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‘Inside Job’: Nova animação da Netflix ganha trailer divertido e data de estreia; Confira!

INSIDE JOB, Part 1 (L to R) JOHN DIMAGGIO as GLENN DOLPHMAN and LIZZY CAPLAN as REAGAN RIDLEY in episode 1, part 1 of INSIDE JOB. Credit: Courtesy of NETFLIX / ©NETFLIX 2021

Netflix divulgou o trailer oficial de sua mais nova série animada adulta, intitulada ‘Inside Job‘.

A produção tem estreia agendada para o dia 22 de outubro.

Confira, junto às imagens promocionais:

INSIDE JOB, Part 1 (L to R) JOHN DIMAGGIO as GLENN DOLPHMAN and LIZZY CAPLAN as REAGAN RIDLEY in episode 1, part 1 of INSIDE JOB. Credit: Courtesy of NETFLIX / ©NETFLIX 2021

A série foi criada por Shion Takeuchi.

A trama gira em torno de uma parte secreta do governo – uma equipe disfuncional que precisa investigar conspirações mundiais. De disfarces complicados a sociedades secretas e orgias secretas, navegar na cultura do escritório na Cognito Inc. pode ser complicado, especialmente para a gênia da tecnologia anti-social Reagan Ridley. Mesmo em um local de trabalho cheio de metamorfos reptilianos e cogumelos psíquicos, ela é vista como a estranha por acreditar que o mundo poderia ser um lugar melhor. Reagan acha que pode fazer a diferença, se ao menos pudesse lider com seu pai desequilibrado, seus colegas de trabalho irresponsáveis ​​e, finalmente, conseguir a promoção com a qual ela sempre sonhou.

A produção conta com as vozes de Lizzy CaplanChristian Slater, Clark Duke, Andrew Daly, Bobby Lee, John DiMaggio, Tisha Campbell e Brett Gelman.

Inside Job conta com dez episódios.

‘The Witcher: Blood Origin’: Criadores revelam detalhes sobre a série derivada em vídeo incrível; Confira!

As gravações de The Witcher: Blood Origin‘ continuam a todo vapor no Reino Unido e, agora, a Netflix divulgou um novo vídeo de bastidores em que os criadores da série derivada revelam detalhes sobre a narrativa e sobre o processo de expansão do mundo habitado por Geralt de Rivia.

Confira:

A produção contará com seis episódios.

Além de Lenny Henry no papel de Balor, o elenco é formado por Jacob Collins Levy (Eredin, Rei da Caçada Selvagem), Mirren Mack (Merwyn), Lenny Henry (Balor), Lizzie Annis (Zacaré), Huw Novelli (Callan “Brother Death”), Francesca Mills (Meldof), Amy Murray (Fenrik), Nathaniel Curtis (Brían), Zach Wyatt (Syndril) e Dylan Moran (Uthrok One-Nut).

Eles se juntam aos atores Laurence O’Fuarain (Fjall), Sophia Brown (Éile) e Michelle Yeoh (Scían), previamente anunciados.

Sarah O’Gorman (‘The Last Kingdom’) e Vicky Jewson (‘Born of War’) serão responsáveis pela direção dos episódios.

A produção será ambientada em um mundo elfo, 1200 anos antes dos eventos protagonizados por Geralt de Rivia (Henry Cavill) – e mostrará a criação do primeiro Bruxo.

Blood Origin contará uma história perdida no tempo – a origem do primeiro Bruxo, e os eventos que levaram à crucial conjunção das esferas, quando o mundo de monstros, homens e elfos fundiu-se para se converter em um só.”

Andrzej Sapkowski, autor dos livros, servirá como consultante criativo da série.

‘Arcane’: Série baseada em ‘League of Legends’ ganha trailer oficial e data de estreia; Confira!

A Netflix divulgou o novo trailer oficial de Arcane, série animada baseada na icônica franquia de games League of Legends.

Além disso, foi confirmado que a produção será lançada no dia 06 de novembro na plataforma de streaming.

Confira:

Criada por Christian Linke e Alex Yee, ‘Arcane foi anunciada em 2019 em um evento de comemoração aos 10 anos de estreia do game.

Dos mesmos criadores de ‘League of Legends’, chega uma nova série de animação: Arcane. Ambientada na próspera região de Piltover e na oprimida cidade subterrânea de Zaun, a história explora as origens de duas campeãs icônicas e do poder que irá separá-las.

‘Big Mouth’: 5ª temporada da animação ganha cartaz oficial e data de estreia!

Netflix revelou recentemente o primeiro cartaz oficial da 5ª temporada de Big Mouth, aclamada animação adulta indicada ao Emmy Awards.

Além disso, foi confirmado que os próximos episódios chegarão à plataforma de streaming no dia 05 de novembro.

Confira:

Vale lembrar que as outras quatro temporadas já estão disponíveis no serviço.

A série foi criada por Nick Kroll, Andrew Goldberg, Mark Levin e Jennifer Flackett.

A animação conta a história de um grupo adolescentes enfrentando a puberdade após a chegada dos Monstros dos Hormônios.

A produção conta com as vozes de Nick Kroll, John Mulaney, Jessi Klein, Jenny Slate, Jason Mantzoukas, Fred Armisen, Maya Rudolph e Jordan Peele.

‘The Witcher’: Série da Netflix é renovada para a 3ª temporada!

The Witcher Henry Cavill

A 2ª temporada de The Witcher nem mesmo chegou à Netflix, mas a plataforma de streaming aproveitou a última edição do Festival TUDUM para confirmar que a série já foi renovada para o terceiro ciclo.

Lembrando que os próximos episódios têm estreia agendada para 17 de dezembro.

Confira os títulos dos episódios abaixo:

Episódio 1 – A Grain of Truth
Episódio 2 – Kaer Morhen
Episódio 3 – What Is Lost
Episódio 4 – Redanian Intelligence
Episódio 5 – Turn Your Back
Episódio 6 – Dear Friend
Episódio 7 – Voleth Meir
Episódio 8 – [NÃO REVELADO]

Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia (Henry Cavill), um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

‘Eternos’ será o 2º filme mais LONGO da Marvel, atrás de ‘Vingadores: Ultimato’

Segundo o Kino Metro, ‘Eternos‘ será o segundo filme mais longo do MCU.

A produção terá duração de 156 minutos, ou duas horas e 36 minutos.

O filme só perde para ‘Vingadores: Ultimato‘, que tem 3 horas e dois minutos.

MPAA (Motion Picture Association) divulgou recentemente a classificação indicativa oficial: para maiores de 13 anos (PG-13), por “violência fantástica e ação, linguagem e breve sexualidade”.

Lembrando que o filme tem estreia marcada 04 de novembro nos cinemas nacionais.

Confira fotos recentes:

 

Em uma recente votação promovida pelo site Fandango, os cinéfilos revelaram que ‘Eternos’, próximo filme da Marvel e um dos projetos mais ambiciosos da companhia, é o título mais aguardado de 2021.

A adaptação é o título mais antecipado da temporada do outono norte-americano para os fãs, aparecendo em primeiro lugar na pesquisa e à frente de títulos como ‘007 – Sem Tempo para Morrer’‘Duna’‘Casa Gucci’.

