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Netflix | ‘Resident Evil: No Escuro Absoluto’ – As Principais Referências do Anime ao Universo dos Games

Anime mantém título longe do survival horror porém abraça ação desenfreada

Sem dúvidas o ano de 2021 tem sido um grande momento para a franquia Resident Evil, não só pela vindoura série da Netflix e reboot no cinema como também pelos já lançados Resident Evil: Village (o novo jogo) e pelo anime No Escuro Absoluto (presente na Netflix); este que estabelece a franquia como um produto multimídia cada vez mais distante da proposta de terror do game original de 1996 e mais com a ideia de uma aventura contendo elementos do survival horror proposto a partir de Resident Evil 4.

Ainda assim, No Escuro Absoluto não surge como uma obra isolada ou como parte de um universo paralelo da franquia, apresentando algumas referências que a estabelecem em algum ponto da cronologia dos jogos. Seu estilo de animação computadorizada também a coloca próxima de outras animações anteriores da saga, como Vendetta e Degeneração. Sendo assim confira abaixo referências que chamaram a atenção tanto dos fãs dos jogos quanto do Capitão América.

Raccoon City

O segundo jogo da franquia, lançado em 1998, é icônico em diversos níveis; foi aquele que introduziu os personagens Leon Kennedy e Claire Redfield (dupla essa que também protagoniza No Escuro Absoluto), expandiu a escala de ameaça representada pela Umbrella Corporation a níveis estratosféricos ao apresentar um inimigo implacável como o Mr. X e, por fim, apresentar a solução final para Raccoon City em sua conclusão.

A destruição de Raccoon City é referenciada constantemente na saga.

A cidade que originalmente foi apenas mencionada no primeiro jogo é tomada por uma infestação de zumbis (ou infectados) atingindo o estado de total anarquia. A solução encontrada pelo governo americano? Uma bomba nuclear de alcance reduzido detonada no coração da cidade a fim de não só impedir uma proliferação maior do vírus como eliminar provas da corrupção de agentes públicos comprados pela Umbrella. Dessa maneira, desencadeando o evento mais repercutido na saga.

Ashley

A partir do momento que o enredo juntou Casa Branca mais Leon, os fãs de longa data viram isso chegando. Na ocasião em que o mais novo incidente com infectados acontece, a vida do presidente em questão é de ninguém menos que o pai da Ashley, a infame filha do mandatário que foi resgatada por Leon em Resident Evil 4, conquistou o ódio dos jogadores pela ausência de mecânicas que ela, enquanto NPC, poderia exibir para auxiliar o protagonista e por seu inesquecível grito de socorro para Leon.

Ashley foi o motivo da raiva de muitos jogadores.

Mesmo assim, o espectador mais atento pode ficar surpreso ao perceber que o presidente americano em atividade é ninguém menos que o pai da jovem. A missão de resgate conduzida por Leon também é constantemente referenciada como um diferencial em seu currículo. 

Tricell Inc.

Ao final de No Escuro Absoluto é introduzido a presença de misteriosos agentes identificados como da Tricell, podendo ou não ser um indicativo de uma sequência. Por consequente a presença desses personagens resgata outra empresa maligna do universo de Resident Evil, esta que fez sua estreia no quinto título da franquia (protagonizado pelo veterano Chris e pela novata Shiva) como uma concorrente da Umbrella que ascende após a dissolução da mesma.

Na ocasião a Tricell estava infectando propositalmente a população de uma nação africana para testar novos meios de se produzir armas biológicas. Junto a eles, operando nos bastidores, estava Albert Wesker que era até então o grande vilão dos jogos. 

‘A Morte do Demônio 4’ ganha novas imagens SANGRENTAS dos bastidores; Confira!

Através do seu Twitter, o diretor Lee Cronin divulgou novas imagens sangrentas dos bastidores da sequência ‘A Morte do Demônio 4‘ (Evil Dead Rise).

Confira:

Vale lembrar que as gravações começaram há seis semanas, na Nova Zelândia.

A trama seguirá duas irmãs distantes, interpretadas por Alyssa SutherlandLily Sullivan, cujo reencontro é interrompido quando demônios são libertados, colocando-as em uma batalha primitiva pela sobrevivência enquanto enfrentam a versão mais terrível de família que se pode imaginar.

Gabrielle Echols (‘Caminhos da Memória’), Morgan Davies (‘O Caçador) e Nell Fisher completam o elenco.

Sam RaimiBruce Campbell, diretor e astro, respectivamente, da trilogia original, serão os produtores da nova versão.

Em 2013, o aclamado cineasta Fede Alvarez investiu em um remake que, arrecadou US$ 100 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 16 milhões. Além disso, garantiu uma recepção sólida pela crítica especializada, acumulando 62% de avaliações positivas no Rotten Tomatoes.

‘Y: The Last Man’: Trailer tenso da série pós-apocalíptica

FX divulgou o trailer oficial de Y: The Last Man, série pós-apocalíptica que estreará no Hulu.

A estreia acontece dia 13 de setembro.

Confira:

Inspirada nos quadrinhos assinados por Brian K. Vaughn, a série mostra um mundo pós-apocalíptico depois que um evento cataclísmico dizimou todos os mamíferos do sexo masculino, exceto por um único humano. A nova ordem mundial das mulheres explorará gênero, raça, classe e sobrevivência.

Ben Schnetzer (‘Warcraft: O Primeiro Encontro de Dois Mundos’, ‘A Menina que Roubava Livros’) será o protagonista Yorick Brown.

Michael Green e Aida Mashaka Coral entram como showrunners adicionais. Louise Friedberg será uma das diretoras.

O elenco conta também com Diane LaneAmber TamblynImogen PootsLashana LynchJuliana Canfield e Marin Ireland.

HBO Max | ‘Batman’ (1989) – Conheça Anton Furst, o criador da Gotham de Tim Burton

Designer foi responsável por dar vida à icônica estética no filme de 1989

Recentemente, fotos vazadas dos bastidores do vindouro filme The Flash mostraram em totalidade a recriação da famosa batcaverna apresentada inicialmente em Batman de 1989, dirigido por Tim Burton, bem como a presença do icônico batmóvel utilizado tanto na obra mencionada como em sua sequência lançada em 1992. Tendo isso em mente é certo que a estética gótica que tão perfeitamente casou com Gotham City no passado voltará.

