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‘Casa Gucci’ já arrecadou quase US$ 100 milhões mundialmente

Sucesso nos cinemas, a ‘Casa Gucci‘, a nova cinebiografia dirigida por Ridley Scott (‘O Último Duelo’), já arrecadou quase US$ 100 milhões mundialmente.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 41 milhões. No mercado internacional, foram US$ 52 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou US$ 93 milhões mundialmente.

Lembrando que o filme continua em exibição nos cinemas nacionais!

Ridley Scott (‘Perdido em Marte’) é responsável pela direção.

Casa Gucci‘ é inspirada na chocante história real do império da família por trás da italiana casa de moda Gucci. Abrangendo três décadas de amor, traição, decadência, vingança e em última instância, assassinato, vemos o que um nome significa, o que vale e quão longe uma família para se manter no controle.

Adam Driver, Jeremy IronsJared LetoAl PacinoSalma Hayek, Jack Huston e Reeve Carney também estrelam.

A trama é adaptada do romance de não-ficção ‘The House of Gucci: A Sensational Story of Murder Madness, Glamour, and Greed’.

‘Matrix Resurrections’ ganha várias imagens e cartazes inéditos

A Warner Bros divulgou novos cartazes e imagens de ‘Matrix Resurrections‘.

Confira a cena e siga o CinePOP no YouTube:

 

Segundo Steven Weintraub, editor-chefe do Collider, as primeiras reações dos críticos nas redes sociais serão liberadas à partir do dia 16 de dezembro, às 22h30 no horário de Brasília.

A Warner Bros. parece estar bem confiante no sucesso do filme com os críticos, já que o embargo cai uma semana antes da estreia.

Com estreia marcada para 22 de dezembro nos cinemas nacionais, ‘The Matrix Resurrections‘ é uma continuação da história estabelecida no primeiro filme MATRIX.

Na trama, Reeves e Moss retornam como os ícones cinematográficos Neo & Trinity em uma expansão de sua história que se aventura de volta à Matrix e ainda mais fundo na toca do coelho.

Uma nova aventura alucinante com ação e escala épica, que se passa em um mundo familiar, mas ainda mais provocativo, onde a realidade é mais subjetiva do que nunca e tudo o que é necessário para ver a verdade é libertar sua mente.

20 anos após o primeiro filme, a franquia que ajudou a definir a cultura pop na virada do século está de volta para uma continuação e extensão do filme original. Matrix permanece no zeitgeist como um filme que mudou a forma como olhamos o cinema e a própria realidade. Com sua ação e efeitos visuais revolucionários, Matrix ajudou a pavimentar o caminho para os filmes que viriam. 

Assista ao trailer:

Além de Reeves e Moss, o elenco conta com Jada Pinkett-Smith (Niobe), Daniel Bernhardt (Agente Johnson), Yahya Abdul-Mateen II, Neil Patrick Harris, Christina Ricci e Priyanka Chopra.

Matrix’ foi lançado em 1999 e aclamado pelo mundo por conta dos efeitos visuais pioneiros. O original ganhou quatro Oscars e arrecadou 463 milhões de dólares em todo o mundo.

Seguiram-se duas continuações, ‘Matrix: Reloaded’ e ‘Matrix: Revolutions’, ambas lançadas nos cinemas em 2003.

Ao todo, a trilogia arrecadou US$ 1.6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.

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365 Dias – Parte 2: Sequência do “Romance” da Netflix terá ainda mais cenas de sexo; Saiba o que esperar!

O longa ‘365 Dias’ estreou na Netflix no ano passado e, desde então, tem dividido a opinião dos espectadores. Dentre a temática polêmica e cenas muuuuy calientes, o filme acaba com um final abrupto que deixou os cinéfilos confusos. Afinal, vai ter continuação? Para te ajudar, nós, do CinePOP, fizemos um guiazinho (com spoilers) para você entender o que vem por aí na possível continuação.

Em entrevista ao site Hugo Gloss, a escritora e roteirista polonesa Blanka Lipinska revelou que o próximo filme promete ser ainda mais polêmico, com cenas de sexo ainda mais realistas e baseadas em suas próprias experiências.

“Eu não posso dizer muito sobre o filme. O que posso dizer é que vai ter uma fotografia incrível, terá sexo maravilhoso, porque o filme é meu! Muito sexo! Cerca de 85% da história é real, mas eu nunca vou lhes dizer qual parte é real, porque… eu não quero! É a minha vida privada. Existe muito da minha vida privada na ficção, mas eu quis mantê-la para mim mesma”, afirmou.

Mas sobre o que será a sequência:

1 – Afinal, vai ter continuação?

Ainda não temos uma confirmação se de fato ‘365 Dias’ terá uma continuação, embora boatos tenham surgido de que a atriz Anna Maria Sieklucka tenha confirmado a informação em sua conta no Instagram. Independentemente, vale lembrar que o filme é baseado no livro homônimo de Blanka Lipinska, que faz parte de uma trilogia cujos títulos originais são ‘365 DNI, ‘Tem dzien’ e ‘Kolejne 365 DNI. Os títulos não foram lançados por nenhuma editora no Brasil.

2 – Quando sai a continuação?

Embora haja boatos de que a atriz principal do longa, Anna Maria Sieklucka, tenha confirmado a sequência de ‘365 Dias’ em sua conta no Instagram é prudente pensar que as produções do novo longa não devem acontecer antes de 2021, por conta da pandemia do coronavírus. Dá pra entender, né, afinal, o filme conta com muuuuito contato físico do elenco.

3 – Laura morreu no final do filme?

O final chocante de ‘365 Dias’ dá a entender que Laura morre em um atentado provocado pela família rival à de Massimo. Maaas, nós já sabemos que ela não morre (bom, tem os livros aí pra contar a história completa), afinal, não dá para matar a mocinha logo de início né. Porém, dá para adiantar que o atentado irá abalar e muito a relação entre Laura e Massimo, servindo como um choque de realidade para a jovem que, apaixonada, ainda não se deu conta de que está se envolvendo com um mafioso.

4 – O próximo filme se passa na Itália?

Sim, isso já pode ser confirmado em caso de continuação. Embora a produção seja polonesa e a língua do filme seja metade em polonês, metade em inglês, a maior parte das cenas são filmadas na Itália, onde Massimo vive. Caso haja uma sequência, as cenas continuariam a ser gravadas ali – e daí a necessidade da produção da sequência aguardar até pelo menos 2021, uma vez que a Itália foi um dos epicentros da COVID-19 no mundo.

5 – Muito mais cenas calientes

Talvez por conta do risco de morte que Laura sofreu no final do primeiro longa, mas, essa possibilidade de perder sua amada para sempre faz a relação carnal entre Massimo e Laura pegar fogo. Em uma possível sequência, as cenas tão reais de sexo entre os dois devem ser ainda intensas e ocupar mais espaço do próximo filme.

6 – A família rival

Lembram que no primeiro filme, em um ato de rebeldia, Laura decide dançar e provocar um homem aleatório na boate só para fazer ciuminho em Massimo? Esse ato não vai passar despercebido, e, embora já tenha havido o atentado, a tal família rival deve intensificar a violência, enxergando em Laura o ponto fraco de Massimo. Assim, é possível que a protagonista fique nas mãos dos oponentes por um bom tempo, cabendo a Massimo o resgate de sua donzela – em um tom bem ‘Romeu e Julieta’ misturando as novelas de cavalaria.

7 – Massimo vai ser pai

Laura conta a notícia muito rapidamente para sua melhor amiga – tão rapidamente que nós, espectadores, mal prestamos atenção. Mas Laura está grávida, e estava prestes a dar a notícia por telefone a Massimo quando sofre o atentado. Passado um tempo de recuperação, Laura finalmente deve contar a notícia ao namorado – que, já podemos adivinhar, não vai receber muito bem, afinal, estava pensando que teria o corpinho de Laura para seu desfrute por muito tempo. A reação de Massimo deve provocar um racha na relação entre os dois, e é aí que possivelmente a família rival vai colocar as mãos na protagonista.

8 – A grande promessa

Apesar de carrancudo, Massimo parece amar Laura e estar disposto a fazer qualquer coisa por ela. Assim, ao saber que Laura está em risco, Massimo provavelmente irá fazer um grande sacrifício por ela, e, ao final, ao ter sua amada em seus braços novamente, irá entender que agora será pai e que deve mudar sua postura pela sua nova família. O novo filme deve terminar com Massimo finalmente feliz com a ideia de ter um filho e renovando sua promessa de casamento com Laura – que deve ficar para a última parte da trilogia.

É claro que tudo isso é especulação da trama, afinal, sem os livros traduzidos para o português e sem a Netflix confirmar a possível continuação de ‘365 Dias’, tudo que nós, espectadores, podemos fazer é imaginar como a história irá se desenvolver. E você, o que achou? Será que vai rolar continuação de ‘365 Dias’?

 

‘Pânico na Floresta – A Fundação’ estreia no Telecine

O sinal da rede Telecine está aberto de 7 a 13 de dezembro e os espectadores podem aproveitar para conferir o melhor do cinema nos canais lineares e na plataforma de streaming neste fim de semana.

Para os fãs de filmes de terror, a sugestão é ‘Pânico na Floresta: A Fundação‘, que será exibido no Premium, pelo selo Première Telecine, no dia 13 de dezembro, às 03h30.

As críticas do reboot da franquia ‘Pânico na Floresta‘ já saíram e em sua maioria foram positivas.

Com 22 críticas até o momento, o longa intitulado ‘Pânico na Floresta – A Fundação’ (Wrong Turn: The Foundation) alcançou 64% de aprovação no Rotten Tomatoes.

A nota média foi 5.90 de 10.

O consenso geral é que, apesar de ter seus momentos tensos, o roteiro falha ao investir em uma trama mais complexa do que o necessário.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Apesar de ser um filme irregular, esse reboot manteve minha atenção por um tempo muito maior do que qualquer outro filme da franquia.” (eFilmCritic)

“Um terceiro ato decepcionante é o único ponto negativo nesse reboot divertido. É o tipo de falha que exacerba a decepção: o roteiro, a direção, o elenco e a equipe estavam tão perto de fazerem algo bom.” (Fiction Machine)

“Esse reboot é uma jornada brutalmente inabalável que me manteve tensa na minha cadeira.” (MovieFreak)

“Essa nova versão traz apenas o mesmo nome que a franquia original, escolhendo criar um filme confuso que se torna imprevisivelmente bizarro.” (Bloody-Disgusting)

“Esse filme tem dificuldades em equilibrar todas suas tramas enquanto tenta abordar problemas sociais e valores individuais, mas o resultado final é uma jornada interessante que dá espaço para novas sequências.” (IGN Movies)

“Esse reboot leva a franquia na direção certa.” (The Only Critic)

“Se o roteiro não estivesse sobrecarregado com uma narrativa complicada que não desperta o menor interesse, esse provavelmente se tornaria um dos meus favoritos. Mas, ao invés disso, escolheram a direção errada e cortaram as divertidas cenas de abertura…” (Pajiba)

Confira o trailer:

O longa será lançado em VOD no dia no dia 23 de fevereiro.

