“A Aventura de Kon-Tiki” foi um dos indicados ao Oscar desse ano na categoria de filme estrangeiro. A produção representou a Noruega na disputa ao maior prêmio da sétima arte, mas ficou “a ver navios” (com o perdão do trocadilho) quando o impactante “Amor”, de Michael Haneke arrebatou a estatueta. Baseada em fatos reais, essa co-produção entre Reino Unido, Noruega, Dinamarca, Alemanha e Suécia, pode ser considerada uma obra grande em escala, mesmo tendo custado apenas um pouco mais de $16 milhões.
Sem rostos conhecidos no elenco, e falado basicamente todo em outro idioma que não o inglês, o filme é de muito fácil acesso e digestão para qualquer tipo de público, mesmo os que não são chegados em obras fora do circuito de Hollywood. A história narra a vida do icônico explorador e aventureiro Thor Heyerdahl. Logo no início do filme, o encontramos ao lado da esposa vivendo com uma tribo numa ilha. É justamente a temporada no local que o leva a formular sua próxima aventura.
O protagonista descobre que a tribo local da Polinésia era hereditária de sul americanas, e decide provar para o mundo que os antigos fizeram a travessia numa jangada por oito mil quilômetros. Saindo do Peru, a tribo Inca se fixou na Polinésia, e lá deixou o totem conhecido como Kon-Tiki, uma homenagem ao Deus Sol. É justamente ao ver tal imagem, que o protagonista fez da travessia um dos objetivos de sua vida.
Narrado de forma dinâmica pelos diretores Joachim Ronnin e Espen Sandberg, o filme leva seu tempo para desenvolver seus personagens antes de jogá-los ao mar. E assim vemos o protagonista tentando arrecadar fundos para a sua jornada e tentando convencer estudiosos de sua teoria. O patrocínio só chegou quando o próprio governo peruano decidiu bancar a investida.
O filme rende ainda momentos divertidos de alívio cômico antes da grande viagem, como quando Heyerdahl confunde o presidente sul americano com seus serventes no palácio. A travessia em si ocupa boa parte da obra, e são momentos de tirar o fôlego. Uma fotografia belíssima, intercalada com todos os momentos de tensão imagináveis e problemas surgidos com uma missão tão perigosa.
Desde tubarões (que causam mais nervosismo do que filmes voltados somente a isso), até tempestades e falta de comunicação. A esposa abandonada, e então parceira de aventuras do protagonista, também se torna um elemento importante na obra, assim como a personalidade de cada um dos explorados que ao lado de Heyerdahl se jogam ao infinito, tendo como referência apenas a determinação de seu líder.
O interessante aqui são as possibilidades de acontecimentos e a imprevisibilidade da trama, que apesar de ser baseada em eventos reais, guarda incerteza para pessoas que não sabem nada dessa história, e entraram totalmente no escuro para assistir ao filme, como o que vos fala. E assim se torna uma experiência mais satisfatória ainda, sabendo apenas a sinopse geral dos eventos, e a adrenalina trazida por situações e cenas que nos emergem nos acontecimentos apresentados como se fizéssemos parte do grupo.
Justamente por isso “A Aventura de Kon-Tiki” causa grande atração para todo tipo de público, desde os que procuram uma história edificante de vida, aos que querem apenas distração e diversão recheadas de adrenalina. Os diretores noruegueses foram responsáveis pelo fraco faroeste “Bandidas”, que juntou as amigas Salma Hayek e Penélope Cruz, mas após “Kon-Tiki” foram escalados para o comando de “Piratas do Caribe 5”, que contará com um orçamento mais enxuto após o fiasco de “O Cavaleiro Solitário”. Quem dera o próximo filme do Capitão Jack Sparrow pudesse ter a qualidade dessa aventura marítima.
Recentemente, trouxemos aqui no CinePOP uma matéria relembrando Uma Equipe Muito Especial, produção muito querida da década de 1990, que este ano está completando 30 anos de seu lançamento. A proposta do filme vai muito além de ser uma comédia dramática de entretenimento focada no baseball. O longa é importante devido à sua mensagem de empoderamento feminino, trazendo a mulher ao foco de sua narrativa numa história de sororidade e superação. Esse ano,Uma Equipe Muito Especial voltou à tona, não apenas por seu aniversário de trinta anos, mas também porque como forma de celebrar, a Amazon finalmente irá tirar do papel a tão aguardada nova versão da história, trazendo para jogo uma novidade: a representatividade racial, com jogadoras negras no elenco – elemento ausente do original.
Dirigido pela saudosa Penny Marshall, uma fã ávida do esporte, o filme nasceu de uma ideia da própria diretora após assistir a um documentário feito por um canal de TV sobre a criação e os primórdios da Liga Feminina de Baseball Americana. Protagonizado por grandes nomes como Geena Davis, Tom Hanks e Madonna, o filme narra a história das mulheres convocadas para substituir os homens durante a década de 1940. Era a época da Segunda Guerra Mundial, e os homens haviam sido alistados para lutar no conflito. E como o povo precisava de entretenimento nesse momento tão difícil, os dirigentes de famosos times trataram de escalar as mulheres (que não teriam a vida fácil dentro do esporte – sofrendo diversas humilhações) para jogar e fazer o baseball prosperar.
‘Uma Equipe Muito Especial’ faz 30 anos em 2022. O clássico querido só cresce em importância com o tempo.
O filme foi um sucesso de crítica e público, conseguindo se manter relevante após essas três décadas – permanecendo também nas mentes e corações dos fãs. Porém, nem sempre o que vemos em tela reflete seus bastidores e muitas vezes filmes queridos pelos fãs se mostram um verdadeiro pesadelo de bastidores para os seus realizadores. E Uma Equipe Muito Especialconta pelo menos com um elemento que fez a vida de todos ao redor mais difícil: a material girl Madonna. Notória bad girl da vida real, a estrela da música foi casada nos anos 80 com o problemático Sean Penn e com ele viveu um dos relacionamentos mais conturbados da época, que era um verdadeiro paraíso para os tabloides e paparazzo. Reza a lenda que durante um réveillon, Penn teria deixado a cantora amarrada com cordas chamando socorro. Os dois lançaram um filme juntos, Surpresa de Shanghai (1986), uma aventura cômica passada na década de 1930, que se tornou um fracasso retumbante e abalou ainda mais o relacionamento dos astros.
Então com 34 aninhos, Madonna foi uma presença, digamos, não muito positiva nos bastidores de Uma Equipe Muito Especial. Para começar, a musa pop foi o motivo da saída da protagonista originalmente planejada do projeto. Debra Winger, atriz que já tinha duas indicações ao Oscar (pelos dramas famosos A Força do Destino e Laços de Ternura), treinou baseball durante meses a fim de exibir uma performance convincente como Dottie. No entanto, assim que a Columbia (Sony) e a diretora Penny Marshall contrataram Madonna para o papel de Mae ‘All the Way’, a jogadora atrevida do grupo, Winger desistiu da produção. Segundo a atriz, a presença da cantora no filme tiraria a seriedade que ela achava que o longa merecia. De acordo com Winger, o estúdio estava atrás de uma “aventura com Elvis”, fazendo referência aos musicais leves e açucarados que o astro da música costumava protagonizar.
