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20 Anos de ‘O Diário de Bridget Jones’ | Confira DEZ curiosidades sobre o clássico com Renée Zellweger

2021 é um ano de celebração para o cinema, principalmente com tantas obras aniversariantes. E uma das mais adoradas, que completa duas décadas em breve, é a comédia romântica O Diário de Bridget Jones.

Estrelada por Renée Zellweger, antes de ganhar o mundo com Chicago e com Judy, a história é centrada na personagem titular, uma mulher britânica de 32 anos que escreve um diário sobre coisas que deseja que aconteçam em sua vida – até que as coisas mudam drasticamente quando dois charmosos homens, Colin FirthHugh Grant, lutam por sua afeição.

Fazendo um estrondo crítico e comercial, arrecadando mais de dez vezes seu orçamento de US$25 milhões, o longa foi elogiado pela direção, pelo roteiro, pelo singelo e verdadeiro tom da obra e pela performance de Zellweger – que inclusive ganhou uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz.

O sucesso do filme rendeu duas sequências, Bridget Jones: No Limite da RazãoO Bebê de Bridget Jones, além de ter alavando uma legião de fãs e um patamar cult, entrando para a cultura popular da Inglaterra. E, para celebrá-lo, separamos uma breve lista com dez curiosidades sobre o longa-metragem.

Confira:

MÉTODO PERFORMATIVO

Zellweger engordou doze quilos e então trabalhou em uma agência de publicidade real por um mês para se preparar para o papel. Ela adotou um pseudônimo e um sotaque mais “elegante”, e impediu a si mesma de ser reconhecida. Em sua mesa, mantinha uma foto do então namorado Jim Carrey – o que atraía olhares estranhos de seus colegas.

MUDANDO DE VOZ

Para deixar seu sotaque inglês mais natural, Zellweger mantinha-se na personagem até mesmo fora das gravações. Aliás, Grant uma vez percebeu que não ouviu a verdadeira voz da colega até a festa de encerramento das filmagens.

HOMENAGEM ATEMPORAL

Quando Helen Fielding escreveu o romance original centrado em Bridget Jones, baseou o personagem de Mark Darcy na interpretação de Colin Firth em ‘Orgulho e Preconceito’ (1995) – o que é engraçado, considerando que o ator viria a interpretá-lo no filme. Como se não bastasse, a história tem dezenas de outras alusões ao clássico de Jane Austen.

SAGA PIONEIRA

Visto que o filme ganhou duas sequências, a saga ‘Bridget Jones’ tornou-se a primeira trilogia romântica do novo milênio, em que todos os filmes tiveram lançamento nos cinemas e trouxeram a mesma atriz no papel principal.

ESCOLHA (IN)CERTA

Zellweger foi aclamada em seu papel como a personagem-titular, ganhando sua primeira indicação ao Oscar, além de nomeações ao BAFTA e ao Globo de Ouro. E, enquanto a atriz eternizou Bridget Jones na cultura pop, ela não foi a primeira escolha do estúdio: Helena Bonham CarterCate BlanchettEmily WatsonRachel Weisz (que foi considerada muito bonita para o papel) foram cotadas para estrelar o filme.

CRIANDO AMOR EM MEIO A CRÍTICAS

Sally Phillips, que viveu Sharon na produção, foi criticada por oficiais da igreja da qual frequentava por ter interpretado uma personagem que fala muitos palavrões e que tem atitudes questionáveis. Ela defendeu sua participação no filme dizendo que seu trabalho é criar amor para personagens imperfeitos.

ELENCO VERSÁTIL

Jim BroadbentGemma Jones, que interpretaram os pais de Bridget no longa-metragem, e Shirley Henderson, que deu vida a Jude, compartilhariam de uma outra franquia de enorme sucesso: ‘Harry Potter’. O trio encarnaria os icônicos personagens Horácio Slughorn, Papoula Pomfrey e Murta-que-Geme, respectivamente.

CONTROVÉRSIA PATRIÓTICA

A contratação de Zellweger como Bridget Jones causou uma controvérsia inicial, com vários fãs dos livros furiosos pelo fato de uma atriz estadunidense interpretar uma personagem britânica. Entretanto, as discussões morreram assim que o filme estreou, com a crítica e os espectadores aplaudindo a performance da atriz.

“NÃO NO MEU BAR”

Em 2008, a personagem de Bridget Jones foi acusada pelo declínio das vendas de chardonnay na Europa. Oz Clarke, um dos escritores de vinho mais famosos e bem-sucedidos da Inglaterra, disse que a associação da personagem com a bebida havia machucado sua reputação: “até Bridget Jones, chardonnay era muito sexo; depois, as pessoas diziam: ‘Deus, não no meu bar'”.

IMPROVISO À FLOR DA PELE

A cena de luta entre Firth e Grant em O Diário de Bridget Jones é uma das mais icônicas do começo dos anos 2000. Entretanto, a sequência não foi coreografada, e sim improvisada entre os dois atores.

28 Anos de ‘O Demolidor’ | Sci-Fi com Sylvester Stallone acertou VÁRIAS Previsões do Futuro; Confira!

Não é de hoje que filmes não apreciados em sua época de lançamento vivem para se tornar verdadeiros cult nos anos seguintes. O Demolidor se enquadra bastante em tal quesito. Lançado em 3 de outubro de 1993 nos EUA, chegando ao Brasil em 4 de fevereiro de 1994, o longa arrecadou uma bilheteria de US$58 milhões em seu país de origem, o que apenas equivaleu seu valor de produção, porém, é reportado seu sucesso financeiro no resto do mundo. O fato quase tirou do papel uma sequência que seria lançada ainda na época, ainda nos anos 90. Ele nunca aconteceu, mas o astro Sylvester Stallone vem aguçando a curiosidade de seus fãs com menções a uma possível sequência tardia.

Na trama, Stallone vive o policial linha dura John Spartan, um sujeito que usa de métodos nada ortodoxos para combater o crime. Ou seja, basicamente qualquer personagem do ator. A novidade aqui é que o colocam para enfrentar um antagonista à altura, nas formas de Wesley Snipes (igualmente surfando na crista da onda no período), o terrorista Simon Phoenix. Durante um confronto entre os dois muitos inocentes morrem, e como punição ambos são condenados a uma nova forma de prisão: a criogenia. Os dois despertam no futuro, no ano de 2032 e se deparam com uma realidade bem diferente do que conheciam.

O Demolidor além de um filme de ação e ficção científica de tirar o fôlego, ainda funciona muito na base da crítica social, com sua visão do futuro bem satírica. O filme completa 28 anos em 2021 e, além dos demais atrativos serviu para introduzir grande parte do público ao charme e carisma de Sandra Bullock em um de seus primeiros papeis de destaque, um ano antes de sua revelação em Velocidade Máxima. Em suas previsões donas de certa acidez, O Demolidor acertou muita coisa que veríamos como realidade em nosso dia a dia, já no “futuro” de 2021. E quem precisa dos Simpsons como videntes, certo? Pensando nisso, esta nova matéria apresenta alguns dos mais curiosos elementos que o longa anteviu. Confira.

