Site Página 3736

Atriz confirma que filmagens de ‘Venom 3’ estão chegando ao FIM

A atriz Juno Temple (‘Ted Lasso’) revelou durante sua participação no SAG Awards que as filmagens de ‘Venom 3‘ estão quase acabando.

“Estamos chegando no fim das filmagens. Foi uma experiência incrível e maravilhosa. É algo muito novo para mim. É um set enorme! Foi insano. Mal posso esperar para que seja lançado. Acho que vai ser bom.”, revelou à Variety. 

Tom Hardy retornará para o novo filme, que ainda contará com Chiwetel Ejiofor (‘Doutor Estranho’) e Juno Temple (‘Ted Lasso’).

Kelly Marcel, roteirista dos filmes anteriores, assumirá a direção.

Venom 3‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 7 de novembro.

A trama de Venom 3’ ainda não foi divulgada. No entanto, os fãs especulam que o filme explorará as viagens multiversais de Eddie, considerando as cenas pós-créditos de Venom: Tempo de Carnificina’ eHomem-Aranha: Sem Volta para Casa’.

Rumores também tem surgido na internet sobre a participação do astro Andrew Garfield como Peter Parker/Homem-Aranha.

Confira nossa crítica sobre Venom: Tempo de Carnificina’ em vídeo:

Reality do Horror: Influencers em Pânico

(Amp House Massacre)

Elenco:

Kara Royster
Pedro Correa
Cassandra Scerbo

Direção: Dame Pierre, Mike Ware

Gênero: Terror

Duração: 80 min.

Distribuidora: PlayArte

Orçamento: US$ 500 mil

Estreia: 27 de Fevereiro de 2025

Sinopse: 

Em Reality do Horror: Influencers em Pânico, um grupo de influenciadores de mídia social compartilhando uma mansão em Hollywood Hills se vê preso em um jogo de sobrevivência de vida ou morte quando um assassino revela seus segredos mais profundos antes de matá-los um por um.

Curiosidades: 

» Além de dirigirem, Dame Pierre e Mike Ware também assinam o roteiro ao lado da Amanda Ashley Miess;

Trailer:

Cartazes: 

reality de horror

Fotos: 

 

Trailer de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ vaza e traz Sadie Sink, Bruce Banner e Justiceiro; Confira!

Após vazar o primeiro trailer de ‘Vingadores – Destino‘, o trailer de Homem-Aranha: Um Novo Dia’ supostamente também vazou em baixa qualidade.

O vídeo indica que Sadie Sink deve interpretar a antagonista da história, surgindo para alertar Peter Parker a não se envolver com um problema.

O herói aparece enfrentando dificuldades para dominar suas habilidades, inclusive em uma cena em que desperta aprisionado em algo parecido com um casulo de teias.

Tom Holland narra as cenas borradas, dizendo: “Oi, meu nome é Peter Parker. Vocês não se lembram de mim, mas nós nos conhecíamos. Algo ruim ia acontecer, e a única maneira de impedir… era fazer com que todos se esquecessem de mim.”

Ele acrescenta: “Porque eu não sou apenas Peter Parker, eu sou o Homem-Aranha. E às vezes, o Homem-Aranha tem que fazer coisas difíceis, mesmo que isso parta o coração de Peter Parker.”

As imagens ainda revelam a presença de vários Ninjas Vermelhos, do vilão Bumerangue, participações de Bruce Banner e do Justiceiro, além de um vislumbre do Escorpião usando o traje de presidiário.

Assista:

O filme chega aos cinemas no ano que vem, trazendo a nova jornada do Amigão da Vizinhança interpretado por Tom Holland e com direção de Destin Daniel Cretton.

Com a estreia se aproximando, a conta britânica do Twitter da Sony Pictures publicou um GIF de Peter Parker de um dos primeiros filmes do Homem-Aranha, acrescentando: “Tudo o que queremos para o Natal é Tom Holland”, com alguns emojis reveladores.

O primeiro trailer de ‘Vingadores – Destino‘ será lançado no dia 19, mas será que teremos um trailer de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia‘ no Natal?

Confira:

 

Homem-Aranha: Um Novo Dia’ será o quarto filme solo do Homem-Aranha no Universo Cinematográfico Marvel (MCU), resultado da parceria entre Sony e Disney.

O novo longa é baseado no arco homônimo dos quadrinhos. Na história original, Peter Parker faz um pacto com o demônio Mephisto para que o mundo esqueça sua identidade como Homem-Aranha e para salvar a vida de Tia May. No entanto, o feitiço essencialmente reinicia sua realidade, apagando até mesmo seu casamento com MJ.

A direção de ‘Um Novo Dia’ está a cargo de Destin Daniel Cretton, conhecido por seu trabalho em ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’. O filme também promete participações especiais de Jon Bernthal como o Justiceiro e Mark Ruffalo como Bruce Banner, o Hulk.

A estreia do filme segue programada para o dia 31 de julho de 2026.

10 FILMAÇOS que muitos não conhecem no catálogo da Netflix

O universo dos streamings é muito dinâmico, cheio de adições aos catálogos toda semana! Talvez, o que mais adiciona filmes e séries semanalmente é a Netflix. Como não conseguimos saber todos os filmes que entram nesse catálogo, sempre nos surpreendemos com ótimas produções que já estão lá e nem sabemos. Pensando nisso, segue abaixo 10 filmaços que muitos não conhecem no catálogo da Netflix.

 

As Ondas

Como lidar com os abalos emocionais que preenchem as lacunas do nosso interior? Como começar a escrever sobre um dos filmes mais impactantes que você verá (ou já viu) nos últimos anos? Waves é a reunião de um excepcional roteiro, uma direção impecável e atuações que farão você estar em todos os lugares como testemunha ocular desse belíssimo filme escrito e dirigido pelo cineasta Trey Edward Shults. Ao longo dos 135 minutos, dando a impressão de ter duas partes profundamente intercaladas, como se fossem um lado A e labo B daqueles vinis antigos, conquista os corações cinéfilos de maneira arrebatadora. Magnífica obra-prima.

 

Other People

Não precisamos ser perfeitos o tempo todo para que nossas famílias nos amem. Debutante em longas metragens, o cineasta Chris Kelly, dirige e assina o roteiro deste belíssimo filme que explora com muita simpatia assuntos tabus de uma família de classe média norte americana. Other People é um grande aulão sobre os muitos lados das emoções, um filme rico em conteúdo, corajoso que faz questão de expor as polêmicas como forma de refletirmos sobre os temas abordados. O projeto conta com uma atuação espetacular da veterana atriz Molly Shannon que nos emociona do início ao fim com sua impactante personagem.

 

Atlantique

Em seu primeiro trabalho como diretora, a cineasta francesa Mati Diop consegue reunir elementos físicos e sobrenaturais para nos contar uma história de amor que acontece em Dakar, no Senegal. Em meio a uma paisagem e arcos que remetem ao grande oceano que banha a parte da cidade onde se passa a trama, Diop e suas lentes conseguem uma incrível conexão com quem assiste do lado de cá da telona. Disponível no catálogo da Netflix, o filme levou o grande prêmio do Júri em 2019 no prestigiado Festival de Cannes.

 

Nocturama

Selecionado para alguns festivais pelo mundo e absurdamente sem a mínima chance de ser exibido pelo circuito exibidor brasileiro, exceto em um festival ou outro, o impactante trabalho do excelente cineasta francês Bertrand Bonello, Nocturama, é uma trama cheia de reviravoltas que expõe um confronto de ideias e a falta de limite que pessoas comuns podem ter. O filme é uma grande crítica e expõe argumentos fortes que fala de maneira bem efetiva sobre muitos dos conflitos que assombram países de todo o planeta.

 

A Livraria

Ganhador do prestigiado prêmio Goya, o longa-metragem A Livraria, trabalho da renomada cineasta Isabel Coixet, é um singelo retrato sobre o mundo da literatura e tudo o que gira ao seu redor quando pensamento em sociedade em uma Europa repleta de transformações no final da década de 50. Baseado no aclamado romance homônimo de Penelope Fitzgerald, o projeto dá luz a força feminina em uma época repleta de tensões movidas por interesses.

 

Quando a Vida Acontece

As razões profundas de um bem-estar existencial em contraponto aos obstáculos que a vida nos traz. Indagando questões dentro de um relacionamento repleto de sentimentos perdidos e mal analisados após situações de decepções no passado, Quando a Vida Acontece, disponível no catálogo da Netflix, e indicado da Áustria ao Oscar 2021, é um drama interpretativo onde o espectador é testemunha ocular de tentativas de resoluções de problemas de um casal. O filme é dirigido pela cineasta austríaca Ulrike Kofler (em seu primeiro longa-metragem) e com roteiro baseado em um texto do escritor suíço Peter Stamm.

 

Abaixo de Zero

As inconsequências da vingança. Em seu segundo longa-metragem como diretor, o cineasta espanhol Lluís Quílez consegue criar um eletrizante clima de tensão em um suspense impactante. Bastante interpretativo, o projeto apresenta uma noite fria, criminosos, policiais e um misterioso homem buscando vingança. Com cenas de tirar o fôlego, não deixando nossos olhos desgrudar da tela (principalmente no terço final), vamos acompanhando reflexivos contrapontos entre os abstratos sentidos da lei.

 

7 Años

As verdades íntimas de pessoas que pensamos conhecer. Dirigido pelo cineasta espanhol Roger Gual, 7 Ãnos mais parece uma peça de teatro com situações que se desenvolvem através dos argumentos de cada uma das pessoas envolvidas em uma trama que definirá o futuro de uma empresa e de cada um deles. Instigante e com ótimas críticas sociais, o filme navega entre a linha tênue entre o certo e o errado e nos mostra um certo eufemismo em argumentos pretenciosos de vilões capitalistas.