Então uma estrela badalada em Hollywood, e indicada a dois Oscar, Debra Winger desisitu do filme por causa de Madonna.
E realmente todos os críticos da época concordaram que a presença de Madonna no filme foi meramente uma manobra do estúdio para vender mais ingressos e encher os cinemas. Não por acaso, Madonna ainda escreveu e performou a música tema do filme, ‘This Used to be my Playground’, pela qual recebeu indicação ao Globo de Ouro.
Mas não foi só Debra Winger quem se incomodou com a presença da diva pop no filme. É muito reportado que Madonna estava se sentindo miserável durante as filmagens do longa, já que teve que abandonar as badalações de cidades como Los Angeles e Nova York, e se enfiar no interior, no “meio do nada”, em cidades como Huntingburg e Evansville, ambas no Estado de Indiana. Apesar de parte do filme ter sido gravado também em Chicago. Em uma carta (ainda não existia WhatsApp) escrita a um amigo, o fotógrafo Steven Maisel, Madonna revelou seu estado mental durante as filmagens. Nas palavras da própria: “Eu não poderia sofrer mais do que eu sofri no último mês, aprendendo a jogar baseball com um bando de garotas (irgh) em Chicago (irgh duplo). Eu estou bronzeada, eu fico suja o dia inteiro e eu quase não tenho usado maquiagem. Laverne (se referindo à diretora Penny Marshall, que atuou como atriz na década de 1970 com o seriado Laverne & Shirley), Geena Davis é uma boneca Barbie, e quando Deus decidiu onde os homens bonitos iriam morar no mundo, Ele não escolheu Chicago. Eu fiz algumas amigas, mas elas são atletas e não atrizes. Elas não possuem nada de extravagante. Eu queria poder ir à Nova York”.
A carta tornada pública, mostra muito do sentimento da atriz e cantora em relação à produção, inclusive à diretora e à colega de elenco Geena Davis, que havia acabado de sair de uma indicação ao Oscar por Thelma & Louise(1991). Madonna havia saído do sucesso de Dick Tracy(1990), para o qual igualmente trabalhou na trilha sonora. Entre uma superprodução e outra, a estrela pop estreou o documentário Na Cama com Madonna (1991) e uma rápida participação no filme noir de Woody Allen, Neblina e Sombras (1991). No fim do mesmo ano de Uma Equipe Muito Especial, Madonna voltaria a ser ousada, com Corpo em Evidência, sua própria versão de Instinto Selvagem, repleta de sexo.
Ao se sentir pouco à vontade e alegre, Madonna trataria de fazer com que as pessoas ao seu redor se sentissem da mesma forma. Segundo relatos, na cidade de Evansville, Indiana, onde grande parte do filme foi rodado para as cenas dos jogos da World Series, Madonna teria sido tão desagradável e rude com os cidadãos, os funcionários do hotel e dos restaurantes, e outros locais, que sua reputação segue manchada por lá até hoje. E a estrela não esconde sua falta de apreço pelo local, falando mal da cidade em entrevistas.
Madonna não se preocupou em ser agradável com os fãs e a população das pequenas cidades durante os bastidores.
O ranço de Madonna não terminava por aí. Durante as filmagens dos jogos da World Series, os astros do filme revezavam para fazer shows a fim de entreter os figurantes, que nem mesmo recebiam cachês. Assim,Tom Hanks, que vive o técnico das meninas no filme, fazia apresentações de marionetes, enquanto Rosie O’Donnell se apresentava com seu show de stand-up comedy. Mas Madonna, no seu “bom humor” durante o período se recusava a se unir aos “mortais” e entreter as massas de graça. Assim, vários atores fingiram ser Madonna e cantaram suas músicas para os fãs, já que a verdadeira se recusou.
A humorista Rosie O’Donnell também é uma das figuras importantes em Uma Equipe Muito Especial. O filme marcou sua estreia no cinema e depois a comediante seguiria para longas famosos como Sintonia de Amor(1993), Uma Nova Tocaia (1993) e Os Flintstones – O Filme(1994), onde interpretaria Betty Rubble. Em Uma Equipe Muito Especial, O’Donnell vive Doris, a amiga da personagem de Madonna. De início, a personagem seria parecida com a da cantora, ou seja, uma mulher sexy e com menos tempo de tela. Quando O’Donnell foi contratada, sua personagem mudou e ganhou mais destaque.
Apesar da falta de simpatia, a cantora ganhou sua própria boneca do filme.
O estrelismo de Madonna ainda levaria a uma gozação do ator Jon Lovitz, que no filme interpreta o olheiro Ernie Capadino. Quando Lovitz soube que a material girl estava usando um nome falso para ficar hospedada no hotel designado pela produção, resolveu entrar na brincadeira e criar um nome ridículo também para os registros do estabelecimento. O nome escolhido pelo ator “Edna Poo-a-dee-doo”.
Tirando um pouco da má fama de Madonna durante a produção de Uma Equipe Muito Especial, está a amizade desenvolvida entre a estrela e a humorista Rosie O’Donnell. A comediante estava nervosa em conhecer a musa pop, mas as duas terminaram se entrosando de forma rápida e intensa. E se tem alguém nos bastidores do longa para falar bem da cantora, esse alguém é definitivamente Rosie O’Donnell. As duas continuam grandes amigas até hoje.
Madonna se dedicou muito e trabalhou tanto quanto as demais atrizes para atingir o seu melhor jogando baseball. E isso é um fato reconhecido pela equipe. Fora isso, a estrela ainda desenvolveu um forte sotaque Nova Yorkino para sua personagem no filme, embora seja originalmente nascida e criada no Michigan. Madonna destaca-se no filme entre outras coisas pelo visual menos chamativo de sua personagem, tentando ao máximo desglamourizar a imagem que todos possuem dela e centrar sua performance o mais próximo de uma contemporânea da década de 1940.
“Situado na década de 1950, na pequena cidade da Geórgia, o filme gira em torno de uma mulher grávida chamada Agatha, que está em fuga e procura refúgio em um convento. O que começa como o lugar perfeito para ter um filho se transforma em um lugar sombrio onde o silêncio é forçado, segredos medonhos são mascarados, e toda a força de vontade que Agatha tem é testada, conforme ela aprende a verdade doentia e distorcida do convento e as estranhas pessoas que se escondem em seus corredores.”
De acordo com o Deadline, Rosario Dawson entrou para o elenco da aguardada sequência ‘Zumbilândia 2‘. Detalhes sobre o seu papel, no entanto, não foram divulgados.
