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Mudaram a origem dos poderes da ‘Ms. Marvel’? Entenda a POLÊMICA!

Diferentemente de suas outras produções, que costumam criar um hype até para lançamento de trailers, o primeiro trailer de Ms. Marvel chegou à internet meio de surpresa, e logo dividiu opiniões dentre os fãs.

Apesar de contar com muitos elementos retirados diretamente dos quadrinhos, principalmente no que envolve o núcleo de coadjuvantes da jovem Kamala Khan (Iman Vellani), o trailer confirmou um temor antigo dos fãs acerca de uma mudança importante num dos aspectos mais marcantes da personagem: seus poderes.

Criada em agosto de 2013, Kamala foi concebida como uma pré-adolescente de Nova Jersey que amava fazer fanfics, era fanática por super-heróis e sofria bullying, principalmente por conta de sua descendência paquistanesa. Esses aspectos fizeram dela um verdadeiro sucesso entre a juventude da época e só ganhou mais fãs conforme foi desenvolvendo sua jornada de super-heroína.

Nos quadrinhos, ela ganha seus poderes após entrar em contato com uma Névoa Terrígena, uma fumaça liberada pelos cristais terrígenos que não afetam as pessoas que não tenham gene inumano. No caso de Kamala, que tinha genes Inumanos adormecidos, ela ganhou a capacidade de esticar seu corpo e alterar completamente sua aparência. Assustada, ela acaba assumindo a aparência de sua super-heroína favorita, a Capitã Marvel, e assim começa sua vida no mundo dos heróis.

Com o tempo, ela vai conhecendo e interagindo com seus ídolos, mas mesmo sendo capaz de coisas fantásticas, a menina segue com as inseguranças normais da idade. Nesse ponto, as mudanças corporais e todas as bizarrices pelas quais o corpo passa nessa idade são representadas nos próprios poderes da Ms. Marvel. Uma das coisas mais legais da personagem nos quadrinhos é como sua jornada de aceitação como super-heroína e como pessoa caminham lado a lado, fazendo analogias incríveis. É estranho ver a Kamala com essas mãozonas? É, mas tudo bem. Crescer é estranho. Faz parte.

Na série, porém, seus poderes de expansão e transformação corporal parecem ter sido deixados de lado. O boato de que Kamala teria novas habilidades surgiram em 2021, quando o diretor da produção, Bilall Fallah, compartilhou a primeira arte conceitual da protagonista, que mostrava ela com seu uniforme e com o punho envolvido por um tipo de energia roxa.

Na época, que coincidiu com os anúncios do novo Quarteto Fantástico, os fãs especularam que tal mudança seria para evitar confusões com Reed Richards, o Senhor Fantástico, que tem os poderes elásticos como uma de suas marcas registradas. Porém, até que ponto isso faria algum tipo de sentido? Porque ter personagens com poderes parecidos nunca foi um problema no MCU. Caso contrário, o Máquina de Combate (Don Cheadle), o Soldado Invernal (Sebastian Stan) e A Poderosa Thor (Natalie Portman) jamais deveriam aparecer nos filmes e séries.

Pelo que indica o trailer, seus poderes agora virão de braceletes que expelem uma energia roxa capaz de criar armas de impacto, mais ou menos como o anel do Lanterna Verde. Ainda não se sabe se a origem inumana da personagem será mantida, já que os personagens chegaram a ser introduzidos no MCU em uma época na qual os X-Men pareciam um sonho distante. Para piorar, a série Inumanos foi um fracasso tão grande, que nem faz mais parte do cânone do Universo Cinematográfico Marvel.

Ou seja, existe a possibilidade que essa mudança de poderes esteja ligada a um possível apagamento da franquia desse universo. Por outro lado, pode ser que eles mantenham a origem inumana da personagem e só esteja usando essa primeira temporada como um teste de aceitação da Kamala. Dessa forma, talvez justifiquem esse bracelete como um canalizador dos poderes inumanos da personagem, uma herança de família para controlar suas habilidades até que ela saiba como usar plenamente seus novos poderes. É possível.

Fato é que essa primeira impressão deixada pelo trailer não foi exatamente positiva para todo mundo. Não só porque os poderes, parte importante de sua personalidade, aparentemente foram mudados, mas também pelo clima da série, que parece tentar replicar aquela trama batida de filme adolescente dos anos 80, tipo A Vingança dos Nerds.

Isso porque outra parte importante da personagem nas HQs é sua representatividade. Sua origem e tradições paquistanesas são parte fundamental de Kamala Khan, que é mais alvo de bullying pelo preconceito do que por seus gostos adolescentes. No trailer, ele aparece sendo alvo de piadas por ser nerd, por usas camisas de heróis. Apesar de ser engraçadinho, preocupou os fãs. Será um tiro no pé se trocarem a dificuldade de aceitação por conta do preconceito por um simples bullying de “nerdices”. Há também uma preocupação de que a religiosidade da personagem não seja tratada de forma respeitosa, funcionando quase como um empecilho para a jornada de Kamala Khan na série.

Seja como for, por enquanto, isso é quase tudo especulação. Então, vale esperar até 8 de junho de 2022, quando a série começará a ser exibida no Disney+.

Crítica | Sentença – Intensa Série de Suspense Policial no Prime Video

Um dos gêneros que mais tem crescido dentre o público brasileiro é o do thriller policial, muito por conta da proximidade com a nossa própria realidade. Talvez a gente simplesmente goste dessa tênue linha que separa a ficção da realidade e que parece ser bem mais fina aqui no Brasil, razão pela qual as plataformas de streaming e de tv aberta andam investindo um bocado em produções desse gênero. E a mais nova representante desse quesito é a sérieSentença’, novo lançamento de excelência do Prime Video.

Heloísa Luz (Camila Morgado) é uma advogada de porta de cadeia de extrema competência, dessas que faz a promotoria parecer despreparada na frente de qualquer juiz. Certo dia um caso muito peculiar chega às suas mãos, pedindo especificamente por ela: o caso da Incendiária (Lena Roque), uma mulher que colocou fogo em um policial que entrou em sua casa e cujas imagens foram filmadas por um casal de adolescentes que casualmente estava gravando uma live na laje. Em paralelo, a saúde da mãe de Heloísa, Carolina (Clara Carvalho), que está presa, começa a se deteriorar muito rapidamente, o que obrigará a advogada a considerar tomar decisões não tão ortodoxas assim.

Dividido em seis episódios com cerca de cinquenta minutos cada, ‘Sentença’ é uma série brasileira muito bem escrita e ainda mais bem executada. O roteiro, escrito em bastante sintonia a muitas mãos – Francine Barbosa, Luíza Fazio, Paula Knudsen, Davi Kolb, Cássio Koshikumo, Maria Shu, Janaína Tokitaka – abre a série com uma sequência que fisga o espectador de imediato: a do crime, em que dois jovens brincam de gravar dancinha na laje a acabam não só filmando, mas sendo testemunhas-chave de um homicídio bárbaro. Os minutos iniciais da história mostram o impacto que conduzirá o espectador ao longo do enredo, e o que encontramos ao fim do último episódio é um projeto bem elaborado, coeso e bastante honesto acerca do universo advocatício brasileiro, com seus xeque-mate que nem sempre são tão idôneos.

Não passa despercebido o fato de além da protagonista de ‘Sentença’ ser uma mulher (interpretada por outra mulher forte), também o bastidor é conduzido pelo punho mulheril: as diretoras Anahí Berneri e Marina Meliande, e as cinco supracitadas roteiristas são a pulsão empática certa para se produzir uma história de uma protagonista feminina que foi pensada por uma equipe que vislumbra de dentro a rotina, as dificuldades e o universo dessa personagem. É assim que chegamos à vida dessa protagonista que, supercompetente no que faz, ainda encontra tempo e disposição para cuidar e acompanhar o filho e para fazer sexo com seu marido (mesmo que algumas dessas cenas tenham sido inseridas de maneira meio solta, quebrando o ritmo da trama).

Séria e bem realizada, ‘Sentença’ é uma série de thriller policial advocatício que finca seu lugar numa vertente de gênero majoritariamente ocupada por personagens e tramas masculinos. Camila Morgado, com sua experiência e entrega dramatúrgica, confere à personagem profundidade, carisma e bastante intensidade. ‘Sentença’ é uma ótima série, dessas para ver de uma sentada só.

‘The Silence’: Terror da Netflix estilo ‘Um Lugar Silencioso’ ganha cartaz; Confira

A Netflix divulgou o cartaz do terror ‘The Silence‘, que parece ser uma mistura entre ‘Um Lugar Silencioso‘ e ‘Bird Box‘.

Confira com o trailer:

Dirigido por John R. Leonetti (‘Annabelle‘), o longa é baseado no livro homônimo escrito por Tim Lebbon.

O mundo é atacado por terríveis criaturas assassinas atraídas pelo som. Ally Andrews (Shipka), uma jovem de 16 anos que perdeu a audição alguns anos antes, parte em busca de refúgio ao lado de sua família. Na jornada, eles se deparam com um culto sinistro cujos membros estão determinados a explorar os sentidos aguçados de Ally.

O elenco conta com Stanley Tucci, Kiernan Shipka, Miranda Otto, John Corbett, Kate Trotter e Kyle Breitkopf.

The Silence‘ será lançado na plataforma no dia 10 de abril.

Nova série de Ryan Murphy mostrará a ‘Hollywood’ dos anos 40

Ryan Murphy é um dos criadores com maior número de produções da indústria do entretenimento contemporânea: além de estar encarregado da nova série da NetflixThe Politician, o roteirista e diretor também retorna ainda este ano para a nona temporada da antologia American Horror Story e, em breve, comandará o terceiro ciclo do aclamado drama Pose.

Mas isso não é tudo: em recente entrevista ao Collider, Murphy revelou que já está trabalhando numa nova série intitulada Hollywood, cujas gravações começam ainda este mês. Mesmo com alguns meses até a produção começar, o protagonista já foi escalado e será vivido pela sensação da Broadway, Jeremy Pope (‘The View Upstairs’).

