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‘The 100’: Última temporada ganha data de estreia na Netflix

Os fãs da adorada série The 100podem comemorar, por a 7ª e última temporada da produção chega em breve na grade de programação da Netflix.

A leva final de episódios será lançada na plataforma de streaming na próxima quarta-feira, 01 de setembro.

No ciclo final, enquanto a anomalia revela sua verdadeira natureza, facções em guerra e novos perigos inimagináveis ​​ameaçam a missão de Clarke de finalmente estabelecer a paz.

Vale lembrar que as seis primeiras temporadas da série já estão disponíveis na Netflix.

Confira o trailer:

Criada por Jason Rothenberg, a série é baseada no livro homônimo da autora Kass Morgan.

A trama se inicia noventa e sete anos após uma guerra nuclear ter destruído a civilização, quando uma nave espacial que aloja os sobreviventes solitários da humanidade envia cem delinquentes juvenis de volta à Terra, na esperança de possivelmente repovoar o planeta.

O elenco inclui Eliza Taylor, Paige Turco, Bob Morley, Marie Avgeropoulos, Lindsey Morgan, Richard Harmon, Tasya Teles, Shannon Kook e Henry Ian Cusick.

‘Mulher-Maravilha 1984’: Patty Jenkins volta a criticar o lançamento do filme na HBO Max

A pandemia do COVID-19 afetou diversas produções de alto calibre do cinema – e Mulher-Maravilha 1984’ não ficou de fora dessa enorme lista. Em virtude da disseminação exponencial do vírus, o longa-metragem teve um lançamento limitado nos cinemas e, eventualmente, foi disponibilizado na HBO Max.

Agora, em uma recente aparição no CinemaCon 2021, a diretora Patty Jenkins desabafou sobre sua frustração de ver a produção estrear diretamente na plataforma de streaming, comentando também que essa decisão foi um dos fatores prejudiciais para o sucesso da obra (via WGTC).

“Foi prejudicial ao filme”, ela comentou. “Eu sabia que isso poderia acontecer. Não acho que funciona do mesmo jeito no streaming, nunca. Não sou fã do dia e da data [em lançamentos digitais], e espero que posso evitar isso para sempre”.

Apesar das críticas mistas e da fraca arrecadação, o produtor Charles Roven revelou que a produção já começou (via ComicBook.com).

“Estamos começando a preparar o filme. Estamos nos movendo em uma direção. É definitivamente algo que queremos filmar”, afirmou.

Vale lembrar que ‘Mulher-Maravilha 3‘ marcará o último filme da franquia com Jenkins e Gal Gadot.

Em entrevista à Variety, a atriz Gal Gadot falou sobre o trabalho no filme, afirmando que ela espera que ele resulte em “um belo encerramento”.

“Você quer ver um terceiro filme, eu quero ver um terceiro filme também, para ter ‘um belo encerramento’ para a franquia.”, afirmou.

Jenkins também confirmou que será seu último filme da franquia.

“Mulher-Marailha 1984 me deu a chance de fazer muitas das coisas que não consegui acomodar no primeiro filme. Eu estou tão feliz de poder contar a história de origem da Mulher-Maravilha. Foi quase como o seu nascimento, mas nós ainda não vimos do que ela é capaz. É empolgante para mim mostrá-la no ápice da sua força. Mas também é muito importante ela combater uma luta pessoal: Ela é uma deusa que tenta ajudar a humanidade. Ela não é só uma pessoa que luta contra o mal, ela tenta mostrar à pessoas más como elas podem melhorar. É um dilema interessante. O próximo filme (MM3) é meu último filme da Mulher-Maravilha, então eu preciso colocar tudo o que eu quero mostrar lá. Nós precisamos pensar cuidadosamente”. 

Você está empolgado para ‘Mulher-Maravilha 3‘?

Assista à nossa crítica de ‘Mulher-Maravilha 1984‘:

Crítica | ‘Mulher-Maravilha 1984’ é ainda mais FANTÁSTICO que o primeiro filme

Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?

O elenco também conta com Chris PineKristen WiigPedro Pascal.

‘Kevin Can F**k Himself’ é renovada para a 2ª temporada

A AMC renovou oficialmente a comédia ‘Kevin Can F**k Himself‘ para a 2ª temporada.

Oito episódios foram encomendados para o próximo ciclo, que estreará em 2022.

A primeira temporada já está disponível na Amazon Prime!

A série foi criada por Valerie Armstrong.

A trama explora a vida secreta de uma mulher que todos nós crescemos assistindo: a esposa da sitcom. Uma beleza emparelhada com um marido menos atraente, desprestigiado e parecido com um homem das cavernas que pode ser um porque ela é uma nag e ele é engraçado. Nossa série parece quebrar a convenção de televisão e perguntar como é o mundo através dos olhos dela? Alternando entre o realismo de câmera única e o zaniness multi-câmera, os formatos estarão constantemente informando uns aos outros enquanto perguntamos o que acontece quando esse personagem coadjuvante é apresentado como uma pessoa real? E se essa pessoa estiver chateada?

Annie Murphy (‘Schitt’s Creek’) estrela a produção. O elenco ainda conta com Mary Hollis Inboden, Eric Petersen, Alex Bonifer, Brian Howe e Raymond Lee.

James Bond não ganhará série de TV pela Amazon, afirmam produtores

O aguardado filme 007 – Sem Tempo para Morrer‘ marcará o fim da jornada de Daniel Craig nas telonas como James Bond e muito se especula a respeito do futuro do espião após o lançamento da sequência.

E em uma entrevista exclusiva à revista Total Film, os produtores da saga cinematográfica comentaram sobre os possíveis planos do futuro para o personagem.

E ao serem questionados a respeito da possibilidade das histórias de James Bond migrarem paras telinhas no formato de série de TV, Michael G. Wilson e Barbara Broccoli foram categóricos ao dizer que não aprovam a ideia e caso a Amazon apresente essa alternativa, eles continuarão com a mesma resposta: Não.

Para Broccoli:

“Ainda é um ‘não’. Nós fazemos filmes. Fazemos filmes para o cinema. É isso o que fazemos”.

