Site Página 4207

Dossiê 007 | A Serviço Secreto de Sua Majestade (1969) – 6º Filme marca pela ausência de Sean Connery no papel

007 – Sem Tempo para Morrer, o vigésimo quinto filme oficial da franquia mais duradora do cinema, tem estreia programada para o dia 7 de outubro de 2021 – após ser adiado do ano passado devido à pandemia. Como forma de irmos aquecendo os motores para esta nova superprodução que, como dito, faz parte de uma das maiores, mais tradicionais e queridas franquias cinematográficas da história da sétima arte, resolvemos criar uma nova série de matérias dissecando um pouco todos os filmes anteriores, trazendo a você inúmeras curiosidades e muita informação.

Com cinco filmes personificando o maior agente secreto do cinema, era impensável que a franquia seguisse com qualquer outro no papel protagonista que não fosse o astro, primeiro e único, Sean Connery. Mas foi exatamente isso que ocorreu em A Serviço Secreto de Sua Majestade, o sexto longa da cronologia oficial canônica de 007James Bond nos cinemas. Confira abaixo detalhes deste que marcou por ser o primeiro filme da franquia a não conter a forma mais famosa do espião nas telonas.

Leia também: Dossiê 007 | O Satânico Dr. No (1962) – Conheça o primeiro filme da franquia do espião James Bond

Produção

Comecemos pelo começo. O que marcou de verdade a produção de A Serviço Secreto de Sua Majestade, o sexto longa da franquia 007 no cinema, foi a saída do protagonista Sean Connery. Mas foi por pouco que o astro não estrelou esta história. Acontece que o livro já havia sido prometido como adaptação anteriormente. Porém, por fazer uso de uma trama mais dramática, os produtores terminaram optando por passar Só Se Vive Duas Vezes na frente, por exemplo, deixando este exemplar para uma vindoura produção. Bem, o pior aconteceu e Connery pulou fora assim que seu contrato expirou com a EON (a produtora dos filmes da franquia).

Caso os produtores tivessem seguido a ordem planejada inicialmente na adaptação deste que é considerado um dos melhores livros com o personagem, escrito por Ian Fleming, Connery poderia ter saído por cima no auge, e deixado capítulos inferiores, vide Só Se Vive Duas Vezes e quem sabe A Chantagem Atômica para outro protagonizar. Enquanto a caçada mundial por um novo intérprete de James Bond acontecia, os produtores tratavam de escalar para a função de diretor, Peter Hunt, editor da franquia, tendo trabalhado nos cinco filmes anteriores. Hunt finalmente dava o pulo para a cadeira de diretor, assumindo o comando de seu primeiro filme.

Leia também: Dossiê 007 | Moscou Contra 007 (1963) – Conheça o segundo filme da franquia do Espião James Bond

James Bond

Como dito em matérias anteriores desta coluna, o astro Sean Connery foi catapultado para a fama mundial graças ao seu papel como James Bond e já havia protagonizado cinco filmes da série no cinema. Connery há tempos vinha infeliz e nos dois filmes anteriores já não demonstrava sequer alegria em seu trabalho, desejando alçar outros voos e ser reconhecido por seu talento performático. Suas reclamações constantes não eram apenas choramingo ou estrelismo e assim que seu contrato de cinco filmes foi cumprido com a EON, o ator não conversou e pulou fora, deixando uma lacuna muito grande a ser preenchida. Essa era a época do auge da popularidade da franquia, que havia gerado uma verdadeira febre mundial da temática de espiões, fosse no cinema ou na TV. Era uma verdadeira Bondmania. É claro que os produtores não se dariam por vencidos em encerrar sua galinha dos ovos de ouro.

Curiosamente, uma das ideias iniciais era por filmar O Homem com a Pistola de Ouro, tendo Roger Moore no papel principal. Ideia que só viria a se concretizar mais para frente. O escolhido foi mesmo o livro A Serviço Secreto de Sua Majestade, prometido anteriormente inclusive. Assim, depois de muito procurarem, James Bond finalmente terminou nas formas de um desconhecido: o modelo australiano George Lazenby, sem qualquer experiência como ator. Bem, e para todos os efeitos, foi justamente esta qualidade que garantiu a contratação do modelo. Os produtores não queriam um ator famoso que desviasse a atenção do personagem. Pelo contrário, privilegiavam um desconhecido que pudesse ser o novo rosto do espião.

Embora sua atuação no papel não seja das melhores, Lazenby garantiu a fisicalidade do personagem, se saindo bem nas cenas de ação e lutas, o que atraiu ainda mais os produtores para sua performance. A troca de atores não passaria em branco nem mesmo no roteiro, com a trama abrindo em uma cena na qual o novo James Bond profere para a câmera (e a audiência): “Isso nunca aconteceu com o outro camarada”, após salvar uma donzela em perigo e ser prontamente recusado por ela.

Leia também: Dossiê 007 | Goldfinger (1964) – Conheça o terceiro filme da franquia do espião James Bond

Missão Secreta

Num aspecto cronológico, A Serviço Secreto de Sua Majestade segue de perto o que havia sido construído anteriormente na franquia, em especial em Só Se Vive Duas Vezes. Como mostrando no filme anterior, James Bond confronta o vilão mor Blofeld, que consegue fugir. Aqui, o espião está na trilha do criminoso, o que o leva até os Alpes Suíços onde seu antagonista agora com outra identidade comanda uma clínica geneticista. Esse também marca como o primeiro filme da franquia em que James Bond esquia na neve. Como forma de uma troca de favores pelo paradeiro de Blofeld, 007 aceita proteger a filha de um mafioso italiano. No processo, obviamente, os dois terminam por se apaixonar. Mas não apenas isso, Tracy marcaria a série como a paixão definitiva do mulherengo agente da Rainha. O amor foi tanto, que Bond se casa com a mulher, fato inédito na franquia, tendo nunca mais algo parecido ocorrido. O mais perto que se chegou foi a relação com Vesper Lynd apresentada em Cassino Royale (2006), um amor insuperável. Aqui, no entanto, 007 estava disposto a aposentar sua arma de baixo e seguir como homem fiel.

Leia também: Dossiê 007 | A Chantagem Atômica (1965) – O Quarto e “aquático” filme da franquia do espião James Bond

Bondgirls e Aliados

Recorrentes na franquia, o chefe M, a secretária Moneypenny e o armeiro Q, aparecem momentaneamente, de novo vividos pelo trio de sempre: Bernard Lee, Lois Maxwell e Desmond Llewelyn respectivamente. Porém, um nome que marca precisamente a franquia é o da atriz ruivinha Diana Rigg, intérprete da esposa de James Bond, Tracy. Rigg fez carreira e ficou conhecida como Emma Peel, uma das protagonistas do seriado de espionagem de sucesso Os Vingadores (permanecendo no ar no programa de 1965 a 1968 – nas vésperas da estreia de A Serviço Secreto de Sua Majestade). A produção deste filme a pescou do seriado e Rigg teve a chance de interpretar a que é para muitos até hoje a melhor personagem feminina da franquia. Inteligente e safa, sabendo cuidar de si mesma, dona de um ar trágico, é dito que se o espião se apaixonasse algum dia por alguém, seria alguém como Tracy.

Os fãs de 007 somente lamentam a ausência de Sean Connery no papel neste filme, praticamente garantindo a química perfeita com Diana Rigg. Muitos especialistas chegam inclusive mais longe, afirmando que caso Connery contracenasse com Rigg, este poderia ser um de seus melhores, senão o melhor, desempenhos na franquia. Por outro lado, dizem as más línguas que o relacionamento entre Lazenby e Rigg não foi dos melhores. Os atores aparentemente não se deram muito bem, em partes graças à atitude arrogante que o ator portava. Diz a lenda que Rigg chegou ao ponto de comer alho para piorar seu hálito para as cenas românticas de beijos com o colega. Para os mais jovens, Diana Rigg também não é estranha, tendo vivido Oleanna Tyrell na série de sucesso da HBO, Game of Thrones. Rigg faleceu em 2020 aos 82 anos.