Descrevendo o show como “uma carta de amor para a Era de Ouro de Tinseltown”, Pope será um jovem gay aspirante a escritor na década de 1940 em Hollywood.

Espera-se que outros colaboradores recorrentes de Murphy participem do elenco, incluindo Darren Criss (American Crime Story), Dylan McDermott (American Horror Story), Jim Parsons (The Normal Heart), David Corenswet (The Politician) e Joe Mantello (The Normal Heart). Patti LuPoneHolland Taylor (ambos de Pose) também fazem aprte da equipe.

Rock HudsonSpencer Tracy, duas lendas do cinema e da televisão, estão em negociações para estrelar. A Netflix, qeu ficará a encargo da exibição, não fez declarações oficiais.

Ian Brennan, outro frequente colaborador de Murphy, co-criou a série.

Pope fez sua estreia nos palcos com ‘Choir Boy’, peça na qual dá vida a um rapaz que lida com sua sexualidade e identidade. Ele também participou do musical ‘Ain’t Too Proud: The Life and Times of the Temptations’, encarnando Eddie Kendricks (membro-fundador do grupo Motown). Ele foi indicado ao Tony pelos dois papéis em questão.

Hollywood deve estrear em maio de 2020 na plataforma.

‘Espiral – O Legado de Jogos Mortais’ ganha classificação indicativa para maiores

‘Espiral – O Legado de Jogos Mortais promete fornecer uma nova perspectiva à clássica franquia que se iniciou em 2004 e se transformou em uma das maiores sagas gore do cinema contemporâneo.

Agora, o longa ganhou sua classificação indicativa oficial: Rated-R, ou seja, para maiores de 18 anos. Segundo o ComicBook.com, a decisão foi feita devido a “sequências medonhas de violência sanguinária e tortura, linguagem penetrante, algumas referências sexuais e breve uso de drogas”.

Criada em 2004, a franquia ganha reboot e volta às telonas após hiato de 2 anos, quando aconteceu o último lançamento: ‘Jogos Mortais: Jigsaw‘.

Darren Lynn Bousman fica encarregado da direção, enquanto Josh StolbergPete Goldfinger assinam o roteiro.

Uma sádica e genial mente dá início a uma distorcida forma de justiça em ‘Espiral’, o novo capítulo assustador de Jogos Mortais. Trabalhando na sombra de um estimado e veterano policial, o Detetive Ezekiel “Zeke” Banks e seu novo parceiro se encarregam de investigar uma série de assassinatos bizarros, reminiscentes do passado sombrio da cidade. Mergulhando num mistério mais profundo do que parece, Zeke se vê no centro de um jogo mórbido.

Samuel L. JacksonChris RockMax Minghella estrelam o longa.

A estreia acontece dia 15 de maio de 2020.

‘Star Trek: Lower Decks’: Série animada da CBS ganha novas imagens promocionais; Confira!

CBS divulgou novas imagens oficiais de Star Trek: Lower Decks’, série animada do famoso panteão intergaláctico.

Além disso, a emissora divulgou o título oficial dos quatro primeiros episódios: “Second Contact”“Envoys”“Temporal Edict”“Moist Vessel”.

Confira:

A animação irá estrear no dia 6 de agosto.

A série foi criada por Mike McMahan (‘Rick and Morty‘).

A trama será ambientada em 2380 e irá focar na equipe de apoio de uma importante nave da Frota Estelar.

O elenco conta com Tawny Newsome, Jack Quaid, Eugene Cordero e Noël Wells.

Vale lembrar que a produção já foi renovada para a 2ª temporada.

‘Minha Intuição’: Documentário sobre ‘Frozen 2’ ganha trailer legendado e cartaz oficial; Confira!

Disney+ divulgou o trailer e o cartaz oficiais de Minha Intuição: Nos Bastidores de Frozen 2, documentário original que nos leva para detrás das câmeras de uma das animações de maior sucesso da história.

Confira:

A série será composta por 06 episódios e tem estreia marcada para o dia 08 de janeiro na plataforma de streaming.

A sequência foi lançada em 2019 e alcançou números espetacular de bilheteria, arrecadando US$1,45 bilhão a partir de um orçamento de US$150 milhões‘Frozen 2’ foi indicado à categoria de Melhor Canção Original no Oscar 2020 por “Into the Unknown”.

Relembre o trailer:

‘Espiral – O Legado de Jogos Mortais’ ganha novo cartaz INCRÍVEL; Confira!

O terror ‘Espiral – O Legado de Jogos Mortais‘, próximo capítulo da icônico franquia ‘Jogos Mortais‘, ganhou um novo cartaz oficial mexicano.

Confira:

Criada em 2004, a franquia ganha reboot e volta às telonas após hiato de 2 anos, quando aconteceu o último lançamento: ‘Jogos Mortais: Jigsaw‘.

Darren Lynn Bousman fica encarregado da direção, enquanto Josh StolbergPete Goldfinger assinam o roteiro.

Uma sádica e genial mente dá início a uma distorcida forma de justiça em ‘Espiral’, o novo capítulo assustador de Jogos Mortais. Trabalhando na sombra de um estimado e veterano policial, o Detetive Ezekiel “Zeke” Banks e seu novo parceiro se encarregam de investigar uma série de assassinatos bizarros, reminiscentes do passado sombrio da cidade. Mergulhando num mistério mais profundo do que parece, Zeke se vê no centro de um jogo mórbido.

Samuel L. JacksonChris RockMax Minghella estrelam o longa.

O filme será lançado nos cinemas americanos no dia 14 de maio de 2021. Sem previsão no Brasil.

‘O Mandaloriano’: Fã recria o figurino dos Mon Calamari em nova postagem; Confira!

Um fato bastante curioso e bizarro tomou conta do Twitter nas últimas horas – envolvendo a aclamada série ‘O Mandaloriano’, o panteão Star Wars e a espécie conhecida como Mon Calamari, cujo maior representante é o Almirante Ackbar, da trilogia original.

Através da rede social em questão, o usuário @lightreyber percebeu que, na seção de roupas masculinas do site da Amazon, havia um suéter recriado minuciosamente da série do Disney+, que pertencia a um trabalhador das docas dos Mon Calamari. Entretanto, eles não foram os primeiros a descobrirem isso, visto que o produto já tinha uma crítica publicada que dizia: “o suéter é perfeito para me deixar quente e seco durante meu trabalho nas frias e úmidas docas aqui na lua de Trask. Eu também fiquei bastante surpreso para ver que funciona como alta costura, também!”.

Confira:

Lembrando que a 3ª temporada da série deve estrear apenas no ano que vem.

O Mandaloriano e a Criança continuam sua jornada, enfrentando inimigos e fazendo aliados, enquanto viajam pela perigosa galáxia na era após a queda do Império Galáctico.

Pedro Pascal, Gina Carano, Carl Weathers e Giancarlo Esposito estrelam. Entre os diretores da nova temporada estão: Jon Favreau, Dave Filoni, Bryce Dallas Howard, Rick Famuyiwa, Weathers, Peyton Reed e Robert Rodriguez.

‘I Want You Back’: Charlie Day e Jenny Slate estampam pôster e imagens oficiais da nova rom-com do Prime Video; Confira!

Depois do trailer, o Prime Video divulgou imagens promocionais e um novo cartaz oficial de ‘I Want You Back‘, comédia romântica estrelada por Charlie DayJenny Slate.

A produção tem estreia agendada para o dia 11 de fevereiro de 2022 na plataforma de streaming.

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O elenco também conta com Clark Backo, Manny JacintoGina RodriguezScott Eastwood, Jami GertzJordan CarlosMidori FrancisMason GoodingIsabel MayLuke David Blumm

Jason Orley (‘Big Time Adolescence’) entra como diretor.

A história é centrada em Emma (Slate) e Peter (Day), que acreditavam estar no precipício de um dos maiores momentos de usa vida – casamento, crianças e casas no subúrbio -, até seus respectivos parceiros os largarem. Não apenas isso, mas eles também falharam em seguir em frente. Sem quaisquer prospectos e sob a ameaça de morrerem sozinhos, Emma e Peter criam um plano desesperado para acabar com o relacionamento de seus ex-namorados e conquistá-los de volta.

Isaac AptakerElizabeth Berger, responsável pelos sucessos This Is Us e ‘Love, Victor’, assinam o roteiro e entram como produtores.

‘Pânico 6’: Gale Weathers pode nunca morrer na franquia, revela Courteney Cox

Pânico 6 já é uma realidade e, enquanto detalhes sobre a sequência não são revelados, sabemos que diversos nomes do filme anterior irão retornar – e a veterana Courteney Cox reprisará pela sexta vez seu papel como a icônica Gale Weathers.

Agora, em uma recente entrevista à Variety, Cox comentou sobre a volta da personagem e disse que pode ser que Gale nunca morra.

“Eu não morri, então, sim, você me verá”, a atriz disse. “Gale é bem forte. Pode ser que ela nunca [morra], mas quem sabe!”.

Ambientada em Nova York, a trama do próximo filme seguirá os quatro sobreviventes do massacre mais recente do Ghostface enquanto eles deixam Woodsboro pra trás para iniciar um novo capítulo em suas vidas.

Melissa Barrera (Sam), Jasmin Savoy Brown (Mindy), Mason Gooding (Chad) e Jenna Ortega (Tara) irão retornar, assim como Hayden Panettiere (Kirby) e Cox (Gale Weathers).

O elenco ainda contará com Dermot Mulroney (‘Sobrenatural: A Origem’), Jack Champion (‘Avatar: O Caminho da Água’), Liana Liberato (‘Se Eu Ficar’), Devyn Nekoda (‘Ghostwriter’), Josh Segarra (‘Arrow’) e Henry Czerny (‘Casamento Sangrento’).

Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, que comandaram o quinto filme, irão retornar à direção do longa, cujo roteiro é assinado por James Vanderbilt e Guy Busick.

Pânico 6‘ está programado para estrear no dia 31 de março de 2023.

