Agora, o diretor do primeiro filme da franquia, Louis Leterrier, falou sobre o seu possível retorno.
Depois de lidar com o mundo dos efeitos práticos de ‘O Cristal Encantado: A Era da Resistência‘, da Netflix, Leterrier disse que adotaria uma abordagem mais simplificada para o mundo da magia e ilusões criado na franquia ‘Truque de Mestre .
“Nunca deixarei de fazer efeitos práticos, pelo menos. Aprendi muito com os fantoches. Tudo que fizemos em O Cristal Encantado era manipulado com as mãos. Não apenas os próprios heróis, mas as flores, as asas, tudo. O set inteiro ficou animado.”
Agora, o diretor queria trazer a experiência para ‘Truque de Mestre 3‘.
“Então, fazendo outro Truque de Mestreou algo semelhante, se eu quiser fazer outro filme com magia, eu traria efeitos práticos nisso e deixaria mais realista. Há algo também muito orgânico nisso, efeitos práticos e ter pessoas por trás das coisas. Por exemplo, teve um momento em O Cristal Encantado em que Brea solta alguns livros. Ela estava na biblioteca, todos os papéis e livros começaram a girar em torno dela. O fundo era CG, mas o primeiro plano, todos os pedaços de papel, livros e coisas voando ao redor foram manipulados por pessoas com varas correndo por baixo.”
O roteirista Eric Warren Singerpretende trazer uma nova abordagem para ‘Truque de Mestre 3‘ que irá capturar a diversão, a magia e o espírito do original, introduzindo novos personagens no mundo e, ao mesmo tempo, criando oportunidades para o elenco original repetir seus papeis.
“Eric sempre foi fascinado com a arte da magia e da ilusão em todas as suas formas e ele veio até nós com uma grande história que leva a mitologia de Truque de Mestre e leva os Quatro Cavaleiros a um nível totalmente novo com a nossa chave elenco de retorno e novos personagens”, disse Nathan Kahane, presidente do Lionsgate.
Até o momento, Dave Franco é o único membro do elenco que ainda não foi procurado, mas é de se esperar que ele também esteja de volta.
Além dos Quatro Cavaleiros, foi dito que dois novos personagens farão parte da trama principal.
A primeira é descrita como uma jovem hispânica de 20 e poucos anos, e o outro é um homem por volta dos 40. E, embora nenhum ator tenha sido selecionado para os papéis, o estúdio está considerando Chris Pratt para fazer parte do elenco.
Maiores detalhes não foram revelados, então não há previsão para o início das filmagens e nem possíveis datas de estreia.
21 anos após a estreia de ‘Jumanji‘, 1995, a artesã Gemma Wright recria o tabuleiro do jogo fantástico.
O tabuleiro pode ser comprado no site oficial de Wright, mas não traz animais selvagens, plantas assassinas e um caçador de pessoas.
No filme, o jovem Alan Parrish descobre um misterioso tabuleiro de jogo que magicamente o transporta para as desconhecidas selvas de Jumanji por 26 anos, até que duas inocentes crianças, Judy e Peter o libertam do poderoso feitiço do jogo. Agora um adulto, Alan se reúne com sua amiga de infância, Sarah, e com Judy e Peter tenta superar as poderosas forças do jogo nesta criativa aventura que combina efeitos especiais de tirar o fôlego com comédia, magia e arrepios!
Confira:
‘Jumanji‘ é estrelado por Robin Williams, Bonnie Hunt, Kirsten Dunst, Bradley Pierce, Jonathan Hyde e Adam Hann-Byrd, e é dirigido por Joe Johnston. Foram gastos em sua produção US$ 65 milhões, com um retorno de US$ 262 milhões em todo o mundo.
Gina Carano continua a causar bastante polêmica em Hollywood e, depois de ser condenada por seus comentários anti-vacina e revisionistas (que afirmaram que o genocídio do povo judeu não foi causado pelos nazistas) e perder o papel na série ‘O Mandaloriano’, foi contratada para mais um controverso projeto intitulado ‘My Son Hunter’.
Segundo o Daily Mail, a produção é centrada em Hunter Biden, filho do atual presidente dos Estados Unidos Joe Biden, e promete expor a verdade sobre os escândalos de corrupção envolvendo a família.
Confira a tagline oficial abaixo:
Exponham a corrupção da família Biden! A mídia, as grandes empresas e o establishment trabalharam duro para esconder a verdade sobre a corrupção da família Biden. Em ‘My Son Hunter’, contamos a história da família Biden através dos olhos de Hunter Biden. Vocês ficaram chocados com o que verão nas telas. Pode acreditar que sabe da história, mas a verdade é muito mais perturbadora do que podem imaginar!
Phelim McAleer entra como diretor do projeto.
Carano dará vida a uma agente do Serviço Secreto que revela a “verdade”, mas que também traz um tom cômico à narrativa. Laurence Fox será Hunter.
A atriz anunciou sua escalação em um breve vídeo nas redes sociais, que você confere abaixo:
Com 12 críticas publicadas até o momento, o terror ‘Profecia do Inferno‘ (Hellbound), nova série do Yeon Sang-ho(diretor do aclamado ‘Invasão Zumbi‘), conquistou impressionantes 100% de aprovação no Rotten Tomatoes.
O consenso geral é que a produção traz uma excelente adaptação, com uma história intrigante, brutal e viciante.
