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Atriz de ‘Cruel Summer’ quer interpretar Courtney Love em cinebiografia; “Meu maior sonho”

O gênero das cinebiografias costuma incorporar produções aclamadas e polêmicas ao mesmo tempo, principalmente quando se trata de astros da música.

E, durante uma entrevista para o Comic Book, a atriz Harley Quinn Smith revelou que seu maior sonho seria interpretar a cantora e compositora Courtney Love.

Love era vocalista da banda grunge Hole e também foi esposa de Kurt Cobain, vocalista da Nirvana, falecido em 1994 devido a um suicídio.

Sem dúvida, a vida conturbada de Love seria uma premissa interessante para uma cinebiografia, como Smith deixou claro.

“Meu maior sonho é pegar o papel principal numa cinebiografia de Courtney Love, eu adoraria interpretá-la, se isso fosse algo que ela permitisse… Eu sei que a vida dela seria um tema interessante porque desperta muita curiosidade.”

Ela continuou, dizendo que adoraria fazer parte do projeto mesmo que fosse por trás das câmeras.

“Seria um prazer estar envolvida de qualquer forma num projeto como esse, seja produzindo, escrevendo ou dirigindo, apenas para poder fazer parte da história dela, esse é meu principal objetivo de carreira.”

Não há como negar a semelhança entre Smith e Love, então ela seria uma ótima escolha caso o projeto saísse do campo das ideias.

Harley Quinn Smith, à direita.

Enquanto isso, Smith está atualmente vivendo seu sonho de abraçar os anos 90 em ‘Cruel Summer‘, a nova série de suspense teen da emissora Freeform.

A produção estreou em abril na TV norte-americana e conquistou tanto o público como a crítica.

Com 90% de aprovação no Rotten Tomatoes, por parte da imprensa especializada e da audiência, o thriller recebeu diversos elogios pela excepcional performance de seus protagonistas, assim como pela qualidade técnica da produção.

Explorando temática importantes, como as pressões sociais impostas às jovens garotas, a série ainda foi aclamada por saber desenvolver o seu roteiro de forma intrigante, motivando o entusiasmo da audiência.

Confira as principais avaliações do momento:

“A atuação de Holt e Aurelia mantém as coisas em movimento, assim como a produção técnica da série. Esta é uma deliciosa fatia de diversão semelhante a uma ótima leitura na praia”. – Kristen Lopez, indieWire

“Uma última coisa que é bom saber: Moderação em todas as coisas. Mas moderação não é o objetivo de um programa como ‘Cruel Summer'”. – Bill Goodykoontz, Arizona Republic.

“É certamente um conceito inteligente e tentador para construir ao redor de uma série. Mas, como acontece com um Tamagotchi, você sempre sente que deveria se divertir mais do que realmente está se divertindo”. – Inkoo Kang, Hollywood Reporter.

Cruel Summer consegue superar sua narrativa complicada, porque encontra maneiras interessantes e fundamentadas de explorar o impacto das expectativas da sociedade sobre essas meninas, e como sua cidade e suas próprias famílias contribuem para a pressão que enfrentam”. – Saloni Gajjar, AV Club.

“‘Cruel Summer’ é inteligente, original e suculenta o suficiente para dar textura à história. É a construção excessivamente ansiosa que o impede de ser algo verdadeiramente especial” – Andy Crump, The Playlist.

Lembrando que a produção será lançada no Brasil pela Amazon Prime Video, ainda neste semestre.

Confira o teaser:

A série é produzida pela Jessica Biel, de ‘The Sinner‘.

A trama se passa no decorrer de três verões – 1993 até 1995 -, em uma cidade pequena do Texas, quando uma adolescente popular, Kate, é sequestrada e, aparentemente sem relação, uma garota desajustada, Jeanette, se torna a jovem mais popular da cidade. E, em 1995, ela se torna a pessoa mais desprezada da América.

Cada episódio contará com o ponto de vista de um das duas garotas, fazendo com que a lealdade dos espectadores mude semanalmente, de acordo com as informações reveladas.

Olivia Holt (‘Cloak & Dagger‘) estrelará a produção. O elenco ainda conta com Chiara Aurelia, Michael Landes, Froy Gutierrez, Harley Quinn Smith, Allius Barnes, Blake Lee, Brooklyn SudanoSarah Drew.

‘Loki’: Além de estrelar, Tom Hiddleston também é anunciado como produtor executivo da série

De acordo com o Comic Book, Tom Hiddleston não será apenas protagonista de ‘Loki‘, mas também desempenhou a função de produtor executivo durante o desenvolvimento da série.

Esta será a segunda vez que o astro atua como produtor executivo em um projeto, após a minissérie ‘The Night Manager‘ (2016).

Em Loki‘, Hiddleston compartilhou a função junto com outros grandes nomes da Marvel Studios, como Michael Waldron, que também é roteirista-chefe da atração e co-roteirista de ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’.

Louis D’Esposito e Victoria Alonso, responsáveis pela produção dos principais filmes do estúdio, também foram creditados ao cargo.

Anteriormente, Waldron, conversou com a Entertainment Weekly e comentou sobre seus planos para a produção.

Para a surpresa dos fãs, ele foi ousado ao afirmar que a série irá construir um novo universo da Marvel.

“Para mim, precisávamos nos afastar um pouco do que já foi mostrado no MCU e no arco de Loki. Quando fui chamado para o projeto, parecia a hora certa de inserir a Autoridade de variação Temporal no MCU. A AVT reúne um mundo inteiramente novo, um novo elenco, novas ambientações e novas faces do deus da trapaça… E isso foi o que mais me atraiu no projeto: criar um novo universo para o MCU.”

Ele também descreveu como o Loki da série será diferente do Loki dos filmes.

Loki é um personagem que está sempre levando em conta sua própria identidade, e, em virtude da natureza mística da AVT, eles o induzem a alcançar aquilo que ele deveria ser, quilo que nunca foi mostrado nos filmes. Esta série é uma metáfora, é como se Loki estivesse segurando um espelho e descobrindo quem ele realmente é.”

Ainda que a trama da série esteja repleta de mistérios, a Amazon divulgou a sinopse do dicionário visual baseado na atração, revelando a missão do personagem.

Confira:

“Ambientada logo após Loki roubar o Tesseract (de novo), ele é levado em custódia perante a Autoridade de Variação Temporal, uma organização burocrática que existe fora dos imites do espaço-tempo. Forçado a responder por seus crimes contra a sagrada linha do tempo, Loki precisa fazer uma escolha: ser apagado da realidade ou ajudar na captura de uma ameaça ainda maior.”

Obviamente, o vilão vivido por Tom Hiddleston vai escolher a segunda opção e embarcar nesta importante missão.

Apesar dos poucos detalhes, tudo indica que esta nova ameaça seja Kang, o Conquistador (Jonathan Majors).

De acordo com Brandon Katz, repórter do The Observer, fontes ligadas à produção disseram que Majors gravou uma cena para a vindoura atração, mas esta versão do personagem será bem diferente de como ele será visto em ‘Homem-Formiga 3′.

Infelizmente, não foram revelados outros detalhes sobre a sua presença na trama.

No entanto, considerando que a série envolve viagens no tempo e a criação de uma nova linha temporal, Kang pode estar descobrindo como viajar através dessas linhas temporais para se tornar aquele temido vilão dos quadrinhos.

Para quem não conhece, Kang é um dos personagens mais complexos da Marvel por conta de suas inúmeras identidades ao longo dos anos em que ele enfrentou os heróis da editora.

Descrito como descendente de Reed Richards, Nathaniel Richards nasceu no século 30 e teve acesso a uma máquina do tempo, que lhe permitiu percorrer diferentes eras da humanidade assumindo diferentes identidades na tentativa de se tornar um governante supremo.

Por conta de suas atividades, o Quarteto Fantástico percebeu sua interferência no espaço-tempo e eles se tornaram grandes inimigos a partir daí, o que levou a uma série de eventos catastróficos na história.

Ainda não se sabe como o personagem será revelado no MCU, então sua origem pode ser alterada e outros elementos podem ser adicionados em relação ao seu verdadeiro eu.

Lembrando que a série tem estreia marcada para 09 de junho na Disney+.

Confira o trailer:

O elenco também traz nomes como Owen WilsonGugu Mbatha-RawSophia Di MartinoWunmi Mosaku e Richard E. Grant.

A trama dirigida por Kate Herron irá acompanhar as aventuras do Loki em 2012.

Ele ainda estará procurando vingança por seu relacionamento com o pai, que priorizava o irmão Thor, e irá modificar todos os eventos que vimos nos filmes, causando um grande estrago em sua jornada e criando uma linha temporal sombria e obscura.

Hiddleston revelou seu entusiasmo em viver novas aventuras como o amado anti-herói e explorar suas várias faces na série.

“É uma constante fonte de surpresa e prazer que esses filmes estejam conectados com as pessoas. Eu sabia que ele [Loki] era uma figura complexa. Inteligente e espirituoso, mas vulnerável, irritado, perdido e quebrado. Eu pensei que era uma oportunidade incrível em amadurecer ao longo dos filmes.”

‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’ usará a mesma tecnologia de ‘O Mandaloriano’

A aguardada sequência ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ usará a mesma tecnologia adotada pela Lucasfilm na produção da premiada série ‘O Mandaloriano‘.

A novidade foi compartilhada pelo diretor Peyton Reed, por meio de sua conta oficial do Twitter. Na ocasião, ele publicou uma foto dos bastidores da produção, sinalizando que estaria nos estúdios Pinewood, responsável pela avançada tecnologia de captação de imagens.

Confira:


As filmagens da continuação estão programadas para serem iniciadas no final deste mês, nos estúdios Pinewood, na Inglaterra. Em sequência, o elenco e a equipe de produção retornarão para a cidade de Atlanta, onde a Marvel Studios grava os seus filmes.

Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ tem estreia marcada para 17 de fevereiro de 2023.

Há algumas semanas, o Film & Television Industry Alliance divulgou que as filmagens da sequência terão início em 31 de maio, e serão realizadas em Londres e em Atlanta, com previsão de término para 24 de setembro.

A obra será rodada sob o título de produção ‘Goat Rodeo’.

Além de Rudd, o elenco também conta com o retorno de Evangeline Lilly como Hope Van Dyne/Vespa, Michelle Pfeiffer como Janet Van Dyne e Michael Douglas como Hank Pym.

As novidades são Kathryn Newton como a nova intérprete de Cassie Lang e Jonathan Majors como o vilão Kang, o Conquistador.

Kang carrega consigo um arco de extrema importância para o panteão da Marvel e poderia representar a próxima grande ameaça nos cinemas depois de Thanos.

A sequência traz o retorno de Peyton Reed como diretor, a partir do roteiro ecrito por Jeff Loveness (‘Rick e Morty‘).

Juntos, os dois filmes da franquia renderam mais de US$ 1 bilhão à Marvel Studios.

13 filmes sobre relacionamentos entre Pais E Filhos – Parte 3

Seguindo em nossa jornada sobre esse tema complicado e bastante abordando de diversas maneiras por inúmeras produções pelo mundo todo ano, dessa vez reunimos filmes da Romênia, Israel, França, EUA, Argentina, um clássico sobre o tema com Christopher Walken e Sean Penn no elenco, até curta-metragem separamos para essa parte 3 de nosso especial.

 

O Caderno de Tomy (Argentina, 2020)

Ame, leia, veja, escute…e pense em mim de vez em quando. Baseado em uma história real, o longa-metragem argentino O Caderno de Tomy é uma história, antes de mais nada, sobre um último desejo de mãe para filho. Abordando temas delicados como a linha tênue entre procedimentos legais e a eutanásia, a difícil tarefa de dizer adeus, o projeto gera muitas emoções pois em nossas vidas já conhecemos ou conhecemos alguém que já conheceu quem teve câncer. Disponível na Netflix, o filme pode também ser definido como uma grande mistura de sentimentos. Escrito e dirigido pelo cineasta Carlos Sorin.

Na trama, conhecemos uma mulher de 40 e poucos anos (interpretada pela ótima atriz argentina Valeria Bertuccelli) que é diagnosticada com um câncer terminal. Seu marido (Esteban Lamothe), sempre ao seu lado, faz de tudo para que ela fique bem nos seus últimos dias em um quarto de hospital. Certo dia, fugindo de um quadro depressivo por conta de sua situação, resolve escrever um diário endereçado a seu filho pequeno, a cada página que escreve ela conta sobre sua experiência de estar ali mas também todos seus desejos par ao futuro dele. Além do diário, resolve ir twitando sobre sua rotina e acaba ficando famosa involuntariamente saindo em jornais e aparecendo na televisão.

Quando ser corajoso e forte é nossa única opção. Não é um filme fácil, há muita dor pelo caminho dos 84 minutos de projeção. Os diálogos da protagonista com o médico chefe são sinceros, fortes e com uma maturidade gigante. Sedação paliativa ou eutanásia, os contornos dessa linha tênue chegam já no arco final dando bastante profundidade para o polêmico tema.

Por mais que não seja o foco principal, está dentro de outros subtópicos o sentido do relacionamento de pais e filhos. Além disso é algo profundo, dolorido e notório que não é fácil para ela nem para todos ao seu redor. As cenas dos arcos finais deixam nossos corações apertados. O Caderno de Tomy gera muita reflexão sobre o sentido de nossas vidas e o que fazemos com ela.

 

Se Algo Acontecer…Te Amo (EUA, 2020)

Só o amor vence batalhas que durante muito tempo não pensamos em como superar. Como contar os reflexos de uma tragédia através da técnica de animação em menos de 15 minutos? O vazio existencial, a solidão. Uma tristeza que abala o casamento, portas abertas de uma lembrança que machuca mas que mostra uma esperança. Se Algo Acontecer…Te Amo, curta-metragem disponível na Netflix (que legal ter curtas em algum streaming!), busca transformar pequenos minutos em grandiosos momentos contando o recorte de uma família, suas desilusões e algum caminho para a esperança. Escrito e dirigido pela dupla Michael Govier e Will McCormack o projeto transforma a dor em forma de traços e tinta.

Utilizando as técnicas de animação, o drama Se Algo Acontecer…Te Amo mostra uma família que tem sua rotina completamente afetada com lembranças após uma tragédia acontecer com a filha dentro de um colégio norte-americano. Em 12 minutos somos testemunhas de um avassalador recorte de uma família abatida pelo luto.

A sombra, o espírito. A interpretação para tudo o que vemos vem de cada um de nós. Fica forte a tendência de que os sentimentos podem ser identificados como as sombras que vão e vém nesse pequeno grande filme. A paleta de cores se mostra presenta e sem entrelinhas indica o colorido quando geravam lembranças da filha. Govier e McCormack tem um grande méritos de conseguir envolver o espectador do primeiro ao último minuto. Um projeto corajoso e muito emocionante.

 

Uncle Frank (EUA, 2020)

Você vai fazer as coisas como querem que você faça ou da maneira como você quer fazer? Escrito e dirigido por Alan Ball (produtor de seriados de sucesso como A Sete Palmos e True Blood), em seu segundo longa-metragem como diretor, Uncle Frank é sensível recorte passado no início da década de 70 onde um professor universitário não assumidamente gay precisa enfrentar seus grandes fantasmas do passado quando seu pai falece. Delicado e com reflexivos diálogos, o filme percorre todas as dores de um personagem (e os ótimos coadjuvantes) inteligentes e cativantes. Os atores Peter Macdissi e Paul Bettany conseguem extrair de seus personagens todo amor e carinho de uma relação secreta que passa uma grande verdade para o lado de cá da tela. Um emocionante filme, disponível na Amazon Prime.

Na trama, conhecemos a jovem Beth (Sophia Lillis) que mora no interior dos Estados Unidos e não possui muitos sonhos na vida. Sua grande referência acaba sendo o seu tio Frank (Paul Bettany) um homem inteligente, educado, professor da Universidade de Nova Iorque, distante do resto da família, por motivos que a princípio não sabemos, que a faz entender alguns conceitos básicos para que tenha independência e consiga ser quem ela realmente quiser ser. Os anos se passam e Beth passa para a mesa Universidade que o tio dá aulas e acaba, durante uma festa meio que secreta, descobrindo que ele é gay e vive casado com Wally (Peter Macdissi), um engenheiro aeronáutico, a mais de 10 anos. Dias depois, Frank recebe a notícia que seu pai, avô de Beth, faleceu, e os dois precisam embarcar para a cidade natal deles para o funeral.

Há uma impressionante linda passagem entre os arcos, harmônicos e com recheio de emoções perdidas ou encubadas principalmente do amargurado protagonista que acaba se descontruindo e se construindo novamente aos nossos olhos. Não chega a ser um road movie mas é um caminho de descobertas, ou, encerramentos de capítulos não terminados de um passado que vivia gritando dentro de Frank. A delicadeza percorre todos os menos de 100 minutos de projeção, mesmo nas partes mais dolorosas como os preconceitos sofridos há uma quebra de hipocrisia com sarcasmos e muitos risos, alguns desses provocados pelo ótimo personagem Wally (o quase desconhecido por aqui, o ator libanês Peter Macdissi em grande atuação).

Fica mais rico ainda o filme se analisarmos pela ótica de Beth, a referência em quase tudo que conhece sobre livros e vivência vem desse tio tão especial para ela, como se fosse uma filha para ele. Uncle Frank não deixa de tocar o ponto principal a todo instante, relacionamentos pais e filhos, na linha do protagonista e na de muitos dos personagens coadjuvantes, seus conflitos e suas escolhas. Um belo trabalho de Bell e cia.

 

Caminhos Violentos (EUA, 1986)

Violência gera violência. Explorando uma relação explosiva entre pai e filho, o cineasta nova iorquino James Foley nos apresenta um longa-metragem repleto de questões que envolvem principalmente questões familiares e a falta de uma maturidade em um início de uma fase adulta conturbada, sem muitas referências. Somos testemunhas de caminhos inconsequentes, violentos em uma primavera de 1978 no interior da Pensilvânia. Vale o destaque também para a trilha sonora, com direito a canção Live to Tell da Madonna. Destaques para as atuações de Christopher Walken Sean Penn.

Na trama, conhecemos Brad Jr. (Sean Penn), um jovem que trabalha com um bico pouco rentável e vive com a mãe, a avó e o irmão em uma simples casa na Pensilvânia. Brad Jr. se apaixona por Terry (Mary Stuart Masterson) com quem deseja fugir da cidade e ter uma nova vida. Mas, ao mesmo tempo, Brad tem em sua vida novamente o seu pai, o bandido Brad Sr. (Christopher Walken) com que começa a ter uma reaproximação que culminará em um desfecho tenso, frio e sangrento.

Baseado em fatos reais, At Close Range, no original, possui um roteiro bem desenvolvido, assinado por Nicholas Kazan. As verdades da vida são colocadas todas expostas, nem toda trama tem um final feliz, como muitas trajetórias inconsequentes e/ou perdidas do lado de cá da telona. O foco é total na relação complicada entre pai e filho, uma verdadeira luta entre a imaturidade e o pensar sem escrúpulos. Toda a trajetória é violenta, desde o abandono da ex-esposa e dos filhos até a maneira como lida com isso e os inconsequentes atos que se seguem. Um filme marcante, com cenas fortes que apresentam ao público uma história chocante, indicado ao Urso de Ouro no Festival de Berlim.