Confira o Top 10:

Qual o seu filme mais aguardado de 2021?

Eternos‘ segue a jornada de seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘) até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

O elenco conta com Angelina Jolie (Thena), Salma Hayek (Ajak), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Don Lee (Gilgamesh), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).

Crítica | A Casa Sombria – Terror com Rebecca Hall tem começo promissor, mas se perde em seu próprio quebra-cabeça

Aclamado pelos críticos, ‘A Casa Sombria‘ chega aos cinemas nacionais prometendo polarizar opiniões. A thriller de terror com elementos sobrenaturais consegue criar uma atmosfera sufocante durante os dois primeiros terços da produção, mas se perde em seu próprio labirinto de ideias e entrega um desfecho aberto a interpretações que dificilmente vai agradar a todos.

A história se divide entre focar no luto e nos elementos sobrenaturais, falhando em se aprofundar em ambas as abordagens.

Na trama, acompanhamos o drama de Beth (Rebecca Hall) após o misterioso suicídio de seu marido Owen (Evan Jonigkeit). Ela está vivendo o tortuoso luto de entender a motivação que levou o seu marido a se matar.

Vivendo sozinha na casa à beira do lago que ele havia construído para ela, Beth tenta lidar com a situação o melhor possível, mas ela começa a ter pesadelos: visões perturbadoras de uma presença na casa chamando por ela, que a atrai com um fascínio fantasmagórico. Desconsiderando os conselhos de seus amigos, ela começa a vasculhar pelos pertences de seu marido em uma busca desesperada por respostas. O que encontra são segredos, tão estranhos quanto perturbadores, levando a um mistério que ela está determinada a desvendar.

O competente diretor David Bruckner, que fez o ótimo ‘O Sinal‘ (The Signal), consegue criar cenas de suspense muito bem sucedidas com jumpscares que prometem tirar os cinéfilos da cadeira, impulsionado por uma atuação majestosa da sempre ótima Rebecca Hall – que já havia roubado a cena no ótimo ‘O Presente‘.

O grande problema da produção reside no roteiro escrito pela dupla Ben Collins e Luke Piotrowski, que joga diversas ideias para criar uma tensão crescente mas não consegue se aprofundar em nenhuma delas, deixando que o espectador resolva os quebra-cabeças e criando um final dúbio e pouco resolvido.

A Casa Sombria‘ é um filme que parte de uma ideia muito interessante mas se perde em seus próprios enigmas, decepcionando por não conseguirem encaixar devidamente as pontas soltas e deixando um gostinho agridoce no final de que poderiam entregar um filme brilhante… mas que não decola em momento algum.

O filme já está em exibição nos cinemas nacionais.

‘Resgate 2’: Personagem de Chris Hemsworth está vivo e resgatará uma família da prisão na sequência

Os desafios do novo herói de ação da Netflix, Tyler Rake, serão ainda maiores na sequência ‘Resgate 2‘.

A produção, que trará o retorno de Chris Hemsworth como o protagonista, deve trazer até mesmo uma cena de fuga de uma prisão – conforme apontam os novos rumores publicados pelo portal Giant Freakin Robot.

Segundo a publicação, Rake se infiltrará em uma prisão para resgatar a esposa e o filho de um gângster georgiano. Seu objetivo é levá-los para a Austrália em busca de segurança, algo que não será nada simples.

Ainda de acordo com o portal, a trama escalonará quando os bandidos acabam rastreando os três, desencadeando em uma sucessão de cenas de ação pelas ruas de Sydney.

A Netflix divulgou o primeiro teaser da sequência ‘Resgate 2‘, com o astro Chris Hemsworth.

Confira:

Confira nossa crítica de ‘Resgate’:

A trama acompanha uma missão suicida de Tyler Rake, um destemido mercenário do mercado negro, que parte em busca do herdeiro de um criminoso internacional sequestrado em território inimigo. Sem nada a perder, Rake terá de usar todas as suas habilidades para provar a si mesmo que ainda está vivo por dentro.

O elenco ainda conta com Rudhraksh Jaiswal, Randeep Hooda, Golshifteh Farahani, Pankaj Tripathi, Priyanshu Painyuli, e David Harbour.

Netflix anuncia filme de super-herói com Keanu Reeves e produzido pelos irmãos Russo

Esquenta para ‘Sem Volta Para a Casa’ | Curiosidades de ‘Homem-Aranha 2’ (2004)

Peter Parker sempre representou alguém capaz de superar grandes revezes. Não apenas no conteúdo de suas histórias nas quais enfrenta super-vilões e tenta equilibrar sua tumultuada vida pessoal. Quando Martin Goodman, o antigo editor da Marvel, pediu que Stan Lee criasse um personagem, depois do grande sucesso do “Quarteto Fantástico”, nasceu um dos heróis mais populares da editora já desacreditado por Goodman que teria dito ‘Todos odeiam aranhas! Adolescentes são apenas ajudantes de heróis, e não um personagem titular’. Não poderia estar mais errado.


Quando o filme de Sam Raimi encerrou sua exibição, fechou o caixa do estúdio com US$ 1,418, 565 bilhões. Claro que uma sequência estava nos planos, e coube a Sam Raimi voltar à cadeira de diretor. Maior o poder, maior a responsabilidade, já diz a famosa frase que resume as aventuras do simpático cabeça de teia. O roteiro inicial de Michael Chabon, Alfred Miles e Miles Millar (os dois últimos eram os responsáveis pela série “Smallville”) foi escrito e rescrito várias vezes. Inicialmente, previa-se um Dr, Octopus mais jovem que dividiria as atenções de Mary Jane com Peter Parker. Quando o premiado roteirista Alvin Sargent (Gente como a Gente, Lua de Papel) foi chamado reescrever a história, se concentrou nos conflitos internos de Peter dividido entre sua vida de herói e sua vida particular, cada um com um rival a enfrentar. Enquanto procura salvar a cidade do megalomaníaco Dr. Octopus (um fabuloso Alfred Molina), ainda precisa disputar o amor de Mary Jane (Kirsten Dunst)  que está noiva do astronauta John Jameson (Daniel Gillies) , justamente o filho do editor do Clarin Diário. Isso sem mencionar o ódio cada vez maior de seu melhor amigo, Harry Osborn (James Franco) , que culpa o Homem Aranha pela morte de seu pai, no final do primeiro filme.


Sargent e Raimi mergulharam no que faz do Homem Aranha um personagem tão encantador, fácil de se identificar, equilibrando esse lado emocional com muita ação. Por um lado Peter caminha ao som da clássica canção ‘Raindrops keep falling on my head’, por outro temos a sequência da luta entre o Homem Aranha e Dr. Octopus no trem, que foi a primeira a ser filmada, e que está entre os momentos mais eletrizantes de um filme do gênero. Quando Peter perde usa máscara no final da luta, os dois garotos que lhe devolvem a máscara são irmãos de Tobey Maguire na vida real. Ao renunciar a sua vida de herói, na cena em que está sem poderes em um beco, na chuva, Raimi recria a icônica capa de “Amazing Spider Man #50”, com impressionante detalhismo. O filme todo consegue traduzir o clima das hqs, desde sua fantástica abertura em que o filme original é recriado pela arte realista de Alex Ross, um dos melhores do meio.