Porém, é interessante voltar um pouco para o lançamento da primeira aventura protagonizada por Michael Keaton. Em 1989 trabalhar com a propriedade do Batman era um pouco estranho; de fato, àquela altura o herói há muito tinha sido resgatado do estilo camp que marcou o seriado dos anos 60 e a censura do Comic Code Authority não mais era uma ameaça aos quadrinhos, visto que há muito a gerência de Dennis O’Neil recuperara um pouco da visão pulp proposta por Bill Finger nos anos 40.

Ainda assim, a estética (ou arquitetura) de Gotham permaneceu bastante padronizada dos anos 70 até 80; os detalhes para pichações ou lixos em becos (um possível legado de Watchmen) estavam presentes para desconstruir a ideia de um cenário seguro natural à histórias em quadrinho, porém a cidade permanecia indistinguível da Nova York daquele mesmo período.

Apesar de seus ilustres cidadãos, Gotham ainda era representada como uma cidade comum até os anos 80

E então, em 1985, Tim Burton realizou sua estreia no mundo dos longa metragens com As Aventuras de Pee-wee após vir de uma série de curtas realizados desde 1971 (com alguns deles como The Island of Doctor Agor e King and Octopus Animation já exibindo sua inclinação para o mesmo traço estilizado que ele iria popularizar anos depois no Stop Motion).

O diretor já havia conquistado atenção no até então mais recente Os Fantasmas se Divertem (onde ele demonstra as possibilidades de execução do stop motion) e ao ingressar no primeiro projeto para adaptar Batman para as telonas desde 1966 ele precisava encontrar um designer de produção que estivesse alinhado a sua identidade visual. Anton Furst também não era um estranho na indústria; antes de ingressar no projeto Batman ele havia trabalhado com Stanley Kubrick no design de Nascido para Matar.

Sua carreira antecedia a bem antes desse trabalho junto ao lendário realizador, tendo em 1979 integrado a equipe que desenvolveu os efeitos especiais vistos em Alien – O Oitavo Passageiro, ainda que sua participação não tenha sido creditada. Nesse mesmo ano, Furst teve uma outra participação não creditada no desenvolvimento de efeitos especiais em 007 – Contra o Foguete da Morte.

Os efeitos especiais em “Alien – O Oitavo Passageiro” são alguns dos mais marcantes já feitos

As interpretações de Furst e Burton andaram em concordância desde o início, com ambos decidindo que uma cidade como Gotham precisava evocar o gênero a que seu nome era dedicado. Cada construção deveria lembrar, para Burton, a ideia de monstros escondidos nas sombras e mistérios que acontecem apenas à noite. Já Furst identificava que, arquitetonicamente falando, cada construção da cidade deveria lembrar a estética medieval dos enormes castelos e catedrais; com suas colunas longas e finas, bem como as gárgulas observando a todos do alto.

Já no quesito iluminação a atenção de ambos se voltou para o legado técnico do Expressionismo Alemão, principalmente no tocante ao uso de luz e sombra para desenvolvimento dos personagens. Furst entendia que a variação de sombras e iluminação poderiam servir para externar sentimentos dos indivíduos em tela, de forma similar ao que um cenário geralmente realizava.

Sombra e luz foram essenciais para criar o ar teatral que Burton desejava.

A dualidade de Bruce Wayne, representada pela mansão no topo e pela caverna excessivamente sombria no subterrâneo é um exemplo. Por este segundo ser uma locação diretamente identificada com a persona de Batman, sua iluminação é majoritariamente escassa. O ideal de Expressionismo pode ser visto também em diferentes cenários ao longo do filme, com a presença constante de decorações inspiradas no movimento Art Déco.

Outro elemento icônico, o Batmóvel de capô estendido, nasceu da apreciação de Furst pelo passado, mais especificamente pelos carros utilizados nas corridas em campos de sal em Wendover, estado de Utah, que passaram a ter grande notoriedade nos anos 30. O design é bastante semelhante, sendo eles veículos rebaixados e alongados que não dificilmente alcançam altas velocidades nesse tipo de terreno plano.

O trabalho de Anton Furst em Batman lhe rendeu um Oscar de Melhor Direção de Arte em 1990, bem como um BAFTA de Melhor Design de Produção também pela aventura do Homem-Morcego. Infelizmente, em 24 de novembro de 1991 sua vida chegou a um trágico fim quando o mesmo cometeu suicídio, que veio após um divórcio e tentativas de se recuperar do vício em Halcion; ele deixou dois filhos.

Ryan Reynolds quer crossover entre ‘Deadpool’ e ‘Bambi’

Em entrevista ao IGN, Ryan Reynolds revelou que vendeu uma ideia para a Disney para um crossover entre as franquias ‘Deadpool‘ e ‘Bambi‘.

“Eu queria fazer um curta-metragem com o Deadpool interrogando o caçador que matou a mãe de Bambi. Na verdade, eu queria mostrar apenas que o Deadpool é um grande fã do caçador. Ele não está o interrogando, mas tentando descobrir como ele podia ser o personagem da Disney mais odiado na história”, brincou.

A ideia, porém, não foi para frente após ser apresentada para Kevin Feige, diretor criativo da Marvel Studios.

Deadpool 3‘ já foi confirmado e será classificado como Rated-R [para maiores de 18 anos].

 

 

‘Fire Island’: Margaret Cho no elenco da nova comédia LGBTQIA+ do Hulu

Segundo a VarietyMargaret Cho foi escalada para o elenco de ‘Fire Island’, filme do Hulu e da Searchlight Pictures ambientado na lendária ilha LGBTQIA+ friendly.

Cho se tornou mundialmente conhecida depois de estrelar a sitcom ‘All-American Girl’ e apresentar seu show solo ‘I’m the One That I Want’, que depois se estendeu para uma turnê nacional nos Estados Unidos, um livro best-seller e uma adaptação cinematográfica. Seus outros créditos incluem Drop Dead DivaGood on Paper.

A história gira em torno de dois melhores amigos que viajam de férias para a famosa Fire Island, conhecido como o lugar favorito para se conhecer entre a comunidade queer.

Cho se junta aos previamente anunciados Bowen YangJoel Kim Booster, confirmados no elenco em junho deste ano.

