titanic‘ fez um estrondo de bilheteria, dominando o topo das produções mais bem-sucedidas de todos os tempos até ser destronado por ‘Avatar’ (também de Cameron), tornando-se o primeiro filme a ultrapassar a marca de US$1 bilhão mundialmente e estacionando com nada menos que US$2,2 bilhões. Como se não bastasse, Titanic conquistou 11 estatuetas do Oscar, incluindo Melhor Filme, e permanece como o mais condecorado da premiação ao lado de ‘A Malvada’ (1950) e ‘O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’ (2003).

Curiosidades: 

» Poucos filmes conseguiram o status lendário que Titanic, épico romântico dirigido e escrito por James Cameron. Mais de 25 anos após seu recorde de bilheteria, o filme está voltando aos cinemas.

» Uma versão remasterizada do filme de James Cameron chegará aos cinemas no próximo ano, em 3D 4K e HDR, assim como aconteceu com o recente relançamento de ‘Avatar‘.

» A Disney marcou o relançamento no Brasil para o dia 9 de Fevereiro de 2023.

Trailer:

Cartazes: 

 

Fotos: 

Titanic (1997)
Directed by James Cameron
Shown: Kate Winslet, Leonardo DiCaprio, Director James Cameron

‘A Seleção’: Netflix CANCELA adaptação do best-seller com diretora de ‘The Society’

Netflix CANCELOU a adaptação da icônica saga jovem-adulta ‘A Seleção‘, que teria a diretora árabe Haifaa Al-Mansour (‘The Society’) no comando.

A autora do livro, Kiera Cass, confirmou o cancelamento do filme nas redes sociais.

Ela afirma que o streaming ainda tem o controle sobre os direitos autorais.

“Vocês esperaram tanto, e eu gostaria de poder dar notícias melhores. Eu quero agradecer a você embora. Seu apoio e entusiasmo foram incríveis, mesmo com uma espera que durou mais de uma década, em várias tentativas de levar A Seleção às telas. E quero que saiba que não há nada mais que você poderia ter feito para que isso acontecesse. Você foi perfeito”, disse ela.

Escrita por Kiera Cass, a série de romances já vendeu mais de 11 milhões de cópias ao redor do mundo e é ambientada num futuro distópico em que um grupo de garotas competem pelo coração do Príncipe Maxon.

Confira a sinopse do primeiro livro abaixo:

Para trinta e cinco garotas, a Seleção é a chance de suas vidas. A oportunidade de escapar da vida estabelecida para elas desde o nascimento. Entrar em um mundo de vestido brilhantes e joias de valor inestimável. De viver em um palácio e competir pelo coração do lindo Príncipe Maxon. Mas para America Singer, ser Selecionada é um pesadelo. Isso significa virar as costas para seu amor secreto com Aspen, que é de uma casta menor que a dela. Deixar sua casa para entrar em uma competição acirrada por uma coroa que ela não quer. Viver em um palácio constantemente ameaçado por rebeldes violentos. Então, America conhece Maxon. Gradualmente, ela começa a questionar todos os planos que fez para si mesma- e percebe que a vida que ela sempre sonhou não é nada comparada com o futuro que ela nunca imaginou.
Mansour é conhecida por seu trabalho em O Sonho de Wadjda, que lhe rendeu nomeações ao Spirit Awards e ao BAFTA. Ela já colaborou com a Netflix duas vezes: a primeira foi no longa tour-de-force Felicidade por um Fio em 2018; no ano passado, foi chamada para dirigir um episódio da série The Society.
O motivo do cancelamento não foi revelado.

‘Coringa: Delírio a Dois’ baixa as expectativas e deve arrecadar AINDA MENOS que o previsto

Coringa: Delírio a Dois’ chega muito em breve aos cinemas mundiais – e, agora, as projeções de bilheteria sofreram uma leve queda.

Segundo o jornalista Matthew Belloni, do Puck, o longa-metragem deve arrecadar US$ 68 milhões em seu primeiro final de semana no mercado norte-americano (via CBM).

O valor é um pouco abaixo do previamente anunciado, US$70 milhões. Vale lembrar que, a princípio, projeções apontavam para uma forte abertura de mais de US$100 milhões.

O orçamento do filme está estimado em cerca de US$ 200 milhões, sendo um dos lançamentos mais aguardados da Warner.

Lembrando que a sequência estreará nos cinemas nacionais no dia 4 de outubro.

Na trama, Arthur Fleck está institucionalizado em Arkham à espera do julgamento por seus crimes como Coringa. Enquanto luta com sua dupla identidade, Arthur não apenas se depara com o amor verdadeiro, como encontra a música que sempre esteve dentro dele.

 

A Série de SUSPENSE mais bombada do momento e mais 4 dicas de séries imperdíveis

Os jornalistas Renato Marafon e Raphael Camacho traz um vídeo com uma matéria especial da Série de SUSPENSE mais bombada do momento e mais 4 dicas de séries imperdíveis.

Assista a matéria e siga o CinePOP no Youtube:

Leia Também: 10 séries pra dizer “só mais um episódio” às 3 da manhã!!

Vale lembrar que ‘Cortina de Fumaça‘, série policial estrelada por Taron Egerton, já está disponível no catálogo da Apple TV+.

Jurnee Smollett (‘Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa‘) co-protagoniza a série como a detetive de polícia Michelle Calderone.

A série de ficção é inspirada no elogiado podcast “Firebug” da truth.media, apresentado por Kary Antholis, vencedor do Oscar e do Emmy, que é produtor executivo pela Crime Story Media, LLC.

Marc Smerling, vencedor do prêmio Emmy, atua como produtor executivo pela Truth Podcasting Corp.

Crítica 3 | Mulher-Maravilha – Um filmes pacifista…

…E DE MUITAS QUALIDADES

 

Mulher-Maravilha (Wonder Woman) é o filme mais comentado do ano no Twitter nos EUA. As razões vão além do aspecto artístico da obra. O ineditismo de um filme de super-heroína e a capacidade dos grupos feministas de pautarem a internet tem um peso significativo nesta repercussão. E já que o filme ainda está bombando – e deve continuar assim até o mês que vem, quando estreia Homem-Aranha: De Volta ao Lar (ou vocês acham que Baywacth tem essa força?!) – vou deixar aqui os meus dois centavos.

O caso da Mulher-Maravilha é um feliz encontro de crítica e público. Depois de sucessivos filmes problemáticos, a Warner e a DC acertaram a mão. Muitos falaram que é o melhor filme da casa desde a trilogia Batman do Nolan. Realmente, Mulher-Maravilha conseguiu tirar a DC do atoleiro, mas, isto não significa que o filme chegue perto de obras como Batman – O Cavaleiro das Trevas (para mim, o melhor filme de herói já feito). O que temos aqui é um filme muito bem feito, que consegue ser eficiente para alcançar seus objetivos (e isto significa arriscar pouco) e também consegue inovar um pouco no gênero.