 

Charter (Suécia, 2020)

Se tivesse que escolher, você ficaria com sua mãe ou seu pai? Indicado da Suécia ao próximo Oscar na categoria Melhor Filme Estrangeiro, Charter, escrito e dirigido pela cineasta sueca de 34 anos Amanda Kernell, possui um arrepiante abre alas, um diálogo no escuro que diz muito sobre sentimentos dúvidas/incertezas que veremos ao longo dos intensos 94 minutos de projeção. No início tudo é muito misterioso, aos poucos vamos descobrindo as verdades e alguns porquês (nem todos) sobre como todos os personagens foram parar ali naquela situação complexa que envolve guarda das crianças, a polícia, assistentes sociais, e uma mãe em fuga com os próprios filhos. Um drama profundo, muito bem dirigido. A atuação de Ane Dahl Torp é uma das melhores dos últimos anos quando pensamos em filmes europeus.

Na trama, conhecemos Alice (Ane Dahl Torp) uma mulher que precisou se distanciar dos dois filhos, Elina (Tintin Poggats Sarri) e Vincent (Troy Lundkvist) por alguns meses esperando sair a decisão sobre a custódia das crianças. Mas certo dia, Vicent liga para mãe no meio da noite e isso faz com que ela volte correndo para o lugar onde seus filhos vivem e acaba sequestrando as crianças com destino às ilhas canárias. Mas o pai das crianças, o indecifrável Mattis (Sverrir Gudnason) não deixará barato e aciona a polícia em busca do paradeiro deles.

O roteiro bate na tecla ‘Peso na consciência’ constantemente. Há uma mágoa imensa dos filhos para com a mãe deles. Por conta de escolhas do passado, isso fica evidente com mais clareza quando analisamos as atitudes pela ótica da filha Elina. Mas as demonstrações de arrependimento os une, quando o espírito materno grita, atitudes desesperadas e impulsivas se jogam na tela gerando uma fuga para redescobertas e um entrelinhado pedido de desculpas embutido em cada atitude simpática vindo dessa mãe que se distanciou mas voltou.  Charter é uma poderosa Fita nórdica que fala sobre assuntos importantes que acontecem diariamente no mundo, principalmente quando envolve filhos, pais e separação.

 

On the Rocks (EUA, 2020)

As verdades precisam ser contadas ou descobertas? Analisando um peculiar raio-x da desconfiança na cabeça de uma esposa que se sente afastada do marido, a cineasta Sofia Coppola (que escreve e dirige esse projeto) nos leva em bom ritmo a uma trama repleta de ótimos diálogos mesmo com um clima amargurado que percorre toda a trama. Entre um drink e outro pai e filha nos divertem com diálogos sobre casamentos, o mundo, traições, escolhas, atos machistas. Bill Murray Rashida Jones nos brindam com ótimas atuações. As passagens dos arcos são lindas, metáforas de interseção entre a cidade e os problemas cotidianos entre quatro paredes.

Na trama, conhecemos Laura (Rashida Jones) uma escritora que está em uma péssima fase no seu trabalho e ainda começa a desconfiar da constante falta de tempo do seu marido Dean (Marlon Wayans). Nisso, surge seu pai Felix (Bill Murray) na história, um negociante de artes bem sucedido, sedutor, bom vivant, que acha ser o maior conhecedor sobre relacionamentos da face da terra. E assim, no vai e vém pelas principais ruas de uma nova Iorque que nunca dorme pai e filha tentarão descobrir se há segredos de Dean.

Uma pulga atrás da orelha é uma expressão que se encaixa na vida da protagonista. Em busca da própria aventura, Laura tenta a todo instante analisar cada variável da vida que leva e acaba entrando em constante pane emocional quando vestígios de mentiras aparecem em sua frente. Nessa hora que surge a figura do pai, de cara vemos uma relação pai e filha muito amistosa, resumindo é objetivo e deveras protetor por parte do mais velho. Caricato, porém, exalando carisma, o seu excêntrico Felix vira algo marcante na história, méritos do sempre hilário Bill Murray. Os ótimos diálogos não avançam muito em profundidade e a situação matrimonial ganha contornos de background em alguns momentos.

Mesmo não sendo perfeito, On the Rocks nos apresenta um drama disfarçado de comédia elegante com pitadas sobre um recorte do que acontece entre quatro paredes.

 

Mãe e Muito Mais (EUA, 2020)

Há sempre espaços nas histórias da vida para um final melhor. Camuflado de comédia bobinha Mãe e muito maisé muito mais que uma historinha água com açúcar. Consegue traçar paralelos reflexivos sobre idade, dúvidas, incertezas dentro de um contexto de amizade que passa de mães para filhos. Escrito e dirigido pela cineasta Cindy Chupack (produtora do famoso seriado Sex and the City) o filme aposta em três recortes de relacionamento mãe x filho diferentes, com três artistas fantásticas que transpiram carisma.  Ao longo de simpáticos 100 minutos, o longa-metragem, que está disponível no catálogo da Netflix, caminha, nem tão raso, nem tão profundo, por assuntos tabus dentro desses relacionamentos.

Na trama, conhecemos as inseparáveis amigas Carol (Angela Bassett), Gillian (Patricia Arquette) e Helen (Felicity Huffman) que viveram a vida toda no interior de uma grande cidade e todas elas presenciaram a formação de cada um dos respectivos filhos delas. Quando em uma conversa argumentam sobre os porquês dos filhos não ligarem no dia das mães, impulsivamente resolvem ir atrás deles, que são amigos, e moram, cada um em sua casa, em Nova Iorque. A partir daí, casa uma delas tentará entender situações, melhorar relacionamentos e aparar problemas do passado pensando sempre em ter um futuro melhor no relacionamento mães e filhos.

Aquela sensação angustiante de ver o filho crescer e se importar pouco com a mãe. Esse raciocínio é a alma das personagens, seus objetivos passam por essa questão e o que o roteiro faz para descascar esse tema é muito produtividade, pois, habilmente, consegue abre abas, como subtemas, para questões existenciais resolvidas dupla, mãe e filho. Andando pelas ruas de Nova Iorque, muito parecido com a sensação de vários outros filmes (clichê mas bem válido), as mamães chegam à encruzilhada de que talvez não possam ser tão perfeitas como elas pensam, nem seus filhos.

Falando sobre traição, sexualidade, síndrome do ninho vazio, questões mal resolvidas de um passado longe mas presente o trio de amigas se descontroem aos olhos mais atentos em busca de um novo norte. Por isso, podemos afirmar que Mãe e muito mais é uma jornada convincente que mostra muito sobre relacionamentos de mães e seus filhos.

 

Tempestade de Areia (Israel, 2017)

Há momentos infelizes em que a solidão e o silêncio se tornam meios de liberdade. Selecionado como representante de Israel ao Oscar de melhor filme estrangeiro em 2017, Tempestade de Areia, falado todo em árabe, abre mais uma vez os campos de discussões sobre culturas e tradições sobre os direitos da liberdade de escolha na vida das mulheres que vivem cercadas de imposições de costumes. Na linha de frente da história estão duas mulheres corajosas que sofrem com essas imposições. A cineasta israelense Elite Zexer, em seu primeiro longa-metragem, consegue criar um drama delicado recheado de argumentos para discussões sobre o despertar da necessidade de mulheres que não possuem liberdade de escolhas.

Na trama, conhecemos Layla (Lamis Ammar) uma jovem filha de uma família de beduínos (parte de um grupo árabe habitante dos desertos) que consegue convencer seu pai a deixar ela freqüentar a faculdade. Lá, conhece um grande amor e decide tentar resolver sua situação com seu pai Suliman (Hitham Omari), esse que acaba tomando decisões drásticas em relação a isso. Ao mesmo tempo, sua mãe Jalila (Ruba Blal) está irritada com o segundo casamento de seu marido e busca, mesmo em meio aos próprios conflitos, entender a situação de Layla e ajudá-la.

Atrás dos véus, estão duas mulheres fortes e corajosas, mãe e filha. Um conflito ideológico, oriundo de tradições e culturas, é imposto para a jovem Layla. Querendo lutar pelo seu direito de amar quem ela bem desejar, entra em choque com a imposição do pai de arranjar um casamento com quem ele quer. Já sua mãe Jalila viveu todo o drama de não saber com quem iria se casar e sofre atualmente com a preferência do marido para a segunda esposa. Os retratos emocionais se refletem nas situações mostradas, como as necessidades que Jalila passa com suas filhas enquanto a nova esposa do marido tem uma nova casa com geladeira funcionando e eletricidade.

A passividade do pai em alguns momentos chama a atenção. A mãe, figura forte e muito centrada tenta ajudar sua filha em certos momentos mas sempre na dúvida do que realmente quer para ela. Com o sofrimento imposto pelo segundo casamento de seu marido, as prováveis conseqüências de ajudar a filha a ir atrás do destino que ela quer são jogadas para escanteio, prevalece o amor pela filha. As escolhas que são feitas, já no ato final, mostram os conflitos e até onde conseguimos ir pra lutar contra quem amamos.

Vencedor do Grande Prêmio do Júri na categoria World Cinema Dramatic no Festival de Sundance, Tempestade de Areia é um grito de socorro para essas mulheres que vivem presas em conflitos sem poder respirar suas próprias escolhas e conhecer o que é liberdade.

 

Tempestade (França, 2015)

Temos o destino que merecemos. O nosso destino está de acordo com os nossos méritos. Vencedor de dois prêmios no aclamado Festival Internacional de Cinema de Veneza em 2015, Tempête, no original, dirigido pelo francês Samuel Collardey, é uma daquelas pérolas sensíveis, raras, que explora a ausência até seu último suspiro. Dúvidas e escolhas são bastante explorados pelos personagens, repletos de indagações e sonhos, quase análogos à incerteza quando estamos passando por uma fase adolescente para a fase adulta. Um recorte maduro sobre a paternidade e a busca por melhores condições para uma família.