‘Duna: A Irmandade’: Série derivada perde co-showrunner pouco depois das gravações começarem

Pouco depois das gravações de Duna: A Irmandade’ (Dune: The Sisterhood), série derivada da adaptação de Denis Villeneuve, finalmente começarem, a produção da HBO Max sofreu uma grande perda.

Segundo o Deadline, a criadora, roteirista e co-showrunner do spin-offDiane Ademu-John, saiu do projeto. Ela permanecerá envolvida criativamente na pré-sequência como produtora executiva, mas focará em outros assuntos.

Alison Schapker será a única showrunner responsável pela série.

Lembrando que as gravações tiveram início no último dia 22 de novembro, trazendo o vencedor do Emmy Johan Renck no comando dos dois primeiros episódios.

Emily WatsonShirley Henderson e Indira Varma estrelam a produção. Travis Fimmel (‘Vikings’), Sarah-Sofie Boussnina (‘A Colônia’), Shalom Brune-Franklin (‘O Turista’), Faoileann Cunningham (‘O Homem do Norte’), Aoife Hinds (‘Normal People’) e Chloe Lea (‘Foundation’) também fazem parte do elenco.

A história de ‘Duna: A Irmandade‘ se passa 10 mil anos antes dos eventos do filme, abordando duas irmãs Harkonnen entre os perigos e disputas políticas da saga espacial. A origem da irmandade Bene Gesserit também será explorada.

Por enquanto, a série ainda não tem previsão de lançamento.

Lembrando que o primeiro filme, que já tem a sequência confirmada, está disponível no catálogo da HBO Max!

Crítica | Duna – Denis Villeneuve corresponde às expectativas?

O MELHOR filme de ação de 2023 até agora estreia na Netflix; Veja as reações!

O melhor filme de ação de 2023 já chegou ao catálogo da Netflix – e já está fazendo sucesso entre os internautas.

Intitulado Agente Infiltrado (‘AKA’, no original), o longa é comandado por Morgan S. Dalibert (‘Bala Perdida’) e gira em torno de um homem enfrenta um dilema moral depois de se infiltrar em um grupo criminoso. A situação piora quando o filho do chefe, um garoto de oito anos, entra na jogada.

Nas redes sociais, os fãs rasgaram elogios para a produção e recomendaram o título para qualquer um que esteja procurando uma diversão na plataforma de streaming.

Confira algumas das reações:

Dalibert também assina o roteiro ao lado de Alban Lenoir.

Lenoir, Éric CantonaThibault de MontalembertSveva AlvitiSaïdou CamaraLucille GuillaumeKevin LaynePhilippe RésimontNathalie Odzierejko estrelam.

Negociações para acabar com a greve dos ATORES em Hollywood devem continuar neste fim de semana; Saiba mais!

De acordo com uma declaração oficial do Sindicato de Atores dos Estados Unidos (SAG-AFTRA), as negociações por melhores condições de trabalho com a AMPTP (Aliança de Produtores de Cinema e TV) devem continuar neste próximo fim de semana (via ComicBook.com).

Ambas as partes passaram por barganhas nesta última semana. Agora, as propostas e os acordos devem continuar a partir de sexta-feira, 06 de outubro, através de trabalhos internos em cada organização. O diálogo entre as duas organizações retornarão nesta segunda-feira, 09 de outubro.

“Para os nossos membros do SAG-AFTRA: concluímos as negociações de hoje com a AMPTP e continuaremos nesta sexta, 06 de outubro”, diz a mensagem. “As partes continuarão trabalhando internamente no fim de semana, retornando na segunda, 09 de outubro. Por favor, continuem nas linhas de frente ou em outras atividades de greve. Um dia maior. Um dia mais fortes. Dure o quanto durar”.

Essa notícia chega após a AMPTP ter alcançado um acordo com o WGA (Sindicato dos Roteiristas de Hollywood) para encerrar a greve dos roteiristas, trazendo alívio para a indústria do entretenimento.

A expectativa é que as negociações entre o SAG-AFTRA e a AMPTP resolvam as questões pendentes e permitam que Hollywood retome suas atividades normais após quase cinco meses de paralisação.

Em 63 anos, é a primeira vez que ambas as categorias se juntaram em uma paralisação.

Os roteiristas se queixavam dos vencimentos corroídos pela inflação e também pediam proteção contra a concorrência crescente da inteligência artificial.

Os atores também reivindicam a regulamentação da IA e pedem um aumento nos chamados ganhos residuais, decorrentes de suas participações em filmes antigos e séries disponíveis nas plataformas digitais.

‘A Primeira Profecia’: Vídeo nos leva aos BASTIDORES do aguardado terror; Confira!

A Primeira Profecia, prequel do clássico terror lançado em 1976, A Profecia, teve um novo vídeo promocional divulgado exclusivamente pelo Collider – nos levando aos bastidores do longa-metragem.

Confira:

O filme teve uma exibição especial em Los Angeles, EUA e, após a sessão, os espectadores recorreram às redes sociais para compartilhar suas impressões, descrevendo o filme como “literalmente de tirar o fôlego!”.

“Na trama, quando uma jovem americana é enviada para Roma para começar uma nova vida em serviço à igreja, ela encontra uma escuridão que a faz questionar sua própria fé e descobre uma aterrorizante conspiração que envolve o nascimento do mal incarnado”.

De maneira geral, as primeiras reações ao filme foram positivas, com os internautas elogiando as performances e a premissa “totalmente arrepiante”. Alguns espectadores também apreciaram os elementos clássicos de horror do filme, afirmando que ele é um “retorno aos filmes de terror dos anos 70”.

Confira algumas das reações:

“Não estou exagerando ao dizer que A Primeira Profecia é surpreendente. Não deixe de assistir a este filme. O que ele faz para honrar seus predecessores e adicionar ao mito é fascinante. A Primeira Profecia abre caminho para o futuro e todas as suas possibilidades.”

“Todo o elenco está completamente comprometido aqui, mas Nell Tiger Free domina a tela. A intensidade física que ela transmite em A Primeira Profecia é visceral. O que é mais marcante – para o bem ou para o mal – é o quão oportuna e atemporal é a motivação predominante para o horror aqui”.

“A versão de 1976 de A Primeira Profecia teve algumas cenas arrepiantes e controversas, e A Primeira Profecia eleva o nível. O filme é um prelúdio digno do original. A Primeira Profecia é assustador, sombrio e perturbador. Há uma cena em particular que certamente dará o que falar”.

“Eu esperaria um horror tão implacavelmente macabro de um pequeno estúdio, não da 20th Century. Gráfico, sinistro e com uma homenagem prolongada a Possessão.”

A Primeira Profecia me deixou atônito. Uma análise incrivelmente reflexiva e impactante do abuso sexual na Igreja Católica, ao mesmo tempo, em que mantém a tensão do filme original. Este é o horror religioso que eu estava esperando. Esquisitamente repulsivo.”

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 4 de abril.

 

Arkasha Stevenson (‘Vingança Sabor Cereja’) é responsável pela direção. A cineasta reescreveu o roteiro ao lado do seu parceiro Tim Smith, que também serve como produtor executivo através da Phantom Four.

O elenco conta com Nell Tiger FreeTawfeek BarhomSonia BragaRalph InesonBill Nighy.

A primeira versão do roteiro foi escrita por ChadCarey Hayes (‘Invocação do Mal’).

O filme original foi lançado em 1976 e girou em torno de um casal cujo primeiro filho morreu pouco depois de nascer. Os pais, então, resolveram adotar uma criança órfã – mas uma série de eventos bizarros circundando Damien levou os dois a questionarem a origem do garotinho (e eventualmente a descobrirem que ele é o próprio Anticristo).

O sucesso da obra rendeu nada menos que três sequênciasum remake, além de uma série baseada no filme original.

‘Pânico VI’, sequência com Melissa Barrera e Jenna Ortega, estreia em novo streaming; Saiba qual!

‘Pânico VI’ se tornou um grande sucesso de crítica e de bilheteria quando chegou aos cinemas no começo de 2023 e, agora, já está disponível no catálogo da Netflix.

O longa-metragem foi lançado na plataforma de streaming no último dia 03 de setembro.

Relembre o trailer:

Crítica | ‘Pânico VI’ é um espetáculo gore e um dos melhores filmes da franquia

O terror acompanha os quatro sobreviventes do recente massacre de Ghostface: Sam, Tara, Chad e Mindy. O grupo decide se mudar de Woodsboro para recomeçar em uma nova cidade. No entanto, em pouco tempo, os quatro se tornam alvo de um novo serial killer mascarado.

Melissa Barrera (Sam), Jenna Ortega (Tara), Hayden Panettiere (Kirby), Courteney Cox (Gale), Mason Gooding (Chad) e Jasmin Savoy Brown (Mindy) retornam.

Os novatos Samara Weaving (‘A Babá’), Tony Revolori (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’), Dermot Mulroney, Jack ChampionLiana LiberatoDevyn NekodaJosh SegarraHenry Czerny completam o elenco.  

Os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também voltam para a próxima aventura.

O Melhor Álbum de Cada Ano dos Últimos 25 Anos

O mundo da música é recheado de álbuns incríveis e que caem tanto no gosto popular quanto da crítica. E, só neste século, diversos artistas fizeram sua estreia ou continuaram a encantar os ouvintes com produções memoráveis, músicas envolventes e um legado infindável.

Pensando nisso, trouxemos para vocês um compilado dos melhores álbuns dos últimos 25 anos (escalando um por ano).

Confira abaixo as nossas escolhas:

STANKONIA, OutKast (2000)

Lançado no Dia das Bruxas, ‘Stankonia’ é um dos álbuns de hip hop mais aclamados e mais impecáveis das últimas décadas. Misturando elementos do psychedelic funk e até mesmo do gospel, a produção levou para casa dois prêmios do Grammy, além de ter sido indicado a outras três categorias (incluindo Álbum do Ano). A obra também vendeu mais de 4 milhões de cópias ao redor do mundo.