Leia também: Dossiê 007 | ‘Cassino Royale’ (1967) – Uma Comédia Obscura com MUITOS James Bond

Vilões

A trama de A Serviço Secreto de Sua Majestade exigia a volta do maior antagonista da franquia, o cabeça da organização SPECTRE, Blofeld, tendo em vista que o criminoso havia escapado no filme anterior. E já que o intérprete de James Bond havia mudado, os produtores acharam por bem seguir dando novos ares para o filme, apesar de se tratar de uma continuação direta. Assim, Blofeld perdia a aparência ameaçadora dada por Donald Pleasence, para assumir formas, digamos, mais arrojadas e modernas na aparência do americano Telly Savalas e sua ilustre careca, recém-saído do sucesso Os Doze Condenados (1967).

Embora entregue um desempenho satisfatório no papel do vilão, a continuidade da franquia acabou sofrendo duplamente. Primeiro, pela caracterização do personagem em si, que perde inexplicavelmente sua grande cicatriz no olho – que ajudava no tom de medo e ameaça do inimigo. E segundo porque os roteiristas talvez tenham esquecido do confronto entre o espião e Blofeld ao desfecho do longa anterior. Já que aqui, o vilão parece não lembrar inicialmente de Bond quando o encontra. Será que é mais uma brincadeira com a mudança de atores?

Savalas ficaria marcado quatro anos depois por seu papel como o tenente Theo Kojak na série de sucesso Kojak (1973 – 1978).

Leia também: Dossiê 007 | Só Se Vive Duas Vezes – James Bond vai para o Japão treinar com ninjas em 5º Filme

Relatório

Nunca anteriormente a conclusão de um filme da franquia se mostraria tão problemático quanto A Serviço Secreto de Sua Majestade. Tudo isso apenas devido ao comportamento errático do protagonista George Lazenby. Acontece que o ator era um forte adepto da contracultura que nascia no período, o movimento dos hippies e a luta contra o sistema. Para piorar, o agente do ator era ninguém menos que Ronan O’Rahilly, um dos sujeitos por trás da Radio Caroline, uma famosa rádio pirata da década de 1960 que funcionava num barco transmitindo do mar contra o monopólio da BBC britânica. Assunto inclusive retratado em alguns filmes. O’Rahilly considerava 007 uma figura arcaica e insistia para seu cliente que a franquia não sobreviveria aos novos tempos. De cabeça feita, Lazenby começou a considerar o papel abaixo de seu talento, apesar de ser seu primeiro trabalho como ator.

Desta maneira, de forma muito breve na série, Lazenby se recusou a retornar ao personagem, que provavelmente o teria feito um astro e um milionário. Para piorar, o ator apareceu na pré-estreia usando barba e cabelos longos, o que enfureceu os produtores por divergir completamente da imagem “suave” que James Bond possuía. Resultado: George Lazenby se tornou ator de um filme só, sua carreira nunca foi a lugar algum, e anos mais tarde ele continuaria a surfar no sucesso proporcionado pelo personagem em papeis semelhantes.

A trilha sonora de abertura do filme é criada, pela primeira vez, de forma toda instrumental, deixando a canção ‘We Have All the Time in the World’, de Louis Armstrong, constando em um momento romântico dentro do filme.

Curiosamente, A Serviço Secreto de Sua Majestade, apesar do desdém de alguns fãs em não se ter Sean Connery no papel, não é um filme ruim. Muito pelo contrário, resulta em uma das melhores investidas da franquia até então – conseguindo superar em muito os dois últimos trabalhos de Connery no papel. De fato, A Serviço Secreto de Sua Majestade é o filme preferido na franquia de muita gente famosa, entre eles diretores de peso. É o caso de Guy Ritchie, que fez dedicatória ao longa em seus filmes de Sherlock Holmes; Steven Soderbergh, que remontou o longa de forma amadora por diversão e postou em seu site; Christopher Nolan, que homenageia o filme em algumas de suas próprias obras, vide A Origem e Tenet; e claro, o cinéfilo Quentin Tarantino.

A Serviço Secreto de Sua Majestade obteve boa bilheteria e ficou entre os filmes mais rentáveis de seu respectivo ano. Porém, a falta de Connery foi sentida deixando o longa, ao menos financeiramente, abaixo dos episódios prévios. E o que o futuro reservaria para 007? Veremos no próximo Dossiê. Até lá.

‘WandaVision’: Roteiro do episódio piloto está disponível online; Confira!

‘WandaVision’ abriu com o pé direito a Fase 4 do MCU e tornou-se uma das melhores produções do ano, deixando saudades quando chegou ao fim.

Agora, o Deadline confirmou que o roteiro do episódio piloto está disponível online e pode ser conferido aqui.

Com 42 páginas, o documento traz detalhes sobre a construção da iteração e até mesmo diálogos que foram tirados do corte final ou até mesmo recriados.

Lembrando que a Walt Disney e a Marvel optaram por submeter a produção ao Emmy Awards como uma minissérie/série limitada e não como uma série dramática. A decisão reforça a premissa de que a jornada de Wanda nas telinhas teria realmente sido concluída.

Os fãs podem assistir a mais detalhes e segredos da obra no documentário Avante: Os Bastidores de WandaVision’, que já está disponível na plataforma de streaming do Disney+.

Junte-se a Elizabeth OlsenPaul Bettany e o time criativo de ‘WandaVision’ conforme o episódio puxa as cortinas nessa série revolucionária. Descubra como os conceitos da produção tomaram forma e se inspiraram em clássicas sitcoms. Testemunhe como a equipe fez grandes esforços para emular inúmeros métodos fílmicos usados durante anos na televisão. Descubra os desafios únicos e as recompensas de construir um episódio inteiro em frente a uma audiência ao vivo. Passe algum tempo com os novatos do MCU, como Teyonah ParrisKathryn Hahn, além de reunir com favoritos como Kat DenningsRandall Park.

‘Peacemaker’: Terminam as filmagens da série derivada de ‘O Esquadrão Suicida’

Através do Twitter, o realizador James Gunn revelou que as gravações de Peacemaker, série derivada do aguardado ‘O Esquadrão Suicida, finalmente chegaram ao fim.

Na potstagem, ele escreveu: “e assim terminamor o dia 131 e a primeira temporada de Peacemaker. Pouco menos de um ano atrás, dei uma vaga ideia à HBO Max – e aqui estamos, 11 meses mais tarde, com 8 episódios prontos. Elenco e equipe: amo todos vocês. Obrigado por entregarem seus corações e suas almas nesse projeto”.

Confira:

A série irá explorar as origens do personagem vivido por John Cena em ‘O Esquadrão Suicida‘, um homem que acredita na paz a qualquer custo – não importa quantas pessoas precise matar para isso.

Gunn escreveu o roteiro da série e comandou diversos episódios.

Além de estrelar, John Cena também servirá como produtor executivo do projeto.

O elenco ainda contará com Danielle Brooks, Robert PatrickNhut Le e Freddie Stroma, além de trazer o retorno de Steve Agee e Jennifer Holland, que reprisarão seus papéis do filme.

Vale lembrar que ‘O Esquadrão Suicida‘ irá estrear no dia 6 de agosto.

