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‘Ms. Marvel’: Nova série do Disney+ é oficialmente confirmada para 2022

O jornalista Adam B. Vary confirmou através das redes sociais que a aguardada série ‘Ms. Marvel, estrelada por Iman Vellani, ganhou previsão de lançamento.

A produção chegará ao Disney+ no início de 2022, confirmando os rumores anteriores do insider Matt Webb Mitovich.

Confira:

Além de Vellani, a produção conta com Laurel Marsen como Zoe Zimmer, personagem que apareceu ainda no começo das histórias em quadrinhos e foi uma das valentonas que maltrataram Kamala Khan na escola. Eventualmente, as duas se aproximam e desenvolvem respeito mútuo que beira a amizade.

Para quem não conhece, Kamala Khan é uma adolescente paquistanesa-americana nascida em Jersey City, fã de super-heróis, em especial da ‘Capitã Marvel‘.

Ela é atingida pela névoa Terrigen, responsável pela criação dos Inumanos. Quando acorda com superpoderes, decide ser uma heroína como sua ídola e adota o antigo codinome da Capitã, Miss Marvel.

Iman Vellani

A direção fica por conta da dos diretores Adil El Arbi e Bilall Fallah, responsáveis pela popular sequência ‘Bad Boys Para Sempre‘. Sharmeen Obaid-Chinoy e Meera Menon também ingressam no projeto na direção de capítulos adicionais.

Obaid-Chinoy é mais conhecida por ser uma vencedora de dois Oscar pelos curtas documentários ‘Saving Face‘ (2012) e ‘Uma Garota no Rio‘ (2015). Já Menon possui em seu currículo uma série de créditos na TV, como ‘The Walking Dead‘, ‘O Justiceiro‘, além da série ‘Titãs‘, do Universo DC.

Bisha K. Ali entra como showrunner.

‘Creepshow’: Um monstro ganha vida na nova cena divulgada da 3ª temporada; Confira!

O site ComicBook.com divulgou com exclusividade um novo clipe oficial da 3ª temporada da antologia Creepshow, que tem estreia agendada para o dia 23 de setembro.

Confira, clicando aqui!

O próximo ciclo trará nomes como Michael RookerJames RemarJohnathon SchaechReid ScottHannah Fierman.

Mais detalhes não foram divulgados.

Criada por Greg Nicotero, a série é baseada no terror antológico de 1982.

Quadrinhos ganham vida em uma série de segmentos sinistros, explorando terrores que vão desde assassinatos, criaturas e monstros até contos sobrenaturais e inexplicáveis.

‘Você’: 3ª temporada ganha novos cartazes NACIONAIS; Confira!

A Netflix divulgou novos cartazes nacionais e belíssimos da 3ª temporada da série ‘Você’.

Lembrando que o próximo ciclo tem lançamento agendado para o dia 15 de outubro.

Confira, junto ao trailer:

Lembrando que o novo ciclo trará uma série de novos atores e atrizes, incluindo Scott Michael Foster (‘Crazy Ex-Girlfriend’),  Tati Gabrielle (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’), Scott Speedman (‘Anjos da Noite’), Travis Van Winkle (‘The Last Ship’), Michaela McManus (‘One Tree Hill’) e Shalita Grant (‘NCIS: Nova Orleans’).

Penn Badgley e Victoria Pedretti retornarão em seus respectivos papéis como Joe e Love.

Criada por Greg BerlantiSera Gamble, a série é baseada na saga literária escrita por Caroline Kepnes.

Um inteligente gerente de livraria depende de seu conhecimento na Internet para fazer a mulher dos seus sonhos se apaixonar por ele, enquanto ele fica perigosamente obcecado por ela.

‘Os Defensores’: Charlie Cox quer retorno de Jon Bernthal e Krysten Ritter como Justiceiro e Jessica Jones

Enquanto Charlie Cox continua negando seu retorno como Matt Murdock/Demolidor em ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, os fãs ainda torcem para revê-lo na pele do Homem sem Medo.

No entanto, Cox disse à Forbes que uma ideia ainda mais legal seria ver o Demolidor e o Justiceiro juntos novamente.

E ele está torcendo para ver Jon Bernthal reprisando o papel.

Para quem não se lembra, o Justiceiro foi introduzido na 2ª temporada de ‘Demolidor‘ e acabou ganhando sua própria série de TV.

Infelizmente, ambas foram canceladas pela Netflix.

Questionado sobre quais personagens ele gostaria de ver se juntando ao Demolidor se a série não fosse cancelada, Cox disse:

“Não sei o que se passa nos bastidores da Marvel Studios. Não estou por dentro da tomada de decisões que levaram ao fim [da série], e o quer que eu diga pode ser interpretado como um rumor. A única coisa que eu posso dizer é que não vejo ninguém melhor que Jon Bernthal no papel de Justiceiro.”

Ele continuou, elogiando o colega de elenco:

“Ele fez com que o personagem ganhasse uma nova vida e é adorado até hoje. As pessoas são loucas por Frank Castle. Então, se eles vão trazer essas séries de volta, eu não sei, mas espero que façam porque eu adoraria rever o Demolidor e Frank juntos.”

Bernthal não é o único que Cox quer ver de volta e aproveitou para fazer campanha pelo retorno de Krysten Ritter como Jessica Jones.

“Sinto o mesmo em relação a Krysten Ritter. Eu sei que Jessica Jones não é tão conhecida como Frank Castle, mas que atuação… Que série incrível foi aquela. Tudo graças ao carisma de Krysten, então eu acredito que ela merece uma nova chance.”

Falando nisso, depois que ‘O Justiceiro‘ foi cancelada pela Netflix no início de 2019, a Marvel Studios precisava aguardar pelo menos dois anos para reivindicar os direitos de imagem do personagem.

E, de acordo com o Comic Book, a Disney e a Marvel Studios já iniciaram o processo para recuperar os direitos do personagem.

Como ‘O Justiceiro‘ foi a última série da Marvel cancelada pela Netflix, isso significa que o estúdio também pode retomar os diretos de ‘Demolidor’, ‘Luke Cage’, ‘Jessica Jones’ e ‘Punho de Ferro’, membros da equipeOs Defensores‘.

No entanto, não foi revelado se os personagens serão readaptados para as telonas ou para as telinhas. Então só resta aguardar para saber que decisões serão tomadas pelos executivos do estúdio.

“Dwayne Johnson NÃO retorna para Velozes e Furiosos 10 e 11 por razões óbvias”, revela produtor de ‘Hobbs & Shaw’

Não é de hoje que a ausência do astro Dwayne Johnson na franquia de ‘Velozes e Furiosos tem sido comentada publicamente.

E desta vez, Hiram Garcia, produtor de ‘Hobbs & Shaw‘ e um dos líderes da produtora Seven Bucks (que pertence ao ator), confirmou definitivamente que The Rock não retornará para as sequências 10 e 11 da popular franquia de ação, “por razões óbvias”.

Em uma entrevista ao site Collider, Garcia ponderou sobre o assunto sem citar diretamente a treta entre o ator e Vin Diesel. Além disso, ele tranquilizou os fãs, revelando que a ausência de Johnson em ‘Velozes e Furiosos‘ não impacta em nada na jornada do seu personagem em seu próprio spin-off.

“Depois de filmar Velozes 8, Johnson tomou a clara decisão de fechar esse capítulo na sua vida, por todas as razões óbvias. Ele deseja o melhor para todos eles e mudamos o nosso foco para outras narrativas. E embora ele não retorne para Velozes 10 e 11, isso não interferirá de forma alguma nos nossos planos com Hobbs”.

O produtor de ‘Hobbs & Shaw‘ foi ainda mais além e reiterou que a dupla de personagens segue pertencendo ao universo de Velozes, mas com seu próprio caminho a ser traçado:

“Obviamente, todos esses personagens existem no universo de Velozes e adoramos ver todos os aspectos dessa franquia prosperar e ter sucesso. Apenas temos planos específicos para o que queremos fazer com o personagem Hobbs e acho que os fãs vão amar. Estamos trabalhando para entregar algo muito original e fresco e sabemos que o estúdio está ansioso para que façamos isso o mais rápido possível!”

Vale lembrar que o roteiro da sequência já está sendo escrito, conforme revelado no passado pelo mesmo produtor, em uma entrevista ao portal ComicBook.com.

Em entrevista ao Collider, o diretor Justin Lin revelou que o último capítulo da franquia ‘Velozes e Furiosos‘ será dividido em duas partes.