VESPERTINE, Björk (2001)

Björk é uma das artistas mais interessantes da história da música e sempre construiu narrativas únicas e originais que a afastavam do mainstream e criavam tendência no escopo experimental. Depois de ‘Homogenic’, a cantora e compositora islandesa entregou mais uma obra espetacular com Vespertine, considerado um dos melhores de sua carreira. Além da música eletrônica, o compilado nos chama a atenção pelo uso inesperado do art pop e do glitch pop.

LET GO, Avril Lavigne (2002)

Em 2002, Avril Lavigne fazia sua estreia oficial na indústria fonográfica com o lançamento de Let Go, um dos álbuns mais conhecidos e celebrados da história da música. Seu début veio acompanhado de uma reformulação do cenário mainstream com a popularização do pop-punk feminino, através de singles que marcaram época e que são relembrados até os dias de hoje, como “Complicated”, “Sk8er Boi” e “I’m With You”, colocando a cantora e compositora no centro dos holofotes e iniciando uma carreira marcada por sucessos que se estende até os dias de hoje.

FEVER TO TELL, Yeah Yeah Yeahs (2003)

A banda de indie rock Yeah Yeah Yeahs fez um grande comeback em 2022 com o aclamado ‘Cool It Down’ – e, mais de vinte anos atrás, faziam sua estreia oficial no cenário fonográfico com ‘Fever to Tell’. Considerado uma das principais produções do gênero e contando com a produção de David Andrew Sitek (que trabalhou com Nine Inch Nails e Weezer), o compilado misturou garage rock revivalart punk e dance-punk, conquistando a crítica especializada e o público – além de vender mais de um milhão de cópias.

FUNERAL, Arcade Fire (2004)

A épica estreia de Arcade FireFuneral, é inquestionavelmente um dos highlights do século, tendo sido revisitada por diversos artistas contemporâneos. A amálgama simples e epopeica entre art rock e chamber rock viria a influenciar grande parte dos grupos que o seguiriam. Indicado ao Grammy de Melhor Álbum Alternativo, a produção apareceu em diversas listas de fim de ano e entrou para o ranking dos melhores CDs da revista Rolling Stone.

CONFESSIONS ON A DANCE FLOOR, Madonna (2005)

Em 2005, Madonna fez o que ninguém esperava: retornou à forma. Com diversos veículos falando sobre o fim da veia artística da popstar, o público começava a duvidar de que a performer conseguiria resgatar as raízes que a colocaram no topo do mundo – mas foi exatamente o que ela fez. Há vinte anos, a cantora e compositora mergulhou de cabeça na nostalgia oitentista de seus primeiros anos com Confessions on a Dance Floor, seu CD mais bem produzido depois de ‘Ray of Light’. Aliando-se a Stuart Price e chamando novamente as ousadas mãos de Mirwais Ahmadzaï, as doze longas faixas se comprimem em um set dançante, vibrante, colorido e incansável que reitera o status imbatível de uma das mulheres mais poderosas de todos os tempos.

BACK TO BLACK, Amy Winehouse (2006)

Amy Winehouse nos deixou muito cedo, mas causou um impacto gigantesco na indústria da música com seus únicos dois álbuns. Back to Black, sua última produção antes da trágica morte, resgatou a elegância do neo-soul, do jazz e do blues através de músicas como “Rehab” e “You Know I’m No Good”, além de ter influenciado artistas como Adele e Duffy. Winehouse levou inúmeros prêmios por seu CD, incluindo cinco estatuetas do Grammy Awards.

RIOT!, Paramore (2007)

A banda de rock estadunidense Paramore acompanhou a adolescência da última fase da geração millenial com força incontestável – e uma de suas marcas registradas é o álbum ‘Riot!’. Lançado dois anos após o début ‘All We Know Is Falling’, os membros do grupo se reuniram com o produtor David Bendeth para um disco que iria exaltar o pop punk e o pop-rock de maneira explosiva, garantindo aplausos e imortalizando canções como “Misery Business” “That’s What You Get”.

VAMPIRE WEEKEND, Vampire Weekend (2008)

O álbum de estreia homônimo da banda Vampire Weekend causou grande comoção quando lançado e é relembrado como um dos melhores do século pelos fãs. Com produção de Rostam Batmanglij, a produção amalgama indie pop, música de câmara e Afropop e foi elogiado à época de seu lançamento – além de trazer singles como “Mansard Roof”“A-Punk”“Oxford Comma” e vários outros.

THE FAME MONSTER, Lady Gaga (2009)

Ninguém acreditava que a performer repetiria o sucesso de ‘The Fame’, mas ‘The Fame Monster’ conseguiu superar as expectativas de todo mundo. Aclamado pela crítica especializada, o EP de apenas oito faixas trouxe as melhores produções de Gaga, incluindo “Bad Romance”“Telephone”“Alejandro” e “Dance in the Dark”, além de levar para casa três gramofones dourados. O álbum, inclusive, carrega consigo um legado extenso e que até hoje é revisitado por vários artistas.

MY BEAUTIFUL DARK TWISTED FANTASY, Ye (2010)

My Beautiful Dark Twisted Fantasy é um consenso no mundo da música como o melhor álbum de Kanye West (ou, atualmente, Ye) e um dos mais ovacionados e importantes do século XXI. Alcançado aclame generalizando por parte da crítica e estreando em primeiro lugar nas paradas mundiais, o quarto álbum de estúdio do conhecido e controverso rapper ganhou um prêmio do Grammy, mas foi esnobado na principal categoria – a de Álbum do Ano.

BORN THIS WAY, Lady Gaga (2011)

Considerado por muitos especialistas, estudiosos e ouvintes como “a bíblia do pop”, Born This Way não poderia ficar em outro lugar no ranking. Se há alguém que sabe o significado do verbo arriscar, essa pessoa é Lady Gaga. Dois anos depois de ‘The Fame Monster’, a cantora estreou em primeiro lugar na Billboard com hinos musicais em prol da comunidade LGBTQ+ que quebravam tabus religiosos e que cutucavam os membros conservadores e reacionários da sociedade – não é surpresa que as vendas do CD tenham caído exponencialmente na segunda semana, reafirmando sua importância política e ativista.

GOOD KID, M.A.A.D. CITY, Kendrick Lamar (2012)

‘Good Kid, M.A.A.D City’ é o segundo álbum de estúdio do rapper Kendrick Lamar – e, pouco depois de seu lançamento, consagrou-se como um clássico instantâneo. A produção, que se estende por 12 faixas na versão padrão, trouxe aparições de musicistas como Drake e Jay-Z. Ovacionado pelos especialistas, Lamar conquistou nada menos que quatro indicações ao Grammy Awards, incluindo Álbum do Ano.

BEYONCÉ, Beyoncé (2013)

Se os álbuns iniciais de Beyoncé tinham um elo mais forte com as tendências do escopo mainstream – fossem infundidos com R&B, pop ou rap -, esta obra-prima musical homônima se afasta dos convencionalismos em prol de uma abordagem mais conceitual e que reiterasse, novamente, uma habilidade incrível de reinvenção e repaginação. Mesmo que estejamos analisando a versão padrão do álbum, a sólida jornada sinestésica e multimidiática promovida pela cantora é de tirar o fôlego e é redescoberta em camadas e mais camadas de profundidade toda vez que a ouvimos e canalizamos nossa atenção para um aspecto em particular. Entretanto, o que se exalta em foco principal é a explosão de incursões inesperadas que regem cada canção, movendo-se graciosamente por instrumentos contrastantes e um time de produção que demonstra estar sempre atento aos mínimos detalhes.

1989Taylor Swift (2014)

1989 parece ter ciência de sua estrutura e, mesmo começando de forma morna, cresce ao longo de suas cinco primeiras faixas. Desde o dançante e minimalista Blank Space”, que explode em um épico refrão recheado de fusões do electro e do dance-pop, até All You Had To Do Was Stay”, uma irreverente iteração que permite a insurgência de um convidativo cosmos, Swift explora a si mesma ao máximo e não se cansa, nem nos cansa.

TO PIMP A BUTTERFLY, Kendrick Lamar (2015)

Nenhum outro álbum poderia ocupar o topo da nossa lista além de To Pimp a Butterfly. O terceiro álbum de Kendrick Lamar é considerado um dos melhores da história por se configurar como um arauto do empoderamento racial, movido por versos que falam sobre a discriminação sofrida pela população negra e pela importância da cultura como arma de luta contra a opressão. Aqui, Lamar mergulha no experimentalismo do hip hop e no jazz rap, arquitetando uma magnum opus que viria a influenciar gerações de artistas e que reafirmaria sua importância no cenário fonográfico.

LEMONADE, Beyoncé (2016)

Considerado um dos maiores álbuns não apenas dos anos 2010, mas de todos os tempos, Lemonade se tornou um sucesso crítico e comercial, estreando em primeiro lugar na Billboard 200 e dando origem a canções como “Formation” e “Hold Up”. Dentre os inúmeros prêmios, o discou garantiu à Beyoncé mais duas estatuetas do Grammy – e uma das esnobações mais criminosas da história da premiação, quando perdeu o cobiçado gramofone dourado de Álbum do Ano. E tudo isso sem mencionar o profundo impacto cultural que a obra causou e continua a causar.

MELODRAMA, Lorde (2017)

Considerado um dos melhores e mais aclamados álbuns de todos os tempos, Melodrama mostrou que a cantora e compositora neozelandesa Lorde ainda tinha muito a contar para seus fãs. Ovacionado pela crítica especializada pelo afastamento da obra anterior e pelas breves incursões ao conceitualismo musical, a produção foi indicada Álbum do Ano no Grammy e apareceu em diversas listas de fim de ano e de década.

OIL OF EVERY PEARL’S UN-INSIDES, SOPHIE (2018)

Colocar tanto SOPHIE quanto sua magnum opus, ‘Oil of Every Pearl’s Un-Insides’ em um gênero é querer limitá-la a rótulos, algo que definitivamente não pode existir quando analisamos sua discografia: as dissonâncias cosmológicas dos sintetizadores e do industrial pop servem de base para declamações intimistas, enquanto a impactante des-organização proposital rende-se ao glitch e à maximização eletrônica conhecida como hyperpop; tudo é diferente daquilo a que estamos acostumados, talvez tentando explicar o que significa estar apaixonado por alguém ou alguma coisa, talvez mostrando que tais explanações não são necessárias.