Booster também assina o roteiro, cuja narrativa é descrita como uma versão gay do clássico Orgulho e PreconceitoAndrew Ahn entra como diretor.

John HodgesBrooke PoschTony HernandezChan PhungRichard Ruiz entram como produtores.

Nenhuma outra informação foi divulgada.

‘Orphan Black’: Série original da Netflix será REMOVIDA da plataforma de streaming

A Netflix está sempre renovando sua grade de programação com o lançamento e a remoção de vários títulos de sua plataforma de streaming. No entanto, é raro e improvavél ver o serviço retirando produções que foram originalmente produzidas por ela mesma.

Ainda assim, a aclamada série original Netflix, ‘Orphan Black‘, será removida na sua integralidade da grade de programação do streaming.

As cinco temporadas da produção, que é estrelada por Tatiana Maslany, se despedem do catálogo no próximo dia 13 de agosto.

Orphan Black estreou em 2013 e contou a história de Sarah Manning, uma “rebelde sem causa” que, numa noite, presenciou o suicídio de uma mulher de negócios ao pular em frente ao trem – uma mulher que se parecia muito com ela mesma. Sendo uma golpista muito habilidosa, ela vê uma oportunidade de assumir a identidade dela até perceber que mudar de vida seria muito perigoso – incluindo experimentos com clones que explicam sua semelhança com Beth e outras seis personagens.

Confira o trailer da última temporada:

A série foi protagonizada por Maslany, que ganhou grande aclame por sua múltipla atuação, levando para casa uma estatueta do Primetime Emmy Award de Melhor Atriz em Drama em 2016.

 

‘Godzilla vs Kong 2’: Roteirista indica que sequência já está em desenvolvimento

Godzilla vs Kong’ fez sua grande estreia este ano e ajudou a dar início à recuperação das bilheterias em meio à pandemia com incríveis US$ 467,4 milhões pelo mundo.

Agora, o roteirista Max Borenstein já está planejando a continuação da história que trouxe o glorioso embate entre dois dos monstros mais famosos do cinema.

Durante uma entrevista para o Screen Rant, o cineasta adiantou que “coisas emocionantes já estão acontecendo nos bastidores”.

“Eu ouvi coisas interessantes que estão acontecendo, mas não posso falar sobre o assunto, por enquanto. Eles [da Legendary Pictures] têm um ótimo controle sobre as coisas e eu certamente tenho pensamentos e sempre fico animado quando trabalgo com eles. Acho que a franquia está em boas mãos e com o sucesso de ‘Godzilla vs Kong‘, haverá algumas novas e interessantes sequências chegando.”

Ele continuou:

“Não estou autorizado a falar nada disso oficialmente, mas o fato de que a reação do público foi extremamente positiva construiu garantias para o etsúdio. Eu acho que foi num momento maravilhoso porque o filme chegou perto do fim do aumento de casos da pandemia e o público realmente estava ansioso para ver algo que fosse divertido e alegre no cinema. Foi muito emocionante lançar nosso filme assim.”

Apesar da falta de detalhes na declaração do roteirista, foi divulgado há alguns meses que o diretor Adam Wingard está em negociações para dirigir o novo filme, que deve ser intitulado O Filho de Kong’.

Lembrando que todos os filmes da franquia tiveram ótimos resultados nas bilheterias, com ‘Godzilla‘ arrecadando US$ 529 milhões pelo mundo, enquanto ‘Kong: A Ilha da Caveira’ faturou US$ 566 milhões.

Enquanto aguardamos pelas atualizações, Godzilla vs Kong‘ já está disponível na HBO Max.

Na trama, Kong e seus protetores embarcam em uma jornada perigosa para encontrar seu verdadeiro lar. No entanto, tudo sai do controle quando eles cruzam o caminho de Godzilla, completamente enfurecido, deixando um rastro de destruição em todo o mundo. Esse combate épico entre os dois titãs, instigado por forças ocultas, é apenas o começo do mistério que jaz no núcleo da Terra.

O Repórter Hollywood, Jânio Nazareth, traz a crítica em vídeo de ‘Godzilla vs. Kong‘  – direto de Los Angeles.

Assista:

Crítica | Godzilla Vs Kong – Um maravilhoso Open Bar de porrada de monstros

As lendas se enfrentam em “Godzilla vs. Kong”, quando esses adversários míticos se encontram em uma espetacular batalha, na qual o destino do mundo entrará em jogo. Kong e seus protetores embarcam em uma jornada perigosa para encontrar seu verdadeiro lar. Com eles está Jia, uma jovem órfã que tem uma ligação única e forte com Kong. Mas eles não sabiam que estavam no caminho de um Godzilla enfurecido, que está deixando um rastro de destruição pelo planeta. Esse combate épico entre os dois titãs, instigado por forças ocultas, é apenas o começo do mistério que jaz no núcleo da Terra.  

Dirigido por Adam Wingard (‘Você é o Próximo‘), o longa dará continuidade aos eventos de ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘ e ‘Kong: A Ilha da Caveira‘.

Revelado como ‘Kong – A Ilha da Caveira’ se conecta a ‘Godzilla’ [SPOILER]  

O elenco conta com Millie Bobby Brown, Julian DennisonRebecca HallEiza GonzalezBrian Tyree HenryAlexander Skarsgård, Jessica Henwick Demian Bichir.

Crítica | Abe: Drama com Seu Jorge e Noah Schnapp provoca o paladar e uma profunda reflexão

Abe já está em exibição nos cinemas brasileiros

Em tempos globais, tratar a arte, a culinária e a cultura de maneira segmentada é um tanto leviano demais. Em um contexto universal amplamente conectado pela tecnologia, o isolamento das manifestações artísticas já se faz antiquado. E essa fusão sinestésica é o grande cerne do mais novo filme do cineasta brasileiro Fernando Grostein Andrade. Levando seu talento para além mar e para além da nossa atmosfera tropical, ele estreia seu longa Abe em meio ao gélido clima invernal de Park City, trazendo uma acalentadora história sobre uma família multicultural cheia de conflitos de gerações, capaz de aquecer qualquer coração.

