De acordo com o TMZ, o ator Ned Beatty (‘Superman’, ‘Toy Story 3’) faleceu ontem (13) aos 83 anos de idade, enquanto dormia em sua casa, em Los Angeles.
Detalhes sobre a causa da morte não foram divulgadas, mas sua saúde já estava fragilizada devido à idade.
Na hora da morte, ele estava cercado por seu familiares, segundo sua empresária, Deborah Miller.
Ao longo da carreira, atuou em mais 160 produções no cinema e na TV, como a aclamada comédia de humor ácido ‘Network – Rede de Intrigas‘ (1976), que lhe rendeu sua primeira e única indicação aoOscar.
Depois disso, ele passou a estrelar dezenas de outros projetos ao longo dos anos 1970, incluindo ‘Superman’ e ‘Superman 2‘, interpretando Otis, um capanga de Lex Luthor (Gene Hackman).
Ele também deu voz ao maquiavélico ursinho de pelúcia Lotso em ‘Toy Story 3‘, papel que lhe deu bastante visibilidade após anos afastado de Hollywood.
O personagem até lhe rendeu uma indicação como Melhor Vilão no MTV Movie Awards.
O Mês do Orgulho é um momento de celebração da importância da comunidade LGBTQIA+ e do contínuo preconceito que ela sofre na sociedade – sendo constante alvo de preconceitos e abusos físicos e morais por parte de pessoas que não compreendem a diversidade do espectro sexual do mundo (e que não conseguem viver fora da bolha tradicionalista em que estão infundidas).
O elogiado documentário retrata a trajetória da cartunista e chargista brasileira Laerte, considerada uma das mais proeminentes do gênero no Brasil. Tendo vivido parte de sua vida como homem, ela assumiu sua transexualidade aos 57 e, de lá pra cá, experimenta uma jornada única e pessoal sobre o que é, de fato, ser uma mulher.
BOY ERASED: UMA VERDADE ANULADA (2018)
O jovem Garrard (Lucas Hedges) de apenas 19 anos mora numa pequena cidade conservadora do Arkansas. Ele é gay e filho de um pastor da igreja batista. Chega um momento em que ele é confrontado pela família, ou arrisca perder sua família e amigos ou entra num programa de terapia que busca a “cura” da homossexualidade.
Tendo chegado ao fim nas últimas semanas, ‘Pose’ é uma das séries mais honestas e belas criadas pelo prolífico Ryan Murphy. Trazendo para as telinhas o maior elenco transsexual de todos os tempos, a história é centrada na Nova York dos anos 1980 e 1990, misturando a crescente pandemia de HIV/AIDS ao refúgio criado pela comunidade LGBTQIA+ com o glamour e a expressividade dos ballrooms.
DOR E GLÓRIA (2019)
O aclamado diretor Pedro Almodóvar fez seu mais recente retorno ao cenário cinematográfico com o tocante e ovacionado drama ‘Dor e Glória’. Estrelado por Antonio Banderas, a história gira em torno de um melancólico cineasta em declínio que se vê obrigado a pensar sobre as escolhas que fez na vida quando seu passado retorna. Entre lembranças e reencontros, ele reflete sobre sua infância na década de 1960, seu processo de imigração para a Espanha, seu primeiro amor maduro e sua relação com a escrita e com o cinema.
Em mais uma obra-prima, a aclamada cineasta Céline Sciamma nos convida para um drama de época eximiamente arquitetado com ‘Retrato de uma Jovem em Chamas’. Na França do século XVIII, Marianne (Noémie Merlant) é uma jovem pintora que recebe a tarefa de pintar um retrato de Héloïse (Adèle Haenel) para seu casamento sem que ela saiba. Passando seus dias observando Héloïse e as noites pintando, Marianne se vê cada vez mais próxima de sua modelo conforme os últimos dias de liberdade dela antes do iminente casamento se veem prestes a acabar.
A divertida e espirituosa comédia ‘Special’, que chegou ao fim recentemente na Netflix, acompanha Ryan Hayes (Ryan O’Connell), um jovem gay e com uma leve paralisia cerebral que decide recomeçar sua vida e fazer tudo aquilo que sempre deixou para depois. Entre seus novos objetivos estão conquistar o primeiro emprego; morar sozinho e longe de Karen (Jessica Hecht), sua mãe controladora; e, por fim, engatar um relacionamento amoroso. Mas realizar esses sonhos vai ter um custo alto: Ryan se passa por vítima de um acidente de carro, usando o episódio para esconder sua verdadeira condição.