“A ideia do último capítulo ser dividido em duas partes é correta. Eu estou muito feliz, pois quando entrei para essa franquia, uma nova sequência nunca foi algo garantido. Nós precisávamos merecer, sabe? E eu estar falando que teremos mais dois filmes é impressionante. Isso significa muito. Então, todos os dias eu penso sobre esse processo e em como eu posso alcançar o melhor resultado possível. Ter um capítulo dividido em dois filmes parece certo.”

Ele completa, “Nós temos nossas ambições sobre o que queremos fazer, mas também temos que enfrentar os problemas atuais do mundo. Eu não quero ser ganancioso. Eu quero fazer o que for melhor para a franquia.”

Vale lembrar que ‘Velozes e Furiosos 10‘ será lançado apenas em 2023.

Enquanto isso, ‘Velozes e Furiosos 9‘ conseguiu ultrapassar a impressionante marca dos US$ 710 milhões nas bilheterias mundiais – o que representa a MAIOR bilheteria global de uma produção hollywoodiana desde a pandemia, superando a arrecadação de ‘Godzilla vs Kong‘ (US$ 467.8m).

Confira nossas entrevistas de ‘Velozes e Furiosos 9′:

The Other Two | Elenco revela o que o futuro aguarda para os personagens da série [ENTREVISTA]

The Other Two é a mais recente comédia original da HBO Max e já está disponível com suas duas incríveis temporadas na plataforma de streaming.

Já renovada para o seu terceiro ano, a trama acompanha uma dupla de irmãos tentando lidar com o repentino sucesso do caçula, de apenas 13 anos. Enquanto eles sofrem para se encontrar em suas respectivas vidas profissionais, o garoto conquista um sucesso gigantesco em meio à era das mídias sociais como o Instagram, sem sequer fazer muito esforço.

CinePOP teve o prazer de conversar com o elenco protagonista em uma recente coletiva de imprensa, onde o jornalista Thiago Nolla conversou com Molly Shannon (Pat Dubek), Heléne Yorke (Brooke Dubek), Drew Tarver (Cary Dubek) e Case Walker (Chase Dubek/ChaseDreams).

Na entrevista, o elenco contou um pouco sobre como as experiências profissionais foram trazidas à produção e como a produção se transformou num grande debate sobre inúmeros temas importantes, como feminismo, homossexualidade e a controvérsia da fama.

Confira:

Molly, você interpreta Pat Dubek na série. Durante a primeira e a segunda temporadas, Pat mergulha em um “ano do sim” e faz várias coisas insanas, como experimentar ecstasy, começar uma linha de joias, escrever um livro e até mesmo se tornar uma apresentadora de talk show. Você acha que ela fez isso para se conectar com o mundo do filho mais novo, pelo fato de ele ser uma superestrela, ou para tentar lidar com a morte do marido?

MOLLY: Boa pergunta, isso é muito interessante… O modo como eu encaro isso é que sim, por debaixo de tudo isso, ela está lidando com a morte do marido, mas acho que ela superou isso e tem todas essas oportunidades vindo em direção a ela, e ela está animada, está abraçando todas elas por estar muito animada. E acho que ela não percebeu que poderia ter todo um capítulo também, nem acho que ela acreditava nisso. Ela está vivendo a melhor vida, vivendo os próprios sonhos e ela quer que todos na família cresçam e trilhem os próprios caminhos e acho que ela está tentando navegar pelo luto e abraçar o ano do sim.

Na série, nós vemos Chase, que é um astro da música e tem vários fãs. Eu gostaria de saber se, quando você era mais nova ou agora mesmo, você tinha uma quedinha por alguma celebridade? Você fazia alguma coisa louca para entrar em contato com essa pessoa?

MOLLY: Quando eu estava crescendo, eu assistia a uma série chamada ‘Dias Felizes’ [ABC, 1974-1984] e eu escrevi uma carta para o [personagem] Fonzie [Henry Winkler], o que foi muito engraçado (risos). Então, eu escrevi uma carta para ele quando pequena, eu estava na minha casa em Cleveland, Ohio, dizendo: “Fonzie, eu adoraria que você viesse à minha casa, eu faria para você um espaguete com almôndegas”. E eu conheci [Wrinkler] anos depois e eu contei que mandei para ele essa carta e isso foi muito engraçado. Mas, sim, eu adorava o Fonzie e eu assistia com a minha família, quando jantávamos, sempre assistíamos à televisão – e era incrível.

No final da primeira temporada, Pat se torna uma apresentadora de talk show, como eu já havia dito antes, e exerce a profissão já nos primeiros episódios da 2ª temporada. O que o futuro aguarda para Pat na série? Se você puder nos contar, é claro.

MOLLY: Ah, eu sei… Não tenho certeza. Acho que ela terá que aprender a balancear a vida profissional e a pessoal, porque ela está trabalhando 20 horas por dia, acordando super cedo, levantando-se à meia-noite para começar seu dia… Ela realmente está se divertindo, mas ela está a 160 km/h. E, além disso, ela é mãe, ela está agenciando a carreira do filho e tem os outros dois filhos. [Pat] está fazendo muitas coisas… E ela é nova no show business e não pode seguir nesse ritmo para sempre, então acredito que ela terá que encontrar certo equilíbrio nisso.

A série cria uma variedade de personagens complexos e abre espaço para vários temas importantes como feminismo, homossexualidade e os prós e contras da fama. De que forma o show pode ajudar a quebrar pré-conceitos e tabus sobre esses temas?

HELÉNE: Você mencionou o feminismo e eu acho que é engraçada essa ideia de que, como uma mulher empoderada, você deve ter tudo controlado e saber de tudo e ser boa nisso. Acho que, na verdade, é universal não sentir no topo o tempo inteiro. Sabe, acho que você pode ver alguém engraçado no Instagram, mas há muito que não compreendemos sobre nós mesmos e sobre o mundo, e creio que a ideia de falhar e não ser ótima é bastante relacionável.

DREW: Sim, eu acho que essa série mostra o lado bom e o lado ruim da fama e de que forma isso pode te afetar, mas faz um bom trabalho em humanizar personagens que podemos encarar como vilões, às vezes, na vida. E creio que os personagens estão descobrindo sobre si mesmos de certa maneira… Com Cary, por exemplo, não é um show sobre um personagem que sai do armário, e sim sobre alguém que já saiu do armário, mas um tanto quanto tardiamente, e está tentando descobrir o que significa esconder uma parte dele mesmo por boa parte da vida. Eu acho isso interessante e não tenho visto isso muito na televisão, o que me atraiu para o projeto.

CASE: Acho que há uma relacionabilidade com cada um dos personagens em relação ao que fazem e onde estão. Chase é muito famoso, temos uma família louca e todos estamos tropeçando, todos estamos tentando descobrir como isso funciona. Creio que existe uma beleza nisso tudo.

Vocês trouxeram alguma experiência de suas vidas profissionais para o show?

HELÉNE: Sim! Digo, fiz isso na primeira temporada. Eu fiz muito teatro musical e tive de dançar em um videoclipe, então trouxe um pouco disso [para a série].

CASE: Para a primeira temporada, na sala dos roteiristas, nós tínhamos falado sobre isso antes. Meu primeiro veículo para investir na carreira artística foram as redes sociais. Então, eu estava passando pela loucura dos altos e baixos, e era insano. E boa parte dessas histórias ainda acontecem na série, especialmente na primeira temporada – por exemplo, no relacionamento que Case e Yendani [Sophia Rose] tiveram. Na segunda temporada, tivemos menos disso, porque agora tudo gira em torno de Pat e do talk show e da loucura dessa parte da indústria. Mas o arco de Chase definitivamente é reflexo da minha experiência nas redes sociais.

HELÉNE: Uma coisa que eu sempre pensei sobre a minha carreira foi: “quando eu conseguir, irei a várias premières e sessões de foto…”. E você chega lá e a única coisa que pensa é que os pés doem e que você quer um lanche – é a verdade sobre como funcionam as coisas. Acho que isso ressoa na série, você chega nesse lugar em que você tem que fazer o cabelo e a maquiagem para uma reunião no Zoom e eles fazem você acordar às 7h50min para eles virem até sua casa e colocar batom na sua cara. Sabe? (risos) É a ideia de que as coisas não são tão glamourosas quanto parecem.

DREW: Quando eu era um ator amador fazendo audições para ser um ator amador, havia momentos em que a produção vinha para mim e eu pensava: “espera, eles estão me zoando? Estão zoando minha vida?” (risos) E eles estão e é isso que é engraçado. [Os criadores] Chris [Kelly] e Sarah [Schneider] fazem um ótimo trabalho ao demonstrar os altos e baixos de um artista em ascensão e eles fazem com que tudo isso seja muito real, lidando com tópicos que são muito reais.

A série foi criada por Chris Kelly e Sarah Schneider.