 

O Silêncio do Céu

O que é felicidade meu amor?  O trabalho do cineasta paulistano Marco Dutra (do interessante Quando Eu Era Vivo) é uma jornada esfíngica de um homem em busca de respostas em relação a uma situação que mudará para sempre sua vida. O roteiro beira à perfeição, consegue prender a atenção do público a cada segundo, a direção primorosa de Dutra traduz com eficiência um ritmo sinistro aos passos dos protagonistas, os atores principais dão um verdadeiro espetáculo ao público, principalmente Carolina Dieckmann. Toda a produção parece uma orquestra entrosada, onde ritmos e harmonia andam detalhadamente simétricos, conseguindo apresentar ao público um grande filme.

 

O Homem das Mil Caras

O risco de uma decisão errada é preferível ao terror da indecisão. Vencedor de dois prêmios Goya, nas categorias melhor ator revelação e melhor roteiro adaptado, El hombre de las mil caras é um suspense policial embasado em uma trama extremamente detalhista e com muitas surpresas em seu curso. Dirigido pelo ótimo cineasta espanhol Alberto Rodríguez (do excelente Pecados Antigos, Longas Sombras) a fita lembra muito filmes antigos de espionagem e promete agradar grande parte do público. A história é baseada em fatos reais, o protagonista, ex-espião Francisco Paesa, realmente existiu.

 

Crítica | ‘A Fabulosa Máquina do Tempo’ – Um maravilhoso encontro entre o lúdico e o real

Trazendo o sonhar acoplado ao infinito de possibilidades que a linguagem cinematográfica oferece, o documentário A Fabulosa Máquina do Tempo é um projeto inventivo em que o lúdico e o concreto do real se chocam, revelando histórias através do olhar de jovens de uma cidade do interior do Brasil.

Dirigido por Eliza Capai, o longa-metragem teve sua première mundial no Festival de Berlim deste ano e, aqui no Brasil, ganhou suas primeiras exibições no principal evento dedicado a documentários, o Festival É Tudo Verdade.

Crítica | ‘Apocalipse Segundo Baby’ – Documentário de uma nota só apresenta Baby do Brasil por ela mesma

Foto: Carol Quintanilha
Foto: Carol Quintanilha

Nesta obra, onde a fantasia encontra a realidade, somos convidados a conhecer o entendimento do mundo pelo olhar de algumas crianças e adolescentes da cidade de Guaribas, no Piauí. A religião, os medos, as brincadeiras e os momentos difíceis se tornam elementos de reflexão sobre questões sociais que se expandem para um reflexo bem mais amplo do que apenas das experiências que passaram as personagens desse local.

Foto: Carol Quintanilha
Foto: Carol Quintanilha

A dinâmica se mostra interessante desde seu início: retrata os sonhos e as memórias de um passado recente de forma divertida, mas que, pelas entrelinhas, dizem muito mais do que se imagina. Essa brincadeira, que expõe muitas questões sobre o eu atual e o que projetamos para o futuro, vai de encontro à filosofia da existência, batendo na tecla de que nunca estamos completamente prontos para o que vem – estamos em constante construção, em curso e onde nada é definitivo.

A importância do sonhar logo vira uma espécie de poesia do viver, com perguntas existenciais circulando a narrativa de forma direta, nos levando de maneira criativa até a metalinguagem e uma série de depoimentos – em sua maioria descontraídos – que, aos poucos, vão se tornando marcantes e deixam pelo caminho importantes reflexões.

Foto: Eliza Capai
Foto: Eliza Capai

Quem eu sou e quem eu quero ser. A partir dessa expressão, que dialoga com a construção da identidade – algo que, em um primeiro momento, parece um quebra-cabeça difícil de montar -, aqui se torna simples, objetivo e muito criativo, nos conduzindo pelos nossos próprios pensamentos, transformando A Fabulosa Máquina do Tempo em uma experiência profunda e inesquecível. Um filme que dificilmente esqueceremos.

 

 

Crítica | O Círculo – Suspense Tecnológico exibido na GLOBO é ‘A Rede’ do nosso tempo

O Fantasma da Máquina

Vivemos uma era de tanto material reciclado, de tantas cópias carbono e de tanto mais do mesmo, que quando surge uma ideia um pouco mais adulta e fora da caixinha, é quase impossível não sermos atraídos como um ímã para ela. É exatamente o que ocorre aqui, com este O Círculo, baseado no livro homônimo de Dave Eggers, roteirista experiente, que também assina a adaptação.

Vivemos num mar onde tudo parece ser filmes de super-heróis, sequências intermináveis ou blockbusters inflados, na maioria das vezes falhando no primordial, a humanidade. Quando livros são adaptados ao cinema, surge uma enxurrada de romances infanto-juvenis – forte tendência atual – onde a mínima porcentagem se destaca pela qualidade (sejam ficções científicas sobre futuros distópicos ou os famosos dramas românticos de doença). Quando um livro de sucesso para o público adulto surge anunciado, os cinéfilos mais velhos se veem aguando, e daí nossas gigantescas expectativas para obras como Garota Exemplar (2014), A Garota no Trem (2016) ou Assassinato no Expresso Oriente (2017).

O Círculo é mais um que chega para suprir esta necessidade, de um filme que fuja de todos os quesitos apresentados no primeiro parágrafo. É uma produção mainstream, vendida ao grande público, com verdadeiros astros. Ou seja, uma parcela de cinema cada vez mais rara na atualidade. Na trama, Emma Watson interpreta Mae, jovem dedicada, que recebe a oportunidade de sua vida ao conseguir emprego numa empresa de tecnologia conhecida como Círculo. Imagine uma mistura de Google e Facebook. No local, ela é apadrinhada por Annie (Karen Gillan, a Nebulosa de Guardiões da Galáxia), amiga que lhe consegue a vaga.

Aos poucos a protagonista, uma menina simples, vinda do interior, vai se adaptando à nova realidade. A companhia preza por um forte senso de comunidade, beirando o excessivo, onde vida pessoal e profissional se conectam de tal forma que desembocam numa via única. Tal comprometimento é inicialmente rebatido pela protagonista, assim como seria com qualquer pessoa com o mínimo de discernimento e equilíbrio emocional. Mas até isso é incorporado aos poucos e de forma orgânica, uma vez que Mae perceba que o Círculo não é de todo mau, de fato, até a saúde de seus pais é acolhida pela empresa.

A falta de privacidade é o tema central de O Círculo, cuja proposta é bem mais criativa e interessante do que a maioria dos projetos propostos por Hollywood. A verdade é que a ideia é tão boa que nem mesmo o filme consegue acompanha-la. Discutir a era da falta de privacidade, num tempo onde câmeras monitoram cada passo nosso, involuntariamente ou através de nosso desejo de estrelato, cria uma suculenta dualidade sobre direitos, deveres e a tênue linha coexistente no tópico atualíssimo. Espionagens governamentais de filmes de suspense da época da Guerra Fria deram lugar a empresas privadas com acesso instantâneo a milhões de pessoas. O Círculo tem muito a dizer sobre nosso comportamento em relação à tecnologia e os limites do aceitável.

Como O Círculo não é um documentário, precisa existir o mínimo de conflito, e aqui a trama da vez é a da jovem humilde engolida por um mundo maior que ela, quando recebe sua grande chance profissional. Do clássico Wall Street – Poder e Cobiça (1987) até a comédia O Segredo do meu Sucesso, do mesmo ano, o mundo corporativo já foi apresentado como o ‘vilão’ de diversas obras do cinema. A diferença em O Círculo é que agora esta entidade tão malvada trabalha às claras e a nosso favor. Ou quase.

Completando o elenco principal, Tom Hanks, um dos maiores astros do cinema atual, interpreta o dúbio dono da empresa, e Patton Oswalt vive seu fiel escudeiro no negócio. John Boyega (o Finn de O Despertar da Força) é o  jovem gênio rebelde Ty, que enxerga o potencial de ameaça da companhia, se tornando a consciência do longa, e os saudosos Bill Paxton e Glenne Headly, ambos falecidos este ano, são os pais de Mae.

Com o filme, o cineasta James Ponsoldt, dono de um currículo invejável de filmes independentes (Smashed – De Volta à Realidade, O Maravilhoso Agora e O Final da Turnê), realiza sua produção mais ambiciosa. E entrega uma obra moderna e relevante, dona de uma montagem dinâmica, dessas que tratam de incluir na tela mensagens de inúmeros aplicativos sociais, dividindo espaço com a ação da narrativa.

O Círculo pode não ser tão impactante quanto sua proposta, e até ser considerado previsível de certa forma – ao percebermos para onde a história irá caminhar. Ao mesmo tempo, sua falta de pretensão em querer responder ou solucionar os avanços do mundo moderno, recai como ponto a favor. Longe de ser um marco como A Rede Social, O Círculo entrega comentários sociais pungentes, mesmo banhados em cinema entretenimento.

‘Aves de Rapina’ será um “filme para maiores sobre gangue de mulheres”, diz Margot Robbie

Apesar do fracasso de crítica de ‘Esquadrão Suicida‘, todos concordaram que Margot Robbie como a Arlequina foi o grande destaque do filme. Sabendo disso, a DC está desenvolvendo nada menos do que três projetos envolvendo a personagem. Um deles será ‘Birds of Prey‘, com a direção de Cathy Yan.

O filme irá focar em Harley Quinn e outras personagens femininas do Universo da DC. Recentemente, em entrevista ao Collider, Robbie falou sobre o projeto.

“Eu dei uma ideia de um filme para maiores sobre uma gangue de mulheres incluindo a Harley, eu estava tipo: ‘A Harley precisa de amigas’. Harley adora interagir com as pessoas, então não a faça ter um filme solo. Ela tem que estar com outras pessoas, e deveria ser uma gangue de mulheres.”

A atriz continua, “E, claro, ter uma diretora para contar essa história. E dar a essa diretora um grande orçamento para trabalhar. […] Era muito importante encontrar uma diretora para isso. Mas, no final do dia – homem, mulher – o melhor diretor consegue o trabalho, e Cathy era a melhor.”

Christina Hodson está trabalhando no roteiro.

Maldição mortal é libertada no trailer do terror ‘A Maldição Maia’; Assista!

O terror ‘A Maldição Maia‘ ganhou trailer legendado.

Confira:

Dirigido por Joaquin Rodriguez, o filme será lançado no Brasil pela A2 Filmes.