Separamos os trechos das principais críticas:
“‘Profecia do Inferno’ é como uma mistura entre Clive Barker, ‘O Código Da Vinci’ e o icônico terror japonês ‘Ring: O Chamado’.” (Daily Telegraph (UK))
“No final das contas, ‘Profecia do Inferno’ é uma série intrigante, apesar de instável, com uma premissa sólida.” (Bloody Disgusting)
“O diretor Yeon Sang-ho criou um drama policial sinistro que usa elementos sobrenaturais para explorar conceitos grandiosos sobre morte e pecado.” (Digital Spy)
“O ritmo da série pode ser um pouco lento no começo, mas a narrativa progride em uma mistura interessante de drama policial, terror violento e críticas sociais sobre as falhas da humanidade, como mortalidade, pecado, justiça e a influência da mídia.” (The Age)
“É difícil tirar os olhos de ‘Profecia do Inferno’, pois o conceito é original e viciante.” (Ready Steady Out)
“A série mostra não apenas a força de uma adaptação bem feita, como também a força das produções coreanas.” (Geek Community)
Vale lembrar que a primeira temporada já está disponível na Netflix!
Baseada na webtoon coreana ‘Hell‘, a trama segue a luta pela sobrevivência em meio ao caos quando um grupo de seres sobrenaturais começam a aparecer e a condenar as pessoas para o inferno. Logo, um novo grupo religioso interpreta a aparição deles como a vontade divina.
De acordo com o Deadline, o suspense clássico ‘Cães Raivosos‘ (Rabid Dogs), do mestre do gênero Mario Bava (‘Mansão da Morte’), ganhará um novo remake.
Samuel Franco e Evan Kilgore serão responsáveis pelo roteiro da nova versão.
O site afirma que os roteiristas estão atualizando o roteiro original, retirando os tons sexistas da produção. Alegadamente, esse é o primeiro filme de uma planejada trilogia.
Na trama original…
Após um roubo, três criminosos violentos fazem três reféns – uma jovem, um homem de meia idade e seu filho – enquanto eles tentam escapar da polícia.
Alfredo Leone, produtor do filme original, retornará como produtor executivo.
As filmagens devem acontecer em 2022, com estreia programada para 2023.
Vale lembrar que o suspense já havia ganhado um remake francês em 2015, dirigido por Éric Hannezo. Conquistando os críticos, o longa alcançou 75% de aprovação no Rotten Tomatoes.
A aclamada série ‘The Americans‘ foi lançada oficialmente no catálogo brasileiro do serviço de streaming do Star+. Todas as seis temporadas já estão disponíveis na plataforma!
A trama é ambientada durante a Guerra Fria, e acompanha dois agentes russos que fingem ser uma família americana normal.
Confira o trailer:
A série acompanha a vida de dois espiões da KGB que se fazem passar por um casal americano vivendo nos subúrbios de Washington. Tentando manter seus disfarces, a medida que o tempo passa, Phillip e Elizabeth começam a adotar uma postura cada vez mais de casal que de espiões. Ao mesmo tempo, eles precisam atender as exigências de seu governo, tendo como missão controlar a rede de informações entre os espiões que operam no país. Enquanto isso, os filhos do casal, sem desconfiarem da verdadeira identidade dos pais, vivem como dois típicos adolescentes americanos.
A história gira em torno de uma família de alienígenas de um mundo melhor que se refugiam na América Central. Eles, então, começam a discordar sobre essa repentina mudança ser incrível ou horrível.
A produção conta com as vozes de Roiland, Thomas Middleditch, Sean Giambrone, Mary Mack, Sagan McMahan e Liam Cunningham.
A trama segue Georgia (Moretz), uma jovem que tenta escapar de seu país ao lado do namorado (Algee Smith) enquanto os humanos iniciam uma guerra contra uma poderosa inteligência artificial. Juntos, o casal tenta correr contra o tempo para abandonar o campo de guerra e dar uma vida digna ao bebê que estão esperando.
A narrativa é inspirada na própria vida de Tomlin, contando uma versão sci-fi da época que seus pais lutaram para salvar o filho em meio aos perigos da Revolução Romena.
A aguardada sequência de ‘Pânico‘ ganhou uma nova imagem oficial, que mostra os personagens de David Arquette (Dewey) e Melissa Barrera (Sam) prestes a enfrentar o Ghostface.
Confira:
Lembrando que a Paramount Pictures lança ‘Pânico‘ no Brasil no dia 13 de janeiro de 2022, um dia antes da estreia norte-americana.
Vinte e cinco anos após uma série de assassinatos brutais chocar a tranquila cidade de Woodsboro, um novo assassino se apropria da máscara de Ghostface e começa a perseguir um grupo de adolescentes para trazer à tona segredos do passado mortal da cidade, fazendo com que Sidney Prescott retorne para desvendar o mistério.
O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.
Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.
A CW divulgou uma nova imagem promocional incrível da 3ª temporada de ‘Batwoman‘, destacando a atriz Nicole Kang caracterizada como a Hera Venenosa.
Confira:
A transformação da personagem acontecerá no último episódio do ano, que irá ao ar no dia 24 de novembro.
Criada por Caroline Dries, a série faz parte do Universo Compartilhado da DC nas telinhas, conhecido como o Arrowverse.
A trama segue Kate Kane e Ryan Wilder, enquanto elas lutam para enfrentar seus demônios se tornando vigilantes, combatendo o crime na cidade de Gotham.
O filme mais caro da história da Netflix, ‘Alerta Vermelho‘, já se tornou um sucesso entre os assinantes do streaming. Mas a produção tem sido alvo de uma grande polêmica entre usuários do Twitter, que encontraram um erro grotesco envolvendo a geografia do Brasil.
Em um determinado momento do longa, que é estrelado por Dwayne Johnson, Gal Gadot e Ryan Reynolds, um dos protagonistas descobre as coordenadas de uma relíquia histórica que há anos estava procurando.
De acordo com a trama, seguindo a latitude e a longitude que aparecem na tela, as coordenadas indicariam que o objeto em questão estaria em uma província no norte da Argentina.
No entanto, o marcador na verdade aponta para uma região no sul do Brasil, dando a entender que tal província argentina ficaria dentro do nosso país.