Futuro Politicamente Correto

Os anos 80 foram maravilhosos, mas foram também a década mais politicamente incorreta que podemos imaginar. Parte desta cultura se estendeu para os anos 1990, onde prevalecia a lei do mais forte e o “macho alfa” era determinado por suas vitórias em brigas físicas e constantes conquistas românticas do sexo oposto, por exemplo. Justamente por isso, é curioso notarmos como O Demolidor previu para onde nossa sociedade iria caminhar: para uma época que seria o inverso total disso – com muitas privações e uma vivência visando a bondade, união e nosso aperfeiçoamento humano. Para muitos, o chamado “como o mundo está chato”.

No futuro de O Demolidor, muitos (ou quase todos) dos comportamentos perfeitamente normais do passado foram totalmente banidos – o que é muito do que vemos atualmente. Alguns são extremamente necessários, é claro. Desta forma, no filme os palavrões foram banidos, carne vermelha, cigarro e tudo o que faz mal para nossa saúde também foi abolido. A revista Playboy e o sexo carnal também não possuem mais lugar nesta realidade. Entre outras coisas. Ah sim, a violência foi erradicada, assim as únicas armas existentes estão em museus e a polícia lida com trabalhos mais burocráticos e menos enfáticos fisicamente.

Os  Canceladores e os Cancelados

O Demolidor apresenta um futuro onde tudo “de errado” foi cancelado. Alguns podem argumentar também, tudo de melhor e mais divertido. Seja como for, atualmente o movimento dos cancelamentos visa atacar e banir tudo com o que não concordam, realizando uma verdadeira caça às bruxas. Do outro lado, muitos não estão de acordo com o certo exagero ocasional em se defender uma causa, passando dos limites e se comportando de uma forma ainda pior do que o que foi “cancelado”. No filme, existe toda uma comunidade vivendo às margens da sociedade, se escondendo nos subterrâneos e esgotos, perseguidos pelas autoridades por não concordarem com o estilo de vida “limpinho” que surgiu. Liderados pelo personagem Edgar Friendly (Denis Leary), eles curtem comer hamburguês, tomar uma cerveja, ver revista de mulher pelada e tudo o que der na telha. Eles são os anti-canceladores, os que apontam para o “mimimi” sem levar muito a sério o exagero.

Sexo Virtual

Em 1993, quando O Demolidor foi lançado, sequer existia a internet. Bem, não desta forma como a temos hoje. Tudo bem que este veículo de ação não foi o primeiro do cinema a apresentar o conceito do sexo virtual, mas sem dúvidas é um dos mais famosos e memoráveis. Em outra previsão acertada do longa, o sexo virtual é uma realidade comum do cotidiano deste futuro. No filme ele ocorre devido à proibição do sexo real e carnal, coisa que esperamos nunca sair de moda na vida real. De qualquer forma, talvez nem mesmo o filme pudesse imaginar a cultura que vivemos (e que cada vez aumenta e se torna mais forte) dos sites e aplicativos de Sugar Daddies e Sugar Babies, além de jovens que se promovem virtualmente de forma sexual em troca de dinheiro e presentes caros.

Interatividade Homem e Máquina

No filme, o futuro é altamente comandado por máquinas. Gravações tecnológicas regem nosso dia a dia e nos dizem o que fazer e para onde ir. Além de auxiliar o serviço dos policiais, a cada esquina é possível interagir com um equipamento altamente funcional capaz de tirar qualquer dúvida e resolver questões. Existe uma máquina até mesmo para multar os que infringem a lei falando palavrões. Isso sem falar das populares reuniões em chamadas de vídeo (que vieram bem a calhar durante a pandemia). Tudo bem que nossa realidade foi ainda mais longe, permitindo que qualquer cidadão tenha uma dessas máquinas à mão o tempo inteiro e que ditemos nossas vidas através delas.

Schwarzenegger na Política

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A rivalidade profissional dos dois maiores astros da ação dos anos 1980 e 1990, Arnold Schwarzenegger e Sylvester Stallone, era muito conhecida e escalou para se tornar uma amizade, com os dois vindo a participar de projetos juntos na terceira idade. No passado, no entanto, eles se odiavam – bem, de uma forma meio que de mentirinha. Ambos eram muito competitivos e viviam trocando farpas em seus filmes. Por exemplo, Arnold riu dos bíceps de Stallone no filme Irmãos Gêmeos (1988), ao passar por um cartaz de Rambo III, lançado no mesmo ano. E em O Último Grande Herói (1993), a piada era ter Stallone como protagonista de O Exterminador do Futuro 2 (1991). Já em O Demolidor, também de 1993, Stallone vai ainda mais longe e brinca com as aspirações políticas do colega, lhe dando uma biblioteca em seu nome, devido ao fato de ter sido presidente dos EUA. E a previsão foi quase cem por cento, já que de fato o grandalhão viria a se tornar Governador da Califórnia onze anos depois.

Falta de Papel Higiênico

Assim que a pandemia do Covid-19 começou, uma das maiores preocupações de todos era que ficássemos sem papel higiênico. A corrida aos mercados e lojas era constante, enquanto os mesmos se viam escassos de seu abastecimento. Muitos garantiam o seu comprando uma enorme quantidade, o que terminava deixando parte da população desprovida do item. Em O Demolidor, seja pelo fator ecológico ou qualquer outro motivo, a sociedade deixou de utilizar papel após a ida ao banheiro. Numa das piadas mais divertidas e icônicas do longa, Stallone descobre que no lugar do rolo higiênico, no futuro utiliza-se três conchas marinhas de metal para se limpar. Como são usadas, não me pergunte.

Vegetarianismo

Num mundo ditado pelo politicamente correto é claro que o vegetarianismo se tornaria parte essencial do comportamento humano. Esta prática alimentar, é claro, sempre existiu, mas cada vez mais temos uma tendência consciente quanto a isso. A informação é cada vez mais abundante e com o passar dos anos as pessoas caminham para uma vivência mais saudável e sustentável, eliminando (ou ao menos diminuindo) hábitos nocivos ao nosso organismo. Em O Demolidor, a carne vermelha é simplesmente proibida e se você quiser adquirir um bom e velho hambúrguer, precisa ir aos subterrâneos e comprar um “rat-burguer”. Sim, feito com carne de rato . Outra piada é que os melhores restaurantes do futuro serão as redes de fast food transformadas em alta cozinha – os chamados menus gourmetizados que temos, por exemplo, na atual febre de food trucks. Ah sim, o filme também previu a união de algumas cadeias de lanchonetes muito famosas.

