Antes de Peter se tornar Pan e Alice visitar o País das Maravilhas, eles eram irmãos que viviam em uma idílica casa de campo com seus pais e seu irmão mais velho. Após a trágica morte do irmão, Alice e Peter Pan decidem ajudar seus pais, Rose e Jack a superarem a dor dessa perda tão traumática.
‘Cruella‘, novo filme live-action apresenta a história da lendária e mais icônica – e notoriamente fashion – vilã da Disney, Cruella de Vil.
Ambientado na Londres dos anos 70 em meio à revolução do punk rock, o filme mostra uma jovem vigarista chamada Estella, uma garota inteligente e criativa determinada a fazer um nome para si através de seus designs. Ela faz amizade com uma dupla de jovens ladrões e, juntos, constroem uma vida para si nas ruas de Londres. Um dia, o talento de Estella para a moda chama a atenção da Baronesa Von Hellman, uma lenda fashion que é devastadoramente chique e assustadora. Mas o relacionamento delas desencadeia um curso de eventos e revelações que farão com que Estella abrace seu lado rebelde e se torne a Cruella má, elegante e voltada para a vingança.
Curiosidades:
» Apesar das inevitáveis comparações à rendição de Glenn Close como a icônica vilã Cruella de Vil em ‘101 Dálmatas’, a atriz Emma Stone comentou que sua perspectiva da personagem será bastante diferente daquelas que já conhecemos;
» A adaptação gira em torno da jovem Cruella de Vil, antes de se tornar a grande vilã de ‘101 Dálmatas‘;
» Craig Gillespie, do remake de ‘A Hora do Espanto‘, assume a direção, a partir de um roteiro assinado por Tony McNamara (‘A Favorita‘);
A história de Aqueles Que Me Desejam a Morte acompanha um menino de catorze anos que presencia um brutal homicídio e entra para um programa de proteção à testemunha sob uma nova identidade. Enquanto isso, os assassinos partem em uma jornada para encontrá-lo, destruindo quem estiver em seu caminho.
» Dirigido por Taylor Sheridan – que foi indicado ao Oscar de Melhor Filme por ‘A Qualquer Custo‘ –, o longa é baseado no livro homônimo de Michael Koryta.
» O elenco ainda conta com Nicholas Hoult (‘X-Men: Dias de um Futuro Esquecido’), Tyler Perry (‘Garota Exemplar’), Jon Bernthal (‘O Justiceiro’), Jake Weber (‘Madrugada dos Mortos’), Aidan Gillen (‘Game of Thrones’) e James Jordan (‘O Peso do Passado’).
Por enquanto, ainda não dá detalhes sobre a trama, mas é certo que o filme continue a expandir o relacionamento entre Mera e Arthur Curry (Jason Momoa) enquanto eles se aventuram em novos perigos pelos setes mares e pela terra firma.
A sequência tem estreia marcada para dezembro de 2022.
Além de estrelar a sequência de ‘Aquaman‘, parece queJason Momoa também está contribuindo para o sucesso do longa nos bastidores.
Durante sua participação no The Drew Barrymore Show, o astro revelou que escreveu o rascunho da continuação e as ideias foram expandidas pelo roteirista David Leslie Johnson-McGoldrick, junto com o diretor James Wan.
“Depois que terminamos o primeiro filme, me juntei com meu parceiro de escrita e sonhamos com o segundo. A melhor coisa que posso dizer a vocês é que eu amei tanto a ideia que participei da elaboração do roteiro. Fizemos o primeiro rascunho… Em seguida, James [Wan] e David Leslie, nosso roteirista original, terminaram e agora todos os nossos corações são parte desse projeto.”
Ele continuou, expressando sua satisfação sobre a experiência.
“Em vez de apenas pegar um roteiro pronto, fui encorajado pelo diretor e pelo roteirista a dar 100% de mim na ideia, e isso é muito empolgante para mim. Estou muito animado para começarmos a gravar.”
Além disso, ele confirmou que as gravações começam em julho deste ano.
Lançado em 2018, ‘Aquaman‘ arrecadou US$ 1,148 bilhão pelo mundo, tornando-se um dos maiores sucessos financeiros da DC em parceria com aWarner Bros.