NORMAN FUCKING ROCKWELL!, Lana Del Rey (2019)

“Apesar de sua costumeira doce sonoridade, Lana Del Rey vive dentro de belíssimas e sofridas contradições que, diferente do que poderíamos pensar, é o principal aspecto que sempre nos rouba a atenção quando anuncia uma peça musical nova ou um álbum em potencial. E é claro que, dois anos depois do lançamento de ‘Lust for Life’, ela retornaria com mais uma obra conceitual e nostálgica, sem perder sua originalidade e sua incrível habilidade como compositora. Nesse escopo, a parceria entre Del Rey e Jack Antonoff intitulada Norman Fucking Rockwell!’ acerta em praticamente tudo a que se propõe a fazer – incluindo desenhar uma triste jornada amorosa que se desenvolve em mais de uma hora de duração.

FETCH THE BOLT CUTTERS, Fiona Apple (2020)

A verdade é que Fetch The Bolt Cutters vai muito além de uma simples resenha ou de algo que ouvimos apenas para passar o tempo: o mais recente álbum de Fiona Apple atravessa quaisquer preceitos engessados que já carregávamos da indústria musical, destroçando-os em mil pedacinhos e reorganizando-os em um romance, um thriller, um drama, cujas páginas são pequenas e suntuosas caixinhas de surpresas. Mais do que isso, este é um dos poucos casos que entrega muito mais do que promete: iniciando com um irreverente estrondo e terminando com um estrondo ainda mais espetacular.

DADDY’S HOME, St. Vincent (2021)

St. Vincent demonstra que o passado tem lugar marcante em sua vida – sutilmente aludindo aos estilos que o próprio pai lhe apresentou quando criança, como revelou em diversas entrevistas promovendo a obra. Dentre incríveis músicas do aclamado ‘Daddy’s Home’, a artista traz canções como “Down And Out Downtown”, uma elegia de empoderamento, um hino de independência e uma viagem tétrica, em que ela “estava voando pelo Empire State, então você me beijou e eu caí de novo”; ou “Laughing Man”, em que ela mostra uma versatilidade apaixonante e aplaudível que se alastra tanto para o ritmo frasal do blues quanto para um enredo à la John Cassavetes.

RENAISSANCE, Beyoncé (2022)

A verdade é que o primeiro capítulo de Renaissance marca mais uma transição profunda nas idiossincrasias eternizadas pela cantora e compositora, em que o art pop, o trip-hop e o R&B conceituais do disco anteriores são deixados de lado em prol de um mergulho no ponto de encontro entre o passado e o futuro. Logo, a amálgama de estilos, que já vinha sido explorada por nomes como Lady GagaDua Lipa e Drake nos últimos meses e anos, ganha um escopo gigantesco e de profunda sinestesia em basicamente qualquer uma das faixas que escolhamos para ouvir.

THAT! FEELS GOOD!, Jessie Ware (2023)

É quase impossível escolher um ponto alto de ‘That! Feels Good!’, visto que ela, em sua completude, é inenarrável e indescritível. Afinal, Jessie Ware não apenas nos convida para um convite deliciosamente anacrônico, perpassando as várias fases de um estilo de música que sofre constantes revisitações e redescobertas; ela dilui as barreiras entre som e imagem, criando uma confluência de textura que nos transporta a outro mundo – um mundo sem estresses contínuos e que a única obrigação é se divertir e aproveitar o que há de ser oferecido. Não é à toa que boa parte da temática adote uma persona sensual, livre de amarras e que é movida pelo poder empoderador da música.

COWBOY CARTER, Beyoncé (2024)

Já é redundante dizer que Beyoncé faz mágica com seus álbuns – e ‘Act II: Cowboy Carter é uma excelente adição a uma discografia que beira a transcendentalidade. Mais uma vez, nossa Queen B reitera seu inescapável status na indústria fonográfica com um disco que celebra a cultura negra não apenas ao reavivá-la, mas ao reclamá-la e retirá-la da subjugação a uma supremacia artística branca que se esquece do que veio antes e de quem merece, de fato, ser idolatrado como precursor e pioneiro.

Sue revela que está GRÁVIDA no clipe inédito de ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’; Assista!

O aguardado Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ ganhou mais um clipe oficial, dando destaque à família de heróis e ao momento em que Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby) revela que está grávida.

O filme tem estreia agendada para o dia 25 de julho de 2025, marcando o início da Fase 6 do MCU.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.

O longa é dirigido por Matt Shakman.

Em nova rodada de propostas, Netflix faz oferta MASSIVA pela Warner Bros. Discovery

Funcionando como uma das maiores empresas de entretenimento, a Warner Bros. Discovery atraiu diversos compradores de peso que apresentaram propostas para adquirir seus ativos.

Em 20 de novembro, foi realizada a primeira rodada de ofertas para os interessados, que incluíram a Netflix, a Paramount Skydance e a Comcast, com propostas não vinculativas. Em seguida, a Warner Bros. solicitou uma segunda rodada de ofertas, que se espera serem maiores do que as apresentadas inicialmente.

Um novo prazo, 1º de dezembro, foi estabelecido para que os estúdios apresentassem suas ofertas mais recentes. Agora, foi revelado que a segunda rodada envolveu uma proposta particularmente importante — da Netflix, uma compradora até então improvável.

Paramount Skydance NEGA que oferta para aquisição da Warner Bros. Discovery envolva fundos árabes

Segundo a Bloomberg, a gigante do streaming apresentou uma oferta massiva, majoritariamente em dinheiro, pelo estúdio. De acordo com fontes, a Netflix está trabalhando em um empréstimo-ponte para financiar a oferta, que se estima estar na casa das “dezenas de bilhões de dólares”.

Essas propostas são particularmente importantes para o processo, visto que — diferentemente das da rodada anterior — são vinculativas, o que permite que o conselho de administração aprove um acordo caso assim o deseje, como explica o consórvio de imprensa.

Vale ressaltar, porém, que essas segundas ofertas não são definitivas e que outras podem surgir para a empresa se os termos forem considerados suficientemente “atraentes”.

Sindicato dos Roteiristas divulga nota CONTRA a fusão da Warner Bros. com a Paramount Skydance: “Seria um desastre”

Também foi dito que os banqueiros da Comcast, Paramount e Netflix trabalharam durante o feriado de Ação de Graças para preparar suas propostas. A publicação afirmou ainda que o processo de leilão deve ser concluído em breve — nos próximos dias ou semanas.

John Krasinski é destaque no clipe INÉDITO de ‘Jack Ryan: Guerra Fantasma’; Confira!

O Prime Video divulgou um novo clipe oficial de Jack Ryan: Guerra Fantasma’ (Jack Ryan: Ghost War), novo filme de ação política que expande o universo da aclamada série estrelada por John Krasinski.

O longa, que marca o sexto título da franquia e o terceiro reboot, chega à plataforma de streaming no dia 20 de maio.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa é dirigido por Andrew Bernstein, com roteiro coassinado por Krasinski e Aaron Rabin.

Na trama…

Jack se reúne com o experiente agente da CIA Mike November (Michael Kelly) e o ex-chefe da CIA James Greer (Wendell Pierce). A experiência combinada deles é a única vantagem que possuem contra um inimigo que conhece cada um de seus movimentos. Apoiados por uma nova e improvável parceira – a perspicaz agente do MI6 Emma Marlowe (Sienna Miller) – Jack e a equipe navegam por uma teia traiçoeira de traições, confrontando um passado que acreditavam estar esquecido há muito tempo.

O elenco ainda conta com Betty GabrielMckenna BridgerMax BeesleyDouglas HodgeJJ Field.

Jack Ryan: Ghost War’ e a série original são baseados na saga literária best-seller de Tom Clancy.

‘O Rei Leão’: Beyoncé foi adicionada por Photoshop em foto oficial do elenco

O comediante John Oliver, intérprete de Zazu em ‘O Rei Leão‘, revelou no The Late Show com Stephen Colbert que Beyonce foi adicionada à foto oficial do elenco por Photoshop.

“Ela não estava lá”, disse Oliver a Colbert. “Não, ela não estava lá… acho que quase todo mundo estava lá, menos ela. Chiwetel Ejiofor estava sentado na frente e disse: ‘Cuidado com o seu pé’. Eu olhei para baixo e havia uma marcação no chão escrita ‘Beyonce‘”.

Confira a imagem:

Oliver comentou que quando percebeu que estava invadindo o espaço reservado para a cantora, ficou espantado.

“Se você reparar no meu rosto, eu pareço desconfortável, intimidado, porque estava imaginando: ‘estou prestes a ser colocado em uma foto com Beyonce um dia’, e isso foi muita pressão!”

O Rei Leão‘ continua em exibição nos cinemas e já arrecadou US$ 531 milhões mundialmente.

Assista nossa crítica:

Dirigido por Jon Favreau (‘Mogli – O Menino Lobo‘), o longa é a versão live-action da animação clássica lançada em 1994.

Simba idolatra seu pai, Rei Mufasa, e leva a sério seu futuro real. Mas nem todos do reino celebram sua chegada. Scar, o irmão de Mufasa e anterior herdeiro do trono, tem seus próprios planos. A batalha pela Pedra do Reino será repleta de traições, tragédia e drama, resultando no exilo de Simba. Com ajuda de uma curiosa dupla de novos amigos, Simba deverá descobrir como crescer e tomar o que é seu por direito.

O elenco conta com Donald Glover (Simba), Beyoncé (Nala), Chiwetel Ejiofor (Scar), Seth Rogen (Pumba), Billy Eichner (Timão) e James Earl Jones (Mufasa).

‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’: Lucasfilm divulga imagem inédita do Imperador Palpatine

Em parceria com a Topps Cards, a Lucasfilm divulgou uma imagem inédita do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid) em ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’.

A imagem mostra os detalhes em seu rosto deformado, que fica ainda mais sombrio por conta de seus olhos brancos.

