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‘Slender Man’: Terror inspirado em assassinato real será lançado na Netflix

O terror ‘Slender Man: Pesadelo Sem Rosto‘, inspirado em um assassinato real, será lançado na Netflix em breve. A produção, estrelada por Joey King, chega à grade de programação no dia 06 de setembro.

Na trama, as amigas Wren, Hallie, Chloe e Katie levam uma vida entediante no colégio. Quando ouvem falar num monstro chamado Slender Man, decidem invocá-lo através de um vídeo na Internet. A brincadeira se transforma num perigo real quando todas começam a ter pesadelos e visões do homem se rosto, com vários braços, capaz de fazer as suas vítimas alucinarem. Um dia, Katie desaparece. Como a polícia não dispõe de nenhuma prova para a investigação, cabe às três amigas fazerem a sua própria busca, enfrentando a criatura.

Annalise Basso, de Ouija: Origem do Mal, Jaz Sinclair (‘When The Bough Breaks’) e Talitha Bateman (‘Annabelle 2’) completam o elenco.

A Screen Gems é assina a produção do terror. o estúdio é o mesmo responsável por grandes filmes do mesmo gênero, como ‘O Exorcismo de Emily Rose‘, ‘O Albergue‘, ‘Anjos da Noite‘ e ‘Resident Evil‘.

David Byrke escreveu o roteiro.

O crime que inspirou o filme

O caso macabro poderia facilmente ter saído de um filme de terror, mas foi real e aconteceu na pequena cidade de Waukesha, em Wisconsin (EUA), em 2014. Na ocasião, duas meninas de 12 anos atacaram e esfaquearam outra menina mais nova, alegando que “foi o Slender Man o mandante”.

Originalmente criado como parte de um concurso de photoshop em 2009, o vilão logo se tornou famoso na internet e, ao ter sua história criada por Victor Surge e publicada no Creepypasta (site dedicado a histórias de terror da Internet), foi descoberto pelas meninas.

No dia seguinte, Anissa Weier e Morgan Geyser agrediram uma colega da escolha com 19 facadas e a deixaram sangrando para morrer no meio de um bosque próximo à escola. Felizmente, a vitima conseguiu sair de lá e fugir, sendo levada às presas ao hospital e sobrevivendo para contar a história. O caso repercutiu e ajudou a impulsionar o medo pela lenda.

As duas meninas agressoras foram presas, condenadas por tentativa de assassinato e juram até hoje que foi o próprio Slender Man quem pediu que a colega fosse morta. Macabro, não?

Confira nossa crítica: Slender Man: Pesadelo Sem Rosto – Polêmico terror capricha nos sustos

‘Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City’: Leon, Claire e mais estampam as novas imagens promocionais do filme; Confira!

IGN divulgou, com exclusividade, novas imagens promocionais do aguardado Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City’, filme que irá recomeçar a famosa franquia pós-apocalíptica.

As fotos revelam os visuais de Leon S. Kennedy (Avan Jogia), Claire Redfield (Kaya Scodelario), Jill Valentine (Hannah John-Kamen) e mais.

Confira:

O elenco também conta com Robbie Amell (Chris Redfield), Tom Hopper (Albert Wesker), Lily Gao (Ada Wong), Neal McDonough (William Birkin), Chad Rock (Richard Aiken) e Donal Logue (Brad Vickers).

A produção irá adaptar a história dos dois primeiros jogos e, assim como no original, acontecerá em 1998 e contará os eventos da cidade Raccoon City sendo cercada por zumbis. Tanto a Mansão Spencer quanto o Departamento de Polícia de Raccoon City aparecerão no filme.

Johannes Roberts (‘Medo Profundo’) entra como diretor e também assina o roteiro ao lado de Greg Russo.

O reboot da franquia estreia nos cinemas dia 03 de setembro de 2021.

Desde que a Capcom lançou o título que inaugurou o gênero de terror de sobrevivência em 1996, Resident Evil se tornou uma das franquias de games de maior sucesso de todos os tempos, com mais de 100 milhões de jogos vendidos em todo o mundo. Com quase 25 anos de história, a série já foi muito além dos videogames e ganhou adaptações para o cinema, além de ter inspirado atrações em parques temáticos. Com seis filmes produzidos pela Constantin Film, Resident Eviljá arrecadou mais de US$ 1,2 bilhão em todo o mundo, valor que a transformou na saga baseada em videogame mais lucrativa do mercado. 

‘Justiça em Família’: Jason Momoa e Isabela Merced explicam como foi feita a icônica cena da ponte; Confira!

O suspense de ação ‘Justiça em Família‘ (Sweet Girl), estrelado por Jason Momoa (‘Aquaman’) e Isabela Merced (‘De Repente uma Família’), já está disponível na Netflix.

Para promover o longa, os dois atores se reuniram para explicar como foi feita a icônica cena da ponte, frameframe.

Confira:

Na trama, um dedicado pai de família, Ray Cooper (Momoa), procura justiça contra a companhia farmacêutica responsável por tirar do mercado um medicamento com potencial de salvar vidas pouco antes de sua esposa (Adria Arjona) morrer vítima de um câncer. Mas quando a busca pela verdade leva a um encontro mortal que coloca Ray e sua filha Rachel (Merced) em perigo, sua missão se torna uma caçada por vingança para proteger a única família que lhe resta.

Manuel Garcia-RulfoJustin BarthaMarisa Tomei completam o elenco.

Brian Mendoza fica responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Gregg HurwitzPhilip EisnerWill Staples. Momoa, Brad PeytonJeff Fierson são os produtores. 

Confira todos os títulos que serão removidos da Netflix no dia 1º de setembro

O mês de setembro está se aproximando e a Netflix está atualizando a sua grade de programação para o próximo período, removendo uma série de títulos de sua plataforma.

E no dia 1º de setembro, mais de 20 produções serão removidos do serviço, como o amado clássico teen ‘Meninas Malvadas‘, a comédia familiar ‘Escola de Rock‘ e o aclamado vencedor do OscarBeleza Americana‘.

E para você não perder a chance de conferir esses e os demais títulos antes de sua remoção, separamos a lista completa do que sai logo em breve da Netflix.

Confira:

A Maldição de Chucky

Meninas Malvadas

Escola de Rock

Godzilla

O Protetor

Ela é Demais Para Mim

Caso 39

Beleza Americana

O Expresso Polar

O Terno de Dois Bilhões de Dólares

A Invasão

A História Oficial

Os Donos da Rua

Uma Saída de Mestre

Um Olhar do Paraíso

O Poder do Ritmo

1 de Outubro

Neve Negra

O Protetor

Climax

Os Cinco CEOs

Pense como Eles

Precisamos Conversar

Uma Nobre Intenção

Sete Anos de Sorte

Top Chef

 

‘Ghosted’: Chris Evans e Scarlett Johansson vão estrelar comédia romântica com diretor de ‘Bohemian Rhapsody’

De acordo com o Deadline, os astros da Marvel Chris Evans (‘Capitão América: Guerra Civil’) e Scarlett Johansson (‘Viúva Negra’) vão estrelar uma comédia romântica da Apple TV+, intituladaGhosted.

