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‘Borderlands’: Filmagens da adaptação já foram finalizadas; Confira a 1ª imagem do Claptrap!

Através do Twitter, foi anunciado que as filmagens da adaptação de ‘Borderlands‘ já foram finalizadas. Além disso, a postagem também divulgou a primeira imagem do robô Claptrap (dublado pelo Jack Black) no longa.

Confira:

Anteriormente, foram divulgadas artes individuais dos personagens:

Eli Roth (‘O Albergue’) é responsável pela direção.

Lilith, uma infame fora da lei com passado misterioso, relutantemente retorna para seu planeta natal, Pandora, para encontrar a filha perdida do ser mais poderoso do universo, Atlas. Lilith forma aliança com um time inesperado – Roland, um ex-mercenário de elite, agora desesperado por redenção; Tiny Tina, uma pré-adolescente demolicionista; Krieg, protetor de Tiny Tina; Tannis, cientista que beira a insanidade; e Claptrap, um robô persistentemente sábio. Esses heróis nada convencionais devem lutar contra monstros alienígenas e bandidos perigosos para encontrar e proteger a jovem desaparecida, a qual detém a chave para um poder inimaginável. O destino do universo pode estar nas mãos deles – mas eles irão lutar por algo muito maior: uns pelos outros”.

O elenco é formado por Cate Blanchett (Lilith), Jack Black (Claptrap), Florian Munteanu (Krieg), Kevin Hart (Roland), Jamie Lee Curtis (Dra. Patricia Tannis), Ariana Greenblatt (Tiny Tina), Edgar Ramirez (Atlas) e Haley Bennett como uma personagem original.

A franquia original gira em torno de um grupo de “Caçadores de Cofres” que procuram por um esconderijo alienígena no planeta de Pandora.

A saga de games foi lançada em 2009 e teve três sequências: Borderlands 2’ (2012), Borderlands: The Pre-Sequel’ (2014) e Borderlands 3’ (2019). A narrativa original é ambientada num futuro distante, num tempo em que várias mega-corporações procuram controlar o máximo de planetas que conseguirem, para colonizá-los e explorar sua abundância em recursos naturais e minérios.

‘American Horror Stories’: Rubber Man está de volta em novo cartaz da série derivada; Confira!

American Horror Stories‘, série derivada de ‘American Horror Story‘, ganhou um novo cartaz macabro, que traz o retorno do icônico Rubber Man.

Confira:

A produção irá estrear oficialmente no dia 15 de julho, no Hulu.

Com poucos detalhes divulgados, sabe-se que os episódios serão histórias curtas de uma hora cada, em vez de temporadas completas. Além disso, Sarah Paulson ficará responsável pela direção de alguns capítulos.

Kevin McHale (‘Glee’), Dyllón Burnside (‘Pose’), Charles Melton (‘Riverdale’) e Nico Greetham (‘The Prom’) irão participar da primeira temporada. Evan Peters também retorna para seu papel de Tate Langdon.

Lembrando que a série principal caminha para sua 10ª temporada. Intitulada ‘American Horror Story: Double Feature‘, o primeiro episódio estreia em 25 de agosto.

Entidades malignas tocam o terror no trailer de ‘A Mão do Demônio’; Assista!

A Paris Filmes divulgou o primeiro trailer do terror ‘A Mão do Demônio‘.

Confira:

O longa é escrito e dirigido por Aleksey Kazakov.

Uma experiência traumática leva ao término de relacionamento de um jovem casal. Em uma tentativa desesperada de salvar seu casamento, Andrey, o marido, procura a ajuda de uma mística chamada Mara. Seu único desejo é fazer sua esposa Olga esquecer o passado. A magia de Mara funciona, mas a segunda lua de mel logo se transforma em um pesadelo vivo… Andrey gradualmente reconhece que precisa lidar com um mal poderoso que está possuindo sua esposa, e o preço do serviço do médium é a vida dela.

Semyon Serzin, Marina Vasileva e Aleksandra Revenko estrelam a produção.

O terror ainda não possui previsão de lançamento nos cinemas nacionais.

‘Anônimo’: Sequência da ação já está sendo desenvolvida, revela diretor

A ação Anônimo se tornou um dos melhores títulos do gênero em 2021 e, numa recente entrevista ao GameRant, o diretor Ilya Naishuller confirmou que uma sequência já está sendo desenvolvida pelo roteirista Derek Kolstad.

“Há muitas histórias que podem ser contadas nesse mundo, com o personagem Hutch Mansell [Bob Odenkirk]. Eu sei que Derek já começou a trabalhar na continuação”.

Lembrando que o longa-metragem foi lançado em VOD hoje, 22 de junho, nos Estados Unidos.

Dentre os bônus especiais do lançamento em vídeo, inclui-se:

  • Comentário em áudio com o diretor Ilya Naishuller e o ator Bob Odenkirk
  • Comentário em áudio do diretor Ilya Naishuller
  • Vídeos dos bastidores: “Apenas um Anônimo”, “Nos Bastidores da Ação” e “Golpes Fortes”
  • Cenas Deletadas

No Brasil, o filme será lançado em 29 de julho.

O longa é dirigido por Ilya Naishuller, o mesmo responsável por ‘Hardcore: Missão Extrema‘.

Christopher LloydConnie Nielsen também fazem parte do elenco. Derek Kolstad (John Wick) assina o roteiro.

Na trama, Odenkirk interpreta Hutch Mansell, um esposo e pai de família pacato e que tende a passar despercebido por aqueles que o cercam. Tudo muda quando dois ladrões invadem sua residência em uma noite, incendiando uma ira até então desconhecida nele, levando-o a um caminho brutal que irá revelar alguns segredos obscuros com os quais ele lutou a vida inteira para deixar para trás.

O longa de ação é produzido por Odenkirk ao lado de Kelly McCormick (‘Atômica‘ e ‘Deadpool 2‘) e David Leitch (‘Deadpool 2 e ‘Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw).

‘Gully’: Novo filme estrelado por Amber Heard se torna um FRACASSO de crítica e de bilheteria

Amber Heard tornou-se manchete no mundo inteiro por motivos um tanto quanto controversos que envolviam o tóxico relacionamento com o ex-marido Johnny Depp. E, entre alegações de abuso físico e doméstico, o projeto mais recente da atriz provou ser um fracasso completo.

A carreira de Heard não é a tão prolífica quanto imaginamos e, com exceção de Aquaman, que arrecadou mais de US$1 bilhão nas bilheterias mundiais e teve aplausos por parte da crítica e do público, seus outros projetos são de gosto bastante duvidoso. Temos, de um lado, o thriller de mistério London Fields, que chegou aos cinemas cinco anos atrás, passou por processos de fraude a amargou 0% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Agora, integrando sua carreira, está ‘Gully’, que teve o mesmo “sucesso” que o supracitado. Depois de ter estreado em abril de 2019, o longa foi retirado dos cinemas em virtude da pandemia do COVID-19, retornando recentemente para uma arrecadação pífia de US$36 mil, com exibição em menos de 100 salas de cinema (via Small Screen).

De qualquer forma, Heard tem retorno confirmado para Aquaman e O Reino Perdido’ (‘Aquaman and the Lost Kingdom), reprisando o papel de Mera e colaborando mais uma vez com Jason Momoa como o herói titular.

James Wan volta para a cadeira de direção.

‘Shazam! 2’ trará uma mudança significativa para a personagem de Grace Fulton; Confira!

Depois que o diretor David F. Sandberg divulgou a primeira imagem oficial da Família Shazam com seus novos trajes em Shazam! 2: Fúria dos Deuses’, foi confirmado que o papel de Grace Fulton terá uma mudança significativa.

No filme anterior, Fulton interpreta apenas Mary Bromfield e é substituída pela atriz Michelle Borth em sua versão vestida como heroína.

Fulton e Borth

No entanto, a imagem divulgada deixa claro que agora a própria Fulton dará vida aos dois papéis, o que está gerando uma certa confusão nos fãs, já que as versões heróicas dos personagens são mais velhas.

Não se sabe porque Borth foi dispensada do papel, mas Sandberg explicou a um fã que Fulton vai passar por um processo de maquiagem que a deixará com um aspecto mais velho quando está usando seu traje.

Confira:

“Espera aí, Grace é quem está usando o traje?”, questionou o fã.

Ao que Sandberg respondeu:

“Sim, Grace agora interpreta ambas as personagens. Mas seu cabelo e maquiagem são ligeiramente diferentes quando ela vira heroína, então ninguém vai reconhecê-la. Ei, funciona com a Mulher Maravilha!”

Confira a imagem:

“Não sei por quanto tempo podemos evitar que os novos uniformes vazem, então aqui está uma foto que tirei outro dia.”

Antes disso, Sandberg divulgou o primeiro teaser oficial da continuação.

No vídeo, é mostrada apenas a silhueta de Shazam enquanto uma uma música dramática toca ao fundo, até que ele faz uma piada, dizendo:

“Por que isso está tão sombrio?”

Na legenda da publicação, Sandberg escreveu:

“Em breve”.

Confira, junto com as imagens dos bastidores:

Lembrando que a estreia do longa está marcada para 04 de Novembro de 2022 nos cinemas norte-americanos.

Em entrevista à Backstory Magazine, o diretor David F. Sandberg revelou que Billy Batson (Asher Angel) e seu alter ego devem enfrentar o Senhor Cérebro (Mister Mind, na versão original) na sequência.

“Parece que poderíamos fazer mais com a família Shazam. Apresentamos eles no primeiro filme, mas queremos explorar como eles funcionam como uma família de heróis. E nós fizemos uma pequena cena com o Senhor Cérebro, e queremos seguir por esse caminho. Ou poderemos introduzir outro vilão. Há muitos para escolher no mundo de Shazam.”, afirmou.

