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‘Velozes e Furiosos 9’: John Cena elogia intérprete do jovem Jakob Toretto

Apesar do irmão de Dom Toretto (Vin Diesel), Jakob (John Cena), nunca ter sido mencionado nos filmes anteriores a ‘Velozes e Furiosos 9‘, seu passado é apresentado através de flashbacks.

A versão mais jovem de Jakob é vivida por Finn Cole (‘Peaky Blinders’), contextualizando porque o personagem nunca foi mencionado por Dom.

Durante uma entrevista para o Digital Spy, Cena comentou sobre as diferenças entre o jovem Jakob e sua versão adulta e rendeu elogios a Cole.

Finn dominou o papel como jovem Jakob. Estou tão feliz por não ter tido tempo de corrompê-lo. Ele atuou de um forma linda. Um personagem tem que ter um arco, tem que ter uma jornada. Se eu fosse o mesmo ser humano do ano passado, algo estaria errado… Jakob não é diferente. Ele tem que ser diferente como um homem adulto, especialmente com sua jornada, ele não é mais aquele menino curioso e de olhos arregalados.”

Ele finalizou, brincando que as de Cole foram uma espécie de pré-sequência da franquia, um ‘Velozes e Furiosos 0′.

“Foi um grande papel e com muitas expectativas sobre seus ombros, Cole praticamente filmou ‘Velozes e Furiosos 0‘. Ele fez a pré-sequência da franquia e fez um trabalho incrível.”

Falando nisso, agora que o irmão de Dom foi introduzido na trama, o público está curioso para saber quem é mãe da dupla de brutamontes.

Durante uma entrevista para a Variety, Diesel disse que ele o diretor Justin Lin já conversaram sobre o assunto, mas antes de introduzirem a mamãe Toretto, eles querem apresentar a vovó Toretto.

E eles até já estão de olho na atriz Rita Moreno para encarnar a personagem.

“Desde que começamos a trabalhar em ‘Veloze e Furiosos 9’, estamos conversando bastante sobre a Sra. Toretto. Então, eu sinto que haverá um momento e lugar apropriado para isso. Mas, antes de chegarmos à Madre Toretto, chegaremos à Abuela. E a pessoa que estou tão animado para ver nesse papel é Rita Moreno.”

Para quem não a conhece, Moreno teve bastante destaque em Hollywood entre as décadas de 1950 e 1970, estrelando aclamadas produções, como os musicais ‘Quando Eu Te Amei e ‘Amor, Sublime Amor’.

Inclusive a estrela foi premiada com um Oscar e um Globo de Ouro como Melhor Atriz Coadjuvante por ‘Amor, Sublime Amor’.

No teatro, ela foi premiada com o Tony em 1975 por sua atuação em ‘The Ritz’.

Moreno atualmente, e quando recebeu o Oscar por ‘Amor, Sublime Amor’

E o mais legal disso tudo é que a veterana está disposta a aceitar o papel.

Questionada sobre a ideia, ela disse que:

“Estou esperando a ligação. Acho que é uma ideia fabulosa. Espero que minha personagem use couro preto.”

E aí, o que você acha da ideia?

Lembrando que ‘Velozes e Furiosos 9‘ já está em exibição nos cinemas brasileiros.

Confira as nossas entrevistas do filme:

No mercado internacional, o novo filme da franquia já ultrapassou US$ 400 milhões, incluindo R$ 12.7 milhões arrecadados no Brasil – o que também representa a maior estreia desde a pandemia em nosso país.

Dominic Toretto (Vin Diesel) sempre viveu a toda velocidade. Após a perda do melhor amigo e a descoberta do filho, ele reduziu o ritmo de vida, ao lado de Letty (Michelle Rodriguez). Mas não é fácil viver o presente quando o passado acelera em sua direção. E é o que acontece quando Dom reencontra seu irmão Jacob Toretto (John Cena), que é estimulado por Cypher (Charlize Theron) e Magdalene Shaw (Helen Mirren) a executar um plano de vingança. É hora de Dom reunir a irmã Mia (Jordana Brewster) e a família de fiéis amigos, como Roman (Tyrese Gibson), Tej (Ludacris) e Han (Sung Kang).

Dirigido por Justin Lin, o filme também conta com Finn Cole, Anna Sawai, Vinnie Bennett e Michael Rooker.

‘Batman – O Longo Dia das Bruxas: Parte 2’: Novas imagens mostram Hera Venenosa, Espantalho e mais; Confira!

A Warner Bros Animation divulgou novas imagens oficiais de ‘Batman – O Longo Dia das Bruxas: Parte 2‘ (Batman: The Long Halloween – Part 2).

O material promocional mostra o primeiro vislumbre dos vilões Hera Venenosa, Espantalho, Chapeleiro Louco e Sofia Falcone.

Uma das imagens também mostra Harvey Dent e o Comissário Gordon aguardando  a chegada do Batman após a ativação do Bat-Sinal.

Confira:

Com estreia marcada para 27 de julho, a produção é baseada nos quadrinhos homônimos escrito Jeph Loeb com arte de Tim Sale. Com 13 edições, lançadas em 1996 e 97, a saga permanece sendo um dos arcos mais amados do herói.

Assista ao trailer:

Dirigido por Chris Palmer (‘Superman: O Homem do Amanhã’), o longa trará Jensen Ackles (‘Supernatural’) dando voz ao icônico Bruce Wayne/Batman.

A produção ainda contará com as vozes de Naya Rivera (Selina Kyle/Catwoman), Josh Duhamel (Harvey Dent), Billy Burke (James Gordon), Titus Welliver (Carmine Falcone), David Dastmalchian (Homem Calendário), Troy Baker (Coringa), Amy Landecker (Barbara Gordon), Julie Nathanson (Gilda Dent), Jack Quaid (Alberto), Fred Tatasciore (Solomon Grundy) e Alastair Duncan (Alfred).

Na trama…

“Natal. Dia de São Patrício. Páscoa. Conforme os dias do calendário se acumulam, o mesmo ocorre com os corpos espalhados pelas ruas da cidade de Gotham. Um assassino está à solta, matando apenas nos feriados. O único homem que pode parar esse demônio? O Cavaleiro das Trevas.”

“Trabalhando com o procurador distrital Harvey Dent e o tenente James Gordon, Batman corre contra o calendário enquanto tenta descobrir quem é o assassino antes dele reivindicar sua próxima vítima. Um mistério que faz o leitor adivinhar continuamente a identidade do assassino, esta história também está ligada aos eventos que transformam Harvey Dent no inimigo mortal do Batman, Duas Caras.”

 

Após ‘Arrow’, Katherine McNamara ainda quer retornar ao CWVerse

A última temporada de ‘Arrow‘ teve um episódio que serviu como piloto para ‘Arqueiro Verde e as Canários’, série derivada que traria Kate McNamara, Katie Cassidy e Juliana Harkavy como protagonistas.

Para quem não se lembra, McNamara interpretou Mia Queen, filha de Oliver (Stepehn Amell) e Felicity (Emily Bett Rickards), que se torna a nova Arqueira no ano de 2040.

No entanto, a ideia acabou sendo cancelada por conta de atrasos causados pela pandemia e pela baixa expectativa em relação à produção.

Mesmo assim, McNamara disse ao Collider que ainda está interessada em reprisar seu papel em algum projeto do CWVerse, caso fosse convidada.

“Olha, o Arrowverse é o que é e não tenho ideia de quais são os planos para o futuro desse universo, mas gostaria de reprisar meu papel novamente. Há tantas pessoas maravilhosas na Warner Bros, na CW e na [produtora] Berlanti. Eu amei trabalhar com eles e, se precisarem de mim, eu ficaria feliz em atirar flechas de novo.”

Esta não é a primeira vez que McNamara expressou sua vontade de retornar ao CWVerse.

No ano passado, ela fez um discurso parecido em entrevista para o Comic Book.

“Se me quiserem de volta como Mia Queen, estarei lá. Não terminei com ela ainda. Então, se eles me aceitarem, estarei pronta. Mas acho que a pandemia acabou de jogar um balde de água fria em tudo.”

