Os vencedores da 79ª edição do Globo de Ouro já estão sendo anunciados – e ‘Amor, Sublime Amor’ conquistou seu primeiro prêmio.
Ariana DeBose foi condecorada com o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante em Filme por seu incrível papel no filme.
‘Amor, Sublime Amor‘ se passa na Nova York da década de 1950 e conta a história de um casal apaixonado tentando salvar seu romance ao mesmo tempo que são divididos pela rivalidade entre as gangues branca e latina das quais fazem parte: Tony é integrante dos Jets e Maria dos Sharks, tudo inspirado em outro clássico, ‘Romeu e Julieta’ de Shakespeare.
O longa é protagonizado por Ansel Elgort (‘A Culpa é das Estrelas’) e a estreante Rachel Zegler, nos papéis de Tony e Maria, respectivamente.
O roteiro fica por conta do premiado TonyKushner, indicado ao Oscar e ganhador do Prêmio Pulitzer. Leonard Bernstein, Stephen Sondheim e Jerome Robbins cuidam da música, das letras e da coreografia.
A Hollywood Foreign Press Association anunciou hoje (09) os vencedores da 79ª edição do Globo de Ouro (Golden Globe), contemplando os melhores filmes e séries lançados em 2021.
MELHOR ATRIZ EM FILME – MUSICAL OU COMÉDIA
Marion Cotillard (“Annette”) Alana Haim (“Licorice Pizza”) Jennifer Lawrence (“Não Olhe para Cima”)
Emma Stone (“Cruella”) Rachel Zegler (“Amor, Sublime Amor”) – VENCEDORA
MELHOR FILME EM LÍNGUA NÃO-INGLESA
“Compartment No. 6” (Juho Kuosmanen, Finlândia) “Drive My Car” (Ryûsuke Hamaguchi, Japão) – VENCEDOR
“A Mão de Deus” (Paolo Sorrentino, Itália)
“A Hero” (Asghar Farhadi, Irã)
“Madres Paralelas” (Pedro Almodóvar, Espanha)
MELHOR ANIMAÇÃO “Encanto” (Walt Disney Pictures) – VENCEDORA “Flee” (Neon) “Luca” (Pixar)
“My Sunny Maad”
“Raya e o Último Dragão” (Walt Disney Pictures)
MELHOR TRILHA SONORA “A Crônica Francesa” (Searchlight Pictures) — Alexandre Desplat
“Encanto” (Walt Disney Pictures) — Germaine Franco “Ataque dos Cães” (Netflix) — Jonny Greenwood “Madres Paralelas” (Sony Pictures Classic) — Alberto Iglesias “Duna” (Warner Bros.) — Hans Zimmer – VENCEDORA
MELHOR CANÇÃO ORIGINAL “Be Alive” de “King Richard” (Warner Bros.) — Beyoncé Knowles-Carter, Dixson “Dos Orugitas” de “Encanto” (Walt Disney Pictures) — Lin-Manuel Miranda “Down to Joy” de “Belfast” (Focus Features) — Van Morrison “Here I Am (Singing My Way Home)” de “Respect” (MGM/United Artists Releasing) — Jamie Alexander Hartman, Jennifer Hudson, Carole King “No Time to Die” de “007: Sem Tempo para Morrer” (MGM/United Artists Releasing) — Billie Eilish, Finneas O’Connell – VENCEDORA
TELEVISÃO
MELHOR SÉRIE – DRAMA
“Lupin”
“The Morning Show”
“Pose”
“Squid Game” “Succession” – VENCEDORA
MELHOR SÉRIE – MUSICAL OU COMÉDIA “The Great” (Hulu) “Hacks” (HBO Max) – VENCEDORA “Only Murders in the Building” (Hulu) “Reservation Dogs” (FX on Hulu) “Ted Lasso” (Apple TV Plus)
MELHOR ATRIZ EM SÉRIE – DRAMA Uzo Aduba (“Sessão de Terapia”)
Jennifer Aniston (“The Morning Show”) Christine Baranski (“The Good Fight)
Elisabeth Moss (“The Handmaid’s Tale”) Mj Rodriguez (“Pose”) – VENCEDORA
MELHOR ATOR EM SÉRIE – DRAMA Brian Cox (“Succession”)
Lee Jung-jae (“Round 6”) Billy Porter (“Pose”) Jeremy Strong (“Succession”) – VENCEDOR
Omar Sy (“Lupin)
MELHOR ATRIZ EM SÉRIE – MUSICAL OU COMÉDIA
Hannah Einbinder (“Hacks”)
Elle Fanning (“The Great”) Issa Rae (“Insecure”)
Tracee Ellis Ross (“Black-ish”) Jean Smart (“Hacks”) – VENCEDORA
MELHOR ATOR EM SÉRIE – MUSICAL OU COMÉDIA
Anthony Anderson (“Black-ish”)
Nicholas Hoult (“The Great”)
Steve Martin (“Only Murders in the Building”)
Martin Short (“Only Murders in the Building”) Jason Sudeikis (“Ted Lasso”) – VENCEDOR
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE Jennifer Coolidge (“White Lotus”) Kaitlyn Dever (“Dopesick”)
Andie MacDowell (“Maid”) Sarah Snook (“Succession”) – VENCEDORA Hannah Waddingham (“Ted Lasso”)
MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE Billy Crudup (“The Morning Show”)
Kieran Culkin (“Succession”)
Mark Duplass (“The Morning Show”)
Brett Goldstein (“Ted Lasso”) Oh Yeong-su (“Round 6”) – VENCEDOR
MELHOR ATOR EM SÉRIE LIMITADA OU FILME PARA TV
Paul Bettany (“WandaVision”) Oscar Isaac (“Cenas de um Casamento”) Michael Keaton (“Dopesick”) – VENCEDOR
Ewan McGregor (“Halston”)
Tahar Rahim (“The Serpent”)
MELHOR SÉRIE LIMITADA OU FILME PARA TV “Dopesick”
“Impeachment: American Crime Story” “Maid” (Netflix) “Mare of Easttown” (HBO) “The Underground Railroad” (Amazon Prime Video) – VENCEDORA
ORLANDO, FLORIDA - AUGUST 14: Bob Saget attends MegaCon Orlando 2021 at Orange County Convention Center on August 14, 2021 in Orlando, Florida. (Photo by Gerardo Mora/Getty Images)
Segundo o TMZ, o icônico comediante Bob Saget morreu hoje, 09 de janeiro, aos 65 anos de idade.As informações indicam que Saget foi encontrado morto em seu quarto no Hotel Ritz-Carlton neste domingo, em Orlando, Flórida.O Departamento de Polícia local e o departamento de bombeiros chegaram ao local por volta das quatro horas da tarde (horário da cidade), após a segurança do hotel encontrar o corpo.Na noite anterior, o ator havia apresentado um show de stand-up comedy em Jacksonville.
Saget ficou conhecido por diversos papéis icônicos no cenário do entretenimento, incluindo como Danny Tanner na aclamada sitcom ‘Três É Demais’ e no recente revival‘Fuller House’. Seus outros créditos incluem o programa ‘America’s Funniest Home Videos’ e a narração de ‘How I Met Your Mother’, além de ‘Madagascar’, ‘Entourage’ e ‘Os Aristocratas’.
A VH1 divulgou um novo vídeo promocional do episódio de estreia da 14ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race’, compilando o show de talentos que as sete primeiras queens encabeçaram.
Confira:
O próximo episódio será exibido no dia 14 de janeiro.
A temporada irá estrear oficialmente no dia 07 de janeiro.
Surgindo como a primeira série televisiva do conceituado estúdio autoral A24, numa parceria inédita com a HBO, o canal mais respeitado da indústria do audiovisual por suas produções emblemáticas, Euphoria pegou todo mundo de surpresa com a sua fascinante e bucólica temporada de estreia em 2019. Trazendo como protagonista a hoje estrela hollywoodiana Zendaya (a MJ da nova cinessérie do Homem-Aranha), o show expõe, de maneira visceral, diversos temas delicados e recorrentes dentre os jovens americanos e, por que não dizer, de contexto mundial. Assuntos pungentes que vão desde a luta contra a dependência química e o descobrimento e arrebatamento da sexualidade até alguns conflitos internos e os relacionamentos tóxicos e perniciosos; além, claro, da forma de como pessoas transgênero convivem em meio a uma sociedade extremamente hipócrita e incapaz de lidar com o próximo.