Em muitos sentidos, Mulher-Maravilha aproxima-se da fórmula Marvel. Bem menos sombrio do que Batman vs Superman, o filme da Diana (Gal Gadot) consegue aquele equilíbrio entre ação, aventura, humor e drama que a Marvel estabeleceu. Neste ponto, Mulher-Maravilha é um filme conservador, que prefere seguir por caminhos conhecidos. Contudo, a diretora Patty Jenkins não deixa o filme virar um passeio no parque, afinal, estamos falando de um filme de guerra. E aqui começam as duas contribuições do filme. Primeiro, o filme consegue, em certos momentos, um tom mais grave, raro de se ver nos filme da concorrente (recentemente, só Logan conseguiu isso, e nem é dos estúdios Marvel). E, claro, a maior contribuição, é colocar a primeira heroína nas telas.

Muito já se falou do lado feminista do filme. O texto é evidente do começo ao filme. A diretora produz uma mise-en-scène que consegue problematizar muitos clichês, seja quando Diana lidera a tropa no campo de batalha, seja no enquadramento que valorizam a personagem sem apelar para seu lado sexual. A sexualização das personagens femininas é uma marca dos quadrinhos que pode ser notado, em menor grau, nos filmes. E Jenkins segue outro caminho, mostrando uma Diana dona de si, e não objeto – e não estou aqui fazendo nenhuma condenação aos diretores que adotam a sexualização, apenas constatando que Jenkins opta por captar a sua protagonista de forma pouco usual no universo dos heróis.

Mas, como muito já se falou sobre o feminismo e Mulher-Maravilha, dirijo minha atenção para outras qualidades do longa.

Estamos diante de um filme pacifista. A câmera de Jenkins consegue captar a tristeza da guerra e contrastá-la com os momentos de alegria após a libertação de uma vila pelos aliados. Este contraste, lá pelo meio do segundo ato, deixa bem claro que Mulher-Maravilha carrega um subtexto antibelicista.

Outro aspecto que me agradou muito foi o arco dramático da protagonista. Diana começa com uma visão idealista-inocente do mundo, acreditando que Ares é o único culpado pela guerra e que a humanidade é boa. E, quando começamos a nos cansar da insistência de Diana na sua busca por Ares, já estamos perto do ponto no qual ela perceberá as contradições humanas e compreenderá a sua verdadeira missão. O carisma que Gal Gadot empresta para a personagem é responsável por fazer o público embarcar nessa jornada.

Este lado humano de uma deusa pode parecer absurdo para alguns, mas é bastante compreensível quando pensamos que os deuses gregos eram criaturas poderosas e com sérios problemas de caráter.

Outro ponto que merece palmas para o filme é a fotografia. A diretora Patty Jenkins e o diretor de fotografia Metthew Jensen conseguiram extrair personalidade de uma estética estabelecida por Zack Snyder para o Universo DC no cinema. Nas cenas em Temiscira, há um fotografia sutil em tons de azul, vermelho e dourado (cores do uniforme da heroína) para marcar o aspecto mítico do lugar. A partir do segundo ato, Londres e os campos de batalha abraçam a paleta mais acinzentada e escura que caracterizou BvS. Aqui, porém, essa estética dialogou com o cenário de guerra.

Os poucos pontos fracos do filme são a sua galeria de vilões e o ato final, especialmente a parte da batalha, com um CGI fraco e uma composição de imagens pouco inspirada. E o fato do filme ter se aproximado da fórmula de sucesso da Marvel pode tanto soar como elogio quanto crítica. Pessoalmente, preferiria que a DC seguisse por outros caminhos, dando maior diversidade ao gênero de heróis, mas isto fica para outro texto.

E aí, gostou do filme? Curtiu a batalha final? O que achou da dinâmica entre Diana e Steve Trevor? Vamos, comente, compartilhe e curta nossas redes sociais:

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10 ÓTIMOS filmes brasileiros com muita tensão!

O cinema brasileiro vem a cada ano mostrando a todo mundo que é maravilhoso. Com o reconhecimento internacional dos últimos tempos é sempre bom lembrar de alguns ótimos filmes de anos passados. Abaixo segue uma lista com 10 ótimos filmes brasileiros com muita tensão!

 

Carvão

Na trama, exibida nos importantes Festivais de Toronto e San Sebastian, conhecemos Irene (Maeve Jinkings), uma mulher que vive com o marido (Rômulo Braga), o filho Jean (Jean de Almeida Costa) e o pai (esse já em estado bastante debilitado) em uma cidade isolada dos grandes centros, no interior do Brasil. A família vive uma vida simples onde a falta de dinheiro é algo frequente. Certo dia, uma mulher aparece com uma proposta inusitada, que consiste na família hospedar um misterioso visitante internacional chamado Miguel (César Bordón), em troca de uma boa quantia de dinheiro. Eles topam. Assim, se seguem dias de muitos conflitos, onde vamos entendendo melhor cada um desses personagens.

 

O Lobo atrás da Porta

Na trama, conhecemos Bernardo (Milhem Cortaz), um fiscal de uma empresa de ônibus, casado com Sylvia (Fabiula Nascimento) com quem tem uma filha. Quando a garota desaparece misteriosamente após ser pega por alguém na creche em que estava, Bernardo e Sylvia vão até a polícia onde um tenso interrogatório acontece. O delegado de plantão (Juliano Cazarré) começa a desconfiar de algumas versões da história e logo se descobre que Bernardo tem uma amante chamada Rosa (Leandra Leal) que também é convocada para prestar depoimento. O tempo passa e as verdades começam a aparecer.

 

As Boas Maneiras

Ana (Marjorie Estiano) e Clara (Isabel Zuaa), dois universos que se encontram. Ana, cheia de dívidas, devendo o condomínio, cartões de créditos sem limites, brigada com a família, vive uma gravidez solitária, com noites difíceis de dormir, adepta do sertanejo dance como forma de ginástica, encontra em Clara uma amiga, uma companheira, para ajudá-la na fase final de sua gestação. Clara é uma trabalhadora brasileira que consegue um emprego na casa de Ana e aos poucos acaba se envolvendo de maneira intensa com ela, principalmente após descobrir segredos ligados ao sonambulismo e as noites de lua cheia. O mundo praticamente se fecha para as duas, e uma vai precisar da outra para combater qualquer tipo de obstáculo.