Os Donos da Rua (Boyz n the Hood) se encontra atualmente no acervo de filmes da Netflix, e antes de mais nada fica aqui a nossa recomendação máxima para que você assista ao filme antes que ele seja removido – afinal, como sabemos, os filmes vêm e vão na plataforma. Os Donos da Rua completa 30 anos de seu lançamento em 2021, e esta é a oportunidade perfeita para celebrar esta importante obra cinematográfica, seja assistindo pela primeira vez ou a revisitando.
A estreia mundial da produção ocorreu no dia 13 de maio de 1991 no prestigiado Festival de Cannes, na França. Para quem não conhece, Os Donos da Rua possui grande relevância atrás das câmeras também, em seus bastidores, já que guarda no maior prêmio da sétima arte, o Oscar, dois recordes: um que jamais poderá ser quebrado e outro que até o dia de hoje, trinta anos depois, ainda não foi. Ambos dizem respeito ao diretor da obra, o saudoso John Singleton, falecido em 2019 aos 51 anos.
Singleton foi o primeiro cineasta negro a ser indicado na categoria de direção nos prêmios da Academia, 63 anos após a criação da cerimônia. Singleton foi também o diretor mais jovem a ser indicado ao prêmio, na época com 24 anos, batendo assim o recorde anterior de um certo Orson Welles por um tal de Cidadão Kane (1941), aos 26 anos de idade – recorde que segurou por 50 anos.
No Oscar, as duas indicações do filme ecoaram como grandes prêmios. Os Donos da Rua foi o primeiro filme do jovem John Singleton, lançado por um grande estúdio após uma verdadeira epopeia. O resultado foi sua aprovação na maior noite do cinema, com nomeações para roteiro original e direção, ambas para Singleton. O cineasta teve a ideia para o filme de sua própria vivência na vizinhança de Crenshaw, subúrbio então violento de Los Angeles, na Califórnia. A terra dos ricos e famosos era completamente desmistificada por um artista negro com muita propriedade, afinal saíra justamente de tal território e o longa serve de relato para tudo que viu e viveu por lá.
Dois anos antes, o talentoso e celebrado Spike Lee já havia dado seu relato da causa no atemporal Faça a Coisa Certa (1989), jogando na cara da sociedade sem papas na língua o dia a dia dos moradores de Bedford-Stuy, no Brooklyn, Nova York, mesmo bairro que serve de cenário muito mencionado por Chris Rock em seu seriado Todo Mundo Odeia o Chris (2005-2009). Os Donos da Noite serve de complemento para o filme de Lee, mostrando a dureza de um bairro negro na costa Oeste dos EUA também. Hoje, mais de trinta anos depois ambos os bairros melhoraram muito sua condição para os habitantes e o Brooklyn inclusive foi renovado em Nova York, se tornando um dos locais mais caros para se viver na cidade.
Em questão de prêmios no Oscar, Faça a Coisa Certa levou duas indicações igualmente, incluindo roteiro, mas assim como Os Donos da Rua é considerado esnobado. Mereciam mais. Mereciam a tão aguardada nomeação de melhor filme. À época, os membros então mais conservadores da Academia não estavam preparados para tamanha representatividade.
Violência nas ruas. A realidade nua e crua da vizinhança de Crenshaw, Los Angeles.
Em Faça a Coisa Certa, Spike Lee se coloca como um dos personagens do filme em meio a tudo. Em Os Donos da Rua, John Singleton também se inclui na narrativa, mas não aparece como ator. O cineasta usa a persona de Tre, que no filme ganha as formas de um então novato Cuba Gooding Jr., em seu primeiro papel de destaque como protagonista no cinema – o ator viria a ganhar um Oscar cinco anos depois por Jerry Maguire: A Grande Virada. No filme, Tre cresce em meio à violência e quando, ainda na infância, começa a ser afetado por ela, é levado pela mãe a ir morar com o pai, o sábio “pregador” armado Furious (e o nome já diz tudo). Assim, consegue se esquivar das tentações e do caminho fácil, construindo seu caráter para se tornar alguém na vida. Fora das telas, John Singleton passou pela mesma provação do personagem, foi para a faculdade e se tornou um diretor prestigiado.