Devido a agenda dos atores e também de novos trabalhos do criador da série, Sam Levinson – como o filme da Netflix Malcolm & Marie (2021), estrelado por John David Washington e a própria Zendaya – um leva com novos episódios de Euphoria (que ganhou vários prêmios e alcançou uma audiência inesperada) acabou sendo adiada e deixada em stand-by. A pandemia também teve sua parcela nisso. Ainda que, no final de 2020 e começo de 2021, tenha recebido dois especiais curtos, mas igualmente poderosos; onde em Trouble Don’t Last Always vemos que, em pleno Natal, Rue (Zendaya) conversa, por mais de uma hora, com Ali (Colman Domingo), um ex-usuário de drogas que conta suas experiências surreais e as contextualiza pelo prisma de quem morou nas ruas. Já Fuck Anyone Who’s Not a Sea Blob tem como sua figura principal Jules Vaughn (Hunter Schafer) a fascinantes e apaixonante personagem trans que acabou se tornando uma das protagonistas da série. O especial traz dessa vez a ótica de Jules diante daquela situação com Rue.
Três anos depois, finalmente a aguardada segunda temporada de Euphoria chega ao streaming da HBO Max com um lançamento mundial. Devendo agradar e ao mesmo tempo chocar todos os fãs. Empreendendo um viés ainda mais artístico, Sam Levinson abre o episódio inicial bem ao estilo Quentin Tarantino, com um plano-sequência que traz uma mulher armada descendo do carro e entrando numa boate-prostibulo até dar de cara com um homem asqueroso em pleno ato sexual. Depois de xinga-lo até sua décima geração, a moça dispara nas pernas do sujeito e em seguida volta pro carro na maior calma do mundo, sendo então acompanhada pelo seu pequeno neto – este que é a versão criança de Fezco (Angus Cloud), o amigo traficante de Rue. Levinson mostra ali como Fezco e seu irmão menor (de 11 ou 12 anos), que é mais violento ainda, chegaram até aquela situação de vender drogas naturalmente. Ou seja, logo de cara, já sabemos o que teremos pela frente.
Só que, acreditem, dentre os vários momentos de conflito, essa é a coisa mais leve que você terá neste episódio de retorno, pois, em toda ocasião, a série apresenta dilemas que trazem não apenas a violência física, mas também psicológica; como o andamento em que todos precisam se despir na frente de traficantes psicopatas. Ou simplesmente no embate em que todos se olham sem ao menos saberem o que virá em seguida. São casos desesperadores e constrangedores idealizados, propositalmente, para inserir o espectador no meio daquelas situações extremas, que jovens como eles lidam de maneira cotidiana.
Além do dilema recorrente de Rue, o romance e o rompimento com Jules e todo seu envolvimento com drogas, a trama abre espaço para abordar novamente a história do playboy Nate Jacobs, vivido pelo belo ator Jacob Elordi. Sendo então acertadamente explorada, sobretudo pelo reflexo do que ocorreu com a Jules e o seu pai, Cal Jacobs (Eric Dane) – além dele próprio. Devido ao momento mais brutal e gore que encerra este primeiro capítulo da segunda temporada, os episódios seguintes trazem total sensação de tensão, como se uma bomba relógio estivesse prestes a explodir a qualquer momento. Com Nate, Cal e Fezco representando os fios coloridos do explosivo, e apenas uma ação simboliza o alicate que vai cortar um desses fios e iniciar o desastre.
Essa tensão é semeada para os demais personagens, como o novo romance que surge entre Nate e Cassie (Sydney Sweeney), que segue o modus operandi do relacionamento de Maddy (Alexa Demie) com o próprio Nate. Aliás, essa relação com a Maddy está longe de terminar, pois toda aquela loucura reverbera também na própria Cassie e traz um novo conflito mental, deixando a garota transtornada. Algo que, obviamente, afetará o seu sempre inseguro namorado, Chris (Algee Smith). Ou seja, tudo parece se cruza, fazendo com que essas pessoas sofram em meio a relações que, sim, são sexualmente prazerosas, porém sentimentalmente desastrosas. No entanto, para nós espectadores, tudo acaba ficando cada vez mais complexo, despertando e atiçando assim nossa curiosidade em saber qual será o desfecho dessas figuras.
No que se refere a narrativa e estilo,Sam Levinson, mais uma vez, traz Rue em cenas que quebram a quarta parede, simulando aulas para explicar as situações peculiares que se mete, como o embate entre ela e a irmã caçula. Aliás, nesse mesmo andamento, Levinson também proporciona a Zendaya um número musical absolutamente sensacional, onde a atriz dança e arrebenta em tela, parecendo cada vez mais à vontade com o seu papel. Tal qual a Jules quase que desfila em cena, passando sensações internas através do olhar, sempre em silêncio, com Hunter Schafer mostrando porque é um dos maiores destaques de Euphoria. Sydney Sweeney é outra que não demora muito em demonstrar o tamanho do seu talento; primeiro na cena da banheira e depois quando explode emocionalmente junto a suas amigas. Sweeney empresta sua sensualidade para criar momentos que apenas sua personagem Cassie é capaz de gerar.
Aliás, se existe algo que merece destaque em Euphoria é esse leque de personagens curiosos e fascinantes. É difícil achar alguém que não mereça ter suas histórias explanadas, ou mesmo que o background não desperte a atenção do espectador. Por fim, a segunda temporada de Euphoria vem para provar, novamente, porque a criação da A24 é atualmente uma das produções tematicamente mais ricas e interessantes para ser acompanhada. Rivalizando somente com a também ótima realização da Netflix, Sex Education, no quesito de abordar de maneira primorosa o subgênero coming of age. E mesmo que ambas abordem culturas distintas, já que a obra do streaming rival se passa na Inglaterra, e a da HBO nos EUA, no fim das contas entendemos que o individuo é daquela maneira em qualquer lugar do mundo.
Apesar de já ter sido lançada em VOD no território norte-americano, a sequência ‘SING 2‘ continua fazendo sucesso nos cinemas, onde já arrecadou quase US$ 200 milhões mundialmente.
Nos EUA, o longa arrecadou sólidos US$ 109 milhões – o que representa a MAIOR arrecadação doméstica de uma animação desde o início da pandemia. No mercado internacional, foram US$ 81.8 milhões.
Ao total, a produção já arrecadou US$ 190.8 milhões mundialmente.
O novo capítulo da franquia animada da Illumination retorna com grandes sonhos e canções de sucesso espetaculares, enquanto o coala Buster Moon e seu elenco de estrelas se preparam para lançar sua performance de palco mais deslumbrante até então… na radiante capital mundial do entretenimento. Há apenas um obstáculo: eles primeiro precisam convencer o astro do rock mais recluso do mundo – interpretado na versão original pelo lendário ícone da música, Bono, em sua estreia no cinema de animação – a se juntar a eles.
GIGANTE! Em menos de um mês, a sequência ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ já arrecadou impressionantes US$ 1.53 bilhão mundialmente, tornando-se a 8ª maior bilheteria da história do cinema.
Nos últimos dias, o novo longa da Marvel conseguiu ultrapassar a bilheteria total de ‘Os Vingadores‘ ($1.51B), ‘Velozes e Furiosos 7‘ ($1.51B) e ‘Frozen 2‘ ($1.45B).
Nos EUA, o filme arrecadou sólidos US$ 668.7 milhões – o que representa a 6ª MAIOR bilheteria da história do país. No mercado internacional, foram US$ 867.5 milhões.
Além disso, ‘Sem Volta Para Casa‘ também representa a MAIOR bilheteria da história da Sony Pictures, desbandando a arrecadação total de ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘ ($1.13B), que mantinha o recorde previamente.
Lembrando que ‘Homem-Aranha 3‘ continua em exibição nos cinemas nacionais.
Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta comTom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.
O último episódio de Gavião Arqueiroterminou com uma dúvida presente para o público desde o primeiro episódio; quem é a mente por trás dos crimes da gangue dos caminhoneiros? Após muita especulação foi revelado que ninguém menos que o próprio Rei do Crime estava para iniciar sua trajetória no MCU, a princípio dando continuidade a versão apresentada na série da Netflix do Demolidor.
Ainda assim a versão interpretada por Vincent D’Onofrio não é única a causar o caos na vida dos heróis da Marvel, com o vilão sendo responsável por ser o bicho papão de Nova York desde 1967. Confira a seguir os momentos em que Wilson Fisk tornou a vida dos heróis um martírio.