Crítica | A Vida Pode Mudar – Romance da Netflix é igualzinho àqueles de banca de jornal

Quem se amarra num romancezinho fofinho como aqueles livros vendidos em bancas de jornal, em tamanho de bolso, sabe exatamente o que significa a expressão “romance de banca de jornal”: histórias de amor do tipo mocinha encontra mocinho, em que os dois se apaixonam ou resgatam uma paixão mal resolvida do passado e que, independentemente da época em que se passa, a trama é centrada na realização amorosa do casal. É exatamente assim que é ‘A Vida Pode Mudar’, filme que já entrou direto no Top 10 da Netflix já na semana de seu lançamento.

Laura (Saskia Hampele) é uma advogada super dedicada ao trabalho, entretanto, mesmo assim não consegue a promoção de virar sócia da empresa. Então, o poderoso bilionário Graham (Martin Portus) aparece na empresa com um pedido muito especial: quer a ajuda de Laura para convencer o neto dele, Chip (Liam McIntyre), a assinar o contrato de sucessão na empresa da família, para que Graham se aposente tranquilamente. Isso significa que Laura precisa voltar para a ilha onde cresceu, Sapphire Cove, o que pode acabar reacendendo não só as memórias da infância, mas uma paixonite pelo seu melhor amigo.

Como dá para ver, o plot de ‘A Vida Pode Mudar’ segue direitinho a cartilhinha do romance romântico de entretenimento, reforçado pela belíssima paisagem de Queensland, ao nordeste da Austrália, que serviu de locação para as gravações paradisíacas da fictícia ilha de Sapphire Cove. Ou seja, uma ilha dos sonhos e um romance de pano de fundo não tem como dar errado, né?

Mas tem, pois o roteiro de Georgia Harrison foca exclusivamente no desenvolvimento do romance do casal protagonista, em dar andamento à proposta da relação dos dois – Chip fala que vai ler uma página do contrato para cada aventura que Laura se dispor a viver com ele, desconectando-a do trabalho excessivo dela –, de modo a pouco costurar não só os personagens secundários como até mesmo os dramas dos protagonistas. A ambição da melhor amiga, Gem (Lynn Gilmartin), de se tornar gerente geral do hotel, fica descompassada com a inquietação da protagonista de convencer o amigo a assinar o contrato, ao ponto de, de repente, Gem abandonar o trabalho para consolar a amiga; o noivo da protagonista aparece e sai de cena com a mesma velocidade, como uma pedra no meio do caminho que nem precisava existir; entre outras impaciências do roteiro. Parte disso recai na edição final do filme de Christine Luby, que picota a história paralela de tal modo, que literalmente deixa os próprios personagens perdidos em cena.

Mas ninguém procura um filme como ‘A Vida Pode Mudar’ para analisar a parte técnica da produção, mas sim para ser embalado por uma história de amor. Neste quesito, ‘A Vida Pode Mudar’ é um filme que deslumbra muito pela paradisíaca paisagem, com um casal protagonista com uma química razoável porém que conduz o enredo com um tom leve de um amor de verão. Não é um filmaço, mas consegue fazer o espectador sonhar com uma paixão à beira do mar.

10 Filmes recentes e ÓTIMOS para assistir no Telecine

Fim de semana chegando e você tem a sensação de que já viu tudo nas outras plataformas de streaming?  Para te ajudar a ampliar seu leque de opções aqui vão 10 filmes imperdíveis para você assistir na Telecine nesse final de semana!

10 – ‘Uma Segunda Chance para Amar’

Se você ainda não viu esse filme, então, não perca essa oportunidade de assistir! Estrelado pela queridinha Emilia Clarke, conta a história de uma jovem que trabalha numa loja de adereços natalinos, mas anda bastante descrente do Natal. Até que ela conhece um rapaz que desperta nela o verdadeiro espírito natalino.

9 – ‘Emma

Um romancezinho de época gostosinho adaptado do livro homônimo de Jane Austen e protagonizado por Anya Taylor-Joy. O longa estreou por aqui direto na Telecine e foi indicado ao Oscar 2021 de Melhor Figurino.

8 – ‘Os Novos Mutantes

Depois de muito adiamento, ‘Os Novos Mutantes’ finalmente estreou nos cinemas mundiais, porém, muita gente acabou perdendo a oportunidade de assistir. Bom, essa é a sua chance de ver um dos mais novos filmes da Marvel direto no seu sofá!

7 – ‘Bill e Ted: Encare a Música

A aguardada continuação do clássico dos anos 1990 teve breve passagem pelos cinemas ano passado, mas agora já está disponível para assistir através da Telecine. O novo filme traz Keanu Reeves e Alex Winter de volta como Ted e Bill, porém, dessa vez eles estão acompanhados de suas filhas.

6 – ‘Bingo: O Rei das Manhãs’

Provavelmente um dos melhores filmes nacionais da década, se você gostou de ‘Coringa’ vai adorar ‘Bingo: O Rei das Manhãs’, que conta a história do clássico palhaço apresentador de tv que fez muito sucesso em rede nacional durante os anos 1980 e 1990, mas que por trás da maquiagem, era realmente uma pessoa problemática.

5 – ‘Podres de Ricos

Apesar do título, essa é uma comédia romântica muito ágil e deliciosa de assistir. Conta a história de um rapaz asiático muito, muito rico, que se apaixona por uma professora classe-média asiática nos Estados Unidos e a leva para Cingapura para conhecer sua família. Levou o prêmio de melhor comédia no Critics’ Choice.

4 – ‘Magnatas do Crime

Ação, edição ágil, sarcasmo e um roteiro bem elaborado, cheio de reviravoltas. Assim é ‘Magnatas do Crime’, o último filme de Guy Ritchie que traz no elenco Charlie Hunnam, Colin Farrell, Matthew McConaughey e Hugh Grant.

3 – ‘Sonic: O Filme

Para quem é fã do game do porco espinho, esse filme é um presente. Após a insatisfação dos fãs com relação à estética dos personagens, o longa foi remodelado e entregou ao público um ótimo filme, recheado de aventuras, easter eggs e um Jim Carrey maravilhoso como vilão.

2 – ‘O Homem Invisível’

A nova releitura do clássico de terror traz tudo que o fã pode querer em um filme desse gênero: boas atuações, história convincente, personagens inteligentes e uma ambientação imersiva na trama. Pra ver debaixo do edredom!

1 – ‘Lucicreide Vai Pra Marte

O super lançamento deste sábado à noite, 25/,6, será exibido no canal Telecine Fun 664 e está imperdível. A comédia estrelada por Fabiana Karla estreou recentemente nos cinemas brasileiros e já está disponível para assistir no conforto da sua casa! Além disso, a comédia teve cenas gravadas na NASA! Não vai perder esse programão para sábado, né?

Bônus:  ‘Freaky: No Corpo de um Assassino

Um filme sobre troca de corpos você já deve ter visto, mas… e um filme sobre uma adolescente tímida que troca de corpo com um assassino serial killer? Pois é. Assim é ‘Freaky: No Corpo de um Assassino‘.

Crítica | Explota Explota: HBO Max lança colorida e divertida comédia musical

Aqui, o contexto sombrio da Ditadura Franquista na Espanha dos anos 70 ganha novas e peculiares cores que destoam do seu cenário sócio político vigente. Em meio a um regime autoritário em que a imprensa e demais mídias eram submetidas à aprovação dos controles de censura, nasce Explota Explota, uma sensorial explosão de risos, canto e dança que transforma o que poderia ser tão obscuro em um vigoroso sorriso e em um incontestável desejo de cantarolar.