Um aspirante a ator e sua irmã Brooke, ex-dançarina profissional, tentam encontrar seu lugar no mundo enquanto lutam com seus sentimentos sobre a súbita ascensão de seu irmão Chase, de 13 anos, à fama da Internet.

Ken Marino também faz parte da série.

5 filmes que mostram que Nicolas Cage deve se aposentar e 5 filmes que mostram não

Recentemente em uma entrevista, o rei dos memes e carismático ator Nicolas Kim Coppola (ou Nicolas Cage se preferirem) disse que nunca vai se aposentar. Declaração que deixou o universo cinéfilo em eternos debates sobre a filmografia cheia de altos e baixos da carreira do ganhador do Oscar por Despedida em Las Vegas e sobrinho do Francis Ford Coppola.

Pensando nisso, resolvemos criar duas listas, uma com cinco grandes filmes e atuações do astro hollywoodiano e outra com cinco filmes terríveis que não indicaríamos nem para nossa sogra (caso ela seja uma bruxa!).

 

 

5 filmes que mostram que Nicolas Cage não deve se aposentar:

 

A Outra Face

Talvez um dos mais emblemáticos e inesquecíveis filmes de ação da década de 90, dirigido pelo genial cineasta chinês John Woo, A Outra Face possui uma história mirabolante, cheia de atalhos, muita ação e duas atuações históricas de dois atores frequentemente criticados: Nicolas Cage e John Travolta. Na trama, um policial está em uma perseguição de muitos anos a um terrorista altamente perigoso depois de uma tragédia acontecer a sua família. Quando chega próximo de conseguir, um acidente acontece fazendo o policial tomar uma drástica medida, em uma técnica médica/estética pouco utilizada, trocando seu rosto pelo do terrorista. Só que o terrorista acorda de um coma e faz a mesma coisa. Filme genial, onde não desgrudamos os olhos da frente da tela!

 

Feitiço da Lua

Será que é uma questão de tempo alguém abrir os olhos e desistir do sonho da felicidade? Escrito por John Patrick Shanley e dirigido pelo cineasta canadense Norman Jewison (No Calor da Noite) Feitiço da Lua, Moonstruck no original, nos mostra descontrolados impulsos de corações carentes por uma grande paixão. Os ‘poderes da lua’, uma conexão quase cósmica, faz os personagens refletirem e associarem momentos impactantes de suas vidas à presença dessa quase entidade que ilumina nossos céus todas as noites. Cher está maravilhosa no papel principal, de uma sonhadora descendente de italianos que acredita ser uma grande azarada no amor até encontrar a felicidade de uma maneira bem peculiar. Há simbolismos sobre emoções e um combate louvável ao machismo descarado. Nos bons tempos em que Nicolas Cage brindava os cinéfilos com atuações em filmes inesquecíveis.

 

Arizona Nunca Mais

Como ser fiel à própria natureza? Quando a distância da realidade encontra a genialidade para criticar pelas entrelinhas. Lançado no ano de 1987, dirigido por Joel Coen com roteiro do mesmo juntamente com seu irmão Ethan (dupla fantástica que sempre nos brindou com ótimos filmes), Arizona Nunca Mais faz parte daquele bolo de filmes inesquecíveis de quando Nicolas Cage escolhia bons papéis. Com um narrador presente, excêntricos personagens, um arco inicial corrido com deixas em forma de críticas a todo instante, o projeto apresenta a saga de um homem em busca de uma longe redenção quando busca ser fiel à própria natureza. No elenco, além de Cage, nomes marcantes como John Goodman, Holly Hunter e Frances McDormand.

 

Despedida em Las Vegas

A loucura de viver a vida intensamente pode trazer quando menos se espera algo muito especial. Com um abre alas envolvente, com um poderoso e marcante som de jazz ao fundo, intensos 15 minutos onde não desgrudamos da tela e antes dos créditos iniciais aparecerem, o longa-metragem de meados da década de 90 Despedida em Las Vegas é a obra-prima de Mike Figgis e porque não dizer também que é a melhor interpretação da carreira do ganhador do Oscar (por esse papel) Nicolas Cage. Elisabeth Shue também merece um grande destaque, sua personagem é delicada e emocionalmente destruída, um personagem complicado mas brilhantemente interpretado por Shue. Contando a trajetória rumo ao fundo do poço de um alcóolatra que não quer se curar e que acaba descobrindo uma paixão avassaladora por uma prostituta em uma viagem à Las Vegas, o projeto mostra duras realidades de duas almas que se completam à suas maneiras. Um baita filme, inesquecível.

 

Peggy Sue – Seu Passado a Espera

Sabe quando você julga saber tudo sobre uma pessoa? Você acaba não sabendo nunca tudo sobre uma pessoa. Brincando de maneira muito inteligente dentro da tese de que a teoria do impossível possa ser possível, no ano de 1986 (ano inclusive que quem vos escreve nasceu) estreava nos cinemas a comédia repleta de fantasia Peggy Sue – Seu passado a espera. Dirigido por Francis Ford Coppola e com elenco de astros da época e futuros, como Kathleen Turner, Nicolas Cage, Jim Carrey, Joan Allen e Helen Hunt, o longa-metragem, inspirado em partes por uma canção do músico e um dos pioneiros do rock and roll Buddy Holly, nos faz uma mesma pergunta a todo instante: Que escolhas tomaríamos se tivéssemos o dobro da idade em uma época passada e já vivida? Qual recheio você colocaria se pudesse voltar no tempo?

 

5 filmes que mostram que Nicolas Cage deve se aposentar:

 

O Imperador

Em seu primeiro projeto como diretor, Nick Powell não poderia ter começado com mais força e de pé esquerdo. O Imperador, é uma sucessão de erros. Diálogos deprimentes, cenas de ação feitas de forma desleixadas, nenhum tipo de entrosamento entre os atores em cena, planos bisonhos, atuações que beiram ao amadorismo. Nicolas Cage aparece bem pouco mas o suficiente para ajudar a derrubar o filme.

 

O Resgate

Com uma abertura eletrizante lembrando os velhos filmes de James Bond e a do primeiro filme da franquia Missão Impossível, o esse trabalho de Nicolas Cage começava gerando boas expectativas. Pena que só a abertura é digna de atenção.  Dirigido pelo cineasta inglês Simon West, que já trabalhara com o sobrinho de Copolla em Con Air – A Rota da Fuga, o longa é uma confusão de carros na contramão, perseguições em alta velocidade, onde Cage com certeza se lembrou dos tempos à bordo de seu Eleonora em 60 Segundos.

 

O Pacto

Em um filme confuso, que tenta surpreender (naufragando nesse quesito), o diretor australiano Roger Donaldson (de ótimos longas, como: Efeito Dominó e Treze Dias Que Abalaram o Mundo) reúne um elenco conhecido para contar esse Thriller que não deve agradar a maioria do público cinéfilo. Na trama, um professor do ensino médio vive uma vida feliz e apaixonada com uma musicista. Até que um dia a paz e a felicidade deles é abalada. Quando está indo para casa após um ensaio, a mulher é atacada. Confuso e desnorteado, o marido aceita receber ajuda de um homem misterioso (para uma espécie de vingança encomendada) sem saber direito onde estava se metendo.

 

O Motoqueiro Fantasma 2 – Espírito de Vingança

Eu gostaria de vir aqui e escrever milhões de elogios à atuação de Nicolas Kim Coppola. Porém, como já esperávamos e que diz no ditado popular: ‘Hoje é o amanhã que tanto nos preocupava ontem’. Cage consegue realizar em cerca de uma hora e meia de fita um de seus piores filmes da carreira. Sim cinéfilos, ele conseguiu essa proeza. O longa dirigido por Mark Neveldine e Brian Taylor (bem dirigido por sinal, a melhor coisa da fita talvez seja a direção) é uma sucessão de erros.

 

O Sacrifício

O pior filme de Cage. Nesse longa amigos e amigas, o sobrinho de Copolla consegue se superar (para pior). O filme dirigido por Neil LaBute é uma refilmagem do cult inglês O Homem Espantalho e gastou milhões e milhões de doláres que não serviram para melhorar nem um minutinho desse longa estrelado por Cage. Na trama, um policial (ele mesmo) presencia um acidente e isso mexe com sua vida. Após esse incidente, recebe uma carta de uma ex-noiva pedindo para encontrar sua filha que desapareceu em uma ilha. Lá meus amigos, acontecem coisas muito esquisitas que deixam o cinéfilo enfurecido por tamanha confusão em cena. É um sacrifício ir até o fim desse filme.

‘Shang-Chi’: Diretor posta vídeo de partes do corpo de Abominável nos bastidores

O diretor Destin Daniel Cretton divulgou um vídeo dos bastidores ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘ carregando o boneco que foi usado para a cena de luta do Abominável (Tim Roth).