Contratados para explorar uma antiga caverna submarina, um grupo de mergulhadores profissionais têm como missão encontrar mais informações sobre a civilização maia e os reais motivos do desaparecimento. Quando a equipe localiza nas profundezas o que parece ser uma prisão muito bem trancada, mal sabem eles que jamais deveria abrir essa porta. Determinados a descobrir o que está preso lá embaixo, os mergulhadores conseguem abrir a misteriosa prisão, libertando uma ameaça alienígena que estava trancada e que é capaz de destruir toda a humanidade. Seria esse o verdadeiro apocalipse previsto nas profecias maias?

O elenco conta com Luis Felipe Tovar, Steve Wilcox, Carla Ortiz, Olga Fonda, Juan Pablo Castañeda, Mark Tacher, Mauricio Martinez e Bernardo Peña.

‘Carnival Row’: Novo vídeo revela os bastidores da criação do universo da série

A Amazon divulgou um novo vídeo dos bastidores da série ‘Carnival Row‘, estrelada por Orlando Bloom e Cara Delevingne.

Confira:

Criada por René Echevarria e Travis Beacham, a trama foi originalmente escrita como um filme, mas posteriormente foi adaptada para o formato de série.

A trama é situada na vitoriana Burgue, cidade de atmosfera noir habitada por humanos e criaturas mágicas, como fadas, onde crimes em série começam a acontecer. Um detetive se põe em busca do serial killer dessas figuras místicas e acaba se tornando o principal suspeito dos homicídios.

O elenco conta com Orlando Bloom, Cara Delevingne, David Gyasi, Tamzin Merchant, Andrew Gower e Karla Crome.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 2ª temporada.

‘Vingadores: Era de Ultron’: Artes conceituais trazem versão alternativa do vilão Ultron

Através do seu Instagram, o artista Phil Saunders divulgou três artes conceituais de ‘Vingadores: Era de Ultron‘, que trazem uma versão alternativa do vilão Ultron.

Confira:

Lançada em 2015, a sequência dirigida por Joss Whedon foi um dos filmes mais criticados da Marvel, mas ainda foi um sucesso de bilheteria, arrecadando US$ 1,402 bilhão pelo mundo.

Assista ao trailer:

Ator fala sobre possível romance gay entre Jimmy Woo e o Homem-Formiga

Em entrevista ao Yahoo Entertainment, o ator Randall Park, que interpreta o agente Jimmy Woo no universo da Marvel, afirmou que estaria aberto a um possível romance entre seu personagem e o Scott Lang, o Homem-Formiga.

“O relacionamento [entre o Jimmy Woo e Scott Lang] cabe ao Kevin Feige e o resto do time dele, mas eu estaria aberto a seguir qualquer caminho que eles quiserem.”

Conversando com BUILD Series, o ator revelou como veio a participar da série ‘WandaVision‘: “Eu tive uma reunião com a Marvel para conversar sobre o meu personagem e eu estava tipo: ‘Sim, eu adoraria retornar como o Jimmy Woo se houver a oportunidade’. Então, uma semana depois, eles disseram: ‘Volte aqui, nós queremos falar com você sobre essa série’. E eu topei.”

O 5º episódio de ‘WandaVision‘, intitulado “Em um Episódio Especial…” já está disponível na plataforma do Disney+.

Confira o mais recente trailer da série:

A série foi criada por Jac Schaeffer, roteirista de ‘Viúva Negra‘.

Wanda Maximoff e Visão, dois seres superpoderosos, vivem seu sonho suburbano, mas começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

Elizabeth Olsen e Paul Bettany estrelam. O elenco ainda conta com Kathryn Hahn, Shane Berengue e Emma Caulfield Ford, além do retorno de rostos conhecidos como Kat Dennings (a Darcy Lewis, de ‘Thor‘), Randall Park (o agente Jimmy Woo, de ‘Homem-Formiga e a Vespa‘) e Teyonah Parris (que interpretará a versão adulta da Monica Rambeau, de ‘Capitã Marvel‘).

‘Venom: Tempo de Carnificina’ já arrecadou quase US$ 200 milhões mundialmente

Em menos de duas semanas, a sequência ‘Venom: Tempo de Carnificina‘ já arrecadou quase US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 141.6 milhões. No mercado internacional, foram US$ 43.9 milhões – incluindo o Brasil, onde a produção quebrou recordes e já arrecadou mais de R$ 14.8 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou impressionantes US$ 185.5 milhões mundialmente.

Confira nossa crítica da produção:

Não é de hoje que a Sony Pictures acalenta a ideia de fazer um filme do Venom, desde os tempos áureos em que Tobey Maguire vestia o manto do Homem-Aranha, o estúdio já pretendia, após o terceiro filme, emendar um spin-off do vilão. Algo que também deveria acontecer na passagem de Andrew Garfield pelo Teioso, após o arco do Sexteto Sinistro. No entanto, como sabemos, ambas as empreitadas foram interrompidas e a coisa não andou. Após muita conversa, o Homem-Aranha aportou no universo da Marvel Studios numa parceria inédita com a Sony. Agora com um ator bem mais novo, Tom Holland, a figura do herói foi reconstruída e “atualizada” para funcionar melhor com os Vingadores. E tudo deu muito certo, tanto a participação do Aranha em Guerra Civil (2016) quanto em Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017).

Agora com o Amigão da Vizinhança sob a batuta temporária da Casa das Ideias, a Sony teve tempo para organizar um novo universo e utilizar os conhecidos vilões do personagem, como Kraven, Morbius e, claro, Venom, que ainda em 2018 ganhou finalmente sua primeira aventura solo. E mesmo sendo o filme visualmente desagradável e possuindo apenas um remendo de roteiro para a trama, a presença de Tom Hardy no papel de Eddie Brock e toda veia cômica misturadas aos (de)efeitos visuais, que pareciam tiradas do filme Spawn – O Soldado do Inferno (1997), foram suficientes para a produção e o personagem caírem nas graças do público. Tanto que deu muita grana e imediatamente encomendaram uma sequência, agora sem o diretor original, Ruben Fleischer, que estava ocupado em outra continuação da série zumbi que o revelou como cineasta, Zombieland.

Para substituir Fleischer, a Sony tentou trazer realizadores como Travis Knight, que tinha feito o ótimo Bumblebee (2018), e Rupert Wyatt, do primeiro Planeta dos Macacos (2011). Ambos não toparam, mas o membro mais famoso da franquia dos símios, Andy Serkis, tinha sido contratado para ajudar com os elementos de CGI pela sua vasta experiência de marcantes personagens digitais como Gollum e o próprio macaco Ceaser. Serkis também comandou a adaptação de Mogli da Netflix, que, mesmo com um orçamento mais modesto, não ficou devendo a Disney. O filme, aliás, usava e abusava das cenas em CGI e não fazia feio. Após isso, os executivos da Sony perceberam que tinham contratado a pessoa certa para comandar o segundo Venom, e foi exatamente o que aconteceu, Andy Serkis assumiu o comando.

O então chamado Venom – Tempo de Carnificina segue a pegada bem humorada do primeiro e adiciona ainda mais cenas cômicas que funcionam graças a desenvoltura de Tom Hardy. Ainda que exagere em alguns momentos, o ator possui um tom cômico ideal para ambos os personagens e consegue imprimir uma forte energia nos andamentos mais movimentados. Digo ‘personagens’ porque, de fato, Eddie Brock e Venom possuem personalidades bem diferentes, com a criatura alienígena soando como uma espécie de entidade vista em O Máskara (1994). Eddie é sempre receoso, tenta evitar brigas e seguir uma vida normal, já Venom vive um dilema que o atormenta por demais, pois quer devorar novas cabeças e é barrado pelo Eddie. Contudo o Venom literalmente ama o Eddie, ou pelo menos o seu corpo que usa como avatar. Por outro lado, Eddie percebe que, após se fundir com o Venom, ganhou mais coragem e começou a fazer coisas que melhoraram sua vida.

O dilema em questão não acontece por acaso, já que, em diversos momentos, fica clara a intenção de Andy Serkis em criar uma espécie de romance entre a figura do Eddie e com o Venom. E não para ali no campo da amizade ou das divergências de opinião, o sentimento é para além do físico. Os dois estão numa DR constante que, no fim das contas, acaba sendo a coisa mais legal da longa. O ápice acontece em dois momentos específicos: primeiro na cena que ocorre numa boate e traz o Venom falando que alienígenas também tem sentimentos e o Eddie precisa entender; e depois quando o monstrengo se funde ao corpo da ex-namorada do Eddie, Anne Weying (Michelle Williams), e pede que Brock se desculpe de maneira especial, pois só assim ele vai voltar e penetrar o seu corpo. Querem alegoria maior que essa? Bom, nós teríamos, pois o subtítulo oficial desse novo Venom seria O Amor Vai nos Separar – é sério! Só podemos dizer que isso é uma certo e tanto para o filme.

Este que, sim, é melhor que o primeiro, mas ainda tão problemático quanto. A começar pelo visual pobre e a maioria dos momentos de maior ação continuarem genéricos. Talvez alguns cenários sejam mais inspirados dessa vez, como o manicômio e a igreja, mas todo apelo estético se mostra artificial, onde claramente vemos a utilização nada sutil de efeitos digitais grosseiros de maneira geral, podendo tirar toda credibilidade do espectador – mas certamente não a do público alvo, que vai se deleitar ao ver, pela primeira vez nos cinemas, Venom e Carnificina trocando simbiontadas e explodindo a cidade.

Nesse sentido, o Cletus Kasady de Woody Harrelson confere um ar alucinado que contrasta com a animalidade de Venom. Harrelson que foi escolhido a dedo por Ruben Fleischer que enxergou em Assassinos Por Natureza (1994), um dos grandes papéis da carreira do ator, o Carnificina que queria. E a nível de história, Tempo de Carnificina é um pouquinho mais criativo que o original, por apresentar o passado de Kasady e sua parceira Frances Barrison (Naomie Harris), que vai desempenhar um papel “importante” no ato final. No entanto tudo é muito telegrafado e didático, com acontecimentos que você já sabe onde vão dar, perdendo qualquer noção de perigo.