Distanciamento social

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Outro hábito trazido pela Covid, hoje a palavra de ordem é o distanciamento social, o uso de máscaras e o não tocar nas pessoas. Antes considerados “frescuras” por muitos, o comportamento se mostrou essencial em nossa nova realidade a fim de nos mantermos longe do vírus, da doença e da morte. Em O Demolidor, o toque humano também é evitado. Além do sexo real, em um momento do filme notamos o cumprimento entre dois policiais que simula o famoso “high-five”, mas sem de fato chegar a encostar a mão com mão. O famoso ‘toca aqui sem tocar’.

Geração “leite com pera”

É necessário adquirir anticorpos a fim de erradicar as mazelas. No entanto, as gerações atuais parecem preferir evitar o problema, esquivando pela tangente, e desta forma ficando completamente desprotegida e desamparada no mundo real. Afinal, nem só de cancelamentos virtuais são resolvidos os problemas do dia a dia, o que pode requerer ações mais diretas e imediatas. Ao criarem seu próprio mundo, com suas próprias regras, uma geração inteira pode vir a ficar alheia a como as coisas realmente funcionam. No filme, a violência e os problemas costumeiros foram completamente erradicados da realidade no futuro. Mas o que acontece quando o passado volta à tona e a polícia se encontra despreparada para enfrentar a truculência? O recado no final das contas é: inocência demais pode fazer mais mal do que bem, se não estivermos ao menos cientes das malícias que nos cercam.

Homem de Ferro ajudou Robert Downey Jr. na sua luta contra o vício em álcool e drogas, revela ator

O herói Homem de Ferro se tornou um dos mais amados pelos fãs dos quadrinhos e do MCU, sendo também fundamental para a carreira de Robert Downey Jr.

Antes de conquistar o papel, o intérprete do personagem enfrentava um delicado momento em sua carreira profissional e vida pessoal, em virtude dos seus antigos vícios com álcool e drogas, que resultaram até mesmo em sua prisão nos anos de 1997 e 1999.

E em uma entrevista recente ao talk show A Late Show with Stephen Colbert, Downey Jr. refletiu sobre sobre o impacto do personagem em sua reabilitação e reintegração na indústria cinematográfica, após anos de luta contra um vício e comportamentos nocivos que quase lhe custaram sua carreira.

Na ocasião, o astro ainda ponderou que “a maior alegria foi poder viver essa experiência participando dela”.

Em sua fala, o astro ainda salientou como sua história de vida se assemelha a alguns aspectos da jornada do herói de Tony Stark:

“Eu acredito que estamos, apesar dos feedbacks atuais, em uma indústria que perdoa muito. Eu tive muita sorte e meus maus comportamentos aconteceram na era pré-internet. Mas eu creio que eu meio que sempre tive um pouco de uma psicologia moral e eu sempre quis fazer a coisa certa, o que não conta muito. E eu tomei no queixo. Eu penso que sempre que enfrentamos um verdadeiro período de humilhação – e digo isso a partir da minha experiência com outras pessoas… Eu dou credito a elas por sacudirem a poeira e levantar. E eu acho que isso é algo bem americano, essa questão de cair, levantar e se reconstruir. E de uma forma bem estranha, essa é a jornada do herói. E por sinal, eu consigo me identificar muito com o Tony Stark, na época em que eu o interpretava”. 

Além de fazer história como Tony Stark nos filmes da Marvel, o ator também conseguiu popularizar ainda mais o personagem ‘Sherlock Holmes‘ em seus dois filmes.

‘A Órfã 2’ será “extremamente violento”, revela diretor

Em entrevista ao Boo Crew Podcast, o diretor William Brent Bell (‘Boneco do Mal’) afirmou que a pré-sequência de ‘A Órfa‘ está pronta e “extremamente violenta”.

“O filme tem um tom leve em alguns momentos, mas também é extremamente violento em outros. Porque [a Esther] é uma psicopata violenta. O filme está ficando incrível. Esther é uma pessoa muito romântica, então ela quer amor, mas, quando ela não o recebe, vemos um lado muito diferente dela. E é brutal. Então o roteiro explora esses dois lados dela. Mostraremos um lado emotivo dela, mas também seu lado sombrio.”

A Diamond Films anunciou que comprou os direitos de distribuição no Brasil.

Após doze anos, Isabelle Fuhrman retornará às telonas para interpretar a icônica personagem Esther na sequência, que será dirigida por William Brent Bell (‘Boneco do Mal’) e promete aterrorizar o público.

Ainda sem data de estreia, o filme que desvenda o passado sombrio de Esther será lançado com exclusividade nos cinemas com distribuição da Diamond Films Brasil.

Em entrevista ao Collider, Julia Stiles comentou que ficou chocada com o novo filme e o modo como a equipe técnica conseguiu fazer tudo funcionar.

“O título de produção foi Esther, que realmente gostei, e é o nome da garota. O que é incrível é que Isabelle Fuhrman, que interpretou a garota no filme original, agora reprisa o papel, a mesma idade, apesar de estar mais velha… E fiquei chocada. Porque eles não utilizaram CGI. Os truques que fizeram com a câmera e com diferentes perspectivas, além do figurino e das próteses… Ela parecia uma garota. E a performance dela está espetacular, porque ela encarna uma criança tanto na forma de falar quanto na de andar”, ela comentou.

Confira a primeira imagem dos bastidores:

O filme seguirá Leena Klammer, que orquestra uma fuga brilhante de um centro psiquiátrico da Estônia e viaja para a América personificando a filha desaparecida de uma família rica. Mas a nova vida de Leena como “Esther” vem com problemas inesperados e a coloca contra uma mãe que protegerá sua família a qualquer custo.

O filme original foi lançado em 2009 e foi comandado por Jaume Collet-Serra.

Ator quer relacionamento gay entre Jimmy Woo e o Homem-Formiga nos cinemas

Em entrevista ao Yahoo Entertainment, o ator Randall Park, que interpreta o agente Jimmy Woo no universo da Marvel, afirmou que estaria aberto a um possível romance entre seu personagem e o Scott Lang, o Homem-Formiga.

“O relacionamento [entre o Jimmy Woo e Scott Lang] cabe ao Kevin Feige e o resto do time dele, mas eu estaria aberto a seguir qualquer caminho que eles quiserem.”

Vale lembrar que eu ‘Homem-Formiga e a Vespa‘ (2018), o agente do FBI convida Scott Lang (Paul Rudd) para um jantar.

 

Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ tem estreia marcada para 17 de fevereiro de 2023.

A obra será rodada sob o título de produção ‘Goat Rodeo’.

Além de Paull Rudd, no papel principal, o elenco também conta com o retorno de Evangeline Lilly como Hope Van Dyne/Vespa, Michelle Pfeiffer como Janet Van Dyne e Michael Douglas como Hank Pym.

Outra novidade é Jonathan Majors como o vilão Kang, o Conquistador.