Como brasileiros, sabemos bem o que é nascer em extensos hibridismos raciais e culturais. Graças à nossa colonização, somos um pouco de tudo e de todos, com traços tão exóticos, incapazes de serem distinguidos por sua nacionalidade pelos olhos de um estrangeiro. Essa mistura brasileira ganha sua versão norte-americana, por meio da família do jovem Abe (Noah Schnapp). Fruto de um casamento cujas famílias vivem em lados sócio religiosos tão opostos, ele tenta casar a cultura árabe e muçulmana com a israelense e mediterrânea. Por meio de seu amor e talento nato pela culinária, dois mundos díspares vão encontrar um ponto de contato entre si: a boa e velha fome.

Nessa jornada, Abe encontra Chico Catuaba (Seu Jorge), nome mais brasileiro impossível. Com seu carisma, fala escrachada e gingado, ele é a personificação da brasilidade, em termos de criatividade e autenticidade. Único, o personagem do talentoso cantor e ator é um deleite aos olhos da audiência e carrega em si a leveza do humor que permeia esse drama familiar tão profundo. E da maneira mais peculiar e inusitada possível, duas gerações de cozinheiros se colidem em uma bela amizade, regada por um sentimento de mentoria e quase paternidade, tamanha a afeição desenvolvida entre os protagonistas.

Com um roteiro simples, mas que reside na complexidade do ser humano, Abe enche nossos olhos com uma estética encantadora. Fazendo dos condimentos, temperos, frutas, verduras e legumes sua paleta de cores, Andrade entrega um design de produção cativante, a ponto de também despertar um apetite voraz na audiência. Trazendo alguns dos elementos da culinária local, como o saboroso dadinho de tapioca, ele apresenta o Brasil por aquilo que ele tem de melhor: seu povo e sua versátil gastronomia. Encontrando as audiências mais diversas possíveis, o longa apresenta mais que a fusão gastronômica da família de Abe, trazendo também uma prazerosa fusão cultural entre Brasil e Estados Unidos. Com a presença de outros atores brasileiros, nos sentimos honrados como nação e ansiosos pela percepção da audiência que não faz parte do circuito tupiniquim.

E pela culinária e inocência de um garoto de 12 anos, uma profunda e importante reflexão sobre a dinâmica familiar é proporcionada ao público. Como um longa que estreou no Festival de Sundance na categoria Kids, ele permite que essa percepção seja vivenciada pelas mais distintas gerações, tratando também os simbolismos históricos do ato de sentar-se à mesa e degustar de uma refeição ao lado de alguém. Sensível, doce e delicado, o filme passa num piscar de olhos, tem uma narrativa ágil e bem desenvolvida, promovendo uma empatia instantânea no público.

Embalado por uma rica trilha sonora bem brasileira, Abe é aquele conto ideal para o Sundance. Focando sua trama nas sensações e percepções humanas, a produção cruza as fronteiras de um filme com temática gastronômica, se tornando – genuinamente – um longa sobre os dissabores da vida familiar intercultural. E ainda que apenas algumas tradições de países específicos sejam diretamente abordadas, o filme mantém sua universalidade, como sendo uma história capaz de muito mais que cativar, promovendo também um importante debate sobre o significado e o valor desse poderoso enlace inter-racial tão forte na contemporaneidade.

Filme assistido no Festival de Sundance 2019

‘Cobra Kai’: 4ª temporada ganha novo teaser oficial e previsão de estreia; Confira!

Netflix divulgou hoje (05) o novo teaser oficial da 4ª temporada de Cobra Kai, anunciando a estreia para dezembro de 2021 – ainda sem dia confirmado.

Confira:

Vale lembrar que as outras três temporadas já estão disponíveis na Netflix.

Peyton List (Tory) e Vanessa Rubio (Carmen), foram promovidas a personagens regulares para a próxima iteração, enquanto Dallas Dupree YoungOona O’Brien foram as mais recentes adições ao elenco.

COBRA KAI se passa 30 anos depois do Torneio de All Valley de 1984, com a continuação do inevitável conflito entre Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka).

Na terceira temporada, estão todos aturdidos após a violenta briga entre os dois dojos na escola, que deixou Miguel gravemente ferido. Enquanto Daniel revisita o passado à procura de respostas e Johnny busca redenção, Kreese manipula ainda mais seus vulneráveis alunos com suas ideias de dominação. A alma do Vale está em jogo, assim como o destino de todos os alunos e senseis.

Além de Ralph MacchioWilliam Zabka, o elenco conta com Courtney Henggeler, Xolo Maridueña, Tanner Buchanan, Mary Mouser e Jacob Bertrand.

‘O Esquadrão Suicida’ pode faturar US$ 70 milhões no fim de semana de estreia

De acordo com o Deadline, ‘O Esquadrão Suicida pode faturar pelo menos US$ 70 milhões em seu primeiro fim de semana de estreia.

As projeções indicam que o longa deve arrecadar US$ 30 milhões somente nos EUA, que contará com a abertura de aproximadamente 4.000 salas de cinema para o lançamento.

Em 2016, o filme anterior registrou US$ 133,6 milhões na abertura mundial e terminou o período em exibição com US$ 746,8 milhões.

Considerando a pandemia e o baixo número de cinemas funcionando ao redor do planeta, é pouco provável que o filme de James Gunn consiga ultrapassar a marca do longa de David Ayer.

No entanto, caso ‘O Esquadrão Suicida‘ consiga chegar aos US$ 70 milhões previstos para os três primeiros dias, seria um motivo de comemoração.

Ainda assim, a estreia simultânea no catálogo da HBO Max pode ser um desafio para as bilheterias da adaptação.

Lembrando que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais e estreia amanhã nos EUA.

Como a crítica especializada deixou claro, as primeiras impressões são extremamente positivas.

Entre os comentários, os jornalistas estão dizendo que o longa dirigido por James Gunn consegue misturar na medida certas as cenas de ação, violência, humor, e tem até momentos sentimentais.

Como já era de se esperar, também não faltaram elogios à Margot Robbie, que entrega sua melhor performance como Harley Quinn desde que integrou o DCEU, segundo o crítico do Fandango.

Idris Elba (Bloodspot), David Dastmackhian (Polka Dot Man) e John Cena (Peacemaker) também ganharam destaque por suas atuações.

Pelo visto, o filme é tão bom que não tem nada de parecido com o anterior e vai te fazer querer assistir de novo assim que você sair da sessão.

Confira as reações:

“‘O Esquadrão Suicida‘ é absolutamente insano. Violento como o inferno, ousado e implacável. James Gunn está totalmente à vontade. Às vezes é opressor, mas o filme momentos sentimentais , tem humor, ação, emoção… Tudo isso. Caramba, não há nada igual.”