Vale lembrar que as filmagens começarão essa semana!
“A sequência seguirá o grupo carismático de matadores de zumbis após os eventos do primeiro filme, enquanto eles se estabelecem em suas vidas pós-apocalípticas. Eles escolheram um estilo de vida mais luxuoso e decidiram montar um acampamento na Casa Branca. Depois que um desentendimento entre Columbus (Jesse Eisenberg) e Wichita (Emma Stone) faz o grupo se separar, Little Rock (Abagail Breslin) foge com Berkeley (Avan Jogia), um cara que ela acabou de conhecer.
O grupo então parte para resgatar Little Rock, mas, claro, eles não estão sozinhos no mundo. Novos tipos de zumbis invadiram o mundo, que incluem Homers (burros), Hawkings (inteligentes) e Ninjas (mortais). Ao longo do caminho, Tallahassee (Woody Harrelson) encontra sua partida na forma de uma caçadora de zumbis fodona chamada Nevada. Esta família improvisada terá que usar todas as suas habilidades e seguir as regras de sobrevivência de Colombo se quiserem sair vivos.”
O canal Freeform cancelou oficialmente o spin-off ‘Pretty Little Liars: The Perfectionists‘ depois de apenas uma temporada.
Infelizmente, a produção deixou vários ganchos abertos, sem uma conclusão apropriada.
A primeira temporada registrou 0.12 na demo, e um total de 260 mil espectadores. Em comparação aos números registrados pela última temporada da série original, há uma queda brutal de quase 80% na audiência.
Sasha Pieterse, que viveu Alison, e Janel Parrish, que viveu Mona Vanderwaal, retornam em seus respectivos papeis.
Na nova trama, um assassinato misterioso acontece em Beacon Heights – e Alison terá que se unir com Mona para resolvê-lo. Mas a ação é tão perfeccionista que parece ser impossível descobrir o que realmente aconteceu por trás de tudo isso. No entanto, nenhum crime é 100% perfeito, fazendo com que as antigas Liars ajudem a polícia local na descoberta do real assassino.
Em entrevista ao Slash Film, o diretor Kenneth Branagh revelou qual foi a maior mudança na trama da adaptação ‘Artemis Fowl: O Mundo Secreto‘, que traz um protagonista muito mais “herói” do que nos livros, nos quais o personagem Artemis traz uma faceta muito mais vilanesca.
“A maior mudança foi uma decisão baseada em uma visão diferente do que li nos livros, que foi Eoin introduzindo ao Artemis um senso de moralidade no decorrer da história. O personagem era basicamente um vilão do James Bond de 11 anos. Pareceu-me que, para o público que não conhecia o material de origem, isso seria algo difícil de aceitar.”
Ele continua, “Eu queria que nós encontrássemos humanidade nesse personagem antes de iniciar uma jornada que se distanciaria dos livros, mas se tornou fundamental para a visão que eu estava desenvolvendo, que é o Artemis pronto para se juntar ao lado sombrio no final do filme.”
‘Artemis Fowl: O Mundo Secreto’ foi uma das grandes apostas dos estúdios Walt Disney neste ano – mas a espera parece que não valeu a pena.
No Rotten Tomatoes, o longa-metragem abriu com apenas 14% de aprovação, com nota 3.92/10 baseada em 56 reviewsaté o momento. Segundo o consenso geral, “um começo de franquia que vai irritar os fãs dos livros e deixar os novatos atordoados, [o filme] é frustrante e não alça voo”.
Confira as críticas:
“Qualquer um procurando por uma aventura fantástica jovem-adulta de qualidade pode passar adiante. Não há nada para ver aqui” – Los Angeles Times.
“[O filme] não será o início de uma franquia de fantasia, baseado nessa primeira entrada sem charme” – Tribune News Service.
“Monótono e incoerente, com desenvolvimento parco de personagens, uma construção nada imaginativa do mundo e vários problemas parentais” – AV Club.
“Tudo é um amontoado de oportunidades perdidas, recheado com deslizes indesculpáveis” – Perri Nemiroff.
‘Artemis Fowl: O Mundo Secreto‘ traz as aventuras de um garoto de 12 anos, o último descendente de uma lendária família do crime prestes a desaparecer. Com a ajuda de seu guarda-costas, ele planeja uma maneira de retomar a antiga glória dos Fowls: Sequestrar uma fada e exigir resgate. Entretanto, o jovem não desconfia que as fadas também têm seus recursos, incluindo uma perigosa polícia do mundo fantástico.
O novato Ferdia Shaw interpretará o personagem principal. Josh Gad será Mulch Diggums, um anão leal apenas a ele mesmo. Judi Dench será a comandante Root, que lidera a força policial das fadas. Lara McDonnell será a Capitã Holly Short, uma heroína entre os elfos. Por fim, Nonso Anozie será o guarda-costas de Artemis, Butler.
A franquia conta com 8 livros e foi uma das primeiras a se beneficiar da onda de popularidade do gênero de fantasia infanto-juvenil iniciada por Harry Potter.
A trama segue um jovem casal que é forçado a buscar abrigo em uma antiga fazenda, onde mora uma senhora e seu estranho filho. Quando eles começam a ter desejos estranhos, alucinações sinistras começam a afastá-los da realidade.
O terror cômico ‘Black Friday‘ ganhou o primeiro trailer.
Confira:
Casey Tebo é responsável pela direção.
Na noite de Ação de Graças, um grupo de funcionários descontentes de uma loja de brinquedos chega a contragosto para para abrir a loja à meia-noite para o dia de compras mais movimentado do ano. Enquanto isso, um parasita alienígena cai na Terra em um meteoro. Este grupo de desajustados liderado pelo gerente da loja Jonathan (Campbell) e o funcionário de longa data Ken (Sawa) logo se veem lutando contra hordas de compradores de Natal que foram transformados em criaturas monstruosas em um ataque assassino na Black Friday.
A trama é centrada em Zoey, filha mais velha dos Johnson. A comédia mostra sua vida após entrar na faculdade, e discute tanto problemáticas adolescentes quanto outras complexidades das relações interpessoais no mundo contemporâneo.
De acordo com o Deadline, Mia Goth, que recentemente estrelou ‘X: A Marca da Morte‘ e ‘Pearl‘, entrou para o elenco do reboot de ‘Blade‘, que está sendo desenvolvido pela Marvel.
Infelizmente, detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.
A atriz está em alta em Hollywood, tendo estrelado ‘Infinity Pool‘, de Brandon Cronenberg, além de estar confirmada nos vindouros ‘MaXXXine‘ e a nova adaptação de ‘Frankenstein‘, dirigida por Guillermo del Toro.
Mahershala Ali (‘True Detective’) estrelará como o personagem titular.