 

O Silencio do Céu

Baseada no livro Era el Cielo, de Sergio Bizzio, que também assina o roteiro, O Silêncio do Céu acompanha a trajetória de Mario (Leonardo Sbaraglia), um escritor/roteirista que acaba de voltar para sua esposa após alguns meses de separação. Mario é um homem repleto de medos e sempre brincou sobre essa questão com sua mulher Diana (Carolina Dieckmann). Certo dia, quando Diana chegava em casa é abordada por dois homens que a violentam. A questão é que Mario também estava chegando em casa e acaba presenciando a cena e não faz nada. Consumido pela dor e pela fraqueza de não ter feito nada para ajudar sua mulher, quase que seguindo os pensamentos do filósofo e escritor inglês Francis Bacon, que dizia: ‘A vingança é uma espécie de justiça selvagem’, Mario parte em busca de respostas para suas lacunas impostas por pensamentos dolorosos e por umas pitadas generosas de culpa, e acaba encontrando pelo caminho a coragem de executar uma vingança desenfreada e completamente inconsequente.

 

Propriedade

Na trama, conhecemos Tereza, uma mulher de família rica (Malu Galli) que no passado fora vítima de um assalto que acabou na morte do assaltante, fato que a deixou traumatizada. O tempo passa e junto ao seu marido resolvem fazer uma viagem para a fazenda da família no interior. Só que chegando no lugar, os trabalhadores que prestam serviços lá, liderados por Dona Antônia (Zuleika Ferreira), se revoltam por uma série de situações e tomam o lugar. Tereza consegue se trancar no seu carro mas sem ter a chance de fugir. Assim, começa um jogo psicológico onde a não comunicação se torna um elemento importante para refletirmos sobre o que assistimos até o último segundo de projeção.

 

Uma Família Feliz

Na trama, conhecemos Eva (Grazi Massafera), uma artesã de bonecos de bebês à espera do terceiro filho, o primeiro menino, que vive seus dias felizes ao lado do marido, o advogado Vicente (Reynaldo Gianecchini), e das duas filhas gêmeas em um condomínio de alto padrão numa grande cidade brasileira. Certo dia, já após o nascimento do novo filho, e em meio a uma depressão pós-parto evidente, suas filhas aparecem machucadas e Eva acaba sendo acusada de ter cometido tal ato. Assim, sua vida muda completamente, desencadeando uma série de conflitos que rebatem em acontecimentos estranhos e duvidosos.

 

Prédio Vazio

Desde criança tendo lembranças vagas de um certo momento traumático que viveu com sua mãe, a jovem Luna (Lorena Corrêa) está em um relacionamento ainda de descobertas com o namorado (Caio Macedo). Quando ela percebe que a mãe (Rejane Arruda) possa estar em perigo durante os últimos dias de carnaval, viaja até Guarapari em sua busca, entrando num edifício arrepiante na orla capixaba. Nesse lugar, vai se deparar com um enorme pesadelo.

 

Clarisse ou alguma coisa sobre nós dois

Na trama, conhecemos Clarisse (Sabrina Greve) uma mulher casada que durante alguns dias resolve ir visitar o pai que está doente. Chegando lá percebe que o lugar, objetos e situações começam a envolvê-la. Vemos quase uma mulher em transe, hipnotizada por um lugar que traz lembranças, memórias e que se choca com tudo em que a mesma se transformou. A boa captação do áudio, um problema resolvido de anos passados do nosso cinema, é fundamental para o clima profundo que o inusitado da trama pede.

 

A Jaula

Na trama, conhecemos um jovem ladrão (Chay Suede) que vendo a oportunidade de roubar mais um carro, uma caminhonete de luxo parada em uma rua pacata de uma grande cidade, não pensa duas vezes e inicia a ação do roubo. O problema é que quando ele tenta sair do carro para fugir o carro simplesmente não abre e aos poucos ele começa a perceber que está preso de propósito pelo dono do carro, que entra em contato com ele pelo telefone do carro, um ginecologista renomado (Alexandre Nero) que já fora roubado outras vezes e dessa vez resolveu fazer justiça com as próprias mãos. Lutando para sobreviver sem comida, água e com o emocional completamente destruído inicia-se um jogo psicológico intenso onde a moral é colocada em xeque.

 

Terra Estrangeira

A vida do jovem Paco (Fernando Alves Pinto) entra em total amargura em um país tomado por instabilidade. Após o falecimento da mãe, Manuela (Laura Cardoso), ele acaba conhecendo Igor (Luís Melo), um criminoso que o envolve com contrabandistas. Com o sonho de conhecer a terra da família da mãe na Espanha, acaba sendo enviado para Portugal com o objetivo de entregar uma mercadoria. Chegando nessa terra nova aos seus olhos, seu destino se cruza com o da brasileira Alex (Fernanda Torres) com quem viverá dias intensos longe de casa.

 

 

Os Filmes de Tim Burton | Do Pior ao Melhor

Conhecido por seu estilo visual único, o diretor Tim Burton tem uma carreira que já dura 47 anos e 33 como diretor de longas para o cinema. Burton é alvo de adoração de diferentes gerações. Seja quem cresceu com seus filmes do final da década de 1980 e início de 1990 – seus primórdios – ou os que o conheceram na década passada, o cineasta segue escrevendo seu nome na história da sétima arte, encantando pessoas de todas as idades.

O cinema de Burton sempre teve grande apelo visual, e o uso de efeitos sempre se mostrou presente – ele somente foi atualizado em seus últimos trabalhos. O visual sombrio e gótico de tempos em tempos também volta a marcar presença. Fora isso, a carreira do diretor completa um ciclo, já que começou na Disney como animador e depois de anos, já estabelecido e cultuado, marcou presença no comando de Alice no País das Maravilhas (2010) – um dos maiores sucessos financeiros de sua carreira.

Como forma de homenagem para este grande nome do cinema de Hollywood, o CinePOP criou uma lista com todos os 18 filmes em longa-metragem para o cinema assinados por Tim Burton na direção, ranqueados do pior ao melhor. Esta lista tem como base o grande público votante do maior banco de dados de cinema na internet, o IMDB. Ou seja, esta não é uma lista que reflete nossa opinião ou a opinião dos críticos, mas sim a do público, ou seja, vocês. Vem conhecer.

18 | Planeta dos Macacos (2001)

Em 2001, o diretor Tim Burton já era um grande nome quando decidiu arriscar em um de seus projetos mais ambiciosos: a reimaginação do clássico absoluto da ficção científica O Planeta dos Macacos (1968). O longa de Burton gerou grande hype na época, ao ponto de se tornar o filme mais esperado de seu respectivo ano no cinema, dentro todos os lançamentos de blockbusters. E não era para menos.