Mike P. Nelson é responsável pela direção.

Na trama, um grupo de amigos vai escalar em West Virginia e é confrontado pela “Fundação”, uma comunidade que vive nas montanhas desde antes da Guerra Civil – e eles não se dão muito bem com estranhos.

O elenco conta com Charlotte Vega (‘The Lodgers’), Matthew Modine (‘Medo Profundo’), Damian Maffei (‘Os Estranhos 2’), Bill SageEmma Dumont (‘The Gifted’), Valerie Jane ParkerChaney Morrow (‘Haunt’) e David Hutchinson (‘American Horror Story’).

Alan B. McElroy, roteirista do filme original, escreveu o novo roteiro.

Diretor de ‘Batman’ garante que o novo filme será o mais ASSUSTADOR do Homem-Morcego

Desde que a produção de ‘Batman‘ foi iniciada, membros do elenco e da equipe vêm provocando que o novo filme será o mais sombrio já feito do Homem-Morcego.

E agora o diretor Matt Reeves garantiu que o filme não será apenas o mais sombrio, mas também o mais assustador do herói.

Durante uma entrevista para a Total Film (via Comic Book), o cineasta disse que a o suspense é um dos principais elementos da adaptação, e o herói será encarado de uma nunca vista antes.

“Este filme, eu acho, é provavelmente o Batman mais assustador que já foi feito. Porque a ideia do que o Batman está fazendo – é assustadora.”

Ele acrescentou que:

“A raiva e vingança são o combustível do personagem. Ele é a personificação desses estados, então veremos algo que nunca foi feito antes com ele, não dessa maneira. Eu classifico esse filme como uma história de detetive misturada com ação, mas a essência é um suspense psicológico.”

Lembrando que ‘Batman‘ estreia em 04 de março de 2022.

Confira a sinopse completa e siga o CinePOP no YouTube:

“Dois anos patrulhando as ruas como o Batman (Robert Pattinson), causando medo nos corações dos criminosos, levou Bruce Wayne para as sombras de Gotham City. Com apenas alguns aliados de confiança – Alfred Pennyworth (Andy Serkis) e o tenente James Gordon (Jeffrey Wright) – entre a rede corrupta de oficiais e figuras importantes da cidade, o solitário vigilante se estabeleceu como a única personificação da vingança entre seus caros cidadãos.”

“Quando um assassino ataca a elite de Gotham com uma série de maquinações sádicas, uma trilha de pistas enigmáticas envia o Maior Detetive do Mundo em uma investigação no submundo do crime, onde ele encontra personagens como Selina Kyle/Mulher-Gato (Zoë Kravitz), Oswald Cobblepot/Pinguim (Colin Farrell), Carmine Falcone (John Turturro) e Edward Nashton/Charada (Paul Dano). Conforme as evidências começam a se tornarem pessoais e a escala dos planos do perpetrador se torna clara, Batman deve forjar novos relacionamentos, desmascarar o culpado e fazer justiça ao abuso de poder e à corrupção que há muito tempo assola a cidade de Gotham.”

Em entrevista, Reeves comentou que o longa será diferente dos filmes anteriores e não se apresentará como uma tradicional história de origem, como já vimos no passado. Conforme ele explicou, o longa fará referências às suas origens, mostrando uma perspectiva muito mais emocional e complexa.

“Eu senti que vimos muitas histórias de origem do personagem. Parece que as coisas vão cada vez mais longe nessa fantasia, e eu pensei ‘bem, um lugar onde ainda não estivemos é fundamentando-o da maneira que os quadrinhos Ano Um faz, chegando direto em um jovem Batman, não sendo um conto de origem, mas referindo-se às suas origens e abalando-o até o âmago. Você pode fazer com que sua história seja muito prática, mas também pensei que poderia ser o filme do Batman mais emotivo já feito.” 

Além de Pattinson no papel principal, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.

 

Os Filmes de Terror que Completam 20 Anos em 2021

Apesar de também muito “farofeira”, a década de 1980 foi uma das mais frutíferas e criativas para o gênero terror. Ela foi, por exemplo, a casa dos filmes slasher. O número de produções foi tão grande que quando chegou a década seguinte, os filmes do gênero sofreram uma grande escassez. Os anos 1990, em especial em seu início, ficaram marcados pelos pouquíssimos filmes de terror de qualidade. Com a chegada dos anos 2000, aos poucos esse quadro começou a mudar. A forte tendência dos remakes no período, por exemplo, se não trouxeram muita originalidade em suas produções, ao menos abriam as portas para que mais obras fossem criadas.

Há 20 anos, o cinema via o lançamento de algumas obras de terror bem celebradas, algumas muito elogiadas pela crítica, que se destacaram como os melhores da década, e não apenas no gênero – como veremos abaixo (filmes como Os Outros e A Espinha do Diabo). Outros longas, ganharam uma verdadeira legião de seguidores, se tornando cult. É justamente tal época que revisitaremos nesta matéria, com os filmes de terror que completam 20 anos em 2021. Confira abaixo e não esqueça de comentar quais os seus favoritos daquele ano.

Os Outros

O filme de terror mais prestigiado de 20 anos atrás no cinema é sem dúvidas Os Outros. Na época, não se falava em outra coisa quando o assunto era terror. Porém, a produção também era acusada de pegar carona no sucesso de O Sexto Sentido, lançado dois anos antes. De fato, as obras guardam suas semelhanças no que diz respeito ao clima, ao tema de fantasmas e inclusive em suas reviravoltas chocantes. Na época, a atriz Nicole Kidman era alçada a um novo patamar em sua carreira, a definindo como uma das grandes estrelas de Hollywood.

Olhos Famintos

Produzido por Francis Ford Coppola, este longa possui muitos fãs no Brasil e no mundo, em especial os que cresceram com ele. Embora esteja longe, bem longe mesmo, de ser uma obra-prima do gênero, a produção diverte em um nível despretensioso. Na trama, dois irmãos em uma viagem de carro pelas estradas se deparam com um antagonista misterioso. Esse filme, assim como Um Drink no Inferno (1996), de Tarantino e Rodriguez, pode ser dividido em dois. Na primeira metade soa muito como Encurralado (1971), de Steven Spielberg, com um caminhão pra lá de sinistro atormentando a dupla nas estradas. Depois, assim como o longa citado, esse também assume formas do cinema fantástico, quando temos revelado que dirigindo o veículo está uma criatura não humana. Mesmo assim, sem dúvidas esse é bem melhor que suas continuações.

A Espinha do Diabo

Pau a pau com Os Outros na disputa de melhor filme de terror de 2001, este longa é dirigido por ninguém menos que o adorado Guillermo del Toro. Após se decepcionar com Hollywood em Mutação (1997), o cineasta retornou ao seu país de origem, o México, para filmar esta que é uma de suas obras-primas da carreira. Passado num internato para rapazes no fim da década de 30, três anos depois da Guerra Civil Espanhola, aonde chega o protagonista Carlos (Fernando Tielve), o mais novo residente do local. Produzido por Pedro Almodóvar, o filme é uma aterrorizante história de fantasmas repleta de reviravoltas de gelar a espinha.

13 Fantasmas

A década de 2000 ficou marcada, entre outras coisas, pela forte tendência de refilmagens de produções de terror. No período, quase tudo foi refeito nas telonas, desde filmes slasher dos anos 70 e 80, até clássicos sobrenaturais dos anos 50 e 60. Um deles foi este 13 Fantasmas, remake de um longa não muito conhecido de 1960 sobre uma família que herda uma casa mal assombrada. A sacada no lançamento do filme foram óculos que permitiam o público vislumbrar os tais 13 Fantasmas do título. No remake, o fato é incluído como artifício na trama. O remake traz no elenco estrelando dois jovens atores populares no período: Matthew Lillard (de Pânico) e Shannon Elizabeth (de American Pie).

Kairo (Pulse)

No fim dos anos 90 e início de 2000, uma verdadeira onda de filmes japoneses de terror dominaram o país e o mundo. Praticamente todos fazendo uso de uma similaridade específica como tema: fantasmas e assombrações. Deste movimento saíram algumas obras bem famosas, vide Ringu (1998) e Ju-On (2002), prontamente refilmadas em Hollywood como O Chamado (2002) e O Grito (2004). Por lá, entre os dois citados existiu este Kairo, considerado um techno-horror contando a história de espíritos tentando entrar no nosso mundo através da internet. E sim, ele ganhou um remake americano, intitulado Pulse, de 2006.

A Mão do Diabo

Outro filmaço de terror e suspense que se junta ao topo da lista como um dos melhores de 20 anos atrás. Primeiro de dois filmes dirigidos pelo saudoso ator Bill Paxton, aqui ele também protagoniza na pele de Meiks, devoto pai de família numa pequena cidade, precisando criar os dois filhos pequenos após a morte da esposa. A família vive feliz até a primeira guinada na trama. O pai diz aos filhos que recebeu uma visita de um anjo para que cumpra a missão de eliminar demônios da Terra. O problema é que estes demônios são apenas seres humanos. Muito intrigante, o filme é narrado em duas linhas temporais, com a segunda no presente tendo Matthew McConaughey como um sujeito contando tal história macabra a um policial.

Jason X

Quando a Paramount Pictures tirou até a última gota de leite da franquia Sexta-Feira 13 durante a década de 1980, enchendo seus cofres de dinheiro durante àquela época, os direitos foram vendidos para a New Line, subsidiária da Warner. Logo de pronto, o estúdio comprador confeccionou Jason Vai para o Inferno (1993), para colocar sua recém-adquirida propriedade para fazer girar o dinheiro. Porém, o resultado não foi dos melhores e colocou a franquia na gaveta por quase dez anos. Quando foi retirada do gelo, a ideia foi mandar Jason pro espaço, neste Jason X. Bem, o resultado só não foi mais desastroso porque um grupo de malucos de fato gosta do filme, transformando a produção em cult, daquelas que de tão ruim, chega a ser boa. Será?