O elenco está perfeito no filme, principalmente Alfred Molina impressionante na transformação de um gênio, que acredita no bem da ciência para a humanidade, em um vilão cruel numa caracterização típica de um Dr. Caligari, do clássico de Fritz Lang. O ator, recém-saído do papel de Diego Rivera em “Frida” (2002), precisou perder peso para o papel. Os tentáculos foram feitos com uma mistura de efeitos práticos com efeitos digitais. Molina vestia uma cinta de metal e borracha com os tentáculos controlados como marionetes, sendo ocasionalmente substituídos por CGI. Tobey Maguire quase ficou de fora do filme devido a terríveis dores nas costas. O estúdio chegou a considerar substituí-lo por Jake Gyllenhall, que acabou fazendo o vilão Mysterio em “Homem Aranha Longe de Casa”. A sequência em que Peter, sem poderes, cai e machuca as costas acaba funcionando como uma piada interna. Outro momento divertido é quando J.Jonah Jameson (J.K.Simmons) pede que seu assistente batize o novo vilão, e ao ouvir a sugestão de Dr.Estranho, ao que retruca ‘Esse já existe’. Já Willem Dafoe gostou tanto de seu papel de Norman Osborn, que voltou em Homem Aranha 2 como uma alucinação de Harry (Franco), uma participação curta, mas pontual na história para promover Harry a antagonista.


Lançado em 30 de junto de 2004, o filme teve bilheteria recorde de US$40,4 milhões em sua estreia, superado no ano seguinte pela estreia de “Star Wars – Episódio III : A Vingança dos Sith” (Star Wars Episode IIII : Revenge of the Sith). O segundo filme consegue causar um impacto enorme, principalmente em seu final, abrindo caminho para o terceiro episódio, tal qual uma história em quadrinho que deixa aberto as possibilidades para que o herói enfrente um novo desafio. Se a vida de cada um de nós parece uma teia embaraçada, Peter Parker nos mostra como sobreviver, fazer o que é certo apesar dos sacrifícios. Não à toa o cantor Jorge Vercilo já disse ‘Eu tenho uma ideia. Você na minha teia‘. Assim também mostraram Stan Lee e Steve Ditko, então volte aqui para o cinepop, para o próximo artigo em que falaremos sobre o terceiro filme de Sam Raimi.

Esquenta para ‘Sem Volta Para a Casa’ | Curiosidades de ‘Homem Aranha’ (2002)

Começamos a contagem regressiva para o lançamento em dezembro do esperado ‘Homem Aranha – Sem Volta Para a Casa‘, o CinePOP te leva a relembrar todos os filmes estrelados pelo herói mais popular da Marvel. Caia nessa teia você também.

A lembrança mais antiga que tenho é meu pai me levando para tomar uma vacina. Eu devia ter uns sete anos, e para me animar meu pai me deu a edição “Homem Aranha #20” (Editora Bloch). Ver o herói se desvencilhar de correntes e algemas em um quarto sendo inundado foi o exemplo de coragem que me fez parar de chorar e enfrentar a situação. Talvez seja esse o maior encanto do personagem, inspirar com seu senso de grande poder e grande responsabilidade, as palavras mágicas saídas da mente de Stan Lee & Steve Dikto em agosto de 1962.

Apesar de uma versão live-action malsucedida em 1977, os planos de um filme do herói foram disputados por vários estúdios até que fosse assinado o acordo com a Sony, dona da Columbia. No final dos anos 90, um projeto com o nome do diretor James Cameron (Titanic, Exterminador do Futuro) chegou a ser anunciado, com Leonardo DiCaprio como Peter Parker, mas não foi adiante.

David Fincher chegou a ser considerado para um filme que seria focado na clássica história ‘A Noite em que Gwen Stacy Morreu’ (Amazing Spider Man #121) sendo que a origem do herói seria mostrada brevemente apenas nos créditos iniciais.

Finalmente Sam Raimi (Evil Dead, Darkman) assinou com a Sony, convencida pelo amor do diretor por quadrinhos. Foi Raimi quem convenceu a Sony a contratar Tobey Maguire, então com 26 anos, para viver Peter Parker, depois do sucesso dele em ‘Regras da Vida (The Cider House Rules) de 1999 e ‘Garotos Incríveis’ (Wonder Boys) de 2000.

Maguire admitiu que nunca havia lido as histórias do Homem-Aranha, mas mostrou-se convincente no papel de um tímido jovem movido pela culpa, dotado de poderes e enfrentando um diabólico vilão. Raimi explorou o tema da paternidade na relação de Peter e Tio Ben / Norman e Harry Osborn, entrelaçando essa relação na motivação de herói e vilão. O roteiro de David Koepp (Jurassic Park, Missão Impossível) soube aproveitar elementos das hqs originais “Amazing Fantasy” (a origem do herói), “Amazing Spider Man” e ainda da reimaginação moderna intitulada “Ultimate Spider Man”.

A polêmica entre os fãs se deu quando o filme revelou que a teia do herói seria orgânica, e não uma invenção de Peter. Na cena em que Peter experimenta lançar sua teia no alto de um prédio foi improvisação de Maguire dizer ‘Para o alto e avante’ e ‘Shazam’, clara referência aos quadrinhos da rival DC comics.

Willem Dafoe realizou 90% de suas cenas sem dublê, e convenceu com sua representação de personalidade fragmentada do empresário Norman Osborne e do supervilão Duende Verde, um dos maiores adversários do herói nas hqs, reencenando a sequência da ponte do Brooklin trocando Gwen Stacy por Mary Jane, interpretada por Kirsten Dunst (Jumanji, Entrevista com o Vampiro) pouco antes de completar 20 anos. Kirsten ficou com papel feminino principal, escalada depois dos nomes de Alica Witt, Elisha Cuthbert e Mena Suvari (Beleza Americana).

Curiosamente, o ator James Franco, que viveu Harry Osborn, vivia em clima de atrito e tensão com Tobey Maguire, bem distante da amizade dos personagens retratada no filme. Outro personagem que causou sensação foi J. Jonah Jameson, vivido por J.K. Simmons, de peruca e bigode falso, caindo com perfeição no papel para o qual o próprio Stan Lee se mostrou interessado, mas foi recusado pelo estúdio. Lee pode ser visto rapidamente no meio da multidão na cena do ataque do Duende Verde no Festival World Unity.

Já o casal Ben Parker/May Parker ficou com os veteranos Cliff Robertson e Rosemary Harris, perfeitos em suas cenas dramáticas.

Lembrando que na época ainda não existia os filmes de um universo compartilhado, o sucesso de bilheteria do filme de Raimi, realizado dois anos depois de ‘X-Men‘ de Bryan Singer, mostrou o poder de bilheteria dos quadrinhos Marvel.

Foram cerca de $114.844.116 na bilheteria nos primeiros três dias de exibição, um marco inédito na ocasião, alcançando um total arrecado de $403.706.375 segundo o site Box Office Mojo.