Caso a CW não volte a investir em ‘Arqueiro Verde e as Canários’, McNamara poderia se juntar à equipe em ‘Legends of Tomorrow’.

Isso porque vários artistas de outras séries já fizeram participações especiais na atração, e seria uma ótima forma de dar uma despedida adequada à Mia.

Confira a entrevista completa:

Lembrando que a CW já divulgou a promo oficial de “This Is Gus”, 9º episódio da sexta temporada de Legends of Tomorrow.

Na trama, “Behrad fica desapontado com as Lendas por terem esquecido seu aniversário – logo, quando eles localizam uma cápsula alienígena até 2024 e o levam para sua sitcom favorita, ele acredita ser uma surpresa para ele. Sentindo-se culpados, Nate e Zari mantêm Behrad ocupado, enquanto Ava Spooned e Astra tentam encontrar o Alien para consertar a linha temporal. Enquanto isso, o comportamento de Rory continua estranho, levando Sara e Gary a descobrir o que aconteceu”.

O episódio vai ao ar no dia 11 de julho.

Confira:

Keto Shimizu é o atual showrunner da série.

Quando heróis sozinhos não são o suficiente… o mundo precisa de lendas. Já tendo visto o futuro, um deles irá desesperadamente tentar impedi-lo de acontecer. Rip Hunter (Arthur Darvill), o viajante do tempo, recebe a tarefa de reunir um disforme grupo de heróis e vilões para confrontar uma ameaça difícil de parar; uma que não ameaça somente a integridade do planeta, mas do próprio tempo como uma entidade. Será que este improvável time é capaz de combater uma ameaça imortal, diferente de tudo que eles conhecem?

O elenco conta com Caity Lotz, Tala Ashe, Jes Macallan, Olivia Swann, Nick Zano, Dominic Purcell, Matt Ryan, Shayan Sobhian, Adam Tsekhman e Lisseth Chavez.

QUE AFLIÇÃO! Assista ao aterrorizante trailer dublado do terror ‘O Homem nas Trevas 2’

A Sony Pictures divulgou o ATERRORIZANTE trailer dublado da sequência ‘O Homem nas Trevas 2‘. E nossa… bem pesado!

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 12 de agosto.

O longa é dirigido por Rodo Sayagues, que coescreveu o roteiro ao lado de Fede Alvarez.

A trama se passará diversos anos após o primeiro filme, com o homem cego vivendo uma vida tranquila… até que os pecados do seu passado o encontram. O homem cego tem se vivido em uma cabana isolada após adotar uma garotinha de um orfanato. A vida tranquila deles é perturbada quando um grupo de sequestradores aparece e pega a criança, forçando o homem cego a deixar seu lar para salvá-la.

Stephen Lang voltará a estrelar a sequência.

Sucesso nas bilheterias, ‘O Homem nas Trevas‘, lançado em 2016, custou apenas US$ 9,9 milhões, e arrecadou US$ 157 milhões mundialmente.

Artigo | Há 35 anos, ‘True Blue’ cimentava a esplêndida carreira de Madonna

A lendária Madonna começou sua carreira oficialmente em 1983, com o lançamento de seu álbum homônimo. Desde então, ascendeu ao patamar da maior popstar do planeta e continua sendo imortalizada como a rainha do pop por especialistas musicais, não apenas por ter despontado como uma força inigualável nas décadas passadas, mas por ter influenciado várias gerações com músicas revolucionárias, além de auxiliar a colocar no cenário mainstream múltiplos gêneros fonográficos, como o dance-pop.

Apesar de ter feito um début impactante – que rendeu as memoráveis canções “Borderline”, “Lucky Star” e “Holiday”, por exemplo -, não seria até três anos mais tarde que a cantora e compositora se consagraria como a superestrela que conhecemos. E é claro que estou me referindo ao lançamento do icônico True Blue, que completa 35 anos no dia de hoje.

Mas por que a produção é tão importante?

Considerando que Madonna já havia lançado outros dois álbuns – o supracitado homônimo e o famoso Like a Virgin -, era de se esperar que a artista investisse em uma repaginação completa de sua persona, da mesma forma que faria nos subsequentes ‘Like a Prayer’, ‘Erotica’ e ‘Ray of Light’. Adotando um tom mais confessional e profundo que o encontrado em singles anteriores (como “Material Girl” e “Everybody”), ela se valeria do mais puro pop para tratar de temáticas universais, como relacionamentos amorosos – ainda mais levando em conta que o álbum é dedicado ao então marido Sean Penn -, decepções, sonhos e as ambições da própria carreira. Além disso, nota-se uma incorporação profunda de elementos da música clássica para acompanhá-la nas belíssimas nove faixas, abrindo espaço para incursões nos aspectos latinos (“La Isla Bonita”) e inflexões homeopáticas (“Papa Don’t Preach”).

Para saber mais sobre as faixas, leia nossa crítica do álbum!

True Blue tornou-se um sucesso comercial e crítico pouco depois de sua estreia. Além de quebrar recordes e debutar em primeiro lugar em 28 países, os especialistas da época elogiaram o amadurecimento de Madonna em relação ao processo criativo – o que já era de se esperar, visto que ela se estabelecera como uma estrela em ascensão logo de cara – e caracterizaram-no como o suprassumo pop dos anos 1980 e 1990, discriminando o modo como o álbum estendeu suas ramificações para outras artistas. Através de conjecturas implícitas e explícitas que permeavam não apenas as letras, mas também os memoráveis videoclipes, Madonna criticou estereótipos de gênero, reafirmou o alter-ego de tomboy que utilizava desde o início da década e causou um impacto cultural denso com análises sobre a prática voyeur e o multiculturalismo (algo visto em tempos predecessores com Cher).

Mantendo-se firme às mensagens que desejava passar aos fãs e ao público em geral, diversos autores perceberam que a performer utilizava uma extensa bagagem para começar a “manipular sua imagem – e sua audiência – com um senso verdadeiro de claridade e propósito, fazendo questão de mostrar músicas de qualidade para apoiar uma dominação calculista”, como bem apontou a Slant Magazine em 2012. A fluidez narrativa arquitetada em cada track foi respaldada pelas estonteantes vendas, que atingiram nada menos que 25 milhões de cópias mundiais, marcando-a no Livro dos Recordes pela primeira vez e reafirmando o status a que almejava. Ascendendo ao posto de maior estrela musical feminina, ela, agora dividia os holofotes com Michael Jackson e Prince e inclusive foi condecorada com o Prêmio Vanguarda do MTV Video Music Awards (sendo a primeira mulher a conquistar tal feito).

Foi a partir daí que a cantora finalmente encontrava sua voz, desvencilhando-se da desaprovação manufaturada, na visão de certos críticos, que apresentara poucos anos atrás. À medida que retornava para novos álbuns, a própria personalidade de Madonna transmutava-se em uma camaleônica adaptação ao que acreditava e defendia, apostando fichas perigosas e transgressoras que dariam vida a escandalosos clipes, a pungentes enredos e a photoshoots sensuais demais para quem não estava pronto. E, carregando todas as estruturas que apresentou até hoje, encontramos as sólidas e indestrutíveis bases de True Blue.

A animação ‘Harley Quinn’ e o Sexo na DC Comics | Top 5 momentos que a Editora foi “quente” demais

Parafraseando Perry White em Superman – O Retorno; três coisas vendem jornais: tragédia, sexo e Superman

Se tem uma produção, em tempos recentes, da DC Comics que não tem limites essa é sem dúvida a série animada da Arlequina. O programa, com classificação etária acima de 18 anos, não se segura em mostrar personagens consagrados em meio a situações muito violentas ou sensuais. Nesse território não existe limitação para romance entre Arlequina e Hera Venenosa, Batman e Mulher Gato ou Maxie Zeus e Nora Fries (ok, esse último é errado demais).

Ainda que por mais desinibida que a série possa ser ainda é possível haver interferência da empresa para certas decisões. Recentemente a DC vetou uma situação de cunho sexual que faria parte da terceira temporada do programa e que envolveria Batman e Mulher Gato. O argumento apresentado é que super-heróis não mantém esses tipos de relações …tá. Tendo isso em mente seguem cinco momentos em que esses icônicos personagens se divertiram além da conta.