Kang carrega consigo um arco de extrema importância para o panteão da Marvel e poderia representar a próxima grande ameaça nos cinemas depois de Thanos.

A sequência traz o retorno de Peyton Reed como diretor, a partir do roteiro ecrito por Jeff Loveness (‘Rick e Morty‘).

Juntos, os dois filmes da franquia renderam mais de US$ 1 bilhão à Marvel Studios.

 

Por que ‘Esquadrão Suicida’, de David Ayer, é tão odiado?

O Esquadrão Suicida estreou no streaming no Brasil e já é considerado um dos melhores filmes de entretenimento do ano. Dono de 93% de aprovação dos críticos, a superprodução da DC (Warner) tem comando de James Gunn (Guardiões da Galáxia), um dos grandes nomes do gênero na atualidade. Os não escolados no universo de heróis de quadrinhos podem até lembrar que já ouviram este título antes no cinema, e não estão errados. É claro que todo o resto do mundo sabe muito bem o que foi Esquadrão Suicida (sem o uso do artigo “o”).

A badalação criada pelo novo filme de James Gunn já havia sido experimentada sobre o mesmo tema há exatos cinco anos no passado – ou seja, tempo insuficiente para criar uma nova geração. Lançado no início de agosto de 2016 (dia 4 no Brasil e 5 nos EUA em grande circuito), Esquadrão Suicida era a promessa de um verdadeiro fenômeno cultural pop. E em partes o foi. Mas não da maneira esperada. É seguro dizer que ninguém, nem os fãs, tampouco os envolvidos com o projeto esperavam o backlash (o famoso tiro pela culatra) que a produção sofreria após seu lançamento – primordialmente devido à incisivas críticas ruins dos maiores e mais prestigiados veículos especializados, que destroçaram o longa, por falta de palavra melhor.

Veja que disparidade: enquanto o novo O Esquadrão Suicida (de James Gunn) angariou os exemplares 96% de aprovação, seu predecessor, fazendo uso do mesmo material em mãos, amargou irrisórios 26% de aprovações com a mesma imprensa cinco anos antes. O que podemos perceber com isso não é a superioridade ou gênio de um cineasta sobre outro, mas sim o aprendizado de um grande estúdio como a Warner no que diz respeito à interferência na visão de um artista para sua obra. Cinco anos se passaram e a mesma Warner cedeu à pressão dos fãs por um Snydercut, a versão planejada por Zack Snyder para sua Liga da Justiça. E a empresa igualmente parece ter dado total liberdade ao diretor James Gunn, que também assina o roteiro, para que entregasse o filme que planejava.

É preciso ter em mente que há cinco anos, a Warner se via desesperada para engatar um universo cinematográfico nos moldes do que a Marvel vinha fazendo. Assim, todos os filmes da DC no período ficariam estigmatizados como produções esquizofrênicas mais preocupadas em tecer ligações entre seus filmes do que criar uma obra coerente com começo, meio e fim. A pressão embutida nos cineastas era tamanha que muitas vezes eles tinham seus filmes “sequestrados” pelos executivos, com profissionais chamados às pressas – e não envolvidos com a produção do filme – para dar seu pitaco e reeditar tais obras. Foi o caso com Esquadrão Suicida (2016), que teve sua versão final editada pela empresa Trailer Park, Inc., responsável pela edição do trailer do filme – aquele com a música do Queen que fez muito sucesso e despertou em todos o interesse imediato pelo produto.

O mundo é um lugar injusto, e no mundo do cinema a competição é visceral. Promessas e sonhos podem ser dilacerados instantaneamente. A carreira de um artista, hoje com o advento da mídia na ponta do dedo de cada espectador, pode ir pelo ralo com apenas um deslize. É devastador pensar no tempo e a dedicação que profissionais aplicam a uma determinada obra e quando o resultado surge, se não agradar é necessário encontrar alguém para culpar. David Ayer foi o diretor de Esquadrão Suicida (2016), então um cineasta estabelecido, tendo trabalhos badalados tanto como roteirista (Velozes e Furiosos / Dia de Treinamento) quanto na direção (Marcados para Morrer / Corações de Ferro).

O novo O Esquadrão Suicida (2021) se beneficiou em partes pelo hype comedido em relação ao longa, que nem de longe se compara ao que foi alcançado com o filme de Ayer em 2016. Há cinco anos, nada no estilo havia sido feito antes, com o filme então sendo o primeiro a se concentrar em vilões como protagonistas ao invés dos heróis. O tal trailer contendo a canção do Queen gerou mais visualizações, por exemplo, do que ambos do que era o maior filme da casa para aquele ano: Batman vs Superman, lançado em março de 2016. De fato, uma das promessas sobre Esquadrão Suicida é que iria fazer pelos personagens secundários da DC o que Guardiões da Galáxia havia feito pelos da Marvel dois anos antes. Ou seja, transformá-los em ícones pop. E aí está uma coincidente ligação com James Gunn.

É preciso levar em conta também que Esquadrão Suicida seguia a recepção mais do que morna que o citado Batman vs. Superman havia recebido da mídia especializada (com 28% de aprovação). Mesmo assim, bastava uma olhada no trailer do filme de Ayer para todos ganharem muita confiança em relação ao longa. Não existe uma pessoa sequer que não tenha sido “enganada” pela prévia mais legal dos últimos anos. O problema foi que depois de termos assistido ao filme, percebíamos que o trailer era mais interessante e melhor. O hype, no entanto, havia sido gerado bem antes, com a revelação do elenco, com a divulgação das imagens dos atores caracterizados como seus personagens. Esquadrão Suicida contou com um dos melhores grupos de atores dos últimos anos, daquele tipo que não acreditamos que tenham conseguido reunir tanta gente boa num único projeto.

Em especial quatro nomes chamavam muita atenção na frente das câmeras. Will Smith, um dos maiores astros de Hollywood, adentrava pela primeira vez nos chamados “filmes de super-heróis”, aceitando um papel que estava muito longe de personagens como Batman, Superman ou qualquer outra figura encapuzada famosa. No filme ele era o bandido Pistoleiro, vilão B da galeria da editora. Sua participação demonstrava a confiança do ator no projeto e numa dinâmica ensamble (termo usado para quando não temos apenas um protagonista dentro da história). Na cola de Smith chegava Margot Robbie, jovem atriz australiana que havia sido revelada como furacão em O Lobo de Wall Street (2013) e aqui repetia a dobradinha com Smith de Golpe Duplo (2015). Robbie ganhava o papel de sua carreira na pele da Arlequina.

