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‘Stargirl’: John Wesley Shipp retornará como Jay Garrick na 2ª temporada

De acordo com o EW, John Wesley Shipp reprisará seu papel como Jay Garrick na 2ª temporada de ‘Stargirl‘.

O site afirma que o ator participará do nono episódio do novo ciclo, em um episódio com flashbacks que estabelecerá Garrick como membro da Sociedade da Justiça da América da Terra-2.

A segunda temporada de ‘Stargirl‘ está programada para estrear em 2021.

Criada por Geoff JohnsGreg Berlanti, a série acompanha a história de Courtney Whitmore (Brec Bassinger), uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.

Amy Smart interpreta a mãe da heroína, Barbara. Na trama, ela faz o máximo para ser a melhor provedora para a filha, seu novo marido (Luke Wilson) e seu enteado (Trae Romano).

O elenco também conta com Yvette Monreal, Anjelika Washington, Meg DeLacy, Neil Jackson, Christopher James Baker, e Hunter Sansone.

‘Noite Passada em Soho’: Anya Taylor-Joy solta a voz na música-tema do suspense; Confira o videoclipe!

A Focus Features divulgou o videoclipe da música-tema do suspense ‘Noite Passada em Soho‘, intitulada Downtown, que é performada pela Anya Taylor-Joy, que também estrela a produção.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais em 29 de outubro.

 

No Rotten Tomatoes, a produção abriu com sólidos 74% de aprovação, com nota 7/10 baseada em 38 reviews até o momento. Segundo o consenso geral, “apesar de lutar para manter a atmosfera de suspense, [o filme] mostra vislumbres de Wright em seu momento mais estiloso e ambicioso”.

Confira os principais comentários abaixo:

“No final, Wright não está particularmente interessado em mirar em tudo o que é obscuro sobre o fanatismo que molda uma cultura” – Slant Magazine.

“Um estimável e genuíno filme de terror que também diz algo real” – RogerEbert.com.

“Um trabalho virtuoso de Wright. Incrivelmente montado e executado” – JoBlo’s Movie Network.

Anya Taylor-Joy está completamente comprometida com o papel e captura tanto os aspectos físicos quanto os psicológicos de sua personagem” – AwardsWatch.

“Apesar da história demorar para desenrolar, traz uma quantidade digna de sustos genuínos, fantasmas assustadores e mágica cinematográfica” – Nightmare on Film Street.

Além de dirigir, Wright também assina o roteiro ao lado de Krysty Wilson-Cairns (‘Penny Dreadful‘).

A trama acompanha a história de uma jovem garota que misteriosamente é capaz de viajar no tempo para a década de 1960, onde encontra seu ídolo, um aspirante a cantor deslumbrado. No entanto, Londres dos anos 60 não é o que parece, e o tempo parece desmoronar com consequências sombrias…

O elenco também conta com Synnøve Karlsen, Diana Rigg, Terence Stamp e Rita Tushingham.

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Matt Smith stars as Jack and Anya Taylor-Joy as Sandie in Edgar Wright’s LAST NIGHT IN SOHO, a Focus Features release.
Credit: Parisa Taghizadeh / Focus Features

Rebecca Hall confronta passado SOMBRIO no trailer do suspense ‘Resurrection’; Assista!

O suspense psicológico ‘Resurrection‘, estrelado pela Rebecca Hall (‘A Casa Sombria’), ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa foi escrito e dirigido por Andrew Semans.

“Margaret (Hall) leva uma vida bem-sucedida e ordenada, equilibrando perfeitamente as demandas de sua carreira e as obrigações como mãe solteira. Tudo está sob controle. Mas esse equilíbrio cuidadoso é derrubado quando uma sombra indesejada de seu passado, David (Tim Roth), retorna, carregando consigo os horrores do passado de Margaret. Lutando contra seu medo crescente, Margaret deve enfrentar o monstro que ela evitou por duas décadas, que veio para concluir seus negócios inacabados.

Grace Kaufman e Michael Esper também estrelam a produção.

O suspense será lançado em VOD pela IFC Films no dia 5 de agosto.

‘Super Mario Bros’ divide a opinião dos críticos com 55% de aprovação no RT; Confira as reações!

Com 71 críticas publicadas até o momento, a animação ‘Super Mario Bros – O Filme‘ dividiu a opinião dos críticos, conquistando apenas 55% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O consenso geral afirma que, apesar de ser divertida e colorida, a adaptação decepciona por causa do seu roteiro – que parece ter sido afetado pela curta duração do longa.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Com uma premissa rasa e um enredo frenético, ‘Super Mario Bros’ é um filme tumultuado de 90 minutos, recheado de diversão colorida e inofensiva.” (Inverse)

“É um filme divertido, com um ótimo senso de humor e com um visual animado convincente. Com duração de 90 minutos – incluindo os créditos –, essa é uma aventura curta que termina antes de se tornar enjoativa.” (Entertainment Weekly)

“Filmes que trazem a proposta ‘carta de amor aos fãs’ não são fáceis de se fazer, mas essa adaptação consegue resgatar a energia do que mais amamos nos jogos.” (Flickering Myth)

“Esse filme é completamente inacessível para os espectadores casuais, que não são fãs dos jogos da Nintendo. E até mesmo os fãs irão ficar incomodados com a história inexistente e ofensiva desta adaptação.” (Beyond the Trailer)

“Todos os personagens são extremamente rasos e sem nenhum traço de personalidade.” (Seattle Times)

“Essa adaptação é como se o jogo da Nintendo tivesse ganhado vida. Os personagens, o universo e o espírito aventureiro foram fielmente retratados, mas os espectadores que estiverem esperando uma vibe parecida com ‘Uma Aventura LEGO’ podem ficar decepcionados.” (Nerdist)

“É uma aventura familiar curta o suficiente para impedir que os adultos fiquem entediados.” (The Atlantic)

Confira nossa crítica em vídeo:

Na animação, Mario (Raphael Rossatto) e Luigi (Manolo Rey) vão parar no famoso mundo dos cogumelos, governado pela princesa Peach (Carina Eiras), precisando defendê-lo das ameaças do icônico Bowser (Marcio Dondi). Durante a aventura, Mario irá reviver diversas cenas que o acompanham ao longo das últimas décadas, como dirigir um kart, passar por ambientes desafiadores, além de ter a companhia de outros personagens marcantes, como Toad (Eduardo Drummond) e Donkey Kong (Pedro Azevedo).

Aaron Horvath e Michael Jelenic entram como diretores.

A dublagem original conta com Chris Pratt como Mario, Anya Taylor-Joy como a Princesa Peach, Charlie Day como Luigi, Seth Rogen como Donkey Kong, Jack Black como Bowser e Keegan-Michael Key como Toad. Fred Armisen, Kevin Michael Richardson, Sebastian Maniscalco e Charles Martinet, voz original de Mario, Luigi, Wario e Waluigi, completam o elenco.

‘Garra de Ferro’: Cinebiografia com Zac Efron ganha trailer DUBLADO e data de estreia no Brasil

A California Filmes divulgou o trailer dublado de ‘Garra de Ferro‘ (The Iron Claw), cinebiografia estrelada por Zac Efron.

Além disso, foi confirmado que o longa estreará nos cinemas nacionais no dia 22 de fevereiro.

Confira o trailer:

Produzido pela aclamada A24 e baseado na história real do lutador de vale tudo Kevin Von Erich, o longa foi escrito e dirigido por Sean Durkin.

O elenco ainda conta com Jememy Allen White, Harris Dickinson, Maura Tierney, Stanley Simons, Holt McCallany e Lily James.

 

 

‘Pânico’: Matthew Lillard acredita que Stu ainda está VIVO

Em entrevista ao talk show da Drew Barrymore – que também estrelou o longa original de 1996 –, Matthew Lillard (‘Five Nights at Freddy’s’) voltou a comentar sobre o seu possível retorno na franquia ‘Pânico‘.

O ator acredita que seu personagem, Stu Macher, ainda está vivo – e que adoraria reprisar o papel.

“Stu definitivamente está vivo, certo? Meu personagem Stu definitivamente está vivo. Eu amaria [voltar a interpretá-lo], se fizer sentido para a franquia. Se Kevin [Williamson] estiver de acordo. Então, sim. Eu obviamente adoraria retornar.”

Anteriormente, o ator havia comentado sobre a possibilidade de participar do aguardado sétimo filme da saga:  “Não, eu não estou no filme, e mesmo se estivesse, eu mentiria na sua cara, na sua cara. Até o dia em que o filme estreasse, eu apenas mentiria para você.”, ele afirmou.

A atriz McKenna Grace, de ‘Ghostbusters – Mais Além‘ e ‘Annabelle 3‘, está em negociações para o papel da filha mais velha de Sidney Prescott (Neve Campbell), que se chamará Tatum.

Courteney Cox está oficialmente confirmada para reprisar seu papel como Gale Weathers no sétimo filme da franquia Pânico’.

Cox viveu Gale Weathers nos seis primeiros filmes da franquia ‘Pânico‘, e agora teve retorno confirmado no sétimo.

A atriz confirmou que estará no filme, brincando sobre sua longevidade na franquia durante a Inc. 5000 Conference.

“Sou a rainha do grito que está há mais tempo na franquia, então acho que não posso parar agora”, afirmou a atriz.

Vale lembrar que vazamentos indicam que ‘Pânico 7′ poderá apresentar um novo tipo de estrutura na franquia, abordando duas histórias principais ao mesmo tempo.

A trama voltará a ser focada em Sidney (Neve Campbell) e suas duas filhas.

As filmagens vão começar em janeiro e se estendem até abril de 2025 em Atlanta. Inicialmente, o filme começaria a ser filmado no final desse ano.

O filme chega aos cinemas dia 27 de fevereiro de 2026.