Assista:

Depois do filme, os fãs ficaram ansiosos para descobrir um pouco mais sobre o vilão.

Interpretado por Tim Roth pela primeira vez em ‘O Incrível Hulk‘ (2008), o monstro aparece numa rápida cena lutando contra Wong (Benedict Wong), que o transporta através de um portal místico.

No entanto, nada mais é revelado sobre onde ele esteve e qual será seu destino no MCU. Vale lembrar que ele também fará parte da série da ‘Mulher-Hulk’.

Mas o diretor de ‘Shang-Chi’, Destin Daniel Cretton, disse ao Comic Book que o público terá repostas sobre o futuro do personagem “muito em breve”.

“Tudo o que as pessoas estão especulando será desmistificado muito em breve”, disse ele sobre as teorias em torno do vilão. “Sim. Posso dizer que você descobrirá muito em breve que existe uma razão por trás de sua presença no filme [Shang-Chi].”

Apesar disso, o cineasta fez mistério, então não espere grandes novidades até o ano que vem, quando estreia a série da ‘Mulher-Hulk‘.

E aí, o que você acha que será revelado sobre o Abominável?

Tatiana Maslany (‘Orphan Black’) estrela a produção como a personagem titular. O elenco também conta com Ginger GonzagaMark Ruffalo, Renée Elise Goldsberry, Jameela JamilTim Roth e Josh Segarra. A rapper Megan Thee Stallion fará aparições na produção.

Lembrando que Kevin Feige, diretor criativo da Marvel Studios, disse que a série terá 10 episódios com cerca de 30 minutos de duração cada.

Kat CoiroAnu Valia entram como diretoras da série.

A história é centrada na advogada Jennifer Walters, prima de Bruce Banner que recebe uma transfusão de sangue do Hulk depois de ficar entre a vida e a morte ao ser baleada por bandidos. Por conta disso, ela acaba sofrendo uma transformação, tornando-se a Mulher-Hulk. Diferente do primo, ela consegue manter o controle de sua mente, mas sua aparência humana desaparece permanentemente.

Ao longo dos anos, ela se tornou uma heroína muito respeitada e já fez parte dos ‘Vingadores‘, ‘Defensores‘ e até mesmo do ‘Quarteto-Fantástico‘.

Criada por Stan Lee e John Buscema, ela foi introduzida nas HQ’s da Marvel em ‘The Savage She-Hulk’ #1, publicada em 1980.

Jessica Gao coordena o time de roteiristas.

Segundo o site The Direct, a série trará um aspecto bastante interessante e particular do Universo Cinemático Marvel à vida: a quebra da quarta parede.

As informações idnicam que haverá “diversos momentos” em que Jennifer Walters/Mulher-Hulk (Maslany) irá conversar diretamente com o público. Além disso, acredita-se que Jennifer terá ciência de que é um personagem dentro do MCU.

Vale lembrar que, apesar das similaridades com ‘Deadpool’ (que faz utilização do mesmo recurso nos filmes e nos quadrinhos), Mulher-Hulk não é estranha à quebra da quarta parede, como fez nas HQs The Sensational She-Hulk, de John Byrne, em que constantemente zombava dos heróis e fazia questão de lembrá-los de que “não eram reais”.

Adeus Globo! Ingrid Guimarães e Lázaro Ramos assinam contrato EXCLUSIVO com o Amazon Prime

O Amazon Studios anuncia hoje dois acordos de exclusividade com Ingrid Guimarães e Lázaro Ramos, dois dos artistas mais conhecidos, talentosos e influentes do Brasil. O acordo de ambos tem duração inicial de três anos, tornando-os talentos exclusivos do Amazon Prime Video em produções do Amazon Studios, bem como em projetos para outras áreas da empresa como Amazon Music, Amazon.com.br e Alexa, entre outros.

“Nós estamos extremamente animados em anunciar esses acordos inéditos para o Amazon Studios no Brasil com dois grandes talentos como Ingrid Guimarães e Lázaro Ramos. Ambos são profissionais multifacetados e criadores de conteúdos que trarão muita criatividade, diversidade e valor para Amazon Studios, reforçando nossa missão de produzir conteúdos brasileiros Originais Amazon de qualidade e que serão lançados globalmente para mais de 240 países e territórios, além de trazer também muita credibilidade para projetos em outras áreas da empresa”, diz Malu Miranda, Head de Conteúdo Original.

Ingrid Guimarães é uma das atrizes e criadoras de conteúdo mais prestigiadas pelo público brasileiro neste século, tendo levado mais de 20 milhões de pessoas às salas de cinema com seus filmes, incluindo sucessos de bilheteria como De Pernas pro Ar 1, 2 e 3 – sendo o último também como roteirista e produtora -; Loucas para Casar e Fala Sério, Mãe, no qual também foi responsável pelo roteiro.

Lázaro é ator, diretor, produtor, escritor e apresentador. Embaixador da UNICEF em defesa dos direitos das crianças e adolescentes, acumula em mais de 25 anos de carreira mais de 30 filmes, 40 peças e outros 15 personagens marcantes na televisão. No cinema, fez sucesso em filmes como Madame Satã, O Homem Que Copiava e Ó Paí, Ó.

O anúncio reforça o foco da Amazon em trazer conteúdo local diverso e de qualidade para membros Prime do Brasil e do mundo. Além de séries como Manhãs de Setembro e Dom, o Amazon Prime Video tem Originais Amazon nacionais como 5X Comédia, Soltos em Floripa e Tudo ou Nada: Seleção Brasileira, bem como produções originais premiadas e aclamadas globalmente pela crítica como Tom Clancy’s Jack Ryan, Good Omens, The Boys, Homecoming e The Marvelous Mrs. Maisel, todas disponíveis no Prime Video sem custo extra para membros Prime.

‘Um Príncipe em Nova York 3’: Eddie Murphy assina contrato com a Amazon Studios para novos filmes

De acordo com o The Hollywood Reporter, Eddie Murphy fechou um acordo com a Amazon Studios para trabalharem juntos em pelo menos mais três filmes.

Além desses três vindouros títulos, o astro também vai desenvolver outros projetos originais para a Amazon, com potencial de lançamentos no cinema.

Pelo visto, Murphy deve estrelar alguns desses filmes e também vai atuar como produtor.

Através de um comunicado, a diretora do Amazon Studios, Jennifer Salke, comemorou a parceria, dizendo:

“Eddie é uma lenda tanto na frente quanto por trás das câmeras. Com um gênio cômico e dramático inegável, ele oferece consistentemente histórias e personagens divertidos e originais para o público em todo o mundo.”

Até o momento, não foram revelados maiores detalhes sobre o acordo e nem detalhes sobre as produções, mas as atualizações devem ser divulgadas em breve.

Lembrando que Murphy trabalhou recentemente com a Amazon Prime emUm Príncipe em Nova York 2’ e já tem planos para uma sequência.

Durante uma entrevista para o Live! with Kelly and Ryan, Murphy disse que já está trabalhando no projeto.

Entretanto, ao que tudo indica, a história demoraria quase duas décadas para acontecer – o que não é nenhum problema, visto que a segunda entrada da saga foi lançada 33 anos depois do original.

“Há uma ideia para Um Príncipe em Nova York 3’ que eu tenho, mas ela não acontece em 16 anos. Eu teria que ter setenta e cinco anos para fazê-la, e não me maquiar como se eu tivesse 75, mas realmente ter [essa idade]”, ele disse.

O que você acha que pode ser essa ideia?

Um Príncipe em Nova York 2‘ registrou a maior estreia entre os serviços de streaming em um período de 12 meses.

No catálogo da Amazon Prime há menos de uma semana, a sequência superou a audiência de ‘Borat: Fita de Cinema Seguinte’, até então o filme mais visto da plataforma.

Apesar de não divulgar os números da pesquisa, a Screen Engine/ASI, empresa focada em audiências televisivas, reforça que o longa também ultrapassou as visualizações de ‘Mulher-Maravilha 1984’, assistido por mais de 17 milhões de assinantes da HBO Max.

Sendo assim, é possível que ‘Um Príncipe em Nova York 2‘ tenha se aproximado das 20 milhões de visualizações em apenas cinco dias desde sua estreia.

Através de um comunicado, Jennifer Salke, diretora da Amazon Studios, comemorou a conquista:

“A estreia de ‘Um Príncipe em Nova York 2’ superou as nossas maiores expectativas. Ficou evidente que uma nova geração se juntou à enorme base de fãs leais que adoravam o mundo mágico criado pelo fenômeno global que é Eddie Murphy, assim como a equipe de cineastas incrivelmente talentosa e ao hilariante elenco de estrelas.”

