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‘Sandy + Chef’: Série de culinária com Sandy Leah já está disponível na HBO Max

Após o sucesso da série gastronômica ‘Selena + Chef‘, chega na HBO Max a versão brasileira ‘Sandy + Chef‘, apresentada pela cantora Sandy Leah.

E os três primeiros episódios da 1ª temporada tiveram a sua estreia nesta sexta-feira (12) na grade de programação do streaming.

Sandy não é nenhuma chef, mas vai cozinhar à distância com os mais renomados chefs do país. Ela será guiada pelas mais variadas técnicas da cozinha, se conectando através da comida e de momentos divertidos com a sua família e amigos.

Confira o trailer:

Vale lembrar que a 3ª temporada do programa culinário ‘Selena + Chef‘, apresentado pela Selena Gomez, já está disponível na HBO Max.

Confira o trailer:

Taylor Swift lança ‘Red (Taylor’s Version’), que conta com nove faixas originais

Seguindo os passos de seus relançamentos, a estrela da música vencedora do Grammy Taylor Swift lançou hoje (12) o aguardado álbum Red (Taylor’s Version)’.

A nova versão conta com nove faixas originais e uma regravação de dez minutos da adorada canção “All Too Well”, além de trazer colaborações com Phoebe BridgersChris StapletonEd Sheeran.

O disco já está disponível em todas as plataformas de streaming.

Confira a tracklist oficial abaixo:

  1. State of Grace
  2. Red
  3. Treacherous
  4. I Knew You Were Trouble
  5. All Too Well
  6. 22
  7. I Almost Do
  8. We Are Never Ever Getting Back Together
  9. Stay Stay Stay
  10. The Last Time (feat. Gary Lightbody)
  11. Holy Ground
  12. Sad Beautiful Tragic
  13. The Lucky One
  14. Everything Has Changed (feat. Ed Sheeran)
  15. Starlight
  16. Begin Again
  17. The Moment I Knew
  18. Come Back… Be Here
  19. Girl at Home
  20. State of Grace (acústico)
  21. Ronan
  22. Better Man
  23. Nothing New (feat. Phoebe Bridgers)
  24. Babe
  25. Message in a Bottle
  26. I Bet You Think About Me (Chris Stapleton)
  27. Forever Winter
  28. Run (feat. Ed Sheeran)
  29. The Very First Night
  30. All Too Well (versão de 10 minutos)

Taylor Swift é uma das mais artistas mais bem-sucedidas de todos os tempos e uma das mais premiadas também. Ela já possui 11 estatuetas do Grammy para sua coleção, incluindo três Álbuns do Ano por Fearless1989 e ‘Folklore’. Além de Red (Taylor’s Version)’, a artista lançou recentemente Fearless (Taylor’s Version)’ e também o elogiado ‘Evermore’ (que tem grandes chances de aparecer na próxima premiação do Grammy).

Kylie Minogue lança álbum colaborativo ‘Disco: Guest List Edition’, que conta com Dua Lipa e Gloria Gaynor; Ouça!

A vencedora do Grammy Kylie Minogue lançou hoje (12) o álbum Disco: Guest List Edition’, versão colaborativo de seu elogiado CD do ano passado.

A nova versão conta com inúmeras participações especiais, incluindo Dua LipaGloria GaynorYears & YearsJessie Ware, e já está disponível em todas as plataformas de streaming.

Crítica | ‘Disco’ é o melhor álbum de Kylie Minogue em dez anos

A artista, que ganhou fama ainda nos anos 1980 e tornou-se uma das mais famosas e aclamadas performers dos últimos tempos, é mais conhecida por seu vibrante dance-pop chiclete.

Vendendo mais de 80 milhões de discos ao redor do mundo, Minogue é a voz por traz de sucessos como “Get Outta My Way”“In Your Arms”“Can’t Get You Out Of My Head”. Em 2004, levou uma estatueta do Grammy de Melhor Gravação Dance por “Come Into My World”, um dos singles oficiais do aclamado Fever (2001). Seus outros prêmios incluem três BRIT Awards e 17 ARIA Music Awards.

Beyoncé lança “Be Alive”, música original para o drama ‘King Richard: Criando Campeãs’; Ouça!

A lendária estrela da música Beyoncé lançou a canção “Be Alive”, música-tema para o drama King Richard: Criando Campeãs’, estrelado por Will Smith.

A faixa já está disponível em todas as plataformas de streaming.

Ouça:

O longa teve sua estreia oficial Festival de Veneza 2021 e surpreendeu a crítica especializada, abrindo com 90% de aprovação no Rotten Tomatoes.

A inspiradora e cativante história real do pai das atletas Serena e Venus Williams cativou a imprensa, justamente por sua sensibilidade e delicadeza ao retratar o poder de uma família unida.

Confira as principais avaliações:

“Green orquestra esses vários elementos em uma sinfonia que é uma homenagem aos pais trabalhadores, por mais difíceis que sejam, e para mostrar a história de origem que começa uma geração antes de nossos heróis se tornarem famosos”. – Monica Castillo, TheWrap

King Richard está perfeitamente sincronizado; seu desempenho é um lembrete excelente da carga singular de Smith, agarrando-se a um desafio poderoso com um compromisso emocionante”. – Richard Lawson, Vanity Fair

Will Smith consegue uma vitória com King Richard”. – Todd McCarthy, Deadline Hollywood Daily

“O filme incorpora frequentemente o seu mote de que a diversão sempre deve vir primeiro”. – David Ehrlich, indieWire

“Está longe de ser um filme perfeito, mas é tentador, graças ao tema forte e às caracterizações e performances nítidas”. – Stephen Farber, Hollywood Reporter

A história, assinada por Zach Beylin e dirigida por Reinaldo Marcus Green, é baseada na vida do duro pai de VenusSerena Williams, o qual tinha em mente um plano para transformar suas filhas nas maiores jogadoras de tênis do mundo. Serena já possui 23 títulos solo do campeonato Grande Slam desde sua estreia em 1999, tornando-se uma das maiores atletas da história; Venus, por sua vez, começou sua carreira em 2000 e também já foi condecorada com diversos prêmios. As irmãs, em conjunto, possuem 14 títulos em dupla.