“Eu tive o melhor momento da vida assistindo ‘O Esquadrão Suicida‘ – é um tipo de filme de quadrinhos que não poupa nos exageros e eu adoro isso. É grande, ousado e visualmente deslumbrante. Você verá as raízes do terror de James Gunn espalhadas por toda parte. É violento, mas também é hilário. Pesado, mas também MUITO delicado.”

“O Bloodsport de Idris Elba e o Polka-Dot Man de David Dastmalchian são os grandes destaques para mim (Bloodsport tem as armas mais legais, aliás). Também achei que era Margot Robbie deu o melhor de si como Harley Quinn. A jornada dela neste filme é realmente adorável… E bastante sangrenta!”

“Qualquer dúvida que você tenha sobre ‘O Esquadrão Suicida‘ vai desaparecer logo após a abertura agressiva. É um blockbuster violento, hilário e imprevisível, e todos vão sair com um personagem favorito desse elenco incrível. É tão divertido que você vai querer ver de novo instantaneamente.”

“‘O Esquadrão Suicida‘ é fantástico! Uma aventura sem barreiras entregando o melhor dos super-heróis e do universo dos quadrinhos. Imprevisível na história, único no estilo e cheio de riscos. Também é violento e hilário. Os momentos de ação são insanos. Idris Elba, Margot Robbie e o resto do elenco estão fantásticos. James Gunn conseguiu [se superar] de novo.”

“‘O Esquadrão Suicida‘ é sangrenta, explosivo e capta perfeitamente o caos e a violência do material de origem. O elenco é excelente e nunca há um momento de tédio. Inesperado e divertido, um dos melhores da DC Comics.”

“Então, essa cética aqui amou ‘O Esquadrão Suicida‘. É divertido de muitas maneiras. Se você está se perguntando se James Gunn e aquele incrível elenco conseguiram fazer jus ao material de origem e à classificação para maiores… Sim, eles consegue.”

“Todo mundo é incrivelmente divertido, mas a Harley de Margot e a Ratcatcher 2 de Daniela Melchior são minhas personagens favoritas. As brincadeiras de Idris Elba e John Cena ficam em 3º lugar, sem falar na trilha sonora de rock.”

“‘O Esquadrão Suicida‘ é divertido, cheio de ação e astúcia. Um elenco caótico perfeito. É aventura selvagem e sangrenta. Definitivamente traz uma evolução comparado ao primeiro.”

“Recentemente, assisti ‘O Esquadrão Suicida‘, o que foi uma experiência doentia porque aproveitei ao máximo a classificação para maiores que entrega o maior balde de loucura em todos os filmes de James Gunn que eu já vi. Ele foi a melhor escolha para comandar um filme d’O Esquadrão Suicida’.”

“‘O Esquadrão Suicida‘ é tão engraçado, irreverente e violento quanto prometido. O que eu mais gostei, porém, foi seu lado sentimental. [James] Gunn realmente equilibra o cômico e o sério de uma maneira que os dois se complementam muito bem. Eu pulei de cabeça. Ahhh, e o Tubarão Rei arrebenta.”

Depois de tantos elogios, é difícil não criar expectativas, não é? Você está ansioso?

Lembrando que o filme chega aos cinemas nacionais em 05 de agosto.

 

O Esquadrão Suicida | Os melhores momentos do trailer do filme

“Bem-vindos ao Inferno – também conhecido como Bell Reve, a prisão com o maior índice de mortalidade dos Estados Unidos. Onde os piores super-vilões são mantidos e onde farão qualquer coisa para escapar – até mesmo se juntar ao super-secreto e super-duvidoso grupo Força-Tarefa X. A missão suicida de hoje? Juntar um grupo de golpistas, incluindo Sanguinário, Pacificador, Capitão Bumerangue, Caça-Ratos 2, Savant, Tubarão Rei, Blackguard, Dardo e a psicopata preferida de todos, Arlequina. Então os arme com força e os jogue (literalmente) na remota ilha recheada de inimigos de Corto Maltese”. 

Alguns nomes reprisam seus papéis do filme anterior, como Viola Davis (Amanda Waller), Margot Robbie (Harley Quinn), Jai Courtney (Capitão Bumerangue) e Joel Kinnaman (Rick Flag).

Entre os novatos estão Idris Elba, Taika Waititi, Alice Braga e Michael RookerNathan Fillion, Pete Davidson, Flula Borg, Sean Gunn e Mayling Ng.

TENSO! ‘O Homem nas Trevas 2’ ganha novo trailer violento para maiores de 18 anos

A sequência ‘O Homem nas Trevas 2‘ ganhou um novo trailer para maiores de idade.

Confira:

O longa será lançado EXCLUSIVAMENTE nos cinemas do Brasil no dia 12 de agosto.

A sequência se passa anos após a invasão inicial e mortal de sua casa; quando Norman Nordstrom (Stephen Lang) vive em um refúgio de tranquilidade até que os pecados do seu passado cobram seu preço.

O longa é dirigido por Rodo Sayagues, que coescreveu o roteiro ao lado de Fede Alvarez.

Stephen Lang voltará a estrelar a sequência.

Sucesso nas bilheterias, ‘O Homem nas Trevas‘, lançado em 2016, custou apenas US$ 9,9 milhões, e arrecadou US$ 157 milhões mundialmente.

‘Free Guy’: Pôster IMAX traz o universo dos games para o mundo real; Confira!

A IMAX divulgou uma belíssimo pôster para promover ‘Free Guy: Assumindo o Controle‘, a nova comédia de ação estrelada por Ryan Reynolds.

Na imagem, o astro se junta aos outros personagens do longa enquanto diversos elementos do universo dos games são detalhados ao redor da imagem.

Confira:

Lembrando que ‘Free Guy: Assumindo o Controle‘ estreia em 19 de agosto nos cinemas nacionais, mas as primeiras reações já foram disponibilizadas na internet.

Os especialistas comentaram que o longa é uma das grandes surpresas do ano, elogiando a direção de Shawn Levy, as atuações e a história.

Confira:

“Feliz em dizer que a colaboração entre Reynolds e Levy em ‘Free Guy’ é incrível. É um filme divertido e honesto que me fez sorrir do começo ao fim. Além disso, o filme tem uma surpresa ou duas que realmente fizeram meu queixo cair”.