Para chegar aonde chegou, Singleton teve que continuar se provando. A ideia para o filme em partes surgiu quando um executivo da Orion Pictures foi visitar sua faculdade para uma palestra. O estudante não teve qualquer pudor e na frente de toda a classe argumentou sua insatisfação com um longa recém-lançado do estúdio, Cores da Violência (1988): um combate entre as gangues mais violentas da Califórnia, os Crips e os Bloods (que se dividem pelas cores azul e vermelho), usando como protagonistas da história dois policiais brancos (vividos por Sean Penn e Robert Duvall). E para Singleton aí estava todo o problema em relação ao filme. Os Donos da Rua, lançado três anos depois, é sobre o ponto de vista dos moradores do local, pegos em meio a uma guerra urbana; muitos dos quais cresceram ao lado dos jovens criminosos, são amigos ou parentes dos que matam e morrem.
Tendo ganhado sinal verde da Columbia Pictures (hoje Sony) com seu roteiro, devido ao estúdio desejar seu próprio Faça a Coisa Certa(da Universal Pictures), Singleton teve que fazer valer sua voz e bater o pé para conseguir a direção do filme. Os executivos queriam dar seu texto para outro cineasta comandar, receosos pela falta de experiência de um jovem recém-saído da faculdade de cinema, sem qualquer trabalho prévio na área. Singleton foi firme em sua decisão vociferando que apenas alguém que experimentou tal vivência seria capaz de trazer a estética certa para o longa.
O protagonista Tre, por outro lado, quase teve as formas de um ator desconhecido na época, mas que viria a se tornar um dos maiores astros da atualidade em Hollywood. Will Smith foi considerado para o papel principal, chegou perto de vive-lo, mas precisou recusar devido à suas obrigações no recém-lançado programa Um Maluco no Pedaço, que havia estreado no ano anterior e já fazia muito sucesso. É curioso notar em filmes antigos quando os revisitados, a presença de atores hoje badalados. Aqui, por exemplo, temos a estreia de Regina King no cinema como a espevitada Shalika. King venceu o Oscar de atriz coadjuvante por Se a Rua Beale Falasse(2019), se tornou uma atriz badalada (Watchmen) e uma diretora de mão cheia (Uma Noite em Miami).
Quem estreia no cinema em Os Donos da Rua igualmente é o rapper Ice Cube, na época já à frente de sua banda de rap NWA (cuja biografia Straight Outta Compton, 2015, fez enorme sucesso no cinema). Cube vive Doughboy, jovem problemático que é a contraparte de Tre no filme. Completando o elenco principalNia Long (como o interesse amoroso do protagonista, Brandi), Morris Chestnut (Ricky, o irmão esportista de Doughboy) e os veteranos Angela Bassett e Laurence Fishburne como os pais de Tre, Reva e Furious. Curiosamente, ambos Bassett e Fishburne viriam a ser indicados ao Oscar ao se reencontrarem para um filme dois anos depois, por si só dono de tremenda importância e representatividade racial negra: a biografia da cantora Tina Turner, What’s Love Got to Do With It(1993), título de uma música da cantora, que no Brasil recebeu o título mais simplório Tina – A Verdadeira História de Tina Turner. No filme, Angela Bassett viveu Tina e Laurence Fishburne foi seu marido abusivo Ike.
Os Donos da Rua foi parte de um movimento que chegava para mostrar como o cinema deveria de fato ser utilizado para dar voz a uma minoria racial: através deles próprios. Spike Lee ganhou seu espaço e entrou para a história devido ao fervor contido em sua panela de pressão chamada Faça a Coisa Certa. Mas John Singleton seguiu bem de perto exibindo com muito realismo, crueza e dramaticidade a rotina de bairros dominados por gangues, crime e violência.