Wilson complementou seu raciocínio, afirmando:

“Nós estamos resistindo a esse convite há 60 anos”. 

Ao longo do bate papo, a dupla de produtores ainda refletiu sobre o fim da jornada de Craig como o herói de ação:

“É difícil pensar no futuro até que este filme tenha seu momento. Acho que realmente queremos comemorar isso e celebrar Daniel, e quando a poeira baixar, aí olharemos para a paisagem e descobriremos como será o futuro. Embora eu ache que uma coisa que certamente aprendemos nos últimos 18 meses é que você nunca sabe como será o futuro. Portanto, temos que sentar e pensar sobre isso”. 

A estreia está prevista exclusivamente nos cinemas no dia 30 de Setembro no Brasil.

O filme recentemente teve sua première mundial confirmada para 28 de setembro em Londres, que contará com a presença de Daniel Craig e dos produtores do filme. 

007 – Sem Tempo Para Morrer‘ contou com um orçamento de cerca de US$ 250 milhões.  

Assista ao trailer:

Na trama, o agente secreto britânico está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica, depois de ter deixado o serviço ativo. No entanto, sua paz está com os dias contados, já que uma nova missão lhe é dada.

Dirigido por Cary Joji Fukunaga (Beasts of No Nation e True Detective), ‘007 – Sem Tempo Para Morrer‘ traz também o retorno de Ralph Fiennes, Naomie Harris, Rory Kinnear, Léa Seydoux, Ben Whishaw e Jeffrey Wright ao elenco e ainda apresenta Ana de Armas, Dali Benssalah, David Dencik, Lashana Lynch, Billy Magnussen e Rami Malek.

 

 

‘Downton Abbey 2’: Sequência ganha título e logo oficiais; Confira!

Universal Pictures divulgou hoje (26) o logo e o título oficiais da sequência Downton Abbey 2’, que está programado para estrear no dia 18 de março de 2022.

O novo filme ficará conhecido como Downton Abbey 2: Uma Nova Era’.

Confira:

De acordo com o criador da série, Julian Fellowes, todo o elenco original retornará, com quatro novas adições: Hugh Dancy (‘Hannibal’), Dominic West (‘The Affair’), Laura Haddock (‘Os Demônios de Da Vinci’) e a atriz francesa Nathalie Baye.

Seus papéis estão sendo mantidos em segredo, assim como a trama do novo filme.

Simon Curtis (‘Meu Amigo Enzo’) será responsável pela direção.

Fellowes voltará a escrever o roteiro do novo filme.

“Não há nada melhor do que estar em casa para os feriados e não podemos imaginar um presente melhor do que nos reunirmos com Julian, [o produtor] Gareth Neame e toda a família Downton em 2021 para trazermos os Crawleys de volta aos fãs,” afirmou Peter Kujawski, presidente da Focus Features.

O filme original foi um grande sucesso, arrecadando quase US$ 200 milhões mundialmente.

‘Sexta-Feira 13’: Adrienne King retorna como a Alice em filme feito por fã; Confira na íntegra!

Enquanto a franquia ‘Sexta-Feira 13‘ está presa em uma batalha na justiça, os fãs continuam desenvolvendo filmes independentes.

Dirigido por James Sweet, o longa amador ‘Jason Rising‘ traz o retorno de Adrienne King como a sobrevivente Alice Hardy, protagonista do primeiro filme que foi inesperadamente assassinada pelo Jason na cena de abertura da sequência.

Confira na íntegra:

James Sweet e Vincente DiSanti (diretor de ‘Never Hike Alone‘) são responsáveis pelo roteiro.

Na trama, um grupo de policiais está em busca de três fugitivos. Após descobrirem que a perseguição os levou ao terreno amaldiçoado de Crystal Lake, eles logo percebem que estão na mira do lendário assassino Jason Voorhees (Dan Kyle) e sua mãe enlouquecida. Quem pode enfrentar a Pamela Voorhees (Alyxandria McCormack) morta-viva? Alguém com uma vingança pessoal…

O elenco ainda conta com Kyle Vahan, Anna Campbell, Jason Reynolds, Jerry Bell Jr., Lisa Sorenson, Jennie Vaughn e Elizabeth Garrett.

‘Salem – A Hora do Vampiro’: Ator de ‘Os Estranhos 2’ estrelará adaptação do livro de Stephen King

De acordo com o THR, Lewis Pullman (‘Os Estranhos – Caçada Noturna’) irá estrelar a nova adaptação de ‘Salem – A Hora do Vampiro‘, clássico romance de terror escrito por Stephen King em 1975.

O ator interpretará Ben Masters, um homem que retorna para sua cidade natal, Jerusalem’s Lot, em busca de inspiração para o seu próximo livro – apenas para descobrir que os moradores estão sendo atacados por um vampiro, levando-o a se unir com um grupo de sobreviventes para enfrentar a presença maligna.

Gary Dauberman (‘Annabelle 3: De Volta para Casa’) foi contratado para escrever e dirigir.

James WanRoy LeeMark Wolper entram como produtores.

Publicado em 1975, o romance de King é centrado em um autor que retorna para sua cidade natal para escrever sobre uma mansão abandonada – apenas para descobrir que ela tem um novo dono misterioso que veio da Europa. Enquanto em visita, ele percebe que os habitantes da cidade estão sendo transformados em vampiros, unindo-se com um grupo para lutar contra os sugadores de sangue.

O livro foi previamente adaptado para as telinhas em 1979, com direção de Tobe Hooper. Em 1987, Larry Cohen comandou a sequência. Em 2004, a TNT lançou uma minissérie dividida em duas partes, estrelada por Rob Lowe.

Dauberman é conhecido por seu trabalho como roteirista da franquia Annabelle‘It – A Coisa’.

Ele também assinou a história de ‘A Freira’, e as produções das quais participou geraram mais de US$2 bilhões para a New Line Cinema e a Warner Bros.