Garantindo a Zendaya o Emmy de Melhor Atriz em Série de Drama, ‘Euphoria’ foi lançada no ano retrasado e tem apenas uma temporada, bem como dois episódios especiais. Exibida pela HBO, a produção acompanha a jornada de Rue Bennett, uma jovem de 17 anos que acaba de sair da clínica de reabilitação após ter uma overdose. Ela tenta agora se adaptar a uma vida “limpa” e volta a frequentar a escola. Mas, assim como ela, os demais alunos do ensino médio enfrentam seus próprios desafios, envolvendo sexo, drogas, amizades, relacionamentos amorosos, conflitos familiares, redes sociais e violência. À medida que luta contra a dependência química, Rue precisa lidar com todos os traumas e segredos da adolescência.
COM AMOR, VICTOR (2020 – PRESENTE)
A série sequência do adorado longa-metragem ‘Com Amor, Simon’ é uma das produções mais envolventes da televisão contemporânea e parte de uma premissa simples, mas bastante prática. ‘Com Amor, Victor’, estrelado por Michael Cimino, mostra a vida de um adolescente que está em conflito com a própria sexualidade (seja por ter acabado de se mudar para um colégio novo, seja pelo fato de sua família ser bastante tradicional). Tentando se encaixar no que se espera de um jovem garoto de dezesseis anos, Victor esconde quem realmente é e percebe que as coisas não são tão simples como parecem.
A adaptação da peça homônima de Joe Mantello foi uma das grandes surpresas da Netflix no ano passado.Ambientada em um apartamento no Upper East Side, Michael (Jim Parsons), um homossexual cínico com um estilo de vida de realeza, dá uma festa de aniversário para seu amigo outro amigo gay, Harold (Zachary Quinto). Enquanto os primeiros convidados já chegaram e se divertem, Harold ainda não apareceu. Para surpresa de Michael, Alan (Brian Hutchison), um antigo colega de quarto de faculdade, casado, e que ele suspeita ser homossexual não-assumido, chega à festa mesmo não tendo sido convidado. Quanto Harold finalmente dá as caras, seu humor sarcástico cria grandes problemas para os presentes, precisando, cada um, confrontar algumas verdades enterradas.
Criada pela aclamada performer Mae Martin, ‘Feel Good’ tem apenas duas temporadas – e continua sendo um dos títulos mais adorados do extenso catálogo da Netflix. A história gira em torno do relacionamento entre Mae (Martin), uma comediante canadense, e de George (Charlotte Ritchie), uma mulher da classe-média inglesa que reprime a si mesma. Ambas se conhecem no clube de comédia onde Mae se apresenta e, depois de começarem a namorar, elas descobrem segredos que, diferente do que se esperava, irá uni-las em laços ainda mais fortes.
Depois do trailer, a Netflix divulgou novas imagens oficiais de ‘Arcane’, série animada baseada na icônica franquia de games‘League of Legends’.
Confira:
Criada por Christian LinkeeAlex Yee, ‘Arcane’ foi anunciada em 2019 em um evento de comemoração aos 10 anos de estreia do game.
Lembrando que a animação tem estreia marcada para o outono norte-americano (entre setembro e novembro).
Dos mesmos criadores de ‘League of Legends’, chega uma nova série de animação: ‘Arcane’. Ambientada na próspera região de Piltover e na oprimida cidade subterrânea de Zaun, a história explora as origens de duas campeãs icônicas e do poder que irá separá-las.
Portman dará vida a uma atriz de Hollywood que viaja à costa do Maine para estudar uma mulher real (Moore) que ela deve interpretar em um filme. Moore, por sua vez, será essa mulher, que se tornou vítima de um escândalo de tabloide duas décadas atrás, depois de se casar com um homem 23 anos mais jovem que ela. À medida que a personagem de Moore e seu marido se preparam para mandar as filhas gêmeas à faculdade, a dinâmica familiar começa a se desenrolar sob a perspectiva da personagem de Portman.
O roteiro é assindo por Samy Burch, a partir de uma história criada por Alex Mechanik.
Will Ferrelle Jessica Elbaum entram como produtores através da companhia Gloria Sanchez Productions. Christine Vachon, Pam Koffler, Sophie Mas e Portman também irão supervisionar o projeto.
As filmagens devem começar no ano que vem e deve ser adquirido durante o mercado virtual do próximo Festival de Cannes.
Em entrevista ao site Shadow and Act, a atriz Wunmi Mosaku, que interpreta a caçadora Hunter B-15 na aclamada série ‘Loki’, revelou aos fãs qual o seu filme favorito do extenso panteão da Marvel Studios.
“Eu sempre fui fã de ‘Pantera Negra’. Foi o primeiro filme da Marvel que eu assisti e que eu amei. Eu me senti vista. Eu fiquei muito animada e realmente senti que todas essas coisas de vilões e heróis não eram muito claras. Não era básico. Eu entendi Killmonger, eu o entendi! Eu estava torcendo para ele, também. E então eu pensei: ‘eu gosto desse mundo… Eu realmente gosto'”.
Lembrando que o próximo episódio da produção será exibido em 16 de junho no Disney+.