Saniyya SidneyDemi Singleton completam o elenco.

King Richard: Criando Campeãs‘ estreia nos cinemas no dia 02 de dezembro.

‘Esqueceram de Mim’: Remake estrelado por Archie Yates já está disponível no Disney+!

O remake de ‘Esqueceram de Mim‘, intitulado ‘Esqueceram de Mim no Lar Doce Lar‘, já está disponível no Disney+.

O título foi lançado hoje, 12 de novembro, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

Dan Mazer (‘Tirando o Atraso’) é responsável pela direção.

Max Mercer é um garoto levado e inventivo que foi esquecido em casa enquanto sua família viajava para o Japão para as festas de fim de ano. Então, quando um casal, tentando recuperar uma relíquia de família com valor inestimável, volta sua atenção para a casa da família Mercer, cabe a Max protegê-la dos invasores… e ele fará o que for preciso para mantê-los fora. Com travessuras hilárias de proporções épicas garantidas, Max percebe que realmente não há lugar melhor que nosso lar.

Archie Yates (‘Jojo Rabbit’) estrela a produção. O elenco ainda conta com Ellie Kemper, Rob Delaney, Aisling Bea, Kenan Thompson, Tim Simons, Pete Holmes, Devin Ratray, Ally Maki e Chris Parnell.

‘Entre Laços’: Série latino-americana sci-fi já está disponível no Disney+!

Entre Laços é a mais nova produção latino-americana do Disney+ e, agora, o título já está disponível na plataforma de streaming.

A série foi lançada hoje, 12 de novembro, no catálogo do serviço – ao lado de títulos como ‘Jungle Cruise’‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’.

Relembre o trailer:

Nicolás SilbertLeandro Mark entram como diretores.

Allegra é uma garota de 16 anos, apaixonada pela comédia musical que sonha em ser uma grande atriz e fazer parte da companhia Eleven O’clock, tornando-se a protagonista de ‘Sexta-Feira Muito Louca’. Ela admira sua avó Cocó, uma lenda no mundo da comédia musical, e tem uma relação complicada com sua mãe Caterina, quem ela acredita ser muito conformista. A vida de Allegra mudará por completo quando ela encontrar uma pulseira misteriosa escondida em sua casa, que a leva a 1994, uma época em que Caterina tinha sua idade e dava seus primeiros passos na Eleven O’clock ao mesmo tempo em que vivia sob a sombra de Cocó, que estava no auge de sua carreira. Ao conhecer o passado de sua mãe e de sua avó, Allegra poderá ajudá-las.

Carolina Domenech dá vida à Allegra. O elenco também conta com Elena Roger (Cocó), Benjamín Amadeo (Diego), Paula Morales (Greta), Clara Alonso (Caterina), Kevsho (Félix), Emilia Mernes (Sofía), Simón Hempe (Alan), El Purre (Marco) e outros.

‘Jungle Cruise’: Aventura com Dwayne Johnson e Emily Blunt estreia no Disney+!

A aventura ‘Jungle Cruise‘, estrelada por Dwayne Johnson e Emily Blunt, já está disponível no Disney+.

O título, que agora pode ser conferido por todos os assinantes da plataforma, foi disponibilizado hoje, 12 de novembro.

O filme arrecadou US$ 204.5 milhões mundialmente.

Com o sucesso financeiro, a Disney já deu sinal verde para uma sequência.

Dwayne JohnsonEmily Blunt retornarão para a segunda iteração, reprisando seus papéis como Frank Wolff e a Dra. Lily Houghton, respectivamente. Michael Green também volta como roteirista.

Jaume Collet-Serra deve reassumir a cadeira de direção, apesar de nada ter havido confirmação.

Dirigido por Collet-Serra (‘A Órfã‘), o longa foi escrito por John Requa, Glenn Ficarra (‘Amor a Toda Prova’) e Green.

Na trama, Johnson vive Frank, um capitão de barco amaldiçoado com imortalidade, que acompanha Lily Houghton (Blunt) na busca pela mística árvore da vida, capaz de oferecer a cura através de poderes mágicos. 

‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’ já está disponível no Disney+!

O elogiado ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’ se tornou um dos mais recentes sucessos da Marvel Studios e, agora, o título finalmente chegou ao catálogo do Disney+.

O filme foi disponibilizado hoje, 12 de novembro, na plataforma de streaming.

‘Shang-Chi’ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 400 milhões nas bilheterias ao redor do mundo e foi dirigido por Destin Daniel Cretton.

Estrelado por Simu Liu, o elenco também é formado por Awkwafina, Tony Chiu-Wai Leung, Michelle Yeoh, Florian Munteanu, Fala Chen e Ronny Chieng.

Na trama, Shang-Chi é o filho de um globalista com base na China que criou e educou o descendente dele em um recluso complexo chinês, treinando artes marciais e adquirindo habilidades insuperáveis. Quando ele tem a chance de entrar em contato com o resto do mundo, logo percebe que seu pai não é o humanitário que dizia ser, vendo-se obrigado a se rebelar.