Na trama, conhecemos o pescador Dom (Dominique Leborne), um homem perto dos quarenta anos que trabalha em alto mar ficando pouco tempo por mês em terra. Ele recentemente se divorciou e conseguiu a guarda de seus dois filhos, Mailys (Mailys Leborne) e Matteo (Matteo Leborne) que escolheram ficar com ele por terem problemas com a mãe. Mesmo ausente, Dom sempre preenche a casa onde vive com os filhos de amor e carinho, mesmo com algumas irresponsabilidades. Quando a filha fica grávida aos dezesseis anos, Dom precisará encarar escolhas que mudarão para sempre os rumos dessa família.

A ausência é um tema importante, explorado com leveza, também acompanha toda a história, os caminhos da maturidade até a responsabilidade, grande dilema do protagonista. Há um certo descontrole quando se vê cheio de tempestades em sua vida, com a eminência da perda da guarda de seus filhos e a decisão de pensar em um trabalho remunerado que o deixe mais presente, em terra, perto deles. Movido pelo amor que tem pelos filhos, o protagonista embarca em uma transformação em sua vida pessoal e profissional, se apegando em seus sonhos para escrever um horizonte cheio de esperança e estabilidade.

Um pai ausente mas amoroso, irresponsável com detalhes da vida mas que ajuda quando está por perto. Dom, personagem marcante, é um retrato de parte da sociedade que na busca pro melhores condições para a família acaba abdicando de momentos importantes na formação dos filhos. Tempestade é um recorte que exala humanidade, duro, transformador quando estamos em um limite de nossas forças e de como todos os dias podemos aprender mais sobre nosso mundo.

 

Um Lindo dia na Vizinhança (EUA, 2019)

A mudança do mundo destruído pelas palavras. Um cotidiano das emoções em forma de declamações, um livro contado sobre a arte das emoções. Baseado em fatos reais, mais precisamente do artigo de Tom JunodCan You Say … HeroUm Lindo dia na Vizinhançaque estreou faz poucos dias no concorrido (por termos muito poucas salas) circuito brasileiro de exibição, navega pelos sentimentos de forma bastante simples que dão a entender algo parecido a original, as declamações de pensamentos nos levam ao instantâneo ato de pensar sobre aquilo buscando referências em nossas próprias vidas. No papel principal o ator Matthews Rhys, em atuação apenas ok. No papel coadjuvante, nosso eterno Forrest. Tom Hanks é um ator diferenciado, sempre em busca dos mais complexos personagens e sempre com maestria para nos contar suas histórias. Somos sortudos por ser da mesma geração desse gênio da arte de interpretar. A direção é da cineasta californiana Marielle Heller (do elogiado Poderia Me Perdoar?).

Na trama, conhecemos um rabugento jornalista Lloyd Vogel (Matthew Rhys, do ótimo seriado The Americans) que após uma ordem de sua chefe, precisa fazer um texto de 400 palavras sobre o famoso apresentador de público infantil, Fred Rogers (Tom Hanks). Conforme vai conhecendo mais a fundo seu entrevistado, o protagonista começa a passar por mudanças profundas na sua forma de pensar e expressar seus sentimentos, principalmente com o recém aparecido pai.

Um Lindo dia na Vizinhança é um projeto peculiar que você precisa ser convencido que ele pode ser uma boa experiência. Não deixa de ter também quebra de certos paradigmas como o olhar para a câmera. A tal da inteligência emocional, a partir da inspiração. Um Lindo dia na Vizinhança é um filme que você precisa ser convencido que ele pode ser uma boa experiência, isso pode acontecer. A paciência é um fator importante. Nas imperfeições, a subtrama do protagonista e sua saga em reconciliar com seu pai seja pouco profunda, quando Hanks sai de cena o filme dá umas despencadas, mesmo Chris Cooper estando ótimo no papel do pai do protagonista.

Onde ir onde quando a alma está ferida? Um fator interessante é que há uma conversa franca com o espectador. Uma grande sessão de terapia que ultrapassa as barreiras da telona. Muitos podem se identificar demais com a história contada, sobre pais e filhos. Psicólogos, psicanalistas, psiquiatras precisam assistir a esse filme. Gera um bom debate.

 

Bacalaureat (Romênia, 2016)

Ética é a concepção dos princípios que escolhemos, moral é a sua prática. Depois de encantar o mundo cinéfilos com filmes como 4 Meses, 3 Semanas e 2 Dias, o renomado cineasta romeno Cristian Mungiu volta ao universo cinematográfico, após um hiato de quatro anos, com o profundo longa metragem Bacalaureat, que lhe rendeu nada mais nada menos que o prêmio de melhor diretor no último e badalado Festival de Cannes. Explorando os caminhos tumultuados que um pai precisa tomar para que sua filha tenha uma vida distante dos problemas de onde vivem, Mungiu acaba fazendo uma grande exploração bastante Kantiana traçando um paralelo emblemático entre escolhas e consequências no mundo atual.

Na trama, conhecemos o médico Romeo (Adrian Titieni), um homem de idade mediana que mora com sua mulher Magda (Lia Bugnar) e sua filha Eliza (Maria-Victoria Dragus) em um bairro de classe média de uma cidade da Romênia. Romeo possui uma amante, Sandra (Malina Manovici), por quem possui um carinho enorme. Quando sua filha Eliza sofre uma violência a caminho da escola e isso a impede de completar a tempo questões de uma prova importante para o futuro dela, Romeu precisará caminhar por uma estrada onde uma linha tênue divide as posições da ética e da moral.

Um dos fatores mais interessantes do fantástico roteiro, escrito pelo próprio diretor do filme, é que as ações e consequências que vemos ao longo dos 122 minutos de projeção parecem um grande debate filosófico, pisando em linhas éticas e morais, passando pelo tráfego de influência e manipulação em um sistema de ensino rígido. Todas as peças contribuem para o debate, Romeo é apenas nossos olhos nesse tabuleiro de escolhas, um homem comum, com seus princípios, talvez nada diferente de mim ou de você.

As ações das pessoas influenciam o comportamento do indivíduo. Sem uma mancha no currículo e com uma reputação irreparável, Romeo em poucos dias ultrapassa todos os limites éticos possíveis fazendo com que sua personalidade mude e que as emoções fiquem à flor da pele. As variáveis do protagonista são muito bem exploradas pelas lentes inteligentes de Mungiu, percebemos o constrangimento e a decepção caminharem lado a lado, Romeo fica completamente esgotado. Os embates e diálogos com sua filha são as cerejas no bolo, definindo também uma necessidade de Eliza em trilhar seus próprios pensamentos, se distanciando da proximidade de seu pai e tomando as atitudes que melhor achar.

Bacalaureat, infelizmente, não tem previsão de estreia no Brasil. Uma pena, discutir sobre a maneira de se comportar regulada pelo uso (moral) e os costumes (ética), é um prato cheio para nós cinéfilos que gostamos de traçar paralelos com nossa realidade. Esse filme tem muito de muitos lugares.

 

Um Limite Entre Nós (EUA, 2016)

Mude suas opiniões, mantenha seus princípios. Dirigido e protagonizado pelo genial artista Denzel WashingtonFences fala sobre a vida de um homem, seus conflitos, suas convicções e suas relações conturbadas e cheias de princípios com sua família. Baseado na peça homônima de enorme sucesso escrita por August Wilson (que assina o roteiro), e também protagonizada por Denzel nos teatros (papel que lhe rendeu o prestigiado prêmio Tony em 2010), o longa metragem tem momentos de pura poesia que nos faz pensar a cada minuto sobre nossa vida e nossos sonhos nesse imenso mundo cheio de diversidades em que vivemos. Talvez a cereja do bolo, as atuações de Denzel e Viola Davis são magistrais.

Na trama, ambientado na década de 50 nos Estados Unidos, acompanhamos a trajetória de Troy Maxson (Denzel Washington) um homem analfabeto, que foi preso por anos, e depois trabalhou duro todos os dias para sustentar sua família, de origem humilde, em um bairro familiar norte americano. Frustrado toda vida por não conseguir ter sido um jogador de baseball profissional, com todo o talento que tinha, seu destino lhe reservou outra história e assim ele vive o cotidiano entre um drink e outro, tentando se manter consciente em casa e no relacionamento conturbado que possui com sua mulher Rose Maxson (Viola Davis) e seus dois filhos além de ter que cuidar do irmão Gabriel (Mykelti Williamson), um ex-combatente do exército que voltou com problemas da guerra.

Mesmo falando de assuntos familiares complicados, com a ótica totalmente em cima nas escolhas que o protagonista toma, o filme respira poesia e leveza. As lições que o texto de August Wilson provoca no espectador são inúmeras. As cercas do título fazem total sentido, é o paralelo com Troy que parece ter colocado uma grande proteção em volta de quem os cerca. Mesmo com atitudes impulsivas e seguindo uma regra de disciplina fervorosa, Troy é o retrato de grande parte dos trabalhadores norte americanos de origem humilde na década de 50, esperando por chances que às vezes nunca chegam, lutando contra preconceitos todo dia. Podemos fazer uma analogia com os tempos atuais de crise não só no Brasil mas em boa parte do planeta.

O filme ganha contornos mais dramáticos quando Troy conta a sua esposa Rose, com quem é casado há 18 anos, que terá um filho em breve de uma amante. Essa cena já vale o ingresso, Viola e Denzel não dão só show, dão aula em cena. A partir desse ponto, muita coisa muda na visão de Rose mesmo Troy tentando se manter firme em suas atitudes e as conseqüências que chegam a partir disso, como o distanciamento do filho mais novo que é praticamente expulso de casa certo dia pelo pai.