Lançado pouco depois do ataque às torres gêmeas, o filme teve uma sequência apagada da edição final. Nela; o amigo da vizinhança, como chamado, prende um helicóptero usado como fuga de bandidos com uma gigantesca teia tecida entre os prédios do World Trade Center. Mesmo enfrentando um inimigo que conhece sua identidade secreta, Peter salva sua amada e impede os planos do vilão, reafirmando seu papel de herói.

O sucesso, claro, levaria a uma inevitável continuação aproveitando o gancho deixado ao final. Para mim, como para todos os leitores de quadrinhos, a adaptação atingiu o resultado esperado. Ao chegar ao final, pude dizer “Eu sou Peter Parker”.

O CinePOP volta em uma semana com ‘Homem-Aranha 2‘.

‘Homem-Aranha 3’: Sam Raimi está empolgado com retorno de Alfred Molina como Dr. Octopus

Os fãs de longa data do ‘Homem-Aranha‘ forma à loucura quando o trailer do novo mostrou o retorno de Alfred Molina como o Dr. Octopus.

E parece que não foram apenas os fãs que ficaram empolgados com a prévia.

Durante uma entrevista para a SyFy Wire, Sam Raimi, o diretor da primeira trilogia do Cabela de Teia, disse que está animado para rever Molina interpretando o vilão.

Questionado sobre o que sentiu ao rever o personagem desde ‘Homem-Aranha 2‘, o cineasta respondeu:

“Foi lindo. Ele está ótimo, os efeitos ficaram incríveis. E eu amei que eles mantiveram aquele sobretudo dele. Acho que vai ser um ótimo filme.”

Ele também comentou sobre os tentáculos do vilão.

“Suponho que as garras não sejam marionetes, nesse filme mas o resultado ficou demais. Quando fizemos [o filme de 2004], tínhamos marionetes dos tentáculos e depois animávamos por computação. Era algo simples, mas poderoso.”

Vale lembrar que o filme de 2004 mostrou o Dr. Octopus se sacrificando para impedir a destruição de Nova York, que seria consumida por conta de um erro seu.

No entanto, ninguém o viu morrer de verdade, apenas afundando do East River…

Por conta disso, muitas teorias vem surgindo sobre o assunto.

Durante uma entrevista para a Variety, Molina foi questionado sobre a ‘ressurreição’ do vilão e foi direto ao dizer que:

“O novo filme vai explicar o que aconteceu com ele enquanto estava afundando.”

Apesar de não entrar em detalhes, o astro sugere que Octavius nunca se afogou e conseguiu escapar do rio com vida, mas só em dezembro é que o fãs terão a resposta definitiva.

Lembrando que Homem-Aranha: Sem Volta para Casa terá nada menos que duas horas e meia, e chegará aos cinemas nacionais em 16 de dezembro.

Assista ao trailer:

Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

Novo game a caminho? 5 grandes jogos de Star Wars

Franquia tem longa ligação com os video games

O sucesso da saga Star Wars nos cinemas é lendário e pavimentou o caminho para diversas obras da ficção cientifica no decorrer das décadas. Ainda assim, a influência da marca se estende para reinos muito além da sétima arte e envolvendo os mais diversos e inusitados produtos possíveis; dentre eles os video games.

O recente boato de que as guerras na galáxia tão tão distante pode ganhar um jogo feito pela desenvolvedora Quantic Dreams (Heavy Rain, Detroit: Become Human), que por sua vez é muito mais especializada em narrativas imersivas do que em gameplays refinadas, realçou a presença da saga em diversos jogos.

A criação de George Lucas mora no coração de muitas pessoas que jogam games com regularidade ou eventualmente, sendo não apenas uma diversão atual mas também a porta de entrada para muitos nesse hábito. A estreia da franquia na indústria de jogos foi em 1982; seguindo a esteira do sucesso alcançado com Império Contra-Ataca dois anos antes a Parker Brothers desenvolveu um jogo homônimo para Atari 2600.

O primeiro jogo de Star Wars

De mecânica simples o objetivo do jogador era controlar um caça rebelde enquanto visando derrubar os poderosos AT-AT imperiais na batalha de Hoth. Esse foi só o ponta pé inicial do que seriam as adaptações de Star Wars nos jogos; sendo assim, seguem mais cinco exemplos de grandes momentos do título nessa mídia.

5) Battlefront II

Poucos jogos tiveram um lançamento tão problemático quanto Battlefront II, disparando não só o ultraje dos críticos de longa data da desenvolvedora EA Games como também toda uma discussão amplamente inédita sobre microtransações (todo tipo de vantagem que podem ser compradas em partidas online usando dinheiro real).

O competitivo de “Battlefront II” ainda é muito ativo

Ainda assim, com todos os problemas possíveis, o título eventualmente deu a volta por cima e se tornou um dos exemplares competitivos mais adorados da saga, com constantes atualizações baseadas nos filmes da nova trilogia sendo lançados constantemente fornecendo novos cenários de confronto e personagens especiais.

4) Lego Star Wars

A marca de brinquedos Lego já é bastante tradicional no ramo dos blocos de construção, com abordagens temáticas das mais diversas propriedades. Com Star Wars não foi diferente, porém essa combinação se deu principalmente pelo clássico jogo de Playstation 2.

A franquia Lego é bastante amada por diversos jogadores

Inicialmente lançando uma adaptação em lego da trilogia prequel porém eventualmente abordando também da trilogia clássica, a TT Games entregou um produto que transborda humor e satiriza todo o universo criado por George Lucas sem esquecer da essência do mesmo; entendendo o que torna Star Wars algo especial. É esperado que em algum momento no futuro próximo seja lançado a chamada Skywalker Saga que vai reunir todos os títulos de Star Wars Lego.

3) Star Wars: Battlefront II (Playstation 2)

Não está errado não; em 2005 a Pandemic Studios lançou a sequência do jogo de guerra ambientado no cenário de Star Wars, seguindo o modelo de sucesso na época proposto por Counter Strike e Medalha de Honra. Sem contar com um enredo, o título oferece a possibilidade do jogador reviver certos momentos das trilogias prequel e clássica.

O predecessor da franquia da EA Games também foi um shooter muito conhecido

Dessa forma é possível jogar tanto com as forças da República contra os Separatistas como com as forças rebeldes contra o Império (e vice-versa). Em certos momentos é possível também desbloquear cavaleiros Jedi, que possuem toda uma mecânica diferente dos soldados padrão, servindo assim como uma inspiração para o já mencionado anteriormente título da EA Games.

2) Force Unleashed

Outro clássico do Playstation 2, o título não esconde ser um herdeiro de KotOR ainda que se recusando a adotar as mesmas mecânicas de RPG. O jogador assume o controle de Galen que, ao ver o pai Jedi ser morto por Darth Vader, é recrutado pelo mesmo para ser seu aprendiz, adotando assim o nome de Starkiller e caçando outros Jedi sobreviventes pela galáxia.

Starkiller, aprendiz de Darth Vader, precisará escolher um lado

Ambientada após o episódio III, a trama dá continuidade direta ao expurgo dos Jedi e ascensão do Império. Ao mesmo tempo o protagonista presencia o início da rebelião e dessa forma caberá ao jogador qual caminho moral seguir, variando entre dois finais extremos.