Crítica | Apelativa, preguiçosa e previsível, ‘American Horror Stories’ é um grande erro de Ryan Murphy

Que Ryan Murphy é incapaz de tirar qualquer tempo para respirar e dar uma pausa na carreira, já sabemos. O prolífico e exaltado realizador é dono de um número gigantesco de produções originais que incluem as famosas antologias American Horror Story e ‘American Crime Story’, bem como o drama musical adolescente ‘Glee’ e minissérie como ‘Ratched’ e ‘Halston’. E é claro que, em plena pandemia, Murphy faria o possível para nos deixar bastante ocupados com inúmeros títulos chamativos – incluindo o ambicioso spin-off American Horror Stories.

Ambientada no universo de ‘AHS’, a série derivada prometia expandir as inúmeras histórias arrepiantes apresentadas ao longo de mais de uma década, trazendo narrativas similares e bastante diferentes das que estávamos acostumados, mas nunca abandonando a premissa bizarra e tenebrosa que Murphy e Brad Falchuk, seu parceiro de longa data, arquitetaram em um passado não muito distante. Com sete breves episódios, a produção demonstrava potencial enorme para ser divertida e envolvente de seu modo único, mas o resultado foi extremamente aquém do esperado e deu vida a uma investida pedante, previsível e sem um mínimo elemento que valesse a pena – transformando a experiência em uma exaustiva viagem sem destino e sem propósito.

Construir histórias de terror não é uma tarefa fácil – ainda mais quando consideramos que, desde os primórdios do cinema, tais enredos sempre caíram no gosto popular e foram explorados ad nauseam por realizadores das mais diversas escolas artísticas. O gênero, eventualmente, tornou-se um escape ideal que subverteu a si próprio em ramificações como o giallo, o slasher, o thriller e tantos outros – caindo em uma mediocridade repetitiva e frustrante que estenderia consequências até os dias de hoje (com exceções bastante interessantes que partem de uma premissa metafórica, crítica e psicológica). E, apesar da melhor das intenções, o mesmo acontece com American Horror Stories, desde a primeira cena de abertura do episódio piloto à desmotivada season finale.

Murphy e Falchuk já deixaram bem claro que têm um apreço significativo e afadigoso pelo cenário em que tudo começou – a infame Casa dos Assassinatos (Murder House). Além de ser referenciada em quase todas as temporadas, a perigosa e complexa construção apareceu em ‘Hotel’, ‘Apocalypse’ e, como se não bastasse, em três episódios do spin-off. Os dois primeiros funcionam como complemento um do outro, pegando ideias já utilizadas no ciclo de estreia e talhando uma inversão de papéis centrada na psicótica personalidade de Scarlett (Sierra McCormick), que se muda com os pais para o casarão em questão e encontra uma roupa de látex que a transforma na Mulher de Borracha – lançando-a em uma matança desenfreada e um envolvimento tão tóxico quanto o relacionamento de Tate e Violet com a problemática Ruby (Kaia Gerber); capítulos mais tarde, os personagens retornam às telinhas dentro de uma vazia metalinguagem que sai de nenhum lugar a lugar nenhum, como se tivesse sido pensada às pressas.

A verdade é que nem mesmo um elenco de peso consegue salvar o desânimo contagiante de um roteiro cru e sem vida. Nenhum dos episódios é digno o suficiente de entrar para o envolvente panteão que os criadores outrora nos apresentaram, emergindo como ideias descartadas e sem qualquer indício de capricho – salvo os instigantes créditos de abertura (os únicos pontos altos da temporada). Billy Lourd se entrega o máximo que pode ao papel da traumatizada Liv em “BA’AL”, cuja fraca mitologia desconstrói uma das figuras mais famosas do paganismo em prol de algo que emula pifiamente o estilo camp de ‘Creepshow’; Aaron Tveit, Tiffany Dupont e Cody Fern conseguem roubar a cena no rip-off amalgamado de ‘Pânico na Floresta’ e ‘Abismo do Medo’, apesar da conclusão ser óbvia demais para ser levada a sério; e Danny Trejo se sujeita a um Papai Noel serial killer risível em “The Naughty List”, um dos piores episódios televisivos das últimas décadas.

Fora a evidente temática que une as iterações, nem mesmo a estética se mostra coesa o suficiente para nos lembrar de que estamos assistindo a uma antologia; pelo contrário, há uma espécie de fragmentação estilística que afasta os episódios uns dos outros e cria pequenos filmes que tentam ser maiores do que conseguem e, quando ousam para uma originalidade que simplesmente não existe, tropeçam em um ridículo exagero. Nem Murphy e Falchuk querem “sujar as mãos” com a bola de neve que criaram, cedendo espaço para um inconsistente Manny Coto e para diretores que só querem terminar o que começaram, como Loni Peristere – o que engraçado, considerando o trabalho excepcional que fizeram em outras séries. A verdade é que cada parte do processo criativo falhou em um aspecto determinante, gestando um “monstro de Frankenstein” em esteroides.

American Horror Stories é, de longe, um dos piores títulos da carreira de Murphy – e isso levando em conta o monótono drama coming-of-age ‘Comer, Rezar, Amar’. Apagada por narrativas muito mais envolventes de um universo exuberante, a série derivada desperdiçou um potencial gigantesco em uma repetição exacerbada de temas que já cansamos de ver.

‘Cobra Kai’ é renovada para a 5ª temporada

Netflix renovou oficialmente a série ‘Cobra Kai‘ para a 5ª temporada.

Apesar do quarto ciclo não ser lançado até dezembro, as filmagens da quinta temporada estão programadas para começarem nos próximos meses, em Atlanta.

Além da renovação, também foi anunciado que Vanessa Rubio e Peyton List foram promovidas ao elenco regular.

Em entrevista ao TVLine, o showrunner Josh Heald declarou: “Nós ainda temos muita história para contar. Já temos muitas temporadas mapeadas antes de começarmos a concluir a história.”

Confira o teaser da 4ª temporada:

Vale lembrar que as outras três temporadas já estão disponíveis na Netflix.

COBRA KAI se passa 30 anos depois do Torneio de All Valley de 1984, com a continuação do inevitável conflito entre Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka).