Criada por Michael Waldron, a série se passa após os eventos do filme ‘Vingadores: Ultimato‘, no qual uma versão alternativa de Loki cria uma nova linha do tempo.
Depois de roubar o Tesseract, uma versão alternativa de Loki é trazida para a misteriosa Autoridade de Variação Temporal (AVT), uma organização burocrática que existe fora do tempo e do espaço, e monitora a linha do tempo. Eles dão a Loki uma escolha: ser apagado da existência por ser uma “variante do tempo” ou ajudar a consertar a linha do tempo e impedir uma ameaça maior. Loki acaba preso em seu próprio thriller policial, viajando no tempo e alterando a história da humanidade.
No Instagram, a atriz Florence Pugh postou uma imagem de bastidores inédita do aguardado ‘Viúva Negra’, que chega aos cinemas nacionais muito em breve.
Na foto, Pugh posa em uma motocicleta ao lado de Scarlett Johansson, que vive a protagonista-titular. A legenda diz: “um mês. 09 de julho. Veja a gente bagunçar com motos e atirar em coisas…”.
A produção é dirigida por Cate Shortland, a partir do roteiro de Jac Schaeffer.
No novo filme da Marvel Studios, Natasha Romanoff (Scarlett Johansson) precisa confrontar partes de sua história quando surge uma conspiração perigosa ligada ao seu passado. Perseguida por uma força que não irá parar até derrotá-la, Natasha terá que lidar com sua antiga vida de espiã, e também reencontrar membros de sua família que deixou para trás antes de se tornar parte dos Vingadores.
Em uma América moderna onde as bruxas são reais e a bruxaria é ilegal, uma adolescente protegida deve enfrentar seus próprios demônios e preconceitos enquanto ajuda duas jovens bruxas a evitar a aplicação da lei e cruzar a fronteira sul para obter asilo no México.
A trama seguirá um grupo de amigos que se reúne em uma viagem para mergulhar no Caribe explorando os destroços de um navio de guerra da Segunda Guerra Mundial, mas eles acabam ficando presos dentro do labirinto subaquático de metal enferrujado cercado por grandes tubarões brancos.
Vale lembrar que O’Donnell começou sua carreira como supervisor de efeitos visuais em filmes como ‘Alien vs. Predador 2‘, ‘Homem de Ferro‘ e ‘Skyline: A Invasão‘.
As filmagens irão começar em setembro, em Malta, com o veterano no gênero Mark Silk (‘Medo Profundo’ e ‘Medo Profundo: O Segundo Ataque’) servindo como diretor de fotografia.
O longa será produzido pela Altitude Film, que foi responsável por ‘Medo Profundo‘ e o recente ‘Great White‘.
Em entrevista ao The Hollywood Reporter, Teyonah Parris, que interpretou a Monica Rambeau na série ‘WandaVision‘, falou sobre o aguardado ‘As Marvels‘, e não poupou elogios ao trabalho da diretora Nia DaCosta.
“Ela tem um ponto de vista muito particular – uma visão jovem, inovadora e muito confiante. É o tipo de direção que traz belíssimos visuais e eu estou muito animada em ver como ela irá integrar isso tudo a um universo já estabelecido. Ela escutou nosso feedback sobre nossos personagens e o que a história está tentando construir. Na maioria das vezes ela já sabe o que queremos dizer. Amo a forma como ela processa as coisas e nos fazer sentir extremamente confortáveis em conversar com ela sobre a narrativa e o arco dos nossos personagens.”
Ela completa, “Eu amo a sensibilidade que ela traz para as cenas. Ela é muito inteligente. Eu estava animada em trabalhar com ela, e ela está fazendo história. Nia DaCosta é incrível e mal posso esperar para que o mundo veja isso.”
Nia DaCosta, de ‘A Lenda de Candyman‘, fica responsável pela direção.
A Warner Bros. divulgou um novo vídeo dos bastidores do musical ‘Em um Bairro de Nova York‘.
Confira:
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de junho.
Dirigido por Jon M. Chu (‘Podres de Ricos‘), o longa é baseado em uma peça original criada por Lin-Manuel Miranda em 2008.
As luzes se acendem em Washington Heights… O cheirinho de um cafecito caliente paira no ar, na saída da estação de metrô da Rua 181, onde um caleidoscópio de sonhos mobiliza essa comunidade vibrante e muito unida. No meio de tudo, temos o querido e magnético dono de uma mercearia, Usnavi (Anthony Ramos), que economiza cada centavo do seu dia de trabalho enquanto torce, imagina e canta sobre uma vida melhor.
A Warner Bros. Pictures divulgou um novo cartaz oficial do vindouro ‘Space Jam: Um Novo Legado’.
Confira:
Lembrando que o filme tem estreia prevista para o dia 15 de julho nos cinemas nacionais.