Hardcore
O Rei do Crime e o Demolidor possuem uma relação extremamente destrutiva, no qual, não raramente, um sempre é considerado o némesis do outro. Dentre os diversos embates travados por ambos, está o sétimo volume da série assinada por Brian Michael Bendis intitulado Hardcore. Na trama, o Demolidor tenta seguir sua vida com um novo relacionamento, porém uma acusação de assassinato cai em seu colo e sua vida fica ainda mais caótica.
“Hardcore” deu continuidade às histórias moralmente complexas do Demolidor
Enquanto isso, Fisk retoma sua campanha de recuperar o controle da cidade e, para lidar com o Homem sem Medo, trás consigo dois inimigos do herói. Em uma história que conta duas histórias separadas, as jornadas de Matt Murdock e Wilson Fisk correm em paralelo rumo a um embate sangrento.
Shadowland
Nem só de guerras vive o gangster; as vezes é necessário uma aliança improvável para atingir os objetivos. Após se tornar líder da organização conhecida como “A Mão”, o Demolidor constroi uma prisão em Hell’s Kitchen para seus inimigos. Suas atitudes criminosas logo acionam, ainda que contrariados, os heróis de rua da Marvel (tais como Luke Cage, Punho de Ferro e Homem-Aranha).
Fisk coloca os maiores heróis da Marvel contra seu arqui-inimigo: o Demônio de Hell’s Kitchen
Nesse ínterim surge Fisk com um objetivo alinhado ao dos heróis, já que a A Mão está atrapalhando seus negócios. Os heróis não concordam com a ajuda de Fisk, logo ele decide jogar pesado invocando o Motoqueiro Fantasma, através de um pergaminho, para lidar com Murdock. Dessa forma, o Rei do Crime controlou o mensageiro do inferno.
A Queda de Murdock
O ápice da inimizade entre o Rei do Crime e o Demônio de Hell’s Kitchen foi assinado por ninguém menos do que Frank Miller, durante o período em que ele esteve a frente da série do herói. A trama começa com Karen Page, então ex namorada de Matt e completamente viciada em entorpecentes, que entrega a identidade do Demolidor para um traficante em troca da substância ilícita.
Esse criminoso então entra em contato com Fisk e oferece a informação por um preço muito alto; o gangster não hesita em comprar. Agora sabendo a identidade do seu maior inimigo, o Rei do Crime passa a atacar pontualmente os aliados do Demolidor, destruindo com a vida de cada um e deixando Matt por ultimo. Só então ele revela sua identidade vigilante para o mundo.
Com todos os bens bloqueados e sendo caçado pela polícia e pelo crime, o Demolidor se vê em uma queda sem fim e cada vez mais sem esperança. Tamanho é o desespero que até mesmo sua fé inabalável na justiça divina começa a enfraquecer e matar seu inimigo se torna pouco a pouco a única solução.
O jogo que não é para todos teve muito a falar inicialmente mas, em tempos recentes, se submeteu à uma estratégia pífia
Jogos não são cinema. Essa é uma afirmação que em si não está incorreta, games por natureza oferecem uma experiência interativa que filmes não podem ofertar. Entretanto, por muito tempo as obras cinematográficas puderam apresentar narrativas muito mais complexas e elaboradas do que os jogos jamais puderam por completo.
Pelo menos até que Hideo Kojima entrou de fato na indústria. Para desencargo de consciência, games que se utilizavam de estruturas cinematográficas já eram uma realidade, com um dos exemplos mais antigos sendo Maniac Mansion (desenvolvido pela Lucasfilm Games) de 1987. No entanto, Kojima popularizou o uso de narrativas refinadas unidas a novas formas de gameplay.
Sem dúvida esse sucesso é simbolizado por sua saga Metal Gear, iniciada ainda nos anos 80 e que teve seu último (não em termos cronológicos mas sim de lançamento) capítulo lançado só em 2015 para Playstation 4 (3), Xbox One (360) e PC.
Com “Metal Gear”, Kojima emprego técnicas cinematográficas na gameplay
Foi com essa franquia que o desenvolvedor apresentou uma história de espionagem que muitas vezes abraçava abordagens não lineares ao mesmo tempo que tocava em assuntos sensíveis como tortura e guerra. Fã declarado do cinema, Kojima sempre tentou aliar seus projetos com o modo de contar história que ele via em filmes, não só do ponto de vista criativo mas técnico, utilizando as melhores capturas de movimento possíveis.
No entanto, enquanto ele encantava o mundo com Metal Gear, profissionalmente sua relação com a desenvolvedora da franquia, a Konami, se desgastava muito rapidamente. Isso acabou desaguando em um dos casos mais polêmicos dos jogos envolvendo a relação autor e produtora, assim como na sua eventual saída da companhia.
Junto a outros ex funcionários ele funda a Kojima Productions, onde ele teria, em tese, toda liberdade para produzir seus jogos incomuns sem restrições dos ditos “figurões” da diretoria. O primeiro fruto dessa nova fase não tardou em chegar em novembro de 2019 Death Stranding chegava às lojas, carregando uma proposta divisiva.
Em essência, “Death Stranding” nunca conseguiria agradar todos os jogadores
Desde seu primeiro trailer, e outras peças publicitárias, o game seguiu o estilo de divulgação que já era natural à Kojima, ou seja, trailers enigmáticos que em nada entregavam maiores, ou menores, detalhes da trama. Inegavelmente essa estratégia produziu desde já um efeito peneira no público, separando aqueles que se interessaram pelo que viram ou já eram fãs do desenvolvedor e aqueles que certamente passariam longe de tudo aquilo.
Outro elemento que chamou a atenção desde muito cedo era o elenco galáctico reunido para o projeto; Norman Reedus,Guillermo del Toro, Léa Seydoux, Mads Mikkelsen são apenas alguns dos nomes presentes que emprestam voz e face à personagens, centrais principalmente, que vão construindo o enredo. O próprio enredo serve como, aos olhos atuais, um agouro do futuro.
Em algum momento o mundo colapsou devido ao aparecimento de entidades invisíveis vindas de uma outra dimensão. Como resultado, a humanidade se separou por toda a Terra, com humanos vivendo em locais isolados de modo que não possam chamar a atenção.
É nesse cenário que entregadores permanecem em atividade, levando todo tipo de carregamento de um ponto a outro e, simbolicamente, servindo como um pequeno mas vivo símbolo de que a humanidade ainda está unida. O principal sobre Death Stranding não é nem tanto entender sua premissa mas sim a mensagem da necessidade de cooperação em tempos de isolamento e nada representa melhor esse tema que seu multiplayer.
Jogar sob a perspectiva de um entregador realça a temática sobre criar ligações
Ao contrário de outros modos online no qual há uma categoria separada para eles dentro do jogo e envolve o combate entre jogadores, aqui Kojima adaptou essa mecânica para estar incluída dentro do próprio modo história e de maneira cooperativa, logo se um jogador escalou determinada montanha usando uma corda ele pode deixar a corda ali para que outro alguém que venha ter que fazer o mesmo caminho tenha a passagem facilitada.
Uma proposta que mesmo sendo bem mais discreta em comparação com o que havia de oferta no mercado, não deixou de ser marcante para aqueles que a perceberam. Entretanto, passados dois anos o jogo em si passou por acontecimentos importantes.
O mais notável sendo o lançamento da “versão do diretor” em 2021 com a promessa de ser a forma definitiva de se experienciar a obra e ofertando vários conteúdos inéditos. O termo em si deriva do cinema em que, por vezes, o diretor tem a chance de relançar seu filme com cenas excluídas do corte original ou reeditado de forma diferente. No cinema isso leva sempre a resultados interessantes, pois pode-se conferir a obra no qual o criador teve bem mais liberdade.
Uma versão do diretor que não tem razão de existir
Com videogames o conceito já fica mais complicado, uma vez que a dinâmica de produção é diferente. De fato, a desenvolvedora pode apressar a produção do jogo e assim a versão lançada não é a que o diretor tinha em mente (o próprio Kojima passou por essa situação com a Konami ao lançar Phantom Pain) porém se presume que todo o conteúdo que está presente no lançamento estaria presente em qualquer versão, sendo diferente de ter cenas cortadas.
O que o consumidor acaba recebendo ao final é o mesmo produto que ele comprou um ano antes porém com preço cheio e nenhuma oferta que realmente valha um novo investimento. Death Stranding é um jogo que mostrou que, mecanicamente, um multiplayer amigável e cooperativo é possível e uma alternativa viável ao monopólio do estilo competitivo.