Na terceira temporada, estão todos aturdidos após a violenta briga entre os dois dojos na escola, que deixou Miguel gravemente ferido. Enquanto Daniel revisita o passado à procura de respostas e Johnny busca redenção, Kreese manipula ainda mais seus vulneráveis alunos com suas ideias de dominação. A alma do Vale está em jogo, assim como o destino de todos os alunos e senseis.

Além de Ralph MacchioWilliam Zabka, o elenco conta com Courtney Henggeler, Xolo Maridueña, Tanner Buchanan, Mary Mouser e Jacob Bertrand.

‘MALIGNO’: Terror de James Wan ganha novas imagens oficiais; Confira!

O terror ‘Maligno‘, filme dirigido pelo lendário James Wan (‘Invocação do Mal’), ganhou novas imagens oficiais.

Confira:

Lembrando que o filme estreia nos cinemas nacionais em 9 de setembro.

Com roteiro de Wan, Ingrid Bisu e Akela Cooper, a história gira em torno de Madison (Annabelle Wallis), uma mulher que continua tendo visões terríveis de assassinatos que estão realmente acontecendo. Mais do que isso, tudo indica que os crimes foram cometidos por seu amigo imaginário de infância.

O terror irá se afastar da temática sobrenatural e dará lugar a uma trama de investigação e suspense, aos moldes do subgênero Giallo Film, que surgiram na Itália e serviram de modelo para slashers como ‘Pânico‘ e ‘Halloween‘.

O elenco ainda conta com Maddie HassonMckenna Grace, Jake AbelGeorge YoungIngrid BisuMichole Briana White e Jacqueline McKenzie.

Rio de Janeiro exigirá comprovante de vacinação para entrada em cinemas e teatros

O decreto, entretanto, não abrange bares, restaurantes, lojas e shopping. Esses locais permanecem com entrada livre, desde que respeitem as medidas de distanciamento social, em vigor desde o ano passado.

Vale lembrar que a cidade de São Paulo também decretou a adoção do comprovante de vacinação para aqueles que desejam entrar em estabelecimentos de uso comum.

Crítica | Halsey entrega o melhor álbum da carreira com o incrível e politizado ‘If I Can’t Have Love, I Want Power’

Halsey, alter-ego artístico de Ashley Nicolette Frangipane, começou sua carreira há pouco tempo, com o lançamento do adorado Badlands, ainda em 2015. Ascendendo ao patamar de popstar pouco depois com vendas avassaladoras e uma crescente legião de fãs, a cantora e compositora migrou do indie pop ao pop e ao electro-pop com facilidade invejável e se consagrou como um dos símbolos da nova geração da música. Depois de deixar sua marca no cenário alternativo e no mainstream, Halsey seguiu em frente com um novo e ambicioso projeto intitulado ‘If I Can’t Have Love, I Want Power’, um álbum visual que se tornou um dos títulos mais antecipados de 2021. E, felizmente, tanta espera valeu muito a pena, visto que a obra emerge ao patamar de uma das melhores dos últimos anos.

Apesar do pouco material promocional divulgado – e isso não inclui qualquer single divulgado -, a artista chamou nossa atenção com a exibição da belíssima capa do CD, em que posava ao lado do filho recém-nascido em um cenário ressoante a ‘Game of Thrones’ e às pinturas renascentistas. Pouco depois, confirmou a produção de um filme que estrearia nos cinemas em IMAX, com a prévia de uma faixa que, até então, não havia visto a luz do dia. E nesta última sexta-feira, os fãs foram agraciados com o début do álbum, que conta com 13 faixas originais e que adota um tom assumidamente político e crítico em seu cerne, tratando de temas como feminismo, misoginia, disparidade de gênero e as mazelas do patriarcado tradicionalismo. Aliadas a um amadurecimento ideológico, as faixas são envolventes pela estrutura dissonante e pela ousadia fonográfica que se afasta dos preceitos mercadológicos e nos infunde com reflexões sobre a própria sociedade.

A grande surpresa, como já mencionado, vem com a profunda densidade da arquitetura que criou. Se no passado Halsey aproveitava os elementos mais populares para dar suas características, aqui ela adota uma persona única e que não tem medo de arriscar. Como ela própria citou através do Instagram, o álbum é um produto conceitual que analisa as dicotomias da sociedade, as “alegrias e os horrores da gravidez e da maternidade”, “a dicotomia entre a Madona e a Prostituta”, em um mundo regido pela fragilidade emblemática dos homens e pela necessidade de controlar o corpo e o pensamento das mulheres. É nesse escopo que partimos para a faixa de abertura, “The Tradition”, cuja pungente narrativa é acompanhada de um afiado e épico refrão, guiado pelo mote “peça perdão, nunca permissão” – um início bastante forte para o que se tornaria o disco de sua carreira.

A performer poderia muito bem resvalar nas superficiais fórmulas declamativas e dizer obviedades risíveis – mas não é isso o que ela faz. Halsey apostou suas fichas em histórias românticas e arromânticas, aqui ela abandona o que já explorou para uma amálgama ao mesmo tempo nostálgica e contemporânea, experimentando como nunca sem perder a mão de uma produção irretocável. Encarnando uma de suas musas, a lendária Dolores O’Riordan, vê-se seu apreço pelo peso dramático e explosivo do grunge e do hard rock em “Easier than Lying”, por exemplo, num hino de empoderamento digna da nossa atenção; em “Girl is a Gun”, as guitarras são colocadas de lado em prol da exaltação do hyperpop e do PC music, cortesia principalmente de outros dois produtores que emprestam suas habilidades para mais uma incursão de tirar o fôlego: Atticus Ross e Trent Reznor.