Na trama, María (Ingrid García-Jonsson) abre mão de um casamento para seguir o seu sonho de ser dançarina na televisão. Mas cercada por uma sufocante censura, seus movimentos são frequentemente monitorados e boicotados por serem considerados sensuais demais. E à medida em que tenta romper as barreiras sociopolíticas do canal onde trabalha, ela também encontra em Pablo (Fernando Guallar) a chance de viver o amor verdadeiro. O único problema é que ele é o herdeiro da emissora, onde também ajuda a controlar as rígidas políticas de censura sustentadas avidamente por seu pai.

Uma sensação no mercado europeu, o musical dirigido e co-roteirizado por Nacho Álvarez cativa por seu instantâneo encanto. Explorando cores quentes a partir de uma paleta que enche os nossos olhos, a produção é lindamente construída desde seu design de produção às suas efusivas coreografias. Transformando as canções da aclamada artista italiana Raffaela Carrà em ritos narrativos, Explota Explota faz as vezes de Across The Universe, o apaixonante filme de Julie Taymor, que transformou os hits dos Beatles em um musical cheio de alegorias e referências históricas. Mas aqui, o humor e o vigor das pomposas e dançantes músicas de Raffaella ditam o compasso do roteiro do começo ao fim, em uma trama sobre amor e liberdade, em tempos de repreensão.

Com cenários perfeitamente construídos, o musical possui uma estética profundamente consciente, que visa proporcionar uma experiência quase plástica, tão meticulosa e impecável que é. Trazendo cor a ambientes até mesmo bem neutros, como os halls de um aeroporto, o interior de uma aeronave e os cômodos de uma emissora de grande prestígio, o longa é uma delirante viagem visual, com sets repletos de personalidade que contrastam com uma Espanha de época. Com boas atuações e performances musicais cheias de brilho e movimento, a comédia cativa a audiência em uma fração de minutos, induzindo-na a uma jornada do mais puro e leve entretenimento.

Colorida e sinestésica, a produção cumpre com o que promete e ainda permite o público brasileiro conhecer um pouco mais da trajetória musical de Raffaella, tão amada na Espanha, mas quase nada conhecida por aqui. Com Fernando Guallar exalando seu carisma com ares hollywoodianos nas telas, Explota Explota conta com belíssimos figurinos e é uma ótima pedida da HBO Max para os amantes de musicais e de quebra ainda consegue trazer aquela mesma prazerosa atmosfera que tanto amamos em Hairspray.

Curiosidades | 11 anos de ‘A Origem’, elogiado sci-fi dirigido por Christopher Nolan

Há exatos onze anos, o aclamado diretor e roteirista Christopher Nolan nos presenteava com uma de suas obras mais icônicas: o filme de ação sci-fi A Origem.

Estrelado por Leonardo DiCaprio, a história é centrada em Cobb, um inteligente homem com a habilidade única de entrar na mente das pessoas e roubar segredos valiosos do inconsciente durante o estado de sono. Como se não bastasse, Cobb também é um fugitivo, impedido de retornar aos Estados Unidos devido à morte de Mal (Marion Cotillard), sua ex-mulher. Desesperado para rever seus filhos, Cobb aceita a ousada missão proposta por Saito (Ken Watanabe), um empresário japonês: entrar na mente de Richard Fischer (Cillian Murphy), o herdeiro de um império econômico, e plantar a ideia de desmembrá-lo. Para realizar este feito ele conta com a ajuda do parceiro Arthur (Joseph Gordon-Levitt), a inexperiente arquiteta de sonhos Ariadne (Elliot Page) e Eames (Tom Hardy), que consegue se disfarçar de forma precisa no mundo dos sonhos.

Recebendo aclame por parte da crítica, que elogiou o roteiro, a direção, os temas retratados, as performances do elenco e os efeitos visuais, a produção também fez um enorme sucesso de bilheteria, arrecadando mais de US$830 milhões mundialmente e conquistando quatro estatuetas do Oscar – além de ser indicada a Melhor Filme.

Para celebrar seu aniversário, o CinePOP separou uma breve lista com algumas curiosidades de bastidores, que você pode conferir abaixo:

  • Em uma entrevista à Entertainment Weekly, Nolan explicou que baseou os personagens de A Origem nos papéis admitidos em uma produção cinematográfica. Desse modo, Cobb seria o diretor, Arthur interpretaria um produtor, Ariadne seria uma designer de produção, Eames faria parte do elenco, Saito seria o estúdio e Fischer, a audiência. “Tentando escrever um processo criativo em equipe, escrevi um que conheço”, ele comentou.
  • Em virtude de impedir confusão, os exibidores televisivos no Japão incluíram textos no canto esquerdo superior da tela para lembrar os espectadores em que nível do inconsciente as cenas se passavam.

  • Apesar das extensas sequências com efeitos visuais, grande parte delas (incluindo as escadas de Penrose, o corredor rotativo e a avalanche) foi criada através de métodos práticos, sem a utilização do CGI.
  • DiCaprio foi a única escolha para viver o protagonista Cobb, tanto por parte de Nolan quanto por parte da produtora Emma Thomas.
  • Durante as filmagens, detalhes sobre a narrativa foram mantidos sob segredo. Nolan cripticamente descrevia o projeto como um thriller de ação sci-fi contemporâneo, “ambientado dentro da arquitetura da mente”.

  • Se pegarmos as primeiras letras dos personagens principais, Dom, Robert, Eames, Arthur, Mal e Saito, temos a formação da palavra Dreams (sonhos, em tradução para o português). Se adicionarmos Peter, Ariadne e Yusuf, a frase completa forma Dreams Pay (sonhos pagam), em alusão ao que o time faz para roubar os segredos do inconsciente.
  • Kate Winslet foi considerada para o papel de Mal, mas o recusou, explicando que não conseguia se ver como a personagem. Eventualmente, a personagem foi interpretada pela vencedora do Oscar Marion Cottilard.
  • Esse foi o primeiro filme de Nolan desde sua estreia diretorial, ‘Seguinte’ (1998), a ser completamente original. Todas as produções nesse período foram remakes ou obras baseadas em quadrinhos, romances ou contos.

  • À época do lançamento, A Origem arrecadou US$836.8 milhões ao redor do mundo, tornando-se o quarto filme de maior sucesso financeiro de 2010. Alcançando o Top 50 das maiores bilheterias de todos os tempos em 2015, ele agora reside em 79º lugar, atrás de ‘Thor: Ragnarok’ e à frente de ‘Transformers: A Vingança dos Derrotados’.
  • A Universidade de Londres, local onde Nolan estudou, foi utilizada como locação para diversas sequências, incluindo o momento em que Miles introduz Cobb a Ariadne. Ela também foi utilizada em outros filmes do diretor, incluindo ‘Batman Begins’‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge.

Crítica | The Worst Person in the World | Joachim Trier cria Encantadora Epopeia de uma Jovem Norueguesa

Julie (Renate Reinsve) representa a mim, a você ou a qualquer pessoa atualmente entre 26 e 40 anos, a geração millennials. Com um ritmo poético, rápido e fantasioso, Joachim Trier (Thelma) narra quatro anos na vida de uma jovem mulher, entre as suas angústias e dúvidas familiares, amorosas e profissionais. Ou seja, é uma busca por si mesma. 

A potência de The Worst Person in the World (Verdens verste menneske, em tradução livre A Pior Pessoa do Mundo) está na abordagem criativa e irreverente dos roteiristas Joachim Trier e Eskil Vogt (Oslo, 31 de Agosto) e uma competente montagem. A primorosa mise en scène nos faz enxergar o mundo por uma nova perspectiva (a de uma jovem norueguesa contemporânea) de modo a viajar em uma odisseia. 