Confira as nossas reações ao anúncio do filme:

Crítica | ‘Pânico VI’ é um espetáculo gore e um dos melhores filmes da franquia

‘O Diabo Veste Prada 2’: Atriz de ‘Crazy Ex-Girlfriend’ se junta ao elenco da sequência

De acordo com o Deadline, Rachel Bloom (‘Crazy Ex-Girlfriend’) foi confirmada no elenco da aguardada sequência ‘O Diabo Veste Prada 2‘.

Patrick Brammall (‘Evil: Contatos Sobrenaturais’) também foi anunciado na produção.

Infelizmente, detalhes sobre seus papéis não foram confirmados.

Eles se juntam aos atores veteranos Meryl Streep, Anne Hathaway, Emily Blunt e Stanley Tucci.

A sequência ainda irá introduzir Kenneth Branagh, Lucy Liu, Justin Theroux, BJ Novak, Caleb Hearon, Tracie Thoms, Helen J Chen, Tibor Feldman, Conrad Ricamora, Pauline Chalamet e Simone Ashley.

A estreia do novo filme está prevista para 1º de maio de 2026.

No novo capítulo da franquia, a poderosa editora Miranda Priestly enfrenta o desafio da decadência da mídia impressa em meio à ascensão das plataformas digitais. Sua ex-assistente Emily Charlton tornou-se uma executiva influente no mundo da moda, e agora as duas disputam ferozmente pela atenção, e pelos investimentos, das maiores marcas de luxo.

David Frankel retorna à direção.

Aline Brosh McKenna, que assinou o roteiro do filme de 2006, também retorna para escrever a história do projeto.

Lembrando que o filme original está disponível no Disney+.

O Diabo Veste Prada, lançado em 2006, foi dirigido por David Frankel e tornou-se um sucesso de bilheteria e de crítica, faturando quase US$328 milhões ao redor do mundo, bem como duas indicações ao Oscar, cinco ao BAFTA e três ao Globo de Ouro.

Andy, uma moça recém-formada e com grandes sonhos, vai trabalhar na conceituada revista de moda Runway; sua função é ser assistente da diabólica Miranda Priestly. Andy, que não se sente bem no ambiente tenso de trabalho, questiona sua habilidade em continuar como assistente de Miranda.

‘Heart of the Beast’: Filme com Brad Pitt tem trailer exibido e promete luta INTENSA pela sobrevivência; Confira a descrição!

O primeiro trailer de ‘Heart of the Beast‘, suspense estrelado por Brad Pitt (‘Guerra Mundial Z’) foi exibido exclusivamente durante o painel da Paramount Pictures na CinemaCon 2026.

Dirigido por David Ayer (‘Esquadrão Suicida’), o longa segue um ex-soldado das Forças Especiais e seu cão de combate aposentado, lutando para sobreviver e encontrar o caminho de volta à civilização após um acidente de avião na selvagem e implacável região do Alaska.

Confira detalhes do painel:

O vídeo inédito traz Pitt em uma performance impactante como um homem lutando contra Transtorno de Estresse Pós-Traumático (PTSD), mas é o seu cachorro que realmente brilha – protegendo-o contra ursos, lobos e outras feras. O trailer destaca as condições precárias que a dupla terá que enfrentar enquanto atravessam o pico de uma montanha e lidam com corredeiras turbulentas.

Sem data de estreia, o estúdio confirmou que o longa será lançado ainda em 2026.

Além de estrelar, Pitt também produz a série, por meio da sua produtora Plan B.

Essa é a primeira vez que Pitt trabalha com Ayer em mais de 10 anos. A última parceria da dupla foi em Corações de Ferro, aclamado drama de 2014 da Sony.

Damien Chazelle, Olivia Hamilton e Ayer também assumem a produção do filme.

Ouça a nova música-tema de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’

Michael Giacchino, o compositor de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘, publicou em sua conta do Twitter um vídeo que traz sua orquestra tocando uma nova versão para a clássica música-tema do herói.

A releitura tem uma sonoridade mais monumental e clássica.

“Quem está preparado para o seu amigável você-sabe-quem da vizinhança?”

Confira:

Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘ chega aos cinemas brasileiros no dia 6 de julho.

Tom Holland apoia crossover de ‘Deadpool’ e ‘Homem-Aranha’ 

‘The Undoing’: HBO vai produzir nova série com Nicole Kidman

A atriz Nicole Kidman vai estrelar mais uma série pela HBO. Segundo a revista Variety, a vencedora do Emmy vai protagonizar ‘The Undoing‘, a adaptação do livro ‘You Should Have Known‘, de Jean Hanff Korelitz.

Kidman se une novamente com o roteirista David E. Kelley, com quem ela já trabalhou no grandioso sucesso da mesma emissora, ‘Big Little Lies‘.

The Undoing‘ é um thriller psicológico que conta a história de uma conselheira de casamentos, Grace Sachs (Kidman), cuja vida vira de ponta cabeça nas vésperas do lançamento de seu primeiro livro.

A trama ainda envolve o desaparecimento do marido de Grace, o que leva a uma série de descobertas que mudarão sua vida para sempre.

‘Hellboy’: Reboot ganha nova imagem; Confira!

O reboot de Hellboy ganhou uma nova imagem, divulgada pela revista britânica Empire.

Confira:

Em entrevista ao veículo, David Harbour afirmou que o reboot de ‘Hellboy‘ será extremamente violento.

“Há uma sensação real de que você realmente está matando coisas, mesmo que sejam gigantes ou monstros. Há cabeças cortadas, banhos de sangue e o sentimento de complexidade ao arrancar o coração de outra coisa.”

Ele completa, “Nós tomamos um tempo para lidar com o fato que Hellboy é um assassino. Ele é uma arma.”

Dirigido por Neil Marshall (‘Abismo do Medo‘), o reboot terá um tom mais sombrio que a franquia original.

Ian McShane viverá o Professor Trevor Bruttenholm, o pai adotivo do anti-herói, vivido por David HarbourMilla Jovovich será a Rainha de Sangue Nimue. Sasha Lane vive Alice Monaghan.

Daniel Dae Kim (‘Lost‘), Brian Gleeson (‘Mãe!‘), Sophie Okonedo (‘Depois da Terra‘) e Alistair Petrie (‘Rogue One: Uma História Star Wars‘) completam o elenco.

O longa chegará aos cinemas em 12 de abril de 2019.

‘Watchmen’: Regina King retornaria para uma possível 2ª temporada? Atriz responde!

Desde a exibição do emblemático episódio final da série Watchmen’, muito tem se especulado a respeito da possibilidade de uma segunda temporada.

E a atriz Regina King falou sobre o assunto, revelando se toparia retornar para uma possível 2ª temporada.

Em uma entrevista ao The Hollywood Reporter, ela comentou que gostaria, mas com condições bem específicas:

“Eu consigo me ver envolvida em uma segunda temporada, se ela for bem inteligente. Eu precisaria saber como é o começo e como é o fim, ao contrário de como aconteceu com essa temporada, em que não sabíamos o final. E É difícil pensar em como conseguiríamos superar o primeiro ciclo, sabe?”

Watchmen‘ foi eleita uma das melhores séries de 2019 e aborda uma temática racial genuína, em meio a um contexto onde os super heróis foram banidos da sociedade.

Situada em uma história alternativa onde ‘super-heróis’ são tratados como bandidos, ‘Watchmen‘ é baseada na icônica graphic novel de Alan Moore e Dave Gibbons, e acompanha as consequências dos atos dos vigilantes após a morte de Rorschach e a suposta partida do Dr. Manhattan para Marte.

Assista ao trailer:

O elenco conta com nomes de peso, como Jeremy Irons no papel de Ozymandias e Robert Redford interpretando si mesmo. Regina KingDon JohnsonJean SmartAdelaide ClemensTim Blake Nelson e outros completam o time.

‘Superman & Lois’ ganha nova imagem dos bastidores; Confira!

A aguardada série da emissora The CW, ‘Superman & Lois‘, começa a ser exibida em fevereiro de 2021 e a produção ganhou uma nova imagem dos bastidores, compartilhada pela atriz Elizabeth Tulloch.

A foto em questão traz o casal homônimo em destaque, cercado pela equipe técnica de produção.

Confira:

Assista ao trailer oficial:

“Em Superman & Lois’, anos depois de enfrentarem supervilões megalomaníacos, monstros caóticos em Metrópolis e invasores alienígenas que desejavam varrer a raça humana da face da Terra, o super-herói mais famoso do mundo, o Homem de Aço (também conhecido como Clark Kent) e a jornalista mais famosa dos quadrinhos, Lois Lane, enfrentam um dos maiores desafios de todos os tempos: lidar com o estresse, as pressões e as complexidades que surgem em ser pai nos dias de hoje.

Além desse complicado trabalho de criar dois meninos, Clark e Lois também se preocupam com o fato dos filhos Jonathan e Jordan poderem herdar os superpoderes kriptonianos do pai à medida que crescem.

Retornando a Smallville para resolver algumas situações, o casal também se reencontra com Lana Lang, antiga namorada de Clark, e seu marido Kyle Cushing. Os adultos não são os únicos a cruzarem com antigas amizades, visto que os jovens membros da família Kent se reencontram com a filha rebelde de Lana e Kyle, Sarah.”

Lembrando que a CW já revelou os títulos oficiais dos cinco primeiros episódios.

São eles:

1. “Pilot”
2. “Heritage”
3. “The Perks of Not Being a Wallflower”
4. “Haywire”
5. “The Beacon”

O elenco também conta com Emmanuelle ChriquiInde NavarretteErik ValdezJordan ElsassAlexander GarfinDylan Walsh.