O projeto é fruto de uma parceria entre a plataforma de streaming e a produtora Skydance Media.

Por enquanto, ainda não há detalhes sobre a trama do longa, que será comandada por Dexter Fletcher, diretor de ‘Rocketman’ e ‘Bohemian Rhapsody‘.

No entanto, foi dito que o romance de aventura ‘Tudo Por Uma Esmeralda’, estrelado por Michael Douglas e Kathleen Turner em 1984, é uma das principais inspirações.‎

Além disso, não há outros nomes no elenco, nem informações sobre roteiristas ou previsão para o início das gravações.

Como o projeto está nos estágios iniciais, as atualizações devem ser divulgadas em breve.

Lembrando que, além de interpretarem Steve Rogers e Natasha Romanoff em vários filmes do MCU, Evans e Johansson já atuaram juntos em dois outros filmes.

Em 2007, a dupla contracenou em ‘O Diário de uma Babá‘, e em 2004 em ‘Nota Máxima‘.

Lembrando que este será o primeiro contrato de Johansson após o lançamento de ‘Viúva Negra’.

Evans faz parte do elenco de ‘The Gray Man‘, junto com Ryan Gosling. Ana de Armas, Regé-Jean Page, Bily Bob Thornton, Alfre Woodard e Wagner Moura completam o elenco.

Dirigido por Joe e Anthony Russo (‘Vingadores: Ultimato’), o longa é baseado no romance homônimo assinado por Mark Greaney, a produção traz Gosling como Court Gentry, assassino freelancer e ex-agente da CIA, que está sendo caçado pelo ex-aliado Lloyd Hansen (Evans).

Segundo Anthony, o filme terá o mesmo tom sombrio de ‘Capitão América: O Soldado Invernal’, com massivo orçamento de US$200 milhões.

Christopher MarkusStephen McFeely (também de ‘Vingadores: Ultimato’) ajudaram a “polir” o roteiro assinado por Joe Russo.

‘Você’: 3ª temporada ganha data de estreia; Confira o teaser!

A Netflix finalmente anunciou quando a 3ª temporada da série ‘Você‘ será lançada.

O próximo ciclo irá estrear na plataforma no dia 15 de outubro.

Confira o teaser:

Lembrando que o novo ciclo trará uma série de novos atores e atrizes, incluindo Scott Michael Foster (‘Crazy Ex-Girlfriend’),  Tati Gabrielle (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’), Scott Speedman (‘Anjos da Noite’), Travis Van Winkle (‘The Last Ship’), Michaela McManus (‘One Tree Hill’) e Shalita Grant (‘NCIS: Nova Orleans’).

Penn Badgley e Victoria Pedretti retornarão em seus respectivos papéis como Joe e Love.

Criada por Greg BerlantiSera Gamble, a série é baseada na saga literária escrita por Caroline Kepnes.

Um inteligente gerente de livraria depende de seu conhecimento na Internet para fazer a mulher dos seus sonhos se apaixonar por ele, enquanto ele fica perigosamente obcecado por ela.

Confira as ÚLTIMAS estreias da Netflix em agosto

O mês de agosto está se encerrando, mas a Netflix reservou alguns títulos novos para os seus assinantes, que chegam nesta terça-feira (31) na grade de programação.

Dentre os três novos lançamentos temos 4ª e última temporada da aclamada série ‘Good Girls‘, que fora abruptamente cancelada no primeiro semestre de 2021, em virtude da sua queda de audiência.

Confira as estreias e seus respectivos trailers:

A Magia do Dia a Dia com Marie Kondo

Marie Kondo está de volta com uma nova série. Desta vez, ela quer colocar uma cidade inteira em ordem.

Good Girls: Temporada 4
Sob o olhar vigilante dos agentes federais, Beth (Christina Hendricks), Ruby (Retta) e Annie (Mae Whitman) refletem sobre as vantagens e as armadilhas do trabalho.

Untold: Crime e Infrações
Dirigido por Chapman Way e Maclain Way, o filme revela a história de um grupo desajustado de jogadores de hóquei conhecido como Trashers, que estava recebendo ordens do filho adolescente de um suposto chefe da máfia.

‘Superstore’: Popular série de comédia será lançada na Netflix; Saiba quando!

A popular série de comédia ‘Superstore‘, estrelada por America Ferrera, será lançada na grade de programação da Netflix em breve.

As cinco primeiras temporadas da produção chegam ao streaming na segunda quinzena de setembro, mais precisamente no dia 20 de setembro.

A trama acompanha uma família única de empregados de uma gigantesca loja. Desde os novatos deslumbrados ao veteranos que já viram de tudo, passando pelas contratações de verão, a narrativa acompanha o dia a dia da chegada dos caçadores de barganhas, promoções de causar comoção e sessões de treinamento com direito a cochilos.

Vale lembrar que as cinco temporadas também estão disponíveis no streaming Prime Video. O sexto e último ciclo ainda não está disponível no Brasil.

Assista ao trailer:

A série foi criada por Justin Spitzer.

O elenco conta com Ben Feldman, Lauren Ash, Colton Dunn, Nico Santos, Mark McKinney, Nichole Bloom e Jon Miyahara.

Matthew Mindler, ator de ‘O Idiota do Meu Irmão’, é encontrdo morto aos 19 anos de idade

De acordo com a Entertainment Weekly, o ator Matthew Mindler, mais conhecido pelo filme ‘O Idiota do Meu Irmão‘, foi encontrado morto no último sábado (28), aos 19 anos de idade.

Mindler estava desaparecido desde o dia 23 de agosto e seu corpo foi localizado próximo à Universidade de Millersville, na Pensilvânia, onde ele havia começado a estudar há um ano.

O corpo foi encaminhado para o Centro Forense do Condado de Lancaster, onde passará por uma investigação mais aprofundada, já que a causa da morte ainda não foi identificada.

Através de um comunicado, o reitor Daniel A. Wubah lamentou o ocorrido, dizendo:

“É com o coração partido que informo a vocês sobre a morte de Matthew Mindler, de 19 anos, de Hellertown, Pensilvânia, aluno do primeiro ano da Universidade Millersville. Nossos pensamentos de conforto e paz estão com seus amigos e família durante este momento difícil.”

Para quem não conhece, Mindler tinha apenas 10 anos quando contracenou com Paul Rudd emO Idiota do Meu Irmão’.

Ele era bastante elogiado pelo elenco, bastante querido por onde passava e parecia ter um futuro promissor na dramaturgia, mas preferiu se afastar do cinema.

Seu último trabalho como ator foi um filme para a TV chamado ‘Chad: An American Boy‘, lançado em 2016.

‘Você’: 3ª temporada ganhará trailer hoje; Confira o anúncio!

A Netflix vai divulgar novas informações e o trailer da 3ª temporada de ‘Você‘ hoje.

O streaming postou nas redes sociais um convite para um chá de bebê.

“Joe e Love te convidam para uma revelação do nome do bebê. Marque presença no momento em que os futuros pais revelam o nome de seu precioso bebê”, afirmou.