Durante uma viagem aos estúdios Warner Bros., o superastroLeBron James e seu filho acidentalmente ficam presos dentro de um mundo com todas as histórias e personagens da companhia, sob o controle de uma força poderosa e conturbada chamada Al G (Don Cheadle). Com a ajuda de Pernalonga, LeBron deve navegar através de um universo recheado de cenas de filmes icônicos e personagens conforme reúnem os Looney Tunes para resgatar o filho perdido. Para voltar para casa, LeBron e a turma devem desvendar o misterioso plano de Al G e vencer um épico jogo de basquete contra versões de game de lendas da NBA.
O elenco conta com LeBron James, Sonequa Martin-Green (‘Once Upon a Time’, ‘Star Trek: Discovery’) e Don Cheadle.
Andrew Dodge (‘Palavrões‘) roteiriza.
O original foi estrelado pelo ex-jogador profissional de basquetebol Michael Jordan, que atuava com os personagens mais famosos da Looney Tunes.
LeBron Jamesestreou nos cinemas na comédia ‘Descompensada‘, interpretando uma versão de si mesmo. Ele também já possui um Oscar de Melhor Curta em Animação.
A produção é dirigida por Cate Shortland, a partir do roteiro de Jac Schaeffer.
No novo filme da Marvel Studios, Natasha Romanoff (Scarlett Johansson) precisa confrontar partes de sua história quando surge uma conspiração perigosa ligada ao seu passado. Perseguida por uma força que não irá parar até derrotá-la, Natasha terá que lidar com sua antiga vida de espiã, e também reencontrar membros de sua família que deixou para trás antes de se tornar parte dos Vingadores.
A 2ª e última temporada de ‘Feel Good’ já está disponível na Netflix e, para promovê-la, a plataforma de streaming reuniu as icônicas drag queensKatya e Trixie Mattel para reagirem aos novos episódios.
Confira:
Nos capítulos finais, tentando se reconectar com George e consigo mesma depois da recaída, Mae percebe que a única opção para conseguir avançar é encarar o passado.
A vida de Mae Martin, uma humorista canadense que se mudou há pouco tempo para Londres e está tentando se acostumar com a nova rotina. Além de começar um namoro, ela ainda precisa lidar com o vício em álcool e outras drogas.
A CW divulgou as imagens oficiais do sétimo episódio da 6ª temporada de ‘Legends of Tomorrow‘, que vai ao ar em 20 de junho.
Intitulado “Back to the Finale: Part II”, a trama acompanha “as Lendas fazendo um último esforço para manter Sara a salvo de ser raptada, mesmo sabendo que isso irá alterar a linha do tempo. Sara fica chocada com o que descobriu sobre si mesma, mas também se surpreende quando Rory a encontra em um planeta misterioso”.
Quando heróis sozinhos não são o suficiente… o mundo precisa de lendas. Já tendo visto o futuro, um deles irá desesperadamente tentar impedi-lo de acontecer. Rip Hunter (Arthur Darvill), o viajante do tempo, recebe a tarefa de reunir um disforme grupo de heróis e vilões para confrontar uma ameaça difícil de parar; uma que não ameaça somente a integridade do planeta, mas do próprio tempo como uma entidade. Será que este improvável time é capaz de combater uma ameaça imortal, diferente de tudo que eles conhecem?
As apresentações começam em 2022, com pré-venda agendada para 18 de junho no site oficial da artista.
A obra, que conta com os singles “Man’s World”, “Purge the Poison” e “Venus Fly Trap”, já está disponível em todas as plataformas digitais.
Marina começou sua carreira em 2010 com o lançamento de ‘The Family Jewels’, que misturava indie-pop e new wave. Desde então, fez fama com a divulgação de ‘Electra Heart’ (2012), com os famosos singles“How to be a Heartbreaker” e “Primadonna”, e ‘Froot’ (2015), acompanhado da música epônima e “Blue”.
Seu último álbum, ‘Love + Fear’, foi lançado no ano passado e trouxe uma colaboração com o cantor Luis Fonsi. Ela também participou da trilha sonora da sequência de ‘Para Todos os Garotos que já Amei’.
Em entrevista ao TVLine, Julie Benz falou sobre o seu possível retorno como a ingênua Rita no revival de ‘Dexter‘.
“Acho que o Dexter já superou a Rita. Não faz sentido ela retornar em sua mente como um fantasma porque ela era apenas um disfarce para ele. Ele não a carrega em sua consciência, então não há motivos para ela aparecer.”
Ela completa, “Eu obviamente retornaria se tivesse a oportunidade, mas eu sempre disse que a Rita não deveria aparecer como algo da cabeça dele porque ela não o conhecia de verdade. Ela não conhecia o passageiro sombrio.”
Vale lembrar que a personagem foi assassinada no final da quarta temporada pelo Trinity Killer – o que resultou em uma das cenas mais chocantes e devastadoras de toda a série.