A trama será bem semelhante à ‘Lois & Clark‘ (1993-1997), e irá acompanhar a rotina do casal enquanto tentam lidar com a pressão e o estresse em dividir suas vidas como jornalistas e guardar o segredo do maior herói da América, o Superman.

O projeto é escrito por Todd Helbing, produtor executivo de The Flash‘, e supervisionado por Greg Berlanti, produtor da DC Universe e da Warner Bros. Television.

Documentário de Evan Rachel Wood sobre alegações contra Marilyn Manson será lançado no Festival de Sundance

Após fazer um poderoso desabafo publicamente em 2021, revelando ter sido sexualmente abusada pelo cantor Marilyn Manson, a atriz e cantora Evan Rachel Wood trará novos detalhes sobre o seu relacionamento em um novo documentário.

Intitulado ‘Phoenix Rising‘, a produção será dividida em duas partes e estreia no Festival de Sundance 2022. O projeto foi desenvolvido pela HBO e será lançado ainda neste ano, em data a ser confirmada.

Dirigido por Amy Berg, o longa vai explorar aspectos da vida, carreira, família, da jornada do movimento The Phoenix Act e – acima de tudo – da decisão de Wood de revelar o nome do seu abusador.

Confira a sinopse oficial:

Evan Rachel Wood não é estranha à tela. De Westworld à sua última apresentação no Sundance Film Festival com Falsos Milionários, o público a viu crescer. Mas neste retrato surpreendentemente íntimo de sua experiência como sobrevivente de violência doméstica que se tornou ativista, finalmente a ouvimos com a clareza que ela merece. A diretora indicada ao Oscar Amy Berg segue Wood e a coalizão que ela constrói no Phoenix Act, acompanhando o foco político e comunitário que a atriz estabeleceu após seu trauma.

Wood revela sua própria história – não desconhecida do público, mas contada pela primeira vez em Phoenix Rising em suas próprias palavras, em seu próprio ritmo. Se posicionando na Assembleia do Estado da Califórnia e nos tribunais criminais, os esforços de Wood para afetar mudanças sistêmicas para futuros sobreviventes provam sua resiliência, resistência e renasce das cinzas.

O anúncio da estreia mundial do filme também foi comemorado pela atriz, por meio de sua conta oficial do Instagram.

Confira:

Crítica | Desobediência – O melhor filme de representatividade LGBTQ+ feminina

Não há nada mais belo do que ser livre para escolher

Existem filmes que marcam toda uma geração negativamente, entretanto, também existem produções que entram para a história pela mensagem positiva, pela quebra de paradigmas dentro da indústria e por provarem que é possível sim criar histórias representativas de forma correta.

Desde o ano passado uma onda de longas-metragens com representações positivas vem acontecendo: ‘Mulher-Maravilha, ‘Pantera Negra, ‘Com Amor, Simon’, ‘Oito Mulheres e um Segredo e agora chega um drama adulto, que não aconteceria se não fosse pela protagonista e produtora Rachel Weisz (O Jardineiro Fiel). Adaptado do livro de Naomi Alderman, Desobediência mostra a história de Ronit (Weisz), que retorna para a comunidade judaica ortodoxa da qual foi expulsa, após receber notícias sobre a morte do pai. Lá ela reencontra Esti (Rachel McAdams), a amiga de infância com a qual teve uma relação, o que reacende a paixão de ambas enquanto exploram os limites da fé e da sexualidade.

A direção e roteiro ficam por conta do chileno vencedor do Oscar por Uma Mulher Fantástica, Sebastián Lelio, escolha da própria Weisz. O cineasta, definitivamente, prova mais uma vez que não só sabe fazer filmes como também trazer uma boa representatividade feminina. A trama por trás de Desobediência não é necessariamente algo novo, nunca visto antes, contudo, possui elementos inovadores e, principalmente, aborda a temática homossexualidade e religião de maneira nunca antes vista dentro da indústria cinematográfica. O longa apresenta um roteiro coerente, bem escrito, com diálogos excepcionais e inesquecíveis, inclusive, contando com alívios cômicos num timing perfeito. A obra mescla o tom dramático e um pouco de comicidade para debater assuntos importantes que estão enraizados na sociedade.

Lelio consegue transitar entre ambos os temas sem precisar ofender ou parecer clichê. É uma obra que acerta de ponta a ponta e até mesmo transporta o espectador para uma reflexão mais aprofundada sobre as questões apresentadas. É um refresco gelado numa tarde ensolarada para a comunidade feminina LGBTQ+, que por muitos anos precisou encarar produções que estereotipassem ou abordassem de maneira simplista demais a sua realidade. Mas calma, a produção é para todos os públicos, e merece ser vista e revista.

A dinâmica criada entre Weisz, McAdams e Alessandro Nivola – que dá vida ao personagem Dovid Kuperman, um dos discípulos do pai de Ronit, que casou com Esti – é daquelas de levantar e aplaudir de tão espetacular e verdadeira que transparece em tela. Os três, que eram melhores amigos na infância, trafegam por uma reconstrução na relação de outrora. Por mais que a protagonista seja Ronit, a história é completamente da personagem da Rachel McAdams e isso só torna o filme do chileno mais especial e gratificante. É digna de uma indicação ao Oscar. Vocês vão vê-la (McAdams) como nunca antes.

É impossível falar deste longa-metragem e não comentar sobre a cena de sexo. Rachel Weisz fez questão de participar de todo o processo de edição para evitar o famoso male gaze, ou seja, a visão masculina, enquanto Sebastián pesquisou com suas amigas gays sobre as relações, para que pudesse ficar o mais fiel possível. Sem nudez, completamente devotada a Esti, a cena é, provavelmente, uma das melhores já produzidas entre duas mulheres e um dos pontos cruciais para a personagem de McAdams. A química entre as duas é tão realística que só contribui para que o público embarque nesta jornada.

A direção é um espetáculo à parte, mesclando-se perfeitamente ao roteiro. Entregando todo o esperado diante de uma história tão rica quanto esta. A trilha sonora também é coerente com toda a produção e a arte faz o trabalho que deve ser feito. É como se todos os itens se unissem para deixar o longa coeso em toda a montagem. A mensagem que passa é clara, e merece ser repetida e relembrada enquanto o preconceito existir.

Desobediência é desses filmes para guardar na estante e rever sempre que possível. Além de dar uma aula para a indústria cinematográfica sobre como realizar filmes positivos a respeito da representatividade feminina LGBTQ+. É, meus caros, Sebastián Lelio sabe fazer cinema (e merece mais prêmios).

Octavia Spencer bancará sessões de ‘Pantera Negra’ para crianças carentes

A atriz de A Forma da ÁguaOctavia Spencer, escreveu em seu Instagram que bancará sessões de Pantera Negra para crianças negras carentes do no Mississipi:

“Eu estarei no Mississipi quando este filme estrear. Acho que vou comprar um cinema lá para as comunidades carentes para me certificar que nossas crianças negras possam se ver como super-heróis. Informarei quando souber quando e onde em Mississipi. Fiquem ligados”

Enquanto isso, ‘Pantera Negra’ está cada vez mais próximo e com a liberação do embargo para comentários nas redes sociais, as primeiras reações da produção começaram a emergir. Com o CinePOP não seria diferente, já assistimos ao novo filme da Marvel e o editor-chefe, Renato Marafon, fez um vídeo com as primeiras impressões do filme. Confira:

A crítica completa vai ao ar no dia 06 de fevereiro, às 15h!

Na trama, T´Challa (Chadwick Boseman) é o novo Rei de Wakanda, após a morte de seu pai. Ele retorna para seu lar, a nação Africana isolada e extremamente tecnológica, para assumir o trono e suceder seu lugar por direito como o Rei. ‘Pantera Negra é tem roteiro e direção de Ryan Coogler (Creed: Nascido para Lutar), e estreia no dia 15 de fevereiro de 2018.

‘Pantera Negra’: “Shuri é o Tony Stark de Wakanda”, brinca Chadwick Boseman

‘Pantera Negra’ vem aí! Personagens ganham belos cartazes individuais; Confira!

Ansioso para ‘Homem-Formiga e a Vespa’? Confira a entrevista EXCLUSIVA com Michelle Pfeiffer

A aguardada nova superprodução do Marvel Studios,Homem-Formiga e a Vespa, chega esta semana aos cinemas e como sabemos que os leitores do CinePOP estão ansiosos para ver a sequência, conseguimos uma entrevista EXCLUSIVA com a atriz Michelle Pfeiffer, a Vespa Original, contando todos os segredos do filme.

Saindo do mundo da DC, como você conheceu a Marvel?

Pfeiffer: Acho que foi com o primeiro ‘Homem-Aranha’ e depois com ‘Homem de Ferro’, esses dois eu amava. Descobri a Marvel através dos meus filhos, e quando vi ‘Homem-Formiga’, realmente amei a história, mesmo não estando familiarizada com os quadrinhos dele. No começo, quando entrei, estava um pouquinho cética, confesso, mas fiquei agradavelmente surpresa, sou uma fã de Paul Rudd, e o filme foi realmente inteligente e muito engraçado, diferente de muitos filmes de super-heróis que já tinha visto.

Nos conte mais sobre sua personagem em ‘Homem-Formiga e a Vespa

Pfeiffer: No começo, não estava familiarizada com Janet van Dyne, mas adorava o fato de que ela é uma personagem tão essencial nos quadrinhos da Marvel e que era um dos membros fundadores dos Vingadores, ou seja, uma heroína de muita importância.

Além disso, estou adorando interpretar uma super-heroína nessa fase da vida que estou. É incrível a mensagem que ela envia para as mulheres de todas as idades. Somos fortes, ferozes, independentes e estamos quebrando tudo por aí. Quero poder mandar essa mensagem para todo o Universo.

Sabemos que você é fã dele, então, o que Paul Rudd agrega ao Homem-Formiga?