O Senhor Cérebro é uma espécie de larva alienígena vinda do Planeta Vênus, escolhido no seu planeta para se infiltrar na Terra.

Zachary Levi retorna como o personagem titular. Asher AngelAdam BrodyRachel ZeglerHelen MirrenLucy Liu completam o elenco.

Henry Gayden também volta como roteirista. Peter Safran entra como produtor.

O filme original foi aclamado pelos críticos (alcançando 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes), além de ter faturado mais de 365 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.

‘O Esquadrão Suicida’ quebra tudo em novo trailer cheio de cenas INÉDITAS; Assista!

A Warner Bros. divulgou o novo trailer legendado do aguardado ‘O Esquadrão Suicida‘.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 5 de agosto.

James Gunn (‘Guardiões da Galáxia’) é responsável pela direção.

“Bem-vindos ao Inferno – também conhecido como Bell Reve, a prisão com o maior índice de mortalidade dos Estados Unidos. Onde os piores super-vilões são mantidos e onde farão qualquer coisa para escapar – até mesmo se juntar ao super-secreto e super-duvidoso grupo Força-Tarefa X. A missão suicida de hoje? Juntar um grupo de golpistas, incluindo Sanguinário, Pacificador, Capitão Bumerangue, Caça-Ratos 2, Savant, Tubarão Rei, Blackguard, Dardo e a psicopata preferida de todos, Arlequina. Então os arme com força e os jogue (literalmente) na remota ilha recheada de inimigos de Corto Maltese”. 

O elenco contará com o retorno de Viola Davis (Amanda Waller), Margot Robbie (Harley Quinn), Jai Courtney (Capitão Bumerangue) e Joel Kinnaman (Rick Flag), além de introduzir Idris Elba, Taika Waititi, Alice Braga, Michael RookerNathan Fillion, Pete Davidson, Flula Borg, Sean Gunn e Mayling Ng.

‘G.I. Joe Origens – Snake Eyes’: Elenco se reúne em novo cartaz do longa; Confira!

O aguardado ‘G.I. Joe Origens – Snake Eyes‘ ganhou um novo cartaz com todo o elenco reunido.

Confira:

Lembrando que o longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 19 de agosto.

Robert Schwentke (‘RED: Aposentados e Perigosos’) é responsável pela direção, a partir um roteiro assinado por Evan Spiliotopoulos (‘O Caçador e a Rainha do Gelo’).

Henry Golding (‘Podres de Ricos’) estrela a produção. O elenco ainda conta com Samara Weaving (Scarlett), Ursula Corbero (A Baronesa), Iko Uwais (Hard Master), Andrew Koji (Storm Shadow) e Haruka Abe.

Snake Eyes esteve em ‘G.I. Joe: A Origem de Cobra‘ (2009) e ‘G.I. Joe: Retaliação‘ (2013), interpretado por Ray Park, e apareceu pela primeira vez na década de 1980, na HQ intitulada ‘G.I. Joe: Um Verdadeiro Herói Americano’.

Ao lado de seu fiel lobo de estimação, Timber, não demorou muito para que Snake Eyes se tornasse um dos personagens mais populares de toda a franquia. 

Henry Golding plays Snake Eyes in Snake Eyes: G.I. Joe Origins from Paramount Pictures, Metro-Goldwyn-Mayer Pictures and Skydance.
Henry Golding on the set of Snake Eyes in Snake Eyes: G.I. Joe Origins from Paramount Pictures, Metro-Goldwyn-Mayer Pictures and Skydance.
Haruka Abe plays Akiko in Snake Eyes: G.I. Joe Origins from Paramount Pictures, Metro-Goldwyn-Mayer Pictures and Skydance.
Andrew Koji plays Tommy in Snake Eyes: G.I. Joe Origins from Paramount Pictures, Metro-Goldwyn-Mayer Pictures and Skydance.

 

Paramount anuncia ‘Transformers: Rise of the Beasts’

A Paramount acaba de divulgar o título oficial do. novo filme da franquia ‘Transformers‘, que será dirigido por Steven Caple Jr. (Creed 2‘).

O produtor Lorenzo di Bonaventura revelou que o título do filme será ‘Transformers: Rise of the Beasts‘ (ou Transformers: A Ascensão das Feras).

“Queríamos dar ao público muitas novidades. Nós exaurimos, eu diria, a batalha entre os Autobots e os Decepticons. Como podemos encontrar um novo conjunto de vilões e prioridades, salvar o mundo é deixado para os Autobots e, neste caso, os Maximals. Parte das novas notícias, se você viu os outros filmes, você verá vilões que nunca viu antes e muitos elementos que nunca fizemos antes. “

Anthony Ramos (‘Em um Bairro de Nova York’) e Dominique Fishback (‘Judas e o Messias Negro’) serão os astros do próximo filme da franquia, que terá roteiro escrito por Joby Harold (‘Rei Arthur: A Lenda da Espada’). Durante uma entrevista para a Variety, Ramos foi questionado se poderia dar algumas dicas sobre o filme, ao que ele respondeu:

“Acabamos de começar os preparativos para o filme, então esperançosamente, poderei dar alguns detalhes mais para frente.”

No entanto, ele afirmou que o projeto trará bastante mudanças para a franquia, principalmente sobre a questão da representatividade.

Para Ramos, é um orgulho representar a comunidade latina num franquia anteriormente protagonizada somente por brancos.

“Esses filmes começaram com Shia LaBeouf, depois Mark Wahlberg e Hailee Steinfeld. Agora sou eu e Dominique Fishback – é muito diferente. ‘Transformers se transformou e estou muito orgulhoso por fazer parte disso!”

Por fim, ele elogiou as ideias visionárias do diretor Steven Caple Jr. (Creed 2‘).

Steven Caple Jr. é um visionário, mal posso esperar que as pessoas vejam o que saiu da mente desse homem e mostrarmos a todos a plenitude de sua glória. Vocês nem imaginam o que estamos preparando.”

Como ele disse, por enquanto não há muitos detalhes sobre o longa, mas as atualizações devem ser divulgadas assim que a produção for iniciada.

Anteriormente, o Deadline divulgou que o estúdio só estava à espera de um diretor para avançar com o projeto, mas não foi revelado quando as câmeras serão rodadas.

O filme atualmente tem um título provisório de ‘Transformers: Beast Alliance‘, o que compreensivelmente sugere que poderia trazer elementos do amado lado Beast Wars do universo Transformers. O filme se passa na década de 1990, que também foi quando Beast Wars aconteceu, então os laços estão definitivamente lá.

Lançada em 2007, a saga cinematográfica Transformers sempre teve performance considerável nas bilheterias, apesar das duras críticas negativas à grande parte dos filmes. Dirigida por Michael Bay, os cinco primeiros capítulos arrecadaram mais de US$4,3 bilhões, enquanto o spin-off Bumblebee, comandado por Travis Knight, conquistou 92% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadou quase US$469 milhões.

‘Brinquedo Assassino’: Intérprete da Noiva de Chucky retorna em imagem dos bastidores da série; Confira!

A produção da série de TV do ‘Chucky já está em andamento e a Jennifer Tilly provocou os fãs da franquia ao publicar uma foto dos bastidores em seu perfil do Instagram.

Para quem não se lembra, Tilly deu vida à Tiffany em ‘A Noiva de Chucky‘ (1998), uma criminosa obcecada pelo Chucky por acreditar que a alma de seu falecido amante habita o boneco.

Traiçoeiro, Chucky mata Tiffany eletrocutada e transfere sua alma para o corpo de uma boneca, fazendo dela sua noiva.

Para deixar as coisas um pouco mais complicadas, Tilly apareceu como ela mesma em ‘O Filho de Chucky (2004), quando Tiffany transfere sua alma para o corpo dela…

Então, na série, Tilly está interpretando Tiffany que está dentro do corpo de Tilly (confuso, não?).

Na imagem publicada no Instagram, ela aparece com os típicos cabelos loiros de Tiffany.

“Teste de câmera“, escreveu ela.

 

Anteriormente, o SyFy divulgou um novo teaser oficial da série.

Confira:

Brad Dourif voltará a dublar o boneco assassino. A produção ainda contará com o retorno de Fiona Dourif (‘O Culto de Chucky’), além de introduzir os novatos Devon Sawa (‘Premonição’), Zackary Arthur (‘Transparent’), Barbara Alyn Woods (‘One Tree Hill’), Lexa Doig (‘Jason X’), Teo Briones (‘Ratched’), Bjorgvin Arnarson (‘PEN15’) e Alyvia Alyn Lind.

Depois de um clássico boneco Chucky aparece em uma venda de usados num bairro suburbano, uma idílica cidade dos Estados Unidos é jogada no caos após uma série de assassinatos terríveis exporem as hipocrisias e os segredos de seus habitantes. Enquanto isso, a chegada de inimigos – e de aliados – do passado de Chucky ameaça expor a verdade por trás das mortes, bem como as origens do boneco demoníaco.

Em entrevista ao Syfy Wire, Mancini deu novos detalhes sobre a série, revelando que o icônico vilão terá um objetivo diferente na nova produção.

“Com essa série, nossa missão é preservar o clima tenso do filme original. Mas, ao mesmo tempo, continuar expandindo a trama que nós construímos no decorrer dos sete filmes que lançamos nos últimos 30 anos. Acho que os fãs irão amar os novos personagens que nós introduzimos na produção e também o retorno de outros personagens conhecidos. Não será apenas o Chucky, mas também teremos o retorno de outros personagens que os fãs querem voltar a ver. Há uma boa chance deles aparecerem.”