Confira a nossa crítica:

Crítica | Shang-Chi – Marvel acerta novamente com filme envolvente, emocionante e com cenas de ação IMPRESSIONANTES

‘Alerta Vermelho’: Filme estrelado por Gal Gadot, The Rock e Ryan Reynolds já está disponível na Netflix!

O filme de ação ‘Alerta Vermelho‘, estrelado por Gal GadotThe RockRyan Reynolds, já está disponível na Netflix.

O título foi lançado hoje, 12 de novembro, na plataforma de streaming.

No Rotten Tomatoes, a produção recebeu apenas 42% de aprovação, com nota 4.9/10 baseada em 71 reviews até o momento.

Segundo o consenso geral, “O grande orçamento e o elenco estelar somam-se a uma comédia de ação com ingredientes espalhafatosos, que só tornam os resultados medianos mais decepcionantes”.

Separamos as principais críticas:

“Eu dei ao filme toda a minha atenção, e tudo o que me devolveu foi uma dor de cabeça. No que me diz respeito, isso diz tudo.”, Sara Michelle Fetters, MovieFreak.com

“A produção original mais cara da Netflix teria se beneficiado se parte de seu orçamento de US$ 250 milhões tivesse sido gasto no desembaraço do roteiro.”, Wendy Ide – Observer

“Os três megastars carregam o filme inteiro nos ombros e acabam enterrados vivos sob o peso de tudo isso.”, Valerie Complex – Deadline Hollywood Daily

Dwayne Johnson, Gal Gadot e Ryan Reynolds mal estão atuando neste filme de ação”, Richard Roeper – Chicago Sun-Times

“Desfrute do do filme como puro entretenimento para os olhos, mas não espere mais do que isso.”, Trevor Johnston – Radio Times.

“O filme é um pastiche sem vida de vários filmes de ação blockbuster das últimas quatro décadas” – Slant Magazine.

“O produto final não faz jus ao poderoso trio protagonista” – Digital Spy.

“O filme é bastante divertido graças à ação e à atmosfera de comédia” – Mama’s Geeky.

Alerta Vermelho é um aventura mundial que se assemelha a ‘Missão Impossível’, a James Bond e a Indiana Jones” – Solzy at the Movies

O longa é escrito e dirigido por Rawson Marshall Thurber (‘Arranha-Céu’).

Na trama, quando a Interpol emite o alerta vermelho – um pedido global de busca e apreensão dos criminosos mais procurados do mundo – é hora de o melhor investigador do FBI, John Hartley (Dwayne Johnson) entrar em cena. A caçada vai colocá-lo no meio de um ousado plano de assalto, forçando-o a se unir ao golpista Nolan Booth (Ryan Reynolds) para capturar a ladra de obras de arte mais procurada do mundo, ‘O Bispo’ (Gal Gadot). Esta grande aventura vai levar o trio ao redor do globo, passando por pistas de dança, uma prisão isolada, pela selva e, o pior de tudo, constantemente um na companhia do outro. O elenco estelar conta ainda com Ritu Arya e Chris Diamantopoulos. Dirigido e escrito por Rawson Marshall Thurber (Central de Inteligência, Arranha-Céu: Coragem sem Limite) e produzido por Hiram Garcia, Dwayne Johnson e Dany Garcia, da Seven Bucks Productions, por Beau Flynn, da Flynn Picture Co., e pela Thurber’s Bad Version, Inc., Alerta Vermelho é um elegante jogo de gato e rato ao redor do globo. 

Opinião | Garras para o alto: sobre o legado de ARTPOP

Há algo inegavelmente emblemático quando pensamos em Lady Gaga.

Começando sua carreira ainda em 2008, o alter-ego de Stefani Joanne Angelina Germanotta ganhou vida com o estrondoso The Fame, seu álbum de estreia que não apenas quebrou inúmeros recordes, mas colocou uma jovem cantora e compositora de apenas 22 anos no centro dos holofotes com uma percepção estilística e fonográfica que divergia do costumeiro pop a que estávamos acostumados. Pouco mais de um ano mais tarde, Gaga mergulharia em sua era imperial, com o bombástico pontapé de The Fame Monster’ (e singles como “Alejandro”, “Bad Romance” e “Telephone”) e se estendendo até o começo de 2013 com os frutos colhidos de Born This Way (um dos melhores álbuns de todos os tempos).

Mas o que acontece depois que atingimos o topo? Bom, normalmente, a resposta para essa pergunta é a queda. E, com o lançamento de ARTPOP em novembro, sete anos atrás, não apenas a mídia, como também os fãs cairiam matando em cima de uma artista que ousava fugir dos comodismos e pensar “fora da caixinha”, estendendo sua arte para territórios ainda não explorados e que iriam de encontro ao que já havia nos apresentado. É claro que o infame terceiro compilado de originais de Lady Gaga passa longe de ser desconhecido ou de ter caído nas ruínas de suas tentativas de revitalização – aliás, são poucas as pessoas que nem ao menos ouviram falar em seu nome. Quase uma década mais tarde (e basicamente toda vez que completa-se mais um ciclo), ARTPOP volta para a boca do povo como se nunca tivesse saído.