5) Clark e Bárbara Minerva (American Alien #3)

Em um período pós Grandes Astros: Superman (2005 – 2008) nenhuma história chega aos pés, em termos de respeito ao personagem, de Alien Americano. A minissérie veio com a proposta de reimaginar a origem do último filho de Krypton em fases diferentes da sua vida, quase como um Superman: Quatro Estações atualizado, onde cada idade apresentada traz um Clark se esforçando para encontrar seu lugar no mundo e se aceitar como um alienígena todo poderoso.

Pois bem, na terceira edição ocorre uma situação em que Clark entra a bordo de uma festa em um iate sob uma identidade falsa e lá experimenta um pouco do que é a boa vida; nessa mesma festa ele conhece uma jovem de cabelos ruivos e que não se contém em demonstrar atração por ele. As coisas esquentam e os dois tem uma noite de diversão intensa, ainda que em comum acordo de que aquele foi apenas um momento passageiro.

Superman e Mulher Leopardo é algo que aconteceu

Vale ressaltar que a misteriosa mulher não é ninguém menos que Bárbara Minerva ou, para os íntimos ou fãs dos filmes da Patty Jenkins, Mulher Leopardo; a inimiga clássica da Mulher Maravilha. Pois é, um momento quente na vida do maior dos heróis que foi justamente com um inimigo de sua grande aliada.

4) Bruce e Dinah (Grandes Astros: Batman & Robin)

A decadência profissional de Frank Miller é um objeto de curiosidade bastante único nos quadrinhos. De arquiteto do novo movimento iniciado nos anos 80 junto a Alan Moore e Neil Gaiman, além de autor para muitos da melhor história do Batman, para um artista que se desencontrava constantemente com novas e formidáveis escritas. Foi mais ou menos na virada do século que a carreira de Miller realmente degringolou.

Primeiro com a pífia sequência de Retorno do Cavaleiro das Trevas e então com Grandes Astros: Batman & Robin (a mesma série mencionada anteriormente com o Superman). Aqui ele se propôs a conceder um novo olhar para como o cavaleiro das trevas conheceu e recrutou o Menino Prodígio, não fugindo tanto assim do que já era estabelecido para esse momento. O problema todo foi que Miller entregou um Batman abusivo com o jovem, violento (explodir viatura para ele é passatempo) e até mesmo sádico.

Pare Frank Miller! Pare imediatamente!

Por si só isso já desce com gosto amargo para os fãs mas a cereja do bolo foi quando Dinah Laurel Lance, a Canário Negro, entra na história inicialmente como uma bartender que se envolve em uma briga e que termina com seu bar em chamas. Acontece que o Batman estava presente, uma coisa levou a outra e ambos acabaram se entregando um ao outro embaixo da chuva, com o bar ainda em chamas no fundo e a sensação de que o Arqueiro Verde não merecia isso.

3) Lex e Hope (Lex Luthor – Homem de Aço)

O clássico inimigo do Superman é um dos personagens mais complexos da DC Comics, com seu ódio ao herói constantemente se misturando com uma necessidade narcisista de ser adorado por todos. Porém, na história em questão o autor Brian Azzarello demonstrou que o vilão também tem uma capacidade oculta de se apaixonar, ainda que não de uma forma saudável ou natural.

Lex Luthor se viu apaixonado por sua própria criação

O enredo como um todo segue Luthor em um determinado momento em que ele cria um novo super ser (Hope) em seu laboratório com o intuito de torná-la o novo símbolo de Metrópolis; um que ele pode controlar. As coisas tomam rumos inesperados quando o empresário começar a demonstrar sentimentos por ela, ao passo que ele jamais esquece que Hope só foi criada porque ele sentia que Superman era uma farsa e um regresso para a humanidade.

2) Harley Quinn e Floyd Lawton (Esquadrão Suicida #3)

A palhacinha do crime volta a ser mencionada já que sensualidade é uma de suas maiores armas. No entanto, dessa vez ela não surge junto ao Coringa ou Hera Venenosa mas sim ao Pistoleiro. Harley e Floyd não são exatamente um casal impensável e ambos sendo companheiros de Esquadrão Suicida constantemente é ressaltado que existe sim uma espécie de amizade colorida entre ambos.

Arlequina e Pistoleiro: amizade colorida pura e simplesmente

Isso leva a terceira edição da equipe formada por vilões em que esse aspecto da relação dos dois é trazido à tona mais uma vez, porém, dessa vez a editora optou por mostrar isso de maneira mais explícita do que deveria. Resultado final foi um momento que, para todos os efeitos, eclipsou tranquilamente a história apresentada.

1) Bruce e Talia (Batman: Filho do Demônio)

Olha o velho Bruce figurando novamente, só que dessa vez em um momento até bem icônico em sua carreira. Nos anos 80 ainda não havia a noção de um Damien Wayne, obviamente haviam os Robins mas não o pequeno esquentadinho. No entanto, em Batman: Filho do Demônio é apresentada uma situação em que o detetive recebe um pedido de ajuda de ninguém menos que Talia al-Ghul, filha de seu inimigo e àquela altura um interesse amoroso complicado, para que o detetive os auxilie contra o perigoso Cain.

Batman e Talia são um dos casais mais famosos da DC

Batman então parte ao encontro do líder da Liga dos Assassinos e a certa altura as coisas esquentam muito entre ele e Talia, chegando ao ponto que o herói cogita ficar junto de vez da herdeira de Ra’s e estabelecer uma liderança na Liga, ainda mais após Talia confirmar estar grávida. As coisas não saem como desejado e ela diz a Bruce que o bebê morreu, o que faz a relação acabar e cada um seguir seu caminho. Entretanto, nas páginas finais é mostrado que o bebê está vivo e foi entregue à adoção, dando assim um primeiro vislumbre de Damien.

 

Crítica | ‘True Blue’, o álbum que transformou Madonna na superestrela como a conhecemos

Publicado originalmente em 03 de junho de 2019.

Em seu terceiro álbum de estúdio, Madonna resolve mergulhar com ainda mais força nos temas que já havia explorado em investidas anteriores e, eventualmente, culmina em uma de suas melhores obras, intitulada True Blue. Dedicado, à época, ao seu marido Sean Penn, o escopo musical traz uma premissa otimista e reconfortante que estende-se ao longo de nove belíssimas faixas, procurando, em cada uma delas, encontrar um pano de fundo diferenciado e aglutinando diversos estilos em um mesmo lugar. É claro que, considerando que a multiplicidade narrativa poderia culminar em um saturado disco, a artista também encontrou gigantesco sucesso pela fluidez tanto de sua voz quanto pelos hits dançantes e envolventes.

A mais nova aventura da cantora abre com “Papa Don’t Preach”, uma contraditória canção que se inicia com clássicos violoncelos e violinos e, em um inesperado ápice, encontram-se em meio aos sintetizadores e a um baixo eletrônico deliciosamente bem estruturado. A utilização de elementos do electro-pop, porém, não insurge com originalidade, ainda mais levando em conta que Madonna já os utilizou em produções antecedentes; o que nos chama a atenção é que, afastando-se de sua rebeldia soubrette (vide Like a Virgin) e procurando uma estabilização aplaudível que abre espaço para um mezzosoprano menos afetado e mais coeso. Não estou dizendo que, em um passado remoto, a voz da artista não tenha funcionado; digo que, dentro das premissas que nos apresenta, tais escolhas ficariam fragmentadas demais.

A música em questão funciona em um âmbito extracósmico, dialogando, em precedência e procedência, com “La Isla Bonita”. Enquanto “Papa” relata as angústias de uma jovem garota por ter engravidado fora de um casamento, a track em questão analisa de forma irônica e chocante os motivos de tal “irresponsabilidade”, por assim dizer. “Noite passada, sonhei com São Pedro” é a ambígua dúbia frase que, a priori, revela a paixão do eu lírico pela campesina atmosfera sul-americana, reafirmada pelos instrumentais latinos que expandem-se em harmônicas, maracas e notas de um acústico violão que aumentam sua complexidade mais do que poderíamos imaginar. O verso que une ambas as rendições, por mais separadas que estejam, resume-se em “onde uma garota ama um garoto, e um garoto, uma garota”.