O erro de localização geográfica não passou despercebido e muitos usuários do streaming chamaram a atenção.
A senhora não tem vergonha de produzir um filme, colocar coordenadas do Brasil (mais especificamente em Horizontina/RS) falando que é na Argentina e ainda por cima lançar uma floresta imitando a Amazônia na cena? Pqp! #REDALERT#AlertaVermelho@NetflixBrasil
No filme Alerta vermelho da Netflix marcaram a localização errado, era pra ser Argentina, mas colocaram no Brasil kkkkkkkkk
Estadunidense, acontece.
E claro não pode faltar, se passa numa FLORESTA. (O filme não é ruim)
O Filme é pura pipoca, mas esses erros grotescos de geografia são duros de engolir quando você é da região.
Floresta tropical, nos pampas, e ainda por cima, coordenadas do Brasil, na argentina…
O longa é escrito e dirigido por Rawson Marshall Thurber (‘Arranha-Céu’).
Na trama, quando a Interpol emite o alerta vermelho – um pedido global de busca e apreensão dos criminosos mais procurados do mundo – é hora de o melhor investigador do FBI, John Hartley (Dwayne Johnson) entrar em cena. A caçada vai colocá-lo no meio de um ousado plano de assalto, forçando-o a se unir ao golpista Nolan Booth (Ryan Reynolds) para capturar a ladra de obras de arte mais procurada do mundo, ‘O Bispo’ (Gal Gadot). Esta grande aventura vai levar o trio ao redor do globo, passando por pistas de dança, uma prisão isolada, pela selva e, o pior de tudo, constantemente um na companhia do outro. O elenco estelar conta ainda com Ritu Arya e Chris Diamantopoulos. Dirigido e escrito por Rawson Marshall Thurber (Central de Inteligência, Arranha-Céu: Coragem sem Limite) e produzido por Hiram Garcia, Dwayne Johnson e Dany Garcia, da Seven Bucks Productions, por Beau Flynn, da Flynn Picture Co., e pela Thurber’s Bad Version, Inc., Alerta Vermelho é um elegante jogo de gato e rato ao redor do globo.
A adaptação ‘Duna‘ ganhou data de estreia na HBO MAX: dia 26 de novembro.
Para divulgar o lançamento, o streaming divulgou um novo trailer do filme.
Assista:
O filme ultrapassou a marca dos US$ 350 milhões mundialmente.
Nos EUA, o longa arrecadou US$ 93.1 milhões. No mercado internacional, foram US$ 258.1 milhões.
Ao total, a adaptação já arrecadou US$ 351.2 milhões mundialmente.
Segundo o jornalista Josh Encinias em atendimento a uma das sessões de ‘Duna’, o aclamado diretor Denis Villeneuve já deu início à produção da 2ª parte da adaptação – e que as filmagens devem começar em meados de 2022 (mais precisamente no dia 18 de julho do ano que vem).
Villeneuve já deu início à escrita do roteiro e começou a trabalhar no projeto antes mesmo de ganhar sinal verde na Warner Bros.. Segundo ele:
“Estou escrevendo a parte dois, agora, e me sinto com oito anos de idade de novo. Isso é muito incomum para mim. É a primeira vez que experimento ver um dos meus filmes e tenho um momento de pura gratidão, alegria e eu digo: ‘obrigado, vida, por me dar a oportunidade de trazer isso para as telas'”.
Adele não é um nome conhecido mundialmente por qualquer motivo: a cantora e compositora britânica ascendeu a um sucesso estrondoso depois do lançamento de seu álbum de estreia, ‘19’, arrecadando enorme aclamação crítica com as duas produções seguintes que a eternizaram como uma das grandes vozes da contemporaneidade. Mencionar o arremate financeiro da artista é quase cair na redundância, visto que ela detém o disco mais vendido de todos os tempos do Reino Unido e, no topo disso, coleciona 15 estatuetas do Grammy e um Oscar de Melhor Canção Original por “Skyfall”, do longa-metragem homônimo estrelado por Daniel Craig. Agora, seis anos desde seu último lançamento, Adele está de volta para conquistar nossos corações com narrativas pungentes e extremamente pessoais.
Já tendo passado dos trinta anos, a única direção em que a performer poderia seguir era o do amadurecimento – da mesma maneira que vimos acontecer com nomes como Lady Gaga, Gwen Stefani e Taylor Swift. É claro que ‘30’, desde seu inesperado lançamento, já fomentava inúmeras expectativas e um dos comebacks mais aguardados da década, algo que Adele definitivamente cumpriu com enorme êxito. Seu quarto álbum de estúdio, estendendo-se por doze faixas de puro êxtase criativo, é uma carta de amor para si mesma e a representação do profundo processo de cura em que se lançou após o divórcio (uma drástica mudança para qualquer um que enfrente algo similar). Novamente se apoiando no soul, no pop e no jazz, a cantora explorou territórios ainda inóspitos dentro de sua carreira, mas sem deixar sua identidade de lado – o que significa vocais esplêndidos, versos de tirar o fôlego e uma produção aplaudível do começo ao fim.
Há quem diga que Adele se vale demais de um drama excessivo, mas não é isso que encontramos: a vibrante e divertida personalidade da artista é apenas um contraponto àquilo que seu coração guarda de mais íntimo, transformando dor em arte e em vulnerabilidade como ninguém. Logo na abertura, “Strangers By Nature”, ela ata uma inesperada colaboração com o vencedor do Oscar Ludwig Göransson (‘Rocky’, ‘Pantera Negra’) que demonstra uma paixão pela teatralidade. O verso “eu nunca vi o céu com esta cor antes” e a impactante presença de múltiplas camadas e de sintetizadores pagam a melhor das homenagens a Judy Garland e a Barbra Streisand, em uma ode musical que grita no próprio silêncio. Uma mimética similar ocorre também em outras faixas da produção, visto em “Woman Like Me”, que faz alusão à discografia da saudosa Amy Winehouse, e em “To Be Loved”, cujas melódicas notas do piano remontam à icônica Alicia Keys.