Ele completa, “Acho que as pessoas vão achar interessante que o Chucky irá implementar suas habilidades. É importante dar ao Chucky novas armas, estratégias, objetivos e alvos. O personagem terá um objetivo diferente na série – algo nunca visto anteriormente.” 

As Melhores Músicas de 2021 (Até Agora)

Continuando nosso especial de meio de ano, está na hora de celebrar as melhores canções de 2021 – e montar uma lista com tantas músicas incríveis não é um trabalho fácil.

Em apenas seis meses, tivemos o inesperado retorno de Lorde, quatro anos depois de sua última incursão criativa. A cantora e compositora neozelandesa nos presenteou, de surpresa, com “Solar Power”, primeiro single de seu álbum homônimo. Como se não bastasse, Sofia Carson, a nova queridinha do Disney Channel, também entregou uma das melhores faixas do ano com “Fool’s Gold”, dando início ao que apenas podemos imaginar que seja seu álbum de estreia; e a banda de rock independente Of Monsters and Men nos deu mais um gostinho de álbum ‘Visitor’ com “Destroyer”.

Com isso, o CinePOP separou uma lista com as vinte melhores músicas de 2021 até agora.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

20. “CALMA”, Marisa Monte

Marisa Monte, uma das musas do MPB e um dos nomes mais conhecidos do cenário fonográfico nacional, fez um glorioso retorno em 2021 com o lançamento de “Com Calma”, música que se apoia na bossa-nova e flerta com as composições mais densas do samba para falar sobre a pressa da vida e ser guiada pelo som dos violinos, do piano e do saxofone.

19. “SOMETHING TO SAY”, Michaela Jaé

Michaela Jaé, conhecida por seu nome artístico de Mj Rodriguez e por seu papel como Blanca no aclamado drama ‘Pose’, já era conhecida no cenário fonográfico, ainda mais por ter participado de uma das rendições teatrais de ‘Rent’. Com “Something to Say”, a artista busca referências nos anos 1970 e presta homenagem ao grupo ‘Earth, Wind & Fire’ em uma dançante e explosiva faixa disco.

18. “FOOL’S GOLD”, Sofia Carson

Em “Fool’s Gold”Sofia Carson continua a investir em peso em sua carreira de cantora, ainda mais depois de ter participado da franquia infantil ‘Descendentes’, do Disney Channel, e ter colaborado ao lado de diversos DJs. Mantendo sua identidade bastante sensual e profunda, Carson construiu uma música bastante refrescante, sem perder elementos pontuais dos anos 1980, como os violinos e o baixo.

17. “DANCING WITH THE DEVIL”, Demi Lovato

Dancing with the Devilé um soul-rock à la James Bond que funde sensualidade e acidez em um único lugar. Flertando com o perigo narcótico daquilo que nos dá um pouco de tranquilidade, Demi Lovato pede desculpas da forma mais indesculpável possível por ter dançado com o diabo e ter se deixado levar pelo que lhe dava prazer.

16. “ELECTRIC”, Katy Perry

Quando Katy Perry não se leva a sério ou não ouve os haters que a cercam, ela acerta em cheio. Da mesma forma que fez com “Roar” e a recente “Never Really Over”, a cantora e compositora foi chamada para construir uma música promocional para o novo jogo da franquia ‘Pokémon’ e, seguindo os passos de outras investidas antêmicas, mergulhou de cabeça nos elétricos sintetizadores e nas mensagens de empoderamento e liberdade com “Electric”.

15. “ADIÓS”, Selena Gomez

Entre altos e baixos, Selena Gomez abriu um novo capítulo de sua carreira com o EP ‘Revelación’, exaltando as próprias raízes latinas – e, apesar de tropeçar no meio do caminho, o mini-álbum conta com a espetacular “Adiós”, faixa de construção propositalmente dissonante que mantém-se viva pela exaltação do empoderamento e da contemporaneidade musical.

14. “GOOD 4 U”, Olivia Rodrigo

Olivia Rodrigo se tornou uma powerhouse provinda do extenso panteão Disney e, depois de estrelar ‘High School Musical: A Série: O Musical’, resolveu apostar suas fichas na carreira de cantora e explodiu mundo afora. Em ‘SOUR’, seu álbum de estreia, Rodrigo presenteia os fãs com diversas canções incríveis, incluindo a nostálgica vendeta pessoal em soft-rock “good 4 u”.

13. “AINDA É TEMPO”, ANAVITÓRIA

Em ‘Cor’, álbum que abriu 2021 com o pé direito, a dupla ANAVITÓRIA volta a explorar o folk e o soft-rock com belíssimas faixas extremamente bem produzidas, como “Ainda é tempo”. Precedida pelo interlúdio “(dia 34)”, a música abre espaço para a profusão do new wave para o classicismo do piano, pincelados com brechas narrativas da guitarra e mantendo o tom simbólico da produção.

12. “DARK BUT JUST A GAME”, Lana Del Rey

Em “Dark But Just a Game”, presente no aclamado álbum ‘Chemtrails Over the Country Club’, a ovacionada cantora e compositora Lana Del Rey abre as cartas para a sensualidade de “National Anthem” enquanto reverencia nomes como Janelle Monáe e até mesmo Kacey Musgraves em uma balada sensorial e narcótica.

11. “WITCHES BURN”, The Pretty Reckless

A tríptica viagem oitentista de “Witches Burn”, um dos ápices do álbum ‘Death By Rock and Roll’, se guia pelos vocais de Taylor Momsen e pela restrição da guitarra e do baixo ao atmosférico segundo plano. Na trama, a cantora vive uma mulher sem escrúpulos e que não será diminuída pelas outras pessoas e que tem um poder destrutivo cataclísmico – refletido por um abrangente e bem estruturado alcance vocal

10. “SYMPTOM OF YOUR TOUCH”, Aly & AJ

“Symptom of Your Touch”, uma ótima entrada ao esplendoroso álbum A Touch of the Beat Gets You Up on Your Feet Gets You Out and Then Into the Sun’, pode até ter um panorama mais comercial, é claro, reiterado pelo uso impactante dos sintetizadores – mas é tão bem produzida que nos faz encará-la como uma personificação jovial da explosão de “Dancing on My Own”, incluindo a trama sobre um relacionamento complicado.

9. “PRIVATE LIFE”, Allie X

Assim como a primeira temporada, o segundo ano de ‘Com Amor, Victor’ trouxe uma trilha sonora original e recheada de cantores LGBTQIA+ para celebrar a diversidade e dar palco a artistas que fogem do radar mainstream“Private Life”, uma sensual e ambiciosa construção musical, é a que melhor representa o álbum em questão – e é performada com singelo divertimento por Allie X.

8. “LIKE I USED TO”, Sharon Van Etten & Angel Olsen

Antes de se envolver com a engenharia sonora de diversas obras de Dia das Bruxas, John Congleton já havia liderado a banda Paper Chase e se envolvido com as incursões do rock alternativo. Em 2021, ele voltou com uma estonteante colaboração country-rock com Sharon Van Etten e Angel Olsen, “Like I Used To”, cujas melodias dramáticas refletem a competência e a química compartilhada pelas duas cantoras.

7. “PLEASE”, Jessie Ware

Pouco tempo depois de fazer um estrondo com ‘What’s Your Pleasure?’, Jessie Ware resolveu revisitar um dos melhores álbuns de sua carreira com uma versão estendida e, com isso, lançar mais algumas faixas para os fãs. E foi então que nasceu “Please”, uma vibrante infusão de nu-discoEDMhi-NRG que não demorou muito para cair no gosto dos ouvintes e ser exaltada por sua franca composição.

6. “HIGHLY EMOTIONAL PEOPLE”, MARINA

Em ‘Ancient Dreams in a Modern Land’, MARINA faz um glorioso retorno aos estilos sobressalentes que a colocaram no centro dos holofotes e, apesar das mensagens das primeiras faixas, reencontra seu caminho com a singela balada “Highly Emotional People”, uma ode à melancolia calcada por Del Rey e um jeito elegante de explorar o fator X que nos torna humanos.

5. “PERSONAL CATHEDRALS”, Aly & AJ

Diferente do que esperaríamos de uma dupla que veio do pop-rockAly & AJ aumentaram nossas expectativas para o vindouro álbum ‘A Touch of the Beat’ ao apostarem em uma estética mais amadurecida e profunda. A densidade sonora é representada em seu ápice nas reflexões country de “Personal Cathedrals”, que foca em um relacionamento que independe da aceitação de outras pessoas.

4. “LIGHTHOUSE”, Birdy

O erro de Birdy no recente álbum ‘Young Heart’ foi se deixar levar pela extensa melancolia das músicas, o que o tornou relativamente repetitivo. Mas isso não significa que a artista não conseguiu nos entregar algumas das melhores faixas de 2021, como foi o caso de “Lighthouse”, uma repaginação countrybluegrass memorável pela presença fantástica dos violinos.

3. “BABY 95”, Liniker

Liniker, um dos mais importantes nomes do cenário fonográfico brasileiro, não deixaria seus fãs de mãos abanando e, algumas semanas atrás, lançou a delicada balada “Baby 95”. Estendendo suas ramificações para a simplicidade sonora dos anos 1980, marcada pelo piano e pela ecoante bateria, a artista fala sobre o enlace romântico entre duas pessoas e até mesmo se deixa levar pelas incursões da bossa-nova.

2. “SOLAR POWER”, Lorde

Em “Solar Power”, a ovacionada performer Lorde encarna uma versão contemporânea e nostálgica, ao mesmo tempo, de George Michael, mergulhando de cabeça no pop-funk dos anos 1990 sem perder a mão das incursões mainstream do dance e do nu-disco. Mais do que isso, a produção faz menções ao capricho estilizado e propositalmente afetado do compositor francês Bruno Coulais e até mesmo expande as referências à dissonante marca de Lucio Battisti.