O ritmo latino volta com a explícita declaração de amor “Love Makes the World Go Round”, na qual Madonna se afasta da atmosfera onírica supracitada e mergulha em uma dançante e memorável canção que funciona em uma totalidade incrível para encerrar o CD. Aqui, os tons próprios da cultura latino-americana se fundem com os sintetizadores e com o teclado eletrônico, iniciando de forma levemente convencional até explodirem num otimista chorus que diz “é fácil esquecer se você não ouve o som”, concluindo-se na repetição do verso-título.

É notável analisar de que forma a nova entrega de uma das maiores vozes da história da música alcança um patamar bastante considerável que supera seus trabalhos anteriores – e que, anacronicamente, voltaria a ser superado poucos anos depois. Porém, não podemos deixar de citar seus poucos defeitos, que, no caso, restringem-se a duas faixas em questão: a primeira, “Where’s the Party”, ganha um apreço por sua construção nostálgica e pelas habilidosas lyrics que fazem bom uso de uma repetição proposital; entretanto, “Jimmy Jimmy”, a track que antecede o final, nos passa uma sensação reciclada, principalmente por se iniciar com as mesmas batidas demarcadas e agudas do teclado eletrônico. Mesmo assim, é um fato dizer que nenhuma das músicas peca em muito em dialogar uma com a outra, mantendo-se em um nível bom o suficiente para nos envolver.

Felizmente, os profusos ápices do disco conseguem falar muito mais alto: temos, por exemplo, “White Heat”, que nos leva de volta ao final dos anos 1940 com o prelúdio retirado de Fúria Sanguinária narrado por James Cagney. O próprio diálogo ecoante já prenuncia a entrada de uma expressiva guitarra que combina-se com os conhecidos elementos do electro-pop“Live to Tell”, por sua vez, funciona como uma melódica e etérea balada que traz consigo uma trilha surpreendentemente visual. Apesar da manutenção de uma linearidade um tanto quanto incômoda, são os múltiplos instrumentos combinados em um único lugar que ganham nossa total atenção – aliados ao verso que divide o refrão, ganhando força antes do terceiro ato.

A faixa-título, todavia, é a que mais nos soa familiar – e talvez a que mais revele as influências que Madonna abraçou para tornar-se a artista que adoramos. Além da reconfortante letra, a voz da cantora abandona as afetações de outrora de vez, fazendo declamações que nos recordam do dance-pop dos anos 1960, mais precisamente do grupo conhecido por Motown Girls; aliás, ela não pensa duas vezes antes de nos lançar em uma viagem movida por batidas bem demarcadas e vocais precisos e sutis.

True Blue é um memorável álbum e uma incrível adição à ainda novata carreira de Madonna. Ganhando inúmeras revisitações nos anos que a seguiriam e inclusive servindo de inspiração para seu conterrâneo Michael Jackson, essa epopeia romântica é extremamente original e alcança sucesso em meio a uma possível ruína. Afinal, são poucos os artistas que conseguem unir com sabedoria e coesão inúmeros gêneros em um mesmo lugar – e Madonna fez isso com exímia cautela.

Nota por faixa:

  • Papa Don’t Preach – 4,5/5
  • Open Your Heart – 4,5/5
  • White Heat – 5/5
  • Live to Tell – 4,5/5
  • Where’s the Party – 4/5
  • True Blue – 5/5
  • La Isla Bonita – 5/5
  • Jimmy Jimmy – 3,5/5
  • Love Makes the World Go Round – 4,5/5

‘O Homem nas Trevas 2’: Homem cego busca vingança em novas imagens do terror; Confira com o trailer!

A sequência ‘O Homem nas Trevas 2‘ ganhou novas imagens oficiais.

Confira, com o trailer completo:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 12 de agosto.

O longa é dirigido por Rodo Sayagues, que coescreveu o roteiro ao lado de Fede Alvarez.

A trama se passará diversos anos após o primeiro filme, com o homem cego vivendo uma vida tranquila… até que os pecados do seu passado o encontram. O homem cego tem se vivido em uma cabana isolada após adotar uma garotinha de um orfanato. A vida tranquila deles é perturbada quando um grupo de sequestradores aparece e pega a criança, forçando o homem cego a deixar seu lar para salvá-la.

Stephen Lang voltará a estrelar a sequência.

Sucesso nas bilheterias, ‘O Homem nas Trevas‘, lançado em 2016, custou apenas US$ 9,9 milhões, e arrecadou US$ 157 milhões mundialmente.

‘Homem-Aranha 2’: Fãs comemoram os 17 anos de lançamento da sequência; Confira as reações!

Dirigido por Sam Raimi, ‘Homem-Aranha 2′ foi lançado em 30 de junho de 2004 nos EUA e ainda é considerado como a melhor adaptação do Cabeça de Teia nas telonas.

Por conta disso, diversos fãs foram às redes sociais para relembrar e homenagear a sequência no seu aniversário de 17 anos.

Entre os comentários, os internautas elogiaram o elenco, o roteiro e a mensagem que o filme transmite: inspirar as pessoas a se tornarem a melhor versão de si mesmas. melhores.

Confira as reações:

17 Anos de ‘Homem-Aranha 2’ | Relembre essa obra-prima considerada o MELHOR filme do herói

Sucesso de crítica e público, ‘Homem-Aranha 2‘ arrecadou US$789 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 200 milhões.

No Rotten Tomatoes, a sequência registrou 93% de avaliações positivas.

 

17 Anos de ‘Homem-Aranha 2’ | Relembre essa obra-prima considerada o MELHOR filme do herói

Produto de uma época em que os filmes com super-heróis ainda não eram essa febre de hoje, Homem-Aranha 2 (2004) chegou aos cinemas há 17 anos com a difícil missão de superar seu antecessor, um verdadeiro fenômeno de crítica e bilheteria do começo dos anos 2000. Para isso, a Sony trouxe de volta todo o elenco principal, manteve Sam Raimi na direção e adicionou o “exótico” Alfred Molina para viver um dos vilões clássicos do panteão do Aranha: o Doutor Octopus.

E como o primeiro filme foi um sucesso absoluto, Raimi provou aos executivos que era mais do que capaz de fazer uma aventura do herói e conquistou mais liberdade para ousar ao abordar um assunto delicado e ainda não trabalhado naquela época: e se o Amigão da Vizinhança abandonasse o traje vermelho e azul e voltasse para o anonimato? A combinação de todos esses fatores nos brindou com uma obra-prima do gênero, tanto que Homem-Aranha 2 é considerado por muitos como um dos melhores filmes com super-heróis da história.

Se ele é ou não um dos melhores vai de cada um, mas algo que é inegável é seu papel de referência na Cultura Pop. Estruturalmente perfeito, o roteiro é uma verdadeira aula de como construir e desconstruir personagens na tela grande. A começar pelo protagonista, Peter Parker (Tobey Maguire), que começa vivenciando as glórias de ser um herói junto as intempéries de ser um herói. Essa dualidade de valer mais a pena ser o Peter ou o Aranha é marca registrada dos quadrinhos e foi adaptada de forma magistral. Enquanto sua vida mascarada ia de vento em popa, sua vida pessoal sofria com atrasos, problemas com prazos na faculdade, um chefe abusivo e as infames contas para serem pagas.

Além disso, o amor de sua vida coleciona uma série de decepções junto ao atrapalhado Peter Parker – mas vive momentos intensos com sua outra “pessoa”, o Homem-Aranha. Raimi deixa claro no primeiro ato o quanto é exaustiva a vida de herói e como ela exige absurdos do homem debaixo da máscara. E vários momentos escancaram isso, como quando o Dr. Octavius diz que Peter é conhecido por ser “brilhante, mas preguiçoso”. É uma cena impactante que diferencia o abismo entre a imagem do Aranha e a de Parker.