1) Knights of the Old Republic

A prova cabal de que Star Wars não precisa ser necessariamente um jogo de guerra, o clássico KotOR foi desenvolvido nos períodos iniciais da Bioware e por tanto tem em sua essência elementos de RPG clássico muito fortes. A trama se passa muito antes dos filmes, durante um levante dos sith em que os Jedi quase foram dizimados.

O jogador então começa customizando seu personagem (como é tradicional de um RPG) que, sem memória, acorda em uma nave da República. A partir daí há todo o caminho liberado para que se possa fazer as escolhas devidas, com o protagonista podendo seguir para o lado luminoso ou sombrio da força. 

 

Crítica | Silêncio da Chuva – Lázaro Ramos e Thalita Carauta desvendam mistério em SUSPENSE POLICIAL

O escritor Luiz Alfredo Garcia-Roza, falecido ano passado, construiu uma bela carreira na literatura escrevendo romances policiais cujo personagem principal, Espinosa, era um detetive de uma delegacia policial no bairro de Copacabana, no Rio de Janeiro, e se envolvia em desvendar os crimes da classe média carioca. Adaptado primeiramente para a teledramaturgia com Domingos Montagner no papel principal da série de temporada única, uma nova aventura do famoso delegado chega agora aos cinemas brasileiros em formato de longa-metragem, com o filme ‘Silêncio da Chuva’.

Em uma noite especialmente chuvosa na cidade do Rio de Janeiro, Espinosa (Lázaro Ramos) e Daia (Thalita Carauta) são chamados para a cena de um crime no bairro da Urca: um famoso empresário, Ricardo (Guilherme Fontes), é encontrado morto em seu carro estacionado, com três tiros no corpo e sem sua maleta de trabalho. Durante a investigação os policiais descobrem a aproximação de uma bicicleta ao local do crime, e, ao interrogar a esposa do falecido, Bia (Cláudia Abreu), e a secretária dele, Rose (Mayana Neiva), os investigadores descobrem que Ricardo adquiriu um seguro de vida milionário um pouco antes de falecer. Agora Espinosa e Daia precisam descobrir como todos esses elementos se conectam para desvendar a intrigante morte do empresário.

Dois pontos se destacam positivamente logo nas primeiras cenas de ‘Silêncio da Chuva’: a escolha de Lázaro Ramos, um ator negro, para viver o protagonista Espinosa (que nos livros de Garcia-Roza é descrito como um personagem branco de meia idade) e a mudança na localização do centro das ações, que foi deslocada de Copacabana para o bairro do Catete. Ambas as escolhas do diretor Daniel Filho são bem acertadas, afinal, o personagem Espinosa pode ser vivido por qualquer ator competente – como Lázaro o faz tão bem, recebendo a herança de Domingos –, e, a bem da verdade, social e financeiramente o Catete é a nova Copacabana.

O filme constrói uma envolvente atmosfera de suspense policial, no qual os elementos vão sendo inseridos para o deleite ou descarte do espectador. O roteiro de Peu Barbalho e Renata Corrêa faz uma justa adaptação do romance, mantendo o tom típico da escrita de Garcia-Roza. As cenas externas têm ares de grande produção, cujas locações, escolhidas a dedo, colaboram diretamente na construção do thriller.

Mas quem rouba a cena em ‘Silêncio da Chuva’ é de longe Thalita Carauta, que imprime muita personalidade e humor à investigadora Daia. Todas as suas falas são carregadas de acidez e ironia, que, combinadas a uma interpretação completamente expressiva da atriz, literalmente faz com que os olhos do espectador se dirijam a ela toda vez que entra em cena.

‘Silêncio da Chuva’ é um suspense envolvente, com uma pitada de filme noir e possui todos os elementos que um bom romance policial precisa ter. Entretanto, há algumas cenas fortes que causam desconforto, incluindo a resolução da trama. Fica o alerta para os espectadores mais intolerantes à violência gráfica.

Netflix CANCELA sua DÉCIMA série esse ano; Confira detalhes!

A Netflix continua ceifando grande parte de suas séries.

Ontem, o streaming anunciou o cancelamento de ‘Derry Girls‘ em sua terceira temporada.

Trata-se da DÉCIMA produção que o streaming cancela esse ano, após anunciar o fim das séries  ‘O Legado de Júpiter‘, ‘Hit & Run‘, A DuquesaOs Irregulares de Baker Street’, ‘Amizade Dolorida‘ (Bonding),  ‘Família em Concerto‘, ‘Professor Iglesias‘ e ‘Pit Stop – The Crew‘. 

A criadora da série, Lisa McGee, explicou a decisão de encerrar na terceira temporada.

“Sempre foi nosso plano nos despedirmos na terceira temporada. A história de ‘Derry Girls’ segue cinco adolescentes enquanto elas lentamente… lentamente… se tornam adultas, enquanto, ao redor delas, o lugar que elas chamam de lar também começa a mudar. Estamos animados em começar a filmar o ciclo final e esperamos trazer uma última aventura para nossos fãs leais.”

Por causa dos atrasos na produção ocasionados pela pandemia de COVID, o ciclo final deve estrear apenas em 2022.

Situada na Irlanda do início da década de 1990, a trama acompanha as façanhas pessoais de uma menina de 16 anos, sua família e amigos.

O elenco conta com Saoirse-Monica Jackson, Louisa Harland, Nicola Coughlan, Jamie-Lee O’Donnell e Dylan Llewellyn.

Gostou de ‘Missa da Meia-Noite’? Aqui estão outros 8 thrillers religiosos para você conferir!

Mike Flanagan voltou a colaborar com a Netflix com a incrível minissérie Missa da Meia-Noite, cujos sete episódios exploraram a tênue linha entre a vida e a morte e entre a ciência e a fé.

A história, ambientada em uma isolada comunidade insular, gira em torno de um homem que retorna para casa após ter sido culpado pela morte de uma jovem, atraindo olhares controversos para si e para a família. Mas isso não é tudo: sua volta também é acompanhada da presença de um misterioso padre que se apossa da igreja local e promete virar o mundo dos habitantes da ilha de cabeça para baixo.

Trazendo nomes como Kate SiegelHenry Thomas, Hamish LinklaterSamantha Sloyan e muitos outros ao elenco, a produção é uma poderosa e reflexiva narrativa que mistura vários gêneros e um só. E, pensando nisso, o CinePOP preparou uma breve lista com 8 produções de suspense religioso para você conferir depois de Missa da Meia-Noite.

Veja abaixo nossas escolhas:

OS DEMÔNIOS (1971)

Direção: Ken Russell

O drama histórico britânico dirigido por Ken Russell permanece, até hoje, como uma das produções mais controversas do cinema. Colocando o nome do realizador no centros holofotes e inclusive conquistando uma honraria no Festival de Veneza, ‘Os Demônios’ chamou a atenção da Igreja Católica e de um público conservador pelas cenas sexuais e pelo teor “apelativo”. A narrativa é ambientada na França do século XVII, durante o violento regime católico em luta contra os protestantes, e gira em torno de uma madre-superiora que começa a atribuir suas fantasias sexuais com o mais proeminente padre do vilarejo à possessão demoníaca.