Confira:

Em seu Twitter oficial, a showrunner Sera Gamble confirmou o término das gravações da 3ª temporada  e aproveitou as boas-novas para revelar alguns detalhes sobre o vindouro ciclo da série da Netflix.

Gamble agradeceu à equipe técnica, elogiando a criatividade de todos, e também comentou que os próximos capítulos serão “insanos”.

“Me sinto privilegiada de conseguir testemunhar a criatividade, a resiliência e o carinho de todos. Digo, já sabia que nosso time era forte e muito bom em seu trabalho, mas falo do modo como todos estavam lá por todos”, ela escreveu. “Além disso, todos os episódios são insanos e as performances são incríveis. É isso o que vou dizer até estarmos prontos para falar sobre a nova temporada”.

Lembrando que o novo ciclo trará uma série de novos atores e atrizes, incluindo Scott Michael Foster (‘Crazy Ex-Girlfriend’),  Tati Gabrielle (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’), Scott Speedman (‘Anjos da Noite’), Travis Van Winkle (‘The Last Ship’), Michaela McManus (‘One Tree Hill’) e Shalita Grant (‘NCIS: Nova Orleans’).

Penn Badgley e Victoria Pedretti retornarão em seus respectivos papéis como Joe e Love.

A terceira temporada estreia em 2021.

Criada por Greg BerlantiSera Gamble, a série é baseada na saga literária escrita por Caroline Kepnes.

Um inteligente gerente de livraria depende de seu conhecimento na Internet para fazer a mulher dos seus sonhos se apaixonar por ele, enquanto ele fica perigosamente obcecado por ela.

O elenco do novo ciclo conta com Penn Badgley, Victoria Pedretti, James Scully, Jenna Ortega, Ambyr Childers e Carmela Zumbado.

Amazon Prime | 10 Filmes que Completam 10 Anos em 2021 e Você Precisa Conhecer

O ritmo de produção de obras cinematográficas e televisivas é cada vez mais intenso e a quantidade de oferta neste sentido apenas aumenta. Assim, a tarefa de acompanhar tudo o que é feito na área se torna uma missão impossível até mesmo para o maior entusiasta ou cinéfilo mais dedicado. Isto é, a não ser que você não faça mais nada da vida além de ficar diante de uma tela. Invariavelmente, o que acontece é que sempre acabamos deixando passar um número significativo de filmes e séries por ano, naquela famosa máxima do “estou devendo essa”. Mas saiba que está tudo bem, e acontece com todo mundo. Quem diz ver ou conhecer tudo claramente é contador de histórias.

Pensando nos filmes que sempre deixamos voar fora do nosso radar, às vezes por anos a fio, resolvi criar esta nova matéria. Com o propósito de ajudar a colocar em dia aquela produção muito interessante, selecionamos 10 filmes que completam… olhem só, nada menos que 10 anos em 2021 (isso mesmo!), mas que não são muito comentadas atualmente, tanto pela geração mais nova ou pelos mais velhos que puderam conferir na estreia. Tal garimpo foi realizado numa das plataformas de streamings mais confiáveis e completas da atualidade, a Amazon Prime Video. Confira abaixo, anote, divirta-se e comente.

Uma Vida Melhor

Começamos a lista com o que é em minha opinião o melhor filme desta seleção. Adicionado recentemente ao catálogo da Amazon, o longa foi indicado ao Oscar de melhor ator para Demián Bichir, mas nem isso foi o suficiente para sua estreia em nossos cinemas (na época já sendo lançado direto em vídeo). Uma história muito emotiva e que ganha contornos super atuais hoje em dia, pois discute a vida de imigrantes ilegais mexicanos vivendo em Los Angeles. Bichir interpreta o protagonista, um jardineiro lutando para dar uma vida digna para seu filho e evitar que caia nas tentações da vida do crime. Indispensável.

Headhunters

Seguimos com outra produção cult elogiadíssima. E se você é mais um que se desapontou completamente com o suspense Boneco de Neve, com Michael Fassbender, esta é a oportunidade de ver uma adaptação bem feita de um livro do mesmo autor: Jo Nesbo. Headhunters é um thriller gelado, repleto de reviravoltas e que usa como tema o mundo de criminosos. Na trama, um ladrão de arte se depara com um problemão quando rouba de quem não devia. Muito celebrado, o filme trouxe fama para o diretor norueguês Morten Tyldum – que seguiria para obras maiores como O Jogo da Imitação e Passageiros.

Super

Em clima de O Esquadrão Suicida, nova superprodução de James Gunn, em vias de estrear no Brasil e grande parte do mundo, voltamos dez anos no tempo para o primeiro trabalho do diretor no gênero. Marcando seu debute ainda em 2010 em dois festivais de cinema, Super estreou oficialmente em 2011 nos EUA e em diversos outros países, no Brasil chegando de forma tímida nas TVs a cabo. Escrito e dirigido por Gunn (esse foi seu segundo longa no comando), a obra é uma subversão do gênero dos super-heróis com muito humor incorreto e violência de uma maneira que só o cineasta sabe fazer. Pense em Michael Douglas em Um Dia de Fúria (1993) usando um uniforme de quadrinhos para entender o protagonista aqui, vivido por Rainn Wilson.

Seita Mortal

Agora chegamos a um gênero que sabemos que vocês adoram: o terror. Pegando outro gancho atual, a série em animação Mestres do Universo: Salvando Eternia é o mais novo sucesso estrondoso da Netflix. A série lançou seus 5 primeiros episódios e em breve estreará o resto da primeira temporada. Por trás da produção está o nome do cineasta Kevin Smith, o rei do cinema indie dos anos 90. Nos últimos tempos, Smith tem se arriscado em filmes de terror, digamos, bizarros – e foi há 10 anos, em Seita Mortal, que ele deu seu primeiro passo no gênero. A história é uma grande crítica ao fanatismo religioso mostrando até onde as pessoas são capazes de ir em nome de uma fé cega. O saudoso Michael Parks rouba a cena como o líder da seita. O longa foi exibido no Festival do Rio, onde tive a chance de conferi-lo e depois foi direto para home vídeo por aqui.

O Caçador

Por falar no querido evento de cinema brasileiro, o Festival do Rio de dez anos atrás também abrigou em seu acervo esta produção australiana protagonizada pelo excelente e subestimado Willem Dafoe. Recém-saído do sucesso de O Farol e se preparando para estrear os novos filmes de Wes Anderson, Guillermo del Toro e Robert Eggers, Dafoe voltando uma década no tempo estrelava este thriller e veio ao Brasil promove-lo – onde tive a chance de vê-lo pessoalmente e assistir ao filme. O ator vive um caçador profissional contratado por uma empresa para encontrar um animal raríssimo em estado de extinção: o tigre da Tasmânia, com uma das maiores mandíbulas do reino animal. A história é baseada num livro de sucesso.