A dupla ganhou reconhecimento após trabalhar no aclamado longa-metragem ‘A Rede Social’, que já dava os primeiros sinais de uma nova era para a música eletrônica – algo que seria explorado com mais força por A.G. Cook, Charli XCX e SOPHIE, por exemplo. Ano passado, se envolveram com um projeto totalmente diferente, a animação ‘Soul’, apresentando um novo lado do jazz e do blues – e tanta experiência teve enorme impacto em suas carreiras, considerando as obras-primas que produziram com ‘If I Can’t Have Love, I Want Power’. Nenhuma peça da engrenagem se encaixa uma a outra, e essa é a beleza do álbum: não saber o que nos aguarda para a próxima música e, no final das contas, abrir uma caixinha de surpresas com uma mixtape exuberante, sonoramente colorida e incansavelmente excêntrica.

Os esforços de cada um dos artistas gera frutos track a track. “1121” se afasta das investidas anteriores e abre espaço para a potência ecoante do synth-pop em uma balada desconstruída que fala sobre abandono e sobre as consequências de um amor que não foi conforme o esperado; a mesma atmosfera aparece incrementada com “I am not a woman, I’m a god”, que pega referências das construções frenéticas de Robyn e de Arcade Fire; “Ya’aburnee” toma uma direção diferente do esperado, desde o críptico título árabe até o sólido alicerce causado pelo baixo, finalizando essa sensorial e cinemática aventura com os melancólicos versos “querido, você vai me enterrar, antes que eu enterre você”.

Halsey, em 2021, não apenas entregou o melhor álbum de sua carreira, movido pela pureza da angústia sentimental perante o mundo, mas também uma das mais proveitosas e singelas do ano – quiçá da década. Nada pôde nos preparar para o confessional tom que o disco adotaria e, eventualmente, esse é o seu maior bem.

Nota por faixa:

1. The Tradition – 5/5
2. Bells in Santa Fe – 5/5
3. Easier than Lying – 5/5
4. Lilith – 4,5/5
5. Girl is a Gun – 5/5
6. You asked for this – 4,5/5
7. Darling – 4,5/5
8. 1121 – 5/5
9. honey – 5/5
10. Whispers – 4,5/5
11. I am not a woman, I’m a god – 4,5/5
12. The Lighthouse – 4/5
13. Ya’aburnee – 5/5

Os 10 MELHORES Filmes Originais da Netflix de 2021 (Até o Momento)

Netflix é indiscutivelmente um dos pilares da indústria audiovisual do mundo na atualidade. Surgida como locadora, transformada em plataforma de streaming quando o conceito ainda engatinhava, a empresa trilhou seu caminho de pioneirismo para vir a se tornar a dominante e mais tradicional num mercado que, hoje, abriga diversas outras companhias visando se estabelecer. E como era de se esperar, com o mercado super aquecido para este tipo de serviço, hoje a Netflix enfrenta a concorrência pesada de rivais como a Amazon, a Disney+ e a HBO Max.

Antes da pandemia, discutia-se a legitimidade de estúdios como a Netflix adentrando premiações tradicionalistas como o Oscar. Após a pandemia, tal discussão tornou-se inútil, com as plataformas de streaming sendo o único caminho numa época de salas de cinema ainda não funcionando como antes. A Netflix naturalmente começou a investir também em suas próprias produções, como citado, muitas chegando até a maior noite para a sétima arte: os prêmios da Academia de cinema. Para além de obras prestigiadas pelos maiores prêmios do cinema, dentre centenas de produções anuais, também temos obras super elogiadas pelos críticos e adoradas pelos fãs, que se tornam verdadeiras preciosidades.

Pensando nisso, nesta nova matéria resolvemos homenagear os filmes originais da Netflix mais elogiados pelos fãs e pelos críticos. O ano de 2021 ainda não chegou ao fim, mas já tivemos o prazer de assistir à algumas obras bastante memoráveis que prometem ficar na imaginação do público por um bom tempo – ou quem sabe para sempre. Aqui, para esta matéria, levamos em conta o somatório das avaliações da imprensa no Rotten Tomatoes, mas também as notas do público no Rotten e no IMDB. Portanto, confira abaixo os 10 Melhores Filmes Originais da Netflix em 2021 (até o momento) e não esqueça de comentar apontando os seus.

Leia também: Os 10 PIORES Filmes Originais da Netflix de 2021 (Até o Momento)

10) Rua do Medo: 1994 – Parte 1

Provando que a Netflix também faz muita coisa boa, começamos a lista com uma das apostas mais criativas da empresa para o ano de 2021 e que rendeu um belíssimo resultado para a plataforma. Especialmente direcionado para o público mais jovem e para os aficionados por terror (apesar de ser bem intenso e violento), a trilogia Rua do Medo é baseada numa série de livros de sucesso e pegou os fãs de Stranger Things em cheio. O primeiro da trilogia, com uma pegada Pânico passada nos anos 1990, conquistou 83% de aprovação dos críticos, que o definiram como “um início promissor da trilogia, que honra seu material fonte com bastante apelo de slasher retrô”. O público foi menos generoso com uma média em torno de 6.3 de aprovação.

09) Bad Trip

A Netflix também gosta de experimentar com gêneros e estilos de produções. Aqui, a plataforma investe nas infames “câmeras escondidas” para pegadinhas, mas com uma narrativa, no estilo Borat e Vovô Sem Vergonha. A “história” acompanha dois melhores amigos em viagem de carro pelas estradas dos EUA – aprontando com espectadores incautos. Com uma avaliação de 77% de aprovação, os críticos o definiram como “engenhosas pegadinhas de câmera escondida que sempre acertam surpreendendo seus alvos, Bad Trip se revela na verdade uma viagem inspiradora”. O público desta vez igualmente abraçou o longa, garantindo-lhe uma média de 6.8 de aprovação.

08) Alma de Cowboy

Este tem tudo para ser um dos grandes anos da carreira do talentoso Idris Elba. Em cartaz nos cinemas brasileiros com o sucesso de crítica O Esquadrão Suicida, o ator ainda verá outro lançamento na Netflix este ano, o aguardado faroeste com atores negros Vingança & Castigo, a ser lançado em 3 de novembro. Por enquanto ficamos com este drama que o coloca para atuar com o menino “prata da casa” Caleb McLaughlin – o Lucas de Stranger Things. Na trama, o rapaz vive o filho de Elba descobrindo um mundo de caubóis urbanos. Com 80% de aprovação da imprensa, os especialistas o definiram como “bem atuado e uma direção sólida, uma história à moda antiga sobre pai e filho que apresenta uma parte pouco vista da cultura americana”. O público o avaliou com 7.1 de aprovação.