De maneira geral, Venom – Tempo de Carnificina deve atender perfeitamente o seu público alvo, que nem vai perceber o romance em aqui destacado. O filme tem muita ação, humor e desenvolve mais ainda o anti-herói. Ainda que o melhor fique mesmo para a cena pós-créditos, que a essa altura deixou a internet em polvorosa e fez muita gente criar as mais insanas teorias em relação ao rumo desse novo universo arquitetado pela Sony e por que não dizer a Marvel. Contudo se você não aguenta mais ver super-heróis nos cinemas e todo escapismo latente dessas produções, passe longe disso aqui.

Nota: 5.0

‘On the 3rd Day’: Novo terror do Shudder ganha trailer SINISTRO; Confira!

O terror ‘On the 3rd Day‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Daniel de la Vega é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Alberto FasceGonzalo Ventura.

“Durante uma viagem com seu filho, Cecilia sofre um acidente de carro. Três dias depois, ela se encontra vagando sozinha por uma estrada sem sinal do seu filho – e sem memória do que aconteceu desde o acidente. A busca desesperada de Cecilia por seu filho a leva a um confronto sinistro com um fanático religioso que sabe uma verdade chocante sobre os acontecimentos.”

O elenco conta com Mariana Anghileri, Octavio BelmonteFederico Aimetta e Susana Beltrán.

O terror será lançado pelo Shudder no dia 7 de julho.

Mariana Anghileri as Cecilia Amato – On the 3rd Day – Photo Credit: Shudder

‘The Walking Dead’: Retorno de [SPOILER] é confirmado no spin-off do Rick e Michonne

Novas imagens dos bastidores das gravações da nova série derivada de ‘The Walking Dead‘, que será focada no Rick Grimes (Andrew Lincoln) e na Michonne (Danai Gurira), foram divulgadas.

As imagens confirmam o retorno da atriz Pollyanna McIntosh como a ardilosa Jadis. A personagem esteve diretamente ligada ao desaparecimento do Rick Grimes na série original, então seu retorno faz muito sentido – e provavelmente indica que o público finalmente terá uma explicação sobre o que aconteceu com o Rick depois de todos esses anos.

Vale lembrar que a Jadis já havia feito o seu retorno no universo da série no spin-off ‘The Walking Dead: World Beyond‘.

Confira as imagens:

Lincoln e Gurira se reúnem para finalmente continuar a jornada de Rick Grimes e Michonne. A série limitada apresenta uma história de amor épica de dois personagens alterados por um mundo diferente. Mantidos separados pela distância. Por um poder imparável. Pelos fantasmas de quem eram. Rick e Michonne são jogados em outro mundo, construído sobre uma guerra contra os mortos… E, em última análise, uma guerra contra os vivos. Eles podem encontrar um ao outro e quem eram em um lugar e situação diferente de qualquer um que já conheceram antes? São inimigos? Amantes? Vítimas? Vencedores? Sem um ao outro, estão mesmo vivos – ou descobrirão que também são os mortos-vivos?”

Anteriormente prevista para julho deste ano, a série só vai estrear em 2024.

A trama também vai abordar onde esteve Michonne, que se despediu da série na 10ª temporada para tentar encontrar o amado.

Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Hashira Training Arc

(Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Hashira Training Arc)

Elenco:

Natsuki Hanae
Kengo Kawanishi
Akari Kitô
Yoshitsugu Matsuoka
Hiro Shimono

 

Direção: Haruo Sotozaki

Gênero: Anime

Duração: — min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 22 de Fevereiro de 2024

Sinopse: 

Após a violenta conclusão da batalha entre Tanjiro e o Quatro Superior, Hantengu, bem como o triunfo de Nezuko sobre o sol, começa o treinamento realizado pelos Hashira em preparação para a batalha final contra Muzan Kibutsuji.

Curiosidades: 

» O longa apresentará os eventos do Arco da Vila dos Ferreiros, que foram retratados na terceira temporada da série, e o Arco do Treinamento dos Hashiras, do vindouro quarto ciclo;

» ‘Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba‘ é baseado na série de mangás de Koyoharu Gotoge publicada pelo selo SHUEISHA’s JUMP COMICS, que consiste em 23 volumes e mais de 150 milhões de cópias em circulação. A produção de animação é da ufotable;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘O Sobrevivente’: Ator de ‘All American’ se junta ao elenco do remake estrelado por Glen Powell

De acordo com o Deadline, Daniel Ezra (‘All American’) entrou para o elenco do remake do clássico ‘O Sobrevivente‘ (The Running Man), que está sendo desenvolvido pela Paramount Pictures.

Infelizmente, detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.

Glen Powell (‘Twisters’) será o protagonista da nova versão.

O elenco ainda contará com Katy O’Brian (‘Love Lies Bleeding: O Amor Sangra’).

O longa está programado para estrear no dia 21 de novembro de 2025.

Os últimos finais de semana do ano geralmente são muito competitivos nos cinemas norte-americanos e o filme enfrentará uma disputa direta com ‘Wicked: Parte 2‘ e um blockbuster ainda não especificado da Warner Bros.

A direção fica a cargo de Edgar Wright (‘Baby Driver – Em Ritmo de Fuga’), que escreveu o roteiro em parceria com Michael Bacall, seu colaborador em ‘Scott Pilgrim Contra o Mundo‘.

Baseado no livro homônimo de Stephen King, publicado através do pseudônimo Richard Bachman, a trama é ambientada em uma América distópica em 2025 e gira em torno de Ben Richards, um homem desesperado que participa de um reality show violento chamado O Sobrevivente, para ganhar dinheiro e salvar sua filha gravemente doente.

Além de dirigir e escrever, Wright serve como produtor ao lado de seus parceiros Nira Park e Simon Kinberg.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Anima’: Odette Annable estrelará novo TERROR psicológico

De acordo com Bloody Disgusting, Odette Annable (‘Alma Perdida’) será a protagonista de ‘Anima‘, novo terror psicológico.

Na trama…

“Helena (Annable) é uma investigadora médica forense dominada pela dor após a morte do marido, Richard. Ao se tornar obcecada por um novo caso perturbador, Helena começa a acreditar que pode trazer Richard de volta, desencadeando uma série de consequências aterrorizantes.”

Andrés Beltrán (‘Presos na Floresta: Fuja se for Capaz’) será responsável pela direção e roteiro.

“Essa é uma história profundamente pessoal e perturbadora sobre luto, negação e o custo aterrorizante de se refusar a superar,” declarou o cineasta.

O elenco ainda contará com Allegra Leguizamo, Julio Cesar Cedillo, Tony Revolori Andres Londono.

As filmagens estão acontecendo atualmente em Bogotá, na Colômbia.

‘Hot Year’: Kathryn Newton estrelará novo THRILLER de vingança

De acordo com o Deadline, Kathryn Newton (‘Casamento Sangrento 2: A Viúva’) será a protagonista do thriller de vingança ‘Hot Year‘ (Ano Quente, em tradução livre).

O elenco ainda contará com Storm Reid (‘O Homem Invisível’), Dove Cameron (’56 Dias’), J. Smith Cameron (‘Succession’) e Owen Painter (‘Wandinha’).

Na trama…

“Ambientado em uma pequena cidade do noroeste do Pacífico durante uma onda de calor implacável, o filme acompanha duas melhores amigas de infância cujo laço é posto à prova após um plano de vingança contra um ex-namorado se transformar em um incidente violento do qual elas não conseguem escapar.”

“Ao longo de uma noite febril, a dupla precisa lidar com as consequências de seus atos enquanto traumas antigos, lealdade e identidades se chocam.”

Roxy Sophie Sorkin será responsável pela direção e roteiro.

“O filme é uma exploração da honestidade brutal e da feminilidade fervilhante, fervente e grotesca,” declarou a cineasta. “É um projeto que eu gostaria de ter guardado com carinho quando tinha 18 anos. É um beijo na testa e um cuspe na cara.”

As filmagens estão programadas para maio, em Oklahoma.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Personagens de ‘Scott Pilgrim Contra o Mundo’ ganham bonecos Funko exclusivos para Comic Con

Os personagens da adaptação ‘Scott Pilgrim Contra o Mundo’ ganharam bonecos Funko, feitos exclusivamente para a San Diego Comic Con 2017.

Para marcar o anúncio, a empresa fez um vídeo de apresentação.

Confira:

‘O Império do Besteirol Contra-Ataca’ vai virar série em realidade virtual

A peculiar dupla de amigos Jay e Silent Bob retornarão em breve, em realidade virtual. O anúncio foi feito pela produtora STX Entertainment.

A empresa está desenvolvendo uma série em VR em volta de ambos os personagens. Roteirizado por Kevin Smith, o artista também assinará a direção e produção do programa.

A narrativa será totalmente filmada a partir da perspectiva de Silent Bob (papel de Smith) e o público seguirá Jay, que comandará uma sequência de aventuras hilárias.

Vale lembrar que em 2017 o ator chegou a anunciar que estava finalizando o roteiro do reboot deO Império do Besteirol Contra-Ataca’.