A Toda Prova

O mundo está muito polarizado, seja por ideais políticos ou sociais, as pessoas parecem simplesmente não se entender mais. E o fato começou a afetar até mesmo artistas e suas vidas profissionais. Foi o caso com a ex-lutadora transformada em atriz Gina Carano – que havia estrelado sua cota de filmes de ação (inclusive Velozes e Furiosos 6) e participava como parte do elenco fixo da superprodução de sucesso da TV, O Maldaloriano – parte do universo de Star Wars. Simpatizante de Trump, Carano vivia expondo suas opiniões radicais nas redes e terminou perdendo o emprego no programa. Voltando dez anos no tempo, ela caía na mira do diretor Steven Soderbergh para protagonizar seu primeiro filme. A Toda Prova é uma história de espionagem protagonizada por uma mulher, e fez uso do talento de Carano na luta e na ação para dispensar dublês e criar tudo de forma bem real. O elenco de apoio é um show à parte.

A Grande Mentira

Por falar em filme de espionagem protagonizado por uma mulher, aqui temos um ainda mais sério e político – e ao contrário de A Toda Prova que é mais voltado para a ação, A Grande Mentira se concentra nos gêneros do suspense e drama. Hoje, Jessica Chastain é uma das maiores estrelas de Hollywood tendo duas indicações ao Oscar para provar e muitos sucessos de bilheteria na carreira. Mas há dez anos, Chastain era uma ilustre desconhecida. Isto é, até marcar seu nome em filmes como A Árvore da Vida e Histórias Cruzadas, ambos também lançados em 2011. Chastain vive uma de três agentes do Mossad (a CIA de Israel) precisando lidar com eventos de uma missão muitas décadas depois do ocorrido. O verdadeiro chamariz na época, no entanto, era a vencedora do Oscar Helen Mirren, vivendo a mesma personagem de Chastain no presente.

O Preço do Amanhã

Agora pulamos para uma ficção científica distribuída pela Fox que chegou a ser exibida nos cinemas brasileiros, embora por pouquíssimo tempo. Mesmo não tendo feito o sucesso planejado na época, a produção se tornou cult ao longo destes dez anos. De fato, este é um filme subestimado e tem uma ideia muito criativa para sua premissa. Resta saber se agora nas posses da Disney (que comprou a Fox), o estúdio irá tentar algo novo com a ideia – seria bom. Nesta nova realidade criada por Andrew Niccol (roteirista e diretor), o mesmo de Show de Truman (1998), o tempo se tornou uma moeda de troca. Os ricos tem muito e permanecem sempre jovens. Os pobres, podem ficar sem e morrer. Um conceito curioso, no mínimo, e uma metáfora intrigante. No elenco, quatro jovens talentosos: Justin Timberlake (Palmer), Amanda Seyfried (indicada ao Oscar por Mank), Cillian Murphy (Um Lugar Silencioso – Parte II) e Olivia Wilde (diretora do vindouro filme da Mulher-Aranha).

10 Anos de Pura Amizade

Outro lançamento direto em vídeo no Brasil, este longa até fez certo sucesso nos cinemas dos EUA quando foi lançado, adentrando o top 10 dos mais vistos na época. O tema é algo muito relacionável aos americanos e fala sobre as famosas reuniões de estudantes colegiais, no reencontro de 10 anos de formados. É aquele momento onde velhos amigos e antigos desafetos se reencontram para saber o que aconteceu com suas vidas uma década depois – se estão casados, divorciados, com filhos, se possuem bons empregos, etc. . Diversas produções já usaram a ideia como tema de suas histórias. Aqui, um verdadeiro desfile de jovens astros de Hollywood surge em tela. Quem protagoniza é Channing Tatum, que está meio sumido. Na época menos famosos, dez anos depois quem se destaca é Chris Pratt (ainda gordinho aqui) e Oscar Isaac.

O Poder e a Lei

Esse já está há bastante tempo como parte do acervo da filmoteca da Amazon, mas é daqueles filmes tão bons que vira e mexe temos que recomendar de novo para todos que ainda não conferiram, ou os que já viram assistir de novo. Este que vos fala viu pela primeira vez na época que chegou aos cinemas do país. Entre outras coisas o longa fez parte do movimento que ficou conhecido como “McConaissance”, a volta por cima na carreira de Matthew McConaughey – preso em comédias românticas sem muita profundidade por toda a década de 2000. Essa era a fase que o ator voltava às produções mais substanciais, o que culminou em grandes atuações e sua vitória no Oscar. Esse foi um dos primeiros passos rumo ao prêmio, e traz o ator novamente na pele de um advogado, ecoando sua revelação no igualmente maravilhoso Tempo de Matar (1996), também parte do acervo da plataforma. No entanto, aqui ele vive um advogado diferente, um malandro de porta de cadeia, que se mete numa situação complexa, colocando sua vida em risco. O filme é baseado numa série de livros com o mesmo personagem e se tivesse sido bem aceito, teria gerado novos casos. Uma pena.

Você vai se SURPREENDER com o suspense africano disponível na Netflix; Confira!

Chegou ao catálogo da Netflix o suspense nigeriano ‘The Delivery Boy‘, dirigido por Adekunle Adejuyigbe, considerado um dos 21 melhores diretores de fotografia do mundo no Festival de Berlim.

Com apenas 1h e 6 min de duração, o longa lançado originalmente em 2018 é classificado para maiores de 18 anos por conta de sua extrema violência.

Na trama, acompanhamos um jovem órfão recrutado por uma gangue terrorista. No que seria sua última missão, ele acaba cruzando o caminho de uma prostituta enquanto ambos tentam mudar de vida.

Com lembranças do passado e crises de consciência, os personagens terão que confiar um no outro para sobreviverem à noite em busca de respostas para os terríveis segredos que os tornaram quem são.

Acontece que esse inesperado encontro os levará a um fim que nem um dos dois poderia ter imaginado.

Estrelado por Jammal Ibrahim e Jemima Osunde, ‘The Delivery Boy‘ recebeu bastante elogios na época da estreia por explorar personagens complexos através de uma trama crua e ao mesmo tempo reflexiva.

Avaliado com nota 6,1/10 no IMDb, o longa vem chamando a atenção dos assinantes da Netflix como uma grata surpresa do cinema africano.

Confira o trailer:

Pânico 3 completa 21 anos | Descubra curiosidades sobre o terror de Wes Craven

Pânico (1996), de Wes Craven, é um filme importante para o cinema de terror, pois serviu para revitalizar os subgêneros do slasher e thriller adolescente – que se encontravam sem força nos anos 1990.  A solução do roteiro proposto por Kevin Williamson (grande nome do gênero na época) foi o uso do humor e da metalinguagem. Os personagens estavam por dentro da piada e faziam o público rir com eles, não deles, além de homenagear através de inúmeras referências outras obras do tipo. Os personagens não apenas pertenciam a um filme de terror, mas também sabiam tudo sobre eles – assim como todo adolescente aficionado.