Yann Demange (‘Lovecraft Country’) será responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Michael Starrbury (‘Olhos que Condenam’).
Alegadamente, o roteiro original mostraria a origem do Blade na década de 1920 e teria vários saltos temporais até os dias de hoje, mas o protagonista Mahershala Ali achou o texto “sem vida” e as cenas de ação totalmente “sem graça”.
“Os detalhes estão sendo mantidos em sigilo, mas as fontes dizem que a nova intenção é que ‘Blade‘ tenha um tom sombrio e corajoso, sendo um dos títulos mais ousado da Marvel Studios e talvez siga os passos dos filmes lançados no início dos anos 2000.”, disse Kit (via Comic Book).
Vale lembrar que ‘Blade‘ está programado para 06 de setembro de 2024.
“Como meio-humano/meio vampiro, Eric Brooks (Ali) aprimorou suas habilidades para caçar os mortos-vivos que há muito aterrorizaram a humanidade. Um híbrido humano-vampiro desde seu trágico nascimento, Blade passou sua longa tentando livrar o mundo de vampiros como aquele que matou sua mãe. Ao longo dos anos, ele dominou seu próprio estilo para lutar contra monstros de todos os tipos.”
O reboot é intitulado ‘Blade: O Caçador de Vampiros’ e faz referência direta aos primeiros quadrinhos do anti-herói, criado em 1973 pelo roteirista Marv Wolfman e pelo ilustrador Gene Colan.
A produção estreará oficialmente no dia 28 de março.
A produção é baseada no livro homônimo escrito por Georgia Hunter.
Com roteiro assinado por Erica Lipez (‘Bates Motel’ e ‘Morning Show’), a série contará a história real de uma família de judeus que luta para sobreviver e se reencontrar após se separarem no início da 2ª Guerra Mundial.
Thomas Kail (‘Hamilton’) servirá como diretor e produtor executivo.
Em entrevista ao Entertainment Tonight, Cynthia Erivo (‘Maus Momentos no Hotel Royale’) quebrou o silêncio após criticar duramente a edição feita por um fã do cartaz da adaptação de ‘Wicked‘.
A arte havia sido alterada para se aproximar do clássico pôster da peça da Broadway, mas a artista não ficou nada contente com a mudança e declarou que “era a coisa mais ofensiva que já tinha visto”.
“Eu me sinto muito protetora desta personagem. Eu amo este projeto e sei que os fãs sentem a mesma coisa. Acredito que tive um momento humano de querer proteger a pequena Elphaba. Foi um momento humano.”
Ela completa, “Eu provavelmente deveria ter ligado para meus amigos, mas está tudo bem.”
Anteriormente, a artista havia declarado: “Essa é a coisa mais selvagem e ofensiva que já vi. Está no nível da terrível IA que estamos lutando ou quando as pessoas perguntam: ‘Sua v**ina é verdade?’. Nada disso é engraçado. Nada disso é fofo. Isso me degrada. O pôster original é uma ilustração. Eu sou um ser humano real, que escolheu olhar para a câmera – para você, o espectador –, porque, sem palavras, nos comunicamos com os olhos. Nosso pôster é uma homenagem, não uma imitação. Editar meu rosto e esconder meus olhos é me apagar. E isso me machuca profundamente.”
Vale lembrar que o filme chega aos cinemas em 22 de novembro.
‘Wicked’ segue a história de Elphaba, a Bruxa Má do Oeste (interpretada por Cynthia Erivo), uma jovem que se inscreve na Universidade Shiz para aprender a dominar seus poderes. É lá que ela conhece Glinda, a Bruxa Boa do Sul (interpretada por Ariana Grande), uma estudante popular que promete ajudar a introvertida Elphaba com seu comportamento em público. O filme se desenrola antes, durante e depois dos eventos clássicos de ‘O Mágico de Oz’.
Lembrando que o filme é dirigido por Jon M. Chu (‘Em um Bairro de Nova York’).
A produção cinematográfica será dividida em duas partes e apresentará novas músicas escritas pelo compositor original do espetáculo, Stephen Schwartz.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 28 de agosto.
Quando o caderno de desenhos de uma jovem garota cai em um lago estranho, suas criações, imprevisíveis, caóticas e perigosamente reais, ganham vida. À medida que a cidade se torna um caos, ela e o irmão precisam rastrear as criaturas antes que elas deixem danos permanentes.
Seth Worley é responsável pela direção.
O elenco conta comTony Hale (‘Arrested Development’), D’Arcy Carden (‘The Good Place’), Bianca Belle (‘A Mulher no Lago’) e Kue Lawrence.
Todos os 10 episódios da primeira temporada já estão disponíveis no serviço de streaming.
Na trama, um casal precisa confrontar a dinâmica de poder dentro do casamento quando um acidente faz com que um deles fique com apenas 15 cm de altura.
Baseada no conto homônimo de Manuel González, a trama acompanha Lindy e Les, um casal que, após passar por um acidente tecnológico, começa a reavaliar a dinâmica de poder de seu relacionamento, levando a um confronto dramático na disputa pelo controle do casamento.
A sequência ‘Perfeita é a Mãe 2’ já está no set, em Atlanta, para as filmagens, mas o elenco continua crescendo. Quem agora entra para a trama é Susan Sarandon, Christine Baranski e Cheryl Hines.
A saída do ator Chandler Riggs de ‘The Walking Dead’ marcou todos os colegas de elenco, que aproveitam o momento de despedida para homenagem o jovem de 18 anos.
Protagonista de uma das mortes mais impactantes da série, sua contribuição em TWD se encerrou com o final da primeira parte da oitava temporada.
Segundo a Variety, a audiência teve um leve aumento com o retorno da 8ª temporada: 8,3 milhões de pessoas entre 18 e 49 anos assistiram ao episódio nos EUA.
A segunda parte da trilogia ‘Tales of Arcadia‘, do cineasta Guillermo del Toro, intitulada ‘3 Below: Tales of Arcadia‘, ganhou um novo trailer.
O material ainda veio acompanhado de várias fotos e de um belo e colorido cartaz.
Confira:
‘3Below‘ acompanha três aliens, dois membros da realeza – Príncipe Krel Arikidion e a Princesa Aja Arikidion – e um guarda costas, o comandante Varvatos Vex. O trio teve que deixar seu planeta após um ditador do mal dominá-la. Ao colidirem em Arcadia Oaks, os aliens acabam tendo que se adaptar aos humanos, se esforçando ao máximo para se misturar a eles, à medida que tentam consertar suas naves para poderem retornar para casa.
A segunda parte da série estreia em 21 de dezembro na Netflix.