Confira sua publicação feita na época:

 

This is not a drill! This is an actual image from my laptop! Yes, Kids – @jayandsilentbob are coming back! Here’s the story: Sadly, Clerks III can’t happen (one of our four leads opted out of the flick). So I worked on a #Mallrats movie instead… which also didn’t happen because it turned into a #Mallrats series. I’ve pitched said sequel series to 6 different networks only to find no takers thus far. Mind you, I’m not complaining: nobody gets to make EVERYTHING they wanna make in this business (do they?). And I’ve been lucky to make anything at all, there’s so much competition out there, so many much cooler ideas from fresh folks. And besides: I had #comicbookmen and then @tuskthemovie and @yogahosers (which all came together so crazy quickly), and the podcasts and #fatmanonbatman. With all of that, how could I bitch about no Clerks III or Mallrats 2? Then when I started directing @thecw shows, it was such a slice of Heaven on Earth, I happily put my Askewniverse sequels to the side. Since I sold #Clerks and #Mallrats years ago, they’re owned by others, which limits my moves with my own material. I don’t mind: back in the day, all I ever wanted to do was sell my stuff so I could be in the movie biz in the first place. So I don’t own Clerks, Mallrats, Chasing Amy or #Dogma… But I DO own #jayandsilentbob. So while I love playing with someone else’s new toys on @cwtheflash and @Supergirl, I’m getting eager to play with my old toys again in the inter-connected View Askewniverse I spent the first half of my career creating. And so all last month, I had the time of my life laughing while writing “Jay and Silent Bob Reboot” – a fun flick in which the Jersey boys have to go back to Hollywood to stop a brand new reboot of the old “Bluntman & Chronic Movie” they hated so much. It’s a tongue-in-cheek, silly-ass satire that pokes fun at the movie business’s recent re-do obsession, featuring an all-star cast of cameos and familiar faces! And I already met with the good folks at Miramax and they’re into it, so I’m hoping we’ll be shooting in the summer! Never give up, kids. You CAN do anything you want in life, so long as you’re patient and malleable. #KevinSmith

Uma foto publicada por Kevin Smith (@thatkevinsmith) em

 

No texto caracteristicamente sincero que acompanha a imagem, Smith explicou que o novo filme de Jay & Silent Bob – no qual os personagens retornarão a Hollywood, a fim de impedir um reboot do filme ‘Bluntman & Chronic‘, cuja produção eles destruíram na comédia de 2001 – estará substituindo a sequência planejada para ‘O Balconista’ e a versão em formato de série para TV de ‘Barrados no Shopping’,  ambos abandonados na pré-produção:

“Isso não é uma teste! Esta é uma imagem real do meu notebook! Sim crianças – @jayandsilentbob estão voltando! … Estou ficando ansioso para brincar com meus brinquedos antigos novamente no inter-conectado universo View Askewniverse que passei a primeira metade da minha carreira criando. E assim, no mês passado, me divertir rindo ao escrever ‘Jay & Silent Bob Reboot‘ – um filme divertido em que os meninos de Jersey têm que voltar a Hollywood para parar um novo reboot do velho ‘Bluntman & Chronic’ eles tanto odiaram. É uma sátira estranha e boba, que cutuca com humor a obsessão da indústria cinematográfica pelos reboots, trazendo aparições de grandes estrelas e rostos familiares! E eu já me encontrei com meus bons amigos da Miramax [Studio] e eles estão nisso, então espero que as filmagens comecem ainda neste semestre!”

Retratado pelo próprio Smith e colaborador de longa data, Jason Mewes, Jay e Silente Bob se originaram como personagens secundários no clássico ‘O Balconista’ e apareceram novamente em ‘Barrados no Shopping’. O crossover de Jay e Bob em algumas produções acabou criando uma continuidade compartilhada, que Smith e seus fãs chamam de View Askewniverse. Eles posteriormente reapareceram em ‘Procura-se Amy’, onde ambos serviram como a inspiração para os quadrinhos intitulados ‘Bluntman & Chronic’.

Crítica | Luce: Drama com elenco de peso reflete sobre as pressões sociais impostas sobre todos nós

Enquanto sociedade, aprendemos a nos organizar em clãs. Seja pela raça, preferências pessoais ou origens sócio políticas, nos identificamos em grupos, embora façamos tudo para fugir dos pejorativos estereótipos. Em se tratando de adolescentes, a necessidade de se encontrar e se identificar em micro sociedades é ainda mais latente. Com suas percepções sobre si mesmos firmadas nad expectativas dos que os cercam, eles são os mais confusos quanto ao tipo de gente que querem ser. O drama Luce, que fez sua estreia mundial no Festival de Sundance 2019, vai a fundo exatamente nessa temática, trazendo um elenco de peso, para debater a pressão que fazer parte de uma sociedade organizada exerce sobre todos nós.

 

Dirigido por Julius Onah, a produção acompanha o prodígio Luce, um garoto negro resgatado da zona de guerra da Eritreia, por um casal de brancos americanos (Naomi Watts e Tim Roth). Habituado à nova cultura e tradições há 10 anos, ele é exemplar em toda sua conduta. De fala mansa e sorriso conquistador, ele não passa despercebido por onde anda e é visto como um modelo de jovem negro dentro da escola. Sob os olhares de todos, ele esconde seus medos, conflitos e complexos sociais em um sutil comportamento sádico dúbio. Com duplo sentido em tudo que faz, ele se revela um sociopata em potencial, principalmente após sua professora, Sra. Wilson (Octavia Spencer), encontrar um conteúdo perigoso no seu ármario da escola.

Tentar destrinchar e desmembrar o comportamento de Luce é uma das artimanhas mais prazerosas da experiência de assistir o filme. Tentando compreender as atitudes desse jovem, que titubeia entre ser um santo e um sádico, vamos buscando mecanismos e artifícios que poderiam tornar esse jovem tão promissor em uma figura tão doentia. Em meio a um contexto turbulento onde um amigo perde a bolsa de estudos por porte ilegal de maconha dentro da escola e um trabalho polêmico revela uma percepção anarquista e violenta do nosso protagonista, Luce nos ajuda a percorrer o quebra-cabeça da mente deste jovem, à medida que revela novas camadas de uma trama com tensão crescente, a cada passo cauteloso e friamente calculado do personagem homônimo.

Fazendo jogos mentais com seus pais e com a destestada professora da escola, Luce tenta provar sua inocência e pureza, com reações que surpreendem a audiência tamanha sagacidade. Sob a caracterização do novato ator Kevin Harrison Jr., contemplamos um personagem assustadoramente hipnotizante. Com uma atuação arrebatadora, o drama independente garante ao espectador uma experiência imersiva na narrativa, por meio de construções surpreendentes. Como um longa que reside em seus personagens e seus respectivos dilemas, Luce acerta em cheio de maneira completa, trazendo uma trama madura, sustentada com leveza e maestria por seu elenco.

E no que diz respeito à narrativa, Luce acerta mais uma vez por ser extremamente pontual. Analisando o contexto social da pressão existente sobre os afro-americanos de evitar os estereótipos corrompidos e a estigmatização da raça (negro não possui formação profissional, negro só se envolve com problemas e confusões, entre tantas outras mentiras racistas), o longa traz um jovem adolescente como o centro do debate. Por meio do peso que sua própria vida trouxe sobre si mesmo, ele desafia as imposições sócio culturais sobre a cor da sua pele, tentando encontrar sua identidade, despida de todos os argumentos exaustivos colocados sob seus ombros. A tal busca o leva para caminhos tortuosos, fazendo com que sua família entre em uma espiral de crise de confiança profunda, gerando rompimentos emocionais e psicológicos que chegam até à audiência, tamanha sua autenticidade.

Nesse grande nó que é o ser humano, Naomi Watts se entrega de corpo e alma como uma mãe adotiva que padece pelo filho como alguém que o gerou no ventre. Hipnotizante, sua atuação é um deleite para o público, que se sufoca junto a ela. Roth e Spencer não ficam atrás e completam o quadro de atuações de primeira, que é coroado pelo jovem Harrison, um garoto novo no cinema, mas com um carreira brilhante. Com uma direção simples, centrada nas emoções de seus personagens, Luce traz um roteiro alinhado, co-escrito por Julius Onah e JC Lee. Fundamental para o debate sobre as pressões que os clãs sociais exercem sobre seus pares, o drama ultrapassa a linha do entretenimento, promovendo uma reflexão essencial sobre a identidade particular de um indivíduo, independente de qual seja o seu background ou responsabilidade social incubida.

 

‘Stargirl’: Filme do Disney+ ganha novo teaser musical; Confira!

O novo filme original da plataforma Disney+, intitulado ‘Stargirl’, ganhou um novo teaser, que traz a protagonista homônima soltando a voz.

Confira, junto ao trailer completo:

 
 
 
 
 
Ver essa foto no Instagram
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Be true to your school 🎶 Start streaming @Stargirl, an Original Movie, this Friday on #DisneyPlus. #StargirlMovie

Uma publicação compartilhada por Walt Disney Studios (@disneystudios) em

O filme é dirigido opr Julia Hart, que assina o roteiro ao lado de Kristin Hahn e Jordan Horowitz.

Leo Borlock é um estudante mediano no Colégio Mica. Ele tira boas notas, é membro da banda da escola e sempre se contentou em passar longe do radar. Mas tudo isso muda quando ele conhece Stargirl Caraway, uma estudante nova e confiante que sempre soube chamar a atenção. Suas excentricidades e personalidade infectante encantam Leo e o corpo discente, e ela logo passa de ignorada para aclamada, levando Leo em uma montanha-russa de emoções.

Grace VanderWaal, Graham Verchere, Karan Brar, Maximiliano Hernandez, Darby Stanchfield e Giancarlo Esposito estrelam.

‘Stargirl’ tem estreia marcada para 13 de março.

‘Relatos do Mundo’: Drama faroeste com Tom Hanks já está disponível na Netflix

O novo drama faroeste Relatos do Mundo, estrelado por Tom Hanks, já está disponível na Netflix. A produção teve sua estreia na grade de programação nesta quarta-feira (10).

Confira a sinopse oficial:

Cinco anos após o fim da Guerra Civil, o Capitão Jefferson Kyle Kidd (Hanks), um veterano de três guerras, viaja de cidade em cidade para contar histórias, compartilhar notícias e suas aventuras pelo mundo. Quando passa pelo estado do Texas, ela cruza o caminho de Johanna (Helena Zengel) uma menina que foi acolhida pelo povo Kiowa. Kidd assume a missão de devolver a jovem aos seus tios biológicos, mas conforme atravessam o Oeste americano, acabam enfrentando grandes desafios humanos e naturais.

Assista ao trailer:

O longa é dirigido por Paul Greengrass.

Luke Davis assina o roteiro, baseado no romance homônimo publicado em 2016 por Paulette Jiles.

‘Case Comigo’: Comédia romântica com JLo, Maluma e Owen Wilson abre com 80% de aprovação

A comédia romântica ‘Case Comigo‘ (Marry Me), estrelada por Jennifer Lopez, Maluma Owen Wilson, teve a sua estreia nesta quinta-feira (10) nos cinemas ao redor do mundo e as primeiras avaliações da crítica especializada já estão entre nós.