Com aclamação de crítica e público, em um ano os realizadores confeccionaram Pânico 2 (1997) – que, com todos os envolvidos de volta (incluindo atores, diretor e roteirista), seguia mantendo a qualidade e evoluindo o jogo. Resultado: um novo sucesso. Na hora do encerramento da trilogia, no entanto, a coisa se complicou e Pânico 3 sofreu um embargo de três anos até atingir as telonas mundiais – o fazendo perder completamente seu momento. Afinal, em 2000, a febre de tais filmes já estava novamente por um fio.

Pânico 3, considerado o mais fraco e problemático de todos os filmes da franquia (incluindo o tardio Pânico 4, lançado em 2011), completa 21 anos hoje – dia 4 de Fevereiro de 2021.

Está se sentindo velho? Nós também!

E como forma de celebrar este aniversário, o CinePOP resolveu dar uma olhada em algumas curiosidades de bastidores do filme. Vem com a gente relembrar o terceiro capítulo da famosa e bem sucedida franquia de terror.

Pânico 3, lançado exatamente dois anos e um mês após Pânico 2, fez sua pré-estreia mundial na Califórnia, no dia 3 de fevereiro de 2000, completando assim 21 anos de lançamento. O filme estreou oficialmente nos EUA no dia seguinte, 4 de fevereiro, e no Brasil estreava no dia 7 de julho do mesmo ano.

Com o orçamento de US$40 milhões, o terceiro episódio era então o mais caro da trilogia, afinal Pânico era uma franquia extremamente lucrativa que só crescia. O quarto filme receberia o mesmo orçamento, onze anos depois. Em matéria de retorno financeiro, porém, dos três primeiros filmes, o terceiro foi o menos rentável – como dito o timing havia passado e os produtores perderam a janela. Caso fosse lançado logo em seguida, em 1998, poderia ter, além de engatado novos episódios, arrecadado mais nas bilheterias. De qualquer forma, com mais de US$161 milhões mundiais, Pânico 3 não fez feio.

Dois grandes impasses embarreiravam a produção de Pânico 3. O primeiro era a falta de vontade da atriz Neve Campbell, que interpretou a protagonista Sidney em todos os filmes da franquia, em retornar para este terceiro capítulo. Campbell, uma atriz de TV, viu sua popularidade deslanchar e estava em busca de novos desafios na carreira, não desejando ficar presa ao mesmo papel para sempre. Ela estrelou filmes como Jovens Bruxas (1996), Garotas Selvagens (1998) e Studio 54 (1998) na época. Do outro lado, o diretor da franquia declarava que sem a atriz não teria Pânico 3. Após um longo embargo, Neve Campbell retornava, mas com o contrato estipulando apenas vinte dias para as gravações – resultando no filme onde Sidney tem menos tempo em cena.

O outro impasse mencionado foi a saída da mente por trás da franquia, o roteirista sensação Kevin Williamson. O escritor viveu seu auge no período e parecia ter a mão em todas as produções do gênero na época, além de sua própria série Dawson’s Creek. A história oficial é que Williamson estava com a agenda lotada, mas será que ele recusaria um texto da franquia que o colocou no mapa? Alguns relatos afirmam que Williamson chegou a escrever um tratamento para a história do que deveria ser o terceiro filme – uma espécie de planta para o projeto. Estas ideias teriam sido totalmente descartadas pelo roteirista oficial contratado, Ehren Kruger (O Chamado, Dumbo e o vindouro Top Gun: Maverick), talvez por puro ego.

O roteiro original para esta terceira parte traria de volta o personagem Stu (Matthew Lillard), um dos psicopatas do primeiro filme, que teria sobrevivido aos graves ferimentos no final do longa. Preso, o lunático comandaria da cadeia os novos assassinos, que promoveriam outra matança em um colégio. Possivelmente no mesmo roteiro, Sidney descobriria uma casa onde um aparente massacre teria ocorrido, com diversos jovens mortos. A reviravolta viria com os jovens se mostrando na verdade vivos e sendo os responsáveis pelos crimes, todos fãs obcecados da franquia Stab. A ideia foi abandonada  devido ao massacre real de alunos na escola de Columbine, no Colorado. Assim, a trama foi transferida para Hollywood, sem personagens adolescentes, focada nos bastidores do cinema.

Apesar de suas inconsistências e furos no roteiro, Pânico 3 até funciona como sátira do mundo da sétima arte e de Hollywood, fazendo dele o diferente da franquia. O filme inclusive poderia pertencer a uma lista de longas sobre insight de fazer cinema. Pânico 3 também eleva o conceito metalinguístico, apresentado no segundo episódio, e se concentra na produção de Stab 3 (o filme dento do filme). Assim, os personagens coadjuvantes aqui são atores, diretores e produtores, todos envolvidos na confecção do terror. E todos vivendo na vida real um filme de terror igualmente. Pelo aumento da sátira, este é o mais cômico da trilogia e o que possui menos gore – elemento pelo qual o diretor Craven constantemente batia e o pé – os produtores queriam um filme ainda mais “domado”.

Em matéria de participações especiais, temos, por exemplo, as aparições de Jay e Silent Bob, personagens dos filmes de Kevin Smith, e Carrie Fisher na pele de uma secretária brincando sobre o fato de não ter sido a Princesa Leia no cinema por ter se recusado a dormir com George Lucas. O próprio Wes Craven chegou a ser cogitado para o papel de John Milton, o mega produtor com um passado negro, que terminou nas mãos do veterano Lance Henriksen.

Nesta época já existia o pavor de spoilers por parte dos cineastas, que queriam manter segredo sobra suas reviravoltas. Por isso, Craven filmou três finais diferentes e não exibiu o longa para jornalistas. Os próprios atores só viram o produto final na pré-estreia. Outra cena de abertura havia sido escrita também, mas não chegou a ser filmada. Nesta introdução bad, Sidney atira diversas vezes num sujeito vestido de Ghostface que a ataca dentro de sua casa, somente para descobrir que se tratava de um fã dos filmes Stab aplicando uma pegadinha nela.

Um dos elementos mais problemáticos do roteiro, que soa como verdadeiro coelho tirado da cartola (em inglês o termo jump the shark seria o usado aqui, que significa uma reviravolta non sense e desesperada), é a revelação do assassino e sua verdadeira identidade. Roman Bridger (Scott Foley, em sua estreia no cinema), o diretor de Stab 3, é o assassino. Até aí tudo bem, já que alguém precisava ser o culpado. Sua motivação, no entanto, é o verdadeiro momento jump the shark do filme. Ele é na verdade, vejam isto, o irmão perdido de Sidney, que ela nunca soube que existia. Reviravoltas estapafúrdias como esta são dignas das mais exageradas novelas mexicanas, porque conhecemos bem o(a) protagonista ao longo de outros filmes para saber que nada indicava isso. Quando aplicado em um personagem coadjuvante se torna mais passível. Revelações assim geralmente vêm acompanhadas de “eu estava por perto observando este tempo todo”, ou em caso de vilões, “eu estava por trás de tudo”, sem deixar qualquer rastro de sua existência até então. Soa sempre como sinônimo de roteiro preguiçoso. E o pior é quando tal elemento é utilizado em grandes produções, como o caso de 007 contra Spectre (2015) e o vindouro Velozes e Furiosos 9 (2020). O irmão perdido é um dos artifícios mais deploráveis de roteiros.