Há alguns meses, Michael C. Hall concedeu uma entrevista ao The Daily Beast e afirmou que o revival irá reparar o “desfecho decepcionante” da série original, que permanece como um dos finais mais criticados das telinhas.
“Vamos falar a verdade: os espectadores acharam que a conclusão da série foi muito decepcionante e sempre houve esperanças de que surgisse uma história que valesse a pena ser contada. Eu me incluo nesse grupo que se pergunta: ‘O que aconteceu com aquele cara?’. Então, estou empolgado em retornar. Nunca tive essa oportunidade de interpretar um personagem vários anos depois.”
Ele completa, fazendo menção ao desfecho da série clássica ‘A Sete Palmos‘, como um exemplo de final satisfatório:
“Eu definitivamente pensei que foi justificável o Dexter fazer o que fez. Acho que algumas críticas são em relação a isso, e também há as críticas sobre como tudo se encerrou, e elas são válidas. Nós vivemos em uma era que as expectativas são muito altas e tão simultâneas quanto as reações do público. Eu já participei dos dois extremos; finais ‘extremamente satisfatórios’ e ‘extremamente decepcionantes’.”
A trama do revival se passará dez anos após os eventos da 8ª temporada e não será ambientada em Miami, onde aconteceu a maior parte da série.
“Dez anos após o desaparecimento de Dexter Morgan durante o furacão Laura, os novos episódios vão acompanhar o personagem vivendo sob uma nova identidade… Longe de Miami.”
Marcos Siega retornará para dirigir seis dos dez episódios. Para quem não sabe, ele já havia dirigido nove episódios ao longo das temporadas anteriores.
O revival de ‘Dexter‘ está previsto para estrear ainda em 2021.
Shang-Chi é o filho de um globalista com base na China que criou e educou o descendente dele em um recluso complexo chinês, treinando artes marciais e adquirindo habilidades insuperáveis. Quando ele tem a chance de entrar em contato com o resto do mundo, logo percebe que seu pai não é o humanitário que dizia ser, vendo-se obrigado a se rebelar.
007 – Sem Tempo para Morrer, o vigésimo quinto filme oficial da franquia mais duradora do cinema, tem estreia programada para o dia 7 de outubro de 2021 – após ser adiado do ano passado devido à pandemia. Como forma de irmos aquecendo os motores para esta nova superprodução que, como dito, faz parte de uma das maiores, mais tradicionais e queridas franquias cinematográficas da história da sétima arte, resolvemos criar uma nova série de matérias dissecando um pouco todos os filmes anteriores, trazendo a você inúmeras curiosidades e muita informação.
Você já imaginou como seria um filme de 007James Bond se fosse uma comédia? E mais ainda, se contasse com não apenas um, mas diversos atores, incluindo mulheres, interpretando James Bond? Pois bem, não pense mais, porque este filme existe e se chama Cassino Royale! Não, não é a superprodução com Daniel Craig lançada em 2006. Esta é uma obra lançada no auge da popularidade da franquia 007 no cinema ainda na década de 60, quando era estrelada por Sean Connery. Confira abaixo e conheça todos os detalhes desta curiosa e estranha história envolvendo o maior espião do cinema.
O classudo David Niven era a primeira escolha de Ian Fleming e tem a chance de viver James Bond aqui.
Vamos começar pelo começo. Você conhece aquela história de como a Marvel vendeu os direitos de alguns de seus personagens para estúdios como a Sony (Homem-Aranha), a Fox (X-Men) e a Universal (Hulk) no passado? Pois bem, o autor Ian Fleming, criador de 007, havia feito o mesmo muito tempo antes, vendendo os direitos de alguns de seus livros para produtores de Hollywood diferentes, até fechar acordo exclusivo com a EON Pictures, regida pelos executivos Albert R. Broccoli e Harry Saltzman – considerada a franquia canônica oficial do personagem. Dentre os livros dos quais a EON não possuía os direitos estavam Cassiono Royale, o primeiro escrito pelo autor, e Thunderball (A Chantagem Atômica), o nono livro.
Este segundo, A Chantagem Atômica (sobre o qual escrevi na coluna passada desta série de matérias), foi comprado pelo produtor Kevin McClory, que fechou um acordo com a EON para produzir em parceria o filme estrelado por Sean Connery. O filme se tornou o maior sucesso da franquia até então, e um dos maiores de forma geral, mas viria a dar certa dor de cabeça para os produtores oficiais mais para frente – tópico que iremos adereçar em outra matéria vindoura da série. Por outro lado, Cassino Royale foi comprado pelo produtor Charles Feldman, que iria produzi-lo através da Columbia Pictures / hoje Sony. E por um tempo chegou-se a cogitar fazer um filme sério, como o resto da franquia, e inclusive ter Sean Connery protagonizando fora da EON / MGM.