Fantasmas de Marte

O diretor John Carpenter hoje é enaltecido como um verdadeiro mestre do cinema de gênero. Também pudera, o cineasta coleciona um verdadeiro legado de filmes cult, vide Halloween, Fuga de Nova York, O Enigma de Outro Mundo, Fog – A Bruma Assassina e Os Aventureiros do Bairro Proibido. Porém, em sua época de lançamento, muitos destes filmes não foram sucesso de público, sendo redescobertos em vídeo. Quando falamos da década de 90 então, o diretor não teve sequer um sucesso para chamar de seu. Assim, na década de 2000 lançaria apenas este Fantasmas de Marte, um de seus filmes menos prestigiados. Mistura de ficção científica e terror, o elenco traz Jason Statham, Natasha Henstridge, Ice Cube e Pam Grier como parte de um time de militares no futuro, resgatando um prisioneiro perigoso e se deparando com uma nova raça de residentes de Marte.

O Dia do Terror

Chegando atrasado na “fila do pão” dos filmes slasher, esta é praticamente uma refilmagem de Dia dos Namorados Macabro (1981), antes de seu verdadeiro remake ser lançado em 2009. Passada no dia dos namorados, a trama foca num grupo de amigas ainda na infância desprezando e humilhando um menino tímido, que tinha como característica o nariz escorrer sangue. Muitos anos depois, com todas adultas às voltas com suas vidas, um assassino usando máscara de querubim começa a eliminar uma a uma. A suspeita, é claro, recai sobre o jovem de seu passado. No elenco, Denise Richards e Katherine Heigl.

Alucinação

Em meados da década de 90, o nome da atriz Eliza Dushku era muito popular, graças à sua participação como a bad girl caçadora de vampiros Faith, da série de sucesso Buffy. A personagem de Dushku deu as caras logo no ano seguinte da estreia do programa e roubava os holofotes sempre que fazia aparições. Assim, impulsionada por esta exposição, a atriz fez parte do elenco deste Alucinação (Soul Survivors), que mistura Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado com filmes de espíritos. Não por menos, é uma produção dos mesmos envolvidos com o longa citado e também Lenda Urbana (1998).

Insônia

Conhecido como um dos mestres do terror, o italiano Dario Argento é um dos pais do subgênero conhecido como Giallo, que de certa forma deu origem aos filmes slasher nos EUA. Aqui, o veterano escala o saudoso Max von Sydow para viver um detetive aposentando, caçando um serial killer pelas ruas de Turim, na Itália.

Vampiros do Deserto

Outro filme que aproveitou a popularidade de seu jovem astro em alta na época. Trata-se de Kerr Smith, você lembra dele? Bem, quem cresceu nos anos 90 deve lembrar do ator no papel de Jack McPhee, um dos primeiros personagens abertamente gays numa produção televisiva mirada aos jovens. O programa em questão era Dawson’s Creek. E não apenas isso, Smith foi o primeiro homem a dar um beijo gay na história da TV americana. Digam se isso não é um marco? Assim, surfando neste hype, Smith protagonizou esta história de vampiros moderna, que soa quase como um remake de Quando Chega a Escuridão (Near Dark, 1987).

O Elevador da Morte

Na lista, já tivemos muitos jovens atores populares há 20 anos que basicamente desapareceram de nossas vistas no decorrer do tempo. Porém, alguns fizeram o caminho inverso. É o caso com Naomi Watts, então uma ilustre desconhecida protagonizando este terror. Watts no mesmo ano estrelaria Cidade dos Sonhos (2001), de David Lynch, e escreveria seu nome no panteão de Hollywood. A trama dona de elementos trash mostra um elevador consciente num enorme prédio de mais de 100 andares em Nova York, precisando ser combatido como um monstro. Apesar da história duvidosa, o elenco é repleto de nomes muito conhecidos dos cinéfilos.

Bones – O Anjo das Trevas

Tenho certeza que a ideia aqui por trás deste Bones foi criar um novo antagonista para os filmes de terror no estilo de Candyman, usando como pano de fundo a cultura negra norte-americana e elementos do movimento blaxploitation dos anos 70. Assim, o rapper Snoop Dogg virava o bicho papão da vez na pele de Jimmy Bones, gangster assassinado a tiros, que volta ao gueto na forma de uma entidade maligna. A veterana Pam Grier, é claro, não poderia faltar no elenco.

Após ‘What If’, Hayley Atwell quer adaptação live-action da Capitã Carter

Hayley Atwell retornou ao MCU recentemente, dando voz a Peggy Carter na animação What If‘, que explora realidades alternativas dos filmes da Marvel.

No primeiro episódio, Peggy acaba se tornando uma super soldado no lugar de Steve Rogers, assumindo o escudo e o título de Capitã Carter.

E a ideia agradou tanto o diretor Bryan Andrews, que ele expressou seu desejo de ver Hayley Atwell interpretando a heroína em uma versão live-action.

Durante uma entrevista para o USA Today, Atwell foi questionada se toparia a ideia, ao que ela respondeu:

“A possibilidade de Peggy ter a oportunidade de assumir o comando de uma forma muito mais ambiciosa me empolga. Eu apoio essa ideia e investiria totalmente em um processo em que a equipe criativa certa fosse montada para preparar o caminho para que Peggy estrelasse seu próprio filme e pudesse se tornar uma heroína moderna de nossos tempos. Eu não me contentaria com menos do que ela e os fãs merecem.”

E aí, o que você acha da ideia?

Confira as imagens oficiais do episódio:

Há alguns dias, a página oficial da animação no Twitter divulgou um novo teaser narrado por Jeffrey Wright, dublador do Vigia, personagem interdimensional que testemunha cada acontecimento do MCU.

Numa parte do vídeo, ele diz:

“A realidade não é uma linha reta. Cada momento que passa é uma chance para um novo desdobramento. Uma nova variação. Na verdade, existem mais realidades do que você pode imaginar.”

Ele continua:

“Eu sou Jeffrey Wright e, como dublador do Vigia em ‘What If…?‘ posso ver o que poucos conseguem. A totalidade do Multiverso em todo o tempo e espaço. As histórias que você pensava que sabia não são nada como você lembra. Aqui, teremos rostos familiares em papéis desconhecidos.”

Assista:

“Vá além do Multiverso e descubra ‘What If…?‘ A primeira série animada da Marvel Studios começa a ser transmitida em uma semana na DisneyPlus.”

Laura Karpman, conhecida por seus trabalhos em Lovecraft Country‘L.A.’s Finest’, ficará responsável pela trilha sonora da série.

What If é uma antologia que apresenta ao público cenários alternativos para os personagens mais icônicos da Marvel, e eles desde coisas sutis, como o Homem-Aranha entrando para o Quarteto Fantástico ou então o que aconteceria se o mundo soubesse que Demolidor é cego, até cenários mais extremos – por exemplo, e se Loki tivesse encontrado o martelo no lugar de Thor, ou Doutor Estranho tivesse se tornado um discípulo de Dormammu?

Outro aspecto bastante popular dessa compilação é explorar como o mundo seria se certos personagens tivessem sobrevivido ao invés de morrer. Por exemplo, um dos quadrinhos explora o mundo em que Ben Parker, tio de Peter, não tivesse morrido, ou então em que Gwen Stacy não tivesse morrido nas mãos do Duende Verde.

10 Sequências Famosas Recentes que Foram FRACASSO de Crítica

Vivemos uma realidade no entretenimento mundial onde é muito mais fácil e vantajoso apostar em marcas famosas e estabelecidas. Ou seja, se algo funciona e faz sucesso, pode ter certeza que terá continuações. E sim, estamos falando em especial das produções audiovisuais. Se uma série estreia bem em sua primeira temporada, obviamente abrirá espaço para a segunda, mesmo que a história não peça muito para continuar, vide Westworld. Às vezes inclusive esticando sua trama até não dar mais, como aconteceu com Lost.

Mas aqui, o assunto são as produções cinematográficas – que seguem o mesmo caminho, é claro. Se um filme faz sucesso caindo nas graças do público, pode ter certeza que será rapidamente revisitado. Nada de errado nisso. O problema é quando a ganância fala mais alto e o interesse é apenas financeiro, atropelando a coerência de uma boa história. Muitos sequer possuem qualquer narrativa e apostam somente no valor da afinidade do espectador. Pensando nisso, resolvemos por esta nova matéria relembrando algumas continuações de filmes recentes bem famosas que foram massacradas pelos críticos por, digamos, ir do nada a lugar algum, mostrando realmente não ter qualquer coisa a dizer. Confira abaixo e não esqueça de comentar.

MIB: Homens de Preto – Internacional

Homens de Preto (1997) foi um verdadeiro fenômeno, e ano que vem completa 25 anos de lançamento. A febre foi tanta que gerou até mesmo um desenho animado e duas continuações. Mas quando pensamos em MIB, lembramos automaticamente da dupla Will Smith e Tommy Lee Jones, cujos estilos contraditórios se completavam perfeitamente. Mas e que tal uma pitada de Marvel para revigorar esta franquia da Sony? Afinal, o que poderia dar errado ao se temperar MIB com a ótima química dos atores Chris Hemsworth e Tessa Thompson vista e aplaudida em Thor Ragnarok (2017)? Bem, tudo, já que o quarto filme da franquia e o único sem a dupla Smith / Jones se mostrou algo tão genérico e esquecível que os críticos não tiveram opção a não ser tascar um irrisório 23% de aprovação.

X-Men: Fênix Negra

Muitos estão dando graças a Deus pela Fox ter sido comprada pela Disney e assim a franquia X-Men ter ido parar em seu lugar de direito, junto ao MCU. Assim, em breve poderemos ver os mutantes que são um dos carros-chefe da editora interagir nas telonas com outros tantos personagens queridos. A franquia X-Men até começou bem nos cinemas, recebeu elogios e foi um dos filmes responsáveis pela onda de produções do gênero que temos hoje, indiscutivelmente. À altura do lançamento deste filme, porém, a franquia já tinha visto altos e baixos, mas nada nos prepararia para esta obra totalmente sem sal. A verdade é que a história da Fênix Negra já havia sido contada em O Confronto Final (2006), e salvação seria se fosse contada desta vez da maneira certa. Não rolou. Os críticos deram míseros 22% de aprovação, merecidamente.

 

Malévola: Dona do Mal

A graça do primeiro Malévola, de 2014, foi subverter a história da Bela Adormecida focando na vilã do título, a bruxa que é uma das maiores vilãs do acervo Disney. A surpresa foi ver como a estrela Angelina Jolie caiu como uma luva no papel, já que esse era um projeto muito pessoal para a atriz, sendo o longa animado um dos preferidos dela. Já esta sequência tardia, lançada cinco anos depois (em 2019) mostra-se um verdadeiro caça-níquel, cujo atrativo não mais era Jolie, e sim a presença de outra musa, Michelle Pfeiffer. Dizem as más línguas que Jolie fez o filme unicamente pelo dinheiro, precisando sanar algumas dívidas financeiras. Como resultado, os críticos torceram o nariz com apenas 39% de aprovação.