Com um orçamento de US$6.5 milhões, Os Donos da Rua rendeu em bilheteria US$56.1 milhões, se tornando assim, num aspecto de investimento, o filme financeiramente mais bem sucedido de trinta anos atrás (1991) no cinema. É claro que seu valor social transcende seu sucesso financeiro, e em 2021, numa época em que ainda reivindicamos igualdade e lutamos contra o racismo e a violência urbana, seja no Brasil, nos EUA e no mundo, o filme de John Singleton se mostra, infelizmente, mais urgente do que nunca.
Acima de tudo, Os Donos da Rua é um grande estudo do pensamento do filósofo suíço Jean-Jacques Rousseau, que definiu o homem como produto de seu meio. É difícil ser o ponto fora da curva. Mas não impossível. E John Singleton foi uma das maiores provas disso.
A cantora e compositora neozelandesa Lorde havia feito seu último lançamento oficial ainda em 2017 com o aclamado álbum ‘Melodrama’. Quatro anos mais tarde e inúmeras promessas de uma nova era, a artista fez um glorioso e surpreendente retorno aos holofotes hoje, 10 de junho, com o lançamento inesperado de “Solar Power”, lead single de seu terceiro álbum de estúdio homônimo.
Para aqueles que já acompanhavam a ainda jovem carreira da performer – ou ao menos que conheciam suas músicas mais famosas, como a premiada “Royals” -, sabe-se que um dos aspectos de sua estética e a imprevisibilidade e a negação total do status quo do cenário fonográfico (motivo pelo qual é quase impossível colocá-la em um gênero musical). Condecorada como o “futuro da música” pelo lendário David Bowie, Lorde flutuou do dream pop ao art pop à medida que arquitetava uma identidade única e que serviria de inspiração para diversos outros nomes, incluindo Billie Eilish e Olivia Rodrigo, ambas já tendo expressado admiração pelo trabalho da colega.
Por essas razões, não é surpresa que a nova música seja diferente do que já nos apresentara. Ora, ela inclusive resolve se afastar das costumeiras homenagens a Billie Holiday e Fleetwood Mac para encarnar uma versão contemporânea e nostálgica, ao mesmo tempo, de George Michael, mergulhando de cabeça no pop-funk dos anos 1990 sem perder a mão das incursões mainstream do dance e do nu-disco. Mais do que isso, a produção, que fica a encargo tanto dela quanto de Jack Antonoff (responsável por alguns dos melhores álbuns do século e colaborador de longa data da cantora), faz menções ao capricho estilizado e propositalmente afetado do compositor francês Bruno Coulais e até mesmo expande as referências à dissonante marca de Lucio Battisti.
A antêmica canção também não deixa a desejar no tocante à narrativa que conta: celebrando a época do verão, com toda a exuberância de cores (acid green, aquamarine) e uma exaltação sensorial do que esse vibrante período representa, não apenas para a atmosfera da faixa, mas talvez para o sensível e amadurecido momento em que Lorde se encontra. E não se enganem: a familiar progressão, que explode num envolvente frenesi de otimismo, é a cereja de um bolo que vinha sido preparado com carinho e cautela há bastante tempo – e que serve como uma abertura impecável a uma era promissora.
Nesta semana no Tribunal Cinéfilo, Guilherme Bastos e Luiz Augusto Ribeiro debatem a respeito do Snyder Cut de Liga da Justiça.
Será que o filme corrige o passado de Joss Whedon?
Descubra na nossa Live:
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“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.
Como a fuga de Loki (Tom Hiddleston) em ‘Vingadores: Ultimato‘ criou uma ramificação na linha do tempo do MCU, alguns fãs estão se questionando se o Deus da Trapaça irá se reencontrar com Thor (Chris Hemsworth) em algum momento em ‘Thor: Amor e Trovão‘ – o quarto filme da franquia.
Durante uma entrevista para a Empire, o ator Tom Hiddlestonfoi questionado sobre o assunto, mas já adiantou aos fãs pra não ficaram entusiasmados com a possibilidade.
“A equipe e eu conversamos e já chegamos a um acordo que essa dualidade entre Loki e Thor é um livro que deve permanecer fechado, por enquanto. Não sei quando eles vão se rever, mas isso é bom para manter o peso [da morte de Loki em ‘Guerra Infinita’].”