Pfeiffer: Olha, acho que quebraram o molde depois que fizeram Paul Rudd. Ele é único. Ele tem um senso de humor muito seco, doce e perverso por trás dessa cara de menino.

Como o diretor Peyton Reed te guiou sobre sua personagem?

Pfeiffer: Tivemos muitas conversas no início. Reed me disse que Janet era uma guerreira e que ela é uma cientista muito importante e brilhante. Ela não estava apenas definhando no Reino Quântico, mas sim trabalhando e descobrindo coisas interessantes enquanto fica presa por lá. Definitivamente, ela é muito mais feroz do que o conceito original, foi emocionante.

Sobre a vilã Fantasma/Ava, como ela é vista como uma ameaça?

Pfeiffer: Ela é muito perigosa. Hank e Hope estão lutando contra o tempo para encontrar Janet no Reino Quântico, e Ava também quer encontrar Janet, mas por uma razão muito diferente. Parte da esperança e da jornada de Hank é impedir que ela chegue a Janet primeiro. Seus poderes podem causar grandes tragédias. E causam! Acho que o público vai ficar horrorizado e aterrorizado por ela, mas também entender o seu desespero. E é realmente esse desespero que a leva às ações que ela toma.

Como foi trabalhar com o talentoso Michael Douglas?

Pfeiffer: Michael é muito charmoso e espirituoso. Ele tem um senso de humor perfeito e transpira inteligência. Consegue trazer a arrogância de Hank Pym, mas também mostra seu lado simpático e amoroso. É uma linha muito difícil de andar como um ator. E neste filme, vocês verão mais vulnerabilidade que antes.

Evangeline Lilly é uma grande fã sua, como foi trabalhar com ela?

Pfeiffer: Que fofa! Ela é muito inteligente, divertida e tem um lado profudamente emocional. Evangeline tem uma tremenda quantidade de energia e entusiasmo dentro de si. E todas essas coisas são importantes para o filme e para fazer a Vespa ser inesquecível. Ela é muito comprometida.

Para finalizar, o que mais te surpreendeu no set de filmagem?

Pfeiffer: O laboratório foi algo realmente espetacular. É muito futurista e realista. Os fãs vão adorar.

Ficou ansioso? Homem-Formiga e a Vespachega aos cinemas nesta quinta-feira, dia 05.

Crítica | Homem-Formiga e a Vespa – Divertida comédia ‘Sessão da Tarde’ cheia de ação

Evangeline Lilly conta todos os segredos de ‘Homem-Formiga e a Vespa’ em entrevista EXCLUSIVA!

‘Chucky’ | Conheça as histórias que inspiraram o ‘Boneco Assassino’

Astro da mais nova série do Star+, Chucky, o Boneco Assassino, é um dos grandes ícones do terror Hollywoodiano. Criado em 1988 por Don Mancini, ele estreou no mesmo ano no filme Brinquedo Assassino. Na trama, o menino Andy (Alex Vincent) é filho de uma viúva que compra um boneco da linha Good Guys para o pequeno. O que ela não sabe é que o tal brinquedo estava possuído pelo espírito de um assassino em série que transferiu sua alma para o corpo de plástico em um ritual vodu. Assim, o Chucky (Brad Dourif) desperta sedento por sangue e vingança.

A morte de Charles Lee Ray acontece em uma loja de brinquedos, em Chicago, onde o assassino é traído por seu comparsa, Eddie Caputo (Neil Giuntoli), que foge desesperado sem ele, e acaba sendo baleado pelo Detetive Mike Norris (Chris Sarandon). Ao perceber que estava morrendo em decorrência dos tiros, possesso de raiva, Charles, na ausência de outras pessoas por perto, puxa um dos bonecos da linha Good Guys e começa o experimental ritual vodu de transferência de almas para que ele possa viver no corpinho de plástico do brinquedo, podendo assim continuar seu legado de mortes e concluir sua vingança contra o capanga traidor e o policial que o vitimou.

O criador do personagem, Don Mancini, revelou que a história do boneco foi baseada em um caso real que aconteceu na Flórida. Além disso, o próprio Charles Lee Ray foi inspirado em três assassinos famosos da história americana.

A inspiração do nome do serial killer é a seguinte: “Charles” é uma referência a Charles Manson, o famoso assassino e líder de seita que aterrorizou os Estados Unidos na década de 1960. Seus seguidores cometeram furtos, assaltos e assassinatos que deveriam iniciar um guerra no país. A morte mais famosa foi a da atriz Sharon Tate.

O serial killer Charles Manson foi a inspiração principal para o nome da “alma por trás do boneco”.

O nome do meio, “Lee”, vem de Lee Harvey Oswald, um fuzileiro naval americano que se refugiou na União Soviética e retornou para os EUA nos anos 60, quando, segundo as investigações, planejou e executou o disparo que assassinou o presidente John F. Kennedy, rendendo um dos momentos históricos mais retratados nos filmes de Hollywood.

Apesar de ter negado o envolvimento no assassinato, Lee Harvey Oswald foi considerado culpado pelos investigadores.

E o “Ray” vem de James Earl Ray, o homem que atirou em Martin Luther King Jr., resultando na morte do pastor, ativista político, vencedor do Nobel da Paz e líder do movimento racial sem violência nos EUA. O assassino conseguiu evitar a cadeira elétrica, mas foi condenado a 99 anos de prisão, tendo morrido em 1998.

Apesar de ter confessado o crime, Ray passou anos na prisão alegando inocência.

Já a história do boneco em si é ainda mais macabra por ter sido inspirada em Robert, The Doll, um boneco de pano que tinha o tamanho de uma criança, feito pela Steiff Company, e vestia com as roupas de seu dono, o excêntrico artista plástico Robert Eugene Otto, que ganhou o boneco como presente de aniversário em 1904. Diz a história que ‘Gene’ e Robert eram inseparáveis, com o menino carregando o brinquedo para todo canto. Entretanto, os pais ouviam o menino conversando com a figura com duas vozes diferentes. Eles acreditavam ser o próprio Eugene atuando. Porém, o menino passou a ter pesadelos e sempre culpava o boneco quando alguns de seus pertences eram encontrados jogados pelo chão da casa.

Quando cresceu, Otto casou e herdou a antiga Artist House, na Flórida. Como tinha medo do boneco, a esposa pediu que o marido o guardasse em um cômodo separado. Então, começaram a surgir as histórias de crianças que viam o boneco andando sozinho pela casa e fazendo caras estranhas para elas pela janela. Em 1974, Otto faleceu. Dois anos depois foi a vez de sua esposa, fazendo com que a casa fosse comprada por Myrtle Reuter, que viveu lá por 20 anos. Nesse tempo, a mulher trancou o boneco no sótão, mas relatou ouvir passos e risos estranhos pela casa. Ela também afirmou que teria visto o brinquedo fazer cara de raiva quando falou mal do falecido Otto.

Em 1994, após afirmar que o boneco teria perseguido sua filha e torturado a própria Myrtle, a mulher o doou para o museu East Martello, alegando que o boneco era mal-assombrado e deveria ser guardado de uma forma que não conseguisse escapar. O museu não comprou muito a história, mas guardou a doação em um porão até conseguir expô-lo em uma caixa de vidro. Então, os visitantes da instituição passaram a visitá-lo com frequência. Anualmente, o museu recebe centenas de cartas com pedidos de desculpas ao boneco de turistas que afirmam terem sofrido acidentes de carro e assombrações nos pesadelos após tirarem sarro ou desrespeitarem o boneco. Além disso, o próprio museu passou a sugerir que os interessados devem se apresentar e pedir respeitosamente ao próprio brinquedo a permissão para tirar fotos.

Com o passar dos anos, as histórias acerca de Robert cresceram e ganharam várias versões. Algumas diziam que ele teria sido amaldiçoado com um tipo de vodu das Bahamas e que teria sido dado de presente a Otto por um menino que teria sido destratado por ele, enquanto outras dizem que além das aparições e risadas sinistras, Robert teria causado acidentes e infortúnios para quem cruzou seu caminho. Fato é que sua história rende frutos até hoje e agora o público pode ver seu “filho” mais notório, o Chucky, tocando o terror na série do Star+.

Os novos episódios de Chucky estreiam toda quarta-feira no Star+.

Crítica | Exército de Ladrões: Invasão da Europa – Prequel de Zack Snyder é um poético filme de ação

Desde que ‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas’ estreou na Netflix, em maio desse ano, os fãs do trabalho de Zack Snyder ficaram eufóricos com o que se abria diante de seus olhos: um universo que misturava ladrões de banco extraordinários em um ambiente apocalíptico cercado de zumbis em uma Las Vegas que dava o tom cômico à história absurda. Com uma sinopse tão inventiva como esta, não foi nenhuma surpresa o sucesso imediato desse primeiro filme – o que conseguiu em planos imediatos para novas sequências. Então, veio o anúncio do primeiro filme, um prequel intitulado ‘Exército de Ladrões: Invasão da Europa’, que chegou hoje à plataforma da Netflix.

Muito antes de ser Ludwig Ditier, Sebastian (Matthias Schweighöfer) teve uma vida. Uma vida comum, com um emprego ordinário e um canal no youtube com nenhuma visualização, onde falava sobre seu fascínio pelos cofres mais seguros do mundo. É assim que Gwen (Nathalie Emmanuel) o encontra e lhe propõe se juntar a ela e ao seu grupo – Korina, uma hacker que fala português (Ruby O. Fee), o musculoso Brad Cage (Stuart Martin) e o motorista de fuga Rolph (Guz Khan) – numa espécie de tour pelos quatro cofres que compõem o Anel de Nibelungo, criado por um grande mestre da confecção de cofres, que se inspirou na ópera de Wagner para fazê-los. Assim, Sebastian muda sua vida completamente, tornando-se um criminoso procurado pela Interpol, mas ele topa o desafio não pelo dinheiro, mas sim pela honra de se tornar a primeira pessoa do mundo a conseguir arrombar todos os cofres que compõem o Anel de Nibelungo.