Foi aqui também que o diretor viria a conhecer a atriz Helena Bonham Carter, que se tornou sua companheira por 13 anos, mãe de seus dois filhos. Planeta dos Macacos, de certa forma, é uma das obras mais diferentes na filmografia do diretor, não sendo facilmente reconhecível como um trabalho seu. Parte disso se deve pela escolha do maquiador Rick Baker em bater o pé e não transformar as criaturas humanoides em parte do acervo das criaturas caricaturais de Burton, como confessa em entrevistas.

17 | Sombras da Noite (2012)

Projeto de estimação do ator Johnny Depp, esta adaptação de um seriado novelesco da década de 1960 ficou em desenvolvimento por anos. Depp, um fã declarado do programa na infância, foi contatado pela Warner quando o estúdio adquiriu os direitos para uma produção cinematográfica. O ator então levou o projeto para seu amigo de longa data, o diretor Tim Burton, não imaginando outra pessoa para dar forma a seu sonho nas telonas.

Respeitoso com o material original, Sombras da Noite pode ser considerado uma versão moderna de A Família Addams (1991) e conta uma história sobre uma disfuncional família vivendo na década de 1970, da qual um dos membros é um vampiro. Parte do  elenco renomado da obra, Michelle Pfeiffer desejava trabalhar novamente com o cineasta desde 1992, e quando soube que a Warner estava planejando um longa baseado na série, da qual igualmente era fã, entrou em contato para um possível papel. E assim nasceu a segunda parceria entre a atris e o diretor.

16 | Marte Ataca! (1996)

Um dos filmes mais incompreendidos do diretor, Marte Ataca! foi muito confundido com a versão cômica de Independence Day, que havia explodido nos cinemas no mesmo ano, meses antes. De certa forma, é até compreensível, já que o filme de Burton era o segundo sobre uma invasão alienígena em larga escala em pouco tempo naquela época. As propostas, no entanto, não poderiam ser mais distintas.

Embora muitos não saibam até hoje, Marte Ataca! é baseado numa série de cards e figurinhas antigas, da década de 1950, das quais Burton era fã e colecionava. As criaturas retratadas são iguaizinhas, e a ideia do diretor foi transformar aquelas imagens em um longa-metragem. Para isso, recrutou o que é provavelmente o maior elenco renomado de um filme seu. O monstro sagrado Jack Nicholson, por exemplo, não hesitou sobre a possibilidade de trabalhar novamente com o cineasta e pegou logo dois papeis no filme. Infelizmente, o resultado passou longe do almejado, embora atualmente a obra tenha atingido o status de cult. O consagrado crítico Roger Ebert talvez tenha pego pesado demais em sua definição, ao afirmar que: “Burton havia feito a biografia de Ed Wood em seu filme anterior e agora, no seguinte, estava encarnando o próprio Wood”. Maldade.

15 | Alice no País das Maravilhas (2010)

Certas coisas nem sempre caminham juntas. Alice é a maior bilheteria da carreira de Tim Burton. Junto ao grande público e críticos, no entanto, se mostra um de seus filmes menos satisfatórios. Esta pode ser considerada uma das primeiras investidas da Disney em uma adaptação em live action (e muito CGI) de suas animações clássicas. Muitos anos depois e Burton voltaria à proposta, com a versão de Dumbo a ser lançada ano que vem.

Ao contrário de obras recentes no estilo, vide Cinderela (2015), Mogli (2016) e A Bela e a Fera (2017), Alice no País das Maravilhas não é uma reedição quase frame a frame da obra de 1951. O filme de Burton funciona como uma espécie de sequência para a animação, mostrando a protagonista Alice (Mia Wasikowska) já mais velha, com casamento arranjado, fugindo desta realidade indesejada e retornando para o País das Maravilhas para novas aventuras. Este molde de subversão foi repetido em Malévola (2014), reimaginação de A Bela Adormecida, contada através da vilã da trama, a bruxa que dá título ao longa.

14 | O Lar das Crianças Peculiares (2016)

Raramente os filmes de Tim Burton são ideias originais. Em sua maioria, se tratam de adaptações, reimaginações, biografias ou desenvolvimento de obras prévias. Aqui, o diretor resolve levar para as telonas o livro de Ramson Riggs, que funciona quase como a premissa dos X-Men para um público ainda mais infantil. A ideia aqui é uma escola para crianças “diferentes”, com dons sobrenaturais. No lugar do Professor X, entra a personagem de Eva Green, se reunindo com o diretor após Sombras da Noite (2012).

Por sua vez, o livro de Riggs usou como base não o universo mutante da Marvel, apesar das coincidências, mas sim uma série de fotografias antigas, vendidas em feiras, que exibiam figuras consideradas “aberrações”. O tema, recorrente nos filmes de Burton, é a aceitação do diferente e dos marginalizados. E que o mais importante é o que não podemos ver, o interior.

13 | A Fantástica Fábrica de Chocolate (2005)

Depois de ter reimaginado o clássico Planeta dos Macacos – utilizando um estilo que não casava tanto com o tipo de filme que estava acostumado a dirigir – Burton era a escolha perfeita para dar nova roupagem a outro clássico imortal, este do cinema infantil. A Fantástica Fábrica de Chocolate (1971) é um musical icônico do cinema, recomendado para toda a família, que conta com o desempenho de Gene Wilder, eterno no papel do titereiro de crianças Willy Wonka.

Baseado no livro de Roald Dahl, a versão de Burton não é sombria como muitos imaginavam, inclusive se mostrando mais voltada para as crianças do que o filme original. Johnny Depp, parceiro recorrente do diretor, foi a aposta para o novo chocolateiro Willy Wonka. O ator, que adora se transformar nos filmes do amigo, escolhe uma estranha (mas não no bom sentido) abordagem para o papel, se tornando mais creepy do que o personagem pedia. Na época, muitos o compararam com o ícone Michael Jackson, inclusive em sua androgenia.

12 | As Grandes Aventuras de Pee-wee (1985)

Primeiro longa-metragem dirigido por Tim Burton, que havia feito carreira como animador da Disney e comandado inúmeros curtas, alguns dos quais inclusive transformou em longas anos depois. Era uma transição natural para a especialidade do cineasta que seu primeiro filme fosse uma obra repleta de fantasia e surrealismo. Pee-wee Herman, personagem imortalizado por Paul Reubens, saído de especiais de comédia e que depois ganharia um programa infantil, caiu como uma luva para o tipo de cinema que Burton viria a ficar conhecido.

O filme serviu como primeiro passo para todos os elementos com os quais o diretor viria a construir sua carreira e podemos inclusive notar o estilo de certas cenas neste primeiro trabalho, as quais Burton viria a desenvolver melhor em seus próximos projetos.