Abrindo com 80% de aprovação no Rotten Tomatoes – a partir de apenas cinco críticas que já foram publicadas, a produção agradou por fazer seus clichês funcionarem.

No entanto, a comédia também foi criticada por repetir um formula que havia funcionado de forma muito mais fluida e coerente no amado clássico ‘Um Lugar Chamado Notting Hill’.

É importante ressaltar que apenas as críticas australianas foram computadas no Rotten Tomatoes por enquanto, em virtude do fuso horário. Ao longo do dia, novas avaliações da imprensa norte-americana serão lançadas!

Confira alguns trechos das críticas:

“Veja por que isso funciona. A sinceridade e a doçura desarmante e queixosa de Wilson cobrem tanto o filme, bem como a a audiência e a sempre glamorosa Sra. Jennifer Lopez”. – Roger Moore, Movie Nation

“No papel, nada sobre ‘Case Comigo’ faz um pingo de sentido, particularmente sua premissa boba. No entanto, apesar de todas as probabilidades, tudo funciona notavelmente bem”. – Doug Jamieson, The Jam Report

“Ele abraça os clichês do gênero. Ele se aquece no elemento de fantasia que tantas comédias românticas brincam, mantendo uma sensação de realismo fundamentado”. – Peter Gray, The AU Review

“Enquanto Notting Hill fez parecer tão fácil, Case Comigo é uma mistura de cenas que carecem de credibilidade e coerência”. – Matthew Toomey, ABC Radio Brisbane

“Uma comédia romântica de estúdio perfeitamente agradável, agradável ao público e estampada com a presença altamente simpática de Jennifer Lopez e Owen Wilson, compensando a ultra previsibilidade do filme”. – Jim Schembri, jimschembri.com

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O filme é dirigido por Kat Coiro, com roteiro assinado por John RogersTami SagherHarper Dill.

Baseado na graphic novel de Bobby Crosby, a história é centrada em Kat Valdez (Lopez), metade do casal mais sexy e poderoso do planeta ao lado de Bastian (Maluma). Quando descobre que ele a traiu, ela acaba se envolvendo com o divorciado professor de matemática Charlie Gilbert (Wilson) e se casando com ele – mas conforme forças conspiram para separá-los, surge a questão: será que duas pessoas de mundos diferentes podem ignorar o abismo entre eles e construir um lugar único?

Sarah SilvermanJohn BradleyMichelle ButeauJameela JamilStephen WallenJimmy Fallon e outros completam o elenco.

Exclusivo | “Quero trabalhar com Alicia Vikander”, diz Olivier Assayas

Em passagem pelo Brasil durante o Festival do Rio, realizado de 1 a 11 de novembro, para promover o seu novo filme Vidas Duplas (Double Vies), Olivier Assayas conversou com o CinePOP sobre sua nova obra, as políticas cinematográficas e seu desejo de filmar com a ganhadora do Oscar de 2015. Além disso, revelou ser fã de Woody Allen e ter um grande carinho por Kristen Stewart.

Com 30 obras no currículo, o diretor francês trabalha pela quarta vez com a musa Juliette Binoche – as três primeiras foram Paris, Eu te Amo (2006), Horas de Verão (2008) e Acima das Nuvens (2014). Ele também levou Kristen Stewart (Crepúsculo) a ganhar o César de Melhor Atriz Coadjuvante e conta com um prêmio de Melhor Diretor em Cannes.

Previsto para entrar no circuito comercial no início do próximo ano, Vidas Duplas discute o mercado literário francês, as crises da meia idade e, principalmente, a hipocrisia humana. Confira abaixo o nosso bate-papo com o diretor e marque na agenda para conferir seu lançamento.

Crítica | Vidas Duplas – Comédia Francesa com tom de Woody Allen

CinePOP: Por conta do grande fluxo de diálogos no filme Vidas Duplas, há uma comparação da sua obra com as de Woody Allen. O que você pensa sobre isso?

Olivier Assayas: Sim. É Woody Allen, é Éric Rohmer [diretor francês de O Joelho de Claire (1970) e Pauline na Praia (1983)]; é parte da tradição francesa. A propósito, eu sou fã de Woody Allen. Eu adoro o trabalho dele e, às vezes, desejava ter a sua relevância, porque ele é um ótimo escritor de comédias e, ocasionalmente, bem eloquente. No entanto, não temos as mesmas origens. Eu acredito que muito do trabalho de Allen agora é sobre o que ele recorda e o que o inspira. Nesse sentido, posso dizer que temos essa majoritária influência em comum,  porque eu também acredito que esse tipo de inspiração é vital para um realizador de filmes.

Essa característica [diálogos eloquentes] é, de certa forma, uma tradição do cinema francês, no qual os personagens estão sentandos e conversando sobre algo que perturba o narrador. Para mim, o excitante como diretor é me permitir a oportunidade de novos desafios e quando eu escrevo um roteiro, o que a princípio são apenas vários diálogos, eu me pergunto como eu vou realizar esta cena, como vou filmá-la.

CinePOP: O filme discute muito sobre a transformação do livro para o modelo digital e-book. Você enxerga o mercado cinematográfico nesta mesma dinâmica? O que você acha da polêmica do lançamento de Roma, de Alfonso Cuarón, pela Netflix?

Assayas: Eu vi o filme uma vez e é ótimo. É a única coisa que eu posso dizer sobre o filme em si. Eu não me envolvo nas políticas cinematográficas, mas o que eu sei é que Cuarón é um grande diretor e meu amigo. Eu fiquei realmente impressionado com o filme e acredito que é uma obra para ser vista no cinema. Eu acho que a gente está em momento muito confuso em termos de evolução do cinema. O modo com as pessoas assistem filme está transformando o cenário na França, nos Estados Unidos e em outras partes do mundo.

CinePOP: A gente pode fazer a mesma analogia dos livros com os filmes?

Assayas: Não, não. A revolução digital do cinema está acontecendo por um longo tempo. Começou nos anos 90, quando o som tornou-se digital e, dois anos depois, vieram os aparelhos para transformar a edição do filme de película em edição digital; depois as câmeras digitais e os DCPs [A Digital Cinema Package]. Os filmes começaram a ser distribuídos com mais facilidade em todo o mundo por conta do formato digital.

Já são quase 50 anos que o cinema vem com uma completa reinvenção digital do seu formato. Agora, quando fazemos um filme, temos que estar conscientes que apenas uma minoria vai assisti-lo no cinema. A grande parte vai ver por streaming, no laptop, na televisão de casa, a gente não tem controle de como a pessoa vai ver o nosso trabalho.

Eu viajo muito para Ásia e já encontrei os meus filmes sendo vendidos em caixas nas ruas, eu honestamente não tenho problema com isso. Para mim, a Netflix não é algo novo. Os filmes estão disponíveis desde sempre. O problema com a Netflix, por exemplo, é o sistema de financiamento de filmes.

Na França, temos um canal pago que injeta muito dinheiro nas produções francesas. A emissora tem a obrigação de fazer esse investimento, uma vez que ela possui inscritos e eles pagam mais do que a mensalidade da Netflix. A empresa, portanto, investe este lucro nos cineastas nacionais, algo que a Netflix não faz. Neste sistema, é permitido que você contribua com o criador e, portanto, essa questão é um problema de política externa.

CinePOP: Você já afirmou que Juliette Binoche é sua musa e a norte-americana Kristen Stewart teve um surpreendente desempenho em dois filmes seus. Com qual atriz de fora do cinema francês você ainda tem vontade de trabalhar?

Assayas: Kristen, com certeza, é uma atriz com quem quero trabalhar novamente. Eu a amo. Construímos um forte laço e eu quero investir mais nisso. Outra atriz que gostaria de trabalhar é com Alicia Vikander [atriz sueca de A Garota Dinamarquesa (2015) e Lara Croft: A Origem (2018)], mas eu ainda não tenho nenhum personagem específico para ela.

CinePOP: Qual filme o fez se interessar pela atuação de Alicia Vikander?

Assayas: A obra sueca sobre casamento, O Amante da Rainha (The Royal Affair, 2012).

CinePOP: Sobre o protagonista Alain (Guillaume Canet) em Vidas Duplas. Ele é um pouco da sua própria posição sobre o mercado literário atualmente?

Assayas: Quando você escreve, há um pouco de você em cada personagem, talvez eu seja mais próximo de um do que de outro. Vamos colocar desta forma, eu comecei a escrever o roteiro a partir do personagem Alain, o editor. Ele é quem eu tinha em mente para construir a história e os outros personagens cresceram em volta desse desejo.

CinePOP: Vidas Duplas deixa as discussões em aberto, sem definições. É assim que você enxerga o assunto?

Assayas: O filme não é sobre responder nenhuma questão. Eu acredito que o melhor que podemos fazer como realizadores é ajudar o público a formular as questões e as respostas por conta deles mesmos. Eu não quero empurrar nada para os espectadores.

‘Desejo de Matar’: Bruce Willis protege a filha em clipe do remake

Desejo de Matar‘ (Death Wish), o remake do clássico estrelado por Charles Bronson, teve sua primeira cena divulgada. Nela, vemos o personagem de Bruce Willis protegendo sua filha. Assista:

Assista ao trailer legendado:

Eli Roth (‘O Albergue’) dirige.

O elenco conta com Bruce Willis, Vincent D’Onofrio, Kimberly Elise, Mike Epps e Elisabeth Shue.

Em 2013, o diretor Joe Carnahan (A Perseguição) já havia se afastado do projeto alegando diferenças criativas em relação à escalação de Willis como protagonista.

Paul Kersey é um homem pacífico que tem sua vida destroçada quando três marginais invadem seu apartamento, estupram sua filha, que fica em estado gravíssimo, e matam Joanna, sua mulher. Após uma viagem a uma cidade do Arizona na qual todos andam armados e a criminalidade é mínima, Kersey decide eliminar qualquer um que o ameace, pois a polícia se mostra incapaz de encontrar os culpados. Assim Kersey se arma e começa a patrulhar as ruas, matando assassinos e ladrões e ficando obcecado em fazer justiça.