1. “DESTROYER”, Of Monsters and Men

Dois anos depois do incrível ‘FEVER DREAM’, a banda de rock islandesa Of Monsters and Men começou a trabalhar no próximo compilado de originais – mas não foi até o lançamento do segundo single oficial que o grupo nos deixou bastante animados para o que estava por vir.

Em “Destroyer”, canção lançada sem muito apoio promocional e acompanhada apenas de um bem articulado lyric video, os vocalistas Nanna Bryndís Hilmarsdóttir e Ragnar Þórhallsson calcam uma jornada bastante simbólica, recheada de elementos que ressoam a produção anteriores, mas que se jogam de cabeça no chamber rock e na progressão explosiva de uma narrativa sobre não ter medo de enfrentar seus medos, por mais que caiamos várias vezes.

‘Solar Opposites’ é renovada para a 4ª temporada

O Hulu renovou oficialmente a animação adulta ‘Solar Opposites‘ para a 4ª temporada.

12 episódios foram encomendados para o quarto ciclo, assim como o terceiro – que estreará apenas em 2022.

A série foi criada por Justin Roiland (Rick and Morty) e Mike McMahan.

A história gira em torno de uma família de alienígenas de um mundo melhor que se refugiam na América Central. Eles, então, começam a discordar sobre essa repentina mudança ser incrível ou horrível.

A produção conta com as vozes de Roiland, Thomas Middleditch, Sean Giambrone, Mary Mack, Sagan McMahan e Liam Cunningham.

13 filmes sobre relacionamentos entre pais e filhos – Parte 4

Continuando nossa pesquisa do ICGE (‘Instituto Cinéfilo de Geografia e Emoções’) para refletirmos sobre filmes que abordam a temática ‘Pais e Filhos’ das mais diversas formas. Com trajetórias percorridas, profundas ou não, conseguimos extrair um pouco das mensagens de cada um dos variados 13 filmes dessa quarta parte de nossa jornada. Nessa lista, temos filmes de Luxemburgo, Japão, Itália, EUA, Austrália, Brasil, Espanha, China, Austrália, França e Dinamarca. Vamos a ela:

Barreiras (Luxemburgo, 2017)

Como percorrer 10 anos em alguns dias? Buscando responder a essa e a muitas outras perguntas, Barrage, dirigido pela cineasta de Luxemburgo Laura Schroeder (em seu segundo longa-metragem) é um recorte de uma mãe e sua tentativa de recuperar anos perdidos na criação e afeto da filha. O ritmo é lento, sem muitas informações sobre o passado da protagonista, vamos pela dedução de acordo com as migalhas de memórias que nos apresentam o roteiro. Há um paralelo interessante entre o jogo de tênis (assunto que mãe e filha possuem em comum) e a maternidade, sobre a questão existencial da ‘obrigação x pelo amor’. O projeto conta com a participação especial da fabulosa atriz francesa Isabelle Huppert.

Na trama, conhecemos Catherine (Lolita Chammah), uma mulher que possui abalos psicológicos ligados a seu passado e volta após dez anos morando na Suíça a frequentar a mesma cidade de sua filha Alba (Themis Pauwels), que fora criada e mora com sua avó materna Elisabeth (Isabelle Huppert). Buscando essa reaproximação, mãe e filha embarcam em uma jornada de mágoas e ressentimentos sobre tudo que não viveram.

Co-produzido por Luxemburgo, Bélgica e França, o projeto explora em pouco mais de 100 minutos, uma dupla ótica, que é a grande sacada do roteiro. Com seu primeiro ato tenso e sem muitas informações, percebemos as dificuldades iniciais de Catherine de se entender minimamente com a filha. Há um divisor de águas nessa relação, que começa muito distante, logo nesse arco inicial. Contando histórias de sua família pela sua visão, Catherine embarca com Alba em uma viagem pelas emoções que foram vividas separadamente durante todos esses tempos. Já que as memórias acabam machucando muito, há algumas cenas sem diálogos, onde o olhar diz bastante.

Barrage é mais um filme que explora relacionamentos entre pais e filhos. O final aberto deixa margens para interpretações: será que elas algum dia vão se entender? Será que elas já se entenderam?

Três Solteirões e um Bebê (EUA, 1987)

Há mais de 30 anos atrás, uma comédia atemporal e que transpira carisma chegava a vista dos cinéfilos. Dirigido pelo eterno Spock, Leonard Nimoy (sim, ele mesmo!), Três Solteirões e um Bebê fala de forma leve e engraçada sobre a paternidade na visão de três adeptos do ‘solteirismo’ que precisam readequar suas vidas quando um bebê de poucos meses é deixando na porta de onde moram. Disponível no streaming Disney+ (assim como sua continuação), o longa-metragem de enorme sucesso é protagonizado pelos ótimos Tom Selleck, Steve Guttenberg Ted Danson. A trilha sonora, com a música chiclete Bad Boy, segundo single lançado pela banda americana Miami Sound Machine liderada por Gloria Estefan, é excelente.

Na trama, conhecemos três amigos muito bem sucedidos que moram em uma cobertura em Nova Iorque. Peter (Tom Selleck) é arquiteto, Michael (Steve Guttenberg) é desenhista e Jack (Ted Danson) é ator, todos eles são adeptos da vida boa e cultivam sua solteirice como modalidade de vida. Tudo muda quando um bebê é encontrado na porta da casa deles dizendo ser filha de Jack. Como o papai viajou para a Turquia para rodar um filme, Michael e Peter precisarão passar dias muito intensos, confusos e engraçados tentando cuidar da nova hóspede.

O foco principal é a paternidade em uma visão muito bem elaborada dentro de um roteiro simples onde a própria história ganha seu brilho através das lentes de Nimoy. Os personagens são ótimos, se encaixam com perfeição dentro de um contexto importante para a época mas a história não deixa de ser atemporal mesmo após mais de três décadas. O relacionamento pais e filhos pode ser mostrado de muitas formas, Três solteirões e um Bebê nos apresenta uma forma muito descontraída que o amor de quem cuida é o que vale no final das contas.

Verão Feliz (Japão, 1999)

Quando a tristeza pela decepção encontra as metáforas da vida. Indicado à Palma de Ouro em Cannes em um ano que tinha como concorrentes Almodóvar, Lynch, irmãos Dardenne, Greenaway, Manoel de Oliveira, Jarmusch, Sokurov, Egoyan, Bellocchio entre outros, Verão Feliz mostra a saga de um homem sem trabalho e um garoto criado pela avó que, quase sem direção, e contando com a ajuda além de caronas de desconhecidos, embarcam em uma aventura à procura da mãe do garoto que levarão na memória por toda uma vida. Contendo a força da delicadeza em todas as esferas, Takeshi Kitano, que escreve e dirige esse lindo trabalho, consegue encher de emoções e alguns risos as duas horas de projeção. Poucos são os diretores que com bastante sutileza nos mostram emoções com suas lentes.

Na trama, conhecemos Masao (Yusuke Sekiguchi) um triste menino, de olhar para baixo, que está sem amigos para brincar durante as férias. Ele é criado desde sempre pela sua avó já que sua mãe nunca aparece pois trabalha em uma outra cidade para poder sustentar ele. Certo dia, Masao resolve ir atrás de sua mãe e para isso vai contar com a inusitada ajuda de um amigo de sua avó, Kikujiro (Takeshi Kitano) um homem que vive seus dias sem muitos objetivos ao lado da esposa (Kayoko Kishimoto).  Assim, passando por diversas situações, ambos embarcam em uma saga à procura da mãe do menino.

Exibido no Festival do RJ e na Mostra de SP em um ano antes da chegada dos anos 2000, com planos longos e definindo arcos mostrados na tela, acompanhamos a junção equilibrada de um profundo mundo das emoções e situações de riso fácil, o drama e a comédia. Kitano fora conhecido no início de carreira pelos seus trabalhos como comediante e joga na tela todo seu talento além de mostrar uma grande habilidade em trabalhar os sentimentos principalmente na parte dramática do projeto.

Podemos enxergar esse lindo filme por duas perspectivas, a do menino que se protege da realidade dentro dos sonhos que são compostos por pessoas ou situações que encontra pelo caminho, ou do homem desajustado, trambiqueiro, no início nada simpático, que com uma transformação pura e bonita se torna uma referência para alguém que ele nunca imaginou. Ambos os personagens, nos brindam com uma história que irão contar por toda uma vida.

Bænken (Dinamarca, 2000)

Até aonde vai à redenção de alguém que pensara em não ter mais nada a perder? No início dos anos 2000, lançou-se na Dinamarca o longa-metragem Bænken que nunca pousou por aqui. O filme, escrito (Kim Leona também assina o roteiro) e dirigido pelo cineasta Per Fly conta a trajetória dura sobre um homem sem destino que achava que estava sozinho no mundo mas acaba indo buscar algum tipo de redenção quando encontra de maneira inesperada a filha que não via faz 19 anos. Tocando em muitos pontos polêmicos sobre alcoolismo, abandono e assistência social, o projeto se torna aos poucos reflexivo drama sobre escolhas da vida.

Na trama, conhecemos Kaj (Jesper Christensen), um rabugento alcóolatra na fase final de sua vida que vive gastando seu dinheiro de trabalho com cerveja. Sem ter mais ambições na vida e tratando mal a todos ao seu redor, acaba sendo surpreendido pela chegada de Liv (Stine Holm Joensen) e Jonas, mãe e filho que buscam abrigo no condomínio de apartamentos onde Kaj mora, mas especificamente no apartamento de um frustrado e lunático escritor. Um curto tempo depois, Kaj descobre que Liv é sua filha que não via a quase duas décadas e assim embarca em uma tentativa de jornada de redenção, principalmente, protegendo sua filha e neto do ex-companheiro de Liv e pai de Jonas, um homem ciumento e violento.