Viola Davis já nesta época vinha sendo considerada uma grande intérprete de pura representatividade. Ela havia sido indicada ao Oscar por Histórias Cruzadas (2011), na TV era celebrada na série How to Get Away With Murder (2014-2020) e no mesmo ano ganharia o Oscar por Um Limite Entre Nós. Davis era a escolha perfeita para a fria e calculista Amanda Waller, chefe de uma agência secreta do governo. Fechando o quarteto principal, o excêntrico Jared Leto havia dado um tempo de sua carreira como ator até retornar para sua vitória no Oscar em Clube de Compras Dallas (2013). Sua performance e sua vitória no filme citado o levaram ao papel do psicopata Coringa, um dos maiores vilões da cultura pop. Do filme citado até Esquadrão Suicida foram mais três anos para o ator.

Algumas caracterizações acertaram o alvo, como a de Robbie e Davis, outras se tornaram escolhas duvidosas e controversas, como a de Leto. Seja como for, houve um incrível empenho de todos os atores envolvidos. Todos se entregaram aos papeis, aprendendo lutas, se exercitando, se desafiando, aprendendo a usar armas, técnicas de combate. Robbie aprendeu a andar no trapézio e técnicas de circo. Smith se dedicou com fuzileiros reais. Foram meses de estudos nos mais variados âmbitos da parte de todos os atores. Cara Delevingne, por exemplo, contratada para o papel da feiticeira Magia sem que existisse um roteiro ainda, foi recomendada pelo diretor que andasse nua à luz da lua e sentisse a lama em seus pés descalços – como forma de se preparar para a personagem. Coisa que a modelo e atriz levou à risca.

Margot Robbie aprendeu a arte da tatuagem, já que sua personagem tem o corpo coberto pelos desenhos na pele. O elenco se tornou tão unido que uma forte amizade surgiu entre eles, as fotos divulgadas e tudo que cercava a produção fazia questão de enfatizar este clima de camaradagem, como há muito não se via numa produção deste porte. Era a forma de todos atestarem um envolvimento genuíno além de seu contracheque ao fim do trabalho. A conexão foi tão forte, com o elenco acreditando tanto no projeto, que todos fizeram tatuagens (a maioria feita por Robbie) em seus corpos com os dizeres “SKWAD”, uma gíria na forma de escrever a palavra Esquadrão em inglês. É claro que os relatos mais polêmicos vieram do ator do método Leto que, entre outras coisas, incorporou a persona do Coringa, só queria ser chamado pelo personagem e enviou presentes para lá de bizarros (como ratos) para seus colegas de cena.

A pressão em relação ao projeto já acontecia antes de seu lançamento, com Margot Robbie admitindo ter recebido ameaças de morte por ter aceitado o papel, vindas da parte de “fãs” alucinados e ter percebido a partir daí a dimensão do projeto em que se envolvia. Com o lançamento do filme, a pressão foi outra, mais real e substancial. David Ayer escreveu algumas vezes de forma aberta em suas redes e para a mídia sobre a decepção de ter se dedicado tanto e sua obra não ter agradado. Ayer disse também que faria muitas coisas diferente se pudesse ter uma nova chance – grande parte do seu filme foi retalhada e a construção dos personagens (um número significativo em tela) terminou comprometida pelos cortes, com muitas cenas gravadas não utilizadas no produto final. Sendo o Coringa de Leto um dos que mais sofreram na versão que foi aos cinemas.

Esquadrão Suicida (2016) custou aos cofres da Warner US$175 milhões e recuperou quase tudo em seu fim de semana de estreia na América do Norte, com US$133 milhões em caixa. Foram US$325 milhões em bilheteria no seu território e US$746 milhões ao total no mundo – o que garantiu ao filme um sucesso financeiro. Junte a isso uma vitória no Oscar (na categoria de maquiagem), tornando o longa o quarto filme do subgênero a possuir tal honraria. Não deixa de ser um fato muito curioso Esquadrão Suicida ser o filme “odiado” mais bem sucedido dos últimos anos. O “fracasso”, porém, não passou despercebido pelos mesmos executivos que trataram de afastar Ayer do projeto Sereias de Gotham, seu próximo passo dentro deste universo.

Além de Ayer, um dos que mais sentiram o golpe foi o astro Will Smith, que tratou de se manter longe da continuação de Gunn (e deve estar arrependido agora). Entre mortos e feridos, Margot Robbie foi a que mais lucrou na história (isto é, desconsiderando as ameaças de morte). Arlequina a transformou uma estrela internacional aos 25 anos. A personagem (e Robbie) ganhou filme solo ano passado (Aves de Rapina) e novamente é chamariz em O Esquadrão Suicida (2021), além de ter se tornado, ela, o fenômeno pop que Esquadrão Suicida (2016) planejava ser. Todas as atenções no filme foram para a personagem e a atriz, garantindo extrema popularidade nas mais variadas mídias. Hoje, até quem não assistiu ao filme sabe da Arlequina.

David Ayer, cinco anos passados e com a poeira tendo baixado, começa a falar em sua versão do filme, querendo seguir pelo caminho do Snydercut. Agora com a propriedade nas mãos de outro cineasta, pode ser que o estúdio considere que esse “barco já partiu”. Isso é, a não ser que os fãs comessem a se mexer nesta direção.

‘Missa da Meia-Noite’: Nova série do criador de ‘Residência Hill’ abre com aprovação MÁXIMA no RT; Confira!

Missa da Meia-Noite(‘Midnight Mass’), nova série de terror do aclamado realizador Mike Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill’), chega em breve ao catálogo da Netflix e já fez um enorme sucesso entre a crítica especializada.

No Rotten Tomatoes, a produção abriu com 100% de aprovação, com altíssima nota de 8.80/10 baseada em 18 reviews até o momento. Os jornalistas elogiaram a trama, a atmosfera de terror e a atuação do elenco.

Confira os principais comentários abaixo:

“Em seu melhor, Missa da Meia-Noite exude uma narcótica investida em tudo desde a estética até os monólogos, que sugerem o peso da confissão” – Slant Magazine.

“Gritos são uma coisa boa em séries de terror. Não é particularmente difícil entender o que acontece em Crock Pot, mas é muito satisfatório ver como tudo se desenrola e como Flanagan irá resolver tudo” – Arizona Republic.

“Um trabalho completo e cauterizado nas intersecções entre fé e dúvida, vida e morte” – Strange Harbors.

“Genuinamente arrepiante e único” – Radio Times.

Missa da Meia-Noite é o melhor trabalho de Mike Flanagan até agora” – IGN Movies.

A história gira em torno de “uma isolada comunidade insular que presencia eventos miraculosos – e presságios aterrorizantes – depois da chegada de um carismático e misterioso padre”.

Missa da Meia-Noite tem estreia agendada para 24 de setembro.

Kate SiegelHenry ThomasAnnabeth Gish fazem parte do elenco.

Flanagan recentemente dirigiu a sequência de O IluminadoDoutor Sono, e a nova temporada de sua antologia de terror, intitulada ‘A Maldição da Mansão Bly’ – que se tornou um sucesso de público e de crítica.