“Preciso pensar sobre isso mais, mas ‘Free Guy’ pode ser o melhor filme de videogames já feito. Realmente faz você pensar que você está dentro de um”.

“Me diverti muito com ‘Free Guy’. É bobo, divertido, deliciosamente estranho – e tudo fez meu coração muito feliz. Reynolds e Jodie Comer formam uma ótima dupla”.

‘Free Guy’ é a maior surpresa do verão. Divertido, charmoso e agradável. Realmente gostei!”.

‘Free Guy’ é uma diversão completa e será um sucesso. Um filme de videogame que realmente faz você se sentir dentro de um. Reynolds é o equivalente dos filmes a Ted Lasso. Comer é uma estrela”.

Escrito por Matt Lieberman (‘Crônicas de Natal’) e Zak Penn (‘O Incrível Hulk’ e ‘Jogador Nº 1’), o longa é dirigido por Shawn Levy (‘Uma Noite no Museu’).

Na trama, um caixa de banco preso a uma entediante rotina tem sua vida virada de cabeça para baixo quando ele descobre que é personagem em um brutalmente realista vídeo game de mundo aberto. Agora ele precisa aceitar sua realidade e lidar com o fato de que é o único que pode salvar o mundo.

Crítica | O Esquadrão Suicida – James Gunn entrega uma obra-prima

Quando “Esquadrão Suicida” chegou aos cinemas em 2016, as altas expectativas acerca do projeto se esvaíram logo no primeiro final de semana, quando a audiência percebeu o tamanho da bomba pela qual pagou para assistir. O desperdício de vilões conhecidos dos quadrinhos foi quase revoltante, dada a falta de criatividade, coragem e ousadia do roteiro e também da direção. Conduzido por David Ayer como se fosse um videoclipe, o longa foi uma verdadeira tragédia que praticamente sepultou outros futuros projetos do DCU que fugissem do núcleo básico da Liga da Justiça. Na época, uma crítica popular associada ao filme foi que ele falhava em tentar replicar o estilo dos Guardiões da Galáxia, sucesso da Marvel que adaptou personagens de pouco nome nos quadrinhos para as telonas. Então, com a polêmica envolvendo o diretor desse filme, James Gunn, que ocasionou sua temporária demissão da Disney, a Warner correu atrás dele para tentar seduzi-lo a dirigir um filme do Superman. O diretor recusou a oferta, mas se disse interessado em dar uma segunda chance ao Esquadrão, contanto que tivesse a liberdade para fazê-lo conforme achasse melhor. O estúdio deu sinal verde e assim começou a se desenhar o filme mais ousado de todo o Universo DC nos cinemas: O Esquadrão Suicida.

O filme estreia nesta quinta-feira (5) nos cinemas de todo o Brasil. Sendo oficialmente uma sequência, mas com jeitão de reboot, O Esquadrão Suicida é um resumo fantabuloso da carreira de James Gunn, tanto como diretor quanto roteirista. Sem usar como base um arco das HQs, o diretor e roteirista teve a liberdade de trazer vários elementos de épocas distintas dos Esquadrões dos quadrinhos e usou todos os elementos clássicos de seus filmes pré-Marvel, como a violência gore, típica dos filmes de terror B, o humor politicamente incorreto, a tensão, a sexualidade e um uso caricato de cores que casa muito bem com a proposta dos filmes dos quadrinhos. Além, claro, da trilha musical afiada que, apesar de não funcionar como uma personagem, embala as sequências de ação sem parecer um videoclipe. E os diálogos flertam entre a bobeira e o genial numa linha tênue, o que garante muitos risos, mesmo que saiam de forma desconfortável.

E esse desconforto, seja nas cenas mais cômicas ou nas cenas mais tensas, é o grande diferencial do filme. Ele consegue desenvolver seus personagens com a mesma facilidade que tem para descartá-los com mortes terrivelmente explícitas. E aí que fica interessante. Porque mesmo sendo cenas terríveis de massacre, a direção as conduz como se fossem uma dança mortal que te instiga a ver e a torcer para que seu personagem favorito não morra na próxima cena. Afinal, qual o sentido de ter um “Esquadrão Suicida” se a equipe criativa por trás não tiver a coragem de justificar esse “Suicida” aí no título? Então, não adianta se apegar aos personagens porque as chances deles terminarem a história bem são poucas.

Ao abraçar esse contexto de que todos eles são descartáveis para a inescrupulosa Amanda Waller (Viola Davis), o filme consegue trazer esse perigo de que ninguém está a salvo para as telas, mas em momento algum tenta se levar a sério. Nesse ponto, chega a ser louvável como a direção se preocupa em desenvolver e trabalhar personagens que não voltarão a aparecer novamente. Isso mostra um carinho muito grande envolvido no projeto, feito por gente que gosta do Esquadrão Suicida e gosta de cinema. É uma aventura macabra, divertida e com personalidade que choca e entretém na mesma medida. É um festival espalhafatoso e sombrio que deixa um gosto agridoce na boca e introduz personagens que ganharão um novo patamar no panteão dos ícones da Cultura Pop.

Falando especificamente dos personagens, alguns retornam da bomba original, apesar de viverem em situações diferentes agora, enquanto dezenas de novos vilões são apresentados para a equipe. Cada um tem sua particularidade e todos contribuem para o espetáculo. O grande destaque é a Caça-Ratos II, vivida pela portuguesa Daniela Melchior. Ela é a “Millennial” do grupo, então consegue trazer uma profundidade bem grande para si e para outros membros mais velhos do time, como o Tubarão Rei. Falando nele, a interpretação de Sylvester Stallone no peixão de bermudinha é muito divertida e vai cativar a muitos com a violência brutal mais fofa do DCU. Por fim, vale destacar o uso da Arlequina, que não é sexualizada, não é forçada e conta com uma interpretação incrível de Margot Robbie, que fica sempre muito à vontade na pele da doidinha favorita de todos. Inclusive, não é absurdo nenhum dizer que ela se emancipou muito mais nesse filme do que em sua última aparição. E não ter essa necessidade de ser a protagonista da história, que não se curva a ela o tempo todo, deu uma leveza fantástica para a personagem. Claro que há muitos outros personagens incríveis no filme, como o Pacificador (John Cena) e tantos mais. No entanto, vamos nos ater a falar somente desses três para evitar spoilers.