As lacunas à preencher após a chegada da dor na consciência. Completamente perdido em sua mesmice, o protagonista sofre com o alcoolismo, uma fuga sempre que não consegue enfrentar o mundo que construiu ao seu redor. As mudanças que chegam em sua vida acabam trazendo memórias perdidas/esquecidas que acabam se reativando por conta dos erros do passado cometidos por ele. Não sabendo lidar com a situação imposta pelo destino, busca se redescobrir como ser humano de maneira simples e objetiva, contando inclusive com a ajuda de alguns que pensas ser amigo. Tocando em assuntos delicados como a violência contra a mulher, a falta de assistência dos governos para determinadas situações emergenciais que muitos sofrem por aí, a trajetória do bom projeto se encaixa em sua essência como um profundo drama sobre relacionamentos entre pais e filhos.

 

Pieces of a Woman (EUA, 2020)

Quando os sentimentos viram uma série de portas fechadas. Com um abre alas angustiante, antes do título aparecer na tela, onde não conseguimos tirar os olhos das ações que acontecem Pieces of a Woman é um poderoso drama que mostra desenrolares da vida de um jovem casal e os passos seguintes que precisam caminhar durante o luto. Dirigido pelo cineasta húngaro Kornél Mundruczó e com roteiro assinado por Kata Wéber, o filme, disponível no catálogo da Netflix, é um dos mais badalados projetos desse ano: merecidamente! É tenso, polêmico, excelente para reflexão. Poderosas interpretações, personagem principal interpretada magistralmente pela atriz britânica Vanessa Kirby, um roteiro com bastante profundidade e uma excelente direção. Indicado na categoria Melhor Atriz ao Oscar desse ano (inclusive levou o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Veneza do ano passado).

Na trama, conhecemos um jovem casal, Sean (Shia Lebouf) e Martha (Vanessa Kirby) apaixonado e com alta expectativa com a chegada da primeira filha. Eles optaram por um parto domiciliar, feito por uma parteira. No dia onde a chegada do bebê se torna iminente, a parteira que faria o parto não consegue chegar a tempo e uma outra vai no lugar dela. Durante o processo do parto, uma alta tensão acontece, um nervosismo de todos, pai, mãe e parteira. Infelizmente uma tragédia acontece. Nos meses após o corrido, a maneira como o casal lida com a terrível tragédia é o que vai moldando a trajetória desse impactante filme.

Como lidar com a perda? Os personagens são os grandes motores do filme. Levados ao limite após a tragédia que acontece em suas vidas, nada vai ser como antes e eles já sabem disso. Conflitos antes suportáveis, se tornam estopins para discussões ou intromissões injustas nas escolhas que os dois devem tomar juntos. Sean é um homem que trabalha com construções e em especial nas pontes, está a seis anos sóbrio, possui um relacionamento conflitante com a sogra, assim precisa lutar contra seus demônios após a tragédia. Já Martha é introspectiva, de fala mansa, de família com mais dinheiro que a do companheiro, mostra um controle na aparência para os outros mas um descontrolado ninho de sentimentos conflitantes por dentro após o ocorrido, principalmente lutando contra as interferências de sua mãe Elizabeth (Ellen Burstyn, em atuação também digna de aplausos). A habilidade de Mundruczó em mostrar as entrelinhas através da expressão dos personagens é digna de aplausos, emocionante em muitos momentos, nos sentimos próximos das dores dos personagens.

O filme toca em alguns pontos polêmicos. A questão da comunidade médica vs parteiras e os dilemas sobre doação de corpos para estudos médicos. As partes jurídicas de uma dessas questões são colocadas como ferramenta de ‘justiça’ por Elizabeth, insensível e intrometida, em muitos momentos. O projeto chega fácil aos corações dos espectadores, dentre os dilemas e os sofrimentos, vamos tentar entender como é possível (ou não) reunir peças de uma vida despedaçada.

 

Dente de Leite (Austrália, 2019)

O drama comum de alguém que não querem que se vá. Debutando na direção de longas-metragens, a cineasta Shannon Murphy apresenta ao público seu olhar para um tema difícil, doloroso, uma doença terrível em uma adolescente e como tudo muda muito rápido para todos que estão ao redor da corajosa protagonista que busca em suas ações fugir de rótulos dando lindos e emocionante gritos de liberdade. O roteiro, assinado pela também debutante em roteiros para longas-metragens Rita Kalnejais, possui arcos divididos em situações de encontros e desencontros dos personagens, fator muito interessante. Babyteeth, made in Austrália, emociona bastante, principalmente nos últimos 10 minutos com cenas maravilhosas e inesquecíveis.

Na trama, conhecemos a jovem Milla (Eliza Scanlen) que mora em um bairro de classe media com seu pai, o psiquiatra Henry (Ben Mendelsohn) e sua mãe Anna (Essie Davis). Os três, cada um à sua maneira, precisam enfrentar a doença de Milla que tem um câncer agressivo em evolução. Certo dia, Milla conhece Moses (Toby Wallace), uma desregulado alma que acabou a escola, praticamente um nômade que é expulso de casa pela mãe, mas por quem Milla logo se apaixona. Assim, enfrentando a cada dia uma dura batalha pela vida mas também para sair de vez do ninho montado pelos pais, a personagem principal encontra em Moses, um importante companheiro na luta pelas suas fortes tomadas de decisões.

A princípio os personagens parecem excêntricos mas é que a troca da apresentação do filme vai nos confundindo um pouco, muito até para quem nem leu a sinopse. Mas isso faz parte do ótimo roteiro de Babyteeth, produção australiana ganhadora de muitos prêmios, que fala sobre a vida de uma jovem, sua visão do seu entorno e como a doença que tem afeta a todos. Buscando ser quem sempre quis, começa a tomar decisões que fogem da normalidade que os pais se acostumaram, vivendo intensamente como se fosse o último dia de sua vida. Os pais, procuram entender a situação, eles estão em um casamento cheio de amor mas abalado pela situação da filha. A mãe é medicada pelo pai e vive em crise constante. O pai também, muitas vezes perdido no seu pensamento se equivoca mas tenta logo consertar.

Com muitos assuntos de bem ampla reflexão, ao longo das duas horas de projeção, há espaço para um ótimo debate sobre o uso de medicamentos controlados para problemas de todos os tipos. Babyteeth ainda nos brinca com dez minutos finais arrasadores, com uma força impressionante, de tocar nossos corações.

 

Minari: Em Busca da Felicidade (EUA, 2020)

Quando rezamos, podemos ver o céu enquanto dormimos? Exibido em muitos festivais e premiado com os dois principais prêmios do Festival de Sundance ano passado, Minari fala sobre os poderes da fé e até onde pode ir um sonho de uma família que enfrenta obstáculos de todos os tipos quando resolvem se mudar para Arkansas após saírem de uma grande cidade norte-americana. Escrito e dirigido pelo cineasta norte-americano Lee Isaac Chung o projeto, super badalado pela crítica internacional, também é um delicado retrato sobre tradições e culturas.

Na trama, conhecemos Jacob (Steven Yeun) e Monica (Yeri Han), um casal descendentes de coreanos com raízes nos Estados Unidos que estão de mudanças em busca de sonhos em uma terra de oportunidades junto com seus dois filhos Anne (Noel Cho) e David (Alan S. Kim), esse último possui um problema no coração. Chegando lá, as primeiras dificuldades aparecem, a questão da água, da terra… Jacob tem um grande sonho, de ter um enorme jardim onde cultivará vegetais coreanos, só que os obstáculos chegam e colocam seu casamento em risco. Mas a chegada da avó Soonja (Youn Yuh-jung), mãe de Monica, pode adicionar mais algum tempero positivo ou não para essa história.

Os diferentes simbolismos sobre a fé percorrem todo o filme. Podemos exemplificar as questões na figura do amigo Paul (Will Patton) ou mesmo na forte influência de Soonja sobre o cotidiano da família. A chegada da avó coloca em contrapontos valores e tradições, além de comparações sobre o modo de viver no seu país de origem e nos Estados Unidos. Durante boa parte do longa, os conflitos entre avó e neto preenchem a tela com muita delicadeza mostrando todas as etapas desse relacionamento repleto de amor e um pouco de desconfiança à princípio.

Os conflitos dos pais sempre chegam aos filhos de alguma forma. Jacob é orgulhoso, parece sempre estar em uma encruzilhada na qual lida muito mal com o revés, por mais que seja um amoroso pai e marido. Os irmãos sempre escutam os temas de discussão dos pais e conversam entre si sobre isso, um processo de amadurecimento precoce em meio a uma instabilidade emocional que a família passa, principalmente quando pensamos no universo da incerteza, terreno que o Jacob mais se encontra.

Lee Isaac Chung consegue transmitir os sentimentos de diversas maneiras, da fé à terra, das escolhas ao ponto de interseção entre todos: o amor.

 

Felicità (França, 2020)

Quantas variáveis existem na relação entre pais e filhos? Um dos filmes que ficou disponíveis na última edição do ótimo festival online e gratuito My French Film FestivalFelicità, é um road movie descontraído que nos conta a saga de uma família de três integrantes, meio nômades, que se mete em diversas confusões antes do início das aulas da jovem filha do casal. Parece simples e sem muitas saídas para reflexões mas o projeto consegue avançar a superfície principalmente quando analisamos o que assistimos pela ótica de Tommy, a jovem filha. Um trabalho interessante escrito e dirigido por Bruno Merle.