Junto a esses dramas cotidianos, Harry Osborn (James Franco), seu melhor amigo, o coloca entre a cruz e a espada ao descontar em Peter a dor do Luto. Harry atribui ao Homem-Aranha a culpa pela morte do pai, e Peter, o próprio Homem-Aranha, vê a situação se tornando cada vez mais insustentável e não sabe como agir. Ter um assassinato nas costas não faz bem para ninguém, ainda mais quando a imprensa, representada pelo Clarim Diário de J.J. Jameson (J.K. Simmons), joga a opinião pública contra ele. Diante dessa pressão e do sentimento de nunca ser suficiente para Nova York, Peter começa a questionar seu papel de herói na sociedade.

Desanimado e emocionalmente desestabilizado pelos problemas pessoais, como perder seu amor, não conseguir ajudar financeiramente a tia e ir mal na faculdade, o jovem vê seus poderes começarem a falhar. É uma virada espetacular no conceito do herói nos cinemas, porque a tendência dos filmes de herói é abordarem os poderes como a grande guinada na vida dos protagonistas. Steve Rogers, por exemplo, deixou de ser o franzino zoado para se tornar o símbolo máximo de sua nação; Peter Quill era um fracassado antes de se consolidar como o Senhor das Estrelas. Clark Kent deixa de ser um jornalista recluso para assumir a forma da Esperança… enfim, não faltam exemplos dos efeitos positivos que os trajes causam nas pessoas.

Eis que Sam Raimi inverte os papéis. A influência do Homem-Aranha na vida de Peter vai para segundo plano, colocando a influência de Peter Parker na vida do Homem-Aranha como protagonista. É espetacular!

Podendo escolher entre voltar ao anonimato e se dedicar aos problemas comuns, Peter abandona suas responsabilidades de herói e, numa cena emblemática, diz ao seu Tio Ben que não será mais o herói. A maneira como esse diálogo é conduzido consolida o Tio Ben como O Mentor do garoto, mesmo morto. Seu legado de responsabilidade transcende a própria morte e (Cliff Robertson) segue influenciando o comportamento e a moral do sobrinho. E é justamente numa terra sem Homem-Aranha que surge o Doutor Octopus. Após perder sua esposa na exibição de seu projeto, Otto perde o controle e passa a agir por influência dos tentáculos mecânicos.

É deliciosamente irônico como o vilão nasce debaixo do nariz de Peter. A persona do Octavius é transformada de ídolo a vilão de maneira crível e natural. É um personagem que conversa diretamente com Peter, visto que ambos são homens da ciência, cheio de sonhos e perspectivas. Quando essa realidade é retirada de Otto, ele age de maneira irresponsável, focado exclusivamente em concluir seu projeto. Sem se importar com as vidas que podem ser perdidas no caminho e nem como seu projeto pode agir de forma negativa na vida dos outros, ele comete crimes simplesmente porque pode.

Peter chegou a agir com irresponsabilidade ao adquirir seus poderes, e isso terminou com a morte de seu Tio. O Doutor Octopus é uma projeção do que o garoto poderia se tornar caso ignorasse o peso da responsabilidade de ter os poderes que tem.

Enquanto Octopus segue estruturando seus planos, Peter sente os benefícios de não ter mais uma vida dupla. Tudo fica absurdamente mais fácil, mas a que preço? A criminalidade em Nova York atinge níveis altíssimos e o povo clama por um herói. Até mesmo J. J. Jameson se rende e admite que errou ao julgar o Teioso como criminoso todo esse tempo.

Então, de maneira emocionante, Raimi coloca Peter para resolver seus conflitos pessoais e traz a Tia May (Rosemary Harris) para um dos discursos mais bonitos da história dos filmes baseados em HQs: “Acredito que há um herói dentro de todos nós. Que nos mantém íntegros. Que nos dá força. Nos enobrece. E, por fim, nos deixa morrer com dignidade. Mesmo que, às vezes, seja preciso ser firme e desistir daquilo que mais queremos. Até dos nossos sonhos”. Meu amigo, isso é de arrepiar! É uma frase que causa tanto impacto, de uma força tão grande… face a esse choque de realidade, o menino vira homem e abraça sua realidade de herói. Não importa que isso signifique viver com dificuldades financeiras ou seguir sem o amor de sua vida. Ele tem um dom único e deve usá-los para o bem, afinal “Com grandes poderes vêm grandes responsabilidades”.

É aí que ele entende seu papel como herói e que, apesar da influência que sua vida pessoal faz na vida de uniforme, ser o Homem-Aranha é o que ele deve fazer. Não por ser legal, não por ser divertido, mas por ser seu dever. Seu maior dom é sua maior maldição. É uma dualidade fantástica e muito bem explorada pela direção. Então Octopus sequestra Mary Jane e Peter, abraçando sua persona de Homem-Aranha, volta a ativa. Começa um combate visualmente fantástico, que culmina em um dos momentos mais impressionantes do cinema dos anos 2000: uma sequência de luta que é interrompida quando Peter precisa parar o trem com as próprias mãos.

Você consegue perceber que ele está pronto para se sacrificar pela vida dos passageiros, mesmo que isso signifique para ele perder Mary Jane. É neste momento que Nova York o reconhece como herói e abraça o Homem-Aranha como seu maior patrimônio. Desmascarado, mas moralmente amparado pelos passageiros, Peter consegue salvá-los e se põe pronto para a batalha. Levado até Harry, o Aranha é desmascarado pelo melhor amigo. Ao descobrir que Harry deu o trídio para Octopus, Peter se solta das correntes e dá uma lição dolorosa no amigo: “temos problemas e desavenças, mas há algo mais importante que nós em jogo”. E assim ele se vai, deixando Harry sem reação, rumo ao seu desfecho em Homem-Aranha 3 (2007).

No confronto final, Homem-Aranha e Doutor Octopus chegam a se enfrentar fisicamente, mas é com o diálogo que Peter vence a derradeira batalha. Ele se enxerga no vilão e usa de sua humildade para tentar fazê-lo ver que ele era uma boa pessoa. Se Harvey Dent, quatro anos depois, viria a dizer que: “Ou você morre como herói, ou vive o bastante para se tornar o vilão”, Peter Parker se recusou a deixar o mal vencer e acreditou até o fim que a bondade dentro de nós é capaz de agir quando se age com consciência. Nesse ato heroico de empatia, Peter consegue que Otto recobre o controle e faça a escolha de não morrer como vilão.

É quase poético como herói e vilão dialogam diretamente com a personalidade de Peter Parker ao longo do filme. Com o conflito resolvido, Mary Jane larga seu relacionamento e, quase como uma recompensa do destino, a coloca na vida do menino outra vez. E assim termina o filme: um herói ciente de quem é rumo ao dever inerente a sua persona.

Há 17 anos, Sam Raimi definia o conceito de heroísmo do Homem-Aranha nos cinemas com muita simplicidade e honestidade. E por mais que a abordagem mais atual, cuja franquia é estrelada por Tom Holland, seja muito divertida e fiel a megalomania dos quadrinhos, ela ainda não conseguiu atingir o nível de profundidade da trilogia original. Eu acredito que isso possa mudar no terceiro filme, visto que Homem Aranha: Longe de Casa começa a inserir alguns conceitos mais densos, mas duvido que tenhamos uma obra do herói tão bem executada quanto o memorável Homem-Aranha 2.

 

WitcherCon, evento da saga ‘The Witcher’, terá participações de Henry Cavill, Anya Chalotra e mais!

Netflix e a CD Projekt Red revelaram mais detalhes sobre a recém-anunciada WitcherCon, evento geek que irá celebrar o universo da adorada saga The Witcher’ (via Collider).

Os painéis, que acontecerão às 14h e às 22h do dia 09 de julho, irão começar com The Witcher Season 2: Deck of Destiny’, em que a showrunner Lauren Schmidt Hissrich e os astros Anya Chalotra (Yennefer), Freya Allan (Ciri), Mimî M Khayisa (Fringilla) e Paul Bullion (Lambert) pegarão cartas de um “enigmático baralho com perguntas de fãs”, com a promessa de responderem a todas as questões.