A explicação é bem simples, honestamente: o álbum é considerado, com equívoco gritante, uma mancha na carreira da performer – seja por ter sido massacrado pela crítica especializada à época de seu lançamento, seja por não ter feito o sucesso comercial que prometia (vendendo quase cinco vezes menos que a obra predecessora, apesar de atingir o primeiro lugar dos charts da Billboard). Condenada por seu conteúdo explícito, por sua constante apologia às drogas e ao conhecimento do próprio corpo – e até mesmo por um lirismo metafórico e apaixonado demais que tornava os versos “incompreensíveis” -, o CD foi injustamente abandonado para ser reconhecido anos depois, com um extenso legado que mostra suas caras até os dias de hoje (ainda mais considerando o forte retorno de músicos ao EDM e ao synth-pop oitentista em 2020, como Dua Lipa e The Weeknd).

Lady Gaga está morta” com seu “decepcionante álbum” eram as manchetes que ganhavam os sites do mundo inteiro em 2013 – talvez porque grande parte dos críticos não imaginava que Gaga iria tão longe para buscar uma identidade única. Afinal, ela já havia sofrido ridículas acusações de plágio com Born This Way e até mesmo um boicote da igreja pelo uso desenfreado da mitologia católica em “Alejandro” e “Judas” (este último propositalmente sendo lançado numa sexta-feira santa). Esperar o óbvio da artista mais interessante e audaciosa do século era esperar que cobras criassem asas – e ARTPOP veio para provar sua genialidade, colocando-a como uma criadora, uma realizadora instigante à frente de seu tempo e que seria reverenciada mais tarde como uma revitalizadora dos clássicos estilos entre 1970 e 1990.

Gaga sempre foi bastante criticada pela mídia – e talvez suas respostas atravessadas e sua consciência social, que a transformou, também, no maior ícone LGBTQ+ da atualidade, permitiram que jornalistas e personalidades a julgassem pelas roupas extravagantes, pela pungência de versos musicais e pelas impactantes narrativas sonoras que promoviam o “abraçar do ser”. Em 2013, ela foi além: continuou investindo em hinos de autoaceitação e de empoderamento através de temas considerados tabus por uma sociedade excessivamente conservadora que não admitia mulheres falando abertamente sobre seus desejos e fetiches. “Quando eu deito na cama, me masturbo e penso em você” (When I lay in bed, I touch myself and think of you) é a frase que resume tudo o que Gaga se deu ao luxo de dizer, sofrendo represália ou não: a sensualidade embriagada de “Sexxx Dreams”, a visceralidade íntima de “Aura” e o poder narcótico de “Dope” são reflexos de uma artista que encontrou a verdade e se reencontrou com a própria voz.

De qualquer forma, ARTPOP enfrentou problemas ao longo do caminho – e tais obstáculos contribuíram para que o álbum e a era em si não fossem tratadas com a cautela que mereciam. De um lado, houve um boicote artístico da produtora; de outro, uma colaboração questionável com R. Kelly, “Do What U Want” (não em termos de concepção ou resultado, mas sim depois das alegações de abuso contra o rapper que obrigaram Gaga a remover da obra a faixa). Isso sem mencionar as inúmeras promessas nunca cumpridas pela artista, incluindo uma necessária continuação com faixas descartas e que incrementariam essa jornada sinestésica de modo incrível e irretocável (“Brooklyn Nights” permanece como uma das favoritas dos fãs e até mesmo é apresentada pela artista em certos shows).

A iteração musical ganhou status cult e abarcou uma legião de fãs que outrora destruíram o trabalho de alguém que apenas buscava um lado novo de sua apaixonante personalidade. Diferente de investidas anteriores, Gaga mergulhou de cabeça na desconstrução da imagem solidificada na década anterior, assim como Andy Warhol e Sun Ra (que servem de referência para a arquitetura estética em questão). O positivismo crítico de “Applause” e a rendição à cultura mainstream com “Donatella” e “Fashion!”, embebidos em um pastiche que faz menção a si mesma e àqueles que influenciaram sua carreira, ganham uma dimensão para além do visto em primeiro plano – e que se destrincham para outras tracks, como a futurista “Venus” e a onírica faixa titular.

A performer pode ter criado expectativas monstruosas ao postar em seu Twitter que o álbum do milênio estava chegando – mas não a culpo: os ouvintes esperavam uma coisa totalmente diferente do que foi lançado e, caindo numa frustração premeditada, talvez não tenham entendido o conceito por trás do cru método de “Swine” e de “Mary Jane Holland”. O álbum é uma revolução, queiram ou não: Lady Gaga chegou ao fim de um ciclo e abriu as portas para um multifacetado futuro que, conforme ela mesmo anuncia, “poderia ser qualquer coisa”.

Diretora de ‘Eternos’ explica porque os heróis não foram afetados pelo estalo de Thanos

Agora que ‘Eternos‘ está em exibição nos cinemas, os fãs da Marvel estão se questionando se alguns dos heróis teriam sido apagados da realidade após o estalar de dedos de Thanos em ‘Vingadores: Guerra Infinita’.

Infelizmente, a resposta não é revelada no filme, mas a diretora Chloé Zhao foi questionada sobre isso durante uma entrevista para o Cinema Blend.

Em reposta, a cineasta disse que:

“Bem, eu não poderia dizer isso em voz alta, mas se você considerar o que os Celestiais disseram a eles sobre si mesmos, tecnicamente eles não podem ser afetados pelo estalo.”

Zhao se refere ao fato de que os personagens de ‘Eternos‘ não são considerados ‘seres vivos’ por estarem inseridos numa categoria de energia além da matéria física.

E, se você se lembrar bem, é mencionado em ‘Guerra Infinita‘ que apenas metade dos ‘seres vivos’ do universo desapareceriam quando Thanos concluísse seu plano.

E aí, você já assistiu ao filme?

Confira a nossa crítica:

Crítica | Eternos é o filme mais artístico, complexo e fora da caixinha da Marvel… pelo bem ou pelo mal!