Não só isso mas curiosamente seu enredo previu indiretamente o cenário atual e necessidade de construir pontes entre as pessoas, tornando um jogo de 2019 mais atual do que muitos lançamentos posteriores. Foi a decisão posterior de apelar para um corte do diretor que puxou um título diferenciado de volta para a realidade, não só pelos motivos apresentados como também o próprio Kojima ter tido toda a liberdade do mundo para lidar com esse projeto.
Como não gostar de uma boa comédia? O gênero mais consumido em todo o mundo, aqueles filmes que usamos para nos divertir em semanas complicadas onde só queremos relaxar e rir! Ao longo dos anos, e cada vez mais, o gênero mais popular do consumidor dos streamings nos traz centenas de títulos de todos os lugares do planeta.
Como a procura sempre é grande no enorme oceano que é o catálogo da líder dos streamings, segue abaixo uma lista com comédias na Netflix:
Há sempre espaços nas histórias da vida para um final melhor. Camuflado de comédia bobinha Mãe e muito mais, é muito mais que uma historinha água com açúcar. Consegue traçar paralelos reflexivos sobre idade, dúvidas, incertezas dentro de um contexto de amizade que passa de mães para filhos. Escrito e dirigido pela cineasta Cindy Chupack (produtora do famoso seriado Sex and the City) o filme aposta em três recortes de relacionamento mãe x filho diferentes, com três artistas fantásticas que transpiram carisma. Ao longo de simpáticos 100 minutos, o longa-metragem, que está disponível no catálogo da Netflix, caminha, nem tão raso, nem tão profundo, por assuntos tabus dentro desses relacionamentos.
Thi Mai
Até aonde vai o amor de uma mãe na busca pelas concretizações dos desejos de uma filha que não está mais por perto? Escrito pela roteirista Marta Sánchez e dirigido pela cineasta Patricia Ferreira, o longa-metragem espanhol Thi Mai consegue mesclar com muita objetividade as superfícies de momentos cômicos com uma profundidade elegante para falar sobre luto e desejos não realizados. Camuflado de filme água com açúcar, o projeto é sobre a renovação de algum sentido na vida de uma mulher na terceira idade após uma perda terrível. Disponível no catálogo da Netflix.
Dentro de um universo de interação que pode ser limitado ou não mas com certeza pode se tornar uma tendência, os filmes feitos a partir de telas interativas do computador, os que alguns chamam de Desktop Movies precisam de muita criatividade para não se tornarem maçantes, como por exemplo no caso do ótimo filme Buscando… Tentando surfar nessa onda a comédia brasileira Como Hackear Seu Chefe, dirigida por Fabricio Bittar que mesmo tendo um roteiro bem superficial e com alguns exageros busca uma aproximação com a realidade quando faz bons paralelos com os inúmeras situações cômicas que podem acontecer num home office.
Mais que Amigos: vizinhos
O mundo e suas incertezas. As reflexões de uma sociedade em eterna crise. Abordando várias óticas e situações que muitos de nós vivemos durante o tempo de lockdown por conta da Pandemia da Covid, Mais que Amigos: Vizinhos, disponível na Netflix, é uma comédia dramática francesa que nos faz refletir sobre as mudanças que passamos por todo esse tempo. Dirigido por Dany Boon, que também roteiriza e atua, o filme promete emocionar bastante pelas lindas mensagens que contém. Sabíamos que muitas produções viriam para retratar o acontecimento histórico e marcante que está sendo nosso combate ao terrível vírus da Covid que infelizmente já tirou a vida de muitos em todo o planeta. O projeto busca retratar situações mas também não deixa de ser crítico (mesmo que de maneira superficial) e de se manter na linha da esperança.
Se Organizar Direitinho…
As mil formas de ser feliz. Caminhando de maneira muito divertida sobre o sempre polêmico assunto dos caminhos do prazer Se Organizar Direitinho… é uma comédia espanhola despretensiosa que acaba gerando risos em muitos instantes além de fazermos refletir sobre a questão da sexualidade através de diversas óticas e pelas histórias variadas de seus divertidos personagens. Dirigido pelo cineasta Paco Caballero, o longa-metragem está disponível na Netflix.
O Cidadão Ilustre
Vencedor do prestigiado prêmio Goya na categoria melhor filme Iberoamericano e nomeado ao disputado Leão de Ouro na categoria melhor filme no Festival de Veneza, o longa metragem argentino O Cidadão Ilustre mescla o desenrolar da reclusão às cômicas e inusitadas consequências de um retorno para o primeiro lar transformando as duas horas de projeção em momentos tragicômicos que ficarão na memória dos cinéfilos mundo a fora. Oscar Martínez, que interpreta o protagonista dessa história, merece muitos créditos pela sua bela interpretação.
Um Banho de Vida
Nunca despreze as pessoas deprimidas. Dirigido pelo ator e também diretor francês Gilles Lellouche, o profundo drama camuflado de comédia Um Banho de Vida, fala sobre um grande mal dos últimos tempos de maneira leve e com uma mensagem muito bonita de como podemos resistir as dores que nos assolam. Usando uma curiosa modalidade esportiva para homens como pano de fundo, uma ótima sacada da equipe de roteiristas, o filme reúne grandes nomes do cinema francês como: Mathieu Amalric, Guillaume Canet, Benoît Poelvoorde,Virginie Efira e Jean-Hugues Anglade.
Projeto X
Quem nunca sonhou em dar uma grande festa e chamar todos os conhecidos da escola/faculdade e por essa ser lembrado por onde passa? No filme Projeto X, três amigos exageram na dose e realizam uma grande comemoração recheada de confusões. Com direito a pula-pulas, bebidas, cachorros voadores, um gnomo mal educado, peitos despidos na piscina e muita azaração, o longa do diretor Nima Nourizadeh promete levar mentes curiosas ao delírio.
O Despertar de Motti
Um destino traçado é uma adaga no coração de quem quer respirar ares de liberdade e realizar suas próprias escolhas. Indicado ao Oscar na categoria de Melhor Filme Estrangeiro pela Suíça, e lançado pelo streaming em diversos países (incluindo o Brasil por meio da Netflix), O Despertar de Motti conta as sequentes confusões de um jovem universitário que em busca de sua felicidade, resolve ir contra tudo que aprendeu com sua família, principalmente o casamento arranjado. Delicado e com ótimo tempo de comédia, o longa-metragem dirigido pelo cineasta suíço Michael Steiner é uma grande aula sobre tradições. Um ótimo achado no catálogo da toda poderosa do streaming.
Os caminhos que aparecem pelo caminho. Abordando a solidão e algumas formas de descobrir o mundo e buscar a liberdade tão sonhada, As Leis da Fronteira é um recorte de uma juventude perdida em suas inconsequências. Dirigido pelo cineasta espanhol Daniel Monzón, o longa-metragem disponível na Netflix fala sobre as questões familiares de maneira profunda principalmente a partir das escolhas que o protagonista toma quando resolve sair de uma bolha conservadora no final da década de 80. As Leis da Fronteiranos mostra a verdade e a consequência.
Na trama, que tem um ping pong temporal entre seus arcos extremos, acompanhamos o jovem Nacho (Marcos Ruiz), em 1978, um jovem que sofre bullying todo ia em sua escola. Um dia, quando estava em seu único lugar de refúgio (uma loja de fliperamas), acaba conhecendo Zarcco (Chechu Salgado) e Tere (Begoña Vargas), dois jovens mais velhos que fazem parte de uma gangue de ladrões de pequenos furtos na periferia da cidade onde moram. Logo a atração por Tere acontece e o protagonista se deixa levar a diversas situações que envolvem muitas coisas de errado e uma alta dose de inconsequência.
Indicado para muitos prêmios ao próximo prêmio Goya (o Oscar Espanhol), possui um roteiro muito interessante que traça um raio-x de um protagonista em eterna crise que busca na inconsequência um novo refúgio onde a facilidade em viver com liberdade o cega a todo instante. A partir de um amor que iria acompanhá-lo durante toda a vida, se envolve em muitas coisas erradas, em uma vida que nunca foi pra ele. A partir disso vemos conflitos familiares sérios, principalmente com seu pai que percebe a situação que o filho se colocou mas a falta de comunicação acaba sempre deixando um enorme hiato entre os dois.
Na ótica da gangue, vemos jovens sem limites que estão à margem da sociedade que vivem em conflito entre o errado e o mais errado gerando sérios problemas de reflexão sobre as próprias vidas. O sentido de liberdade e os seus entendimentos acabam ganhando contornos diferentes a partir das reflexões propostas.