Outro item que vem incomodando os fãs da franquia desde o lançamento do terceiro filme é a teoria do segundo assassino. Oficialmente, Pânico 3 é o único filme da série que não tem dois assassinos por trás dos crimes, mas apenas um: Roman Bridger. O que é notável durante toda a projeção é o comportamento pra lá de estranho de uma das personagens: Angelina (Emily Mortimer), a atriz que interpreta Sidney em Stab 3. Na cena em que a mansão explode matando um dos atores, Angelina aparece de forma suspeita, ao que alguns personagens, como Dewey (David Arquette), a questionam, a olham de forma incriminadora e a trilha sonora ajuda a desconfiarmos da moça. Em um outro momento de tensão, Sidney a flagra pronta para vestir a roupa de Ghostface e atacá-la, mas ela de pronto inventa uma desculpa esfarrapada.

Estas pistas deixadas ao longo do filme servem para confundir o público, mostrando obviedade quanto a culpa de um personagem, para desviar nossa atenção nos fazendo acreditar que não pode ser ele(a). Assim, finalmente revelando sua autoria ou cumplicidade dos crimes. Algo como foi feito no primeiro Pânico com Billy Loomis (Skeet Ulrich), o personagem mais óbvio, que terminou realmente se mostrando o culpado – mas ele não estava sozinho. A “morte” de Angelina também é suspeita, e ocorre quase off-screen, meio de relance, vista de cima por outro personagem, com todos os indícios de ser algo orquestrado falsamente. Em uma das cenas na mansão, podemos ver Ghostface atacando Tyson (Deon Richmond) e, segundos depois, dentro de uma passagem secreta, perseguindo e matando Jennifer (Parker Posey – que rouba a cena como a atriz que interpreta Gale Weathers). Este é outro momento que deixa claro a existência de duas pessoas utilizando a fantasia do assassino.

Estas suspeitas não são por acaso. O próprio diretor Wes Craven confirmou em comentários que originalmente Angelina era uma das assassinas do filme e a namorada secreta de Roman. Ela também era uma ex-colega de colégio de Sidney, obcecada pela trágica história da protagonista (ideia reaproveitada no quarto filme). A luta e o desfecho com a morte dos vilões ficou muito parecido com o segundo filme, fazendo com que os produtores desaprovassem, descartando a ideia. O problema é que o filme já havia sido gravado com esta proposta, e a mudança deixou várias cenas soltas no ar, que apenas enfatizam o comportamento bizarro de Angelina, sem uma explicação plausível para tal.

Pânico 3, em seu fim de semana de lançamento, foi o filme a estrear em maior número de salas nos cinemas dos EUA, num total de 3.467 salas. Recorde quebrado no ano seguinte por Harry Potter a Pedra Filosofal, que estreou em 3.762 salas.

Entre os atores famosos que quase participaram do filme, Jamie Lee Curtis foi oferecida o papel que terminou com Carrie Fisher. Téa Leoni (Os Bad Boys) era uma das preferidas para o papel de Jennifer, que ficou com Parker Posey. Atrizes como Alicia Silverstone, Denise Richards, Liv Tyler, Claire Denis e o ator Ben Affleck foram considerados para alguns dos personagens do filme.

A mais curiosa, no entanto, foi Kate Hudson, contratada, mas substituída no início da fotografia principal para o filme. Na capa do filme Uma Aventura no Deserto (1998), Hudson é creditada no elenco de Pânico 3. Seu papel seria o de Christine, que ficou com Kelly Rutherford, a primeira vítima do assassino.

E você, gosta da franquia Pânico? Curte Pânico 3? Gostou das curiosidades desta matéria? Comente abaixo.

‘Velozes e Furiosos 9’ ganhará versão extendida com várias cenas inéditas

Velozes e Furiosos 9‘ ganhará uma versão estendida em VOD nos EUA, revelou o astro Vin Diesel em vídeo postado em seu Instagram.

“Foi muito especial fazer parte de Velozes e Furiosos 9 por tantos motivos. Um dos mais importantes foi trazer nosso irmão e diretor Justin Lin de volta à franquia. Ele completa nossa saga de maneiras que ninguém poderia imaginar. É por isso que a versão do diretor de Velozes e Furiosos 9 tem mais DNA da franquia do que qualquer coisa que você já viu antes.”, afirmou.

O corte do diretor tem 2 horas e 29 minutos, contra 2 horas e 22 minutos do corte original.

Assista ao anúncio:

 

A franquia continua pisando no acelerador! ‘Velozes e Furiosos 9‘ ultrapassou a impressionante marca dos US$ 700 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa já arrecadou US$ 172.7 milhões. No mercado internacional, foram arrecadados US$ 531.4 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou US$ 704.2 milhões mundialmente – o que representa a MAIOR bilheteria global de uma produção hollywoodiana desde a pandemia, superando a arrecadação de ‘Godzilla vs Kong‘ (US$ 467.8m).

Confira nossas entrevistas de ‘Velozes e Furiosos 9′:

Dominic Toretto (Vin Diesel) sempre viveu a toda velocidade. Após a perda do melhor amigo e a descoberta do filho, ele reduziu o ritmo de vida, ao lado de Letty (Michelle Rodriguez). Mas não é fácil viver o presente quando o passado acelera em sua direção. E é o que acontece quando Dom reencontra seu irmão Jacob Toretto (John Cena), que é estimulado por Cypher (Charlize Theron) e Magdalene Shaw (Helen Mirren) a executar um plano de vingança. É hora de Dom reunir a irmã Mia (Jordana Brewster) e a família de fiéis amigos, como Roman (Tyrese Gibson), Tej (Ludacris) e Han (Sung Kang).

Dirigido por Justin Lin, o filme também conta com Finn Cole, Anna Sawai, Vinnie Bennett e Michael Rooker.

Ed Asner, dublador de Carl em ‘Up – Altas Aventuras’, morre aos 91 anos de idade

De acordo com o The Wrap, o ator Ed Asner faleceu ontem (29), enquanto dormia, aos 91 anos de idade.

A informação foi divulgada originalmente por seu agente, Charles Sherman, que administrava sua carreira nos últimos 20 anos.

Asner era mais reconhecido pelo público jovem por ter dublado o personagem Carl Fredricksen na animação ‘Up – Altas Aventuras‘.

Além disso, ele também interpretou o padrasto de Johnny Lawrence (William Zabka) na série ‘Cobra Kai‘, e Abe Rifkin em Disque Amiga Para Matar.

Nascido em 1929, o veterano começou a atuar no fim da década de 1950 e fez sua estreia no cinema com o filme ‘Talhado Para Campeão‘, no qual contracenou com Elvis Presley em 1962.

Entre seus principais títulos nas telonas, ele participou de ‘El Dorado‘ (1966), ‘Missão Secreta em Veneza‘ (1966) e ‘Os Desajustados (1971).