Eternos‘ segue a jornada de seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘) até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

O elenco conta também com Salma Hayek (Ajak), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).

‘Filhos da Meia-Noite’? Cena pós-créditos de ‘Eternos’ pode ter indicado introdução da equipe ao MCU

A segunda cena pós-créditos mostra Dane Whitman (Kit Harington) em um escritório, de frente para um velho baú que leva o brasão de sua família.

Visivelmente ansioso, ele demonstra dúvidas se deve ou não abrir a caixa, mas segue em frente.

Ao abrir o baú, ele se depara com uma antiga espada com lâmina de ébano e, quando a toca, uma voz grave o surpreende, questionando se ele está pronto para o que está por vir.

De acordo com o CBR, a voz é de ninguém menos que Mahershala Ali, já confirmado como o intérprete do Blade no vindouro remake do caçador de vampiros.

Mas o que isso significa?

Em alguns quadrinhos da Marvel, Blade atua como líder de uma equipe intitulada como Filhos da Meia-Noite.

Para quem não conhece, o grupo conta com vários personagens de naturezas místicas, como bruxos, demônios, caçadores de monstros e seres imortais.

No material original, eles agem como uma espécie Vingadores Sombrios, protegendo o mundo das ameaças sobrenaturais.

Apesar de Whitman nunca ter feito parte das formações da equipe nos quadrinhos, é possível que ele possa se tornar uma membro em possíveis adaptações no cinema, considerando a origem divina da espada de ébano.

Entre seus poderes, ela pode transportar seu dono para o corpo de seus ancestrais para acumular sua força e sabedoria.

Como ela pertenceu originalmente a Sir Percival, Cavaleiro da Távola Redonda, e foi passada de geração a geração ao longo de 600 anos até chegar a Whitman, a lâmina contém um poderoso histórico contra entidades malignas.

Isso certamente dá a Whitman um lugar entre os mais poderosos personagens da Marvel, e o Blade com certeza deve estar em seu rastro para recrutá-lo.

E aí, você acha que Whitman fará uma ponta no filme do caçador de vampiros?

Lembrando que ‘Eternos’ já está em exibição nos cinemas nacionais.

Confira a nossa crítica:

Crítica | Eternos é o filme mais artístico, complexo e fora da caixinha da Marvel… pelo bem ou pelo mal!

Eternos‘ segue a jornada de seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘) até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

O elenco conta também com Salma Hayek (Ajak), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).

Crítica | 7 Prisioneiros – Filme da Netflix com Rodrigo Santoro é um poderoso thriller sobre escravidão nos dias de hoje

Uma realidade tantas vezes narrada em noticiários, a situação análoga à escravidão segue como sendo uma mancha viva e dolorosa na história contemporânea do Brasil. Mas em um país em que marcas de luxo como Le Lis Blanc fabricam suas peças por meio de trabalho escravo e vendem seus artigos por mais de mil reais – ajudando a sustentar um sistema corrupto, nunca falamos tão pouco sobre o assunto. Mas o cineasta Alexandre Moratto e a roteirista Thayná Mantesso abre essa caixa de pandora e entrega um thriller dramático fictício que estampa em si a dolorosa história de tantos homens e mulheres. Um brilhante original Netflix, 7 Prisioneiros é a memória viva de um país que ainda não foi liberto de seus fantasmas do passado.

A trama – inspirada em relatos reais de sobreviventes – se inicia como um sonho conhecido: O desejo de migrar do interior para a capital, em busca de dignidade para a família. Um grupo de jovens rapazes é convencido a mudar para São Paulo, sob a promessa de trabalhar em um ferro-velho e mudar a história de suas vidas. Mas em meio a um cenário insalubre, eles verão o desejo de um futuro promissor ser reduzido a uma vida de escravidão, miséria e sofrimento. E entre muros altos que abafam gritos de socorro, esses homens se tornam o reflexo de uma parcela generosa de pessoas que simplesmente desaparecem e são condenadas a uma espiral de abusos dos mais diversos.

E 7 Prisioneiros talvez seja um dos filmes mais dolorosos de se assistir. Honesto e cru, Moratto não suaviza sua narrativa e usa o entretenimento como uma forma poderosa de denunciar uma série de crimes que muitas das autoridades fazem vista grossa. Impactante e sensível, o drama mostra como o meio é capaz de extirpar a dignidade de um homem que só sonha em oferecer o melhor para a sua família. E apresentando personagens que se moldam como as diversas faces da escravidão contemporânea, o diretor entrega para a audiência uma análise crítica e quase documental sobre essa fatia da nossa história que nos enche de vergonha – mas que também é tão pouco combatida.

E com um roteiro brilhante que sabe elevar as tensões, à medida em que explora a complexidade dos seus personagens e o quão tênue é a linha entre vítima e cúmplice, o thriller nos presenteia com uma seleção impecável de atuações, lideradas por Christian Malheiros e Rodrigo Santoro. De corpo esguio e sempre com um certo aspecto de sujeira, este último é a voz do esquema corrupto, o elo de ligação entre as vítimas e os chefões que se beneficiam da indignidade e fragilidade alheia. Com uma performance que nos causa repulsa e constante indignação, ele entrega um de seus melhores trabalhos e fortalece sua versatilidade em cena, fazendo do filme uma experiência ainda mais palpável e dilacerante. Já Malheiros é a personificação do “fruto de seu meio”, um rapaz confuso e em constante conflito com seus princípios, que literalmente se vê entre a cruz e a espada.