Confira, junto com um vídeo dos bastidores:

Lançado no fim do ano passado, ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’ foi um dos episódios mais criticados da franquia e recebeu apenas 52% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Mesmo assim, o desfecho da saga Skywalker faturou US$1,058 bilhão pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 275 milhões.

Confira nossa crítica:

Dirigido por J.J. Abrams, o novo filme trará o desfecho da nova trilogia.

Os sobreviventes da Resistência enfrentam a Primeira Ordem mais uma vez no capítulo final da saga Skywalker.

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas Suotamo, Billie Loud, Naomi AckieRichard E. Grant, Kery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

‘Cavaleiro da Lua’: Diretores comentam sobre a expectativa de trabalhar com Oscar Isaac

Recentemente, Aaron Moorhead e Justin Benson (‘Synchronic’) foram anunciados como dois dos diretores de ‘Cavaleiro da Lua‘, a vindoura série de TV da Marvel Studios em parceria com a Disney+.

Em seu perfil do Twitter, Moorhead não escondeu seu entusiasmo e expectativa em trabalhar com Oscar Isaac (‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’), protagonista da atração.

Na publicação, ele escreveu:

“Eu ainda não consigo acordar desse sonho, vamos dirigir Oscar Isaac em uma série da Marvel. Está realmente acontecendo.”

Benson acrescentou:

“Vamos dirigir alguns episódios de ‘Cavaleiro da Lua‘, série da Marvel estrelada por Oscar Isaac. Ganhei esse gibi quando tinha 08 anos e não parei de pensar nele desde então. E [vamos trabalhar] com Mohamed Diab, gênio diretor de ‘Clash‘… Estou tentado a agradecer a uma antiga divindade lunar.”

Lembrando que Diab também irá atuar como showrunner, enquanto o roteiro está sendo escrito por Jeremy Slate (‘Umbrella Academy’).

As gravações serão realizadas em Budapeste e Londres sob a supervisão do diretor de fotografia Gregory Middleton.

Segundo o The Ronin, site conhecido por diversos furos de reportagens, a produção será lançada no verão estadunidense de 2022, pouco depois do lançamento da série ‘Ms. Marvel.

Vale lembrar que a Marvel Studios não emitiu qualquer declaração oficial sobre os boatos.

Para quem não conhece, o Cavaleiro da Lua é Marc Spector, um mercenário com diversas personalidades – o taxista Jake Lockley e o milionário Steven Grant – que o ajudam a enfrentar o submundo do crime. Logo, ele se torna um canal para Khonshu, um deus egípcio da lua. O Cavaleiro da Lua foi criado por Doug Moench e Don Perlin, e foi introduzido em Werewolf by Night #32.

‘Stargirl’: Sociedade da Justiça se reúne nas imagens oficiais do episódio 02×09; Confira!

A The CW divulgou as primeiras imagens oficiais do 9º episódio da 2ª temporada de Stargirl, intitulado “Summer School: Chapter 9”.

Na trama, “quando Eclipso se volta contra Whitmore e Dugan, Pat se lembra das eventos dolorosos de seu passado envolvendo a Sociedade da Justiça da América original e sua luta para derrotar o vilão. Enquanto isso, Mike é forçado a confrontar a culpa que sente por seu papel na morte de Icicle, e Barbara fica cara a cara com alguém de seu passado. Por fim, Courtney luta para manter a esperança depois de Eclipso caçar aqueles que ama”.

O capítulo vai ao ar no dia 05 de outubro.

Confira as imagens, junto com o teaser:

 

Lembrando que a 3ª temporada já foi confirmada!

Criada por Geoff JohnsGreg Berlanti, a série acompanha a história de Courtney Whitmore (Brec Bassinger), uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.

Amy Smart interpreta a mãe da heroína, Barbara. Na trama, ela faz o máximo para ser a melhor provedora para a filha, seu novo marido (Luke Wilson) e seu enteado (Trae Romano).

O elenco também conta com Yvette Monreal, Anjelika Washington, Meg DeLacy, Neil Jackson, Christopher James Baker, e Hunter Sansone.

‘Gato de Botas 2: O Último Pedido’: Personagem se prepara para a ação no novo pôster da sequência; Confira!

A Universal Pictures divulgou um novo pôster de ‘Gato de Botas 2: O Último Pedido’ (‘Puss in Boots: The Last Wish’), que chega aos cinemas em 12 de Janeiro de 2023.

Na imagem, o amado personagem se prepara para entrar em ação com seu icônico florete.

Confira, junto com o trailer:

Em 2023, o felino favorito de todos, amante de leite, fanfarrão e desafiador do medo, retorna.

Pela primeira vez em mais de uma década, a DreamWorks Animation apresenta uma nova aventura no universo Shrek quando o ousado fora-da-lei Gato de Botas descobre que sua paixão pelo perigo e desrespeito pela segurança terão consequências. Gato queimou oito de suas nove vidas, embora tenha perdido a conta ao longo do caminho. Recuperar essas vidas enviará o Gato de Botas em sua maior missão até agora.

O indicado ao Oscar® Antonio Banderas retorna como a voz original do notório Gato de Botas enquanto ele embarca em uma jornada épica pela Floresta Negra para encontrar a mítica Estrela dos Desejos e restaurar suas vidas perdidas. Mas com apenas uma vida restante, Gato terá que se humilhar e pedir ajuda à sua ex-parceira e inimiga: a cativante Kitty Soft Paws (a indicada ao Oscar® Salma Hayek na versão original).

O elenco também conta com Olivia ColmanJohn MulaneyAnthony MendezWagner MouraSamson KayoDa’Vine Joy RandolphRay WinstoneFlorence PughSalma Hayek.

Harvey Guillén (‘What We Do in the Shadows’) fará sua estreia como Perro, associado canino dos protagonistas.

A sequência é dirigida por Joel Crawford e produzida por Mark Swift, que já trabalhou anteriormente no sucesso ‘Os Croods 2‘, da DreamWorks.

Keanu Reeves diz que quer ser o 1º humano a entrar em contato com aliens numa possível invasão à Terra

Keanu Reeves já provou que consegue lidar com inteligências artificiais em ‘Matrix‘, com demônios em Constantine‘ e com meros assassinos na franquia ‘John Wick‘.

Mas parece que o astro quer dar um passo além em suas habilidades sociais…

Durante uma sessão de perguntas e respostas no Reddit, Reeves revelou que quer ser o primeiro ser humano a entrar em contato com aliens caso eles decidam invadir o planeta Terra.

Como o astro já interpretou o alien Klaatu em ‘O Dia em que a Terra Parou‘, a tarefa não seria muito difícil para ele.

Questionado se estaria disposto à ideia, ele disse:

“Claro que sim”, ele continuou, revelando que já planejou seu primeiro contato, dizendo: “Eu diria: ‘Como vai? Como foi sua viagem? Você está com fome? Quer beber alguma coisa?'”

Confira:

Lembrando que o próximo filme de Reeves éJohn Wick 4: Baba Yaga‘, que chega aos cinemas nacionais em 24 de março.

O Fandango divulgou com exclusividade um novo clipe oficial de John Wick 4: Baba Yaga’, aguardada sequência que marca o retorno de Keanu Reeves no papel titular.

O breve vídeo dá destaque a Reeves, bem como a Ian McShane (Winston) e Laurence Fishburne (Bowery King).

Confira:

Segundo o Deadline, o filme deve abrir com US$ 60 a US$ 70 milhões em seu primeiro final de semana em exibição nos EUA.

Até então, a maior abertura da franquia foi ‘John Wick 3: Parabellum‘ com US$ 56,8 milhões em seu primeiro fim de semana, finalizando sua jornada com US$ 171 milhões arrecadados nos Estados Unidos.

Além disso, o quarto longa da franquia terá 2 horas e 49 minutos (169 minutos) – tornando-se o filme mais longa da saga.

Para termos de comparação, o primeiro ‘John Wick‘ teve 1 hora e 41 minutos; ‘John Wick: Um Novo Dia para Matar‘ teve 2 horas e 2 minutos; e ‘John Wick 3: Parabellum‘ teve 2 horas e 10 minutos.

Relembre o trailer:

O novo filme traz John Wick descobrindo um caminho para derrotar a Alta Cúpula. Mas antes que ele possa ganhar sua liberdade, Sr. Wick deve enfrentar um novo inimigo com poderosas alianças em todo o mundo e forças que transformam velhos amigos em inimigos.

Chad Stahelski volta a dirigir e prometeu um filme à altura da franquia:

“Estamos satisfeitos com as sequências de ação e nós não queremos perder isso. Eu quero ser um diretor melhor, mas isso não quer dizer que a sequência terá menos ação,” afirmou.

Criador de ‘The Crown’ comenta sobre possível pré-sequência da aclamada série

Sucesso da Netflix há vários anos, The Crown‘ conquistou os fãs ao dramatizar a história Família Real Britânica ao longo de seis temporadas.

Agora que os últimos episódios da atração já estão disponíveis na plataforma de streaming, o criador Peter Morgan comentou sobre a possibilidade de investir em produções derivadas, como uma pré-sequência.

Em entrevista para o Entertainment Tonight, ele revelou que, embora não tenha planos imediatos para isso, não é algo que ele descarta.

“A curto prazo, não vou escrever nada ambientado em um palácio em lugar nenhum. Espero sentir falta disso. Talvez mais tarde, em algum momento da minha vida, eu sinta falta disso o bastante, você sabe, para pegar a caneta novamente. Mas realmente, no momento, não há nenhum plano… Você nunca descarta nada, mas a curto prazo – absolutamente não.”

Enquanto isso, relembre o trailer os episódios finais da 6ª temporada de ‘The Crown‘:

O recente ciclo traz Imelda Staunton (‘Harry Potter e a Ordem da Fênix’) como a Rainha Elizabeth II e Elizabeth Debicki (‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’) como a Princesa Diana.

O elenco também conta com Dominic West (‘The Wire’) como o Príncipe Charles, Jonathan Pryce (‘Game of Thrones’) como o Príncipe Philip, Lesley Manville (‘Trama Fantasma’) como a Princesa Margaret, Olivia Williams (‘O Pai’) como Camilla Parker, Ed McVey como o Príncipe William, Meg Bellamy como Kate MiddletonKhalid Abdalla como Dodi Fayed e mais.