Logo depois, acontecerá o ‘Memories from the Path: Stories Behind The Witcher Games’, no qual os desenvolvedores da franquia de jogos conversarão com o público sobre o processo de criação das aventuras.

A agenda também conta com uma espécie de trívia intitulada Geralt of T-Rivia’, em que os desenvolvedores de jogos Błażej Augustynek e Philipp Weber, o produtor e roteirista Declan De BarraHissrich irão competir para ver quem é o maior fã de The Witcher. Em sequência, teremos o “CD Projekt Red’s The Witcher: Beyond Video Games”, que mergulha fundo no universo extendido da franquia para além dos games e da série. Os panelistas incluem o desenvolvedor Rafał Jaki, o quadrinista Bartosz Sztybor e o designer Łukasz Woźniak.

Por fim, o astro Henry Cavill irá aparecer na seção “Tales from the White Wolf: A Spotlight Conversation with Henry Cavill, hosted by Josh Horowitz”, em que Cavill trará detalhes inéditos sobre a 2ª temporada – incluindo um possível trailer.

É possível encontrar mais informações no site oficial do evento.

Lembrando que a 2ª temporada será lançada no quarto trimestre de 2021.

Criada por Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia (Henry Cavill), um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

Crítica | Truth be Told – Série da AppleTV+ com Octavia Spencer é cansativa, mas consegue prender a atenção

Quando muita coisa não convence mas pelo menos prende nossa atenção. Disponível na Apple Tv+, a primeira temporada de Truth be Told (já renovada para uma segunda jornada) possui uma trama embaralhada nos longos oito episódios, parece que muitas informações se transformam em mais do mesmo sem mudar tanto assim a ótica dos personagens. Prende pelo fato da curiosidade humana, de querermos saber o que diabos aconteceu no dia do assassinato, epicentro da trama, e suas verdades escondidas em contradições mais que evidentes. A ótima e vencedora do Oscar Octavia Spencer é a protagonista, tendo Aaron Paul (Breaking Bad) na pele de um personagem central da trama que se desenvolve através de investigações de um crime de quase duas décadas atrás.

 

Baseada no romance Are You Sleeping de Kathleen Barber, nessa primeira temporada de Truth be Told acompanhamos a jornalista e dona de um podcast de sucesso Poppy Parnell (Octavia Spencer), especialista em investigações sobre crimes cometidos na cidade onde vive, São Francisco, que por conta de uma nova evidência começa a repensar os passos de um crime cometido 19 anos atrás e que teve a condenação de Warren Cave (Aaron Paul), um garoto de 17 anos na época, como o assassino de um famoso escritor que estava no dia do ocorrido com suas filhas gêmeas e sua mulher. Assim, vamos navegando pelas verdades e mentiras que aparecem pelo caminho e acompanhando o drama de Warren em um lugar impossível de viver sem abalos emocionais.

Há várias portas que se abrem em Truth be Told, a questão é saber qual vai ser a que te convence, e se tem alguma que te convence. Se formos caminhar pela ótica da protagonista, enxergamos o cenário mais completo principalmente no lado que mais a incomoda, no simples fato de ter pensado questões erradas sobre o desenrolar de um crime que acompanhou de perto ajudando inclusive a tornar seu conteúdo, e seu podcast, mais famoso nos Estados Unidos. Esse conflito da protagonista a segue até o desfecho e de alguma forma acaba deixando margem para uma (já confirmada) segunda temporada. Há a visão do jovem preso que passou mais tempo atrás das grades do que fora delas, que viu sua mãe envelhecer e adoecer sem poder estar perto, sempre jurando inocência pelo assassinato que fora condenado. Inclusive para esse, os horrores da prisão são sentidos de maneira aterrorizante.

Infelizmente há peças muito soltas nesse confuso quebra-cabeça. A subtrama do pai de Warren, um futuro alto cargo da polícia que na época escondeu segredos, a esposa do escritor assassinado e sua relação com as filhas e a muito confusa saga e distanciamento das gêmeas já na fase adulta (protagonizadas pela atriz Lizzy Caplan). Buscando entender sobre essas óticas, o seriado cai num abismo sem explicação com peças tortas colocadas dentro do que era para ser óbvio.

A grande esperança de Truth be Told, pode ser a próxima temporada, pois seu arco principal, a investigação, a forte presença de Poppy e seu podcast podem ser os complementos de muitas histórias. Vamos torcer e acompanhar!

Veja curiosidades sobre ‘Ratatouille’, animação vencedora do Oscar que completa 14 anos

Quando pensamos em Pixar, são poucos os títulos que falham em atender às nossas expectativas – motivo pelo qual a companhia consegue satisfazer o público em geral, desde as crianças até as gerações mais velhas. E é claro que a adorável animação Ratatouille seria parte importante desse panteão universal ao nos transportar para a complexa engrenagem da cozinha francesa.

A própria história já é motivo de querermos assistir ao filme (ou reassistilo): dirigido e escrito por Brad Bird, mesmo nome por trás de ‘Os Incríveis’, o enredo é centrado em Remy (Patton Oswalt), um rato campestre cujo sonho é se tornar chef de cozinha; quando se perde da família, ele vai parar em Paris e cruza caminho com o atrapalhado Linguini (Lou Romano), formando uma aliança para que os dois alcancem seus objetivos – ou seja, que Remi possa cozinhar e que Linguini não perca o emprego em um dos restaurantes mais prestigiados da cidade.

Aclamado pela crítica e pelo público (além de ser o título favorito deste que vos escreve), o filme arrecadou mais de US$620 milhões ao redor do mundo e levou para casa dezenas de prêmios, incluindo um Oscar de Melhor Animação (sendo indicado para outras quatro categorias). E, para celebrar seu aniversário de 14 anos, o CinePOP separou uma lista com curiosidades de bastidores para você conferir.

PESQUISA INTENSA

O desenvolvimento de Ratatouille começou em 2000, quando Jan Pinkava escreveu os conceitos originais da história. Depois de sua saída em 2005, Brad Bird, que já havia trabalhado na Pixar, foi chamado para dirigir o longa e revisar a história. Ele e outros membros da produção visitaram Paris por semanas para inspiração, se consultando com chefs franceses para construir as comidas da animação.

RATINHOS DE ESTIMAÇÃO

Ratinhos de estimação foram levados ao estúdios e viveram nos corredores por mais de um ano, para que os animadores pudessem estudar o movimento de seus pelos, do nariz, das orelhas, das patas e dos rabos.

COM OS CUMPRIMENTOS DO CHEF

O prato de ratatouille (que empresta o nome ao título do filme, obviamente) preparado por Remy é, na verdade, uma variação chamada confit byaldi. O prato original foi adaptado pelo consultor Thomas Keller e difere muito do ratatouille costumeiro – sendo a principal mudança nos vegetais, que foram cortados finamente e assados em vez de serem cozinhados em uma panela.

TRÈS BIEN

chef Anthony Bourdain já comentou diversas vezes que o filme é o seu favorito quanto à temática da culinária. Em entrevistas, ele comentou que “eles acertaram na comida, nas reações à comida, nos pequenos detalhes da comida, até mesmo nas queimaduras suaves nos braços de um personagem. Eu realmente acredito que tenha capturado a paixão pela comida de um modo que poucos outros filmes fizeram”.

ANTON EGO, O MEDONHO

O cômodo em que Anton Ego (Peter O’Toole) faz suas críticas é propositalmente construído como um caixão, enquanto a parte de traz de sua máquina de escrever se assemelha a uma caveira. A ideia era fazer uma referência tanto à sua aparência vampiresca quanto ao fato de escrever críticas “matadoras”.

R.I.P. GUSTEAU

No roteiro original, o chef Auguste Gusteau (Brad Garrett) ainda estava vivo, mas Bird chegou à conclusão de que havia muitas histórias a contar e decidiu matá-lo. Entretanto, ele ainda aparece como a “consciência” de Remy para guiá-lo em Paris e em sua aventura de se tornar um cozinheiro.

