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Documentário da Netflix que irá explorar a história REAL de ‘Invocação do Mal 3’ ganha trailer LEGENDADO!

A franquia Invocação do Mal ganhou um novo capítulo em 2021 com Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio’ – e apresentou mais uma história real que retratou o primeiro caso jurídico em que o acusado alegou possessão demoníaco após ter cometido homicídio.

Agora, a Netflix Brasil divulgou o trailer oficial e legendado do documentário que irá explorar esse chocante evento, intitulado ‘O Diabo no Tribunal’ (‘The Devil On Trial’, no original).

A produção será lançada na plataforma de streaming em 17 de outubro.

Confira:

De acordo com a sinopse oficial, The Devil on Trial explora a primeira e única vez que a ‘possessão demoníaca’ foi utilizada como argumento de defesa em um julgamento de assassinato. Incluindo relatos em primeira mão de uma alegada possessão demoníaca e de um assassinato chocante, esta história extraordinária força a reflexão sobre o nosso medo do desconhecido”.

O documentário é dirigido por Christopher Holt.

O caso se tornou um dos julgamentos mais extraordinários dos anos 1980. Quando Arne Cheyenne Johnson esfaqueou um conhecido até a morte com uma faca de quase treze centímetros, ele apresentou uma defesa inesperada: não culpado por possessão demoníaca. Como a imprensa publicou à época, “o Diabo me fez fazer isso”.

A história de Johnson começou meses antes do ocorrido, quando o irmão de sua namorada, David, encontrou uma figura espectral espreitando ao pé da cama e, pouco depois, começou a demonstrar sinais de possessão demoníaca. David inesperadamente começava a falar em latim, levitava e sofria lesões pelas mãos de uma entidade invisível. Depois de um grupo de padres católicos falhar em exorcizá-lo, o caso foi abraçado por Ed e Lorraine Warren, uma dupla de demonologistas que já havia enfrentado inúmeras situações parecidas e haviam se tornado mundialmente famosos.

‘A Mãe da Noiva’: Comédia romântica com Miranda Cosgrove ganha trailer e data de estreia na Netflix!

Netflix divulgou o trailer oficial de ‘A Mãe da Noiva’, comédia romântica estrelada por Miranda Cosgrove (‘iCarly’).

Além disso, foi revelado que a produção chega à plataforma de streaming no dia 09 de maio.

Na trama, uma mãe extremosa viaja para um resort numa ilha tropical para o casamento da filha e descobre que o pai do noivo é o ex-namorado que não vê há décadas.

Confira:

Ao lado de Cosgrove, o elenco estelar inclui Benjamin Bratt (‘Miss Simpatia’), Rachael Harris (‘Diário de um Banana’), Sean Teale (‘Quem É Erin Carter?’), Chad Michael Murray (‘A Nova Cinderela’) e Wilson Cruz (‘Star Trek: Discovery’).

A direção está nas mãos de Mark Waters, renomado por seu trabalho em ‘Meninas Malvadas’ e ‘Ele é Demais’.

Mother of the Bride está marcado para estrear no dia 09 de maio, exclusivamente na Netflix.

Katy Perry anuncia “I’m His, He’s Mine” como o terceiro single do álbum ‘143’

A icônica popstar Katy Perry revelou que “I’m His, He’s Mine” será o terceiro single de 143, seu aguardado sétimo álbum de estúdio.

A faixa é uma colaboração ao lado da artista Doechii e será lançada, junto ao videoclipe oficial, no dia 13 de setembro.

Lembrando que o compilado de originais também conta com as canções “Woman’s World”“Lifetimes”, com estreia marcada para o dia 20 de setembro.

Confira a tracklist:

1. Woman’s World
2. Gimme Gimme (feat. 21 Savage)
3. Gorgeous (feat. Kim Petras)
4. I’m His, He’s Mine (feat. Doechii)
5. Crush
6. Lifetimes
7. All the Love
8. Nirvana
9. Artificial (feat. JID)
10. Truth
11. Wonder

Lembrando que Perry se apresentará no Rock in Rio, no Palco Mundo, no mesmo dia de lançamento do álbum.

Perry é considerada uma das cantoras de maior sucesso da história com quase 20 milhões de álbuns vendidos, além de ter sido indicada 13 vezes ao Grammy Awards. Seu último compilado de originais, Smile, foi lançado em 2020.

‘Friendship’: COMÉDIA com Tim Robinson e Paul Rudd ganha cartaz oficial; Confira!

A24 divulgou o cartaz oficial de Friendship, nova comédia estrelada por Tim RobinsonPaul Rudd.

O filme fez sua estreia oficial no Festival de Toronto 2024, conquistando 87% de aprovação no Rotten Tomatoes, e chega aos cinemas norte-americanos em maio.

Confira, junto ao trailer:

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O filme é escrito e dirigido por Andrew DeYoung.

 

Na trama, o pai suburbano Craig (Robinson) se apaixona fortemente por seu carismático novo vizinho (Rudd), enquanto as tentativas de Craig de fazer um amigo adulto ameaçam arruinar a vida de ambos.

Kate MaraJack Dylan GrazerJosh SegarraBilly Bryk e outros completam o elenco.

Filme de ação favorito da carreira de Sylvester Stallone vai te SURPREENDER…

Sylvester Stallone é um dos astros mais conhecidos de Hollywood e eternizou diversos personagens marcantes da cultura pop.

Um de seus principais papéis foi o de John Rambo na franquia Rambo, cujo primeiro filme foi lançado em 1982 e se sagrou um dos clássicos de ação, além de ter arrecadado estrondosos US$125 milhões nas bilheterias mundiais contra um baixíssimo orçamento de US$15 milhões.

O sucesso do primeiro filme foi tamanho que deu origem a uma franquia multimidiática que incluiu quatro sequências cinematográficas – que não foram tão bem recebidas quanto o longa original. Todavia, mesmo em meio a continuações que não entregaram o que prometeram, Stallone revelou que o quarto capítulo da saga é o filme de ação favorito de sua carreira.

Em uma entrevista ao The Hollywood Reporter em 2022, o astro disse:

“Um filme do qual tenho muito orgulho — é o melhor filme de ação que já fiz, porque é o mais sincero — é Rambo IV’, que trata da Birmânia, onde há 67 anos vive uma guerra civil. Mas fui criticado porque o filme é muito violento. E é violento. É assustador. São crianças sendo queimadas vivas. É isso que torna a guerra civil pior do que qualquer outra coisa: é o seu vizinho, de repente, te matando. Fiquei muito feliz com aquele filme e nunca pensei que chegaria aos cinemas. Pensei: ‘eles nunca vão exibir isso.'”

Lançado em 2008, Rambo IV’ amargou 38% de aprovação no Rotten Tomatoes e teve uma modesta bilheteria de US$113,2 milhões ao redor do mundo.

Na trama…

John Rambo vive na Tailândia e leva uma vida simples e solitária nas montanhas, pescando e capturando cobras venenosas para vender. Um grupo de missionários precisa passar pelas minas terrestres escondidas pelo caminho que leva ao campo de refugiados, onde pretendem entregar suprimentos médicos e comida para a tribo Karen. Depois de muita insistência, Rambo aceita levá-los, mas o grupo é sequestrado pelo exército birmanês e o herói tem de resgatá-los.

O filme está disponível no Prime Video.

7ª temporada de ‘Black Mirror’ conquista três indicações ao Globo de Ouro

A 7ª temporada de Black Mirror, elogiada série antológica criada por Charlie Brooker, foi uma das relembradas na próxima edição do Globo de Ouro.

A produção concorre em três categoriasMelhor Série Limitada ou AntologiaMelhor Ator em Série Limitada ou Antologia para Paul GiamattiMelhor Atriz em Série Limitada ou Antologia para Rashida Jones.

Os vencedores serão revelados no dia 11 de janeiro.

Os próximos episódios contam com Awkwafina, Milanka Brooks, Peter Capaldi, Emma Corrin, Patsy Ferran, Paul Giamatti, Lewis Gribben, Osy Ikhile, Rashida Jones, Siena Kelly, Billy Magnussen, Rosy McEwen, Cristin Milioti, Chris O’Dowd, Issa Rae, Jimmi Simpson e Harriet Walter no elenco.

A sétima temporada traz seis novos capítulos – incluindo uma sequência direta de USS Callister, primeiro capítulo da quarta temporada.

Charlie Brooker, Annabel Jones e Jessica Rhodes retornam como produtores executivos.

‘Bad Thoughts’: 2ª temporada da comédia que mistura ‘Black Mirror’ e ‘Além da Imaginação’ ganha trailer e data de estreia!

Netflix divulgou recentemente o trailer oficial da 2ª temporada da aclamada série Bad Thoughts, comédia estrelada, produzida e criada por Tom Segura.

Além disso, foi revelado que o novo ciclo chega à plataforma de streaming no dia 24 de maio.

Confira:

A comédia foi criada, dirigida e produzida por Segura e conta com seis episódios, sendo descrita como uma mistura entre ‘Black Mirror’‘The Twilight Zone’.

Nesta sombria e distorcida, Tom Segura dá vida às suas reflexões sem filtros em um mundo cinematográfico onde nada é o que parece.

Rami HachacheJeremy Konner entram como diretores ao lado de Segura. Konner também assina o roteiro dos episódios.

‘Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado’: James Wan nega rumores sobre envolvimento com a série

Após surgirem rumores de que James Wan iria assumir a direção da série de TV da Amazon baseada em ‘Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado‘, a notícia foi negada pelo próprio diretor em um comentário publicado no Facebook.

“Não estou assumindo a direção. As informações estão incorretas.”

A informação foi divulgada pelo JoBlo, e é claro que o comentário decepcionou os fãs, já que Wan seria o cineasta perfeito para trazer a franquia de volta aos holofotes.

Até o momento, detalhes sobre a série não foram não foram divulgados.

Para quem não se lembra, ‘Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado‘ acompanha um grupo de jovens que são perseguidos por um assassino após atropelarem um homem e esconderem seu corpo. A partir daí, o derramamento de sangue só aumenta, até que o misterioso assassino encontre um por um.

O longa original se tornou um clássico do gênero e contou com Jennifer Love Hewitt, Sarah Michelle Gellar, Freddy Prinze Jr., Ryan Phillipe, Anne Heche, Bridgette Wilson, e Johnny Galecki.

 

‘Vingadores: Guerra Infinita’ iria explorar o romance entre Bruce e Natasha

Alguns fãs da Marvel ficaram decepcionados quando Bruce (Mark Ruffalo) e Natasha (Scarlett Johansson) se reencontram em ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ e não conversam sobre seu complicado relacionamento.

No entanto, o roteiro iria explorar essa questão e as cenas foram até gravadas, mas acabaram descartadas por conta da duração do filme.

No Twitter, um fã questionou se a relação entre eles seria explorada, e o roteirista Stephen McFeely esclareceu a dúvida.

Confira:

“Existia a possibilidade de contarem mais sobre o relacionamento entre Bruce e Nat em ‘Vingadores: Guerra Infinita‘?”, perguntou o fã.

Ao que McFeely respondeu:

“Nós escrevemos e filmamos [uma cena sobre isso]. Ma acabou sendo cortada, como fizemos com qualquer trecho que não estivesse relação com as Joias do Infinito.”

Infelizmente, a única referência ao romance entre eles acontece quando ambos ficam constrangidos ao se reencontrarem após os eventos de ‘Vingadores: Era de Ultron’.

Você acha que o relacionamento deles deveria ser melhor explorado?

Lançado em 2018, ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ foi um sucesso de crítica e público, arrecadando US$ 2,048 bilhões e tornando-se uma das maiores bilheterias mundiais.

Assista nossa crítica sobre o filme:

‘Homem-Aranha 3’: Elenco de ‘Demolidor’ se junta ao herói em fan pôster SENSACIONAL; Confira!

Como Charlie Cox foi confirmado no papel de Matt Murdock/Demolidor em ‘Homem-Aranha 3‘, diversos fãs ficaram animados com a possibilidade de um crossovers entre o universo dos dois personagens.

Pensando nisso, uma fan page do Instagram publicou um fan pôster sensacional mostrando a reunião do elenco de ambas as produções.

Na legenda, o criador da publicação ainda comenta sobre a esperança de ver em algum momento o retorno de Jon Bernthal como o Justiceiro e Vincent D’Onofrio como Rei do Crime.

Confira:

“Com rumores de que Charlie Cox está voltando como Matt Murdock em ‘Homem-Aranha 3’ (provavelmente em uma participação especial como o advogado de Peter), espero que possamos ver um crossover Homem-Aranha/Demolidor no MCU, seja numa série ou num filme. O Demolidor é a única figura que pode assumir a mentoria do Homem-Aranha, visto que os dois são vigilantes. Talvez Matt possa mostrar a Peter como dominar a arte de ser um herói mascarado. Além disso, realmente espero que o elenco das séries da Netflix possam retornar, especialmente o Rei do Crime de Vincent D’Onofrio e o Justiceiro de Jon Bernthal! O que é que vocês acham?”

 

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Recentemente, Kevin Feige, diretor criativo da Marvel Studios, revelou ao ComicBook.com o título temporário da sequência.

“É surreal, para mim, que estejamos falando sobre um Homem-Aranha 3. Eu trabalhei em um filme chamado assim muitos anos atrás, dirigido pelo Sr. Sam Raimi. Então, claramente, a forma abreviada como estamos chamando o longa está de bom tamanho, por enquanto. Nós o chamamos de ‘De Volta ao Lar 3’“.

É bem provável que grande parte do elenco também retorne ao longa-metragem, incluindo Marisa Tomei e Jacob Batalon.

Alfred Molina teve seu retorno confirmado como Dr. Octopus e o Collider afirmou que Andrew Garfield e Kirsten Dunst também estão no elenco. Garfield viveu Peter Parker nos dois ‘O Espetacular Homem-Aranha‘, enquanto Dunst interpretou Mary Jane Watson na trilogia original.

Espera-se que o filme siga a nova batalha de Peter Parker após ter sido desmascarado publicamente por J. Jonah Jameson no final do ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘.

A estreia da continuação continua marcada para 17 de dezembro de 2021, mas é possível que, com o adiamento da produção, o lançamento seja afetado.

Lembrando que Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado de Feige, representando a Sony e a Marvel, respectivamente.

Assista à nossa crítica do filme anterior:

‘A Entidade’ pode ganhar série de TV pela Blumhouse

Na última década, a Blumhouse Productions dominou o gênero do terror com diversos títulos marcantes, como ‘Hush – A Morte Ouve’, ‘Corra!’, ‘Nós’, e as franquias ‘Atividade Paranormal’, ‘Sobrenatural’, ‘A Entidade’, e ‘Uma Noite de Crime’.

Este último até gerou uma série de TV derivada intitulada ‘The Purge‘, como o nome original da franquia.

E parece que o fundador Jason Blum também está interessado numa série de TV inspirada em ‘A Entidade‘, dirigido por Scott Derrickson e estrelado por Ethan Hawke em 2012.

Durante uma entrevista para o Comic Book, o cineasta foi questionado sobre quais dos filmes da produtora poderia ganhar uma adaptação para a TV, ao que ele respondeu:

“Acho que ‘A Entidade‘ daria uma ótima série de TV. Seria divertido de fazer.”

Blum também disse que pelo menos quatro títulos da produtora devem ganhar séries ou minisséries, incluindo o aclamado ‘Upgrade: Atualização‘, estrelado por Logan Marshall-Green em 2018.

“Na verdade, temos quatro ou cinco filmes que acho que seriam ótimos explorados em séries ou minisséries. Eu adoraria fazer uma série de ‘Upgrade: Atualização’ e estou trabalhando nisso há algum tempo. Espero que possamos desenrolar isso em breve.”

Apesar da novidade, a declaração de Blum indica que o projeto ainda não foi oficializado, então só nos resta aguardar para saber quando a ideia irá ganhar vida.

E aí, qual série você gostaria de ver primeiro? De ‘A Entidadeou de ‘Upgrade: Atualização’?

Falando nisso, uma pesquisa científica da BroadbandChoices revelou que ‘A Entidade‘, é o filme de terror que mais causa instabilidade psicológica e emocional nos espectadores.

A pesquisa intitulada ‘Projeto Ciência do Pavor‘ foi aplicada em 50 pessoas de idades variadas, que assistiram a mais de 100 horas de filmes do gênero.

Através do rastreamento de batimentos cardíacos, os pesquisadores foram capazes de determinar os 50 filmes mais assustadores da história do cinema, e ‘A Entidade‘ alcançou o topo da lista.

A frequência cardíaca média em repouso era de 65 batimentos por minuto e, durante o filme de Derrickson, 95% dos espectadores atingiram entre 84 e 86 BPM.

O 2º lugar ficou com ‘Sobrenatural‘ (2010), do diretor James Wan, que elevou a pulsação do público a 80 BPM, mas foi o filme que teve a maior pontuação em cenas jump scare (quando acontece um susto inesperado), elevando o ritmo a 133 BPM.

Além disso, outros dois filmes de Wan entraram na lista do Top 10, como ‘Invocação do Mal eInvocação do Mal 2’.

Confira o Top 10:

1) ‘A Entidade
2) ‘Sobrenatural
3) ‘Invocação do Mal
4) ‘Hereditário
5) ‘Atividade Paranormal
6) ‘Corrente do Mal
7) ‘Invocação do Mal 2’
8) ‘O Babadook
9) ‘Abismo do Medo
10) ‘A Visita

Orçado em apenas US$ 03 milhões, ‘A Entidade‘ foi um tremendo sucesso comercial, faturando US$ 87,7 milhões pelo mundo.

‘Lilo, Lilo, Crocodilo’ canta e dança do divertido trailer da adaptação; Assista!

A Sony Pictures divulgou o divertido trailer da adaptação de ‘Lilo, Lilo, Crocodilo‘, que traz o cantor Shawn Mendes dando voz ao simpático personagem.

Baseada nos livros homônimos Bernard Waber, a trama escrita por William Davies (‘O Gato de Botas’) acompanha o réptil vivendo em uma casa na East 88th Street, em Nova York.

Apesar de Lilo ajudar a família Primm nas tarefas diárias e brincar com as crianças da vizinhança, um vizinho mal-humorado insiste que ele deve ser enviado a um zoológico.

Para mudar a opinião de Mr. Grumps e sua gata, Loretta, que detestam crocodilos, Lilo terá que provar que não é tão ruim quanto os outros podem pensar, mas tudo o que ele faz para conquistá-los parece dar errado.

Com previsão de estreia para este ano, o longa é dirigido por Will Speck e Josh Gordon (‘Escorregando para a Glória’).

Confira o trailer:

Para quem não conhece, a obra de Waber conta com nove livros, lançados entre 1962 a 2010.

Além de dublar Lilo, Mendes vai cantar músicas originais compostas por Benj Pasek e Justin Paul, vencedores do Oscar pelas canções de ‘La La Land e da adaptação cinematográfica de ‘Querido Evan Hansen‘ (2021).

O elenco também conta com Javier Bardem, Winslow Fegley, Constance Wu, Lyric Hurd, Brett Gelman e Scoot McNairy.

‘Superman – O Legado’: Jacob Elordi veste o clássico traje do herói em fan art realista; Confira!

No início de fevereiro, foi anunciado que ‘Superman – O Legado’, filme escrito por James Gunn, chegará aos cinemas em julho de 2025.

Agora os fãs estão se perguntando quem poderia assumir o icônico papel nas telonas.

Pensando nisso, um usuário do Instagram compartilhou uma bela fan art imaginando Jacob Elordi (‘Euphoria’) caracterizado como o personagem.

A imagem traz o herói com o clássico uniforme, resgatando a polêmica cueca vermelha por cima das calças.

Confira:

“Minha arte conceitual de Jacob Elordi como Superman do DCU. Quanto mais penso nisso, mais gosto dessa escalação. Ele é um ótimo jovem ator, muito caloroso e simpático nas entrevistas, e tem 1,95m! Fique à vontade para repostar, mas por favor, me dê os créditos.”

 

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Por falar nisso, Gunn abriu uma enquete no Twitter perguntando se os fãs acham que o herói deve ou não usar a infame cueca por cima das calças.

Até o momento, a cueca por cima está vencendo com quase 60% dos votos.

Confira:

O novo filme será intitulado Superman – O Legado’, e já havia sido oficialmente confirmado no ano passado, com Gunn assinando o roteiro. Entretanto, durante uma conversa com os repórteres presentes na cerimônia de anúncio, Gunn disse que pode não dirigir o longa-metragem.

“Bom, é o seguinte: eu só tenho um de mim”, ele explicou. “E eu só tenho sete dias na semana, todos usados em serviço da narrativa da DC. Estou trabalhando o tempo todo. E só consigo fazer o que consigo. Teremos de tomar uma decisão em algum momento, se é melhor ou não que eu dirija o filme. Eu posso escrever mais. Eu já escrevi tudo, escrevi bastante, e trabalhei muito no escopo de ‘The Authority’. O que melhor serve a DC? O que melhor serve os fãs? Realmente sou eu focando no Superman ou garantir que tenhamos uma grande abertura?”.

O filme estreia dia 11 de julho de 2025.

“Não é uma história de origem, ela se concentra no equilíbrio do Super-Homem entre sua herança kryptoniana e sua educação humana. Ele é a personificação da verdade, da justiça e do jeito americano, ele é a gentileza em um mundo que considera a gentileza antiquada”, afirmou Safran.

A trama vai se concentrar em Clark Kent já vivendo em Metrópolis e trabalhando no Planeta Diário.

E, ao responder a pergunta de um fã nas redes sociais, Gunn ofereceu novos detalhes sobre os personagens de apoio, dizendo que:

“Os personagens em torno de Clark não estarão sendo apresentados pela primeira vez, pois ele já convive com eles. Não é uma história de origem, é apenas uma versão mais jovem dele”.

Após a declaração, alguns fãs e perguntaram se o cineasta estaria se referindo aos membros da Liga da Justiça.

Mas, considerando que a trama vai explorar os primeiros anos de Clark como herói, tudo indica que esses personagens devem ser Lois Lane, Jimmy Olsen, Perry White e outros colegas de trabalho.

E aí, quem você gostaria de ver como o novo Homem de Aço?

Diretor de ‘Planeta dos Macacos: O Reino’ diz que Proximus César não é necessariamente um vilão

Em ‘Planeta dos Macacos: O Reino’, Kevin Durand (‘The Strain’) dá vida a Proximus César, o mais novo antagonista da franquia, descrito como um devoto do Cesar da trilogia lançada entre 2011 e 2017.

Em entrevista para a Entertainment Weekly, o diretor Wes Ball comentou que o personagem não é necessariamente um vilão, apenas um adversário dos ideais dos protagonistas.

“O interessante sobre Proximus é que, com alguma ajuda, ele meio que redescobriu a eletricidade, por assim dizer, ele descobriu algo novo. Para os macacos que se esqueceram de todas essas coisas, isso é como um poder mágico. Então, eles estão experimentando isso. Eu nem acho que você pode chamá-lo de vilão. Eu o chamaria de adversário de ideais. Você o entende, você pode se conectar com ele, de certa forma. É um personagem interessante, não um recorte de estereótipos de vilania.”

Ao longo da franquia, o objetivo final dos personagens mais heróicos é que humanos e macacos pudessem viver juntos em harmonia.

No entanto, como seguidor do César original, Proximus deve tentar impor a supremacia dos símios perante à raça humana, o que vai levar a mais um capítulo da eterna luta de ideologias.

Lembrando que o longa não é uma continuação direta de Planeta dos Macacos: Guerra’, mas sim o primeiro capítulo de uma nova trilogia, situada cerca de 300 anos após o último filme.

Em vez de seguir imediatamente após a morte de César, no final de ‘Planeta dos Macacos – A Guerra‘, Kingdom está dando um grande salto em frente. O filme é ambientado cerca de 300 anos depois que César entregou seu povo à terra prometida – e com o passar de todos esses anos, suas lendárias qualidades de liderança se perderam em grande parte no tempo. Ainda assim, é o legado de César – e o significado de “macacos juntos e fortes” – que irá impulsionar Noa, o novo jovem herói macaco do Reino.

Em conversa com a Empire, Teague, Durand e Ball compartilharam suas perspectivas sobre o novo filme e a relevância de César (protagonista da trilogia original) nesse contexto.

Noa não faz ideia de quem é esse [Cesar]”, afirma o ator Owen Teague. “Parte de sua jornada é a descoberta desse legado e suas várias interpretações. Noa tem que dar sentido a tudo isso.”

Na trilogia original, César (interpretado por Andy Serkis) liderou os macacos em meio aos conflitos com os humanos. Com o passar dos anos, sua figura passou a ser vista como uma espécie de messias.

“César é quase uma figura religiosa, e Proximus assumiu o nome César porque era a posição mais alta na sociedade dos macacos”, explica o astro Kevin Durand. “Foi uma autoproclamação alcançada por todos os meios necessários para garantir que os macacos continuassem a evoluir. Então você está vendo a influência e a evolução do que César deixou. E, como em cada pedaço da história humana, sempre há algum tipo de tirano que aparece e assusta todos, fazendo-os acreditar neles.”

O novo filme tem uma ambição ousada, sendo planejado como o primeiro de uma trilogia.

“Desde o início, pensamos nisso como uma trilogia”, revela Ball. “Tínhamos essas ideias grandiosas de onde poderia eventualmente chegar e como poderia se encaixar no legado desses filmes. Então, certamente estou discutindo com [o estúdio] agora sobre a próxima história.”

“Aqueles últimos três filmes trataram do fim de algo. Eles trataram do fim dessa história de Moisés. Eles trataram do fim da humanidade”, explica. “E pensamos, ‘Das cinzas desses filmes anteriores, vamos cultivar uma nova árvore para escalar’. Este filme é muito sobre o começo de algo”, conclui ele.

O filme chega aos cinemas nacionais dia 23 de Maio de 2024.

Confira o trailer!

O elenco conta com William H. MacyOwen Teague, Dichen Lachman, Freya Allen, Eka DarvillePeter MaconTravis JefferyNeil SandilandsSara WisemanRas-Samuel Welda-abzgiLydia Peckham.

Além de dirigir, Ball assina o roteiro em conjunto com Josh Friedman (‘Expresso do Amanhã’).

Halo | A Gigantesca Franquia dos games e a Série que não vem

Título é extremamente importante nos games mas a ausência de informações sobre a adaptação preocupa

No campo da ficção científica em vídeo games existe um “panteão” de obras que personalizam esse gênero na indústria e que foram importantes para ela em termos de evolução gráfica, narrativa ou jogabilidade. Por exemplo, Mass Effect elevou o nível de história interativa que a desenvolvedora Bioware já demonstrava desde Knights of Old Republic para outro nível e Half-Life impactou o gênero de FPS (tiro em primeira pessoa) até hoje.

Junto a esse grupo surgiu, em 2001, Halo: Combat Evolved desenvolvido pela Bungie e publicado pela Xbox para atuar como o primeiro exclusivo do seu então novo console. O projeto em si remonta há pouco antes, mais especificamente 1999, quando a Bungie tinha a ambição de consolidar seu nome no mercado de jogos voltados para o Macintosh da Apple. Até então eles contavam com títulos de relativo sucesso como Operation: Desert Storm (criado na onda da Guerra do Golfo em 1991) e Minotaur: The Labyrinths of Crete lançado em 1992.

Esse jogo tinha um foco principal no multiplayer e estratégia por meio de um cenário de labirinto, o que motivou os desenvolvedores a criarem um novo projeto focado também no estilo de estratégia em tempo real (em 1998 a Blizzard provou com o sucesso de Starcraft que esse gênero era rentável). Porém, como é comum no período de pré-produção, os desenvolvedores começaram a trilhar um caminho que em muito se afastou da ideia inicial.

“Minotaur” foi o segundo projeto da Bungie e seu primeiro multiplayer.

Com isso o assim chamado Halo: Combat Evolved foi lançado um shooter (jogo de tiro) em primeira pessoa com um foco pesado na mitologia do universo dentro do jogo e mecânicas diversas no manuseio de vários tipos de armamento; dirigibilidade de veículos e um multiplayer bem elaborado. 

Sob um prisma geral o enredo da saga se passa no século XXVI, quando a humanidade domina a técnica da viagem espacial e assim passa a praticar a colonização de novos mundos. Não mais organizada em nações, a Terra é representada pelo Comando Espacial das Nações Unidas (UNSC) e é justamente essa organização quem lidera a iniciativa de pesquisa conhecida como projeto Spartan; a criação de um exército de super soldados.

É a esse grupo que pertence o protagonista de toda a saga, Master Chief (ou John-117). Não surpreendente a contínua expansão humana pela galáxia acabou atraindo a atenção de um grupo conhecido como “Pacto”, uma coalizão de diferentes raças alienígenas que se uniram em prol de uma mesma ideologia religiosa e veem na raça humana uma afronta a essa crença. 

Master Chief é um dos grandes heróis dos video games de todos os tempos.

Inevitavelmente eclode um confronto entre essa coalizão e a humanidade, que se estende até o período que se inicia a história do primeiro jogo. Em Combat Evolved o jogador acompanha Master Chief e a inteligência artificial, conhecida como Cortana, que após terem sua nova emboscada por forças do Pacto aterrissam em um planeta anelar desconhecido. Eventualmente é descoberto que o nome do planeta é Halo e que membros do Pacto acreditam que ele é uma arma.

Halo foi um dos primeiros jogos a chamar a atenção para o valioso modelo de produtos exclusivos entre consoles, mesmo não sendo concebido originalmente como um produto do Xbox ele precisou se readaptar quando a Bungie foi comprada pela Microsoft em junho de 2000. Seu primeiro título vendeu, nos primeiros cinco meses após o lançamento, um milhão de unidades, mas esse não foi o ponto principal da estreia da franquia.

O fato do estreante Xbox contar com um novo e empolgante título foi um chamariz que promoveu e muito o novo aparelho da Microsoft. Em uma matéria de 2002 para o site Wired, Andy Patrizio afirma que dos um milhão e meio de Xbox vendidos à época, o estreante Halo foi responsável por cinquenta por cento de vendas desse total.

 

Halo” teve papel fundamental na popularização do primeiro Xbox, ainda nos anos 2000.

Não surpreendente, esse foi apenas o começo da saga de Master Chief. Ao longo dos anos seguintes a franquia contaria com quatorze títulos lançados, além de um remake do primeiro jogo em 2011 e uma coletânea com quase todos os títulos lançados até 2014. Financeiramente a saga é um sucesso absoluto, tendo até 2021 vendido 81 milhões de cópias e com uma margem de lucro que há certo tempo já ultrapassou a faixa do bilhão.

O sucesso nos games chamou a atenção para a possibilidade de expandir a marca para o campo do live action, mais especificamente no formato de um seriado. Em 2013 foi confirmado pela 343 Industries (empresa da Microsoft responsável pela franquia Halo unicamente) que uma adaptação estava sendo considerada e que teria, no cargo de produtor executivo, ninguém menos que Steven Spielberg.

Em 2014 o nome de Neill Blomkamp, em alta após o lançamento de Elysium em 2013, foi ventilado para dirigir o episódio piloto. No ano seguinte o canal a cabo Showtime foi confirmado como sendo a “casa” da adaptação. A previsão inicial era que a estreia fosse em meados de 2019, no entanto, essa estimativa foi adiada; em abril de 2019 o nome de Pablo Schreiber foi confirmado no papel de Master Chief.

A presença de Spielberg eleva o patamar da produção.

Grande parte dos episódios foi filmada entre 2019 e 2020, no limite da paralisação em decorrência da pandemia, ainda que à época não se soubesse se a primeira temporada estava finalizada. No entanto, em novembro de 2020 o perfil do seriado confirmou por meio de suas redes sociais que as gravações estavam retornando aos poucos em meio a todos os protocolos de segurança.

Ao todo a produção já teve investido mais de US$ 40 milhões em uma primeira temporada planejada para ter, originalmente, dez episódios mas que em 2019 teve esse número reduzido para nove. Até o fechamento deste texto a expectativa de estreia é para algum momento em 2021, ainda que não haja uma postura oficial do Showtime ou dos produtores sobre quaisquer previsões para o lançamento ou anúncios de adiamento. 

 

Diretor quer sequência de ‘Sete Homens e Um Destino’, com Denzel Washington

O diretor Antoine Fuqua revelou em uma entrevista ao Comic Book o seu interesse em realizar uma sequência para o filme ‘Sete Homens e Um Destino‘, lançado em 2016.

O cineasta expressou seu desejo de explorar mais profundamente o personagem Chisolm, interpretado por Denzel Washington, e expandir sua história.

Fuqua compartilhou sua motivação em desenvolver mais histórias em torno do personagem Chisolm, expressando: “Eu sempre quis que esse personagem tivesse mais histórias. Eu queria uma história maior, um arco com aquele personagem, sabe? É um personagem muito legal.”

Enquanto a possibilidade de uma sequência permanece no horizonte, uma nova abordagem da história está sendo desenvolvida em formato de série para o Prime Video. A nova adaptação será trazida à vida pelo criador de ‘True Detective‘, Nic Pizzolatto.

Vale lembrar que Pizzolatto já havia co-escrito o roteiro da última adaptação cinematográfica de ‘Sete Homens e Um Destino‘, lançada em 2016.

A nova série é parte de um plano maior da Amazon de desenvolver mais projetos baseados em propriedades intelectuais adquiridas com a recente compra da MGM, e ‘Sete Homens’ é apenas um dos títulos que devem ganhar novas adaptações, incluindo ‘Legalmente Loira‘ e ‘Robocop‘.

O filme original, lançado em 1960 e baseado no clássico japonês ‘Os Sete Samurais‘ de Akira Kurosawa, contava com um elenco de peso, incluindo Charles Bronson, Steve McQueen e Eli Wallach. O sucesso do longa gerou mais três sequências e uma série de televisão exibida entre 1998 e 2000.

A nova série de ‘Sete Homens e Um Destino‘ ainda não tem previsão de estreia.

Conheça a atriz que viverá a MÃE do ‘Superman’

Superman, dirigido por James Gunn, acaba de adicionar mais um talento ao seu elenco, desta vez para o papel de Martha Kent, mãe de Clark Kent.

Segundo o TheWrap, a experiente atriz Neva Howell foi escolhida para interpretar a mãe adotiva do Homem de Aço.

Martha Kent é uma figura crucial na vida do Superman, encontrando o herói quando ele chegou à Terra como um bebê em uma nave espacial kryptoniana, nos campos do Kansas. O papel foi anteriormente desempenhado por Diane Lane em ‘O Homem de Aço’ de 2013 e por Phyllis Thaxter emSuperman de 1978.

Neva Howell é reconhecida por seus papéis emO Céu de Outubro,Diário de um Banana 4, Correndo por um Sonho e Duas Semanas.

Vale ressaltar que Pruitt Taylor Vince também foi recentemente escalado como Jonathan Kent.

Muito pouco foi revelado sobre a trama do novo filme, exceto que irá acompanhar a juventude Clark Kent (David Corenswet) e que Lex Luthor (Nicholas Hoult) será um dos vilões.

Marcado para julho de 2025Superman(anteriormenteSuperman – O Legado’) dará o início do novo Universo Estendido da DC (DCU), trazendo também Rachel Brosnahan (‘Maravilhosa Sra. Maisel’) como Lois Lane, repórter do Planeta Diário e par romântico do Superman.

O longa também incluirá outros heróis do universo DC, como Nathan Fillion interpretando o Lanterna Verde Guy Gardner, Anthony Carrigan como Metamorfo e Edi Gathegi como Sr. Fantástico.

Pensando nisso, um artista do Instagram compartilhou uma incrível arte imaginando o grupo caracterizado em páginas de quadrinhos.

E o resultado ficou simplesmente incrível!

Confira:

‘É Assim que Acaba’: Advogado de Justin Baldoni rebate acusação de assédio sexual; “vergonhosa”

Após a atriz Blake Lively acusar seu diretor e co-estrela de ‘É Assim que Acaba’, Justin Baldoni, de assédio sexual, o advogado do ator, Bryan Freedman, se manifestou sobre a denúncia, chamando a ação judicial de “vergonhosa” e cheia de “acusações categoricamente falsas”.

De acordo com a Variety, Bryan Freedman afirmou: “É vergonhoso que a Sra. Lively e seus representantes façam acusações tão sérias e categoricamente falsas contra o Sr. Baldoni, a Wayfarer Studios e seus representantes, como uma tentativa desesperada de ‘consertar’ sua reputação negativa, que foi criada pelos próprios comentários e ações dela durante a campanha do filme; entrevistas e atividades de imprensa observadas publicamente, em tempo real e sem edição, o que permitiu que a internet gerasse suas próprias opiniões e visões”.

Ele acrescentou: “Essas alegações são completamente falsas, ultrajantes e intencionalmente sensacionalistas, com o intuito de prejudicar publicamente e relembrar uma narrativa na mídia. A Wayfarer Studios decidiu proativamente contratar um gerente de crise antes da campanha de marketing do filme, para trabalhar junto com o representante da empresa da Jonesworks, contratada por Stephanie Jones, devido às múltiplas exigências e ameaças feitas pela Sra. Lively durante a produção. Isso incluiu ameaças de não aparecer no set, ameaças de não promover o filme, o que teria levado ao seu fracasso no lançamento, caso suas exigências não fossem atendidas. Também foi descoberto que a Sra. Lively recrutou seu próprio representante, Leslie Sloan da Vision PR, que também representa o Sr. Reynolds, para plantar histórias negativas e completamente fabricadas e falsas na mídia, mesmo antes do início de qualquer marketing do filme. Isso foi outra razão pela qual a Wayfarer Studios optou por contratar um profissional de crise para iniciar o planejamento interno, caso fosse necessário lidar com a situação”.

A declaração conclui: “Os representantes da Wayfarer Studios não tomaram nenhuma medida proativa nem retaliaram, apenas responderam às consultas da mídia para garantir uma cobertura equilibrada e factual, além de monitorarem a atividade nas redes sociais. O que falta de forma marcante na correspondência selecionada são evidências de que não foram tomadas medidas proativas com a mídia ou de outra forma; apenas planejamento de cenários internos e correspondências privadas para planejar estratégias, o que é procedimento padrão com profissionais de relações públicas”.

Conforme documentos judiciais obtidos pelo TMZ, as tensões entre os dois teriam escalado a ponto de ser necessária uma reunião de emergência com toda a equipe de produção.

O encontro, que contou até mesmo com a presença do marido de Blake, o ator Ryan Reynolds, buscava resolver o que ela descreve como um ambiente de trabalho hostil.

No processo, Blake descreve episódios que teriam contribuído para essa atmosfera tóxica.

Ela alega que Baldoni teria exibido imagens de mulheres nuas, abordado assuntos pessoais inapropriados, incluindo supostos problemas de vício, e feito comentários desrespeitosos sobre a aparência dela e de outros membros da equipe.

A atriz também denuncia que seu falecido pai foi mencionado de maneira inadequada durante as gravações, além de relatar pressões para incluir cenas explícitas que não estavam previstas no roteiro original.

Lively acusa Baldoni de ser o principal responsável por uma estratégia de manipulação social com o objetivo de prejudicar sua carreira.

Vale lembrar que a adaptação de ‘É Assim que Acaba‘, que arrecadou mais de US$ 350 milhões mundialmente, está disponível no streaming do Max.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

é assim que acaba

‘Superman’: David Corenswet revela desejo de ver o herói em produção para maiores de 18 anos

Superman chega em breve aos cinemas, e agora o astro David Corenswet, que interpreta Clark Kent no novo reboot da DC, revelou que adoraria ver sua versão do personagem em uma história mais voltada ao público adulto.

“Eu adoraria ver este Superman em um projeto +18… algo como ‘Lanterns’, que tem aquele clima de ‘True Detective’. Apesar dessa versão ser mais leve e divertida, acho que há espaço para flexibilidade”, disse o ator conforme o ComicBookMovie.

Vale ressaltar que o herói é um dos poucos que os fãs geralmente não possuem o apelo para ver em uma história mais violenta ou pesada.

Superman’ tem estreia marcada nos cinemas para 10 de julho de 2025.

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

‘Heated Rivalry’: Criador revela química entre Hudson Williams e Connor Storrie desde o início

O ator Connor Storrie, que interpreta o jogador de hóquei russo Ilya Rozanov emHeated Rivalry, revelou recentemente que, inicialmente, acreditava que os fãs dos livros odiariam sua interpretação do personagem.

Em entrevista à Variety, Storrie explicou como lidou com a pressão de adaptar uma obra literária tão querida:

“Sou muito otimista, mas também um firme adepto do niilismo otimista: aceite o pior, mas espere o melhor”, afirmou o ator. “Passei por todo esse processo aceitando o pior cenário: o de que odiariam minha atuação, que eu estaria errado para o papel e seria criticado por quem ama o livro. Nesse caso, tudo o que posso fazer é tentar entregar uma atuação honesta e confiar que o Jacob [Tierney] conhece a história o suficiente para trazer os momentos certos”.

Astro de ‘Heated Rivalry’, Robbie G.K. celebra representatividade na série: “Tocante e muito bonito”

O ator comentou sobre a abordagem de cenas icônicas que geram grandes expectativas.

“Eu tinha algumas ideias de tentar seguir o livro à risca. Mas o Jacob conhece aquela obra como a palma da mão. Eu li o livro duas vezes e os roteiros um milhão de vezes”, destacou Storrie.

Para o ator, o segredo para uma boa interpretação é não se deixar paralisar pelo desejo de agradar a todos:

“Honestamente, acho que na atuação ou na arte em geral, tentar se moldar demais ao que você acha que os outros querem é a morte de qualquer coisa que seja realmente humana e inspiradora”, concluiu.

‘Heated Rivalry’: Ator revela se acredita que Kip Grady e Scott Hunter podem se tornar um casal

A série foi criada por Jacob Tierney, baseando-se no segundo romance da saga literária homônima de Rachel Reid.

Na trama…

Duas estrelas rivais do hóquei no auge de suas carreiras enfrentam o desafio inesperado de se apaixonar, o que complica suas carreiras e as expectativas do esporte.

Hudson Williams estrela como Shane Hollander, enquanto Connor Storrie dá vida a Ilya Rozanov. O elenco ainda conta com François ArnaudRobbie G.K.Christina ChangDylan WalshSophie NélisseKsenia Daniela Kharlamova.

‘Among Us’: Criador afirma que NÃO é preciso conhecer o jogo para assistir à animação

Among Us, animação derivada do jogo de sucesso, já está disponível no Paramount+. Agora, o criador da série comentou sobre a produção e destacou que não é necessário ter jogado o game para aproveitar o projeto.

“Acho que qualquer pessoa que jogou o game vai adorar. Mas também acho que qualquer pessoa que goste de uma série animada, ou de um mistério, ou de uma comédia, vai funcionar além de ser apenas uma adaptação de jogo. Eu não quero fazer coisas que sejam só uma adaptação de algo. Quero que ela se sustente por conta própria, então ela realmente se sustenta. Ela é algo próprio”, diz Owen Dennis ao GamesRadar+.

De fato, parte do elenco de dublagem nunca jogou o game. Kimiko Glenn, que interpreta a ciano apaixonada por cristais, Randall Park, que vive o capitão Red, Yvette Brown, que dá voz à gerente de RH Orange, e Elijah Wood, que interpreta o estagiário Green, chegaram ao projeto sem experiência com o jogo.

“Acho que qualquer pessoa que começar a assistir vai ter dificuldade de parar, porque é muito inteligente e muito engraçado”, ressaltou Glenn.

Park acrescentou: “Se você é fã de ficção científica, de mistério, suspense e até terror, essa série toca em tudo isso”.

Ainda assim, a produção conta com easter eggs para os fãs, alguns mais óbvios do que outros, como a forma de convocar reuniões e o fato de usar dutos deixar alguém automaticamente “suspeito”. Mas o restante não será revelado aqui. Dennis afirma que nunca quis “forçar easter eggs que não fizessem sentido para a história” e que tudo incluído “tem um motivo para existir além de simplesmente estar no jogo”.

A ideia é que “alguém que nunca jogou não precise de contexto extra nem de dever de casa para entender o que está acontecendo”.

Por conta da natureza do game, Dennis já pensa em possíveis novas temporadas.

“Eu já tenho uma ideia geral de como gostaria de continuar. Tentaria me inspirar no fato de que, toda vez que você joga, a experiência é um pouco diferente. Quero me inspirar ainda mais nisso, e acho que é até onde posso ir dizendo”, concluiu.

Among Us’ está disponível no Prime Vídeo.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

“Na trama, membros de uma tripulação foram substituídos por alienígenas metamorfos com a intenção de causar confusão, sabotagem na nave e matar todos a bordo. Encontre o ‘impostor’ ou seja vítima de suas enganações mortais”, diz a sinopse.

Lançado originalmente em 2018, o jogo eletrônico Among Us transformou-se em um fenômeno cultural global durante o período da pandemia, consolidando-se como um dos títulos multiplayer mais populares e jogados dos últimos anos.

Apesar do lançamento silencioso, a animação conta com um elenco de dublagem repleto de grandes nomes de Hollywood:

Randall Park (‘Homem-Formiga e a Vespa’), Ashley Johnson (‘The Last of Us’), Yvette Nicole Brown (‘Community’) e Elijah Wood (‘O Senhor dos Anéis’).

Os bastidores também trazem nomes de peso no cenário da animação. O comando do projeto está nas mãos de Owen Dennis, aclamado criador da série ‘Trem Infinito’ (Infinity Train). A produção é uma parceria entre a CBS Eye Animation Productions e a própria Innersloth, enquanto os trabalhos de animação ficaram a cargo do renomado estúdio Titmouse (Big Mouth).

A equipe de produtores executivos é composta pelo próprio Owen Dennis, ao lado de Forest Willard, Marcus Bromander, Carl Neisser, Chris Prynoski, Shannon Prynoski, Antonio Canobbio e Ben Kalina.

Marvel Studios tem CAUTELA para aprovar 3ª temporada de ‘Demolidor: Renascido’

A primeira temporada de Demolidor: Renascido‘ ainda não começou, no entanto, o futuro da série já está sendo planejado pelo Marvel Studios.

De acordo com o insider Daniel Ritchman, a próxima temporada da produção contará com participações especiais, embora Ritchman não tenha revelado especificamente quais personagens aparecerão na trama.

O insider também informou que a Marvel já está pensando na terceira temporada de Demolidor: Renascido’, porém só dará sinal verde para o desenvolvimento caso o desempenho dos dois primeiros ciclos seja positivo.

Em uma recente entrevista à SFX Magazine, o astro Charlie Cox falou um pouco sobre o futuro do Demolidor na Marvel Studios.

“Me sinto rejuvenescido, sortudo e abençoado por ainda ter a oportunidade de interpretar esse personagem”, explicou o ator. “Você raramente consegue realizar uma paleta tão variada de tarefas como ator. Eu recebo todas essas coisas legais como advogado, recebo cenas emocionantes com vários interesses amorosos, e então posso usar uma fantasia incrível de super-herói e pular de telhados.”

Ele continua: “eu amo tudo isso. Normalmente, quando você entra no décimo ano interpretando o mesmo personagem, você tende a desacelerar, mas estamos indo na direção oposta. Seria interessante saber o que acaba primeiro, a fé da Marvel em nós ou em nossos corpos!”.

Quando lhe foi dito que Demolidor talvez liderasse os Vingadores, Cox respondeu: “isso seria incrível”.

Lembrando que Demolidor: Renascido’ chega ao Disneyem 04 de março.

Em ‘Demolidor: Renascido’, da Marvel Television, Matt Murdock (Charlie Cox), um advogado cego com habilidades aprimoradas, está lutando por justiça por meio de seu movimentado escritório de advocacia, enquanto o ex-chefe da máfia Wilson Fisk () vai atrás de seus próprios empreendimentos políticos em Nova York. Quando suas identidades passadas começam a emergir, os dois homens se encontram em rota de colisão inevitável.

Demolidor: Renascido‘ chega dia 04 de março de 2025 no Disney+

Além de Charlie Cox como o personagem-título e Vincent D’Onofrio como Wilson Fisk, Elden Hanson (Foggy Nelson), Deborah Ann Woll (Karen Page), Jon Bernthal (Justiceiro) e Wilson Bethel (Ben Poindexter/Mercenário) integram o elenco.

Matt Corman e Chris Ord, criadores da série ‘Assuntos Confidenciais‘, estão por trás do roteiro e produção do show.

Fique ligado para mais informações!

‘Entrevista com o Vampiro’: Bailey Bass apresenta sua personagem Claudia

A nova série ‘Entrevista com o Vampiro‘ recebeu um vídeo inédito de divulgação, onde a atriz Bailey Bass apresenta a sua personagem Claudia.

Bass durante o material destaca como a personagem precisa lidar com as emoções de uma mulher adulta à medida que o tempo passa e ela deixa de envelhecer. Quer dizer, ela está presa no seu corpo de 14 anos após se transformar, tal como Kirsten Dunst no filme clássico.

Confira abaixo o spot:

A produção vai estrear oficialmente no dia 2 de outubro.

O elenco conta com Sam Reid (‘The Newsreader’), que será o vampiro Lestat; Jacob Anderson (‘Game of Thrones’), que dará vida a Louis de Pointe du Lac; Eric Bogosian (‘Billions’), que viverá o Daniel Molloy; Assad Zaman, que dará vida a Rashid; e Bailey Bass (‘Avatar 2’), que irá interpretar Claudia, jovem que é transformada em vampira por Louis e Lestat.

A trama do primeiro livro gira em torno do vampiro Louis de Pointe du Lac enquanto ele relata a história de sua vida a um repórter, especialmente sobre como ele foi transformado em um vampiro e, em seguida, orientado por Lestat de Lioncourt.

Alan Taylor (‘Game of Thrones’) será responsável pela direção dos dois primeiros episódios.

Oito episódios foram encomendados para a primeira temporada.

Rolin Jones (‘Friday Night Lights’) servirá como showrunner, além de ser responsável pelo roteiro da produção.

‘Morte no Nilo’ de 45 anos atrás, quando Poirot era interpretado pelo genial Peter Ustinov

O poder e o amor. Em uma das primeiras adaptações para as telonas de um dos maiores clássicos de Agatha Christie tendo o brilhante detetive belga Hercule Poirot como protagonista, Morte no Nilo lançado em 1978 é um daqueles mistérios mirabolantes que são difíceis de saírem de nossas memórias. Navegando na águas conturbadas entre o poder e o amor, em uma análise fria e objetiva do ser humano e seu egoísmo descarado, vamos acompanhando intrigantes personagens e seus atos inconsequentes. Na pele do protagonista, o Cavaleiro da Ordem do Império Britânico Peter Ustinov.

Na trama, encontramos Hercule Poirot (Peter Ustinov), lendário detetive, que curte suas férias no Egito mas logo se vê envolvido em um caso misterioso. Durante um passeio de barco pelo rio Nilo, uma milionária chamada Linnet Ridgeway (Lois Chiles), odiada por muitos presentes nesse local, é assassinada a sangue frio enquanto dormia. Com muitos suspeitos e subtramas ligadas a ganância e amores perdidos, Poirot enfrentará um verdadeiro quebra-cabeça para resolver o caso.

Primeira aparição como Hercule Poirot do ator britânico Peter Ustinov, que voltou a representar esse glorioso papel mais cinco vezes, três em filmes lançados nos cinemas, outros três em filmes lançados diretamente para televisão, Morte no Nilo e suas intensas duas horas e dez de projeção consegue ambientar o espectador ao universo das emoções em conflitos, beirando à inconsequência.

A ganância é um dos pilares da história. O assassinato de uma herdeira, odiada, que roubou o namorado da melhor amiga, prejudicou uma de suas empregadas e se viu envolvida por atos duvidosos de seus familiares ao longo do tempo viram munição para uma narrativa que busca a aflição, o passo em falso, onde o detalhe captado em uma cena será de grande valor nas revelações finais.

O diretor do filme, o britânico John Guillermin, consegue colocar o espectador como uma espécie de mais um personagem. O clima de tensão é constante, é o tipo de filme onde o espectador também consegue brincar de detetive, tentando montar as peças desse tabuleiro tenebroso onde um assassino está presente. Quem já leu o livro vai logo se identificar com a riqueza que é vista nos detalhes, inclusive a direção de arte é impecável.

O elenco é poderoso! Jane Birkin, Lois Chiles, Bette Davis, Mia Farrow, Angela Lansbury, David Niven, Maggie Smith e Jack Warden brindam o público com ótimas atuações. O somatório de indicações ao Oscar dos artistas (por outros trabalhos) é 28, com oito vitórias! E essas filmagens foram realizadas no Egito, em meio a um sol escaldante com temperaturas na casa dos 50 graus celsius!

Lançado 41 anos após a primeira edição do livro de Agatha Christie e vencedor do Oscar de Melhor Figurino, o filme tem uma curiosidade bem legal: algumas cenas foram filmadas no Old Cataract Hotel, em Assuã, no Egito, onde Agatha Christie se inspirou para escrever essa história, durante férias que tirou no final da década de 30.

 

Para quem quiser conferir, o filme está disponível no catálogo da Prime Video.

Homem-Aranha | Do Pior ao Melhor

Seis filmes, três atores, três diretores, dois estúdios e uma participação especial. Essa é a trajetória do maior herói da editora Marvel no cinema. O Homem-Aranha é a estrela da casa, seu personagem mais popular e símbolo. Mas sua estrada rumo ao estrelato não foi simples. Na verdade, ainda não é, levando em conta que os maiores desafios do herói não são o Duende Verde ou o Abutre, mas sim superar suas produções cinematográficas menos agradáveis.

Pensando nisso e aproveitando o lançamento em Home Video de Homem-Aranha: De Volta ao Lar, novo filme do aracnídeo e o primeiro com o selo Marvel / Disney, resolvemos listar – do pior ao melhor – os seis filmes protagonizados pelo jovem lançador de teias (não levamos em conta a participação do personagem em Capitão América: Guerra Civil). Confira abaixo e como sempre, comente dizendo a sua ordem de preferência.

Confirma nossa crítica de Homem-Aranha: De Volta ao Lar

O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro (2014)

Quase tudo está errado aqui, inclusive o subtítulo nacional, que cismou em dar cartaz para o vilão mais esquecível da franquia. Nem tudo está perdido, no entanto, e existem sim algumas coisas legais na produção. Porém, ao contrário da primeira investida de Andrew Garfield num filme do herói, cujo maior pecado é não possuir personalidade alguma, este filme opta por algumas escolhas bem equivocadas. A pior delas é a extrema caricatura de todos os seus vilões.

Pobre Jamie Foxx, o vencedor do Oscar precisou ver seu papel reduzido a um cartoon tão bidimensional quanto os antagonistas de Batman Eternamente (1995). O que falar de Paul Giamatti e Dane DeHaan, como Rino e o Duende Verde, então. Fora isso, Felicity Jones e Shaielene Woodley nunca veriam suas Felicia Hardy (a Gata Negra) e Mary Jane Watson de fato concretizadas. Esse é o maior pecado do filme, abarrotar a produção de personagens para eventuais continuações, que nunca viriam.

Homem-Aranha: Andrew Garfield.
Diretor: Marc Webb.
Vilões: Electro, Rino, Duende Verde.
Elenco: Emma Stone, Jamie Foxx, Dane DeHaan, Felicity Jones, Paul Giamatti, Sally Field.

O Espetacular Homem-Aranha (2012)

Quando a Sony optou pelo reboot da franquia ao invés da continuação Homem-Aranha 4, a maioria dos fãs chiaram, reclamando que era cedo demais. Realmente, dez anos depois da comoção que foi a estreia do personagem nas telonas, ganhávamos uma refilmagem. O caso deve servir de estudo para produtores lembrarem sempre o que não fazer em suas franquias cinematográficas. Além disso, Andrew Garfield, o novo ator escolhido para o papel, apesar de bastante empenhado e apaixonado pelo personagem, era envolto num novo arco do herói, mais voltado para os novos fãs e fora do cânone.

Aqui, Peter Parker era um skatista descolado, que cometia bullying e não o sofria, e sua maior motivação era a busca pelos segredos dos pais. O diretor Marc Webb vinha do quintessencial filme sobre relacionamento 500 Dias Com Ela, e era o nome certo para o projeto. O fato, porém, não o ajudou tanto na relação de Peter com Gwen Staci (Emma Stone). Na verdade, essa reimaginação tem como calcanhar de Aquiles a qualidade extremamente esquecível, sem grandes cenas de ação, vilões marcantes ou um romance intenso como nos primeiros filmes. Tudo é muito blasé, e esse poderia ser qualquer filme, de qualquer herói.

Homem-Aranha: Andrew Garfield.
Diretor: Marc Webb.
Vilão: Lagarto.
Elenco: Emma Stone, Rhys Ifans, Denis Leary, Martin Sheen, Sally Field.

Assista nossa crítica em vídeo (Sem Spoilers) de Homem-Aranha: De Volta ao Lar

Homem-Aranha 3 (2007)

Depois dos muito bem sucedidos primeiros filmes do herói, um impasse entre o diretor Sam Raimi e o produtor Avi Arad – o homem da Marvel no cinema então – ocorreu, sobre que caminho o terceiro longa do personagem deveria seguir. Inicialmente, Raimi desejava ter o Abutre como vilão – antagonista que finalmente dá as caras no novo De Volta ao Lar. Já Arad, com a finalidade de agradar os fãs mais jovens do herói, não via a hora de encaixar Venon, inimigo popstar do Aranha, que de tanto sucesso ganhou seus spin off na forma de histórias em quadrinhos próprias.

Raimi declaradamente não é fã do personagem, e deixou isso bem claro quando precisou concretizá-lo, a contragosto, em seu filme. Sabe a síndrome de O Espetacular Homem-Aranha 2 citada acima, com muitos personagens, muitas subtramas, sem que todos ganhem a atenção devida, pois bem, não era novidade e pode-se dizer que começou aqui para o personagem. Se ao menos tivessem olhado para o companheiro da editora rival, e aprendido com os mesmos erros de Batman & Robin (1997).

Homem-Aranha 3 recai na mesma categoria, sobressaindo apenas no fato de que existem elementos satisfatórios a serem tirados da obra, como a conturbada relação entre Peter e Mary Jane, e todo o arco do vilão principal, o Homem Areia, papel do indicado ao Oscar Thomas Haden Church, assim como todas as possibilidades estéticas criadas com o personagem.  O desfecho deixava a porta aberta para uma conclusão que nunca viria. Ps. Quem pode esquecer o Peter Emo e sua dança da vergonha alheia.

Homem-Aranha: Tobey Maguire.
Diretor: Sam Raimi.
Vilões: Homem Areia, Venom, Duende Verde.
Elenco: Kirsten Dunst, James Franco, Thomas Haden Church, Topher Grace, Bryce Dallas Howard, Rosemary Harris, JK Simmons, James Cromwell.

Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017)

Agora a lista começa a ficar boa de verdade. Por mais que existam elementos interessantes a serem tirados dos três filmes acima, é indiscutível que eles não podem ser usados como exemplos de boas produções do gênero, ou tampouco de bons exemplares contendo o herói. Já o recente Homem-Aranha: De Volta ao Lar não sofre desse mal e inicia uma nova fase para o personagem nas telonas. O que os fãs queriam e pediam finalmente se realizou, e com uma parceria megalômana entre os estúdios da Sony e Disney/Marvel, o amigo da vizinhança finalmente pôde ser incluído no universo cinematográfico da editora, ao lado de companheiros de como o Homem de Ferro e o Capitão América.

Fora isso, o filme de Jon Watts ganha por mostrar algo diferente do já apresentado nos outros filmes, o que inclui inclusive a mudança de localidade da ação, de Manhattan para o Queens. Tom Holland exala carisma na pele do Peter Parker mais jovem até o momento e Michael Keaton, reinventado, dá peso ao vilão, como poucos no acervo do MCU. Existe também grande homenagem aos filmes adolescentes de colégio, inspirados pelo papa do gênero, John Hughes.

Com diversas atualizações para a geração atual, como um uniforme extremamente tecnológico, alunos de diversas etnias respeitando a tão sonhada representatividade e a inclusão do herói na era das mídias sociais, o novo Homem-Aranha é mais do que nunca sinal dos novos tempos. Apesar de todos esses acertos e elogios, nenhum filme do herói respeitou tanto o cânone do personagem quanto as primeiras posições da lista.

Homem-Aranha: Tom Holland.
Diretor: Jon Watts.
Vilões: Abutre, Shocker.
Elenco: Michael Keaton, Robert Downey Jr., Marisa Tomei, Jon Favreau, Gwyneth Paltrow, Zendaya, Laura Harrier.

Assista nossa crítica em vídeo (Com Spoilers) de Homem-Aranha: De Volta ao Lar

Homem-Aranha (2002)

Se O Espetacular Homem-Aranha e De Volta ao Lar são reflexos de seu tempo, modernizando o herói para o público de hoje, o primeiro filme do personagem no cinema veio no caminho oposto, quase voltando no tempo para a década de 1960, quando o personagem foi criado. Mesmo passado no tempo presente, no caso em 2002, o primeiro filme do Homem-Aranha, de Sam Raimi, é dono de uma enorme sensação nostálgica, como uma volta ao passado de sentimentos, comportamentos, relações humanas e tudo o que rodeia o protagonista.

É como se os anos 1960 fossem modernizados apenas em sua estética. Até na tecnologia o longa de Raimi não investe tanto. Fora isso, temos caracterizações assombrosas, soando como cópias carbono, de carne e osso, de suas contrapartes de papel, vide JK Simmons como JJ Jameson, e Rosemary Harris como a tia May. Willem Dafoe é outro que rouba a cena na pele de Norman Osborn, deixando orgulhoso outro Norman do cinema, o Bates, com sua caracterização mais intensa do que esperaríamos encontrar em um filme do gênero, ainda mais na época, ao retratar um personagem que sofre de personalidade dividida.

Embora existam algumas reclamações, mesmo que mínimas, como o tom cartunesco das cenas de ação e efeitos, temos que lembrar acima de tudo que Homem-Aranha (2002) foi o alicerce para o que temos hoje no gênero cinema de super-heróis e que sem ele, muitos veículos não existiriam.

Homem-Aranha: Tobey Maguire.
Diretor: Sam Saimi.
Vilão: Duende Verde.
Elenco: Willem Dafoe, Kirsten Dunst, James Franco, Cliff Robertson, Rosemary Harris, JK Simmons.

Homem-Aranha 2 (2004)

Com todas as qualidades e méritos que Homem-Aranha (2002) possui, Raimi foi além e superou sua primeira incursão num filme declaradamente de super-herói, e um muito famoso. A continuação orquestrada pelo cineasta entra para o hall dos filmes do gênero que sobressaíram seus predecessores. O que ocorre na maioria dos casos assim é que na primeira investida o diretor talentoso quer apenas satisfazer os executivos do estúdio, não dar mancada, e entregar um sucesso retumbante.

Feito tudo isso, geralmente os produtores lhe garantem mais autonomia na segunda investida, um orçamento mais largo, onde podem correr com a criatividade mais solta. Foi assim com Tim Burton em Batman – O Retorno (1992) e foi assim com Bryan Singer em X-Men 2 (2003). No roteiro, os conflitos do personagem aumentavam, já estabelecido como o herói justiceiro mascarado, ele precisava equilibrar sua dupla personalidade e sua dupla jornada, apresentando os dilemas que sempre fizeram do personagem, único. Contas atrasadas, trabalhos devidos na faculdade, problemas românticos, tia idosa.

Outro grande embate surgia com o melhor amigo Harry (James Franco), que acusava o herói de ter matado seu pai. Todo o drama envolvendo esta situação é de primeira. O vilão, interpretado de forma entusiasmada por Alfred Molina, igualmente possuía suas questões, se afastando ao máximo de caricaturas bidimensionais, geralmente encontradas em tais produções. Se formos pensar na diferença de tais antagonistas para os filmes com Andrew Garfield, dá vontade de chorar. Não é por menos que Homem-Aranha 2 é tido como uma das melhores adaptações de quadrinhos para o cinema de todos os tempos.

Homem-Aranha: Tobey Maguire.
Diretor: Sam Raimi.
Vilão: Dr. Octopus.
Elenco: Kirsten Dunst, James Franco, Alfred Molina, Rosemary Harris, JK Simmons, Dylan Baker.

Sequências de CLÁSSICOS dos Anos 80 que foram anunciadas e NUNCA aconteceram

Como todos sabem, os anos 80 (além de serem imbatíveis) serviram para cimentar o que conhecemos hoje como blockbuster. Então, se você está curtindo o MCU até o talo hoje, agradeça aos anos 1980. E como sabemos também, blockbuster chama sequência – afinal quem em sã consciência perderia a chance de duplicar seu dinheiro? Se a continuação tiver o mínimo de qualidade, a coisa fica até melhor. É claro também que dar continuidade a um filme no cinema não é mérito dos anos 80, com produções como Tubarão 2, O Exorcista 2, O Poderoso Chefão II e Rocky II datando, todos, da década anterior. As sequências, no entanto, já existem desde os primórdios do cinema, com The Fall of a Nation (1916), a continuação do controverso O Nascimento de uma Nação (1915), sendo considerada a primeira da história – e infelizmente um filme perdido, restando apenas alguns fotogramas.

Curiosamente, nenhum dos itens citados acima são filmes que necessariamente pediam uma continuação – ou seja, possuem começo, meio e fim bem definidos, e arcos de histórias fechadas. E essa é a melhor maneira de se continuar uma obra, do zero, delineando bem sua própria narrativa. É desta forma que muitos filmes seguem até hoje, com um desfecho que fecha a porta, que será reaberta dependendo de seu merecimento. Os anos 1980, porém, nos mostraram um outro lado da moeda – frisando o desespero de produtores em ligarem rapidamente uma produção na outra, a fim de criar uma franquia rentável.

Isso se deu pela popularização do cinema e o elo que foi criado com outras mídias e peças de marketing, como brinquedos, games e todo tipo de merchandising. Tubarão e Star Wars foram os dois responsáveis originais. Assim chegamos ao terceiro item e assunto da matéria: os filmes que instigam uma continuação em seu desfecho, mas que devido ao resultado negativo nas bilheterias, terminaram sem nunca as receber. Situação que igualmente segue ocorrendo até hoje. Portando, nesta matéria usaremos como exemplo somente filmes que prometeram, mas não cumpriram. Vamos conhecer.

A Coisa

Igualmente icônico por suas reprises no SBT (onde eu e muitos de minha geração tivemos o primeiro contato com o longa), este terror satírico que funciona muito como uma crítica ferrenha ao consumismo desenfreado, que na década de 1980 abriu novos níveis – e funciona tanto quanto (servindo de uma dobradinha recomendada) Despertar dos Mortos (1978), de George Romero. Escrito e dirigido por Larry Cohen, essa produção B de baixo orçamento não deve ser confundida com The Thing – O Enigma de Outro Mundo (1982), de John Carpenter, ou It (Uma Obra-Prima do Medo/A Coisa), de Stephen King, devido ao seu título por essas bandas tupiniquins.

Aqui, o título original é The Stuff, e a trama gira em torno de uma substância encontrada no gelo muito parecida com um sorvete/ iogurte. Devido ao sabor doce, sem qualquer averiguação mais aprofundada, uma mega empresa começa a comercializar a substância – cuja origem, muito provavelmente, é alienígena. Logo, o produto vira febre no nível dos maiores refrigerantes, sendo facilmente encontrado nos lares americanos. Ao mesmo tempo, coisas terríveis começam a ocorrer com os consumidores de tal alimento, que exibe uma qualidade altamente viciante – transformando e controlando a mente de todos os que se propõem a consumi-lo. O que por si só é uma grande analogia aos fast food, que de nutritivos ao nosso organismo não têm nada, muito pelo contrário, e mesmo assim não conseguimos abandona-los.

No meio disso, um menino é o único que se recusa a comer o “The Stuff”, a mais nova sensação, e sofre represália de sua família, já completamente tomada pela novidade. Apesar de ser parcialmente listado como comédia, A Coisa (1985) possui cenas pra lá de intensas – em especial a que envolve o personagem Chocolate Chip Charlie (Garrett Morris) e sua bocarra (o que trouxe pesadelos por muito tempo para este que vos fala ainda na infância). No final do longa, percebemos que “a coisa” continua sendo comercializada no mercado negro, demonstrando que o terror não chegou ao fim. O que deixou crianças de toda uma geração se perguntando sobre o que aconteceria dali para frente. Uma pergunta cuja resposta se encontra apenas em nossas mentes.

Os Aventureiros do Bairro Proibido

Para todos que cresceram nos anos 1980, este foi o filme que mais vontade tínhamos de ver continuar. O longa, que segundo reza a lenda serviu para inspirar o game Mortal Kombat, termina num cliffhanger de roer todas as unhas. Após a épica batalha no submundo da Pequena China entre as forças do bem e do mal, o bruxo vilão Lo Pan é derrotado, assim como seus asseclas, e o herói Jack Burton (imortalizado nas formas de Kurt Russell, em mais um de seus personagens icônicos na década de 80) igualmente abandona seus companheiros para seguir seu caminho sozinho – já notaram que isso era uma tendência dos protagonistas machões do cinema, que precisavam estar sempre solo.

E é aí que, quando achamos que o filme iria terminar numa boa para Jack – que contava sua história para os outros colegas caminhoneiros através do rádio -, uma das criaturas apenas vislumbradas durante a projeção, uma verdadeira fera bestial, surge na carroceria do caminhão do herói, dando um baita susto no espectador. Enquanto Jack segue alheio à presença do monstro, sabíamos que o protagonista se veria à frente do perigo novamente. Os Aventureiros do Bairro Proibido, ou Big Trouble in Little China no original, é claro, é um dos filmes cult dirigidos por John Carpenter, um favorito dos fãs da época. O longa teve uma produção problemática, e embora fosse tudo o que um garoto quisesse ver na época, sofreu em seu lançamento nos cinemas, não arrecadando sequer o valor de seu orçamento.

O filme viria a ser redescoberto nas locadoras, que na época andavam a toda – imagine um Netflix dos anos 1980. Assim, tudo o que diversos jovens amantes do bom e velho cinema de entretenimento queriam na época era ver uma nova aventura de Jack e sua turma, e saber o destino do herói. Coisa que a Fox e Carpenter nos devem até hoje. Em contrapartida, Dwayne Johnson provoca um projeto para ressuscitar a marca faz algum tempo, e embora se pensasse que o novo longa seria um reboot, novas sinopses apontam para uma possível sequência tardia – o que funcionaria muito melhor, seguindo a tendência atual. Neste contexto, Russell poderia retornar como um Burton envelhecido (ao lado do resto do elenco original) e The Rock forneceria o starpower atual para segurar o filme e garantir uma boa bilheteria a esta possível continuação. Quem dera John Carpenter estivesse envolvido.

Mestres do Universo

Engana-se quem pensa que garantir uma continuação já no filme original é coisa dos blockbusters atuais. É só voltar no tempo e perceber que os anos 1980 estão cheios de filmes assim. Um dos mais descarados foi esta primeira (e única) adaptação em live action para as telonas de um dos desenhos animados mais queridos pela garotada da época: He-Man. Só quem viveu no período para compreender o fenômeno pop que foram a linha de brinquedos e o cartoon. É claro que um filme com atores reais era exigido pelos obcecados entusiastas mirins – e ela demorou bastante para sair do papel. Dois anos depois do fim do programa animado para ser mais preciso.

Fora a falta de timing, outro forte elemento somou contra o filme: o fato da obra ser produzida por nenhuma outra senão a picareta Cannon Films – o estúdio mais cara de pau que Hollywood já viu, mas que não por menos fez a alegria da gurizada com seus filmes de ação baratos, estrelados por gente como Chuck Norris, Jean Claude Van Damme e Charles Bronson. Até mesmo Sylvester Stallone andou molhando seus pés na Cannon, não uma, mas duas vezes, com Cobra (1986) e Falcão – O Campeão dos Campeões (1987). E foi justamente este segundo filme, sobre quedas de braço, o responsável pela falência da companhia. Na verdade, um trio de filmes do qual Falcão fazia parte.

O ano de 1987 foi o mais ambicioso da Cannon e caso sua “trinca vencedora” tivesse dado certo, o estúdio poderia estar ativo até hoje. O problema é que os primos israelenses Menahem Golan e Yoram Globus eram mais ambiciosos do que de fato tinham condições de entregar, e assim decidiram filmar de forma simultânea as duas outras superproduções do ano: Mestres do Universo e Superman IV: Em Busca da Paz. E enquanto o quarto filme do Homem de Aço teve um orçamento reduzido de US$17 milhões, o filme do He-Man ganhou um pouco mais de grana com US$22 milhões. Mesmo assim, para o que os produtores idealizaram, a grana foi curta.

Assim, Mestres do Universo teve sua trama ambientada em grande parte na Terra – já que seria mais caro criar um mundo alienígena -, e personagens desconhecidos e menos complicados para segurar os custos. Resultado, terminou não agradando seu público-alvo. Ah sim, o desfecho. Após He-Man (Dolph Lundgren) derrotar o vilão Esqueleto (Frank Langella), jogando-o num poço do Castelo de Greyskull, o bruxo cadavérico retorna numa cena-pós crédito para anunciar que retornará – chupa, Marvel! É claro que isso nunca de fato ocorreria. No entanto, duas novidades sobre este universo totalmente 80’s chegam para os saudosistas. A primeira é a nova animação, produzida pela Netflix, a ser lançada ainda este ano. E a segunda, é um novo longa em live action que há anos está para sair do papel.

Conan – O Destruidor

O primeiro Conan (1982) foi o filme que colocou o nome do austríaco musculoso Arnold Schwarzenegger no mapa e o seu primeiro papel de protagonista no cinema. O sucesso do longa trouxe uma continuação dois anos depois, com um clima mais próximo das aventuras dos quadrinhos no qual é baseado. Para muitos, como este que vos fala, o segundo Conan foi o mais marcante (com direito a cenas assustadoras) na infância. O filme termina com a Princesa Jehnna (Olivia D’Abo) assumindo o trono e dando aos guerreiros aliados cargos em sua corte. Mas quando chega a hora do herói, ele recusa, ganha um beijo (D’Abo tinha apenas 14 anos, e Schwarzenegger já tinha 37) e parte para seu destino, sempre um lobo solitário.

Depois, junto com a narração, vemos Conan sentado em seu próprio trono, anos mais velho, enquanto o narrador profere: “Mas esta é uma outra história”. Essa história seria contada no encerramento da trilogia, Conan – O Conquistador, que seria lançado em 1987, com Arnold voltando ao papel. No entanto, o terceiro Conan caiu no inferno dos desenvolvimentos e terminou como produção abandonada. Antes disso, em 1985, o personagem quase retornou para o spin off Red Sonja (Guerreiros de Fogo), com uma heroína criada pelo mesmo autor de Conan. No entanto, devido a problemas com os direitos autorais, Conan e Red Sonja não puderam dividir as telas, fazendo com que Arnold interpretasse o genérico guerreiro Kalidor – embora todos no fundo saibam se tratar do herói (não sei como não nomearam o personagem de Konnan).

Bem, Guerreiros de Fogo trouxe Kalidor e o roteiro de Conan – O Conquistador foi reaproveitado pela Universal para se tornar Kull – O Conquistador (1997), protagonizado por Kevin Sorbo. Em 2011, a opção foi por um reboot da franquia, trazendo desta vez Jason Momoa como o personagem título, nesta reimaginação de Conan – O Bárbaro. Nem tudo está perdido, porém, já que desde 2014 o próprio Arnold vem afirmando que um terceiro filme, cujo título já mudou de A Lenda de Conan para Conan, o Rei, vai sair. Lembrando que o veterano se encontra atualmente no auge de seus 73 anos, e provavelmente precisará do apoio de personagens mais jovens o cercando para as cenas de ação.

A Bolha Assassina

Mais curiosidade à vista. A Bolha Assassina (1988) é na realidade o remake (superior, diga-se de passagem) do clássico de 1958 – que foi um dos primeiros trabalhos no cinema do lendário astro Steve McQueen. O longa gerou uma continuação tardia em 1972, intitulada Beware! The Blob. Essa sequência não fez o mesmo sucesso. Trinta anos depois do original e o diretor Chuck Russell, recém-saído do sucesso de A Hora do Pesadelo 3 (1987), marcou outro golaço com este que é um dos filmes do gênero mais lembrados e adorados dos 80’s. Uma verdadeira aula em efeitos práticos, o filme conta a história de um meteorito caindo em nosso planeta, trazendo consigo uma criatura extraterrestre viscosa, uma espécie de super parasita, que dissolve a carne humana ao entrar em contato com ela, se alimentando e cada vez ampliando seu tamanho.

O toque brilhante do roteiro, que se torna uma reviravolta em relação ao original, é descobrirmos que na verdade tal criatura foi criada aqui, na Terra, como um teste de arma química realizado pelo governo americano – uma p*ta crítica! O monstro se torna em pouco tempo o terror para uma pequena cidade, e neste remake ganhamos até mesmo replicada a icônica cena do ataque ao cinema. Tudo aqui é maior e melhor (os efeitos nem se fala), e a história ganha mais aprofundamento e novas tintas, assim como os personagens. Para termos uma ideia, a brincadeira inicial com o filme dos anos 1950, coloca o esportista ao lado da líder de torcida, algo saído da América do conto de fadas dos 50’s, somente para numa reviravolta eliminar o galã logo de início e deixar a mocinha com o bad boy motoqueiro, avesso às regras e totalmente anti-estabelecimento.

Kevin Dillon e Shawnee Smith formam uma boa dupla, e o filme não perdoa sequer as crianças, que igualmente se tornam vítimas da bolha. No desfecho, depois de congelada (seu ponto fraco), a criatura é aparentemente vencida. Mas algum tempo depois, na última cena, vemos o Reverendo Meeker (Del Close) num sermão enigmático, somente para depois percebermos que o sujeito, agora desfigurado pelo fogo, guardou num pote de vidro um pedaço da bolha, que começa a descongelar e a se mover – prometendo uma nova “limpeza”. Bem, esta sequência, infelizmente jamais viria. E os fãs do bom terror aguardam até hoje.

Noite dos Arrepios

É clichê, mas é real. Os anos 1980 foram uma época única, diferente de tudo o que veio antes ou depois – e para o cinema, acima de tudo, um período extremamente criativo, justamente por ser da mesma forma muito sem noção. Os ideais de politicamente correto não existiam, o que permitia aos idealizadores surfar num cadáver em chamas na estratosfera enquanto bebendo uma Coca-Cola, garantindo a plateia de vir à loucura. Junte a isso o fato de que foi a década onde os blockbusters foram cimentados e elevados a um novo patamar. Assim, se torna muito curioso perceber um filme que tenha todos os elementos para ganhar uma continuação, ou quem sabe até se tornar uma franquia, e que tenha terminado apenas com um único longa.

Sim, estes casos foram raros (como todos os citados na lista até agora) e sua explicação se dá por dois motivos: o primeiro é o fracasso retumbante do filme original, e o segundo é por razão de algum conflito interno na produção (brigas, direitos autorais, atores problemáticos, etc.). E esta obra recai mais no primeiro item, já que foi uma produção sem muita repercussão na época, descoberta como item cult nas locadoras e reprises na TV aberta. Pegando carona na originalidade dos 80’s, este terror é escrito e dirigido por Fred Dekker – grande nome da época tendo escrito A Casa do Espanto (1985) e dirigido Deu a Louca nos Monstros (1987).

Aqui, Dekker mistura tudo na trama, numa salada bem apetitosa. Temos maníacos fugidos de um hospício, serial killers, criaturas alienígenas, zumbis, vermes interplanetários, um detetive durão, amargurado e vingativo e, é claro, muito drama adolescente com dois amigos nerds, uma graciosa mocinha e os típicos valentões. Ou seja, um resumão do que foi os anos 1980. Como não amar? É preciso ver para crer. E o melhor, o final deixa uma porta escancarada para uma sequência, seja na versão que foi para os cinemas (com um último susto) com um cachorro ainda infectado, soltando um verme para cima da heroína Cynthia (Jill Whitlow), ou na edição original, com uma grande cena de efeitos especiais envolvendo a chegada na Terra de uma nave com extraterrestres procurando os vermes soltos no planeta. Os anos 1980 ficaram nos devendo Noite dos Arrepios 2.

‘MegaTubarão’ ganha trailer internacional com cenas inéditas; Assista

O trailer internacional de ‘MegaTubarão‘ foi divulgado, e o vídeo traz diversas cenas inéditas.

Confira:

MegaTubarão‘ ainda nem estreou nos cinemas, mas a possibilidade da produção ganhar uma sequência é genuína. No entanto, tudo depende do feeedback do público. A observação foi feita pelo astro Jason Statham, em uma entrevista a EW.

Na ocasião, ele foi bem direto, ao afirmar que qualquer estúdio quer fazer mais dinheiro e que o retorno da audiência nos cinemas é o que ditará a existência ou não de uma continuação.

Disse:

“Nos dias de hoje, isso funciona como em todas as demais áreas. Se faz dinheiro, existe obviamente um apetite para fazer ainda mais dinheiro. E se a produção não for bem, eles rapidamente varrem ela para debaixo do tapete. É assim que Hollywood funciona. Todo mundo tenta fazer um filme bom, mas no final das contas, está nas mãos da audiência. O público é quem realmente decide; Cabe a eles decidir se algo terá uma sequência ou não”.

A produção estreia no Brasil dia 9 de Agosto de 2018, um dia antes da estreia norte-americana.

O elenco conta com Jason StathamRuby RoseLi BingbingCliff Curtis e Page Kennedy.

Em ‘MegaTubarão‘, um submarino de águas profundas – parte de um programa internacional de observação subaquática – foi atacado por uma criatura gigantesca, que se pensava estar extinta. Agora, ele se encontra incapacitado no fundo da fossa mais profunda do Oceano Pacífico… com a tripulação presa dentro dele. Com o tempo se esgotando, o mergulhador especializado em resgates em águas profundas Jonas Taylor (Jason Statham) é recrutado por um visionário oceanógrafo chinês (Winston Chao), contra a vontade de sua filha Suyin (Li Bingbing), para salvar a tripulação – e o próprio oceano – desta ameaça incontrolável: um tubarão pré-histórico com mais de 20 metros de comprimento conhecido como Megalodon. O que ninguém poderia imaginar é que, anos antes, Taylor já havia encontrado esta mesma criatura aterrorizante. Agora, junto com Suyin, ele deve confrontar seus medos e arriscar sua própria vida para salvar todos os tripulantes… ficando frente a frente com o maior e mais poderoso predador de todos os tempos.

filme é dirigido por Jon Turteltaub e roteirizado James Vanderbilt (‘O Espetacular Homem-Aranha‘).

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‘Luta de Classes’: Suspense CRIMINAL com Denzel Washington ganha trailer DUBLADO; Confira!

A Apple TV+ divulgou o trailer nacional de ‘Luta de Classes‘ (Highest 2 Lowest), suspense criminal estrelado pelo vencedor do Oscar Denzel Washington.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

O longa será lançado no serviço de streaming no dia 5 de setembro.

O filme é dirigido por Spike Lee, com roteiro assinado por Alan Fox e inspirado no clássico ‘Céu e Inferno’, de Akira Kurosawa.

Quando um magnata da música (Washington), amplamente conhecido por ter os “melhores ouvidos do ramo”, é alvo de um plano de resgate, ele se vê preso em um dilema moral de vida ou morte.

Ilfenesh HaderaJeffrey WrightIce SpiceASAP RockyDean WintersJohn Douglas Thompson completam o elenco.

Novo roubo ambicioso no trailer de ‘Berlim e a Dama com Arminho’, spin-off de ‘La Casa de Papel’

A Netflix divulgou o trailer completo de ‘Berlim e a Dama com Arminho‘, série derivada do sucesso ‘La Casa de Papel‘.

Com lançamento programado para no dia 15 de maio, a nova fase continuará focada no personagem-título Berlim, interpretado por Pedro Alonso.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A série foi criada por Alex Pina.

Neste novo capítulo da saga, Berlim (Alonso) e seu bando se reúnem para roubar uma famosa pintura de Leonardo Da Vinci em uma cidade extraordinária, Sevilha.

O elenco ainda conta com o retorno de Michelle Jenner (Keila), Tristán Ulloa (Damián), Begoña Vargas (Cameron), Julio Peña Fernández (Roi) e Joel Sánchez (Bruce).  Inma Cuesta faz sua estreia no universo com a próxima temporada.

’24-7′: Eva Longoria e Kerry Washington vão estrelar comédia

Eva Longoria e Kerry Washington contracenarão juntas na nova comédia que se passa no ambiente de trabalho, intitulada ‘24-7’.

O projeto é fruto de uma longa gestação, que começou com uma ideia concebida por Sara Rothschild. No entanto, com os detalhes da trama ainda em sigilo, pouco se sabe sobre o roteiro ou se o material de origem será aproveitado em sua totalidade ou parcialmente.

Ainda sem diretor, ‘24-7’ será produzido por ambas as atrizes.

‘Missão Impossível: Efeito Fallout’: Tom Cruise celebra o fim das filmagens; Confira as fotos!

As filmagens de ‘Missão Impossível: Efeito Fallout‘ se encerrarem recentemente e para celebrar o marco, o astro Tom Cruise publicou duas novas fotos em sua conta oficial do Instagram.

Confira:

Thank you to the amazing cast, crew and people of Abu Dhabi. That’s a wrap. #MissionImpossibleFallout

Uma publicação compartilhada por Tom Cruise (@tomcruise) em


 

Em ‘Missão Impossível: Efeito Fallout‘, Ethan Hunt (Tom Cruise) e sua equipe do IMF (Alec Baldwin, Simon Pegg, Ving Rhames), na companhia de aliados conhecidos (Rebecca Ferguson, Michelle Monaghan), estão em uma corrida contra o tempo depois que uma missão dá errado.

O elenco conta com Tom Cruise, Rebecca Ferguson, Simon Pegg e Alec Baldwin, ao lado das novidades Henry Cavill, Vanessa Kirby e Frederick Schmidt. Ainda não há detalhes sobre a trama.

O filme tem estreia agendada para 26 de julho de 2018.

‘Deixe A Neve Cair’: Kiernan Shipka, Isabela Moner e mais vão estrelar filme da Netflix

Mais um livro do autor John Green será adaptado para filme. Desta vez, a comédia romântica natalina ‘Deixe a Neve Cair‘ ganhará uma versão cinematográfica, sob a produção da Netflix. 

O projeto também está ganhando forma e parte de seu elenco de protagonistas já foi anunciado. A produção será estrelada por Kiernan Shipka, Shameik Moore, Isabela Moner, Jacob Batalon, Odeya RushMiles Robbins, Mitchell Hope, Liv Hewson, Anna Akana e Joan Cusack.

Luke Snellin (‘Wanderlust‘) é quem vai assumir a direção do projeto. Ele já estava acordado para conduzir o filme desde 2016, quando a adaptação ainda estava sob o domínio da Universal.

A primeira versão do roteiro foi assinada por Kay Cannon (trilogia ‘A Escolha Perfeita‘), mas foi revisado por Scott Neustadter e Michael Weber, a mesma dupla responsável pelas outras adaptações de John Green, ‘A Culpa é das Estrelas‘ e ‘Cidades de Papel.

Além de John Green, a obra ‘Deixe a Neve Cair‘ foi escrita por Lauren Myracle e Maureen Johnson.

Entrevista | ‘Dois Irmãos’ é uma épica aventura da Pixar sobre amor, família e luto; Assista!

A nova animação da Pixar, ‘Dois Irmãos‘, já está em exibição nos cinemas e a nossa jornalista Rafa Gomes teve a oportunidade de entrevistar o diretor Dan Scanlon, responsável pela produção.

Durante o bate papo, ele conta tudo sobre o filme e sobre como a animação trata temas tão sérios, como luto, amor e família.

Confira:

A produção recebeu uma nota A- da audiência e conquistou os críticos, com 86% de aprovação no Rotten Tomatoes. Isso deve ajudar a animação a manter uma boa estabilidade nas próximas semanas.

O longa tem direção de Dan Scanlon e produção de Kori Rae, equipe responsável por ‘Universidade Monstros‘.

Num mundo encantado habitado por diversas criaturas mágicas como fadas, trolls e unicórnios, dois irmãos elfos tentam através da magia viver um último dia com o pai, falecido quando eram pequenos.

O elenco de vozes conta com Chris Pratt (‘Guardiões da Galáxia’), Tom Holland (‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’), Julia Louis-Dreyfus (‘Veep’) e Octavia Spencer (‘A Forma da Água’).

Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica‘ já está em exibição nos cinemas.