Tendo em vista o número cada vez mais crescente de clones de 007 na TV e em especial no cinema, alguns inclusive gerando suas próprias franquias, como o agente americano Matt Helm (Dean Martin), e percebendo que o salário pedido por Connery de US$1 milhão estava fora de cogitação, os realizadores tiveram a sacada (até boa para a época) de realizar uma grande paródia dos filmes de 007. E para tal contaram com um dos melhores elencos da época no cinema e definitivamente o melhor dos filmes de James Bond; nada menos que cinco diretores diferentes; e pelo menos dez roteiristas dando pitaco no texto. No hall de cineastas no comando da obra: Val Guest, Ken Hughes, Joseph McGrath, Robert Parrish e o mais renomado do lote, John Huston, vencedor de dois Oscar.
A produção de Cassino Royale rende um documentário por si só, e em partes se mostrou um pesadelo. O filme é episódico e acontece por partes, sem que alguns dos grandes atores que fazem parte do elenco sequer se encontrem. Portanto, irei tentar adereçar da melhor forma possível o que é Cassino Royale abaixo nos próximos itens da matéria.
Como dito, aqui temos não um, mas diversos atores interpretando o maior espião do cinema, James Bond. Comecemos com o icônico humorista Peter Sellers, eternizado pela figura de outro homem da lei, o inspetor Jacques Closeau nos filmes da Pantera Cor de Rosa. Como a maioria dos comediantes, Sellers queria ser levado a sério e reconhecido por seus talentos como ator dramático. Ele chegou a fazer filmes sérios em sua carreira, e aqui seu desejo era por interpretar James Bond na linha do que Sean Connery vinha fazendo. Sua decepção foi tão grande ao descobrir se tratar de uma paródia que aos poucos foi boicotando a produção com seu comportamento errático, se tornando um verdadeiro problema nos bastidores.
No filme, Sellers sequer interpreta o James Bond verdadeiro. Ele é Evelyn Tremble, contratado para se passar por James Bond devido a seu talento com as cartas, e derrotar o vilão Le Chiffre no jogo de bacará. Como podemos ver, muito do texto original (também encontrado no filme de 2006) foi mantido aqui. Sellers feriu a colega de cena Jacqueline Bisset devido a uma brincadeira idiota com uma arma de festim, agrediu um de seus diretores e criou uma rivalidade insuportável com Orson Welles nos bastidores ao ponto de suas cenas precisarem ser gravadas separadamente. Ah sim, Welles, grande artista por trás de Cidadão Kane, também está no filme e interpreta Le Chiffre. Demorou, mas o esquema de autossabotagem de Peter Sellers fez efeito, e o ator terminou devidamente demitido da produção antes de completar todas as suas cenas. O ocorrido, obviamente, é percebido no resultado final, com sua subtrama terminando de forma incoerente.
Assim, entram em cena outros James Bond. O original do filme é o classudoDavid Niven, igualmente um veterano da franquia A Pantera Cor de Rosa. Niven era a escolha original do autor Ian Fleming para viver James Bond no cinema. Fleming inclusive ficou muito decepcionado e lutou contra a escolha do então desconhecido Sean Connery. Seja como for, Niven teve a oportunidade de interpretar um Bond mais maduro nesta sátira. Aqui ainda rola uma brincadeira com o personagem não adepto da violência desmascarando um falsário que se passa por ele e causa muita destruição – esse falsário seria Connery.
Basicamente todos os agentes secretos do filme são chamados 007 – James Bond, uma gag repetidamente usada ao longo da projeção. Uma curiosidade é que a bela britânica Joanna Pettet interpreta a filha de James Bond (o vivido por Niven) com a espiã da vida real Mata Hari, chamada Mata Bond. Ela ganha bastante destaque e comanda uma das subtramas, demonstrando um pouco como seria um filme de 007 protagonizado por uma mulher – este é o filme que dá um gostinho do que o fato poderia ser.
Orson Welles usou todo o seu charme no papel de Le Chiffre e travou um duelo real com Peter Sellers.
Como dito, o objetivo aqui é pela paródia, simplesmente para tentar algo novo que as dúzias de clones de 007 ainda não haviam tentado. No entanto, a narrativa é fragmentada em episódios que não se conectam. O que chega mais perto da história contida no livro é o segmento com o demitido Peter Sellers no duelo de cartas com Le Chiffre. O trecho com Mata Bond demonstra o que poderia ser um filme com uma 007 mulher, com a agente secreta pegando para si traços de personalidade de ambos seu pai e sua mãe (inclusive usando vestimentas tipicamente indianas para seu disfarce). Já o verdadeiro James Bond de David Niven se vê às voltas com o plano cômico e estapafúrdio de seu sobrinho Jimmy Bond, transformado no vilão Dr. Noah (tirada de sarro com Dr. No) e se envolve amorosamente com a viúva de seu chefe morto, o clássico M.
Joanna Pettet é Mata Bond, filha de James Bond com Mata Hari.