BON APPÉTIT

Os realizadores e a equipe artística de Ratatouille criaram mais de 270 pratos de comida no computador. Cada item comestível foi literalmente preparado e estilizado em cozinhas de verdade, para, então, serem fotografados como referência e, por fim, saboreados.

SKINNER

O nome do chef Skinner (Ian Holm) faz referência ao psicológo behaviorista B.F. Skinner, que ganhou notoriedade por realizar experimentos em roedores.

‘Indiana Jones’: Chapéu usado por Harrison Ford é vendido a quase R$ 2 milhões

Na noite de ontem (29), foi a realizada a primeira etapa de um leilão da Prop Store focado em vendas de adereços usados nos filmes da franquia ‘Indiana Jones’.

Através do Twitter, o perfil oficial da leiloeira divulgou que o chapéu usado por Harrison Ford em ‘O Templo da Perdição’ (1984) foi vendido por nada menos que US$ 375.000.

O valor é equivalente a R$ 1,856 milhão.

Confira a publicação:

“Um gigantesco parabéns e obrigado ao licitante vencedor por trás da venda do chapéu Fedora de ‘Indiana Jones e do Templo da Perdição’ a US$ 375.000.”

Lembrando que as gravações de ‘Indiana Jones 5‘ já foram iniciadas.

Infelizmente, Ford lesionou o ombro durante um ensaio para uma cena de luta da aguardada sequência. A informação foi revelada por um porta-voz da Disney à revista EW.

Segundo o comunicado oficial, “a produção continuará, enquanto o curso apropriado de tratamento é avaliado e o cronograma de filmagens será reconfigurado conforme necessário, nas próximas semanas.”

As gravações da produção se iniciaram no Reino Unido no início deste mês.

Recentemente, algumas fan-pages do Twitter compartilharam capturas de Harrison Ford caracterizado como o lendário personagem.

Vestindo seu clássico chapéu e roupas em tons pastéis, o veterano também aparece com uma máscara de proteção ao lado da equipe de produção.

Confira as publicações:

Lembrando que o elenco do novo filme é formado por Boyd Holbrook (‘Logan’), Thomas Kretschmann (‘Vingadores: Era de Ultron’), Mads Mikkelsen (‘Hannibal’), Phoebe Waller-Bridge (‘Fleabag’), e Shaunette Renée Wilson (‘Pantera Negra’), além de Harrison Ford retornando para o personagem titular.

O filme será dirigido por James Mangold (‘Logan’).

“Estou emocionado por começar uma nova aventura, colaborando com um time dos sonhos de qualquer diretor“,  disse Mangold ao Deadline.

“Quando você adiciona Phoebe, uma atriz deslumbrante com uma voz criativa brilhante, a química que ela sem dúvida trará ao nosso set, não posso deixar de me sentir tão sortudo quanto o próprio Indiana Jones.” 

Lembrando que foi Steven Spielberg quem decidiu passar o manto para um cineasta mais jovem, a fim de trazer uma perspectiva renovada ao personagem.

John Williams vai retornar para a trilha sonora, tendo atuado como compositor em todos os filmes anteriores.

Enquanto aguardamos por novas atualizações, ‘Indiana Jones 5‘ permanece agendado para 29 de julho de 2022.

Crítica | Ted Lasso – Uma das MELHORES séries de comédia disponível nos streamings

A importância do positivismo em meio ao caótico universo capitalista onde o ego precisa ser uma qualidade. Sem muito oba oba, estreou meses atrás no Streaming Apple TV+ o seriado de comédia Ted Lasso, que nos apresenta uma história que beira ao absurdo mas que convence nas suas lindas mensagens sobre a vida, trabalho em equipe, nos relacionamentos e outras questões fundamentais para uma vida repleta de felicidade. Criado pelo quarteto Bill Lawrence, Jason Sudeikis, Joe Kelly Brendan Hunt, o seriado é baseado em um personagem homônimo visto pela primeira vez em uma série de comerciais para a cobertura da NBC Sports da Premier League. No papel principal, Jason Sudeikis, ganhador inclusive do Globo de Ouro e o SAG por essa brilhante interpretação.

Na trama, conhecemos o treinador de futebol americano Ted Lasso (Jason Sudeikis), que é curiosamente contratado por Rebecca Welton (Hannah Waddingham), presidente de um time da primeira divisão do futebol inglês, a Premier League, para assumir o time e lutar arduamente contra o rebaixamento. A questão é que Ted não entende nada de futebol (o soccer) e vamos entendendo melhor aos poucos que tudo faz parte de um plano maquiavélico da presidente numa espécie de vingança sobre o marido (ex-acionista do time). Mas o jeito carismático do protagonista vai me mexer com a vida de todos nesse clube.

Caminhando entre o superficial e o profundo, os dramas que acompanhamos em Ted Lasso são a junção de uma caricatura pronta e reflexões quase filosóficas sobre a vida. As subtranas são um arraso de carismáticas, envolvem o espectador, seja nas histórias de dois dos grandes atletas do time, seja na confusão emocional que é a vida da presidente, seja na do próprio Ted, um bom homem mas que tem seus demônios e conflitos dentro de si. Um dos pontos que também vira um sarcasmo hilariante é a brincadeira com as palavras, pronúncias e modo de vida britânica em relação ao texano Ted.  Parece que a todo instante, o ex-treinador de Futebol Americano tem uma carta cômica na manga tirando risos a todo instante do espectador.

Podemos considerar Ted Lasso como uma das séries mais surpreendentes em exibição no mundo dos streamings. Se você ainda não viu, não perca! Você vai constatar que todos temos um pouco de Ted Lasso dentro de nós.

‘Cinderela’ ganha teaser legendado com Camila Cabello; Filme estreia em Setembro no Amazon Prime!

Amazon Prime Video do Japão divulgou recentemente o primeiro teaser trailer e o cartaz oficial de Cinderela, adaptação estrelada pela cantora e compositora indicada ao Grammy Camila Cabello.

O filme será lançado na plataforma de streaming no dia 03 de setembro, conforme aponta o pôster.

Confira:

Cinderela é um clássico que todos conhecemos e amamos, mas desta vez com um toque moderno e único e estrelado pela sensacional Camila Cabello e um elenco de estrelas. O produtor James Corden e a equipe de filmagem pegaram este amado conto de fadas e o reformularam com uma perspectiva nova e empoderada que vai ressoar com o público e famílias em todo o mundo. Não poderíamos estar mais animados com os nossos clientes globais para cantar e dançar junto com a reimaginação do diretor Kay Cannon desta história clássica”, disse Jennifer Salke, chefe do Amazon Studios.

Cinderela é uma nova e ousada abordagem musical da história tradicional com a qual o público cresceu. Nossa heroína (Cabello) é uma jovem ambiciosa cujos sonhos são maiores do que o mundo permite, mas com a ajuda de seu Fab G (Porter) ela é capaz de perseverar e realizar seus sonhos.

Escrita para as telas e dirigida por Kay Cannon, com covers de canções escritas por alguns dos artistas musicais mais vendidos de todos os tempos, ‘Cinderela‘ tem um elenco de estrelas que inclui Idina Menzel, Minnie Driver, Nicholas Galitzine, com Billy Porter e Pierce Brosnan.

Os produtores são James Corden, Leo Pearlman, Jonathan Kadin e Shannon McIntosh.

‘Succession’: 3ª temporada do aclamado drama da HBO ganha previsão de lançamento

Segundo o chefe de conteúdo da HBO e da HBO MaxCasey Bloys, o aclamado drama ‘Succession’ já tem previsão de estreia para retornar com novos episódios (via Collider).

As informações indicam que a 3ª temporada da série será lançada no outono estadunidense, ou seja, entre os meses de setembro e novembro de 2021. Nenhuma data mais específica foi revelada.

Em entrevista ao jornal britânico The Times, a produtora executiva Georgia Pritchett revelou que o show vencedor do Emmy chegará ao fim em determinado momento – e que não terá mais que cinco temporadas.

“Creio que o máximo seriam cinco temporadas, mas possivelmente quatro”, ela comentou.