Fences possui cerca de 140 minutos, e praticamente nem sentimos. Podemos dizer que é um teatro filmado, com poucos cenários e impactantes diálogos. É uma história forte, muito bem escrita e atuada que conta com atuações espetaculares de dois dos melhores atores norte-americanos em atividade. Bravo!

 

Más Notícias para o Sr. Mars (França, 2016)

Os velhos acreditam em tudo, as pessoas de meia idade suspeitam de tudo, os jovens sabem tudo. O novo trabalho do cineasta alemão Dominik Moll (O Monge) é antes de tudo um filme que dita suas regras nas entrelinhas da loucura de uma mente reclusa e exausta dos seus caminhos iguais dia após dia. Explorando bastante seu caricato protagonista, Moll transporta para tela, de maneira bem leve (e muitas vezes bem estranha), as dezenas de possibilidades que o ser humano tem todo dia de acordar e sair da rotina estressante.

Na trama, somos apresentados a Philippe (François Damiens), um analista de sistemas que vive uma vida certinha, cheia de regras e pacata em uma cidade francesa. Perto de fazer quase 50 anos sua ex-mulher, uma repórter famosa de uma emissora francesa,  decide de uma hora para outra se mudar para a Bruxelas, deixando os dois filhos adolescentes para ele cuidar. Só isso já seria impactante em sua rotina mas para deixar mais maluca essa história, Philippe começa a enfrentar problemas no seu trabalho, tendo que trabalhar com um funcionário que vai alterar de vez os rumos dessa história.

É preciso paciência e colocar nossas células cinzentas para buscar as associações que o roteiro também escrito pelo diretor busca explorar. Obviamente, a crise de meia idade é o ponto de start para que o fechado protagonista comece a navegar em sua controlada loucura que afeta (e ele também é afetado) a todos que o cercam, desde os novos ‘amigos’ de trabalho, a ira de um supervisor escandaloso, sua relação com os dois filhos, a distância de sua ex-esposa e o aparecimento em tons fantasmagóricos hilários de seus pais.

Exibido no Festival de Berlim em 2016, esse curioso projeto, tem como protagonista o excelente e versátil ator belga François Damiens.

Crítica | Trópico Fantasma – Quando o acaso abre nossos olhos para o mundo

Escrito e dirigido pelo cineasta belga de 38 anos, Bas Devos, Trópico Fantasma, que estreia dia 20 de maio no ótimo streaming da Supo Mungam Plus, consegue em menos de 90 minutos ser intrigante em nos fazer encontrar sentido quando nada é o que parece. Somos testemunhas de uma metáfora social que complementa o preenchimento de espaço da vida, como tópicos contemplativos absortos de uma personagem que vira protagonista na vida de muitos dos que encontra pelo caminho. Planos longos, um abre alas e um desfecho estonteante, extático. Focado em uma personagem que está em um momento cogitabunda, andando pelas ruas frias da madrugada europeia, somos levados a uma viagem sobre a necessidade de conhecermos melhor o nosso entorno social.

Na trama, conhecemos uma esforçada trabalhadora, já com certa idade, chamada Khadija (Saadia Bentaïeb) que após sair do serviço tarde da noite acaba dormindo na condução de volta para casa e vai parar no ponto final da estação, dezenas de quilômetros de casa. Sem ter como sacar dinheiro e sem condução por causa do horário, resolve ir a pé pra casa e assim conhece e aprende mais sobre a vida através de outros personagens e situações que cruzam seu caminho. Um homem morando escondido em uma casa que a protagonista já trabalhou, um morador de rua desacordado e um cachorro perto do dono, uma atendente separada com uma filha pequena que trabalha em uma loja de conveniência, são alguns dos que passam pelos olhos da personagem principal.

Dentro de um sensível olhar, colocando destaque para uma belíssima fotografia (tecnicamente o filme chama a atenção), percebemos a delicadeza em todos os cantos. Enxergamos esse universo através de Khadija, essa que vai descobrindo pelo trajeto transformações de uma cidade e também interagindo, com diálogos sempre com pontas sociais nas entrelinhas, com pessoas que nunca viu, serviços que nunca pediu. Uma faxineira, com dois filhos quase adultos que perdera seu marido faz 10 anos, se depara com pessoas e situações que a fazem pensar sobre a cidade que vive e um pouco também sobre a forma como vive seus dias quase sem tempo para si mesma, sem conseguir enxergar um novo mundo que está ali na sua frente.

Pode não ser um filme fácil para alguns, podem achar paradão, mas ao se conectar com ele o espectador recebe um grandioso e interessante presente que chega em forma de reflexão com os nossos paralelos cotidianos. Longe da vertente devaneadora, o que há mais de concreto em tudo que assistimos é a certeza de uma personagem em transformação tal qual o universo restrito (caminho de casa para o trabalho) que conhece ao seu redor.

E aí, querido cinéfilo?! – Nossa Coluna de Entrevista | Parte 31: Jorge Nunes

A beleza do cinema é conseguir enxergar além do que os olhos conseguem captar. Falar de cinema é uma grande prova de amor ao sentimento das curiosidades que afligem esse imenso mundão que vivemos. Todo tipo de filme, de qualquer gênero, busca o importante elo em apresentar emoções ao espectador, seja ele quem for. Pensando em entender melhor as razões do porquê o cinema ser uma coisa tão rica para nossa existência como ser humano, esse eterno jovem cinéfilo que vos escreve buscou cinéfilos espalhados pelo Brasil (alguns até pelo mundo) para contar um pouquinho da trajetória cinéfila deles para vocês.

Nossa entrevistado de hoje é cinéfilo, carioca, frequentador de cabines de imprensa no RJ. Trabalhou como editor em diversos lugares além de crítico de cinema de alguns portais. Jorge Nunes, a simpatia em pessoa, nos conta um pouco de seus pensamentos cinéfilos através de nossas perguntas desse especial.

 

1) Na sua cidade, qual sua sala de cinema preferida em relação a programação? Detalhe o porquê da escolha.

Rede Cinemark, seja por já ter trabalhado nela, seja pela proximidade. A programação acho que o Estação NET Botafogo.

 

2) Qual o primeiro filme que você lembra de ter visto e pensado: Cinema é um lugar diferente?

Batman – O Retorno.

 

3) Qual seu diretor favorito e seu filme favorito dele?

Christopher Nolan – A trilogia de Batman, mas se for pra ser um filme vai o Cavaleiro das Trevas.

 

4) Qual seu filme nacional favorito e porquê?

Elis. Porque achei uma grande história, interessante, com um roteiro rico em bons diálogos e que não teve palavrão pelo que eu me lembre! Rs.

 

5) O que é ser cinéfilo para você?

É ter vontade de ver filme todo o dia senão é como se o dia não compensasse.

 

6) Você acredita que a maior parte dos cinemas que você conhece possuem programação feitas por pessoas que entendem de cinema?

Eu acredito que não.

 

7)  Algum dia as salas de cinema vão acabar?

Nunca pensei nisso, mas com essa pandemia comecei a pensar no assunto! Acho que não acaba não. Assim como existe a TV e a Internet, existe cinema e Netflix. Se complementam!

 

8) Indique um filme que você acha que muitos não viram mas é ótimo.

Mais Que Vencedores.

 

9) Você acha que as salas de cinema deveriam reabrir antes de termos uma vacina contra a covid-19?

Acho perigoso nesse momento pois a curva só aumenta. Creio que o correto é reabrir quando houver a vacina.

 

10) Como você enxerga a qualidade do cinema brasileiro atualmente?

Depois de Mais forte que o Mundo, creio que em muita coisa melhorou. São produções e produções. O forte brasileiro são as histórias, temos tido grandes roteiros.

 

11) Diga o artista brasileiro que você não perde um filme.

Por enquanto Irandhir Santos ou Júlio Andrade.

 

12) Defina cinema com uma frase.

Cinema é uma paixão cheia de definição (pixels) kkkk.

 

13) Conte uma história inusitada que você presenciou numa sala de cinema.

Não consigo me lembrar de nenhuma kkk.

 

14) Defina ‘Cinderela Baiana’ em poucas palavras…

É como um belo vestido cheio de camadas em rodelas para enaltecer o quanto a baiana roda! Rs.

 

15) Muitos diretores de cinema não são cinéfilos. Você acha que para dirigir um filme um cineasta precisa ser cinéfilo?

O ideal é que fosse, mas sabemos que nem sempre é assim! Cinema é cultura. Quanto mais ele vê, mais know how ele tem pra criar!

‘Army of the Dead’: Filme de Zack Snyder terá zumbis muito MAIS EVOLUÍDOS; Entenda!

Army of the Dead – Invasão em Las Vegas, superprodução de Zack Snyder para a Netflix, estreia nesta sexta-feira (21) na plataforma de streaming e os fãs do gênero serão surpreendidos por uma leva diferenciada de zumbis.

Durante uma seleta coletiva de imprensa, da qual o CinePOP foi um dos convidados, o cineasta revelou detalhes sobre as horripilantes criaturas, salientando o seu desejo de ir além no gênero, transformando os zumbis em monstros muito mais evoluídos do que o habitual:

“Eu acho que os zumbis tem perdurado nos cinemas e na cultura POP porque eles são monstros derivados de nós mesmos, então essa é sempre uma ótima forma de pensar sobre eles. Mas nesse filme, eu não apenas senti que queria homenagear clássicos de zumbis, como também queria explorar o que mais eles poderiam oferecer. E uma das coisas que eu mais pensei enquanto criava esse roteiro era na noção de que muito mais que uma evolução, eles representariam até mesmo a nossa substituição”.