E se temos muitos atores vivendo James Bond, o número de aliados e Bondgirls não fica atrás. Além dos três Bonds do filme, temos também Vesper Lynd, a mesma personagem interpretada por Eva Green no longa de 2006, que viria a marcar como nunca anteriormente a era Craig do personagem. Demonstrando assim ainda laços maiores com o material original. O curioso aqui é que neste Cassino Royale, Lynd é vivida por ninguém menos que Ursula Andress, a Bondgirl original da franquia, Honey Ryder, que deu origem ao segmento de tais personagens em O Satânico Dr. No (1962). Muitas de suas cenas aqui, no entanto, são incoerentes, graças à demissão de seu colega de cena Peter Sellers. Ao menos ela usou sua voz original desta vez, ao invés de ser dublada como em Dr. No.
A estrela Deborah Kerr, indicada a 6 Oscar, também marca presença em Cassino Royale. Ela é Lady Fiona, viúva de M, chefe de James Bond, vivido pelo diretor John Huston – também participando como ator no filme. A palestina Daliah Lavi é outra agente que usa o nome James Bond no filme, e o longa conta ainda com o vencedor do Oscar William Holden no papel de Ransome.
Vilões
Woody Allen rouba os holofotes na pele do complexado Jimmy Bond.
O vilão principal do Cassino Royale de 1967 é Le Chiffre, assim como no conto original e na adaptação cinematográfica de 2006. Quem interpreta o figurão é o lendário Orson Welles, que empresta todo o seu charme e carisma para o papel, demonstrando que daria um excelente vilão na franquia oficial. Suas cenas precisaram ser gravadas separadamente de Peter Sellers devido a uma rivalidade entre os dois, promovida mais pelo temperamento ególatra de Sellers, um dos astros mais problemáticos a ter passado por Hollywood.
Mas Cassino Royale faz uso de outro vilão em sua trama. O citado Jimmy Bond, sobrinho de James Bond na narrativa com David Niven. E o personagem é interpretado por nenhum outro senão Woody Allen, em seu início de carreira, mas já se destacando no humor. Allen escreveu parte do roteiro e suas cenas são consensualmente as mais engraçadas do filme. Utilizando o nome de vilão Dr. Noah, o personagem de Allen visa eliminar do planeta todos os homens mais altos que ele e transformar as mulheres em beldades. Um vilão complexado em nível máximo, que brinca com megalomania dos inimigos do espião.
Relatório
Cassino Royale deu muita dor de cabeça graças ao problemático Peter Sellers.
Uma das produções mais badaladas da década de 60, com inúmeros talentos envolvidos, Cassino Royaleera planejado para ser a resposta da Columbia Pictures para o sucesso da MGM com a franquia oficial. Porém, em especial devido ao comportamento errático de Peter Sellers, um dos maiores nomes do elenco, grande parte da produção terminou saindo dos trilhos, se tornando impossível corrigi-la. Sua subtrama termina de forma desconexa e incoerente. Os realizadores apelam para um teor psicodélico, típico da época, mas o tom alucinógeno tampouco dá jeito.
A culpa pode ter sido em grande parte de Sellers, mas não toda. Já que os outros trechos dos quais o ator não faz parte também não funcionam muito, apesar da investida dos atores e diretores. Um dos maiores pecados que todos os especialistas parecem concordar é que Cassino Royale é acometido pelo pior mal que pode recair sobre comédias: simplesmente não é engraçado. E isso é o beijo da morte para filmes do tipo.
O resultado financeiro ficou bem abaixo do esperado, garantindo um fracasso de bilheteira para o filme, para somar com suas críticas na maioria negativas. Seja como for, Cassino Royale viveu para se tornar um item cult, abraçado pelos que gostam de saber mais da história da sétima arte e de seus bastidores – vivendo para ser considerada uma das produções mais problemáticas de Hollywood.
De acordo com o Deadline, as negociações entre a ViacomCBS e a MGM chegaram a um impasse e o futuro de ‘Clarice‘, série focada na Clarice Starling e que dá continuidade aos eventos de ‘O Silêncio dos Inocentes‘, é incerto.
A expectativa era que a produção ganhasse um novo lar na Paramount+, mas o site declara que as discussões foram interrompidas, “seja por parte da MGM, que desistiu das negociações, seja por parte do estúdio, que pode ter optado se afastar após ter recebido um acordo ruim que não poderia ser aceito”.
Infelizmente, a CBS já programou todo o seu calendário para a Fall Season 2021-22, o que não deixa espaço para a série ganhar continuidade na emissora.
Caso as negociações não sejam retomadas, isso pode significar o cancelamento definitivo da série.
A primeira temporada de ‘Clarice‘ tem registrou uma média de 0.36 na demo, e um total de 3.1 milhões de espectadores – o que representa uma das piores audiências da CBS.
O projeto foi escrito por Alex Kurtzman, que também serve como produtor executivo.