Esta é a quinta parceria da dupla Joachim Trier e Eskil Vogt, sem contar outros três curtas. Ambos, portanto, trabalham afiados em tencionar o lado fantástico e os elementos do cotidiano em seus filmes. Como uma narrativa divertida, A Pior Pessoa do Mundo nos coloca em seus trilhos e explica tratar-se de uma história com um prefácio, doze capítulos e o prólogo. Todos com pontos chaves e discussões engraçadas e dramáticas, títulos provocativos e, também, dúbios. 

De modo dinâmico, o narrador apresenta a transformação de Julie, de uma adolescente estudiosa a uma universitária de Medicina, depois Psicologia, e, então, Fotografia até encontra-se como atendente numa livraria. Pelo prisma romântico, ela separa-se do namoradinho da escola, começa relações fugazes até encontrar abrigo em Askel (Anders Danielsen Lie), um cartunista 10 anos mais velho, pelo qual apaixona-se após a primeira noite juntos. 

A partir desse encontro, a narração desacelera e coloca luz sobre as questões do casal, a principal delas é ter ou não ter um herdeiro. Ele um quarentão, com amigos com filhos na primeira infância, deseja começar uma família. Ela, perto dos 30 anos, hesita a tomar qualquer decisão, ainda mais com uma vida profissional desestabilizada. O assunto vem à tona numa viagem com os casais de amigos de Askel, mas permeia toda a relação. 

Os capítulos seguem e um dos mais arrebatadores é o intitulado “infidelidade”, no qual cria uma expectativa sobre quem será o causador do tal enunciado. Ele? Ela? Os dois? Os acontecimentos dessa passagem são um ponto chave na vida de Julie, pois ela se permite apropriar-se de uma nova identidade e entra de penetra em uma festa de casamento. Lá, ela promove discussões com os convidados, apresenta-se como médica, dança, bebe e conhece uma pessoa. 

Ambos estão em relacionamento com outros indivíduos e dizem de cara que não desejam corromper suas relações. A magia de uma noite, no entanto, pode perpetuar-se ou torna-se apenas uma doce lembrança. Assim, os capítulos transcorrem, como o chamado: “Sexo Oral na era do #MeToo”, ou algo neste sentido, em que Julie começa a mostrar seu talento para escrita e a sua visão de cinismo do mundo. Seu aniversário de 30 anos chega como uma sombra do que é ser mulher no século XXI, já que ela compara-se a sua mãe e ancestrais, todas com filhos antes dos 30. 

O assunto volta à pauta, mas em seu itinerário surge o personagem da noite mágica em uma das cenas mais bonitas sobre encontros de olhares já registradas, mais forte que Lady Gaga e Bradley Cooper, em Nasce Uma Estrela (2018), ou Emma Stone e Ryan Gosling, em La La Land (2016). Dessa maneira, o diretor permite-se fantasiar e a gente é levado junto sem pestanejar, ao reencontro entre Julie e Eivind (Herbert Nordrum). Em contrapartida, há um chamado da realidade sobre como o término de uma relação pode ser a parte mais dolorida de qualquer vida, como todas as despedidas. 

O novo percurso de Julie não é uma chegada, é apenas uma mudança de rota. Ela atinge os 30 e poucos ainda buscando novas estradas, visto que tentativa e erro é o único modo de saber se existe algo para ser resgatado no caminho. De uma viagem psicodélica após a ingestão de cogumelos a uma dose de lirismo numa visita ao hospital para dizer adeus, os roteiristas conseguem captar a essência de Julie, suas relações, seus anseios e suas angústias para atravessar portas as quais ela não poderá simplesmente fechar.

Com o término dos 12 capítulos, o prólogo desenrola-se em um possível salto temporal em que vemos Julie em um set de filmagem. Lá, é onde o espetáculo se encerra e começa outro. A Pior Pessoa do Mundo é uma brilhante comédia romântica e o arremate da grande epopeia é a canção Águas de Março, composição de Antônio Carlos Jobim, interpretada em inglês por Art Garfunkel. As cortinas fecham ao som deA stick, a stone, it’s the end of the road, It’s the rest of a stump, it’s a little alone” (“É o pau, é a pedra, é o fim do caminho/ É um resto de toco, é um pouco sozinho”).

 

** Filme visto no Festival de Cannes 2021. 

‘The Green Knight’: Dev Patel vive o monstruoso personagem titular no novo clipe do filme; Confira!

IGN divulgou com exclusividade um novo clipe oficial do aguardado filme de fantasia The Green Knight, estrelado por Dev Patel.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 30 de julho.

David Lowery (‘Sombras da Vida’) é responsável pela direção.

A história é uma reimaginação da clássica lenda de Gawain e o Cavaleiro Verde. O guerreiro em questão invadiu a corte de Rei Arthur, desafiando qualquer um dos membros da Távola Redonda a atacá-lo com seu machado – mas ele retornaria para devolver o golpe em um ano e um dia. Gawain aceita o desafio e corta a cabeça do Cavaleiro Verde. Ele, por sua vez, pega o próprio crânio decepado e diz, “até daqui um ano e um dia, Gawain”. Dessa forma, cabe ao jovem descobrir como manter sua parte do acordo sem perder a cabeça – literalmente.

O elenco conta com Dev Patel, Alicia VikanderJoel EdgertonBarry KeoghanSean HarrisKate DickieRalph Ineson.

 

‘Jungle Cruise’: Nova aventura da Disney ganha belíssimos cartazes NACIONAIS; Confira!

A aventura familiar Jungle Cruise, estrelada por Dwayne JohnsonEmily Blunt, chega em breve à plataforma de streaming do Disney+ e, agora, foram revelados os novos cartazes nacionais da produção.

Confira:

Lembrando que filme estreia em 30 de julho.

Dirigido por Jaume Collet-Serra (‘A Órfã‘), o longa foi escrito por John Requa e Glenn Ficarra (‘Amor a Toda Prova’).

Na trama, Johnson será Frank, um capitão de barco amaldiçoado com imortalidade, que acompanha Lily Houghton (Blunt) na busca pela mística árvore da vida, capaz de oferecer a cura através de poderes mágicos. 

‘Loki’: Diretora não retorna para a 2ª temporada da série

Segundo o Deadline, a diretora Kate Herron confirmou recentemente que não retornará para a já confirmada 2ª temporada de Loki.

A realizadora comentou que adorou a experiência de colaborar na série da Marvel Studios, notando que gostaria de seguir outros projetos – mas não descartou a possibilidade de trabalhar com a companhia em algum momento no futuro.

“Não irei retornar. Sempre planejei estar apenas nisso e, para ser honesta, a 2ª temporada não estava nos planos – foi algo que simplesmente surgiu. Estou muito feliz em assistir à próxima temporada como fã, mas estou orgulhosa do que fizemos e dei o meu máximo. Estou trabalhando em outros projetos que serão anunciados em breve”, ela comentou.D

De acordo com o Comic Book, os novos episódios da série devem começar a ser produzidos a partir de 2022.

Enquanto isso, todos os capítulo da 1ª temporada estão disponíveis no catálogo do Disney+.

Criada por Michael Waldron, a série se passa após os eventos do filme ‘Vingadores: Ultimato‘, no qual uma versão alternativa de Loki cria uma nova linha do tempo.

Depois de roubar o Tesseract, uma versão alternativa de Loki é trazida para a misteriosa Autoridade de Variação Temporal (AVT), uma organização burocrática que existe fora do tempo e do espaço, e monitora a linha do tempo. Eles dão a Loki uma escolha: ser apagado da existência por ser uma “variante do tempo” ou ajudar a consertar a linha do tempo e impedir uma ameaça maior. Loki acaba preso em seu próprio thriller policial, viajando no tempo e alterando a história da humanidade.

Tom Hiddleston estrela a produção. O elenco ainda conta com Owen Wilson, Gugu Mbatha-Raw, Sophia Di Martino, Wunmi Mosaku e Richard E. Grant.