Snyder foi ainda mais além, ponderando sobre as características singulares do zumbis de ‘Army of the Dead’. Para o cineasta, a ideia era torná-los independentes e autossuficientes, para que o fator “ameaça” pudesse ser explorado por uma ótica um pouco mais aprofundada:

“A ideia é que eles não sejam apenas esses zumbis de outro nível, que podem pensar, perambular e atacar animais. Mas que eles sejam menos perversos, não destruam o planeta e não se matem. Eles não são muito agressivos. Nós erramos com eles e eles estão devolvendo o favor, mas essa versão da humanidade ou o que quer ela seja representa o fato de que eles conseguem sobreviver sem nós, de que eles vão ficar bem sem nós. E eu achei que isso seria uma jeito divertido e assustador de pensá-los, como sendo os nossos substitutos”.

Ao longo da coletiva, o astro Dave Bautista também comentou sobre o thriller de ação, revelando que quase rejeitou a proposta:

“Eu pude fazer vários filmes com muitas cenas de ação, mas nunca havia feito um onde eu pudesse mostrar minha versatilidade como ator. Quando o projeto chegou a mim, eu não estava muito interessado, porque me foi descrito como um longa de zumbi com assalto e eu não estava à procura de um trabalho desse porte, eu queria me provar como ator. Mas a proposta voltou a mim quando Zack disse que queria que eu interpretasse o Scott. Então eu li o roteiro e era completamente diferente do que pensei que seria”.

O ator, que também faz parte da franquia de ‘Guardiões da Galáxia‘, ainda refletiu sobre a jornada do seu personagem, pontuando o simbolismo por trás das suas motivações. Segundo ele, Scott vive uma trajetória de redenção familiar e reconexão com sua filha:

“O filme realmente me proporcionaria a oportunidade de mostrar diversos lados da minha atuação, para além daquele cara que é um badass em cenas de ação. É a história de um pai que quer se redimir com a sua filha e isso foi o que me convenceu. Era a oportunidade de eu mostrar um lado maior da minha performance. Ele não é um cara apenas da ação. Ele é capaz de ser isso, mas é também alguém que quer se redimir. É uma história sobre redenção”.

Confira a nossa crítica:

Crítica | Army of the Dead é SANGRENTO, cheio de slow-motion e tudo que se espera do Zack Snyder

Dirigido por Zack Snyder (‘Madrugada dos Mortos‘), o longa, que foi rodado em Las Vegas, contou com orçamento de US$ 70 milhões.

Após um surto de zumbis em Las Vegas, nos Estados Unidos, um grupo de mercenários faz uma aposta final, aventurando-se na zona de quarentena para tentar realizar o maior assalto de todos os tempos.

Dave Bautista estrela a produção. O elenco ainda conta com Ella Purnell, Omari Hardwick, Ana De La Reguera, Theo Rossi, Matthias Schweighöfer, Nora Arnezeder, Hiroyuki Sanada, Garret Dillahunt, Tig Notaro, Raúl Castillo, Huma Qureshi, Samantha Win, Richard Cetrone e Michael Cassidy.

‘Com Amor, Victor’: 2ª temporada ganha adorável trailer oficial; Confira!

Hulu divulgou o trailer oficial da 2ª temporada de ‘Com Amor, Victor’ (‘Love, Victor’) que tem estreia marcada para o dia 11 de junho de 2021.

Confira:

A série foi criada por Isaac Aptaker e Elizabeth Berger.

A história segue Victor, um novo aluno na escola Creekwood “em sua própria jornada de auto descoberta, enfrentando desafios em casa, se adaptando a uma nova cidade e lutando com sua orientação sexual”.

Michael CiminoAna OrtizJames MartinezIsabella FerreiraMateo FernandezRachel Naomi HilsonBebe Wood e outros estrelam.

Lana Del Rey divulga três músicas oficiais de ‘Blue Banisters’, seu 8º álbum de estúdio

A indicada ao Grammy Lana Del Rey divulgou três novas músicas oficiais de Blue Banisters, 8º álbum de estúdio que tem lançamento marcado para o dia 04 de julho.

As canções incluem a música-titular, “Wildflower Wildfire”“Text Book”.

Ouça:

Enquanto isso, o aclamado Chemtrails Over the Country Club está disponível na íntegra no Spotify, contando com 11 faixas e produção de Jack Antonoff:

1. White Dress
2. Chemtrails Over the Country Club
3. Tulsa Jesus Freak
4. Let Me Love You Like a Woman
5. Wild at Heart
6. Dark But Just a Game
7. Not All Who Wander Are Lost
8. Yosemite
9. Breaking Up Slowly
10. Dance Till We Die
11. For Free

A era é precedida pelo ovacionado Norman Fucking Rockwell!’, álbum lançado em 2019 e que foi indicado a duas categorias do Grammy Awards – incluindo Álbum do Ano.

Del Rey é conhecida por suas melódicas e melancólicas letras e por seu onirismo instrumental. Tendo trabalhado ao lado de nomes como AntonoffMax Martin, ganhou aclame e popularidade com Born To Die, álbum lançado em 2012.

Marvel trolla fãs e divulgada o trailer de ‘Homem-Aranha 3’

A Marvel Studios já provou que sabe entrar na zoeira e trollou os fãs de ‘Homem-Aranha’ divulgando o “trailer” do terceiro filme da franquia, intitulado ‘Spider-Man: No Way Home’.

Porém, ao invés de finalmente revelar o trailer do filme – que os fãs estão pedindo sem parar nas redes sociais – o perfil oficial divulgou um “trailer” com o logo do filme.

“Já que vocês pediram”, postou.

Confira, com imagens dos bastidores:

Sequência direta de ‘De Volta para Casa‘ e ‘Longe de Casa‘, ‘Homem-Aranha 3: Sem Volta para Casa‘ mostrará os novos conflitos de Peter Parker agora que sua identidade foi exposta ao mundo.

 Tom Holland, ZendayaJacob Batalon e Marisa Tomei retornam.

Assista ao anúncio que revela o título oficial da sequência, que estreia em 16 de dezembro de 2021:

‘Lanterna Verde’: Ator de ‘Mamma Mia! 2’ pode ser o primeiro Lanterna Verde gay na série

De acordo com a Variety, a HBO Max está de olho em Jeremy Irvine (‘Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo!’) para o papel de Alan Scott na vindoura série dos Lanternas Verdes.

Para quem não conhece, Scott é o primeiro membro da tropa de policiais intergalácticos apresentado como um homem gay.

Na série, ele é descrito como um símbolo de honra e um exemplo a ser seguido, mas esconde o fato de ser gay por conta do forte preconceito na América da década de 1940.

Nos quadrinhos, Scott é formado em engenharia ferroviária e se torna um Lanterna Verde ao encontrar um meteorito místico que continha um anel da tropa. No entanto, antes de juntar aos outros membros, ele era um herói da Sociedade da Justiça da América, e só mais tarde se aventurou pelo espaço até encontrar outros Lanternas, como Hal Jordan.

Scott também foi criado como o Lanterna Verde original em 1940, vinte anos antes da DC Comics reformular o personagem como um herói espacial vivido por Jordan.

Com o sucesso da versão mais nova, Scott acabou ficando de lado até ser redefinido como um Lanterna Verde de uma realidade alternativa. Graças aos variados reboots da editora, Scott foi rejuvenescido e reintroduzido como gay, fazendo parte de uma iniciativa de inclusão.

Lembrando que, se Irvine for escolhido para o papel, ele vai se juntar a Finn Wittrock, escalado para o papel de Guy Gardner.

Gardner é descrito como a personificação do hiper-patriotismo da década de 1980 que deu origem ao Rambo… Mas, acima disso, ele é um homem agradável e é considerado um pai e marido amoroso.

Produzida por Marc Guggenhein, roteirista do ‘Lanterna Verde‘ estrelado por Ryan Reynolds em 2011, a série será ambientada em múltiplas linhas do tempo entre os anos 1940, 1980 e nos dias atuais.

Ainda não se sabe se as três linhas temporais irão se conectar em algum momento ou se vão permanecer separadas.

Há alguns meses, o The Illuminerdi divulgou a descrição de outros dois membros da tropa.

Um deles é a Lanterna Jessica Cruz, descrita como uma mulher brilhante, determinado e de personalidade forte. Olhando para ela, você nunca saberia a luta interior que ela está travando.

Jessica vive com um transtorno de ansiedade às vezes paralisante. Ela está lutando contra o medo há mais tempo do que qualquer um do outros Lanternas, o que a deixa vulnerável.

Isso porque ela foi forçada a se tornar independente ainda na adolescência, quando precisou trabalhar durante a escola ao mesmo tempo em que cuidava da irmã mais nova, fazendo o papel de mãe preocupada.

O outro é Simon Baz, um simpático jovem de origem muçulmana que sempre sonhou em fazer parte dos Lanternas Verdes. Antes disso, ele trabalhava como vendedor em Detroit, usando todo o seu charme e seu dom de se comunicar bem.

No entanto, os EUA passaram a desconfiar de todo imigrante do Oriente Médio depois dos atentados do 11 de setembro, o que deixou a vida de Baz um tanto complicada.

Considerando ambas as descrições, tudo leva a crer que os dois personagens terão suas origens exploradas ao longo da série, até que o público esteja familiarizado com suas rotinas como membros dos Lanternas Verdes.

Anteriormente, o portal revelou que a HBO Max dará destaque a uma nova Lanterna Verde chamada Bree Jarta.

Filha de uma mãe alienígena e de um pai humano, Jarta é descrita como uma mulher negra por volta de seus 30 anos e possui um temperamento difícil, já que ela é a Lanterna que mais leva a sério seu compromisso com a Tropa.