Mais do que nunca, Adele tem total controle de suas pulsões artísticas e sabe como oscilar entre a essência das baladas e a envolvência de incursões upbeat. O lead single do álbum, “Easy On Me”, logo ascendeu a uma das melhores entregas do ano pela atmosfera melancólica e a sutileza de um minimalismo comovente. A trama que se esconde por trás do potente instrumental permite que a performer se volte para uma nostalgia desconfortável e analise os arrependimentos e decepções que teve quando jovem – algo que não pode ser desfeito, mas que a ajudou a ser quem é hoje. Tal temática, de certa maneira, se alastra para “My Little Love”, uma cândida inflexão neo-soul e chamber folk que dialoga com a ótima “Remember Where You Are”. Aqui, os vocais de Adele, que exaltam o poder de um coro gospel, servem como uma acalentadora história de ninar em que ela percebe que ainda tem “muito a aprender”, conforme dialoga com o filho, Angelo.
Não são apenas as baladas taciturnas que permeiam o álbum – muito pelo contrário: como bem fez em discos anteriores, a artista se sente confortável o bastante para o evocativo blues de “Cry Your Heart Out”, um hino de empoderamento produzido por Greg Kurstin, colaborador de longa de data de Adele que também participa de diversas outras tracks. Em “Can I Get It” (que, na opinião deste que vos escreve é um dos ápices da obra), as escolhas instrumentais podem destoar um pouco das canções, mas serve como uma divisão entre dois atos muito bem definidos. Talvez o aspecto que nos mais chame a atenção seja o fato de ela insurgir como uma memorabilia que se alicerça em clássicos de Red Hot Chili Peppers e Oasis, apresentando um novo e interessante lado de sua personalidade.
Algumas escolhas técnicas podem soar repetitivas demais, mas nada que rendições emocionantes não as ofusquem. Escolhas de rimas não muito ousadas e problemas de fraseamento aparecem profusamente em “Woman Like Me” e “I Drink Wine” – porém, não fortes o bastante para mancharem todas as mensagens delineadas pela performer. E, à medida que nos aproximamos da conclusão dessa épica jornada, Adele volta com tudo com as irretocáveis “Hold On”, “To Be Loved” e “Love Is a Game” (esta última já entrando para as melhores músicas de sua carreira, alimentada pela retumbância do jazz e do R&B).
O antecipadíssimo retorno de Adele ao mundo da música premeditava dois caminhos a serem seguidos – e, como já era de se esperar, a artista fez o inimaginável para transformar ‘30’ em uma joia da indústria fonográfica contemporânea, em um compilado de criações autorreflexivas que ajudaram-na a compreender e a desenredar uma complicada fase de sua vida (eternizada, agora, em forma de arte).
Nota por faixa:
1. Strangers by Nature – 5/5 2. Easy on Me – 4,5/5 3. My Little Love – 4/5 4. Cry Your Heart Out – 4/5 5. Oh My God – 5/5 6. Can I Get It – 5/5 7. I Drink Wine – 3,5/5 8. All Night Parking (With Erroll Garner) Interlude – 5/5 9. Woman Like Me – 3,5/5 10. Hold On – 5/5 11. To Be Loved – 5/5 12. Love Is a Game – 5/5
A multinacional automobilística Hyundai revelou recentemente o teaser trailer de ‘Only Way Home’, curta-metragem inspirado em ‘Homem-Aranha’ para a companhia.
O breve vídeo anuncia que Jon Watts, diretor da nova trilogia do Cabeça de Teia, ficou responsável pelo curta e que a produção será oficialmente lançada no dia 22 de novembro.
Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.
Dirigido novamente por Watts, o elenco conta comTom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.
Na noite de ontem, Tom HollandeAndrew Garfield se encontraram durante um evento de moda da revista GQ e foi o bastante para levar à loucura os fãs do ‘Homem-Aranha’.
Como rumores apontaram que Garfield pode reprisar seu papel como Peter Parker/Homem-Aranha no noovo filme do herói, o encontro entre os astros fortaleceu as suspeitas.
Apesar de ambos negarem a ideia várias vezes, as redes sociais foram invadidas por mais e mais mensagens de expectativas sobre o assunto.
Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.
A frase “não existe época melhor para ser fã de super-heróis de quadrinhos do que agora” poderia muito bem se encaixar nos clássicos do terror. A franquia Halloween vai muito bem (obrigado) com o recente Halloween Kills. O boneco Chucky ganhou uma nova e badalada série de TV. A assombração Candyman também ganhou seu reboot este ano e um novo Pânico estreia em janeiro de 2022. Se juntando a esta festa, em breve teremos a união de duas grandes mentes do gênero terror: Wes Craven e Jordan Peele. O citado A Lenda de Candyman (2021) foi uma reformulação muito bem vinda de um conceito que já era por si só muito representativo. Por trás do reboot, um nome muito associado a estas questões: o cineasta Jordan Peele, responsável por Corra! (2017) e Nós (2019). Era batata, Peele e Candyman pareciam ter nascido um para o outro.
Seguindo por esta linha, um ano antes da estreia de O Mistério de Candyman (1992), quem entregava uma produção de terror muito representativa e lotada de questões sociais muito pulsantes era ninguém menos que o pai de Freddy Krueger e de Ghostface em pessoa: Wes Craven. E adivinhe só, novamente Peele vai atrás com seu toque de Midas de um projeto que tem completamente sua cara. Depois de alguns percalços com possíveis remakes ao longo dos anos, com a aprovação do próprio criador Wes Craven, e de uma série que iria ao ar pelo mesmo canal SyFy (responsável pela novíssima série do Boneco Assassino) ser engavetada, quem toma posse do projeto é Jordan Peele, prometendo seguir na linha do que fez no novo Candyman, ao mesmo tempo em que honra o produto original.