‘O Esquadrão Suicida’ encerra sua jornada nos cinemas mundiais com APENAS US$ 165 milhões

Apesar de ter sido extremamente elogiado pelos críticos, ‘O Esquadrão Suicida falhou em chamar público aos cinemas.

Mesmo tendo sido lançado durante a pandemia, o filme performou bem abaixo do esperado e arrecadou apenas US$ 165,4 milhões mundialmente. Foram US$ 55 milhões nos EUA e US$ 110 milhões no resto do mundo.

O orçamento foi de altos US$ 185 milhões.

O filme se tornou a pior arrecadação do DCEU, atrás de ‘Aves de Rapina (que fez US$ 201 milhões).

A produção já está disponível no catálogo do HBO Max.

O Esquadrão Suicida‘ arrecadou US$ 155 milhões mundialmente.

Assista à nossa crítica:

“Bem-vindos ao Inferno – também conhecido como Bell Reve, a prisão com o maior índice de mortalidade dos Estados Unidos. Onde os piores super-vilões são mantidos e onde farão qualquer coisa para escapar – até mesmo se juntar ao super-secreto e super-duvidoso grupo Força-Tarefa X. A missão suicida de hoje? Juntar um grupo de golpistas, incluindo Sanguinário, Pacificador, Capitão Bumerangue, Caça-Ratos 2, Savant, Tubarão Rei, Blackguard, Dardo e a psicopata preferida de todos, Arlequina. Então os arme com força e os jogue (literalmente) na remota ilha recheada de inimigos de Corto Maltese”. 

Alguns nomes reprisam seus papéis do filme anterior, como Viola Davis (Amanda Waller), Margot Robbie (Harley Quinn), Jai Courtney (Capitão Bumerangue) e Joel Kinnaman (Rick Flag).

Entre os novatos estão Idris Elba, Taika Waititi, Alice Braga e Michael RookerNathan Fillion, Pete Davidson, Flula Borg, Sean Gunn e Mayling Ng.

‘Cobra Kai’ irá além da 5ª temporada, revela o co-criador

No mês passado, Cobra Kai‘ foi oficialmente renovada para a 5ª temporada pela Netflix, mas a atração não chegará ao fim tão cedo…

A notícia foi confirmada pelo co-criador Jon Hurwitz através de seu perfil do Twitter, quando um fã questionou:

“Você traçou seus planos para a 5ª temporada e já descobriu quando terminá-la? Algumas séries têm o problema de apenas traçarem seus rumos à medida que avançam e isso resulta em temporadas fracas. Não quero que isso aconteça com ‘Cobra Kai’. É uma das minhas favoritas.”

Em resposta, Hurwitz disse que:

“Estamos profundamente envolvidos em nosso planejamento da 5ª temporada. Vários roteiros foram escritos. E estamos definitivamente escrevendo um fim de jogo, que esperamos estar além da 5ª temporada.”

Confira a publicação:

Apesar do quarto ciclo não ser lançado até dezembro, as filmagens da quinta temporada estão programadas para começarem nos próximos meses, em Atlanta.

Além da renovação, também foi anunciado que Vanessa Rubio e Peyton List foram promovidas ao elenco regular.

Em entrevista ao TVLine, o showrunner Josh Heald declarou: “Nós ainda temos muita história para contar. Já temos muitas temporadas mapeadas antes de começarmos a concluir a história.”

Confira o teaser da 4ª temporada:

Vale lembrar que as outras três temporadas já estão disponíveis na Netflix.

COBRA KAI se passa 30 anos depois do Torneio de All Valley de 1984, com a continuação do inevitável conflito entre Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka).

Na terceira temporada, estão todos aturdidos após a violenta briga entre os dois dojos na escola, que deixou Miguel gravemente ferido. Enquanto Daniel revisita o passado à procura de respostas e Johnny busca redenção, Kreese manipula ainda mais seus vulneráveis alunos com suas ideias de dominação. A alma do Vale está em jogo, assim como o destino de todos os alunos e senseis.

Além de Ralph MacchioWilliam Zabka, o elenco conta com Courtney Henggeler, Xolo Maridueña, Tanner Buchanan, Mary Mouser e Jacob Bertrand.

Streaming DESISTE de fazer série de TV baseada em ‘As Patricinhas de Beverly Hills’

A plataforma de streaming Peacock decidiu cancelar a produção da série reboot do clássico teen ‘As Patricinhas de Beverly Hills‘. A novidade foi revelada pelo portal The Hollywood Reporter.

O projeto, que estava sendo roteirizado por Jordan Reddout e Gus Hickey, traria uma versão contemporânea com um ar de mistério.

Na trama, Dionne seria a grande protagonista, que passa a ser a garota mais popular da escola, em virtude do inesperado desaparecimento de sua melhor amiga, Cher.

Ainda não se sabe qual teria sido o motivo do engavetamento da ideia, mas segundo a publicação, o streaming norte-americano teria dispensado diversos roteiros de séries em potencial, sendo um deles o de ‘As Patricinhas‘.

Lançado em 1995, ‘As Patricinhas de Beverly Hills‘ faturou US$ 55.6 milhões só nos Estados Unidos, se tornando um sucesso popular e até mesmo um clássico cult consagrado nos anos seguintes.

A produção se tornou uma das comédias teens mais celebradas de Hollywood por ter lançado diversas tendências da moda, frases emblemáticas, bem como por seu cativante elenco, que traz Alicia Silverstone, Stacey Dash, Donald Faison, Wallace Shawn, Paul Rudd, Breckin Meyer e Jeremy Sisto.

Confira o trailer do clássico:

‘Supernatural’ é eleita a MELHOR série de todos os tempos do canal CW; Confira o 2º lugar!

Através do twitter, o TV Line divulgou que ‘Supernatural foi eleita pelos fãs como a melhor série de todos os tempos da emissora CW.

O resultado veio de 500.000 votos em uma pesquisa feito pelo portal no formato de duelos, com cada série disputando contra as mais votadas.

Ao final do ‘campeonato’, ‘Supernatural e ‘Smallville’ foram as finalistas, com a primeira vencendo com 77% de vantagem.

Tudo graças ao elenco da série, como Jared Padalecki, o Sam Winchester, que iniciou uma campanha nas redes sociais pedindo a colaboração do fandom.

Confira:

“Vocês conseguiram, #FamíliaSupernatural! Depois de quase 500.000 votos em nossa pesquisa, #Supernatural foi eleita pelos fãs como a melhor série de todos os tempos da CW. Veja como Sam e Dean ficaram por cima.”

Apesar deSupernatural‘ chegado ao fim no ano passado, o universo em torno da série vai continuar se expandido com ‘The Winchesters‘.

De acordo com o Deadline, Jensen Ackles e sua esposa, Danneel, estão produzindo uma série derivada focada na juventude de John e Mary Winchester, pais de Dean e Sam.