O filme será lançado no Brasil pela Imagem Filmes dia 31 de Maio de 2018.

‘Aquaman’: Capa de revista revela visual INCRÍVEL dos personagens

O site Dan of Geek revelou uma capa exclusiva da San Diego Comic-Con, destacando o visual dos personagens de Aquaman. Confira a arte:

Confira o cartaz oficial:

Pela manhã, o diretor James Wan revelou uma imagem do trailer. O vídeo será exibido durante a San Diego Comic-Con, que acontece de 19 a 22 de Julho.

A apresentação da Warner acontece sempre no terceiro dia do evento, ou seja, o trailer estará disponível dia 21 de Julho.

Confira:

O filme chegará aos cinemas nacionais em 13 de dezembro, ou seja, uma semana antes da estreia americana, que acontece em 21 de dezembro.

‘Aquaman’: Jason Momoa compartilha foto de nova cena das refilmagens

‘Liga da Justiça’: Aquaman estará diferente no filme solo, afirma Jason Momoa

O elenco do filme conta com Jason Momoa no papal principal, Amber Heard (Mera), Willem Dafoe (Vulko) e Nicole Kidman (Rainha Atlanna). James Wan dirige o filme e o roteiro fica a cargo de Will Beall.

 

‘Obi-Wan Kenobi’ | Terceiro episódio reforça a imponência de Darth Vader como vilão

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS] 

Se você ainda não assistiu aos três primeiros episódios de Obi-Wan Kenobi, evite esta matéria, pois ela contém spoilers.

Depois do início promissor da série, o terceiro episódio de Obi-Wan Kenobi parecia ser filler, aqueles episódios que não avançam tanto a trama e estão ali mais para encher a temporada, mas a presença de Darth Vader deu a ele uma força, com o perdão do trocadilho, muito grande.

O primeiro destaque é Obi-Wan tentando se comunicar com seu mestre Qui-Gon Jinn (Liam Neeson) por meio da Força, mas só consegue ouvir memórias dele e do Mestre Yoda falando sobre o jovem Anakin Skywalker. Isso será importante ao fim do capítulo e acredito que para a própria série também. Não será surpresa se o Fantasma da Força de Qui-Gon aparecer daqui pra frente.

Pois bem, Obi-Wan e Leia seguem com sua fuga em um planeta de mineração, onde conseguem carona com um Alien Toupeira defensor do Império chamado Freck. Ele serve como aquele tiozão mala que defende a ditadura nos almoços de domingo e que os parentes só aturam porque família a gente não escolhe. Os diálogos dele com a dupla servem praticamente como piada o tempo todo, mas trazem um ponto de vista diferente do padrão da saga. Desde o filme original, o Império é mostrado como uma instituição golpista e opressora que é odiada pela galáxia, até porque só foi mostrado o ponto de vista dos Rebeldes. No entanto, essa toupeira mostra que houve “populares” que apoiavam e viam no Império uma esperança por dias melhores.

Ele parece ser um sujeito simples, não um vilão mal intencionado ou algo do tipo. Apenas um trabalhador que acredita no Império, talvez pelo abandono da República ao seu planeta ou coisas do tipo. É legal quando a saga sai desse preto no branco de bem vs mal e explora um pouco mais dessa zona cinzenta da galáxia.

No entanto, o maior destaque dessa sequência envolvendo o Freck é um diálogo entre a dupla principal após quase serem pegos por Stormtroopers. A pequena Leia sabe que Obi-Wan está escondendo alguma coisa, mas a forma como ele falou da mãe dela para os peões do Império mexeu com a menina, que chega a perguntar se ele é o pai de verdade dela. Ao revelar que sabe que é adotada, a pequena Leia se aprofunda como personagem, e fica cada vez mais nítido que a personagem tem esse jeitão da Leia dos filmes, mas também carrega muito da Padmé (Natalie Portman). Essa revelação também afeta o Obi-Wan, que carrega ainda muita culpa pela situação de Anakin, Padmé e dos filhos do casal.

Também é revelado que Kenobi tem memórias de sua família antes de ser levado pelos Jedi. Ele queria poder se lembrar dos pais e do irmão, mostrando que o Imaculado Código Jedi está longe da aura de moral e heroísmo que alguns mestres tentavam pregar. É novamente a tal área cinzenta sendo explorada.

Partindo para o núcleo dos vilões, Reva fala com Darth Vader em Mustafar sobre a morte do Grande Inquisidor. Ela atribui o assassinato ao Kenobi, e sua conversa com Vader reafirma sua vontade de liderar os Inquisidores. Isso causa atrito com o Quinto Irmão, que teoricamente seria o próximo na linha de sucessão do grupo.

Sobre o Darth Vader, a saga usou Hayden Christensen para ficar sob a máscara e aproveitou mais uma vez a imponente voz de James Earl Jones para as falas do vilão.

Também é mostrado o doloroso processo de montagem do vilão para se adaptar à icônica armadura antes dele ir atrás de seu antigo mestre.

Pois bem, Leia e Obi-Wan escapam dos Stormtroopers e são resgatados por uma rebelde infiltrada no Império. Ela leva a dupla para um esconderijo, onde revela que vários outros Jedi sobreviveram e passaram por lá antes de assumirem novas identidades. Antes de partirem em suas novas jornadas, alguns deles deixaram suas marcas ou mensagens talhadas na parede.

Uma dessas mensagens é de Quinlan Vos, um mestre Jedi rebelde que fez uma aparição relâmpago em A Ameaça Fantasma e teve maior participação em The Clone Wars. Ele tinha a incrível habilidade de ver as memórias das pessoas ao tocar nelas ou em seus objetos, além de ter um problema em seguir regras.

No mesmo esconderijo, Reva tem uma reação bastante intensa ao ver o símbolo Jedi. Talvez seja mostrado no futuro que ela tem alguma ligação com a Ordem. Quem sabe ela não é uma Youngling sobrevivente da Ordem 66 que foi convertida para o Lado Sombrio? De qualquer forma, ela tenta se passar por Rebelde para raptar novamente a pequena Leia, que estava desprotegida porque…

Darth Vader chega ao planeta matando inocentes para chamar a atenção de Obi-Wan. O Jedi até tenta resistir, mas não consegue e parte para a luta, mesmo sabendo que está indo para a morte certa. Afinal, além de saber do poder de Anakin, ele está mentalmente abalado de reencontrar seu amigo.

E quando eles se encontram, não tem jeito. Começa um duelo de sabres de luz no qual Obi-Wan não tem a menor chance. Falando nisso, a introdução dessa luta é muito legal. Colocar o protagonista num cenário escuro, precisando usar a iluminação do sabre para tentar encontrar o inimigo, foi visualmente muito interessante. Os golpes de Vader são muito potentes. Dá pra ver apenas pela expressão corporal o quanto ele odeia Obi-Wan. Isso é reafirmado quando o protagonista pergunta o que Anakin se tornou, e ele responde: “foi você que me transformou nisso”.

Depois de golpes da Força e de acender o chão com seu sabre, Vader está prestes a concluir sua vingança e atira Obi-Wan contra o fogo. O vilão quer vê-lo queimar, tal qual o próprio Kenobi fizera com ele dez anos antes. Porém, a rebelde infiltrada chega e dá a Obi-Wan a chance de ver novamente a luz do dia.

Claramente essa foi só a primeira luta dos dois e como já sabemos qual é o fim de Obi-Wan Kenobi, podemos esperar um duelo ainda mais violento por parte de Vader antes do fim da série, que provavelmente terminará com a vitória do Jedi. Isso vai servir como justificativa para a luta final dos dois, em Uma Nova Esperança, trazer os dois se estudando tanto em vez de efetivamente trocarem golpes de sabre.

E não tem jeito. Qualquer produção que tenha a presença do Darth Vader acaba dando muito foco a ele. O vilão é um dos maiores de todos os tempos, senão o maior, e suas aparições apenas reafirmam isso. Ele sempre vai roubar a cena, Rogue One: Uma História Star Wars que o diga.

Os novos episódios de Obi-Wan Kenobi estreiam toda quarta no Disney+.

Crítica | Dog – A Aventura de Uma Vida – Channing Tatum Faz Amizade com Cão Militar em Emocionante Filme

Filme com cachorro a gente sabe que vai se emocionar. Esta é uma das maiores verdades do cinema, independentemente de a história ser real ou até mesmo desenho animado: quem é amigo dos animais sempre, sempre acaba chorando, mesmo quando o filme tem final feliz ou quando é apenas ficção. Aos desavisados, vale a dica: vem aí ‘Dog – A Aventura de Uma Vida’, mais novo longa dessa categoria, que chega às salas de exibição brasileiras na próxima quinta-feira, 19.

Jackson Briggs (Channing Tatum) é um militar afastado do exército após sofrer traumatismo craniano em uma das ações durante a guerra. Mesmo já de volta aos EUA, Briggs sofre com tonturas e dores constante na cabeça, e sobrevive como atendente de uma lanchonete, ao mesmo tempo em que tenta desesperadamente ser realocado em uma missão no exército. Para isso, porém, ele precisa da autorização de seu superior, que, após muita perturbação, decide lhe fazer uma oferta – lhe daria o aval se, em troca, ele realizasse uma pequena porém importante missão: levar a cadela Lulu para o funeral de seu tutor, amigo de Briggs, que morrera em combate. O problema não é só cruzar o país com a pastora alemã em um carro, mas sim o fato de a cachorra ter sofrido diversos traumas enquanto trabalhava em campo, e ter se tornado, hoje, um animal extremamente violento e agressivo, diferente do que Briggs se lembrava.