MARINA lança novo remix de “Venus Fly Trap”, single oficial seu quinto álbum de estúdio; Confira!

A cantora e compositora MARINA lançou hoje (16) um novo remix oficial de “Venus Fly Trap”, um dos singles do aclamado álbum Ancient Dreams in a Modern Land.

A nova versão foi produzida pela DJ Kito e conta com a participação de Tove Lo.

Confira:

Lembrando que o álbum já está disponível em todas as plataformas digitais e conta também com as músicas “Man’s World” e “Purge the Poison”.

Marina começou sua carreira em 2010 com o lançamento de The Family Jewels, que misturava indie-popnew wave. Desde então, fez fama com a divulgação de Electra Heart (2012), com os famosos singles “How to be a Heartbreaker”“Primadonna”, e Froot (2015), acompanhado da música epônima e “Blue”.

Seu último álbum, ‘Love + Fear’, foi lançado no ano passado e trouxe uma colaboração com o cantor Luis Fonsi. Ela também participou da trilha sonora da sequência de Para Todos os Garotos que já Amei.

‘Pig’: Novo suspense com Nicolas Cage conquista 95% de aprovação no Rotten Tomatoes

O astro Nicolas Cage tem se consagrado cada vez mais no cinema independente e seu mais novo e peculiar filme, ‘Pig’, surpreendeu a crítica especializada. Na trama, o ator sai em busca de sua porca, após ela ter sido sequestrada.

Conquistando 95% de aprovação no Rotten Tomatoes, a produção foi ovacionada por desafiar as expectativas com uma bela odisséia de perda e amor, ancorada pela performance crua de Cage.

Confira as principais avaliações:

“Um drama inegavelmente estranho, mas surpreendentemente comovente…” – Johnny Oleksinski, New York Post

Pig é um pequeno filme com algumas grandes surpresas muito bem executadas e vale a pena ir o mais cego possível”. – Karen Han, Slate

“Não há reviravoltas na trama, no sentido tradicional, mas cada encontro sucessivo revela uma nova faceta que enriquece o conto”. – Mike D’Angelo, AV Club

“Nem todos os ingredientes fazem sentido juntos, mas o produto de sua mistura dentro do pote narrativo do cineasta torna uma mistura especial”. – Carlos Aguilar, TheWrap

“Embora seu enredo siga o mesmo esboço de tiroteiro de ‘John Wick, ‘Pig’ é na verdade uma meditação tranquila e muitas vezes melancólica sobre a perda, ancorada por um personagem que deseja poder se livrar da pessoa que ele costumava ser”. – Noel Murray, Los Angeles Times

O suspense ‘Pig‘, estrelado por Nicolas Cage (‘Mandy: Sede de Vingança’), ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa é dirigido por Michael Sarnoski, que escreveu o roteiro ao lado de Vanessa Block.

Um caçador de trufas que vive sozinho no deserto do Oregon deve retornar ao seu passado em Portland em busca de sua amada porca após ela ser sequestrada.

O elenco ainda conta com Alex Wolff, Adam Arkin, Nina Belforte e Dalene Young.

Conheça a história real do suspense da Netflix que está deixando os assinantes ANGUSTIADOS

Recentemente, a Netflix adicionou ao catálogo o suspense dramático ‘Rust Creek – Águas que Corroem’, que acompanha uma estudante universitária que se perde durante uma viagem e é caçada por criminosos que acreditam que ela é uma testemunha de seus crimes.

No entanto, o que ninguém imaginava é que a trama dirigida por Jen McGowan e escrita por Julie Lipson foi baseada numa experiência real do produtor Stu Pollard.

Para quem não sabe, o filme foi inspirado num curta homônimo criado por Pollard para contar o ocorrido.

Antes do lançamento no Festival de Cinema de Bentonville de 2018, Pollard explicou que não precisou fugir de assassinos na história que serviu de base para o filme…

Mas, assim como a protagonista Sawyer Scott (Hermione Corfield), ele passou por uma jornada de sobrevivência tão dramática quanto a dela.

“Eu estava dirigindo sozinho em uma tempestade de neve em Maryland e ninguém sabia onde eu estava. Foi um momento de despertar porque, pela primeira vez, eu percebi o senso da minha própria mortalidade ao me encontrar sozinho numa nevasca. Só consegui me manter vivo com paciência enquanto esperava alguma alma solidária para me direcionar”, disse ele ao Courier Journal.

Apesar de não enfrentar bandidos armados, Pollard notou que poderia ter morrido sem que ninguém soubesse o que teria acontecido a ele.

Depois disso, ele disse passou a dar mais valor à vida e que é grato por sair com vida experiência, já que o momento serviu de inspiração para a trama deRust Creek – Águas que Corroem’.

No filme, Scott se dirigia para uma entrevista de emprego quando percebe alguns homens carregando um corpo. Na tentativa de se afastar da cena do crime, ela acaba se perdendo numa floresta do Kentucky.

Além de tentar fugir do bando de perigosos bandidos, ela terá que se defender das condições da natureza, sendo forçada a uma aliança desconfortável com um estranho solitário de intenções duvidosas.

Ao longo de 1h48 de duração, a trama é repleta de momentos de tensão e cenas angustiantes, prendendo a atenção dos espectadores e fazendo-os se envolver com o sofrimento da protagonista.

Não é à toa que o filme recebeu 84% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes e ganhou o prêmio de Melhor Filme de Suspense no Festival Internacional de Cinema de San Diego de 2018.

Além disso, o título permaneceu no TOP 10 da plataforma em outros países por semanas consecutivas, segundo o PureWow.

Apesar de não ter um nome tão conhecido entre o público, Hermione Corfield (‘Missão Impossível – Nação Secreta’) consegue carregar todo o filme nas costas com um atuação extremamente convincente como uma jovem indefesa lutando por sobrevivência.

Além da estrela, ‘Águas que Corroem‘ também é estrelado por Jay Paulson (Lowell), Sean O’Bryan (O’Doyle), Micah Hauptman (Hollister), Daniel R. Hill (Buck), Jeremy Glazer (Katz), John Marshall Jones (Slattery ), Laura Guzman (Charlotte) e Jake Kidwell (Josh).

Assista ao trailer:

‘Snake Eyes’: Você brincava de GI Joe quando criança? Então você vai amar esse vídeo com os bonequinhos…

Podia ser uma cena da infância de muita gente brincando na rua por aí, mas é a Paramount Pictures divulgando o filme do ‘Snake Eyes‘ do jeito que tudo começou: com os bonecos de ‘G.I. Joe‘.

Assista:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 19 de agosto.

Robert Schwentke (‘RED: Aposentados e Perigosos’) é responsável pela direção, a partir um roteiro assinado por Evan Spiliotopoulos (‘O Caçador e a Rainha do Gelo’).

Henry Golding (‘Podres de Ricos’) estrela a produção. O elenco ainda conta com Samara Weaving (Scarlett), Ursula Corbero (A Baronesa), Iko Uwais (Hard Master), Andrew Koji (Storm Shadow) e Haruka Abe.

Snake Eyes esteve em ‘G.I. Joe: A Origem de Cobra‘ (2009) e ‘G.I. Joe: Retaliação‘ (2013), interpretado por Ray Park, e apareceu pela primeira vez na década de 1980, na HQ intitulada ‘G.I. Joe: Um Verdadeiro Herói Americano’.

Ao lado de seu fiel lobo de estimação, Timber, não demorou muito para que Snake Eyes se tornasse um dos personagens mais populares de toda a franquia. 