Inquietante e angustiante, o thriller é uma experiência sinestésica que deixa um gosto amargo e provoca uma sofrida ansiedade na audiência. Sempre nos levando aos limites da injustiça, caminhamos quase duas horas de filme com expectativas de um final cinematográfico, piegas e leve. Mas 7 Prisioneiros chega aqui com a proposta ousada e conflitante de nos levar aos extremos de seus próprios personagens, nos embarcando em um drama que nos faz sangrar tamanha sua dor.

E com uma direção impecável que explora sempre as sombras e a expressividade de seus protagonistas, o novo original da Netflix é como um necessário soco na boca do estômago. que nos deixa à deriva entre pensamentos e reflexões profundas sobre um Brasil que sabemos que existe, mas que tantas vezes fazemos vista grossa também.

‘Legends of Tomorrow’: Heróis ficam perdidos no tempo nas imagens oficiais do episódio 07×06; Confira!

CW divulgou as imagens oficiais do 6º episódio da 7ª temporada de Legends of Tomorrow’, que vai ao ar em 17 de novembro.

Intitulado ‘Deux Ex Latrina’, o episódio foi dirigido por Nico Sachse e escrito por Ray Utarnachitt e Mercedes Valle.

Na trama, “Quando as Lendas e Gwyn (Matt Ryan) finalmente viajam no tempo, a máquina do tempo enlouquece, deixando-os presos em uma floresta exuberante, sem ideia de quando ou onde estão. Vendo que Sara (Caity Lotz) e Ava (Jes Macallan) estão visivelmente estressadas, Nate (Nick Zano) assume e dá a todos as tarefas de armar um acampamento para manter todos ocupados. Enquanto isso, sem o conhecimento das Lendas, alguém continua tentando destruir as anomalias que continuam surgindo e que podem criar ondas maiores ao longo da história. Tala Ashe, Olivia Swann, Adam Tsekham, Lisseth Chavez, Shayan Sobhian e Amy Pemberton também estrelam.

Confira, junto à promo:

Keto Shimizu é o atual showrunner da série.

Uma equipe de heróis e vilões ajuda a evitar desastres no universo que poderia afetar não apenas a Terra, mas também o próprio tempo.

O elenco conta com Caity Lotz, Tala Ashe, Jes Macallan, Olivia Swann, Adam Tsekhman, Shayan Sobhian, Lisseth Chavez, Amy Louise Pemberton, Nick Zano e Matt Ryan.

‘Batwoman’ corre novos perigos nas imagens oficiais do episódio 03×06; Confira!

A CW divulgou as imagens oficiais de “How Does Your Garden Grow?”, sexto episódio da 3ª temporada de Batwoman, que aponta para a estreia da icônica Hera Venenosa na série

Na trama, “uma descoberta enervante em um jardim faz com que Renee Montoya peça ajuda a Ryan para garantir a proteção da cidade. Sua teoria? Um Bat Troféu virou receptáculo de um novo hospedeiro – e seus galhos espinhosos estão crescendo em direção a Gotham. Enquanto isso, Alice se mostra pronta para ajudar o Bat Time, o que levanta suspeitas. Sophie procura por vingança depois de um acidente envolvendo a irmã”.

O episódio vai ao ar no dia 17 de novembro.

Confira, junto à promo:

Criada por Caroline Dries, a série faz parte do Universo Compartilhado da DC nas telinhas, conhecido como o Arrowverse.

A trama segue Kate Kane e Ryan Wilder, enquanto elas lutam para enfrentar seus demônios se tornando vigilantes, combatendo o crime na cidade de Gotham.

O elenco conta com Javicia Leslie, Rachel Skarsten, Meagan Tandy, Nicole Kang, Camrus Johnson, Robin Givens, Nick Creegan e Victoria Cartagena.

‘Blade’: Mahershala Ali comenta sobre seu futuro no MCU [SPOILERS]

*SPOILERS ABAIXO SOBRE ETERNOS*

Para a surpresa de todos, Mahershala Ali fez sua estreia como Blade no MCU bem antes do lançamento do seu filme solo, em ‘Eternos‘. Foi confirmado que o personagem é o dono da voz misteriosa que conversa com o Dane Whitman (Kit Harington) em uma das cenas pós-créditos do longa.

Na cena em questão, Dane considera pegar a ancestral Espada Ébano, que é acompanhada de uma horrenda maldição de sangue. Blade aparece para questionar se o personagem está realmente pronto para as consequências da maldição…

Em entrevista ao Empire, Mahershala Ali revelou ter ficado nervoso por apresentar somente a voz do personagem, refletindo sobre o seu futuro no universo da Marvel.

“Foi muito divertido poder fazer isso. Foi assustador, porque você está sendo introduzido antes mesmo de começar a filmar. Eu sou muito categórico com as minhas escolhas, como a maioria dos atores, então ter que fazer essas escolhas tão cedo – mesmo que apenas vocalmente –, realmente me deixou ansioso. E isso tornou meu trabalho real. Eu fiquei tipo: ‘Certo, isso está realmente acontecendo’. E isso é muito emocionante.”

Ele completa, “Estou muito animado em continuar e fazer ainda mais.”

O filme solo do ‘Blade‘ está agendado para 07 de outubro de 2022.

Anteriormente, o o diretor Bassam Tariq conversou com a IndieWire e prometeu aos fãs que sua versão fará tributo à trilogia original, estrelada por Wesley Snipes.