Diferentemente do anterior, ‘Exército de Ladrões: Invasão da Europa’ tem uma pegada mais aventuresca, assemelhando-se mais às produções de ação do que os de terror. Por exemplo, não tem zumbis. Se em Las Vegas os mortos-vivos tocavam o terror, na Europa (o filme trafega entre Munique, Paris e Suíça) a única ameaça é a Interpol (os zumbis só aparecem nos pesadelos de Sebastian ou na televisão). Assim, mesmo sendo uma pré-sequência, ‘Exército de Ladrões: Invasão da Europa’ é, também, um filme independente, que pode ser assistido antes ou depois do anterior, sem que isso prejudique o todo. Além disso, o projeto de marketing não se mostra coeso na franquia aqui no Brasil, pois enquanto o primeiro título não recebeu tradução em português, apenas o subtítulo, neste prequel não só há a tradução do título, mas também, numa tentativa forçada de buscar uma unidade, socaram ali um subtítulo que não faz sentido, posto que não há nenhuma invasão na Europa.

Exército de Ladrões: Invasão da Europa’ é curiosamente poético e cheio de história e fantasia, o que torna o filme interessante e repleto de referências nerds (o Anel de Nibelungo também inspirou ‘O Senhor dos Anéis’). Dá gosto ver o protagonista ser tão apaixonado por cofres, ainda que este argumento não seja exatamente original (o mesmo mote pode ser visto em filmes como ‘Assalto ao Banco da Espanha’, também lançado esse ano). A forma como Sebastian vai contando a trajetória de cada um dos cofres é comovente e engaja o espectador, ao ponto de o roteiro de Shay Hatten se debruçar quase que totalmente nesse ponto, confiando a ação e a explicação dos roubos  para a imaginação do espectador.

Fosse um filme isolado, ‘Exército de Ladrões: Invasão da Europa’ seria uma produção engraçada de um filme de ação com uma construção curiosa; uma vez que faz parte de um universo que, em princípio, prometia outra coisa, dá uma decepcionada, pois é um filme de assalto a bancos, não de apocalipse zumbi. É um divertido entretenimento, e ainda dá vários ganchos para expandir infinitamente esse novo universo criado por Zack Snyder.

‘Avatar: The Last Airbender’: Compositor comenta sobre estágio de produção da série da Netflix

Avatar: The Last Airbender ganhará uma adaptação em live-action na Netflix. Depois de meses sem receber novidades, a série recebeu uma atualização sobre o estágio de produção da série.

Em conversa com o Discussing Film, o compositor Jeremy Zuckerman revelou alguns detalhes sobre o projeto.

“Só posso dizer que não comecei ainda. Eu sei que a equipe de produção está trabalhando dia e noite para a escolha do elenco. Eu estou realmente animado. A Netflix está sendo muito mente aberta e nos apoiando. Eu acho que eles realmente estão tentando fazer tudo certo dessa vez”

Os criadores da série original, Michael Dante DiMartino e Bryan Konietzko também estão envolvidos no live-action.

Confira a primeira arte conceitual da série:

A animação foi lançada no Brasil como Avatar: A Lenda de Aang e teve três temporadas produzidas, originalmente exibidas nos EUA entre 2005 e 2008.

Ainda não há data de lançamento para a série live-action.

Peter Fonda, ator de ‘Sem Destino’, morre aos 79 anos

Peter Fonda, ator conhecido por seu trabalho no filme road-trip ‘Sem Destino’, morreu hoje (16) aos 79 anos de idade devido a um câncer de pulmão.

O anúncio foi feito por sua irmã, a aclamada e premiada atriz Jane Fonda, que fez em uma declaração oficial: “Estou muito triste. Ele era meu irmãozinho mais novo. O falante da família. Tive momentos ótimos com ele nesses últimos dias. Ele se foi sorrindo”.

Sua esposa, Parky, também fez uma declaração em nome da família, dizendo que, “em um dos momentos mais tristes de nossas vidas, não conseguimos encontrar palavras para expressar a dor em nossos corações. E, enquanto sofremos pela perda deste homem gracioso e doce, também celebramos seu indomável espírito e seu amor pela vida”.

Em vida, Fonda foi um ator de grande sucesso, além de ter se aventurado como diretor e roteirista. Ele começou sua carreira em 1962 na televisão, migrando para os cinemas um ano mais tarde com ‘Artimanhas do Amor’. Em 1969, assinou e estrelou o drama ‘Sem Destino’, sendo indicado ao Oscar de Melhor Roteiro ao lado de Dennis HopperTerry Southern. Ele receberia sua segunda indicação, desta vez na categoria de Melhor Ator, pela memorável performance no clássico ‘O Ouro de Ulisses’.

Como diretor, comandou em 1971 o western ‘Pistoleiro Sem Destino’, que, apesar de ter recebido aceitação mista por parte da crítica especializada, tornou-se um de seus maiores clássicos.

Mais recentemente, Fonda deu vida a Mefistófoles no thriller sobrenatural Motoqueiro Fantasma, contracenando ao lado de Nicolas Cage, e voltou ao meio-oeste com ‘The Ballad of Lefty Brown’. Em 2019, participou de The Last Full Measure, seu último projeto nos cinemas, cuja estreia está marcada para outubro.

Crítica | ‘Sonic – O Filme’ é nostalgia pura e um deleite para os fãs

Para aqueles que se lembram dos anos entre as décadas de 1990 e 2000, é bem provável que a companhia de videogames Sega tenha feito parte da infância de modo mais impactante que imaginamos. Afinal, a desenvolvedora é simplesmente a responsável por trazer a franquia Sonic à vida – criando uma narrativa divertida (e descoberta e redescoberta constantemente por fãs de jogos clássicos) que gira em torno de um ouriço antropomorfizado que luta contra o perigoso Doutor Eggman, um cientista maluco.

Desde 1991 até os dias de hoje, a trupe de personagens já apareceu em diversas produções, migrando para as telinhas um ano depois do lançamento, ganhando inúmeros especiais em longa-metragem e, finalmente, recebendo um tratamento em live-action que segue a onda das inúmeras releituras lançadas na última década. Aqui, a Paramount Pictures ficou a encargo de não apenas trazer esse enredo para os novos adultos que se recordam com facilidade de permanecer horas e horas na frente dos computadores pegando o máximo de anéis de ouro que conseguissem, mas também comprometendo-se a apresentar o icônico universo à nova geração – e o resultado é muito mais divertido e satisfatório do que esperávamos.

Depois de comentários controversos acerca do design do protagonista, Sonic – O Filme’ passou um pouco de seu orçamento original por uma boa causa; resgatando os elementos clássicos dos games em vez de permanecer atado a uma ideia que já havia se provado falha, o estúdio responsável pela adaptação deu voz ao público e não pensou duas vezes em respaldar seus desejos. Dessa forma – e alguns adiamentos depois -, a obra estava pronta e lapidada para chegar as telonas, delineando uma mitologia que, apesar de ter sido explorada em níveis superficiais, pavimenta um caminho interessante para futuras iterações (respaldadas por duas cenas pós-créditos que são um deleite aplaudível para qualquer um que tenha o mínimo de contato com os jogos).

A trama é centrada em Sonic (Ben Schwartz), um ouriço azul dotado de habilidades incríveis que o permitem correr numa velocidade imensurável. Sonic vive em uma dimensão alternativa e é obrigado a fugir para a Terra para escapar de forçar malignas cujo principal objetivo é capturá-lo e entender a fonte de seus poderes. Utilizando aros dourados que o permitem viajar entre os vários mundos que existem na vastidão do universo, ele acaba se isolando em Green Hills, uma pequena cidade do interior dos Estados Unidos, e constrói uma espécie de caverna, onde passa seus dias na mais pura solidão – e desenvolve uma relação platônica com o xerife Tom Wachowski (James Marsden) e sua família.

Como já podemos imaginar, a trama segue uma linearidade nostálgica o bastante para que os espectadores de diferentes idades tenham a oportunidade de se conectar com os personagens apresentados. Mais do que isso, o roteiro assinado por Pat Casey e Josh Miller nutre-se de uma temática conhecida que oscila entre explorações sobre exílio e sobre autoaceitação (não é à toa que Sonic prefira – ou acredite que tudo não passa de uma escolha – se isolar a ter qualquer contato humano). Entretanto, as coisas mudam quando o nosso adorável herói acaba liberando uma quantidade gigantesca de energia, provinda de sua frustração por estar por conta própria, e chama a atenção do governo norte-americano, que contrata a mente sórdida de Robotnik (Jim Carrey) para descobrir o que aconteceu.

Robotnik e Sonic funcionam como dois extremos de uma complexa linha que entrelaça cada uma das personas apresentadas. É claro que precisamos levar em consideração que o filme é destinado principalmente a um público mais jovem (o que suprime investidas mais profundas por parte da equipe criativa). De qualquer forma, o vilanesco cientista é perigoso justamente por sua instabilidade e por seu intelecto inigualável, o que acaba transformando-o em um valentão de jaleco preto cuja missão é conquistar o mundo. Sonic, por sua vez, percebe que precisa fugir (mesmo estando cansado disso), mas acaba cruzando caminho com Tom e perdendo sua única chance de escapar.