Pontos importantes para o desenvolvimento de qualquer sociedade, a ciência e desenvolvimento andam lado a lado com os avanços positivos na qualidade de vida de todos nós no planeta. Ao longo dos anos, diversas produções cinematográficas fazem vários recortes de todos os lugares do mundo onde inspirações e dedicações influenciaram descobertas e novas maneiras de atualizar toda nosso viver. Por meio da sétima arte aprendemos e nos inspiramos em histórias de homens e mulheres que plantaram uma semente para que tenhamos cada vez mais qualidade em nossas vidas. Pensando nisso, fizemos uma lista de 10 filmes que de alguma forma encostam nesse tema tão importante para a humanidade.
O universo tem o tamanho do nosso mundo. Que tamanho tem o nosso mundo? Tem o tamanho dos nossos sonhos. Depois de dirigir alguns trabalhos pouco vistos aqui no Brasil, como o excelente documentário O Equilibrista, o diretor made in “terra da Rainha” James Marsh topou o maior desafio de sua carreira, contar uma parte da vida do mundialmente famoso cosmólogo e físico britânico Stephen Hawking. Totalmente baseado no livro escrito pela primeira esposa de Stephen, Jane Hawking, Travelling to Infinity: My Life with Stephen, o roteiro do filme tem a assinatura de Anthony McCarten emociona muitos cinéfilos mundo à fora, principalmente pelas espetaculares atuações de Eddie Redmayne eFelicity Jones.
O Homem que viu o Infinito
A matemática é a única ciência exata em que nunca se sabe do que se está a falar nem se aquilo que se diz é verdadeiro. Baseado no livro The Man Who Knew Infinity: A Life of the Genius Ramanujan, de Robert Kanigel,O Homem que viu o Infinito é apenas o segundo trabalho atrás das câmeras do cineasta Matt Brown. Reunindo elementos muito interessantes para explorar a história de um gênio da matemática que usava de sua fé como plataforma para voar, o longa metragem promete agradar crítica e público, principalmente pelas atuações dos personagens principais, interpretados pelo bom ator Dev Patel e o experiente e sempre brilhante Jeremy Irons.
Tomorrowland – Um Lugar Onde Nada é Impossível
O insucesso é apenas uma oportunidade para recomeçar de novo com mais inteligência. Depois de dirigir o filme da franquia Missão Impossível (Missão: Impossível – Protocolo Fantasma) o ótimo cineasta norte-americano Brad Bird embarca em um projeto arrojado que fala sobre as mil maravilhas, ou não, de um futuro com o uso de recursos de maneira mais inteligente do que fazemos em nossos tempos. Tomorrowland – Um Lugar Onde Nada é Impossível é protagonizado pelo astro George Clooney e pela jovem atriz que vai cada dia mais conseguindo fixar seu nome em grandes produções hollywoodianas, Britt Robertson.
A imaginação é mais importante que a ciência, porque a ciência é limitada, ao passo que a imaginação abrange o mundo inteiro. Escrito e dirigido pelo cineasta californiano Charlie McDowell (do inusitado The One I Love) volta para trás das câmeras dessa vez para um filme exclusivo do canal de streaming Netflix, o bom drama mesclado com suspense The Discovery. Falando sobre a vida após a morte e toda a consequência que uma comprovação como essa pode ter em um mundo tão globalizado como o de hoje, o projeto traça um raio x de uma família onde cada elemento representa uma linha de pensamento diferente sobre os fatos apresentados.
A humanidade tem amadurecimento suficiente para descobertas tão impactantes para nosso mundo? Mostrando os dois lados de uma grande descoberta, a radioatividade, através de pequeno fragmentos da movimentada vida da genial cientista Marie Curie, Radioactive, no original, dirigido pela cineasta iraniana Marjane Satrapi (Persépolis) adota a tática dos assuntos em superfície (sem profundidades) para reunir importantes momentos pessoais e profissionais sobre a primeira mulher a ser laureada com um Prêmio Nobel e a primeira pessoa e única mulher a ganhar o prêmio duas vezes. Entre vaias e aplausos, entre choros e felicidade, vivendo à frente de seu tempo, revolucionando o mundo da ciência, essa poderosa protagonista é interpretada com competência pela ótima atriz britânica Rosamund Pike.
Steve Jobs – o Homem e A Máquina
Quais os mistérios de uma mente genial? Não é de hoje que sabemos de sua genialidade e tudo que fez pelos avanços da tecnologia. Mas Steve Jobs, o grande criador da Apple, teve uma vida repleta de polêmicas e um marcante espírito complicado de se entender. Ao longo desse ótimo documentário, dirigido por Alex Gibney, e que está na ótima seleção de documentários da Netflix no Brasil, vamos conhecendo as facetas obscuras de um ícone da cultura pop de nosso tempo.
Às vezes, as pessoas que menos esperamos podem faz as coisas mais inacreditáveis. Dirigido pelo cineasta norueguês Morten Tyldum (do ótimo Headhunters), O Jogo da Imitaçãoé uma grande aula de matemática com um profundo drama de pano de fundo que conta com atuações brilhantes, principalmente de Benedict Cumberbatch. O roteiro é detalhista, baseado na obra de Andrew Hodges (Alan Turing: The Enigma) e assinado pelo estreante em longas-metragens Graham Moore. Na trama, somos apresentados ao matemático Alan Turing (Benedict Cumberbatch), um gênio destemido e ao mesmo tempo um completo anti-social. Com a Inglaterra sofrendo sérios problemas por conta da guerra, Turing se candidata a ajudar a inteligência britânica a decifrar um código indecifrável dos nazistas e vencer a guerra. Teorema de Euler, Álgebra linear, conhecimentos de eletrônica, Charadas, trivias, pegadinhas matemáticas, todos esses são elementos que Turing e sua equipe possuem para cumprir o objetivo. O filme é modelado via Flashbacks em muitas fases da vida do personagem principal.
A força sem inteligência é como o movimento sem direção. Baseado no livro Hidden Figures, de Margot Lee Shetterly, Estrelas Além do Tempo fala sobre o preconceito na época da corrida espacial, com o foco em três grandes mulheres negras que ajudaram a mudar o rumo das descobertas norte americanas nesse período. Com ótimas atuações e uma trilha sonora assinada pelo craque Pharrell Williams, o longa-metragem dirigido pelo cineasta Theodore Melfi (Um Santo Vizinho) é um daqueles belos filmes que você não pode perder.
Vremya Pervykh
O universo tem o tamanho do seu mundo. Dirigido pelo cineasta russo Dmitriy Kiselev (Trovão Negro), um dos filmes russos mais norte americanos dos últimos tempos, esse blockbuster europeu que mistura drama e aventura rumo ao desconhecido universo da física gravitacional em uma época onde a corrida espacial era questão de ordem nacional é uma grata surpresa. Baseado em fatos reais, Vremya Pervykh (Spacewalk – 2017) conta a versão russa sobre o primeiro homem a ‘caminhar no espaço’.
Tudo o que um sonho precisa para ser realizado é alguém que acredite que ele possa ser realizado. E chega diretamente da Espanha uma das animações mais simpáticas dos últimos anos, No Mundo da Lua. Explorando o tema família misturando com iniciativas tecnológicas ligadas ao incrível mundo da astronomia, o longa-metragem é uma fábula divertida que em sua essência destrincha todos os caminhos do ato de sonhar aos olhos e ações de um grupo de amigos super inteligentes.
O primeiroJurassic Park (1993) é baseado no livro homônimo lançado em 1990. Escrito por Michael Crichton, o romance tem pouco mais de 500 páginas e discute bastante sobre a [falta de] ética no meio científico e como a ganância empresarial é responsável por diversos atrasos para a humanidade. Quando a história virou filme, Steven Spielberg chamou o próprio Crichton para ajudar na transição para os cinemas. À frente do projeto mais uma vez, o autor cortou diversas passagens importantes para criar uma adaptação primorosa, mas que preza mais pela aventura e o suspense do que a ficção e o terror. No entanto, alguns dos fragmentos deixados de lado acabaram entrando nos outros dois filmes da trilogia, como o ataque dos procompsognatos a uma menina na praia e a perseguição de um grande predador dentro do rio principal da ilha.
Porém, quem melhor aproveitou essas ideias descartadas do primeiro livro foram Colin Trevorrow e J.A. Bayona, diretores dos primeiros Jurassic World, a franquia estrelada por Chris Pratt. Inclusive, há momentos muito criticados dos filmes que vieram de ideias do livro. Se você ficou curioso com quais seriam essas ideias, separamos elas logo abaixo. Confira!