Na trama, conhecemos o ex-presidiário Tim (Pio Marmaï) e Chloé (Camille Rutherford), dois jovens sem muitas projeções na vida que vivem do dinheiro que a segunda recebe trabalhando na limpeza de casas para uma empresa. Eles tem uma filha, Tommy (Rita Merle), que acaba embarcando sempre nas loucas aventuras que os pais se metem ao longo dos dias que antecedem o início das aulas.

Os absurdos e as peculiaridades que navegam pela história não deixam de serem ingredientes interessantes para conseguirmos enxergarmos conflitos emocionais profundos. Um bom exemplo é a curiosidade da filha, e tudo o que sente quando percebe que seu pai repete os mesmos erros que o levaram para a prisão. As questões de dúvidas de Chloe quanto ao futuro da família e atabalhoadas tentativas de viverem uma vida repleta de amor mas longe de um ‘normal’. Tim é quem possui mais dificuldade em nos fazer refletir sobre suas construções emocionais, não há exatamente uma desconstrução mas algo é buscado para que tudo saia como melhor que ontem, mesmo que as velhas inconsequências não consigam estarem longe de suas ações.

Felicità é um recorte de uma família que se ama muito mas sempre fica distante de uma estabilidade.  Sempre bom assistir a filmes que possuam um bom desenvolvimento na temática muitas vezes vistas na telona que é a relação entre pais e filhos.

 

Mirador (Brasil, 2021)

A roda gigante entre a responsabilidade e o sonho. Selecionado para a Mostra de Tiradentes 2021, o longa-metragem Mirador conta a estrada percorrida por um lutador, em muitos sentidos, que precisa reajustar seu destino em uma nova jornada de vida pois agora precisa ser o responsável pela filha em tempo integral após a mãe da criança sumir do mapa. Buscando reflexões para a situação, parecida com muitos do lado de cá da telona espalhados pelo Brasil, o projeto dirigido por Bruno Costa é um drama existencial, profundo em muitos momentos. Belo trabalho, do Paraná para o Brasil.

Na trama, conhecemos Michael (Edilson Silva), um rapaz batalhador de trinta e poucos anos, vindo de Pernambuco para o sul do país anos atrás. Entre um bico e outro, envolve seu cotidiano juntamente com os treinamentos para uma eventual competição no Boxe, uma de suas grandes paixões. Ele tem uma filha chamada Malu. Certo dia, quando a mãe da menina some do mapa, Michael precisa aprender muitas coisas para criar sua filha.

Um dia a dia de batalha. O paralelo entre o ringue (boxe) e as duras batalhas da vida é ótimo, gera reflexões de várias maneiras, dentro do foco: a paternidade. O protagonista entra em construção muito bonita, após buscar se desconstruir da figura do pai que só vê a filha as vezes. Com seu cotidiano sendo afetado vemos uma luta constante dele para dar o seu melhor, sem desistir da vida, encontrando forças no amor e carinho pela única filha. A situação abandono de uma criança pela mãe (ou pai) não é fato raro infelizmente, sempre há notícias sobre o assunto nos noticiários.

As dificuldades legais na inscrição da creche da filha, problemas com o conselho tutelar, com quem deixar a criança para ir trabalhar, várias ótimas questões são levantadas pelo roteiro. Mirador merecia ser visto no cinema com debates após as sessões. De lição ganhamos que a verdadeira luta do protagonista, um homem honesto e trabalhador como muitos de nós é vencer a batalha da vida ao lado de sua filha.

 

Little Boxes (EUA, 2016)

O pré-conceito e o preconceito na busca pela compreensão ao olhar do próximo. Disponível no catálogo da NetflixLittle Boxes é um recorte simples e objetivo de uma família inter-racial que se muda de Nova Iorque para uma cidadezinha do interior de outra cidade norte-americana e precisa enfrentar todas as diferenças navegando pelos pré-conceitos e com receio dos preconceitos em uma incógnita parte da sociedade norte-americana. Escrito por Annie J. Howell e dirigido por Rob Meyer o filme teve exibição no Festival de Tribeca anos atrás.

Na trama, conhecemos Gina (Melanie Lynskey) e Mack (Nelsan Ellis), um casal apaixonado que resolve se mudar para o interior dos Estados Unidos ao lado de seu único filho Clark (Armani Jackson). Gina é fotógrafa e conseguiu um emprego muito bom no departamento de artes de uma universidade dessa nova cidade, Mack é escritor e busca inspiração para seus novos textos ligados à culinária. A vida dos três passará por uma profunda mudança e tentativa de adaptação nessa nova cidade.

Um dos pontos interessantes desse filme é a trinca de ótica que consegue definir, entendemos melhor como essa família se sente individualmente (e também em conjunto), seu modo de pensar e os porquês de pensamentos defensivos em determinadas situações que logo surgem nessa nova cidade que se mudam. A mãe é branca e com o novo emprego na universidade vê sua carreira decolar, Mack é negro e está infeliz com o desenvolvimento de sua profissão após um livro de sucesso anteriormente, fica na defensiva sempre quando percebe algum tipo de pré-conceito em relação a ele ou a sua família. O jovem Clark também está passando por uma fase de mudanças, conhece outros jovens de sua idade e de alguma forma tenta conhecer melhor o universo de uma cidade do interior mesmo que isso gere alguns conflitos dentro de si.

Com menos de 90 minutos de projeção, essa fita norte-americana também pode ser considerada um filme sobre relacionamentos entre pais e filhos pois em algumas situações vemos como os pais tentam entender todas as ações (algumas inconsequentes) de seu filho. Little Boxes é bastante inteligente em navegar em cima do cismativo e tentar de alguma forma descontruir isso através de ótimos diálogos.

 

King of Peking (China/Australia/EUA, 2017)

Educar é aprender. Colocando em um liquidificador uma singela homenagem ao mundo mágico do cinema e abordando as curiosas saídas que um pai consegue encontrar para ter a guarda de seu filho, King of Peking, dirigido pelo cineasta australiano Sam Voutas é cômico e reflexivo. Sem ser tão profundo mas deixando à margem uma dezena de pontos para pensarmos sobre, se divide em duas vertentes que é a da relação entre pai e filho e as dificuldades do pai na busca de alguma saída para seus problemas aproveitando o início do que podemos chamar de entretenimento doméstico na década de 90 na China.

Nessa co-produção China, EUA e Austrália, acompanhamos a saga de Wong Pai (Jun Zhao) e Wong Filho (Wang Naixun) em busca de diversão e felicidade através das confusas ideias do primeiro. Wong Pai é projecionista e sem ter muito trabalho em um país repleto de crises, consegue um trabalho como zelador de um enorme cinema e logo em seguida tem a ‘brilhante’ ideia de piratear os filmes que são exibidos nas telonas através de gravações clandestinas espalhadas pela sala de cinema.

Exibido no Festival de Tribeca em 2017, King of Peking é quase uma mistura de alguns filmes dos Trapalhões com a fita norte-americana Rebobine, Por favor, só que consegue buscar sua luz própria no embate educacional causado pela situação do pai e toda a problemática sobre a guarda do filho. De longe, o ponto de vista mais interessante dentro do às vezes confuso roteiro.

Não é um filme para se emocionar e sim de riso fácil. Jogando os paradoxos da inconsequência para o lado cômico, o filme acaba perdendo pausas dramáticas importantes que somente os mais observadores conseguirão chegar ao ponto de reflexão.

 

Mais Outro Filho (Itália, 2020)

As eternas lições do aceitar. Escrito por Mattia Torre e dirigido por Giuseppe BonitoMais Outro FilhoFigli, no original, é um filme italiano que de maneira hilária aborda as dificuldades inesperadas de um casal apaixonado na chegada do segundo filho. Há um equilíbrio entre a comédia e o drama, além de hilárias metáforas em formas de pensamentos muito bem encaixadas que nos fazem entender melhor os personagens e seus conflitos. A paternidade, a maternidade, os medos dos pais, suas angústias e dificuldades na criação dos filhos, um ótimo filme vindo da Itália e disponível na HBO Go.

Na trama, conhecemos o casal Sara (Paola Cortellesi) e Nicola (Valerio Mastandrea) que ‘estão grávidos’ pela segunda vez. Ela uma inspetora sanitária de estabelecimentos, ele um dono de um frequentado armazém, são surpreendidos pelas dificuldades que enfrentam pois achavam que seria mais fácil que na primeira gestação. À flor da pele com as emoções, o casal começa a observar um novo mundo ao redor, inclusive outras formas de se entenderem em busca de soluções para os conflitos que muito se devem aos problemas de comunicação entre ambos.

Buscando soluções em teorias que chegam para eles quando sonham acordados, que vão desde a criação que tiveram oriunda do modo de pensar de outras gerações até conversas em sonhos com uma espécie de Deus e hilários ‘saltos para o lado de fora da janela’ quando querem sumir das discussões que os rodeiam. Exaustos emocionalmente tem ótimas cenas com a pediatra ‘guru’. O filme pode ser considerado uma grande análise sobre o universo que rodeia a mente dos pais com a chegada de uma nova criança a uma família. Várias situações eles enfrentam na tentativa de encontrarem ajuda: seja com os sogros, na busca pela babá perfeita, os conselhos dos amigos, as idas na caríssima pediatra, tudo é composto por um humor agradável que geram risos mesmo nas reflexões mais sérias.

Com ótimas sacadas, como a troca do choro por melodia do Beethoven, Mais Outro Filho é um dos bons filmes lançados em 2020 que falam sobre o universo de pais e filhos.