As Criaturas Atrás das Paredes (The People Under The Stairs, no original – algo como “as pessoas debaixo das escadas”) foi lançado em 1º de novembro de 1991 e acaba de completar 30 anos de sua estreia em 2021. Época de celebração para todos os fãs deste cult por excelência, dos fãs do saudoso Wes Craven (falecido em 2015) e os fãs de cinema que curtem as obras de um dos diretores mais criativos da atualidade, o prestigiado Jordan Peele. Tudo o que o cineasta toca termina com um sabor especial, e Peele se tornou um destes artistas que sempre esperamos para ver seu próximo esforço. Com ele a bordo, qualquer reimaginação instantaneamente desperta nosso interesse. E sua escolha por este filme, digamos, menos conhecido ou menos apreciado de Craven, mas não menos memorável, não foi à toa.
Escrito, dirigido e produzido por Wes Craven, aqui o cineasta, como dito, cria talvez seu filme mais pungente e com mais mensagens nas entrelinhas. Sim, Craven criou ícones do terror e produtos extremamente vendáveis como Freddy Krueger e Ghostface, mas aqui os vilões são mais reais e podem ser lidos como uma grande analogia social. A história se desenvolve numa parte pobre da cidade, num bairro de classe baixa, onde acompanhamos o protagonista, o menino de 13 anos Pointdexter Williams, conhecido como “Fool” (Tolo), papel de Brandon Quintin Adams – ator mirim conhecido na época. Sua mãe se encontra doente acamada, sua irmã mais velha possui filhos para cuidar, e eles precisam pagar o aluguel correndo o risco de serem despejados de seu apartamento caindo aos pedaços, num prédio mais caótico ainda – um retrato do gueto (ou nossas favelas).
Assim como a recente série coreana Round 6, na qual pessoas desesperadas e sem qualquer outra opção aceitam participar de jogos mortais a fim de receberem uma bolada em dinheiro, o pequeno Fool não vê outra opção para salvar sua família do despejo a não ser cair na lábia de Leroy, o amigo de sua irmã, papel de Ving Rhames. Politizado, ele discorre sobre como os senhorios do apartamento de Fool sabem exatamente das dificuldades de sua família, mas simplesmente não ligam. Como diz outro personagem do filme, o vovô Booker (papel do veterano Bill Cobbs), os Robeson, os tais senhorios, são envolvidos com especulação imobiliária e tem intenção de despejar os moradores do prédio que são donos para vendê-lo (por isso não fazem melhorias propositalmente).
Sim, As Criaturas Atrás das Paredes antes mesmo de revelar “seus monstros” fictícios apresenta seus monstros bem reais, que sobressaem muito mais do que qualquer fantasia. Deu para notar como Craven carrega no comentário político de seu filme. É a velha luta de classes, dos ricos contra os pobres, que a Coreia do Sul tem feito tão bem em seus mais recentes filmes de sucesso. Para apimentar ainda mais seu discurso, a vizinhança pobre e perigosa é repleta de personagens negros, assim como o menino protagonista. E os senhorios, a insana família rica Robeson, são brancos.
Drama social e luta de classes está no cerne do terror, por isso Jordan Peele se interessou em refilmar.
Então o desespero de Fool o faz aceitar a proposta de Leroy, ou seja, invadir a casa dos cruéis proprietários e roubá-los. Porém, é aí que teremos o primeiro ponto de virada na trama. Assim como em O Homem nas Trevas (2016), a casa invadida logo irá se tornar o último lugar do mundo onde estes invasores desejariam estar. É a fórmula do “home invasion”, filme de invasão domiciliar, subvertida. Os assaltantes rapidamente se tornam as vítimas por quem iremos torcer, uma vez que seja revelada toda a loucura atrás das paredes daquela casa macabra.
Wes Craven costumava tirar suas ideias para seus filmes de situações reais (ou surreais), que terminam inspirando-o. Para A Hora do Pesadelo foi uma reportagem real sobre asiáticos que se privavam do sono com medo de que não conseguissem acordar. Em Pânico, escrito por Kevin Williamson, a inspiração veio de um massacre real promovido por jovens nos EUA. E aqui, ela veio de uma outra investigação sobre assalto em uma casa. Uma vez que a polícia chegou no local, os ladrões haviam fugido, mas as autoridades encontraram portas trancadas em alguns cômodos, onde os donos da casa mantinham seus filhos, sem que permitissem jamais sair.
As tais “criaturas” do título são apenas crianças sequestradas, abusadas e torturadas por seus “pais”.
Na trama do filme, os ambiciosos proprietários do prédio que planejam despejar os moradores sem se importar com as pessoas, somente com o dinheiro, são um casal incestuoso de irmãos chamados apenas de “pai” e “mãe”. Estes lunáticos, é claro, são os verdadeiros depravados e humanos podres da história. Eles são os grandes vilões, uma analogia aos empresários poderosos do mundo – o chamado 1% que retém a riqueza. Craven quis ainda traçar um grande paralelo com a América da época. Adicionando ainda mais em seu estereotipo de crueldade, a dupla mantém crianças e jovens, filhos da relação incestuosa que nasceram deformados, ou simplesmente que roubaram da vizinhança, trancafiados em seu porão, criados como animais, para quem o pervertido patriarca dá carne humana como alimento. Eles são as criaturas atrás das paredes do título e à primeira vista são os monstros do filme, em especial devido à sua aparência grotesca.