Ainda assim, o longa dividiu a opinião dos críticos e do público (amargando 52% de aprovação no Rotten Tomatoes).

Assista à nossa crítica:

Na nova história, Akeem descobre que tem um filho perdido nos Estados Unidos e retorna para encontrar o novo herdeiro do trono do fictício reino de Zamunda.

O longa é dirigido por Craig Brewer.

O elenco também conta com Arsenio Hall volta como Semmi e Shari Headley retorna como Lisa McDowell, além de Tracey Morgan (Tiras em Apuros), Leslie Jones (Saturday Night LiveCaça-Fantasmas), Kiki Layne (Se a Rua Beale Falasse), Wesley Snipes, John AmosJames Earl Jones

Arsenio Hall and Tracy Morgan star in COMING 2 AMERICA
Photo Courtesy of Amazon Studios
Eddie Murphy and Jermaine Fowler COMING 2 AMERICA
Photo Courtesy of Amazon Studios
KiKi Layne and Eddie Murphy star in COMING 2 AMERICA
Photo Courtesy of Amazon Studios

‘Cruella 2’ vai explorar o lado SOMBRIO da personagem

A adaptação live-action de ‘Cruella‘ foi bastante elogiada pela originalidade do roteiro, dando à personagem uma origem completamente satisfatória conduzida pela atuação de Emma Stone.

E a Disney ficou tão satisfeita com a recepção do longa, que já está desenvolvendo a sequência com o retorno do roteirista Tony McNamara e do diretor Craig Gillespie.

Durante uma entrevista para o Comic Book, Gillespie adiantou que o novo filme vai mostrar a personagem começando a se transformar naquela vilã que o público conheceu em ‘101 Dálmatas‘.

“Existem várias conversas sobre como será a sequência. Onde este mundo nos leva agora, sabe? Antes de mergulharmos fundo, ainda estamos naquela fase de explorar o que pode dar certo ou não […] Mas o que eu mais gostei no filme é que se torna cada vez menos Estella, ela vai se afastando de quem ela era, até se entregar àquela personalidade que conhecemos como Cruella.”

Ele continuou:

“Agora ela tem que viver de acordo com essa personalidade pública, mesmo estando em conflito consigo mesma, o que eu acho muito interessante. Ela está numa área cinzenta, mas vai se transformar naquela vilã de ‘101 Dálmatas’, sem dúvidas… Mas como ela se deixará ser levada pelo lado sombrio? Na minha mente, é disso que se trata o novo filme.

Orçado em US$ 100 milhões, o longa conseguiu incríveis US$ 233,3 milhões em plena pandemia do Coronavírus, além de conquistar 74% de aprovação da crítica.

E aí, você está animado para a sequência?

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, os atores Joel Fry e Paul Walter Hauser  comentaram sobre a oportunidade de fazer parte da nova versão da vilã, que já fora vivida nos cinemas pela atriz Glenn Close e compartilharam a insana ideia que possuem para a possível sequência da produção.

Assista:

Cruella‘ conquistou US$ 219,5 milhões pelo mundo e recebeu 74% de aprovação da crítica especializada.

Por outro lado, é o live-action da Disney com a melhor aceitação do público, alcançando 97% de avaliações positivas.

Anteriormente, Gillespie já havia dito ao Collider que estava interessado em retornar para a sequência.

“Eu sinto que só acabamos de conhecer a Cruella. Eu adoraria ver a vilã com a sua maldade totalmente desenvolvida e carregada. Ela conseguiu mostrar suas origens e agora tem condições de expandir sua maldade. Gostaria de ver aonde isso poderia levá-la”, afirmou. 

Filme da ‘Canário Negro’ será fiel aos quadrinhos, garante roteirista

Recentemente, a atriz Jurnee Smollett confirmou que voltará a viver a Canário Negro em um filme derivado de ‘Aves de Rapina‘ feito para a HBO Max.

Uma das reclamações dos fãs é que a heroína não usou um traje fiel aos quadrinhos na adaptação.

Além disso, boa parte do público sentiu falta das referências ao material original da personagem.

No entanto, a roteirista Misha Green garantiu que o vindoura longa vai respeitar a essência da heroína.

Quando um fã perguntou:

“Você está lendo os quadrinhos da Canário Negro?”

Ao que ela respondeu:

“Sim. A Pesquisa a chave de tudo.”

Confira:

Por enquanto, ainda não há muitos detalhes sobre a trama, mas as atualizações devem ser divulgadas assim que o roteiro for finalizado.

Lembrando que Green foi indicada ao Emmy por ‘Lovecraft Country‘, também estrelado por Smollett.

O filme será produzido por Sue Kroll, que também foi produtora de ‘Aves de Rapina‘.

Relembre o anúncio:

“Acho que a Canário está fora da gaiola! 🤪 Estou muito animada para finalmente embarcar nesta aventura com minha irmã alma criativa @MishaGreen. 🖤💛 #blackcanary”, afirmou a atriz.

Confira nossa crítica de ‘Aves de Rapina‘:

Crítica | Aves de Rapina – DC acerta novamente com filme divertido, colorido e cheio de vida

Dossiê 007 | O Mundo Não é o Bastante (1999) – 19º Filme traz personagem feminina única

007 – Sem Tempo para Morrer, o vigésimo quinto filme oficial da franquia mais duradora do cinema, tem estreia programada em nova data para o dia 30 de setembro de 2021 exclusivamente nos cinemas – após ser adiado do ano passado devido à pandemia. Como forma de irmos aquecendo os motores para esta nova superprodução que, como dito, faz parte de uma das maiores, mais tradicionais e queridas franquias cinematográficas da história da sétima arte, resolvemos criar uma nova série de matérias dissecando um pouco todos os filmes anteriores, trazendo para você inúmeras curiosidades e muita informação.

Em time que está ganhando não se mexe. Com certeza todos já ouviram essa expressão. E no cinema, ela é muito verdade. Para os produtores da EON Pictures, responsáveis pelos filmes de 007 no cinema, a contratação de Pierce Brosnan veio como um presente para a franquia. Reinando absoluto nos anos 1990 como o James Bond definitivo da década, os filmes de Brosnan colocaram a franquia num patamar de incrível popularidade, adentrando a cultura pop como só havia feito na era de Sean Connery. O público demonstrava o interesse e aprovação devido aos números de bilheteria. Sendo assim, nada mais natural do que o sinal verde para uma terceira aventura do ator no papel. Confira abaixo os detalhes de produção de O Mundo Não é o Bastante, décimo nono filme da franquia James Bond – que entre outras coisas, adentrava o novo milênio.

Leia também: Todas as Matérias Dossiê 007 – até o momento

Produção

Apesar de estar atingindo um status na cultura popular mundial que há muito não via, os bastidores das novas produções de 007 não funcionavam da mesma forma harmoniosa. Isto é, a estreia de Goldeneye foi extremamente favorável neste sentido, porém, quando foi a hora de dar sequência à era de Pierce Brosnan, O Amanhã Nunca Morre se mostrou um pesadelo de bastidores, com um clima pesado entre o diretor da obra e seu elenco (parte dos atores não se davam entre si inclusive).

Nada disso, no entanto, seria empecilho, já que os números do décimo oitavo 007 falavam por si só, e o permitiram peitar o colosso Titanic – que estreou no mesmo dia. O fato fez os produtores Barbara Broccoli e Michael G. Wilson, agora a cargo da EON após o falecimento do patriarca Albert R. Broccoli em 1996, cogitarem a volta do diretor Roger Spottiswoode para o comando do novo filme – mas o cineasta foi quem recusou por motivo de exaustão. O próximo filme do diretor viria a ser a ficção científica O Sexto Dia (2000), com Arnold Schwarzenegger.

Barbara Broccoli chegou inclusive a cogitar o diretor Peter Jackson para o cargo, por ser fã de seu drama criminal Almas Gêmeas (1994), porém, ao assistir seu mais recente trabalho Os Espíritos (1996), sentiu que o estilo do cineasta não casaria muito bem com o que procurava. Jackson, é claro, seguiria para o comando da trilogia O Senhor dos Anéis. Para o comando do décimo nono 007 então finalmente era contratado Michael Apted, britânico que tinha no currículo celebrados dramas, como O Destino Mudou Sua Vida (1980, vencedor do Oscar de melhor atriz) e Nas Montanhas dos Gorilas (1988, indicado ao Oscar de melhor atriz).