O projeto é fruto de uma parceria entre a emissora CW e a produtora do casal, a Chaos Machine Productions.

Além de produzir, Jensen vai reprisar seu papel como Dean, servindo como narrador da atração.

Infelizmente, parece que Padalecki não fará parte da produção.

O roteiro fica por conta de Robbie Thompson, ex-produtor executivo de ‘Supernatural‘.

Confira a sinopse:

“Antes de Sam e Dean, havia John e Mary. Contado da perspectiva do narrador Dean Winchester, ‘The Winchesters‘ é a história de amor épica e não contada de como John conheceu Mary e como eles colocaram tudo em risco não apenas para salvar seu amor, mas o mundo inteiro.”

Em entrevista ao portal, Ackles celebrou a novidade, dizendo:

“Depois que ‘Supernatural‘ encerrou sua 15ª temporada, sabíamos que não havia acabado. Porque, como dizemos no show, ‘nada termina realmente, não é?’. Quando Danneel e eu formamos a Chaos Machine Productions, sabíamos que a primeira história que queríamos contar era a história de John e Mary Winchester, ou melhor, a história da origem de ‘Supernatural’. Sempre achei que meu personagem, Dean, gostaria de saber mais sobre o relacionamento de seus pais e como ele surgiu. Então, adoro a ideia de tê-lo nos levando nesta jornada.”  

Por enquanto, ainda não há detalhes sobre a trama ou sobre os atores envolvidos. Sendo assim, não se sabe se Matthew Joseph Cohen e Amy Jaclyn Gumenick vão reprisar seus papéis como as versões mais jovens de John e Mary.

Originalmente, John e Mary foram interpretados por Jeffrey Dean Morgan e Samantha Smith… Mas também não foi dito se eles farão participações especiais.

Além disso, como o projeto está nos estágios iniciais, não há previsão de estreia.

Anteriormente, a CW divulgou uma emocionante cena deletada da última temporada de ‘Supernatural‘, com os protagonistas Sam e Dean falando sobre todas as pessoas que eles perderam ao longo do caminho.

Confira:

Criada por Eric Kripke, a série inicialmente foi planejada para durar 5 temporadas, mas continuou após se tornar um dos maiores sucessos do canal.

Sam (Padalecki) e Dean (Jensen Ackles) lutaram contra demônios e anjos, criaturas míticas e monstros, em uma busca aparentemente interminável para salvar o mundo. Mas na batalha final, eles enfrentam o próprio Deus (Rob Benedict), recusando-se a matar seu filho Nephilim Jack (Alexander Calvert), trazendo assim a decisão de Deus de acabar com essa realidade de uma vez por todas…

O elenco conta com Jared Padalecki, Jensen Ackles, Misha Collins, Samantha Smith, Mark Pellegrino, Ruth Connell e Alexander Calvert.

Chris Rock é diagnosticado com Coronavírus e faz alerta: “Acredite, você não quer passar por isso”

Em seu perfil do Twitter, o ator e comediante Chris Rock revelou que foi infectado pelo Coronavírus e fez um alerta sobre a importância da vacinação.

Sem revelar muitos detalhes, o astro disse o seguinte:

“Olá, pessoal, acabei de descobrir que fui infectado pelo Coronavírus. Acreditem em mim, vocês não querem passar por isso. Sejam vacinados.”

Confira:

O astro não revelou por qual variante ele foi contaminado, mas considerando o alerta, é possível que ele tenha sofrido um pouco com os sintomas.

De qualquer forma, Rock já deve ter tomado a vacina e deve se recuperar ao longo das próximas semanas.

A publicação teve bastante comentários de fãs preocupados, desejando um bom repouso ao astro.

Lembrando que seu último filme foi o terror ‘Espiral – O Legado de Jogos Mortais‘ (Spiral: From the Book of Saw).

Confira o trailer:

Criada em 2004, a franquia ganha reboot e volta às telonas após hiato de 2 anos, quando aconteceu o último lançamento: ‘Jogos Mortais: Jigsaw‘.

Darren Lynn Bousman fica encarregado da direção, enquanto Josh StolbergPete Goldfinger assinam o roteiro.

Uma sádica e genial mente dá início a uma distorcida forma de justiça em ‘Espiral’, o novo capítulo assustador de Jogos Mortais. Trabalhando na sombra de um estimado e veterano policial, o Detetive Ezekiel “Zeke” Banks e seu novo parceiro se encarregam de investigar uma série de assassinatos bizarros, reminiscentes do passado sombrio da cidade. Mergulhando num mistério mais profundo do que parece, Zeke se vê no centro de um jogo mórbido.

Samuel L. JacksonChris RockMax Minghella estrelam o longa.

Todos são suspeitos no trailer do suspense ‘The Beta Test’; Assista!

O suspense ‘The Beta Test‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Jim Cummings (‘The Wolf of Snow Hollow’) é responsável pela direção.

Pouco antes de seu casamento, o implacável agente de talentos Jordan (Cummings) recebe um misterioso envelope oferecendo sexo sem compromisso com uma estranha em um quarto de hotel. Inicialmente intrigado, ele fica obcecado pela ideia de uma aventura erótica secreta e a aceita impulsivamente. Mas ele vai se arrepender de suas escolhas quando seu mundo meticuloso e superficial ameaçar desabar sob o peso de suas mentiras?

O elenco conta com PJ McCabe, Virginia Newcomb, Kevin Changaris, Olivia Grace Applegate, Jessie Barr, Keith Powell, Joy Sunday, Wilkey Lau, Malin Barr e Christian Hillborg.

O suspense será lançado em VOD pela IFC Films no dia 5 de novembro.

Tom Holland mostra que é bom de Boxe em novo vídeo; Assista!

Através do Twitter, a ESPN compartilhou um vídeo em que Tom Holland (‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’) mostra suas habilidades como lutador de Boxe.

O astro treina com o pugilista Louis Chandler Joseph, mais uma vez provando que é o intérprete perfeito para o Homem-Aranha.

Assista:

 

Lembrando que ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ chegará aos cinemas nacionais em 16 de dezembro.

E aí, quais são suas apostas?

Assista ao trailer:

Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

‘American Boogeywoman’: Peyton List é a serial killer Aileen Wuornos no trailer do suspense; Confira!

O suspense ‘American Boogeywoman‘, estrelado pela Peyton List (‘Cobra Kai’) como a infame serial killer Aileen Wuornos, ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa foi escrito e dirigido por Daniel Farrands (‘Halloween 6: A Última Vingança’).

A trama será ambientada em 1976, e seguirá a vida de Wuornos enquanto era jovem. O filme focará na serial killer mais notória dos EUA no período em que ela se casou com Lewis Fell, um homem mais velho que era presidente de um clube de iate, causando caos com sua nova família e a alta sociedade da Flórida.