O fim da segregação e das Leis de Jim Crow podem até ter “eliminado” a separação legalizada que distinguia negros de brancos nos Estados Unidos. A emblemática assinatura do presidente Lyndon Johnson, que determinava a Lei dos Direitos Civis de 1964 inspirava um novo tempo, onde a apropriação cultural e uma hegemonia caucasiana abririam espaço para um país mais plural e diversificado. Só que não. E em um contexto contemporâneo onde negros ainda lutam para ter suas raízes e tradições celebradas e devidamente respeitadas, BadHair é um thriller racial oitentista com humor negro que explora, de maneira hiperbólica, os perigos de sufocar a identidade de um povo.
De maneira bem categórica, o terror de Justin Simien, o mesmo responsável pelo aclamado Cara Gente Branca, traz um grupo de mulheres negras que trabalham em uma espécie de MTV voltada para o público negro. Com a iminente chegada dos anos 90, uma reinvenção na grade de programação e em seus Vjs se faz necessária, a fim de tornar os conteúdos produzidos mais atraentes para as comunidades caucasianas. A mudança de direção implica em uma profunda troca de identidade, onde a recente tendência de apliques costurados transformam belos cabelos afros em longas madeixas lisas ao melhor estilo indiano.
Essa apropriação cultural tratada em Bad Hair ganha ainda um elemento fantástico, que à primeira instância promove um levantar de sobrancelhas por parte da audiência. Fazendo uma mescla com antigos contos folclóricos africanos, a produção toma a premissa de uma de suas histórias e projeta holofotes grandiosos, fazendo desses belos e – aparentemente – inofensivos apliques, uma espécie de feitiçaria assassina. Trocando em miúdos: Os belos apliques lisos se alimentam de suas próprias donas, possuindo-nas de forma bem demoníaca.
Mas o que poderia ser, logo de cara, uma bizarra história sobre cabelos assassinos, na verdade representa um peculiar e genoíno relato sobre os perigos da apropriação cultural e sobre o roubo de identidade. Compreendendo a profunda culturalidade enraizada nos fios crespos e cacheados, Simien explora uma dialética semelhante a de Cara Gente Branca, levando a audiência a dimensionar o impacto psicológico que a eliminação das raízes de um povo pode acarretar na sua perpetuidade.
Brincando ainda com o gênero, o cineasta explora o humor de maneira ácida e pontual, trazendo LenaWaithe (Master of None) ao seu melhor estilo, caricata e autêntica, roubando as atenções a cada aparição nas telonas. Ao seu lado, Laverne Cox simboliza a representatividade em Bad Hair, que ainda resgata o nosso Dawson – James Van Der Beek – os catores Usher e KellyRowland a ex Miss América e atriz Vanessa Williams. Com um elenco que em si já representa a mesma pluralidade que a própria narrativa explora com grandeza, o longa é uma inusitada experiência que se apropria de metáforas e figuras de linguagem para abordar uma temática tão atual.
Com figurinos nostálgicos que exploram a diversidade de tons e padronagens que a moda dos anos 80 traz com tanto vigor, o filme ainda é uma deliciosa viagem no tempo, nos levando a um passeio onde a MTV ditava as tendências e a música black trazia em si um R n’ B bem característico, que instantaneamente nos remete ao excepcional trabalho do polêmico Bobby Brown. Com efeito visuais bem executados que ajudam a dar vida às cenas de terror mais intensas, Bad Hair é tudo o que você jamais esperaria ver nos cinemas, mas nunca precisou tanto como agora.
O segundo episódio da minissérie ‘Dança da Morte‘, (‘The Stand‘), adaptação da obra deStephen King, intitulado “Pocket Savior“, será exibido no próximo dia 24 de dezembro e as primeiras imagens e a sinopse oficial já estão entre nós.
No capítulo em questão, o músico Larry Underwood está à beira de sua grande chance quando “Captain Trips” atinge Nova York. Sozinho e vagando por uma cidade vazia, ele conhece um novo conhecido atraente também desesperado para escapar. Enquanto isso, o encarcerado Lloyd Henreid fica cara a cara com Randall Flagg, o próprio Dark Man, que lhe faz uma oferta atraente.
Confira as imagens:
Os episódios serão lançados pela plataformaCBS ALL Access.
A série é escrita e dirigida por Josh Boone (‘Os Novos Mutantes‘).
A trama gira em torno de um professor viúvo que vive uma vida solitária quando um praga dizima 99% da população mundial. Imune à doença, o professor terá de lidar com a solidão até se juntar a outros sobreviventes, que se envolvem numa antiga rivalidade entre a luz e a escuridão.
A cinebiografia ‘Neruda‘, estrelada por Gael García Bernal e Luis Gnecco, já está disponível na Netflix. O drama teve a sua estreia nesta segunda-feira (27) na grade de programação.
Na trama, quando a Guerra Fria chega ao Chile, o ex-senador comunista e escritor vencedor do Prêmio Nobel Pablo Neruda começa a ser perseguido pelo Governo de Gabriel González Videla, que decretou em 1948 a chamada Lei Maldita contra os militantes comunistas. O policial Óscar Peluchonneau (Gael Garcia Bernal) é designado para prender o poeta e sua esposa, a pintora argentina Delia del Carril.
Os dramáticos acontecimentos de sua nova vida como um fugitivo, inspiram Neruda a escrever sua coleção épica de poemas, “Canto Geral”. Enquanto isso, na Europa, a lenda do poeta perseguido cresce, e artistas como Pablo Picasso clamam pela liberdade de Neruda.
Neruda, no entanto, vê essa luta com o seu inimigo Peluchonneau como uma oportunidade de se reinventar.
O longa é dirigido pelo aclamado cineasta, Pablo Larraín, mesmo diretor de ‘Jackie‘ e do indicado ao Oscar ‘No‘. Guillermo Calderón assina a direção.
Assista ao trailer:
Mercedes Morán, Emilio Gutiérrez Caba, Diego Muñoz e Alejandro Goic completam o elenco.
Ao acender das luzes do projetor, uma voz serena emerge, traçando as primeiras linhas do que poderia ser mais um documentário true crime. Um amplo estacionamento é o centro das nossas atenções. Vazio, em uma silenciosa região, ele marca o início de algo que não foi e jamais será. Charlie Shackleton tenta aflorar nossa imaginação com seu argumento, que bem narrado, visa nos transportar para uma angustiante cena que nos levaria à descoberta do século: quem é o assassino do Zodíaco.
Mas esse aqui não é um documentário e essa cena de abertura ainda não nos significa absolutamente nada. Zodiac Killer Project é de fato uma espécie de “wishful thinking”, um desejo que domina a mente mas jamais é consumado. Um devaneio que não se cumpre. Uma ilusão que encontra conforto na mente. E é uma das produções mais ousadas do gênero documental dos anos recentes.