O EXORCISTA (1973)

Direção: William Friedkin

É claro que o clássico e aclamado O Exorcista, considerado por muitos como uma das melhores e mais aterrorizantes produções já feitas, não poderia ficar fora da nossa lista. Conquistando dez indicações ao Oscar (incluindo Melhor FilmeMelhor Atriz para Linda Blair), a trama é centrada em uma jovem que começa a mostrar comportamentos muito assustadores e que, auxiliada por um padre e psiquiatra, revela estar possuída por um demônio. Ele solicita então a ajuda de um segundo sacerdote, especialista em exorcismo, para tentar livrar a menina desta terrível possessão .

A PROFECIA (1976)

Direção: Richard Donner

Um diplomata americano preocupado em não chocar a esposa, em virtude da morte do seu filho ao nascer, lhe oculta o fato e adota um recém-nascido de origem desconhecida. Mortes misteriosas começam a cercar a família do homem, que sem saber, pode estar criando o Anticristo em pessoa.

CARRIE – A ESTRANHA (1976)

Direção: Brian De Palma

Em ‘Carrie – A Estranha’, um dos títulos mais essenciais do século passado, a trama é centrada na personagem titular, que desenvolve poderes psíquicos e acaba se vingando não apenas dos valentões de seu colégio, mas de todos que duvidaram de sua beleza e a diminuíram por ser “diferente do normal”. Entretanto, apesar de boa parte do público saber que a temática principal não se relaciona à fé, não podemos nos esquecer de que Margaret, mãe de Carrie, é uma das peças importantes da narrativa e utiliza seu fanatismo religioso para moldar a protagonista como bem quiser – julgando-a como impura e utilizando suas crenças para justificar um comportamento abusivo e tóxico.

STIGMATA (1999)

Direção: Rupert Wainwright

Belo Quinto, uma fictícia cidade no sudeste do Brasil, recebe a visita do padre Andrew Kiernan (Gabriel Byrne), que foi mandado pelo Vaticano para investigar uma igreja que tem a estátua de uma santa que verte lágrimas de sangue. Lágrimas estas que começaram no dia em que o padre Paulo Almeida, o responsável pela igreja, morreu. Enquanto Kiernan fotografava a estátua, que sangrava, um garoto furta um rosário que estava junto do corpo do falecido e vende o terço para uma turista, que por sua vez manda de presente para Frankie Paige (Patricia Arquette), sua filha, que cabeleireira em Nova York. Em pouco tempo, ela passa a ser vítima de “estigmas”, chagas idênticas às de Cristo, e Andrew Kiernan o encarregado de investigar o fenômeno. Inicialmente Kiernan descarta a possibilidade dos “estigmas”, pois todos os “estigmatas” são pessoas bastante religiosas e Paige não acredita em Deus. Mas Kiernan vê o suficiente para quebrar os padrões estabelecidos pelo Vaticano, e acredita que se ele não fizer nada, Frankie pode morrer. Gradativamente, ele pass a suspeitar que seu superior, o cardeal Daniel Houseman (Jonathan Pryce), não quer que toda a verdade venha tona.

O NEVOEIRO (2007)

Direção: Frank Darabont

Assim como ‘Carrie – A Estranha’O Nevoeiro também insurgiu como adaptação dos romances de Stephen King e, sem sombra de dúvida, merece mais reconhecimento do que tem. A trama pode até ter elementos da ficção científica, visto que mostra o confronto dos seres humanos contra criaturas que atravessam o portal de uma dimensão alternativa, mas abre espaço para discussões sobre o fanatismo religioso – cujos temas são encarnados pela incrível performance de Marcia Gay Harden como a tirânica Srta. Carmody, que acredita que o nevoeiro representa a ira de Deus.

O ÚLTIMO SACRAMENTO (2013)

Direção: Ti West

Patrick é um fotógrafo que viaja com seus amigos e colegas de trabalho Sam e Jake até Eden Parish, uma comunidade onde sua irmã mora desde que começou um tratamento contra drogas. Apesar das dúvidas sobre o isolamento do local, ele vai até lá para visitá-la, enquanto seus amigos vão em busca de alguma história interessante para um documentário. Eles se surpreendem, porém, com a satisfação das pessoas na comunidade. A narrativa é baseada nos eventos reais do Massacre de Jonestown, em 1978.

SAINT MAUD (2019)

Direção: Rose Glass

O aclamado longa-metragem Saint Maud reviveu o gênero do thriller religioso e se tornou uma das melhores produções dos últimos anos. Dirigido e escrito por Rose Glass, a história acompanha a vida de uma jovem enfermeira que acabou de receber alta psiquiátrica. Agora encarregada dos cuidados de Amanda (Jennifer Ehle), uma dançarina aposentada devastada pelo câncer, a fé fervorosa de Maud (Morfydd Clark) rapidamente se transforma em uma obsessão de que ela precisa salvar a alma da mulher, antes que ela seja condenada eternamente ao inferno. Entretanto, forças sinistras e seu próprio passado pecaminoso ameaçam pôr fim a sua sagrada vocação.

Apesar do ritmo lento, assinantes da Netflix estão gostando de ‘Missa da Meia-Noite’; Confira as reações!

Missa da Meia-Noite(‘Midnight Mass’) estreou na Netflix e vários assinantes já maratonaram a série inteira.

Apesar de um ritmo lento e monólogos compridos, o aclamado realizador Mike Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill’) agradou em cheio mais uma vez os assinantes.

Confira as reações:

No Rotten Tomatoes, a produção estreou com 93% de aprovação, com altíssima nota de 8.80/10 baseada em 45 reviews até o momento. Os jornalistas elogiaram a trama, a atuação do elenco e atmosfera de terror.

Crítica | ‘Missa da Meia-Noite’, de Mike Flanagan, é uma poderosa reflexão sobre a vida e a morte

Confira os principais comentários abaixo:

“Um trabalho completo e cauterizado nas intersecções entre fé e dúvida, vida e morte” – Strange Harbors.

“Genuinamente arrepiante e único” – Radio Times.

Missa da Meia-Noite é o melhor trabalho de Mike Flanagan até agora” – IGN Movies.

“Em seu melhor, Missa da Meia-Noite exude uma narcótica investida em tudo desde a estética até os monólogos, que sugerem o peso da confissão” – Slant Magazine.

“Gritos são uma coisa boa em séries de terror. Não é particularmente difícil entender o que acontece em Crock Pot, mas é muito satisfatório ver como tudo se desenrola e como Flanagan irá resolver tudo” – Arizona Republic.

 

A história gira em torno de “uma isolada comunidade insular que presencia eventos miraculosos – e presságios aterrorizantes – depois da chegada de um carismático e misterioso padre”.

Missa da Meia-Noite tem estreia agendada para 24 de setembro.

Kate SiegelHenry ThomasAnnabeth Gish fazem parte do elenco.

Flanagan recentemente dirigiu a sequência de O IluminadoDoutor Sono, e a nova temporada de sua antologia de terror, intitulada ‘A Maldição da Mansão Bly’ – que se tornou um sucesso de público e de crítica.

‘Teen Wolf’: Fãs vão à loucura com anúncio de filme sequência; Confira as reações!

A série ‘Teen Wolf‘ vai ganhar um revival em forma de filme pela Paramount+ e a novidade se tornou um dos assuntos mais comentados do momento no Twitter.