 

Thi Mai (Espanha, 2017)

Até aonde vai o amor de uma mãe na busca pelas concretizações dos desejos de uma filha que não está mais por perto? Escrito pela roteirista Marta Sánchez e dirigido pela cineasta Patricia Ferreira, o longa-metragem espanhol Thi Mai consegue mesclar com muita objetividade as superfícies de momentos cômicos com uma profundidade elegante para falar sobre luto e desejos não realizados. Camuflado de filme água com açúcar, o projeto é sobre a renovação de algum sentido na vida de uma mulher na terceira idade após uma perda terrível. Disponível no catálogo da Netflix.

Na trama, conhecemos a comerciante Carmen (Carmen Machi) que vive seus dias ao lado do marido Javier (Pedro Casablanc) gerenciando uma loja de materiais de construção e pequenos reparos. Certo dia, recebe a terrível notícia do falecimento da filha, que mora na capital, depois de um acidente de carro. Tentando entender os rumos do destino, acaba descobrindo que o processo de adoção que sua filha iniciou para adotar uma criança no Vietnã foi concluído e assim resolve partir para Hanói ao lado das inseparáveis amigas Rosa (Adriana Ozores) e Elvira (Aitana Sánchez-Gijón).

Há uma certa poesia acoplada na ótica da perda, do luto. O contraponto de uma nova vida depois de um trágico acontecimento em uma família acaba se tornando complementar para aliviar as dores que o destino causou. Colocando uma lupa sobre o processo de adoção internacional, onde famílias mundo à fora buscam mais a cada ano, (principalmente na figura do personagem de Eric Nguyen, Dan), entendemos os lados dessa jornada através também dos profissionais que organizam a burocracia e acompanham todo o processo.

Com direito a belas paisagens, situações a lá filmes da sessão da tarde, diálogos inusitados e pra lá de engraçados, ótimo espaço para coadjuvantes brilharem em suas respectivas subtramas, Thi Mai é uma ótima surpresa no catálogo da mais famosa rede de streamings disponível no Brasil.

‘Only Murders in the Building’: Selena Gomez e Steve Martin investigam um crime no novo trailer da série; Confira!

Hulu divulgou hoje (22) o novo teaser trailer oficial de Only Murders in the Building, série criminal estrelada por Selena GomezSteve MartinMartin Short.

A produção tem estreia marcada para o dia 31 de agosto de 2021.

Confira:

Co-criado e escrito por Martin e John Hoffman, ‘Only Murders In The Building‘ segue três estranhos (Martin, Short e Gomez) que compartilham uma obsessão com crimes e assassinatos e de repente se vêem envolvidos em um.

Aaron DominguezAmy Ryan completam o elenco.

‘Loki’: Produto inspirado na série confirma a identidade da nova personagem

O texto abaixo contém SPOILERS!

O mais recente episódio de ‘Loki‘ introduziu uma personagem que o público acredita ser a Lady Loki, a fugitiva que estava sendo caçada pelos agentes de Variância Temporal, apresentada como uma variante do Loki original (Tom Hiddleston) ao final do primeiro episódio.

Interpretada por Sophia Di Martino, a personagem se revela para o deus da trapaça (Tom Hiddleston) depois de enganar os agentes da AVT em um plano para romper a linha do tempo sagrada.

Como o deus da trapaça tem gênero fluido, isso pode ter feito com que muitos pensassem que esta variante seria a Lady Loki.

No entanto, Di Martino é creditado apenas como The Variant nas versões em inglês, mas na versão em espanhol, ela é creditada como Sylvie.

Nos quadrinhos, Sylvie Lushton é uma humana de Oklahoma que ganha poderes mágicos depois que Asgardianos se estabelecem no local, batizando a cidade como Nova Asgard.

E parece que essa identidade foi confirmada por uma réplica licenciada de sua coroa com chifres.

Na imagem divulgada pelo CBM, a descrição da peça diz que:

“Certificado de autenticidade. Este documento certifica que essas coroas de chifres foram inspiradas pelas originais usadas por Loki e Sylvie na série da Marvel. As joias são oficialmente licenciadas e foram manufaturadas pela Salesone, LLC.”

Confira:

Com seus poderes, Sylvie assume o manto de Encantor (identidade que pertencia a uma feiticeira chamada Amora) e se muda para Nova York para se juntar aos Vingadores.

Mas, sem o conhecimento de Sylvie, seus poderes foram na verdade dados a ela por Loki, que gostou da ideia de criar uma mortal que acredita ser uma deusa porque estava entediado.

Além disso, a Lady Loki tem os cabelos escuros como os de Loki, e Sylvie é loira, assim como Di Martino…

E a Marvel não mudaria a cor dos cabelos da Lady Loki, já que a maioria dos personagens do MCu são adaptados de forma fiel aos quadrinhos.

 

Outro detalhe interessante é que rumores apontaram que a personagem de Cailey Fleming (‘The Walking Dead’) seria a ‘jovem Sylvie’, o que reforça ainda mais essa teoria.

Mas o que isso poderia significar para o restante da série?

Se for provado que esta variante é Encantor, significa que há uma outra variante do Loki, a responsável por iludir Sylvie e fazer com que ela inicie sua missão de destruir a Linha do Tempo Sagrada.

Ainda não sabemos a identidade do personagem que Richard E. Grant vai interpretar, mas rumores também sugerem que ele seria uma versão mais antiga de Loki.

No fim das contas, a série pode revelar que o Velho Loki está por trás de todo o mistério, o que pode levar a um confronto onde o Loki original irá lutar contra seu eu mais velho e mais perigoso.

Só nos resta aguardar para saber a resposta.

Lembrando que o próximo episódio será lançado amanhã (23).

Criada por Michael Waldron, a série se passa após os eventos do filme ‘Vingadores: Ultimato‘, no qual uma versão alternativa de Loki cria uma nova linha do tempo.

Depois de roubar o Tesseract, uma versão alternativa de Loki é trazida para a misteriosa Autoridade de Variação Temporal (AVT), uma organização burocrática que existe fora do tempo e do espaço, e monitora a linha do tempo. Eles dão a Loki uma escolha: ser apagado da existência por ser uma “variante do tempo” ou ajudar a consertar a linha do tempo e impedir uma ameaça maior. Loki acaba preso em seu próprio thriller policial, viajando no tempo e alterando a história da humanidade.

Tom Hiddleston estrela a produção. O elenco ainda conta com Owen Wilson, Gugu Mbatha-Raw, Sophia Di Martino, Wunmi Mosaku e Richard E. Grant.

‘O Esquadrão Suicida’: Tubarão-Rei enfrenta o Starro em novas imagens da adaptação; Confira!

O CBM divulgou novas imagens oficiais de ‘O Esquadrão Suicida‘, que estreia em 05 de agosto nos cinemas nacionais.

As imagens destacam o Bloodsport (Idris Elba), Harley Quinn (Margot Robbie), Polka-Dot Man (David Dastmalchian), Ratcatcher (Daniela Melchior), e um novo vislumbre do Starro contra o Tubarão-Rei (Steve Agee).

Confira:

Quando a DC anunciou ‘O Esquadrão Suicida‘, o projeto foi apresentado como um reboot que iria esquecer o filme original. Porém, conforme o projeto começou a tomar vida, o elenco original lentamente foi sendo confirmado e o filme tomou ares de sequência.

James Gunn foi questionado pela Total Film como o filme se conecta com o primeiro.

“Não há nada realmente que ‘apague’ o filme feito por David Ayer. Acho que o original usou um elenco incrível para viver esses personagens, em particular os mesmos astros que eu escolhi. Mudei o que queria e meio que não consertei o que não estava quebrado…”, afirmou.

Apesar de ter sido massacrado pelos críticos, o ‘Esquadrão Suicida‘ original foi um sucesso nas bilheterias, arrecadando US$ 746.8 milhões mundialmente.

Recentemente, o astro Joel Kinnaman, intérprete do Rick Flag na sequência ‘O Esquadrão Suicida‘, comentou sobre o problemático primeiro filme.

Durante sua participação no podcast Just for Variety, da revista Variety, o ator revelou que o longa não foi o que eles esperavam que seria e salientou que as diferenças criativas acabaram impactando diretamente no resultado final da produção.

“Tinha personagens incríveis…Eu acho que os primeiros 40 minutos do filme são maravilhosos, mas então houveram conflitos de visões e ele acabou não sendo o que todos nós esperávamos, sabe? Não parecia o filme que nós esperávamos fazer. […] E este novo é algo bem diferente. É insano. De longe, o melhor filme do James Gunn“.

Kinnaman foi ainda mais além e revelou que a vindoura sequência traz o selo de Gunn, sendo um filme que segue bem a estética e o padrão do popular diretor:

“Ele vai para outro nível, mas ao mesmo tempo é bem o filme que eu achei que ele se tornaria, porque a visão era muito clara desde o começo…E enquanto o filmávamos, era muito claro o que estávamos fazendo. Claro, nós acrescentamos um monte de camadas e coisas à medida em que gravávamos. Mas ele é muito divertido. Claro que eu sou extremamente parcial, mas eu creio que este é um dos filmes mais divertidos que eu já vi”.

Lembrando que o longa recebeu classificação indicativa para maiores de idade (R), em virtude de “violência extrema, cenas sangrentas, linguagem, referências sexuais, uso de drogas e breve nudez gráfica”.

O filme será lançado nos cinemas nacionais dia 05 de agosto – um dia antes da estreia nos EUA.