O Paradoxo Cloverfield

Aqui temos um caso onde o segundo exemplar é muito superior ao primeiro da franquia. Cloverfield – Monstro (2008) é um eficiente filme… bem, de monstro, que ajudou a fortificar o estilo found footage nos anos 2000. No entanto, quase dez anos depois, Rua Cloferfield, 10 (2016) se mostrou um exímio e tenso estudo psicológico de personagens, pegando a todos de surpresa. Justamente por isso, foi no mínimo embasbacante presenciar esta patacoada espacial, com efeitos toscos e sem qualquer suspense ou medo. O elenco é muito bom, mas o filme só serviu para colocar um ponto final (até o momento) na promissora franquia, inclusive fazendo o quarto exemplar (Operação Overlord) mudar de nome. Os críticos não tiveram outra escolha a não ser avaliar o “terror” com 21% de aprovação.

Olhos Famintos 3

Essa é uma franquia de terror marcada por escândalos em seus bastidores, mas que mesmo assim continua tendo seus adeptos por ter conquistado certo status de cult. O mais impressionante é a presença do grande Francis Ford Coppola como produtor dos dois primeiros filmes. O original, de 2001, completa vinte anos de seu lançamento em 2021, mas está bem longe de ser essa Coca-Cola toda alardeada pelos fãs. O segundo, de 2003, já diminuiu o hype. Mas nada prepararia para a devastação do terceiro, lançado em 2017, comandado pelo mesmo Victor Salva dos anteriores, diretor condenado por abuso de menores. Um reboot da franquia é anunciado para este ano, sem o envolvimento de Salva. Esperamos que os efeitos e a maquiagem do monstro sejam melhores do que os anteriores. Enquanto isso, o terceiro Olhos Famintos foi avaliado 17% de aprovação pelos críticos.

Alice Através do Espelho

A Disney domina o mundo, e nesse processo é claro que a ganância está envolvida. Sim, a casa do Mickey já lançou muitas continuações desnecessárias que ficaram bem aquém de seus filmes originais. Uma das mais sem vergonha é essa sequência de Alice no País das Maravilhas (2010), de Tim Burton – um filme muito destemperado e um dos pontos mais baixos na carreira do cineasta, mas que fez enorme sucesso com as crianças. Assim, longos seis anos depois, o estúdio achou que seria uma boa continuar a história. Sentimos em tela a vontade zero de Johnny Depp, Anne Hathaway, Mia Wasikowska e afins de estarem ali. E Tim Burton… bem, ele não estava mesmo, pulando para o cargo de “produtor”. A avaliação dos críticos para um dos filmes mais sem alma de anos recentes foi de 29% de aprovação.

Bruxa de Blair

Aqui a desgraça foi tanta que o filme resolveu trocar de nome a esta altura do campeonato. Ao menos é o que informa o IMDB, que intitula a obra como A Maldição de Blackhills: Bruxa de Blair 3. O filme original mudou o jogo no fim dos anos 90, se tornou fenômeno minimalista independente e cimentou o found footage para os novos tempos. A ganância fez os produtores continuarem o que não precisava (ou devia) ser continuado. Assim surgiu O Livro das Sombras (2000) logo no ano seguinte, resultando num dos piores filmes de todos os tempos na opinião do grande público. Quase vinte anos depois da sequência alguns “gênios” de Hollywood acharam ter encontrado a ideia de ouro para um terceiro filme. Que tal um reboot / continuação misturando os estilos do found footage com a estética tradicional, e transformando a bruxa num monstro que podemos ver? Agora me diz, quem deu sinal verde para isso? O resultado: 38% de aprovação dos críticos – o que ainda me parece bem alto.

Os Estranhos: Caçada Noturna

Filmes de invasão doméstica se tornaram um subgênero dentro do terror. Para a nova geração, um cult muito lembrado é Os Estranhos (2007). Apesar de quase não ser comentado hoje em dia, o filme fez sucesso com os aficionados, contando com a presença da estrela Liv Tyler, mesmo sendo um longa, para falta de definição melhor, digno de qualquer nota. Na trama um casal é atormentado em sua casa de campo por um trio de psicopatas sádicos mascarados. Dizem ter sido baseado numa história real. Pedia continuação? Não. Teve? Certamente, uma ocorrida quase dez anos depois, que explica muito pouco e resolve apelar para o lugar comum. Ah sim, a presença do nome mais conhecido aqui, o da ruiva voluptuosa Christina Hendricks, é pura enganação, já que ela fica em cena por uns 15 minutos. Melhor para ela, pior para nós. Com tantos “atrativos” a solução dos críticos foi uma avaliação de 39% de aprovação – o que ainda é alto demais para o filme.

Rota de Fuga 2: Hades

Adoramos o astro Sylvester Stallone. Particularmente, seus filmes tiveram grande valor na formação cinéfila deste amigo que vos fala. E para sempre ele será um ídolo. Mas como sabemos o mundo pode ser cruel, e em sua terceira idade Sly já não encontra tantos projetos para estrelar como outrora. Um dos mais legais de anos recentes foi Rota de Fuga (2013), que o une pela primeira vez em tela durante toda a projeção com seu eterno rival do passado, Arnold Schwarzenegger. E essa era uma, senão a única graça do filme. Cinco anos depois, Stallone cismou de continuar essa história e buscou investimento na Ásia. Resultado: muitos atores asiáticos roubando sua cena, com o astro se tornando coadjuvante de sua própria produção. A incoerência desta continuação não passou em branco sequer pelo próprio Sly, que veio a público detonar a qualidade da sequência. Com vergonhosos 8% de aprovação dos críticos, Rota de Fuga 2: Hades (2018) é um dos piores filmes em anos recentes na opinião dos especialistas. Dizem que a coisa melhora um pouco no terceiro Rota de Fuga 3 – O Resgate (2019), mas quem vai arriscar ver para saber? Eu não.

Invasão Zumbi 2: Península

É muito mais triste quando vemos uma continuação ruim de um filme maravilhoso, que fez um baita sucesso com os críticos e público, demonstrando um propósito para além das telas. O primeiro Invasão Zumbi (Train to Busan) serviu para abrir os olhos de grande parte dos espectadores para filmes de gênero vindos da Ásia, em especial da Coreia do Sul. É claro que o terror japonês já havia emplacado com os cinéfilos brasileiros e do mundo, mas ainda assim eram restritos a uma parcela cult underground. Invasão Zumbi (2016) elevou tais filmes ao meio mainstream, sendo exibido em cinemas de shopping junto com as produções mais comerciais. Ao ser colocado na plataforma da Netflix seguiu aumentando sua popularidade com novos espectadores, que iam descobrindo-o. Com 94% de aprovação dos críticos, era seguro dizer que o hype para a sequência havia sido gerado. E quando ela de fato estreou, em meio a pandemia do Coronavírus, bem, digamos que o barulho ficou muito longe de ser o mesmo. A avaliação da imprensa nem foi das mais negativas para Península (2020), com 54% de aprovação. Mas esperava-se bem mais para algo dentro da franquia.

Os Maiores Sucessos de Bilheteria em 2021

Sim, a gente sabe, o ano ainda não acabou, aliás, ainda vamos ter suas super estreias em dezembro com Homem-Aranha 3: Sem Volta para Casa (15) e Matrix Ressurrections (22). Ou seja, até lá tudo pode mudar, assim como essa lista. Do mesmo modo, desde o ano passado com a chegada da pandemia, os números relacionados às bilheterias do cinema são pra lá de atípicos, com 2020 basicamente inexistindo e 2021 tendo uma crescente somente após o segundo semestre – pelo menos nos EUA. Algo que, obviamente, está ligado a aplicação das vacinas e a volta do público aos shoppings e multiplex.

No entanto, mesmo nesse curto espaço de tempo, algumas produções conseguiram se sobressair e atingir números admiráveis, nos levando a crer que a normalidade deve voltar até o próximo ano – isso se novas variantes não surgirem, é claro. Em todo caso, é realmente impressionante a quantidade de filmes que conseguiram quase chegar na casa do bilhão, mesmo nesse momento em que todo mundo tem se organizado financeiramente. O mais surpreendente é que as primeiras colocações não foram ocupadas pelos famosos blockbusters de Hollywood, mas sim produções orientais que pouco gente viu ou sequer teve acesso aqui no Brasil, por exemplo. Deixando várias grandes produções americanas pra trás.

Confira então nossa lista com os números detalhados de todos esses filmes que marcaram esse ano de recomeço e foram falados até quando não podia mais. Aliás, após saírem do cinema, muitas dessas obras passaram a ser ainda mais comentadas quando chegaram nos streamings. É sempre bom lembrar que a janela de transição do cinema para o home video está cada vez menor, isso quando não estreiam juntos, o caso de alguns títulos que saíram em serviços como Disney+, HBO Max e derivados. Comenta se vocês viram todos citados ou curtiram pelo menos alguns deles. Ah, os valores das bilheterias serão representados através da moeda do dólar americano.

10 – Duna (outubro – EUA)

Começando por Duna, sem duvidas a maior produção do ano em termos de realização e grandiosidade de projeto, e que novamente coloca Denis Villeneuve numa situação delicada no que se refere a bilheteria. Em Blade Runner 2049, outro filme de escala colossal, Villeneuve recebeu bastante elogios por parte da crítica, mas patinou nas bilheterias. Duna seguiu quase o mesmo caminho faturando a duras penas um valor que deve ter só pagado o custo de orçamento, porém ganhou sinal verde para sua continuação.

Bilheteria mundial: $382,709,010

09 – Eternos (novembro – EUA)

A oscarizada diretora Chloé Zhao recebeu, de maneira inédita no estúdio, uma recepção bastante negativa por parte da crítica e do público após o lançamento do seu Eternos. O filme é um ser estranho dentre as demais produções da Marvel, tentando criar um ambiente sério, repleto de conceitos culturais e religiosos com heróis que parecem ícones na Terra – bem ao estilo da DC. O longa não é de todo ruim, mas está longe de parecer aquilo que os fãs da Marvel esperam. No entanto ainda conseguiu uma grana legal, ficando na frente até de Duna.

Bilheteria mundial: $385,057,010

08 – Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis (setembro – EUA)

Shang-Chi seguiu a formula de sempre e foi muito bem, obrigado, sendo querido tanto pela crítica quanto pelo público alvo. É um filme descompromissado, repleto de boas cenas de ação e muito humor. O resultado foi mostrado com os números expressivos em bilheteria e a confirmação de que teremos mais aventuras do novo herói oriental do estúdio.