11 | Grandes Olhos (2014)

Na lista até o momento já tivemos refilmagens, reimaginações, adaptações de livros e seriados antigos, e até mesmo de figurinhas. Agora, chega a primeira biografia. Aqui, o foco é a pintora Margaret Keane e seus quadros retratando figuras femininas de grandes olhos. Suas imagens se tornaram um sucesso fenomenal na década de 1950, quando todos ainda acreditavam que o autor era seu marido, que se autopromovia de tal forma.

Um dos temas do longa é a independência feminina. A mulher calada que finalmente encontra sua voz e tem a liberdade para gritar contra o abuso do homem. Na história, acreditando que quadros criados por mulheres não venderiam, Walter Keane constrói um império baseado em fraude artística, assumindo a autoria das pinturas de sua mulher. Este é um dos filmes mais sérios e adultos de Burton, os quais ele entrega de tempos em tempos. Aqui, os renomados Amy Adams e Christoph Waltz dão credibilidade a este material, que foi mirado à época de prêmios e indicado ao Globo de Ouro.

10 | Frankenweenie (2012)

Tim Burton também dirige animações, já que tal gênero de cinema tem tudo a ver com ele e foi onde iniciou sua carreira. Antes de assumir o comando completo de tais produções, ele produziu obras como O Estranho Mundo de Jack (1993), por exemplo. Frankeweenie é um dos filmes que mais representam o resumo do universo Burton raiz que aprendemos a amar, e que se encontra meio escondido em seus últimos trabalhos.

Frankenweenie é também a adaptação de um curta do próprio diretor, de 1984, com atores reais. Burton resolve levar a história para as telonas, utilizando o tipo de animação que mais defende e que infelizmente se encontra quase extinta: o stop-motion. A ideia aqui é parodiar o clássico do horror Frankenstein (1931), usando um cachorro como o morto-vivo trazido de volta por seu dono. A animação dá o passo além e brinca muito referenciando o cinema do gênero.

09 | Batman – O Retorno (1992)

Tim Burton foi o responsável pela consolidação dos filmes de super-heróis. Seu Batman (1989) foi um fenômeno, como nenhum outro filme do gênero havia sido. Podemos dizer que Superman – O Filme (1978) foi um enorme sucesso para o gênero, trazendo renome e respeito. Mas Batman deu um passo além, mostrando que este tipo de filme poderia atingir bilheterias astronômicas e gerar intermináveis mercadorias, fazendo o capital fluir como um rio.

Em time que está ganhando não se mexe, ou quase. Este foi o pensamento da Warner ao trazer o diretor de volta para comandar a continuação do sucesso monstruoso. O lance de Batman – O Retorno foi que Burton queria mais liberdade criativa, e como o primeiro filme havia se mostrava extremamente rentável, a Warner resolveu conceder o desejo do diretor, o deixando livre, leve e solto para fazer o filme do personagem que havia imaginado. Particularmente, Batman – O Retorno é um dos melhores filmes do cineasta e consegue elevar o que havia sido construído anteriormente. O problema é que nem todos pensaram assim. E com mais violência, esquisitices, e um teor pesado para crianças, o estúdio precisou arcar com a dificuldade de produzir mercadorias voltadas aos pequeninos com uma obra tão sombria. Resultado: mesmo imaginando uma terceira parte para as aventuras do Homem-Morcego, Burton foi afastado da direção. Hoje, Batman – O Retorno é um filme cult, dono de uma verdadeira legião de fãs.

08 | A Noiva Cadáver (2005)

Embora tivesse produzido animações no passado, este foi o primeiro filme do gênero dirigido por Tim Burton, se tornando também uma das obras mais queridas e elogiadas de sua filmografia. Tudo a ver com Burton, o filme utiliza elementos clássicos do cinema do diretor e muito bem poderia ter sido criado em live action. A Noiva Cadáver marca também uma das três ideias originais transformadas em filme da carreira de Burton – ao lado de Os Fantasmas se Divertem (1988) e Edward Mãos de Tesoura (1990).

A animação marca o reencontro do diretor com um texto da roteirista Caroline Thompson, escritora de Edward Mãos de Tesoura (1990). Uma história gótica e tipicamente “Burtoniana”, o filme apresenta um sujeito nervoso tentando fugir de um casamento arranjado na era vitoriana, que inadvertidamente se torna noivo de uma mulher morta, enterrada na floresta. Burton brinca com o conceito do mundo dos mortos e dos vivos, o primeiro dono de cores berrantes e muita energia, e o segundo, monocromático e enfadonho.

07 | A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça (1999)

Outro filme que representa bem a estética do cinema Tim Burton raiz: pálido, gótico e dono de laços com o terror. Nesta reimaginação do clássico conto ‘The Legend of Sleepy Hollow’, de Washington Irving, inúmeras vezes adaptado, inclusive na forma de animação, Burton se sente em casa em uma história que parece ter sido criada para ele dirigir.

Em uma cidadezinha do interior, chamada Sleepy Hollow, uma maldição parece em andamento. Diversos moradores são encontrados mortos, com a cabeça decapitada. Os crimes são creditados a uma folclórica figura, o cavaleiro sem cabeça, que segundo diz a lenda se trata de um guerreiro amaldiçoado retornando do inferno. Um detetive cético, guiado meramente pela ciência e sem qualquer crendice no fantástico, é enviado de Nova York para investigar as ocorrências. Johnny Depp realiza aqui sua terceira parceria com o diretor, até então, e vive o protagonista. É dito que Depp queria fazer uso de uma maquiagem mais extensa para se esconder na pele do personagem, vontade esta negada por Burton. Percebemos também que a personagem de Christina Ricci deveria ser vivida por Winona Ryder, caso o relacionamento dela com Depp não tivesse acabado em uma nota negativa.

06 | Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet (2007)

Um dos longas mais prestigiados da carreira do diretor, Sweeney Todd foi indicado para três Oscar e levou o de direção de arte. Primeiro e único musical na filmografia de Burton, o filme conta com seus colaboradores recorrentes Johnny Depp e a então esposa Helena Bonham Carter, além de se encaixar perfeitamente no tipo de obra na qual o cineasta fez carreira em cima. Podemos dizer inclusive que Sweeney Todd foi o último full on hard no estilo Burton raiz (Sombras da Noite trouxe elementos sem conseguir êxito completo).

Sweeney Todd é baseado no musical dos palcos, com elementos de terror e canibalismo, criado por Hugh Wheeler. Na trama, um homem injustiçado pela corrupção de uma cidade inglesa, retorna muitos anos depois com a nova identidade de um barbeiro e forja uma aliança macabra com a dona de uma loja de tortas.

05 | Os Fantasmas se Divertem (1988)

O primeiro sucesso da carreira de Tim Burton, este filme marcou a infância de toda uma geração. Muitos, inclusive, consideram este o primeiro filme de Burton, já que aqui o diretor deixou sua imaginação correr solta, utilizando todos os elementos que viriam fazer de seu cinema tão único. Foi devido a este filme que Burton conseguiu o trabalho no comando da ambiciosa superprodução Batman. Os executivos da Warner teriam ficado tão satisfeitos com o resultado de Beetlejuice, que escolheram o diretor para o comando do grande filme de super-herói.