O novo ciclo irá introduzir diversos membros ao elenco, incluindo Alexander Skarsgård, Hope DavisSanaa Lathan, Linda EmondAdrien Brody e a cantora sul-coreana Jihae.

Além disso, Justine Lupe, David Rasche e Fisher Stevens foram promovidos ao elenco regular dos próximos episódios.

A produção acompanha a história da família Roy, composta por Logan e seus quatro filhos. Logan controla um dos maiores conglomerados de meios de comunicação e entretenimento do mundo.

O elenco conta conta com Brian Cox, Kieran Culkin, Jeremy Strong e Sarah Snook.

‘Succession’ é um dos grande sucessos da HBO e já levou para casa duas estatuetas do Emmy, incluindo Melhor Série DramáticaMelhor Ator em Série Dramática para Strong – além de ter sido indicado outras seis vezes.

JK Iguatemi terá CINEMA SUPER MODERNO e ao ar livre pelo valor de R$ 420,00; Veja fotos!

Já imaginou poder assistir a um filme no Cinema ao ar livre, com exclusividade e uma telona só para você seus amigos?

Agora é possível!

O JK Iguatemi e a Cinépolis apresentam a sétima edição do Cine Vista no Terraço JK. Com o sucesso inicial das vendas, o evento que estava programado para acontecer de 4 a 11 de julho, foi ampliado até o dia 18 de julho para que mais pessoas possam aproveitar a experiência.

Aberto ao público, os ingressos para as cabines que comportam até 6 pessoas estarão à venda no site, com valores entre R$ 350,00 à R$ 420,00, dependendo do número de participantes.

Veja fotos:

Com formato inovador, o espaço contará com oito cápsulas com capacidade de até seis pessoas em cada uma. Os pequenos grupos poderão assistir os filmes dentro das cabines com poltronas confortáveis e reclináveis, sem perder o charme e o ineditismo do projeto.

O JK Iguatemi mantém os rígidos protocolos de proteção e segurança estabelecidos para operações de cinema, com o máximo de cuidado, visando o bem-estar de todos: apenas pessoas que se conhecem e comprarem os ingressos juntos podem participar da experiência em suas cápsulas, que são higienizadas ao final de cada sessão. Além disso, o uso de máscaras é obrigatório, dispositivos com álcool em gel são oferecidos no local e todos os alimentos e bebidas são disponibilizados em embalagens e sacos higienizados e só podem ser consumidos dentro da cápsula. Todos os clientes passarão por controle de temperatura antes do acesso ao evento.

As cápsulas são um show à parte, com teto transparente, o espectador continuará tendo a visão do céu durante toda a experiência. Cada poltrona reclinável contará com uma mesa dobrável com suporte para copo, luminária, conectores de USB e cooler embutido. As cadeiras ficarão posicionadas em alturas diferentes para facilitar a visão e os degraus terão luz de led e carpete no piso também.

Para completar, o serviço de bomboniere da Cinépolis para compra de pipocas e refrigerantes estará disponível no local. A grande novidade fica por conta de um menu desenvolvido especialmente para os clientes pelo restaurante Astor. Eles poderão adquirir os pratos e os itens da bomboniere no momento da compra do ingresso online ou no dia do filme pelo QRCode.

Com uma sessão diária, a programação contará com filmes premiados. Entre as atrações estão: “Raya e o Último Dragão” (04 e 18 de julho), “Pinóquio” (05 e 13 de julho), “Bela Vingança” (06 e 15 de julho), “Meu Pai” (07 e 12 de julho), “Judas e o Messias Negro” (08 e 16 de julho), “Minari” (09 e 17 de julho), “NomadLand” (10 e 14 de julho) e “Em Guerra com o Vovô” no dia 11 de julho.

 

‘RuPaul’s Drag Race: All Stars’: Confira a primeira parte do episódio 06×03!

Paramount+ divulgou a primeira parte do novo episódio da 6ª temporada de RuPaul’s Drag Race: All Stars’.

O capítulo será lançado em 01 de julho.

Confira:

O próximo ciclo contará com o retorno de A’Keria C. Davenport (Season 11), Eureka! (Season 9, 10), Ginger Minj (Season 7, All Stars 2), Jan (Season 12), Jiggly Caliente (Season 4), Pandora Boxx (Season 2, All Stars 1), Ra’Jah O’Hara (Season 11), Scarlet Envy (Season 11), Serena ChaCha (Season 5), Silky Nutmeg Ganache (Season 11), Kylie Sonique Love (Season 2), Trinity K. Bonet (Season 6) e Yara Sofia (Season 3, All Stars 1).

Quais são as suas favoritas para vencer a temporada?

‘Rua do Medo: 1994’: Assista aos primeiros cinco minutos do novo terror da Netflix!

A Netflix divulgou os cinco primeiros minutos oficiais de Rua do Medo: 1994’ (‘Fear Street’), capítulo de abertura da nova trilogia de terror baseada nos livros homônimos de R.L. Stine.

O vídeo é focado em Heather, personagem vivida por Maya Hawke.

Confira:

O longa será lançado na plataforma no dia 2 de julho.

Lembrando que a saga terá classificação indicativa para maiores de idade (rated-R). A informação foi confirmada pelo próprio Stine.

“Os fãs de Rua do Medo ficarão bem felizes – e terão várias surpresas. Os leitores sabem que os livros têm classificação PG. Mas os filmes serão para maiores. Isso significa muito mais medo – e muito mais terror!”, ele comentou em uma declaração oficial.

Confira as datas de cada filme:

Rua do Medo: 1994 – Parte 1: 2 de julho
Rua do Medo: 1978 – Parte 2: 9 de julho
Rua do Medo: 1666 – Parte 3: 16 de julho

Rua do Medo: 1994’: durante os corolários de uma brutal tragédia em Shadyside, Ohio, um grupo de adolescentes descobre uma série de eventos horríveis que assolaram a cidade podem não ser meros acidentes – e eles podem ser as próximas vítimas.

Rua do Medo: 1978’: o Acampamento Nightwing está dividido entre os campistas e os monitores que vêm da próspera Sunnyside e aqueles que vêm da sinistra Shadyside. Porém, quando os horrores que suas cidades escondem ganham vida, eles devem se unir para desvendar um terrível mistério antes que seja tarde demais.

Rua do Medo: 1666’: uma cidade colonial é assolada por uma histérica caça às bruxas que traz consequências mortais durante séculos. Em 1994, cabe a um grupo de adolescentes dar um fim na maldição.

O elenco é formado por Gillian Jacobs, Sadie SinkAshley ZuckermanFred HechingerJeremy Ford, Julia RehwaldKiana Madeira, Olivia WelchRyan Simpkins.

Madeira e Welch serão um casal lésbico tentando navegar por um conturbado relacionamento enquanto lidam com horrores inexplicáveis da pequena cidade de Shadyside. Madeira e Welch darão vida a dois personagens bem distintos – um da década de 1990 e outro do século XVII – e aparecerão em todos os filmes.

‘Rua do Medo’ é uma série de livros de terror adolescente que estreou em 1989. Os romances são menos conhecidos que o compilado predecessor, Goosebumps. Atualmente, a franquia possui 52 livros ambientados em Shadyside, Ohio.

Kate Trefry (Stranger Things) também está atada às produções.

FEAR STREET PART 1: 1994 – (L-R) KIANA MADEIRA as DEENA, FRED HECHINGER as SIMON, BENJAMIN FLORES JR. as JOSH, JULIA REHWALD as KATE, and OLIVIA WELCH as SAM. Cr: Netflix © 2021

Fear Street Part 1: 1994 – (Pictured) Skull Mask. Cr: Netflix © 2021
Fear Street Part 2: 1978 – (L-R) TED SUTHERLAND as NICK and SADIE SINK as ZIGGY. Cr: Netflix © 2021
Fear Street Part 1: 1994 – BENJAMIN FLORES JR. as JOSH and SKULL MASK. Cr: Netflix @ 2021
FEAR STREET PART 2: 1978 – Cr: Netflix © 2021