Bilheteria mundial: $431,956,458

07 – Godzilla vs Kong (março – EUA)

Pra falar a verdade, o aguardado encontro atual entre os dois monstros gigantes mais famosos do cinema, Godzilla e Kong, ficou devendo no que refere a uma história mais interessante – a trama que inserem ali pela metade do filme é sonífera. Porém, quando vamos falar de efeitos visuais e cenas de ação, Godzilla vs. Kong e recheado de set pieces gigantescas e entraves incessantes. Sobretudo pela surpresa mecânica que aparece pra confrontar a dupla. Mesmo em plena pandemia o filme arrasou quarteirões.

Bilheteria mundial: $467,863,133

06 – Venom: Tempo de Carnificina (outubro – EUA)

Quem diria que a maior bilheteria dos filmes de super-heróis do ano não seria de um filme da Marvel, mas, sim, de um herói do selo, Venom: Tempo de Carnificina, que foi distribuído pela Sony Pictures e parece ter conquistado o público de vez. Certamente o terceiro Homem-Aranha vai superar esses números, porém, qualidades à parte, é preciso reconhecer o feito da dona do Playstation e admitir que eles estão, mesmo que aos trancos e barrancos, construindo o seu próprio universo nos cinemas. O link dos créditos finais então explodiu a cabeça dos fãs.

Bilheteria mundial: $483,257,490

05 – Detetive Chinatown 3 (fevereiro – China)

Começa aqui o primeiro caso da lista onde um título chinês aparece, mercado esse que consegue se sustentar sozinho e alcançar números além de expressivos. Detetive Chinatown 3 é um filme de comédia e aventura com a dupla Qin Feng e Tang Ren que, depois de passar por Bangcoc e Nova York, parte pra um novo destino em Tóquio. Assim, com um novo crime pra analisar, os dois não medem esforços para encontrar o culpado e solucionar esse outro mistério. O filme chegou no Brasil apenas pelo Telecineplay e quase ninguém viu, mas a bilheteria foi surreal.

Bilheteria mundial: $686,257,563

04 – Velozes e Furiosos 9 (junho – EUA)

É incrível como a cada filme a franquia Velozes e Furiosos vai ficando cada vez mais absurda e igualmente divertida. Nesse 9º título da série, que se passa no espaço (!), vemos que não há limites para os realizadores de Velozes e suas ideias insanas. Os fãs aliás se amarram em toda loucura e mostram sua força de sempre nas bilheterias. Os lucros sempre elencam as listas das produções mais rentáveis do ano.

Bilheteria mundial: $726,229,501

03 – 007Sem Tempo para Morrer (setembro – UK – EUA)

Esse ano tivemos a despedida de Daniel Craig no papel do agente 007, num dos momentos mais emocionantes, corajosos e dolorosos da franquia com o sensacional Sem Tempo para Morrer. James Bond nunca foi tão implacável, também nunca foi tão humano. Mesmo num momento delicado de pandemia, todo mundo foi pro cinema conferir o desfecho com chave de ouro e tornar esse capítulo a maior bilheteria de uma produção norte-americana em 2021 – até o momento!

Bilheteria mundial: $726,229,501

02 – Hi Mom (fevereiro – China)

Essa é mais uma comédia chinesa que pouca gente do ocidente viu, mas que foi um verdadeiro fenômeno por lá. Ainda inédito no Brasil, Hi Mom foi escrito, dirigido e estrelado pela famosa comediante local Jia Ling, e contou com os atores parceiros Shen Teng, Chen He e Zhang Xiaofei. O filme foi lançado em 12 de fevereiro de 2021 na China e conquistou a todos falando sobre o amor familiar e as demais facetas do tema.

Bilheteria mundial: $822,009,764

01 – The Battle at Lake Changjin (setembro – China)

E o primeiro lugar da maior bilheteria registrada esse ano vai pra The Battle at Lake Changjin – outro filme chinês ainda inédito por aqui. Este não é um filme de comédia, mas sobre guerra, sendo dirigido pelo trio Chen Kaige, Tsui Hark e Dante Lam e escrito pela dupla Lan Xiaolong e Huang Jianxin, além de contar com Wu Jing e Jackson Yee nos papéis dos protagonistas. Até o dia 5 de dezembro The Battle at Lake Changjin tinha arrecadado um total de quase 900 milhões de dólares. É o filme que possui a maior bilheteria da história da China. Só nos dois primeiros dias de lançamento, o longa arrecadou um total de 82 milhões de dólares e atingiu 1,012 bilhões de yuans ($ 155,12 milhões) até o dia 2 de outubro. Realmente impressionante tudo isso.

Bilheteria mundial: $899,259,751

Qual a sua preferida? Relembre as Séries mais QUERIDAS do Público que completam 10 Anos de estreia em 2021

É inegável como os seriados televisivos evoluíram e se transformaram de um mero entretenimento de consumo fácil e rápido, para obras realmente ressonantes dentro de nossa cultura popular. Antes era meramente escapismo, mas aos poucos os seriados começaram a demonstrar que as produções cinematográficas precisariam se esforçar mais se quisessem reinar absolutas como antes. De fato, grande parte dos espectadores são adeptos dos programas televisivos e privilegiam esta forma de arte acima do conteúdo cada vez mais voltado ao público juvenil que “entope” grande parte dos complexos de salas de cinema.

Existe o ditado popular de que “o teatro é o meio do ator, o cinema é o meio do diretor, e a TV é o meio dos roteiristas”. Mesmo que isso já tenha mudado, com séries que possuem um verdadeiro escopo cinematográfico, vide Game of Thrones, Westworld e o recente Round 6, os seriados seguem sendo o melhor lugar para mentes criativas trabalharem todo o potencial de sua originalidade, com roteiros únicos e repletos de imaginação. Para cada membro da audiência, uma série específica serve como ponto divisor de águas para simbolizar essa mudança para a chamada “nova fase dos programas de TV”. Embora muitos possam citar Lost como referência, para este amigo que vos fala, o interesse havia sido criado um pouco antes, com o eletrizante 24 Horas.

Pensando em como as séries de TV dominam o mercado do entretenimento audiovisual como nunca anteriormente, e o gosto dos fãs, resolvemos lembrar nesta nova matéria os programas que completam 10 anos de sua estreia em 2021 e continuam extremamente populares, nas bocas e mentes do público. Confira abaixo e não esqueça de comentar.

10) Lobo Adolescente

Intitulado originalmente Teen Wolf, o programa é a adaptação para a TV do filme O Garoto do Futuro, de 1985. A comédia estrelada por Michael J. Fox falava sobre um rapaz descobrindo ser um lobisomem através de uma “maldição” de família, mas as situações são todas levadas de forma humorística. O filme se tornou uma obra cult, gerou um desenho animado e uma continuação ainda na década de 80. Pulamos para 2011, numa época em que seres mitológicos associados com o terror, como lobisomens e vampiros, tinham como espelho o bem sucedido financeiramente, porém, igualmente muito repudiado Crepúsculo, cuja franquia estava a pleno vapor. Desta forma, a história criada por Matthew Weisman (que também escreveu Comando para Matar no mesmo ano) sofria uma “repaginada” a la Crepúsculo, transformando a narrativa num drama adolescente – não por menos tendo a MTV como produtora. A série bem sucedida durou 6 temporadas até 2017.

09) Pessoa de Interesse

Indo ao ar pela rede americana CBS, com produção da Warner, aqui temos um verdadeiro time de pesos pesados. Produzido por J.J. Abrams e criado por Jonathan Nolan, irmão e parceiro criativo de Christopher Nolan, a série de ação e suspense usa a alta tecnologia – como é bem típico dos irmãos Nolan – como carro-chefe de seu enredo. Na trama, um milionário (papel de Michael Emerson, de Lost) desenvolve uma tecnologia para o governo norte-americano capaz de prever ataques terroristas e crimes de forma geral ao monitorar os telefones celulares do mundo inteiro. Por essa sinopse podemos ver que Nolan talvez tenham se inspirado em elementos de O Cavaleiro das Trevas (2008) e Minority Report (2002) para compor seu thriller. Jim Caviezel e Taraji P. Henson completam o elenco principal. A série durou 5 temporadas até 2016.

08) New Girl

Primeira comédia da lista. A série criada por Elizabeth Meriwether, que no mesmo ano escreveria e produziria o romance Sexo sem Compromisso, visava capitalizar em cima da imagem de pixie girl criada pela atriz Zooey Deschanel, então recém-saída do queridíssimo sucesso 500 Dias com Ela. Não por menos, Deschanel além de estrelar, é também uma das produtoras do programa. A ideia era ter a atriz num papel que tinha muito de sua personalidade excêntrica-engraçadinha. Ela pega a traição do namorado e se vê sem lugar para morar, precisando dividir um apartamento com três rapazes solteiros. Vira e mexe a protagonista solta a voz em canções, adicionando elementos leves de surrealismo. O programa da Fox Television ficou no ar por 7 Temporadas até 2018.

07) Once Upon na Time

Já imaginou uma história onde diversos personagens de contos de fadas de fato fossem reais, vivendo em uma terra de magia? Essa era a proposta da criação de Adam Horowitz e Edward Kitsis, ambos produtores de Lost. Bruxas, piratas, fadas, princesas e os mais conhecidos personagens da mitologia infantil, como o Capitão Gancho, a Bela (de A Bela e a Fera) e Robin Hood desfilavam em tela, se mostrando tão reais e humanos quanto qualquer um de nós. Na trama, uma mãe (Jennifer Morrison) e seu pequeno filho embarcam numa viagem para uma terra mágica, após descobrirem que ela é na verdade a filha de Branca de Neve com o Príncipe Encantando, iniciando assim uma aventura que duraria 7 temporadas até 2018. O programa foi ao ar pela rede ABC.

06) Shameless

O programa do canal a cabo Showtime, com produção da Warner, tem como atrativo a presença do veterano William H. Macy. O ator consagrado vive um pai de família irlandesa, que devido ao seu alcoolismo deixa a criação de seus cinco filhos, para sua sexta filha mais velha, Fiona, papel da graciosa Emmy Rossum. Enquanto lida com os problemas do pai irresponsável e precisa tomar as rédeas da família na criação dos irmãos, a protagonista ainda equilibra trabalho e sua vida sexual – onde o programa capricha em cenas mais picantes da nudez da bela atriz. Uma das garantias de uma exibição em um canal a cabo. Baseado num programa britânico de 2004 de mesmo nome, Shameless foi adaptado para os EUA pelos próprios criadores do original, Paul Abbott e John Wells, e durou 11 temporadas, chegando ao fim em abril deste ano. O programa mantém o recorde para o canal Showtime como o seriado mais duradouro de sua história.