Uma das únicas ideias originais para um filme de Burton, Os Fantasmas se Divertem brinca bem com os gêneros da comédia e terror, se tornando a marca registrada do cineasta. Na história, um casal morre e volta como fantasmas para sua grande casa. Quando uma família inconveniente vai morar no local, eles precisam da ajuda de outros fantasmas para expulsá-los de lá. O filme fez tanto sucesso que gerou uma série animada. Uma continuação há muito tempo é planejada e agora se encontra muito perto de sair do papel.

04 | Batman (1989)

Como dito, para este que vos fala, assim como para muitos, a continuação Batman – O Retorno (1992) consegue transcender este filme em todos os quesitos. Mas esta é a opinião do grande público, que prefere o que foi confeccionado aqui. Indiscutivelmente, não importando sua opinião sobre qual dos dois filmes do personagem dirigidos por Burton é o melhor, o primeiro Batman foi extremamente influente e até mesmo revolucionário. Primeiro, por mostrar que filmes baseados em quadrinhos poderiam ser não apenas um grande sucesso, mas um fenômeno mundial no quesito marketing e merchandising, modificando para sempre o conceito de cinema entretenimento e o blockbuster.

Segundo, por trazer o herói de forma nunca anteriormente apresentada, mostrando que histórias em quadrinhos poderiam ser coisa de adulto. Batman é sombrio e, como disse o crítico Roger Ebert, “repleto de sentimentos ruins, não recomendado para crianças”. De fato, o filme se encaixa mais na categoria noir criminal, se distanciando ao máximo da imagem que todos tinham anteriormente do personagem no audiovisual, a série colorida e galhofa dos anos 1960. Até o visual do personagem era remodelado para os novos tempos, com uma armadura preta e utensílios altamente tecnológicos ao invés de cômicos. Aqui, tínhamos mortes, violência e sangue.

03 | Ed Wood (1994)

Se dependesse unicamente de mim, este filme ocuparia a primeira posição dentre os melhores da carreira de Burton. Já tivemos a biografia de Grandes Olhos (2014) na lista, mas a primeira na filmografia do diretor foi esta, que inclusive tem muito mais a ver com seus gostos pessoais. Ed Wood, o filme, não foi apenas isso, mas também o primeiro trabalho considerado “sério” do cineasta, antes associado ao cinema de fantasia e entretenimento.

Com Ed Wood, o cinema de Tim Burton dava o passo além, inegavelmente amadurecendo artisticamente, porém, sem fugir por completo do tipo de filme que ama e representa. Considerado até hoje um dos piores (ou quem sabe o pior) diretor de cinema que a sétima arte já viu, Edward D. Wood Jr. virou sinônimo de cineasta cult após sua morte. Seus filmes eram de baixíssimo orçamento e sua paixão era as obras de terror e ficção científica. Em seus trabalhos contava muito mais a vontade do que a qualidade. Plano 9 do Espaço Sideral (1959) é o ápice de sua carreira. Em Ed Wood, o filme, Tim Burton cria uma grande homenagem ao marginalizado diretor. O filme foi indicado e levou dois prêmios no Oscar – de maquiagem e ator coadjuvante para Martin Landau, que interpreta o lendário Bela Lugosi, o eterno Drácula.

02 | Edward Mão de Tesoura (1990)

Não é grande surpresa que este filme esteja no pódio, ocupando o segundo lugar da lista. A obra encantou crianças da minha geração em seu lançamento e continua a fazer o mesmo pelas novas gerações. Edward resume muito do que é o cinema de Burton também, se mostrando na época o filme com mais alma e coração de sua jovem carreira – até hoje se mantendo no topo da lista nesta categoria.

A ideia para o filme, que se mostrou recorrente em outros trabalhos do diretor, é uma reimaginação do clássico Frankenstein (1931), desta vez, um jovem criado por um inventor, que termina morrendo antes de concluir sua obra. Assim, inconcluído e esquecido, Edward é encontrado e levado para a cidade, onde precisa aprender a lidar com o maior dos monstros, o ser humano. Um festival de desencontros faz com que o protagonista constantemente seja incompreendido. Mesmo assim, ele se torna parte de uma grande história de amor – que se estenderia para fora das telas entre Johnny Depp e Winona Ryder. Mas esta é uma história de amor de doer o coração, como Tim Burton gosta e sabe fazer bem.

01 | Peixe Grande (2003)

Por mais que não seja surpresa ver Edward Mãos de Tesoura em segunda posição, ver Peixe Grande na primeira é. Este é o filme do diretor mais adorado pelo grande público. É também um dos filmes menos conhecidos de Tim Burton e um dos que mais foge de seu estilo raiz. Obviamente, não é um disparate vê-lo em primeira posição, já que definitivamente se trata de um dos melhores trabalhos do diretor. Voltando para o tópico acima, este é igualmente um dos filmes sérios do cineasta, que foge, mesmo que levemente, do padrão de seus filmes mais conhecidos e mais associados a sua figura.

Um ótimo exemplar para o dia dos pais, um dos temas levantados por esta obra baseada no livro de Daniel Wallace é o relacionamento entre pai e filho. Como dito, embora seja um longa com questões mais sérias, Burton não esquece o lado fantasia, trazido na trama pelas histórias inacreditáveis do personagem principal, as famosas “histórias de pescador”. São em tais trechos que Burton pode deixar sua imaginação fértil correr solta, quando elementos como Gigantes, bruxas e lobisomens adentram a narrativa, mesmo que de mentirinha.

De ‘Esqueceram de Mim’ a ‘Os Batutinhas’ | Ranking dos 10 MELHORES Clássicos Infanto-Juvenis dos anos 90…

“Não fazem mais filmes como antigamente!”. Certo que você já ouviu muito essa frase, principalmente proferida pelo pessoal mais da antiga. Ela está correta, mesmo sem estar. Os que proferem essa frase de efeito são aqueles saudosistas que acham que o mundo era melhor antes, na época em que estavam crescendo ou eram adolescentes. Pura nostalgia. O olhar que tinham na época era outro, mais inocente, e por isso tudo era melhor.

Mas quando digo que a frase está correta, me refiro ao tipo de filme que era feito em uma determinada época específica, e isso realmente ficou para trás. Os filmes são reflexo de seu período histórico e social. Por exemplo, na era de ouro de Hollywood, dois dos gêneros mais produzidos, e que arrastavam multidões aos cinemas, eram os faroestes e os musicais. Há muito tempo isso mudou. Hoje, é a febre dos filmes de super-heróis, surgidos em meados dos anos 2000. Ninguém sabe o que será do amanhã.