Além disso, ela foi criada em um planeta mais iluminado e com uma sociedade avançada, o que a ajudou a superar seus colegas em termos de criatividade ao usar os poderes do anel, ela será parceira de Guy Gardner.

Além desses cinco, vale lembrar que a série também vai contar com Kilowog e Sinestro, que devem ter seus perfis divulgados em breve.

A produção também será supervisionada pelo produtor e roteirista Geoff Johns.

Johns não é estranho ao panteão de super-heróis, visto que já desenvolveu histórias do personagem em questão para a DC Comics. Além disso, ele foi nomeado como Presidente da DC Entertainment em 2016, com missão de gerenciar os filmes baseados nas propriedades intelectuais da editora.

O projeto também trará Greg Berlanti, produtor de diversas adaptações da DC Comics, como ‘Arrow’, ‘The Flash’ e ‘Supergirl’.

Tom Cruise vende belíssima mansão na neve por mais de R$ 200 milhões; Confira as imagens!

Além de fazer sucesso nos filmes de ação, Tom Cruise provou que também é um ótimo negociador ao vender sua mansão de férias em Telluride, no Colorado.

Famosa por suas gigantescas montanhas cobertas de neve, a região foi escolhida pelo astro para a construção de seu resort particular em 1996.

No entanto, o The Wall Street Journal revelou que Cruise a vendeu por US$ 39,5 milhões (o equivalente a R$ 209 milhões) em apenas duas semanas após o anúncio na imobiliária.

Com seus quatro quartos e cerca de 930 metros quadrados, a mansão serviu de repouso para o astro da franquia ‘Missão Impossível‘ durante 25 anos.

Ao total, o terreno completo tem 120 hectares e também abriga uma casa de hóspedes com três quartos logo ao lado da mansão principal.

Além do luxuoso espaço e da bela vista para as montanhas nevadas, a mansão inclui uma sala de jogos com mesa de sinuca e pebolim, mas o novo morador pode adicionar as mais variadas atrações quando tomar posse da propriedade.

Se já não fosse o suficiente, ainda há espaço para três carros de grande porte na garagem, um spa e um escritório. E, do lado de fora, o proprietário e seus convidados também podem se divertir numa pista de snowmobile.

No anúncio, a imobiliária descreveu a casa como:

“O local dos sonhos para quem ama apreciar a beleza da natureza em meio às montanhas, com muita privacidade e uma vista de tirar o fôlego.”

Confira as imagens:

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

‘Todos Estão Falando sobre Jamie’ não será mais lançado nos cinemas e sim no Amazon Prime

‘Todos Estão Falando sobre Jamie’, adaptação do musical homônimo de 2017, teve sua estreia cancelada nos cinemas.

O musical vai direto pro streaming do Amazon Prime e estreia em Setembro.

Assista ao trailer:

Jonathan Butterell faz sua estreia diretorial com o filme. Tom MacRaeDan Gillespie Sells assinam o roteiro.

Baseado na vida de Jamie Campbell, a história gira em torno de um adolescente de 16 anos de idade que enfrenta inúmeros preconceitos até resolver sair do fundo do poço e tornar-se uma drag queen de grande sucesso.

Max HarwoodRichard E. GrantSharon HorganLauren Patel, Shobna GulatiSarah LancashieRalph Ineson estrelam.

O filme tem previsão de estreia no Brasil para 2021.

‘Dr. Death’: Joshua Jackson vive um médico psicopata no trailer da minissérie; Confira!

O Peacock divulgou o primeiro trailer da minissérie ‘Dr. Death‘, estrelada por Joshua Jackson (‘Fringe’).

Confira:

A trama, baseada em uma história real, segue o Dr. Christopher Duntsch (Jackson), uma estrela em ascensão na comunidade médica de Dallas. Jovem, carismático e ostensivamente brilhante, o Dr. Duntsch estava construindo uma próspera clínica de neurocirurgia quando tudo mudou repentinamente. Os pacientes entravam em sua sala para fazerem cirurgias de rotina, mas saíam permanentemente mutilados ou mortos.

Enquanto as vítimas se acumulam, dois colegas médicos, o neurocirurgião Robert Henderson (Alec Baldwin) e o cirurgião vascular Randall Kirby (Christian Slater), ao lado da promotora de Dallas, Michelle Shughart (AnnaSophia Robb), decidem pará-lo.

Patrick McManus entra como produtor executivo ao lado de Todd BlackJason BlumenthalSteve Tisch.

A produção será lançada no serviço de streaming durante o verão norte-americano.

‘Desencantada’: Disney inicia produção da sequência e revela novos detalhes da trama

O aguardado longa ‘Desencantada‘, sequência do clássico musical ‘Encantada‘, finalmente iniciou a sua produção e a novidade fora compartilhada pela Disney. O anúncio ainda veio acompanhado de novos detalhes relacionados ao roteiro.

A trama se passará 15 anos depois dos eventos de ‘Encantada‘ e nos leva de volta ao mundo de Giselle (Amy Adams) e de seu pragmático esposo, o advogada Robert (Patrick Dempsey). Com Morgan agora adolescente, Giselle e sua família se realocarão para o subúrbio de Monroeville, onde ela terá que enfrentar os desafios de uma nova casa, à medida que tenta redescobrir o verdadeiro significado do “Felizes para Sempre”.

A novata atriz Gabby Baldacchino dará vida à Morgan na adolescência. James Marsden (Príncipe Edward) e Idina Menzel (Nancy Tremaine) retornam, ao lado das recém-anunciadas Maya RudolphYvette Nicole BrownJayma Mays.

Confira o anúncio:

Adam Shankman entra como diretor.

O filme vai estrear exclusivamente  no Disney+. Detalhes sobre a narrativa não foram revelados.

Encantadatrouxe no elenco Adams como a princesa Giselle, que foi empurrada em um poço mágico e saiu de seu encantado mundo para as movimentadas ruas de Nova York. Susan Sarandon Timothy Spall também fizeram parte do longa.

‘Pam & Tommy’: Anthony Mackie ficou chocado com a transformação do amigo Sebastian Stan

As primeiras imagens oficiais da minissérie ‘Pam & Tom‘ surpreenderam os amantes do entretenimento, em virtude da grandiosa transformação dos atores Sebastian Stan e Lily James.

E o ator Anthony Mackie, um dos grandes amigos de Stan e seu colega de elenco na série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘, revelou que ficou impressionado com o resultado.

Durante uma entrevista à revista Variety, durante o MTV Movie & TV Awards, ele ainda compartilhou o seu entusiasmo com o sucesso profissional do amigo:

“Sebastian é um ótimo ator e é revigorante vê-lo conseguir fazer isso e saber que as pessoas estão o vendo pelo camaleão que ele é, não apenas por ser esse deus lindamente maravilhoso e de olhos azuis. Ele me mandou um vídeo do set e algumas fotos e eu fiquei chocado. Fiquei realmente surpreso e impressionado com o que ele foi capaz de fazer. Fiquei estarrecido. Eu perguntei: ‘O que você está fazendo? Você está interpretando o Tommy Lee?’ É simplesmente lindo ver o seu amigo fazendo sucesso. E ele arrasou. Quer dizer, ele realmente foi capaz de se transformar e esse é o sonho de todo ator em cada papel que ele interpreta”.

Já a cantora Courtney Love, amiga de longa data da atriz Pamela Anderson, detonou a vindoura minissérie ‘Pam & Tommy’, por explorar o vazamento da famigerada sex tape envolvendo o então polêmico casal.

Confira as primeiras imagens:

Em seus perfis do Instagram James e Stan também mostraram novos vislumbres de suas caracterizações.

Confira:

“‘Não paramos de jogar porque envelhecemos, envelhecemos porque paramos de jogar’. – Tommy Lee, escreveu Stan.

“‘É ótimo ser loira. Com baixas expectativas, é muito fácil surpreender as pessoas’- Pamela Anderson. ‘Pam & Tommy‘ chega ao Hulu em breve”, escreveu James.

Além da dupla, o elenco também contará com Seth Rogen, Nick Offerman (‘Parks and Recreation’) como Uncle Miltie; Taylor Schilling (‘Orange Is the New Black’) como a esposa de Rand, Erica Gauthier; o comediante Andrew Dice Clay como Butchie; Pepi Sonuga (‘Ash vs. Evil Dead’) como Melanie; Mozhan Marno (‘House of Cards’) como Gail Chwatsky; e Spenser Granese como Steve Fasanella.

‘Bicho de Sete Cabeças’ completa 20 anos! Conheça curiosidades de um dos melhores filmes brasileiros

O aclamadíssimo filme nacional ‘Bicho de Sete Cabeças’ está completando – pasmem! – vinte anos esse ano! Produzido no ano 2000, o filme teve lançamento no Brasil em 22 de junho de 2001 e é um marco no cinema brasileiro contemporâneo. Para celebrar as duas décadas de lançamento do filme, levantamos aqui algumas curiosidades que corroboram o fato de ‘Bicho de Sete Cabeças’ figurar entre as melhores produções nacionais do novo milênio.

Inspirado em livro

Como boa parte das boas produções, ‘Bicho de Sete Cabeças’ é inspirado em um livro. Intitulado ‘O Canto dos Malditos’, foi escrito por Austragésilo Carrano Bueno. Posteriormente, o filme também virou livro, que leva o mesmo título da produção. O autor morreu em 2008, em decorrência de um câncer no fígado.

Baseado em história real

Um dos pontos mais impactantes em ‘Bicho de Sete Cabeças’ é que o filme é baseado na história real de Austragésilo Carrano Bueno, à época dos acontecimentos apenas um adolescente de 17 anos. Nos anos 1970, Austragésilo foi internado em um hospital psiquiátrico pelo próprio pai após este encontrar uma trouxinha de maconha em seus pertences. Na instituição, o jovem adolescente sofreu todo tipo de experimento e maus tratos, dentre eletrochoque e medicamentos pedados, sob a argumentação de estarem realizando um tratamento para pessoas viciadas em drogas.