05) American Horror Story

Ao contrário de todos os itens acima que completam 10 anos de sua estreia, mas já encerraram suas exibições de episódios inéditos – com Shameless chegando ao fim este ano -, AHS (como é conhecida pelos íntimos) exibe atualmente sua décima temporada, e já renovou com o canal FX para mais três temporadas. Isso que é sucesso. Criada pelo midas da TV norte-americana Ryan Murphy, o segredo por trás do programa de terror é se tratar de uma antologia, onde a cada temporada temos uma história contendo começo, meio e fim; sem muita ligação com a temporada seguinte. Muitos dos atores da trupe inclusive interpretam personagens diferentes a cada novo ano. Os temas usados como premissa para as temporadas muitas vezes refletem parte do folclore macabro dos EUA.

04) Homeland

Dez anos após o maior ataque terrorista de todos os tempos, ocorrido em solo norte-americano, o fatídico 11/9, este programa de muito sucesso aborda justamente as feridas deixadas ainda muito abertas e como as agências dos EUA tratam a prevenção de qualquer ameaça de forma extremamente paranoica – e não tinha como ser de outra forma. O seriado é na verdade uma adaptação do israelense Prisoners of War (Prisioneiros de Guerra), criada por Gideon Raff. O mesmo Raff serve de produtor na versão americana – trazida para o país por Alex Gansa e Howard Gordon, produtores bem sucedidos tendo no currículo séries como Arquivo X e 24 Horas. Na trama, Claire Danes é a agente da CIA Carrie Mathison. Ela está decidida e começa a juntar provas de que um militar americano capturado atrás das linhas inimigas, papel de Damian Lewis, tendo passado anos como prisioneiro, sofreu lavagem cerebral do grupo terrorista al-Qaeda e agora se tornou um traidor em solo americano. O problema é que a protagonista foi diagnosticada como bipolar e sua desconfiança pode ser apenas sua doença a atacando e a fazendo extremamente paranoica. O programa chegou ao fim após 8 temporadas no ano passado.

03) Suits

Séries sobre advogados sempre fizeram muito sucesso com o público, e sua popularidade é equivalente aos seriados de medicina e hospitais, sendo produzidos aos montes. Aqui, a sacada por trás do programa criado por Aaron Korsh é que traz a trapaça de seu protagonista Mike Ross (Patrick J. Adams), que abandonou a faculdade de direito, e mentiu em seu currículo para poder arranjar emprego na renomada firma de advocacia de Harvey Specter (Gabriel Match). Outra curiosidade aqui é a presença de Meghan Markle no elenco, atriz divorciada que viria a ser tornar a duquesa de Sussex ao ser casar com o príncipe Harry da Inglaterra – depois ambos optaram por abandonar as obrigações e ligações com a família real. Suits ficou no ar por 9 temporadas até 2019.

02) Black Mirror

“Isso é tão Black Mirror”. O bordão pegou, mas por motivo da qualidade extrema da série. Fenômeno entre todas as gerações hoje, é indiscutível que o programa de antologia que usa como tema os “malefícios” da tecnologia em seus mais variados âmbitos se beneficiou bastante após a compra da Netflix, que produziu as novas temporadas a partir da terceira. Acontece que originalmente o programa criado por Charlie Brooker era uma produção britânica da rede Channel 4, onde exibiu suas duas primeiras temporadas, em 2011 e 2013. Descendente direto de Além da Imaginação (Twilight Zone), com episódios que são histórias próprias contidas com começo, meio e fim, o diferencial de Black Mirror, como dito, é centrar suas subtramas em um futuro próximo onde a tecnologia faz parte direta de nosso dia a dia, muitas vezes trazendo tantos malefícios quanto benefícios. A partir da terceira temporada, nas mãos da Netflix, foi quando a série realmente decolou e atingiu um novo patamar de popularidade. Com 5 temporadas lançadas até 2019, e um filme interativo em 2018, a série está atualmente na geladeira devido a um “atrito” envolvendo os criadores terem deixado a produtora do programa e saído para criar uma nova empresa – o que está criando uma certa disputa legal pelos direitos. Enquanto isso não for resolvido, nada de sexta temporada.

01) Game of Thrones

Não tinha como ser de outra forma. Embora Black Mirror seja uma série muito cultuada, nenhuma outra se compara ao sucesso de popularidade que foi Game of Thrones. A criação de George R.R. Martin, autor de uma série de livros, de certa forma pegou carona no sucesso de aventura e fantasia que foi a trilogia Senhor dos Anéis na década anterior – adicionando, é claro, elementos mais sombrios, crus e violentos. Aqui, o sangue escorria de verdade, além do programa ser pontuado com inúmeros momentos quentíssimos de sexo e nudez. Ou seja, é Senhor dos Anéis bem mais rock n roll. A Guerra dos Tronos é uma história de disputa, repleta de traições, mortes inesperadas e reviravoltas capazes de chocar até mesmo o espectador mais experiente. Uma verdadeira obra-prima. Bem, digamos, a não ser pelo desfecho, que terminou desagradando muita gente. Mas nada que tire o brilho e o investimento de um seriado que foi uma verdadeira comoção. Como há muito não se via.

‘Cowboy Bebop’ e outras 9 séries CANCELADAS pela Netflix em 2021

Desde o início da pandemia, os amantes de séries de TV vem sendo surpreendidos por uma sucessão de inesperados cancelamentos de algumas das suas mais amadas produções.

E o ano de 2021 tem se mostrado bem semelhante. Com novas séries que não tiveram uma chance sequer de renovação para uma segunda temporada, outros títulos populares e de longevidade também viram suas narrativas serem abruptamente interrompidas pelo cancelamento.

Para você se informar, separamos aqui TODAS as 10 séries que passaram pelo facão da Netflix, seja por baixa audiência ou corte de custos nessa era pandêmica.

Cowboy Bebop

A Netflix cancelou a série live-action depois de apenas uma temporada. A produção, que dividiu a opinião dos críticos com 46% de aprovação no Rotten Tomatoes, foi lançada no serviço de streaming há menos de três semanas.

Não foi revelado o motivo do cancelamento. Vale lembrar que o anime original também está disponível na Netflix!

Com toques de filosofia, diálogos profundos e psicológicos, o anime ‘Cowboy Bepop’ traz a história de um grupo de caçadores de recompensa que viaja em uma nave intitulada Bepop. E, à medida que eles procuram trabalho, as conversas vão se tornando ainda mais interessantes e reflexivas. O elenco conta com John Cho, Mustafa Shakir, Daniella Pineda, Elena Satine e Alex Hassell.

 

Dash & Lily

Os opostos se atraem quando o cínico Dash e a otimista Lily trocam mensagens e desafios em um caderno que vão deixando em diferentes pontos de Nova York.

Uma temporada

O Legado de Júpiter

A primeira geração desses super-heróis manteve o mundo seguro por quase um século. Mas será que seus filhos vão conseguir carregar esse legado?

Uma temporada

Meu Pai e Outros Vexames

Um pai solteiro, dono de uma empresa de cosméticos, precisa aprender na marra a lidar com a filha adolescente, que foi morar com ele.

Uma temporada

Família em Concerto

Depois de fracassar na carreira, uma aspirante a cantora country encontra uma vida nova como babá dos cinco filhos adoráveis de um viúvo bonitão.

Uma Temporada

Amizade Dolorida

Uma universitária de Nova York que faz bico como dominatrix contrata seu melhor amigo da escola, recém-saído do armário, como seu assistente.

Duas temporadas

Pit Stop

Kevin James interpreta o chefe de uma equipe de NASCAR em Pit Stop. Quando o dono da equipe se aposenta e passa a liderança para a filha, James precisa evitar que as modificações propostas por ela acabem prejudicando o grupo.

Uma temporada

Professor Iglesias

O hilário professor Gabriel Iglesias dá aula na escola onde estudou e tenta fazer a diferença na vida de alguns alunos desajustados, mas cheios de talento.

Três temporadas

Os Irregulares de Baker Street

Na Londres do século 19, um grupo de jovens se dedica a solucionar crimes sobrenaturais a pedido do Dr. Watson e de seu parceiro Sherlock Holmes.

Uma temporada

Grand Army

Cinco alunos da maior escola pública do Brooklyn encaram um mundo caótico na luta por sobrevivência, liberdade e um futuro melhor.

Uma temporada

The Last Kingdom

Enquanto Alfredo, o Grande, defende seu reino de invasões nórdicas, Uhtred – um saxão criado por vikings – planeja reivindicar o que é seu por direito.

Quatro temporadas

Warner testou duas versões diferentes de ‘Batman’, com e sem a introdução de um personagem

Segundo o Hollywood Reporter, a Warner Bros. realizou testes de audiência com duas versões diferentes de ‘Batman‘.

Uma das versões traz um ator específico escalado para um papel ainda não divulgado, e a outra não o introduz. O estúdio já decidiu qual versão usar.

Especula-se que o ator seja Barry Keoghan, de ‘Eternos‘.

O ator foi escalado para viver o Policial Stanley Merkel, mas especula-se que ele se revelará o vilão Coringa.

Resta saber qual versão a Warner optou por lançar nos cinemas.

Lembrando que ‘Batman‘ estreia em 04 de março de 2022.

Confira a sinopse completa e siga o CinePOP no YouTube:

“Dois anos patrulhando as ruas como o Batman (Robert Pattinson), causando medo nos corações dos criminosos, levou Bruce Wayne para as sombras de Gotham City. Com apenas alguns aliados de confiança – Alfred Pennyworth (Andy Serkis) e o tenente James Gordon (Jeffrey Wright) – entre a rede corrupta de oficiais e figuras importantes da cidade, o solitário vigilante se estabeleceu como a única personificação da vingança entre seus caros cidadãos.”

“Quando um assassino ataca a elite de Gotham com uma série de maquinações sádicas, uma trilha de pistas enigmáticas envia o Maior Detetive do Mundo em uma investigação no submundo do crime, onde ele encontra personagens como Selina Kyle/Mulher-Gato (Zoë Kravitz), Oswald Cobblepot/Pinguim (Colin Farrell), Carmine Falcone (John Turturro) e Edward Nashton/Charada (Paul Dano). Conforme as evidências começam a se tornarem pessoais e a escala dos planos do perpetrador se torna clara, Batman deve forjar novos relacionamentos, desmascarar o culpado e fazer justiça ao abuso de poder e à corrupção que há muito tempo assola a cidade de Gotham.”

Em entrevista, Reeves comentou que o longa será diferente dos filmes anteriores e não se apresentará como uma tradicional história de origem, como já vimos no passado. Conforme ele explicou, o longa fará referências às suas origens, mostrando uma perspectiva muito mais emocional e complexa.

“Eu senti que vimos muitas histórias de origem do personagem. Parece que as coisas vão cada vez mais longe nessa fantasia, e eu pensei ‘bem, um lugar onde ainda não estivemos é fundamentando-o da maneira que os quadrinhos Ano Um faz, chegando direto em um jovem Batman, não sendo um conto de origem, mas referindo-se às suas origens e abalando-o até o âmago. Você pode fazer com que sua história seja muito prática, mas também pensei que poderia ser o filme do Batman mais emotivo já feito.” 