No filme ‘Teen Wolf‘, um terrível mal surgiu na cidade de Beacon Hills. Os lobos estão uivando mais uma vez, pedindo o retorno de Banshees, Werecoyotes, Hellhounds, Kitsunes e todos os outros metamorfos da noite. Mas apenas um lobisomem como Scott McCall, que agora não é mais um adolescente, e sim um Alfa, pode reunir novos aliados e reunir amigos de confiança para lutar contra o que poderia ser o inimigo mais poderoso e mortal que eles já enfrentaram.

Os fãs brasileiros da produção foram surpreendidos pelo anúncio e comemoraram a novidade, demonstraram o seu entusiasmo por meio da rede social.

Confira algumas das reações:

Tyler Posey retorna como McCall, e a Paramount atualmente negocia o retorno de Dylan O’Brien, Crystal Reed, Tyler Hoechlin, Holland Roden, Colton Haynes e Arden Cho.

O criador da série Jeff Davis também retorna.

Para quem não conhece, ‘Teen Wolf‘ estreou em 05 de junho de 2011 e se tornou uma febre entre o público adolescente, o que lhe rendeu seis temporadas.

Na trama, Posey interpreta Scott McCall, um estudante do ensino médio que é mordido por um lobisomem e precisa aprender a controlar seus instintos animais para proteger seus amigos e sua família.

Vale lembrar que o final da última temporada abre margem para uma continuação, com Scott e sua trupe deixando a cidade para recrutar mais lobos para se juntar ao seu bando e ajudar a lutar na guerra.

 

‘Neblina e Sombras’ – Thriller Noir de Woody Allen (com Madonna) completa 30 Anos

Madonna, Jodie Foster e um elenco de peso presente na sátira de suspense do renomado diretor

Um assassino conhecido como “O Estrangulador” espreita à noite, colecionando inúmeras vítimas no melhor estilo Jack, O Estripador. Uma noite escura, repleta de neblina é onde a trama se desenrola. Os habitantes da então pacata cidadezinha resolvem sair em vigília caçando o criminoso com as próprias mãos. Todos estes elementos constituem Neblina e Sombras, o vigésimo primeiro filme escrito e dirigido pelo autoral Woody Allen. O longa completa 30 anos de lançamento em 2021 e abaixo iremos relembra-lo com você, seja você fã de Allen ou de suspense e terror.

Woody Allen há muito tempo é considerado uma figura polêmica, desde que traiu a então esposa Mia Farrow com sua filha adotiva Soon-Yi, caso que data do início dos anos 1990, época em que este longa foi lançado. Allen e Soon-Yi permanecem juntos até hoje, num relacionamento que para todos os efeitos deu certo – apesar da dor que causou em especial à então companheira traída Farrow. O nome do cineasta voltou recentemente aos holofotes e para seu azar bem na época da caça às bruxas moderno, conhecido como “cancelamento”. Novas acusações mais graves levaram o nome do cineasta direto para a lama, e jovens atores da nova geração, como Timothée Chalamet e Selena Gomez devolveram seus salários demonstrando arrependimento de terem trabalhado com ele e estrelado Um Dia de Chuva em Nova York (2019) – filme que igualmente sofreu embargo em seu lançamento. O diretor tem enfrentado dificuldade para financiar seus novos projetos, e seu contrato com a Amazon parece ter sido quebrado.

Figura polêmica desde sempre, Woody Allen é também um dos diretores mais queridos do cinema.

Voltando trinta anos no passado, as coisas eram muito diferentes para Woody Allen. Em 1991, o cineasta era um dos nomes mais quentes do cinema norte-americano. Isso porque nesta época, o diretor já havia entregue os celebrados e premiados Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (1977), Manhattan (1979) e A Rosa Púrpura do Cairo (1985). No início dos anos 80, Woody Allen começava uma tendência que viria a ser quebrada somente em 2018, a de lançar um filme por ano durante pelo menos três décadas.

Em 1991, era a vez do artista homenagear um estilo específico de cinema, demonstrando ser um grande cinéfilo. De forma única em sua carreira, Allen surgia com sua própria versão dos filmes do expressionismo alemão, de ídolos como F.W. Murnau (Nosferatu), Fritz Lang (M, O Vampiro de Dusseldorf) e Georg Wilhelm Pabst (A Caixa de Pandora). Para tal, Allen cria um filme inteiramente em preto e branco, com uma fotografia e direção de arte que emulam o estilo, se mostrando um ponto fora da curva em sua filmografia. A atmosfera é o grande diferencial de Neblina e Sombras se formos comparar ao corpo de trabalho dos demais projetos do cineasta. Não por menos, o longa foi o maior orçamento recebido por Allen para um longa seu até então, algo em torno de US$19 milhões.

Woody Allen homenageia os clássicos de suspense e terror em sua “superprodução”.

Bancado pela extinta Orion Pictures – que ensaia um retorno ao mercado atualmente, a única exigência do estúdio foi a de que Woody Allen deveria protagonizar o longa igualmente, desta forma tornando a obra mais vendável e com maior possibilidade de se tornar rentável. Dito e feito, na trama, escrita pelo próprio, ele interpreta Kleinman, o típico personagem de Woody Allen de qualquer filme seu: ou seja, paranoico, medroso e altamente satírico. O protagonista, um burocrata cuja maior preocupação é bajular o chefe em busca de uma promoção no trabalho, é inserido no meio de um thriller tipicamente visto no cinema noir. Quando encontramos Kleinman ele está dormindo confortavelmente em seu quarto, sendo subitamente acordado por uma turba, um grupo de colegas, todos homens de seu vilarejo, para que se junte a eles na caçada a um assassino. Fato que o assusta mais do que qualquer outra coisa.

É preciso dizer que na pequena cidade onde o protagonista reside, um maníaco tem atacado à noite, tornando as ruas não mais tão seguras. A polícia de nada consegue fazer e não tem exibido muito avanço na captura do psicopata. Assim, a população assustada decide partir para a justiça pessoal. No período de uma longa noite é onde a trama irá se desenrolar, com outros núcleos de personagens paralelos vivendo subtramas, algumas inclusive desconectadas da do protagonista, e talvez esse elemento seja a ponta frouxa de Neblina e Sombras, porém, não muito diferente da “escola” do cinema de Woody Allen.

Então a esposa de Allen, Mia Farrow estrela seu último filme “de boa” com o diretor.

Desde que iniciou seu relacionamento com Mia Farrow, a atriz se tornou a musa do cineasta, status que perdurou por uma década. Aqui, em seu penúltimo trabalho juntos, Farrow vive a protagonista feminina Irmy, mulher humilde e sofrida que trabalha no circo como engolidora de espadas. Seu sonho é se tornar mãe, porém ela não vê grandes chances disso acontecer em seu relacionamento com o companheiro, vivido por John Malkovich, o palhaço do circo com grandes ambições. Na verdade, o sujeito está de caso com a trapezista, que também é casada com o homem forte do espetáculo. Ela é interpretada por ninguém menos que a material girl Madonna, numa participação especial que ocorre logo no começo. Desiludida ao pegar o companheiro com “a boca na botija”, Irmy abandona sua comunidade de artistas mambembes e parte sem rumo, se tornando forte candidata à próxima vítima do maníaco.