A série é ambientada em 1993, um ano após os eventos do filme clássico. A trama se aprofunda na história pessoal da Clarice Starling enquanto persegue assassinos em série e predadores sexuais e precisa se arriscar no mundo político de Washington.
‘Sweet Tooth’ é a mais nova produção original da Netflix – e não demorou muito para que a adaptação dos quadrinhos de Jeff Lemire se tornasse um dos títulos mais aclamados e bem recebidos da plataforma.
A história nos leva para um futuro distópico em que a humanidade foi dizimada por um vírus mortal. Os sobreviventes foram forçados a lutar pelo lugar no planeta e reconstruir a sociedade como a conheciam – mas perceberam que, com a pandemia, uma nova raça de híbridos entre seres humanos e animais começou a dar as caras (calcando uma atmosfera que prenuncia uma caça às bruxas e uma guerra civil).
Com produção executiva de Robert Downey Jr. e Susan Downey, a série é uma tocante análise do que o medo do desconhecido pode causar, trazendo para o centro dos holofotes um pequeno garoto-cervo que resolve explorar o mundo em busca da mãe perdida.
E, para aqueles que já maratonaram a produção, o CinePOP separou uma breve lista com sete outros títulos sobre realidades distópicas para você maratonar.
Em ‘Expresso do Amanhã’, um grupo de pesquisadores cria um experimento capaz de pôr fim à ameça do aquecimento global, mas seus planos não saem como o planejado e eles acabam eliminando quase toda a vida da Terra, que, por sua vez, transforma-se em um deserto de gelo. Os únicos sobreviventes vagam pelo planeta a bordo de um trem chamado Snowpiercer, mas nem todos estão conformados com a situação. Com isso, uma revolução está prestes a eclodir.
ADMIRÁVEL MUNDO NOVO (2020)
Onde assistir: Globoplay
Número de temporadas: 01
Livremente inspirada no livro homônimo de Aldous Huxley, ‘Admirável Mundo Novo’ mostra uma sociedade utópica que consegue alcançar a paz e a estabilidade por meio da proibição da monogamia, da privacidade, do dinheiro, da família e da História em si. Curiosos para explorar a vida além das restrições dessa comunidade, Bernard Marx (Harry Lloyd) e Lenina Crowne (Jessica Brown Findlay) viajam para as Terras Selvagens, onde se envolvem em uma rebelião angustiante e violenta. Mas o preço de questionar as regras vai ser muito alto, colocando a ordem vigente em rota de colisão com amores proibidos e revolução.
A aclamada produção ‘Black Mirror’, criada por Charlie Brooker, é uma das principais produções do gênero distópico e um dos títulos que mais nos chamam a atenção. A série, que se estende em cinco temporadas, um filme e um episódio interativo, analisa o impacto da ambição humana pelo avanço tecnológico de uma forma pessimista e crua, trazendo temas sobre interatividade e individualidade dos modos mais inesperados possíveis.
Criada por Pedro Aguilera e trazendo nomes como Bianca Comparato e João Miguel no elenco, ‘3%’ é uma das séries que mais revolucionaram o cenário do entretenimento brasileiro, principalmente por abrir portas para o gênero pós-apocalíptico em território nacional. Na série, o planeta se tornou um lugar devastado. O Continente é uma região do Brasil miserável, decadente e escassa de recursos. Aos vinte anos de idade, todo cidadão recebe a chance de passar pelo Processo, uma rigorosa seleção de provas físicas, morais e psicológicas que oferece a chance de ascender ao Mar Alto, uma região onde tudo é abundante e as oportunidades de vida são extensas. Entretanto, somente 3% dos inscritos chegarão até lá.
Seis anos após um vírus brutal ter massacrado quase que toda a população da Escandinávia, dois irmãos dinamarqueses decidem sair da segurança de seu búnquer para verificar o que se passa do lado de fora de sua fortaleza. Em meio aos escombros, eles encontram um grupo de jovens sobreviventes e juntos irão até o fim para encontrar uma única esperança de uma vida melhor.
Quando uma guerra nuclear destruiu a civilização e o planeta Terra, os únicos sobreviventes foram 400 pessoas que estavam em 12 estações espaciais em órbita. 97 anos e três gerações depois, a população já contava com 4 mil pessoas, mas os recursos já vão escassos. Para garantir o futuro, um grupo de cem jovens é enviado à superfície da Terra para descobrir se ela está habitável. Com a sobrevivência da raça humana em suas mãos, estes jovens precisam superar suas diferenças e unir forças para cruzar juntos o seu caminho.
O que teria acontecido com o mundo se as Forças Aliadas tivessem perdido a Segunda Guerra Mundial? Vinte anos após a derrota, o planeta agora está dividido entre Japão e Alemanha, os maiores Estados Hegemônicos. À medida que a tensão entre essas duas hegemonias cresce, e isso gera consequências drásticas nos Estados Unidos e nos Estados opositores.