Ele continuou:
“Sinto que já exploramos o máximo que pudemos sobre esses dois e acho que não vale à pena forçar um tempo de tela juntos se não houver um motivo realmente convincente para isso.”
Lembrando que a aguardada série ‘Loki’ já está disponível no catálogo daDisney+.
As gravações de ‘Thor: Amor e Trovão‘ já foram encerradas. O filme tem estreia prevista para em 06 de maio de 2022.
O elenco é formado por Chris Hemsworth (Thor), Tessa Thompson (Valquíria), Natalie Portman (Jane Foster/Poderosa Thor), Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).
Vale lembrar que Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.
O live-action de ‘A Pequena Sereia‘ teve suas primeiras imagens divulgadas que trazem a atriz Halle Bailey como Ariel, ao lado do ator Jonah Hauer-King (Príncipe Eric).
Segundo o Deadline, a adaptação em live-action da clássica história terá algumas mudanças em relação à backstory das personagens principais – incluindo sobre a icônica vilã Úrsula (Melissa McCarthy).
As informações indicam que a bruxa do mar será tia de Ariel (Halle Bailey), algo que já havia sido considerado para a versão animada da Disney. Aliás, no conto assinado por Hans Christian Andersen, a feiticeira não tem nome e não tem muita proeminência na história, tendo insurgido como a principal força antagônica apenas em 1989.
O elenco é formado por Halle Bailey, que será a protagonista Ariel; Daveed Diggs, que dará vida a Sebastião. Melissa McCarthy completa o elenco como a vilã Úrsula, Awkwafina (‘Jumanji: Próxima Fase’) como a hilária gaivota Sabidão, Jacob Tremblay(‘O Predador’) como o icônico peixinho Linguado e Jonah Hauer-King (‘A Caminho de Casa’) como o Príncipe Eric.
O vencedor do OscarJavier Bardem (‘Mãe!’) será o Rei Tritão. Zendaya, Keke Palmer e Chloe Bailey estão sendo cotadas para viver as irmãs de Ariel, enquanto Gugu Mbatha-Raw deve interpretar a rainha Athena. Jessica Alexander e Noma Dumezweni completam o elenco, ainda sem papéis revelados.
Assim como os outros filmes da franquia, ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘ é baseado em um caso real dos arquivos do casal de demonologistas Ed e Lorraine Warren. Na trama, acompanhamos os acontecimentos que sucedem a possessão de David Glatzel e, posteriormente, Arne Johnson, que culminam no primeiro julgamento por assassinato cuja defesa do réu alega possessão demoníaca para comprovar sua inocência nos Estados Unidos.
Darren Lynn Bousman dirige, enquanto Josh Stolberg e Pete Goldfinger assinam o roteiro.
Uma sádica e genial mente dá início a uma distorcida forma de justiça em ‘Espiral’, o novo capítulo assustador de ‘Jogos Mortais’. Trabalhando na sombra de um estimado e veterano policial, o Detetive Ezekiel “Zeke” Banks e seu novo parceiro se encarregam de investigar uma série de assassinatos bizarros, reminiscentes do passado sombrio da cidade. Mergulhando num mistério mais profundo do que parece, Zeke se vê no centro de um jogo mórbido.
‘John Wick 4‘ finalmente ganhou uma nova data de estreia após ser adiado devido a pandemia de coronavírus.
Anteriormente previsto para 21 de maio de 2021, o longa agora chega às telonas do Brasil em 26 de maio de 2022.
Chad Stahelski volta a dirigir e prometeu um filme à altura da franquia:
“Estamos satisfeitos com as sequências de ação e nós não queremos perder isso. Eu quero ser um diretor melhor, mas isso não quer dizer que a sequência terá menos ação.”, afirmou.
O elenco terá o retorno deKeanu Reeves e Ian McShane , além da adição de Bill Skarsgård – que ficou conhecido por interpretar o Pennywise no remake de ‘It – A Coisa‘.
O atorLaurence Fishburne confirmou ao Collider que vai reprisar seu papel como O Rei de Bowery.
“Vou para Berlim nos próximos meses”, disse Fishburne, confirmando boatos anteriores de que a sequência do filme será filmada tanto lá quanto em Paris, com filmagens adicionais no Japão e na cidade de Nova York.