Baseado na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.

Conheça a origem do ‘Godzilla’ na história do Cinema!

Em evidência atualmente, o Rei dos Lagartos é um símbolo de um período diferente do cinema japonês

O mais novo crossover entre Godzilla e King Kong está atraindo a atenção de muitos pela premissa: um embate entre dois grandes símbolos do cinema ao estilo de lutas entre kaijus (monstros gigantes) visto anteriormente em produções como Círculo de Fogo e as obras antigas do próprio Godzilla

Esse filme, parte do assim chamado Monsterverse, é portanto uma culminação da versão moderna de King Kong apresentada em Kong: Ilha da Caveira e em ambos os filmes do Godzilla lançados em 2014 e 2019. Estes sendo tentativas visíveis de modernizar dois ícones criados em momentos específicos do cinema. 

O primeiro, por exemplo, remonta aos anos 30 quando os filmes de aventura tinham grande interesse pelos ambientes florestais; Tarzan é um grande ícone desse período por todo o simbolismo do homem desbravando a selvageria da natureza. Dessa maneira, quando King Kong chega em seu filme próprio em 1933 ele surge como uma subversão dessa onda aonde agora é a natureza que desbrava a selva de pedra.

Tarzan: o Homem Macaco” de 1932 era o referencial representativo até então da relação homemnatureza

Godzilla só veio alguns anos depois, mais especificamente em 1954, na obra Gojira. Na superfície essa pode ser encarada como uma tentativa do mercado cinematográfico japonês de seguir o movimento iniciado nos Estados Unidos durante os anos 30, com o próprio King Kong, de elaborar produções com monstros gigantes em ambientes urbanos. No entanto, o contexto mundial ao redor da produção de Gojira faz toda a diferença.

Na chamada Era Atômica se tornou a obsessão de muitas nações a necessidade de possuir mais armamentos que seus vizinhos e, para alguns, que esses armamentos fossem nucleares. As diversas revoluções e contra-revoluções que ocorreram durante a Guerra Fria invariavelmente estavam ligadas à corrida armamentista de países mais pobres e pela disputa de influência entre Estados Unidos e União Soviética, a quem muito era interessante essas instabilidades espalhadas.

As farpas trocadas entre as duas potências no período não se limitaram apenas ao campo político e econômico mas ao cinema também, este visto com bons olhos por ambos como uma potencial ferramenta de propaganda. No artigo The Cinema: American Weapon for the Cold War escrito pelo professor Pierre Sorlin é apontado que em meados do século XX o cinema detinha um poder invejável junto as massas.

“Entre 1948 e 1961, o cinema era simultaneamente uma fonte de informação e um meio de modelar a perspectiva pública sobre o mundo contemporâneo. As imagens eram inicialmente destinadas aos países ocidentais, especialmente na Europa, onde elas contribuíram para formar a opinião pública”.

Não acidentalmente muitas das obras produzidas em meados dos anos 50 tinham um elevado teor de ficção cientifica pessimista, quase que conscientes de que o fim do mundo poderia ocorrer por meio da tecnologia. Guerra dos Mundos de 1953 foi, por exemplo, uma atualização interessante da obra de H.G. Wells feita no século XIX sobre a destruição perpetrada por uma invasão marciana com tecnologia superior à humana.

Guerra dos Mundos” atualizou para os anos 50 o medo da tecnologia

Portanto, essa noção de que a instabilidade global estava ligada de alguma forma ao progresso científico e consequentemente a proliferação de armas nucleares não se limitou apenas no ocidente mas encontrou reverberações no Japão, este com ligações bem mais sensíveis com todo o drama atômico do período devido às explosões em Hiroshima e Nagasaki ao final da Segunda Guerra Mundial..

Correndo em concordância vinha a indústria de cinema japonesa que atravessava um período de reconstrução. Da mesma forma que ocorreu na Alemanha, o cinema no Japão durante o período pré-fascismo já havia se estabilizado como um negócio rentável e que via novos estúdios surgindo com regularidade, sendo capaz de competir com o fluxo de filmes que vinham do ocidente.

Esse período inicial de século é retratado como um período empolgante quando estilos consagrados do cinema nacional passaram a se popularizar como os filmes de época conhecidos como Jidaigeki e os de samurai (em uma época pré Akira Kurosawa o nome de Daisuke Ito era a grande referência do gênero de samurais) e, durante os anos 30, foi implementada a tecnologia sonora em filmes. 

Daisuke Ito: um dos primeiros grandes cineastas japoneses

Nas palavras de Vibeke Oseth Gustavsen para o artigo The Evolution of the Japanese Period Film é dito que “os custos de filmagem triplicaram, porém enquanto os diretores eram desencorajados em assumir quaisquer riscos em seus projetos o público desejava experimentos e as companhias desafiando umas às outras…”

Essa rápida evolução viria a sofrer um redirecionamento após o princípio de expansão do império japonês a partir de 1931 quando o cinema passou a ser explorado como uma ferramenta publicitária para incitar o apoio ao imperador e a validação da expansão e após o fim da guerra, de forma similar ao que aconteceu na França durante o mesmo período, houve uma forte interferência estrangeira na gerência do cinema.

Dessa forma, quando chegam os anos 50 o efeito da cultura ocidental era bastante forte no Japão; em especial para o produtor Tomoyuki Tanaka, que poderia dar seguimento a um velho projeto esquecido pela Toho Studios, e para a referência em efeitos especiais do cinema japonês Eiji Tsuburaya (que alguns anos depois participaria da produção de Ultraman). O ponto que tornou o projeto de Gojira diferente de King Kong foi quando Ishiro Honda assumiu a direção com o objetivo de tornar o monstro gigante uma metáfora para discutir como o trauma nacional do Japão dialogava com a instabilidade do mundo.

Tsuburaya e sua maior criação

Peter H. Brothers aponta nas linhas de Japan’s Nuclear Nightmare: How the Bomb Became a Beast Called Godzilla que Honda possuía uma ligação bastante pessoal com os traumas do pós-guerra japonês. “Honda conhecia em primeira mão os horrores da guerra… Após a rendição ele passou seis meses como prisioneiro de guerra e depois de ser repatriado ele andou pelas ruínas do que havia sido a cidade de Hiroshima. Como resultado desses eventos, esse filme é um mórbido testemunho dessas experiências”.

Ainda segundo Brothers a condução da obra por Honda é levada como um simulador dos momentos finais do Japão na guerra, ainda que o desejo do diretor não fosse que essa correlação parecesse muito explícita ou interferisse na diversão do espectador. O surgimento da criatura, nascida de um clarão avistado por pescadores no início do filme, remete à experiência visual daqueles que presenciaram as explosões em Hiroshima e Nagasaki; o rugido de Godzilla nasce de uma edição dos sons reais de alertas antibombardeio, assim como seus passos remetem as subsequentes explosões que vinham após essas sirenes.

A aposta era arriscada para os estúdios Toho, afinal eles estavam lidando com um novo gênero inexplorado dos kaijus, diferente de tudo que havia dado certo no cinema do Japão anteriormente. Mesmo assim o retorno cultural inesperado tornou Gojira não só um ícone no Japão como também o filme nipônico mais conhecido e reverenciado da história.

‘As Marvels’: Produtora aborda relacionamento de Carol Danvers e Kamala Khan no filme

Em uma entrevista recente à Total Film, Mary Livanos, produtora de ‘As Marvels‘, compartilhou insights sobre o relacionamento entre Kamala Khan, interpretada por Iman Vellani, e Carol Danvers, interpretada por Brie Larson, no filme.

Ela comparou essa relação à parceria entre Kate Bishop e Clint Barton na série ‘Gavião Arqueiro‘.

Livanos destacou que o filme explorará as complexidades da adoração de heróis e como as decisões bem-intencionadas podem às vezes resultar em consequências imprevistas. Ela mencionou:

“Todos nós somos propensos a cair em armadilhas semelhantes quando se trata de adoração de heróis. Você acha que os heróis podem resolver qualquer problema. Mas neste filme, nós realmente examinamos como às vezes as decisões que você toma na tentativa de melhorar as coisas podem às vezes piorar as coisas e ter um efeito cascata que sai do seu controle.”

As Marvels‘ promete não apenas dar continuidade às histórias de ‘Capitã Marvel‘, ‘Ms. Marvel‘ e ‘WandaVision‘, mas também servirá como sequência para ‘Invasão Secreta‘.

De acordo com informações da Entertainment Weekly, os desencontros acidentais entre as heroínas causarão obstáculos no trabalho de espionagem do personagem Nick Fury, interpretado por Samuel L. Jackson, que já foi adiantado pelo primeiro trailer do filme.

No entanto, ainda não está claro quais serão as consequências específicas da série para a trama do longa.

Em uma entrevista, Samuel L. Jackson comentou sobre o encontro de seu personagem, Fury, com Carol Danvers: “Fury estava ligando para Carol, enquanto ela estava longe, em galáxias muito, muito distantes. Ela diz ‘Fury, por que você está me ligando? Te disse para não usar esse número’. E ele responde ‘você me deu, então vou usar. E estou te ligando porque preciso da sua ajuda'”.

Para Larson, os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘ tiveram um profundo impacto na heroína.

A atriz compartilhou sua perspectiva sobre o desenvolvimento da personagem: “Entrei na história e a entendi pela ideia de que Carol se tornou meio workaholic. Ela se desconectou do seu coração, da sua família e dos seus amigos. Isso é algo com o qual certamente consigo me identificar”.

Vale lembrar que ‘As Marvels‘ chega aos cinemas em 09 de novembro.

Carol Danvers também conhecida como Capitã Marvel, recuperou sua identidade dos tirânicos Krees e se vingou da Inteligência Suprema. Mas as consequências levam Carol a carregar o fardo de um universo desestabilizado.