Henry Golding plays Snake Eyes in Snake Eyes: G.I. Joe Origins from Paramount Pictures, Metro-Goldwyn-Mayer Pictures and Skydance.
Henry Golding on the set of Snake Eyes in Snake Eyes: G.I. Joe Origins from Paramount Pictures, Metro-Goldwyn-Mayer Pictures and Skydance.
Haruka Abe plays Akiko in Snake Eyes: G.I. Joe Origins from Paramount Pictures, Metro-Goldwyn-Mayer Pictures and Skydance.
Andrew Koji plays Tommy in Snake Eyes: G.I. Joe Origins from Paramount Pictures, Metro-Goldwyn-Mayer Pictures and Skydance.

 

Bruce Willis e Megan Fox caçam assassino em novo suspense de ação; Assista ao trailer!

A Lionsgate divulgou o novo trailer do suspense de ação ‘Midnight in the Switchgrass‘, estrelado por Bruce Willis (‘Vidro’) e Megan Fox (‘Garota Infernal’).

Na trama, um agente do FBI e uma oficial do Estado da Flórida se unem para investigar uma série de casos de assassinato não resolvidos.

Dirigido por Randall Emmett, o longa será lançado direto em VOD no dia 13 de Agosto.

Assista ao trailer e confira o cartaz:

Lembrando que o filme marca a estreia diretorial do prolífico produtor Randall Emmett, cujos trabalhos incluem ‘O Sacrifício’‘O Irlandês’Alan Hornsail também faz seu debute como roteirista.

Enquanto na Flória para outro caso, os agents do FBI Helter (Willis) e Lombardi (Fox) cruzam caminho com um policial local chamado Crawford (Hirsch), que investiga uma série de assassinatos de mulheres que parecem estar relacionados. Quando Lombardi é sequestrada, eles lutam contra o tempo antes que ela se torne a próxima vítima do serial killer.

Além de Willis e Fox, o elenco também conta com Emile Hirsch, Michael Beach, Lukas Haas e Machine Gun Kelly.

‘Space Jam 2’: Sonequa Martin-Green diz se é mais louco fugir de zumbis ou atuar com Looney Tunes [EXCLUSIVO]

Space Jam: Um Novo Legado‘ já está nos cinemas nacionais e o CinePOP teve a oportunidade de entrevistar com EXCLUSIVIDADE a atriz Sonequa Martin-Green (‘The Walking Dead’).

No vídeo, ela revela o que é mais louco: fugir de zumbis ou atuar com Looney Tunes?

Sonequa também revela quem é seu personagem preferido e como foi trabalhar com LeBron James.

Assista a entrevista:

Crítica | Space Jam: Um Novo Legado – Uma aventura divertidíssima para agradar a todas as gerações 

O filme já está em exibição nos cinemas nacionais.

Durante uma viagem aos estúdios Warner Bros., o superastro LeBron James e seu filho acidentalmente ficam presos dentro de um mundo com todas as histórias e personagens da companhia, sob o controle de uma força poderosa e conturbada chamada Al G (Don Cheadle). Com a ajuda de Pernalonga, LeBron deve navegar através de um universo recheado de cenas de filmes icônicos e personagens conforme reúnem os Looney Tunes para resgatar o filho perdido. Para voltar para casa, LeBron e a turma devem desvendar o misterioso plano de Al G e vencer um épico jogo de basquete contra versões de game de lendas da NBA.

O elenco conta com LeBron James, Sonequa Martin-Green (‘Once Upon a Time’‘Star Trek: Discovery’) e Don Cheadle.

Andrew Dodge (‘Palavrões‘) roteiriza.

O original foi estrelado pelo ex-jogador profissional de basquetebol Michael Jordan, que atuava com os personagens mais famosos da Looney Tunes.

LeBron James estreou nos cinemas na comédia ‘Descompensada‘, interpretando uma versão de si mesmo. Ele também já possui um Oscar de Melhor Curta em Animação.

Primeiro ‘X-Men’ foi introduzido em ‘Viúva Negra’ e você nem percebeu; SAIBA QUEM É!

Já tem algum tempo que os fãs estão esperando a introdução dos ‘X-Men‘ na Marvel e ela aconteceu silenciosamente em ‘Viúva Negra‘.

O ator Daniel Richters confirmou em um post no Instagram que interpretou o primeiro mutante do MCU, o Ursa Maior.

Ursa Maior é um mutante que aparece nos quadrinhos retratado como um membro dos Super-Soldados Soviéticos.

Ele aparece rapidamente no trailer, na prisão com o Guardião Vermelho.

Confira:

Viúva Negra foi lançado! Depois de dois anos, posso finalmente dizer quem é meu personagem: Ursa Maior 🐻: mutante (X-Men) que aparece no Universo Cinematográfico Marvel (fotos SWIPE). Ursa faz parte da Guarda de Inverno, conhecida por ser “a resposta da Rússia aos Vingadores”. Seu poder o transforma em um urso incrível, transcendendo o tamanho do Hulk. Ursa aparece muitas vezes nos quadrinhos lutando contra Wolverine e o Hulk. Quando a produção no set me disse quem eu realmente era na Viúva Negra, até chorei no meu quarto de hotel, porque meu sonho de filme se tornou realidade: ser um super-herói oficial dos quadrinhos. Só espero que a Marvel traga Ursa de volta em sua forma 💪🐻.”

Viúva Negra‘ já é um fenômeno de bilheterias e se tornou o filme a cruzar mais rapidamente a marca dos US$ 100 milhões nas bilheterias norte-americanas na era pandêmica.

O filme demorou apenas seis dias para ultrapassar a marca. O recorde anterior era de ‘Velozes e Furiosos 9‘, que demorou oito dias para arrecadar o valor. Os outros dois filmes que conseguiram ultrapassar os US$ 100 milhões nos EUA na era pandêmica foram ‘Godzilla vs Kong‘ e ‘Um Lugar Silencioso= 2‘.

Mundialmente, ‘Viúva Negra‘ já atravessou a marca dos US$ 200 milhões.

Vai assistir Viúva Negra? Entenda como funciona o Premier Access do Disney+

Pela primeira vez, a Disney divulgou a performance de uma produção na plataforma do Disney+. De acordo com os dados do serviço de streaming, ‘Viúva Negra‘ arrecadou mais US$ 60 milhões através do Premier Access em seu primeiro final de semana.

Com mais de 140 reviews publicadas, o filme recebeu seu selo de certificado Fresh no Rotten Tomatoes.

Quando pelo menos 60% das críticas são positivas, o filme recebe o status de Fresh no Rotten Tomatoes, e um ícone de tomate vermelho é exibido na página do título com destaque.

Segundo o consenso geral, “os temas mais profundos se afogam em meio a tanta ação, mas [o filme] continua como uma sólida e divertida aventura solo que é guiado por um estelar elenco coadjuvante”. 

O longa recebeu 84% de aprovação, com nota 7.20/10.

Confira os principais comentários abaixo:

Crítica | Viúva Negra é um eletrizante espetáculo de cenas de ação, com direito a assuntos bem complexos

“Uma mistura satisfatória de músculos e emoção” – Time Out.

“Mesmo onze anos depois, Natasha Romanoff ganhou um filme que faz justiça ao seu status como espiã lendária” – Cinemanía.

Viúva Negra dá a Nat um legado que pode estender fundo no MCU e mudá-lo para o melhor” – Den of Geek.

“[O filme] parece uma oportunidade perdida – uma adição enérgica no Universo Cinemático Marvel que acalma o público até aventuras maiores e mais ricas chegarem” – Screen International.

“Apesar de não saber por que o filme precisava existir, acredito que [a diretora] Cate Shortland consturiu uma obra realmente fascinante e divertida” – Le Noir Auteur.