Lidando com o divórcioEm Jurassic Park (1993), Lex (Ariana Richards) e Tim (Joseph Mazzello) vão para o parque porque John Hammond (Richard Attenborough) diz que eles são “o tipo de público que queremos no parque”. No livro, eles vão para a ilha porque os pais estão se divorciando e John achou que os netos poderiam lidar melhor com esse processo tendo um fim de semana cheio de novidades e diversão (além de ajudar no relatório de aprovação para tentar abrir legalmente o parque). Essa ideia não foi incluída no corte do filme de 1993, mas entrou em Jurassic World(2015). Os irmãos Zach (Nick Robinson) e Gray (Ty Sympkins) vão passar um fim de semana no parque porque os pais acreditam que isso poderá ajudá-los a lidar com o divórcio iminente dos pais. Inclusive, há alguns traços de personalidade dos irmãos do livro para a dupla de 2015, como o mais velho ser mais frio e interessado nas meninas, enquanto o caçula é mais fofo e meio bobão.
O centro de visitantesO centro de visitantes do livro é descrito como uma construção piramidal com diversas peças de vidro na parte superior. Enquanto a versão de 1993 traz o centro parecendo uma mistura de um bangalô com um hotel 5 estrelas, o centro de visitantes do Jurassic World é uma representação fidedigna do que é falado no livro. A única diferença é que o Tiranossauro robô localizado no meio do prédio foi substituído por um holograma interativo que passa informações sobre o parque.
O herói de ação
Todos nós adoramos o Dr. Alan Grant (Sam Neil), o paleontólogo ranzinza que não gosta de crianças, é todo certinho e não se dá bem com máquinas, mas que é apaixonado pela profissão exercida. Apesar de Neil ter dado muita personalidade em sua atuação, o Dr. Grant do livro é um clássico herói de ação. Na casa dos 40 anos, despojado, forte e ostentando uma bela barba, ele vai para o passeio da Ilha Nublar usando bermuda e uma camisa havaiana. Outra característica marcante é que ele… Adora crianças. Se Grant ficou distante do personagem mostrado nas telonas, podemos dizer que Owen Grady (Chris Pratt) herdou bastante do protagonista do livro. Tirando a parte da barba, ele se encaixa certinho naquilo que Chrichton escreveu sobre o personagem.
O assessor de imprensa
No livro, Ed Regis é um personagem importantíssimo. Chefe de Relações Públicas do parque, ele fica encarregado de servir de “babá” dos irmãos. Obviamente, ele fica muito frustrado com seu papel e passa o tempo todo reclamando disso, mostrando que está insatisfeito com a função e sendo um mala com as crianças. Em Jurassic Park, ele faz uma ponta muita rápida na cena em que os cientistas estão chegando ao parque. Ele é o rapaz de rosa que aparece dirigindo o Jeep. Seu papel na trama acabou sendo substituído pelo advogado Donald Gennaro (Martin Ferrero), que também foi retratado de forma bem diferente do livro. Em 2015, a pobre Zara Young (Katie McGrath) vira uma versão feminina do Ed. Assim como no livro, ela é uma assessora frustrada por ter sido designada para servir de babá dos sobrinhos da chefe. A personagem ficou famosa por ter uma das mortes mais cruéis da saga, sendo afogada por um pteranodon e depois engolida pelo mosassauro.
Pobre Zara…
Treinador de Raptores
Uma das cenas mais emblemáticas – e criticadas – de Jurassic World (2015) já havia sido idealizada lá em 1990. O fato de Owen Grady (Chris Pratt) treinar os velociraptores como se fossem uma alcateia virou piada entre alguns biólogos por ser praticamente impossível desenvolver uma relação afetiva com um réptil, considerando que esses animais não demonstram tal capacidade. O problema é que, além de se tratar dos animais mais inteligentes desse universo FICTÍCIO, há um momento no livro de 1990 em que é dito que a ideia base do parque é fazer os animais responderem às ações dos tratadores, tal qual animais de zoológico que não atacam seus tratadores na hora da alimentação ou do banho. Para que, criando um vínculo quase afetivo, eles pudessem ser treinados e utilizados nas atrações do parque.
Além disso, em Jurassic World: Reino Ameaçado (2018), o personagem de Chris Pratt é mostrado treinando a velociraptor Blue ainda filhote. Ele dá agrados, faz carinho, e ela vem se aproximando do treinador de forma dócil e fofa. No livro, enquanto eles fazem o tour e passam pelo setor de biotecnologia, Tim entra no berçário e prontamente um bebê velociraptor pula em seu colo, cheio de chamego.
A obsessão de WuHenry Wu é um personagem importantíssimo na mitologia do Jurassic Park. Ele é o cientista responsável por descobrir como trazer os dinossauros de volta à vida. Tudo bem, ele morre estripado por um velociraptor no livro, mas sua versão cinematográfica, vivida por BD Wong, não apenas sobreviveu aos eventos do parque, como também virou o grande vilão da trilogia nova. Obcecado pela perfeição, ele cria novas espécies “melhoradas” e “sem defeitos”, causando uma série de catástrofes, como a destruição do parque e a liberação de dinossauros no mundo. Essa sede por “melhorar” os animais já é mostrada na história original. Chamado “versão 4.4”, esse capítulo traz Wu tentando convencer John Hammond a deixar que ele altere geneticamente o comportamento das próximas ninhadas para que elas viessem mais lentas e domesticadas, mais parecidas com animais de zoológico. John nega e dá uma humilhada básica no jovem geneticista, que segue tratando os dinossauros como itens de laboratório.
O logo do parque
O livro descreve a identidade visual do parque voltada para o azul. A próprio logo era composta por um dinossauro azulado. A versão de cinema trouxe uma versão amarela, preta e vermelha. Já Jurassic World apostou mais no azul do livro.
Atrações
É inegável que um dos maiores atrativos deJurassic World foi poder ver um mundo em que o Jurassic Park conseguiu contornar as mortes da tragédia de 1993 e enfim foi aberto para o público. Vê-lo funcionando como um verdadeiro parque temático foi de encher os olhos, e a equipe de produção fez um trabalho impecável montando a caracterização dos funcionários, dos brinquedos, do merchandising… Enfim, eles realmente criaram um parque de diversões para a gravação do filme. E algumas das atrações já haviam sido citadas por Ed Regis e John Hammond no livro.O passeio no rio, que foi retratado de forma breve como o “Cruzeiro no Cretáceo”, é comentado inúmeras vezes no livro. O vale da girosfera, em que os turistas passeiam entre os dinossauros dentro de uma bola de vidro, foi comentado por Ed Regis, que diz: “Em algum momento, esperamos poder dirigir entre os animais, como eles fazem nos parques de caça na África”.
Gigantes GentisNa atração “Gigantes Gentis”, que funcionava como uma fazendinha de dinossauros, crianças de até 1,20 m podem entrar nos cercados e montar nos bebês dinossauros mais parrudos. No livro, logo após os eventos causados pelo primeiro ataque do Tiranossauro, Grant e as crianças se escondem em um galpão para poderem descansar. Em dado momento, Lex – a caçula no livro – aparece brincando com um bebê triceratops, a quem ela chama de Ralph (por se parecer com um amiguinho de mesmo nome da escola). A menina diz que o dinossaurinho é mansinho e poderia até mesmo montar nele se quisesse. Atitude essa imediatamente reprovada por Grant, que pede para a menina deixar o Ralph em paz. Em Jurassic World, lá está uma menina montando um bebê triceratops.
“Matando por esporte“Outro momento emblemático de Jurassic World é quando Owen (Chris Pratt) e Claire (Bryce Dallas Howard) chegam a um vale e encontram alguns apatossauros agonizantes, vítimas da Indominus Rex. Observando o padrão das mortes, que não mostrava nenhuma marca do predador ter se alimentado dos animais que matou, Owen diz que o dinossauro híbrido: “está matando por esporte”. No livro, o perito em predadores Robert Muldoon, interpretado por Bob Peck, no filme de 1993, alerta os cientistas sobre o perigo dos velociraptores, dizendo que eles nunca recusam uma presa e caçam mesmo sem estar com fome. Ou seja, eles caçam por esporte.