“O que é mais emocionante sobre o filme que estamos fazendo é que não houve um cânone para Blade, conforme lemos os quadrinhos e tudo o mais”, ele explicou. “Ele vivendo à luz do dia foi uma coisa estabelecida, e sabemos que não podemos negar o que Wesley Snipes fez. Um homem negro criou o mundo do super-herói em que estamos, essa é a verdade. Para mim, trabalhar com alguém tão talentoso e grandiosos quanto Mahershala Ali, e a roteirista Stacy Osei-Kuffour, estou muito honrado em trabalhar com esses talentos negros. Para mim, apenas estar com eles no quarto e ouvir e aprender conforme construo tudo isso, é realmente uma honra”.

A notícia da contratação de Tariq teve recepção bastante animada por parte dos fãs, visto que representa um passo mais perto do projeto se tornar realidade – e não demorou muito até que alguns deles expressassem seu contentamento nas redes sociais.

Confira as principais reações abaixo:

“Senhoras e senhores, temos nosso diretor de Blade! O realizador Bassam o está trazendo à vida! Aplausos para a Marvel por dar uma chance a esses diretores independentes”.

Blade agora tem um diretor, um roteirista e um protagonista. Agora me deem a data de lançamento”.

“Queria um diretor negro para Blade, mas vou aceitar esse”.

Blade tem um diretor! Depois de procurar mais sobre Bassam Tariq, vi que ele tem um excelente documentário que se chama Fantasmas de Sugar Land, que está na Netflix. Mogul Mowgli parece bastante promissor. Ele foi uma escolha bem interessante para a direção”.

“A Marvel trazer os talentos de um muçulmano paquistanês para a plataforma é incrível”.

Lembrando que as filmagens começam apenas em julho de 2022.

Recentemente, Kevin Feige, diretor criativo da Marvel, afirmou que o reboot não será para maiores de 18 anos.

“Acho que direcionamos tudo o que fazemos para crianças e adultos. Eu sei que os fãs gostariam de ver um filme do ‘Blade‘ sem restrições, mas não é o caso. Acontece que o ‘Deadpool‘ já se estabeleceu como um filme Rated-R, e mudar essa proposta não cairia bem, mas isso não significa que vamos investir nessa classificação em qualquer filme.”

Ele reforçou que:

“Nunca fomos impedidos de contar boas histórias com classificações mais brandas. Se algum dia formos [impedidos], então certamente pode haver uma discussão sobre o assunto. Mas nosso modelo está dando certo até agora.”

Mahershala Ali será o protagonista titular do filme, cujo nome é Blade: O Caçador de Vampiros’.

O título é uma referência direta aos primeiros quadrinhos do anti-herói criado em 1973 pelo roteirista Marv Wolfman e pelo ilustrador Gene Colan.

ASSISTA! Em Live, Renato Marafon fala sobre o começo do CinePOP e a Importância Social do cinema

O jornalista e editor-chefe do CinePOP, Renato Marafon, participa hoje (11/11), as 20h30, de uma live exclusiva sobre cinema e os bastidores da sétima arte, no canal do YouTube da Etec José Martimiano da Silva.

Com o tema “Cinema e Sua Importância Social”, Marafon vai contar como começou o site há 21 anos, trazer os bastidores de Hollywood e como a indústria do cinema ajuda a levantar causas sociais como o recente “Me Too”, engajamento que inspirou milhares de pessoas a quebrarem o silencio contra abusos e assédios sexuais.

Assista a Live, que também conta com a presença do Professor Odair Ribeiro Filho:

Marafon entrevistou a atriz Angelina Jolie sobre o longa metragem ‘Eternos‘ e trouxe temas importantes como o beijo gay que viralizou em mais de 50 sites internacionais e nacionais.

Como o cinema é um espaço importantíssimo para analisar a história das nações e também para compreender as críticas de cada época, falar sobre o tema é importantíssimo.

“”Cinema é alma. E estamos mais emotivos e tristes do que nunca. Nos tempos atuais, o chique é ter saúde mental. A alegria é ter uma palestra como essa e discutir a importância da sétima arte nos traz uma alegria e responsabilidade imensas”, destacou a diretora da Etec, Silvania Soares da Silva Santos.

‘Homem-Aranha’: Tom Holland fala pela primeira vez sobre sua participação em ‘Venom 2’

Em entrevista ao The Direct, Tom Holland (‘O Diabo de Cada Dia’) foi perguntado sobre um possível crossover entre o ‘Homem-Aranha‘ e o ‘Venom‘.

“Eu sinceramente não sei. Foi muito emocionante fazer parte desse filme. Obviamente, Tom Hardy é um dos melhores atores do mundo. Ele é um cara adorável, mas nunca pensei muito sobre isso.”

Anteriormente, Tom Hardy já havia comentado sobre a possibilidade de um crossover entre os dois personagens: “Você não pode fazer uma história do Venom sem o Homem-Aranha no meio. Ele está em algum lugar. Nós apenas temos que esperar todas as estrelas se alinharem, mas até lá estamos focados em ‘Venom 2’. Porém, essa possibilidade está sempre em nossas mentes, sabe? ‘Quando poderemos devorar o Homem-Aranha’?”

Com estreia marcada para 16 de dezembro nos cinemas nacionais, ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ terá 159 minutos de duração (ou 2 horas e 39 minutos).

Sendo assim, o filme será o segundo mais longo do MCU, na frente de ‘Eternos‘ (156 minutos, ou 2 horas e 36 minutos) e atrás de ‘Vingadores: Ultimato‘, que tem 3 horas e dois minutos.

Enquanto a Sony continua tentando desmistificar que os Homens-Aranhas de Maguire e Garfield estarão no filme, novos supostos vazamentos parecem corroborar essa teoria.