No thriller de espionagem, Natasha Romanoff confronta as partes obscuras de sua racionalidade quando uma perigosa conspiração atada ao seu passado vem à tona. Perseguida por uma força que não vai parar até destruí-la, Natasha deve lidar com sua história como espiã e com os relacionamentos despedaçados deixados para trás depois de se tornar uma Vingadora.

Além de Johansson no papel principal, o elenco conta com David Harbour, Rachel Weisz, Florence Pugh e O.T. Fagbenle.

A produção é dirigida por Cate Shortland, a partir do roteiro de Jac Schaeffer.

Crítica | Titane | Outra vez Julia Ducournau faz a plateia passar mal, mas não seduz

Expectativas foram criadas depois do estonteante debut da jovem diretora francesa Julia Ducournau em 2016. Com Grave (Raw), a iniciante conseguiu cativar os fãs do horror visceral e os amantes da fotografia com uma heroína em descoberta da sua própria identidade e apetite sexual. Por outro lado, lançado no Festival de Cannes 2021, Titane, seu segundo longa, possui um enredo frio, incômodo e pouco envolvente, mas fez a plateia querer vomitar

Depois de um acidente de carro ainda criança, Alexia (Agathe Rousselle) é obrigada a conviver com um placa de titânio na sua cabeça. A primeira cena apresenta o acontecimento derivado de uma banalidade e um pai negligente. Com o passar dos anos, a aparência distinta pelo metal e a cicatriz torna-se parte da sua personalidade dissociativa. Ela trabalha como dançarina exótica em cima de carros e possui estranhos admiradores. 

Logo após sair do hospital, ainda pequena, a menina beija o carro o qual a tornou, em parte, esculpida em metal. O híbrido máquina e humano é o grande mote da narrativa de Julia Ducournau. Após experimentar uma noite de sexo sem proteção com o automóvel, Alexia encontra-se grávida e entre as suas pernas escorre um óleo negro e viscoso, como se em suas veias corressem gasolina no lugar de sangue.

A partir de então, o enredo torna-se um sequência de cenas projetadas para causar mal estar e perturbar o espectador. Ao dar-se conta da gravidez, ela tenta um aborto com as próprias mãos por meio de um “palito de cabelo”. Apesar da utilidade de prender suas mechas, o “palito” é uma verdadeira arma em suas mãos e não apenas contra o próprio feto. 

Além da tentativa de aborto, duas outras cenas causam arrepios. A primeira é durante o sexo com a companheira de trabalho Justine (Garance Marillier) – protagonista do primeiro filme da diretora. Ela tenta arrancar a dente o piercing no mamilo da menina. O segundo momento é quando ela decide passar-se por um rapaz desaparecido há anos para fugir da polícia. Para isso, ela quebra o próprio nariz o esmagando contra a pia do banheiro. 

Se no primeiro filme da diretora existiam cenas de fazer revirar o estômago, elas estavam atreladas a um objetivo bem delimitado e sedutor. Em Titane, o suspense da história fica por conta do bebê automobilístico a desenvolver-se em um corpo humano. A protagonista, no entanto, é completamente opaca. Em uma mistura de Crash – Estranhos Prazeres (1996), de David Cronenberg, e Eraserhead (1977), de David Lynch, a estranha fábula tem o seu encanto fotográfico e um ambientação hipnótica, mas não nos engaja à Alexia. 

Para incrementar o enredo, Vincent (Vincent Lindon), o pai do menino desaparecido Adrien (o qual Alexia o incorpora fazendo suas formas femininas desaparecer), a acolhe em sua casa sem exame de DNA ou demais perguntas. Perturbado psicologicamente e bastante musculoso aos 62 anos, o ator representa o limite da estrutura humana com injeções de drogas para fortificá-lo. Um paralelo que causa tensão sobre o flagelo do corpo a partir das mutilações realizadas por Alexia e o combate ao fogo, já que ele é um bombeiro. 

Titane testa o limite entre a força bruta humana e a potência mecânica. Entre as dores contínuas e uma coceira incessante, que faz Alexia esfolar a própria barriga, a tensão é projetada pelo nascimento do fruto de uma noite de luxúria entre o automóvel e a protagonista. A cena do parto, no entanto, não gera o ápice pretendido. Apesar da possível alusão a Alien, o Oitavo Passageiro (1979), de Ridley Scott, o nascimento é uma derrota para Alexia e uma redenção para Vicente, depois de uma estranha proximidade entre ele e seu filho postiço Adrien. 

Assim como Jordan Peele, Julia Ducournau derrapou na síndrome do segundo filme fantástico, isto é, após uma estonteante estreia no cinema, tal como Corra! (2017), de Peele, a diretora não consegue manter o charme e a surpresa do primeiro projeto. Com Nós (2019), Jordan criou um interessante mundo particular, mas que não conseguiu amarrar seus próprios nós. Já em Titane, a cineasta francesa apresenta um show desguarnecido de horrores e perturbação. Sob a agenda da perversão pode até entreter, mas precisa de mais contexto para marcar o público. 

 

** Filmes visto no Festival de Cannes em 14 de julho. 

Chucky está de volta e mais terrível do que nunca no trailer da SÉRIE do ‘Brinquedo Assassino’

A série do ‘Brinquedo Assassino‘ teve um novo teaser da franquia que finalmente mostra o boneco Chucky, vilão da franquia, tocando o terror.

A série estreia dia 12 de Outubro no canal SyFy dos EUA. No Brasil, ainda não existe previsão de lançamento.

Assista:

Lembrando que o primeiro trailer completo da série será lançado durante o painel na Comic-Con@Home, que está programado para o dia 25 de julho.

O evento também apresentará vídeos inéditos dos bastidores da franquia, para celebrar o seu legado de mais de 30 anos, além de entrevistas inéditas com o criador Don Mancini, e os atores Brad Dourif (Chucky), Jennifer Tilly (Tiffany), Fiona Dourif (Nica), Alex Vincent (Andy Barclay) e Christine Elise (Kyle).

Brad Dourif voltará a dublar o boneco assassino. A produção ainda contará com o retorno de Fiona Dourif (‘O Culto de Chucky’) e Jennifer Tilly, além de introduzir os novatos Devon Sawa (‘Premonição’), Zackary Arthur (‘Transparent’), Barbara Alyn Woods (‘One Tree Hill’), Lexa Doig (‘Jason X’), Teo Briones (‘Ratched’), Bjorgvin Arnarson (‘PEN15’) e Alyvia Alyn Lind.

Depois de um clássico boneco Chucky aparece em uma venda de usados num bairro suburbano, uma idílica cidade dos Estados Unidos é jogada no caos após uma série de assassinatos terríveis exporem as hipocrisias e os segredos de seus habitantes. Enquanto isso, a chegada de inimigos – e de aliados – do passado de Chucky ameaça expor a verdade por trás das mortes, bem como as origens do boneco demoníaco.

Em entrevista ao Syfy Wire, Mancini deu novos detalhes sobre a série, revelando que o icônico vilão terá um objetivo diferente na nova produção.

“Com essa série, nossa missão é preservar o clima tenso do filme original. Mas, ao mesmo tempo, continuar expandindo a trama que nós construímos no decorrer dos sete filmes que lançamos nos últimos 30 anos. Acho que os fãs irão amar os novos personagens que nós introduzimos na produção e também o retorno de outros personagens conhecidos. Não será apenas o Chucky, mas também teremos o retorno de outros personagens que os fãs querem voltar a ver. Há uma boa chance deles aparecerem.”

Ele completa, “Acho que as pessoas vão achar interessante que o Chucky irá implementar suas habilidades. É importante dar ao Chucky novas armas, estratégias, objetivos e alvos. O personagem terá um objetivo diferente na série – algo nunca visto anteriormente.”