Assim como em Os Goonies (1985), em que o mostrengo Sloth termina sendo o herói trágico e maltratado, aqui o ditado “as aparências enganam” também entra em cena, quando “as criaturas” se mostram na verdade as vítimas de um casal acima de qualquer suspeita. Quando são denunciados por seus atos grotescos, a dupla recebe a polícia em casa à base de chá e biscoitos. As autoridades se certificam de proteger os direitos deles, “cidadãos de bem”, enquanto a “gentalha” do bairro, pretos e pobres, são logo desmerecidos e descreditados.
“Mãe” e “Pai”, os vilões do filme, são uma analogia dos ricos e poderosos, que não pensam nas pessoas, mas somente no lucro financeiro.
Para os papeis dos antagonistas dementes, Wes Craven recorreu ao seriado cult Twin Peaks, de David Lynch, que na época se encontrava no ar e em seu auge de popularidade. Aí está uma ligação entre As Criaturas Atrás das Paredese Twin Peaks que a maioria talvez não tenha percebido. No programa, os atores Everett McGill e Wendy Robie viviam o casal Big Ed Hurley e Nadine Hurley, uma dupla igualmente, digamos, peculiar. Craven gostou tanto da química entre os dois que se inspirou em trazer ambos para seu filme para desempenharem esta atuação única, e um pouco mais psicótica. Uma curiosidade, ainda focando no elenco, é que a atriz duas vezes vencedora do Oscar Hillary Swank fez testa para um dos papeis no filme, a “criatura” Roach (ou Barata na tradução), um dos jovens que ajudam Fool e tem a língua cortada. Embora seja homem no filme (vivido pelo ator Sean Whalen), no roteiro ele havia sido escrito para ser homem ou mulher, dependendo do ator contratado. Swank não conseguiu o papel, mas três anos depois estrelaria em Karatê Kid 4.
As Criaturas Atrás das Paredes possui muitas boas ideias em suas entrelinhas, mas seu resultado termina soando pouco sutil e extremamente caricato e exagerado. Bem, não podemos esquecer que esse é um filme de gênero, mas um que funciona como crítica. O “drama social” e de luta de classes disfarçado de filme de terror de Wes Craven se mostrou um sucesso de bilheteria, apesar das críticas mistas e de sua pouca ressonância – ele vem sendo cada vez mais redescoberto como cult atualmente. O grande crítico Roger Ebert, por exemplo, o definiu como um “Esqueceram de Mim no Funeral”. Apesar disso, o longa se pagou logo em seu fim de semana de estreia e num orçamento de US$6 milhões arrecadou mundialmente para a Universal Pictures o valor de US$31 milhões. Em seu fim de semana de estreia se manteve na liderança do ranking em primeira posição dos filmes mais vistos, desbancando a concorrência de peso de superproduções como Highlander 2 – A Ressurreiçãoe Billy Bathgate – O Mundo a Seus Pés.
Sendo assim, a reimaginação de Jordan Peele, muito provavelmente mais centrada em certo realismo, é muito bem-vinda e promete atualizar essa história atemporal para os dias de hoje. O tempo passa, mas nem tudo muda.
A nostalgia dos anos 1980 é simplesmente contagiante. Estar vivo nesta década foi presenciar em primeira mão o surgimento do cinema entretenimento em toda a sua glória. Foi graças aos blockbusters do período que pudemos ter os queridos filmes da Marvel hoje, por exemplo. A década de 1980 foi a base de tudo. Foi a época em que os filmes deixavam de ser apenas filmes, não mais sendo experiências que deixámos nas salas de cinema ou trazíamos para conversas. Com a década de 80, os filmes passavam a ser parte do nosso dia a dia, acompanhando-nos em todos os lugares através de inúmeras peças de marketing surgidas com estes arrasa-quarteirões. Videogames, brinquedos, blusas, lençóis e todo tipo de produtos dominavam as estantes das lojas e de nossas casas.
Para os fãs saudosistas absolutos, que dirão sem pensar duas vezes que a década de 80 foi a melhor de todas, o ano passado marcou uma ocasião muito especial de celebração. Isso porque foi a partir de 2020 que os filmes dos anos 1980 começaram a se tornar quarentões. Iniciando por produções inesquecíveis e atemporais como Star Wars: O Império Contra-Ataca, O Iluminado, Sexta-Feira 13, Superman 2, Touro Indomável e tantos outros longas queridos. Em 2021, é a vez de um novo lote de filmes fazer aniversário. Nessa nova matéria iremos comemorar um novo marco para algumas produções muito adoradas, mas este não será um ciclo de 40 anos e sim de 35 anos. Aqui, iremos lembrar com você os clássicos de aventura e fantasia dos anos 80 que completam 35 anos em 2021. Confira abaixo e não esqueça de deixar seu comentário.
Começamos a lista com um filme verdadeiramente cult, extremamente adorado não apenas pelos fãs da época, mas também as gerações seguintes. Este é um daqueles filmes passados através das gerações, que nunca saem de moda ou se tornam esquecidos. Seguindo o clima da aventura juvenil de A História Sem Fim (1984) – homenageada em Stranger Things, por exemplo – Labirinto também mistura criaturas estranhas, magia e um clima de “terror de mentirinha”. Quem protagoniza é uma Jennifer Connelly bem novinha, então com 16 aninhos em um de seus primeiros papeis de destaque. Ela vive a jovem Sarah, forçada a tomar conta do irmão bebê pelos pais. Como o bebê não para de chorar, ela deseja que ele suma, e seu pedido se torna realidade quando a fantasia se mistura com a vida real. É quando entra em cena o vilão Jareth, o Rei dos Duendes, que com bizarras criaturas a seu comando, sequestra o bebê, fazendo a adolescente se aventurar numa jornada por uma terra desconhecida para recuperá-lo. Um dos grandes atrativos de Labirinto são as criações e bonecos animatrônicos de Jim Henson (o “pai” dos Muppets), que também dirige o filme. Fora isso, igualmente inesquecível é a presença do astro David Bowie como o vilão e suas canções fornecidas para a trilha sonora, que enchem a tela de empolgação.