Fruto da obstinação de um documentarista frustrado por perder sua fonte – um policial que jura veementemente ter encontrado o assassino do zodíaco -, Zodiac Killer Project existe por uma questão de honra. Com o objeto de seu filme, Shackleton, abandonando a ideia de transformar suas teorias em um longa, o diretor decide por fazer de um azedo limão uma inexplicável e inesperada experiência sinestésica. Munido de um texto brilhantemente escrito, ele se aconchega em uma cabine de gravação e faz de seu fracassado documentário uma reflexão sobre o fascínio humano por produções true crime.
Inerentemente, ele faz uma análise e crítica à linguagem artística usada pelo gênero de docs true crime, à medida em que compartilha sua visão artística, regada pelo desalento de jamais poder executar aquilo que tanto ansiou. Embarcando em uma epifania onde compara as diversas séries e filmes nesse formato a partir de suas apelativas técnicas de persuasão e encantamento, Zodiac Killer Project pondera sobre as escolhas moralmente questionáveis na reconstrução narrativa de crimes reais.
Perpassando por diversas produções que atingiram sucesso global nos principais streamings, o diretor faz uma observação crítica afiada desse formato tão popular, enquanto explica pela ótica de documentarista porque cada um desses elementos sinestésicos são tão sedutores, tanto para o diretor, bem como para a audiência. Com um senso de humor próprio onde se coloca nas lentes de um telescópio e também se julga pelos mesmos parâmetros que usa para avaliar seus colegas de profissão, Ele consegue nos inebriar para dentro de seu “wishful thinking”, nos acomodando em suas ideias de tal maneira que nos sentimos presos pelo som de sua voz e pelas imagens frias que percorrem a tela – com o objetivo de nos ambientar naquela narrativa documental que jamais se cumpriu.
E ao refletir sobre o filme que jamais conseguiu fazer, Shackleton tenta aceitar o irremediável e amargo destino de um documentário que apenas existirá em sua mente. E ainda que sua insatisfação seja completamente palpável e compreensível, a verdade é que Zodiac Killer Project é infinitamente superior do que aquele doc true crime que nunca verá a luz do projetor. Mal sabe ele que tais devaneios e reflexões sobre toda uma indústria alimentada pelo sangue de vítimas reais têm muito mais a oferecer do que qualquer documentário sobre um assunto tão desgastável e, infelizmente, eternamente insolúvel.
E de maneira original e audaciosa, Zodiac Killer Project registra em 1h30 toda sua visão criativa para o longa, como se fizesse de seu filme um desabafo profundo e despretensioso. Com uma voz serena, uma locução envolvente e um texto exemplar, que convida a audiência para dentro de sua visão criativa jamais consumada, o diretor entrega um documentário honesto e envolvente. Estruturado como um desabafo entre amigos, seu argumento é autêntico e sincero, sem a pretensão de se tornar a voz da razão em meio a um gênero que se farta do sangue alheio. Vulnerável em sua exposição e absolutamente certeiro em suas reflexões, Zodiac Killer Project é infinitamente superior a qualquer versão originalmente desenhada. Para os seus produtores, talvez seja apenas a sombra de algo que não fruiu. Para nós, enquanto audiência, é visão completa e crua do que um excelente filme denúncia precisa ser.
É inegável o sucesso que ‘Corra!’ (Get Out) fez mundo afora, rendendo uma indicação ao Oscar 2018, além do diretor Jordan Peele ter sido indicado à Melhor Diretor e Daniel Kaluuya à Melhor Ator.
Pensando em todo esse sucesso, Peele deu uma entrevista à Entertainment Weekly onde revelou que pretende se aposentar da carreira de ator e focar apenas na direção, fazendo uma comparação com o ator Daniel Day-Lewis, que se aposentou após fazer o inédito ‘Trama Fantasma’:
“Essa é a minha ideia. Daniel Day-Lewis e eu estamos juntos nisso. Atuar não chega nem perto de ser tão divertido como a direção é para mim”
‘Corra!’ já conquistou mais de US$ 250 milhões em todo o mundo, com um orçamento de apenas US $ 4,5 milhões, se tornando um dos maiores sucessos da Blumhouse.
Na trama, Kunis e Mckinnon são duas melhores amigas que sempre se apoiaram. Quando uma delas descobre que o namorado (Sam) – que recém terminou o relacionamento – era de fato um espião, as duas acabam envolvidas em uma conspiração internacional.
‘Meu Ex é um Espião’ chega aos cinemas brasileiros em 9 agosto desse ano. Confira o pôster:
[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS]
Se você ainda não assistiu ao primeiro episódio de Loki, não leia esta matéria para não receber spoilers.
Depois do primeiro mês sem produções originais Marvel saindo semanalmente no Disney+, parece que a série do Loki demorou uma eternidade para estrear. Pois bem, agora que o primeiro capítulo já está disponível, podemos dizer que esse foi o “piloto” mais básico dessa nova leva de séries da Marvel até aqui. Isso não é um demérito, só quer dizer que se encaixa mais nos padrões narrativos estabelecidos até aqui. De qualquer forma, em aproximadamente 51 minutos, o primeiro capítulo estabelece pontos importantes não só para o desenvolvimento do próprio seriado, mas também para o futuro do MCU. Vamos falar mais sobre eles a partir do próximo parágrafo, então cuidado com os spoilers.
A série começa exatamente de onde Vingadores: Ultimato (2019) deixou o Loki (Tom Hiddleston): escapando da linha alternativa da Batalha de Nova York, em 2012. Ele pega o Tesseract e foge para a Mongólia, onde é capturado e levado a julgamento pela agência de controle de linhas do tempo, a TVA. E é lá que as coisas ficam estranhas. Com um visual meio retrô futurista, vemos a repartição pública temporal julgando casos e resolvendo realidades alternativas com um grande reset.
Nessa história de apagar linhas do tempo alternativas que fogem de controle, é falado que a realidade da qual Loki veio foi apagada. Para os agentes da TVA, isso foi uma forma de resolver a confusão dos Vingadores na busca pelas Joias do Infinito. Porém, para quem não habita essa realidade, acabou soando mais como preguiça de roteiro. Afinal, eles descartaram a possibilidade de mostrar os heróis ou a S.H.I.E.L.D. daquele universo unindo esforços para encontrar o Loki fugitivo. Seria interessante se fosse bem trabalhado, mas acabaram só jogando essa realidade fora.
Nessa mesma sequência de introdução da TVA, é mostrado um outro prisioneiro marrento que diz ser filho de um membro da diretoria da Goldman Sachs e que basta um telefonema para destruir a carreira do guarda. Essa piada pode ter escapado de alguns, mas acontece que a empresa citada pelo rapaz é uma das principais investidoras internacionais, famosa por seus lucros bilionários e exploração dos funcionários. Em outras palavras, a série atribui o sucesso da empresa a um jovem viajante do tempo. Convenhamos, é bem fácil fazer investimentos milionários certeiros quando se sabe o que vai acontecer no futuro.