07) Oxigênio

Um dos preferidos do ano na Netflix para o público brasileiro, esta ficção científica é um destes filmes passados em um único ambiente com um único ator. Quem comanda o show é a francesa Mélanie Laurent, que vive uma mulher acordando em uma câmara criogênica, precisando correr contra o tempo para sair dela antes que seu ar acabe. Com 88% de aprovação, os especialistas o definiram como “um suspense que precisa ser visto pelos fãs de ficção científica”. Os fãs garantiram uma média de 7.4 de aprovação.

06) Em Busca de ‘Ohana

Em sexto lugar temos esta aventura para toda a família que celebra a cultura havaiana em grande estilo. Na trama, dois adolescentes criados no Brooklyn, em Nova York, recebem a oportunidade definitiva de se reconectarem à sua hereditariedade havaiana ao descobrirem um mapa para um tesouro – no melhor estilo Os Goonies. Com 85% de aprovação, os críticos disseram que “embora pareça familiar, o filme diverge dos demais onde mais precisa, dono de muito coração e homenageando a cultura havaiana”. Os fãs chegaram junto com 83% de aprovação.

05) Pieces of a Woman

Aqui chegamos à metade da lista, com um drama dilacerador indicado ao Oscar de melhor atriz para a protagonista Vanessa Kirby. No filme, a atriz britânica interpreta uma mulher decidida a dar à luz de forma natural em casa – quando o parto dá errado começa a sua luta para encontrar um possível culpado enquanto se afunda na depressão. Um filme muito impactante. Com 75% de aprovação dos críticos, que o definem como “o desempenho de Vanessa Kirby cria um pungente retrato da dor”. Os fãs foram ainda mais longe dando uma aprovação maior do que os críticos para o filme, com 85% de avaliação.

04) Rua do Medo: 1666 – Parte 3

Aqui temos mais uma parte da trilogia Rua do Medo no ranking dos melhores filmes originais da Netflix em 2021. Este é o encerramento da trilogia, que para os fãs é o segundo melhor dos filmes. Aqui, voltamos ao passado para a origem da maldição da bruxa, num filme que remete aos verdadeiros clássicos do gênero. Com impressionantes 90% de aprovação, os críticos disseram que “o último filme encerra a trilogia com uma escandalosa nota alta”. Com uma avaliação um pouco menor do público, o filme garantiu 78% de aprovação. É seguro dizer que a Netflix teve o aval para continuar a série literária nas telas.

03) A Escavação

O ano de 2021 começou com ótimos dramas no acervo da Netflix. Após Pieces of a Woman, temos também na lista, numa posição ainda mais alta, um dos melhores longas adultos dos últimos tempos. A plataforma investe em todo tipo de filme para todo tipo de público, desde a garotada que curte Rua do Medo, até os mais velhos que irão se deliciar com este drama de época protagonizado por Carey Mulligan e Ralph Fiennes. A obra retrata a história de amizade entre uma rica herdeira (Mulligan) e um escavador profissional (Fiennes), ao descobrirem um bem histórico muito valioso em sua propriedade. Com 87% de aprovação, os críticos o definiram como “performances belas e equivalentes da dupla protagonista, o filme transborda com um tesouro na forma de um drama de época”. Os fãs chegaram junto com uma aprovação de 7.8.

02) Rua do Medo: 1978 – Parte 2

Aqui encerramos a trilogia com a parte 2, o mais bem avaliado pelos fãs e críticos. O filme é protagonizado desta vez por outra “prata da casa da Netflix”, a ruivinha Sadie Sink – a Max de Stranger Things. Desta vez voltamos para a década de 1970 e para os filmes slasher raiz passados em acampamentos de verão. Com 88% de aprovação, os críticos o definiram como “uma esperta e subversiva reviravolta nos filmes slasher, mostra que o acampamento de verão nunca foi tão assustador graças às atuações do elenco”. Os fãs chegam junto garantindo 81% de aprovação. A Netflix com certeza não perderá tempo em confeccionar novos episódios da Rua do Medo.

01) O Tigre Branco

Pegando carona no hype do sucesso Parasita, vencedor do Oscar, a Netflix criou uma história similar para chamar de sua, trocando o cenário da Coreia do Sul para a Índia – embora o longa seja baseado num livro. Na trama, um rapaz indiano de origem humilde é escolhido para trabalhar para a família mais rica e influente de sua cidade. Eles também são poderosos desprezíveis que se consideram acima do bem e do mal. No local, o humilde jovem irá aprender as artimanhas com seus patrões sem escrúpulos. O Tigre Branco realmente impressionou os críticos com 91% de aprovação, que o definiram como “bem atuado e belissimamente produzido, destila a força de seu material fonte na forma de um drama sombrio, porém, muito atraente”. Os fãs também adoraram com 80% de aprovação.

EXCLUSIVO: Saiba em qual STREAMING será lançada a série ‘Chucky’, baseada em ‘Brinquedo Assassino’

Muitos leitores do CinePOP nos enviaram mensagens questionando aonde será lançada a série ‘Chucky‘, baseada na clássica franquia ‘Brinquedo Assassino‘, que nos EUA estreia no SyFy.

O Star+ divulgou com EXCLUSIVIDADE ao CinePOP que ficará responsável pelo lançamento da série no Brasil.

O Star+ é o novo streaming da Disney, e chega ao Brasil dia 31 de Agosto.

A série, porém, ainda não tem previsão de lançamento por aqui. Nos EUA, a série estreia dia 12 de outubro.

Confira teasers e posters:

A série foi criada por Don Mancini.

Brad Dourif volta a dublar o boneco assassino. A produção ainda conta com o retorno de Fiona Dourif (‘O Culto de Chucky’) e Jennifer Tilly, além de introduzir os novatos Devon Sawa (‘Premonição’), Zackary Arthur (‘Transparent’), Barbara Alyn Woods (‘One Tree Hill’), Lexa Doig (‘Jason X’), Teo Briones (‘Ratched’), Bjorgvin Arnarson (‘PEN15’) e Alyvia Alyn Lind.