Esse longa marcou a quarta parceria nas telas entre o ator Kurt Russell e o diretor John Carpenter, depois de Fuga de Nova York, O Enigma de Outro Mundo e o obscuro Elvis Não Morreu, um filme feito para a TV na década de 1970, onde os dois se conheceram. Curiosamente, Russell havia sido contratado para protagonizar Highlander – O Guerreiro Imortal(nosso próximo item na lista – se liga no spoiler). Durante a fase de pré-produção do filme, porém, por alguma razão a companheira de Russell, Goldie Hawn, o convenceu a deixar o projeto. Por consequência, o ator terminou embarcando neste filme que, entre outras coisas, foi forte influência para o game Mortal Kombat (é só sentir o clima e os personagens). Russell vive o caminhoneiro fanfarrão Jack Burton, que termina se metendo numa roubada ao lado de amigos ao entrar de forma acidental no meio de uma disputa milenar entre forças sobrenaturais do bem e do mal, tudo escondido no bairro chinês de sua cidade. Homens que controlam relâmpagos, idosos que rejuvenescem, e criaturas de todos os tipos marcam esse cult por excelência e um dos mais queridos itens da Sessão da Tarde. Há tempos fala-se sobre um remake, que ainda possui Dwayne Johnson vinculado para estrelar.
Eu avisei que este seria o próximo tópico da lista. Bem, Highlander pode ter perdido Kurt Russell como protagonista, mas ganhou o francês Christopher Lambert, o transformou em um astro nos EUA, contou com a presença ilustríssima de Sean Connery, gerou quatro sequências, duas séries de TV e uma animação, além de todo tipo de merchandising. Ah sim, Highlander está mais avançado em questão de sua refilmagem também, em relação ao item acima. Já temos confirmadas as presenças de Henry Cavill estrelando como Connor MacLeod, e o diretor dos filmes de John Wick, com Keanu Reeves – ou seja, espere uma aventura frenética e repleta de ação. Recentemente escrevi uma matéria lembrando do clássico 80’s. A história todos já sabem e virou até bordão quando alguém ou algo é “imortal”. Vivendo na Escócia do Século XV, Connor descobre ser um imortal ao mesmo tempo que é banido de sua aldeia. Treinado sob as asas de Ramirez (Connery), ele aprende tudo sobre sua condição e vive através dos Séculos tentando dar um propósito à sua existência. Ao mesmo tempo, outros imortais travam com ele e entre si, duelos em busca de sua mortalidade, e a única forma de atingir isso é decapitando seu rival – a única forma de um imortal morrer.
O astroEddie Murphy surgiu para o mundo do entretenimento através do programa humorístico mais duradouro dos EUA, o Saturday Night Live, que revelou muitos humoristas que se tornaram sensação. Murphy se tornou uma febre rapidamente nos anos 80, protagonizando filmes de muito sucesso como 48 Horas, Trocando as Bolas e, é claro, Um Tira da Pesada, um divisor em sua carreira. E o filme que ele escolhia para estrelar após o sucesso estrondoso de Um Tira da Pesada era justamente este O Rapto do Menino Dourado. Aqui, Murphy resolvia apostar num gênero diferente, seguindo a onda da época de filmes de fantasia e aventura. Mais acostumado a comédias policiais, o astro protagonizava como um detetive particular especializado em encontrar crianças desaparecidas. Seu mais recente caso, no entanto, irá se mostrar nada parecido com o que já viu antes. O tal menino dourado é uma espécie de “escolhido”, um ser iluminado com dons sobrenaturais. Justamente por isso ele se torna alvo de uma organização satânica, cujos membros igualmente possuem poderes que desafiam a explicação. No meio de mulheres cobra, criaturas aladas monstruosas e monastérios na neve está o piadista Murphy, enfrentando o perigo com seu bom humor. Outro clássico absoluto da Sessão da Tarde.
Howard – O Super-Herói
Para você que acha que a Marvel não tem como errar, bem, isso pode até ser verdade hoje em dia; mas não significa que a produtora de quadrinhos não tenha tido um passado sombrio e tenha vivido o “pão que o diabo amassou” até chegar onde chegou. E isso é muito verdade quando olhamos para essa obra, que tem a mão de ninguém menos que George Lucas, o pai de Star Wars, na produção a impulsionando. Curiosamente, a escolha aqui não era por um filme do Homem-Aranha, do Hulk, do Capitão América ou sequer do Homem de Ferro. Nada de personagens populares da empresa. O que Lucas escolheu foi a versão mal educada e lasciva do Pato Donald que a Marvel chamou de Howard. Criado por Steve Gerber, o personagem é um pato alienígena mal humorado, boca suja e nada amistoso para as crianças. Lucas gostou disso, mas na hora de adaptar ao cinema, “fez errado” e transformou numa aventura simpática para a garotada. Ou quase, já que quando olhamos bem de perto, podemos notar coisas pra lá de WTF como patas (mulheres) nuas na banheira (com direito a peitos de pata de fora) no planeta de Howard, e uma relação, digamos, de zoofilia entre o pato protagonista e sua namorada humana, cantora em uma banda de rock, interpretada por Lea Thompson, a Lorraine do clássico De Volta para o Futuro(1985).