Ao invés do assassino, ela encontra uma “mulher da vida” na esquina, papel da veterana Lily Tomlin, que a leva até seu bordel para que tenha abrigo e comida. No local estão figuras como duas então recentes vencedoras do Oscar de melhor atriz: Kathy Bates, que havia vencido no ano de lançamento de Neblina e Sombras por Louca Obsessão, e Jodie Foster, vencedora de 1989 por Acusados (e que viria a vencer por O Silêncio dos Inocentes na temporada seguinte). Além de marcar primeiros trabalhos de gente como William H. Macy, John C. Reilly e Peter Dinklage.

John Malkovich e Madonna vivem circenses infiéis numa das subtramas do thriller ‘Neblina e Sombras’.

O filme ainda guarda espaço para um jovem John Cusack no papel de um universitário com ideias libertárias que se apaixona por Irmy; e o veterano Donald Pleasence, o eterno Dr. Loomis da franquia de terror Halloween, que aqui interpreta um médico legista. Vê-lo falando sobre o mal contido no assassino e sua busca por compreender melhor o comportamento do psicopata chegam, mesmo que de forma não intencional, como grandes homenagens ao clássico slasher de John Carpenter. O fato só contribui para a mística tenebrosa deste “filme de terror” de Woody Allen.

Para criar o visual do vilarejo em estilo europeu, que nunca é citado por nome, embora todos ao habitantes falem inglês, o diretor de arte Santo Loquasto, usual colaborador de Woody Allen desde A Era do Rádio (1987), confeccionou toda a arquitetura em estúdio, no Kaufman-Astoria, ainda mantendo o recorde como o maior cenário já construído em Nova York. Os detalhes de cada set, cada locação, são impecáveis e apenas adicionam à atmosfera do longa. Para o padrão de Woody Allen, essa era sua superprodução.

A duas vezes vencedora do Oscar Jodie Foster é outra presença ilustre em participação especial.

Exibido fora de competição no prestigiado Festival de Berlim de 1992, Neblina e Sombras mostrou a ressonância de Woody Allen em território europeu. Porém, em sua terra natal nos EUA, o filme recebeu pouco amor de críticos e público em seu lançamento – com até mesmo os fãs do cineasta dando de ombros para a homenagem do diretor aos clássicos filmes de terror dos primórdios da sétima arte. Fora isso, em sua vida pessoal, Allen enfrentaria sua maior provação na última parceria completa com a então esposa Mia Farrow. No ano seguinte, enquanto filmavam Maridos e Esposas (1992), a atriz descobriria a traição do marido. Décadas mais tarde, seu calvário estaria completo e digno de Kleinman perdido numa noite escura.

Woody Allen e Mia Farrow nos últimos momentos felizes no cinema.

Crítica | A Menina Que Matou os Pais – Carla Diaz BRILHA no papel da macabra Suzane von Richthofen

Depois de muito adiamento por conta da pandemia, os filmes que abordam as perspectivas diferentes dos acusados de matar o casal von Richthofen finalmente chegam ao público brasileiro em estreia exclusiva na Amazon Prime. Trazendo a narrativa de Daniel Cravinhos sobre o ocorrido, conheçam ‘A Menina Que Matou os Pais’.

Em um dia comum, Daniel Cravinhos (Leonardo Bittencourt) é abordado por uma senhora que busca um professor de aeromodelo para seu filho, Andreas (Kauan Ceglio), mas seus olhos se voltam mesmo para a irmã do rapaz, Suzane von Richthofen (Carla Diaz). A paixão avassaladora que sente pela moça faz com que o namoro dos dois se torne sério demais para a faixa etária deles – de 15 e 20 anos. De classes sociais distantes, Daniel constantemente sofre críticas severas dos pais da namorada, que fazem de tudo para afastar o casal. Com o passar dos anos, Suzane vai cada vez mais demonstrando interesse em acabar com a vida dos pais, pois acredita que só assim poderá ser feliz com o namorado. Cegamente apaixonado, Daniel não só topa realizar a vontade da amada, como também convence o irmão Cristian (Allan Souza Lima) a participar do crime.

Em pouco mais de uma hora e vinte de duração, ‘A Menina Que Matou os Pais’ apresenta a narrativa de Daniel sobre a evolução dos eventos que culminaram no assassinato dos pais de Suzane. Assim como o outro filme, este repete a mesma fórmula construtiva: baseado nos depoimentos dos réus durante o julgamento, intercala a história com episódios ocorridos em anos diferentes até o dia em que o crime é cometido.

Diferentemente do outro filme, ‘A Menina Que Matou os Pais’ chega em sua versão final um bocado picotado, faltando lacunas inteiras no enredo, o que nos leva a crer que talvez isso seja proposital para que o espectador seja obrigado a ver aos dois filmes, para somente assim ter todas as informações da produção. Tal obrigatoriedade gera confusão, uma vez que um filme acaba ficando com todas as explicações dos eventos, enquanto ‘A Menina Que Matou os Pais’ fica tão somente com a rápida (até demais) evolução de Suzane de adolescente a psicopata e a fatídica cena do assassinato – que é exatamente o que fica faltando no outro filme. Em vez de criar um filme muito bom e o outro retalhado, o diretor Maurício Eça poderia apenas ter juntado este final com o filme anterior e ter construído um filmaço único.

Em ambas as produções se destaca a incrível capacidade de transformação da atriz Carla Diaz, de uma jovem inocente de 15 anos a uma mulher fria e calculista cheia de ódio pela própria família. Carlinha dá um show de atuação, totalmente à altura da dificuldade de se interpretar um papel tão difícil quanto o de uma personagem dúbia de um caso tão macabro da história do país. É muito bom ver produções que dão espaço e a possibilidade para jovens atrizes mostrarem todo o seu potencial, como esta.

Em suma, ‘A Menina Que Matou os Pais’ dá a sensação de ser apenas o complemento de ‘O Menino Que Matou Meus Pais, acrescentando pouca coisa e sem muita continuidade. Vale a pena pelo crime em si, que ficou faltando no outro suspense.

‘Exército de Ladrões’: Netflix divulga novo trailer do derivado de ‘Army of the Dead’; Assista!

A Netflix divulgou um novo trailer de ‘Exército de Ladrões: Invasão da Europa‘ (Army of Thieves), filme derivado de ‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas‘.

O longa será lançado na plataforma no dia 29 de outubro.

A trama se passará antes do filme original e será focada em Dieter, o divertido personagem interpretado por Matthias Schweighöfer, que, além de reprisar o papel, também é responsável pela direção do longa.

Assista:

O caixa de banco de uma pequena cidade, Dieter, é atraído para a aventura de sua vida quando uma mulher misteriosa o recruta para se juntar a uma tripulação com os criminosos mais procurados da Interpol, tentando roubar uma sequência de cofres lendários e impossíveis de quebrar em toda a Europa.

O elenco ainda conta com Nathalie Emmanuel, Ruby O. Fee, Stuart Martin, Guz Khan, Jonathan Cohen e Noémie Nakai.

Crítica | Army of the Dead é SANGRENTO, cheio de slow-motion e tudo que se espera do Zack Snyder