Enfim, O Esquadrão Suicida é uma sequência que não te obriga a ver o anterior para entender a história. Ele se sustenta sozinho e aumenta o panteão de personagens memoráveis da DC nas telonas. A estrutura narrativa, a forma de abordagem dos personagens e o estilo de direção de James Gunn transformam essa aventura praticamente episódica em um clássico instantâneo dos filmes baseados em quadrinhos. Repleto de violência, personalidade, ação, membros decepados, zero slow motion e uma mensagem política mais que pertinente, O Esquadrão Suicida é mais um acerto da DC nos cinemas. O que nos faz lamentar que tenham perdido tantos anos seguindo um estilo contrário ao de 80% de seus personagens retratados em tela.  Por outro lado, abre-se todo um novo horizonte para filmes verdadeiramente ousados e novos dentro do gênero no UDC. Basta que mantenham essa proposta de diretores realmente bons, como Gunn, que trabalhem de acordo com os personagens escolhidos e tenham liberdade para trazerem suas visões para as telonas.

Ah, importante avisar: se você tiver medo, nojo, asco, trauma ou fobia de ratos, passe longe desse filme. Praticamente toda cena do longa tem um roedor sendo mostrado.

O Esquadrão Suicida estreia em 5 de agosto de 2021.

‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’: Principais personagens ganham destaque em belos cartazes individuais; Confira!

Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anés’ estreia em 02 de setembro nos cinemas nacionais, e a Marvel Studios está trazendo em peso novos materiais promocionais da adaptação.

Desta vez, o estúdio divulgou belos cartazes individuais destacando os principais personagens, que são:

Shang-Chi (Simu Liu), Katy (Awkwafina), Wenwu (Tony Leung), Xialing (Meng’er Zhang), Jiang Nan (Michelle Yeoh) e o misterioso Death Dealer.

Confira:

Destin Daniel Cretton é responsável pela direção.

Shang-Chi é o filho de um globalista com base na China que criou e educou o descendente dele em um recluso complexo chinês, treinando artes marciais e adquirindo habilidades insuperáveis. Quando ele tem a chance de entrar em contato com o resto do mundo, logo percebe que seu pai não é o humanitário que dizia ser, vendo-se obrigado a se rebelar.

Simu Liu estrela a produção. O elenco ainda conta com Awkwafina, Tony Chiu-Wai Leung, Michelle Yeoh, Florian Munteanu, Fala Chen e Ronny Chieng.

‘Star Wars: The Bad Batch’ é renovada para a 2ª temporada e já tem previsão de estreia; Confira!

A primeira parte do episódio final de Star Wars: The Bad Batch‘ estreia amanhã na Disney+.

Mas, para a surpresa dos fãs, a página oficial da saga no Twitter anunciou que a animação foi renovada para a 2ª temporada, que será lançada em 2022.

Confira:

“‘Star Wars: The Bad Batch retornará para uma segunda temporada em 2022. Prepare-se para o final de duas partes da primeira temporada começando amanhã, só na Disney+.”

Através de um comunicado, o presidente da Disney+, Michael Paull, comemorou a renovação.

“Os fãs abraçaram com entusiasmo a ação e o drama de ‘Star Wars: The Bad Batch’ e estamos animados para ver este universo se expandindo na Disney+. Como uma plataforma dedicada à franquia, mal podemos esperar pela segunda temporada desta atração que vem atraindo milhares de fãs.”

Confira o trailer da 1ª temporada:

Criada por Dave Filoni (‘O Mandaloriano’), os capítulos são dirigidos por Bras Rau, com roteiro supervisionado por Jennifer Corbett.

Star Wars: The Bad Batch gira em torno de clones de elite experimentais do “Lote Ruim” (introduzidos originalmente em ‘A Guerra dos Clones’), à medida que encontram um meio de mudar a galáxia imediatamente após os eventos anteriores. Os membros do grupo – um esquadrão único que varia geneticamente de seus irmãos do Exército dos Clones – possui uma habilidade excepcional que os transforma em soldados práticos, extraordinários e formidáveis.

Dee Bradley BakerMing-Na Wen fazem parte do elenco.

‘Kate’: Mary Elizabeth Winstead e Woody Harrelson estampam belo pôster do thriller de ação da Netflix; Confira!

Ontem foi divulgado o primeiro trailer deKate, thriller de ação da Netflix estrelado por Mary Elizabeth Winstead (‘Aves de Rapina’) e Woody Harrelson (‘Venom – Tempo de Carnificina’).

Aproveitando o hype, a plataforma de streaming divulgou um belo pôster do longa, trazendo Miku Martineau junto com a dupla.

Confira, junto com o trailer:

O longa será lançado na plataforma no dia 10 de setembro.

Cedric Nicolas-Troyan (‘O Caçador e a Rainha do Gelo’) é responsável pela direção.

Uma assassina profissional corre contra o tempo depois de ter sido envenenada e tem apenas 24 horas de vida para buscar o antídoto e descobrir quem pôs um alvo em sua cabeça.

O elenco também conta com Tadanobu AsanoMichiel Huisman e Jun Kunimura.

[EXCLUSIVA] Diretor de ‘Legacy of Lies’ foi AMEAÇADO de morte pela KGB por conta do filme; Entenda!

O thriller de ação ‘Legacy of Lies‘ teve a sua estreia nesta semana no canal Space e apresenta uma eletrizante trama de espionagem política, envolvendo um ex-agente secreto.

Mas originalmente a trama seria completamente diferente e abordaria o misterioso e até hoje controverso bombardeio de quatro blocos de apartamento na Rússia, que resultou na morte de 300 pessoas e que ainda hoje segue sendo vista como uma conspiração conduzida pelo próprio governo russo. No entanto, o diretor Adrian Bol do filme se viu forçado a mudar todo o roteiro do longa, após sofrer ameaças de morte por parte da KGB.

E em uma entrevista exclusiva à nossa jornalista Rafa Gomes, Bol deu detalhes sobre as ameaças e revelou que até produtores e investidores chegaram a abandonar o projeto, temendo por suas vidas.