Depois de um clássico boneco Chucky aparece em uma venda de usados num bairro suburbano, uma idílica cidade dos Estados Unidos é jogada no caos após uma série de assassinatos terríveis exporem as hipocrisias e os segredos de seus habitantes. Enquanto isso, a chegada de inimigos – e de aliados – do passado de Chucky ameaça expor a verdade por trás das mortes, bem como as origens do boneco demoníaco.

Em entrevista ao Syfy Wire, Mancini deu novos detalhes sobre a série, revelando que o icônico vilão terá um objetivo diferente na nova produção.

“Com essa série, nossa missão é preservar o clima tenso do filme original. Mas, ao mesmo tempo, continuar expandindo a trama que nós construímos no decorrer dos sete filmes que lançamos nos últimos 30 anos. Acho que os fãs irão amar os novos personagens que nós introduzimos na produção e também o retorno de outros personagens conhecidos. Não será apenas o Chucky, mas também teremos o retorno de outros personagens que os fãs querem voltar a ver. Há uma boa chance deles aparecerem.”

Ele completa: “acho que as pessoas vão achar interessante que o Chucky irá implementar suas habilidades. É importante dar ao Chucky novas armas, estratégias, objetivos e alvos. O personagem terá um objetivo diferente na série – algo nunca visto anteriormente.” 

‘Homem-Aranha 3’: Teoria diz que [SPOILER] está se passando pelo Dr. Estranho na sequência; Confira!

Desde que foi lançado o trailer de ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘, os fãs estão suspeitando que o Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) mostrado na prévia não é o verdadeiro Mago Supremo.

Alguns acreditam que pode ser o demônio Mefisto disfarçado a fim de embaralhar o Multiverso, mas uma nova teoria aponta que é o Mysterio (Jake Gyllenhaal) se passando por Strange.

Como o personagem é um mestre em criar ilusões, existe a possibilidade de que ele forjou sua própria morte para poder se vingar de Peter Parker (Tom Holland) de forma mais adequada.

Dessa forma, incriminar Peter seria apenas o primeiro passo de seu plano.

Como os fãs se lembram, ele afirmou no filme anterior que era de uma outra Terra, mas ainda que isso seja mentira, a menção do Multiverso mostra que ele tinha conhecimento sobre o assunto.

E, apesar do trailer indicar que Strange é quem estava realizando uma magia bem elaborada, o erro que causa a abertura do Multiverso vem intrigando o público por Strange jamais seria tão imprudente.

De qualquer forma, há uma cena do trailer em que o Mago expulsa o espírito de Peter de seu corpo… Mas é possível que o verdadeiro Strange dê as caras depois de descobrir que sua identidade estava sendo usada por Mysterio.

Por enquanto, tudo isso não passa de teoria, então teremos que aguardar até que o filme seja lançado.

Lembrando que ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ chegará aos cinemas nacionais em 16 de dezembro.

E aí, quais são suas apostas?

Assista ao trailer:

Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

Trama de ‘John Wick 4’ levará Keanu Reeves para três países; Saiba quais!

A CinemaCon foi realizada entre 23 e 26 de agosto e trouxe diversas novidades disponibilizadas pelos principais estúdios de Hollywood.

E, de acordo com o jornalista Aaron Couch (The Hollywood Reporter), o painel da Warner Bros revelou que as gravações de ‘John Wick 4‘ estão sendo realizadas no Japão, na Alemanha e na França.

A informação foi divulgada no Twitter de Couch.

Confira:

“Atualização #JohnWick4: Keanu está filmando no Japão, Alemanha e França enquanto conversamos aqui na #CinemaCon.”

Os três primeiros filmes foram ambientadas principalmente na área da cidade de Nova York, mas a história mostrou Wick viajando pelo mundo em sua jornada de vingança.

No segundo título, ele leva a ação à Roma por um breve período, e no 3º ele foge para o Marrocos.

Agora resta aguardar para saber como e por que ele vai passar pelo Japão, Alemanha e França.

Lembrando que Donnie Yen, Shamier Anderson, Bill Skarsgård, Hiroyuki Sanada, Scott Adkins e Clancy Brown foram adicionados ao elenco, então Wick deve enfrentar algum deles em sua jornada ou contar com sua ajuda.

A sequência também trará o retorno de Laurence Fishburne como Rei dos Mendigos, Lance Reddick como Charon, o concierge do Hotel Continental Hotel e Ian McShane como seu empresário Winston.

Embora os detalhes da sequência esteja em segredo, o filme anterior terminou com Wick (Reeves) sendo baleado por Winston, que aparentemente o trai em fidelidade à Alta Cúpula.

Então a continuação mostrará os desdobramentos desta reviravolta.

Há algumas semanas, Skarsgård conversou com o Collider sobre o que podemos esperar do próximo filme da aclamada fanquia e disse que se papel na produção será diferente de tudo o que fez até agora.

“Tenho [em minha mente], por um longo tempo, que quero tentar ser o mais versátil possível, seja numa mistura de gêneros ou interpretando vários personagens diferentes”, ele comentou. “Eu, na verdade, acabei de terminar um filme de terror, mas sinto que esse gênero é algo que fiz bastante. Gostaria de fazer comédia ou ação. Gostaria de fazer o que eu puder. E acho que essa é a chave da longevidade nesse negócio, além de ter uma carreira divertida onde posso dizer: ‘consigo fazer várias coisas diferentes’, para não ficar limitado num rótulo, que acontece o tempo todo”.

John Wick 4’ também conta com a volta de Keanu ReevesLaurence Fishburne e Lance Reddick e Ian McShane, além da adição de Bill Skarsgård (‘It: A Coisa’), Rina SawayamaDonnie Yen (‘Rogue One: Uma História Star Wars’), Shamier Anderson (‘Passageiro Acidental’), Hiroyuki Sanada (‘Mortal Kombat’), Scott Adkins (‘Implacável’) e Marko Zaror (‘Alita: Anjo de Combate’).