Pequeno contratempo Diferentemente de Jurassic Park (1993), no livro, quando os bugs no sistema inseridos por Dennys Nedry (Wayne Knight) começam a fazer efeito, a equipe não fica achando que foi tudo por água abaixo. Na verdade, assim que eles conseguem restabelecer a energia, a primeira atitude dos cerca de 20 funcionários presentes no parque é identificar os animais que haviam se soltado para capturá-los, recolocá-los nas jaulas e consertar o que tivesse sido quebrado durante a falha. Ou seja, o parque não para de funcionar. Hammond e John Arnold – que foi vivido por Samuel L. Jackson nos cinemas – lidam com a situação como se fosse um pequeno contratempo no cronograma. Mais pra frente, a situação ficaria ainda pior e terminaria com a morte de ambos. Da mesma forma, no filme de 2015, quando a Indominus Rex escapa do padoque e sai por aí matando tudo e todos que aparecem pela frente, a direção do Jurassic World lida como se fosse um pequeno contratempo, mostrando o total desrespeito pela vida humana e uma soberba absurda diante da criatura que eles fizeram no laboratório. Por conta disso milhares de pessoas morrem ou saem feridas, inclusive o Sr. Masrani (Irrfan Khan), até então dono do parque.
Norman AthertonNo livro, mesmo sem aparecer de forma física – ele é apenas citado em um flashback -, Atherton é um personagem muito importante. Mentor de Henry Wu, ele era um geneticista genial que ajudou a criar e a transformar a InGen na empresa multibilionária que era. Quando John Hammond saía para reuniões com possíveis investidores, sempre levava junto um elefante em miniatura criado por Norman Atherton usando a biotecnologia. O animalzinho chamava a atenção de todos, que ficavam chocados com o poder da manipulação do DNA e acabavam investindo na empresa. Atherton falece de um problema cardíaco antes que Hammond inicie o projeto dos dinossauros. Em Jurassic World: Reino Ameaçado (2018), somos apresentados a um antigo sócio de John Hammond (Richard Attenborough), chamado Benjamin Lockwood (James Cromwell). Ele foi parceiro de Hammond e os primeiros dinossauros foram criados no porão de sua propriedade. Apesar de não ter confirmação, é quase certo que Lockwood seja o Atherton da versão cinematográfica da obra, já que os dois personagens são muito parecidos. A diferença é que, em vez de clonar um elefante, Lockwood clonou a própria filha em segredo. Uma curiosidade interessante é que Lockwood é o único personagem da franquia a ser morto diretamente por um ser-humano, e não por um dinossauro.
Vulcão NublarApesar de ser constantemente chamada de Ilha Nublar, a região que sedia o Jurassic Park/ World não é exatamente uma ilha. Uma das primeiras coisas faladas quando os personagens do livro chegam ao parque é que ele foi construído em região vulcânica, por isso havia bastante vegetação e vários pontos em que os turistas poderiam ver jatos de gás saindo do chão, o que não era figuração colocada para dar um ar mais “jurássico”, mas efeito do vulcão Nublar. Isso nunca tinha sido dito nos filmes até que J. Bayonaresolveu colocá-lo em erupção em Jurassic World: Reino Ameaçado (2018).
“A vida encontra um meio”
A frase do Dr. Ian Malcolm (Jeff Goldblum) virou sinônimo da franquia dos dinossauros nos cinemas. No livro, ele explica várias vezes sobre seu trabalho com as equações não-lineares e a teoria do caos. Acaba que, independentemente da versão, ele está sempre certo. Em um dos milhares de momento em que ele para pra explicar para Gennaro como funciona a teoria do caos, o Dr. Malcolm diz que as pessoas consideram eventos inesperados, como uma batida de carro, como um desvio da normalidade, mas que o caos já previa isso como parte do todo. Em Jurassic Park (1993), a cena em questão acabou reduzida e virou um momento em que Malcolm tenta dar uma cantada na Dra. Ellie Sattler (Laura Dern) dentro do carro. O trecho descartado, que fala sobre a interferência humana e a batida de carro, é utilizado palavra por palavra no discurso de Ian Malcolm no encerramento de Jurassic World: Reino Ameaçado (2018).
Lewis Dodgson retornará em Jurassic World: Dominion, podendo explorar um pouco mais de seu background dos livros.
Com cinco filmes já produzidos, sobraram poucas coisas do primeiro livro para serem exploradas em Jurassic World: Dominion, que tem previsão de estreia para 2022. No entanto, já se sabe que o trio principal do primeiro filme retornará, assim como o geneticista Lewis Dodgson, que foi vivido por Cameron Thorem Jurassic Park (1993), e agora será interpretado por Campbell Scott. No livro, Dodgson é o principal geneticista da BioSyn, uma concorrente da InGen que realiza roubo de pesquisa para criar suas vacinas e animais. Dodgson suborna Dennys Nedry para conseguir os embriões do Jurassic Park para reproduzi-los antes que a InGen registrasse a patente dos dinossauros. Ele acreditava que Hammond queria fazer dinossauros em miniatura para vender como pet para as crianças, o que faria muito dinheiro internacionalmente. Como o personagem vai retornar para o terceiro filme da nova trilogia, espera-se que ele tenha conseguido criar seus próprios animais e que, de alguma forma, ele se encaixe na trama de tráfico internacional de dinossauros para uso bélico que foi estabelecida em Jurassic World: Reino Ameaçado (2018).
Jurassic World: Dominion está com estreia prevista para 10 de junho de 2022. Ansiosos?
Mais de um ano depois de ter sido renovada para a 3ª temporada, a adorada série de fantasia ‘Locke & Key’ ganhou previsão de lançamento.
Segundo um novo cronograma divulgada pela própria Netflix, o próximo ciclo foi oficialmente confirmado para 2022 – mas nenhum dia exato foi revelado.
Confira:
Enquanto isso, vale lembrar que as duas primeiras temporadas já estão disponíveis na plataforma de streaming.
Vale lembrar que a série já foi renovada para a 3ª temporada!
Criada por Meredith Averill, Aron Eli Coleite e Carlton Cuse, a série é baseada nos quadrinhos homônimos criados por Joe Hille Gabriel Rodríguez.
A trama conta a história dos irmãos Locke: Tyler, Kinsey e Bode, que se mudam com a mãe, Nina, para a antiga mansão da família na Nova Inglaterra depois do violento assassinato do pai. Na casa, eles começam a encontrar chaves que abrem portas capazes de transformar as pessoas, mudando a idade, a raça e o sexo.
‘Free Guy: Assumindo o Controle’ se tornou um dos filmes mais divertidos do ano passado e, para a alegria dos fãs, chegará ao streaming do Star+ em breve.
A plataforma revelou que o longa-metragem, estrelado por Ryan Reynolds (‘Deadpool’), será lançado em seu catálogo no dia 26 de janeiro.
Escrito porMatt Lieberman (‘Crônicas de Natal’) e Zak Penn (‘O Incrível Hulk’ e ‘Jogador Nº 1’), o longa é dirigido porShawn Levy(‘Uma Noite no Museu’).
Na trama, um caixa de banco preso a uma entediante rotina tem sua vida virada de cabeça para baixo quando ele descobre que é personagem em um brutalmente realista vídeo game de mundo aberto. Agora ele precisa aceitar sua realidade e lidar com o fato de que é o único que pode salvar o mundo.
David Bowie é um dos nomes mais importantes da história da música e, no último dia 08 de janeiro, completaria 75 anos.
Com uma carreira marcada pela reinvenção e por apresentações visuais estupendas – cuja estética viria a influenciar nomes como Lady Gaga e Lorde -, Bowie permanece como um dos musicistas de maior sucesso crítico e comercial de todos os tempos e carrega consigo um legado infindável, sendo até mesmo creditado como o Melhor Astro de Rock de Todos os Tempos pela revista Rolling Stone no ano de sua morte.
Mais do que isso, Bowie nunca escondeu sua sexualidade e se tornou um símbolo da representatividade LGBTQ+ desde o momento em que abraçou o glam rock e abandonou o tradicionalismo fonográfico, abrindo espaço para um vanguardismo continua refletindo no cenário contemporâneo com mais força do que nunca (ainda mais considerando a necessidade de reinvenção dos artistas mainstream).
Para celebrar seu legado, separamos uma breve (e difícil) lista com dez de suas melhores canções solo. Isso significa que músicas como “Under Pressure”, que performou ao lado da banda Queen, não aparecerá nas nossas escolhas.
Vale lembrar que não ranqueamos nenhuma das iterações, e sim as organizamos de forma cronológica.