Ele também teve um papel bastante marcante como o detetive particular Guy Banister em ‘JFK: A Pergunta que Não Quer Calar‘ (1991), e chegou a dar vida ao Papa João XXIII no filme ‘João XXIII – O Papa da Paz’ (2002).

Mas foi na TV que Asner ganhou fama mundial, ao interpretar o personagem Lou Grant na série ‘Mary Tyler Moore‘ entre 1970-1977).

Após o fim da série, ele estrelou um spin-off focado em seu personagem, que lhe rendeu três prêmios Emmy entre 1978 e 1980 como Melhor Ator em Série Dramática.

O personagem fez tanto tanto sucesso, que ainda apareceu em outra séries derivada, intitulada ‘Rhoda‘ (1974-1978), além de aparecer em um episódio de ‘Call Waiting, em 1996.

Asner também entrou para a história da premiação como o único artista a ganhar um Emmy de comédia e um de drama por interpretar o mesmo personagem.

Ao longo de sua carreira, o astro atuou em mais de 400 produções e foi indicado ao Emmy 20 vezes, das quais ganhou 07.

Crítica | Heels – Série sobre luta-livre tem nível alto de testosterona estilo ‘Sons of Anarchy’

A luta-livre, também conhecida como wrestling, surgiu mais ou menos na década de 1950 e rapidamente caiu no gosto do público por misturar diferentes técnicas de artes marciais e lutas. Então, veio a versão dramatizada e teatralizada da luta, que passou a ser conhecida como luta de entretenimento – que nos Estados Unidos se organizou como a WWE, World Wrestling Enterteinment. Foi quando o esporte se popularizou de vez, principalmente na América do Norte, e até hoje faz sucesso. Focada nesse público, estreia essa semana na Starzplay a sérieHeels’.

Jack (Stephen Amell) e Ace Spade (Alexander Ludwig) são irmãos e, juntos, lutam na DWL, a liga de wrestling da pequena cidade de Duffy. Desde que o pai deles se suicidou, Jack tenta levar o negócio adiante, responsável não só pela gerência quanto pela roteirização das lutas. E ele se contenta em interpretar o papel do vilão, afinal, é tudo teatro, e no fundo ele sabe que é um bom pai de família. Porém, quando a fama começa a subir na cabeça de Ace e ele ameaça deixar a DWL, Jack começa a se questionar qual a importância desse esporte na sua vida, uma vez que dedica todo o seu tempo à empresa e mal consegue pagar as contas.

Não é nenhuma surpresa dizer que ‘Heels’ é uma série totalmente focada no universo masculino, afinal, os homens dominaram a cena da luta-livre por décadas. Tal como outra série do gênero, ‘Sons of Anarchy’ (focada nos motoqueiros), ‘Heels’ mergulha na luta-livre mostrando o lado humano dos lutadores: seus bloqueios, ânsias, sonhos e inseguranças. Através da ficção, a criação de Michael Waldron mostra os homens por trás das máscaras e das fantasias, e a dedicação deles em entregar o melhor entretenimento para os fãs do esporte.

Assim sendo, é de se esperar, sim, que a série de Peter Segal tenha uma pegada machista, patriarcal e que trate as mulheres como objetos, afinal, se assim não fizesse estaria faltando com a realidade. Apesar disso, ‘Heels’ encontra espaço para também desenvolver as personagens femininas, mostrando o impacto que a vida de lutador causa nas mulheres que fazem parte desse universo: as esposas, as mães, as fãs, as namoradas, as que sonham também em lutar. O fato de ter incluído também o olhar feminino nesse universo é um dos maiores ganhos da série.

Dividida em oito episódios de uma hora de duração cada, a primeira temporada de ‘Heels’ tem uma pegada muito, mas muito rock ‘n roll. A parte dramática dos personagens é envolvente, mas são as cenas de luta que conquistam a gente. O público imerge totalmente naquela fantasia teatral, com direto a música do Kiss e ‘Ace of Spades’ do Motörhead na entrada dos irmãos Spade no ringue e muita firula nas encenações dos golpes. O espectador realmente se sente assistindo a tudo aquilo ao vivo, conquistando empatia imediata pelo bonzinho e pelo malvadão desde o primeiro episódio.

Heels’ é uma série recheada de testosterona e músculos, arrebatadora e que faz você maratonar os oito episódios de uma vez só. Stephen Amell e Alexander Ludwig abrilhantam a produção com muita intensidade e encabeçam esta que tem tudo para se tornar a mais nova série queridinha do universo masculino.

Simu Liu divulga intenso vídeo do seu treinamento para viver ‘Shang-Chi’

O ator Simu Liu divulgou um vídeo em suas redes sociais do seu intenso treinamento para interpretar Shang-Chi no Universo Cinematográfico da Marvel.

Confira:

“Parte da alegria de ser ator é o processo de se tornar um personagem. Seja com jazz, piano, sapateado ou arrebatando as pessoas, um artista habita o personagem e se entrega totalmente ao processo de transformação.

Atores asiáticos não apenas praticam kung fu; mas Shang-Chi sim. É apenas uma das muitas coisas que dão corpo à sua personalidade, mas é facilmente a mais desafiadora de uma perspectiva física. Isso significava que eu tinha que trabalhar. Muitas horas por dia, além de musculação e condicionamento com meu treinador, eram gastas para construir meu caráter. Movimento, velocidade e explosão eram fundamentais; não podíamos apenas construir músculos por causa do volume. A flexibilidade faltava muito e precisava ser esticada em uma sessão dolorosa após a outra. Aos poucos fui melhorando. Agora, estamos finalmente prontos para o lançamento deste filme.

Faça história conosco nesta sexta-feira; Eu prometo que você vai se surpreender.”, afirmou.

Crítica | Shang-Chi – Marvel acerta novamente com filme envolvente, emocionante e com cenas de ação IMPRESSIONANTES

Dirigido por Destin Daniel Cretton, o filme também conta com Awkwafina, Tony Chiu-Wai Leung, Michelle Yeoh, Florian Munteanu, Fala Chen e Ronny Chieng.

Shang-Chi é o filho de um globalista com base na China que criou e educou o descendente dele em um recluso complexo chinês, treinando artes marciais e adquirindo habilidades insuperáveis. Quando ele tem a chance de entrar em contato com o resto do mundo, logo percebe que seu pai não é o humanitário que dizia ser, vendo-se obrigado a se rebelar.

O filme estreia em 2 de setembro nos cinemas.

Drama baseado em fatos reais disponível na Netflix vai te EMOCIONAR!

Lançado em 2017, o drama ‘Somos Todos Iguais‘ chegou recentemente à grade de programação da Netflix e segue configurando na aba “em alta” do streaming, como sendo um dos títulos mais assistidos pelos assinantes no momento.

Baseado em fatos reais, a produção acompanha a dolorosa história do bem-sucedido negociante de arte Ron Hall e da sua esposa Debbie. Eles possuem uma vida perfeita, mas quando sua fé e sua família são postas à prova, uma ligação improvável com um mendigo os levará a uma admirável jornada que dará vida a uma duradoura e impressionante amizade.