Mesmo perdendo um pouco a mão na transição do segundo para o terceiro ato, Jeff Fowler de fato nos surpreende ao comandar o vindouro projeto. Apesar de já ter trabalhado em certas produções cinematográficas e televisivas (ganhando uma indicação ao Oscar de Melhor Curta-Metragem Animado), é notável como o diretor imprimi sua própria perspectiva em uma narrativa que atravessa as gerações. Mais do que isso, sua estreia na esfera dos longas-metragens pura, simples ser sem simplista, conseguindo arquitetar sequências divertidas e recheadas de ação – algumas delas inclusive repaginando o estilo dos games em uma modernização interessante e muito bem-vinda.

Sonic – O Filme’ é uma obra surpreendente, cuja promessa em nos levar a um tempo que não voltará mais é cumprida em uma história coesa e emocionante. Mais do que isso, a iteração é movida por uma ingenuidade pueril que nos mantém entretidos do começo ao fim, unindo o novo e o saudosista em um lugar que exala um enérgico potencial.

‘La Révolution’: Ficção da Netflix sobre a Revolução Francesa ganha teaser oficial; Confira!

Netflix divulgou o primeiro teaser oficial de La Révolution, série fictícia que fará uma releitura da Revolução Francesa.

Confira:

Aurélien Molas é o criador e showrunner da produção. Gaïa Guasti assina o roteiro.

Nesta releitura fictícia da Revolução Francesa, o futuro inventor da guilhotina descobre uma doença que faz com que membros da nobreza matem cidadãos comuns.

La Révolution estreia em outubro na plataforma, ainda sem data confirmada.

Fiona Apple divulga clipe oficial de “Shameika”, canção do álbum ‘Fetch the Bolt Cutters’

A lendária Fiona Apple divulgou recentemente o videoclipe oficial de “Shameika”, uma das canções do aclamado álbum Fetch the Bolt Cutters.

Confira:

Crítica | ‘Fetch the Bolt Cutters’ é o melhor álbum do ano (e a obra-prima de Fiona Apple)

Seu quarto álbum de estúdio foi lançado em 17 de abril deste ano e tornou-se o mais bem avaliado do ano, alcançando a pontuação quase perfeita de 98/100 no Metacritic, incluindo uma rara nota máxima do site Pitchfork (o segundo do veículo).

Apple lançou seu primeiro álbum de estúdio em 1996, chamado Tidal. Desde então, ascendeu a fama com produções impecáveis, dando uma breve pausa em sua carreira em 2012 com ‘The Idler Wheel…’.

‘The Handmaid’s Tale’: Vídeo promocional relembra a jornada de Luke na série; Confira!

Para preparar os espectadores para a aguardada 4ª temporada de ‘The Handmaid’s Tale’, o Hulu divulgou um novo vídeo promocional que relembra a jornada de Luke (O-T Fagbenle).

Confira:

O próximo ciclo tem estreia marcada para o dia 28 de abril.

Lembrando que a série já foi renovada para a sua 5ª temporada.

Criada por Bruce Miller, a série é baseada no livro ‘O Conto da Aia‘, escrito por Margaret Atwood.

A história se passa na distopia de Gilead, uma sociedade totalitária que foi anteriormente parte dos Estados Unidos. Enfrentando desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda, Gilead é governada por um fundamentalismo religioso que trata as mulheres como propriedade do estado. Como uma das poucas mulheres férteis restantes, Offred é uma serva na casa do comandante, uma das castas de mulheres forçadas à servidão sexual como uma última tentativa desesperada para repovoar um mundo devastado. Nesta sociedade aterrorizante onde uma palavra errada pode acabar com sua vida, Offred vive entre comandantes, as suas mulheres cruéis e seus servos – onde qualquer um poderia ser um espião para Gilead – tudo com um único objetivo: sobreviver para encontrar a filha que lhe foi tirada.

O elenco inclui Elisabeth Moss, Max Minghella, Amanda Brugel, Yvonne Strahovski, Joseph Fiennes, Ann Dowd e Madeline Brewer.

‘American Horror Story: Double Feature’: Segredos são revelados na promo oficial do episódio 10×04; Confira!

Hulu e a FX divulgaram a promo oficial de “Blood Buffet”, quarto episódio da 10ª temporada de American Horror Story, subtitulada ‘Double Feature’.

Na trama, “a sombria história de Provincetown e de seus habitantes é revelada”.

O capítulo vai ao ar no dia 08 de setembro.

A história da décima temporada irá se dividir em duas principais: uma ambientada no mar e outra em terra firme.

O próximo ciclo contará com o retorno dos veteranos Evan PetersKathy BatesBillie Lourd, Finn WittrockLily RabeLeslie GrossmanAdina Porter e Angelica Ross, além da introdução de  Macaulay CulkinKaia Gerber.

10 filmes de fantasia sombria para quem gostou de ‘A Lenda do Cavaleiro Verde’

O aguardado e elogiado ‘A Lenda do Cavaleiro Verde’ finalmente chegou ao Prime Video no último dia 21 de janeiro e, apesar de ter dividido o público por sua abordagem nada convencional sobre a clássica mitologia do Rei Arthur e da Távola Redonda.

A história é uma reimaginação da clássica de Gawain e o Cavaleiro Verde. O guerreiro em questão invadiu a corte de Rei Arthur, desafiando qualquer um dos membros da Távola Redonda a atacá-lo com seu machado – mas ele retornaria para devolver o golpe em um ano e um dia. Gawain aceita o desafio e corta a cabeça do Cavaleiro Verde. Ele, por sua vez, pega o próprio crânio decepado e diz, “até daqui um ano e um dia, Gawain”. Dessa forma, cabe ao jovem descobrir como manter sua parte do acordo sem perder a cabeça – literalmente.

Contando com Dev Patel, Alicia VikanderJoel EdgertonBarry KeoghanSean HarrisKate DickieRalph Ineson no elenco, a produção reacendeu o gosto dos espectadores pelo gênero da fantasia sombria.

Pensando nisso, o CinePOP preparou uma lista com dez longas-metragens fantásticos que você precisa conferir caso tenha gostado de ‘A Lenda do Cavaleiro Verde’.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

LABIRINTO (1986)

Labirinto é uma subestimada produção que alcançou status cult anos depois de seu lançamento oficial em meados da de´cada de 1980. Com direção de Jim Henson e estrelado por ícones do cenário do entretenimento, como Jennifer ConnellyDavid Bowie, a obra é centrada em uma jovem adolescente que viaja para outro mundo, dominado pelo mortal Jareth, o Rei dos Duendes, para resgatar seu meio-irmão.

EDWARD MÃOS DE TESOURA (1990)

O clássico ‘Edward Mãos-de-Tesoura’ é uma das assinaturas artísticas do conhecido realizador Tim Burton. Na trama, Peg Boggs (Dianne Wiest) é uma vendedora que acidentalmente descobre Edward (Johnny Depp), um jovem que mora sozinho em um castelo no topo de uma montanha, criado por um inventor que morreu antes de dar mãos ao estranho ser, que possui apenas enormes lâminas no lugar delas. Isto o impede de poder se aproximar dos humanos, a não ser para criar revolucionários cortes de cabelos. No entanto, Edward é vítima da sua inocência e, se é amado por uns, é perseguido e usado por outros.

A LENDA DO CAVALEIRO SEM CABEÇA (1999)

A adaptação do clássico romance homônimo foi encabeçada por Burton e, até hoje, insurge como uma das referências no gênero fantástico, principalmente pelos cenários distorcidos e pela incrível fotografia de Emmanuel Lubezki. A produção mistura horror, romance e sobrenatural e acompanha Ichabod Crane, um detetive legista nova-iorquino que é requisitado para viajar à pequena cidade de Sleepy Hollow e examinar uma série de assassinatos que acontecem no local – todos realizados por uma criatura maligna sem cabeça que ganha vida à noite.

A NOIVA CADÁVER (2005)

A Noiva Cadáver é um dos grandes ápices da carreira de Burton – e uma das únicas animações sob seu comando. Lançada há dezessete anos, a obra conquistou o público ao trazer à vida uma fictícia vila vitoriana e focar no complexo relacionamento de Victor, um jovem estabanado que é visto com olhos tortos onde mora, e Emily, a personagem titular que volta dos mortos ao ser pedida em casamento por Victor. Trazendo no elenco nomes como Johnny DeppHelena Bonham CarterEmily Watson e Richard E. Grant, o filme foi aclamado pela crítica especializada e arrecadou quase US$120 milhões ao redor do mundo, além de ter sido indicado ao Oscar de Melhor Animação.

CORALINE E O MUNDO SECRETO (2009)

Se há um filme que ressoa como fantasia sombria, este é Coraline e o Mundo Secreto. Apesar de pintado como uma animação stop-motion infantil, toda a atmosfera provém da obra original assinada por Neil Gaiman e gira em torno de uma jovem menina chamada Coraline Jones, que descobre um mundo totalmente diferente do que está acostumada: um universo em que todos a tratam como uma rainha e usam botões no lugar dos olhos. Entretanto, mesmo parecendo um paraíso, esse mundo é recheado de perigos mortais que a querem manter presa lá para sempre.

CAMINHOS DA FLORESTA (2014)

‘Caminhos da Floresta’ é uma visão moderna dos adorados contos dos irmãos Grimm, cruzando as tramas de algumas histórias e explorando as consequências dos desejos e das buscas dos personagens. Este musical engraçado e emocionante segue os contos clássicos de Cinderela (Anna Kendrick), Chapeuzinho Vermelho (Lilla Crawford), João e o Pé de Feijão (Daniel Hittlestone) e Rapunzel (Mackenzie Mauzy) – todos reunidos em uma história original envolvendo um padeiro e sua esposa (James Corden e Emily Blunt), seu desejo de formar uma família e a interação com a bruxa (Meryl Streep) que os amaldiçoou.