Se a série mandou mal ao descartar a linha do tempo dos Vingadores alternativos, ela mandou bem demais ao desenvolver o Multiverso. Uma das explicações para a existência da TVA é justamente manter o fluxo saudável e evitar a “Loucura do Multiverso”, referenciando o próximo filme-evento da Marvel: Doutor Estanho: No Multiverso da Loucura, programado para sair em 2022. Nas explicações, eles falam que criaturas Nexus podem acabar desviando os rumos do Multiverso, causando colapso e “loucura”. Como vimos em WandaVision, a Feiticeira Escarlate(Elizabeth Olsen) é um ser Nexus. E, ao que tudo indica, o Loki tende a se revelar um deles também.
No entanto, antes de especular sobre o futuro do anti-herói, o primeiro episódio faz uma verdadeira sessão de terapia com o Deus da Trapaça. Inicialmente, ele seria resetado como todos os outros criminosos, mas surge Mobius M. Mobius (Owen Wilson) e faz com que sua sentença seja alterada para que Loki possa auxiliá-lo na busca por um criminoso que está bagunçando as linhas do tempo e mexendo com a TVA.
Como era de se esperar, Loki se nega a ajudar e tenta escapar, sempre sendo atrapalhado pela coleira de controle temporal colocada nele. Então, Mobius começa a mostrar trechos de fracasso do passado de Loki, tentando fazer com que ele entenda o motivo de suas ações. Nenhuma delas parece surtir efeito, até que ele avança no futuro e mostra ao Deus da Trapaça o que o futuro de sua linha do tempo guardava para ele: a morte de sua mãe (Rene Russo) ocorrendo por sua culpa. Além de ter um peso fundamental para o personagem, esse momento valoriza bastante Thor: O Mundo Sombrio (2013), um dos filmes mais criticados do estúdio. Isso mexe com a cabeça de Loki, que consegue escapar e se depara com várias Joias do Infinito sendo usadas como peso de papel.
E aí que chega o ponto alto do episódio. Depois de escapar de sua prisão, Loki começa a ser perseguido pelos agentes da TVA. Em vez de tentar escapar dali, ele se dá conta de que sua realidade foi apagada e que sua busca obsessiva pelo Tesseract, que culminou em inúmeras derrotas em sua vida, foi em vão, já que existia um poder ainda maior em uma região na qual nem mesmo as Joias do Infinito tinham efeito. Dessa forma, meio em choque pela falta de sentido na existência, ele retorna para a sala onde estava preso e começa a assistir sua vida. Em lágrimas, ele vê mais derrotas, um entendimento com o irmão, Thor (Chris Hemsworth), até chegar a sua morte, em Vingadores: Guerra Infinita (2018). Desolado com a falta de propósito e ainda motivado pela sede por poder, ele meio que aceita sua atual insignificância, “desce do pedestal” e aceita participar da missão da TVA. Essa “sessão de terapia” foi bastante inesperada no primeiro episódio, apesar de ter acontecido em todas as outras séries da Marvel no Disney+. E a forma como ela foi trabalhada aqui, considerando que mexeu diretamente com um dos três personagens mais arrogantes do MCU, é um dos pontos altos desse episódio inicial.
Então, ao final do episódio, quando Loki aceita trabalhar com Mobius, é revelado que aquele demônio que aparece em um vitral da França não era o Mephisto, como alguns especulavam, mas sim o próprio Loki. E a missão do Deus da Trapaça junto da TVA seria encontrar esse outro Loki, capturá-lo e impedi-lo de seguir bagunçando as linhas do tempo.
Hora da Teoria
A motivação desse (ou dessa) outro Loki ainda não foi revelada. Sabe-se apenas que essa versão criminosa está roubando as cargas das armas que resetam outras linhas do tempo. Não seria nenhum absurdo supor que o “Loki do Mal” teve sua realidade apagada pela TVA e, sem ter para onde voltar, resolveu se vingar da agência impedindo que eles destruam a realidade de outras pessoas. Além de ser uma abordagem interessante, revertendo os papéis de heróis e vilões, pode render uma trama bem trabalhada e com muito potencial.
Saindo de uma possível teoria para uma teoria confirmada, esse primeiro episódio mostrou que os fãs acertaram uma parte da trama por conta de uma cena do trailer. Quando a prévia saiu, muita gente acreditou que a cena de Loki pulando de um avião estava relacionada a um caso histórico dos EUA. E não é que foi isso mesmo?
O retrato falado de D.B. Cooper serviu de base para o figurino do Loki.
Durante a sequência em que Mobius mostra partes do passado de Loki em uma tela, ele passa um vídeo dos anos 1970, quando Loki sequestrou um avião, pediu um resgate de US$ 200 mil e saltou de paraquedas após conseguir o dinheiro. Considerado o único crime aéreo da história dos Estados Unidos a ser encerrado sem solução, a ameaça de bomba de Dan B. Cooper aconteceu exatamente como mostrado na série. E o criminoso nunca foi encontrado, já que fugiu sem deixar rastros. De acordo com a série, ele nunca foi pego por ser o Loki é ter sido transportado pela Bifrost de volta para Asgard. A causa? Bem, o Thor venceu uma aposta… Essa pegada de acontecimentos históricos do passado rolando por conta da influência de Loki e companhia é um acerto que pode render momentos memoráveis para a série, caso seja bem explorada.
Enfim, apesar de não ser dos mais inovadores em níveis narrativos, o primeiro episódio de Loki é muito bem executado e já dá uma ideia do que podemos esperar dessa série. Em outras palavras, ele cumpre bem seu papel e abre as portas para o que parece ser mais uma boa série da Marvel que acompanharemos pelas próximas cinco semanas.
Os novos episódios de Loki estreiam no Disney+ toda quarta-feira.
Quando todo mundo é super-herói e tem superpoderes, o que de fato torna alguém um herói? Esse questionamento já havia sido levantado no primeiro filme da franquia animada ‘Os Incríveis’, da Disney, e ressurge agora, repaginada, no filme francês ‘Como Virei Super-Herói’, lançamento da semana na Netflix.
O policial Moreau (Pio Marmaï) é um sujeito meio mal-humorado que trabalha sozinho numa delegacia de Paris. Quando um incêndio acontece em uma boate, causando a morte de cinco pessoas, Moreau chega atrasado na cena do crime e, por isso, acaba tendo que trabalhar com uma nova parceira, Callista (Leïla Bekhti). Porém os dois começam a perceber que diversos super-heróis estão sumindo; curiosamente, os poderes deles são vistos sendo utilizados como armas por civis. Em um mundo em que os poderes são passados de pai para filho quando o genitor morre, a única explicação possível que Moreau e Callista entendem é que o sangue dos heróis está sendo contrabandeado por alguém nas ruas de Paris.