Fishburne revelou que ele teve a chance de ler o roteiro, que será escrito por Michael Finch em vez do criador da série Derek Kolstad.
“Eu li o roteiro. É muito, muito legal. Por mais que seja o mesmo mundo dos outros três filmes, é muito mais profundo. É muito mais profundo em termos do código do assassino e da relação que ele tem com um personagem em particular… é realmente o coração e a alma disso tudo.”, afirmou.
O 3ª filme da franquia, ‘John Wick: Parabellum‘, se tornou um sucesso nas bilheterias e já arrecadou US$ 321,6 milhões mundialmente – com um orçamento de US$ 75 milhões.
De surpresa, a aclamada cantora e compositora Lorde lançou hoje (10) o single“Your Power”, que abre sua nova e aguardada era.
A música veio acompanhada de um belíssimo videoclipe oficial.
Confira:
A artista fez sua estreia oficial no mundo fonográfico em 2013, com o bem recebido ‘Pure Heroin’. Seu último trabalho, ‘Melodrama’, foi lançado em 2017 e caiu no gosto da crítica, recebendo inclusive uma indicação a Álbum do Ano na cerimônia do Grammy.
Além disso, ela já levou duas estatuetas da premiação – Melhor Performance Pop Solo e Música do Ano por “Royals”. Lorde também conquistou uma nomeação ao Globo de Ouro de Melhor Canção Original por “Yellow Flicker Beat”, do filme ‘Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1’ e é constantemente citada como inspiração de diversos artistas, incluindo Olivia Rodrigo e Billie Eilish.
Desde que foi anunciado ‘Espiral – O Legado de Jogos Mortais’, o diretorDarren Lynn Bousman vem dizendo que sua paixão pela franquia foi renovada.
E parece que o cineasta pretende criar um universo compartilhado entre a clássica série de filmes e os vindouros spin-offs.
Durante uma entrevista para o Bloody Disgusting, Bousman tocou no assunto e provocou o público ao sugerir o retorno de Jigsaw (Tobin Bell).
“Quando comecei a trabalhar em ‘Espiral‘, eu senti que meu interesse por ‘Jogos Mortais‘ estava se renovando, o que é muito empolgante. Ter a chance de trabalhar com pessoas como Chris RockeSamuel L. Jackson revigorou meu amor por esse tipo de história e pelo que pode ser feito com elas. Estamos planejando fazer novos filmes, sim. Quem sabe construir um universo compartilhado entre os clássicos e os vindouros títulos.”
Ele continuou:
“E quer saber mais? Só porque estamos investindo numa nova franquia, não quer dizer que não podemos fazer um ‘Jogos Mortais 9‘, entendeu? Ainda não terminamos de contar a história do Jigsaw. O que eu acho que vai acontecer, é que um ‘Espiral 2‘, se o primeiro for bem-sucedido e, em seguida, um ‘Jogos Mortais 9′.”
O filme já está em exibição nos cinemas nacionais.
Assista nossa crítica de ‘Espiral – O Legado de Jogos Mortais’:
Darren Lynn Bousman dirige, enquanto Josh Stolberg e Pete Goldfinger assinam o roteiro.
Uma sádica e genial mente dá início a uma distorcida forma de justiça em ‘Espiral’, o novo capítulo assustador de ‘Jogos Mortais’. Trabalhando na sombra de um estimado e veterano policial, o Detetive Ezekiel “Zeke” Banks e seu novo parceiro se encarregam de investigar uma série de assassinatos bizarros, reminiscentes do passado sombrio da cidade. Mergulhando num mistério mais profundo do que parece, Zeke se vê no centro de um jogo mórbido.
A história segue Victor, um novo aluno na escola Creekwood “em sua própria jornada de auto descoberta, enfrentando desafios em casa, se adaptando a uma nova cidade e lutando com sua orientação sexual”.
O momento decisivo se aproxima. Na devastadora guerra civil entre Autobots e Decepticons, Optimus Prime e Megatron lideram seus companheiros em uma batalha inédita pelo futuro. Esta guerra acaba agora.