James Bond

Pierce Brosnan encarnava o posto de 007 pela terceira vez. Ao contrário da empolgação inicial em Goldeneye e da decepção pelos atritos no set em O Amanhã Nunca Morre, a décima nona aventura apresentava um Pierce Brosnan mais maduro – experiente no papel e bem à vontade. Algumas de suas sugestões inclusive entraram no resultado final do que vemos em tela. Como dito, o ator dominou o papel na década de 1990, sendo o James Bond definitivo do período. Somente ele e Daniel Craig compartilhariam tamanha honraria. Nem mesmo Sean Connery reinaria absoluto em sua década de estreia, os anos 1960, precisando dividir o personagem com George Lazenby. Nos anos 1970, Roger Moore o dividiu com Sean Connery. Nos anos 1980, Moore e Timothy Dalton foram os intérpretes. E nos anos 2000, Brosnan passou o manto para Daniel Craig. Mas os anos 1990 foram apenas de Brosnan. Assim como os anos 2010 foram de reinado de Craig.

Missão Secreta

Assim como os dois anteriores da era Pierce Brosnan, os livros de Ian Fleming não eram mais a base para os roteiros – isso porque todos os textos do autor já haviam sido utilizados e agora as produções precisavam seguir com as próprias pernas, criando suas próprias histórias. Assim como a trama de Na Mira dos Assassinos (1985) havia sido considerada um Goldfinger com chips de computadores, O Mundo Não é o Bastante também, segundo os fãs, reciclaria a história do terceiro filme de 007, trocando o ouro do Fort Knox por uma nova moeda mundial: o petróleo. Apesar disso, o recente filme guardaria algumas boas surpresas.

O Mundo Não é o Bastante utiliza muito do mundo moderno e de notícias reais da história mundial como pitadas de sua trama. Temos em jogo, por exemplo, a famosa síndrome de Estocolmo e o caso de Patty Hearst como bases para o desenvolvimento da personagem de Elektra King, a peça que faz a trama do filme girar. Adicionado na mistura alguns elementos do famoso caso de sequestro da família Getty igualmente entra no roteiro, além da tragédia grega de Elektra sobre vingança. Tudo faz de O Mundo Não é o Bastante um dos mais complexos e interessantes no que diz respeito ao seu roteiro.

Na trama, Bond é designado para proteger uma rica herdeira de um império de petróleo chamada Elektra King, já que aparentemente ela e sua família se tornaram alvo de um terrorista chamado Renard. A mulher inclusive já havia sido sequestrada pelo criminoso no passado. E agora seu pai é assassinado logo na abertura do filme. Assim, Bond se torna um “guarda-costas de luxo” ao fazer um favor pessoal para M (novamente Judi Dench), sua chefe, que mantinha uma longa amizade com o pai de Elektra. Ambos se tornam alvo de Renard por consequência.

Bondgirls e Aliados

O Mundo Não é o Bastante pode não ser o capítulo mais marcante da franquia, ou um que se destaque ficando dentre os melhores na opinião dos fãs. Porém, em um quesito se sobressai: apresenta a personagem feminina mais bem trabalhada da franquia até então. Vindo a rivalizar somente com Vesper Lynd na estreia de Daniel Craig. E aqui é onde entregaremos alguns spoilers do décimo nono filme. A era Brosnan marcou pelas reviravoltas em relação aos seus antagonistas. Por exemplo, o vilão de Goldeneye era revelado como sendo o antigo colega de James Bond no serviço, Alec Trevelyan, o 006. Aqui, a vítima protegida pelo espião se revela como a verdadeira vilã que estava arquitetando planos maquiavélicos.

Elektra King é vivida pela estonteante francesa Sophie Marceau – uma das atrizes mais belas do mundo. É consenso geral que Marceau seja a melhor atriz a ter interpretado uma Bondgirl na franquia – e a estrela europeia se empenha como se estivesse buscando prêmios por sua atuação. É boa neste nível e a cada cena sentimos sem alcance dramático. De começo sentimos pena da mulher por ter se tornado alvo de sequestro de terroristas e passado por um verdadeiro pesadelo. No terceiro ato a verdade vêm à tona e descobrimos que Elektra era quem realmente dava as ordens, manipulando Renard, seu amante, e inclusive planejando a morte do próprio pai – a quem ela credita parte de seu tormento por não ter pago seu resgate, instruído por M – mais uma vez pegando o caso real dos Getty como molde. Elektra ainda sequestra M, trazendo a dura chefe do espião para a ação.

Desta forma, a personagem de Marceau não é apenas uma Bondgirl como também é, de forma inédita em toda a franquia, a primeira vilã de um filme de 007. Mas Elektra não é a única Bondgirl de O Mundo Não é o Bastante, e aí adentramos um território muito controverso. Ao mesmo tempo em que o filme traz a melhor Bondgirl de um longa de 007, ele também traz a que é considerada a pior de todas elas. A Dra. Christmas Jones não é, por assim dizer, uma personagem muito rica ou repleta de camadas. Sim, é verdade que ela possui um nome para lá de tosco (Natal Jones), mas até então seria somente uma das personagens femininas vazias da série. Ela é uma física nuclear, muito inteligente e ao mesmo tempo atlética, participando das cenas de ação ao lado do protagonista. O grande problema reside em sua intérprete: Denise Richards, a “Megan Fox” dos anos 1990. A atriz marcou mais por sua beleza e certo carisma do que sua capacidade dramática de atuação. Então, quando foi a hora de ser divulgada como uma Dra. em física nuclear, zero pessoas acreditaram que a atriz conseguiu convencer no papel.

Vilões

A revelação do verdadeiro vilão é um dos chamarizes de O Mundo Não é o Bastante, assim como o artifício marcaria toda a era Brosnan. Somente O Amanhã Nunca Morre trazia um vilão bem definido desde o início. Goldeneye, como dito, visou surpreender, e o mesmo ocorreria no vindouro Um Novo Dia para Morrer – como veremos no próximo Dossiê. Seja como for, antes de Elektra se mostrar uma mulher vingativa e diabólica, Renard é quem ocupava o cargo como a grande ameaça do décimo nono filme. O papel havia sido oferecido a Javier Bardem, mas terminou nas mãos do escocês Robert Carlyle – que surfava na popularidade do indicado ao Oscar Ou Tudo ou Nada (1997), e portava um visual incrivelmente diferente do que estávamos acostumados a vê-lo e bem mais ameaçador. Bardem finalmente viria a interpretar um vilão na franquia em Skyfall (2012).

Renard é um vilão que faz uso de certas peculiaridades e deformidades em sua característica física – que sempre marcaram a galeria dos vilões de 007. Das mãos robóticas de Dr. No, à força e chapéu com abas de lâminas de Odjob, até os dentes de ferro de Jaws, os antagonistas de James Bond chegam quase ao nível dos excêntricos inimigos de Batman. E aqui, Renard possui o rosto deformado devido a uma bala alojada em sua cabeça, que não o matou, mas irá. A bala impossibilita qualquer operação, mas está se movendo e irá atingir seu cérebro internamente em breve. Enquanto não o faz o impossibilita de ter quaisquer sensações, como a dor por exemplo. Ou seja, é um vilão que não tem medo e por consequência, quase imbatível.

Relatório

Novamente, apesar das críticas mistas, O Mundo Não é o Bastante se tornou um sucesso de bilheteria. James Bond continuava surfando em sua popularidade na década e chegava à virada do milênio no auge de sua fama. De fato, a proposta era para que diversas Bondgirls do passado aparecessem realizando pequenas participações, desde Ursula Andress até Barbara Bach, mas o boato não se concretizou. O que ganhamos na forma de homenagem foi uma visita de 007 até a sala de Q (novamente vivido por Desmond Llewelyn) onde se depara com diversos artefatos usados durante toda a franquia, desde a fantasia de crocodilo usada por Roger Moore até a mochila jato usada por Connery em A Chantagem Atômica.

Aqui também tínhamos a introdução do inventor que substituiria Q, vivido por John Cleese. O ator Desmond Llewelyn já estava com idade e os produtores imaginaram que ele não conseguiria ficar no papel por muito mais tempo. No entanto, o pior aconteceu e o veterano faleceu, não de idade, mas sim devido a um acidente de carro em dezembro de 1999, após o lançamento desde filme. Q aparece ainda nas formas de Llewelyn mas fica clara a sua passagem de bastão.

A trilha sonora desta vez vinha servida com a canção principal da banda Garbage, que é a cara total dos anos 1990, época em que a banda de rock brilhou na MTV por exemplo.

O Mundo Não é o Bastante ao mesmo tempo em que introduz muitos elementos inovadores para a mitologia do personagem, terminou com gosto amargo em alguns outros, em especial por portar a pior Bondgirl da franquia. Mas os números falavam mais alto e Pierce Brosnan assinava para mais uma continuação na pele do espião – esta, ao contrário das anteriores que possuíam intervalo de dois anos, demoraria um pouco mais a sair do papel. E o resultado… bem, saberemos no próximo Dossiê.