“Bem-vindos ao Inferno – também conhecido como Bell Reve, a prisão com o maior índice de mortalidade dos Estados Unidos. Onde os piores super-vilões são mantidos e onde farão qualquer coisa para escapar – até mesmo se juntar ao super-secreto e super-duvidoso grupo Força-Tarefa X. A missão suicida de hoje? Juntar um grupo de golpistas, incluindo Sanguinário, Pacificador, Capitão Bumerangue, Caça-Ratos 2, Savant, Tubarão Rei, Blackguard, Dardo e a psicopata preferida de todos, Arlequina. Então os arme com força e os jogue (literalmente) na remota ilha recheada de inimigos de Corto Maltese”. 

Alguns nomes reprisam seus papéis do filme anterior, como Viola Davis (Amanda Waller), Margot Robbie (Harley Quinn), Jai Courtney (Capitão Bumerangue) e Joel Kinnaman (Rick Flag).

Entre os novatos estão Idris Elba, Taika Waititi, Alice Braga e Michael RookerNathan Fillion, Pete Davidson, Flula Borg, Sean Gunn e Mayling Ng.

 

‘Loki’: Tom Hiddleston diz que foi um desafio interpretar o vilão sem o apoio de Chris Hemsworth

Desde que começou a interpretar o Loki no MCU, Tom Hiddleston sempre contou com a presença de Chris Hemsworth (Thor) ao seu lado.

E agora que está protagonizando sua própria série de TV dedicada ao personagem, Hiddleston revelou à MTV News como é dar vida ao deus da trapaça sem o apoio de Hemsworth.

Para ele, o maior desafio durante sua passagem pelo MCU foi a tarefa de sustentar a trama da série sem o colega.

“Desde o início do MCU, sempre houve essa dualidade entre Thor e Loki. Chris e eu definimos esses personagens juntos em oposição. Acho que meu maior desafio foi fazer Loki permanecer interessante sem o apoio de Thor.”

Ele continuou:

“Acho que quando você tira de um personagem coisas ou pessoas que lhe atribuem sua personalidade, esse personagem tem que ser capaz de continuar agrdando o público de outra forma. Quando você Loki para longe do Thor, Asgard, dos Vingadores e de todas as coisas que o público está acostumado… O que faz do Loki o Loki?”

Por fim, ele disse que se lembrou da primeira vez em que deu vida ao deus da trapaça e conseguiu encontrar um meio de redefinir sua imagem.

“Ao longo desses anos de preparação e pesquisa, eu sempre encontrei muita complexidade nesse personagem. Assim como comecei, me apeguei a coisas que fariam do Loki um personagem único e decidi mostrar um lado dele que as pessoas ainda não tinham visto, e acho que é uma oportunidade de explorar um pouco disso em um novo ambiente, que então revelaria – provavelmente para mim, e espero que para o público – coisas novas sobre ele.”

Por falar nisso, alguns fãs estão se questionando se Loki irá se reencontrar com Thor em algum momento.

Conversando com a Empire, Hiddleston foi questionado sobre o assunto, mas já adiantou aos fãs para não ficaram entusiasmados com a possibilidade.

“A equipe e eu conversamos e já chegamos a um acordo que essa dualidade entre Loki e Thor é um livro que deve permanecer fechado, por enquanto. Não sei quando eles vão se rever, mas isso é bom para manter o peso [da morte de Loki em ‘Guerra Infinita’].”

Ele continuou:

“Sinto que já exploramos o máximo que pudemos sobre esses dois e acho que não vale à pena forçar um tempo de tela juntos se não houver um motivo realmente convincente para isso.”

Lembrando que o próximo episódio de ‘Loki será lançado em 23 de junho.

Criada por Michael Waldron, a série se passa após os eventos do filme ‘Vingadores: Ultimato‘, no qual uma versão alternativa de Loki cria uma nova linha do tempo.

Depois de roubar o Tesseract, uma versão alternativa de Loki é trazida para a misteriosa Autoridade de Variação Temporal (AVT), uma organização burocrática que existe fora do tempo e do espaço, e monitora a linha do tempo. Eles dão a Loki uma escolha: ser apagado da existência por ser uma “variante do tempo” ou ajudar a consertar a linha do tempo e impedir uma ameaça maior. Loki acaba preso em seu próprio thriller policial, viajando no tempo e alterando a história da humanidade.

Tom Hiddleston estrela a produção. O elenco ainda conta com Owen Wilson, Gugu Mbatha-Raw, Sophia Di Martino, Wunmi Mosaku e Richard E. Grant.

‘The Bold Type’: O fim está próximo no novo teaser da 5ª e última temporada; Assista!

A temporada final da popular série feminina ‘The Bold Type‘ está chegando ao seu fim e o antepenúltimo episódio da produção, intitulado “Don’t Turn Away“, ganhou um novo teaser oficial, além de sua sinopse.

Confira:

“Kat luta para fazer um movimento decolar e se depara com uma oportunidade de mudança de vida. Sutton recebe uma ligação inesperada que ameaça o progresso que ela fez na terapia e Jane se depara com seu maior desafio na Scarlet”.

Confira o trailer da 5ª e última temporada:

A última temporada mostrará Jane, Kat e Sutton “em busca de definir quem elas realmente são e qual o melhor caminho para deixar suas marcas no mundo”. O futuro delas é brilhante e o amor e apoio uma pela outra nunca irá mudar.

Confira a sinopse oficial da série:

Uma estagiária sonhadora que acaba de ser promovida dentro da Scarlet Magazine (uma “substituta” para a Cosmopolitan no mundo fictício da série). A série irá mostrar a relação de Jane e de vários outros funcionários com a editora-chefe.

O elenco conta com Katie Stevens, Aisha Dee, Meghann Fahy e Nikohl Boosheri.

‘A Casa das Flores: O Filme’: Sequência da popular série já está disponível na Netflix

A Casa das Flores: O Filme‘, que marca a sequência da popular série da Netflix, já está disponível na plataforma de streaming. A produção teve sua estreia nesta terça-feira (21) na grade de programação.

Na trama, os irmãos De La Mora criam um plano para entrar na antiga casa da família e recuperar um importante tesouro escondido.

Confira o trailer:

Manolo Caro, criador da série, assume a direção e o roteiro do longa.

A série ‘Casa das Flores‘ conta com três temporadas, mais um especial de 35 minutos.

A trama gira em torno de uma aparentemente bem-sucedida e idílica família de floricultores, cheia de segredos. Um dia, o patriarca descobre que sua amante de longo tempo morreu inesperadamente, e ele decide trazer os filhos dela para sua casa, para viverem junto à sua mulher e família, que não sabiam da existência deles.

O elenco inclui Aislinn Derbez, Cecilia Suárez, Verónica Castro, Dario Yazbek Bernal, Juan Pablo Medina e Verónica Langer.

‘A Órfã 2’ terá algo “nunca mostrado antes no cinema”, diz Isabelle Fuhrman

Os fãs de terror ficaram chocados quando souberam que ‘A Órfã‘ que vai ganhar uma sequência com retorno de Isabelle Fuhrman como Esther.

No original, Fuhrman tinha apenas 12 anos quando interpretou a assassina Leena Klammer disfarçada como uma criança desaparecida.

Atualmente com 24 anos, a estrela conversou com o Collider e garantiu que o novo filme não será nada previsível e vai confundir a mente do público.

“Definitivamente, o filme não é o que eu acho que a maioria das pessoas espera, é de confundir a cabeça e essa é a parte mais empolgante, o que realmente me atraiu a voltar para desempenhar esse papel.”

Ela continuou, dizendo que o filme será inovador porque é a primeira vez que uma atriz adulta reprisa um papel infantil.

“Algo que também me empolgou é que isso nunca foi mostrado no cinema, sabe? Nunca houve uma atriz adulta que reprisou um papel que interpretou quando criança. E isso foi excepcionalmente difícil e muito divertido de fazer, porque quando eu era criança e interpretava Esther, estava constantemente interpretando uma mulher de 33 anos se disfarçando de criança. Agora eu estou vivendo essa realidade, já passei dos 20 e preciso interpretar uma menina de 10 anos. É um peso e tanto nos meus ombros.”

Anteriormente, a atriz Julia Stiles conversou com o portal e revelou que o novo filme terá uma grande reviravolta.

“Eu não assisto filmes de terror e quando me enviaram esse roteiro eu fiquei tipo: ‘Não sei. Não gosto muito desse gênero’. E eu também estava com receio de voltar a trabalhar por causa da pandemia de COVID. Mas o roteiro era muito bom! Eu não conseguia parar de lê-lo, e eu fiquei muito surpresa pela reviravolta. Eu não vou entrar em detalhes, mas acredito que vocês irão amar.”

Ela completa, “É incrivelmente psicológico. Eu não estou realmente interessada em sangue e violência. Eu acho isso nojento, mas não é particularmente assustador. O que eu acho realmente assustador são as coisas que acontecem nesse filme. Esther, a personagem da Isabelle Fuhrman, é fascinante – especialmente porque ela é adulta. Ela é uma personagem sociopata fascinante, no mesmo nível de Norman Bates.”

Confira a primeira imagem dos bastidores:

O novo filme, intitulado ‘Orphan: First Kill‘ (A Órfã: A Primeira Matança, em tradução livre), seguirá Leena Klammer, que orquestra uma fuga brilhante de um centro psiquiátrico da Estônia e viaja para a América personificando a filha desaparecida de uma família rica. Mas a nova vida de Leena como “Esther” vem com problemas inesperados e a coloca contra uma mãe que protegerá sua família a qualquer custo.

A pré-sequência será dirigida por William Brent Bell (‘Boneco do Mal‘), com um roteiro escrito por David Coggeshall.

O filme original foi lançado em 2009 e foi comandado por Jaume Collet-Serra.

Apesar de ter feito um barulho considerável nas bilheterias (arrecadando quase US$80 milhões), a produção teve recepção mista por parte da crítica especializada, alcançando 56% de aprovação no Rotten Tomatoes.