Confira a entrevista:

Na trama, um ex-agente do MI6 é jogado de volta ao mundo da espionagem. Sua missão é descobrir a verdade sobre as operações conduzidas por serviços secretos desconhecidos, mas para isso ele arriscará a própria vida.

Honor Kneafsey, Martin McDougall e Yuliia Sobol completam o elenco.

‘Tempo 2’? Shyamalan tem ideias para uma sequência, mas não quer desenvolvê-las

O novo suspense do cineasta M. Night Shyamalan, ‘Tempo‘ já está em exibição nos cinemas e com seu enigmático final, muito tem sido especulado a respeito da possibilidade da produção ganhar uma nova sequência.

E durante uma entrevista ao GamesRadar+, o diretor comentou sobre um novo capítulo para o filme, salientando que possui uma ideia em mente, mas que nunca irá executá-la.

“Você me conhece, sou o oposto de uma franquia. A emoção é poder fazer algo original. No entanto, eu realmente pensei numa outra ideia [para uma sequência]. Eu disse para um cara no meu trabalho, ‘acabei de pensar em outra coisa’, mas nós nunca faremos ela. Sigamos em frente para outros filmes”. 

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o astro Alex Wolff elogiou ‘Tempo‘ (Old), e revelou que um filme inteligente assim sai a cada vinte anos…

O astro ainda teceu elogios ao cineasta M. Night Shyamalan e falou sobre as diferenças do filme para ‘Hereditário‘.

Assista entrevista:

Em entrevista ao site, Shyamalan explicou o que mudou em Hollywood desde que ele lançou ‘O Sexto Sentido‘.

Segundo o diretor, na época tínhamos filmes originais, e hoje vemos mais sequências.

“Quando eu comecei, todos estavam fazendo filmes originais. Todos os filmes lançados na época eram originais. Era o padrão da época. A razão de você ir aos cinemas era para assistir algo diferente, que você nunca tinha visto antes. De fato, as sequências geralmente afundavam nas bilheterias. Se você lançasse uma sequência, arrecadava metade do original. Mas o mundo mudou no decorrer desses 22 anos. Quando eu lancei O Sexto Sentido, em 1999, todos os grandes lançamentos eram originais. O mundo mudou, e atualmente, há poucos cineastas fazendo filme originais. Eu continuo lutando para fazer filmes originais.”, disse.

Shyamalan  revelou que NUNCA MAIS realizará uma sequência… porém, ele teve uma ideia para ‘Tempo 2‘.

“Serei muito honesto. Eu tenho duas respostas. A primeira é que eu nunca vou fazer uma sequência novamente. Eu não gosto disso. No entanto, a segunda parte da resposta é que eu tive uma ideia para uma sequência de Tempo. Mas eu não sei o que vou fazer com isso.”, afirmou.

Assista a entrevista:

Tempo‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

O longa é baseado nos quadrinhos Sandcastle, de Pierre Oscar Lévy e Frederik Peeters.

A trama acompanha uma família de férias descobre uma praia isolada onde decide relaxar por algumas horas. Porém, logo eles percebem que o lugar os está fazendo envelhecer rapidamente, reduzindo suas vidas inteiras a apenas um dia.

O elenco conta com Gael García BernalVicky KriepsRufus SewellKen LeungNikki Amuka-BirdAbbey LeeAaron Pierre, Alex WolffEmbeth Davidtz, Eliza Scanlen, Emun Elliott, Kathleen Chalfant e Thomasin McKenzie.

‘What If…?’: O Vigia explica o conceito do Multiverso em novo teaser da animação; Assista!

Através do Twitter, a página da animação What If…’? divulgou um novo teaser narrado por Jeffrey Wright, dublador do Vigia, o ser interdimensional que testemunha cada acontecimento do MCU.

Numa parte do vídeo, ele diz:

“A realidade não é uma linha reta. Cada momento que passa é uma chance para um novo desdobramento. Uma nova variação. Na verdade, existem mais realidades do que você pode imaginar.”

Ele continua:

“Eu sou Jeffrey Wright e, como dublador do Vigia em ‘What If…?‘ posso ver o que poucos conseguem. A totalidade do Multiverso em todo o tempo e espaço. As histórias que você pensava que sabia não são nada como você lembra. Aqui, teremos rostos familiares em papéis desconhecidos.”

Uma das personagens com destaque no vídeo é Peggy Carter, que se torna uma super soldado no primeiro episódio da série, assumindo o lugar de Steve Rogers.

Assista:

“Vá além do Multiverso e descubra ‘What If…?‘ A primeira série animada da Marvel Studios começa a ser transmitida em uma semana na DisneyPlus.”

Lembrando que ‘What If…?‘ estreia em 11 de agosto.

E parece que esta será apenas uma de muitas séries animadas planejadas pelo estúdio.

Durante uma entrevista para a Variety, a vice-presidente executiva da Marvel, Victoria Alonso, confirmou que mais animações estão a caminho.

Além disso, ela disse que a Marvel Studios está investindo em uma divisão exclusiva para animações.

“Teremos nosso ramo de animações ampliado com um mini-estúdio, e haverá mais delas saindo do forno. Estamos muito empolgados em trabalhar em outras animações, esse estilo de arte sempre foi meu primeiro amor.”

Rumores sobre ‘Marvel Animation Studios‘ surgiram pela primeira vez no início deste ano, quando foram divulgadas vagas de emprego para a nova divisão do estúdio.

Enquanto aguardamos por novas atualizações, assista ao trailer de ‘What If…?

Laura Karpman, conhecida por seus trabalhos em Lovecraft Country‘L.A.’s Finest’, ficará responsável pela trilha sonora da série.

What If é uma antologia que apresenta ao público cenários alternativos para os personagens mais icônicos da Marvel, e eles desde coisas sutis, como o Homem-Aranha entrando para o Quarteto Fantástico ou então o que aconteceria se o mundo soubesse que Demolidor é cego, até cenários mais extremos – por exemplo, e se Loki tivesse encontrado o martelo no lugar de Thor, ou Doutor Estranho tivesse se tornado um discípulo de Dormammu?

Outro aspecto bastante popular dessa compilação é explorar como o mundo seria se certos personagens tivessem sobrevivido ao invés de morrer. Por exemplo, um dos quadrinhos explora o mundo em que Ben Parker, tio de Peter, não tivesse morrido, ou então em que Gwen Stacy não tivesse morrido nas mãos do Duende Verde.