Confira abaixo e conte para nós qual a sua favorita:
“SPACE ODDITY”, 1969
O título de “Space Oddity” não foi escolhido por qualquer razão, mas sim para fazer uma homenagem ao filme ‘2001: Uma Odisseia no Espaço’, de Stanley Kubrick. O folk psicodélico começa com um dos versos mais icônicos da indústria musical, “ground control to Major Tom”, e foi lançada em um período marcado pela corrida espacial e pelo interesse acerca do universo. Em 2004, a faixa foi incluída no hall da fama como uma das canções que modelaram o rock and roll.
“LIFE ON MARS?”, 1971
“Life on Mars?” é uma música que provavelmente todo mundo já ouviu ao menos uma vez na vida, seja na voz de Bowie, seja em diversos covers e celebrações com o passar do tempo. A mistura de glam rock e art rock, produzida pelas competentes mãos de Ken Scott, é pano de fundo para uma sensorialista e bizarra rendição que critica não apenas a mídia, mas também o próprio ser humano.
“ZIGGY STARDUST”, 1972
“Ziggy Stardust” é uma das principais faixas do álbum conceitual ‘The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars’ e traz à tona o alter-ego homônimo de Bowie. Aqui, o personagem serve como mensageiro de seres vindos de outros planetas e, assim como outras canções do artista, faz parte do seleto grupo que moldou a indústria da música.
“CHANGES”, 1972
“Changes” é outra iteração de David Bowie que todo mundo já ouviu ao menos uma vez. Inclusa também na lista de Melhores Músicas de Todos os Tempos da Rolling Stone, a faixa é o suprassumo do art pop e servem como manifesto camaleônico para a única constância de sua vida: suas mudanças de personalidade. Mais do que isso, a composição também prova que charts não significam nada quando se trata de qualidade e importância, visto que ficou abaixo do Top 50 da Hot 100.
“THE JEAN GENIE”, 1972
Produzida por Bowie e por seu colaborador de longa data, Ken Scott, “The Jean Genie” foi o lead single do adorado álbum ‘Aladdin Sane’. A canção foi lançada em novembro de 1972 e se tornou um dos maiores sucessos comerciais do artista, além de trazer elementos do blues rock e do hard rock para uma narrativa alusiva a ícones como Iggy Pop e Jean Genet.
“REBEL REBEL”, 1974
“Rebel Rebel” é citada por especialistas da música como uma das músicas mais regravadas de todos os tempos e serve como um adeus de Bowie ao movimento glam rock que ajudou a iniciar ainda no começo dos anos 1970. O hino upbeat recebeu aclame crítico e, de fato, não poderia ficar de fora da nossa lista – não com esses incríveis solos de guitarra.
“YOUNG AMERICANS”, 1975
Depois de “Rebel Rebel”, David Bowie daria adeus ao gênero que o colocara no centor dos holofotes e cultivaria uma fase movida pelo soul e pelo R&B. Uma das grandes faixas representativas dessa era de extremo sucesso foi “Young Americans”, co-produzida por Tony Visconti e Harry Maslin. Exalando uma energia otimista e, por vezes, irresponsável, a faixa também faz parte das principais listas de melhores canções da história.
“HEROES”, 1977
Inspirado na cena romântica entre o produtor Visconti e sua namorada à frente do Muro de Berlim, “Heroes” pode não ter feito muito sucesso à época de seu lançamento, mas ganhou uma importância imensurável para conhecermos a carreira de Bowie. Contando a história de dois amantes separados pela guerra, a iteração recebeu inúmeros prêmios e é considerada até hoje como uma das melhores de todos os tempos.
“ASHES TO ASHES”, 1980
O lead single de ‘Scary Monsters (and Super Creeps)’ foi lançado em agosto de 1980 e revisitou Major Tom, um dos grandes personagens criados pela psicodélica e vívida mente de David Bowie. Alcançado o topo das paradas dos charts britânicos, a lírica resgata cantigas infantis do final do século XIX, alimentadas pela envolvência do art rock e do new wave.
“LET’S DANCE”, 1983
“Let’s Dance” marcou uma forte ruptura no glam rock da carreira de David Bowie, principalmente por incorporar elementos do nu-disco, do funk e do new wave – algo que era de se esperar, considerando que Nile Rodgers, fundador do grupo CHIC, ficara responsável pela produção. Sua atmosfera up-beat transformou a iteração em um hino das danceterias e carro-chefe de diversas trilhas sonoras.
Segundo o Deadline, a vencedora do Oscar Allison Janney (‘Eu, Tonya’, ‘Histórias Cruzadas’) foi escalada para o elenco de ‘True Love’, novo sci-fi dirigido e escrito por Gareth Edwards (‘Rogue One: Uma História Star Wars’).
Até o momento, não há muitas informações sobre o projeto, descrito apenas como “uma ambiciosa história de ficção científica ambientada num futuro próximo”.
Além de escrever e dirigir, Edwards também será um dos produtores, junto comKiri Hart (‘Soul’), representante da New Regency.
Como o projeto ainda está nos estágios iniciais, as atualizações devem ser divulgadas pelos próximos meses.
Janney é uma das mais respeitadas atrizes da atualidade e já deixou sua marca no cinema, na televisão e no teatro. Ela conquistou quatro estatuetas do Emmy Awards por sua incrível performance na série ‘The West Wing’, além de ter levado para casa outros prêmios pelas produções ‘Masters of Sex’ e ‘Mom’. Em 2018, foi condecorada com o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante pelo cinebiografia ‘Eu, Tonya’.
A PBS anunciou recentemente que o aclamado drama de época ‘All Creatures Great and Small’ foi renovado não apenas para mais uma, mas para mais duas temporadas.
Enquanto a notícia é motivo de felicidade para os fãs, detalhes sobre o 3º e o 4º ciclos não foram revelados.
Vale lembrar que os próximos episódios tem lançamento marcado hoje, 09 de janeiro, na emissora, ainda sem data de estreia no Brasil.
Relembre o trailer:
Na segunda temporada, os fãs podem esperar mais aventuras incríveis do jovem veterinário James Herriot, conforme ele se junta ao seu mentor nada ortodoxo, Siegfried Farnon, à matriarca da Casa Skeldale, Sra. Hall, ao errante irmão de Siegfried, Tristan, e à filha do fazendeiro local Helen Alderson, ao lado de um elenco de fazendeiros, animais e outros moradores da pequena Yorkshire Dales dos anos 1930.
‘Jurassic World: Domínio’ é um dos filmes mais aguardados de 2022 e, a cada nova imagem promocional, ficamos ainda mais animados para revisitar o incrível mundo dos dinossauros.
A mais recente delas, compartilhada através da conta oficial do filme no Twitter, estampa Chris Pratt, que reprisa seu papel como Owen Grady, e DeWanda Wise, que faz sua estreia oficial na franquia.
Quando a jovem Maisie é sequestrada por contrabandistas de dinossauros, Owen e Claire saem em busca de encontrá-la e resgatá-la, e sua jornada os leva para um habitat de dinossauros operado por uma corporação global com um plano sinistro… que, agora, está sendo investigada até por Alan Grant e Ellie Sattler.
As duas primeiras entradas da franquia ‘Jurassic World’ apresentaram uma nova leva de personagens ao incrível universo de dinossauros, focando essencialmente em Owen (Pratt) e em Claire (Bryce Dallas Howard).
Agora, em uma recente entrevista ao GamesRadar, o diretor Colin Trevorrow, que retorna para o terceiro capítulo da saga, revelou que o próximo filme terá duas narrativas separadas – uma delas focando nos personagens da trilogia original e outra focando nos novos, antes de ambas colidirem.
“Laura [Dern], Sam [Neill] e Jeff [Goldblum] têm tanto tempo de tela quanto Bryce e Chris”, ele comentou. “Não estão juntos o tempo todo, mas seguimos ambas as histórias de maneira igual – e temos uma sensação de que vão colidir a qualquer momento… Há uma tensão. Não é estruturada da maneira a que estamos acostumados com filmes de Hollywood. Mas funciona”.
Lembrando que o filme estreia em 10 de junho de 2022.
O título foi lançado no último dia 07 de janeiro na plataforma de streaming.
E se você fosse a única pessoa que se lembra dos Beatles? Em ‘Yesterday‘, um músico – interpretado por Himesh Patel – percebe que existe um estranhamento por partes de seus colegas de faculdade quando ele menciona nomes como Paul McCartney ouJohn Lennon. Além disso, uma simples procura na internet por ‘Beatles’ sem o resultado esperado também o impressiona.