‘Derry Girls’: 3ª temporada será a ÚLTIMA da série!

De acordo com o TVLine, a 3ª temporada de ‘Derry Girls‘, série de comédia da Netflix, será a ÚLTIMA da produção.

“Sempre foi nosso plano nos despedirmos na terceira temporada,” declarou a criadora da série, Lisa McGee. “A história de ‘Derry Girls’ segue cinco adolescentes enquanto elas lentamente… lentamente… se tornam adultas, enquanto, ao redor delas, o lugar que elas chamam de lar também começa a mudar. Estamos animados em começar a filmar o ciclo final e esperamos trazer uma última aventura para nossos fãs leais.”

Por causa dos atrasos na produção ocasionados pela pandemia de COVID, o ciclo final deve estrear apenas em 2022.

A série foi criada por Lisa McGee.

Situada na Irlanda do início da década de 1990, a trama acompanha as façanhas pessoais de uma menina de 16 anos, sua família e amigos.

O elenco conta com Saoirse-Monica Jackson, Louisa Harland, Nicola Coughlan, Jamie-Lee O’Donnell e Dylan Llewellyn.

‘The Orville’: 3ª temporada ganha data de estreia

O Hulu finalmente anunciou quando a 3ª temporada de ‘The Orville‘ será lançada.

O próximo ciclo irá estrear oficialmente no dia 10 de março de 2022 – quase três anos após o lançamento do último episódio da segunda temporada.

No Brasil, a produção está disponível no serviço de streaming do Star+.

Confira o anúncio:

Criada e estrelada por Seth MacFarlane (‘Family Guy‘), a série se passa 400 anos no futuro seguindo as aventuras da U.S.S. Orville, uma nave exploradora tripulada por humanos e aliens, que juntos enfrentarão as maravilhas e perigos do universo.

O elenco ainda inclui Adrianne Palicki, Penny Johnson Jerald, Scott Grimes, Peter Macon, Halston Sage, J. Lee, Mark Jackson e Jessica Szohr.

‘Claws’: Última temporada ganha data de estreia; Confira o teaser!

A TNT finalmente anunciou quando a 4ª (e última) temporada de ‘Claws‘ será lançada.

O ciclo final da série irá estrear no dia 26 de dezembro.

Confira o teaser:

A série foi criada por Eliot Laurence.

No salão de beleza Nail Artisan of Manatee County, ninguém é quem parece ser. As cinco manicures principais são traiçoeiras e venenosas, com vidas que parecem saídas de um reality show.

O elenco conta com Niecy Nash, Carrie Preston, Kevin Rankin, Judy Reyes, Jason Antoon, Jack Kesy, Harold Perrineau, Karrueche TranJenn Lyon.

Adeus! Jamie Lee Curtis confirma que interpretará Laurie Strode pela ÚLTIMA vez em ‘Halloween Ends’

Em entrevista ao Total Film, Jamie Lee Curtis afirmou que ‘Halloween Ends‘ provavelmente marcará a última vez que ela interpretará a icônica sobrevivente Laurie Strode.

“Eu diria que, baseando-me no que sei sobre o terceiro filme, será a última vez que eu irei interpretar a Laurie Strode. E eu não estou dizendo: ‘Ah, eu morro!’. Não tem nada a ver com isso. Estou falando sobre a conclusão da história que construímos. Será um jeito espetacular de encerrar essa trilogia.”

Além disso, o diretor voltou a falar ao site sobre o terceiro filme: “Senti vontade fazer algo diferente. Se fosse para fazer mais do medo, eu preferia deixar outra pessoa assumir. Quando você tem essa oportunidade em uma franquia já estabelecida, é realmente divertido pensar em formas, tons e perspectivas diferentes para evoluir”.

Halloween Kills‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 14 de outubro.

A última parte da trilogia, Halloween Ends‘, será lançada em outubro de 2022.

Assista ao trailer:

David Gordon Green, responsável pelo reboot de 2018, retorna à direção.

Jamie Lee Curtis estrela ambas as sequências.

Os novos títulos trarão diversos personagens conhecidos da franquia, tais como Lindsey Wallace (Kyle Richards), Tommy Doyle (Anthony Michael Hall), Marion Chambers (Nancy Stephens), Leigh Brackett (Charles Cyphers) e Lonnie Elam (Robert Longstreet).

Crítica | ‘Missa da Meia-Noite’, de Mike Flanagan, é uma poderosa reflexão sobre a vida e a morte

Mike Flanagan tornou-se um dos realizadores mais interessantes do cenário do entretenimento contemporâneo – mais especificamente, do gênero do terror e do suspense. Desde suas obras “menos” conhecidas, como ‘Hush – A Morte Ouve’ e o subestimado O Espelho, Flanagan ascendeu a um patamar respeitável ao resgatar os clássicos elementos das assombrosas narrativas que dominaram o cinema em sua Era de Ouro, pincelando-os com inúmeras tramas envolventes quanto em relação ao público atual e com reviravoltas de tirar o fôlego. Não é surpresa que ele tenha sido chamado para comandar o ambicioso e elogiado projeto Doutor Sono, sequência do icônico O Iluminado, e a antologia gótica ‘A Maldição’, que se desenrolou em duas temporadas belíssimas e instigantes.

Em seu mais novo projeto em associação à Netflix, o diretor e roteirista mergulhou fundo na complexidade temática que beira a dicotomia entre a vida e a morte, a danação e a salvação e a fé e a ciência com a minissérie Missa da Meia-Noite. A produção nos leva para uma comunidade insular isolada do mundo e que recebe a misteriosa visita de um padra chamado Paul (Hamish Linklater), que começa a promover uma série de mudanças na vizinhança e que esconde um segredo terrível que vêm à tona da maneira mais inesperada possível. Aqui, os personagens são envolvidos por traumas, decepções e receios que acompanham densos e problemáticos arcos e que culminam em uma explosiva análise sociológica e teológica que transcende os limites da “nossa vã filosofia”, como bem apontou William Shakespeare na tragédia ‘Hamlet’.

Ao longo de sete episódios, que se estendem por mais de sessenta minutos, Flanagan e seus competentes colaboradores encontram um fértil terreno em que puderam destrinchar as reflexões desejadas e criar mensagens de ressonância emocionante e profunda – talvez nos levando a uma crise existencial que permanece até mesmo depois dos créditos de encerramento. É claro que, conhecendo o simbólico e paradoxal estilo do realizador, a obra não é vista com olhos similares pelos espectadores e, por essa razão, boa parte deles pode não compreender o subtexto que se camufla em uma atmosfera de pura agonia e de criaturas da escuridão. Flanagan é inconspícuo no que realmente deseja criticar, mas escancara uma clareza de opiniões que deixa cada uma das criações cercada de hipocrisias e da falta de discernimento.

Como já percebemos em ‘Residência Hill’ ou ‘Mansão Bly’, o terror do qual o showrunner se vale abandona os conceitos maniqueístas de herói e vilão e traz tipos sociais de proposital exagero para serem observados pela audiência e para, de alguma maneira, se relacionar com eles. Temos, por exemplo, a conturbada personalidade de Riley Flynn (Zach Gilford), jovem rapaz que, depois de passar alguns anos na prisão por ter tirado a vida de uma garota em um acidente de carro, que retorna para a casa para encarar os pais e tentar reconstruir uma vida que sempre estará pautada nos graves erros que cometeu; ou então Erin Greene (Kate Siegel), a filha pródiga da peculiar Ilha Crockett, que seguiu os passos da tóxica mãe e se tornou professora local; ou então o Xerife Hassan (Rahul Kohli), que abandonou seu trabalho no FBI por sofrer injúrias raciais e xenofobia, encontrando um lugar distante para criar e proteger o filho.

Todos eles se conectam em um local que insurge como um purgatório, um lugar entre o céu e o inferno estagnado no tempo em que os habitantes parecem estar presos, sem saber como seguir em frente e como abandonar. Além de Paul, que vem em um ótimo momento para dar um pouco de esperança às almas perdidas de Crockett, há também a presença da irmã Bev Keane (Samantha Sloyan), uma devota religiosa que se entrega por completo aos trabalhos de evangelização e que é, na verdade, uma cruel mulher que utiliza métodos passivo-agressivos para impor seus pensamentos e diminuir aqueles que vão contra o que defende. A princípio, Paul se mostra como um homem que tem muito a encobrir e cuja backstory enfrenta contradições que logo são percebidas por alguns membros da comunidade; Bev, por sua vez, aceita o que lhe é dado sem questionamento e sem ousar mudar o que foi previsto nas escrituras.