Não fosse o fato de ser estrelado e também dirigido pelo bonitão Channing Tatum, talvez ‘Dog – A Aventura de Uma Vida’ nem estreasse nos cinemas nacionais, uma vez que a história do longa é tão particular ao universo estadunidense, que nós, brasileiros, podemos até sentir empatia pelos personagens, mas não conseguimos alcançar a profundidade do drama pelo qual o protagonista passa sem ao menos receber antes uma dose se explicação. Por exemplo, o fato de esses soldados serem tão, tão viciados em viver esse mundinho da guerra, o por quê de eles serem e esperarem sempre ser tratados como heróis e receber regalias em troca dos “serviços prestados à nação”, mesmo que, no fundo, sejam apenas pessoas comuns, ou, como disse o próprio Briggs, um cara que “topa ir para qualquer país que termine com -stão”.

Inspirado numa história real, o roteiro de Reid Carolin e Brett Rodriguez tenta construir um protagonista ao mesmo tempo enraizado nesse mundinho bélico e em dificuldade de se desfazer de sua carcaça dura para permitir que brotem sentimentos em seu peito. A demora, entretanto, para que essa couraça sofra arranhões pode impacientar o espectador. O roteiro se esforça em tentar humanizar a história, fazendo uma autocrítica a esse mesmo mundo bélico (quando Briggs chega a uma cidade e tenta conquistar mulheres, mas todas desprezam esse ar de superioridade que ele tenta impor pelo fato de ser militar), porém, é um esforço deslocado, que não acrescenta na evolução do protagonista.

O grande diferencial de ‘Dog – A Aventura de Uma Vida’ é, ao invés de se tratar de mais um doguinho fofinho precisando ser adotado, trazer um cachorro superagressivo que precisa de reabilitação, tal qual os soldados. Por isso, as cenas que envolvem o animal acabam ganhando uma dose extra de adrenalina e emoção, posto que a cadela se torna imprevisível. Mais que a aventura de uma vida, o filme é uma lição de vida para tutores de animais.

Passou da hora de super-heróis abertamente LGBTQ nos cinemas

Sabemos que sempre que o assunto sobre qualquer tipo de representatividade entra em cena, ele vem acompanhado de muitas críticas, muito haterismo e de muita gente falando coisas como “este mundo tá chato demais”, “é muito mimimi”, etc. Mas todo mundo com um pouquinho de empatia e com capacidade para se colocar no lugar do outro pôde perceber o impacto de Pantera Negra com o público negro ou de Mulher-Maravilha e, mais recentemente, Capitã Marvel dentre as mulheres.

Representatividade é muito mais que mimimi. É sobre se ver em cena, sobre poder apreciar através do seu semelhante a sensação de empoderamento e lugar de fala. E nada melhor para tratar de empoderamento do que um filme de super-herói/super-heroína, não é mesmo?

Embora seja notório que ainda há muito a se evoluir na representatividade feminina e afrodescendente nos longas de heróis, há uma comunidade que ainda busca um avanço mais significativo no gênero. Trata-se, é claro, da representação LGBTQ. Nem no Universo Cinematográfico da Marvel, nem no da DC, tivemos a oportunidade de conferir um super-herói gay, bissexual ou trans. E chegou a hora de mudar isso.

É importante destacar que neste contexto, enquanto o cinema ainda tem muito a caminhar, as séries de TV têm brilhado consideravelmente. Especialmente as da DC, exibidas principalmente pela CW (Warner, no Brasil). Arrow, The Flash, Supergirl e Legends of Tomorrow contam não apenas com personagens não-heteronormativos, mas com heróis. Supergirl, inclusive, na atual temporada introduziu uma super-heroína trans, interpretada por uma atriz trans (Nicole Maines). Ainda no chamado Arrowverse, o canal foi atrás de uma atriz lésbica para viver a Batwoman (Ruby Rose). A maioria dos personagens são bem desenvolvidos e o tema é sempre inserido de forma natural. O mesmo acontece nas séries da Marvel, como Agents of S.H.I.E.L.D. e Runaways.

Antes que alguém venha apontar para a monumental distância de qualidade entre as séries-farofa da CW e os universos cinematográficos, o que fica é que o público apaixonado por quadrinhos e super-heróis está sim aberto a lidar com a diversidade em cena, falta apenas um pouco mais de coragem dos estúdios. Nas HQs, por exemplo, os fãs também já se acostumaram com personagens da comunidade LGBTQ. O Flautista (DC) e o Estrela Polar (Marvel) foram marcos de representação lá no início dos anos 90. Lembrando que até 1989, havia uma proibição expressa da CCA (Comics Code Authority) sobre a presença de personagens gays nos quadrinhos dos Estados Unidos.

Já passou da hora de Hollywood investir em heróis gays, trans ou bisexuais. E, aqui, é importante reforçar que a representação precisa ser aberta, clara e transparente. Não dá mais para, em pleno 2019, ficarmos lidando com este tipo de “homosexialidade Dumbledore”. Ou seja, aquela que a autora fala que existe, mas que não é vista em cena em momento algum. Na Marvel, tivemos recentemente o caso da Valkyrie em Thor: Ragnarok. Tessa Thompson chegou a revelar que interpretou a personagem como bissexual, mas nada que sugira isso apareceu na tela no corte final. Uma cena de Valkyrie na cama com outra mulher chegou a ser rodada, mas ficou de fora do filme. Outro longa que cortou uma cena de conotação LGBTQ foi Pantera Negra. Uma sequência que trazia um flerte entre Ayo (Florence Kasumba) e Okoye (Danai Gurira), ambas integrantes da guarda de Wakanda, chegou a ser exibida para a imprensa, mas tampouco sobreviveu ao último corte.

Antenado com o momento, e cheio de dinheiro com os sucessos de Pantera Negra (US$ 1,3 bilhão nas bilheterias mundiais) e Capitã Marvel (US$ 1,1 bilhão e contando), o todo-poderoso da Marvel Studios Kevin Feige, em entrevista recente, revelou que é questão de tempo para um super-herói LGBTQ chegar às telonas. No mesmo sentido, Victoria Alonzo, chefe de produção da Marvel, destacou que “o mundo está pronto” para que isso ocorra, e reforçou: “Todo nosso sucesso é baseado em pessoas que são incrivelmente diferentes. Por que gostaríamos de ser reconhecidos por apenas um tipo de pessoa? Nossa audiência é global, diversa e inclusiva.”

Além da importância de dar voz para uma significativa parte de seus fãs, a Disney/Marvel deve pensar até mesmo no conforto de seu sucesso. Explico: seus filmes têm sido praticamente à prova de crítica e Capitã Marvel está aí para provar que a companhia fez um universo tão consolidado que sobrevive também aos haters espalhados pelo mundo. Um herói LGBTQ renderia ataques, é verdade. Talvez o filme fosse proibido em alguns países ultraconservadores. Mas nada capaz de abalar o estúdio. Diante disso, há quase uma responsabilidade em ousar, em buscar o diferente. Quanto aos haters, eles estarão presentes nas redes, e até mesmo nas salas de cinema. Ou você acha que vão deixar de assistir a Vingadores: Ultimato por causa de Carol Denvers?

Dentre os mais conservadores, há sempre o argumento de que personagens LGBTQs podem influenciar jovens e crianças, o que não faz o menor sentido. Gays, lésbicas, bis e companhia passaram a vida toda assistindo a personagens e relacionamentos héteros no cinema (na TV, nas revistas, na família e na igreja) e isso não fez com que mudassem suas orientações.

A diversidade está presente em nossa sociedade, e cabe ao cinema reproduzir isso. A falta de heróis da comunidade LGBTQ não fará jamais uma pessoa mudar sua sexualidade, mas afetará sim sua sensação de ser representada. Em se tratando de minorias que são constantemente vítimas de violência, preconceito e intolerância, é papel da arte lhes dar lugar de fala. Seja na Marvel, seja na DC, o cinema precisa de um super-herói LGBTQ. E logo.

‘Rick and Morty’: Morty do Mal pode voltar para a 4ª temporada

A página oficial do Twitter da aclamada série Rick and Morty publicou uma misteriosa nova imagem que pode indicar o retorno do Morty do Mal para a 4ª temporada.

Confira:

O personagem apareceu pela primeira vez no episódio “Encontros Imediatos”, da primeira temporada, e controlava um Rick-robô para matar Ricks e sequestrar Mortys de outras dimensões. Após escapar sem que ninguém percebesse, ele retornou na terceira temporada para o capítulo “Contos da Cidadela”, no qual se disfarça e se torna presidente.

Confira o primeiro teaser e as imagens oficiais do próximo ciclo:

A série foi criada pela dupla Dan Harmon e Justin Roiland.

A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.

O elenco conta com as vozes de Justin Roiland, Chris Parnell, Spencer Grammer e Sarah Chalke.

Vale lembrar que a animação já está renovada para outros ciclos, em um acordo que garante mais 70 episódios inéditos à produção.

No Brasil, as três primeiras temporadas estão disponíveis no catálogo da Netflix!

‘One Day at a Time’: Marla Gibbs e Reggie Watts entram para a 4ª temporada da série

Segundo a VarietyMarla GibbsReggie Watts foram elencados como personagens convidados na 4ª temporada de One Day at a Time. Ambos os atores participarão do episódio de Halloween intitulado “One Halloween at a Time”.

Os dois se juntam ao previamente anunciado Ray Romano.

O novo ciclo estreia em 24 de março.

Criada por Gloria Calderon KellettMike Royce, a série havia sido cancelada pela Netflix depois de apenas três temporadas, deixando os fãs da produção desolados.

A trama gira em torno de uma família americana com raízes próximas em Cuba, composta por uma mãe recém-divorciada e ex-militar que precisa criar sua filha adolescente e o filho mais jovem, com a ajuda de sua mãe, uma cubana conservadora, e seu amigo Schneider.

Justina Machado, Todd Grinnell, Isabella Gomez, Marcel Ruiz, Stephen Tobolowsky e Rita Moreno estrelam.

‘The Boys’ empalam uma baleia na nova cena divulgada da 2ª temporada; Confira!

Amazon divulgou uma nova cena bastante sanguinolenta da 2ª temporada de The Boys.

Confira:

Lembrando que os três primeiros episódios do novo ciclo serão lançados no dia 4 de setembro, com o restante sendo divulgado toda sexta-feira.

Assista ao trailer:

Confira os títulos dos novos episódios:

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.