Voltando 30 e poucos anos no passado, iremos nos deparar com um subgênero que fazia muito sucesso, as comédias infanto-juvenis estreladas por crianças. Aquele tipo que trazia crianças mais espertas que os adultos, e que hoje não cola muito – apesar de existir um ou outro exemplar, como os filmes dos ‘Pequenos Espiões’ de Robert Rodriguez. Confira abaixo esses queridos clássicos.

10. Free Willy

Outro que teve algumas continuações que jamais se igualariam ao original foi ‘Free Willy’, a história de amizade entre um menino e uma baleia orca. O filme é um dos maiores exemplares de obra ecologicamente correta mirada ao grande público, e contou com produção de Richard Donner, de ‘Superman – O Filme’ e ‘Máquina Mortífera’. Fora isso, o que marcou mesmo foi a trilha sonora de Michael Jackson, que impulsionou o filme na época com a canção “Will You Be There”. O filme foi lançado em 1993 e gerou duas sequências, uma em 1995 e outra em 1997

9. A Malandrinha

Não era apenas os meninos que dominavam os cinemas com suas peripécias dignas de enlouquecer qualquer adulto. Aqui, o saudoso John Hughes, criador de ‘Curtindo a Vida Adoidado’ e ‘Esqueceram de Mim’, resolvia fazer o mesmo para as meninas, criando uma “pequena dama” inesquecível da sétima arte. Curly Sue (no original), a malandrinha do título, foi interpretada por Alisan Porter (que depois não fez mais nada). A menina vivia dando golpes com seu pai vagabundo e malandro, papel de James Belushi.

8. Se Brincar o Bicho Morde

Aqui temos uma das histórias coming of age mais queridas dos anos 90. Bem, ao menos lá para os americanos. Existe um fenômeno curioso de territorialismo, ou seja, certos filmes emplacam mais em determinado lugar do mundo do que em outros, e isso mesmo quando falamos de filmes de Hollywood. Alguns filmes conseguem inclusive fazer mais sucesso em outro país que não seja o seu de origem. Porém, o que mais ocorre, é claro, é certo longa fazer muito sucesso nos EUA, mas não emplacar tanto pelo mundo.

Por exemplo, ‘Se Brincar o Bicho Morde’, um coming of age passado nos anos 60, envolvendo meninos de uma vizinhança do Vale de San Fernando fanáticos por baseball (um esporte muito relacionado à cultura americana), é adorado por lá. Aqui no Brasil, justamente pelo tema, não marcou da mesma forma, com muitos sequer o conhecendo.

7. Nós Somos os Campeões

Ao contrário do item acima, mesmo se tratando de um esporte que os brasileiros não possuíam muita conexão (hoje, mais um pouco – com os inúmeros canais de todo e qualquer esporte também aqui no Brasil), ‘Nós Somos os Campeões’ fez certo sucesso ao ser lançado nas locadoras. Emilio Estevez é quem protagoniza essa produção da Disney como um treinador encarregado de transformar o pior time juvenil de hockey no gelo, os Mighty Ducks, em vencedores. O longa fez tanto sucesso que gerou uma trilogia, com continuações em 1994 e 1996, e um revival em forma de série no Disney+ em 2021, que durou 2 temporadas.

6. O Pestinha

Meninos bonitinhos, mas endiabrados, eram uma tendência no início dos anos 90. O mais marcante definitivamente foi ‘Esqueceram de Mim’, que transformou Macaulay Culkin em um astro mundial. No mesmo ano, porém, meses antes, era um menino ruivinho e não loirinho quem tocava o terror. Mas o pequeno Junior Healy (Michael Oliver) parecia mais a cria de Jason e Freddy Krueger, pois realizava atos que extrapolavam as bagunças infantis. O acerto foi da Universal, cujo sucesso fez gerar uma sequência logo no ano seguinte, onde Junior ganha uma irmãzinha.

 

5. Dennis – O Pimentinha

Baseado em uma série de tirinhas clássicas datando da década de 1950, tendo inclusive ganhado um desenho animado na TV nos anos 80, em 1993 era a época perfeita para a primeira versão cinematográfica do personagem. Afinal, um menino loirinho e engraçadinho que apronta todas e transforma a vida das pessoas ao redor em uma bagunça havia acabado de chegar às telas com ‘Esqueceram de Mim’. Embora o personagem tenha vindo antes, o filme de ‘Dennis – O Pimentinha’ pegou esse hype três anos depois e garantiu o sucesso também. Pena que nunca gerou uma sequência nas telonas.

4. Os Batutinhas

Os Batutinhas’ ou ‘Little Rascals’ é uma propriedade tão antiga quanto os primórdios do cinema. A turminha de crianças surgiu em uma série de curtas exibidos nas telas de cinema, intitulados ‘Our Gang’, durante as décadas de 1920, 1930 e 1940. Com o advento da televisão na década seguinte, os curtas foram rebatizados de ‘Little Rascals’ para a exibição nas telinhas.

No cinema, a turminha ganhou clima de superprodução de US$23 milhões de orçamento pelas mãos da Universal Pictures. Assim, Alfafa, Spanky, Stymie, Darla e toda a turminha, incluindo o cão Petey, ganharam tratamento de primeira, e coadjuvantes de peso, do nível de Mel Brooks, Daryl Hannah e Whoopi Goldberg. Acredite se quiser, até Donald Trump atua no filme. Era a hora deste filme lançado em 1994 ganhar uma nova versão.

3. O Jardim Secreto

Por falar em clássicos infanto-juvenis dos anos 90 que ganharam uma versão recente, temos agora na lista ‘O Jardim Secreto’, baseado no livro de Frances Hodgson Burnett. Com produção da Warner, de seu departamento voltado para a família, a história acompanha a pequena órfã Mary Lennox, sendo mandada para viver em uma grande casa da Inglaterra junto com seu tio, que fica responsável por sua criação após a morte de seus pais em um terremoto na Índia. Na mansão de campo, ela começará a explorar e descobrirá um jardim secreto, como diz o título. Maggie Smith está no elenco.

O filme original foi lançado em 1993, mas em 2020 a produtora StudioCanal se viu em posse dos direitos e soltou uma nova versão do conto, para o encatamento de mais uma geração de crianças. O filme recente conta com nomes como Colin Firth e Julie Walters no elenco.

2. Meu Primeiro Amor

O pequeno Macaulay Culkin pegou o mundo de assalto em 1990 quando protagonizou o rolo-compressor conhecido como ‘Esqueceram de Mim, se tornando uma das figuras mais populares do mundo no período. E o que ele fez na esteira desse sucesso? Antes mesmo de ‘Esqueceram de Mim 2’, Culkin coadjuvou numa das histórias juvenis de amadurecimento mais tocante dos anos 90.