Além de Pattinson no papel principal, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.

 

Entrevista com o Vampiro | A Imortalidade segundo Anne Rice

Autora alcançou fama mundial com saga sobre vampiros e dilemas morais originados da vida eterna

Em determinado momento do filme Garotos Perdidos, dirigido por Joel Schumacher em 1987, é apresentado que a gangue de jovens motociclistas liderada pelo personagem de Kiefer Sutherland é toda de vampiros e eles passam boa parte de seus dias realizando atividades extremamente perigosas; para um humano elas seriam mortais mas para eles se tornou corriqueiro, quase tedioso, pois a adrenalina da possibilidade de morrer não faz mais parte da existência deles.

O fator imortalidade, a essa altura, é algo que caminha de mãos dadas com a ideia do vampirismo tradicional na literatura (tanto popular quanto folclórica). Originalmente essas figuras fantásticas eram, em termos de comparação modernos, semelhantes a mortos vivos uma vez que eles nada mais eram do que mortos que se levantavam de suas tumbas para atacar os vivos.

Um dos relatos mais antigos desse tipo de criatura é do monstro conhecido como Draugr, este pertencente ao folclore escandinavo. Uma das primeiras pessoas a ligar o conceito do mencionado monstro escandinavo ao vampiro foi Andrew Lang no livro The Book of Dreams and Ghosts em 1897; porém, a correlação entre ambos é discutida por Ármann Jakobsson mais de um século depois no artigo The Fearless Vampire Killers: A Note About the Iceland Draugr and Demonic Contamination in Grettis Saga.

Garotos Perdidos” integrou esse movimento de reimaginação dos vampiros

Para Jakobsson não há razão concreta, do ponto de vista gramatical, para Lang definir para Draugr a tradução como sendo “vampiro” uma vez que normalmente esse ser era traduzido como “fantasma”. É levantado então pelo autor que uma possível razão para essa decisão repouse no sucesso que o livro Drácula, escrito por Bram Stoker, estava obtendo no período e, por sua vez, redefinindo o mito do vampiro. 

Basicamente tudo que se entende desse folclore atualmente, de alguma maneira, está presente no livro: fraqueza ao sol, estaca de madeira, sede por sangue, controle de clima (característica presente no mito do Draugr também), transfiguração em diferentes tipos de animais e a imortalidade. Aqui entra uma observação porque de todas as clássicas características do vampiro, a imortalidade realmente nunca é levada muito em consideração, com exceção das vezes em que é ressaltado que o vampiro é muito antigo (como em Drácula 2000) ou perigoso.

Ao longo de boa parte do século XX a maioria das produções relacionadas a vampiros se pautaram exclusivamente nos aspectos base, como a sede de sangue e a natureza inerentemente má, apresentados na obra de Stoker. Isso para não dizer que todas as grandes adaptações tinham em Drácula seu antagonista padrão; Todd Browning, os filmes da Hammer na década de 50 e 60 com Christopher Lee e até F. W. Murnau (Nosferatu foi o vampiro certo para a história errada) se apoiaram religiosamente na escrita do romancista irlandês para contarem suas próprias histórias.

Drácula foi por muito tempo a única interpretação possível do gênero.

Isso até 1976 quando um exemplar literário traria uma nova interpretação para um tema até então já bastante explorado. Até aquele ano a maior parte das interpretações da criatura mitológica permaneciam no mesmo status quo do livro de 1897, com nenhum símbolo sendo maior do que as produções de baixo orçamento da Hammer. De supetão é publicado Entrevista com o Vampiro e basicamente todos os leitores ficam aturdidos.

Sob um aspecto geral, o enredo gira ao redor de uma entrevista nos dias atuais (atuais de 1976 mas enfim) concedida pelo vampiro Louis a uma espécie de ouvinte especializado em gravar histórias de pessoas diversas. O livro então passa a ser ambientado no século XIX e acompanha os últimos dias de Louis como mortal até basicamente toda a parte inicial da sua existência imortal onde ele tenta se adaptar às novas necessidades e à perspectiva da eternidade.

Para muitos leitores esse foi, bem como ainda é, o que torna a visão da autora uma revisão muito necessária para esse folclore. Inicialmente após a transformação, Louis fica curioso quanto a sua nova condição; ávido para aprender com o vampiro responsável pela sua conversão (Lestat) tudo que é possível saber; de conceitos básicos sobre quais são os limites de um imortal até a dúvida mais profunda sobre se eles ainda possuem uma alma.

A curiosidade de Louis (à direita) o torna submisso à Lestat.

Sua primeira grande desilusão vem ao constatar que seu criador, seu “pai” para todos os efeitos, não tem as respostas que ele busca, bem como não parece ligar em busca-las. Imortalidade, para ele nessa fase inicial, é sinônimo para perguntas e expectativas, já para Lestat, bem mais antigo, é a certeza de que não há expectativas. 

No artigo Conditions of Immortality: According to Aristotle, assinado pelo filósofo Thomas Davidson, é apontado pelo autor que na visão de Aristóteles a imortalidade não é a vida eterna, mas sim algo mais. “Imortalidade não é uma forma de vida ou um tipo de vida: é algo que acontece à vida – algo maior que a vida, ainda que sendo algo do qual a vida é uma condição… quando a vida passa para o Eterno, quando o mortal é posto na imortalidade, ele deixa de ser vida, no senso ordinário, e mortal”.

Tal teoria se encaixa bem na figura representada por Lestat como esse ser sem qualquer ligação com moralidade humana e que pauta sua existência unicamente no prazer da caça e execução. Ele, portanto, é o oposto do protagonista que luta para manter quaisquer evidências de humanidade e é desses embates ideológicos entre ambos que, talvez em uma situação anticlimática (não dita de maneira pejorativa), não ocorre uma mudança de visão para ambos mas sim uma reafirmação enfática tanto para Louis quanto Lestat de que suas opiniões estão corretas.

A imortalidade não torna Lestat mas ponderável.

Anne Rice, que faleceu aos 80 anos em decorrência de um AVC nesse sábado (11), pautou muito do seu livro de estreia das Crônicas Vampirescas como uma constatação de que uma existência eterna não necessariamente traz respostas a perguntas que mortais possuem desde sempre (sobre Deus ou o sentido da vida) mas, em um efeito contrário ao esperado, inflexibiliza as visões de mundo dos imortais. Todo o tempo do mundo, literalmente, não incentiva à mudanças de percepções filosóficas ou de estilo de vida tanto para Louis quanto para Lestat ou qualquer um dos vampiros que aparecem no decorrer da trama.

Da mesma forma que o ideal do vampiro tem sido extremamente sólido desde a publicação de Drácula, em Entrevista com o Vampiro é apresentado um leque desses personagens sendo exatamente o que eles tem sido desde 1897: tragicamente imutáveis.

 

Curiosidades | ‘O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel’, aclamado filme de Peter Jackson, completa 20 anos!

2021 é um ano de celebração – tanto pelos ótimos títulos lançados no cinema quanto pelos clássicos que fazem aniversário. E um deles é o lendário e revolucionário O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel’.

Lançado há vinte anos, a primeira iteração da icônica trilogia de Peter Jackson funciona como adaptação do romance homônimo de J.R.R. Tolkien, e leva o público à fantástica e perigosa Terra-Média. A narrativa é centrada em Frodo Bolseiro (Elijah Wood), um jovem hobbit que tem a missão de levar o Um Anel, objeto de extrema cobiça pelo maligno Sauron, à Montanha da Perdição e destruí-lo de uma vez por todas.

Contando com nomes como Ian McKellenLiv TylerViggo MortensenSean AstinCate BlanchettSean BeanIan HolmChristopher LeeOrlando Bloom e vários outros, o longa foi ovacionado pela crítica especializada e pelo público, ambos considerando-o como um divisor de águas no gênero de fantasia no cenário cinematográfico. ‘A Sociedade do Anel’ conquistou 13 indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme, levando quatro estatuetas para casa, e arrecadou quase US$900 milhões mundialmente.

Para celebrar seu iminente aniversário, o CinePOP preparou uma lista com várias curiosidades de bastidores, que você confere abaixo:

  • Lee, que interpretou Saruman no filme, revelou que leu a trilogia de Tolkien uma vez ao ano até falecer em 2015 – e fez isso desde a publicação do primeiro livro. Ele também é o único membro do elenco e da equipe criativa a ter conhecido Tolkien.
  • Jackson deu um dos anéis utilizados no filme a Wood e a Andy Serkis (Gollum/Smeagol) como presente quando as filmagens terminaram. Ambos acreditavam que tinham o original.

  • O doloroso encontro de Gandalf com o teto da casa de Bilbo Bolseiro não estava no roteiro. McKellen, que viveu o poderoso mago, bateu a testa acidentalmente. Jackson disse que McKellen havia feito um ótimo trabalho navegando pelo “erro” e resolveu manter a cena no corte final.
  • O elenco normalmente tinha que viajar para locações remotas através de helicópteros. Bean, que interpretou Boromir, morria de medo de voar e só o fazia quando absolutamente necessário. Quando rodavam as cenas da Sociedade cruzando as montanhas nevadas, ele passava duas horas toda manhã escalando da base da montanha ao set, já vestido como Boromir.

  • Apesar de interpretar um anão, John Rhys-Davies (Gimli) era o membro mais alto do grupo que formava a Sociedade, com 1,85m de altura.
  • Os diálogos élficos no filme não eram apenas citações do livro, mas sim construções derivadas do próprio dicionário limitado que Tolkien lançara sobre a língua. O instrutor de dialetos Andrew Jack utilizou gravações do autor lendo os romances originais para guiar os atores e as atrizes na hora da pronunciação.
  • ‘A Sociedade do Anel’ e a sequência lançada em 2002, ‘As Duas Torres’, foram rodadas simultaneamente. As gravações levaram, juntas, um tempo recorde de 274 dias através de dezesseis meses, o mesmo tempo de filmagens de ‘Apocalypse Now’, de 1979.

  • Mortensen (Aragorn), que é fluente em inglês, espanhol e dinamarquês, pediu para que o roteiro fosse revisado, a fim de que seu personagem tivesse mais falas em élfico.
  • Bloom conseguiu o papel de Legolas dois dias antes de terminar seus estudos na escola de teatro.
  • Mortensen foi elencado na produção quando já estava sendo rodada, nunca tido conhecido Jackson ou lido os livros de Tolkien. Foi seu filho Henry mortensen, com onze anos à época, que fez toda a pesquisa e que convenceu o ator a assinar o contrato para viver Aragorn.