A COLINA ESCARLATE (2015)

A Colina Escarlateacompanha o dia a dia de uma autora que, depois de ter seu coração roubado por um estranho sedutor, é arrastada para uma casa sombria no topo de uma montanha de barro vermelho-sangue – um lugar repleto de segredos que vão assombrá-la para sempre. Entre o desejo e as trevas, entre mistério e loucura, encontra-se a verdade por trás de Crimson Peak, também conhecida como a Colina Escarlate.

SETE MINUTOS DEPOIS DA MEIA-NOITE (2016)

Sete Minutos Depois da Meia-Noite é um dos filmes mais subestimados da década passada e não tem o reconhecimento que merece. A trama é uma apaixonante e comovente jornada de superação e amor que gira em torno de Conor (Lewis McDougall), um jovem garoto que descobre que sua mãe (Felicity Jones) foi diagnosticada com câncer terminal e que é visitado por um gigantesco monstros antropomórfico (Liam Neeson) que lhe contará três histórias diferentes.

A FORMA DA ÁGUA (2017)

Vencedor do Oscar de Melhor Filme, A Forma da Água é construído sobre os grandes conflitos políticos e bélicos e as transformações sociais ocorridas nos Estados Unidos na década de 1960. Aqui, Elisa, zeladora em um laboratório experimental secreto do governo, conhece e se afeiçoa a uma criatura fantástica mantida presa no local. Para elaborar um arriscado plano de fuga, ela recorre a um vizinho e à colega de trabalho Zelda.

MARIA E JOÃO (2020)

Durante um período de escassez, Maria e seu irmão mais novo, João, saem de casa e partem para a floresta em busca de comida e sobrevivência. Ao encontrem uma senhora, cujas intenções podem não ser tão inocentes quanto parecem, eles descobrem que nem todo conto de fadas tem final feliz.

‘Riverdale’: Pragas bíblicas vêm à cidade na promo oficial do episódio 06×18; Confira!

A The CW divulgou a promo oficial de “Biblical”, 18º episódio da 6ª temporada de Riverdale.

Na trama, “conforme a turma planeja um evento para celebrar dois de seus companheiros, estranhas pragas bíblicas pela cidade ameaçam colocar em risco um dia tão especial”.

O capítulo vai ao ar no dia 27 de junho.

Confira:

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ ApaLili ReinhartCamila MendesCole SprouseMadelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

Tom Holland já assinou contrato para ‘Homem-Aranha 4’, apontam rumores

Segundo múltiplas fontes no Twitter (via The Direct), o astro Tom Holland assinou um novo contrato com a Marvel Studios e a Sony Pictures para seu retorno como Homem-Aranha no MCU.

Ainda que nada tenha sido confirmado, as informações indicam que não se sabe para quantos filmes ele fechou o acordo, mas Holland não assinou contrato para fazer quaisquer aparições no Disney+.

Anteriormente, o jornalista Alex Perez, do The Cosmic Circus, revelou que a Marvel e a Sony já tem uma data para lançar ‘Homem-Aranha 4‘.

Os estúdios planejam colocar o filme nos cinemas já em 23 de julho de 2024, então as filmagens teriam que começar no início de 2023.

Se a data se confirmar, o filme fará parte da Fase 5 do MCU  – que terá filmes como ‘Capitão América: Nova Ordem Mundial‘ e ‘Deadpool 3‘.

Há alguns meses, a produtora da Sony, Amy Pascal conversou com o The New York Times e disse que o próximo filme do Cabeça de Teia não deve ser focado no “espetáculo” e na adição de grandiosos personagens, como acontece em ‘Sem Volta Para Casa‘.

Em vez disso, o vindouro longa terá como pilares a qualidade e a emoção.

“Nem todo filme do Homem-Aranha terá uma multidão de personagens. Essa abordagem adequada para este filme, mas não podemos esperar isso em todos os outros. Você não pode pensar em se superar em termos de espetáculo. Caso contrário, os filmes ficam cada vez maiores sem motivo e isso não gera bons resultados. O que queremos é superar questões de qualidade e emoção.”

Ela também disse que o principal objetivo do estúdio é explorar o fim da adolescência de Peter Parker e como ele vai lidar com as consequências de ‘Sem Volta Para Casa‘.

“O que Kevin [Feige] e eu não queremos perder de vista é que Peter Parker é um garoto normal. Agora ele está órfão. Como ele vai lidar com isso no fim de sua adolescência? Tudo em sua vida está em alta e o que acontece aqui e agora importa mais do que tudo. Ele está sendo movido pela bondade e pela culpa, se esforçando por uma causa maior e é difamado pela pela imprensa. É muita coisa para lidar ao mesmo tempo e há muito potencial nisso.”

Lembrando que Pascal já revelou que a Sony e a Marvel estão desenvolvendo uma nova trilogia do herói com o retorno de Tom Holland no papel principal.

 

Você está ansioso para o filme?

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

Viaje para a Terra do Nunca no novo teaser OFICIAL de ‘Peter Pan & Wendy’!

Faltam apenas alguns dias para a estreia de ‘Peter Pan & Wendy‘, que chega à Disney+ em 28 de abril e, agora, o Disney+ divulgou um teaser inédito do live-action.

Confira:

Ever Anderson, filha de Milla JovovichPaul W.S. Anderson, dará vida à Wendy, enquanto Alexander Molony interpreta Peter Pan.

O elenco também conta com Jude Law como o infame Capitão Gancho, Alyssa Alook como a princesa Tiger Lily, Rebecca Hall como a Sra. Darling, Jim Gaffigan como o marujo Sr. Smee e Yara Shahidi como a fada Sininho.

Escrito e dirigido por David Lowery e Toby Halbrooks (‘Meu Amigo o Dragão‘), o longa será lançado direto na Disney+ e é baseado no romance de J.M. Barrie.

Em 2003, a Universal Pictures lançou uma versão live action que recebeu críticas positivas, mas foi bombardeado nas bilheterias. O filme acabou dando prejuízo de mais de US$ 70 milhões contra um orçamento bem grande (US$ 130,6 milhões).

Já em 2015, a Warner lançou uma versão com Hugh Jackman, Rooney Mara e Amanda Seyfried que também foi um fracasso de público, e gerou mais de US$ 150 milhões em prejuízo para o estúdio.

Conheça a Família Usher no clipe inédito da série de terror ‘A Queda da Casa de Usher’!

Netflix divulgou um clipe inédito de ‘A Queda da Casa de Usher‘, série de terror comandada por Mike Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill’).

O vídeo apresenta a família titular.

Confira, junto ao trailer:

Baseada na obra do mestre Edgar Allan Poe, a produção será lançada no dia 12 de outubro na plataforma de streaming.

Apesar de detalhes sobre a narrativa não terem sido revelados, o conto titular foi publicado originalmente em 1893 e analisa temas como loucura, família, isolação e identidades metafísicas. A história acompanha um narrador sem nome que viaja para a Casa de Usher em um “dia sombrio, sem som e monótono”. A casa, pertencente a um amigo de infância chamado Roderick Usher, é misteriosa e arrepiante – e o narrador percebe que a casa absorveu um mal inenarrável e uma atmosfera doentia de tudo o que a cerca.

Carla Gugino, Mark HamillCarl LumblyMary McDonnell estrelam a produção.

Henry Thomas, T’Nia Miller, Kyleigh Curran, Samantha Sloyan, Rahul Kohli, Sauriyan Sapkota, Zach Gilford, Michael Trucco, Paola Núñez, Katie Parker, Malcolm Goodwin, Crystal Balint, Aya Furukawa, Daniel Jun, Matt Biedel, Ruth Codd, Annabeth GishRobert LongstreetKate SiegelWilla Fitzgerald e Bruce Greenwood completam o elenco.

Flanagan também entra como produtor executivo ao lado de Trevor MacyEmmy GrinwisMichael Fimognari. Ele também dirige quatro episódios da série, enquanto Fimognari fica responsável pelos outros quatro.

O projeto é o sexto do acordo entre Flanagan e a Netflix, precedido por Missa da Meia-Noite, pelos elogiados A Maldição da Residência Hill‘A Maldição da Mansão Bly’, pelo thriller Jogo Perigoso e a cancelada The Midnight Club.

Crítica | ‘Imaginário: Brinquedo Diabólico’ é movido a clichês, mas tem seu valor de entretenimento

É notável como a Blumhouse vem perdendo a mão em diversas produções recentes: apenas de memória, podemos citar o fracasso crítico e comercial de ‘Mergulho Noturno’, a frustrante adaptação de ‘Five Nights at Freddy’s’ e a esquecível investida ‘O Exorcista: O Devoto’ – cada qual mostrando uma fadiga não especificamente do gênero do terror, mas das mentes criativas por trás da companhia e de seus projetos. Agora, a produtora nos apresenta a mais uma tentativa de resgatar o brilho de originalidade que tinham há alguns anos com o lançamento de ‘Imaginário: Brinquedo Diabólico’, que chega aos cinemas nacionais amanhã, 14 de março.

O longa-metragem acompanha Jessica (DeWanda Wise), uma mulher recheada de traumas de um passado não muito distante que retorna para a casa de infância ao lado do marido, Max (Tom Payne), e das enteadas – Alice (Pyper Braun) e Taylor (Taegen Burns), esta não tendo uma relação muito próxima ou afetiva com a madrasta. Após se mudarem para o subúrbio a fim de começarem um capítulo novo de suas vidas, Alice cria um amigo imaginário após encontrar um ursinho de pelúcia, dando-lhe o nome de Chauncey e levando Jess a acreditar que aquilo é apenas uma forma da jovem menina lidar com tantas mudanças e com certos fantasmas que continuam voltando a atormentá-la. Entretanto, as coisas mudam drasticamente de forma quando Jess percebe que, de alguma maneira, Chauncey está induzindo Alice a fazer coisas terríveis e que podem colocar todos ali em perigo mortal.