Quem protagoniza mesmo é Anna Chlumsky, como a engraçadinha Vada, uma menininha extremamente madura para sua idade, criada pelo pai. No elenco adulto, Dan Aykroyd e Jamie Lee Curtis. O filme guarda um dos finais mais chocantes do cinema entretenimento, anos antes de ‘Ponte para Terabithia’. Três anos depois, uma continuação foi lançada, sem o mesmo efeito.

1. Esqueceram de Mim

Finalizamos com o que não poderia deixar de estar na lista. Muito mencionado nos parágrafos acima deste texto, ‘Esqueceram de Mim’ é provavelmente não só o filme infanto-juvenil (com atores reais) mais popular e querido dos anos 90, como também da história do cinema. E só não abrimos a lista com ele, pois seria muito óbvio, e resolvemos deixar o melhor para o final. Mas sua influência é sentida nos outros filmes aqui contidos, como no citado ‘Dennis – O Pimentinha’.

Ninguém poderia imaginar, nem mesmo os realizadores deste filme, que uma história sobre um menino de oito anos esquecido em casa pela família, que saiu de férias para passar o Natal em Paris, na França, fosse se tornar uma das obras mais populares do cinema, e um dos maiores sucessos financeiros igualmente. O fato mostra que uma trama simples, feita com muito coração e compromisso, era o suficiente para encantar plateias no mundo todo.

O filme fez do menino Macaulay Culkin fenômeno mundial, e dois anos depois ele já retornava para ser esquecido de novo – desta vez no aeroporto, onde termina embarcando para Nova York enquanto seus pais vão para Miami. Depois disso ainda seria tentado um terceiro filme nos cinemas em 1997, mas sem Culkin ou o resto do elenco, o longa não vingou. Recentemente um reboot no Disney+ também não chegou nem perto de popularidade.

Clive Owen, Rosamund Pike e Common vão estrelar o thriller de ação ‘Three Seconds’

Clive Owen, Common e Rosamund Pike serão colegas de elenco em um novo projeto, intitulado ‘Three Seconds’.

Dirigido por Andrea Di Stefano, o roteiro também foi re-escrito pelo cineasta, a partir de um material que já passou pelas mãos de Alex Garland, Matt Cook e Rowan Joffe.

A trama traz Pete Hoffman, um criminoso em redenção que já foi soldado das Forças Especiais, Como parte de seu acordo de libertação, ele se comprometeu a trabalhar como um agente secreto para o FBI, se infiltrando na máfia polonesa e no comércio de drogas em Nova York.

No entanto, quando o traficante se dá mal e ameaça revelar sua identidade como um espião, ele se vê forçado a voltar para prisão, na tentativa de salvar sua vida e a de sua família.

Three Seconds’ está à venda no mercado do Festival de Cannes, em busca de distribuidores e investidores.

 

‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar 2’ terá cenas filmadas em várias cidades europeias

Boa parte da sequência de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘ deve se passar em algumas cidades europeias.

Segundo o portal Production Weekly, a continuação listou o início da produção, marcado para 19 de maio deste ano, sinalizando algumas locações para as filmagens.

Além de Nova York, Londres, Veneza e Praga devem ser as outras cidades onde a trama se passará. Considerando também que agentes europeus aparecerão na sequência, a informação realmente condiz com o que a trama deve oferecer.

As filmagens da sequência estão programadas para começarem em 1 de junho de 2018 e durará até setembro, sob o subtítulo provisório: ‘Spider-Man: Fall of George’ (em tradução livre fica como Homem-Aranha: Outono de George’). O título é uma homenagem a um episódio de Seinfeld, de 1997.

A estreia acontece dia 5 de julho de 2019.

Crítica | Homem-Aranha: De Volta ao Lar é o filme ESPETACULAR que os fãs queriam (Nota: 9.0)

Crítica 2 | Homem-Aranha: De Volta ao Lar – É o filme do herói que você queria (Nota: 8.0)

Arte de fã imagina Zac Efron como Wolverine; Confira resultado!

Após o astro Keanu Reeves revelar que gostaria de interpretar o herói Wolverine nos cinemas, mais um ator foi sugerido pelos fãs para o papel.

Vários seguidores do popular artista BossLogic sugeriram ao criativo uma arte que trouxesse o jovem Zac Efron no papel  do mutante.

Respondendo aos pedidos, ele desenvolveu um material que ilustra a possibilidade e o resultado é realmente convincente.

Confira:

‘The Flash’: Imagens do set confirmam retorno de [SPOILER]; Confira!

A 6ª temporada de ‘The Flash‘ retornou essa semana e novas imagens feitas direto do set de filmagens confirmaram o retorno de mais um personagem, pós Crise nas Infinitas Terras.

Compartilhadas pelo portal CANADAGRAPHS, as imagens confirmam a volta de Godspeed para a segunda parte da sexta temporada. Aparentemente, o personagem deve aparecer no episódio 18.

Além disso, as fotos divulgadas também sugerem o retorno do Flautista.

Confira:

Assista à promo do próximo episódio:

Assista ao trailer da temporada:

Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, a série faz parte do Arrowverse.

Barry Allen era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do “Campo de Velocidade”, e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City com a ajuda dos cientistas da S.T.A.R. Labs.

O elenco inclui Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.

A série é exibida pela emissora The CW.

‘Pose’: 2ª temporada já está disponível na Netflix

A 2ª temporada da aclamada série Pose, criada por Ryan Murphy, já está disponível na Netflix. O mais recente ciclo teve sua estreia na última sexta-feira (01) na grade de programação.

Exibida internacionalmente pela FX, a produção examina com cuidado a vida dos LGBTQ+ da Nova York dos anos 1980, em meio à epidemia de HIV/AIDS e de que forma essa comunidade se uniu para um bem maior.

Relembre o trailer da temporada anterior:

Criada por MurphySteven Canals e Brad Falchuk, a série entrou para a história com o maior elenco de atores transsexuais da história da televisão americana e o maior elenco LGBTQ de uma série já produzida.

A TRAMA SE PASSA NO FINAL DOS ANOS 80 E OBSERVA A JUSTAPOSIÇÃO DE VÁRIOS SEGMENTOS DA VIDA E DA SOCIEDADE EM NOVA YORK: A ASCENSÃO DO UNIVERSO DE LUXO, A CENA SOCIAL E LITERÁRIA DO CENTRO E O MUNDO E CULTURA DOS BAILES.

O elenco inclui Mj RodriguezDominique JacksonBilly PorterIndya MooreRyan Jamaal SwainHailie SaharAngelica Ross e Angel Bismark Curiel.