Lydia Hearst interpretará Jennifer Fell, filha do Lewis. A personagem é parte da alta sociedade e é a herdeira da fortuna do seu pai, até que ela se torna amiga da Aileen.

O elenco ainda conta com Tobin Bell (‘Jogos Mortais’), Nick Vallelonga (‘Green Book: O Guia’), Swen Temmel (‘Fração de Segundos’), Meadow Williams (‘Covil de Ladrões’) e Andrew Biernat (‘Shadow’s Edge’).

‘Batwoman’: Chapeleiro Louco é destaque no trailer da 3ª temporada; Confira!

Batwoman -- “Armed and Dangerous” -- Image Number: BWN215fg_0002r -- Pictured: Javicia Leslie as Batwoman -- Photo: The CW -- © 2021 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.

A CW divulgou o trailer oficial da 3ª temporada de ‘Batwoman‘.

Confira:

O novo ciclo irá estrear oficialmente no dia 13 de outubro.

Criada por Caroline Dries, a série faz parte do Universo Compartilhado da DC nas telinhas, conhecido como o Arrowverse.

A trama segue Kate Kane e Ryan Wilder, enquanto elas lutam para enfrentar seus demônios se tornando vigilantes, combatendo o crime na cidade de Gotham.

O elenco conta com Javicia Leslie, Rachel Skarsten, Meagan Tandy, Nicole Kang, Camrus Johnson, Robin Givens, Nick Creegan e Victoria Cartagena.

‘Obi-Wan Kenobi’: Gravações chegam ao fim e Ewan McGregor garante que a série não vai decepcionar os fãs

Ontem foi realizada a cerimônia do Emmy 2021, onde Ewan McGregor ganhou o prêmio de Melhor Ator Principal em Série Limitada ou Antologia ou Filme por sua atuação em ‘Halston‘.

E, durante o evento, ele conversou com a imprensa sobre seu próximo trabalho, a minissérie da Disney+ focada em ‘Obi-Wan Kenobi‘.

Além de confirmar que as gravações já foram encerradas, o astro garantiu que os fãs não vão ficar decepcionados com a atração.

“Já terminamos de filmar nossa série e foi muito, muito divertido. Eu realmente gostei de trabalhar com [a diretora-produtora executiva] Deborah Chow, e acho que os fãs não vão ficar decepcionados”, disse McGregor, segundo o Deadline.

Ele continuou, dizendo que participar da série foi uma experiência bem diferente de atuar na trilogia de Star Wars‘ lançada entre 1999 e 2005.

“A nova tecnologia que empregamos durante as gravações é insana de tão legal e foi uma experiência diferente dos três filmes originais que fiz como Obi-Wan Kenobi.”

Lembrando que o elenco também conta com Sung Kang (‘F9’), O’Shea Jackson Jr. (‘Straight Outta Compton’), Rupert Friend (‘Homeland’), Indira Varma (‘Game of Thrones’), Moses Ingram (‘O Gambito da Rainha’) Kumail Nanjiani (‘Os Eternos’), Simone Kessell (‘Reckoning’) e Benny Safdie (‘Joias Brutas’).

Vale ressaltar que Hayden Christensen retorna como Anakin Skywalker, junto com Joel Edgerton e Bonnie Piesse, como Owen e Beru Lars, tios de Luke Skywalker.

Anteriormente, a presidente da Lucasfilm, Kathleen Kennedy, confirmou ao The Wrap que ‘Kenobi’ será uma minissérie, com começo, meio e fim pré-determinados:

“Tem sido muito empolgante ver os talentos que estão se envolvendo aqui. E agora nós estamos desenvolvendo a minissérie de Obi-Wan Kenobi com Deborah Chow e ela tem feito um trabalho fenomenal”.

Dirigida por Deborah Chow, ‘Kenobi’ terá apenas seis episódios com 1 hora de duração.

Por enquanto, a previsão de estreia é apenas para 2022.

‘Hit & Run’ é CANCELADA pela Netflix após uma temporada

De acordo com o Deadline, a Netflix cancelou oficialmente a série de suspense ‘Hit & Run‘ depois de apenas uma temporada.

Infelizmente, a primeira temporada terminou com um desfecho aberto e incompleto.

Na trama, o amor incondicional de um homem o leva a embarcar numa jornada sombria em busca da verdade sobre o assassinato de sua esposa.

O elenco conta com Lior Raz, Gregg Henry, Igal Naor, David Anthony Buglione e David Shumbris.

‘Halloween Kills’: Michael Myers toca o terror no trailer final legendado

A sequência ‘Halloween Kills‘ ganhou seu trailer final legendado.

Assista:

O filme chega aos cinemas em 15 de outubro de 2021. O terceiro capítulo, por sua vez, será lançado em 14 outubro de 2022.

Os novos filmes trarão diversos personagens conhecidos da franquia, tais como Lindsey Wallace (Kyle Richards), Tommy Doyle (Anthony Michael Hall), Marion Chambers (Nancy Stephens), Leigh Brackett (Charles Cyphers) e Lonnie Elam (Robert Longstreet).

Jamie Lee Curtis estrela ambas sequências, que também trará o retorno de Robert Longstreet, Kyle Richards e Anthony Michael Hall. Judy Greer e Andi Matichak também voltam.

‘Esquadrão Suicida’: Coringa e Bode Armado em fotos inéditos do “Ayer Cut”

Desde o lançamento de ‘Esquadrão Suicida‘, o diretor David Ayer tem tornado pública a sua insatisfação com o resultado final do filme, alegando que o projeto fora picotado e transformado de sua proposta original.

Na saga para a Warner aprovar a liberação do seu corte de diretor, o “Ayer Cut“, ele divulgou duas imagens inéditas do filme.

Confira:

Toda a sua indignação resultou uma campanha no Twitter, a #ReleaseTheAyerCut, que exige que a Warner Bros. libere a versão do diretor do famigerado filme. E a campanha atingiu um marco surpreendente, sendo compartilhada 403 mil vezes pela rede social.

Surpreso com o grande alcance da tag, Ayer agradeceu aos fãs pelo massivo apoio, incentivando-os a permanecerem otimistas.

Confira:

“403 mil, caramba! Eu ia parar com tudo isso, mas o envolvimento com essa hashtag é deslumbrante. Tudo que eu posso dizer é por favor, continuem otimistas. É tocante ter tantas pessoas me apoiando. #ReleaseTheAyerCut”

Vale lembrar que, após o lançamento de ‘Liga da Justiça de Zack Snyder‘, Ayer estava empolgado que seu ‘Esquadrão Suicida‘ também poderia ganhar uma versão sem cortes.

Porém, a presidente e CEO da WarnerMedia, Ann Sarnoff, revelou que eles não pretendem investir na ideia.

Mesmo assim, os fãs e os membros do elenco de ‘O Esquadrão Suicida‘ insistiram para que o longa fosse finalmente exibido.

E essa polêmica continua até hoje…