Confira a primeira imagem de bastidores abaixo:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 26 de maio de 2022.

Chad Stahelski volta a dirigir e prometeu um filme à altura da franquia:

“Estamos satisfeitos com as sequências de ação e nós não queremos perder isso. Eu quero ser um diretor melhor, mas isso não quer dizer que a sequência terá menos ação,” afirmou.

O 3ª filme da franquia, ‘John Wick: Parabellum‘, se tornou um sucesso nas bilheterias, arrecadando US$ 326,7 milhões mundialmente – com um orçamento de US$ 75 milhões. 

Vídeo reúne todas as mortes de ‘John Wick: Um Novo Dia Para Matar’

‘Missão Impossível 7’: Cena divulgada revela o retorno de personagem do primeiro filme [SPOILER]

O painel do aguardado filme ‘Missão Impossível 7‘ foi marcado por grande novidades, com a divulgação de um vídeo de 10 minutos com cenas dos bastidores da sequência. 

O material apresentado ainda revelou o retorno inesperado do veterano ator Henry Czerny, que volta para o vindouro filme no papel de Kittridge, 25 anos depois da sua última aparição.

Essa será a primeira vez que o astro aparece na franquia desde sua participação no primeiro longa da saga, lançado em 1996. 

E segundo o portal Screen Rant, os materiais apresentados revelam cenas de ação perigosíssimas, com também Czerny surgindo como Kittridge, trajando uma máscara de gás. 

Cary Elwes é visto em um escritório, sendo essa sua primeira aparição na franquia. Em outras tomadas, Tom Cruise e Hayley Atwell aparecem em um trem, com as roupas da personagem da atriz pegando fogo, enquanto Ethan Hunt (Cruise) tenta ajudá-la a apagar as chamas. Esai Morales também surge de maneira rápida como o vilão. 

O elenco do novo filme conta com o retorno de Tom CruiseRebecca FergusonSimon Pegg, Ving Rhames, Vanessa Kirby e Angela Bassett.

A sequência também marca a estreia das estrelas da Marvel Pom Klementieff e Hayley Atwell na franquia.

Recentemente, foi anunciado que Rob Delaney (‘Deadpool 2’), Charles Parnell (‘Top Gun: Maverick’), Indira Varma (‘Game of Thrones’), Mark Gatiss (‘Sherlock’) e Cary Elwes (‘Stranger Things’) se juntaram ao elenco.

A produção de ‘Missão: Impossível 8‘ começará logo após Cruise concluir as tarefas promocionais de ‘Top Gun: Maverick‘.

O próximo filme chega aos cinemas em 26 de maio de 2022.

Halsey lança ‘If I Can’t Have Love, I Want Power’, seu quarto álbum de estúdio; Ouça!

A cantora e compositora Halsey lançou hoje (27) seu quarto álbum oficial de estúdio, intitulado ‘If I Can’t Have Love, I Want Power’.

Ouça:

Lembrando que o álbum é acompanhado de um filme, dirigido por Colin Tilley e com roteiro da própria Halsey.

O lançamento da experiência cinematográfica está marcada para o dia 03 de agosto.

O álbum conta com a produção de Trent ReznorAtticus Ross, vencedores do Oscar de Melhor Trilha Sonora Original pela animação ‘Soul’.

Halsey fez sua estreia no mundo da música com Badlands, em 2015. Desde então, lançou mais dois álbuns: Hopeless Fountain Kingdom (2017) e o elogiado Manic (2020), ambos ganhando elogios por parte da crítica especializada. Vendendo mais de um milhão de álbuns e recebendo mais de 6 bilhões de streamings apenas nos Estados Unidos, a artista já foi indicada duas vezes para o Grammy e já levou para casa quatro Billboard Music Awards.

Halsey divulga novo clipe oficial do álbum visual ‘If I Can’t Have Love, I Want Power’; Confira!

A cantora e compositora Halsey lançou hoje (27), juntamente ao álbum homônimo, um novo clipe oficial do filme ‘If I Can’t Have Love, I Want Power’.

Confira:

O longa é dirigido Colin Tilley e com roteiro da própria Halsey.

O lançamento da experiência cinematográfica está marcada para o dia 03 de agosto.

O álbum conta com a produção de Trent ReznorAtticus Ross, vencedores do Oscar de Melhor Trilha Sonora Original pela animação ‘Soul’.

Halsey fez sua estreia no mundo da música com Badlands, em 2015. Desde então, lançou mais dois álbuns: Hopeless Fountain Kingdom (2017) e o elogiado Manic (2020), ambos ganhando elogios por parte da crítica especializada. Vendendo mais de um milhão de álbuns e recebendo mais de 6 bilhões de streamings apenas nos Estados Unidos, a artista já foi indicada duas vezes para o Grammy e já levou para casa quatro Billboard Music Awards.

‘Kevin Can F**k Himself’: Série com atriz de ‘Schitt’s Creek’ já está disponível no Amazon Prime Video

A nova série que mistura drama com sátira, ‘Kevin Can F**k Himself‘, já está disponível na plataforma do Amazon Prime Video.

A produção é estrelada Annie Murphy, mais conhecida por protagonizar a aclamada série ‘Schitt’s Creek‘.

Confira o trailer:

A nova comédia dramática visa fazer uma crítica social, mostrando que as esposas de sitcoms são muito mais do que caricaturas irritantes ou tiradas cômicas de pouca importância. A série trará uma perspectiva mais sombria e densa, regada por um humor bem pesado.

Na trama, Murphy interpreta Allison, a submissa esposa do escandaloso Kevin McRoberts (Eric Petersen), que começa a se libertar do molde de dona de casa impecável e perfeita e sairá em uma nova jornada de autodescoberta, que não envolva o seu marido.

Mary Hollis InbodenAlex BoniferBrian HoweRaymond Lee completam o elenco.

Kevin Can F**k Himself‘ foi criada por Valerie Armstrong e conta com a produção executiva da atriz Rashida Jones.