Abordando temas como amor, fé e compaixão, o longa dirigido Michael Carney traz lições valiosas para vida, a partir de diálogos bem reflexivos e atuações impactantes.

Greg Kinnear, Djimon Hounsou, Renée Zellweger e Olivia Holt estrelam o drama, que conta com um roteiro assinado por Carney, Ron Hall e Alexander Foard.

Confira:

Crítica | Pedro Coelho 2: O Fugitivo – Uma deliciosa aventura que vai agradar a toda a família!

Lançado no Brasil em 2018, o filme infantilPedro Coelho’ fez imenso sucesso com a garotada. Não foi nenhuma surpresa quando a Sony anunciou que faria uma continuação da franquia que já seria aposta certa para a época da Páscoa. Porém, diferente do público adulto, a continuação no universo infantil prevê requisitos mais exigentes, não tanto (ou só) na história, mas especialmente no desenvolvimento da aventura. Foi esse o desafio muito bem realizado em ‘Pedro Coelho 2: O Fugitivo’, que chega esse final de semana nos cinemas brasileiros.

Bea (Rose Byrne) e Thomas (Domhall Gleeson) agora estão casados e vivem bem na fazenda, em harmonia com todos os animais, cada um pegando da horta aquilo de que precisa. Menos Thomas e Peter (na voz original de James Corden), pois o humano continua sendo muito duro com o coelho, cismado de que o propósito de sua existência é irritá-lo e destruir sua nova plantação de tomates. Quando Bea recebe uma irrecusável proposta de publicação em larga escala de seu livro baseado nos animais de seu quintal, Nigel (David Oyelowo), seu editor, tenta convencê-la a transformar Pedro em um personagem malvado, e isso atinge o pobre coelho, que passa a acreditar que é assim que os outros o veem e, por isso, acaba se envolvendo com uma turma barra pesada.

Inspirado novamente nos livros de Beatrix Potter (aliás, o nome da protagonista, Bea, é uma homenagem à autora), ‘Pedro Coelho 2: O Fugitivo’ é uma grande aventura do início ao fim. Diferentemente da maioria das produções infantis, o longa não se constrói calcado em algum moralismo ou lição de vida como pano de fundo – embora os valores inspiracionais estejam lá. Ao contrário, o enredo se desenrola com personagens bastante carismáticos, porém imperfeitos, dispostos a aprender com seus erros e enxergar que não precisam mudar para agradar a ninguém.

O roteiro de Patrick Burleigh e Will Gluck (que também dirigiu o longa) é recheado de situações fantabulosas que certamente irão agradar aos pequenos, com muita ação, bagunça e elementos facilmente reconhecível do universo da turminha. Mais que isso: as cenas irão agradar aos adultos também, especialmente as cenas na cidade, que se assemelham a filmes de gangster como ‘Magnatas do Crime’ e rola até mesmo uma homenagem a ‘Missão Impossível’. Não há dúvidas de que a pimpolhada irá se divertir com a comicidade dos bichinhos humanizados, porém os adultos também se surpreenderão dando boas gargalhadas com algumas situações absurdas em que a turminha se mete.

Os efeitos especiais estão absurdamente perfeitos em ‘Pedro Coelho 2: O Fugitivo’, a ponto de ser difícil não aceitar que o que vemos não são coelhos falantes de verdade, tamanha a perfeição da pelagem e das expressões. Outro ponto forte é a trilha sonora escolhida a dedo para refletir as emoções dos personagens, com especial destaque a – vejam só! – uma música do Green Day em um momento chave do longa. Quem diria, Green Day em filme infantil!

Divertido, carismático, engraçado e absurdo, ‘Pedro Coelho 2: O Fugitivo’ é um delicioso filme para ver em família. Com uma história centrada mais nos animais do que nos humanos, o filme hipnotiza o espectador desde a primeira cena até o pós-crédito. Depois de tantos adiamentos de seu lançamento, é uma aposta certeira para assistir nos cinemas com a garotada.

Crítica | Homem Onça – Chico Díaz estrela dolorido filme sobre privatizações nos anos 1990

Em meados dos anos 1990, com a enorme crise econômica que o Brasil enfrentava, duas medidas foram adotadas pelo então governo federal: a mudança e adoção de uma nova moeda nacional (o real) e o início da venda de instituições públicas, para, assim, ficarem sob a administração de empresas privadas – muitas das quais, multinacionais estrangeiras, sem qualquer interesse ou ligação com a cultura e a população brasileira. Sobre esse período desvalorizante, estreia essa semana nos cinemas o longa brasileiro ‘Homem Onça

Pedro (Chico Diaz) é pai da adolescente Rosa (Valentina Herszage) e possui um relacionamento estável com sua esposa, Sônia (Silvia Buarque). Ele é gerente da estatal Gás do Brasil, chefe de departamento, e se orgulha muito disso. Ou melhor: sua vida toda é isso. Até o dia que, de repente, a empresa pública é privatizada, e os novos donos passam a implementar diversas mudanças, como a demissão em massa dos funcionários e a aposentadoria mandatória. Pego de surpresa, aos poucos Pedro começa a perder sua própria identidade quando se vê obrigado a realizar procedimentos com os quais não concorda, para também não perder seu emprego. Mas, de que vale o trabalho, quando todo o patrimônio público se esvazia com a implementação da privatização e o indivíduo é tão facilmente descartado?

Escrito e dirigido por Vinícius Reis – com a colaboração de Flavia Castro e Felipe Barbosa – e inspirado livremente na história de vida do próprio pai do diretor, ‘Homem Onça’ parte de eventos reais – as privatizações – para falar do particular, de como esses eventos atingiram e ainda atingem profunda e irreversivelmente milhares de vidas de cidadãos brasileiros. Qualquer brasileiro com mais de trinta anos hoje tem alguma memória desse período, mas, apesar disso, poucas são as produções que se debruçaram sobre esse tema da história do país.

Construído de uma maneira metafórico-poética, por vezes o longa entra numa narrativa que não alcança o grande público, porém, esta escolha não prejudica a compreensão do filme, até porque o que conecta o espectador é o sentimento melancólico desesperado e de raiva contida do protagonista, que vê toda a sua vida ruir graças ao neoliberalismo capitalista. Para tal, ‘Homem Onça’ costura dois tempos narrativos: o presente, em que o desmoronamento social ocorre e causa verdadeiras feridas na alma e (literalmente) no corpo do protagonista, e num futuro, em que, cansado de toda essa desilusão, Pedro se recolhe no interior, no meio do mato, onde vive uma vida solta de amarras junto com seu primeiro grande amor, Lola (Bianca Byington).

Exibido este ano no 49º Festival de Gramado (que novamente teve o formato on-line), ‘Homem Onça’ traça diálogo direto com o momento atual do país. Através da ficção, ‘Homem Onça’ faz um tristíssimo e dolorido relato do início da era das privatizações no Brasil. Dessa forma, o longa presta um bom serviço à posteridade ao construir um retrato para as jovens e futuras gerações dizendo como as instituições públicas foram pouco a pouco sendo destituídas de suas autonomias.