Se o roteiro já nos fisga desde o episódio piloto a descobrir o que caminha pela escuridão da ilha, as atuações do elenco protagonista e coadjuvante são inexplicáveis e exortam performances avassaladoras. Linklater, já conhecido na esfera televisivo, redefine sua carreira ao encarnar Paul, enquanto Sloyan, antiga colaboradora de Flanagan, transmuta-se em uma mulher cega pelo preconceito e movida pelo fanatismo religioso; Siegel se prova, novamente, como uma atriz incrível e que não tem medo de arriscar, nem mesmo nos momentos mais complicados – como nos vários monólogos que encabeça. É claro que as literais citações da bíblia católica podem se render em um artifício demasiado recorrente, mas não o bastante para apagar a brilhantismo da série.

Missa da Meia-Noite é mais um incrível acerto de Mike Flanagan e uma honrável adição ao catálogo da Netflix. Recheada de twists muito bem construídos e uma conclusão comovente e guiada por uma potente carga dramática, esse terror não se assemelha a nada ao que o realizador já havia entregado antes – e, ao mesmo tempo, reflete seus trejeitos e seus apreços estéticos de forma aplaudível.

Crítica | Lucifer – 6ª Temporada: A EMOCIONANTE despedida do DIABO mais querido da TV

Desde sua origem nos quadrinhos, quando apareceu pela primeira vez na obra seminal de Neil Gaiman, Sandman, o personagem Lucifer nunca foi assim tão popular, entretanto, dentro do selo Vertigo, conquistou um bom número de fãs que se mostraram fiéis a ponto do título ganhar um spin-off e depois ser margem para uma série televisiva. Programa este que pode ser descrito da mesma maneira, isto por ter carregado um número considerável de fãs e obrigado a FOX produzir três temporadas, uma maior que a outra. Porém, como devem lembrar, já na reta final da terceira temporada, a emissora que agora pertence a Disney decidiu cancelar o show por achar que o custo de produção era alto em detrimento a baixa audiência enfrentada naquele momento. Talvez pelo fato de soltarem tantos episódios numa só temporada – 26 no último ano dessa fase – e ainda seguirem uma linha procedural em que os capítulos funcionam isoladamente, o público não tenha tido paciência.

Algo que se provou pela comoção dos fãs que, junto à própria equipe da produção, incluindo os atores, criaram o movimento #SaveLucifer para que algum serviço de streaming pudesse dar a chance dos roteiristas ao menos fazerem um final no mínimo digno, já que a terceira parte terminou com um imenso e proposital cliffhanger e dois episódios já guardados para uma possível quarta parte. Sim, esses dois episódios, que nada tinham a ver com a trama central que estava sendo desenvolvida, foram (jogados) adicionados ao que seria a última season.

Digo que seria, do verbo passado, porque felizmente a Netflix resolveu salvar Lucifer – assim como fez com The Killing, Black Mirror e a recente Manifest. Mais do que isso, além de enxugar para dez episódios e reestrutura a série num formato mais linear, que seguia uma trama fixa, se dando ao luxo de continuar abordando os ‘casos semanais’, injetou muita grana e deu outro patamar ao nível da produção. O resultado foi instantâneo com Lucifer ficando, por semanas, entre os dez mais vistos da plataforma em 2019 e ganhando sinal verde para renovar não só uma, mas duas temporadas extras.

Apesar de tudo, alguma hora Lucifer tinha que chegar ao fim, e dessa vez isso aconteceu nesta nova 6ª temporada, agora com tudo feito de maneira mais calma e com a aprovação de toda equipe, dos produtores aos atores. Muito porque a mudança mais interessante que adveio à obra, do ponto de vista artístico, após a migração para a Netflix, foi a liberdade que deram aos showrunners. É claro que sempre tivemos coisas como piadas ácidas, alfinetadas nas religiões ou mesmo um ou outro pequeno número musical, sempre focados em Tom Ellis. Só que, ao chagarem na nova casa, a mudança foi tão radical que até parte da estética visual foi remodelada. O que falar então da insanidade narrativa, de novos elementos como mais performances musicais, inusitados formatos de linguagem e, claro, as infindáveis tiradas e cutucadas (inclusive na própria FOX) que foram elevadas a enésima potência. Mesmo os atores pareciam mais confortáveis em cena. E o ápice disso tudo pode ser conferido nessa última temporada, que parece ter chutado o balde de vez, no melhor sentido da expressão.

Não vamos dar spoilers diretos, mas podemos adiantar que muitas pontas soltas foram amarradas e da mesma maneira tiveram um cuidado especial com cada personagem. Mesmo parecendo que, à primeira vista, tudo terminou numa espécie de final feliz, muitas perdas e despedidas de grandes personagens aconteceram sem a menor cerimônia; reencontros que geraram um novo e ardente romance lesboafetivo; a importância de ressaltarem a independência e o valor das mulheres da trama como um todo; e, claro, o desfecho corajoso do protagonista, algo que foi construído de maneira inteligente através de um dilema familiar que começou no ano anterior e terminou nesse de maneira orgânica, sem nenhuma histeria. Estes são só alguns exemplos que demonstram o quanto foram condizentes no ato final.

E pra quem achava que não teria nada de novo nessa nova temporada, se enganou redondamente, pois uma nova e curiosa história foi adicionada à trama, sobrepondo uma camada dramática ainda maior e colocando o então inabalável Lucifer Morningstar num dilema inédito, mas sempre verossímil devido a performance irretocável de Tom Ellis. O que nos leva justamente a grande surpresa dessa nova season, que não à toa rouba a cena, a angelicamente infernal Rory, que ganha força pela presença intensa da atriz Brianna Hildebrand – pra quem não lembra, ela foi a Míssil Adolescente Megassônico nos filmes do Deadpool. É interessante que você descubra, mas saiba que a chegada da garota provoca uma virada brutal na vida do Diabo e também da detetive Chloe Decker, onde vemos Lauren German nitidamente emocionada em diversos momentos, especialmente àquele que divide o piano com o próprio Ellis. Para quem ainda não sabe, German dedicou sete anos de sua carreira exclusivamente a Lucifer, desde que deixou Chicago Fire.

Como já comentamos, outro ponto que chama atenção são os formatos e ferramentas utilizados. Além de vários números musicais (com destaque para uma apresentação memorável de Ellis com a Bob the Drag Queen, vencedora da oitava temporada de RuPaul’s), do habitual viés detetivesco, da homenagem ao filme Ghost – Do Outro Lado da Vida (1990) com o Dan (Kevin Alejandro), e até de um exercício de linguagem que apresenta os principais personagens da história pela visão particular da psicóloga Linda (Rachael Harris), temos também dessa vez um episódio em desenho animado, sim, uma animação cartoon clássica – que, como não podia deixar de ser, é repleto de piadas irônicas e atira para todo lado da indústria. Enfim, são pequenas coisas como estas que tornam Lucifer um grande barato. É diversão em estado bruto. Sem dúvidas, por todo resumo da opera, a série vai deixar saudades naqueles que seguiram até o fim e viram que ali havia algo de especial, afora ser apenas mais uma adaptação dos quadrinhos que trazia um super-herói que se achava. O debochado “Hello detective” vai fazer falta.

Usuários da Netflix passam em torno de 30 dias por ano assistindo o streaming

Durante a pandemia, os números da Netflix continuam crescendo à medida que novos usuários estão assinando o serviço de streaming. Como as sessões de cinema em casa se tornaram um hábito mais frequente, alguns usuários já assistiram centenas de filmes e séries da biblioteca.

No entanto, o Reviews.org decidiu determinar quanto do conteúdo disponível na Netflix é consumido pelos usuário médios, aqueles que não passam 24 horas em frente à TV ou grudado nos smartphones.

Atualmente, há cerca de 36.667 horas de conteúdo na Netflix, que adiciona novas atrações toda semana. A partir desses números, levaria pelo menos quatro anos, dois meses e oito dias para que todo o catálogo fosse zerado.

E quantas horas por ano um usuário médio passa assistindo filmes e séries do streaming?

Durante a pesquisa, o portal indicou que os usuários médios consomem 733 horas de conteúdo por ano, o equivalente a 30,5 dias.

Isso também equivale a apenas 2% do material disponível na plataforma.

Quando tempo por ano você acha que passa assistindo Netflix?

Para chegar ao resultado, os pesquisadores usaram dados compartilhados por Cindy Holland, vice-presidente de conteúdos originais da Netflix, e compararam as informações com o tempo total de execução da biblioteca do serviço.

A pesquisa também revela a Netflix é o serviço de streaming com mais conteúdos originais, com 5.400 títulos contra 2.657 do HUlU e 744 da Disney+.

Ou seja, mesmo se você assistir apenas aos conteúdos exclusivos, não conseguiria completar a lista ao longo de um ano.