Transformers: War For Cybertron Trilogy‘ reconta a história da guerra entre os Autobots e Decepticons.
O atorLaurence Fishburne confirmou ao Collider que vai reprisar seu papel como O Rei de Bowery.
“Vou para Berlim nos próximos meses”, disse Fishburne, confirmando boatos anteriores de que a sequência do filme será filmada tanto lá quanto em Paris, com filmagens adicionais no Japão e na cidade de Nova York.
Fishburne revelou que ele teve a chance de ler o roteiro, que será escrito por Michael Finch em vez do criador da série Derek Kolstad.
“Eu li o roteiro. É muito, muito legal. Por mais que seja o mesmo mundo dos outros três filmes, é muito mais profundo. É muito mais profundo em termos do código do assassino e da relação que ele tem com um personagem em particular… é realmente o coração e a alma disso tudo.”, afirmou.
Anteriormente previsto para 21 de maio de 2021, o longa agora chega às telonas do Brasil em 26 de maio de 2022.
Chad Stahelski volta a dirigir e prometeu um filme à altura da franquia:
“Estamos satisfeitos com as sequências de ação e nós não queremos perder isso. Eu quero ser um diretor melhor, mas isso não quer dizer que a sequência terá menos ação.”, afirmou.
O elenco terá o retorno deKeanu Reeves e Ian McShane , além da adição de Bill Skarsgård – que ficou conhecido por interpretar o Pennywise no remake de ‘It – A Coisa‘.
O 3ª filme da franquia, ‘John Wick: Parabellum‘, se tornou um sucesso nas bilheterias e já arrecadou US$ 321,6 milhões mundialmente – com um orçamento de US$ 75 milhões.
A Jurassic World VelociCoaster finalmente foi inaugurada no parque temático Islands of Adventure, do Universal Orlando Resort. Inspirada pelos filmes de sucesso “Jurassic World”, essa é a montanha-russa de lançamento mais rápida, mais alta e mais intensa já criada, que impulsiona os visitantes a 47m no ar em velocidades extremas de até 112km/h, e os coloca em uma corrida ao lado de uma matilha feroz de Velociraptors.
A Jurassic World VelociCoaster é uma atração surpreendente que coloca os visitantes dentro do habitat dos dinossauros, em uma aventura de tirar o fôlego, com espirais de 360 graus e uma manobra invertida que se estende por mais de 30 metros de pista. Quando os visitantes despencam em uma queda acentuada de 80 graus, a VelociCoaster faz jus ao seu nome, proporcionando uma experiência de montanha-russa incomparável.
Assista ao trailer:
AJurassic World VelociCoaster – uma atração que muda as regras do jogo na indústria de parques temáticos, elevando o nível como uma das montanhas-russas mais elaboradas e ambiciosas já projetadas -, foi concebida pela premiada equipe da Universal Creative em parceria com os cineastas visionários dos filmes Jurassic World, incluindo Steven Spielberg, Colin Trevorrow e Frank Marshall. Sua engenhosidade redefine a experiência de montanha-russa e os fãs que tiveram a sorte experimentá-la antes de sua abertura oficial, a descreveram como “incomparável”, “uma montanha-russa animal”, “implacável” e “sem dúvida, a melhor montanha-russa de todos os tempos”. Clique aqui para ver o que as pessoas estão falando sobre a Jurassic World VelociCoaster.
Apresentando uma história original estrelada pelos Velociraptors Blue, Charlie, Delta e Echo, a VelociCoaster irá imergir os visitantes em um ambiente autêntico de “Jurassic World” – mais de 3 mil metros quadrados de um cenário elaborado, trabalhado em rocha, uma cachoeira gigante e uma vegetação exuberante -, e irá lançá-los ao longo de mais de 1.430 metros de trilhos, a 47m no ar e a 112 km/h. A montanha-russa atravessa o paddock do raptor e avança a velocidades vertiginosas. Não há como voltar atrás, pois os visitantes são levados por uma série de manobras extremas e lançamentos que culminam em uma inversão de 360 graus em espiral. A intensidade da VelociCoaster fará com que os visitantes tenham uma sensação de gravidade zero do início ao fim.