Quando seus deveres a enviam para um buraco de minhoca anômalo ligado a um revolucionário Kree, seus poderes se confundem com os da sua superfã de Jersey City, Kamala Khan (Iman Vellani), também conhecida como Ms. Marvel, e a sobrinha distante de Carol, a capitã Monica Rambeau (Teyonah Parris). Juntas, esse trio improvável deve se unir e aprender a trabalhar em conjunto para salvar o universo como ‘As Marvels‘.

As Marvels‘ terá direção de Nia DaCosta (‘A Lenda de Candyman’).

Vale destacar que o roteiro é responsabilidade de Megan McDonnell, que trabalhou em ‘WandaVision‘. Trata-se de uma troca completa na equipe criativa do primeiro filme.

#CinemaCon 2024: Riley enfrenta a puberdade nos primeiros 35 minutos de ‘Divertida Mente 2’; confira a descrição!

A Disney revelou 35 minutos deDivertida Mente 2’ na CinemaCon 2024, e o CinePop teve a chance de presenciar essa aventura emocionante em primeira mão! A sequência do clássico da Pixar mostra Riley, agora uma adolescente, lidando com as novas e complexas emoções da puberdade, personificadas por personagens inéditos e cativantes.

O filme acompanha Riley, agora uma adolescente, em meio aos desafios e descobertas dessa fase da vida. A jovem estrela do hóquei se prepara para um campeonato importante, enquanto suas emoções, Alegria (Amy Poehler), Raiva (Lewis Black), Nojinho (Liza Lapira), Tristeza (Phyllis Smith) e Medo (Tony Hale), trabalham juntas para guiá-la.

Uma grande mudança em Divertida Mente 2’ é a presença das “crenças” armazenadas no fundo, de seu subconsciente, onde estavam as memórias esquecidas anteriormente. Essas crenças influenciam diretamente seu desenvolvimento pessoal e interagem com as emoções.

A pressão para se destacar no hóquei e a busca por aceitação entre os amigos trazem novas emoções complexas para Riley: Ansiedade (Maya Hawke), Inveja (Envy), Tédio (Adèle Exarchopoulos) e Vergonha (Paul Walter Hauser). Essas novas “residentes” da mente da protagonista geram conflitos com as emoções já conhecidas, especialmente com a Alegria.

A equipe de “trabalhadores da mente” instala a versão atualizada da puberdade no console de emoções de Riley, causando ainda mais caos. As novas emoções assumem o controle, gerando situações hilárias e constrangedoras para a adolescente.

Em meio à bagunça emocional, Riley busca a amizade da intimidadora capitã do time de hóquei, Val Ortiz (Lilimar Hernandez).

Para enfrentar o caos, Alegria criou um “sistema de proteção super tecnológico para Riley”, que basicamente empurra suas emoções negativas e incertas para o fundo de sua mente, para que ela possa lidar com elas mais tarde.

Uma novidade no filme é que desta vez podemos ver as emoções dentro dos amigos de Riley, que todos se assemelham a Alegria e sua turma, mas com vozes e penteados diferentes.

A adolescência de Riley toma rumos inesperados quando as novas emoções da puberdade assumem o controle total sobre o console de emoções.

Confira a reação de Renato Marafon do CinePop:

Divertida Mente estreia dia 13 de junho de 2024.

Confira as imagens junto ao trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Divertida Mente 2’ trará Kelsey Mann (‘O Bom Dinossauro’) na direção, enquanto Meg LeFauve retornará para cuidar do roteiro.

“Prepare-se para outra montanha-russa emocional com Riley e todas as suas emoções! Esta história mergulha profundamente na mente de Riley, explorando personagens – familiares e novos – junto com suas aventuras emocionantes.” 

Lembrando queDivertida Mente (2015) foi um enorme sucesso, arrecadando US$ 858,8 milhões e conquistando o Oscar de Melhor Animação em 2016.

 

‘Bluey’: Animação de sucesso ganhará filme pela Disney

Bluey, o icônico personagem dos desenhos animados, ganhará em breve seu próprio filme nos cinemas, produzido pela Disney.

De acordo com o ComicBook, a Disney e a BBC anunciaram oficialmente o lançamento do filme. Joe Brumm, criador da série, retornará para dirigir e escrever a produção, que será lançada em cinemas de todo o mundo em 2027.

A data exata de lançamento ainda não foi revelada.

“Eu realmente gostei da experiência de trabalhar com um formato mais longo em Bluey: The Sign na 3ª temporada, então dar o próximo passo com um filme parece uma extensão natural disso”, comentou Brumm em um comunicado à imprensa.

“Sempre achei que Bluey merecia um filme de cinema. Quero que isso seja um evento para toda a família aproveitar junta. Estou empolgado para continuar minha parceria com Cecilia Persson, Tom Fussell, a equipe da BBC Studios, além de Dana Walden, Alan Bergman e a Disney, para levar essa nova história de Bluey às telonas”, completou.

Amber Naismith, produtora de Happy Feet, será a produtora do filme de animação em CG deBluey, com Richard Jeffery, diretor da série, atuando como co-diretor. Brumm também exercerá a função de produtor executivo.

“Desde sua estreia no Disney Jr. e Disney+, Bluey se tornou um fenômeno global, unindo famílias ao redor do mundo com suas histórias emocionantes sobre brincadeiras, imaginação e conexão”, afirmaram os co-presidentes da Disney Entertainment, Alan Bergman e Dana Walden.

“Estamos muito orgulhosos de expandir nossa parceria com a BBC Studios para levar a magia de Bluey aos cinemas – para a vida real! – e somos profundamente gratos a Joe Brumm por criar um universo que continua a inspirar e encantar famílias de todas as partes do mundo”, completou.

‘Superman’: David Corenswet defende a abordagem de James Gunn para o novo DCU; “Eles querem fazer bons filmes”

David Corenswet, que em breve chegará às telonas como o icônico Homem de Aço em Superman, compartilhou recentemente sua opinião sobre a aparente ausência de planos definidos para o novo DCU. Diferente da Marvel, James Gunn tem anunciado poucos longas e com poucas conexões já estabelecidas entre os projetos.

Durante uma entrevista ao Screen Rant, David Corenswet explicou: “Quero dizer, eu basicamente não sei nada. Só sei que ele (Gunn) realmente acredita quando diz que nenhum plano é melhor do que comprometer a qualidade dos roteiros e dos diretores que ele e Peter escolhem”.

Corenswet acrescentou: “Eu não sei muito sobre o fandom dos quadrinhos, nem sobre essa coisa de anúncio de cronograma. Sei muito pouco sobre isso. Mas sei que, para o bem ou para o mal, eles preferem mudar o cronograma a comprometer a qualidade de um filme. Eles querem fazer bons filmes e boas séries, que valham a pena ser assistidos e revistos”.

O ator destacou a importância da flexibilidade no processo de produção: “Se as pessoas soubessem o que é necessário para fazer um filme acontecer, entenderiam que, se você se prender demais ao plano, vai acabar abrindo mão de coisas realmente importantes, as coisas que fazem as pessoas voltarem ao cinema e quererem mostrar esses filmes aos filhos. Esse é o princípio norteador dele e de Peter [Safran] daqui pra frente. Tem alguns projetos vindo aí, mas esse é o princípio principal, e é uma ótima pessoa para se trabalhar”.

Superman’ tem estreia marcada para 10 de julho.

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

James Cameron detona o Oscar por “ignorar” filmes de ficção científica: “Nunca é devidamente reconhecida”

O cineasta James Cameron, mente por trás do fenômeno bilionário Avatar, disparou críticas contra a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Em entrevista recente, o diretor afirmou que o Oscar falha sistematicamente ao não valorizar produções de ficção científica.

De acordo com a Variety, Cameron revelou que a premiação nunca é uma prioridade em seu processo criativo.

“Eu não penso muito no Oscar”, disse Cameron. “Intencionalmente, eu não penso nisso neste ponto. Não tento fazer um filme para agradar à sensibilidade deles… eles não costumam reconhecer filmes como ‘Avatar’ ou filmes de ficção científica. A ficção científica quase nunca é devidamente reconhecida”.

Para exemplificar seu ponto, Cameron citou a exclusão de Denis Villeneuve da categoria de Melhor Direção por ‘Duna’ e ‘Duna: Parte Dois’.

“Denis Villeneuve fez esses dois filmes magníficos de ‘Duna’ e, aparentemente, esses filmes se fizeram sozinhos, porque ele não foi considerado como diretor, nem mesmo pelo Sindicato dos Diretores”, recordou.

Cameron finalizou com uma alfinetada sobre o propósito de seu trabalho: “Tipo, ok, você pode jogar o jogo das premiações ou pode jogar o jogo que eu gosto de jogar, que é fazer filmes que as pessoas realmente vão assistir. Desculpa!”.

James Cameron revela reação de Bob Iger após assistir ao corte inicial de ‘Avatar: Fogo e Cinzas’

Atualmente, ‘Avatar: Fogo e Cinzas’, novo filme da franquia, está em cartaz nos cinemas nacionais.

De acordo com o Deadline, a sequência deve arrecadar em torno de US$ 340-380 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias mundiais.

Para termos de comparação, o segundo filme, ‘Avatar: O Caminho da Água‘, abriu com US$ 444 milhões neste mesmo período, em 2022.

A expectativa é que o novo longa do James Cameron supere o live-action de ‘Lilo & Stitch‘ (US$341M), e se torne a segunda maior estreia global do ano – atrás apenas da animação ‘Zootopia 2‘ (US$560.3M).

Internacionalmente, a produção deve somar em torno de US$ 250-275 milhões.

Crítica | ‘Avatar: Fogo e Cinzas’ expande a mitologia de Pandora com um ÉPICO de quase três horas e meia

Avatar: Fogo e Cinzas’ será lançado nos cinemas nacionais amanhã (18).

Na trama, décadas após o primeiro contato da humanidade com Pandora, uma nova expedição retorna para coletar o que restou dos recursos do planeta — apenas para descobrir que a espécie alienígena está se preparando para contra-atacar a Terra.

O elenco ainda conta com Erika Marks, Jordan Iverach, Biagio Castelo e William McNamara.