Seguindo os passos de títulos anteriores da Blumhouse, ‘Imaginário: Brinquedo Diabólico’ é desprovido de qualquer originalidade – mas, nesse caso, essa falta de comprometimento com o novo não é algo ruim. É notável como a construção da obra preza mais pela atmosfera do que pelo conteúdo, aliando-se a performances boas o suficiente para nos engajar ao longo de uma hora e quarenta minutos e a certos jump-scares que, por mais óbvios que sejam, nos fazem pular da cadeira. E percebemos que o longa-metragem, em momento algum, tenta dar um passo maior do que consegue e não se rende aos pecaminosos equívocos da presunção fílmica, tendo plena consciência de seu teor escapista e de que, no final das contas, é um título “pipoca” cujo objetivo é nos engolfar em um cosmos nem um pouco próximo da realidade.

Como já mencionado, a produção é recheada dos mais variados clichês – e tem plena noção disso: temos a famosa casa assombrada com um porão assustador que é palco para o encontro entre o sobrenatural e o mundano; os personagens arquetípicos que são jogados em um mandatório arco de amadurecimento, enfrentando traumas que são materializados em criaturas medonhas; os supracitados jumpscares, talhados em movimentações de câmera que premeditam os sustos; a trilha sonora deliberadamente dissonante e com explosões instrumentais que fecham o ciclo de determinada cena; e muitos outros. Todavia, como esses elementos não se levam a sério, é muito fácil ser envolvido pelo projeto cinematográfico que se desenrola à nossa frente e sair da sala satisfeito, desde que não tenhamos as expectativas muito altas.

Jeff Wadlow, colaborador de longa-data da Blumhouse e responsável por títulos como ‘Verdade ou Consequência’ e ‘Ilha da Fantasia’, senta-se à cadeira de direção e tenta fazer o máximo que pode para fornecer estilizações ao filme. Eventualmente, ele percebe que o caminho mais seguro é focar na simetria angustiante de uma fotografia sóbria, no jogo de campo e contracampo que coloca em conflito as personalidades das protagonistas, e na elementaridade dos planos holandeses que ajudam a cultivar a tensão e a conclusão de cada ato. E, de fato, são as performances de Wise e Braun que nos ajudam nessa desequilibrada jornada, ainda mais pela honestidade que pregam em cena.

Um dos deslizes principais é o roteiro. Assinado por Wadlow, Greg Erb e Jason Oremland, a história poderia ter sido mais bem aproveitada caso não quisesse se valer de uma mitologia muito complexa e que envolve muitas subtramas. Afinal, temos explicações constantes de como o amigo imaginário de Alice corresponde a uma entidade cuja manifestação pode caminhar de duas maneiras – uma protetora e outra vingativa, como é o caso de Chauncey. E isso também se relaciona com o laço que une Alice e Jess e os segredos que se escondem no casarão, abrindo espaço para certas pulsões da psicologia que não deveriam existir, restringindo-se, sim, ao sobrenatural e às clássicas histórias de terror pelas quais somos apaixonados.

‘Imaginário: Brinquedo Diabólico’ é um festival de convencionalismos criativos que, por incrível que pareça, tem o seu valor como entretenimento. É muito fácil se divertir com o longa-metragem caso varramos para debaixo do tapete as falhas estruturais e caso não esperemos nada mais do que nos é prometido. No fundo, a produção entrega aquilo que propõe e é uma pedida interessante para se ver em um final de semana menos movimentado, com um conceito muito bem-vindo que, de fato, não explora todo seu potencial.

Diretor de ‘Coringa’ revela que ele e Joaquin Phoenix consideraram fazer uma PEÇA baseada no filme

Em uma recente entrevista à Variety, o diretor Todd Phillips comentou sobre o antecipadíssimo Coringa: Delírio a Dois’ – e revelou que ele e o astro Joaquin Phoenix (que interpreta o personagem titular) consideraram levar Arthur Fleck aos palcos da Broadway.

Durante a conversa, Phillips comentou que o projeto estava em fases iniciais desde o lançamento do primeiro filme, mas a pandemia de COVID-19 eventualmente suspendeu os planos.

“Quando começamos a pensar sobre isso, percebemos que levaria quatro anos para conseguir alcançar algo assim. E Joaquin teria que doar seis meses de sua vida para fazer [a peça] todas as noites”, ele comentou. “Então, pensamos em fazer isso [no teatro] Carlyle, em um âmbito menor. Mas então chegou o COVID”.

Anteriormente, Phillips trouxe detalhes sobre a aguardada sequência, afirmando que a Arlequina de Lady Gaga em Coringa: Delírio a Dois’ será bem diferente da dos quadrinhos.

“A voz aguda, o sotaque, a mastigação de chiclete e tudo aquilo de coisa atrevida que está nos quadrinhos, nós tiramos. Queríamos que ela se encaixasse neste mundo de Gotham que criamos a partir do primeiro filme.”, ele afirmou.

Segundo ele, a personagem será mais manipuladora e realista que as outras versões.

 

A nova Harley Quinn, batizada de Lee, é descrita por Gaga como uma personagem com falhas e imperfeições.

“Para mim, há muitos erros de afinação, na verdade, de Lee. Eu sou uma cantora treinada, certo? Então até a minha respiração era diferente quando eu cantava como Lee. Quando eu respiro para cantar no palco, eu tenho uma maneira muito controlada de garantir que estou afinada e que é sustentada no ritmo e no tempo certos, mas Lee nunca saberia como fazer nada disso. Então é como remover a tecnicidade de tudo, removendo minha arte percebida e estando completamente dentro de quem ela é”.

Coringa: Delírio a Dois’ fará sua estreia na 81º edição do Festival Internacional de Cinema de Veneza, que acontece de 28 de agosto a 07 de setembro.

Com estreia marcada para 03 de outubro nos cinemas nacionais, ‘Coringa: Delírio a Dois‘ traz a cantora Lady Gaga como a Harley Quinn, a amante do personagem vivido por Joaquin Phoenix.

Durante sua participação no Festival Internacional de Cinema de Karlovy Vary, a diretora de elenco Francine Maisler elevou as expectativas do público sobre a performance da estrela (via Deadline).

“Ela está muito bem o papel e sua performance vai explodir as mentes dos fãs. Eu não sugeri Lady Gaga. Não foi ideia minha, mas sim do [diretor] Todd Phillips. O que posso dizer é que ela está realmente surpreendente e muito convincente. Eu a vi atuando e fiquei impactada.”

Ela continuou:

“Todos nós sabíamos o que ela poderia fazer quando assistimos ‘Nasce uma Estrela’ (2018), mas eu pensei: ‘Caramba, ela está em seu habitat natural’. Algo que ela poderia fazer e ser ela mesma. Mas isso… Caramba, ela é muito boa. Joaquin impressiona, e ela consegue acompanhá-lo e não fica ofuscada, ela mostra o quanto é boa.”

Anteriormente, Gaga conversou com o Access Hollywood e afirmou que sua versão da personagem é completamente autêntica:

“Você sabe, minha versão da Harley é única e autêntica para este filme e esses personagens. Nunca fiz nada parecido antes, então será uma experiência completamente nova e muito divertida”.

Vale lembrar que a sequência promete ser um sucesso, considerando que o primeiro trailer se tornou o maior lançamento entre as prévias da Warner Bros. nos últimos anos.

Segundo a Variety, o trailer deCoringa: Delírio a Dois’ somando todas as plataformas conquistou 167 milhões de visualizações nas primeiras 24 horas após o lançamento. A reportagem ainda afirma que os números do trailer e o engajamento nas redes sociais superaram os do primeiro trailer de ‘Barbie’, tornando-se o maior lançamento da Warner Bros.

Além disso, o trailer se tornou instantaneamente o vídeo mais comentado no YouTube na noite da estreia e conta atualmente com 25,9 milhões de visualizações apenas nessa plataforma.

Durante as primeiras 24 horas, o trailer da sequência deCoringa dominou o X, com 10 termos relacionados ao filme em tendência, incluindo #JokerFolieADeux, Gaga, Harley, Harley Quinn, Joaquin Phoenix, Joker, Joker 2, Joker2, Lady Gaga e Todd Phillips.

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Vale lembrar que o filme ganhou classificação indicativa para maiores de 18 anos devido a cenas de violência, linguagem inapropriada, nudez completa e sexo.

Essa é a mesma classificação do filme anterior, mas a sequência deve ser um pouco menos perturbadora, já que o original foi classificado para maiores por “extrema violência sangrenta”.

Como o novo filme apresenta Lady Gaga como Harley Quinn, as cenas mais impactantes devem se concentrar na sexualidade.

O longa será um musical maníaco com Joaquin Phoenix reprisando o papel do Coringa e Lady Gaga interpretando Arlequina. A decisão de transformá-lo em um musical dividiu os fãs, mas o filme está sendo descrito como um “jukebox”.

Para quem não está familiarizado, musicais jukebox são aqueles que usam canções populares interpretadas pelos próprios atores, como vimos em ‘Mamma Mia!’ e ‘Moulin Rouge!’.

Segundo a Variety, o filme apresentará pelo menos 15 reinterpretações de músicas “muito conhecidas”, além de algumas canções originais. Uma das músicas em destaque será “That’s Entertainment”, do musical ‘The Band Wagon’ (1953).

O orçamento do filme está estimado em cerca de US$ 200 milhões, sendo um dos lançamentos mais aguardados da Warner.

Lembrando que Coringa: Folie à Deux estreia em 04 de outubro de 2024.

Confira as fotos, com a nova logo:

Vale destacar que Folie à Deux é um termo que significa “psicose compartilhada”, o que pode ser referência ao fato de que Gaga irá interpretar Arlequina.

Lançado em 2019, ‘Coringa‘ ultrapassou a impressionante marca de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais, a partir de um orçamento de apenas US$ 70 milhões.