Proibição judicial

Quando o livro foi lançado pela primeira vez, no começo dos anos 1990, ‘O Canto dos Malditos’ causou burburinho, e, quando foi reeditado, em 2002, teve sua comercialização proibida pela Justiça, que atendeu a um pedido de um dos psiquiatras citados na obra. O livro foi recolhido e só teve permissão de ser reeditado em 2007. Em outra ação, o Hospital do Bom Retiro e a Federação Espírita do Paraná entraram com uma ação na Justiça pedindo o impedimento de Austragésilo de continuar a dar palestras e entrevistas sobre os anos em que ficou internado nessas instituições.

Rodrigo Santoro

Bicho de Sete Cabeças’ foi o filme que lançou a carreira nos cinemas do nosso Rodrigo Santoro. A carreira do jovem ator começara com o sucesso na novela ‘Explode Coração’, na qual vivia um jovem cabeludo que se relacionava com uma mulher com o dobro da sua idade. À época do lançamento do filme, Rodrigo estava às voltas com a gravação de ‘Estrela Guia’, novela em que contracenou ao lado de Sandy. Como ‘Bicho de Sete Cabeças’ rodou muitos festivais internacionais e causou um bom impacto, foi a partir desse filme que Rodrigo recebeu convites para estrelar produções internacionais – o que comprova que todo bom ator só precisa de um bom papel dramático para expor todo o seu talento ao mundo.

Laís Bodanzky

De igual maneira, ‘Bicho de Sete Cabeças’ também foi o primeiro filme da diretora Laís Bodanzky – à época um pouco mais velha que Rodrigo Santoro. O clima jovem nos bastidores certamente contribuiu para imprimir maior veracidade à história. O filme também foi crucial na carreira de Laís, tendo-lhe trazido inúmeras oportunidades inclusive para seus filmes posteriores. Laís ficou até o início de 2021 à frente da SPCine.

Saúde Mental e Movimento Antimanicomial

Bicho de Sete Cabeças’ trouxe luz sobre o tema da saúde mental em uma época em que ninguém falava ou queria falar sobre isso, especialmente com relação aos jovens. O filme denuncia a falta de tato parental em dialogar com os filhos e o abuso psicológico e físico sofrido por pacientes internados em manicômios. O que em outros filmes é utilizado como ferramenta de terror para entreter em produções de gênero, em ‘Bicho de Sete Cabeças’ é a realidade aterrorizante sofrida de verdade pelos internos.

Releitura musical

O título ‘Bicho de Sete Cabeças’ é inspirado na música tema homônima que embala o longa, originalmente escrita e cantada por Zé Ramalho e Geraldo Azevedo em 1979. Para o longa, a canção teve uma releitura feita pela voz doce de Zeca Baleiro, e até hoje é um dos maiores sucessos do cantor. O filme conta ainda com música de Arnaldo Antunes.

Clima Tenso

Com uma temática tão pesada, não é de se espantar que o clima nos bastidores tenha ficado tenso às vezes. A ver pelo making off, a equipe de gravação parece ter ficado o tempo todo com a respiração suspensa durante as filmagens, especialmente na cena do esporro do pai em Neto. Sabe quando você vê seu amigo tomando esporro dos pais e você está ali, no meio da sala, sem poder se meter, mas assistindo a tudo? Pois é.

Onde Assistir

Atualmente, ‘Bicho de Sete Cabeças’ está disponível para aluguel sob demanda nas plataformas Vivo Play, NOW e no Petra Belas Artes a la Carte.

‘Batwoman’: Camrus Johnson surge como Batwing nos bastidores da série; Confira!

Uma fan page do Twitter dedicada a novidades da DC Comics divulgou as primeiras imagens de Camrus Johnson vestido como Batwing na série da ‘Batwoman‘.

O intérprete de Luke Fox deve ser introduzido como um novo vigilante de Gotham em algum momento da 2ª temporada, mas não foi revelado em qual episódio ele vai vestir o traje.

Apesar de ser uma grata surpresa na série, sua trajetória como Batwing é uma adaptação direta dos quadrinhos, já que o personagem assume o manto nos arcos da fase ‘Novos 52‘.

Criado em 2011, o Batwing nasceu das fileiras da Corporação Batman, quando o soldado David Zavimbe é escolhido para levar o legado do Cavaleiro das Trevas na região mais tumultuada da Terra: a África!

Mais tarde, ele desiste da tarefa por achar que o manto traz um fardo e um rastro de medo, então Luke Fox ocupa seu lugar… No entanto, a origem do personagem deve ser alterada na série.

Confira as imagens:

Lembrando que a The CW divulgou a promo oficial de “Armed Suspect”, 15º episódio da segunda temporada de Batwoman.

O vídeo traz as consequências do incidente de Luke Fox (Camrus Johnson), baleado pelos agentes dos Corvos depois de ser culpado pelo sequestro de um carro.

Vale lembrar que a série entrará em hiato e retorna apenas no dia 06 de junho.

Confira:

No novo ano, Javicia Leslie dá vida a Ryan Wilder, uma mulher de 20 e poucos anos que está prestes a se tornar a Batwoman.

A personagem é descrita como “simpática, brincalhona e indomável. Ela não é nada como a Kate Kane, a mulher que usava o traje anteriormente. Sem alguém especial em sua vida, Ryan passou anos usando drogas, mascarando sua dor com hábitos ruins. Uma garota que roubaria leite de um gato de rua também é capaz de matar com suas próprias mãos, Ryan é o tipo mais perigoso de lutadora: altamente treinada e indisciplinada. Lésbica assumida. Atlética. E definitivamente não é o seu estereótipo de heroína”.

No Brasil, a série é exibida pela Warner Channel.

O elenco também conta com Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Camrus Johnson, Rachel Skarsten, Nicole Kang eGabriel Mann.

Zack Snyder revela qual FILME ele gostaria de dirigir para a Marvel Studios

Em entrevista ao ScreenRantZack Snyder (‘Army of the Dead’, ‘Liga da Justiça) disse que entraria para a Marvel Studios sob uma condição: se pudesse dirigir um filme sobre a icônica heroína Elektra.

Snyder foi bem categórico em seu comentário e foi específico, dizendo que adaptaria uma narrativa em particular intitulada Elektra Lives Again’.

“Eu escolheria Elektra Lives Again’. Você sabe, aqueles quadrinhos de Frank Miller? É uma graphic novel sobre Elektra. Demolidor está tendo sonhos sobre Elektra voltar à vida, e é super legal e estranho. É legal e lindo. É isso que eu faria. Ninguém liga, mas é o que eu faria”, ele falou.

Com história assinada por Miller e Lynn Varley, a obra em questão foi publicada em março de 1990 através da Epic Comics (extensão da Marvel Comics) e funciona como spin-off de Demolidor, girando em torno da aparente ressurreição da guerreira ninja Elektra. Em 1991, a aclamada HQ levou para casa um Eisner Award de Melhor Novo Álbum Gráfico e um UK Comic Art Award para Melhor Graphic Novel Original.

Você gostaria de ver Snyder se juntando à Marvel?

Vale lembrar que Elektra já foi levada para os cinemas em 2003 através do filme Demolidor – O Homem sem Medo’, que foi bombardeado pela crítica apesar de uma considerável arrecadação na bilheteria. Em 2005, a personagem ganhou um longa solo, que até hoje é considerado um dos maiores fracassos de todos os tempos, fazendo apenas US$56,6 milhões mundialmente e amargando 11% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Jennifer Garner interpretou a guerreira em ambas as produções.

‘Wakanda Forever’: Confira o título nacional e a data de estreia de ‘Pantera Negra 2’ no Brasil

A sequência de ‘Pantera Negra‘ teve seu título nacional e data de estreia no Brasil divulgados.

O filme vai chegar por aqui com o título ‘Pantera Negra: Wakanda Forever‘ (Black Panther: Wakanda Forever) no dia 7 de Julho de 2022.

Vale lembrar que o legado do astro Chadwick Boseman será preservado, e seu personagem não será re-escalado.

O chefe da Marvel Studios, Kevin Feige, confirmou que nunca haverá outro ator interpretando T’Challa dentro do Universo Cinematográfico Marvel.

Segundo ele, o cineasta Ryan Coogler e a Marvel Studios estão avançando a todo vapor com a franquia e vão explorar o restante de Wakanda, o país fictício da Marvel ao qual fomos apresentados pela primeira vez na grande franquia da Marvel.

“Grande parte dos quadrinhos e do primeiro filme é o mundo de Wakanda. Wakanda é um lugar para explorar mais com personagens e diferentes subculturas. Este sempre foi e inicialmente o foco principal da próxima história.”, afirmou.

Ele acrescentou:

“Não vamos ter um Chadwick em CGI e não vamos reformular T’Challa. Ryan Coogler está trabalhando muito duro agora no roteiro com todo o respeito, amor e gênio que ele tem, o que nos dá grande consolo, por isso sempre se tratou de promover a mitologia e a inspiração de Wakanda. Há também a tarefa de honrar e respeitar os aprendizados e ensinamentos contínuos do Chade.”, concluiu.

As câmeras começam a rodar em junho de 2021.

Em outubro do ano passado, Ryan Coogler assinou o contrato para retornar como roteirista e diretor, depois de sua entrada excepcional no MCU com o filme que arrecadou mais de 1,3 bilhão de dólares no mundo inteiro.

O filme também tornou-se o primeiro do gênero super heroico a ser indicado para a categoria de Melhor Filme no Oscar.