Diferentemente da animação da Pixar, ‘Como Virei Super-Herói’ se fundamenta na ideia de que quando se convive pacificamente com pessoas com poderes especiais, isso as coloca em vantagem com relação ao resto; a partir do momento em que os poderes delas passa a poder ser de alguma forma transferido – ainda que momentaneamente – para as pessoas comuns conseguirem resolver seus desafetos, a coisa toda provavelmente perderia o seu glamour e se tornaria um problemão para as autoridades locais. Razão pela qual, apesar do conceito, a linha narrativa deste filme seja construída pelo viés do suspense policial, não da aventura juvenil encabeçada pela Marvel.
Baseado no romance de Gérald Bronner, o roteiro de Cédric Anger, Melisa Godet e Charlotte Sanson em conjunto com o também diretor Douglas Attal propõe uma interseção entre a aventura heroica e o tom sóbrio do mundo adulto, buscando relatar muito mais o cotidiano do protagonista que vai se tornar um herói do que focar em cenas de super lutas com destruição de cidade. Então, como os heróis do filme não são esteticamente diferentes nem usam uniformes, sobrou para a galera dos efeitos visuais fazer a diferença – e, de fato, os efeitos são bem convincentes.
Ainda que com um conceito interessante, o principal problema em ‘Como Virei Super-Herói’ é que ele não se decide sobre o que quer. Ao humanizar – até demais – os heróis (estes que deveriam ser seres inalcançáveis) se transformam em pessoas comuns, entediantes, que seguem uma rotina e sofrem de depressão e outras doenças. Assim, o longa gera uma confusão sobre se ele pretende aprofundar a reflexão social do tema ou se apenas está dando um pano de fundo triste para seus personagens. A começar pelo próprio protagonista, antipático mas que, durante o filme, sofre uma inexplicável (ou pouco trabalhado) transformação, em busca da redenção da empatia do espectador.
Esquisito, ‘Como Virei Super-Herói’ é um filme de super-herói diferente, sem grandes explosões e que apresenta um leque de personagens curiosamente interessantes. A julgar pelo sucesso que tem feito na Netflix – e pela cena pós-crédito – provavelmente ganhará continuação.
De acordo com a matéria, o personagem que Esposito pode viver é referido como Benefactor, visto que tem a idade perfeita para o papel.
Além disso, o site também especula que o ator pode viver Norman Osborn nos futuros filmes da franquia ‘Homem-Aranha’ – uma versão diferente da que já foi apresentada nos primeiros filmes do herói aracnídeo.
Apesar dos rumores serem interessantes, nada foi confirmado pela Marvel ou pela Sony, que detém os direitos intelectuais e de exibição da saga mencionada acima. Além disso, há a possibilidade de que Esposito esteja em negociações para interpretar alguém totalmente diferente.
Esposito é conhecido por viver Gus Fring no premiado drama ‘Breaking Bad’, além de ter participado de séries como ‘Once Upon a Time’, ‘Revolution’ e ‘Cara Gente Branca’. Ele também atuou na franquia ‘Maze Runner’ e deve aparecer na aguardada produção ‘O Mandaloriano’.
Uma vez dito que eles que salvariam o universo durante uma aventura no tempo, dois possíveis roqueiros de San Dimas, Califórnia, se vêem como pais de meia-idade ainda tentando criar uma música de sucesso e cumprir seu destino.
A Netflix divulgou o trailer da nova temporada de ‘Street Food’, que vai girar em torno da icônica e deliciosa culinária latino-americana.
Confira:
A série documental de dar água na boca viaja pela América Latina em busca das estrelas da comida de rua. Brasil, México, Colômbia, Argentina, Peru e Bolívia estão no menu!
‘Street Food: América Latina’ estreia no dia 21 de julho.
Em suas redes sociais, a popstarMiley Cyrus revelou a tracklist oficial de ‘Plastic Hearts’, vindouro sétimo álbum de estúdio.
A produção conta com colaborações incríveis com os astros do rockJoan Jett e Billy Idol, além de uma faixa com Dua Lipa.
Confira:
1. WTF Do I Know 2. Plastic Hearts 3. Angels Like You 4. Prisoner feat. Dua Lipa 5. Gimme What I Want 6. Night Crawling feat. Billy Idol 7. Midnight Sky 8. High 9. Hate Me 10. Bad Karma feat. Joan Jett 11. Never Be Me 12. Golden G String
Em sua página oficial do Facebook, a conhecida popstarMiley Cyrus revelou o título oficial e a data de lançamento de seu vindouro sétimo álbum de estúdio.
O álbum será lançado no dia 27 de novembro.
A aclamada canção oitentista “Midnight Sky”, que foi performada ao vivo em diversos programas dos Estados Unidos e também no VMA 2020, entra como lead single.
Cyrus ficou mundialmente conhecida ao interpretar a artista Hannah Montana na série homônima do Disney Channel. Em 2013, chocou o mundo com a repaginação completa de sua figura pública com o subestimado ‘Bangerz’, que introduziu aos fãs hits como “We Can’t Stop” e “Wrecking Ball”.
Há mais de três anos em produção, ‘Plastic Hearts’ reúne a cantora e atriz com os produtores Louis Bell e Andrew Watt.
Na trama, Odenkirk interpreta Hutch Mansell, um esposo e pai de família pacato e que tende a passar despercebido por aqueles que o cercam. Tudo muda quando dois ladrões invadem sua residência em uma noite, incendiando uma ira até então desconhecida nele, levando-o a um caminho brutal que irá revelar alguns segredos obscuros com os quais ele lutou a vida inteira para deixar para trás.
A produção foi lançada hoje, 25 de agosto, no catálogo da plataforma de streaming.
Relembre o trailer:
A produção será lançada na plataforma no dia 25 de agosto.
Após um trágico acidente, uma adolescente com amnésia tenta reconstruir sua vida em um centro para pessoas com problemas de memória, mas começa a suspeitar de sua tratamento não convencional.
A CW divulgou as imagens oficiais de “Meet Your Maker”, nono episódio da 3ª temporada de ‘Batwoman’, que confirma Bridget Regan (‘Jane the Virgin’) como a icônica vilã Pamela Isley/Hera Venenosa.
Na trama, “Ryan, Sophie e Luke tentam rastrear a Hera Venenosa original quando todos os sinais apontam para a reaparição de Pamela Isley em Gotham City. Ao mesmo tempo, Mary se sente atraída por uma força poderosa, e Alice repentinamente se torna muito protetora em relação à meia-irmã. Enquanto isso, Jada não abriu mão de reabilitar Marcus e pede ajuda de um antigo amigo”.
O episódio vai ao ar no dia 19 de janeiro.
Confira, junto à promo:
Criada por Caroline Dries, a série faz parte do Universo Compartilhado da DC nas telinhas, conhecido como o Arrowverse.
A trama segue Kate Kane e Ryan Wilder, enquanto elas lutam para enfrentar seus demônios se tornando vigilantes, combatendo o crime na cidade de Gotham.
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