Foram postadas no Twitter imagens dos uniformes que devem ser usados no filme, e parecem ser reais. A Sony não comentou.

Confira:

E aí, você também está na torcida para rever os astros?

Assista ao trailer:

Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

Curiosidades | ‘Orgulho e Preconceito’, aclamado filme estrelado por Keira Knightley, completa 16 anos!

Keira Knightley é conhecida por inúmeros papéis icônicos no cinema – um deles sendo o de Elizabeth Bennet na aclamada adaptação Orgulho e Preconceito, drama romântico baseado no livro homônimo de Jane Austen.

No longa, encabeçado por Joe Wright, Elizabeth vive com sua mãe, pai e irmãs no campo, na Inglaterra. Por ser a filha mais velha, ela enfrenta uma crescente pressão de seus pais para se casar. Quando Elizabeth é apresentada ao belo e rico Darcy, faíscas voam. Embora haja uma química óbvia entre os dois, a natureza excessivamente reservada de Darcy ameaça a relação.

Wright recebeu inúmeros elogios da crítica, ainda mais considerando que o título marcou sua estreia diretorial. Knightley, por sua vez, foi ovacionada pelos especialistas e ganhou inúmeros prêmios, incluindo uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz. Como se não bastasse, a obra também fez um estrondo de bilheteria e arrecadou quase US$122 milhões mundialmente.

Para celebrar seu 16º aniversário (comemorado hoje, 11 de novembro), o CinePOP preparou uma lista com algumas curiosidades de bastidores, que você confere abaixo:

  • A princípio, Wright não estava muito afeiçoado à ideia de Knightley interpretando Elizabeth, acreditando que ela não era muito atraente. Porém, ele mudou de ideia quando a conheceu, decidindo que sua atitude tomboy seria perfeita para o papel.
  • Matthew Macfadyen, intérprete do Sr. Darcy, tem uma visão muito fraca. Durante as filmagens pela manhã, Wright ficava atrás das câmeras balançando uma bandeira vermelha para que o ator pudesse saber em que direção andar.

  • Jena Malone, que é estadunidense, e Donald Sutherland, que é canadense, são os únicos atores não-ingleses no elenco. Curiosamente, ambos também viriam a trabalhar juntos na franquia ‘Jogos Vorazes’.
  • Rosamund Pike foi a primeira escolha de Wright para interpretar Jane no projeto. Ela inclusive recusou o papel de Rita Skeeter em ‘Harry Potter e o Cálice de Fogo’ para participar de Orgulho e Preconceito.
  • A vencedora do Oscar Emma Thompson fez uma reescrita do roteiro que não foi creditada ou remunerada. Ela recebeu um agradecimento especial nos créditos do longa-metragem.

  • O filme é ambientado em 1797, ano em que Austen escreveu o primeiro rascunho do romance. A decisão não é costumeira, visto que as adaptações são normalmente feitas em 1813, quando o livro foi revisado e finalizado.
  • As atrizes da família Bennet (Knightley, Pike, Malone, Talulah RileyCarey Mulligan) conheceram a casa que seria usada para o filme, em Kent, e jogaram um jogo similar a esconde-esconde – para conhecer a locação e umas às outras antes do início das filmagens.
  • Wright chamou Sutherland para interpretar o patriarca Sr. Bennet depois de assistir a ele em ‘Cold Mountain’. Sutherland lembrava o diretor de seu pai.

  • Knightley foi ovacionada pela crítica especializada e faturou uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz, como já mencionado. À época, ela se tornou a terceira atriz britânica mais jovem indicada à categoria em questão.
  • A cena final, em que os recém-casados Elizabeth e Sr. Darcy estão nos arredores de Pemberly mostrando afeição um pelo outro, foi cortada da versão britânica.

‘Clifford – O Gigante Cão Vermelho’: Live-action arrecada US$ 2.3 milhões em pré-estreia nos EUA

Lançado simultaneamente nos cinemas e no serviço de streaming da Paramount+ nos EUA, o live-action de ‘Clifford – O Gigante Cão Vermelho‘ surpreendeu em sua pré-estreia, arrecadando ótimos US$ 2.3 milhões nas bilheterias.

As projeções indicam que o longa deve estrear com US$ 15-17 milhões durante o primeiro final de semana no país.

Para termos de comparação, há alguns meses, a animação ‘Patrulha Canina‘ estreou com US$ 13 milhões nas bilheterias norte-americanas e teve uma sólida performance na plataforma da Paramount+, o que já garantiu o sinal verde para uma sequência da produção.

“Nós amamos essa vizinhança e amamos esses personagens,” afirmou recentemente o produtor Jordan Kerner. “Se fizermos uma sequência, queremos explorar melhor esse universo. No começo do filme, a mãe e os irmãos do Clifford são levados e nós não sabemos onde eles estão.”

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 2 de Dezembro.

Dirigido por Walt BeckerClifford é baseado nos romances homônimos de Norman Bridwell, que giram em torno de um cachorro e de sua dona, Emily Elizabeth. O longa, estrelado por Darby Camp (Big Little Lies), trará a menina tentando conciliar sua vida em casa e na escola até cruzar caminho com o personagem-título, acreditando que ele está destinado a se tornar seu melhor amigo. O que ela não prevê é o crescimento esporádico de Clifford, que se transforma num gigantesco animal e, eventualmente, chama a atenção de uma empresa geneticista que quer raptá-lo.

John CleeseSienna Guilory, Izaac WangKenan ThompsonRosie PerezDavid Alan Grier completam o elenco.

Jay ScherickDavid RonnAnnie MumoloStan Chervin ficam a encargo do roteiro.