Novo clipe legendado apresenta os cavaleiros de ‘King’s Man – A Origem’

A 20th Century Studios divulgou um novo clipe legendado de ‘King’s Man – A Origem‘, pré-sequência da aclamada franquia.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

Nas redes sociais, as primeiras reações dos críticos indicam que o longa-metragem é “bizarro”, “esquecível” e “ruim”, contestando o roteiro e a direção de Vaughn e comentando que o título não enriquece a mitologia da franquia.

Confira:

“Eu assisti a ‘King’s Man’. É prova de que Matthew Vaughn não entende o que foi tão incrível sobre o primeiro filme. Essa pré-sequência não consegue se decidir sobre o que quer ser e sofre como resultado. Dito isso, poderia assistir a Ralph Fiennes fazer coisas de espião o dia todo. É muito tarde para contratá-lo como James Bond?”.

‘King’s Man’ é… Bizarro. Em relação a tom, é o filme mais animal que vi esse ano, então é muito sério e bobo ao mesmo tmepo. Também tem uma narrativa muito problemática que, quanto mais eu penso sobre, mais eu detesto. Mas Rasputin tem superpoderes, eu acho?”.

“Não sou fã de ‘King’s Man’. Os dois primeiros filmes e o trabalho de Vaughn funcionam, mas a pré-sequência não enriquece a mitologia. A ação é divertida quando acontece, mas não há muito tela e a história é desconjuntada. Eu esqueci o filme no momento em que acabou”.

“Como alguém que ama o primeiro Kingsman e realmente gosta do segundo, tudo o que tenho a dizer sobre ‘King’s Man’ é que… Ele é ruim. Há um pouco de ação incrível e performances divertidas, mas a história e o tom são uma bagunça – e a ‘comédia’ é horrorosa em certos momentos”.

‘King’s Man’ dá a sensação de ser dois filmes em um, ‘1917’ coberto por uma concha de Kingsman. O roteiro parece um amontoado de dois roteiros juntos. Quando há ação, ela é bem feita, mas as implicações do vilão são bagunçadas (para ser gentil)”.

Apesar do novo filme ser ambientado muito antes dos eventos de ‘Kingsman – Serviço Secreto’, Vaughn revelou à Empire que a pré-sequência terá ligação com os eventos de Kingsman 3‘.

“Ao longo da trama de ‘King’s Man – A Origem‘, plantamos as sementes e provocamos o que vai acontecer em ‘Kingsman 3‘. Vai ser algo muito diferente [dos outros filmes], mas terá uma grade importância para o futuro da franquia.”

Infelizmente, o cineasta não revelou muito sobre os planos envolvendo os dois filmes, mas é possível que algum segredo revelado na pré-sequência seja o foco do terceiro capítulo da franquia principal.

Confira as imagens promocionais:

Uma delas mostra Ralph Fiennes e Djimon Hounsou se preparando para uma possível batalha. E a outra destaca a personagem de Gemma Arterton.

 

Quando os criminosos mais cruéis da história se reúnem para tramar uma guerra para roubar milhões, um homem deve correr contra o tempo para detê-los. Descubra as raízes da primeira agência de inteligência independente em ‘King’s Man: A Origem‘.

O elenco conta com Ralph Fiennes, Djimon HounsouLiam Neeson, Aaron Taylor-Johnson, Harris Dickinson, Gemma Arterton, Rhys Ifans, Matthew Goode e Stanley Tucci

‘Firebite’: Série distópica sobre VAMPIROS ganha trailer cheio de ação; Confira!

AMC+ divulgou o primeiro trailer da série ‘Firebite‘, produção distópica sobre vampiros.

Confira:

A produção será lançada no dia 16 de dezembro, na plataforma de streaming.

A série foi criada, dirigida e escrita por Warwick Thronton, conhecido pelo filme ‘Sansão e Dalila‘. Brendan FletcherTony Krawitz também entram como diretores.

A trama é ambientada em uma remota e deserta cidade mineira, que funciona como a última fortaleza vampira enviada da Inglaterra para a Austrália em 1788 pelos poderes coloniais para erradicar as populações indígenas. Escondidos do sol nos túneis subterrâneos que contornam a cidade até os dias de hoje, os membros da colônia (e sua fome) estão crescendo. A guerra está chegando. Tyson e Shanika estão à frente dela. Mas que esperança um homem impetuoso e um órfão de 17 anos têm para derrotar esses parasitas sedentos por sangue, quando legiões de guerreiros antes deles falharam?

Yael StoneRob CollinsCallan MulveyShantae Barnes-Cowan estrelam.

‘Pantera Negra 2’: Filmagens da sequência serão retomadas COM Letitia Wright

Marvel Studios' BLACK PANTHER..Shuri (Letitia Wright)..Ph: Film Frame..©Marvel Studios 2018

Segundo o The Hollywood Reporter, as filmagens de ‘Pantera Negra: Wakanda Forever’ serão retomadas muito em breve e, para a surpresa de todos, Letitia Wright estará no elenco.

As informações podem causar certo choque nos fãs, ainda mais considerando as polêmicas declarações antivacina de Wright, que se recusou a se imunizar contra o COVID-19 e acabou sendo infectada pelo vírus.

A notícia indica que as gravações irão recomeçar em Atlanta, Geórgia, em janeiro de 2022.

No Twitter, alguns usuários compartilharam o seu descontentamento com o fato da atriz ainda não ter se vacinado contra o COVID-19, o que impediria a sua entrada em solo estadunidense e afetaria diretamente o cronograma de produção do longa.

Na rede social, os internautas fizeram um apelo à Marvel Studios, pedindo a demissão da atriz, bem como a reescalação do herói T’Challa.

Confira algumas das reações:

“Reescalem ela e T’Challa e sigam em frente”. 

“Nesse ponto, engavetem o filme temporariamente. Use o multiverso para apresentar uma ‘nova’ Shuri e possivelmente um novo T’Chall ou algo do tipo”. 

“O irmão do Chadwick literalmente deu às pessoas sua benção para reescalar T’Challa. A Marvel está fazendo toda essa bobagem por medo de perder dinheiro. Eles já vão perder dinheiro de qualquer jeito! Pantera Negra não tem futuro sempre o Pantera Negra”. 

“Sim. Eu sei que não era uma opinião popular naquela época e isso tudo ainda é um assunto muito sensível emocionalmente para todos – família, fãs, elenco e equipe técnica. Mas eu ainda acho que em algum momento nós veremos outro ator assumindo o papel de T’Challa”. 

O lançamento filme foi adiado de 08 de julho de 2022 para 11 de novembro de 2022.

Lembrando que o Production Weekly vazou a sinopse do longa, que coloca Atlantis e Namor na sequência.

“Tanto Wakanda quanto Atlantis são civilizações ocultas com tecnologia avançada e maiores capacidades militares que decidiram se separar do resto do mundo para sua própria segurança e, de certa forma, por medo. Wakanda temia que sua tecnologia fosse abusada. Alantis temia que os habitantes da superfície viessem profanar a cidade mítica como o fizeram há tantos anos  

No entanto, seus medos são ainda mais intensificados quando essas duas nações, uma vez ocultas, colidem uma com a outra. Wakanda e Atlantis têm uma história surpreendentemente entrelaçada. Wakanda é o único país do mundo com acesso ao vibranium. no entanto, rumores sobre seu poder estão se espalhando pelo mundo, e o pai humano de Namor foi enviado para procurar por este material raro na Antártica. A guerra vai começar.”

Tenoch Huerta será o Namor.

Ryan Coogler retorna como diretor e roteirista.

‘Pantera Negra’ foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, torno-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

‘The Club’: 2ª parte do drama turco da Netflix ganha trailer; Confira!

Netflix divulgou o trailer da 2ª temporada do drama turco ‘The Club‘.

Confira:

A produção retornará com episódios inéditos no dia 6 de janeiro.

A série foi criada por Zeynep Günay Tan, que também fica responsável pela direção ao lado de Seren Yüce.

Nos anos 1950, em meio à agitação política de Istambul, uma mãe judia tenta retomar o relacionamento com a filha após sair da prisão.

Gökçe Bahadır, Barış Arduç, Asude Kalebek, Salih Bademci, Metin Akdülger e Fırat Tanış estrelam a produção.

‘The Flash’: Mika Abdalla será Etérea na 8ª temporada da série

Segundo o The Wrap, a novata Mika Abdalla foi recentemente escalada para a 8ª temporada de The Flash como Tinya Wazzo, conhecida por seu nome de heroína Etérea/Moça Fantasma.

Nos quadrinhos, Tinya é membro de uma Legião de Super-Heróis e apareceu pela primeira vez na revista intitulada Action Comics #276, em 1961. Criada por Jerry SiegelJim Mooney, ela tem a habilidade de se tornar intangível e atravessas objetos sólidos – algo que todos os nativos do planeta Bgztl têm em comum.

A descrião oficial da personagem revela que, “anos depois de se esconder, a relutante meta-adolescente Tinya Wazzo vê sua vida virar de cabeça para baixo quando ela se torna objeto de investigação da CC Citize Media, de Iris West-Allen. Logo, Tinya é arrastada para um perigoso mundo que nunca acreditou existir – um mundo que irá mudá-la para sempre”.

Ainda não se sabe em qual episódio ela irá aparecer.

Lembrando que o próximo capítulo, “Armageddon – Part 5”, vai ao ar no dia 14 de dezembro.

Confira a promo:

Na trama, “a conclusão do Armageddon revela uma oportunidade para Flash por um fim à sua batalha infinita contra o Flash Reverso de uma vez por todas, mas as consequências podem ser drásticas demais para Barry e seu time aguentarem. Enquanto isso, Mia Queen vem do futuro para salvar um ente querido – e não deixará que ninguém fique em seu caminho”.

Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.

Barry Allen era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do “Campo de Velocidade”, e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City com a ajuda dos cientistas da S.T.A.R. Labs.

O elenco conta com Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.

‘The Flash’: Barry e Thawne se enfrentam no novo cartaz oficial da 8ª temporada; Confira!

A saga “Armageddon”, da série The Flash, chega ao fim no próximo dia 14 de dezembro e, agora, a CW divulgou um novo cartaz promocional colocando Barry e Thawne um com o outro.

Confira:

Na trama, “a conclusão do Armageddon revela uma oportunidade para Flash por um fim à sua batalha infinita contra o Flash Reverso de uma vez por todas, mas as consequências podem ser drásticas demais para Barry e seu time aguentarem. Enquanto isso, Mia Queen vem do futuro para salvar um ente querido – e não deixará que ninguém fique em seu caminho”.

Assista à promo:

Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.

Barry Allen era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do “Campo de Velocidade”, e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City com a ajuda dos cientistas da S.T.A.R. Labs.

O elenco conta com Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.