Allan Quatermain e a Cidade do Ouro Perdido
É indiscutível que Indiana Jones trouxe de volta em grande estilo os filmes de aventura matinê para os cinemas. E mais do que isso, os filmes do arqueólogo aventureiro sempre contavam com um forte teor de fantasia, mesmo que esses momentos sobrenaturais sempre ocorressem no desfecho de cada filme. Fossem arcas com os restos mortais de Jesus que após aberta liberavam fantasmas e derretiam cabeças; fossem seitas indianas capazes de controlar pessoas através do vodu e arrancar corações com as pessoas ainda vivas; ou até mesmo um cavaleiro medieval vivo por séculos, protegendo o cálice sagrado. Esse era o tempero especial dos filmes de Spielberg. É claro que o sucesso fez todo tipo de imitador surgir e um dos mais famosos do período foi esta Allan Quatermain. Bom, é preciso dizer que o personagem é um clássico, criado na literatura por H. Rider Haggard, mas o que a “caloteira” Cannon Films (um marco dos anos 1980) fez aqui foi comprar os direitos de adaptação do personagem e “copiar, sem fazer diferente” ao tentar pegar carona no sucesso de Indiana Jones. O primeiro foi As Minas do Rei Salomão (1985) e no ano seguinte, completando 35 anos, era lançada a continuação A Cidade do Ouro Perdido. Ambos os filmes traziam Richard Chamberlain como Allan Quatermain e Sharon Stone como a donzela em perigo Jesse.
A 8ª temporada de ‘The Flashestreou no último dia 16, e a CW já divulgou a sinopse oficial do 4º episódio, intitulado ‘Armageddon – Part 4‘.
Confira:
“Barry (Grant Gustin) fica chocado quando Eobard Thawne (Tom Cavanagh) retorna da maneira mais inesperada, e com um laço com um ente querido. Damien Darhk (Neal McDonough) oferece conselhos a Barry, mas há um problema. Sem opções o herói enfrenta o Flash Reverso, mas vai contar com a ajuda de sua equipe, junto com a Batwoman (Javicia Leslie), Sentinela (Chyler Leigh) e Ryan Choi (Osric Chau).
Dirigido por Chad Lowe e escrito por Lauren Barnett, o episódio vai ao ar em 07 de dezembro.
Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.
Barry Allen era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do “Campo de Velocidade”, e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City com a ajuda dos cientistas da S.T.A.R. Labs.
O elenco conta com Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.
Lembrando que a produção estreia na plataforma de streaming em 24 de novembro, com episódio duplo.
O Disney+ e a Marvel Studios convidam você para uma escapada inesperada de fim de ano com ‘Gavião Arqueiro’, uma nova série ambientada no pós-estalo, em Nova York. O ex-Vingador Clint Barton (Renner) tem uma missão aparentemente simples: voltar para a família para o Natal. Possível? Talvez com a ajuda de Kate Bishop (Steinfeld), uma arqueira de 22 anos com o sonho de se tornar uma super-heroína. Os dois são forçados a trabalhar juntos com uma presença do passado de Barton ameaça destruir mais que o clima festivo.
Além de Steinfeld e Renner, Florence Pugh irá reprisar seu papel como Yelena Belova, uma versão mais jovem da Viúva Negra. Vera Farmiga (‘Invocação do Mal’) assumirá o papel de Eleanor Bishop.
Fra Fee interpretará um personagem chamado Kazi, provavelmente uma referência a Kazimierz Kazimierczak, mais conhecido como o vilão mercenário Palhaço. Tony Dalton e Alaqua Cox completam o elenco.
De acordo com o Bespin Bulletin, as gravações da série ‘Ahsoka‘ devem ser iniciadas em março de 2022, com previsão de conclusão para o outono do mesmo ano (entre setembro e dezembro).
Além disso, parece que a Disney+ pretende lançar a atração na primavera norte-americana de 2023, que acontece entre março e junho.
As informações foram publicadas originalmente no site Production Weekly, considerado como a principal fonte da indústria do entretenimento quando se trata de rastrear os dados de produções de filmes e séries.
Por enquanto, maiores detalhes não foram revelados, então só nos resta aguardar por novas atualizações.
Lembrando que foi anunciado no mês passado que Hayden Christensen vai reprisar seu papel como Anakin Skywalker/Darth Vader na atração.
Pensando nisso, o Boss Logic divulgou um belo fan pôster mostrando a Jedi renegada se preparando para enfrentar as forças imperiais.
Além disso, a arte traz uma representação de Vader mesclado ao rosto de Anakin ao fundo.
Como os fãs já sabem, Tano foi aprendiz padawan de Skywalker durante as Guerras Clônicas antes de abandonar a Ordem Jedi e seu mestre… No entanto, eles se reúnem em ‘Star Wars: Rebels‘, quando Skywalker já está transformado em Vader.
Até o momento, não se sabe como será a participação de Christensen na atração, já que a trama deve ser ambientada após ‘O Retorno de Jedi’, período em que Vader já está morto.
Então é possível que Skywalker retorne em lembranças de Ahsoka ou como um Fantasma da Força.
Esta será a primeira vez que as versões live-action dos personagens irão se encontrar e é claro que os fãs estão indo à loucura por causa da novidade.
No início do ano, o insider Daniel RPK também divulgou algumas informações valiosas sobre a trama da atração.
Ao conversar com fontes ligadas à produção, RPK ficou sabendo que os episódios vão acompanhar a jedi renegada em sua busca por Thrawn enquanto tenta encontrar pistas sobre o paradeiro de Ezra Bridger Bridger.
Para quem não conhece, Ezra Bridger é um personagem da animação ‘Star Wars: Rebels‘. Ele era aprendiz padawan de Kanan Jarrus, e ajudou a Aliança Rebelde a derrotar as forças imperiais do Almirante Thrawn.
No entanto, ele acabou desaparecendo enquanto lutava contra o inimigo.
Enquanto as atualizações não são divulgadas oficialmente, confira o logo da série: