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‘Elite’: Saiba quais personagens podem deixar a série após a 4ª temporada

O texto abaixo contém SPOILERS!

Antes da estreia da 4ª temporada de ‘Elite’, os fãs tiveram a péssima surpresa de que Danna Paola, Jorge López e Álvaro Rico não iriam retornar como Lu, Valerio e Polo.

E parece que o próximo ciclo da série espanhola também terá terá algumas perdas significativas.

No início do ano, Omar Ayuso e Itzan Escamilla, intérpretes de Omar e Samuel, confirmaram ao Hola que estavam de saída.

Na ocasião, Escamilla disse que:

“Faz tempo que tenho vontade de terminar a história de Samuel, mas sei que vou sentir saudades desse projeto, das pessoas que conheci e das experiências que vivi. Participar de ‘Elite’ é como ir à escola: você vai, se relaciona e depois sente falta, mesmo que queira fazer outras coisas.”

Em poucas palavras, Ayuso simplesmente disse que:

“Tudo chega ao fim, não seria diferente com Omar.”

Além disso, o Pop Buzz revelou que Arón Piper e Miguel Bernardeau podem acabar deixando a produção devido ao desfecho de seus personagens, Ander e Guzmán, respectivamente.

Como os fãs sabem, Ander e Omar terminam seu relacionamento, e Guzmán acaba sendo responsável pelo assassinato Armando (Andrés Valencoso).

Por conta disso, Ander e Guzmán decidem viajar juntos para um acampamento… Deixando seu retorno em aberto ou marcando sua despedida de forma menos dramática.

Lembrando que a série está se encaminhando para algo totalmente e não vai demorar muito até que a trama se desvincule do que já foi feito até agora.

Com a introdução de novos astros, como Manu Rios, Carla Díaz, Martina Cariddi, Pol Granch e Diego Martin, tudo indica que a atração terá outro rumo a partir da 5ª temporada.

Dessa forma, as intrigas nos corredores e salas do colégio Las Encinas prometem se concentrar nessa nova leva de alunos, gradualmente.

Enquanto aguardamos pelas novidades, assista ao trailer da 4ª temporada:

Confira nossa crítica da temporada anterior:

Crítica | Liniker faz estreia espetacular como atriz no poderoso drama ‘Manhãs de Setembro’

Liniker é um dos principais nomes da música brasileira contemporânea e carrega uma representatividade imprescindível no cenário mainstream, sobretudo por abrir portas para a comunidade trans. Dona de músicas de cunho espetacular, a artista participou do elogiado documentário ‘Bixa Travesty’ em 2018, mas não foi até este ano que fez sua estreia como atriz no drama Manhãs de Setembro, da Amazon Prime Video.

Em entrevista ao CinePOP, Liniker havia comentado que começou sua carreira no teatro, migrando para a música e encontrando tal plataforma como meio de trazer mensagens de empoderamento aos LGBTQIA+, como é o caso de “Boca”, de “Goela” e do recente “Baby 95”, facilmente uma das melhores canções de 2021. Demonstrando sua versatilidade, a cantora e compositora foi contratada para estrelar a série supracitada e, como era de se esperar, fez um brilhante début numa produção que tem a cara do Brasil, mergulhando em temáticas de extrema necessidade para discussão na atualidade. Aqui, ela dá vida a Cassandra, uma mulher trans apaixonada pela música que se apresenta de vez em quando em um clube paulistano e que luta para viver um dia de cada vez – até que um relacionamento do passado ameaça destruir tudo o que conquistou.

A princípio, Manhãs de Setembro parece seguir os passos de qualquer construção hollywoodiana que possamos pensar: Cassandra enfrenta o retorno de uma ex-namorada chamada Leide (encarnada pela sempre incrível Karine Teles), que aparece na porta de sua casa com um jovem menino que diz ser seu filho. A presença impactante dos dois personagens no cotidiano da protagonista é o que abala o mundo que demorou décadas para conquistar, ainda mais levando em conta que foi abandonada pela mãe e teve de se virar sozinha, encontrando em Vanusa um modelo de mulher que gostaria de seguir. É claro que, considerando a profunda personalidade de Cassandra, a busca pela independência é marcada tanto em sutilezas quanto obviedades (que não mancham a sólida estrutura arquitetada pelo diretor Luis Pinheiro e por sua competente equipe criativa, mas fornecem uma explicitação do que é a pura verdade).

Ao longo de breves cinco episódios, Teles consegue mostrar uma visão bem clara do que pretende. De um lado, temos a luta de uma anti-heroína tão densa quanto qualquer um de nós, recusando-se a aceitar que eventos externos ditem o que pode ou não fazer; de outro, Leide se vê num beco sem saída que a leva a contatar Cassandra em tempos de desespero, visto que está desempregada e é obrigada a morar num carro com o filho, despontando em diversos trabalhos para se manter viva. No topo de um desequilibrado castelo de cartas, há a ambientação pungente da selva de pedra de São Paulo, em que a contínua explosividade se ergue em um processo de opressão expressivo e que tangencia o dêitico.

De certo modo, a carga dramática é centralizada na conturbada dinâmica entre duas mulheres diferentes que se unem por um tempo já esquecido, mas que conseguiu calcar um caminho que intercruzasse num futuro distante; e, enquanto é redundante falar da interpretação aplaudível de Teles, Liniker rouba a cena em uma rendição invejável que dá início a uma nova faceta de sua carreira: Cassandra reúne as minorias em um tour-de-force que oscila da independência sistemático ao conflito interno; sendo uma mulher negra, pobre e trans, ela encontrou seu lugar em meio a amigos próximos – como é o caso do casal gay formado por Paulo Miklos e Gero Camilo – e insurgiu como uma força imensurável em meio a tantas adversidades. É por esse motivo que a conquista de uma quitinete ou a possibilidade de cantar em um clube é motivo de alegria e de que as coisas seguem um caminho de “otimismo realista”.

Nada é jogado em profusão. Pinheiro investe em um processo de desconstrução da própria cidade, cujo organismo ativo bombardeia em cada indivíduo que aparece em cena. Em outras palavras, à medida que o diretor realiza um movimento de expansão e contração, apresentando momentos opostos (como o interior aconchegante e “paradisíaco” do apartamento de Cassandra e do lugar onde performa, por exemplo, em contraposição ao aviltamento urbano das ruas que cruza todos os dias), ele transforma a atmosfera em uma brutal tradução artística da glamourização da pobreza feita pela própria mídia, que transforma pessoas em situação de abandono social e falta de prospecto em enredos de superação. São tais críticas que aumentam a densidade exponencial da produção e que criam laços com qualquer um que se queira assistir aos episódios.

Manhãs de Setembro se prova como uma das melhores e mais essenciais séries do ano. Deliciosamente guiada pela interpretação emocionante e pela química envolvente de Liniker e Karine Teles, a obra é uma análise antropológica e poética da vida de tantas Cassandras e Leides que andam pelas ruas brasileiras e que merecem ter suas histórias contadas.

Steven Spielberg fecha parceria milionária com a Netflix, após anos criticando a plataforma

Mais um aclamado cineasta de Hollywood entrou para o hall de colaboradores criativos da Netflix. O vencedor do Oscar Steven Spielberg fechou uma parceria milionária com a gigante do streaming, para a produção de “vários filmes por ano”.

Por meio de um comunicado oficial, o criador da produtora Amblin Entertainment comemorou a nova união de forças, salientando o seu entusiasmo para contar novas histórias com o serviço de assinatura:

“Na Amblin, contar histórias estará para sempre no centro de tudo o que fazemos e desde o minuto em que Ted [Sarandos] e eu começamos a discutir uma parceria, ficou claro que tínhamos uma oportunidade incrível de contar novas histórias juntos e alcançar o público de diferentes maneiras. Esta nova jornada para nossos filmes, junto com as histórias que continuamos a contar com nossa família de longa data na Universal e nossos outros parceiros, será incrivelmente gratificante para mim pessoalmente, já que embarcaremos nela junto com Ted. E mal posso esperar para começar a trabalhar com ele, Scott e toda a equipe da Netflix“.

O CEO do streaming, Ted Sarandos, também comemorou a nova parceria – cujo valor não fora oficialmente revelado -, pontuando o quanto sua criação fora influenciada pelos icônicos longas de Spielberg:

“Steven é um visionário e criativo líder e, como tantos outros ao redor do mundo, meu crescimento foi moldado por seus personagens e histórias memoráveis ​​que têm durado por tantos anos e segue inspirando e despertando tantas pessoas. Mal podemos esperar para começar a trabalhar com a equipe da Amblin e estamos honrados e emocionados por fazer parte deste capítulo da história cinematográfica de Steven“.

Críticas à Netflix

Em março de 2018, Spielberg fez duras críticas aos serviços de streaming, afirmando que eles representavam “um perigo claro e presente” para o cinema, ao afastar os espectadores das telonas.

Na ocasião, ele ainda acrescentou que os filmes lançados na Netflix ou na Amazon Prime eram filmes de TV que mereciam ser considerados para o Emmy e não para o Oscar. Um ano depois, após ‘Roma‘, de Alfonso Cuarón (um lançamento da Netflix), ganhar o prêmio de Melhor Diretor e mais duas estatuetas do Oscar, Spielberg levou sua desaprovação diretamente ao Conselho de Governadores da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas.

Seu argumento parece não ter se sustentado, considerando quantos filmes realizados por serviços de streaming ganharam indicações ao Oscar este ano.

 

‘A Misteriosa Sociedade Benedict’: Nova série do Disney+ ganha belíssimos cartazes individuais; Confira!

O Disney+ divulgou belíssimos cartazes individuais de ‘A Misteriosa Sociedade Benedict’, série de aventura que tem estreia marcada para o dia 25 de junho.

Confira:

Tony Hale estrela a produção. Kristen SchaalRyan Hurst, MaameYaa BoafoGia SandhuEmmy DeOliveiraSeth CarrMarta TimofeevaMystic Inscho completam o elenco.

A adaptação, baseada nos romances de Trenton Lee Stewart, gira em torno de um grupo de quatro órfãos precoces e habilidosos que fundam uma sociedade secreta intitulada Mr. Benedict, em homenagem ao excêntrico, rico e bondoso benfeitor que une as crianças e as manda em uma missão no infame colégio interno conhecido como O Instituto.

Hale vive Benedict e o seu irmão gêmeo do mal, Mr. Curtain.

Matt ManfrediPhil Hay entram como roteiristas, enquanto Todd SlavkinDarren Swimmer serão os showrunners.

‘Velozes e Furiosos 10’: Vin Diesel confirma retorno de Cardi B à sequência

Velozes e Furiosos 9’ chega aos cinemas nacionais nesta quinta-feira (24), mas o astro Vin Diesel já está compartilhando os planos da franquia para a próxima sequência.

E durante a premiere mundial do novo longa, o intérprete de Dom revelou que a popular rapper Cardi B já tem seu retorno confirmado para o 10º filme da franquia.

Em uma entrevista ao Entertainment Tonight, Diesel compartilhou o seu entusiasmo com a narrativa da personagem Leysa:

“Estamos muito empolgados para evoluir sua personagem e expandi-la até o seu final. Ela chegou na hora certa. Ela chegou em Velozes 9 na hora ceta”.

Lembrando que ‘Velozes e Furiosos 9‘ já arrecadou quase US$ 300 milhões no mercado internacional.

O novo capítulo da franquia estreou em 13 novos mercados no último fim de semana e acrescentou US$ 19 milhões ao seu montante, elevando sua bilheteria internacional a impressionantes US$ 292 milhões.

Confira as primeiras críticas do filme:

“Aqueles que já estão imersos na tradição da franquia irão apreciar o cuidado de ‘Velozes e Furiosos 9’ com os personagens secundários – incluindo alguns cujo retorno à narrativa certamente trará aplausos em cinemas lotados. Mas parte desse fan service acaba parecendo forçado. De qualquer forma, o filme nos dá a impressão de que a franquia já perdeu sua criatividade e singularidade.” – Screen Daily.

“Como no último filme de Lin, o decepcionante ‘Star Trek: Sem Fronteiras‘, o diretor adota uma abordagem de quantidade em no lugar da qualidade, tem mais ação, mais subtramas e muitos personagens na mistura. Mais do que qualquer filme precisa. Ainda assim, o ‘Velozes e Furiosos 9‘ deixa uma sensação de que faltou algo. A estratégia maximalista não dá espaço para que a trama desenvolva a relação entre Dom e seu irmão.” – The Hollywood Reporter.

“Às vezes, quando você menos espera, uma franquia de sucesso se transforma essencialmente em algo diferente. Com o tempo, ‘Missão Impossível‘ se tornou parecida com ‘007‘, e ‘Velozes e Furiosos‘ se tornou ‘Missão Impossível‘. Mas Velozes e Furiosos 9‘ não é construído em torno de uma missão emocionante. É construído em torno de Vin Diesel e John Cena vivenciando a angústia sobre o passado dos irmãos Toretto. O enredo da família ‘funciona’ (mesmo que você esteja ciente de como o personagem de Cena é mal escrito), mas não é suficente para sustentar o filme; é mais como uma desculpa. A verdade é esta franquia não precisava de mais ‘emoção’. – Variety.

“Este é, de longe, o maior, mais selvagem e desafiador da franquia Velozes e Furiosos‘ (uma cena no final com certeza vai fazer você ficar de boca aberta com a estúpida audácia de alguns personagens), a direção de [Justin] Lin e o roteiro de Daniel Casey é capaz de alavancar a ação a níveis ridiculamente satisfatórios e tudo isso é compensado quando nos profundamos no personagem de Dom, em um nível mais pessoal do que a franquia jamais conseguiu antes.” – IndieWire

“Para o público que deseja retornar aos cinemas em 2021 com um espetáculo grande, barulhento e empolgante, ‘Velozes e Furiosos 9‘ faz os carros andarem rápido, pularem alto e geralmente fazerem o impossível. É extremamente fantasioso, sim, mas também é ridiculamente estimulante se você precisar de um passatempo.” – The Wrap.

Assista ao trailer em versão dublada e legendada:

Dominic Toretto (Vin Diesel) sempre viveu a toda velocidade. Após a perda do melhor amigo e a descoberta do filho, ele reduziu o ritmo de vida, ao lado de Letty (Michelle Rodriguez). Mas não é fácil viver o presente quando o passado acelera em sua direção. E é o que acontece quando Dom reencontra seu irmão Jacob Toretto (John Cena), que é estimulado por Cypher (Charlize Theron) e Magdalene Shaw (Helen Mirren) a executar um plano de vingança. É hora de Dom reunir a irmã Mia (Jordana Brewster) e a família de fiéis amigos, como Roman (Tyrese Gibson), Tej (Ludacris) e Han (Sung Kang).

Dirigido por Justin Lin, o filme também conta com Finn Cole, Anna Sawai, Vinnie Bennett e Michael Rooker.

‘A Sacada’: Suspense com Nicolas Cage e Elijah Wood será REMOVIDO da Netflix; Saiba quando!

A Sacada‘, thriller estrelado por Nicolas Cage e Elijah Wood, será removido da Netflix. A produção deixa a grade de programação do streaming na próxima quarta-feira, 30 de junho.

A trama acompanha dois policiais comuns, Waters e Stone, que trabalham na sala de evidências do departamento de polícia de Las Vegas. Quando Stone descobre evidência de uma grande quantia de dinheiro ligada a uma apreensão de drogas, ele e seu colega policial iniciam um plano para encontrar a fonte do dinheiro.

Confira o trailer:

Alex Brewer e Benjamin Brewer são responsáveis pela direção.

‘Superman & Lois’: Clark faz uma descoberta inesperada nas imagens oficiais do episódio 01×11; Confira!

A CW divulgou as imagens oficiais de “A Brief Reminiscence In-Between Cataclysmic Events”, décimo primeiro episódio da temporada de estreia de Superman & Lois’.

Na trama, “Clark faz uma descoberta desconcertante sobre Morgan Edge”.

O episódio vai ao ar hoje, 22 de junho.
Confira, junto à promo:

Criada por Greg BerlantiTodd Helbing, a série faz parte do Arrowverse, que atualmente inclui ‘The Flash‘, ‘Supergirl‘, ‘Legends of Tomorrow‘, ‘Raio Negro‘ e ‘Batwoman‘.

Anos após enfrentarem vilões megalomaníacos, monstros caóticos em Metrópolis e invasores alienígenas que desejavam varrer a raça humana da face da Terra, o super-herói mais famoso do mundo, o Homem de Aço (também conhecido como Clark Kent), e a jornalista mais famosa dos quadrinhos, Lois Lane, enfrentam um dos maiores desafios de todos os tempos: lidar com o estresse, as pressões e as complexidades que surgem em ser pai nos dias de hoje.

Além desse complicado trabalho de criar dois meninos, Clark e Lois também se preocupam com o fato dos filhos Jonathan e Jordan poderem herdar os superpoderes kriptonianos do pai à medida que crescem. Retornando a Smallville para resolver algumas situações, o casal também se reencontra com Lana Lang, antiga namorada de Clark, e seu marido Kyle Cushing. Os adultos não são os únicos a cruzarem com antigas amizades, visto que os jovens membros da família Kent se reencontram com a filha rebelde de Lana e Kyle, Sarah.

Claro, nunca há um momento de paz na vida de um super-herói, especialmente com o pai de Lois, o General Samuel Lane, procurando por Superman para banir um vilão ou salvar o dia a qualqer momento. Enquanto isso, o retorno do casal para a idílica Smallville é acompanhado da aparição tanto de um estranho misterioso quanto de um magnata apaixonado chamado Morgan Edge.

Tyler Hoechlin (‘Teen Wolf’) e Elizabeth Tulloch (‘Grimm’) estrelam. O elenco ainda conta com Emmanuelle ChriquiInde NavarretteErik ValdezJordan ElsassAlexander GarfinDylan Walsh.

 

‘Batwoman’: Último episódio da 2ª temporada ganha promo oficial; Confira!

The CW divulgou a promo oficial de “Power”, 18º e último episódio da segunda temporada de Batwoman.

Na trama, “Ryan Wilder questiona seu lugar como a heroína da cidade à medida que ela, Luke Fox, Mary Hamilton e Sophie Moore unem forças quando Máscara Negra instaura o caos nas ruas de Gotham. Enquanto isso, as tentativas de Alice em resgatar a irmã a levam para um encontro com Circe. Em um épico confronto, alianças inesperadas e transformações irão mudar Gotham como a conhecemos”.

O capítulo vai ao ar no dia 27 de junho.

Confira:

No novo ano, Javicia Leslie dá vida a Ryan Wilder, uma mulher de 20 e poucos anos que está prestes a se tornar a Batwoman.

A personagem é descrita como “simpática, brincalhona e indomável. Ela não é nada como a Kate Kane, a mulher que usava o traje anteriormente. Sem alguém especial em sua vida, Ryan passou anos usando drogas, mascarando sua dor com hábitos ruins. Uma garota que roubaria leite de um gato de rua também é capaz de matar com suas próprias mãos, Ryan é o tipo mais perigoso de lutadora: altamente treinada e indisciplinada. Lésbica assumida. Atlética. E definitivamente não é o seu estereótipo de heroína”.

No Brasil, a série é exibida pela Warner Channel.

O elenco também conta com Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Camrus Johnson, Rachel Skarsten, Nicole Kang eGabriel Mann.

‘Legends of Tomorrow’: Sara retorna à equipe na promo oficial do episódio 06×08; Confira!

A CW divulgou a promo oficial do 8º episódio da 6ª temporada de ‘Legends of Tomorrow‘, que vai ao ar em 27 de junho.

Intitulado ‘Stressed Western‘, o episódio mostra o retorno de Sara (Caity Lotz) ao time e marca a mid-season da atração, com direção de David Ramsey (‘Arrow’).

Confira, junto à sinopse:

Com todos finalmente juntos novamente, as Lendas se pegam procurando por Nate (Nick Zano) para manter tudo calmo enquanto estão no Velho Oeste em uma missão para encontrar um alienígena. Depois de tentar manter as coisas normais, Sara revela seu segredo para Ava (Jes Macallan) e para a equipe, deixando todos chocados. Constantine (Matt Ryan) olha para Gary (Adam Tsekham), que pode ter respostas para ajudá-lo em seu problema. Spooner (Lisseth Chavez) e Astra (Olivia Swann) são forçadas a trabalharem juntas, apesar de suas personalidades conflitantes, o que as ajuda a aprimorar seus poderes. Enquanto isso, Zari (Tala Ashe) tem um interesse incomum pela vida pessoal de Behrad (Shayan Sobhian).

Keto Shimizu é o atual showrunner da série.

Quando heróis sozinhos não são o suficiente… o mundo precisa de lendas. Já tendo visto o futuro, um deles irá desesperadamente tentar impedi-lo de acontecer. Rip Hunter (Arthur Darvill), o viajante do tempo, recebe a tarefa de reunir um disforme grupo de heróis e vilões para confrontar uma ameaça difícil de parar; uma que não ameaça somente a integridade do planeta, mas do próprio tempo como uma entidade. Será que este improvável time é capaz de combater uma ameaça imortal, diferente de tudo que eles conhecem?

O elenco conta com Caity Lotz, Tala Ashe, Jes Macallan, Olivia Swann, Nick Zano, Dominic Purcell, Matt Ryan, Shayan Sobhian, Adam Tsekhman e Lisseth Chavez.

‘Shazam! 2’: Helen Mirren surge como a vilã Hespera nas novas imagens de bastidores da sequência

Através do Twitter, a página @AjepArts divulgou duas novas imagens de bastidores do aguardado Shazam! 2: Fúria dos Deuses’.

As fotos trazem a lendária atriz Helen Mirren em seu figurino como Hespera, filha de Atlas e uma das antagonistas da sequência.

Confira:

Lembrando que a estreia do longa está marcada para 04 de Novembro de 2022 nos cinemas norte-americanos.

Em entrevista à Backstory Magazine, o diretor David F. Sandberg revelou que Billy Batson (Asher Angel) e seu alter ego devem enfrentar o Senhor Cérebro (Mister Mind, na versão original) na sequência.

“Parece que poderíamos fazer mais com a família Shazam. Apresentamos eles no primeiro filme, mas queremos explorar como eles funcionam como uma família de heróis. E nós fizemos uma pequena cena com o Senhor Cérebro, e queremos seguir por esse caminho. Ou poderemos introduzir outro vilão. Há muitos para escolher no mundo de Shazam.”, afirmou.

O Senhor Cérebro é uma espécie de larva alienígena vinda do Planeta Vênus, escolhido no seu planeta para se infiltrar na Terra.

Zachary Levi retorna como o personagem titular. Asher AngelAdam BrodyRachel Zegler e Lucy Liu completam o elenco.

Henry Gayden também volta como roteirista. Peter Safran entra como produtor.

O filme original foi aclamado pelos críticos (alcançando 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes), além de ter faturado mais de 365 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.

‘O Exterminador do Futuro’: Roteiro da série animada da Netflix já está pronto; Confira!

Em seu perfil do Twitter, o roteirista Mattson Tomlin (‘The Batman’) divulgou a capa do roteiro da vindoura série animada baseada na franquia ‘O Exterminador do Futuro’.

Fruto de uma parceria entre a Netflix e a Skydance, a atração também trará Tomlin como produtor executivo e showrunner.

Na legenda da publicação, ele disse que o projeto será:

“Insano.”

Confira:

Através de um comunicado, o cineasta comemorou a parceria.

“Qualquer um que conheça minha escrita sabe que acredito em grandes oscilações emocionais. Estou honrado que a Netflix e a Skydance me deram a oportunidade de abordar a franquia ‘O Exterminador do Futuro‘ de uma forma que vai quebrar padrões, subverter expectativas e arriscar um novo ponto de vista.”

Considerando a declaração, é possível que a animação tenha um toque mais dramático em vez da ação desenfreada dos filmes.

Infelizmente, detalhes sobre a trama ainda permanece em segredo, mas o interessante é que há infinitas possibilidades a serem exploradas na atração.

Como o projeto está nos estágios iniciais, ainda não há previsão de estreia.

Lembrando que a franquia ganhou três sequências mal sucedidas depois de ‘A Ascensão das Máquinas‘ (2003).

Intituladas ‘A Salvação‘ (2009), ‘Gênesis‘ (2015), e ‘Destino Sombrio‘ (2019), cada uma dessas sequências seria o início de uma nova trilogia, mas as ideias foram descartadas por conta das péssimas avaliações e fracassos nas bilheterias.

Anteriormente, o roteirista Patrick Lussier revelou em entrevista ao The Production Meeting Podcast que a sequência de ‘Gênesis‘ mostraria a origem da Skynet e a história iria se afastar dos originais.

Laeta Kalogridis e eu escrevemos dois rascunhos para uma continuação direta e tínhamos um esboço para o terceiro. O último filme iria responder as perguntas que ficaram em aberto em ‘Gênesis‘. Pretendíamos conectar todas as pontas soltas e encerrar a franquia. Iríamos percorrer outro caminho. Seriam introduzidos novos personagens, que iriam explorar mais sobre o futuro, a origem da Skynet e tentar desvendar o ciclo da viagem no tempo. Esse seria o nosso foco… Iríamos deixar os eventos de ‘O Julgamento Final’ no passado para criarmos uma nova identidade para os filmes. Quem sabe a ideia não vire uma história em quadrinhos.”

E aí, você acha que seria uma boa ideia?

Dirigido por Alan Taylor, ‘O Exterminador do Futuro: Gênesis‘ arrecadou US$ 440,6 milhões pelo mundo a partir de um orçamento de US$ 155 milhões. 

No Rotten Tomatoes, a sequência teve míseros 27% de aprovação da crítica especializada.

O elenco conta com Arnold Schwarzenegger, Emilia Clarke, Jason Clarke, Jai Courtney, Dayo Okeniyi, Byung-hun Lee, J. K. Simmons, e Matt Smith.

Years & Years lança nova versão de “The Edge of Glory” para o 10º aniversário do álbum ‘Born This Way’

O trio inglês Years & Years, composta pelo famoso tecladista e vocalista Olly Alexander, lançou hoje (22) a versão reimaginada da aclamada canção “The Edge of Glory”, de Lady Gaga, para a comemoração de dez anos do álbum Born This Way.

A faixa faz parte de uma série de regravações para celebrar as bodas de uma das maiores produções da história da música.

Confira:

Composta por seis faixas, o álbum de remixes já conta também com Orville Peck, que apresentou uma nova versão de Born This Way (The Country Road Version)”, Big Freedia, que regravou “Judas”, e Kylie Minogue, que emprestou sua voz para “Marry the Night”.

As outras canções que farão parte do especial são “Highway Unicorn (Road to Love)” “Yoü and I” com artistas ainda a serem anunciados.

Born This Way The Tenth Anniversary’ tem lançamento marcado para o dia 25 de junho (uma semana depois do anteriormente confirmado).

‘Kingdom’: Episódio especial da série de zumbis ganha novo teaser oficial; Confira!

A Netflix divulgou o novo teaser trailer oficial do episódio especial de ‘Kingdom‘, série sul-coreana de terror sobre zumbis.

Confira:

Intitulado ‘Kingdom: Ashin of the North‘, o especial irá mostrar a origem da infecção e estreia no dia 23 de julho.

A série é dirigida por Kim Seung-hun, um dos diretores mais importantes da Coreia do Sul, em parceria com a roteirista prestigiada Kim Eun-hee.

Em um reino assolado pela corrupção e pela fome, uma misteriosa doença se espalha, transformando as pessoas infectadas em monstros. Acusado de traição e desesperado para salvar seu povo, o príncipe herdeiro embarca em uma jornada para descobrir o mal que se esconde nas trevas.

Ju Ji-hoon, Bae Doona e Ryu Seung-ryong estrelam.

Crítica | First Cow: A Primeira Vaca da América – Um olhar sensibilizado sobre a corrida pelo ouro nos EUA

As histórias de faroeste e sobre a corrida pelo ouro na América do Norte permearam a fundação do cinema estadunidense, que por décadas se dedicou a produzir filmes cujas histórias focavam nos homens brancos desbravando as terras ainda inexploradas do oeste daquele país, quase sempre subjugando os indígenas através de uma narrativa romantizada que sempre os colocava como heróis. Com uma proposta completamente diferente disso tudo chega agora aos cinemas brasileiros o aclamado ‘First Cow: A Primeira Vaca da América’.

Cookie (John Magaro) é um homem que faz parte de uma campanha pela região de Nevada junto com uma companhia de homens brutos e grosseiros. Cookie, ao contrário, é mais empático, além de ser o responsável pela alimentação do grupo – e, portanto, tem que procurar suprimentos na floresta. É em uma dessas incursões que ele conhece o chinês King-Lu (Orion Lee), um fugitivo que está sendo caçado pelos russos. Cookie decide ajudar o homem e, anos depois, seus destinos voltam a se cruzar e os dois decidem empreender um negócio juntos, na feitura de bolinhos fritos para vender na cidade portuária da campanha após a chegada da primeira vaca no território.

O conceito de ‘First Cow: A Primeira Vaca da América’ é no mínimo inusitado, e faz a gente refletir como às vezes pequenas coisas impactam enormemente na dinâmica de uma comunidade. A simples chegada de uma vaca – um animal não americano, trazido da Europa pelos primeiros colonizadores – em uma região bruta e isolada desequilibra e gera ambição nos homens daquela localidade, e toda uma história é construída em torno da chegada desse animal.

Baseado no livro de Jonathan Raymond – que escreveu o roteiro junto com Kelly Reichardt –, o longa parte do momento presente para voltar ao passado e contar a história por trás de dois esqueletos encontrados aleatoriamente por uma moça. A partir daí, o roteiro se desenrola primeiramente apresentando o tímido personagem Cookie e como ele e King-Lu se conhecem, para depois mostrar como uma boa ação do passado tem retorno na vida – e como, com o passar do tempo, as pessoas vão mostrando suas verdadeiras intenções.

A sensibilidade e a empatia com que a diretora Kelly Reichardt costura seu ‘First Cow: A Primeira Vaca da América’ justifica a razão pelo qual o filme foi indicado e recebeu tantos prêmios em festivais do mundo inteiro. Entretanto, o acanhamento do personagem principal torna o longa simplesmente comum, sem proporcionar o crescimento ou a volta por cima de seu protagonista. A produção ainda conta com a participação especial de Toby Jones no papel do chefe, emprestando ao longa sua experiência dramatúrgica.

First Cow: A Primeira Vaca da América’ é um filme peculiar que oferece um novo e sensível olhar sobre um período já bastante explorada por Hollywood cem anos atrás, mas que retorna agora através de uma narrativa mais humanizada sobre outros tipos de homens que também participaram da corrida pelo ouro.

‘Loki’: Lady Loki surge imponente no novo cartaz promocional da série; Confira!

O Disney+ divulgou recentemente um novo cartaz promocional da aclamada série Loki, trazendo Sophie Di Martino como a icônica Lady Loki.

Confira:

Lembrando que o próximo episódio será lançado em 23 de junho.

Criada por Michael Waldron, a série se passa após os eventos do filme ‘Vingadores: Ultimato‘, no qual uma versão alternativa de Loki cria uma nova linha do tempo.

Depois de roubar o Tesseract, uma versão alternativa de Loki é trazida para a misteriosa Autoridade de Variação Temporal (AVT), uma organização burocrática que existe fora do tempo e do espaço, e monitora a linha do tempo. Eles dão a Loki uma escolha: ser apagado da existência por ser uma “variante do tempo” ou ajudar a consertar a linha do tempo e impedir uma ameaça maior. Loki acaba preso em seu próprio thriller policial, viajando no tempo e alterando a história da humanidade.

Tom Hiddleston estrela a produção. O elenco ainda conta com Owen Wilson, Gugu Mbatha-Raw, Sophia Di Martino, Wunmi Mosaku e Richard E. Grant.

Os Melhores Álbuns de 2021 (Até Agora)

E enfim chegamos ao fim do primeiro semestre – e, assim como o ano passado, 2021 vem se provando um ótimo ano para a música, seja pelo resgate de elementos do disco e do punk-rock, seja pela contínua busca de originalidade.

Em apenas seis meses, Olivia Rodrigo fez sua aguardada estreia oficial com o impactante SOUR, pouco depois de dominar o mundo em ‘High School Musical: A Série: O Musical’Lana Del Rey lançou mais um álbum incrível com Chemtrails Over the Country Club; e The Pretty Reckless retornou anos depois de seu último lançamento com uma profunda e envolvente narrativa.

Para celebrar mais um momento importante da música, o CinePOP preparou uma lista com os dez melhores álbuns do ano até agora.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:

10. SOUR, Olivia Rodrigo

“Quando pensamos no ineditismo artístico, não falamos exatamente de histórias revolucionárias ou qualquer coisa do tipo – muito pelo contrário: sabemos que os enredos serão bastante similares e que o modo de contá-los é o que deve prevalecer. Aliando-se à Geffen Records, Olivia decide gerar uma íntima jornada adolescente, apelando para um simples e profundo diálogo com as angústias pelas quais jovens passam e que são, normalmente, descreditadas por adultos. Logo, é óbvio que iremos encontrar diversas reflexões amorosas sobre traição, namoros, decepções e um senso de sempre querer seguir em frente e almejar pela felicidade. O interessante é de que forma Rodrigo arquiteta cada uma das onze breves faixas, emulando diversas influências que variam desde o pop-punk de Avril Lavigne à rebeldia do rock de Joan Jett – as quais já marcam presença na track de abertura.” – Thiago Nolla

9. COR, ANAVITÓRIA

“Os melhores momentos de Cor insurgem quando a dupla não se limita a construir algo simplista – como acontece com “Te amar é massa demais”. A obviedade do título é logo varrida para debaixo do tapete quando é-nos apresentada uma conflitante e apaixonante explosão de samba e bossa-nova que nos arremessa de volta para os anos 1920 do subúrbio carioca, enquanto abre espaço para inflexões à la Tom Jobim e Maria Gadú, com reflexos distantes à fase mais pé-no-chão de Elis Regina (e tais caracterizações explicam o motivo de ser um dos pontos altos da iteração). Já “Tenta acreditar” é um antro em que vulnerabilidade e teatralidade encontram um espectro em comum num circense e pessoal desabafo.” – Thiago Nolla

8. CHEMTRAILS OVER THE COUNTRY CLUB, Lana Del Rey

“‘Chemtrails over the Country Club é apenas mais uma apaixonante e reverenciável adição à discografia de uma artista que ainda tem muito a nos contar – seja por seu estilo único, contemporâneo e saudosista ao mesmo tempo, impulsionado pela necessidade de despontar como algo diferente em meio à mesmice. Lana Del Rey encontrou-se em meio ao folk e ao americana para proferir seu estilo e uma identidade que, ano após ano, torna-se mais complexa.” – Thiago Nolla

7. ANCIENT DREAMS IN A MODERN LAND, MARINA

“De fato, quando pensamos que a performer sempre fez o que bem entendeu com a carreira, o compilado de originais se transforma em uma declamação antêmica de liberdade, em que ela se sente na obrigação de apoiar os marginalizados (“me queimou na fogueira, achou que eu era uma bruxa” talvez seja uma das constatações mais bem-vindas da iteração). Mas, quando o frenesi cansativo dessa austeridade é posto de lado, somos arrastados para pequenas joias musicais que tomam forma na balada “Highly Emotional People”, talvez uma ode à melancolia da amiga Lana Del Rey, talvez apenas um jeito elegante de dizer o que precisa.”

6. A TOUCH OF THE BEAT, Aly & AJ

“Em diversas entrevistas para promover o álbum, as performers comentaram sobre qual linha desejavam seguir – algo um tanto quanto evasivo, considerando que trariam o cenário do rock experimental de volta à tona. Essencialmente, é notável que as escolhas para as faixas não foram aleatórias, e sim calcadas em uma minúcia detalhista e simples que transforma cada track em uma ode a um gênero cujas raízes datam de um tempo considerável: “Lucky to Get Him”, assim como outras iterações, resgatam de modo mimético a estética optada por Edgar Froese e sua banda, Tangerine Dream“Symptom of Your Touch”, uma das melhores faixas de 2021, pode até ter um panorama mais comercial, é claro, reiterado pelo uso impactante dos sintetizadores – mas é tão bem produzida que nos faz encará-la como uma personificação jovial da explosão de “Dancing on My Own”, incluindo a trama sobre um relacionamento complicado.” – Thiago Nolla

5. HEAUX TALES, Jazmine Sullivan

O primeiro álbum completo de Jazmine Sullivan serviu como uma ótima sequência de suas iterações predecessoras. Descrito pela própria artista como a entrada mais obscura de sua carreira, Heaux Tales traz o melhor do R&B sem perder a mão do que ela realmente pretende: investir esforços em uma espécie de construção conceitual que parte do significado do hip hop. Como se não bastasse, o EP conta com inúmeras colaborações que incluem Ari LennoxH.E.R..

4. JUBILEE, Japanese Breakfast

Se você sentiu falta, por enquanto, de um álbum que resgatasse a revolução arquitetada por Fiona Apple no ano passado, não tema: a banda independente Japanese Breakfast veio para saciar nossa sede. Comandado pelos vocais inesperados da lead singer Michelle Zauner, que inclusive mergulhou de cabeça no próprio livro de memórias ‘Crying in H Mart’, a mistura explosiva de art poplo-fi é o que transforma Jubilee em uma obra como nenhuma outra – motivo pelo qual ocupa o quarto lugar da nossa lista.

3. DEATH BY ROCK AND ROLL, The Pretty Reckless

“Os momentos de extravagância explodem proposital e profusamente ao longo de doze belíssimas faixas – e o primeiro vislumbre dessa caprichosa inflexão dá-se em “Broomsticks”, uma espécie de interlúdio que se fecha em si mesmo, mas que, ao mesmo tempo, nos prepara para a narcótica viagem oitentista de “Witches Burn”, um dos ápices da produção que se guia pelos vocais de Taylor e que restringe a guitarra e o baixo ao atmosférico segundo plano. Na trama, a cantora vive uma mulher sem escrúpulos e que não será diminuída pelas outras pessoas e que tem um poder destrutivo cataclísmico – refletido por um abrangente e bem estruturado alcance vocal. “Turning Gold” abarca certos elementos do arabic pop para uma familiar e exultante arquitetura country-rock – que também revela um dos melhores pré-refrões já entregues pela banda através de versos que falam da inexorabilidade do tempo.”

2. BLUE WEEKEND, Wolf Alice

Quatro anos depois de terem lançado seu último álbum, a banda inglesa Wolf Alice retornou sem muito alvoroço com a impecável produção Blue Weekend. Sem sombra de dúvida uma das obras mais subestimadas de 2021 e uma que merece entrar para a lista dos apaixonados por rock alternativo e indie pop, a construção das onze breves faixas representa o amadurecimento e a completa compreensão do que significa ser um artista na atualidade, contando com singles como “The Last Man on Earth”“No Hard Feelings”.

1. DADDY’S HOME, St. Vincent

St. Vincent demonstra que o passado tem lugar marcante em sua vida – sutilmente aludindo aos estilos que o próprio pai lhe apresentou quando criança, como revelou em diversas entrevistas promovendo a obra. “Down And Out Downtown” é uma elegia de empoderamento, um hino de independência e uma viagem tétrica, em que ela “estava voando pelo Empire State, então você me beijou e eu caí de novo”. Em “Laughing Man”, ela mostra uma versatilidade apaixonante e aplaudível que se alastra tanto para o ritmo frasal do blues quanto para um enredo à la John Cassavetes (que é inclusive reconhecido em um dos versos). “Somebody Like Me”, como a própria performer já explicou, é um cândido e íntimo retrato sobre a mútua ilusão do amor, perpassando pelos vários estágios de um relacionamento e pela construção de uma compreensão recíproca e profunda.” – Thiago Nolla

‘A Misteriosa Sociedade Benedict’: Série de aventura do Disney+ ganha novo teaser oficial; Confira!

O Disney+ divulgou um novo teaser oficial de ‘A Misteriosa Sociedade Benedict’, série de aventura que tem estreia marcada para o dia 25 de junho.

Confira:

Tony Hale estrela a produção. Kristen SchaalRyan Hurst, MaameYaa BoafoGia SandhuEmmy DeOliveiraSeth CarrMarta TimofeevaMystic Inscho completam o elenco.

A adaptação, baseada nos romances de Trenton Lee Stewart, gira em torno de um grupo de quatro órfãos precoces e habilidosos que fundam uma sociedade secreta intitulada Mr. Benedict, em homenagem ao excêntrico, rico e bondoso benfeitor que une as crianças e as manda em uma missão no infame colégio interno conhecido como O Instituto.

Hale vive Benedict e o seu irmão gêmeo do mal, Mr. Curtain.

Matt ManfrediPhil Hay entram como roteiristas, enquanto Todd SlavkinDarren Swimmer serão os showrunners.

James Michael Tyler, o Gunther de ‘Friends’, revela luta contra câncer avançado

Em entrevista ao Today, James Michael Tylor, conhecido por interpretar o Gunther na comédia ‘Friends‘, revelou que está lutando contra câncer de próstata no estágio 4.

O ator foi diagnosticado em 2018 durante um exame de rotina, quando tinha 56 anos, e “tem batalhado contra o diagnóstico pelos últimos três anos”. Inicialmente, ele passou por um tratamento com terapia hormonal, que funcionou “extremamente bem no primeiro ano”, mas o câncer sofreu mutação e se espalhou para sua espinha durante a pandemia, eventualmente levando à paraplegia.

“Eu fui diagnóstico com estágio avançado de câncer de próstata, que acabou se espalhando para os meus ossos. É o estágio 4, o último estágio do câncer, então acabará me vencendo eventualmente,” declarou o ator.

Tyler também revelou que esse foi um dos principais motivos por não ter participado fisicamente do especial ‘Friends: A Reunião‘: “Eu estava feliz por ter sido incluído, mas foi uma decisão minha não participar fisicamente da reunião, optando por uma vídeo chamada pelo Zoom, pois eu não queria deixar as pessoas para baixo, sabe?”

Vale lembrar que o especial será exibido no Brasil em 29 de junho.

Jennifer Aniston, Courteney Cox, Lisa Kudrow, Matt LeBlanc, Matthew Perry e David Schwimmer retornam para o reencontro.

O especial ainda trará diversos convidados especiais como David Beckham, Justin Bieber, BTS, James Corden, Cindy Crawford, Cara Delevinge, Lady Gaga, Elliott Gould, Kit Harington, Larry Hankin, Mindy Kaling, Thomas Lennon, Christina Pickles, Tom Selleck, James Michael Tyler, Maggie Wheeler, Reese Witherspoon e Malala Yousafzai.

‘Jackass 4’: Diretor consegue ordem de restrição contra Bam Margera

De acordo com o TMZ, o diretor Jeff Tremaine conseguiu uma ordem de restrição contra Bam Margera, que estrelou os três primeiros filmes da franquia, após receber diversas ameaças de morte.

Agora, o ator terá que permanecer a pelo menos 90 metros de distância do cineasta pelos próximos três anos. E não será permitido que ele entre em contato com Jeff de qualquer forma – o mesmo se aplica à esposa e aos filhos do diretor.

Tremaine buscou proteção legal após um surto do ator contra ele e o astro Johnny Knoxville, alegando que Margera continuava mandando mensagens extremamente perturbadoras, ameaçando sua vida e a de seus filhos.

Vale lembrar que Bam Margera já havia sido banido das filmagens de ‘Jackass 4‘ após conflitos nos bastidores.

Atualmente, a produção está prevista para estrear no dia 21 de outubro.

Para quem não conhece, a franquia se originou em 2000 com a série da MTV, que durou três temporadas e foi um grande sucesso para o canal e seu elenco, mas foi cancelada devido a conflitos financeiros e criativos entre o canal e suas estrelas.

Ele encontrou uma nova vida nas telonas com ‘Jackass: O Filme‘ (2002), que foi originalmente previsto como uma despedida da série e uma maneira da equipe contornar as censuras e fazer tantas acrobacias selvagens quanto quisesse.

Com o sucesso, surgiram duas sequências, lançadas em 2006 e 2010.

‘Ted Lasso’ enfrenta novos desafios no trailer COMPLETO da 2ª temporada; Assista!

A Apple TV+ divulgou o trailer completo da 2ª temporada da comédia ‘Ted Lasso‘.

Confira:

O novo ciclo irá estrear oficialmente no dia 23 de julho.

A produção foi criada por Bill Lawrence, Jason SudeikisBrendan HuntJoe Kelly.

A trama segue a vida de Ted Lasso, um técnico de futebol americano que se encontra em dificuldade quando se vê contratado para treinar um time de futebol, na Inglaterra, mesmo não tendo experiência suficiente com o esporte.

Além de Sudeikis, o elenco ainda conta com Hannah Waddingham, Jeremy Swift, Phil Dunster, Brett Goldstein, Brendan Hunt, Nick Mohammed, Juno Temple e Sarah Niles.